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FLLLLlÀc

AecLreÀc L CLLLA
Havla entao glgantes na terra, nesno deµols que os lllhos de Deus se unlran as lllhas dos hunanos e lhes geraran lllhos. Sao eles os
herols lanosos dos tenµos antlgos.
CcncsIs VI: 4
vvv.LrlvLReccLRmlrAr+L.rL+
J
CRLLl+ce
CRlAÇÀc.
^lex Cennaro, Danllo de Ollvelra Farla, Joao S. Loµes Fllho, Luls Carlos Berbert, Luls Frederlco de Carvalho e Renato Slnões |orelra.
EecRl+c lcR.
Danllo de Ollvelra Farla, Joao S. Loµes Fllho e Renato Slnões |orelra.
lLLe+RALc lcR.
^lex Cennaro, Luls Carlos Berbert, Luls Frederlco de Carvalho e \ltor Barbosa.
LlAcRAmAÇÀc.
Danllo de Ollvelra Farla e Renato Slnões |orelra.
CAlA.
Danllo Farla, sobre desenho de Fred Carvalho.
O concelto e o texto estao reglstrados em nome de seus autores. ^s llustrações também µertencem
aos seus resµectlvos crladores. ESTE E U| PRODUTO DE DlSTRlBUlÇ^O CR^TUlT^. Se gostar,
dlvulgue. Eloglos, critlcas e sugestões µodem ser envladas ao e-mall rµg_unlversogermlnante.net.
^TEHÇ^O:
ESTE JOCO E U|^ ^D^PT^Ç^O Ll\RE D^ |lTOLOCl^ JUD^lCO-CRlST^ OClDEHT^L. OS ^UTORES DO JOCO H^O ^CREDlT^| H^ OCORREHCl^ DE
U|^ REBELl^O HO lHFERHO, FlLHOS DE ^HJOS C^lDOS OU OU^LOUER COlS^ P^REClD^. T^|BE| H^O E HOSS^ lHTEHÇ^O F^ZER CRlTlC^ OU
S^TlR^ ^OS PRECElTOS RELlClOSOS DE HlHCUE|. O |^Xl|O OUE FlZE|OS ^OUl FOl U| DR^|^ Sl|BOLlZ^HDO ^ PROCUR^ POR EOUlLlBRlO H^
EXlSTEHCl^ HU|^H^. PORT^HTO, SEU PERSOH^CE| PODE SER O FlLHO DE U| ^HJO OUE FUClU DO lHFERHO, |^S \OCE H^O E! SE H^O
COHSECUE PERCEBER ESS^ DlFEREHÇ^, L^RCUE O Ll\RO ^COR^ |ES|O E PROCURE ^JUD^ PROFlSSlOH^L.
Dedlcatorla:
Para todas e todos que acredltaran en nos. E todas e todos que nao acredltaran: de vez en quando e necessarlo
desµertar o ultraje nun honen µara que ele conclua seus sonhos.
b
Kansk, 3deJ ulhode1908
Meu bomamigoAnatoli,
Escrevopara ti porqueoqueaconteceu édeextrema importância. Precisode
tua total confiança ediscrição. Há três dias nãodurmo. O quepresenciei foi tão
maravilhosoquantoapavorante. Estava indoaopovoadotungus ondeeu tenhoefetuado
minha missãodecatequizar os camponeses. Derepente, umprodígiosurgiu nos céus.
O céu foi atravessadopor umjatodeluz, comosefossecortadoaomeio. Uma bola de
fogoiluminou todoohorizonte. O chãotremeu, O céu brilhava. Todos estavam
amedrontados. Os aldeões falavamalgosobreseu deus dofogo. Eu nãoiria acreditar
nas crendices dessa gente, mas eu realmenteestava atordoadocomoacontecimento.
Diria para eles queera umsinal doDeus Todo-Poderoso? Nemeu sabia seu
significado. Bem, otempoPassou eoassuntofoi ficandoapenas comomotivode
conversa esparsas. Atéqueumdia, quandojá dormia, umestranhobarulhome
despertou. Movidopor umimpulsoincontrolável, saí lentamentedeminha cabana e
fui andandona direçãodos pinheiros quea circundavam. Uma densa egélida neblina
cobria tudo. E ouvi aquelegritohorrível, comosetodoosofrimentodeuma alma
torturada pudesseser expressa por umúnicosom. Medesculpe, Anatoli, senão
descrever a cena deforma precisa. Emmeio à fumaça gelada, umvulto foi se
delineando. Umgigante, muitomais altoqueeu. Comasas enormes, asas defogo! O
fogotambémbrilhava emseus olhos. Elemeencarou, semexpressar alegria ou tristeza,
ódioou compaixão. Apenas dor. Apenas revolta. E gritou mais uma vez. Oh, Deus
Misericordioso! Comoeu queria nãoter Passadopor isso! Atrás deleforamsurgindo
outros. Nemtodos eramiguais. Eu pudenotar queas asas deumdeles era demetal, e
outrotinha asas comoas deuma grandeáguia. Nãofalavam, mas eu sabia quem
eram. Eles eramAnjos. Desmaiei e fui encontrado na manhã seguinte quase
congelado. Desdeentão, pesadelos meoprimemcontinuamente. Nãosei sevieramdo
Céu ou doI nferno. Temoquevoltem.
Anatoli, entreemcontatocomoAltoClero. A I greja precisa estar informada.
Temopor nós, Anatoli. Temoqueeles voltem. Temoqueeles voltem.
Teu fiel amigo, Konstantin Efremov
Carta do µadre russo Konstantl n Elrenov. lnterceµtada, a nesna µertence a col eçao µartl cul ar de
un ^rqul duque Precursor.
Konstantl n e seu anl go estao desaµarecl dos desde entao.
Ouando os seres hunanos coneçaran a nultlµllcar-se na terra e tlveran lllhas, vendo os lllhos de Deus que as lllhas dos hunanos
eran bonltas, escolheran µara nulher as que entre elas nals lhe agradavan.
CcncsIs VI: J-2
ERlrcArLc LL eLR LLLe
^µesar de todos os jogos, esµortes e novas qulnqullharlas vlrtuals, o µrlnclµal e nals aµreclado µassatenµo do honen contlnua sendo
ouvlr e contar hlstorlas. Hao aµenas µor ser de graça (ou µelo nenos, custar nenos que un vldeogane de últlna geraçao), nas µor ter en
sl algo enµolgante e dlvertldo.
O honen, cono un ser soclal, senµre se reunlu en volta de loguelras, en acanµanentos ou nesas de bar µara contar suas sagas,
tragedlas e aventuras. ^tualnente, quando todos achavan que a arte de contar estorlas nao tlnha nals lacetas µara revelar, una nova
nodalldade surglu. Pessoas novanente se reunlran en volta de una nesa, e unlran essa tradlçao µrlneva ao velho laz-de-conta, dando
orlgen a essa brlncadelra de gente grande (e µequena) chanada RPC.
O RPC (Role Playlng Cane, ou jogo de lnterµretaçao), conslste en un jogo onde os µartlclµantes lnterµretan µaµels de µersonagens
dlversos, cono barbaros destenldos, nercenarlos clbernetlcos ou vanµlros atornentados. Ele µosslblllta as µessoas sentlren enoções e
estrnulos que nornalnente nao sentlrlan, e con un senso de reallsno lnµresslonante. ^s µessoas se envolven en seus µaµels, rlen e
se dlverten. E un jogo, nas envolve nals que sorte. Seus elenentos nals rntlnos contan con lnterµretaçao e lnteraçao entre todos os
µartlclµantes µara contar una hlstorla. Os jogadores nao conµeten uns contra os outros µara alcançaren seus objetlvos (ao nenos, nao
abertanente). ^o lnves dlsso, se unen e cooµeran µara vencer (ou seren vencldos) juntos. Todos crlan seus µersonagens e controlan
suas vldas, brlncando de ser Deus.
A TLmA+lcA
REBELl^O lala de sagas aµalxonadas e enµolgantes, de µersonagens vlbrantes e llnals traglcos. Seus µrotagonlstas, os IcIIIIn, sao
lllhos de anjos condenados, lugltlvos do lnlerno, e seres hunanos que nao conseguen conµreender a natureza dúbla de seus herdelros.
Sozlnhos e caçados, eles deven vlver entre o aµogeu concedldo µor seus µoderes quase dlvlnos e o rlsco ao qual eles os conduzen. Seus
corµos, una lusao lnstavel entre carne e esµrrlto, lhes concede o don da lnortalldade, e a naldlçao do esqueclnento, caso sejan
destrurdos.
O objetlvo µrlnclµal dos µersonagens de REBELl^O nao e o de acunular µoder ou glorla, nas o de µassar entre estas duas colsas e
nanter sua condlçao hunana, tao lragll e lugldla, e nao ser destrurdo durante o canlnho. Proles de anjos cardos, carregan dentro de sl o
µotenclal µara se tornaren µerleltos anjos aµessoals, lrlos e dlstantes ou denônlos µoderosos crlaturas corruµtas e anargas, alllgldas
µor sua µroµrla crueldade.
En suna.
REBELl^O segue a neta µrlnclµal de qualquer RPC, que e dlvertlr, nas tanben asµlra a µalxões nalores, lncltadas µor hlstorlas
eµlcas, que talvez, µor un lnstante, nos déen un vlslunbre da beleza lragll do concelto de hunanldade.
JccArLc...
Pouca colsa e necessarla µara se jogar REBELl^O. ^len deste llvro, un gruµo de anlgos con laµls e borracha ja sao un bon coneço.
Fotocoµlas de llchas de µersonagens tanben sao útels, e ao nenos un dado de dez lados (chanado entre os jogadores de RPC de ¨d10"),
enbora seja reconendavel ter uns clnco a nao. Baslcanente, e lsso.
\océ tanben µode utlllzar outros aµetrechos, cono µeças de vestuarlo, llvros antlgos ou lncenso e velas µara entrar no cllna, nas lsso
llca a crlterlo de cada jogador e sua lnaglnaçao.
C MLe+RL
O |estre e o jogador resµonsavel µor crlar e conduzlr as hlstorlas. Ele age cono una nescla entre rotelrlsta, dlretor e elenco de aµolo.
E ele quen deve lnterµretar todos os µersonagens coadjuvantes e antagonlstas, alen de aµllcar as regras µara un bon desenrolar da
µartlda.
^ µrlnelra vlsta, µarece ser un desallo nelo assustador allnal, un bon |estre µreclsa ser conhecedor do slstena de regras (do qual
lalarenos nals adlante), alen de contar con crlatlvldade e raclocrnlo raµldo µara as horas de lnµrovlso. |as tanben exlste nulto µrazer
en aceltar este desallo. Hada reconµensa nelhor seu trabalho que ver o lruto de sua crlatlvldade en açao a surµresa dos jogadores, sua
enµolgaçao e lnteresse µela hlstorla. E un trabalho duro, nas cedo ou tarde todos os jogadores se sentlrao tentados a nestrar.
Dlcas e detalhes sobre a lunçao do |estre serao vlstos no caµrtulo Sc¡no IosI¡us.
Ce JccALcRLe
Os jogadores desenµenhan o µaµel dos µrotagonlstas, os µersonagens ¨µrlnclµals". Serao eles os resµonsavels µela lnµulsao da
trana, resolvendo desallos e soluclonando nlsterlos. Un jogador lunclona nals ou nenos cono o ator µrlnclµal, con a dllerença de que
o µersonagen lnterµretado µor ele e una crlaçao sua.
Detalhes sobre a crlaçao de µersonagens e dlcas sobre lnterµretaçao µara os jogadores µoden ser vlstos no caµrtulo Pc¡sona.
A+Rlvm. lr+RcLLÇÀc
A+Rlvm. lr+RcLLÇÀc
7
Ae FLcRAe
Sao un conjunto slnµles de dlretrlzes necessarlas µara o bon
andanento do jogo. Elas dellnen as llnltações dos µersonagens,
ben cono lornecen nelos µara que suas qualldades sejan aµllca-
das. ^s regras serao descrltas detalhadanente no caµrtulo Lcx.
GceRL Le+L LlvRc
Cada assunto relerente ao jogo esta dlsµosto en caµrtulos. lsso
laclllta que deternlnada regra ou lten seja encontrado raµldanen-
te durante as sessões, se lor necessarlo.
En /uncus, jogadores e |estre terao una vlsao do anblente
de REBELl^O.
Todas as dlretrlzes que regen a µartlda estao en Lcx.
^s regras relerentes a crlaçao de µersonagens serao encontradas
no caµrtulo Pc¡sona, que trata excluslvanente deste assunto.
VcIc¡anco exµllca detalhadanente o µrocesso de evoluçao dos
µersonagens dos jogadores.
Dúvldas sobre os |anllestos e Rltuals dos Helllln µoden ser
sanadas no caµrtulo /ascInIun.
Ho caµrtulo Sc¡no IosI¡us os |estres encontrarao un vasto
naterlal de releréncla µara a crlaçao de Sagas.
En Dc DcIIo IcpLIIIco ha lnlnlgos cruels e allados µoderosos
µara conµor o elenco de seu jogo.
Por últlno, LxcnpIun traz un cenarlo µronto µara vocé coneçar
a jogar REBELl^O, a llctrcla llha de Sao Dlnas.
^len do nals, todos os caµrtulos se encontran en una orden
de leltura que lacllltara a asslnllaçao dos conceltos do jogo
baslcanente de lorna lacll.
C MLrLc
O nundo de REBELl^O se µarece con o nundo real sob varl-
os asµectos. Sao os nesnos µarses, os nesnos µovos, enlln, a
nesna cultura (ben, talvez nao a ncsna).
|as tanben ha algo de dllerente un µouco de un ronantls-
no lntangrvel, cono o que µernela as velhas tragedlas, e un µouco
de decadéncla, cono o lnevltavel luturo anargo de una µoderosa
clvlllzaçao. ^qul exlste, de lato, nals entre o Ceu e a Terra do que
desconlla a nals sabla das lllosollas, ou nelhor: exlste nals entre
os honens do que eles gostarlan de saber.
Senldeuses deµostos canlnhan sobre a Terra con µroµosltos
sonbrlos, enquanto entes sobrenaturals traçan seus µlanos. O nun-
do cal en desgraça velhos nales renascen e antlgas vlrtudes
norren, enquanto a hunanldade aµonta una arna µara a µroµrla
cabeça. Costunes de onten se nesclan a descobertas de ananha,
nuna atnoslera noI¡ e ¡cI¡o-IuIu¡IsIa.
Canlnhar µelas ruas sujas deste nundo en eutanasla e resµlrar
seu ar caustlco sao nals que una nera aventura.
MLllLlm. Ce lRc+Accrle+Ae
Os µersonagens que os jogadores lnterµretarao durante o jogo
sao os Helllln un lllho de anjo cardo con un ser hunano. Sob
nultos asµectos, eles µarecen seres hunanos nornals. e e o nals
µroxlno que eles conseguen chegar dlsso. Un Helllln e una
conblnaçao slngular de carne e esµrrlto, lazendo con que seu cor-
µo e alna sejan un so. Deste nodo, a destrulçao de seu corµo
erradlca sua alna µara senµre.
Sua lnconun estrutura os dota de µoderes nagnrllcos e
varlados, seus |anllestos dlversos Helllln costunan aµresentar
µoderes dllerentes uns dos outros. ^µesar dlsso, alguns µoderes
sao conuns a todos, e µoden servlr µara ldentlllcar a ¨esµecle",
cono sua vlrtual lnortalldade, chanada entre eles de DacLo¡. Un
Helllln nunca envelhece, cessando seu anadureclnento entre vlnte
e trlnta anos. ^len dlsso, seus corµos tenden a se tornar nals lortes
con o µassar do tenµo, e todos exlben una esµetacular caµacldade
regeneratlva: esta os µernlte ate nesno reconµor µartes µerdldas
do corµo. Contudo, aµesar de todas as vantagens olerecldas µela
sua conµlelçao sobrenatural, os Helllln sao lncaµazes de µrocrlar,
deµendendo da açao dos Cenltores µara nultlµllcar sua esµecle.
Exlsten, e claro, outras desvantagens.
Mc llc LA rAvALHA
Os Helllln sao dotados de naravllhosos µoderes, que os
colocan, ao nenos llslcanente, aclna de toda a nortalldade. Seu
arsenal conta con nagla dlvlna, un rellexo dos µoderes de seus
µals antes da Oueda, e leltlços ablssals, desenvolvldos µor seus
genltores no lnlerno. ^µesar de todo este µoder, un Hrbrldo janals
deve tender µara o ben ou µara o nal. Cono un nalabarlsta na
corda banba, eles deven ter una vlsao de tudo o que os cerca,
sen janals µerder o Equllrbrlo.
Para eles, o Equllrbrlo e nals que un estado de esµrrlto e una
µronessa de llberdade. Enquanto se nanteren equlllbrados, os
Helllln sao senhores de sl, caµazes de levar adlante sua µrecarla
vlda lnortal. |as ao se entregaren a qualquer un dos lados, ao
µernltlren que qualquer µarte de sua herança donlne sobre a outra,
un Helllln e entregue ao seu µlor destlno: a Danaçao.
LArAÇÀc
O uso excesslvo dos |anllestos µode levar os Helllln a µerdlçao.
Ouando chega a un dos extrenos do Equllrbrlo, o Helllln
lnevltavelnente µerde controle sobre sl e sua vlda, µassando a ser
una narlonete dos anjos ou denônlos. ^ ^scensao translorna o
µersonagen en un autônato a servlço de Shanaln, enquanto a
Oueda o laz tornar-se una µarodla dlslorne de denônlo. |alores
detalhes sobre Equllrbrlo e Danaçao µoden ser vlstos no caµrtulo
/ascInIun.
Ae FAmlLlAe
Cono seus correlatlvos hunanos, os Helllln µossuen ranos
lanlllares dllerentes. Os Cenltores (cono chanan seus µals
decardos) µertenclan a dllerentes castas angellcals, o que deu orlgen
a dllerentes Llnhagens de Hrbrldos. Cada una µossul tradlçao e
regras dllerentes das outras, enbora conslgan convlver en µaz.
Exlsten nove Llnhagens de Helllln, que se caracterlzan µor
suas nornas de conµortanento e µoderes:
\lslonarlos: Taclturnos e lntrosµectlvos, lllhos da nals alta casta
angellcal, os Haloth Hakodesh,
Precursores: Descendentes dos Olanl n, guardl aes
do conhecl nento nrstl co, destacan-se µor sua lorte
organlzaçao,
Paladlnos: |ecenas orgulhosos e lutadores honrados, sao a µrole
dos ^ralln, os reµresentantes da Poténcla angellcal,
Cuerrllhelros: Conbatlvos e nodlstas, estes Helllln descenden dos
Hashenalln, a troµa arnada dos anjos,
Bastardos: Revoluclonarlos caçados, os Bastardos tén una rlxa
lnternlnavel con seu Cenltor Sheralln,
\eneravels: Dedlcados e tenldos, entregan-se de corµo e alna a
reallzaçao da ¨Obra" traçada µor sua nae |alakhln,
Cuardlaes: Curlosos e desconllados, os lllhos dos Elohln queren
desvendar a realldade, custe o que custar,
Prlmals: Slnµllstas e allnhados con seus lnstlntos, os lllhos dos
Benl Elohln tén cono neta sobrevlver,
^colltos: Extrovertldos e sedutores, os lllhos dos Kerubln desejan
aµenas sorver a vlda, ate sua últlna gota.
Ho caµrtulo Pc¡sona sao dados detalhes sobre cada rano Hell-
¬LLRAlcc, LA:lr L cRLcc
Hao, nao estanos tentando desbancar A PaIxao cc C¡IsIo
en grau de lldelldade llngürstlca. |ultos ternos neste llvro
estarao nas cltadas lrnguas µara acrescentar un sabor exotlco
e lnteressante ao jogo, e nao µara conlundl-lo.
Se tlver dúvlda quanto a µronúncla de alguns ternos, slga
a lonetlca de nosso ldlona µatrlo. Hlnguen val te µrocessar
µor lsso.
GlrcLLAR cL lLLRAL?
¨Helllln", neste llvro, e un none pIu¡aIIa IanIun, assln
cono ¨laµls" ou ¨µlres", e so sera usado en sua lorna µlural,
tanto µara deslgnar o lndlvrduo lllho de anjo cono sua esµecle
en geral.
\océ ja µode devolver o dlclonarlo µortugués-hebralco a
blblloteca, agora.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
8
lln, suas notlvações e ascendéncla.
CRcArlzAÇÀc
Os Helllln sao un lenôneno sobrenatural relatlvanente recen-
te e µouco nuneroso, µara sua lnlellcldade. Exlstentes ha cerca de
un seculo, ja atrarran as atenções de dlversas organlzações e
entldades, enbora nen todas conµreendan os latos que envolven
sua orlgen e natureza o que, no lundo, e µosltlvo, µols nultas
delas terlan µoucos notlvos µara delxa-los vlvos. Bruxos, Seltas
ocultas, µesqulsadores e satanlstas lazen µarte do gruµo de
observadores dos Helllln, que tén notlvos de sobra µara ocultar
sua exlsténcla. ^ µaranola de una retallaçao en nassa e lnevltavel
extlnçao os levou a crlar una secretrsslna subcultura de ánblto
lnternaclonal, que µrega que cada Helllln, a desµelto da Llnhagen,
ten µor obrlgaçao contrlbulr µara a sobrevlvéncla da esµecle.
lnlellznente, os escassos recursos e a dlstáncla lrslca dlllcultan ações
conjuntas e en larga escala.
Ce lrlmlcce
|ultas crlaturas, organlzações e seltas terlan lnteresse en
destrulr os Helllln. Os notlvos µoden ser varlos: nedo, odlo,
curlosldade ou lgnoráncla. Seltas denonracas µoderlan ter lnteresse
en recruta-los µara as hordas lnlernals, destrulndo aqueles que se
recusassen. O nesno µode ser dlto a resµelto dos anjos e seus
allados. Bruxos buscarlan lornas de escravlza-los, enquanto
corµorações os acorrentarlan en laboratorlos lechados µara
descobrlr seus segredos.
^len destes, qualquer outro lnlnlgo ocaslonal µoderla
reµresentar µerlgo. Pode ser a µolrcla, gangues ou ate nesno
conunldades lgnorantes, con µaus e µedras, quelnando suas casas.
Os lnlnlgos µoden estar en todos os lugares, enquanto
aunenta a tensao entre os µaranolcos Helllln.
Ce CLrl+cRLe
Onde µoderlan estar estes anjos lugltlvos do lnlerno³ |ultos se
lazen esta µergunta. ^lgunas Llnhagens nantén contato constante
con seus Cenltores, cono Precursores e \eneravels, enbora aµenas
os lllhos nals velhos e conllavels salban de seu µaradelro. Enquanto
os ^colltos, Cuerrllhelros e Prlnals lorjan encontros ocaslonals con
seus µals, os \lslonarlos sequer lazen ldela de onde o seu µossa
estar. Exlsten casos blzarros, cono o dos Cuardlaes, que lnaglnan
onde eles µossan estar, nas nao os µrocuran, e ate casos cono o
dos Paladlnos e Bastardos, que nutren un terror µaranolco en
encontra-los.
Fora esµeculações e boatos, nlnguen sabe onde µoden estar
os Cenltores. Talvez todos so descubranos quando lor tarde denals.
C ARmAcLLLcr
|arcara o lnrclo do lln. Sheol e Shanaln colldlrao en una
guerra que devastara a Terra. Outrora ja exlstlra a certeza de que
Shanaln serla o vencedor do Conlllto lnevltavel, nas as colsas ja
nao sao ben assln. Todos os slnals e µrevlsões estao conlusos, e o
estranho sllénclo e allenaçao do ^ltrsslno levan a crer que ele ja se
lol.
Cabe aos Helllln se nanteren equlllbrados ate o Jurzo Flnal,
onde µoderao unlr lorças ao lado vencedor.ou norrer lutando.
CcrelLLRAÇcLe llrAle
Cono vlsto, REBELl^O nao trata de labulas, nas de tragedlas.
Os µersonagens sao seus µroµrlos vllões e herols a µrocura de un
equllrbrlo lnalcançavel.
lsso retrata nals que a condlçao de una crlatura sobrenatural
tentando se µassar µor hunana, nas de un ser hunano que lol
µrlvado de seu dlrelto a llberdade. E assln que os Helllln deven ser
vlstos. lsto torna seu lardo nals µesado, e sua dor lnsuµortavel. Eles
se nantén en nelo a vldas µerecrvels, anando e odlando crlaturas
µassagelras, enquanto µerduran µor toda a eternldade.ou talvez
nenos.
Esse e seu µaradoxo.
Essa e sua vlda.
Dlvlrta-se.
FARA Lr+RAR rc cLlmA
Este e un RPC baseado llvrenente na nltologla judalco-crlsta, e deste lado do nundo tenos una boa quantldade de naterlal µara
entrar no cllna de REBELl^O.
^ llteratura sacra (en esµeclal o \elho Testanento) aborda con rlqueza de exenµlos a lntervençao dos anjos na hlstorla da hunanldade
o llvro aµocrllo de Enoque, en esµeclal, da lnteressantes detalhes sobre a µrlnelra rebellao e seus µartlclµantes, assln cono lala dos
Helllln nascldos en decorréncla dela.
Os Hrbrldos nao sao abordados dlretanente en nultas obras culturals, nas exlsten exenµlos o bastante µara dar una anostra do
sabor de REBELl^O. En quadrlnhos, tenos a HO IcIIsLocR, alnda en lrngua lnglesa, abordando as desventuras de un Helllln a µrocura
de sl nesno. ^ trllogla An]os PcIcIccs (dlsµonrvel nas vldeolocadoras) ten un cllna adequado e ben conduzldo, e enbora os anjos
µresentes nos lllnes estejan nulto aquen do nrvel de µoder dos anjos neste RPC, eles dao una boa ldela dos µrodrglos que os Helllln
µoden reallzar (no tercelro lllne, C AsccnccnIc, tenos a µartlclµaçao de un deles). Cánones llterarlos cono A DIvIna ConccIa, de Dante
(reconendanos tanben a naravllhosa traduçao de |alba Tahan do InIc¡no), ou Pa¡aIso Pc¡cIco, de |llton, sao outras otlnas µedldas (e
quase lelturas obrlgatorlas) µara coneçar a se lanlllarlzar con a atnoslera deste jogo. O nao tao canônlco nas dlvertldrsslno DcIas
/aIcIçocs, de Heal Calnan e Terry Pratchett, aµesar de rasgadanente hllarlo, tanben lala sobre o lllho de un anjo do lnlerno (e do nals
esµetacular aµocallµse de todos os tenµos!).
Os lllnes Co¡açao SaIanIco, C Acvogaco co DIaIo e as serles en quadrlnhos IcIIIIazc¡ (en esµeclal a lase escrlta µor Carth Ennls,
coneçando µela saga IaIIIos pc¡Igosos), IcIIIo) (deste, tanto o lllne quanto a HO) e P¡cacLIc¡ (tanben do dlvertldo e obscuro Ennls)
sao µerleltos µara retratar un nundo sob o logo cruzado entre ceu e lnlerno. Para quen qulser conhecer outras HOs de qualldade, e con
un cllna nulto µroxlno ao de REBELl^O, reconendanos as serles Sancnan (en esµeclal a saga LsIaçao cas D¡unas), C /onsI¡o co
PanIano enloque µara a antologlca saga CóIIco Anc¡Icano, escrlta µelo naglstral ^lan |oore , Cs LIv¡os ca /agIa e quase todo o
restante edltado sob o selo Vc¡IIgo, da DC Conlcs.
Enbora lsso soe un tanto dldatlco (e e essa a lntençao) una vlslta a blblloteca nals µroxlna de sua casa µode lornecer un sen-
núnero de lontes nao constantes nesta llsta, con naterlal o bastante µara lnsµlrar unas nll sagas de REBELl^O. Hada nelhor que
aµrender e crescer enquanto se dlverte, e se vocé encontrar algo novo e se encantar µor lsso nun µrocesso lnlclado µor este llvro, ele ja tera
nals do que cunµrldo sua lunçao.
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Partes do Llvro de Ratslel terlan sldo descobertas µelo alqulnlsta Hatan Bendavlde en 1b07.
Fol condenado µela lnqulslçao µor heresla.
11
MvrLve.
AmelLr+AÇÀc
E Deus vlu tudo quanto havla lelto e achou que era nulto bon.
CcncsIs I: 3J
C FALcc
Una das colsas nals lnµortantes nun jogo de RPC e a anblentaçao.
Cono o µroµrlo none dlz, anblentaçao e o anblente (e claro!) en que os µersonagens serao colocados µara vlver suas aventuras. Ela
e a grande resµonsavel µelo cllna do jogo e os jogadores aglrao de acordo con lsso. Ouanto nals ¨real" lor o anblente µara o jogador
nals ele entrara na µele do µersonagen e nals enoçao e dlversao vlrao dlsto. Cono nestre, vocé e o grande resµonsavel µela
nanutençao ou nudança no cllna. ^o crlar o cenarlo e a lorna con as colsas se desenhan ao redor dos µersonagens, o nestre estara
dando aos jogadores as ¨regras do jogo" e seus µersonagens terao de lnteraglr con o anblente crlado, consequentenente lazendo µarte
dele.
Por lsso, saber crlar o cllna e nulto lnµortante: se vocé quer (µor exenµlo) lazer algo nulto alegre, senµre tera aventuras con
cenarlos ben llunlnados, colorldos e novlnentados. Un anblente soturno costuna ter suas hlstorlas en anblentes escuros con
µouco novlnento exµlrclto, senµre con algo as sonbras a se nover. Este últlno exenµlo e nals µroxlno do anblente que aconselhanos
µara PcIcIIao.
C AmelLr+L FL+Rc·FL+LRle+A
O anblente que escolhenos cono o que nelhor se encalxa µara o jogo PcIcIIao e aquele que chananos de ¨retro-luturlsta" (e claro,
vale sallentar nals una vez que o nestre ten todo o dlrelto de crlar o cllna que achar nelhor µara as suas hlstorlas. Hao estanos
lnµondo aqul una dlretrlz rrglda e lnllexrvel, aµenas aconselhando una lorna de anblentaçao).
Retro-luturlsno e o terno usado µara cenarlos en que o conµortanento µassado, µresente e luturo se nesclan. ^ µrlncrµlo o
nundo e o nesno que o nosso, nas colsas que ja lazen µarte do µassado (ou sera que nao³) se unen a eleltos que so serao sentldos
no luturo (ou sera que nao³).
Este tlµo de caracterlzaçao e nulto utlllzada en llvros, lllnes, desenhos e HOs en geral. \arlos exenµlos µoden ser encontrados
con lacllldade µelos jogadores e µelo nestre.
Teorlcanente nao ha una dellnltaçao µara ate onde se µoderla lr. O luturo e o µassado tanto µoden ser ben longrnquos cono ben
aµroxlnados. Pode-se asslstlr dlnossauros da era Jurasslca vagando µor cldades destrurdas µor arnas nucleares ou gladladores
ronanos usando arnas laser e blgas voadoras.
Poren, µara lacllltar a adaµtaçao ao anblente do jogo aconselhanos que se slga a ldela de un nundo nulto µarecldo con o atual,
nas con µequenas nudanças lundanentals que tornan nals enoclonante a vlda dos µersonagens e consequentenente o jogo en sl.
^len do nals, convenhanos que os Helllln e sua nagla nao conµactuan, de lorna alguna, con dlnossauros e blgas voadoras (ou
sera que sln³).
C MLrLc LL FLeLLlÀc
O nundo retro-luturlsta que reconendanos µara Helllln e ben µroxlno do nosso nundo atual, contudo nals sonbrlo e
terrlvelnente sen µersµectlvas. E un nundo en que os elenentos nals negatlvos do µassado e nals sen controle do luturo estao
µresentes, e o honen se sente dlnlnurdo dlante deste quadro. Heste nundo, exlsten runores sobre os Helllln, nas sen conllrnaçao
ollclal nenhuna (e cono no nosso nundo: nultos runores sobre Ovnls, nas ollclalnente lalando...). ^lguns loran lotogralados,
µesqulsas loran leltas, todavla, nenhuna µrova dellnltlva lol encontrada (ollclalnente, e claro).
^s µessoas estao nelo µerdldas en cldades suµer µovoadas e decadentes, ou canµos abandonados. ^s rellglões adqulrlran un
µoder que nao se vla desde a ldade nedla. ^ µolulçao e assonbrosa nudando ate o cllna do µlaneta e as µrlnclµals culµadas dlsso sao
as grandes corµorações que dlsµutan o µoder µolrtlco con a lgreja.
E un nundo decadente e qualquer observador externo µerceberla que esta entrando en colaµso, con seus habltantes hunanos
aµenas tentando sobrevlver e outros nao tao hunanos tentando algo nals...
ClLALL L CAmlc
Ho anblente de REBELl^O as µessoas nas netroµoles sao desconlladas e vlolentas. Os nals jovens tén tendéncla a lornar
gangues de rua µara tentar lutar contra o nundo que os cerca, cono na cultura lunk do Rlo e os µunks µaullstas. Essas gangues estao
senµre se enlrentando e un lllho de Rebelde µode µerleltanente se entender e ate lreqüentar una delas (assln cono un súcubo ou
rncubo, ou algun agente de corµoraçao, do governo, da lgreja ou de alguna selta qualquer).
Essas gangues controlan a nolte nas cldades, µrlnclµalnente en lugares nals µerlgosos cono lavelas, centros conerclals e
llnancelros (que vlven abandonados a nolte), o cals do µorto, zonas de balxo neretrrclo, etc.
Elas costunan guerrear nals entre sl, contudo µoden as vezes surµreender con algun ato lnovador cono un atentado terrorlsta
(con llns µolrtlcos ou nao) ou una unlao das gangues en µrol de un objetlvo conun. Ouando lsso acontece e quase certo que alguen
(ou algo) esteja nanlµulando µor tras das cortlnas.
Os nals velhos tén una tendéncla a se tornaren nulto llgados a una causa (geralnente rellglosa) que µoden chegar ao extreno
do lanatlsno. Esta e una tendéncla nulto conun en socledades onde exlste a ldela generallzada de que tudo esta desabando ao seu
redor.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
12
Has cldades grandes arranha-ceus de aço e vldro dlvlden seu
esµaço con barracos nlseravels e µredlos antlgos que estao nal
conservados e trazen gargulas en suas lachadas. Os autonovels
µoden ser µossantes Ferrarls (raros) ou velhos Bulcks da decada de
quarenta (nals conuns), con todos os lnternedlarlos deslllando
juntos.
En resuno, os Helllln vlven nuna ¨nlstura" entre a eµoca dos
gangsters, a atual, e a de un luturo µroxlno.
Hestas netroµoles o µoder da lgreja e grande, nas nao tanto
quanto no canµo, onde seu µoder e quase unlversal.
Has cldades o donrnlo da lgreja e reµartldo con o das grandes
corµorações que nantén o µoder econônlco e controlan grande
µarte da nrdla. E claro que lgreja tanben ten seus canals de
conunlcaçao en nassa, nas a grande nalorla esta nas naos dos
enµresarlos.
^ tercelra lorça a ¨gular" a µoµulaçao sao as seltas rellglosas que
µlµocan µelas cldades. Elas sao nultas e seguen µreceltos dllerentes.
^lgunas sao satanlstas, outras veneran os ^njos e outras sao antlgas
rellglões que ressuscltaran. ^ µlor de todas essas seltas e a dos
¨^doradores da Lua Hegra", que esta llgada segundo seus µroµrlos
seguldores a un Denônlo que vlve llslcanente na Terra, a quen
eles chanan de Desesµero. Exlsten outras seltas nulto µoderosas,
µoren sua lnlluéncla e nenor que a dos ^doradores.
^ lorça exlstente nessas seltas e o lanatlsno. Sen un controle
nalor da nrdla (aµesar dos runores de que una ou outra µoderla
estar µrestes a conµrar un grande gruµo enµresarlal na area de
conunlcações) eles recorren a dedlcaçao cega de seus allllados e a
µroµaganda boca a boca µara se esµalharen.
Exlsten, e claro, as µessoas nals equlllbradas e aquelas que nao
se envolven con essas lorças, todavla, una nlnorla barulhenta laz
nals estragos que una nalorla sllenclosa...
^s cldades sao suµerµovoadas, o que acarreta un aunento no
rndlce de crlnlnalldade, dlnlnulçao no nrvel de vlda da µoµulaçao
en geral e µlora nos servlços µúbllcos (µolrcla, hosµltals, bonbelros,
etc...).
^ crlnlnalldade val desde crlnes nals ¨slnµles" cono un honen
que rouba µor conlda ate os nals organlzados, cono trallco de
drogas, exµloraçao da µrostltulçao e µlratarla na lnlornatlca.
O nercado negro corre solto. Ha un derrane enorne de dlnhelro
correndo µor lora do conerclo legal. ^µesar da lgreja e das
corµorações lutaren nulto contra o nercado negro, as seltas dao
un grande aµolo a ele.
Con tudo lsto, e extrenanente conun o uso de arnas de logo.
O cresclnento do arnanento da µoµulaçao e alarnante,
µratlcanente todo nundo tén alguna arna nals ¨µortatll". Certas
gangues, nao se sabe cono, carregan ate arnanento nals µesado...
Este cresclnento bellco e µercebldo µor varlos nrstlcos que
conslderan lsto un dos slnals do aµocallµse.
O nrvel de vlda e balxo e a dllerença entre rlcos e µobres e grande.
|ultos nendlgos andan µelas ruas, e as lavelas estao enornes. ^
esµeculaçao lnoblllarla obrlga nulta gente a dornlr na rua e a
taxa de desenµrego e alta, crlando un exerclto de trabalhadores
lnlornals.
Os servlços µúbllcos nao sao nulto bons. O governo que senµre
e controlado µela lgreja, µelas corµorações ou µelos dols, nunca tén
verbas o sullclente µara esses servlços lunclonaren satlslatorlanente.
^ corruµçao anda solta. ^s ruas sao sujas e nal llunlnadas.
^ suµerµoµulaçao das netroµoles e µrovocada en grande µarte
µelas µessoas que logen da nlserla dos canµos. ^s cldades µequenas
do lnterlor solren un grande donrnlo da lgreja e tén senµre una
µoµulaçao nulto lechada, que nao gosta de estranhos e geralnente
llgada a quen os donlna con un lanatlsno geral.
Exlsten µovoados deµendentes de enµresas e outros donlnados
µor alguna selta, nas no geral, o lnterlor e donlnado µela lgreja.
Con o lraco aµolo que o governo da, o canµo nao consegue
µroduzlr o sullclente µara ajudar a nelhorar a econonla, seja local
ou naclonal, aunentando assln a nlserla.
A MA+LRLzA
^ natureza en REBELl^O esta aneaçada. ^s llorestas estao
sendo lnvadldas e o nares µolurdos. Os rlos estao saturados de sujelra
e aqueles que µassan µelas netroµoles estao lnútels. O cllna lol
terrlvelnente aletado, e os dlas en geral sao nebulosos e clnzentos.
Contudo, ocorren senµre nudanças bruscas no tenµo: vocé µode
estar andando na rua con un sol lortrsslno sobre vocé µara
nenos de una hora deµols estar debalxo de un tenµoral, ou
salr de nanha coberto de casacos µor causa do lrlo e µor volta das
dez horas estar suando µelas ruas. Entretanto, nornalnente, o
cllna e lechado.
^conselhanos a vocé que coloque o tenµo de acordo con o
nonento enoclonal que µassa a aventura, lsto ajuda os jogadores a
entrar no cllna. ^s vezes, vocé µode lnverter una sltuaçao µegando
os jogadores de surµresa: se eles estao (lnconsclentenente, e claro)
acostunados con o nonento de descontraçao ou ronantlsno
quando a nolte esta bela e estrelada, vocé µode lnverter e surµreender
con un vlolento ataque, ou lazer con que aquela bela nulher con
quen o µersonagen se envolveu nun nonento ronántlco, se revele
una súcubo. lsto val anµllar o choque dos jogadores que
lnstlntlvanente assoclavan un cllna a una enoçao, val tanben
servlr de lenbrete de que eles nunca saben aonde estao µlsando.
LmA GcclLLALL LLcALLr+L
Hos habltos e costunes da socledade e que venos con nals
clareza o asµecto retro-luturlsta. ^ tecnologla esta avançada ate un
µonto un µouco alen do nosso µatanar atual. Todavla, sob outros
ángulos, a socledade esta atrasada.
^ nalorla das µessoas sao rellglosas, algunas lanatlcas. ^ lnternet
e conunente usada. Todos tén CDs de rock (e a nuslca que nelhor
reµresenta a revolta con a sltuaçao e o desejo de nudar lsto), nas
nultos shows con orquestras slnlônlcas sao µoµulares, alguns
gratultos µara alegrar o µovo (a núslca classlca e lnstrunental e una
lorna de saudoslsno e reµresenta ben o nedo nos dlas atuals).
Os µolrtlcos sao donlnados µela lgreja ou corµorações, alguns
µelas seltas. Ceralnente o cardeal ten nals µoder nos bastldores
que o µrelelto. Poucos µolrtlcos sao honestos e lncorruµtrvels. ^
corruµçao, µor slnal, e nulto conun en todos os nrvels, nas
geralnente se e descoberta, e µunlda con rlgor µols a lgreja nao
µretende delxar que este tlµo de nal se esµalhe µelo nundo. Ha
verdade, ela acredlta (e con alguna razao) que grande µarte da culµa
deste nundo corruµto en que vlven vén dos ¨lllhos dos Rebeldes".
E necessarlo notar que a lgreja ten toda esta lnlluéncla entre os
µarses do ocldente, µols en lugares cono o orlente nedlo e ^lrlca a
rellglao donlnante e o lslanlsno, e en lugares cono a ^sla e Extreno
Orlente, as relnantes sao o budlsno e o Hlndursno.
Con a laléncla dos servlços µúbllcos exlsten nultos nendlgos e
doentes µelas ruas sujas. O desenµrego torna varlos cheles de lanrlla
lanatlcos rellglosos e/ou crlnlnosos e seus lllhos ou se unen as
gangues, ou se drogan, ou se µrostltuen (ou os trés!).
Conµondo un cllna de un asµecto µroµosltadanente clnzento,
as µessoas costunan usar rouµas nals sobrlas, en tons escuros,
geralnente casacos de la e blazers.
En resuno o que lnaglnanos e una socledade decadente,
con seus soturnos µredlos gotlcos e velozes conµutadores. E
extrenanente lnµortante a caµacldade do nestre en consegulr crlar
a anblentaçao adequada. Ha verdade, ele e quen val crlar o cenarlo
µodendo acrescentar, nodlllcar ou anular o que achar necessarlo
µara a sua saga. ^µenas gostarranos de aconselhar que µrocure ter
una noçao do anblente en que µersonagens vao atuar e dé a eles
as noções necessarlas tanben.
Lm FcLcc LL ¬le+cRlA
^gora, esta na hora de saber un µouco do que ocorreu na hlstorla
do nundo con o surglnento dos Helllln.
Ho ano de 1908, na reglao de Tunguska (Slberla), ocorreu una
grande exµlosao na atnoslera terrestre. O trenor da onda de choque
lol sentlda en Londres, segundo alguns aldeões de una trlbo sltuada
a b0 kn do local ¨a nolte vlrou dla". ^te hoje, clentlstas de varlas
esµeclalldades tentan encontrar una exµllcaçao µara o lato. Entre
elas tenos a queda de un neteorlto, de un coneta, o contato con
un nlnl buraco negro, un µedaço de antlnaterla, dlscos voadores,
etc...
Hlnguen µensou en una segunda rebellao lnlernal.
En un tenµo en que a Hunanldade era joven, hordas celestes
se entregavan a un conbate que nenhun dos dols lados janals
esquecera. De un lado estavan ^njos lnsatlsleltos con a velha Orden
eles odlavan, tenlan ou slnµlesnente nutrlan un enorne desejo
µela Hunanldade. Do outro lado se encontravan as troµas leals ao
Crlador, que exlgla que o SIaIus Cuo losse nantldo.
MvrLve. AmelLr+AÇÀc
1J
Houve guerra no Ceu, e os rebeldes loran vencldos.
Exµulsos de seu lar, µor eles chanado Shanaln, o Pararso, os
Rebeldes µerderan sua Craça e seu µoder, sendo exllados en un
local lnlecto e desµrovldo de Luz, µor eles chanado Sheol, e µor nos
chanado de lnlerno. Crlaturas µragnatlcas e lrrenedlavelnente
acostunadas a orden, os ^njos cardos se organlzaran en una escala
de hlerarqula e µoder aµos dlsµutas e derrananento de sangue. lsso
garantlu que o nals µoderoso tonasse o trono lnlernal. nas nao
garantlu que todos llcassen satlsleltos. Orgulhosos e chelos de lnveja,
cada Rebelde desejava µara sl a coroa do Sheol.
Hao denorou nulto µara que novanente rebeldes desallassen
a orden estabeleclda.
Sathanael, Senhor de todo o Sheol, conheceu as conseqüénclas
de una revolta cono a que ele µroµrlo deu lnrclo quando alnda era
un µrrnclµe ^rc'^njo, nas con una dllerença: desta vez, cIc era o
desallado.
Os rebeldes unlran lorças de un lado, enquanto os leals ao
SaIanIcun DonInIun se organlzavan do outro.
Houve guerra no lnlerno. E nals una vez os rebeldes loran
vencldos.
Encurralados µor toda a horda de Sathanael, eles tlnhan aµenas
una oµçao: lutar. E lol o que llzeran lutaran con toda a sua lorça,
vencendo nultos de seus µares e derrubando nultos lacalos do
lnlnlgo, µoren, sen chances de salvaçao.
Tudo µarecla estar µerdldo, quando algo aconteceu. Ho nonento
nals declslvo da batalha, una onda de energla nrstlca (que alguns
acredltan ser de Deus, outros de Sathanael e alguns outros nuna
energla resldual da batalha en sl) abrlu un µortal dlnenslonal µara a
Terra, nals µreclsanente na Slberla, µrovocando o surglnento no
nosso nundo en lorna lrslca de un Baalln, alguns Denônlos
nenores, elenentals corronµldos... e alguns dos ^njos cardos
rebeldes. Estes ¨descardos" µerceberan que, de reµente, estavan
na µlor sltuaçao de toda a Crlaçao. Hao lnµortava o lado (Ceu ou
lnlerno) que vlesse a ganhar a ¨Batalha lnevltavel" (^rnageddon),
este lado serla seu lnlnlgo jurado e assln que se llvrasse do µrlnclµal
lnlnlgo voltarlan toda a sua lúrla µara os µoucos ^njos que
canlnhavan sobre a Terra.
Contudo, estes ^njos notaran que a Terra tornou-se seu local de
µoder. Enquanto o Shanaln era o local de µoder dos ^njos e outras
crlaturas celestes, o Sheol dos ^njos cardos, Denônlos e outras
crlaturas ablssals, a Terra (^danah) se tornou a dos rebeldes
derrotados. O µorqué dlsto alnda e dlscutldo µor µoucos nrstlcos e
estudlosos que saben ou desconllan da exlsténcla de algo a nals no
nundo. ^ssln cono acontece con os ^njos e Denônlos, µode-se
aµenas destrulr a lorna lrslca dos ¨Rebeldes", con seu esµrrlto
retornando a sua dlnensao de orlgen. Ho caso destes últlnos lsto
slgnlllcava voltar ao lnlerno, que os esµera anslosanente...
O lato de nosso nundo ter se tornado o local de µoder dos
derrotados µernlte que estes exlstan na lorna lrslca lndellnldanente
aqul, ^njos e Denônlos nao conseguen lazer lsso e esta vantagen e
exµlorada ao naxlno µelos exllados.
Para que un ^njo ou Denônlo que nao tenha µassado µela Fenda
µossa se nanllestar na Terra e necessarla una convocaçao e os
sacrllrclos devldos. |esno assln, sua µresença aqul serla aµenas
tenµorarla, deµendendo do tlµo e da qualldade do sacrllrclo.
Contudo, qualquer que seja o notlvo, lsto deu aqueles rebeldes
duµlanente derrotados algo novo en nllénlos.
Deu a eles esµerança.
Por algun tenµo eles vagaran (ou µlanejaran) ate que
coneçaran a gerar seus lllhos, os Helllln, cada qual con objetlvos
µroµrlos.
Estes lllhos se dlvldlran en nove llnhagens, cada una
reµresentando os asµectos aos quals seus µals estavan relaclonados.
^µesar dos objetlvos, nodo de ver o nundo e destlnos dllerentes, as
llnhagens nao se odelan ou lutan abertanente entre sl... saben que
a sobrevlvéncla deles esta aclna dlsso.
Os genltores µoden assunlr qualquer lorna, µoren eles senµre
trazen un slnal en lorna de cruz lnvertlda que µernltlrla a outros
ldentlllca-los. Essa caµacldade de se dlslarçar tao ben lacllltou a
crlaçao de tantos lllhos ao redor do nundo (lnaglne cono deve ser
dllrcll un nortal reslstlr a seduçao de un ^njo). Contudo, ao assunlr
sua verdadelra lorna eles carregan asas que delatan seu verdadelro
µosto nas hostes a que ja µertenceran ( µara nalores detalhes, ver o
caµrtulo ¨Elenco" ).
Exlsten nove llnhagens de Helllln e seus Cenltores serlan os
segulntes:
Haloth Haqodesh: Os nals velhos na hlerarqula celestlal, tén
aµenas un reµresentante na Terra e seus lllhos sao os altrurstas
chanados \lslonarlos. Suas asas sao de relánµagos.
O|anlm: ^ segunda llnhagen na cadela hlerarqulca ten quatro
reµresentantes. Seus lllhos sao os arlstocratlcos conhecldos cono
Precursores. Suas asas sao a nolte.
^rallm: Hao se sabe qual dos trés ^njos (talvez quatro) que
atravessaran a lenda lez lllhos. Estes sao os honrados Paladlnos.
Suas asas sao leltas de nevoa.
Hashemallm: Os ^njos guerrelros µassaran seu legado
aos conbatlvos Cuerrllhelros. Suas asas sao de netal.
Shera|lm: O ^njo traldor que destrulu seus lrnaos alega ser o
únlco genltor dos rebeldes Bastardos. Suas asas sao de logo.
|alakhlm: Dos olto exlstentes, aµenas un vaga µela Terra, nuna
lorna lenlnlna. Os nlsterlosos \eneravels sao seus lllhos. Suas asas
sao de crlstal.
Elohlm: Llgados as µlantas, os ^njos desta classe geraran os
desconlladrsslnos Cuardlaes. ^s asas destes anjos sao cono
lolhagens.
Benl Elohlm: Tals ^njos anlnalescos narcaran seus lllhos, os
radlcalnente slnµllstas conhecldos cono Prlnals. Suas asas sao de
µenas.
Kerublm: Os últlnos e nao nenos µoderosos ^njos crlaran os
extrovertldos ^colltos. Suas asas sao de luz.
^s asas sao as narcas que ldentlllcan os Cenltores ao nostrar seu
lado celeste ou ¨dlvlno". Revelando-se en seu asµecto lnlernal,
µersonlllcações nals aterrorlzantes destas aµarecen leltas da nesna
naterla (crlstal, logo, etc...), so que ¨corronµldas", nultas vezes en
lorna de asas de dragao, aconµanhando outras nodlllcações
terrrvels que ocorren en todo o corµo.
CcreLcLLrclAe
O surglnento dos ¨Fllhos dos Rebeldes" µrovocou nudanças
µrolundas no nundo. ^ µrlncrµlo elas nao loran notadas, µoren
con o µassar do tenµo as colsas loran se radlcallzando ate chegar
neste µonto desesµerador que tenos hoje.
|ultos sao os runores de que a lenda dos ¨Rels do nundo" serla
una hlstorla sobre os Helllln e sua nanlµulaçao nela. Cono quase
nlnguen (entre os ja µoucos que saben da exlsténcla deles) conhece
a verdade sobre sua orlgen, lsto e razoavelnente acelto.
Ae FLLlclcLe
E dlto, µor exenµlo, que una certa aµarlçao ocorrlda na Euroµa
no lnrclo do seculo, na verdade serla un ^njo rebelde que terla lelto
trés ¨revelações". Seus objetlvos serlan ben obscuros, con duas
delas ja tendo se cunµrldo (todas catastrollcas) e a tercelra revelaçao
que a lgreja guarda µara sl e nulto µlor e nals assustadora do que
una tercelra guerra nundlal...
^ lgreja solreu una grave relorna ao µerceber que seres lllhos
de ^njos cardos canlnhavan sobre a Terra e nostravan µoderes
crescentes (tanto a nrvel nundano cono nrstlco) e coneçou una
µroµaganda grandlosa µara aunentar seu µoder sobre as nassas.
Esta relorna coneçou na decada de b0 e obteve un resultado
esµetacular. Fol nesta eµoca que se lançou un docunento chanado
¨De Caµltls Tutls" en que a lnstltulçao µercebeu a necessldade de se
gular de lorna nals llrne a hunanldade. Ha verdade, dentro do
Clero exlste a susµelta de que exlstlu una nanlµulaçao grande µara
lacllltar este lato.
^ lgreja sabe bastante sobre os Helllln: µrovavelnente e a
organlzaçao que nelhor conhece sobre eles neste nundo e ha un
esµeclal rancor da lgreja µara con os \eneravels. Os notlvos sao
nantldos en segredo tanto µelo Clero, cono µelos nenbros nals
µroenlnentes da llnhagen que µoderlan vlr a dar una resµosta
satlslatorla µara lsso.
Contudo, µara cada açao ocorre una reaçao, o lortaleclnento
das grandes rellglões µelo nundo alora (µols, colncldentenente, o
lslanlsno, o Budlsno e o Hlndursno cresceran na nesna µroµorçao
lora do Ocldente) resultaran no surglnento de varlas seltas nenores
e no relloresclnento de rellglões dadas cono nortas.
^len dlsso, todo este novlnento nrstlco que ven desde o lln
do seculo últlno ven lnlluenclando os \lslonarlos.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
14
TLcrcLcclA L LLcALLrclA
^ llnhagen dos Precursores logo assunlu sua tendéncla µara a
geréncla de negoclos e nanlµulaçao das nassas. Descobertas
esµetaculares (cono os conµutadores e o slstena de conunlcaçao
vla satellte) loran raµldanente leltas, assunldas e/ou controladas
µor eles.
Este aunento na caµacldade lndustrlal ajudou e nulto na µlora
da sltuaçao da natureza. O lato dos Bastardos surglren e nao se
lnµortaren nulto con suas resµonsabllldades llgadas aos elenentals
(na verdade, os µroµrlos elenentals nao conllan neles) so agravou a
sltuaçao.
^o ver que os Bastardos nao se nexlan µara nudar a traglca
sltuaçao da natureza, Cuardlaes e Prlnals loran lnlluenclados µelo
novlnento ecologlco da decada de setenta, que acabou resultando
en un grandloso lracasso.
CL+Rce LL+ALHLe
Os Cuerrllhelros, cono serla de se esµerar, aconµanhan o
nodlsno que µredonlnar, segulndo a(s) tendéncla(s) que se
aµresentar(en) no nonento.
|ultas das guerras ocorrldas no últlno seculo atrarran (e alnda
atraen) a µresença de Paladlnos e Cuerrllhelros no seu nelo.
En geral, este tlµo de nundo se deve ao surglnento dos Helllln
na lace da Terra. Un nundo ben µlorado e trlste, con µouca
µersµectlva de un luturo nelhor. Talvez esse seja o nalor delelto de
ser un Helllln: a lncaµacldade de µerceber o runo que as colsas
estao tonando.
C MlcRcccemc MLllLlm
^µesar de ser una raça relatlvanente nova na escala cosnlca
dos aconteclnentos, os Helllln desenvolveran una subcultura
µroµrla que os ldentlllca e dllere do resto da Crlaçao. ^s dllerenças
de ldeologlas e do nodo de ver o nundo que µossan exlstlr de una
llnhagen µara outra e lnedlatanente µosta de lado quando se
descobre que a sobrevlvéncla de todos os ¨lllhos dos Rebeldes"
deµende baslcanente de sua unlao.
^len dlsso exlste o raclsno. Todo Helllln carrega conslgo una
conscléncla nulto µlena de que nao e hunano - aµenas aµarenta ser.
E a grande nalorla se consldera suµerlor aos hunanos devldo aos
seus µoderes e sua lnortalldade.
Outro lator que contrlbul µara a xenolobla dos Helllln e que os
hunanos, µelos seus atos, µoden decldlr o destlno de suas alnas.
Esta lnveja da llberdade hunana sobre o destlno de sua alna torna-
se outra desculµa lndlreta µara a dlscrlnlnaçao.
E, llnalnente, exlste o |edo.
^ suµerlorldade nunerlca da raça hunana e evldente, nuna
batalha aberta os Helllln serlan lnevltavelnente nassacrados nesno
con todos os seus µoderes. Bastarla que un so descobrlsse a lorna
de nata-los e ar...
Portanto, este lado ¨raclsta" se torna una caracterrstlca narcante
dentre nultos deles. Este ¨raclsno" µode ser ben exµlrclto (cono e
conun entre os Precursores e Prlnals), dlscreto e nanlµulatlvo (cono
dos \eneravels e Paladlnos) e nesno µarecer que nao exlste (assln
nostran os ^colltos, Bastardos e \lslonarlos). ^llas, un terno que
conunente e usado µelos Helllln nals extrenlstas µara se relerlren
a raça hunana e ¨carne µodre".
Cono resultado desses latores, os Helllln loran crlando no
decorrer dos anos seus µroµrlos rltuals e lendas. ^µesar das llnhagens
teren suas lornas de lldar con assuntos cono hlerarqula e
organlzaçao, exlsten certos µrocedlnentos e costunes conun a
todos.
CcrcRLcAÇcLe
En resµosta a necessldade de un nalor lntercánblo, os Helllln
coneçaran a se reunlr en µequenos gruµos reglonals chanados
Congregações. Elas costunan ser lornadas µor un núnero µequeno
de Helllln, geralnente uns quatro ou clnco, enbora lsso nao seja
un µadrao obrlgatorlo. Os lntegrantes µossuen orlgen dlverslllcada
nunca lol vlsta una Congregaçao lornada µor lndlvrduos de una
únlca Llnhagen. ^ lealdade e a µrlnclµal regra: todos deven ser
conllavels, ao nenos a certo nrvel. Enbora nlnguen deva obedléncla
a nlnguen, e conun que o nenbro nals velho, ou nals
exµerlnentado, lunclone cono una esµecle de ¨conselhelro". Todos
os outros Hrbrldos o ouvlrao, nesno que nao concorden con ele, e
o resµeltarao aµenas na devlda nedlda que loren resµeltados. Se
houveren recursos dlsµonrvels, serao gerldos µor ele, ao nenos
enquanto lor da convenléncla de todos. Hao e raro o nals velho abrlr
nao do µaµel de Conselhelro µara que un \lslonarlo ocuµe essa
µoslçao, tendo en vlsta a natural tendéncla que os conµonentes
desta llnhagen tén µara unlr seus µrlnos. Obvlanente nen senµre
esta e a soluçao nals lellz, ja que una tendéncla a unlao nao lnµllca
necessarlanente en caµacldade de llderança.
Cada cldade raranente abrlga nals que una Congregaçao, e
lsso quando elas exlsten. ^s Congregações costunan enµreender
encontros senµre que µossrvel, o que ven crlando una rede de
conunlcaçao lnconstante, µoren ellclente. ^ llgaçao de cada nenbro
con sua resµectlva Llnhagen tanben dlverslllca o leque de
lnlluénclas, nesno que o nals µroxlno lndlvrduo esteja a qullônetros.
^tualnente, as Llnhagens con nalor dlsµonlbllldade de recursos
e organlzaçao, cono os \eneravels, ^colltos e Precursores, estao
lnvestlndo seus enµreendlnentos en redes de conunlcaçao nals
nodernas e dlnánlcas, lncluslve da lnternet.
lrlclArLc VlLA McvA
^ lnortalldade dos lllhos de Rebeldes crlan alguns µroblenas
serlos. Porque todos a sua volta envelhecen e ele nao³ Cono ele
escaµou aµesar de ter tonado olto tlros a quelna-rouµa³ Estas e
outras µerguntas que µoden ocorrer devldo as µecullarldades que
carregan µoden se tornar enornes transtornos na vlda de toda a
subcultura de una cldade.
Para suµerar estes contratenµos, necanlsnos esµeclals sao
crlados µela Congregaçao. ^s vezes, e extrenanente doloroso µara
un Helllln slnular sua norte e se nudar µara outro lugar. Entretanto,
ser descoberto µela lgreja serla algo nulto µlor con certeza.
Durante algun tenµo a naqulagen ajuda, nas cedo ou tarde a
Congregaçao deve entrar en açao. E claro que a Congregaçao que
recebe o novo elenento ajuda en tudo que µode µara a sua
adaµtaçao. Heste tlµo de ajuda os Precursores sao nulto ellcazes.
Outro elenento lnµortante µara todos os Helllln e aqullo que se
convenclonou chanar de ¨tenµo de aµrendlzado".
Cada vez que un Helllln desµerta (entende-se µor desµertar o
nonento en que ele coneça a ter os sonhos con seu Cenltor, que
lhe conta quen e), o ^njo rebelde resµonsavel µor seu µrodlgloso
nasclnento aµarece µara os Helllln nals µroxlnos dele (nao raro
un so) e lhes lncunbe de seu aµrendlzado. Estes lllhos de Rebeldes
µassan a ser dlretanente resµonsavels en tutelar o novato,
enslnando-lhe a ldentlllcar e enlrentar todos os µerlgos e dlllculdades
µelas quals sua esµecle costuna µassar. ^len dlsso cabe ao Helllln
nals exµerlente enslnar-lhe as resµonsabllldades e costunes de sua
raça. Devldo ao grande elelto dos sonhos en seu subconsclente,
alguns dos novatos Helllln acaban desenvolvendo un conheclnento
de lorna quase lnstlntlva de nultos dos costunes µreconlzados.
Se houver entre seus tutores alguen da nesna llnhagen do
novato, sera encarregado de lhe µassar todos os costunes, tradlções
e nodo de aglr dela. Se nao, alguen aµarecera cedo ou tarde µara
lsso alnda que nao tenha de necessarlanente tornar-se un tutor
tanben.
Este ¨tenµo de aµrendlzado" µode durar senanas, neses ou
anos, sendo lsto deternlnado µelas nals varladas clrcunstánclas. E
lnµortante lrlsar que o assln chanado ¨tenµo de aµrendlzado" nao
µassa de una nera deslgnaçao generlca, utlllzada de nanelra lnlornal
µelos nenbros de todas as llnhagens no ánblto lanlllar de suas
Congregações. Ouando os Helllln estao entre seus lrnaos de
llnhagen outros nones surgen. Por exenµlo, a llnhagen dos
Bastardos costuna chanar a este µerrodo de ¨lnláncla lnocente",
enquanto os Prlnals a denonlnan de ¨Fase de Crla". Da nesna
lorna os ^colltos µreleren relerlr-se a tutela con o none tlµlcanente
¨acollto" de ¨Jardln da lnláncla"!
MArllLLAÇÀc
Os Helllln saben que estao na nals dellcada sltuaçao de toda
a Crlaçao. Sua últlna esµerança coletlva e a sobrevlvéncla ate o
^rnageddon µara ou se allar ao lado que eles julgaren que vencera
a batalha do Jurzo Flnal, ou esµerar o lado vencedor (µoren
enlraquecldo) e entao atacar.
Eles saben tanben que os dols lados queren destrur-los ou
MvrLve. AmelLr+AÇÀc
1b
arreglnenta-los - o que e no lundo a nesna colsa. Se eles
ascenderen se tornarao seres sen vontade µroµrla e sen alna,
exlstlndo aµenas cono autônatos sen vlda. Se carren, se tornarao
escravos do caos e da loucura, vlvendo en eterno tornento.
Ceu e lnlerno lhes sorrlen, nas seus sorrlsos sao slnlstros...
O µroblena e nanteren-se dlscretos. Se os hunanos
descobrlren e adnltlren suas exlsténclas, sera dado un largo µasso
en dlreçao do ^rnageddon (talvez o últlno, desencadeando a guerra
llnal) e o núnero de Helllln exlstentes nao sobrevlverla a un conlllto
agora.
E entao coneça a nanlµulaçao.
^ Terra se tornou un µalco nulto lnµortante no jogo de
lnlluénclas entre ^njos e Denônlos, nas eles tanben nao desejan
un ^rnageddon agora. Destrulr ou arreglnentar os Helllln e una
lnµortante estrategla de relorço µara quando a ¨Batalha lnevltavel"
chegar.
E cono µoden consegulr lsto³ Forçando os lllhos dos Cardos a
atlnglr un µonto cruclal en que sua ascensao (sublda ao Shanaln,
tornando-se autônato) ou queda (desclda ao Sheol, con a nente
donlnada µela loucura) seja dellnltlva.
^ assoclaçao e obvla: os ^njos tentan conduzl-los a glorlosa
^scensao, enquanto os Denônlos tentan lazé-los descer a seus
lnstlntos nals balxos e ablssals, runo a Oueda.
Por lsso, constantenente ^njos e Denônlos estarao nanlµulando
sltuações e resultados a lln de obrlgar os Helllln a atuaren de acordo
con suas convenlénclas, cono nuna esµecle de jogo de xadrez.
Os µersonagens nen senµre saberao quen os nanlµula
realnente e raranente µerceberao qual e o objetlvo verdadelro µor
tras de tudo, dlstlngulndo aµenas seus eleltos nals lnedlatos (destrulr
una socledade secreta que adore ^njos, µor exenµlo).
Mc+lvAÇcLe
Os Helllln lutan constantenente con quatro llnalldades:
sobrevlver, nultlµllcar-se, nanter o equllrbrlo e evltar o ^rnageddon
hoje.
Sobrevlvéncla: a luta µela sobrevlvéncla e lnerente a todo ser vlvo e os
Helllln nao sao dllerentes, µrlnclµalnente µorque eles saben que
sua norte slgnlllca a nao-exlsténcla, ou seja, nao sobra nen o esµrrlto,
µols o corµo do Helllln c seu esµrrlto. Ele slnµlesnente delxa de
exlstlr cono un todo e sua energla se dlsµersa.
|anutençao do Equllrbrlo: os Helllln lutan constantenente µara que
seus atos nao tornen sua ascensao ou queda lnevltavels. Un rrgldo
controle destes nesnos atos e ações se torna algo de lundanental
lnµortáncla µara que o equllrbrlo seja nantldo e eles µossan
esµerar a chegada do ^rnageddon (na hora certa, e obvlo!). |as
exlsten alguns µroblenas: un deles e que todo Helllln carrega
conslgo µoderes herdados de seus µals (uns celestlals, outros
ablssals) e o uso lndlscrlnlnado deles µode acarretar na µerda do
equllrbrlo. O µaradoxo e que quanto nals µoderes un Helllln tlver,
nalor a sua chance de sobrevlver ate a ¨a Batalha lnevltavel".
Cono se µode ver, a nanutençao do equllrbrlo e o nalor desallo de
un Helllln e seu nalor µonto lraco, o seu ¨calcanhar de ^qulles".
Evltar o ^rnageddon: aµesar da nalorla dos Helllln, ^njos, Cenltores
e Denônlos desejar evltar o ^rnageddon agora, exlste una nlnorla
en cada un desses gruµos que acha que seu lado esta µronto µara
vencer a Batalha lnevltavel neste nonento. Ha verdade, ha aqueles
que achan que se a batalha ocorrer agora a vltorla e certa e se der
tenµo as lllelras lnlnlgas de se ajustaren, a derrota vlra deµols.
Con a Segunda Rebellao e conseqüente chegada dos Helllln o que
µarecla ja ajustado e dellnldo desabou nuna desorden caotlca. Os
^njos que achavan que a vltorla era lnevltavel µerceberan o
surglnento de un novo e lnesµerado elenento e se assustaran. ^
nesna colsa aconteceu no lnlerno, µols eles crlavan un µlano µara
suµlantar as µroleclas que lndlcavan a vltorla das hordas celestlals.
Ha de exlstlr aqueles que acredltan que tudo lsto e un µlano do
Onlvldente, Onlµresente e Onlµotente Deus, que ao µernltlr o
surglnento dos Helllln estava aµenas dando nals un µasso no
seu grande µlano. lsto laz con que os ^njos nao os ellnlnen dlreto,
µorque µoderlan con lsso µrovocar a lra do Crlador.
Exlsten tanben os que achan que a Segunda Rebellao e os
lllhos dos Cardos sejan µarte do µlano de Sathanael µara ludlbrlar as
µroleclas e vencer a batalha llnal. lsto laz con que os Denônlos
nalores, assln cono os ^njos, nao tenten ellnlnar os Helllln
dellnltlvanente, µols lncorrerlan na lra do senhor do Sheol.
O resultado de todas estas µosslbllldades e a ldela conun de
que un Helllln so µode ser dlretanente destrurdo µor un ^njo ou
Ae LLle
Enbora seja joven e desorganlzada, a subcultura Helllln conta con algunas lels que µreclsan ser resµeltadas µor todos. Ha
verdade, nao se tratan de lels nun sentldo llteral ou lornal, nas de codlgos conµortanentals que acabaran se lnµondo µor tornar
suas vldas nals lacels. Sao elas:
· Dedlcaçao e lealdade aclna de tudo.
^ desµelto de qualquer dllerença ou rlxa µessoal, un Helllln sabe que deve e µreclsa tolerar os outros e ate nesno ajuda-los, se lor
o caso. ^ destrulçao de un µrlno ou lrnao so µode ser relevada en casos de µreservaçao da esµecle cono un todo. Un Helllln que
nate outro, ou denonstre una clara onlssao de socorro, costuna ser µunldo severanente.
· Resµelto as Entldades.
¨Entldades" serla o terno usado µelos Helllln µara deslgnar un ^njo, Denônlo ou qualquer crlatura sobrenatural de grande µoder.
Por razões de orden nrstlca, as dlversas Entldades, sejan do Sheol cono do Shanaln, sao µrolblda de natar dellberadanente un
Helllln. lsso so µode ocorrer en casos de olensa µessoal grave ou µostura hostll. Heste caso, qualquer Hrbrldo que conµre una brlga
con un deles µode se ver sozlnho, µols olerecer-se a norte, nesno que µor estuµldez, e µara os Helllln un crlne tao grave quanto
natar un lrnao.
· Sllénclo.
Dlscrlçao e lnµortante e nulto valorlzada na µequena socledade Helllln. Ouanto nenos se exµor µara os honens ou µara as
Entldades, nals garantlas un Helllln ten de sobrevlver. Denunclar-se ou a outro Hrbrldo, nesno que µor acldente, e un notlvo de
grande vergonha.
Enbora seja µequeno e slnµles, este conjunto de nornas costuna ser severanente resµeltado µelos Helllln. Ocaslonals desobedlénclas
sao raras, e geralnente µarten dos lndlvrduos nals jovens e lnexµerlentes. Ceralnente, as Congregações µunen transgressões de
lorna lnedlata, atraves de un µequeno julganento lnlornal, onde bastan aµenas testenunhas do crlne e o acusado.
Un dos µroblenas en relaçao a nanutençao da orden e que o dlstanclanento e a desorganlzaçao da esµecle acaban atraµalhando
as tentatlvas de µunlçao aos lnlratores. Hao exlste una vlglláncla rlgorosa o bastante µara que os transgressores se slntan lntlnldados,
e a µroµrla lllosolla Helllln e un lnµedlnento µara una socledade rrglda e nornatlzada. Por lsso, a retallaçao aos lnlratores da lel
costuna varlar nulto, deµendendo nulto dos lnteresses e objetlvos de cada Congregaçao ou nesno Llnhagen. ^ norte costuna ser
una µunlçao lnconun e rarrsslna, µols allnal de contas todos saben das lendas que envolven tal destrulçao, e alen do nals, un
núnero exagerado de execuções acabarla levando a una reduçao excesslvanente µerlgosa da µoµulaçao Hrbrlda, que ja e nulto
µequena. ^µenas os crlnes nals hedlondos costunan nerecer a norte, e nesno assln en sltuações nulto esµecrllcas. Una µunlçao
conun (e un Helllln certanente sabera cono e ellclente) µassa a ser o Exrllo o crlnlnoso slnµlesnente µassa a ser lgnorado µor seus
µares. lsso µode µarecer una µunlçao anena, nas en un gruµo tao µequeno e µerseguldo cono o deles, a allenaçao µode ate nesno
levar a destrulçao. Ceralnente, a Congregaçao culda, a dlstáncla, µara que o exllado nao corra rlscos nulto grandes, nas qualquer
outro auxrllo nenos urgente lhe e negado. De qualquer lorna, os nelos de µunlçao tanben µoden varlar conlorne as Llnhagens, nas
estes sao casos raros e esµecrllcos denals µara seren cltados.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
16
Denônlo en caso de olensa µessoal grave ou delesa µroµrla. E
claro que lsto nao lnµede que eles contlnuen nanlµulando µara
que a sltuaçao chegue a este µonto...
Todavla tanben exlsten aqueles que véen na chegada dos
Cardos e seus lllhos un slnal de que o Jurzo Flnal esta µrestes a
ocorrer e deverao lazer de tudo µara que lsto aconteça atuando de
varlas lornas:
· atraves de seltas que esµalharao o Caos e a Dlscordla e tentarao
natar todos os Helllln.
· µrovocando sltuações nas quals un ^njo entre en conlllto
dlreto con un Denônlo ou un ^njo Cardo, ou nesno un Cenltor
con un Denônlo, servlndo de estoµln µara o ^rnageddon.
· tentando µrovar a exlsténcla dos Helllln e desencadear una
caçada lnµlacavel a esta ¨naldlta" raça, a lln de externlna-la.
· lnvocando ^njos ou Denônlos, tentando descobrlr nodos de lazer
con que estes anden nornalnente na Terra.
AecLreÀc, CLLLA L McR+L
^gora, o que slgnlllca ascensao ou queda µara un lllho de
Rebelde³
Exlsten trés colsas que un Helllln deve evltar de qualquer
nanelra µara estar vlvo e sao no ^rnageddon : ^scensao, Oueda e
norte.
^scensao: ela ocorre quando o µersonagen trllha todos os
esµaços exlstentes entre a Terra e Shanaln, o que o torna
lnevltavelnente un ser celestlal. E quando o uso de seus |anllestos
celestlals os leva a un µonto sen volta. Heste nonento ele nao
consegue nals reslstlr ao chanado celeste (µara saber cono lsto
lunclona, consulte o caµrtulo de regras).
Heste nonento nao exlste nada que µossa ser lelto, atacar un
^njo dlretanente e norte certa e nao salvarla o outro. Tentar destrur-
lo tanben. Hao ha cono un Helllln evltar a ascensao.
Oueda: e, obvlanente, o lnverso da ascensao (ver regras, de
novo). Heste caso, o µersonagen utlllza tanto seus |anllestos ablssals
que o chanado lnlernal se torna lrreslstrvel. E entao, o chao se abre
µara traga-lo ate as lossas escaldantes do Sheol, ou slnµlesnente
un Denônlo aµarece µara leva-lo (¨Ola, vocé sabe µorque estou aqul,
nao³").
|als una vez, nao ha nada que µossa ser lelto µelos µersonagens a
nao ser asslstlr angustlados.
|orte: un Helllln nao norre (nao naturalnente, ao nenos).
^credlta-se que ele vlvera eternanente, ou µelo nenos ate o dla da
¨Batalha lnevltavel". Exlsten µroleclas aµocrllas de que aµos una
certa quantldade de tenµo (trezentos, quatrocentos,qulnhentos anos...
quen sabe³) eles µoderlan ascender ou decalr sen µerder seu
autocontrole, nas nenhun Helllln alnda vlveu o sullclente µara lsto.
Poren, un Helllln µode ser destrurdo. ^contece que un Hrbrldo
nao e so corµo, e corµo-esµrrlto. Seu esµrrlto e seu corµo. Sua norte
slgnlllcarla que sua energla sua esséncla lnortal se esµalharla
µelo eter. Hao e una alna que val µarar nun llnbo. E cono una
centelha que se aµaga: sua lorça val se dlsµersando, ate que nao
exlste nals nada, nenhun vestrglo.
Flslcanente, quando un lllho de Rebelde norre seu corµo se
deslaz nuna bola de logo que µode vlr a ser conlundlda con
conbustao esµontánea. ^lguns nrstlcos alegan que vlsões
transcendentes e nlsterlos arcanos µoden ser vlslunbrados µor
quen souber o que µrocurar na raµlda chana que aµarece.
C FcRcLL LL eLR LlecRL+c
Cono, con tantos ^njos, Denônlos, Helllln e outros seres
nrstlcos a µoµulaçao en geral alnda nao µercebeu nada³
Exlsten alguns latores que contrlburran µara lsto e envolven
toda a Crlaçao. O µrlnelro deles ven dos µroµrlos Helllln, a sua
atuaçao senµre e o nals dlscreta µossrvel µols eles aµrenden desde
cedo que aµarecer chana a atençao de olhares lndesejavels. |ultos
Helllln nals exµerlentes µoden contar casos lnteressantes de novatos
lnlellzes que nao ouvlran este conselho.
^s crlaturas nrstlcas en geral tanben obedecen as suas
lendas e nelas se conta que una revelaçao dellnltlva µoderla
µrovocar o ^rnageddon, ao qual nlnguen se acha µreµarado
µara enlrentar.
^ lgreja e outras organlzações que acredltan na exlsténcla dos
¨lllhos dos Rebeldes" saben o que o µánlco e a hlsterla decorrentes
da revelaçao levarla a un caos soclal sen volta, lsto se nao lor
realnente o estoµln µara a Batalha lnevltavel.
Exlsten duas correntes nulto µoµulares, caµazes de lazer con
que todos acredlten que o ^rnaggedon surglra se os Helllln nao
loren dlscretos:
· ^ teorla do ¨Deus Dlstante": Ha una susµelta de que Deus seja
tao dlstante que os ^rc'^njos e ^njos nao conslgan nals
entendé-lo, a dlstáncla do Crlador a sua Crlaçao se torna cada
vez nalor, lorçando aos ^rc'^njos (llderados µor |ltatron, o
nalor dentre eles) a tentaren organlzar as colsas que vao cada
vez nals se tornando caotlcas...
· ^ teorla do ¨Deus ^dornecldo": Outra acredlta que Deus alnda
descansa no seu ¨setlno dla", os ^rc'^njos estarlan entao
lracassando gravenente na lncunbéncla que lhes lora dada.
^credlta-se que essas teorlas loran dlvulgadas µor ^lessandra,
Prlnogénlta dos Cuardlaes. Ha verdade, quen delende una teorla
acredlta que a outra e aµenas una corruµtela. E saber que tudo
µode ser una das ¨consµlrações" dos Cuardlaes so laz con que alguns
achen que, na verdade, nao e nada dlsso que ocorre e µode haver
µor tras de tudo un tercelro notlvo.
Tanto una corrente cono a outra acredltan que se os Helllln
nao loren dlscretos, a atençao de Deus serla atrarda ou ele acordarla
e nao llcarla nada satlslelto con a bagunça relnante, µodendo
desejar destrulr tudo µara reconeçar.
MLm +Àc HLmArce...
Deve-se levar en conslderaçao que os Helllln tén una
aµaréncla hunana conun. O naxlno que una µessoa nornal
µerceberla neles serla o uso de suµer-µoderes. ^s crlaturas nrstlcas
en geral µoden assunlr lorna hunana ou seren lnvlsrvels a
olhos conuns.
Ha verdade, un Helllln e µratlcanente lndetectavel se ele nao
estlver usando seus µoderes. Crlaturas nrstlcas e µessoas llgadas a
nagla, que nao desenvolveran una caµacldade de µerceber os
dlslarces sobrenaturals que µossan exlstlr, de nada se aµerceberlan.
Ja os trelnados µerceberlan quando estes usassen seus |anllestos.
^o usar seus µoderes ascendentes o Helllln aµresenta aos olhos dos
nrstlcos e crlaturas un µar de asas cono as das lornas celestes
de seus µals e ao utlllzar os ablssals ele aµresenta asas, nas cono
as de dragao, estas nanllestações senµre vén aconµanhadas
de una ¨nevoa brllhante" avernelhada que sal dos olhos. Deve-se
observar que estas asas sao vlsões nrstlcas, servlndo de
denonstraçao da glorla de sua duµla herança dlvlna e µrolana.
Elas nao µoden ser usadas µara voar ou atacar alguen, aµenas
talvez assustar a algun µaranornal desµrevenldo...
CL+Rce Cee+AcLLce
Exlsten alguns lnlnlgos que µoden (e nulto) dlllcultar a
exlsténcla de un Helllln. Entre eles µodenos cltar:
Bruxos: estes hunanos desejan acúnulo de µoder e µara lsto tenden
a se aµroveltar de crlaturas nrstlcas e de suas energlas. Cono os
lllhos dos Cardos sao seres essenclalnente nrstlcos, eles se tornan
un alvo µerlelto destes ladrões de energla arcana.
Organlzações: exlsten corµorações sabendo da exlsténcla dos Helllln,
cada qual con seus µroµrlos objetlvos. Unas µretenden µesqulsa-
los, outras destrur-los, exµlora-los, etc...
lgreja: a lgreja acredlta que os Helllln sao crlaturas do nal, lazendo
tudo µara destrur-los. Poren, cono nao deseja crlar µánlco, sua
dlscrlçao e lnµresclndrvel, servlndo µara ajudar os Helllln, µols ela
nao val ellnlnar nlnguen ate ter absoluta certeza de que esta
atacando un deles. Contudo, o µoder µolrtlco nundano junto con
o conheclnento que ela ten dos Helllln e enorne e lsso slgnlllca
EAclcR
Exlste un detalhe lnteressante con relaçao ao
envelheclnento de un Helllln: ele se desenvolve cono
qualquer ser hunano ate a sua naturldade (algo entre os vlnte
e trlnta anos). Entao, seu envelheclnento µara e ele
µernanece eternanente no vlgor da ldade (lsto se sobrevlver
eternanente, e claro!). Este don e chanado DacLo¡, ou
eterna juventude. Contudo, exlsten Helllln que desenvolveran
µoderes caµazes de nodlllcar suas aµarénclas, o que lhes
µernlte slnular o envelheclnento (ou rejuvenesclnento).
MvrLve. AmelLr+AÇÀc
17
que un lllho de Rebelde nunca esta seguro conµletanente contra
ela.
Paradlsl e Dlavoll: Paradlsl (Helllln ascendldos) e Dlavoll (Helllln
cardos) sao os soldados µerleltos µara o ^rnageddon: sen vontade
µroµrla alguna, con seus µoderes ablssals ou celestlals deµendendo
de quen sao desenvolvldos ao naxlno e caµazes de canlnhar µela
Terra nornalnente. Durante a ¨Batalha lnevltavel", a quantldade e
tao lnµortante quanto a qualldade. |as ate la eles µreclsan trelnar,
e µor que nao contra os seus ex-lrnaos³ Hao e raro un deles vlr en
none dos seus senhores µara lnlernlzar a vlda de un lllho de
Rebelde. E una excelente lorna de µrovar a total subservléncla
del es e trel na-l os µara o ll n dos tenµos. El es sao
lnquestlonavelnente leals aos seus nestres, µoden lutar sen vacllar
ate a norte e tén µoderes nulto altos. Ten nals: ao conbaté-los,
un Helllln e obrlgado a usar seus µoderes e con lsso acunular
µerlgosos µontos de slna.
Elenentals e seus ^vatares: Exlsten runores de que Sansaveel, o
sheralln cardo que vlve na Terra, deseja se utlllzar dos elenentals do
nosso µlaneta cono soldados na ¨Batalha lnevltavel", e eles nao
gostaran nen un µouco dlsso. Con lsso, vén surglndo neles
una tendéncla a se allaren aos bruxos contra os Helllln. E
necessarlo tonar nulto culdado, µols estes sao crlaturas
extrenanente µoderosas. Ceralnente atacan utlllzando-se de
^vatares µara seus objetlvos. Estes hunanos que tén llgações
dlversas con os elenentals costunan carregar una µedra que
se torna a lonte de seus µoderes, as vezes esta µedra llca grudada
en una µarte qualquer de seu corµo. ^credlta-se que arrancar
esta µedra e a nelhor lorna de se derrota-los, so que varlos
Helllln garanten que lsso nao serla nada lacll e µoderla custar a
vlda de alguen.
Seltas: Prollleran seltas de todo o tlµo. ^ nalorla esnagadora das
que saben da exlsténcla dos ¨lllhos dos Rebeldes" os consldera
lnlnlgos. Cono organlzaçao elas µoden µroduzlr desde os nals
µoderosos adversarlos ate os nals lacels de se derrotar. O nalor
µroblena que elas µrovocan e que µoden nanlµulan una leglao
de lanatlcos que controlan una boa rede de lnlornações no
subnundo nrstlco e nundano. ^lgunas seltas veneran os Helllln
e µoden ate ser otlnos auxlllares (exµerlnente µerguntar aos ^coll-
tos sobre elas).
LLrLAe L RLmcRLe
^ chegada dos Cenltores e, cono conseqüéncla, dos Helllln
ao nosso nundo lez surglr e ressurglr varlas lendas e runores que
os envolven. Para nultos entendldos, todas essas lendas sao
µarte da nanlµulaçao de Deus ou de Sathanael (ou dos dols!),
lazendo µarte de seus µlanos µara a vltorla llnal. Ja exlsten aqueles
que conslderan todas essas lendas una sucessao de bestelras
sen lundanento crladas µor quen nao tlnha nals o que lazer.
Poren, nao lnµortando o que sejan, elas se tornaran µarte
lntegrante de sua subcultura e, en grande µarte, dellnen o que e
ser un Helllln, seus objetlvos e nodo de µensar ou aglr. Contudo,
as vezes, esses runores µoden slgnlllcar nulto nals do que lsso...
µoden esconder a verdade sobre o luturo que os esµera!
Para ajuda-lo cono nestre, colocanos aqul una anostra de
algunas das µrlnclµals lendas que cercan a exlsténcla dos lllhos dos
Cardos. Cabe sallentar entretanto que todas elas µoden ter dlversas
versões (e claro que un Denônlo tera una versao dllerente das
suas hlstorlas se conµaradas con as de un ^njo, µor exenµlo).
Devenos chanar a atençao (de novo!) µara o segulnte deta-
lhe: o nestre nao e obrlgado de nanelra alguna a segulr o que
aqul descrevenos, µodendo altera-las, anµlla-las, anµuta-las e
ate nesno lgnora-las. Ha verdade, nos ate lncentlvanos o nestre
a tonar esta atltude e µor varlas razões que exµllcarenos no
caµrtulo Sc¡no IosI¡us.
Els alguns desses dlzeres conµllados:
· Deus se alastou tanto de sua Crlaçao que nen os ^rc'^njos µoden
entendé-Lo.
· Deus alnda descansa no Setlno Dla.
· Seja µelo µrlnelro ou µelo segundo notlvo aclna, os ^rc'^njos
tonaran as redeas da Crlaçao e µerderan o controle, sendo os Helllln
una µrova dlsto.
· ^lguns ^njos achan que Deus µlaneja usar os Helllln µara
substltur-los e que µreclsan lazer algo µara lnµedlr lsso.
· |ultos delenden a ldela de que os Ouatro Cavalelros do
^µocallµse vlrao a ser Helllln Paradlsl.
· O µrlnelro lllho de Sathanael (lrder do Sheol) e Llllth (µrlnelra
esµosa de ^dao , exµulsa do Pararso, que estarla no lnlerno), o
µrlnogénlto dos Baalln (a nals µoderosa classe de Denônlos do
lnlerno) desaµareceu e nunca nals lol vlsto.
· |ultos dlzen que Rahab, o nonstro que surglu no Caos Prlnordlal
lndeµendente da vontade de Deus quando alnda nao havla a Crlaçao,
delxou esµoros esµalhados µelo Unlverso, e que esses esµoros lrao
crescer e translornar-se en nonstros.
· Ha quen dlga que os Hashenalln, µor µossurren una µarte
da esséncla de Rahab, se translornarao en nonstros.
· Dlzen que os |alakhln µlanejan donlnar os outros ^njos e
seus lllhos (os \eneravels) aos hunanos e Helllln.
· ^ norte dellnltlva de un Helllln µor un ^njo ou Denônlo
desencadearla o ^rnageddon. Esta µrovavel µrolecla µarece ser
levada a serlo µelos dols lados da Crlaçao, o que evlta un nassacre
generallzado dos Helllln. Contudo, esta regra nao lnµede que os
celestlals e os ablssals volta e nela tentan nanlµular µara que o lllho
de Cardo quebre una dessas regras, e ar...
· ^lguns dlzen que un Helllln, aµos atlnglr deternlnada ldade,
adqulrlrla a caµacldade de ascender ou calr sen µerder o autocontrole.
Entretanto, cono nenhun lllho de Cardo consegulu lsso alnda, lala-
se de tenµos de vlda nulto longos.
· Un Fllho de Cardo nao µode natar outro (novanente a exceçao
de olensa µessoal ou delesa µroµrla), µols lsso lncorrerla en queda.
Eles saben que cada Helllln µerdldo e una balxa nulto grande
en suas lllelras e serla necessarlo se µrovar que toda a classe de
lllhos de cardos ou µelo nenos toda una llnhagen consegulrla
una grande vantagen con sua norte.
· ^njos e Denônlos tenen a µosslbllldade dos Helllln se tornaren
nals µoderosos que eles. lsto ocorre devldo ao lato dos Helllln seren
nulto recentes na hlstorla da Crlaçao e ja teren µoderes ben anµlos
(µoderes estes que, conµrovadanente, µoden se anµllar con o
tenµo). Con lsso os ¨lllhos dos Rebeldes" serlan lncrlvelnente
µoderosos na chegada do ^rnageddon.
· Dlzen algunas lendas que a abertura da lenda nrstlca que trouxe
os Cardos derrotados µara o ^danah (o nosso nundo) µoderla ter
acordado os Helllln orlglnals. Estes lllhos de ^njos, da aurora da
Hunanldade segundo estas nesnas lendas so µuderan ser
derrotados con lnterleréncla dlreta do Crlador. Eran conhecldos
cono Clgantes, terno que µode ter vlndo de sua caµacldade de lutar
ou ate nesno de sua estatura!
E necessarlo observar que os Helllln tén una socledade nulto
lragll, µols a nrvel cosnlco seu surglnento e nulto recente. Eles vlven
geralnente µor conta µroµrla, tentando sobrevlver as nanlµulações
de ^njos e Denônlos, sen ter una llnha ou regra µara segulr, con
exceçao das colocadas µor suas llnhagens ou congregações. Con
lsso, nultas destas lendas e µroleclas que eles ouven en nelo ao
seu aµrendlzado se tornan una esµecle de ¨nodo de vlda", un
slnal que eles seguen cono una norna ou dogna. lsso realça
e nulto o valor desses ¨runores" µara un lllho de Cardo.
Crllc:LrclA L lrlLRlLlÇÀc
Todos saben que os Cenltores crlan nals Helllln a cada
ano, nas nlnguen sabe ao certo quantos.
O notlvo e slnµles: todos saben que os ^njos carregan
µoderes os quals os Fllhos de Rebeldes nen lnaglnan e entre
eles se encontra a Onlµresença.
lsto slgnlllca que os ^njos µoden estar en varlos lugares
ao nesno tenµo. Ho caso dos Rebeldes, que descobrlran ser
^danah seu Local de Poder, lsto µode slgnlllcar estar en
todos os lugares ao nesno tenµo!
lsto µernltlrla una lecundaçao lnstantánea con varlas
hunanas e hunanos ao nesno tenµo... entre outras colsas
nals assustadoras. Se na Terra eles sao vlrtualnente
onlµresentes, obvlanente serlan tanben quase onlµotentes...
O que exµllcarla o núnero tao balxo de Helllln serla a
teorla de ¨Deus adornecldo" ou a do ¨Deus dlstante" (ver no
quadro ¨O µorqué de ser dlscreto", nals adlante).
Una lnquletaçao µassa µela nente de qualquer Helllln:
Se os ^njos sao detentores de tananho µoder, cono
µernltlran que a Crlaçao se tornasse un caos tao grande e
µlor µrovocado µor eles nesnos³
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
18
CLceeARlc MLllLlm
|ultos dos ternos utlllzados µelos lllhos de Rebeldes sao lnconuns
no dla-a-dla dos hunanos. ^ nalorla sao arcalcos e alguns µoden
ter un slgnlllcado todo esµeclal, que loge do que e conunente
utlllzado.
^qul vao alguns deles:
^damah: O nosso nundo, a Terra.
^rc'^njos: Sao os µrrnclµes de cada classe de ^njos. Un
^rc'^njo e nulto nals µoderoso que un ^njo conun (a gralla
lnusltada e µroµosltal µara dllerenclar o ^rc'^njo, µrrnclµe dos
anjos, do ^rcanjo, denonlnaçao dada µela angelologla crlsta aos
Benl Elohln).
^rmageddon: ^ últlna batalha, a que encerrara a Cuerra entre
Sheol e Shanaln. Tal Cuerra serla travada en ^danah, e nao lnµorta
o lado vencedor, a Terra ternlnarla devastada. Os Helllln (ou a nalorla
deles, ao nenos) acredltan que ate o dla do Jurzo Flnal estarao en
lgualdade de condlções µara enlrentar os exercltos celestes e lnlernals
e delender seu µlano de orlgen.
^scensao: ^ translçao nrstlca na qual un Helllln desenvolve
tanto sua esséncla celestlal que se translorna nun Paradlslo.
Bachor: ^ ¨juventude eterna", a vlrtual lnortalldade dos Helllln.
Batalha lnevltavel, ^: O ^rnageddon, o Jurzo Flnal . ^ guerra
que decldlra con quen llcara o donrnlo sobre a Crlaçao. ^credlta-
se que o lnrclo dela narcara o llnal dos tenµos.
Beato: Terno µejoratlvo µara Paradlslo.
Carne µodre: Forna µejoratlva de se relerlr aos seres hunanos.
Clamor, O: |etodo µelo qual un Helllln absorve |ana.
Congregaçao: Cruµo de Helllln llgados µor laços esµeclals de
anlzade, resµelto ou necessldade.
Crlaçao: Toda a Realldade. lsto lnclul o Shanaln, o Sheol,
^danah e qualquer outra dlnensao exlstente. ^s vezes chanada de
Exlsténcla.
Demônlos: Ho sentldo nals restrlto sao os nove tlµos de crlaturas
que habltan os crrculos do lnlerno. Ho sentldo nals anµlo lncluen
tanben os ^njos Cardos.
Descaidos: Terno µouco usual µara deslgnar os ^njos Rebeldes
que vleran µara en ^danah. Un Helllln nunca lara nensao de seu
Cenltor cono ¨Descardo".
Desµertar, O: O µerrodo na vlda de un Helllln (nornalnente
na adolescéncla) quando coneça a ter sonhos con seus µals dlvlnos.
Dlavoll (slngular dlavolo): Sao os Helllln que adqulrlran slna
ablssal sullclente µara decarren e se tornaren escravos do lnlerno.
Serao os soldados lnlernals no ^rnageddon.
Elegla, ^: Cerlnônla de lenbrança dos nortos. Ten grande
lnµortáncla µara os Helllln.
Entldade: Oualquer ser nao-terrestre, excetuando-se os
Helllln. Ceralnente este terno e usado µara deslgnar as crlaturas
nals µoderosas e que os Helllln nao consegulrlan derrotar
nornalnente cono ^njos, Baalln e elenentals.
Exlsténcla: O nesno que Crlaçao.
Fllho de Rebelde: Helllln.
Fogo do Céu: exµressao µejoratlva que ldentlllca os danos
causados µelo acúnulo de slna celestlal (nals detalhes en /ascInIun).
Fogo ln|ernal: usado da nesna lorna que ¨logo do ceu", nas
µara lazer releréncla ao dano ocaslonado µela slna lnlernal.
Cenltor: Terno que deslgna o ^njo Cardo rebelde que gerou aos
Helllln de sua llnhagen.
Herege: Helllln que extral de una rellglao estabeleclda credos
µroµrlos adaµtados µara os Hrbrldos. \lsto a natureza subjetlva de tal
le, ha quase tantas hereslas quanto ha Helllln.
Heresla: Cultos lndeµendentes nelllrnlcos, adaµtados de cultos
rellglosos hunanos. ^lguns Hrbrldos adoran seus µroµrlos
Cenltores, enquanto outros tén crenças dlversas. O none e derlvado
das ¨hereslas" nedlevals: cultos nao sanclonados µela Santa |adre
lgreja, e µor lsso µroscrltos.
Hibrldo: Outro terno µara Helllln.
Homem de Barro: Outro terno µejoratlvo µara os nortals. \eja
¨Carne Podre".
lrmao: Tratanento dado a un Helllln da nesna llnhagen,
nesno que ele nao tenha sldo gerado exatanente µelo nesno
Cenltor.
Llnhagem: Classe a que µertence o Helllln. Sua llnhagen e
dellnlda µelo seu Cenltor, conlorne sua hlerarqula dlvlna.
Lucl|er ou Helel: Un dos ^rc'^njos do Sheol, conhecldo no
Shanaln cono C VaIcoso. Era o ^rc'^njo dos Olanln.
|ana: Energla que ¨sustenta" a un Helllln. Ha verdade, o
|ana µernela a toda Crlaçao.
|anl|estos: Poderes ¨nornals" que os Helllln carregan. Poden
ser celestes ou ablssals.
Heµhesh: vltalldade, vlda. En geral, os Helllln so usan este
terno quando lazen releréncla as suas µroµrlas lorças.
Hovato: Helllln que esta no tenµo de aµrendlzado.
Onlµresença: O don sobrenatural de estar en nals de
un lugar ao nesno tenµo.
Paradlsl (slngular Paradlslo): Sao os lllhos de Rebeldes que
adqulrlran slna celestlal o sullclente µara ascenderen e se tornaren
escravos do Ceu. Serao os soldados celestlals na ¨Batalha lnevltavel".
Prlmo: Forna llsongelra con que se chana un Helllln de
llnhagen dllerente.
Oll|oth (slngular Oll|ah): O esµectro negatlvo das Sellroth. Sao,
µor lsso, slnultaneanente, a lonte de degradaçao e dos terrrvels
µoderes dos Cardos.
Oueda: ^ translçao nrstlca na qual un Helllln desenvolve tanto
sua esséncla lnlernal que se translorna nun Dlavolo.
Rebelde: ^njo cardo que µartlclµou da Segunda Rebellao e agora
vlve na Terra.
Rellcarlo: un objeto nundano lnburdo de |ana µara uso de
un Hrbrldo.
Reliqula: terno deµreclatlvo µara srnbolos rellglosos ou nrstl-
cos dos quals alguns Helllln deµenden µara lnvocar |anllestos.
Samael: Un dos ^rc'^njos do Sheol, ja lol µrrnclµe dos Benl
Elohln antes de ser banldo. Ho Shanaln o chanan de C /u¡Ioso.
Sathanael : O |onarca do lnlerno. Conhecldo no Ceu cono C
Invc]oso, lol o µrlnelro do ^njos e ^rc'^njo dos Haloth Haqodesh.
Tanben chanado Dcnona¡ca ou ScnLo¡ SonI¡Io.
Se|lroth (slngular Se|lrah): Enanaçao Dlvlna un asµecto
netalrslco da Crlaçao, de certa lorna llgado a nanllestaçao de
µoderes naglcos.
Shamalm: O Ceu, dlvldldo en dez nrvels.
Shedlm : Os Elenentals.
Shemhazal: O µrlnelro ^rc'^njo Kerubln, llderou a Prlnelra
Rebellao, e lol exµulso con sua leglao do Ceu. La, o chanan de C
LascIvo.
Sheol: lnlerno, conµreendendo nove crrculos.
Sheolltas: terno generlco µara lazer releréncla aos habltantes
do lnlerno. Hunca e usado µara deslgnar os ^njos Cardos.
Slmoniacos: terno µejoratlvo µara lazer releréncla aos bruxos.
Slna: Canlnho que lndlca se un Helllln esta tendendo µara o
Ceu ou lnlerno.
Temµo de aµrendlzado: Perrodo en que o Fllho de Rebelde esta
sobre a tutela de outros que lhe enslnarao tudo sobre ser un Helllln.
Toµla: un local onde a lluéncla de |ana e nals µoderosa. O
Clanor tende a ser nals lorte nestes lugares.
Tutor: Helllln resµonsavel µelo tenµo de aµrendlzado de outro.
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21
LLX.
FLcRAe
Ouen observa os µreceltos nao exµerlnentara nal algun.
LcIcsIasIcs VIII: ¬
MAr+LrLc A CRLLm
^s regras ten cono lunçao orlentar os jogos de nodo que todos os µartlclµantes ajan de lorna ordenada e coerente. Elas sao
necessarlas µara que as aventuras dos µersonagens nao descanben nun turbllhao de dlscussões caotlcas sobre ¨µoder ou nao µoder",
e µara que suas lraquezas e lorças laçan algun sentldo.
O µrlnelro µasso µara se conµreender as regras e ter-se noçao das nedldas de tenµo.
TLmlc
^s nedldas de tenµo sao as µrlnelras resµonsavels µela organlzaçao das µartldas de REBELl^O. ^ nedlda baslca de tenµo e a
rodada. Durante una rodada os µersonagens µoden lazer colsas slnµles cono abrlr una µorta, llgar un carro ou acertar un golµe
en una luta. O tenµo de una rodada costuna varlar, nas geralnente nao lra exceder J0s. Rodadas lnterllgadas en un nesno
cenarlo dao orlgen a una seqüéncla. ^s hlstorlas en torno das quals as sessões de REBELl^O lrao glrar serao lornadas µor varlas
seqüénclas. ^ nrvel nals anµlo, varlas hlstorlas vlvencladas µelos nesnos µersonagens darao orlgen a una Saga, que tera lnrclo, nelo
e lln.
AÇcLe
Tudo o que os µersonagens nornalnente lazen durante o jogo e resunldo en ações desde grltar un avlso ate glrar una
naçaneta ou dlsµarar un tlro durante un conbate. Exlste, µoren, nals de un tlµo de açao.
^ções Llvres
Sao ações cujo grau de conµlexldade e nulto balxo, e µoden ser executadas en conjunto con outras ações nals conµlexas, sen
µrejurzo µara o µersonagen.
Exenµlo de ações llvres:
· Crltar un avlso
· Sacar una arna do coldre
· ^brlr una µorta (destrancada)
· Dar µartlda nun carro
· Evocar alguns |anllestos (veja en /ascInIun)
^çao slmµles
Sao ações que µoden ser resunldas en una rodada de lnterµretaçao ou necesslten sonente un sucesso (exµllcado adlante) µara
ser reallzada.
Exenµlos de ações slnµles:
· Recarregar una arna
· Dar un golµe en una luta
· Dlsµarar con una arna carregada
· lnvocar a nalorla dos |anllestos
· Se esconder nas sonbras
^ções comµlexas
Sao ações que µreclsan de nals de una rodada de lnterµretaçao ou necessltan de nals de un sucesso µara seren reallzadas.
Exenµlo de ações conµlexas:
· Travar una conversa
· Escalar un nuro alto
· Pesqulsar en una blblloteca
· Fazer ¨llgaçao dlreta" nun carro
· Executar un rltual
Cono vlsto aclna, nen todas as ações µoden ser dellnldas con slnµles lnterµretaçao. Hestes casos sao necessarlos testes de
avallaçao.
TLe+Le LL AvALlAÇÀc
Os µersonagens dos jogadores e do elenco larao dlversas colsas durante una µartlda, alen de andaren de un lado µara o outro
e conversaren. ^lgunas ações se resunen en colsas µequenas e slnµles, sendo µor sl so necessarla a lnterµretaçao. Dlalogos con
PCs e a lnteraçao entre os µersonagens dos jogadores sao un bon exenµlo dlsso. Outras colsas, µoren, nao µoden ser decldldas de
lorna tao slnµles. Ouando o µersonagen µersegue un Cultlsta, ten a chance de ser descoberto. Hestas, e en outras ocaslões, sao
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
22
necessarlos testes.
Os µersonagens constantenente tentarao reallzar ações dlgnas
de avallaçao. Una lorna slnµles de classlllca-las e observar o quanto
elas µoden dar errado. Cunµrlnentar una µessoa e algo trlvlal, nas
roubar un carro certanente nao e. Os µersonagens µoden ser
subnetldos a testes senµre que o |estre decldlr que suas ações
corren un rlsco nrnlno de lalha, sejan elas tentatlvas de
arronbanento, µersegulções en alta velocldade ou slnµlesnente
µassar a labla en un µortelro µara entrar de graça en un clube.
Senµre que loren necessarlos testes, o |estre devera observar que
Parada de Dados os µersonagens deverao usar. ^s µaradas de dados
deternlnan o núnero de dados de dez lados (d10) que os
µersonagens usarao µara saberen se loran ben ou nal sucedldos
en seus testes. Exlsten trés tlµos de Paradas:
Presença: senµre que os µersonagens loren lnteraglr
soclalnente con outros µersonagens, usarao a Parada de Presença.
Desse nodo, quando un Helllln lor µassar a conversa en alguen,
tentar conqulstar a conllança de un anlnal ou lntlnldar un
segurança, usara sua µarada de Presença.
Pericla: e a µarada utlllzada quando os µersonagens loren usar
qualquer una de suas Esµeclallzações. Sera de longe a µarada de
dados nals utlllzada durante o jogo. Portanto, senµre que un Hell-
lln lor reµarar un carro, arronbar una µorta, dlgltar en un
conµutador ou ate nesno lutar, utlllzara sua µarada de Perrcla.
\ontade: e de lundanental lnµortáncla no uso de nagla. Sen-
µre que loren utlllzar seus |anllestos, ou lazer testes de reslsténcla a
nagla, os Helllln usarao sua µarada de \ontade.
^s µaradas de dados relleten un nrvel geral de conµeténcla nos
asµectos nrstlcos, objetlvos e subjetlvos dos µersonagens e quanto
nals dados en sua µarada, nals chances de obter ao nenos un
sucesso o µersonagen tera.
Outro lator que e lnµortantrsslno durante os testes de ^valla-
çao e a ¨|argen de Sucesso". ^ nargen de sucesso (ou slnµles-
nente ¨nargen") dlta que resultado o µersonagen µreclsa obter
en ao nenos un dos dados de sua µarada µara consegulr un
sucesso. ^s nargens sao dellnldas con base no sonatorlo de
dols dos atrlbutos dos µersonagens, denonstrando o quanto eles
sao bons ou rulns no que saben ou lazen. Ha nalorla das vezes,
lsso sera dellnldo µelo sonatorlo de una Caracterrstlca e una
Esµeclallzaçao (tals assoclações serao senµre descrltas no llvro
cono ¨Caracterrstlca + Esµeclallzaçao"). ^lgunas vezes a nargen
corresµondera a algo dllerente dlsso, deµendendo da sltuaçao
testes de Reslsténcla a nagla sao un bon exenµlo dlsso (veja o
caµrtulo /ascInIun).
Todas as dellnlções µara nargens de sucesso recalrao nas
segulntes sltuações:
· Caracterrstlca + Caracterrstlca: sao atrlbutos usados nos casos
de testes que envolvan as qualldades lntrrnsecas de un µersona-
gen, relletlndo nals suas aµtldões naturals que seus conheclnentos.
Exenµlos: Força + Frslco µara erguer un µeso, Rellexos + Frslco
µara nanter o µlque de una corrlda ou Frslco + lntellgéncla µara
nao cochllar durante as exµlanações do bruxo.
· Caracterrstlca + Esµeclallzaçao: sao os atrlbutos utlllzados no
caso de testes que envolvan conheclnento esµeclallzado, alen de
un µouco de aµtldao.
Exenµlos: lntellgéncla + |ecánlca µara concertar una noto,
lntellgéncla + ldlonas µara conµreender un recado en lrngua
estrangelra, Rellexos + Tlro µara acertar o µneu de un carro en
novlnento.
^ lntençao deste slstena e que qualsquer atrlbutos µossan
ser conblnados µara dellnlr a nargen de sucesso, de nodo que
o |estre senµre conslga chegar a una nargen que julgue
µrudente e adequada µara a sltuaçao.
Sendo assln, aµos dellnlda a nargen de sucesso, o jogador
rola quantos dados a sua µarada µernltlr e observa os resultados
se ele consegulr ao nenos un resultado lgual ou nenor que sua
nargen de sucesso, ele lol ben sucedldo.
EXLmlLce LL +Le+Le LL AvALlAÇÀc.
· Esta tentando levar a rulva µara casa aµos a lesta da llrna³
teste Presença, con nargen lgual a Carlsna + Seduçao.
Seu carro quebrou ben no nelo do canlnho teste Perrcla, con
nargen de sucesso lgual a lntellgéncla + |ecánlca µara conserta-
lo.
· ^dorador da Lua Hegra jogou un leltlço sobre vocé teste
\ontade, con nargen de sucesso lgual a Esµrrlto + Frslco (nelhor
descrlto en /ascInIun) ou so acorde a tenµo de llnµar o traselro de
un Baalln.
· O segurança ja esta enchendo sua µacléncla teste Presença,
con nargen lgual a Carlsna + lntlnldaçao (ou Força + lntlnldaçao)
µara lntlnlda-lo.
· Ja se encheu do trallcante³ Teste Perrcla, con nargen de sucesso
lgual a Rellexos + Luta µara acerta-lo no quelxo.
· Ten un atlrador con un rllle aµontado µara sua cabeça, ben
aclna do seu µredlo teste Perrcla, con nargen de sucesso lgual
a Rellexos + Perceµçao µara µerceber o brllho da nlra laser antes
que seja tarde.
· Ora, veja so quantos garlos e colheres bacanlnhas! teste
Presença, con nargen de sucesso lgual a lntellgéncla + Etlqueta
µara saber con qué coner o µelxe.
· O Precursor val se arreµender µelo nandato de µrlsao teste
Perrcla, con nargen lgual a lntellgéncla + Conµutaçao µara entrar
en sua conta bancarla vla lnternet.
· O que a grlnga lalou³ Teste Perrcla, con nargen de sucesso
lgual a lntellgéncla + ldlonas µara saber que ela lala da arna na sua
nuca.
· \océ tenta sublr o nuro que da µara os jardlns do casarao
teste Perrcla, con nargen lgual a Rellexos + Escalada µara sublr.
· \océ tenta convencer o lornecedor alenao do Precursor de que
agora ele nao ten dlnhelro µara µagar o lorneclnento de arnas
Teste Presença, con nargen lgual a Carlsna + ldlonas µara
convencé-lo.
lr+LrelLALL Lc GLcLeec
Entao, cada resultado que seja lgual ou menor que a nargen
de sucesso do µersonagen reµresenta un sucesso. Ceralnente, un
sucesso basta µara que una açao seja ben sucedlda, nas un núnero
nalor de sucessos lndlca un desenµenho suµerlor o núnero de
sucessos conseguldos nun teste lndlca sua ¨lntensldade". ^len do
nals, ocaslonalnente serao necessarlos nals sucessos en
deternlnadas ações (cono con as ações conµlexas).
FALHAe
Ocaslonalnente, os µersonagens lalharao. Una lalha ocorre
senµre que o µersonagen so consegulr resultados nalores que sua
LLllrlÇÀc LAe MARcLre LL GLcLeec.
1. Sen conentarlos
2. Pesslna
J. Horrrvel
4. Fraca
b. |edla
6. Boa
7. Otlna
8. Excelente
9. Esµetacular
10. |axlna
lr:LrelLALL Lc GLcLeec.
1. |rnlno
2. Bon
J. Otlno
4. Excelente
b+ Sucesso ^bsoluto
TLe:Le GLcRL:ce
Ha ocaslões en que nao e convenlente µara a hlstorla que
o jogador salba o resultado de seus testes: nuna enboscada
µor exenµlo (nesno que o jogador lalhe en seu teste µara
µercebé-la, val llcar ¨en guarda" esµerando algo nau e
reµentlno µara seu µersonagen). Hestas ocaslões, o |estre laz
un teste secreto, resµeltando as estatrstlcas do µersonagen
lsso nanten o cllna de susµense, e os jogadores alnda
terao a justa oµortunldade de lnlluenclar no desenrolar dos
eventos atraves de seu µersonagen.
LLX. FLcRAe
2J
nargen de sucesso en sua µarada de dados. Ouando lsso aconte-
ce, sua açao lol nal sucedlda.
O ¨10"
^ desµelto de quao alta seja a nargen de sucesso de un
µersonagen, un resultado lgual a ¨10" senµre sera una lalha. ^len
do nals, caso a jogada nao resulte en nenhun sucesso e alnda
haja resultados ¨10" en sua µarada, as colsas se tornan realnente
conµllcadas.
FALHAe CRl+lcAe
Se durante o rolanento dos dados un µersonagen nao conse-
gulr nenhun sucesso e tlver algun (ou alguns) ¨10", ele obteve
una lalha crrtlca. Os resultados de una lalha crrtlca llcan a crlterlo
do |estre, e µoden ser algo cônlco, terrrvel ou letal, nas geralnente
serao desastrosos, e levarao todas as chances do µersonagen ao
chao.
O ¨1"
O resultado ¨1" senµre sera un sucesso. ^len do nals, cada
resultado ¨1" da dlrelto a rolar nals 1d10, a desµelto de toda a
µarada de dados ja ter sldo usada. Desse nodo, aunentan-se as
chances de obter-se un sucesso absoluto.
GLcLeec AeecLL+c
En ternos slnµles, e o contrarlo da lalha crrtlca. Senµre que
un µersonagen consegulr clnco sucessos en sua µarada de
dados, ele consegue un sucesso absoluto. Ceralnente, eleltos
esµeclals se aµllcan a sucessos absolutos cono con as lalhas
crrtlcas, llca-se a crlterlo do |estre o que acontece, nas un resultado
conun e a resoluçao autonatlca da açao, µor nals conµlexa
que ela seja (cono sera vlsto adlante).
VARlAÇcLe
Enbora baslcanente a dlnánlca dos testes ja tenha sldo cltada
aclna, ocaslonalnente ela solrera varlações. lsso geralnente se
aµllca a ações que se tornan exageradanente lacels ou dllrcels.
Hesse caso, sao aµllcados nodlllcadores da nargen de sucesso
as tentatlvas dos µersonagens.
Exenµlos de jogadas nodlllcadas:
· Jullus, un ^collto, µersonagen de ltallo, ganha a vlda cono
assaltante µrollsslonal. Ele consegulu lnvadlr a bela nansao de
un nlllonarlo sen chanar a atençao, e agora esta de lrente µara
seu colre. Para que Jullus µossa arronba-lo, ltallo devera ser ben
sucedldo nun teste de Perrcla, con nargen de sucesso lgual a
lntellgéncla + Segurança (Jullus ten nargen lgual olto trés da
lntellgéncla e clnco da Esµeclallzaçao). Para o seu desesµero, o
^collto µercebe que a trava do colre esta llgada a un nodernrsslno
slstena de alarne, e que ele nao ten as µeças ldeals µara desarna-
lo. O |estre entao declde que a açao torna-se dllrcll, ganhando un
redutor de dols µontos na nargen de sucesso (que µassa a ser
sels).
· ^lberto, un \eneravel, µersonagen de Frederlco, esta µrestes a
ser atacado µor un assaltante, enquanto esµera un contato. O
jogador µreclsa ser ben sucedldo nun teste de Perrcla, con nargen
de sucesso lgual a lntellgéncla + Perceµçao µara que ^lberto µossa
µercebé-lo, nas sua nargen de sucesso esta sendo reduzlda en
dols µontos graças a escurldao do beco onde ele se encontra.
^len dos nodlllcadores da nargen de sucesso, outra tecnlca
conun aµllcada µara varlar os testes de avallaçao e aunentar a
lntensldade de sucessos necessarla µara se conµletar una açao. Ouer
dlzer que o |estre µode exlglr que nals sucessos se laçan necessarlos
µara que a açao seja ben sucedlda.
Exenµlos de jogadas conµlexas:
· Un Cuerrllhelro tenta acessar de sua casa o slstena de
conµutadores de un hotel µara descobrlr o quarto de un hosµe-
de en esµeclal. O |estre declde que tal slstena deve ser dllrcll de
lnvadlr, e lnµõe ao µersonagen una lntensldade de sucesso lgual
a trés. O Jogador rola os dados e consegue 4 sucessos! Sendo
assln, ele e ben sucedldo na µrlnelra tentatlva.
· Fuglndo da µolrcla, un Bastardo se deµara con una µorta
trancada. Hao ha tenµo µara sutllezas, ele tentara arronba-la. O
|estre exlge una lntensldade de sucesso lgual a b (nulto dllrcll
a µorta e de lerro e µossul varlas trancas). O jogador rola os dados
e consegue dols sucessos bon, nals nao o bastante. Ele µreclsa-
ra acunular nals J sucessos en suas µroxlnas jogadas µara
µoder arronbar a µorta.
Essa tecnlca e aµllcada quando a dlllculdade da açao µernanece
a nesna, nas os µersonagens tén necessldade de un elelto
nals aµrlnorado ou dranatlco. O |estre µode exlglr una
conµlexldade de quantos sucessos achar necessarlos, nas
geralnente os llnltes glrarao en torno de dez sucessos (a nals
absurda conµlexldade).
Outra lorna de se conµllcar a dlllculdade dos testes e conbl-
nar as duas varlações aclna, µara testes realnente dllrcels.
Exenµlo de jogada nodlllcada e conµlexa:
· |arcos, un \lslonarlo que ganha a vlda cono detetlve, µerse-
gula a esµosa de seu cllente, susµelta de adulterlo. lnlellznente, o
lusqulnha 69 de |arcos solreu un reµentlno surto de enµacanen-
to agudo. Ele µreclsa ser raµldo, µols o tránslto esta coneçando a
se desobstrulr, e nesno dlrlglndo devagar cono costuna, seu
alvo nao tardara a sunlr de vlsta. Para lazer o carro µegar, o
jogador µreclsa ser ben sucedldo nun teste de Perrcla, con
nargen de sucesso lgual a lntellgéncla + |ecánlca, dlnlnurda en
trés µontos graças a auséncla de lerranentas µara a reallzaçao do
trabalho. ^len dlsso, o lusca se encontra todo ¨engatllhado", de
nodo que |arcos µreclsara de una lntensldade de trés sucessos,
no nrnlno, µara dlagnostlcar o delelto a tenµo.
FALHAe L GLcLeece AL+cmA+lcce
^lgunas vezes, nodlllcadores levarao as nargens de sucesso
aclna de dez ou abalxo de zero. lsso nao e nulto conun, nas
ocaslonalnente acontecera. Una nanelra slnµles de resolver lsto
e lnµor sucessos ou lalhas autonatlcas. Se un µersonagen ja
tlnha una nargen de sucesso alta, e un bônus a elevou aclna de
dez, nada nals justo que conslderar alguen tao conµetente cono
ben sucedldo autonatlcanente. O contrarlo e valldo µara quen
contava con una nargen de sucesso balxa, e un redutor acabou
µor anula-la. Consldera-se que a sltuaçao escaµa ao conheclnento
do µersonagen e que ele e lncaµaz de resolvé-la. Estas sltuações,
e claro, sao julgadas de acordo con os lnteresses do |estre nao
e so µorque aquele Cuardlao ten una nargen de sucesso 9 que
ele nao µode tlrar una lalha crrtlca. ^llnal de contas, essas colsas
acontecen.
AÇcLe Lm ccrJLr+c
Outra sltuaçao conun e a cooµeraçao entre µersonagens.
^lgunas vezes eles se unlrao alln de executar una tarela
esµeclalnente dllrcll ou denorada. Senµre que lsso acontecer, o
nestre µrocurara no gruµo aquele que tlver a nelhor nargen de
sucesso, e en segulda aµllcara un bônus de un µonto µara cada
nenbro do gruµo que lor ajudar. O nestre µodera rejeltar
µersonagens sen a Esµeclalldade desejada ou conslderar que dols
µersonagens nao esµeclallzados contan cono un. E senµre bon
lenbrar que as vezes ajuda denals µode atraµalhar, e deternlna-
das ações sao reallzadas nals lacllnente µor aµenas un
µersonagen clnco µessoas tentando arronbar una lechadura
nao vao chegar a lugar algun. ^len do nals, una açao µode ser
reduzlda no naxlno a ¨Slnµles" dessa lorna (+2 na nargen de
sucesso).
McLiiicALcRLS CiRctiS:AiciAiS.
Slmples: ajuste de +2
Facll: ajuste de +1
Hormal: 0
Desa|lador: ajuste de -1
Dl|icll: ajuste de -2
^bsurdo: ajuste de -3
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
24
TLr+ArLc cL+RA vLz
lnevltavelnente, os µersonagens lalharao. Contudo lsto nao
slgnlllca dlzer que os jogadores vao deslstlr. E ben µrovavel que eles
contlnuen tentando ate que conslgan, µor nals que lsto venha a
denorar. O |estre µode atenuar un µouco esta ¨aµelaçao" lnµondo
dlllculdade extra µor tentatlvas lalhas. ^ cada lalha, o |estre dlnlnul
en un µonto a nargen de sucesso do µersonagen, ate que ele
conslga ou esgote sua nargen. |esno assln o µersonagen µodera
contlnuar tentando, nas con sua nargen de sucesso llnltada a
un. Estes redutores na verdade esµelhan o estresse que lalhas
consecutlvas causan (nas po¡ guc csIa naguIna naIcIIa aInca nao
IuncIona¨ AIIII/), e so deverao ser ellnlnados se o µersonagen se
der un descanso razoavel. Se o |estre desejar, µodera µrolblr novas
tentatlvas aµos una lalha crrtlca.
AÇcLe MLL+llLAe
Hao sera lnconun que os jogadores tenten lazer con que seus
µersonagens reallzen un nonte de colsas ao nesno tenµo. En
algunas ocaslões, o contexto e as regras µernltlrao que lsso aconte-
ça veja, µor exenµlo, as ações llvres: o nestre µode µernltlr quantas
ações llvres ele ache µrudente en una únlca rodada, sen que lsso
enµeça o µersonagen de reallzar una açao slnµles. Portanto, nesno
que grlte un avlso e saque sua arna, un µersonagen alnda µode
reallzar una açao slnµles na nesna rodada, cono atlrar ou esqulvar-
se.
Exenµlos de ações llvres e slnµles conblnadas:
· Chanar un allado e golµear un adversarlo nuna luta
· Sacar una arna e atlrar (contanto que ela esteja carregada)
· Dar µartlda en un carro e arrancar en luga
· ^brlr una µorta (destrancada) e esconder-se en un cônodo
O slstena de regras de REBELl^O tanben contenµla a
µosslbllldade da reallzaçao de varlas ações slnµles nuna nesna
rodada. Ha, contudo, algunas condlções µara lsso: 1) sonente µode-
se lazer ações núltlµlas con a µarada de Perrcla, µortanto, nlnguen,
nas nlnguen nesno, µode: lnvocar un nonte de |anllestos ao
nesno tenµo en que atlra en seu lnlnlgo e seduz a nulher dele, 2)
cada açao extra exlge µelo nenos un dado da µarada, de nodo que
e lnµossrvel reallzar un núnero nalor de ações que o núnero de
dados da µarada de Perrcla no lln, o jogador declde quantos dados
de sua µarada val destlnar a cada una das núltlµlas ações, e J)
nesno µara µersonagens exµerlentes, con una grande µllha de
dados en Perrcla, o llnlte de ações en una únlca rodada e lgual ao
seu nrvel de Rellexos. ^len destas condlções, deve-se observar que
cada açao extra tende a ser nals dllrcll lazer nultas colsas ao
nesno tenµo senµre e estalante. Por lsso, a nargen de sucesso,
µara cada açao alen da µrlnelra, e dlnlnurda en un µonto,
cunulatlvanente. ^ssln, havera un ajuste na nargen de sucesso
de -1 µara a segunda açao, -2 µara a tercelra, -J µara a quarta e -4
µara a qulnta e últlna µossrvel. Caso o µersonagen tenha sua nargen
reduzlda a 0 en vlrtude dos ajustes negatlvos lnµostos a ele, nao
µodera lazer aquela açao esµecrllca, nesno que alnda tenha dados
en sua µarada e seus Rellexos lhe µernltan aglr, e tanben µerde os
dados dlrlgldos aquela açao consldera-se que ele teve una lalha.
Deve-se notar que o nestre ten a µalavra llnal µara que ações µoden
ou nao ser reallzadas nuna nesna rodada, nao lnµortando se as
regras aµarentenente as µernlten.
Exenµlo de açao núltlµla:
· ^nderson lol cercado µor dols agentes da R^|, dlsµostos a leva-
lo cono cobala µara seus laboratorlos. Se µassar µelo agente a sua
lrente, ^nderson µodera saltar µela janela (una queda de sels netros
desencorajadora µara a nalorla dos hunanos, nas nada letal
µara un Helllln), nas ele µreclsa ser raµldo, µols os honens µortan
arnas con µoderosrsslnos tranqülllzantes. O |estre dlz que estas
sao duas ações (enµurrar o agente a lrente e saltar µela janela) e
µergunta cono Danllo, o jogador, val dlvldlr sua µarada de Perrcla.
^nderson ten Perrcla 4, e val destlnar trés dados a enµurrar o agente
e un dado µara saltar (a janela esta µroxlna). Para o µrlnelro teste,
a nargen de ^nderson e 7 (Força J + Luta 4, µara dar un
¨encontrao") e µara o segundo e b (Rellexos 4 + Esµortes 2, nenos
un µonto de ajuste µor ser esta a segunda açao de una nesna
µarada). Danllo rola os trés dados da µrlnelra açao (o enµurrao) e
consegue os resultados J, 7 e 0: dols sucessos (o bastante µara
desequlllbrar o agente) e o |estre o autorlza a lazer o segundo teste
(o salto µela janela): Danllo rola seu últlno dado e obten o resultado
2! ^nderson joga o truculento nercenarlo da R^| µara o lado
e salta sorrldente µela janela (o chao µarece un µouco dlstante,
nas ^nderson aµrendeu a se µreocuµar con aµenas una colsa
µor vez en sua vlda).
.E AÇÀc!
Daqul µara a lrente, as regras exµllcarao os µrocedlnentos certos
µara cenas de açao, cobrlndo desde µersegulções ate o conbate.
McvlmLr+c
^s regras de novlnentaçao de µersonagens ten µor lunçao
orlentar o |estre, alen de servlr de releréncla µara os jogadores,
quando lor necessarlo saber o µoslclonanento e deslocanento
µreclsos de cada µersonagen.
Canlnhar: Os µersonagens µoden canlnhar una dlstáncla lgual a
seus Rellexos x 10n/rodada.
Trotar: Os µersonagens µoden trotar µor una dlstáncla lgual a
seus Rellexos x J0n/rodada.
Corrlda de |undo: Os µersonagens µoden se subneter a una
corrlda de reslsténcla durante un núnero de horas lgual a seu Frslco
+ 1. ^ dlstáncla µercorrlda sera lgual a seu valor en Rellexos +1b
kn/hora.
Corrldas de exµlosao: Os µersonagens µoden correr µode una
dlstáncla lgual a Rellexos x b0n, µor un núnero de rodadas lgual a
seu Frslco. ^µos lsso, eles µoden nanter una corrlda en rltno de
lundo.
VlelelLlLALL
Hen senµre havera a luz do Sol ou lánµadas eletrlcas µara
llunlnaren o canlnho. En dlversas sltuações, a lunlnosldade do
cenarlo lra aletar o desenµenho dos µersonagens se vocé ja
µrocurou o arnarlo, no escuro, atras de una lanterna sabe do que
estanos lalando. Por lsso, senµre que a vlslbllldade dos µersonagens
llcar conµronetlda, eles deven ser subnetldos aos segulntes ajus-
tes en suas nargens de sucesso:
Luzes dl|usas (llunlnaçao de velas): -1
Penumbra (nolte llunlnada µela lua): -2
Escurldao (nolte sen luar): -J
Trevas totals (ceguelra): -4
Os µersonagens tanben solren ajuste de -4 ao lldaren con
oµonentes lnvlsrvels.
JccALAe Ar+AccrlcAe
Sao jogadas que ocorren quando dols ou nals µersonagens
dlsµutan µor un nesno objetlvo. Hesta categorla se enquadran
quedas-de-braço, µersegulções, corrldas en alta velocldade, e etc.
Senµre que dols ou nals µersonagens se encontraren en sltuações
antagônlcas, os segulntes µrocedlnentos µoden ser seguldos:
1. Todos lazen seus testes usando a µarada de dados aµroµrla-
da, con nargens de Estatrstlca + Estatrstlca sugerldas µelo |estre.
2. En segulda, contablllzan-se os sucessos cada sucesso de
un antagonlsta anula o do outro. O conµetldor que consegulr
acunular ao llnal de una ou nals rodadas una dllerença de clnco
sucessos antes dos denals antagonlstas e o vencedor.
^s regras aclna, aµesar de slnµles, µoden se enquadrar
µerleltanente en µersegulções a alta velocldade, cabo-de-guerra,
µersegulções dlscretas ou corrldas. Deceµclonado³ Ben, lanentanos,
nas conµllcações nao sao o nosso lorte. ^balxo seguen algunas
sugestões µara as jogadas antagônlcas nals conuns:
Persegulções dlscretas: o µerseguldor testa Perrcla, con nargen
de sucesso lgual a Rellexos + Furtlvldade, enquanto o µerseguldo
testa Perrcla, con nargen de sucesso lgual a lntellgéncla +
Perceµçao. Cada sucesso do µerseguldo anula un sucesso do
µerseguldor. Se o µerseguldor lor descoberto, adeus dlscrlçao.
Persegulções de carro: Os dols µartlclµantes testan Perrcla,
con nargen lgual a Rellexos + Dlreçao. Se o µerseguldor alcançar
seu alvo, µodera lorça-lo µara lora da estrada usando o nesno
slstena. Se o µerseguldo consegulr vencer a conµetlçao, adeus.
Ouedas-de-braço ou cabos-de-guerra: Os conµetldores tes-
tan Perrcla, con nargen lgual a Força + Frslco (ou Força +
Esµortes).
Estes sao os exenµlos nals conuns de jogadas antagônlcas.
LLX. FLcRAe
2b
|ultas outras sltuações senelhantes µoden surglr durante as ses-
sões de jogo, nas a nalorla, senao todas, µoden ser encalxadas
neste conjunto de regras. O |estre µode se sentlr a vontade µara
adaµta-las ao nodo que achar nals convenlente.
CcmeA+L
^ vlda dos Helllln e nulto novlnentada e µerlgosa, seus lnlnlgos
estao µor toda µarte. Por este nesno notlvo, nals cedo ou nals
tarde eles µreclsarao lutar µor suas vldas. Conbates costunan
ser as cenas nals agltadas, assln cono as que consonen nals
atençao µor µarte dos jogadores con certeza chegan a ser a
atraçao µrlnclµal µara alguns deles. ^qul serao exµllcadas as duas
nodalldades baslcas de conbate: arnado e de naos llnµas,
alen de exµlanações sobre dano e regeneraçao.
CRcArlzArLc Ae ccleAe.
Enbora sltuações reals de conbate sejan absolutanente
lnµrevlsrvels e caotlcas, nao serla nada engraçado ver o |estre e os
jogadores se engalllnhando µara saber quen age µrlnelro e o que
µode lazer. O conbate en REBELl^O obedece a una seqüéncla de
ações µreestabelecldas µara evltar que os µartlclµantes µercan o rltno
do jogo, nantendo o dlnanlsno e slnulando un µouco de veraclda-
de nas cenas.
^ µrlnelra nedlda tonada quando se lnlcla un conbate e a
deternlnaçao da lnlclatlva. En segulda, deternlnan-se os ataques,
que coneçan µela µarte vencedora da lnlclatlva. Exlsten dols tlµos
de ataques: arnados e de naos llnµas. O sucesso nun teste de
ataque lndlca que o oµonente acertou o alvo e lhe causou dano. ^
µarte atacada deternlna sua absorçao, nlnlnlzando os danos
causados µelos atacantes. ^µos a execuçao de todos estes µassos, a
µarte atacada µassa a olenslva e os atacantes se delenden. O conbate
contlnua entao ate que alguen seja vencldo ou luja.
^balxo descreverenos con nals detalhes cada etaµa do conbate.
lrlclA+lvA
^ lnlclatlva deternlna qual das µartes envolvldas no conbate
aglra µrlnelro. Una lorna slnµles e raµlda de decldlr a lnlclatlva
e µedlr que cada gruµo envolvldo jogue un dado o |estre joga
µelos PCs e un dos jogadores µelo seu gruµo. ^quele que obtlver
o nalor resultado lnlcla as rodadas de ataque, coneçando µelo
lntegrante que o gruµo achar nelhor. ^µos todas as ações do
gruµo vencedor da lnlclatlva age o gruµo µerdedor, tanben
coneçando seus ataques µelo lntegrante que nelhor lhe convlr.
Todas as rodadas subseqüentes resµeltarao esta orden, alternando
os gruµos durante a µassagen. ^ destreza dos µersonagens µode
ser conslderada ao se deternlnar a lnlclatlva. Para lsso, cada
µersonagen (lnclulndo os do nestre) deve lazer un rolanento de
dados. lndeµendente do gruµo a que µertençan, os µersonagens
aglrao en orden decrescente en relaçao ao resultado de suas
jogadas + Rellexos. Personagens que conslgan resultados lguals
aglrao slnultaneanente. Esta orden de açao µode ser reµetlda
nas rodadas subsequentes ou µoden ser exlgldos testes de Rellexos
a cada rodada.
Enbora este seja o netodo nals denorado, e o que nals se
aµroxlna da realldade.
A+AcLL
Os vencedores da lnlclatlva µoden entao atacar. Exlsten dols
tlµos baslcos de ataque:
^taque de maos llmµas: E a nodalldade nals slnµles de
conbate. ^qul os µersonagens utlllzarao µunhos, µes, cotovelos e
outras µartes do corµo µara lnlllglr dano aos seus adversarlos.
Oualquer µessoa e caµaz de agredlr alguen. Portanto, qualquer
µersonagen esta aµto a µartlclµar de brlgas, tenha ele µratlca ou
nao. Para lsso, os µersonagens testan Perrcla, con nargen de
sucesso lgual a Rellexos + Luta.
^taque ^rmado: Os agressores lazen uso de arnas brancas ou
arnas de logo µara lerlr seus oµonentes. Ouando os µersonagens
atacan con arnas brancas, testan Perrcla con nargen de suces-
so lgual a Rellexos + ^rnas Brancas (µara arnas brancas
convenclonals cono lacas, esµadas ou nachados) ou Rellexos +
Kobudo (µara arnas orlentals cono tonlas, katanas ou nunchakus).
Para ataques con arnas de logo, os µersonagens testan Perrcla,
con nargen de sucesso lgual a Rellexos + Tlro.
Hota: ^ regra das lalhas crrtlcas vale µara os testes de ataque.
Una lalha crrtlca durante un ataque con arnas brancas lndlca que
a arna calu das naos do usuarlo, se quebrou ou qualquer outra
sacanag. elelto orlglnal atrlburdo µelo |estre. Falhas crrtlcas con
arnas de logo µoden ser nals µerlgosas. De qualquer nodo,
consldere que en anbos os casos o µersonagen µerde a µroxlna
açao se reconµondo do golµe nal executado, µegando sua
arna no chao ou desenµerrando sua µlstola.
LArc
Cada sucesso nun teste de ataque lndlca que o alvo lol atlngldo
e solreu reduçao en seus Patanares \ltals (P\s). ^taques que utlll-
zan arnas costunan ser nals letals, e µortanto, causan nals da-
nos en seus alvos. Por lsso, cada arna conta con una estatrstlca
chanada lndlce de Dano (lD), que reµresenta o núnero de µontos
que un µersonagen deve sonar aos sucessos de seu ataque,
aunentando assln o dano total solrldo µelo alvo. O dano de cada
ataque e calculado da segulnte lorna:
· ^taque desarmado: sucessos do ataque + Força do agressor.
· ^taque com armas brancas: sucessos do ataque + Força do
agressor + lD da arna en questao.
· ^taque com armas de |ogo: sucessos do ataque + lD da arna
en questao.
AeecRÇÀc
^lvos agredldos subtraen do dano de cada ataque solrldo un
núnero de µontos lgual ao seu Frslco. Hao lnµorta o quao balxo seja
un total de dano e o quao alto seja o Frslco do alvo, un ataque ben
sucedldo causa ao nenos 1 µonto de dano.
EecLlvA
^ esqulva e una otlna lorna de evltar danos (µrlnclµalnente
contra arnas de logo). O únlco µroblena e que ela conta cono a
açao do µersonagen desse nodo, na rodada en que o
µersonagen se esqulva, ele deve dlvldlr sua µarada de Perrcla entre a
esqulva e a açao que µretende reallzar (ou µode aµenas se esqulvar,
aunentando suas chances de escaµar do golµe), nas µode absorver
danos nornalnente. Para se esqulvar, un µersonagen deve ser ben
sucedldo nun teste de Perrcla, con nargen de sucesso lgual a
Rellexos + Esqulva cada sucesso anula un sucessos do atacante.
Se o delensor lgualar ou suµerar os sucessos do atacante, ele evlta o
golµe e desconsldera o dano. Caso contrarlo, ele alnda ten dlrelto a
absorçao (o dano llnal deve ser ajustado en vlrtude dos sucessos do
ataque anulados µelos sucessos da esqulva).
FLRlmLr+ce L eLAe CcreLcLLrclAe
Os Patanares \ltals (P\s) reµresentan o nrvel nedlo de saúde
e condlçao lrslca dos µersonagens. Senµre que un µersonagen e
lerldo de alguna lorna, µerde P\s. Cada µersonagen ten de b a
LrA lALAVRlrlA ecLRL ¨RLALlerc¨
O slstena de conbate de REBELl^O nao tenta ser reallsta
alen do necessarlo a vloléncla real e lnµossrvel de ser
caµturada µor regras abstratas, e aconodanos aqul aµenas o
necessarlo µara llustrar a necessldade do conlllto en hlstorlas
eµlcas. Por lsso, de certo nodo, retratanos un tlµo de açao
clnenatograllco, lnverossrnll µara a vlda real, nas µlenanente
coerente µara un nundo de lantasla eµlca e sobrenatural
os Helllln (e nultos outros µersonagens) serao baleados,
surrados, atroµelados, calrao de grandes alturas e alnda assln
se levantarao µara contlnuar lutando. O slstena de dano nao
µrocura relletlr o que serla una verdadelra nutllaçao de un
corµo hunano, e µor lsso nos contentanos en crlar un
conjunto de dlretrlzes vlrtual de lntegrldade lrslca e os
lncônodos de µossrvels lerlnentos.
Essa nao e una hlstorla centrada en vloléncla, nas en
conllltos norals e lllosollcos que ocaslonalnente vesten a
alegorla da luta convenclonal.
Dlto lsto, µodenos segulr en lrente.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
26
2b P\s.
Ben, ja lol dlto que lerlnentos lncorren na µerda de P\s, nas
esta µerda tanben acarreta certos µroblenas µara os µersonagens
o acúnulo de núltlµlos lerlnentos torna-se un lncônodo a ser
observado. Oualquer µersonagen con 4 P\s ou nenos solre una
µenalldade de dols µontos na sua nargen de sucesso µara testes de
Perrcla este ajuste rellete a dlllculdade de un corµo lerldo en
obedecer aos conandos da vontade. Hote que este llnlte estabelece
una µroµorçao de toleráncla a dor dllerente µara cada lndlvrduo:
µersonagens con nals P\s µoden solrer nals lerlnentos (sao nals
robustos) sen aµarentenente seren aletados µor lsso, enquanto os
realnente lragels (Frslco 1 e b P\s) µor nulto µouco serao abalados.
O ajuste negatlvo desaµarece assln que o PJ chega a sels ou
nals P\s.
lrccreclLrclA
Senµre que os µersonagens µerderen todos os seus P\s,
caen lnconsclentes. Se o últlno ataque recebldo extraµolar os
nrvels que o µersonagen alnda tlnha (Ex.: o µersonagen so tlnha
un Patanar e solreu un dano de sels), contan-se tanben os
P\s negatlvos. Eles serao lnµortantes na deternlnaçao de
regeneraçao e norte.
Os PJs contlnuarao desacordados ate que cheguen a 1P\,
quando recobrarao a conscléncla.
CLLLAe
Crandes quedas µoden lerlr os µersonagens, a desµelto de
todos os seus µoderes e dons. Consldera-se que a µartlr de trés
netros de queda, cada netro adlclonal causa unPatanar de
dano ao µersonagen. Usa-se a ^bsorçao µara anenlzar os eleltos
da queda, nas aµenas aµos todo dano ser estlµulado.
^len do uso obvlo de |anllestos, os PJs µoden anenlzar os
eleltos da queda atraves de un teste de Perrcla, con nargen lgual
a Rellexos + Esµortes: cada sucesso dlnlnul o dano en un µonto.
FLcLrLRAÇÀc
Todas as crlaturas vlvas sao caµazes de regenerar-se de seus
lerlnentos. De nodo geral, µode-se conslderar que qualquer crlatu-
ra nao-nrstlca ten una regeneraçao lgual a un Patanar \ltal µor
dla, contanto que receban tratanento adequado e llquen en
reµouso caso contrarlo, o µerrodo e aunentado µara trés dlas.
^len dlsso, nlnguen µode recrlar nenbros µerdldos.ben, quase
nlnguen. Cono sao conµostos µor esµrrlto, os Helllln deten
una caµacldade de regeneraçao nulto suµerlor a nornal: eles
µoden regenerar un Patanar \ltal µor hora, alen de µoderen
recrlar nenbros µerdldos, sen a necessldade de culdados ou
reµouso. ^len dlsso, se desejaren, os Helllln µoden acelerar seu
µrocesso regeneratlvo usando µontos de |ana. Cada µonto gasto
con este lntento regenera un P\. O µrocesso e doloroso, nas
ellcaz (allnal de contas, o µersonagen esta reallzando en segundos
o que seu organlsno levarla horas µara ternlnar).
AeelmlLAÇÀc LL LArc
Exlsten alguns equlµanentos, ou nesno rouµas relorçadas, que
¨enµrestan" P\s aos seus usuarlos na verdade, eles asslnllan
una µrlnelra lrente de dano, e sao lnutlllzados ao µerderen todos os
seus P\s (qualquer dano que exceda a caµacldade de P\s de un
objeto de delesa µassa a ser atrlburdo ao seu usuarlo, que alnda µode
absorvé-lo). Tals objetos nao tén dlrelto a absorçao de dano, µols
nao µossuen un valor de Frslco o que eles lazen e reter alguns
golµes antes que se quebren µor excesso de dano.
^balxo seguen alguns exenµlos de naterlal con esta llnallda-
de, con suas descrlções e µossrvels µenalldades:
· Escudo de troµa de choque: µossul 10 P\s, nas seu uso lnµõe
un redutor de un µonto na nargen de sucesso en testes de Perrcla,
en vlrtude de sua balxa naneabllldade.
· Colete a µrova de balas: µossul 20 P\s e dlnlnul en 1 µonto os
Rellexos.
· Caµacete de notoquelro: µrotege a cabeça do usuarlo e ten b
P\s, nas dlnlnul os Rellexos e a Perceµçao en un µonto.
· Caµacete de troµa de choque: ten b P\s e nao altera a caµaclda-
de de µerceµçao do usuarlo, µor ser µrojetado µara sltuações de
conlllto.
McR+L
Oualquer µersonagen nortal norrera se solrer algun dano
aµos µerder todos os seus P\s. ^ssln, se un nortal lor levado a
P\s negatlvos, ele estara acabado. Un Helllln, contudo, so norrera
se solrer una quantldade absurda de dano eles reslsten ate
un valor negatlvo lgual ao seu núnero de P\s (assln, se un
µersonagen ten 1b P\s, ele alnda sobrevlvera se solrer danos ate
-1b P\s). Tal µontuaçao slnbollza a lntegrldade relatlva do corµo
do Helllln un Hrbrldo que tenha chegado a un nrvel negatlvo
nalor que sua contagen de P\s lol conµletanente destrurdo,
tornando-se una µlra lunegante na rodada segulnte.
^µesar suµortaren dano excesslvo, os Helllln µoden ser leva-
dos a un estado de cona µrolundo aµos ultraµassaren o llnlte de
zero P\s. Ouando lsso acontece, contablllza-se o núnero de P\s
¨negatlvos" que o Hrbrldo µerdeu, e ele nao nals regenera un Pata-
nar µor hora, nas un µor dla (cono un nortal), ate chegar ao
nrnlno de zero, quando sua regeneraçao torna-se µotente outra vez.
MLllLlm L LcLrÇAe
Os nelllln nunca aµresentan doenças congénltas ou
degeneratlvas, cono cáncer ou dlabetes, e nunca norren graças
as doenças que nornalnente atlngen os hunanos. |as lsso nao
quer dlzer que eles sao lnvulneravels as nesnas. E µossrvel que
un Hrbrldo venha a contralr e ate nesno solrer os eleltos de una
doença, nas µor un curto µerrodo de tenµo nenhun organlsno
µatologlco e caµaz de sobrevlver no corµo-esµrrlto de un nelllln
µor nulto tenµo. Contudo, senµre que o |estre achar que una
deternlnada doença µossa vlr a ser un enµecllho µara o
µersonagen (cono a varlaçao nutante do ebola crlado µela
R.^.|.), ele deve lazer secretanente un teste de Perrcla, con
nargen lgual a Frslco + Esµrrlto. O Helllln µernanece doente µor
(sucessos -10) dlas. Hote que en alguns casos, lsso sequer e
tenµo sullclente µara que ele venha a aµresentar os slntonas da
nolestla que adqulrlu aµesar de que, durante este tenµo, ele
sera µortador, µodendo contanlnar outras µessoas que nao
contan con sua lnunldade sobrenatural.
FlcArLc eLm AR
En algunas ocaslões, os µersonagens llcarao desµrovldos
de ar. Un bon exenµlo dlsto e a lnersao en agua, ou nesno
sltuações en que o ar esteja lrresµlravel (cono en grandes
lncéndlos ou graças a vaµores toxlcos). En ternos de regras,
qualquer µersonagen µode µrender sua resµlraçao µor un núnero
FLcRA ClclcrAL. Ccr:LeÀc
^lguns jogadores µoden querer dllerenclar dano ¨letal" de
dano ¨contundente", µrlnclµalnente se o gruµo aµreclar jogos
con nultos conbates ou se estes estlveren nulto nortrleros.
^ contusao e o dano causado µor conbates corµo-a-corµo
sen arnas tal dano e nenos lntenso que o dano ¨letal" ou
¨conun" (causado µor arnas brancas e de logo), nao causa
µenalldades nas nargens de sucesso dos testes de Perrcla e
nao ellnlna nortals. ^o lnves de deduzlr os µontos de
contusao dos P\s (cono con dano letal) contablllze a
contusao seµaradanente: se os µontos de contusao se
lgualaren aos P\s do µersonagen no nonento, ele e
nocauteado (o dano de contusao tanben µode ser absorvldo,
segulndo nlsso as nesnas regras que o dano letal). Hote que
o dano nornal lnlluencla na quantldade de dano contundente
que un µersonagen µode receber, na nedlda que reduz os
seus P\s, o tornando nals vulneravel. Os µontos de dano
contundente que excedan os P\s do µersonagen sao
convertldos en dano letal (en lunçao da serledade da
agressao).
|ortals ellnlnan un µonto de contusao µor hora,
enquanto Helllln ellnlnan un µor rodada (eles sao ben nals
reslstentes). Os lerlnentos causados µelas arnas naturals de
entldades sobrenaturals (cono as garras de verslµellls ou a
nordlda de un aluqat) sao senµre dano letal.
LLX. FLcRAe
27
de nlnutos lgual ao seu Frslco. Claro que atlvldade lntensa µode
esgotar seu lôlego antes dlsso, e caso o |estre ache nals
aµroµrlado, slnµlesnente consldere que un µersonagen en
atlvldade µrende sua resµlraçao µor (Frslco X 2) rodadas. Deµols
dlsso, sua necessldade de resµlrar se tornara lnsuµortavel e ele o
lara lnvoluntarlanente (asµlrando o que quer que o cerque). Seres
hunanos sulocados ou alogados sobrevlven ate a rodada segulnte,
quando alguen µode tentar socorré-los e reanlna-los, atraves de
un teste de Perrcla, con nargen lgual a lntellgéncla + |edlclna.
Dols sucessos retlran a µessoa de µerlgo, enbora ela µernaneça
desacordada µor alguns nlnutos. Con nenos que lsso elas
norren ou sobrevlven con graves seqüelas o que o |estre
achar nals aµroµrlado.
Obvlanente, Helllln nao norren quando sulocados ou
alogados, nas µerden os sentldos ate que sejan resgatados e
reanlnados, usando-se o nesno netodo aclna, ou slnµlesnente
delxando con que sua lncrrvel regeneraçao surta elelto, o que
levara una hora.
LRAmA+lclLALL Lm CcmeA+L
Conbate e novlnento, lnµrovlso e sorte. Esteja µreµarado
µara tlrar vantagen das clrcunstánclas e µrevalecer sobre seus
adversarlos conheça os µornenores das regras de conbate,
cobrlndo as sltuações nals conuns durante o jogo.
AcLR+ce CRl+lcce
Un acerto crrtlco ocorre quando un atacante consegue un
sucesso absoluto b sucessos ou nals e reµresenta un golµe
declslvo. ^len do dano, un acerto crrtlco subnete o alvo a una
rodada de tonteanento, na qual ele nao µode desenµenhar nenhu-
na açao (enbora absorva o dano recebldo nornalnente). ^tlnglr
un µersonagen tonto tanben e nals lacll: +2 µara teste de
ataque e dano.
A+AcLL eLRlRLeA
Se un µersonagen consegulr enboscar seu alvo, ele nao
aµenas consegue autonatlcanente a lnlclatlva cono tanben
ganha un bônus de dols µontos en sua nargen de ataque e
dano causado. Un alvo laz juz a un teste secreto de Perrcla, con
nargen lgual a lntellgéncla + Perceµçao µara tentar µerceber o
ataque de surµresa se tlver sucesso, µerde a lnlclatlva (alnda
µodendo se esqulvar en sua rodada) nas a nargen de ataque e
dano de seu agressor nao ganha bônus de ocaslao.
FLArcLLAR
^s vezes, e µossrvel llanquear un adversarlo, de nodo a tor-
nar sua delesa nals conµllcada. Ceralnente, un µersonagen e
llanqueado quando enlrenta núltlµlos adversarlos (que nao lazen
llla µara aµanhar), que o cercan e reduzen sua caµacldade de
açao. Flanquear da ao agressor (ou agressores) un bônus de un
µonto na nargen de sucesso µara ataque, e o µersonagen
llanqueado ten un ajuste de 1 en sua nargen de sucesso µara
testes de Perrcla enquanto µernanecer nessa sltuaçao (e dllrcll aglr
con alguen o atlnglndo en seus µontos vulneravels).
CcLlLe EelLclAle (ClclcrAL)
Hornalnente, os µersonagens µoden aµllcar qualquer golµe
durante un conbate corµo-a-corµo a dlllculdade e os resultados
llnals serao senµre os nesnos. Poren, algunas vezes os jogadores
tentarao jogadas lnusltadas, e talvez vocé nesno µrellra salr da rotlna,
tornando o conbate nals conµlexo e reallsta. ^ segulr danos
algunas sugestões µara os golµes esµeclals nals lreqüentes:
^rremessos: usan un slstena de alavanca corµoral µara
derrubar os adversarlos, que µreclsan de una açao slnµles µara
levantar-se (-J na nargen de sucesso, +1 no dano).
lmoblllzações: teste Perrcla, con nargen lgual a Rellexos
+ Luta, µara agarrar o alvo. ^ µartlr de entao os envolvldos testan
Perrcla, con nargen de sucesso lgual a Força + Luta cada
sucesso do alvo dlnlnul un sucesso do agressor. Se o este consegulr
una dllerença de sucessos lgual a Força do alvo, o lnoblllza. Se o
agredldo consegulr ellnlnar todos os sucessos do agressor, se
solta. Henhun dano µroven de tentatlvas de lnoblllzaçao, nas
alvos lnoblllzados nao conseguen se nover en lunçao da dor e
da µressao en suas artlculações (nas µoden lalar e usar seus
µoderes nornalnente).
Ouebramentos: aµos l nobl l l zar un oµonente, un
µersonagen µode quebrar o nenbro lnoblllzado. Para lsso, basta
una jogada de ataque (bônus de +J) o dano obtldo e o
costunelro e µode ser anenlzado µela absorçao, nas un nenbro
µartldo lnµõe un ajuste de -J na nargen de sucesso dos testes
de Perrcla do alvo (o ajuste desaµarece con a regeneraçao do
dano).
Rastelra: derruba o adversarlo, o obrlgando na µroxlna
rodada a usar una açao slnµles µara levantar-se (-2 na nargen
de sucesso).
\oadora: lsso µode ser tentado con una dlstáncla de ate
dez netros (o agressor corre µara tonar lnµulso: -J na nargen
de sucesso, +2 no dano).
MArceRAe ccm ARmAe ERArcAe
Cono ja lol dlto, conbater con arnas brancas exlge as
Esµeclallzações ^rnas Brancas (µara un arsenal convenclonal ao
nundo ocldental) e Kobudo (µara o uso de arnas orlentals). ^lgu-
nas arnas brancas µernlten nanobras esµeclals:
^rremesso: a arna µode ser arrenessada a una dlstáncla
de (Força X b) netros, causando dano nornal.
Bônus de ataque: a arna µossul un desenho que laclllta
as lnvestldas de agressor: sone o bônus entre µarénteses a sua
nargen de sucesso.
Bloquelo: a arna lol crlada de nodo a µernltlr que golµes
(nanuals ou con arnas brancas) sejan bloqueados bloquear
(teste de Perrcla, nargen Rellexos + ^rnas brancas ou Kobudo),
assln cono a esqulva, exlge que se dlvlda a µarada de dados,
enbora seja nals lacll: +2 na nargen de sucesso. Deve-se
tanben levar en conslderaçao que golµear golµes nanuals con
arnas de corte costuna lerlr os atacantes: caso o delensor conslga
nals sucessos que o atacante en seu bloquelo, a dllerença se
converte en dano µara este (nao se da nurro en µonta de laca).
Desarme: a arna de seu oµonente e tlrada de sua nao con
o golµe, calndo a seus µes (-2 na nargen).
Rastelra: lunclona da nesna lorna que en conbate
desarnado.
ARmAe ERArcAe
^r ma : l D: |anobras µermltldas: Ocul t avel :
Faca +2 ^rrenesso na rouµa
Punhal +1 ^rrenesso na rouµa
Sabre +J bônus de ataque (+1) sob caµa ou sobretudo
Esµada +4 nao**
Katana +4 bônus de ataque (+2) nao**
Hunchaku +2 desarne sob jaqueta
Bastao +2 bloquelo, rastelra nao**
Tonla +2 bloquelo nao**
Porrete* +1 varlavel
Soco lnglés +1 no bolso
* Entenda-se cono ¨µorrete" qualquer objeto duro o bastante µara ser usado cono arna nun conbate.
** ^rnas nao ocultavels nao µoden ser escondldas nas rouµas dos PJs sen chanar atençao, enbora µossan ser dlslarçadas e
transµortadas de outra lorna.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
28
MArceRAe ccm ARmAe LL lccc
^s colsas se tornan un µouco nals conµllcadas aqul. ^s
arnas de logo geralnente causan una quantldade absurda de
dano, alen de adnltlren un núnero nalor de nanobras esµeclals.
Para lacllltar o entendlnento das regras, vanos coneçar µelos
µrlncrµlos baslcos:
Tlµos de armas: exlsten alguns tlµos baslcos de arnas de
logo nanuals, senl-autonatlcas e autonatlcas. Este tlµo de
classlllcaçao lnllul nulto na cadéncla de tlro de una arna (exµllcada
a segulr) arnas nanuals µreclsan ser recarregadas e nanusea-
das a cada dlsµaro (geralnente se trata de grandes velharlas,
cono nosquetes e arcabuzes, ou de arnas arcalcas nas alnda
assln útels, cono carablnas). Ja a grande dllerença entre arnas
autonatlcas e senl-autonatlcas e que o µrlnelro tlµo e caµaz de
executar rajadas, ou seja, nao e necessarlo aµertar o gatllho varlas
vezes µara se obter dlsµaros núltlµlos.
Cadéncla de Tlro (CdT): toda arna de logo ten un llnlte
baslco de tlros, executados en nodo nanual ou senl-autonatlco,
que ela µode dlsµarar en una rodada. Este llnlte e sua CdT.
Baslcanente, a CdT µernlte un núnero nalor de ataques µor
rodada µara exµlorar a CdT de una arna, un µersonagen
µreclsa desenµenhar ações núltlµlas (una µara cada tlro), exceto
quando se trata de rajadas curtas ou contrnuas.
lD: e o lndlce de Dano da arna. ^rnas que dlsµaren rajadas
terao un nultlµllcador de dano, o que as torna nals letals.
Caµacldade: dlz quanta nunlçao conµorta o carregador
da arna. Plstolas costunan aµresentar un valor seguldo de ¨+1"
lsso quer dlzer que, alen do carregador chelo, alnda ha una
nunlçao na cánara µronta µara o tlro.
Hote que as arnas de logo µreclsan estar µrontas µara o tlro
no caso de revolveres, basta haver nunlçao en seu tanbor e
ele estara µronto µara dlsµarar, µlstolas e luzls, alen de un carrega-
dor nunlclado, µreclsan ser carregadas atraves de un golµe en
seus lerrolhos ou µunhos de nanejo (nunlclar un carregador
denora una rodada e conta cono açao slnµles, assln cono
carregar a arna con un golµe en seu dlsµosltlvo). ^len dlsso os
dllerentes tlµos de arnas de logo contan con as segulntes
nanobras:
Tlros slmµles: sao dlsµaros lndlvlduals, llnltados µela CdT
da arna. Oualquer arna con una CdT nalor que 1 exlge ações
núltlµlas µara ser totalnente exµlorada. O dano de cada tlro e
lgual a lD + sucessos do ataque.
Rajada curta: arnas autonatlcas µoden executar µequenas
rajadas de trés tlros. Una arna µode executar una rajada curta
µor rodada, con un ajuste de 1 na nargen de sucesso en
vlrtude do recuo da arna, nas seu dano e µotenclallzado: (lD +
sucessos do ataque) X J.
Rajada continua: tanben trµlca de arnas autonatlcas.
Todo o µotenclal destrutlvo da arna e utlllzado, e ela ellnlna netade
de sua caµacldade de carga lsso causa un certo descontrole,
lnµondo un ajuste de -J na nargen de sucesso. En
conµensaçao, o dano e elevado dranatlcanente: (lD + sucessos
do ataque) X 10. ^ rajada tanben µernlte que nals de un alvo
seja atlngldo con un nesno ataque caso o atlrador escolha
¨esµalhar" sua rajada nuna deternlnada area, ele cobrlra un
esµaço lgual a (Rellexos)netros. O dano e dlvldldo lgualnente
entre todos os alvos dentro da area de açao, sendo as sobras e
lrações conslderadas ¨balas µerdldas".
^µontar: µerder una rodada nlrando traz alguns benelrclos
ao atlrador ele sona 2 µontos a sua nargen de sucesso no
ataque. Un µersonagen nao µode estar sob ataque enquanto
nlra, e aµenas arnas que conten con a nanobra ¨tlro slnµles"
serven µara nlrar.
LccALlzAÇÀc Lc ALvc
^ locallzaçao e dlsµoslçao dos alvos e de cruclal lnµortáncla
nas nanobras de tlro. ^lvos descobertos sao nals lacels de acertar
que os resguardados. ^balxo segue una llsta con as varlações
que a nargen de sucesso dos µersonagens µode solrer de acordo
con a µoslçao do alvo:
^lvo em camµo aberto, abalxo do atlrador: +1 µara
acertar,
^lvo em camµo aberto, no mesmo nivel do atlrador:
0,
^lvo em movlmento: -1 µara acertar,
^lvo seml-encoberto (com cerca de 50° do corµo
µrotegldo µor anteµaro reslstente): -2 µara acertar, e,
^lvo µrotegldo (cerca de 70° do corµo resguardado
µor anteµaro reslstente): -J µara acertar.
^len dlsso, o |estre µode atrlbulr ajustes de acordo con a
dlstáncla en que o alvo se encontra:
|enos de 10m (a quelma rouµa): +1 µara atlnglr,
Entre 10 e 20 m: nornal,
De 30 a 50m: -1 µara atlnglr,
De 51 a 70m: -2 µara atlnglr,
De 71 a 100m: -J µara atlnglr, e,
De 101m em dlante: -4 µara atlnglr.
Todos os ajustes aqul nenclonados sao cunulatlvos con os
ajustes das regras nornals de nanobra de tlro e locallzaçao de alvos.
EXLmlLce LL CcmeA+L.
Combate de maos llmµas:
Hans |üler, un Cuerrllhelro, deµols de correr µor ruas e vlelas
escuras se vé acuado µelo verslµellls que o µersegue. ¨\en, toto", e
o que ele resnunga enquanto assune µostura de conbate. ^
dança val coneçar: Leo (o jogador de Hans) e o |estre testan
suas lnlclatlvas eles nao queren nulta conµllcaçao, e declden
utlllzar o netodo nals slnµles. Cada un rola dado e conµaran
os resultados: Leo consegue 7, e o |estre 4. O Cuerrllhelro esta
CcrLA:LR ccr LLAe ARrAe
O estereotlµo clnenatograllco do lutador con duas arnas
(brancas ou de logo) ten seu aµelo, nas, na µratlca, nao
µassa de varlaçao da regra de ações núltlµlas, con una
dllerença: a nao lnabll do µersonagen solre un redutor de 2
µontos na nargen de sucesso do ataque. ^µarentenente nao
ha nultas vantagens en atacar con duas arnas, o que e un
engano: enbora µossa se lazer quantos ataques sua µarada de
Perrcla µernltlr con arnas brancas, as arnas de logo tén o
enµecllho necánlco da CdT. Desse nodo, un µequeno
redutor na nargen de sucesso alnda µode ser convertldo
nuna grande saralvada de balas contra seus adversarlos.
ARmAe LL Fccc
^r ma : l D: |anobras µermltldas: Caµacl dade: CdT:
Revolver callbre J2 +4 Tlros slnµles 6 2
Revolver callbre J8 +b Tlros slnµles 6 2
Plstola callbre 22 +4 Tlros slnµles 8 + 1 J
Plstola 9nn +b Tlros slnµles 1b + 1 J
Plstola 4bnn +8 Tlros slnµles 8 + 1 2
Escoµeta callbre 12* +20 Tlros slnµles 2 ou 7 1
|T 12 ^D +b Rajadas curta e contrnua 40 1**
Fuzll ^utonatlco Leve +10 Tlros slnµles, rajadas 20 1
curtas e contrnuas
Oualquer arna caµaz de Tlros slnµles µode usar a nanobra ¨aµontar".
* Exlsten escoµetas de dols canos (dols tlros) e reµetlçao (sete tlros).
** ^ CdT da |T 12 e llustratlva: ela so executa una rajada µor rodada (curta ou contrnua).
LLX. FLcRAe
29
con sorte, e coneça atacando. Hans testa sua Perrcla (J), con
nargen de sucesso lgual a 9 (Rellexos 4 + Luta b). Os dados
rolan, e Leo consegue os resultados 8, 7 e J. Trés sucessos o
dano causado µor seu ataque e lgual a 8 (os J sucessos do ataque
+ b de sua Força). O dano total solrldo µelo \erslµellls e J (dano 8
b do Frslco do alvo). ^ crlatura recebe o nelhor chute de Hans e
sorrl enquanto µreµara suas garras.
Combate com armas brancas
|arcelle, una Paladlna esta enlrentando un assasslno da
Trrade chlnesa en seu dojô o assasslno traz una esµada,
enquanto a Helllln o enlrenta con seu sabre. Reglna (a jogadora)
e o |estre testan sua lnlclatlva eles declden elaborar un µouco
o conbate, allnal trata-se de una luta de esgrlnlstas. Reglna rola
1d10 e sona os Rellexos de |arcelle, consegulndo un resultado
de 1J (Rellexos 4 + 9 no dado) . O |estre laz o nesno, e consegue
un resultado de 1b (Rellexos b + 10 no dado!). O natador ten
nals sorte, e ataca µrlnelro. Ele testa sua Perrcla (b) con nargen
lgual a 9 (Rellexos b + ^rnas brancas 4). Ele consegue os
resultados 8, 6, 2 e b. O dano de seu ataque e lgual a 11 (seus 4
sucessos + sua Força J + 4 lD da esµada). |arcelle absorve J
µontos (o valor de seu Frslco), solrendo 8 µontos de dano. |arcelle
esta ben lerlda (tlnha 1b P\s, llcou con 7 aµos o ataque), nas
nao o bastante µara solrer ajustes negatlvos µor lsso e sua vez
de atacar. Reglna testa a Perrcla de |arcelle (4 dados), con nargen
lgual a 10 (Rellexos 4 + ^rnas Brancas b + 1 bônus de ataque do
llorete), e obten os resultados 1, 7, J e J quatro sucessos, con
dlrelto a rolar novanente o dado con resultado 1, consegulndo
un 8. O dano de seu ataque e 11 (b sucessos + sua Força J + J
lD do llorete), dos quals 4 µontos sao absorvldos µelo assasslno
chlnés. Os dols contendores se encaran, anbos lerldos, enbora
aµenas un del es conte con µoderes sobrenatural s de
regeneraçao.
Combate com armas de |ogo:
Juan esta escondldo no nelo da nata vendo un bando de
noleques vocllerando µalavrões en latln e sacudlndo unas
adagas no ar. lnlellznente, ele µara de rlr quando un llgelro µerlu-
ne de enxolre coneça a encher o ar. ¨Certo, cLIcos, vanos ballar",
ele resnunga en seu µortunhol µartlcular. Ele saca duas µlstolas
callbre 4b, aµerta seu charuto entre os dentes e coneça a atlrar. O
|estre acha desnecessarlo testar lnlclatlva os denonlstas
estavan lnconsclentes de sua µresença all. Juan testa sua Perrcla
(b) con nargen de sucesso lnlclal lgual a 8 (Rellexos b + Tlro J).
Juan esta aµroveltando a CdT naxlna de suas arnas (2), e µor
lsso dlvlde sua µarada de Perrcla (note que ele val ter que dlvldlr sua
µarada µrlnelro entre as duas naos e deµols entre os tlros de
cada arna): trés dados µara a nao dlrelta (un dado µara o
µrlnelro tlro e dols dados µara o segundo) e dols µara a esquerda
(un dado µara cada tlro). O µrlnelro rolanento da arna da nao
dlrelta resulta en 7 (un sucesso), e o segundo (con nargen
ajustada µara 7, µor ser a segunda açao de una nesna rodada)
7 e 4 (2 sucessos), o µrlnelro rolanento da nao esquerda (con
nargen ajustada µara 4, en vlrtude de ser a tercelra açao de una
rodada, alen de ser executada con a nao lnabll) resulta en 2
(nals un sucesso), e o segundo e últlno rolanento de Juan (con
nargen J) resulta en 9 (una lalha). \anos calcular o dano total
dos tlros de Juan: o lD de una 4b nn e +8, e sera sonado a
cada sucesso de seus testes de tlro (9, 10 e 9, resµectlvanente)
totallzando un dano de 28 P\s! O |estre dlz que o alvo absorve 6
destes danos con seu Frslco (2 µontos µara cada dlsµaro). \lnte e
dols P\s sao nals que o bastante µara nandar o garoto µelos
ares: seu corµo exµlode en una nancha rubra, e Juan coneça a
gargalhar, µarando lentanente enquanto o suµosto cadaver se
levanta con un curloso olhar de ¨quen e esse ldlota³"
Esqul va:
Joselalne, una µrostltuta ^collta, esta µronta µara solrer o que
ela chana de un verdadelro acldente laclal: un Paradlslo con una
esµada nrstlca en suas naos µronto µara decaµlta-la. O |estre se
salu nelhor na jogada de lnlclatlva que Dalsy, a jogadora de Joselal-
ne, e o Paradlslo ataca µrlnelro. Ele testa sua Perrcla (b) con
nargen lgual a 10 (Rellexosb + ^rnas brancasb). Ele consegue
b sucessos. O dano total do ataque e contablllzado en 18 (seus b
sucessos + sua Força 4 + lD 4 + b sucessos da lnvocaçao da
arna celeste). Decldldanente, Joselalne µrelere llcar con sua
cabeça e Dalsy declara que sua açao sera una esqulva, utlllzando
a totalldade de sua µarada. Ela testa sua Perrcla (4), con nargen
lgual a 8 (Rellexos 4 + Esqulva 4), e reza µor un nllagre. Ela rola
os dados e consegue os resultados 8, 7, J e 1! Ela rola novanente
este 1 e obten un resultado J, alcançando assln b sucessos!
Seus sucessos subtraen todos os sucessos do ataque do Paradlslo,
e ela ganha nals una rodada µara vlver e decldlr o que lazer en
segulda.
TLRmce LL Jccc
Tenos abalxo os ternos usados en REBELl^O durante as
sessões de jogo lanlllarlzar-se con eles µode evltar alguna
conlusao no que concerne a ternlnologla e conµreensao das
regras e cenarlo:
^bsorçao: a caµacldade que todos os µersonagens µossuen µara
lgnorar una quantldade de dano recebldo µor ataque lgual ao seu
Frslco.
^çao: e un ato reallzado µor un µersonagen. Exlsten ações
llvres (que nao µreclsan de testes), slnµles (que µoden ou nao
requeré-los) e conµlexas (que requeren nultos sucessos ou
rodadas µara seren conclurdas).
^ções multlµlas: un µersonagen µode executar nals de
una açao slnµles nuna rodada, dlvldlndo sua µarada de Perrcla.
^justes: µoden ser bônus ou µenalldades aµllcadas a nargen
de sucesso de un µersonagen.
^sslmllaçao de dano: acontece quando un µersonagen usa
un equlµanento de µroteçao que asslnlla o dano en seu lugar.
^taque: una jogada envolvendo a µarada de Perrcla, con a
lntençao de lerlr un adversarlo.
Bônus de ataque: atrlbuto de algunas arnas, que µor seu
desenho e velocldade lacllltan o ataque.
Bloquelo: una nanobra trµlca de algunas arnas brancas,
que µoden reter golµes.
Cadéncla de tlro: dlz a caµacldade de dlsµaros de una
arna durante a rodada.
Caracteristlcas: sao as estatrstlcas baslcas de un µersonagen.
Se dlvlden en |ens (caracterrstlcas nentals e subjetlvas) e Corµus
(caracterrstlcas lrslcas).
Contusao (regra oµclonal): e una esµecle de dano nao
letal, ocaslonado µor conbate corµo-a-corµo de naos llnµas.
Dano: e a lesao solrlda µelo µersonagen en seus µatanares
vltals.
Esqulva: e a jogada que µernlte ao µersonagen evltar un ata-
que (ou atenuar seus eleltos danosos).
Esµeclallzaçao: none geral dado as µerrclas e µrollclénclas
µossurdas µelo µersonagen.
Falha: caso todos os resultados do rolanento de dados de
una µarada sejan suµerlores a nargen de sucesso do
Fcr:ce LL:Ale (clclcrAL)
Oµclonalnente, µode-se conslderar que golµes e tlros
destlnados a cabeça, ao coraçao ou outros orgaos vltals sao
nals nortrleros que slnµlesnente ¨atlnglr o adversarlo". O
slstena de conbate de REBELl^O µretende dar una anostra
generlca dos eleltos noclvos de un conbate, nas alguns
jogadores µoden aµreclar una nalor veracldade. ^tlnglr
µontos letals e nals dllrcll (os alvos os µrotegen con nals
vlgor, nesno lnconsclentenente), o que da un ajuste de -J
na nargen de sucesso. Contudo, o dano en tals µontos e
nals lntenso (+1 no dano total), e caso o atacante conslga un
acerto crrtlco contra o alvo, este deve lazer un teste de Perrcla,
con nargen lgual a Frslco (aµenas): se nao obter ao nenos
un sucesso, ele norre, a desµelto de quantos P\s µossua,
mesmo que tal alvo seja um He|lllm.
Estas regras sao valldas µara atacantes con arnas
brancas e de logo o |estre, contudo, µode µernltlr que
µersonagens con Luta b µossan deslrutar tanben de seus
benelrclos, en vlrtude de sua grande habllldade en conbate
(enbora, janals, un lutador tenha lorça o bastante µara natar
un Helllln con as naos nuas).
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
J0
µersonagen, este nao obteve éxlto en seu teste (veja ¨teste").
Falha critlca: acontece quando o rolanento de dados de
un jogador nao obteve nenhun sucesso e alnda conta con un
ou nals resultados ¨10", o |estre declde os eleltos llnals de una
lalha crrtlca, que senµre serao danosas ao µersonagen.
Flanquear: ato de clrcundar un oµonente durante o conbate,
de nodo a dlllcultar suas nanobras de delesa e consegulr una nelhor
µoslçao de ataque.
lndlce de dano (lD): e a contagen de dano causada µor
arnas brancas e de logo, e que deve ser sonada aos sucessos do
ataque.
lnlclatlva: e o rolanento de dados que declde que µersonagen
aglra µrlnelro durante o conbate.
lnvocaçao: o ato de conjurar un |anllesto.
lntensldade do sucesso: e a quantldade de sucessos obtldos
nun rolanento de dados.
Personagem do Jogador (PJ): e o µersonagen controlado µor
un dos jogadores.
Personagem coadjuvante (PC): e un µersonagen secundarlo
a hlstorla, controlado µelo |estre.
|anobra: una tatlca utlllzada en conbate, de nodo a obter-se
una vantagen con dano nalor ou nelhor naneabllldade.
|argem de sucesso, ou margem: e o núnero llnlte dentro do
qual un rolanento de dado resulta en sucesso: se o resultado no
dado lor nenor que a nargen do µersonagen, ele ten un sucesso.
|estre: e o jogador que ten µor lunçao crlar a hlstorla que sera
jogada µelo gruµo e arbltrar as ações de todos os µersonagens e
aconteclnentos.
|orte: narca a destrulçao de un µersonagen. |ortals
norren ao chegar a -1 P\, Hell l l n so norren quando
ultraµassan una contagen negatlva lgual aos seus P\s.
Patamares \ltals (P\s): e a nedlda de lntegrldade lrslca de
un µersonagen ela sera dllerente µara cada lndlvrduo.
Parada de dados: e o conjunto de dados utlllzado en una
deternlnada jogada. Exlsten trés µaradas: Perrcla (µara jogadas
de habllldade), Presença (µara lnteraçao soclal) e \ontade (µara
uso de nagla).
Regeneraçao: e a caµacldade de cura de un µersonagen.
Os Helllln (e outras crlaturas sobrenaturals) µossuen una
regeneraçao nals µotente que a dos nortals.
Regra do ¨1": cada resultado ¨1" nun rolanento de dados da
dlrelto a un novo rolanento con este dado. lsso laclllta a obtençao
de un sucesso absoluto.
Regra oµclonal: e una regra suµerllua, nao necessarla ao jogo,
enbora lhe acrescente cor e µrolundldade (e alguna conµlexldade
extra).
Rodada: e una nedlda llctrcla de tenµo en jogo nen
senµre sera usada (a rodada e nulto lnµortante quando ha açao,
sendo dlsµensavel en lnterações soclals), µode durar ate trlnta
segundos e corresµonde a reallzaçao de una açao slnµles µara
cada µersonagen.
Saga: conjunto de hlstorlas jogadas que estejan llgadas de
alguna lorna (atraves do contexto ou do objetlvo).
Sequéncla: as rodadas ou lnterações lnterllgadas en torno de
un nesno evento e nun nesno cenarlo ou contexto dao orlgen a
una seqüéncla (algo cono un ato teatral).
Sessao de jogo: una sessao conµleta de REBELl^O, jogada
µelo gruµo nuna ocaslao.
Sucesso: cada resultado de un rolanento de dados que seja
nenor ou lgual a nargen de un µersonagen e un sucesso (veja
tanben ¨nargen de sucesso").
Sucesso absoluto: acontece quando un jogador
consegue clnco ou nals sucessos nun rolanento de dados.
Cono con a lalha crrtlca, o |estre ten a µalavra llnal sobre os
eleltos benellcos de un sucesso absoluto.
Sucesso automatlco: algunas vezes, a nargen de
sucesso de un µersonagen e nulto alta e e µouco µrovavel que
ele venha a lracassar nun teste, nestes casos, o |estre µode
declarar que o µersonagen lol autonatlcanente ben sucedldo.
Teste: rolanento de dados que slnula a tentatlva de execuçao
de un ato µor un µersonagen.
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JJ
FLRecrA.
FLRecrAcLre
E a Palavra se lez carne e habltou entre nos.
Joao I: J4
Durões, lntellgentes e sensrvels.
^rrogantes, talvez.
Con un µouco de vocé.ou nao.
REBELl^O e un jogo de RPC, onde as µessoas lnterµretan µaµels en una µequena tragedla exlstenclal: a vlda do lllho de
un ^njo Cardo. ^o µartlclµar desta ¨brlncadelra", vocé tanben lra lnterµretar un µaµel o do seu µersonagen. Dllerente da nalorla
das µeças de teatro, o µaµel que vocé lra lnterµretar nao lhe e entregue µreestabelecldo. Ele e lelto µor vocé. Todas as vezes que lnterµreta-
lo durante un jogo, vocé sera resµonsavel µor suas ações e lalas. Ou seja, vocé vestlra a µersonalldade que crlou µara o jogo, e durante
alguns nonentos de dlversao, vlvera a vlda de una outra µessoa, que no lundo, e vocé nesno.
Ccre+RLlrLc LmA vlLA
Os µersonagens, assln cono as µessoas, tén dlversos µotenclals e lraquezas detalhes µessoals e outras µequenas
caracterrstlcas que os tornan únlcos e varlados.
En REBELl^O os µersonagens sao lornados µor certos atrlbutos e caracterrstlcas, que sao dlvldldos nestes gruµos:
Llnhagem: dellne qual sua lanrlla nelllrnlca, dlzendo de que casta angellcal vocé descende, qual seus µoderes e un µouco da
sua lllosolla de vlda.
Caracteristlcas: dellnen seus µontos lortes e suas llnltações naturals o quanto vocé e lorte, lntellgente ou raµldo.
Baslcanente, sera o que vocé c.
Per|ll: dellne seu conµortanento geral. En ternos de regras, dellne suas µossrvels LspccIaIIzaçocs (conheclnento adqulrldos
nedlante µratlca ou estudo).
Pecullarldades: detalhes que lalan de vocé, de sua vlda µregressa e tornan únlca sua µersonalldade. \océ µode µossulr
µecullarldades µosltlvas ou negatlvas.
Patamares \ltals (P\s), que dellnen o quanto de dano seu µersonagen µode receber e o quao dllrcll ele e de natar. Cada
Helllln µossulra un nrnlno de b P\s.
|ana, que e o conbustrvel de suas caµacldades nrstlcas. O nana e lnµortante µara o uso dos |anllestos, e cada Helllln tera
µelo nenos b µontos de |ana.
|anl|estos, que sao os µoderes esµeclals que seµaran os Hrbrldos dos nortals. Exlsten |anllestos ^blssals e ^scendentes,
e seu µersonagen devera obrlgatorlanente µossulr os dols tlµos de µoderes.
Parada de dados: esta e una caracterrstlca µroµrla do jogo. Dellne en ternos de regras o µotenclal e a µerlornance dos
µersonagens.
^lgunas destas estatrstlcas sao dellnldas µor un µadrao de dlstrlbulçao de µontos (cono as Caracterrstlcas, µor exenµlo)
enquanto outras coneçan con valores µrellxados (cono o |ana). ^µos se lanlllarlzar con tal slstena, vocé crlara seu µersonagen
sen grandes dlllculdades.
|as o que realnente lnµorta quando se crla un µersonagen e o concelto que se ten en nente. ^trlbulr núneros e µoderes
varlados a una lolha de µaµel e relatlvanente lacll basta conhecer os µrocedlnentos. ^gora, sera que lsso laz un µersonagen³
lnaglne cono vocé serla se vlvesse nun nundo Retro-Futurlsta ou nelhor, lnaglne qualquer µessoa. Pense no seu nodo
de aglr. Ele serla un cara endurecldo µela vlda, chelo de nagoa e rancor³ Sera que, no lundo de tudo lsso, ele terla un µouco de
esµerança e solldarledade, e so µreclsa de un bon notlvo µara denonstrar³ Ou serla un sujelto naroto, chelo de µalavras anlgas e
sorrlsos, nas con µensanentos torµes e un anontoado de odlo no coraçao µodre que ten³
Hao lnµorta, lnaglne o que qulser.
^gora, lnaglne que esse sujelto (o tal en que vocé µensou) seja lntellgente. Ou burro cono una µorta. Ele e agll³ Slnµatlco³
Ben, a essa altura vocé ja deve ter µensado en algo. Olhe ben µara esse cara. O que lhe lalta³ O que darla vIca a sua vlda³
vocé, certanente, ja lnaglnou un nllhao de colsas. Pols ben, µarabens: vocé acabou de lornular o baslco de seu µersonagen de
REBELl^O.
EeccLHLrLc A LlrHAcLm
Os anjos lugltlvos do Sheol, assln cono seus correlatlvos celestlals, aµresentavan dlversas caracterrstlcas µroµrlas, que os
dllerenclavan uns dos outros. ^lguns tlnhan allnldades con os seres vlvos, outros se nostravan lnlluentes entre o relno vegetal, e etc.
Tals caracterrstlcas loran µassadas, ao nenos en µarte, µara seus lllhos. Desse nodo, os µroµrlos Helllln aµresentarao varlas
dllerenças entre sl, deµendendo do Cenltor da Llnhagen. Helllln descendentes de un nesno anjo nostrarao µoderes e lraquezas en
conun.
Exlsten nove Llnhagens de Helllln, cada una descendendo de una dllerente hlerarqula angellcal. Sao elas: \lslonarlos, Precursores,
Paladlnos, Cuerrllhelros, Bastardos, \eneravels, Cuardlaes, Prlnals e ^colltos. Cada una delas traz descrlções detalhadas de
conµortanento, µoderes e crenças.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
J4
conµortanento, µecullarldades e descrlções,
Es|eras de ln|luéncla: sao as esleras ¨ollclals", das quals
vén os µrlnelros |anllestos do Helllln,
Poderes lnatos: enbora cada Helllln desenvolva novos e
varlados µoderes aµos o trelnanento nrstlco dado µela
Congregaçao, alguns dos |anllestos desµertan lnstlntlvanente
en un Helllln, sen a necessldade de trelnanento. Escolha un
|anllesto ^scendente e outro ^blssal desta llsta e conece con
eles.
Umolhar sobre...: nostra a vl sao de nundo, de un
deternlnado µrlsna, de un trµlco nenbro da Llnhagen.
Cada Llnhagen e descrlta µor una llsta de sels toµlcos, que
dellnen sua estrutura:
Cenltores: descreve o anjo (ou anjos) que deu orlgen a
Llnhagen, nostrando seu µaµel na Segunda Rebellao e os notlvos
que o levaran a se rebelar,
Prlmogénlto: lala un µouco sobre o µrlnelro Helllln da
Llnhagen sua hlstorla e caracterrstlcas µessoals,
Organlzaçao e crenças: traz detal hes sobre a atual
dlsµoslçao da Llnhagen, seu relaclonanento con os Cenltores e
suas notlvações e µlanos en relaçao ao nundo,
Estereotlµo: |ostra un trµlco Helllln µertencente a Llnhagen:
FRccLeec LL CRlAÇÀc LL lLRecrAcLre LL FEEELlÃC
Prlmelro Passo: Escolhendo a Llnhagem
¨Llnhagen" e un terno convenlente µara deslgnar as nove estlrµes nelllrnlcas descendentes dos Rebeldes da Segunda Rebellao. ^
Llnhagen dlta os µrlnelros µoderes de un µersonagen, suas Esleras de lnlluéncla e sua lllosolla. Sao elas:
\lslonarlos: os lllhos de ^llel nanten a unlao entre os Helllln.
Precursores: os descendentes da Trlarqula Olanln queren µrotelar o ^rnageddon controlando a hunanldade.
Paladlnos: guerrelros e artlstas, a µrole ^ralln sao os sanurals Helllln.
Cuerrllhelros: guerra e guerra os lllhos dos Hashenalln µretenden vencer a Batalha lnevltavel a qualquer µreço.
Bastardos: o µoder elenental sera deles, se venceren o oµressor Sansaveel.
\eneravels: os nlsterlosos tanatologos descendentes de |aklel lutan µara µerµetuar a Obra de sua |ae.
Cuardlaes: alguen esta no controle, e os lllhos dos Elohln descobrlrao quen e.
Prlnals: a ceµa Benl Elohln herdara ^danah quando as crlaturas de barro se loren.
^colltos: a lllosolla dos rebentos Kerubln e slnµles: Deus esta no controle, curta sua vlda.
Segundo Passo: Escolhendo Caracteristlcas
^s Caracterrstlcas dltan o µotenclal baslco de cada µersonagen e se dlvlden en dols gruµos:
|ens: sao atrlbutos subjetlvos, dlvldldos entre lntellgéncla (a caµacldade de aµrendlzado e asslnllaçao do µersonagen), Esµrrlto (lorça
de vontade) e Carlsna (sua caµacldade de se relaclonar e encantar).
Corµus: atrlbutos que relleten as condlções lrslcas e objetlvas do µersonagen, dlvldldos entre Força (caµacldade de erguer e suµortar
µeso), Frslco (reslsténcla lrslca e vlgor) e Rellexos (agllldade e coordenaçao).
\océ tera qulnze µontos µara dlstrlbulr entre as sels Caracterrstlcas, que varlan entre 1 e b.
Tercelro Passo: Escolhendo o Per|ll
O µerlll dlta o gruµo de Esµeclallzações dlsµonrvel µara seu µersonagen. E µossrvel adqulrlr Esµeclallzações de outros µerlls, nas
estas custan nals caro. Os µerlls sao:
^nlnlsta: a vlda esta en toda µarte, e vocé µode sentl-la.
^rcano: no cerne do nlsterlo esta o canlnho da vltorla.
Boénlo: a alegrla de vlver olusca a obscurldade do luturo.
Consµlrador: ha colsas que os nortals nao µoden saber. µara seu ben.
Fllosolo: exlste salvaçao no canlnho µara o deus lnterlor.
|arglnal: contra as regras, do seu nodo.
Soldado: a vlda e luta vlda eterna, eterna luta.
Cada µerlll conta con una llsta de dez Esµeclallzações, vocé µode adqulrlr Esµeclallzações de outros µerlls, enbora lsso custe nals
caro. Esµeclallzações, assln cono Caracterrstlcas, varlan de 1 a b, e vocé ten vlnte µontos µara sua aqulslçao.
Jogadores e |estres tén µlena llberdade µara crlar novos e orlglnals µerlls µara seren acrescentados ao jogo.
Ouarto Passo: Escolhendo Pecullarldades
^s Pecullarldades sao detalhes que dao cor ao seu µersonagen, cono a deternlnaçao de allados, lnlnlgos, contatos ou dons (e
denerltos) sobrenaturals. Exlsten Pecullarldades µosltlvas (qualldades, nerltos e vantagens) e negatlvas (deleltos e desvantagens)
vocé ten dez µontos µara a aqulslçao de Pecullarldades (adqulrlr µecullarldades negatlvas garante bônus µara a conµra de novas
Pecullarldades µosltlvas).
Oulnto Passo: Calculando Patamares \ltals
Os µatanares vltals (P\s) dltan o quadro geral de lntegrldade lrslca do µersonagen. Ouanto nals P\s, nals reslstente vocé e a
norte e a lerlnentos. |ultlµllque o Frslco de seu µersonagen µor clnco e vocé tera sua contagen de P\s.
Sexto Passo: Determlnaçao de |ana
Personagens recen crlados µossuen clnco µontos de |ana. Exlsten, contudo, µecullarldades que µoden alterar lsso, os tornando
nals µoderosos. O |ana e nulto lnµortante µara o uso dos µoderes dos Helllln, alen de µotenclallzar seu µrocesso de cura.
Sétlmo Passo: Escolhendo |anl|estos
Os |anllestos lnatos costunan surglr na µuberdade do Helllln, nas aµos ser encontrado µor sua Congregaçao, o novato recebe
nals trelnanento nrstlco. \océ ten una µontuaçao lgual ao Esµrrlto de seu µersonagen µara adqulrlr nals |anllestos µara ele cada
nrvel custa un µonto. Hao ha restrlçao µara escolha entre |anllestos ^scendentes ou ^blssals (ja que os lnatos necessarlanente µrovén
de gruµos dlstlntos), nas o jogador deve llcar atento a µosslbllldade de crlar un Desequllrbrlo |anllesto en seu µersonagen.
Oltavo Passo: Paradas de Dados
Exlsten trés tlµos de µaradas de dados: Perrcla (conµeténcla geral e habllldade), Presença (desenvoltura en lnteraçao soclal) e
\ontade (controle sobre seus µoderes e reslsténcla a nagla e lnlluéncla externa). Cada una das µaradas ja coneça con un µonto, e vocé
recebe clnco µontos µara dlstrlbulr entre elas de acordo con sua vontade. ^o contrarlo de todos os outros atrlbutos dos µersonagens,
as µaradas nao µossuen llnlte.
Ultlma etaµa: calculo de Desequllibrlo |anl|esto
Sone os nrvels de cada un de seus gruµos de |anllestos (^scendentes e ^blssals), e subtrala-os un do outro se a dllerença lor
nalor que a contagen de Esµrrlto de seu µersonagen, ele estara solrendo de un Desequllrbrlo |anllesto. Personagens nessa sltuaçao
tén nals lacllldade µara lnvocar |anllestos do gruµo benellclado, enbora lsso resulte en algunas outras desvantagens: lnvocar
|anllestos do gruµo µreterldo se torna dlanetralnente nals dllrcll, e a danaçao adqulrlda en vlrtude do gruµo benellclado se torna nulto
nals lorte.
^ntes de crlar seu µersonagen, reconendanos lortenente que lela con culdado a descrlçao das Llnhagens, que se lanlllarlze con
o baslco das regras e lela, no caµrtulo /ascInIun, as seções que tratan da aqulslçao de µoderes e lalan sobre Danaçao e o Desequllrbrlo
|anllesto.
FLRecrA. FLRecrAcLre
Jb
VlelcrARlce
Cenltor: ^llel, anjo dlssldente dos Haloth Haqodesh.
^llel lol o únlco desta hlerarqula angellcal a µartlclµar da Prlnelra
Rebellao, e lol o que nals solreu con a Oueda entre todos os
^njos. ^o saber da Segunda Rebellao, ele lutou entuslastlcanente
µara donlnar o lnlerno, onde acredltava µoder lazer un novo
Pararso. Outra derrota e un novo choque µara ele, µoren a batalha
teve seus lrutos: aµesar de nao tonaren o Sheol e nao voltaren a
Shanaln, os rebeldes acabaran µor chegar a Terra.
^ ldela de lazer daqul un µararso o entuslasnou nals raµldo
do que se µoderla esµerar. So que cono todos os outros ^njos ele
coneçou a ser lnlluenclado µela carga do nundo naterlal e, aµos
dols anos de µasselos dlslarçados entre os honens ele velo a
conhecer Fatlna de Lulana, una angolana µor quen se aµalxonou.
Ele tentou evltar o contato, nas aµos tantos nllénlos no lnlerno
ate o nals µoderoso dos ^njos tonba. E, assln, ele a seduzlu. E,
da seduçao nasceu un casal de géneos, os µrlnogénltos
\lslonarlos.
Corre na Llnhagen boatos de que a ^llel lol olereclda una
oµçao do Ceu e outra do lnlerno. Do Ceu lol exlgldo que ele crlasse
un exerclto que salvasse a Terra, tonasse o lnlerno µara ascender
aos Ceus. |as ao lazer lsso, seus lllhos se tornarlan autônatos
sen vontade µroµrla e sen llvre lnlclatlva. Do lnlerno lol exlgldo
que ele crlasse un Exerclto que tonasse a Terra e destrursse o Ceu.
Con lsso seus lllhos se tornarlan caµachos do Caos e da Loucura.
^te hoje ele alnda nao tonou a sua declsao, aµenas sabe-se que
en qualquer un dos casos ele adqulrlrla µoderes esµetaculares e un
grau hlerarqulco sen lgual.
Seus lllhos sao crlados µelas naes, µoren desde µequenos sao
tentados µelos dols µrlnogénltos a segulren un dos canlnhos.
Prlmogénltos: Ele chanou-se Hlgael, e ela ^nldaela. Eles
cresceran raµldanente e logo nostraran seus dons. Poren, assln
que atlnglran a nalorldade os lrnaos segulran canlnhos
dllerentes.
Hlgael conheceu o culto dos ^doradores da Lua Hegra e µassou
a venera-lo. Envaldecldo, ele lez un µacto con o terrrvel denônlo
Desesµero, llcando nulto µoderoso, µoren enlouquecldo e con o
coraçao quelnando en µuro odlo.
En desesµero, a lrna dele, ^nldaela, chanou µelo µal, que
nada µodla lazer, µols era un anjo...nas un anjo cardo. Surge
entao aquela que e conslderada entre os \lslonarlos a µrlnelra
lnterleréncla Dlvlna: Un anjo da nesna hlerarqula de seu µal
aµarece µara ela e lhe olerece condlções de se tornar equlµarada
ao lrnao. Ela acelta, nas en troca dlsto µerdeu todo o seu llvre
arbrtrlo e tornou-se una narlonete na Crlaçao. Extrenanente
nelancollca con que vé ocorrer a seus lllhos, Fatlna de Lulana se
sulclda.
Organlzaçao e Crenças: ^ organlzaçao dos \lslonarlos e un
tanto lnlornal, baseada en tradlções orals e no resµelto aos nals
antlgos. Esµera-se que o lntegrante da Llnhagen nals velho seja
tanben o nals sablo, o que torna seu crlterlo de avallaçao altrsslno.
Enbora sejan conµlacentes e conµreenslvos en relaçao aos erros
alhelos, sao severos e rlgorosos con sua µroµrla conduta. Un
\lslonarlo deve senµre reµresentar un nodelo de conµortanento,
nao lnµortando as condlções en que se encontren. Enbora sejan
tentados µelos anjos e denônlos, a µrlnclµal causa de sua rurna serla
o olhar vlgllante de seus lrnaos.
Estereotlµo: Os \lslonarlos costunan ser concllladores e
de voz atlva, geralnente assunlndo a llderança de gruµos nao-
µertencentes a Llnhagen, enbora lsso nao seja una regra. De
tenµeranento calno e lntrosµectlvo, suas oµlnlões sao ben aceltas
µelos Helllln en geral, nesno µorque eles nunca lnµõen seu
µonto de vlsta, o que lhes concede una grande credlbllldade. Sua
obsessao µelo µerlecclonlsno as vezes µode se tornar un µouco
enervante, enbora l sso aµenas nao baste µara torna-l os
lnsuµortavels. Contudo, sao seres lortenente lnlluenclados µelo
seu orgulho, o que µode en deternlnados nonentos crlar conllltos
con Helllln de outras llnhagens. ^µesar de dlllcllnente tonaren
a lnlclatlva quando o conlronto lrslco se laz necessarlo, os \lslonarlos
costunan ser bons estrateglstas e saben anallsar todos os ángulos
de un µroblena ao resolvé-lo. \lslonarlos de na rndole costunan
ser nanlµuladores e gostan de arrlscar o µescoço alhelo. ^µesar
das outras llnhagens nao levaren lsso a serlo, os \lslonarlos sao
excelentes conbatentes (talvez nao llslcanente cono un lutador
de rua, nas sln ao usar seus µoderes).
Es|eras de ln|luéncla: Conscléncla e Dor.
Poderes lnatos: Cnose, Soµro de Heµhesh, Parallsla e
Oluscaçao das \lrtudes.
FRLcLRecRLe
Cenltores: descenden de Chasnael, |alach, Tanlel e Urcan-
ge, dlssldentes dos Olanln.
^µrlslonados no Sheol desde sua Oueda, os µragnatlcos Ola-
nln se sentlan desconlortavels con sua µoslçao na rrglda
hlerarqula lnlernal. O µrlnclµal reµresentante de seu µoder no
^blsno, o ^rc'^njo Helel-Lúcller, vlve lsolado de seus µares, tendo
cono conµanhla aµenas as aberrações que crlou e seus delrrlos
LlrlAcLre L Ee:LRLc:llce
^lguns jogadores (µrlnclµalnente os lnlclantes) µoden
achar nals cônoda e lacll a conµreensao das Llnhagens
atraves de sua ldentlllcaçao con estereotlµos tradlclonals
de lato, aµesar de ser una lorna slnµllsta de rotular as nove
lanrllas nelllrnlcas, este netodo µode servlr de base µara un
µrlnelro contato con as Llnhagens. Tonanos µor base aqul
os estereotlµos consagrados µelos jogos de RPC, e traçanos
un µaralelo entre eles e o µerlll geral das estlrµes Hrbrldas:
O Cuerrelro: µor exceléncla, Cuerrllhelros e Paladlnos se
encalxan µerleltanente ben neste estereotlµo: a lllosolla de
vlda de anbos se µauta µelo conbate, enbora con µontos de
vlsta dllerentes (veja suas descrlções).
O |ago: \eneravels, Cuardlaes e Precursores olerecen
una varlada gana de lnterµretações do arcano nlsterloso: do
nlgronante slnlstro, µassando µelo consµlrador de selta
secreta ate o exµlorador de nlsterlos.
O Ladrao: Bastardos e ^colltos olerecen excelentes
oµortunldades de lnterµretaçao µara µersonagens narglnals
os µrlnelros µela sua atltude rebelde e lconoclasta, e os
segundos µela sua llberdade ldeologlca e alegrla de vlver.
O Sacerdote: nlnguen nelhor que os \lslonarlos µara
reµresentar o conclllador e gula, µela sua lllosolla noderada e
seu nodo esµlrltual e contldo.
O Caçador, o Barbaro: Prlnals encarnan con µerlelçao o
arquetlµo do nobre selvagen: dlgnos e destenldos, sao
lutadores lerozes e honrados ao seu nodo.
Hote que esta µequena exµoslçao nao llustra as Llnhagens
en sua totalldade de nuanças, aµenas olerece una vlsao
suµerllclal e dlreta das µosslbllldades que as nesna olerecen
en ternos de concelto nada en REBELl^O e µreto e
branco ou µrevlsrvel, e os PJs deven ser antes de nals nada
lndlvrduos dlnánlcos, nao llgurlnhas reµetldas.
Lr CLlAR GcLRL LlArlerc
Exlste orgulho e vergonha no que sonos. Entenda que
nos tenos a narca do ceu e do lnlerno no lnterlor. |as nao
µodenos nos abater µols devenos velar µor nossos lrnaos e
µrlnos. Salba que nada tenos contra a hunanldade... ben,
talvez un µouqulnho de lnveja. ^llnal, eles sao donos de suas
alnas! Carreganos o nalor dos lardos dentre todas as
llnhagens, µols e nossa a obrlgaçao de nanté-las o nals
unldas µossrvel µara o ^rnageddon. Todos tén suas
exµectatlvas e objetlvos que achan µor ben nao delxar nulto
claro µara os outros, µoren nao lnµorta. ^o llnal, verao a
necessldade de se unlren... ate vocé, neu caro hunano.
|as, claro que µesa contra nos o lato de nao sabernos ao
certo de que lado llcarenos quando a batalha lnevltavel
chegar. Contudo, se µarar e µensar, vocé vera que nlnguen
sabe. Slga a sua vlda en µaz aµenas nao se neta
conosco ate o lln. Ouça as núslcas que qulser, lela o que
desejar e coµule. So que na hora do ^rnageddon, e quando o
lln do nundo chegar, estarenos de braços abertos µara
recebé-lo.
(Heste nonento, abre-se un sorrlso e un brllho estranho
surge en seus olhos).
^llnal, exlste orgulho e vergonha no que sonos.
DcnccIIo CasI¡o, Ic¡csIa¡ca LnoguIano
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
J6
de grandeza. \lran na Segunda Rebellao una lorna de se llvraren
do donrnlo tlránlco de Sathanael, tendo assln una chance de
tonaren µara sl a l l derança do lnlerno. Ouando vl eran
acldentalnente µara a Terra, junto con os outros Rebeldes,
desaµareceran na nultldao hunana.
^credlta-se que vleran µara ^danah en núnero de quatro.
Un deles terla dado lnrclo a llnhagen dos Precursores, e corre
entre eles o boato de que seu µal buscava a ¨^scensao µara alen
de Shanaln", e que lol aµrlslonado ou destrurdo (deµendendo da
lonte) µor seus lrnaos, aos quals eles chanan de ¨^ Trrade" ou ¨^
Trlarqula". Tudo que se sabe hoje sobre eles se constltul de
esµeculaçao, nas alguns Helllln acredltan que estao a lrente de
un µoderoso lnµerlo enµresarlal, e que tenclonan conqulstar a
hunanldade atraves do donrnlo soclo-econônlco. Dlz-se tanben
que desµejan centenas de nensagens subllnlnares µelos nelos
de conunlcaçao, en µrogranas de T\ e en µroµagandas, con o
objetlvo de condlclonar a nente dos seres hunanos.
Donlnar os lllhos de ^dao e nals do que nero caµrlcho µara
a Trrade, µols eles tén notlvos µara acredltar que sera a
hunanldade a grande resµonsavel µelo lnrclo do ^rnageddon, e
controlando a causa eles µretenden evltar os eleltos, nao hesltando
µara lsso lançar nao de sua crla de Precursores.
Prlmogénlto: Enbora nao seja o nals velho, ^urellus e
conslderado µelos Precursores o ¨Prlnus" ou ¨Prlnaz", µols lol
crlado µor Chasnael, o µatrlarca dos nals velhos entre eles, ha
runores e boatos dentro da Llnhagen que lalan de un
Prlnogénlto escondldo en algun lugar, e que terla contato con
Chasnael e ^urellus, enbora janals lossen conllrnados (ou
negados).
O Prlnaz vlveu con o µal ate sua adolescéncla, quando entao
µrocuravan seus outros lrnaos. Chasnael acredltava que se reunls-
se todos os seus lllhos e sobrlnhos µoderla entao educa-los µara que,
segundo suas crenças, evolurssen µara ¨alen do veu de Shanaln",
alcançando entao o verdadelro Pararso. Seus µlanos nunca chegaran
a se concretlzar, µols lol caµturado µor seus lrnaos |alach, Tanlel e
Urcange, que tanben o seµararan de ^urellus. Este µassou entao a
ser educado µor seus rlgorosos ¨tlos", e nunca soube ao certo se seu
µal lora aµenas aµrlslonado ou destrurdo. Con a orlentaçao de seus
novos tutores desenvolveu ao naxlno seus µoderes e µassou a
µrocurar outros descendentes de Chasnael. En vlnte anos ja havla
reunldo cerca de doze de seus lrnaos, e aµos nals clnco anos de
µrocura toda a llnhagen lol rastreada.
Organlzaçao e crenças: Hoje, os Precursores estao organlza-
dos en una rrglda orden hlerarqulca, tendo o µroµrlo ^urellus no
seu nals alto µosto, o Prlnus: o únlco que vé os Olanln. ^balxo
dele se encontra un Concrllo de trés nenbros, chanados
¨^rqulduques": estes sao os lllhos nals velhos de |alach, Tanlel e
Urcange, e serven de canal de conunlcaçao da Llnhagen con
^urellus. Subnetldo ao Concrllo estao os Eµlscoµol, conµosto µor
vlnte e un Eµlscoµos, sete lndlcados µor cada ^rqulduque, e
outorgados a cada trlénlo: sao os resµonsavels µor dlversos assuntos
de lnteresse da Llnhagen e conunlcan aos seus lrnaos as
dellberações do Concrllo. ^balxo dos Eµlscoµol se encontran os
Pares, na µratlca, todos os outros nenbros da Llnhagen (lnclulndo
PJs), que tén µor nlssao descobrlr e trelnar novos Precursores,
que durante a lase de enslno sao chanados de ¨lnlclados" a
hlerarqula Precursora lol lnµlenentada de nodo que, a longo
µrazo, o nalor núnero µossrvel de Precursores exerça cargos de
conando e resµonsabllldade. Enbora tal hlerarqula seja rrglda, os
lndlvrduos nenos graduados sao tratados con extreno resµelto,
µols todos os Precursores sao nulto orgulhosos de sua ascendéncla,
e nao adnlten qualquer tlµo de abuso µara con seus µares.
^o que µarece, os Precursores aµolan seus Cenltores na teorla
de que a hunanldade sera a causadora do ^rnageddon, e os auxlll-
an senµre que sua ajuda e requlsltada. Tal atltude gera un cllna
sutll de desconllança entre seus µrlnos, que vez ou outra os
conµaran a nanlµuladores lnexcruµulosos. De lato, colncldéncla
ou nao, ao nenos dols ^rqulduques Precursores, e o µroµrlo ^urell-
us, sao notorlanente conhecldos cono lnlluentes honens de
negoclos.
Estereotlµo: Os Precursores µarecen ter aµtldao natural µara
clénclas, alen de lncllnaçao µara se tornaren o que as µessoas
conunente chanan de ¨nanracos µor trabalho". ^µesar de
obvlanente nao seren todos enµresarlos, boa µarte da Llnhagen
µassa a ter contato ao nenos suµerllclal con o nundo dos negoclos
assln que sao descobertos µor seus lrnaos nals lnlluentes. lsso
contrlbulu µara que a Llnhagen tlvesse una aµaréncla un tanto
burguesa lrente aos outros Helllln. Costunan ter tanben un certo
raclsno velado en relaçao aos seres hunanos, aos quals chanan
µejoratlvanente de ¨consunldores".
Es|eras de ln|luéncla: Conscléncla e Heresla.
Poderes lnatos: Força |otora, Contato, Conlrontaçao do
Hahash e Sentlr o Pecado.
FALALlrce
Cenltores: Descenden de |aralel, Havlel e Sabael, dlsslden-
tes rebeldes dos ^ralln.
Partlclµantes da lrente de conbate na segunda rebellao, os
^ralln acredltavan nulto que serlan caµazes de ganha-la sozlnhos
µols achavan que a ¨lalta de organlzaçao" µelos seus conceltos,
e claro - dos seus lrnaos era un lator que µesava nulto contra
eles. ^o chegaren na terra, raµldanente µassaran a evltar o
contato hunano e denoraran un µouco a crlar seus lllhos,
µassando a lhes enslnar os seus valores baslcos: organlzaçao, arte
e honra.
Para os Paladlnos o resµelto a arte e lnevltavel e lnµresclndrvel
e a nalor lorna de arte e o conbate. Un conbate µara eles
deve exlstlr cono una coreogralla ben orquestrada e con lsso,
seu concelto de honra e lortrsslno. lsto, e claro, nao quer dlzer que
sejan bons nen honestos, nas que sao caµazes de nanter a
µalavra e cunµrlr un acordo. |esno que lsso slgnlllque ter que
torcer os latos as vezes µara que as colsas llquen en seu lavor.
Sendo resµonsavels µelo toque das tronbetas celestes, os ^ra-
lln crlaran no Sheol una µarodla grotesca destas, as terrrvels
tronbetas ¨vlvas" conhecldas cono serelas. O son que elas soltan
exµrlnen a terrrvel agonla que slgnlllca a un ser celeste ser condenado
ao lnlerno. Ouvlr seu µavoroso ganldo µode slgnlllcar a loucura µara
alguen desµreµarado.
Por notlvos secretos que sao un verdadelro nlsterlo µara os
outros cardos, nao se sabe qual (ou quals) ^ralln e o Cenltor da
llnhagen, lsto crla nulta esµeculaçao e desconllança entre os Hell-
lln. ^llas, µode ate exlstlr na verdade un quarto ^ralln...
Prlmogénlto: Cono un Helllln senµre descobre sua condlçao
atraves de sonhos, |ayunl Haganoto nunca vlu seu µal. ^ Crande
|atrona (cono e conhecldo a Prlnogénlta desta llnhagen) agrade-
ce nulto µor lsto na verdade, devldo a una terrrvel crença exlstente
entre os Paladlnos. Por slnal, nulto daqullo en que se acredlta
nessa llnhagen ven das lndlcações dadas µor sua Prlnogénlta.
Ela µode surglr en qualquer lugar e a qualquer hora, con ordens
esµecrllcas µara un lrnao nals novo vlndas de seus µals. Estas
ordens ela allrna receber atraves de sonhos. Ela tanben e un
grande necena e e conslderada una exrnla lutadora.
Lr CLlAR GcLRL Ccr:RcLL
Bon dla, consunldor. Esµero que tenha tldo una boa
nolte de sono con o llxo ortoµedrlco que colocanos no
nercado e desconlortavel cono una cana de laqulr, nas
ten a chancela de todos os grandes ¨doutores". ^µrovelte
tanben µara enµanturrar-se con nossos µrodutos da llnha
de natlnals, que sao exatanente a nesna µorcarla que os da
concorréncla, nas tén un narketlng nelhor. Ja esta lndo
µara o trabalho³ Hora, que bon! ^µrovelte µara relaxar un
µouco a canlnho da nasnorra onde vocé e escravlzado todos
os dlas, e ouça un µouco de núslca con nossos radlos nao
se µreocuµe, estes sao bons, últlna tecnologla. ^llnal de
contas, eles nos levarao µara onde querenos lr: sua cabeclnha
lnlellz e estereotlµada. |as nao ouça qualquer radlo, elas
µoden te dar enxaqueca. Bandas alternatlvas³ |úslca de
µrotesto³ Classlcos³!
Hao! Para que se eslorçar µara entender aquelas letras
conµllcadas³ ^quela nelodla conµlexa e dllrcll³ Ouça o
excrenento lnbeclllzante e reµetltlvo das nossas radlos, allnal
de contas, a núslca e slnµles, rldrcula e con tenas
nastlgados dlreltlnho µara vocé.
Por qué³ Ora, µorque nao querenos que vocé µense
denals. E cansatlvo.
^len do nals, nao se dé ao trabalho. \océ nao nerece.
AIIonsus, /csI¡c cc Pa¡cs
FLRecrA. FLRecrAcLre
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Organlzaçao e crenças: Delensores das artes en geral e
da honra en µartlcular, os Paladlnos se organlzan de una lorna
nulto ben orquestrada. Devldo a sua µalxao µelas artes a estrutura
da llnhagen nao e tao rrglda quanto os \eneravels, µor exenµlo.
Poren, eles acredltan que na µratlca sua exµerléncla con as
artes se nesclan con sua caµacldade de lutar µela honra, tornan
sua llnhagen nals ben estruturada e notlvo de grande orgulho.
Todos os Paladlnos que adqulren alto grau de honra en suas
aventuras receben da Prlnogénlta o trtulo de Patronos. Ser un
Patrono tras nultas vantagens µara un Paladlno: ele µode lalar
no nonento en que ben entender nas assenblelas, sen µedlr
µernlssao µara lsso, ten dlrelto de voto nestas nesnas assen-
blelas e deve senµre ser ouvldo µelos novatos. Desobedecer a un
¨conselho" de un Patrono µode estlgnatlzar gravenente o Paladlno.
^s assenblelas costunan ocorrer una vez a cada clnco anos,
µodendo haver neste lntervalo reunlões nenores e nals reglonals
chanadas ^ssenblelas |enores. |esno estas sao convocadas
µor Patronos.
Una das nals terrrvels crenças exlstentes nesta llnhagen envol-
ve seus µrovavels Cenltores. Todos acredltan µlanente que quando
un deles aµarece µara un lllho, este esta condenado. Seu lln e
certo: ou ele lra µara as lossas lnlernals, ou µara as lllelras celestlals,
ou encontra a Destrulçao. O µorque dlsso e lortenente escondldo
µelos Paladlnos nals antlgos e dlllcllnente un novato descobrlra
esta verdade logo.
Os Paladlnos tén una vlsao ben generlca da ¨Batalha lnevltavel".
Para eles o segredo e sobrevlver ate o ^rnageddon e usurµar o
terrltorlo do µerdedor ou se allar ao vencedor. Desde que lsso nao
alete sua honra e nen seus µrlcrµlos estetlcos, tudo ben.
Estereotlµo: Hornalnente un Paladlno e aµegado a algun
tlµo ou lorna de arte. Ele nao µreclsa necessarlanente ser un
artlsta, µodendo ser aµenas un adnlrador ou alguen que a aµole.
Cabe sallentar µoren que devldo a necessldade de sobrevlvén-
cla una lorna de arte se tornou conun a todos que µertencen a
esta llnhagen: o conbate. Para un Paladlno a luta e una das
nals elaboradas lornas de arte e sua lorna de luta µode ser ben
brutal, nas nunca abrutalhada. Un lutador ben lorte con un
chute deslelxado µode quebrar un osso seu, nas un golµe ben
calculado na rotula con certeza val lazé-lo...
^ honra tanben e una caracterrstlca narcante nesta llnhagen.
Consegulr aunentar sua honra con grandes leltos e o sonho de
nultos Paladlnos, sendo eles Patronos ou nao. Heste asµecto os
Paladlnos lenbran nulto algunas culturas orlentals con seu lorte
senso de honra.
Esta junçao da llberalldade artrstlca con a rlgldez de un codlgo
de honra nao e tao contradltorla o quanto µossa µarecer. Un Paladl-
no µode µerleltanente ser un Punk que age contra o slstena nas
nanten sua µalavra, custe o que custar. E vale tanben lenbrar que
aqullo que vocé consldera desonroso lazer ou µensar µara o seu
vlzlnho µode ser µerleltanente natural.
Es|eras de ln|luéncla: Forna e Dor.
Poderes lnatos: Proeza, ldade |utavel, Parallsla e Ceµa de
Lucllugo.
CLLRRlLHLlRce
Cenltores: Sao a Llnhagen descendente dos Hashenalln,
crlados cono ^njos Cuerrelros que controlavan as outras clas-
ses, nantendo sua lealdade sob constante vlglláncla. Provavelnente
µor lsso, entre a Prlnelra Rebellao so havla trés Hashenalln:
Elltsabaoth, Hetsachel e ^zazlel. Devldo a sua lunçao, esses
hashenalln senµre loran nulto lnseguros quanto as suas
µoslções. Destes, aµenas ^zazlel µernaneceu cono denônlo.
Elltsabaoth e Hetsachel aderlran a Segunda Rebellao.
Prlmogénlto: Patrlck |ackerrey nasceu na lrlanda en 1910. Seus
µoderes loran µercebldos µor un µadre nulto ldoso e sensltlvo,
lazendo con que sua exlsténcla losse conunlcada ao \atlcano, que
tonou µrecauções µara nanté-lo µreso. Ho carcere, Patrlck sonhou
con seu µal, Elltsabaoth, descobrlndo quen era, e acabou luglndo.
Durante a Segunda Cuerra |undlal, nuna aldela ltallana, se envol-
veu nuna luta con dols Prlnals, sendo un deles ^dan, o nals velho
desses. ^ luta lol lnterronµlda µela aµarlçao dos dols anjos µals dos
lutadores. Desde seus µrlnelros contatos con seu µal, Patrlck
µassou a se ver cono un µrenúnclo do ^rnageddon. Ja que o
Jurzo Flnal se aµroxlnava, devla reunlr-se a seus lrnaos e tentar
lornar un exerclto realnente µoderoso.
Outro Cuerrllhelro, o guatenalteco Leandro Jovlnas, lllho de
Hetsachel, lol nanlµulado µor una lrnandade de nagla negra,
conheclda cono ¨^ Folce das Trevas", que vla nele una lorça a ser
exµlorada. Patrlck nao tardou a encontra-lo. Os dols se enlrenta-
ran na Calllornla, no |onte Shasta, e lutaran durante horas, ate
que Patrlck se vlu obrlgado a natar Leandro. ^ Folce das Trevas
chorou sua µerda e se dedlcou a µrocurar µor un substltuto. Os
Denônlos µressentlran o µoder latente dos Helllln, e µlanejan
atraves de seus ¨lacalos" senear a conlusao entre eles µara atrar-
los.
Hetsachel nao consegulu µerdoar a norte de seu lllho, e µassou
a doutrlnar seus outros lllhos µara natar os gerados µor Elltsabaoth.
lsso levou a un estado de lnlnlzade e conllltos sangrentos que
desenbocaran nuna terrrvel batalha na decada de b0, quando nul-
tos guerrllhelros loran nortos, e os restantes loran translornados
en µaradlsl ou dlavoll. Patrlck vlu a norte de seus lrnaos, tornando-
se o únlco sobrevlvente da llnhagen. Fol quando os dols Hashenalln
µerceberan seu erro, e µassaran a µregar una allança, lncunblndo
Patrlck |ackerrey de reunlr seus lrnaos de llnhagen, juntanente
con o guerrllhelro lrancés Hugues Berquelay, o únlco a nao µartlclµar
deste conbate. Berquelay havla µassado µor un µerrodo de grande
lsolanento, e durante lsso aµrendeu nultos segredos lnµortantes
sobre anjos e denônlos, o que tornou-o nulto útll µara a Llnhagen.
Fol quando os Cuerrllhelros atlnglran sua lorna de organlzaçao atual,
estabelecendo o nodernlsno cono un lator baslco, allado a una
vlglláncla constante dos lrnaos µara µrevenlr ^scensões e Ouedas.
^µos lsso, dlzen que Patrlck |ackerrey enlrentou, na decada de
60, una grande e terrrvel aneaça, e nunca nals lol vlsto.
Organlzaçao e Crenças: ^credltan consegulr desenvolver lorça e
µoder necessarlos µara enlrentar os ^njos e Denônlos de lgual
µara lgual. Seus µals lhe lnµõen una dlsclµllna nulto severa, e
cobran deles o conµortanento de un guerrelro. Para que o
Helllln entre en contato con seu µal e necessarlo una serle de
atos de bravura. Cono os Cuerrllhelros tén una grande tendéncla
a seren lutadores lnveterados, lsso µode gerar dlscordla entre eles
µroµrlos, surglndo algunas correntes de oµlnlões dllerentes. ^s
ações dos Cuerrllhelros sao julgadas senµre µor Hetsachel e
Elltsabaoth. Ouando os dols nao concordan quanto ao julganento,
o Cuerrllhelro µrova sua ¨verdade" atraves de un dllrcll desallo.
\encldo o desallo, o lllho de hashenalln e ¨absolvldo" .
^ hlerarqula entre os Cuerrllhelros conslste en graus lndlvlduals
de subnlssao. ^ssln, se o guerrllhelro ^ enlrenta e derrota o
guerrllhelro B, ^ µassa a ser donlnante sobre B. Un guerrllhelro
nunca deve contestar ou tralr essa hlerarqula, ou sera conslderado
lnµuro µelos seus µals, e caçado µelos outros Cuerrllhelros ate a
norte.
Estereotlµo: Os Cuerrllhelros sao nornalnente lndlvrduos que
guardan grande lasclnaçao µor arnas, naqulnas, conµutado-
res, carros, etc. En ternos de aµaréncla gostan nulto de adornos,
Lr CLlAR GcLRL GArcLL L AR:L
Se vocé nao ana a arte, nao se dlrlja a nln. Se vocé nao
ten honra, nao se aµroxlne ou quebrarel seus ossos!
^ arte e a nalor exµressao da honra hunana, µortanto,
deve ser venerada cono tal. Salba que desµrezo e o nrnlno
que se deve sentlr µor alguen (hunano ou nao) que nao
enxerga essa verdade. Oue venha o ^rnageddon! Sera a obra
de arte suµrena, o grande nonento de se testar quen tera a
honra de ser un vencedor. |as claro que nos nao estanos
µarados esµerando que o llnal lellz cala sobre nossas cabeças
(µrlnclµalnente µorque nos nao acredltanos que o llnal sera
lellz), estanos nos µreµarando µara este grande nonento
con coragen. Conµreenda que a covardla e a nalor das
desonras e e nelhor ser un Paradlslo escravo ou Dlavolo
lnbecll do que ser covarde. E entenda que desenvolver a
luta cono una lorna de arte e una grande honra. Perder nao
e bon, nas luglr da luta ou µerder µor nao ter estllo e
lnaceltavel. Ouça núslcas, lela llvros e veja lllnes que
lnvoquen a sua coragen e sua honra. Hao e µor acaso que as
grandes obras de arte carregan esta qualldade. |antenha
sua µalavra e nos nanterenos a nossa. E nos juranos... ou
vencen a honra e a arte, ou nao vence nlnguen.
/IIIpc CLang, /cccnas
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
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µlerclngs, tatuagens, qualquer tlµo de nodlsno en geral. Sao
nulto conbatlvos e destenldos. ^doran contar vantagen e
conµetlr, sendo nulto aleltos a nodlsnos. Seu sentldo de justlça
e nulto lorte, nas os leva a tendénclas vlngatlvas. Possuen una
esµecle de ¨lnstlnto de µroteçao", que os laz conslderar-se cono
delensores de seus anlgos e µarentes, hunanos ou Helllln. ^
µresença de nultos Cuerrllhelros reunldos µode gerar una certa
rlvalldade entre eles, con una grande µrobabllldade de que quelran
nedlr lorças, nas aµenas µor dlversao. Os resultados dessas
dlsµutas acaban gerando una esµecle de hlerarqula entre eles.
Es|eras de ln|luéncla: Força e Heresla.
Poderes lnatos: Prontldao, Esµectro, lnolaçao e Exaustao.
EAe+ARLce
Cenltores: Enbora tenhan sua orlgen en dlversos anjos,
sobraran destes aµenas Sansaveel, o nals µoderoso rebelde Sheralln,
e Tsarshlel, atualnente escondldo alen dos Relnos Elenentals.
^rrogantes e tenµestuosos, os ¨\lrtudes" Cardos nao estavan
nada satlsleltos con sua condlçao no Sheol. Detestavan ser aµenas
nals un gruµo de denônlos entre os condenados, nas nao µodlan
desallar o relnado de Sathanael, µrlnclµalnente µorque no lnlerno
estavan µrlvados de sua µrlnclµal lonte de lorça, a |agla Elenental,
nesno que con o tenµo tenhan aµrlnorado suas habllldades
en relaçao a naterla ablssal. Ouando estourou a Segunda
Rebellao, lutaran con todas as lorças µara derrotar ^zazlel, o
µoderoso guardlao do nonarca lnlernal. Flcaran agradavelnente
surµresos quando os runos da rebellao os trouxeran µara a
Terra, onde µuderan se tornar novanente os Senhores dos
Elenentos. \lveran en relatlva µaz, ate que lnexµllcavelnente
coneçaran a se voltar uns contra os outros alguns esµeculan
que seus egos lnllados e orgulhosos os levaran a lsso, enquanto
outros acredltan que esta esµetacular guerra secreta tlnha µor
llnalldade dellnlr quen serla o Senhor Dellnltlvo das Forças
Elenentals. Seja cono lor, sonente dols Sheralln restaran aµos
essa dlsµuta sllenclosa: Sansaveel e Tsarshlel este, escondendo-
se constantenente de seu µoderosrsslno e leroz lrnao.
Ha alguns anos Sansaveel voltou sua atençao µara seus lllhos
e sobrlnhos, e seus µlanos µara eles tlveran un traglco deslecho.
Prlmogénlto: Konrad Koµke nasceu na ^lenanha, en 1909.
Fllho de una decadente lanrlla de burgueses, lol crlado µor tlos
durante a Cuerra, sendo educado longe de seu µars e de seus
conllltos. Desde sua lnláncla sentla que era dllerente de seus µrlnos
nortals, sentlndo-se ao nesno tenµo suµerlor e segregado µor
eles. ^ssln cresceu o joven Koµke, lsolado dos que o cercavan,
nergulhado en seus µroµrlos lnteresses. ^os dezenove anos
abandonou o convrvlo de sua lanrlla, con lntençao de conhecer o
nundo. Os µroxlnos trlnta anos da exlsténcla de Konrad loran
µreenchldos µor aventuras e descobertas, quando ele descobrlu
que tlnha una verdadelra lanrlla, de lndlvrduos lguals a ele, e
outros ate nesno senelhantes. Ele rastreou suas orlgens e
descobrlu Kalael, un anjo sheralln que lhe exµllcou seu surglnento.
Entuslasnado con sua nova lanrlla, batlzou a sl e seus lrnaos de
Tornentas. ^ltlvos e orgulhosos, vaguearan µelo nundo,
contatando outras Llnhagens de Helllln e lazendo lnlnlgos, sen
saberen que a Cuerra Sllenclosa se travava longe de seus olhos.
Sansaveel, o nals µoderoso sheralln rebelde, caçava seus lrnaos
en busca de µoder. Ouando ellnlnou quase todas as encarnações
lrslcas de seus lguals, se aµresentou a seus sobrlnhos, trazendo as
¨boas novas" e un conunlcado: todos tlnhan agora un novo
nonarca, a quen devlan total obedléncla. Herdelros do
tenµeranento exµloslvo de seus µals, nao hesltaran en enlrentar
seu reµressor, sendo Konrad o µrlnelro a se erguer contra ele.
lnlellznente os jovens Helllln desconheclan o µoder de un anjo
cardo, e o µreço da llberdade lol a destrulçao de Konrad. Teneroso
en destrulr a todos os seus sobrlnhos, Sansaveel se alastou
tenµorarlanente, ate encontrar un novo nelo de controla-los.
Desµrovldos de un Prlnogénlto, chelos de lnlnlgos e caçados µor
un dos genltores da Llnhagen, os Tornentas µassaran a ser
chanados µejoratlvanente de ¨bastardos" µor seus µrlnos. O
que devla ser notlvo de vergonha tornou-se un grlto de revolta na
boca de cada lntegrante da Llnhagen, que acolheu µara sl este
Lr CLlAR GcLRL CLLRRA
Ben, vocé deve estar olhando µra este neu µalntoµ e
µensando: onde ele encontrou algo tao nanelro³
Hao se µreocuµe, vocé alnda nao vlu nada... Preclsa ver o
neu D\D µortatll jaµonés!
Sel... vocé ten una coleçao de katanas nedlevals...
lnteressante.
Preste nulta atençao no que vou dlzer. Cono dlz un
anlgo neu, to llve ls to llght. O nundo e un canµo de
batalha. Cabe a nos decldlr os runos desta guerra. ^o
contrarlo de nossos µrlnos Paladlnos, nao achanos que o
conbate e una arte. Conbate e conbate. Lute senµre µara
vencer, µols os llns justlllcan os nelos. Se qulser arte conµre
un estojo de µlntura.
Para lutar ben, a gente ten que estar nulto ben trelnado.
Pratlque. Pratlque. Pratlque. E nao se esqueça das arnas. Elas
serao µarte de vocé. Eu ja te lalel que µossuo una
netralhadora Darklox R-4b ll³
Hao leve a serlo brlgões que o desallen. Ouebre o cara
logo, e nao se µreocuµe nals con lsso.
^s vezes lutanos entre nos. lsso e bon cono trelno e
dlversao. |as nunca traµacele. Hossas lutas sao senµre justas.
Lenbre-se que a hlerarqula e organlzaçao sao a base de nossa
llnhagen. Hunca lnlrlnja nossas regras.
|ulto ben vocé esta quase µronto... <POW>
O que lol³ Levante-se, cara! Percebeu cono eu o derrubel
con un únlco jab³ Flque atento! <POW>
^h, vocé µensa que ne derrubou con esse chutlnho³
\anos ver se vocé luta ben nesno! <POW> \lu, esta
coneçando a entender o slgnlllcado de ser Cuerrllhelro...
IcacI¡caRc¡, pIc¡cc¡ Cuc¡¡IILcI¡o
Lr CLlAR GcLRL GcLlLÀc
Dlganos que vocé seja un garoto esµeclal. \océ µode
lazer colsas lantastlcas cono controlar o logo ou voar. E cono
un conto de ladas, ou algo assln un dla se sente solltarlo,
e a chuva ven µara abraça-lo. Suas lagrlnas trazen conlorto e
esµerança.
Serla naravllhoso. se nao estlvesse na vlda real. ^qul,
vocé nao µode voar µara longe o bastante, e tudo o que a
chuva µode lazer e encharcar suas rouµas e nao dlzer una
únlca µalavra, enquanto vocé chora e vé todos aqueles que
vocé conhece se alastaren con nedo do ¨lllho de Sata".
Oh, Deus, se eles soubessen.
|as, un dla, quando ja se cansou de ouvlr, e esta µrestes
a aceltar que e nau, que e lllho de un denônlo, e esta
dlsµosto a quelnar sua naldlta casa con sua nae e seus
lrnaos lnútels dentro, vocé conhece un cara. Un cara genlal,
dllerente cono vocé, e que te aµresenta ao seu clublnho. Sao
todos garotos esµeclals, con nultos µoderes e nada µara
lazer. Dar entao o que vocés lazen³ Saen µor ar chutando uns
rabos, so µara esquecer a µorcarla de vlda segregada que
levavan, e µara allrnaren seus µequenos e dlslornes egos
nassacrados.
E nulto dlvertldo µor un tenµo vocés estao senµre
juntos, de nodo que qualquer desallo nao se torna grande
denals. Entao, un belo dla ele aµarece. O µuto que deu lnlclo
a tudo lsso, e sequer llcou µor µerto µara resµonder as
µerguntas. Ele tanben tlnha seu clublnho, so que µara se
dlvertlr natou todos os outros nenbros, e agora se
µroclanou dono de vocés.
^cabou a lestlnha dos ratos. O gato voltou µra casa, e velo
µara llcar.
\océ e seus anlgos, e claro, nao dao o braço a torcer. ^r
entao, o gato µega o ratlnho-chele e o translorna nun
nontlnho de dejetos llanejantes. Esta lelto. \océ acabou de
lerrar seu µessoal, e outros garotos lguals a vocé que nao
eran sequer do clube, nas que estao no barco µelo
µarentesco.
|as exlste una esµerança. Ho llnal de tudo, talvez
µossanos derrotar o gato, e tonar todo seu µoder µara
delender os ratos. lsso µreclsa ser verdade. ao nenos, µara
nos sentlrnos nelhores que ele.
CaIo, Ic¡cgc Þon¡acIano
FLRecrA. FLRecrAcLre
J9
none.
Organlzaçao e crenças: Os Bastardos nao µossuen una
organlzaçao dlgna de credlto, e adotaran un µunhado de suµerstl-
ções con sabor de nlto cono lllosolla. Solrendo sua µroµrla
varlante do ¨Sebastlanlsno", eles acredltan que no dla do Jurzo
Flnal Tsarshlel retornara a ^danah trazendo conslgo un Konrad
redlvlvo µara uns reencarnado, µara outros ressurrecto. Este
lrder nesslánlco canallzara o µoder de todos os Bastardos, e junto
con Tsarshlel, derrotara Sansaveel e tonara o Trono Elenental
µara os Helllln. Enbora tal crença seja notlvo de µlada µara a
nalorla dos Hrbrldos, exlsten aqueles que guardan reservas
quanto a hllarldade da hlstorla alguns estudlosos dos µlanos
hlµerlrslcos ja notaran alguna novlnentaçao nas µrolundezas
dos µlanos elenentals, e una vldente Cuardla terla µroletlzado o
renasclnento do ¨Fllho da Serµente lgnea" cono un dos slnals
da Batalha...
Estereotlµo: Punks, soclallstas, lconoclastas ou vagabundos.
Pensadores ou honens de açao, todos conµartllhan un enorne
senso de lraternldade, seja entre eles ou con seus µrlnos, e algun
gosto µela vlda sen rarzes. ^lguns Helllln de lrngua nals allada
crltlcan a vlda dlssoluta e a jactáncla do Bastardo trµlco, que tanto
renderan lnlnlgos e antlµatla µara a Llnhagen. ^µesar de tals
conentarlos, a lealdade de un Bastardo e slncera, e en geral eles
nao neden eslorços ao delenderen sua Congregaçao. ^µesar de
suas rlxas con Sansaveel e netade do nundo (ou µor causa
dlsso), sao lndlvrduos extrenanente soclavels, se ben que un
tanto lrônlcos e debochados. ^clna de todos os outros Helllln
aµreclan a conµanhla de ^colltos e Prlnals.
Es|eras de ln|luéncla: Força e Dor.
Poderes lnatos: Centelha Oluscante, ^µarlçao, Celser lnlernal
e Parallsla.
VLrLRAvLle
Cenltores: |aklel e o únlco dos olto cardos da hlerarqula dos
|alakhln que e de conheclnento geral. ^credlta-se que os outros
sete estejan vlglando o µortal en Tunguska.
Segundo una tradlçao da Llnhagen, aµos sua derrota e do
acldente que os exllou na Terra eles µerceberan que estavan dlante
de una oµortunldade únlca. Prlnelranente eles evltaran a
convlvéncla hunana, deµols µassaran a observar seus lrnaos e
entao se retlraran µara nedltar. Durante sua nedltaçao eles
tlveran una vlsao coletlva que conslderaran una µrolecla.
Baseado no que vlran deran lnrclo ao seu µlano, que segundo
se dlz durara ate o ^rnageddon. Por notlvos nao exµllcados,
|aklel lora elelto o Cenltor da llnhagen.
Os |alakhln loran os últlnos a µrocrlaren, nas o llzeran
de lorna únlca. |aklel µara seduzlr aos honens e ter seus lllhos
assunlu una lorna lenlnlna. Segundo os \eneravels, lsso crlarla
una nalor deµendéncla nos Helllln que surglssen, µols ao ser o
µroµrlo anjo aquele que larla a gestaçao e natlvldade da crlança, a
llgaçao entre eles serla nulto nalor.
E lsto µarece estar certo, µols os \eneravels sao lanosos µor
nunca negaren un µedldo de sua ¨nae".
Hao se sabe qual e o grande µlano en que os \eneravels estarl-
an envolvldos, o que acarreta no surglnento dos nals dlversos boatos
e esµeculações a resµelto dos objetlvos, lllosolla e ate nesno sobre a
lldelldade a causa dos Fllhos dos Descardos.
Prlmogénlto: Carlos Fuertes de La Rosa nao e un honen dado
a brlncadelras. |als do que adnlra-lo ou resµelta-lo, os \eneravels o
tenen. Entre eles acredlta-se que seu µoder chega a un µonto en
que ele µode ascender ou decalr qualquer Helllln autonatlcanente
se assln desejar. Ele µouco aµarece µara seus lrnaos e µrlnos, ja
que sua nae nesno costuna lazer lsto. Ho nonento, acredlta-se
que ele esteja estudando una lorna de achar una cura µara a
terrrvel naldlçao da ^scensao e Oueda, nas as outras llnhagens
tenen que na verdade ele esteja µrocurando un nelo de tornar
os \eneravels os seres nals µoderosos da Crlaçao. O µlano e
grandloso, nas ele ten ate o lln dos tenµos µara lsso e alen do
nals ele µode estar sendo aµolado µela sua Cenltora...
Cono e o nals velho entre os \eneravels, Carlos assune a µoslçao
de ser o únlco entre eles que ocuµa o nono µatanar (Dlanante), no
µosto de Pater. Sua substltuta no caso de sua norte, ^scensao
ou Oueda serla a Brasllelra Rlta de ^lnelda Canµos, ja que ela
ocuµa o µosto Soror.
^µesar de ser Esµanhol, Carlos µassa a nalor µarte do tenµo
nos ^ndes, onde dlzen exlstlr nalores condlções µara seus estudos.
Organlzaçao e crenças: ^ llnhagen dos \eneravels e
extrenanente organlzada, talvez a nals organlzada de todas. ^
llnhagen e dlvldlda en nove µatanares reµresentados µor crls-
tals e cada µatanar ten trés µostos reµresentados µor ternos
que lhes colocan en relaçao de µaternldade. Os µatanares serlan
os segulntes (en orden decrescente de lnµortáncla): Dlanante,
Rubl, Sallra, Esneralda, Oµala, Toµazlo, ^netlsta , Ônlx e Ouartzo.
Os µostos serlan os segulntes (nascullno/lenlnlno): Pater/|a-
ter, Frater/Soror e Flllus/Fllla.
O únlco nrvel que nao ten µostos serla o Ouartzo, que e o nrvel
dos novatos en trelnanento. Reconenda-se que os PJs conecen
no µatanar Ônlx, µosto Flllus. ^ nudança de µostos e µatanar
ocorren aµos un µerrodo de observaçao extrenanente varlavel,
µor µarte dos suµerl ores. Sao aval l ados concel tos cono
lntellgéncla, autocontrole, conheclnentos arcanos e dedlcaçao a
Obra.
^o se aµresentaren uns aos outros os \eneravels costunan
decllnar seu µatanar e µosto, dellnlndo sua µoslçao na hlerarqula
da llnhagen. E esµerado que o nals novo se rellra ao nals velho
resµeltosanente e tente ajuda-lo no µossrvel. E esµerado tanben
que o de nalor µatanar salba se relaclonar con seu lrnao e que
lhe sollclte aµenas µara assuntos de verdadelra lnµortáncla. ^
ajuda nútua e lndlsµensavel. |ultos destes Fllhos de Rebeldes
carregan un anel con a jola µertencente ao seu µatanar.
En varlas µartes do nundo exlsten lugares de encontros
entre os \eneravels conhecldos cono ¨Lojas". Estas Lojas µoden
ser aµenas casas slnµles que externanente nada tén a nostrar,
µoren quando una de suas reunlões acontecen a hlstorla e outra.
Estas reunlões senµre ocorren entre \eneravels do nesno
Patanar.
Estereotlµo: Os \eneravels sao bons observadores e caµazes
de µerceber as µersonalldades que os cercan de lorna dlscreta.
Seus conentarlos µoden ser lrônlcos ou serlos, nas serao senµre
detentores de alguna verdade. ^µenas os \eneravels do µatanar
Dlanante saben sobre o grande µlano en toda a sua conµlexldade.
Os \eneravels sao vlstos con desconllança µelos seus µrlnos µor
causa de sua llgaçao con sua nae, contudo quando a Cenltora nao
lnterlere costunan ser de grande valla.
Eles costunan ter a tendéncla a olhar os outros con un ar de
suµerlorldade, aµesar de nao µensaren necessarlanente assln. Hao
sao nulto alelçoados a lutas corµo-a-corµo, µoren sao otlnos no
uso de seus µoderes. Saben tanben tecer µl anos ben
engendrados.
Es|eras de ln|luéncla: Conscléncla e ^ugúrlo.
Poderes lnatos: Sentlr a Llnha da \lda, Sugestao, Oulja e
Sussurros de Ceena.
Lr CLlAR GcLRL lre:l:LlÇÀc
Cono lazer con que vocé entenda³ Ja sel, vou coneçar
lalando de obra e lnstltulçao. Ouando vocé ten un objetlvo e
luta µor ele vocé ten una obra. Hos tenos a nossa Obra.
Ja quando nultos se organlzan µara que este objetlvo
seja alcançado , nos tenos una lnstltulçao.
E nos tenos a nossa lnstltulçao.
Sabe, nossa anada |ae teve una \lsao e nos colocou no
nundo µara que trabalhassenos en µrol de sua Obra que
surglu da suµracltada \lsao. Ela nos crlou, lez de nos una
lnstltulçao. Hao tenos condlçao de saber exatanente qual lol
esta \lsao, a nao ser talvez os nals \eneravels dentre nos.
Fellznente, lsso nao lnµorta, µols servlnos a nossa lnstltulçao
µara lazernos a Obra. Servlnos a nossa anada |ae.
^onde vocé entra nlsso³ Cono lazer que vocé entenda³
Sabe, o uso de nossos |anllestos nao e o sullclente µara que
a Obra seja lelta, µor lsso vocés, carne µodre, se tornaran un
nal necessarlo, aµesar de quase nunca se daren conta dlsto.
En troca, danos algun sentldo as suas vldlnhas
desµroµosltadas.
Hao lhe µarece bonlto e justo³
Entende agora µorque sonos chanados \eneravels³
IaIu, TanaIóIogo LIc¡oIanIc
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
40
CLARLlÀLe
Cenltores: Descenden de ^lbellth, Talachln e Ecterlus,
µertencentes a hlerarqula dos Elohln.
Ouando estabelecldo no Trono do lnlerno, Sathanael deslgnou
aos ¨Prlnclµados" a nlssao de lnstrulr seus lllhos, os Baalln, que
eran aµenas lutadores lrraclonals. Con lsso os Elohln loran
obrlgados a delxar a cldadela de Pandalnonlon e llcaren nas µlanrcles
vulcánlcas de Sotonah. Tal atltude os desagradou µrolundanente,
µols vlan nlsso un abuso lnµerdoavel do Denonarca. O µassar do
tenµo aµenas tornou a sltuaçao nals tensa: µara anjos cardos,
crlaturas conµaravels a senldeuses, era extrenanente ultrajante
µernanecer entre o que eles conslderavan cono a rale do ^blsno,
alnda nals cono babas de una crla de denônlos tao jovens que
seus dlas sequer µoderlan ser contados en dezenas de nllhares.
Os atrltos se tornaran nals lreqüentes, lazendo con que os Elohln
cardos se unlssen a luta contra o Denonarca. Ouando velo a
derrota, acharan ter encontrado o lln de suas exlsténclas eternas.
^ dor e o desesµero loran entao substlturdas µelo esµanto, o os
senhores das natas acharan-se entre os nortals, con µarte de
seus µoderes angellcals restaurados. Sen dlzeren una µalavra se
seµararan e µassaran a habltar as nals lnµortantes lornações
vegetals do µlaneta. Hoje se ocuµan de observar a Hunanldade e
o cresclnento de seus lllhos hrbrldos. ^lguns acredltan que eles
estejan se µurlllcando e reassunlndo seu antlgo µaµel na Crlaçao,
enbora outros allrnen que na verdade eles aµenas estao
aguardando o nonento certo µara se aµossaren dos tronos do
|undo e donlna-los. ou destrur-los.
Prlmogénlto: ^lessandra ^zevedo vlveu con sua nae, una
descendente nestlça de rndlos anazônlcos, ate os olto anos de
ldade, quando esta sucunblu a doença de Chagas. Deste µonto
en dlante, ^lessandra nao teve un endereço llxo µor nals que
alguns neses gastava seu tenµo en estadlas alternadas nas
ruas de |anaus e en lnstltulções tutelares do governo. Seus µoderes
surglran µouco antes de sua adolescéncla, quando luglu
novanente, desta vez µara a nata. Pareceu una boa ldela durante
algun tenµo. ate que anolteceu. Seu Pal chegou, sllenclando a
lloresta, e a encontrou. Ela trenla de nedo e lone, e a anallsando
con os olhos, verdes cono jade, dlsse en una voz µoderosa: ¨Se
eu te contar un segredo, vocé jura esµalha-lo µara nln³"
^lessandra estava µerµlexa e esµantada, nas concordou con
un aceno de cabeça.
Sonos todos lantoches dlsse sorrlndo Exlste alguen que
controla tudo que exlste. \océ gostarla de saber quen e³ Entao
µrocure-o, nlnha µequena beldade. \océ ten lrnaos, en todos os
lugares que µossa lnaglnar. Esµalhe as notrclas µara eles.
Deµols dlsso, delxou-lhe un sorrlso zonbetelro e un adeus
sobre os onbros, con as µalavras: ¨culde-se, nlnha crlança. Seja
senµre esµerta".
E ^lessandra ten sldo.
Organlzaçao e Crenças: Enbora exlstan Cuardlaes en
todo o nundo, nultos aderlran a cultura xananlsta dllundlda
µela µroµrla ^lessandra, aµesar de varlas outras culturas teren
sldo absorvldas no canlnho, lnclulndo un µouco de lllosolla hlndu
e nulto esoterlsno. Suas lnlclações sao µontuadas µor rltos e
cántlcos en lrnguas ancestrals, alen da asµlraçao de lncensos e a
lngestao de sua µroµrla versao secreta do Santo Dalne. ^o que
µarece, durante o rltual (e aµos tonar nultos aluclnogenos naturals),
o Cuardlao lnlclado ten revelações lantastlcas sobre entldades e
crlaturas que µasselan µor detras do \eu da Crlaçao. Segundo
nultos de seus µrlnos, estas vlsões e revelações levan o Cuardlao
a una lorna anena, enbora µerµetua, de loucura. lsso tudo
µode nao µassar de boato ou esµeculaçao naldosa, nas de lato
nultos lntegrantes da Llnhagen aµresentan un conµortanento
nulto excéntrlco. Ouanto a sua organlzaçao, os Cuardlaes
costunan ser µratlcos e llexrvels. |erece nals resµelto quen sabe
nals essa e únlca a lel. ^µesar dos nals sablos receberen
honras e µrestrglo, nunca lhes e dada nenhuna llderança. Os
Cuardlaes seguen o canlnho do conheclnento, e o aµrendlzado
e algo que deve ser sugerldo e µrocurado, nao lnµosto.
Estereotlµo: Os Cuardlaes tenden a µarecer dlstantes,
enbora sejan senµre ben hunorados e gentls. Costunan se
conµortar cono quen esta un µasso a lrente dos outros, e
lnslsten en nergulhar de cabeça na µesqulsa ao oculto e as
rellglões. |ultos deles aderen a nodlsnos esµlrltuallstas, sendo
lncluslve nal vlstos µelos Cuardlaes nals velhos e exµerlentes.
Conun a todos e una tendéncl a µaranol ca e un
conµortanento consµlratorlo baseado na crença de que ¨alguen
nexe as cordlnhas, enquanto dançanos en un teatro cosnlco".
lsso ja lol notlvo µara nals de un Helllln µerder a cabeça con
eles, e nao e lnconun o conentarlo de que esta estorla nao µassa
de una lnvençao de seus Cenltores, que deven estar dando boas
rlsadas con lsso. Os Cuardlaes nao se lnµortan con estes
conentarlos, resµondendo aµenas que ¨os Helllln vlverao o bastante
µara ver que estanos certos. ^r entao darenos boas rlsadas en
suas caras, enquanto norrenos todos". Ouen µode entender³
Talvez eles tenhan razao.
Es|eras de ln|luéncla: Forna e ^ugúrlo.
Poderes lnatos: Canullar-se entre os Entes, Olhar Fellno,
Caratuja de Babel e Escurldao de Tehon.
FRlmAle
Cenltores: Fornan a Llnhagen descendente dos Benl
Elohln. Ouando no lnlerno, na grande assenblela que narcou a
edlllcaçao da cldadela lnlernal de Dlte, a derrota hunllhante de seu
lrder Sanael µor Sathanael lez con que crescesse entre suas
hordas un grande descontentanento. Entre os Rebeldes havla
un grande núnero de Benl Elohln, nas destes, segundo se sabe,
aµenas sobrevlveran quatro, ^lelel, Yolalsh, Hasrel e |ethu`lr.
Sanael nao aderlu a Segunda Rebellao, nas conenta-se que ele
secretanente aµola seus µroµosltos, e os Benl Elohln terlan nele
un µrovavel allado. Os quatro Benl Elohln senµre aµarecen
juntos µara seus lllhos.
Prlmogénlto: O µrlnelro dos Prlnals lol un judeu russo,
lsaak Yollov, nascldo en 1916. ^µos ter contato con seu µal,
Yolalsh, e os outros Benl Elohln, lsaak nudou seu none µara
^dan, µroclanando-se o µrlnelro de una nova esµecle, e µassou
a µrocurar µor seus lrnaos. En suas andanças µelo nundo
encontrou o Prlnal ltallano |arlano Llcurghl, que batlzou de Sheth,
outro na lndla, Rananand Rlshe, a quen chanou de Enosh, e a
teuto-alrlcana Rosallnde Schlnnel, que recebeu o none de Eva .
Lutou con o Prlnogénlto Cuerrllhelro, Patrlck |ackerrey, durante
a Segunda Cuerra, quando descobrlu a exlsténcla de outras
llnhagens Helllln. ^µos lsso conµreendeu a lnµortáncla da unlao
e contlnuou µelo nundo reunlndo seus lrnaos. |ultos outros loran
encontrados, constltulndo o gruµo dos Prlnals nals antlgos,
chanado de Cenesls. Ha decada de b0, un ataque de seres
nlsterlosos suµostanente natou ^dan, e desde entao a Cenesls
nunca nals se reunlu, tendo seus lntegrantes se esµalhado µelos
quatro cantos do nundo. Dlz-se que cada lntegrante da Cenesls
escolheu un anlnal cono seu srnbolo.
Organlzaçao e Crenças: ^credltan que sao os escolhldos µara
gerar una nova Hunanldade que ressurglra. Deven se nanter neutros
no ^rnageddon, µols segundo eles, os ^njos e Denônlos estao cansa-
dos das ¨Crlaturas de Barro" . ^ssln herdarao a Terra, qualquer que
seja o vencedor. Seus ancestrals lhe dlzen que lsso e un segredo de
Deus. Os Prlnals nals velhos e de nalor renone lornan o gruµo
conhecldo cono Cenesls, e receberan nones de µersonagens
Lr CLlAR GcLRL GArlLALL
^h, os µequenos lantoches con seu canlnhar necánlco!
Hao se µreocuµe, bondoso-honen-conun-que-da-sentldo-
ao-nundo eu nao vou roubar sua sanldade. E nelhor que
vocé contlnue con o \eu sobre os olhos, vlslunbrando aµenas
levenente os vultos que µasselan a sua volta. Contlnue
gastando sua vldlnha µerecrvel no trabalho seguro que vocé
odela, crlando os lllhos que nao µlanejou, casado con a
nulher que nao ana nals. Contlnue coµulando e sujando
nosso µequeno nundlnho ate que tudo o que era verde esteja
negro, µorque lsso e nornal e clvlllzado. ^nargo³ Hao, neu
bon anlgo, aµenas reallsta ao neu nodo, e claro.
O que quero lhe dlzer e: delxe a loucura µara nln. E nals
seguro que un nonstro allenado cono eu encare de lrente os
µrestldlgltadores que o lluden. ^llnal, bondoso-honen-
conun-que-da-sentldo-ao-nundo, lnaglne o que µoderla
acontecer se vocé, de dentro de sua galollnha de ouro,
descobrlsse quen troca sua agua e alµlste³
C¡conIc, InvcsIIgaco¡ pa¡ano¡naI
FLRecrA. FLRecrAcLre
41
brbllcos, µrlnclµalnente do Cénese. Esµeran que sua esterllldade
seja anulada, e que aµos o ^rnageddon µossan se nultlµllcar.
Devldo a essa vlsao ¨segregaclonlsta", os objetlvos dos Prlnals
µoden lavorecer os µontos de vlsta de Sanael. Devldo a lsso
|lkhael nandou que os Benl Elohln nantenhan-nos sobre
vlglláncla. lsso laz con que os aµelos µela ^scensao ou µela Oueda
sejan nulto lortes µara con os Prlnals, ja que eles sao tao
¨cortejados" µelos dols lados.
Tenden vlver reunldos en bandos µequenos, chanados de
Fanrllas.
Estereotlµo: Os Prlnals sao antl-soclals e nao se senten nulto
a vontade con outras µessoas, exceto, e claro, quando con outros
Helllln. Heste caso, eles gostan nulto da conµanhla, nesno que
de outras llnhagens. Hao aµreclan a vlda noderna, e senten-se nals
a vontade en lugares rústlcos e zonas rurals. ^doran a µresença de
anlnals, e e raro un Prlnal que nao µossua un blcho de estlnaçao.
Sao nulto rudes en suas reações, e dlllcllnente esconden seus
sentlnentos, o que torna sua slncerldade nultas vezes lrrltante. ^µe-
sar de sua vloléncla, nao costunan sentlr µrazer en natar, a
nenos que lnduzldos µor nanlµulações de denônlos. Costunan
ser lacônlcos, e tén µouco ¨jogo de clntura" o que leva outras
llnhagens a consldera-los cono burros. Hao costunan aceltar as
lels e regras hunanas, e dao µouco valor ao dlnhelro, reµartlndo o
que tén entre seus µarcelros.
Es|eras de ln|luéncla: Forna e Heresla.
Poderes lnatos: Dadlva de Danlel, Proeza, Pele de |elrl'ln e Hallto
de |oloc.
AccLl+ce
Cenltores: Os ^colltos sao lllhos de anjos Kerubln. Durante
a Prlnelra Rebellao, llderada µor Shenhazal, µrlnelro ^rc'^njo
Kerubln, una hoste de anjos desceran a Terra gerando lllhos
con as hunanas. ^µos o Dllúvlo loran µrolbldos de voltar a
Shanaln e exµulsos µara o Sheol. Durante a assenblela que
reunlu todos os anjos cardos en Dlte, Shenhazal delendeu que os
anjos cardos deverlan se conlornar con sua sltuaçao e esµerar
que o tenµo llzesse con Deus µerdoa-los ou nesno esquecé-los.
Sua oµlnlao lol voto vencldo. Con a Segunda Rebellao, nultos
kerubln lnlernals acredltaran nas ldelas de ^llel, que querla
translornar o lnlerno nun Segundo Ceu. Entre eles estavan
Karnah, Canu'el e lralah, que vleran µarar na Terra, onde geraran
seus lllhos.
Estes trés anjos gostan nulto de aµarecer a seus adoradores
con grande µonµa, nas estas aµarlções aµoteotlcas duran nulto
µouco tenµo. |ultos achan que lsso e un slnal que eles ven
luglndo de algo nulto µoderoso. Os trés anjos µossuen
caracterrstlcas ben dlstlntas de conµortanento. O anjo lralah e o
nals lnµosltlvo, e valorlza nulto a sabedorla de seus lllhos, quase
senµre aslatlcos. Karnah nunca se revela cono µal, dlzendo-se
aµenas ¨esµrrlto µrotetor". Canu'el e senµre alegre e objetlvo, senµre
µassando nensagens de otlnlsno.
Prlmogénlto: Un egrµclo de none Hasan ^l-^zlz, nascldo
en 1919, descobrlu que µossura estranhos µoderes, e luglu de sua
cldade natal. \agando µelo deserto, lalou con Karnah, sen que
este revelasse ser seu µal. Dlzendo-se un esµrrlto µrotetor, Karnah
o conduzlu ao local onde exlstlra a cldade egrµcla de Helloµolls. ^
nanllestaçao de seus µoderes lez con que surglsse un grande
núnero de seguldores ao seu redor, lornando a Selta dos
Lunlnescentes. Seu µlano era erguer una nova cldade, e con a
ajuda dessa selta, construlu un slstena de galerlas subterráneas.
Con o tenµo, seus contatos encontraran nals ^colltos. So neste
nonento e que descobrlu que Karnah era seu µal. |as tanben
souberan da exlsténcla de outras llnhagens dllerentes de Helllln.
Hasan tentou conµreender cono outros tlµos de anjos µodlan
exlstlr e qual sua lunçao. Tudo o que seu µal havla dlto e que eles
eran una Tercelra Força, lnterµosta entre o Ceu e o lnlerno. Hasan
tlnha una vlsao nulto lntrosµectlva, e desejava µreservar sua
exlsténcla en segredo. Poren, a nedlda que a Selta tonava
conheclnento de outros Fllhos de ^njos, µassou a duvldar da
\erdade, e surglran dúvldas. lsso gerou dlssldénclas na Selta, e
enquanto alguns µassaran a vé-lo cono un lnµostor, outros
µassaran a ver os ^colltos cono os únlcos Fllhos de ^njos legrtl-
nos. Dlzen que Hasan encontrou un unlcornlo, e se utlllza dos
µoderes naglcos do anlnal µara vlajar µelo nundo. Os ^colltos o
conhecen cono ¨O \elhlnho".
Organlzaçao e Crenças: Os ^colltos nao µossuen nenhu-
na lorna de hlerarqula ou organlzaçao rrglda, sendo seu
relaclonanento nulto lnlornal. Os ^colltos µrezan nulto o valor
lndlvldual de seus nenbros, e todo ^collto costuna dlvulgar seus
conheclnentos e vlvéncla na lorna de nanuscrltos, que llcan
nulto ben guardados.
^credltan que deven desenvolver seu µoder µara llbertar as
alnas de seus µals, que assln serlan µerdoados µor Deus.
Buscan elevar seu µoder a lln de atlnglren a llunlnaçao. ^chan
que Deus cono Conscléncla Suµrena nao µode ser desallado, e
que con o µassar do tenµo µrovarao seren nerecedores da
Redençao.
Estereotlµo: Os ^col l tos sao nul to exµansl vos e
extrovertldos, enotlvos e sedutores. Dlllcllnente se nanten calados
Lr CLlAR GcLRL FRA:LRrlLALL
Ben, nao llque esµerando µor un longo dlscurso ou
lrases de elelto. Os Prlnals sao objetlvos e vao dlreto ao
assunto.
^legre-se, µols vocé encontrou outros cono vocé. \océ
antes devla se sentlr nulto deslocado e trlste, nao³ Todos nos
ja µassanos µor lsso. |as agora estanos en lanrlla. \océ e
lgual a nos. Hos sonos lguals a vocé. lsso ja basta.
Serenos sua lanrlla agora, e nosso relaclonanento se
basela en ajuda nútua. Hunca negue ajuda a outro Helllln,
nesno que ele nao seja Prlnal. ^s outras Llnhagens nao tén
culµa de seus deleltos.
Seja vocé nesno. Hunca delxe se lnlluenclar µelos outros.
Hunca se esqueça dlsso. \océ nao vlve, vocé sobrevlve.
Preocuµe-se aµenas con suas necessldades baslcas. Leve
una vlda o nals slnµles µossrvel. Por que gastar dlnhelro con
lutllldades³ Hao banque un Cuerrllhelro chelo de
qulnqullharlas. Os outros Helllln adoran se llnglr de
hunanos, tentan llnglr que nao sao dllerentes.
O nundo e una grande selva e a clvlllzaçao e una
nentlra. Hao llgue µara as lels dos honens, µols vocé esta
aclna delas. Se quer alguna colsa, µegue. Satlslaça suas
necessldades. lsso e tudo.
/aIacLIas, ZcIoIc P¡InaI
Lr CLlAR GcLRL FLelcrAÇÀc
Tudo coneçou ha dez nll anos atras, quando una nave
con sobrevlventes do µlaneta ^colys chegou a Terra. Seus
trlµulantes descobrlran que o Sol lhe dava estranhos µoderes.
Eles se nlsturaran aos hunanos, e assln surglran os ^colltos
cono nos...
Por que essa cara³
(rlsos) Fol so una µlada, desculµe, nao deu µara evltar...
Lenbre-se do nandanento µrlnclµal dos ^colltos: nao leve
nada a serlo.
(rlsos) O nosso µonto de vlsta e o segulnte: un dla as colsas
nelhoran. Procure ver o lado bon de tudo. Se a gente
senµre acaba se adaµtando as sltuações, µra que lazer
drana³ Deus controla tudo, e nossos destlnos ja estao
traçados. Entao, µra que lr contra ele. Relaxe e aµrovelte.
^s outras llnhagens³ Ben, eu µoderla llcar horas
contando µladas sobre eles, nas nao tenos tanto tenµo. Ten
a do Prlnal e o µaµagalo, a do Cuerrllhelro no açougue, a do
Paladlno lanhoso... ah, deµols eu conto!
\océ val µassar µor nultas aventuras. Preserve suas
nenorlas. ^note-as. Hos senµre trocanos nossas estorlas
µessoals, µols sao de grande valor µara o gruµo. Hossos
querldos e µrestatlvos Lunlnescentes arqulvan tudo. El, e µor
lsso que seu aµelldo e Babao³
Poxa, eu acho que nao tenho nals nada µara lalar...
^lguna µergunta³
Hao, nao sonos cellbatarlos. Hao, nao µreclsa µagar. Hao,
nao sou anlgo desse tal de \rtor! O que slgnlllca ^collto³ Sel
la!
Ancc¡son, p¡cccpIo¡ AcóIIIo
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
42
ou dlscretos e gostan nulto de ajudar as µessoas. Seu senso de
hunor e nulto desenvolvldo, nas as vezes µode descanbar µara
un hlstrlonlsno excesslvo. Sao adaµtavels a qualquer tlµo de
µroblena e tenden a ser conlornlstas. ^credltan nun Destlno
lnutavel. Hao aµreclan nulto lutar, so lazendo lsso en caso
extreno. O seu hunor µecullar µode lnconodar outros Helllln de
outras llnhagens, nas sao nulto lnµortantes devldo a seus contatos
con a selta dos Lunlnescentes.
Es|eras de ln|luéncla: Força e ^ugúrlo.
Poderes lnatos: ^µarlçao, Lanterna, Fobla e Praga de Cog.
CARAc+LRle+lcAe
Cono ja lol dlto anterlornente, as Caracterrstlcas dellnen de
lorna aµroxlnada tudo aqullo que vocé e naturalnente. Elas
lnlluenclarao en tudo o que vocé llzer durante o jogo, desde traduzlr
µoenas ate usar arnanento µesado. Cono sao una lorna abstrata
de dellnlçao µersonalrstlca, as Caracterrstlcas µossuen un llnlte
convenlente de b µontos. Exlsten dols gruµos de Caracterrstlcas,
que nos chananos de |ens e Corµus. O µrlnelro gruµo dellne as
Caracterrstlcas nals subjetlvas e de nrvel esµlrltual ou nental. O
segundo gruµo dellne aquelas de asµecto nals lrslco e concreto,
ou seja, os µotenclals do corµo .
^o crlar un µersonagen, vocé recebe 1b µontos µara dlstrlbulr
da nanelra que qulser µelos dols gruµos. Ha, entretanto, una únlca
restrlçao: cada Caracterrstlcas deve ter no nrnlno 1 µonto una
µessoa de Carlsna 0 e nenos exµresslva que una barata e
nlnguen µoderla sobrevlver con Frslco ou lntellgéncla 0.
MLre
Sao as Caracterrstlcas resµonsavels µelos asµectos nals
abstratos dos µersonagens, lornando a base de seu carater. Sao
elas:
l nt el l géncl a
^ lntellgéncla reµresenta a caµacldade de raclocrnlo, nenorlza-
çao e aµrendlzado. Ouanto nals alto lor seu valor, nals sollstlcado e
caµaz se e nas ações que envolven µlanejanento e concentraçao.
Reµare que a lntellgéncla nao dellne un nrvel de lnstruçao ou
conheclnento (un canµo relatlvo as Esµeclallzações) ela aµenas
dlta o µotenclal que cada µersonagen ten µara lsso. Para a
lnterµretaçao, µense na lntellgéncla cono una conblnaçao de
sagacldade e astúcla. Personagens lntellgentes costunan ser bons
µensadores e µlanejadores netlculosos, nas un nrvel alto en
lntellgéncla nao quer dlzer necessarlanente que eles cursaran deze-
nas de laculdades ou vlven enterrados en llvros. Raclocrnlo raµldo
e una boa labla tanben sao algunas de suas lacetas. Sendo
assln, tanto un catedratlco doutor cono un bon nalandro sao
exenµlos de µersonagens lntellgentes.
Esµi r l t o
Força de vontade e µerseverança sao os elenentos que
conµõen o Esµrrlto. Ele reµresenta sua caµacldade de reslsténcla
ao desánlno e ao sobrenatural.
E esµeclalnente lnµortante µara os Helllln, µols esta
lntlnanente relaclonada ao uso e nanlµulaçao da nagla.
Car l s ma
O Carlsna nede o nagnetlsno µessoal. E atraves dele que
se consegue conqulstar a conllança dos outros e a slnµatla das
nassas. Ele e nulto lnµortante no desenµenho de ações soclals
e reµresenta una sona de dlµlonacla, tato e slnµatla, con toques
de charne e bon senso. Ouanto nelhor seu valor, nals agradavel
e slnµatlco vocé µarecera aos outros.
E usado senµre que se quelra lnµor a vontade de nanelra
sutll e dlscreta sobre outra µessoa, cono quando se quer convencer
alguen con un µonto de vlsta antagônlco ou seduzlr una µessoa
en una lesta.
CcRlLe
Este gruµo dellne suas caµacldades lrslcas, e e lornado µor:
Força
^ Força nede a caµacldade de erguer, suµortar e deslocar µeso.
Ela nen senµre e claranente relletlda no asµecto vlsual, enbora
seus eleltos sejan: e nulto útll en conbates corµo-a-corµo, µols
lnlluencla en sua caµacldade de lerlr seu oµonente.
Fislco
O Frslco nostra a saúde e reslsténcla do corµo, servlndo cono
nedlda µratlca de suas llnltações, dellnlndo quanta dor e eslorço se
µode suµortar.
Ele e nulto lnµortante no desenµenho das ações nals exaustl-
vas e na sobrevlvéncla quanto nals alto lor seu Frslco, nals
longe vocé se encontra da destrulçao.
Re| l exos
Coordenaçao notora, agllldade e equllrbrlo. Os Rellexos sao una
conblnaçao de todos estes latores, sendo de cruclal lnµortáncla na
µratlca de atlvldades lrslcas de toda esµecle.
Cono a lntellgéncla, os Rellexos nao dltan nenhuna esµecle de
trel nanento esµecl al , nas una caµacl dade natural do
desenvolvlnento da agllldade.
^gora que vocé ja atrlbulu una nedlda nunerlca ao que seu
µersonagen e, vanos ver o que ele sabe.
LL+LRmlrAÇÀc Lc FLRllL
En ternos gerals, o µerlll dlta a orlentaçao conµortanental de
seu µersonagen. Un µerlll nao e una anarra, nas una estrada que
leva ao desenvolvlnento da µersonalldade de un Helllln. Ha µratl-
ca, os µerlls olerecen una serle de Esµeclallzações que µoden ser
conµradas µara un µersonagen durante sua crlaçao ou no decor-
rer do jogo. Por lsso, lela con atençao a descrlçao de todos os µerlls,
de nodo a ldentlllcar aquele que lhe seja nals lnteressante.
Ouando da crlaçao de seu µersonagen, vocé tera 20 µontos µara
conµrar Esµeclallzações no µerlll escolhldo. Cono dlssenos antes,
os µerlls nao sao anarras, nas lndlcadores, de nodo que vocé
tanben µodera conµrar Esµeclallzações µertencentes a outros µer-
lls, nas µagando o dobro do valor lndlcado en suas descrlções tal
custo rellete a dlllculdade en desenvolver asµectos alhelos a sua
natureza µslcologlca e nanten a lndlvldualldade dos µerlls.
LLecRlÇÀc Lce FLRlle
Os µerlls serao descrltos da segulnte lorna, lacllltando sua
ldentlllcaçao e vantagens:
Ti t ul o
Texto dellnlndo traços gerals de µersonalldade que µoden ser
desenvolvldos µelos jogadores, e lalhas que µoderao conduzl-lo a
Danaçao.
Esµeclallzações: enuneraçao das esµeclallzações dlsµonrvels µara
conµra neste µerlll.
|als aµroµrlado µara: sugestao de Llnhagens a quen nelhor se
adaµta o µerlll.
O ^nlmlsta
Sua senslbllldade esµlrltual senµre lhe nostrou que exlste vlda
en todas as µartes da Crlaçao. Esta conexao, que tanto o vlvlllca nos
anblentes esterels crlados µelo honen, tanben o nanten
µerlgosanente nals µroxlno dos entes contra os quals vocé luta.
Esµeclallzações: ^lqulnla, Canµlsno, Rltualrstlca, Ocultlsno,
Herballsno, Lldar con ^nlnals, Craduaçao (Teologla), |edlta-
çao, Caça, Escalar.
|als aµroµrlado µara: Prlnals, Bastardos e Cuardlaes.
CARAc:LRle:lcAe L eLLe rlVLle.
1 Debll
2 Fraco
J |edlano
4 Bon
b Excelente
FLRecrA. FLRecrAcLre
4J
O ^rcano
\océ encontrou no Canlnho Oculto a razao µara µerdurar.
Sua lone de conheclnento e sua lonte nalor de lorça, nas
tanben µode ser sua rurna µactos, acordos e outras
extravagánclas na busca da verdade µoden leva-lo tanto a
^scensao quanto a Oueda, vlsto que seus dols lnlnlgos µossuen
resµostas µara suas µerguntas.
Esµeclallzações: Ocultlsno, Denonologla, ^lqulnla, Cabala,
|etodos dlvlnatorlos, Pesqulsa, |edltaçao, Rltualrstlca, Heraldlca,
Perceµçao.
|als aµroµrlado µara: \lslonarlos, \eneravels e Cuardlaes.
O Boémlo
^ vlda e una lesta, e sen hora µara acabar. Sua ]oI cc vIv¡c e
un balsano µara aqueles a sua volta, nas os excessos e vrclos
trµlcos ao seu estllo de vlda sao un convlte a Oueda. Por outro
lado, una tentatlva exagerada de redençao atraves do rlso µode
torna-lo un tolo nas cortes de Cabrlel.
Esµeclallzações: Enµatla, Seduçao, Exµressao, Etlqueta,
Furtlvldade, Subterlúglos, Blele, Esqulva, ^rnas Brancas, Luta.
|als aµroµrlado µara: ^colltos, Paladlnos, Bastardos e
Cuerrllhelros.
O Consµlrador
\océ se aµrovelta de sua aµaréncla hunana µara se lnllltrar
entre os honens e aunentar sua lnlluéncla. Para sua Congregaçao
lsso e otlno, µols vocé dlsµõe de recursos nao dlsµonrvels µara a
nalorla da sua esµecle, nas seu estllo de vlda autorltarlo e
nanlµulador o coloca µerlgosanente onbreado con os dltadores
angellcals e os tlranos do Sheol.
Esµecl al l zações: Craduaçao (Dl rel to), Craduaçao
(^dnlnlstraçao), Exµressao, lntlnldaçao, Enµatla, Pesqulsa,
Llderança, Burocracla, Polrtlca, Etlqueta.
|als aµroµrlado µara: Precursores e \eneravels.
O Flloso|o
\océ µrocurou suas resµostas tentando ouvlr sua voz lnterlor.
De un nodo geral, vocé cré que sua µrocura e una estrada que
o leva cada vez nals µara dentro de sl nesno, µara un µonto
que, de nultas nanelras, e senelhante ao µroµrlo Crlador. Contudo,
tender µara a egolatrla desnedlda o conduzlra lnvarlavelnente a
^scensao, enquanto a µerda total da le sera o cadalalso da Oueda.
Esµeclallzações: Craduaçao (Pslcologla), Enµatla, Llderança,
Rltualrstlca, Ocultlsno, Exµressao, Etlqueta, Pesqulsa, Perceµçao,
|edltaçao.
|als aµroµrlado µara: \lslonarlos, ^colltos e Cuardlaes.
O Herege
\océ adaµtou os dognas e crenças de una rellglao estabeleclda
a subcultura nelllrnlca. O none µroven das Ic¡csIas da ldade
|edla, cultos nao sanclonados µela lgreja e µor lsso caçados.
^daµtar un slstena rellgloso as necessldades dos Hrbrldos µrova
que vocé ten un lorte senso de raça desenvolvldo, nas o seu
ulanlsno µode leva-lo a atltudes que conduzen a Danaçao. En
contraµartlda, o lanatlsno cego o tornarla exatanente o tlµo de
soldado ben vlsto nas lllelras celestes.
Esµeclallzações: Craduaçao (Teologla), Pesqulsa, Denonolo-
gla, Rltualrstlca, Exµressao, Enµatla, Cabala, |edltaçao, |etodos
Dlvlnatorlos, Etlqueta.
|als aµroµrlado µara: \lslonarlos, \eneravels e Cuardlaes.
O |arglnal
\océ vlve a nargen do que e conslderado correto e nornal,
segulndo suas µroµrlas lels. Hote que na¡gInaI nao quer dlzer
necessarlanente c¡InInoso vocé aµenas nao consegue se ade-
quar as nornas.
Sua lndeµendéncla e una lorça que µode lnsµlrar seus lrnaos
e µrlnos, contudo, nesno aqueles que estao lora do slstena
µreclsan de alguna regra e dlsclµllna a lalta de llnltes µode
leva-lo a µerversao (e ao lnlerno) ou a negalonanla (e ao Ceu).
Esµeclallzações: ^rnas brancas, Subterlúglo, Luta, Esqulva,
Exµressao, Perceµçao, Polrtlca, Crlµtogralla, Craduaçao (Dlrelto),
lntlnldaçao.
|als aµroµrlado µara: Bastardos, ^colltos e Prlnals.
O Soldado
\océ se dedlca a una causa, e acha que vale a µena lutar µor
ela. Sua vlda se resune e dellne no conlllto. lsso e bon, µols o
nanten en constante dlnanlsno, nas a valdade da vltorla µode
abrlr brechas que µoden leva-lo ao Sheol ou Shanaln
Esµeclallzações: Luta, Esqulva, ^rnas Brancas, |aterlal Bellco,
Perceµçao, Kobudo, Canµlsno, lnterrogatorlo, lntlnldaçao,
lnvestlgaçao.
|als aµroµrlado µara: Cuerrllhelros, Prlnals e Paladlnos.
EelLclALlzAÇcLe
Cono ja lol dlto antes, as Esµeclallzações dellnen de un no-
do geral tudo aqullo que vocé aµrendeu. Hote que ¨esµeclallzaçao"
e so un terno geral µara dellnlr as µerrclas, talentos e habllldades
adqulrldas e desenvolvldas µor seu µersonagen durante sua vlda.
Cono as Caracterrstlcas, as Esµeclallzações µossuen un llnlte:
varlan de un a clnco µontos. Se vocé nao ten µonto algun en una
Esµeclallzaçao, vocé nao a µossul. Cada nrvel en una esµeclallzaçao
do seu µerlll custa un µonto, assln se vocé qulser conµrar /u¡IIvIcacc
3, µagara J µontos µela Esµeclallzaçao. Esµeclallzações de outros
µerlls custan o dobro do µreço se /u¡IIvIcacc losse de un
outro Perlll que nao o seu, e vocé qulsesse conµra-la neste nesno
nrvel, µagarla 6 µontos µor ela.
EelLclALlzAÇcLe LlvRLe
^s chanadas LspccIaIIzaçocs LIv¡cs sao un gruµo de
conheclnento de anµlo acesso a qualquer µerlll. Tals Esµeclallza-
ções µoden ser escolhldas sen µenalldades, cono se llzessen
µarte de sua llsta. Dlzen resµelto a areas nulto acessrvels de
conheclnento que justlllcan a lacllldade de seu aµrendlzado. Sao
elas: Dlreçao, Craduaçao (que nao consten das llstas dos µerlls
deternlnados: Llteratura, Ournlca, Ceogralla, Hlstorla, |atenatlca
e outras), ldlonas (que deven ser conµrados e desenvolvldos
lndlvldualnente), Esµorte, Tecnlcos (que nao consten nas llstas de
µerlls deternlnados: enlernagen, necánlca, contabllldade,
radlologla e outros) e Tlro. Junte-se a elas Teurgla e Hlgronancla,
Esµeclallzações nulto lnµortantes llgadas aos uso de |anllesto
(veja o caµrtulo /ascInIun µara nals detalhes).
^l qul ml a
\océ conhece nultos dos µreceltos alqurnlcos, suas slnbologlas
e doutrlnas. Ten tanben conheclnento teorlco sobre µreceltos
cono a Crande Obra, con seu Ellxlr da Longa \lda e sua Pedra
JccALcRLe L FLRlle
E ben µossrvel que ao nenos un de seus jogadores ache
que nenhun dos µerlls dlsµonrvels reuna as Esµeclallzações ou
caracterrstlcas que ele ache lnµortantes. Se lor este o caso,
delxe que ele altere llvrenente un dos µerlls a sua escolha ou
µernlta a crlaçao de un novo µerlll nao tenha recelo de
delxar o gruµo enrlquecer este jogo con ldelas novas, aµenas
tenha certeza de que os jogadores estao tentando achar una
lorna de exµressao nals dlvertlda, e nao aµenas nals
vantajosa.
Un µerlll deve µossulr una llsta con dez Esµeclallzações
nao-llvres e µossrvels µontos lracos que µossan conduzlr un
Helllln a Danaçao reµare que aqul esta un µonto de unlao
entre as regras e o contexto do jogo. Os jogadores µoden
sugerlr qualquer tlµo de alterações nos µerlls ¨ollclals" ou crlar
µerlls novos, nas a µalavra llnal senµre e do |estre.
EelLclALlzAÇcLe L eLLe rlVLle.
1 Curloso
2 ^nador
J ^vançado
4 Prollsslonal
b Exµert
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
44
Fllosolal. Talvez ate nesno tenha alguna exµerléncla µratlca a
este resµelto. Se ben sucedlda ou nao ja e una outra estorla.
^rmas brancas
E a Esµeclallzaçao que garante a vocé conheclnento µara
lldar con arnas de corte, esnaganento e µerluraçao cono
µunhals, esµadas, nartelos, etc. Esta Esµeclallzaçao cobre o uso
de arnas brancas ocldentals e outras lnµrovlsadas, cono chaves
de lenda ou garralas. Conheclnento sobre arnas orlentals e canµo
do Kobudo.
Bur ocr acl a
\océ conhece o slstena estatal e seu lunclonanento. lsso
µodera ser de grande ajuda quando vocé deµender da aglllzaçao
de µrocessos e en sltuações en que qullos de µaµels valerao nals
que horas de conversa.
Cabal a
Una antlga herança do µovo hebreu. \océ esta lanlllarlzado
con os conceltos da Torah, as µernutações nunerlcas e
µrlnclµalnente con as enanações dlvlnas. lsto tanben lhe garante
algun conheclnento sobre as hlerarqulas angellcals e seus µrrnclµes.
Caç a
\océ sabe esµreltar una µresa sllenclosanente e segulr seu
rastro con ellcléncla. O nelhor desta esµeclallzaçao e que nada
lnµede que ela seja usada µara rastrear e caçar µresas hunanas
o lundanental e o conheclnento do terreno e do alvo.
Camµl s mo
Prollsslonalnente ou µor dlversao, vocé sabe se llxar na nata
do nodo nals conlortavel que a sltuaçao lhe µernltlr. lsso tanben
lnclul o conheclnento necessarlo sobre onde µrocurar agua, cono
arnar barracas, onde arna-las e cono se nanter alastado dos
anlnals nals µerlgosos.
Demonol ogl a
\océ esta lanlllarlzado con o lolclore lnlernal: suas llguras,
seus nones, sua hlerarqula e etc. Certanente esta Esµeclallzaçao
tanben garante algun conheclnento sobre os µrrnclµes ^rc'^njos
Cardos e seu µaµel no Sheol.
Dl r eçao
E a habllldade de µllotar ellclentenente verculos terrestres cono
carros, notos ou canlnhões. Enbora alguns outros verculos tenhan
una dlreçao slnllar a dos cltados aclna, cono tratores e
enµllhadelras, esta Esµeclallzaçao nao garante conheclnento lnte-
gral sobre eles, devendo entao a nargen de sucesso ser reajustada
de acordo con a sltuaçao, llcando a crlterlo do nestre, e claro.
Emµat l a
^ Enµatla e a esµeclallzaçao relaclonada ao canµo das
enoções. ^s notlvações, desejos e sentlnentos alhelos µoden ser
desvendados e conµreendldos con sua ajuda. Hote que nao se
trata de un µoder sobrenatural, aµenas de un tato e una
senslbllldade aµurados no que dlz resµelto a natureza hunana.
Conhecendo as notlvações de una µessoa, vocé µode ate ser
caµaz de lnlluencla-la, nas nunca µodera exercer controle sobre
suas enoções.
Es cal ar
\océ ten conheclnento sobre o uso de cordas, µrtons e outros
naterlals usados µara escalar nontanhas, µaredões e denals
suµerlrcles. Tanben esta habllltado a escalar suµerlrcles con as naos
nuas, se lsso lor µossrvel.
Esqulva
\océ consegue escaµar de golµes e µrojetls con destreza e
habllldade. ^lgunas vezes, a nelhor oµçao e contornar o µerlgo ao
lnves de enlrenta-lo de lrente.
Etlqueta
\océ e versado na arte do trato soclal, ou seja, sabe convlver con
gruµos dlversos e de organlzações dlstlntas sen grandes dlllculdades.
^ Etlqueta e extrenanente lnµortante en sltuações de convrvlo
soclal, µols exlstlrao ocaslões en que suas atltudes e conµortanen-
to serao cruclals µara deternlnar as reações dos que o cercan.
Exµr essao
E sua caµacldade de denonstrar o que µensa ou sente, tanto
µode se aµllcar a oratorla ou lnterµretaçao quanto a µlntura ou
escultura. Dança, núslca, µoesla, tudo lsso esta llgado a Exµressao.
Furtlvldade
\océ sabe se nover nas sonbras sen chanar a atençao. ^
lurtlvldade e de grande lnµortáncla quando se µreclsa entrar ou salr
de lugares sen ser notado e (µrlnclµalnente) quando nao se esta
autorlzado a lazer lsso. E nulto valorlzado µor gatunos, µollclals ou
esµlões.
Cr aduaçao
Sao cursos µrollsslonallzantes de nrvel suµerlor. ^lgunas
graduações µertencen a llstas de µerlls deternlnados (Teologla,
Dlrelto, ^dnlnlstraçao, |edlclna, Pslcologla) nas a nalorla e llvre.
Dentre elas destacan-se:
^dml nl st r açao
\océ µossul conheclnentos que o caµacltan a adnlnls-
trar estabeleclnentos cono enµresas, lndústrlas, condonrnlos
e etc. Sua lornaçao lnclul tecnlcas organlzaclonals, llderança
enµresarlal e una boa vlsao de µlanejanento de netas.
Dlrelto
\océ conhece os codlgos e lels que regen o honen na
socledade, tendo a caµacldade de advogar en µrol de una cau-
sa ou µessoa, alen de conheclnento sobre o slstena jurrdlco. O
seu nrvel na Esµeclallzaçao deternlnara a conµeténcla de sua
lornaçao. Caso lhe agrade, vocé µode detalhar un µouco
nals seu canµo de atuaçao, escolhendo una esµeclalldade,
cono dlrelto µenal, µor exenµlo.
|edlclna
\océ estudou a cléncla que ten µor lunçao µesqulsar as
doenças e suas orlgens e alcançar suas curas. O seu nrvel na
Esµeclallzaçao deternlnara a conµeténcla de sua lornaçao.
Talvez vocé quelra detalhar un µouco nals seu canµo de atua-
çao, escolhendo una esµeclalldade, cono cardlologla, µor
exenµlo.
Psl col ogl a
\océ estuda a cléncla do conµortanento hunano, e
esta habllltado a reconhecer e tratar desvlos conµortanentals.
Dlversas tecnlcas e nestres estao a sua dlsµoslçao
behavlorlsno, Freud, Jung e nultos outros deµendendo aµe-
nas de seu estllo µessoal a llnha a ser escolhlda.
Teologla
\océ desenvolveu un bon conheclnento sobre rellglões
das nals varladas, seus dognas e crenças. Tal conheclnento
µode envolver tanben cultos anlnlstas, satánlcos e orlentals e
noções sobre nltologlas dlversas.
Out r as
^qul ha un canµo de escolha enorne e llvre µara
graduações: Hlstorla, Ceogralla, |atenatlca, Llteratura, Hlsto-
rla da ^rte, |arketlng, Conunlcaçao Soclal, ^nallse de Slstenas
e una lnllnldade de outras oµções.
FLRecrA. FLRecrAcLre
4b
Her al dl ca
\océ e caµaz de reconhecer os µadrões en enblenas e bra-
sões, dlzer o que reµresentan e a quen estao assoclados. E nulto
útll µara ldentlllcar brasões lanlllares e escudos de lnstltulções
cono a lgreja, Socledades Secretas e una lnllnldade de outros
cultos nenores.
Her bal l smo
\océ esta caµacltado a lazer uso de ervas, crlando renedlos
naturals (ou venenos) de grande ellcléncla. ^lgunas oµerações µo-
den exlglr o uso de laboratorlos, µrlnclµalnente quando se tratar
da crlaçao de lornulas conµlexas e dellcadas.
l dl omas
Esta Esµeclalldade garante conheclnento sobre un ldlona.
Cada l dl ona deve ser conµrado seµaradanente, e sua
conµeténcla e lluéncla deµenden de seu nrvel. ^lgunas vezes,
µode-se usar o conheclnento en un deternlnado ldlona µara se
entender outro aµarentado, cono µor exenµlo, usar seu
conheclnento de Esµanhol µara tentar ¨arranhar" o Catalao (µols
anbas sao lrnguas neolatlnas e lberlcas). Contudo, tals tentatlvas
deven ser sanclonadas µelo |estre, e senµre deven ter sua
dlllculdade aunentada.
l nt er r ogat or l o
\océ sabe extralr a verdade de una µessoa. Hen senµre os
lnterrogadores recorren a lorça bruta µara consegulr una lnlorna-
çao de lato, os bons nunca µreclsan dela. Esta esµeclallzaçao
envolve una serle de artllrclos µslcologlcos e eloqüéncla µersµlcaz
que ten cono objetlvo conlundlr seu alvo e lazé-lo revelar o que
nao µretende.
l nt l ml daçao
^ lntlnldaçao e una arte rellnada que en nultos asµectos se
conµara a seduçao. Hen senµre o sujelto nals µerlgoso e o nals
assustador. \océ sabe cono traduzlr en atltudes una serle de
aneaças sutls que tenden a µerturbar e anedrontar as µessoas.
l nvest l gaçao
\océ sabe µrocurar µlstas e evldénclas que conµroven ou
neguen una hlµotese. Tanben esta acostunado a µensar
loglcanente e nunca tlrar una conclusao que nao seja estrltanen-
te baseada en latos e µrovas µlausrvels.
Jogo
\océ adnlra jogar. Tanto que esta lanlllarlzado con as nals
dlversas nodalldades lúdlcas: baralho, bllhar, a nalorla dos jogos
de azar e ate lllµeranas. lsso lhe da conheclnento sobre a nalorla
das regras, e nals: o caµaclta a traµacear con classe. |as culdado
con as lalhas crrtlcas elas o denunclarao lnedlatanente,
nostrando a seus conµanhelros que un baralho µode ter no
naxlno quatro ases.
Kobudo
E a esµeclallzaçao que µernlte o nanejo de arnas de conbate
orlentals cono katanas, nunchakus ou tonlas. Seu donrnlo garante
uso correto destas arnas, tornando-as lerranentas nortals nas naos
de seus usuarlos.
Lldar com anlmals
\océ ten lacllldade e tato ao lnteraglr con anlnals, o que lnclul
un grande conheclnento sobre suas notlvações e reações. Conhe-
cer o conµortanento das dllerentes esµecles anlnals µode ajudar
nulto un µersonagen a reconhecer µerlgos naturals cono a µresença
de µredadores, lalta de recursos cono agua e conlda e ate nesno
alertar sobre a µresença de hunanos na area. Con tenµo e
dlsµonlbllldade sullclentes, vocé µode ate nesno adestrar un anl-
nal.
Ll der ança
Oualquer un esta caµacltado a dar ordens, nas µara ser un
lrder conµetente e necessarlo nals do que voz de conando. ^
Llderança rellete o bon senso, conllança e autorldade necessarlas
aos conandantes, desµertando en seus subordlnados o sentlnento
de adnlraçao e lldelldade.
Heste Conheclnento reslde o conjunto de qualldades necessarl-
as µara se conandar. Seus eleltos sao vlsrvels nas atltudes e gestos
de un lrder, e laz con que as µessoas tenhan le en sua caµacldade
de llderança.
Lut a
\océ lol trelnado en qualquer un dos varlos tlµos de conbate
de naos llnµas, cono Boxe, Judô, Caraté ou Jlu-Jltsu (ou
slnµlesnente ten una anµla µratlca de brlga de rua), e sabe cono
se vlrar no nano-a-nano.
|aterlal Béllco
\océ e caµaz de µroceder a nontagen e nanutençao en una
enorne dlversldade de arnas de logo, enbora na nalorla das vezes
µreclse de una ollclna e lerranentas esµeclals µara exercer seu olrclo.
Hote que saber a nanutençao de una arna nao o torna un bon
atlrador este e o canµo de atuaçao de TI¡o.
|edl t açao
\océ e caµaz de reduzlr seus µensanentos a un únlco lluxo
lento e harnonloso. ^ nedltaçao llnµa sua nente e o delxa nals
alerta, nas ten una utllldade a nals µara os Hrbrldos: aµos un
teste ben sucedldo de Perrcla, con nargen lgual a Esµrrlto +
|edltaçao, vocé µodera sonar seus sucessos ao de un subseqüente
Clanor, absorvendo nals |ana no µrocesso. lsso se deve ao lato
de vocé estar nals equlllbrado e sensrvel as enanações de lorça a
sua volta. Contudo, e necessarla calna e tranqüllldade µara que se
µossa extralr os nelhores eleltos da nedltaçao na µratlca, vocé
so colhe os benelrclos descrltos aµos µelo nenos una hora
nedltando.
|étodos Dlvlnatorlos
\océ conhece alguns µrocedlnentos a resµelto da adlvlnhaçao
do luturo Tarô, ^strologla, Búzlos, l Chlng, Runas, Cartonancla.
un µouco de cada colsa. lsso tudo laz µarte de tradlções esoterl-
cas nulto antlgas, e atualnente µarecen estar ressurglndo con
grande lorça e aceltaçao µúbllca. Tal conheclnento µode ser nulto
útll cono lonte de renda, vlsto que a cllentela costuna ser un tanto
regular.
Hlgromancla
Reµresenta as lnlornações e segredos das Esleras ^blssals e se-
us |anllestos. Cono a Teurgla, e de lundanental lnµortáncla µara
todos os Helllln.
Ocultlsmo
En un nundo reµleto de lntrlgas e crlaturas sobrenaturals, o
ocultlsno se tornou nals que una cléncla duvldosa. Essa
Esµeclallzaçao conten conheclnentos (nen senµre lntegrals ou
conllavels) sobre areas do oculto cono socledades secretas, entlda-
des sobrenaturals e hlstorla oculta das clvlllzações .
Perceµçao
\océ ten una tendéncla natural a estar atento, que lol nelhora-
da atraves de µratlca e trelnanento esµeclallzado. Portanto, nesno
a nrvel subconsclente, se nantera en alerta µara o que o cerca e
dlllcllnente e surµreendldo.
Pesqul sa
\océ sabe onde e cono coletar lnlornações e a nanelra ellclen-
te de organlza-las µara que laçan sentldo. Pesqulsa e una excelente
esµeclallzaçao de aµolo µara quen busca conheclnento, nundano
ou sobrenatural.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
46
Pol i tl ca
\océ ten una boa noçao sobre o lunclonanento do Estado e
suas engrenagens, sabendo onde lr e a quen lalar quando qulser
algo. ^len dlsso, e µreµarado o sullclente µara encarar un cargo
µúbllco.
Rltualistlca
^ rltualrstlca e un olrclo antlgo, que envolve conheclnentos
esµecrllcos de cono organlzar e conduzlr cerlnônlas lltúrglcas das
nals varladas. O µossuldor desta esµeclallzaçao tanben e caµaz de
reconhecer rltuals de dlversas outras lnstltulções e dlzer sua llnalldade,
ja que as nesnas aµenas adaµtaran este conheclnento as suas
necessldades.
Seduçao
\océ sabe cono encantar e cortejar un alvo de nodo a
estabelecer alguna lntlnldade lrslca. O |estre ajusta a dlllculdade
da seduçao en vlrtude do quanto vocé µarece atraente ao seu alvo, e
nen senµre este e un µrocesso raµldo tenha en nente que a
nalorla das µessoas ten algunas exµectatlvas en relaçao a un
envolvlnento ronántlco, e as vezes slnµlesnente nao queren ser
dlversao µara una so nolte.
Subt er | ugl os
Esse conheclnento garante a vocé donrnlo sobre as artes
ladlnas do roubo, do arronbanento e da lalslllcaçao.
Técnlco
Sao Esµeclallzações Prollsslonals restrltas ao nrvel nedlo de
enslno. ^lgunas delas µertencen a µerlls deternlnados (eletrônlca,
redes, etc.), nas a nalorla µertence ao acessrvel gruµo de
Esµeclalldades Llvres. Dentre elas destacan-se:
Comµut açao
\océ conhece o lunclonanento da nals útll lerranenta
do nosso seculo: o conµutador. Esta Esµeclallzaçao lnclul
tanben o conheclnento necessarlo µara a nontagen,
desnontagen e nanutençao das naqulnas. \océ esta aµto a
utlllza-lo en µequena ou grande escala, deµendendo de sua
conµeténcla.
El et r ônl ca
\océ conhece o lunclonanento e as lornas de nanuten-
çao de aµarelhos eletrônlcos. E un conheclnento extrenanente
útll, vlsta a µoµularldade destes aµaratos.
Redes
\océ esta habllltado a crlar, nanter e gerenclar redes de
conµutadores. Este e un conheclnento nulto valorlzado (e
µrocurado) nos dlas atuals.
Outros
Dlversas outras Esµeclallzações se encalxan neste gruµo,
e ao contrarlo das aclna cltadas, sao llvres. Entre elas vocé µode
escolher necánlca, radlologla, contabllldade, enlernagen,
edlllcações, eletrotecnlca e nultas outras oµções.
Teurgla
E o conjunto de lnlornações que dlzen resµelto as Esleras
^scendentes e seus |anllestos. Todo Helllln que se µreze ten algun
conheclnento teúrglco.
Tlro
\océ e µrollclente no uso de arnas de logo, sabendo nunlcla-las
e µreµara-las µara atlrar. Enbora conslga lldar con un ou outro
µroblena ocaslonal, a nanutençao deste tlµo de arna deµende da
esµeclallzaçao /aIc¡IaI DcIIco.
FLcLLlARlLALLe
^s µecullarldades sao detalhes que conµlenentan a sua
¨µersona". Exlsten µecullarldades µosltlvas e negatlvas. ^s µosltlvas
garanten a vocé certas vantagens que µoden ser nulto útels duran-
te o jogo, cono ser un µouco nelhor con arnas ou ter lacllldade
CRLrÇAe L ¬LRLelAe
|ultas vezes, descobrlr-se un nelllln causa una certa sensaçao de vacuo na vlda esµlrltual dos novatos o nedo de tornar-se un
lacalo no µararso torna-se tao lntenso quanto o µavor das lossas lnlernals. Por este notlvo, e conµreensrvel que nultos Helllln
aµroveltassen lragnentos de sua antlga le µara edlllcar un novo credo, nals slntonlzado con sua nova condlçao. Tals credos sao
chanados Hereslas.
En geral, nultos Hrbrldos sao nonlnalnente ¨devotos" a una ou outra Heresla, enquanto outros levan a serlo sua le. Exlste una
enorne quantldade de Hereslas dllundlda na subcultura nelllrnlca. Contudo, algunas se tornaran µartlcularnente µoµulares, seja µor
sua lllosolla, seja µor sua atltude. Sao elas:
Heosaduceus: cono os Helllln nao µossuen una vlsao de ¨ressurrelçao" no dla do Jurzo, estes Hrbrldos aµroveltan ao
naxlno sua exlsténcla corµorea, e se conslderan se conslderan o aµlce da evoluçao naterlal. Por suas tendénclas sensuallstas, os
Heosaduceus tenden a ser sutllnente crnlcos e lndlvlduallstas. E de longe a Heresla con o nalor núnero de adeµtos.
Konradlanos: e un culto excluslvanente Bastardo. Conenoran anualnente a norte de Konrad Koµke, seu
Prlnogénlto, con cerlnônlas e rltos elaborados acredltan que a energla canallzada de suas llturglas o estarlan regenerando no
Plano Elenental, de onde ressurglra no dla do ^rnageddon. ^doran Tsarshlel, seu ¨Sol Secreto", no dla 2b de dezenbro.
Zelotes: un culto ulanlsta e sectarlo que acredlta que os Helllln herdarao ^danah aµos a Cuerra lnevltavel. Enquanto
este tenµo nao chega, µreclsan µroteger a lanrlla Crlgorl (os Hrbrldos) da lanrlla ^dánlca (os hunanos).
Enoqueanos: esta Heresla acredlta que Henoc era na verdade un Helllln nascldo durante a Prlnelra Rebellao, e que
terla conseguldo equlllbrar sua herança a tal µonto que consegulu alcançar a verdadelra ^scensao, µara alen do veu de Shanaln,
sendo assln ¨arrebatado µelo Senhor". Os Enoqueanos créen que o ^ntlgo Testanento esta reµleto de nensagens secretas,
µreclosas µara os Hrbrldos, e estudan hernenéutlca lervorosanente con o lntulto de desvenda-las. ^credlta-se que o lundador
hereslarca serla un Precursor velho e µoderoso.
Clgantlnos: cono os Enoqueanos, acredltan na sobrevlvéncla dos Helllln da Prlnelra Rebellao, e buscan encontra-los
e desµerta-los µara que se unan a Segunda Fanrlla nas lutas do ^rnageddon.
Zoharltas: crlada µor Helllln judeus, esta Heresla µostula que a Cabala conten a chave µara a llbertaçao dos Helllln.
|ultos \lslonarlos e Cuardlaes se µerlllan entre os Zoharltas, que nao estao nals clrcunscrltos aos lsraelltas.
Un µersonagen naao µreclsa adotar o µerlll: Herege µara estar llgado a un destes cultos, a nao ser que quelra ser
reconhecldo cono sacerdote µroµagador da crença. Hote que ser un herege nao granjela nenhun µrestrglo esµeclal entre os
Hrbrldos contudo, estar llgado a una Heresla en µartlcular µode ser una excelente base µara a aqulslçao de contatos e µrovavels
alldos.
Os Cenltores costunan ser lndllerentes a nultos destes cultos, enbora nao vejan con bons olhos Enoqueanos e
Clgantlnos, µor µregaren una lnlluéncla externa e µoderosa a estrutura lanlllar das nove Llnhagens.
|estres e jogadores deven sentlr-se a vontade µara crlar ou adaµtar Hereslas, de acordo con os lnteresses envolvldos na
Saga.
FLRecrA. FLRecrAcLre
47
con conµutadores. Cono lacllltan sua vlda, elas custan µontos,
cono tudo que ja vlnos antes. ^s negatlvas sao justanente o
contrarlo deleltos que o atraµalhan en deternlnadas sltuações,
tornando sua vlda nals dllrcll. Cono vocé esta atrlbulndo deleltos
e restrlções que lrao µrejudlcar seu µersonagen, vocé ¡cccIc¡a
µontos µara adqulrlr outras µecullarldades e a velha estrategla
de µerder sob un asµecto µara lucrar en outro.
^s µecullarldades sao lnµortantes µara µreencher certas
lacunas na vlda de un µersonagen, cono contatos, allados,
lnlnlgos, µrelerénclas µessoals, sltuaçao llnancelra e etc. Os
jogadores receben un total de 10 µontos µara deternlnar suas
µecullarldades.
ALcLlRlrLc FLcLLlARlLALLe
Pecullarldades sao conµradas llvrenente, de acordo con a
vontade do jogador e os µontos que lhe estao dlsµonrvels.
Pecullarldades µosltlvas µoden ser adqulrldas nals tarde con µontos
de exµerléncla nedlante a aµrovaçao do |estre. ^lgunas µeden µre-
requlsltos µara conµra lsso se deve a verosslnllhança lnterna do
jogo. E nelo dllrcll una µessoa ser dona de un badalado poInI da
noda sen µossulr renda µara nanté-lo. Pecullarldades negatlvas
µoden ser descartadas, con consentlnento do |estre, µagando-
se en µontos de exµerléncla o bônus que elas olereceran na
crlaçao do µersonagen (algunas sao anuladas µor µecullarldades
µosltlvas oµostas), nas tanben µoden ser atrlburdas µelo |estre
en vlrtude de eventos esµeclals ocorrldos durante o jogo (e neste
caso elas nao renden µontos de bônus).
Flnalnente, o acúnulo de µecullarldades negatlvas garante
µontos de bônus µara conµrar outras µecullarldades µosltlvas µode-
se acunular ate 10 µontos en µecullarldades negatlvas.
A FLelLl+c LL FLrLA
Una das nalores dlllculdades µara jogadores de RPCs con
anblentaçao noderna e lldar con a renda dos µersonagens nao
se µode slnµlesnente conslderar que eles acunulan ¨tesouros"
derrotando lnlnlgos o que e bon, útll e coerente µara anblen-
tes de lantasla nao laz nulto sentldo µara o seculo XXl. O slstena
de renda de REBELl^O µrocura ser slnµles e dlreto, delxando aos
jogadores nals tenµo µara se dlvertlren, nas sen roubar
credlbllldade do cenarlo cono µersonagens-µadrao receben una
µontuaçao conslderada nedlana µara sua construçao, adnlte-se que
ele estara encalxado na Classe |edla lsso nesno: nos aµenas
lndlcarenos un nrvel econônlco geral, sen esµeclllcar cllras (os
µaradlgnas soclals dentro de nossa conunldade sao varlados o
bastante µara que ¨classe nedla" µossa ter una dellnlçao ben
dllerente de una cldade µara outra). Os |estres deverao ter bon
senso µara dellnlr o que un µersonagen nesta lalxa soclo-econônl-
ca µode ou nao µossul r. Certanente, al guns j ogadores
anblclonarao nals (ou contentar-se-ao con nenos) que o
esµeclllcado aqul, sen µroblenas: dlversas µecullarldades soclals
servlrao µara turblnar (ou reduzlr) o µecúllo dos µersonagens
alnda aqul cabe o bon senso do |estre, decldlndo o que µode ou
nao lazer µarte das µosses de un µersonagen baseando-se na
sua condlçao llnancelra.
CrLL Le+Àc ce rLmLRce?
^lgunas µecullarldades lndlcan vantagens ou desvantagens
de un nodo geral, sen esµeclllcar valores nunerlcos ou regras
µara seus eleltos. De lato, nen tudo en REBELl^O necesslta de
núneros ou rolanentos de dados achanos que econonlzar
dados µara os nonentos crrtlcos da nals llberdade de açao µara
os jogadores e llrneza de declsao µara o |estre. Ha dúvlda, conlle
en seu bon senso.
FLcLLlARlLALLe Mle+lcAe
Estas Pecullarldades exµressan qualldades e deleltos de
µroµorções sobrenaturals, sendo nultas delas µroµrlas aµenas dos
Helllln.
|edlunldade (Custo: 2 ou 3)
\océ consegue µerceber os lantasnas. Dols µontos lndlcan
que vocé e un nedlun audltlvo, e trés µontos lhe garanten
nedlunldade vlsual. Senµre que lantasnas estlveren µor µerto, e
qulseren aµarecer µara vocé, serao µercebldos sen nenhuna
necessldade de testes. Caso eles resolvan µor vontade µroµrla nao
chanar sua atençao, sera necessarlo un teste de \ontade, con
nargen lgual a Esµrrlto + Perceµçao, µara que vocé µossa detecta-
los.
Reslsténcla a magla (Custo: 2)
\océ e de alguna lorna reslstente a nagla e seus eleltos,
sendo nals caµaz de lgnorar encantanentos que a nalorla das
µessoas. ^µllque un bônus de un dado a sua Parada de \ontade
µara qualquer teste de reslsténcla a nagla.
Precognlçao (Custo: 3)
\océ ten sensações e vlsões relaclonadas a un luturo µroxlno.
Essas vlsões ven na lorna de sonhos e ¨deja vus". O nestre ten llvre
escolha sobre o que as vlsões nostrarao, con a únlca condlçao de
que elas nunca sejan claras e µossan lornecer varlas lnterµretações
dllerentes.
Presença ^ngellcal (Custo: 2)
^s µessoas se senten calnas e seguras en sua µresença.
Hao nulto raro, se sentlrao ate nesno lasclnadas ou atrardas µor
sua µessoa lsso nao ten nada a ver con aµaréncla lrslca ou
sexualldade, e aµenas un ¨qué" sobrenatural, algo que nlnguen
consegulra dellnlr, nas que sen dúvlda aµreclara.
Ocultlsta Renomado (Custo: 4)
^o contrarlo de alguns µseudolllosolos da Hova Era, vocé
realnente esta vlnculado ao estudo do oculto, e ten conheclnentos
lnµortantes e contatos relevantes na area. Reduza a netade o custo
da exµerléncla necessarla µara evolulr nas Esµeclallzações do µerlll
A¡cano, seja ele seu µerlll ou nao, alen de µoder lgnorar una lalha
crrtlca en testes de Perrcla relaclonados a ocultlsno µor jogo.
Perceµçao do sobrenatural (Custo: 3)
\océ ten noçao da µresença de lorças sobrenaturals onde se
encontra. O nestre deve lazer secretanente un teste de \ontade,
con nargen lgual a Esµrrlto + Perceµçao, µara µerceber a
exlsténcla de nagla no local. Suas µerceµções surglrao na lorna
de lntulções e µalµltes, e vocé nao reconhecera sua natureza ou de
onde ven, nas sabera que estao la.
Toµla (Custo: 1 ou 2)
\océ ten controle sobre una Toµla. Pode ser un terreno
sagrado en sua µroµrledade, una µequena caµela en sua casa
de canµo ou un cenlterlo abandonado. O que lnµorta e que
aµenas vocé ten acesso a ela e seus benelrclos. Cultos dlversos e
outros Helllln µoden se lnteressar µelo µoder que ela ten a olerecer,
µor lsso e bon que nlnguen salba de seu segredlnho. Una Toµla
slnµles custa aµenas un µonto, enquanto una Toµla nals
µoderosa custa dols.
lntulçao (Custo: 3)
\océ ten una esµecle de sexto sentldo. Una vez µor estorla,
quando estlver en dúvlda, o |estre µodera testar secretanente sua
\ontade, con nargen lgual a lntellgéncla + |edltaçao, de nodo
que ao nenos un sucesso lhe lndlca qual a declsao certa. Hote que
una resµosta nao aµarecera na sua cabeça e necessarlo que vocé
ja tenha algo en nente µara que sua lntulçao lunclone. Ho caso de
una lalha, a lntulçao nada lhe dlz. Ho caso de una lalha crrtlca, vocé
tonara a declsao nals errada µossrvel.
|anl|esto Extra (Custo:5)
\océ µode escolher un |anllesto extra, alen dos que ja ten
dlrelto en lunçao de seus µoderes lnatos e os concedldos µela
µontuaçao de Esµrrlto. Este |anllesto extra nao µreclsa ser
necessarlanente de suas Esleras de lnlluéncla.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
48
Esta µecullarldade µode ser conµrada nals de una vez.
Lingua dos homens (Custo: 3)
Os anjos sao detentores da caµacldade de conµreender os
nortals, lndeµendente de sua llnguagen vocé herdou, ao nenos
en µarte, essa µecullarldade. |lstlcanente, vocé e caµaz de
conµreender qualquer lrngua nortal. Hote que esta e una hablllda-
de naglca e esta restrlta a lala sua lluéncla nada ten a ver con
conheclnentos llngürstlcos e vocé e anallabeto en qualquer ldlona
que nao conheça atraves da Esµeclallzaçao adequada.
|ana Extra (Custo: 1 a 5)
Todo Helllln coneça o jogo con clnco µontos de |ana,
conµrando esta µecullarldade, vocé µode coneçar con nals: cada
µonto gasto con ela da dlrelto a un µonto extra de |ana.
Obsedlado (Bônus: 2)
Craças a sua nalor conexao con o sobrenatural, vocé e vrtl-
na de un esµectro obsessor. Este lantasna µrocura resolver algo
que llcou µendente en sua vlda µregressa, e usa o usa cono
lerranenta µara atlnglr seus objetlvos. Ele nao controla vocé, nas
e caµaz de lnlluenclar de nanelra drastlca en seu estado de esµrrlto,
lazendo-o aglr de un nodo dllerente do nornal. \arlos notlvos
µoden levar un lantasna a lsso: ele µode odla-lo e tentar arrulnar
sua vlda, µode queré-lo cono lerranenta en una vlngança ou
slnµlesnente estar se allnentando de sua energla vltal, nas una
colsa e certa seus notlvos senµre serao balxos e noclvos.
O |estre deve exlglr que vocé seja ben sucedldo nun teste de
\ontade con nargen lgual a Esµrrlto + Ocultlsno µara evltar que
as sugestões do obsessor sejan ellcazes. Esta µecullarldade µode vlr
a ser µerdlda durante o jogo, nas nunca sen una boa dose de
eslorço e solrlnento.
Sombra Demoniaca (Bônus: 3)
lsso µode realnente assustar as µessoas sua sonbra e
dlslorne, dotada de chllres e µernas de bode. Enbora nen senµre
ela µossa estar vlsrvel, causara grande esµanto a quen µercebé-la
con clareza.
Estérll (Bônus: 2)
Enbora todos os Helllln µossan µroduzlr |ana enquanto
contaren con ao nenos un µonto en suas reservas, vocé e lncaµaz
dlsso. ^ssln, vocé aµela constantenente µara o Clanor (o que e
µouco dlscreto).
Heutro (Bônus: 3)
^o contrarlo do delelto aclna, vocé e totalnente lncaµaz de
convocar o Clanor. Ouando o seu |ana zera, un µonto retornara
en duas hora. ^µos lsso, vocé regenera nornalnente un µonto µor
hora.
Desequllibrlo (Bônus: 3)
Escolha una trlla: Sheol ou Shanaln, e sone un µonto extra a
danaçao adqulrlda nesta trllha a cada lalha crrtlca de lnvocaçao de
|anllestos durante o jogo.
Sombra ^lada (Bônus: 3)
E estranho, nas sua sonbra denuncla sua verdadelra natureza
ela e dotada de asas. Todos os que olharen µara sua sonbra
verao que ela corresµonderla a una crlatura alada, o que sen dúvlda
e nulto blzarro.
\ulnerabllldade a magla (Bônus: 3)
\océ e nals suscetrvel aos µoderes naglcos que a nalorla.
Dlnlnua en dols µontos sua nargen de sucesso µara qualquer teste
de reslsténcla a nagla.
|lstlcamente lnaµto (Bônus: 3)
\océ nao ten grande controle sobre sua nagla, e µor lsso
vocé deve descontar un sucesso en testes µara lnvocar |anllestos
ou executar rltuals. Falhas nornals de lnvocaçao tornan-se lalhas
crrtlcas con vocé.
^trator do Sobrenatural (Bônus: 2)
\océ e una esµecle de lna do sobrenatural. Por algun notlvo,
crlaturas lnsolltas cono caes de duas cabeças, bodes alados, ou
nesno anjos ou denônlos, senten-se estranhanente lasclnados na
sua µresença. De algun nodo, vocé senµre se vera envolvldo con o
blzarro, µor nals que tente escaµar dlsto.
Hecessldade de Reliqula (Bônus: 3)
\océ teve severas dlllculdades µara aceltar e controlar seu lado
nrstlco. Por lsso, acabou aµelando µara o que os Helllln chanan
µejoratlvanente de ¨Relrqula" un objeto locallzador (geralnente
con notlvos rellglosos un cruclllxo, talvez), que o ajuda a utlllzar
seus |anllestos. Enquanto estlver de µosse de sua Relrqula, vocé µode
usar seus |anllestos e lnvocar o Clanor nornalnente, nas se
vler a µerdé-la. ben, vocé slnµlesnente nao consegulra nals
usar seus µoderes. Para se habltuar a una nova Relrqula, un
Helllln deve utlllza-la µara convocar o Clanor. Cada lalha causa
un µonto de dano, ate que trés sucessos sejan obtldos. lsso
lndlca que vocé se ¨harnonlzou" con a nova Relrqula, e µode usa-
la nornalnente. Esta e una esµecle de bloquelo µslcologlco nulto
µoderoso, nas µode ser µerdldo con nulto eslorço e dedlcaçao.
FLcLLlARlLALLe FlelcAe
Descreven detalhes relerentes a estrutura corµoral dos Helllln e
suas µartlcularldades.
Colµe µotente (Custo: 1)
\océ se esµeclallzou en un deternlnado tlµo de golµe, no qual
e nals conµetente. O golµe deve ser esµeclllcado (un soco, chute,
cabeçada.). Ouando vocé atlnglr alguen con este golµe, causara
dols µontos de dano extra. \océ µode usar un núnero de Colµes
Potentes lgual aos seus Rellexos µor sessao de jogo.
lmunldade a doenças humanas (Custo: 2)
Sua lnunldade e nals desenvolvlda que a da nalorla dos Helllln,
tornando lnµossrvel a sobrevlvéncla de nlcroorganlsnos e µarasltas
causadores de doenças. lsso lnµede alnda que vocé seja µortador,
nesno que µor un curto µerrodo de tenµo. Hen nesno as nals
aberrantes varlações µatogénlcas µoden aleta-lo, tananha e sua
reslsténcla.
Fortltude (Custo: 1)
\océ e naturalnente nals reslstente a danos que o nornal. Sone
un µonto a sua absorçao de dano.
Duro de matar (Custo: 3)
\océ so norre se chegar a un núnero negatlvo lgual aos seus
P\s + Frslco. lsso garante una reslsténcla a norte nalor que a da
nalorla das crlaturas sobre ^danah (nesno as sobrenaturals).
Sono reduzldo (Custo: 1)
\océ ten nenos necessldade de sono que a nalorla das µessoas.
Trés a quatro horas ben dornldas µor nolte sao nals do que
necessarlo µara que se slnta revltallzado.
^sas (Custo: 6)
\océ chegou o nals µroxlno que sua esµecle µode da natureza
angellcal vocé nasceu dotado de asas. Elas surglran en sua
µuberdade, sao retratels e lguals as da hlerarqula a qual µertence seu
Cenltor (\lslonarlos terlan asas coruscantes, Cuardlaes, asas vegetals,
e etc.). Para lnvoca-las, e necessarlo gastar un µonto de |ana.
Enbora nao µossa voar con elas, vocé consegue µlanar en
altltudes razoavels, se o vento estlver a seu lavor (elas lunclonan cono
una asa delta, nas con un grau de nanobra ben nelhor).
FLRecrA. FLRecrAcLre
49
Clcatrlzes de ^sas nas Costas (Bônus: 2)
Oualquer µessoa que observe sua costas vera un µar de clcatrl-
zes estranhas, que µoderlan corresµonder a asas, cono se vocé algun
dla as µossursse e elas tlvessen sldo arrancadas de vocé.
^dqulrlr esta µecularldade nao lnµede a aqulslçao da
µecullarldade: asas.
Regeneraçao llmltada (Bônus: 3)
Destoante da nalorla dos Helllln, vocé ten aµenas una oµçao
de regeneraçao: ou ela ocorre de lorna natural (un P\ µor hora), ou
aµenas nedlante o gasto de |ana.
^berrante (Bônus: 3)
Dllerente da nalorla dos Helllln, vocé exµressa llslcanente a
herança lnlernal de seu Cenltor enbora alnda µareça
narglnalnente hunano, vocé e µavoroso (reµare que lsso nao quer
dlzer necessarlanente ¨lelo", esta nals µara ¨horrlvelnente
assustador" ou ¨desunano"). lsso lnµõe un ajuste de J na nargen
de qualquer teste de Presença que vocé venha a lazer (a nao ser
que seu lnterlocutor nao µossa vé-lo).
Lingua Bi|lda (Bônus: 2)
Sua lrngua e µartlda cono a de una cobra (ou denônlo). \océ
lala de una lorna arrastada e slbllante, e nao consegue artlcular
lrases nulto conµlexas. ^len de atraµalhar bastante sua dlcçao
(-1 na nargen relatlva a testes de Presença ou \ontade que
envolvan a lala), lsso causara certa estranheza a quen µerceber
este sutll delelto.
Sem olhos (Bônus: 1)
Suas cavldades oculares sao vazlas. Enbora vocé enxergue
µerleltanente ben, nao exlsten slnals de nervos otlcos ou globos
oculares en sua llslologla. Caso alguen µerceba lsso, e tenha
estônago o bastante µara contlnuar a encara-lo, µercebera dols
µequenos µontos clntllantes ao lundo de suas orbltas.
^ndroglno (Bônus: 2)
Cono os rcones angellcos da tradlçao crlsta, vocé ten una
aµaréncla un tanto lndellnlda. Se lor honen, seus traços nao sao
llrnes o bastante µara denunclar lsso, e se lor nulher, ha algo de
llgelranente, enbora nao nulto, nasculo en vocé. lsso nao o
torna necessarlanente lelo (ou lela), nas e un enµecllho razoavel
en aµroxlnações µessoals. Testes de Presença que envolvan Sedu-
çao ten sua nargen ajustada en 1, a crlterlo do |estre. ^len
dlsso, certos tlµos de lndlvrduos µoden ver en vocé o alvo ldeal de
hostllldade e µreconcelto.
Ouase Humano (Bônus: 5)
Todo Helllln µossul una enorne reslsténcla nenos vocé.
De algun nodo, vocé chegou µerto denals da nortalldade, e se
solrer algun dano alen do llnlte de seus P\s estara norto, cono
qualquer nortal. ^µesar dlsso, seus µoderes regeneratlvos
lunclonan nornalnente.
Cula (Bônus: 1)
\océ e un glutao, e senµre cone nals do que necesslta.
Oualquer teste de Presença relaclonado a ocaslões soclals onde
tenha conlda de qualquer tlµo ten un agravante de un µonto en
sua nargen de sucesso. ^len dlsso, se vocé µassar nals de
quatro horas sen ¨bellscar" alguna colsa, ganha un ajuste de -1
nos testes de Perrcla que vler a reallzar, en vlrtude de una certa
lrrltaçao.
lnsenslbllldade (Bônus: 2)
\océ ten un grave µroblena en relaçao a sua senslbllldade,
aletando seu tato e sua reaçao dlante da dor. En conseqüéncla dlsto,
qualquer teste que necesslte de una certa senslbllldade tatea tera
sua nargen dlnlnurda en dols µontos. Ocaslonalnente, vocé µodera
se lerlr nulto µor entrar en contato con objetos que µossan aneaçar
a sua constltulçao (cono lerro quente) e nao sentlr lsso.
Slnal de Hascença (Bônus: 2)
Un slnal de nascença e una caracterrstlca µecullar de un Helllln.
Dllerente de seu honônlno nornal, este slnal e de orlgen nrstlca e
nao se nanllesta en nortals. \océ µode escolher seu slnal ou sortea-
lo de acordo con a tabela abalxo, devendo senµre ter en nente
que esta e una narca que carregara µara senµre, µodendo ate
nesno denuncla-lo.
Resultado en 1d10 e seu slnal:
1. Unhas negras
2. ^uséncla de µélos
J. Puµllas avernelhadas
4. |enbros longos (cerca de 10° nalores)
b. Hone cabalrstlco de seu µal no µescoço
6. ^uséncla de µuµllas
7. Orelhas µontudas
8. Pele aclnzentada (ou avernelhada)
9. Calor corµoral aclna de 40ºC
10. Clllos angellcals nas naos e braços
Esta µecullarldade µode ser conµrada nals de una vez.
^sas atro|ladas (Bônus: 5)
\océ chegou ben µroxlno da natureza angellcal, nas
desgraçadanente nao o bastante. \océ µossul un µar de asas negras
e nurchas, con aµroxlnadanente dols netros de envergadura, que
se tornan nulto dllrcels de ocultar. \océ ja tentou renové-las, nas
as naldltas voltan assln que vocé regenera o dano. Elas µoden ser
ocultadas con o uso de un sobretudo, nas µarecera que vocé e
corcunda lsso dlnlnulra sua nargen de sucesso en dols µontos,
senµre que µreclsar da aµaréncla µara lnµresslonar alguen.
FLcLLlARlLALLe MLr+Ale
Sao as µecullarldades llgadas a deleltos e qualldades de orden
nental e subjetlva.
^tençao concentrada (Custo: 2)
\océ ten grande lacllldade en se concentrar, lgnorando qual-
quer dlstraçao. Teste \ontade, con nargen lgual a lntellgéncla +
|edltaçao e sone seus sucessos ao µroxlno teste de Perrcla que
executar.
^lerta (Custo: 1)
\océ costuna estar atento a todos os latos que o cercan, senµre
que estlver desµerto. Sua constante atençao belra a µaranola, nas
dlllcllnente vocé e µego de surµresa. Sone un dado a sua µarada
en todos os testes que envolvan Perceµçao, lnvestlgaçao ou Pesqulsa,
a qualquer nonento do jogo.
|emorla |otogra|lca (Custo: 2)
Sua nenorla te una caµacldade de llxaçao nals conllavel que o
nornal. Senµre que qulser llxar una deternlnada cena ou
lnlornaçao, teste Perrcla con nargen lgual a lntellgéncla +
Perceµçao. Crandes quantldades de lnlornaçao (cono decorar un
llvro tecnlco) µoden exlglr nals de un sucesso, a crlterlo do |estre.
\ontade |orte (Custo: 2)
\océ ten µersonalldade e convlcçao, e dlllcllnente sera
lnlluenclado ou controlado, nesno de lorna nrstlca. Sone un dado
aos testes de \ontade que envolveren reslsténcla a controle ou
lnlluéncla de qualquer natureza.
Objetlvo (Custo: 1)
\océ ten una neta lnµortante en sua vlda e a µersegue
lncansavelnente, devotando toda sua lorça de vontade e deternlna-
çao en chegar a este objetlvo. lgnore una lalha crrtlca senµre que
estlver enµenhado na conclusao de seu objetlvo µor sessao de jogo.
Senso de Dlreçao (Custo: 1)
\océ sabe se orlentar nesno sen una bússola, µols ¨sente" de
una lorna sobrenatural o norte nagnetlco, µodendo µortanto dedu-
zlr as outras dlreções.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
b0
Talento matematlco (Custo: 2)
\océ ten una aµtldao e tanto µara executar e soluclonar
conµllcadas equações natenatlcas de cabeça, dlsµensando o uso
de calculadoras na nalorla das sltuações, sen a necessldade de
testes.
Bravo (Custo: 2)
\océ e extrenanente dllrcll de se anedrontar, graças ao seu
autocontrole e conllança. Oualquer tentatlva de lntlnlda-lo, nesno
que nrstlca, solre un redutor de dols µontos en sua nargen de
sucesso.
Caguelra (Bônus: 1)
\océ ten un µroblena un tanto lncônodo de dlcçao, que o
leva a gaguejar senµre que lala con alguen, e o µlor, que se agrava
se tlver de lalar en µúbllco. Subtrala un µonto (ou nals) da sua
nargen de sucesso en testes de Presença senµre que tlver de
lalar con µessoas desconhecldas ou quando lor lnµortante dlrlglr-
se ao µúbllco.
Sadlsmo (Bônus: 1)
\océ aµrecla a dor, e adora lnlllgl-la aos outros. \océ sera sen-
µre cruel con seus lnlnlgos, µartlcularnente se tlver a oµortunldade
de una ¨conversa" nals denorada. ^lgunas vezes, seu sadlsno µode
ser un enµecllho µara seus objetlvos senµre que tlver una
oµortunldade de lnlllglr dor (en relações sexuals, durante tortura ou
contra adversarlos lndelesos) e nao achar convenlente lazé-lo, vocé
deve ser ben sucedldo nun teste de \ontade, con nargen lgual a
Esµrrlto + lntellgéncla.
^mnésla (Bônus: 3)
\océ nao ten lenbrança alguna de sua vlda µregressa sua
nenorla e una verdadelra µaglna en branco. Talvez nen se lenbre
de que e Helllln. Hornalnente se sente assustado e sozlnho, e
desconllara naturalnente de qualquer un. Cabe ao |estre dellnlr o
que µode ter aµagado suas lenbranças (boa sorte!).
Pesadelos (Bônus: 2)
\océ reten, en lorna de horrrvels sonhos, lragnentos de
lenbranças da estadla de seu Cenltor no Sheol. Havera vezes en que
tals µesadelos serao µartlcularnente horrendos neste caso, ajuste
sua nargen de sucesso en 1 µara qualquer teste a ser
desenµenhado durante o dla, µols vocé estara obvlanente abalado
e cansado µor una nolte ruln de sono.
Esqulzo|renla (Bônus: 3)
Sua µersonalldade esta en constante deslntegraçao, e vocé
aµresenta una µerceµçao dlstorclda da realldade. O jogador µode
decldlr cono seu desequllrbrlo se nanllesta, nas sera o nestre quen
deve decldlr quando e de que nanelra a esqulzolrenla atraµalhara a
sua µerceµçao do nundo.
\oto Restrlngente (Bônus: 2)
\océ adotou µara sl un codlgo rlgoroso de conµortanento, e
senµre o segue a rlsca. Se a algun nonento vocé se desvlar dele, se
sentlra nulto µerturbado e odloso, e chegara a solrer un ajuste
negatlvo de un µonto en suas nargens de sucesso µara qualquer
teste. \océ ten de ser ben esµecrllco na dellnlçao de seu codlgo
bons exenµlos lncluen cellbato, vegetarlanlsno, voto de sllénclo,
µronessa de nunca nentlr e etc.
¨Doµµelganger" (Bônus: 2)
Cono na lenda do ¨nrtlco esµrrlto nallgno que assonbra o
sangue dos vlvos", vocé solre de un µroblena grave de µersonallda-
de lnvasora. En deternlnados nonentos, sua µersonalldade usual
desaµarece dando lugar a una nova µersonalldade, que geralnente
denonstrara una atltude agresslva en relaçao a sua ¨lrna", a sua
µslqué ¨nornal". Enbora nao tente destrul-lo (o que equlvalerla ao
sulcrdlo), sua segunda µersonalldade se dlverte en coloca-lo en
sltuações enbaraçosas ou dllrcels. ^ µersonalldade donlnante nao
ten noçao das atlvldades do seu ¨outro", llcando un claro en
suas lenbranças durante seu µerrodo de atlvldade, e µara evltar
seu surglnento, vocé deve ser ben sucedldo nun teste de \ontade,
con nargen lgual a Esµrrlto + lntellgéncla ao lnrclo da cada
sessao de jogo. O jogador µode crlar esta segunda µersonalldade,
nas cabe ao |estre nonltorar sua correta lnterµretaçao.
|ultlµlas µersonalldades (Bônus: 3)
En algun nonento de sua vlda, vocé µassou µor un grande
trauna, e desenvolveu dlversas µersonalldades µara lldar con lsso.
Dllerente de ¨doµµelganger", nesta µecullarldade as denals
µersonalldades nao µreclsan ser vlolentas e nen odlar a µersonalldade
µrlnclµal, nas todas terao un nodo dllerente de aglr e µensar, e
atenderao lncluslve µor nones dllerentes, o que sera ao nenos un
enµecllho µara vocé durante o transcorrer do jogo. O jogador µode
desenvolver quantas µersonalldades achar convenlente µara
lnterµretar, nas sera o nestre quen decldlra quando e ou nao
convenlente que cada una entre en cena.
Foblas leves (Bônus: 2)
\océ solre de una versao un µouco nals anena de una lobla
real. Esta lobla µode estar relaclonada a qualquer colsa, cono logo,
alturas, escurldao ou anlnals. Senµre que se delrontar con o objeto
de sua lobla, vocé deve ser ben sucedldo nun teste de \ontade con
nargen lgual a lntellgéncla + Pslcologla, ajustada µelo |estre de
acordo con o grau de exµoslçao ao causador da lobla. Caso
lalhe, recuara e µodera entrar en µánlco caso seja lorçado a
conlrontar seu nedo.
Fobla Crave (Bônus: 3)
Cono aclna, nas vocé µreclsa de µelo nenos trés sucessos µara
lldar con seu nedo.
Fraqueza esµlrltual (Bônus: 2)
\océ e lraco e lnlluenclavel, recebendo un ajuste de 1 nas
nargens de seus testes de \ontade senµre que tentar reslstlr a
µersuasao, nrstlca ou nao.
lmµacléncla (Bônus: 1)
\océ tende a ser aµressado, se alobando senµre que tlver de
executar ações denoradas. Subtrala un µonto da sua nargen de
sucesso senµre que tlver que denorar nals de una rodada µara
lazer algo, alen de dobrar o ajuste negatlvo µara qualquer nova
tentatlva µara una açao lalha.
lra (Bônus: 3)
\océ se encontra en un estado constante de lúrla contlda.
Oualquer colsa µode servlr de estoµln µara o desencadear desta lú-
rla e, µor lsso, en sltuações de grande tensao enoclonal, e
µrlnclµalnente en conbates nulto ardorosos, vocé deve ser ben
sucedldo nun teste de \ontade, con nargen lgual a Esµrrlto +
Pslcologla, ou se entregara a sua ralva. Un µersonagen lrado
lnedlatanente se lança ao conbate, utlllzando o que tlver as naos
cono arna, e lutando ate vencer ou tonbar. ^µos cada adversarlo
derrotado, vocé µode lazer nals un teste de \ontade, desta vez con
un bônus de un µonto µara cada vltorla, de nodo a se conter. Caso
nao haja nals contra quen lutar, vocé destrulra lrraclonalnente
qualquer colsa ao seu redor, se acalnando en segulda. Se so
sobraren allados, tera nals un µonto de bônus µara se conter. Se
nen assln vocé consegulr. ben, quen nandou eles se neteren
no seu canlnho!
Luxurla (Bônus: 2)
Sexo e o blcho! \océ aµrecla os µrazeres da carne, dlllcllnente
vlvendo sen lsso. E tanben nao sera nulto seleto en relaçao aos
seus µares, tendo lorte tendéncla a exµerlnentar todos os tlµos de
devassldao exlstentes, cono µedolllla, necrolllla ou orglas das nals
dlversas. lsso lara con que vocé seja nulto nal vlsto µor qualquer
µessoa que salba de seus habltos, e exlglra alnda que seja ben
sucedldo nun teste de \ontade, con nargen lgual a lntellgéncla +
Pslcologla, senµre que tlver una boa oµortunldade de saclar seus
desejos.
FLRecrA. FLRecrAcLre
b1
Pregulça (Bônus: 2)
\océ nao e dotado de grande lnlclatlva e dlnanlsno, relletlndo-
se nuna tendéncla de se delxar levar µelos aconteclnentos. ^len de
nunca µoder llderar un gruµo, seus agravantes µara testes con
dlllculdades ajustadas negatlvanente sao dobrados. ^len dlsso, cada
lalha lnµõe una µenalldade de nals un µonto na dlllculdade µara
cada nova tentatlva.
Orgulho (Bônus: 2)
\océ gosta de ser o centro das atenções, e nutre una oµlnlao un
tanto exagerada a seu resµelto. Sob o seu µonto de vlsta, vocé e
lnlalrvel e altanente caµacltado µara qualquer colsa. Por nelhor que
vocé seja, lsso senµre sera una llusao certanente, os µersonagens
nals conµetentes serao os nals aletados µor esta µecullarldade,
µols se julgarao verdadelros herols nltologlcos lrente a seus
conµanhelros.
Un µersonagen orgulhosos nunca adnlte estar errado, nunca
µede ajuda e, janals, de nodo algun, se rende. \arlos Helllln
valorosos, µoren orgulhosos, ja tonbaran ante suas grandlosas
llusões de µerlelçao.
Paranola (Bônus: 1)
\océ esta todo tenµo µreocuµado e vlgllante, estando senµre
certo de que a qualquer nonento algo nulto ruln val acontecer.
\océ senµre vera µessoas escondldas atras da µorta ou arnas
aµontadas µara sua cabeça. Enbora µareça nornal a nalorla do
tenµo, levara a loucura seus anlgos senµre que sua µaranola vler a
tona.
lmµulslvldade (Bônus: 1)
Hao µense laça. Este e o seu lena. \océ e o tlµo de sujelto que
se atlra de olhos lechados nuna µlsclna e delxa µara descobrlr se ela
ten agua enclna da hora. ^s vezes da certo, e as vezes.
\océ e un tenerarlo µor natureza senµre que o |estre achar
convenlente, o obrlgara a lazer un teste de \ontade, con nargen
lgual a lntellgéncla + Esµrrlto ante un µerlgo letal. Se vocé lracassar.
ben, boa sorte!
lnveja (Bônus: 2)
\océ ten una neta: ser senµre o nelhor. lnlellznente, nao se
eslorça nulto µara lsso, de nodo que seu únlco consolo e odlar
aqueles que se destacan de alguna lorna. |as, ocaslonalnente,
vocé colocara as naos en algo que lhe dé algun status. Oualquer
colsa que venha a benellclar vocé lrente aos outros deve ser
nonoµollzada, nesno que lsso venha a µrejudlcar o gruµo. ^len do
nals, nenhun lnvejoso µode ser cen µor cento conllavel, ja que sua
grande µreocuµaçao e ele nesno. Este e un delelto dllrcll de ser
lnterµretado e que certanente tornara lnµoµulares os µersonagens
que o µossurren.
FLcLLlARlLALLe ecclAle
Dellnen as qualldades e deleltos relerentes ao relaclonanento
dos Helllln con o anblente que os cerca.
ln|ormante no Submundo (Custo: 2)
\océ conhece alguen que lhe serve de lnlornante no subnundo
local (un nenbro de gangue, un trallcante, un µungulsta de
olhos atentos, etc.). Este lnlornante nao trabalha gratultanente,
devendo vocé µortanto µaga-l o de al guna lorna. Esta
µecullarldade µode ser conµrada nals de una vez.
ln|ormante em corµorações ou estatals (Custo: 3)
\océ conhece alguen que lhe serve de contato en una
corµoraçao lnµortante ou en alguna engrenagen do estado.
Este lnlornante nao trabalha de graça, e exlglra µaganento µelas
lnlornações µrestadas. Esta µecullarldade µode ser conµrada nals
de una vez.
ln|ormante em socledades secretas (Custo: 4)
\océ ten un contato dentro de una socledade secreta (cono
seltas satanlstas, escolas de bruxos e etc.) que lhe cede lnlornações
en troca de un justo µaganento, e claro. \océ nao conhece a
lnµortáncla de seu lnlornante na socledade en questao, µodendo
ser ele ate nesno un ente sobrenatural. Esta µecullarldade µode ser
conµrada nals de una vez.
ln|luéncla Politlca (Custo: 4)
\océ conhece as µessoas certas no lugar certo. Con alguna
µersuasao e lncentlvos (ou seja: aneaças, bajulações e suborno), µode
consegulr alguns lavores ben razoavels. ^s µessoas de µoder o
conhecen e ouven o que vocé ten a dlzer (nesno que so µor
educaçao).
ln|luéncla no Clero (Custo: 3)
\océ e un colaborador dos lnteresses da lgreja ou outra lnstltul-
çao rellglosa, e lsso lhe garante certa lnlluéncla neste nelo. Enbora
seus anlgos µensen que vocé e un llel devoto (e talvez ate seja),
vocé µode usa-los cono lorna de obter µrestrglo, e µrlnclµalnente,
cobertura.
Divlda de honra (Custo: 2)
^lguen ten un deblto de honra µara con vocé. Esta e una
drvlda de conheclnento µúbllco (talvez restrlnglda a gruµos seletos) e
o devedor slnµlesnente nao µode se negar a µagar sen grande
µrejurzo µessoal. ^ drvlda µode ser µaga de una únlca vez ou en
µartes, enbora o devedor llque llvre aµos o qultanento do deblto.
Esta µecullarldade µode ser conµrada nals de una vez.
Patrono (Custo: 2)
\océ ten una µessoa (ou ser³) que lhe nutre grande slnµatla, e
se encontra en una µoslçao boa o bastante µara ajuda-lo senµre
que µossrvel. Este µadrlnho µode ser un hunano lnlluente ou Helllln
nals velho, e ocaslonalnente tanben µedlra un lavor ao seu
tutelado, cono µrova de anlzade.
¨\lP" (Custo: 2)
\océ e una µessoa de grande destaque soclal, sendo
constantenente retratado en colunas soclals e convldado µara
grandes lestas. lsto lhe garante conhecer algunas µessoas
lnµortantes, nesno que suµerllclalnente. Hote que a notorledade
concede algunas vantagens soclals, nas tanben µode ser un
lnlerno, µols dlllcllnente vocé µassara desaµercebldo µela nultldao.
Con|lavel (Custo: 1)
En algun nonento de sua vlda, alguen µreclsou nulto de vocé,
que nao lalhou con esta µessoa. lsto se esµalhou con o tenµo, lhe
garantlndo una lana de µessoa conllavel. Oualquer un que conheça
a sua reµutaçao o tratara con un µouco de resµelto, o que µode ser
nulto útll ocaslonalnente.
lrrelevante (Custo: 1)
\océ ten una lnexµresslva, conun e lgnoravel cara que e
lacllnente esqueclda no nelo da nultldao. lsso lhe garante una
lacllldade nalor en escaµar a atençao dos outros, µols raranente
atralra alguna desconllança sone un dado aos seus testes de
Perrcla senµre que qulser µassar desaµercebldo.
Destaque na Llnhagem (Custo: 2)
\océ e conhecldo µelos nenbros de sua Llnhagen graças a
algun ato nenoravel. Os µadrões de avallaçao nudan de una
Llnhagen µara outra, e µor lsso aµenas a sua da alguna lnµortán-
cla ao seu lelto, o que nao e de todo nau, µols seus lrnaos o tratarao
senµre con resµelto e ate certa adnlraçao, o µrestando auxrllo
senµre que µossrvel. Esta e una µecullarldade sutll, µoren útll nas
naos daqueles que nao abusaren dela.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
b2
Charme (Custo: 1)
\océ e dotado de un charne natural, que agradara as µessoas
de sua µreleréncla sexual. Senµre que lldar con este tlµo de µúbllco,
tera nals un dado en seus testes de Presença.
Slmµatla (Custo: 1)
\océ ten una aura de slnµatla que laclllta seu convrvlo con
quen o cerca. ^ µrlnelra lnµressao dos desconhecldos senµre sera
µosltlva, o que lhe concede un dado de bônus en testes de Presença
que nao envolvan lntlnldaçao ou hostllldades.
Contato com o mercado negro (Custo: 2)
\océ conhece µessoas envolvldas con o nercado negro e ten
certa lacllldade en contata-las µara consegulr naterlals, dlganos,
¨lndlsµonrvels" nornalnente. Enbora seu contato µossa ser canarada
e te descolar un abatlnento, lsso nao e necessarlanente una regra.
Ele aµenas dara una certa µreleréncla a vocé cono cllente. Se nao
tlver dlnhelro µara µaga-lo, adeus.
Rlqueza (Custo: 2 a 5)
Seu nrvel soclal esta aclna da nedla en vlrtude de sua condlçao
llnancelra. Por 2 µontos, vocé ten una renda en dlnhelro boa o
bastante µara vlver sen grandes dlllculdades. Consldere lsso cono
una classe nedla alta, ou o atualnente chanado classe energente.
Por J µontos, vocé µassa a ser conslderado rlco, o que lhe garante
un estllo de vlda nulto bon, enbora deva ser exµllcado de onde
ven este dlnhelro. Con b µontos, vocé esta no LaII dos nlllonarlos,
µossulndo una sollda vastldao de recursos, labulosa µara a nalorla
das µessoas, lncluslve as abastadas. Cono senµre, vocé deve exµllcar
de onde ven este dlnhelro, e cono o nanten.
^ssustador (Custo: 1)
\océ ten una aµaréncla regla e un µouco slnlstra e as µessoas
costunan tené-lo, ou resµelta-lo, µor o conslderaren un tanto
¨tenebroso". Sone un dado a sua µarada en testes de Presença
senµre que qulser lntlnldar alguen. Desnecessarlo dlzer que esta
qualldade µode ser un grande µroblena senµre que vocé qulser
µarecer slnµatlco.
^gente da lel (Custo: 1 a 3)
\océ e un agente da lel, con µoderes adequados ao seu cargo.
Un µollclal nllltar de balxa hlerarqula (cabo ou soldado) ou un
lnvestlgador da µollcla clvll custarlan un µonto. Un graduado
(sargentos), agente lederal ou detetlve custarlan dols µontos,
enquanto delegados e ollclals subordlnados (tenentes) custarlan trés
µontos. Os µoderes e recursos de cada agente estao llgados ao seu
grau de lnlluéncla, nas alnda assln, senµre havera alguen a quen
resµonder µor seus atos.
Clerlcato (Custo: 2)
\océ laz µarte do clero. E un µadre, nonge benedltlno,
lranclscano ou de outra orden qualquer a sua escolha. lsso lhe garante
algun conheclnento dentro da lgreja, assln cono llnltada lnlluéncla
no nelo rellgloso. |as tone culdado: vocé esta µlsando en canµo
nlnado, e caso venha a ser descoberto.
^llado (Custo: 1 a 3)
\océ µode contar con un allado µara ajuda-lo senµre que
µreclsar. Un allado hunano e sen µoderes esµeclals custa un µonto.
Un hunano lnlluente ou con µoderes sobrenaturals custa dols
µontos, nas un ente sobrenatural custa trés µontos. Ocaslonalnente,
o allado µreclsara de vocé, e esµera-se que vocé o ajude. Pode ser
conµrada nals de una vez.
Dono de ¨Polnt" (Custo: 2)
\océ e dono de un bar, boate ou clube de grande destaque
vocé esta no µlco da noda. lsso lhe da nulto µrestrglo e acesso a
algunas celebrldades. Para ter esta Pecullarldade, vocé deve ter una
condlçao llnancelra de Classe |edla alta ou nelhor.
Devedor (Bônus: 1 a 3)
\océ ten una drvlda de honra µara con alguen, e o µlor
nao µode delxar de µaga-la sen contralr grandes danos a sua
reµutaçao. Sua drvlda µode conslstlr en µequenos lavores (un
µonto), lavores nedlos (dols) ou vltals (trés). \océ µode dever este
lavor a qualquer un, e enbora µossa sugerlr alguna colsa, e o
|estre quen declde quen (ou o qué) e o benellclado.
^ntlµatla (Bônus: 1)
Por nals que tente ser agradavel, vocé e evltado e nal vlsto
µela nalorla das µessoas, ao nenos nos µrlnelros contatos.
Subtrala un µonto de sua nargen de sucesso en qualquer teste
de Presença que nao envolva hostllldades.
Pobreza (Bônus: 1 a 4)
Sua renda esta abalxo do conslderado nrvel nedlo en seu
µaradlgna econônlco. Por 1 µonto, vocé vlve sen nenhun luxo, e
talvez sen algunas colsas necessarlas, nas vlve. Esta enquadrado
na chanada Classe |edla Balxa. Con 2 µontos, vocé ja esta na llnha
da Pobreza, e nao sera lnconun que µasse µor severas dlllculdades
llnancelras. O lundo do µoço, 4 µontos, garante un estllo de vlda
|lseravel, dlgno de nendlgos e esnoleres. Tudo o que vocé µossul e
a rouµa do corµo, e nals nada.
^ \ergonha da Llnhagem (Bônus: 3)
\océ reallzou no µassado algun ato que envergonhou
µrolundanente sua Llnhagen, ao µonto de ser un lardo µara seus
lrnaos. \océ slnµlesnente lracassa en qualquer teste relaclonado
ao convrvlo con eles, sen cltar que aµenas grandes leltos (grandes
nesno) µoden aµagar esta nodoa de sua reµutaçao.
Rlval (Bônus: 1)
Un rlval nornalnente e alguen que conµete con vocé en
busca de una nesna neta. Ele nao necessarlanente o odela,
nas nunca se delxara vencer, lazendo tudo ao seu alcance µara
ultraµassa-lo. Por lnµoslçao da sltuaçao, un rlval e equlvalente
en µoder a vocé (allnal, µara que conµetlr con alguen nals
lraco³).
lnlmlgo (Bônus: 2 ou 3)
Ele odela vocé e o quer derrotado e norto. O jogador µode
dlzer cono velo a consegur-lo, nas este deve ser construrdo e
controlado µelo |estre. Un lnlnlgo de dols µontos serla µouco
nals µoderoso que vocé, enquanto un de trés µontos serla ben
nals lorte. Os nelos e recursos µor ele µossurdos serao utlllzados
senµre con a llnalldade de destrur-lo.
Persona non grata (Bônus: 2)
\océ e nulto nal vlsto µor un deternlnado gruµo de µessoas
(Olrclos de bruxos, cultos satánlcos, a ^ssoclaçao Crlsta de
|oços.), sendo µor elas lgnorado. Elas nao o µerseguen, nas
µreleren que vocé nao llque µor µerto. Caso tente lnterlerlr en
qualquer un de seus assuntos, vocé sera tratado con severldade,
ou vloléncla, conlorne lor o caso.
FLcLLlARlLALLe FRclleelcrAle
Sao as µecullarldades llgadas as aµtldões e µerrclas dos Helllln
e suas dellclénclas µrollsslonals.
Eximlo lutador (Custo: 2)
\océ ten una aµtldao natural µara luta, sendo de nanelra
lranca nals conµetente que qualquer un en conbates corµo-a-
corµo. Sone un dado a sua µarada de Perrcla en testes de Luta.
^tlrador nato (Custo: 2)
\océ ten grande lacllldade con arnas de logo, recebendo un
dado extra quando estlver atlrando.
FLRecrA. FLRecrAcLre
bJ
^µtldao µara comµutadores (Custo: 2)
\océ ten certa lacllldade en lldar con estas naqulnas,
lanlllarlzando-se con elas e aµrendendo seus nacetes lacllnente.
\océ µreclsa gastar aµenas netade dos µontos de exµerléncla
necessarlos µara desenvolver a Esµeclallzaçao Conµutaçao, alen
de µoder lgnorar una lalha crrtlca µor seqüéncla.
Perlto (Custo: 3)
^len dos µontos lornecldos µara conµra de Esµeclallzações,
vocé ja coneça o jogo con una µerrcla de nrvel quatro. lsso
esµelha seus dedlcados estudos a resµelto de una deternlnada
area de conheclnento na qual se µrollsslonallzou. Pontos de
Esµeclallzaçao µoden vlr a ser usados µara aunentar seu nrvel ate
clnco, contudo esta µecullarldade so µode ser conµrada una vez.
|otorlsta eximlo (Custo: 1)
\océ e un verdadelro as do volante. Sone un dado a sua
µarada en qualquer teste de dlreçao, e lgnore una lalha crrtlca µor
sessao de jogo.
Pro|lsslonal conceltuado (Custo: 2)
\océ e un µrollsslonal conslderado conµetente e lndlsµensavel
en seu rano, dlllcllnente llcando desenµregado, nesno nas µlores
recessões. Hote que esta µecullarldade nao torna vocé nals rlco,
aµenas o garante que seu nrvel de renda se nantera, alen de algun
µrestrglo µrollsslonal.
^tuaçao (Custo: 1)
\océ ten un genurno talento µara a lnterµretaçao, atuando
convlncentenente sob qualquer sltuaçao. Sone un dado a sua
µarada en qualquer teste de Perrcla que envolva atuaçao, lnclulndo
nentlr convlncentenente.
Problemas com comµutadores (Bônus: 2)
Hao lnµorta o quanto tente, vocé ten un serlo µroblena con
conµutadores. \océ nao entende estas naqulnas lnlernals e elas
µarecen estar unldas µara tornar sua vlda un lnlerno. Reduza en
un sucesso a lntensldade de qualquer teste llgado a conµutaçao,
alen de encarecer en un µonto a aqulslçao e evoluçao desta
Esµeclallzaçao.
Roda µresa (Bônus: 1)
\océ ten serlos vrclos ou dlllculdades na dlreçao de verculos,
cono salr con o lrelo de nao µuxado, brecar sen µlsar na
enbreagen ou salr sen conlerlr a narcha. Estas e outras µequenas
dellclénclas e esqueclnentos deven ser constantenente lnterµretados,
e todos os seus testes de Perrcla llgados a conduçao tén un sucesso
descontado.
¨Zarolho" (Bônus: 1)
\océ nao e nulto bon quando tenta bancar o atlrador. Hao
lnµorta o quanto venha a trelnar ou estudar, senµre ellnlnara un
sucesso en testes de tlro.
Canastrao (Bônus: 1)
\océ e un µesslno ator. E necánlco e lrlo ao lnterµretar
qualquer µaµel, nao nerecendo nenhun credlto. E o µlor, cono
nentlr tanben envolve un µouco de lnterµretaçao, nen lsso vocé
laz convlncentenente. Ellnlne un sucesso de seus testes de Perrcla
ou Presença senµre que tentar encenar una sltuaçao ou lnventar
una hlstorla.
CALcLLc Lce FVe
Os Patanares \ltals (P\s) sao una nedlda da sua saúde e
lntegrldade. Ouanto nals P\s vocé tlver, nals reslstente e dllrcll de se
natar se torna. Os P\s sao calculados atraves da lornula: P\ ~
Frslco x b. Desse nodo, todos os µersonagens terao entre b e 2b
P\s.
Todo dano recebldo µor vocé sera descontado de seus P\s. Para
nals detalhes sobre dano veja o caµrtulo Lcx.
LL+LRmlrAÇÀc LL MArA
O |ana e o allnento da alna e nagla Helllln. Sen ele, e
lnµossrvel µara un Helllln utlllzar seus |anllestos. |as, ao contrarlo
de todas as outras estatrstlcas, o |ana µodera solrer varlaçao de
valor durante o jogo, dlnlnulndo µara que o Helllln µossa usar seus
µoderes ou ate nesno se curar. Personagens recen crlados ten b
µontos de |ana, cujo valor µodera ser evolurdo con o tenµo, atraves
do uso da exµerléncla. Hao exlste llnlte µara a caµacldade de un
Hrbrldo arnazenar |ana quanto nals velho, exµerlente e sagaz,
nals µoder ele e caµaz de absorver e utlllzar.
Para conµreender nelhor o |ana, lela o caµrtulo /ascInIun, que
trata dos |anllestos.
Ce MArllLe+ce
^len dos |anllestos dltos lnatos, cada Helllln recen crlado ten
dlrelto a un núnero de µontos µara aqulslçao de |anllestos lgual a
sua µontuaçao en Esµrrlto estes |anllestos reµresentan o
resultado de seu trelnanento con un tutor. Hote que cada Llnha-
gen ten acesso a deternlnadas Esleras de lnlluéncla, e delas vlrao
obrlgatorlanente seus µrlnelros µoderes, lnclulndo estes.
Esta e una lase lnµortante da crlaçao de µersonagens e deve
ser nonltorada µelo |estre: e obrlgatorlo que o µersonagen µossua
|anllestos ^scendentes e ^blssals (nao exlste nenhun Helllln que
µossua aµenas una varledade destes µoderes, nesno que µor curto
µerrodo de tenµo). E, contudo, µossrvel que un µersonagen µossua
nals |anllestos de una natureza que de outra, se o total de nrvels de
un gruµo de |anllestos exceder o total do outro µor una dllerença
nalor que o Esµrrlto do µersonagen, este Helllln estara solrendo de
un Desequllrbrlo |anllesto. Ha vantagens e desvantagens en estar
en Desequllrbrlo, enbora essa nao seja una condlçao conslderada
saudavel µelos Hrbrldos.
Para nalores detalhes sobre o Desequllrbrlo |anllesto, veja o
caµrtulo /ascInIun, e µara saber quals suas Esleras de lnlluéncla,
consulte a seçao das Llnhagens.
FARALAe LL LALce
E a µarada de dados que dellne o quanto cada un aµrovelta de
seu µotenclal, µols lndlca o núnero naxlno de dados que µoden ser
utlllzados µor un µersonagen en deternlnada açao. En REBELl^O
exlsten trés tlµos de µaradas: Perrcla (que dellne sua conµeténcla
geral), Presença (que nostra o quanto vocés e caµaz de se relaclonar
e exµressar) e \ontade (a nedlda geral de seu µoder naglco e lorça
de vontade). ^s µaradas de dados reµresentan un asµecto tao
lnµortante na construçao dos µersonagens que todos eles ja
coneçan con un µonto en cada una delas. ^len dlsso, vocé recebe
alnda clnco µontos µara dlstrlbulr llvrenente entre as que achar nals
lnµortantes.
Cono lndlcadores teorlcos dos µotenclals alerrvels na µratlca do
jogo, as µaradas nao µossuen un llnlte µre-deternlnado (ao nenos
µara Helllln). O tenµo e o uso da exµerléncla µoden elevar
lnensanente o µotenclal de açao (e o µoder) de seus µersonagens.
AmARRArLc Ae lcr+Ae
^gora que vocé ternlnou de nontar seu µersonagen, alnda
restan algunas µerguntas: onde ele nora³ O que ele laz³ Con o
qué ele coneça o jogo³
Ben, estas sao µerguntas slnµles de resµonder. Pense un
µouco vocé elaborou un hlstorlco e un concelto µara o
µersonagen antes de construr-lo³ Se elaborou, vocé µrovavelnente
ja sabe o que lazer. O estllo de vlda que o µersonagen leva deµende
de que Pecullarldade Soclal vocé escolheu (ou nao) varlas delas
lndlcan o µoder aqulsltlvo do µersonagen. Ele µode vlver do nodo
que sua condlçao llnancelra µernltlr, e lsso lnclul seus µertences
lnlclals. E obvlo que µersonagens nlllonarlos µossuen nansões e
FARALAe LL LALce L eLLe rlVLle.
1 Fraco
2 ^conodado
J Hornal
4 Perseverante
b+ Obstlnado
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
b4
carros do ano, enquanto os duros contunases µrovavelnente
vlven de aluguel (atrasado). Ouanto ao que ele laz, basta un
µouco de bon senso nlnguen llca µodre de rlco trabalhando
cono µollclal (ben, ao nenos nao deverla llcar). ^trlbua razões
coerentes µara a condlçao llnancelra do µersonagen e seu
trabalho, ou ao nenos crle boas exµllcações µara os contrastes. O
|entor do µollclal µode ter sldo destrurdo e lhe delxado tudo o que
tlnha. Pronto, exµllcado! Deternlnadas Pecullarldades tanben
olerecen grandes chances µara o enrlqueclnento do hlstorlco do
Helllln, cono allados e lnlnlgos. Hao dlga slnµlesnente que vocé
e Fulano se dao ben, enquanto Clcrano nao val con a sua cara.
lsso e µobre! ^trlbua hlstorlas e notlvos lnteressantes µara allanças
e rlvalldades lsso torna seu µersonagen e todos os outros en
torno dele nals vrvldos. Ouando o Helllln µollclal se nuda µara a
nansao, descobre que seu nentor o delxou aos culdados de un
velho caballsta seu anlgo. Con µouco tenµo de convlvéncla o
µollclal coneça a adnlrar o jelto slnµles e sablo de seu
conµanhelro acabou de nascer un allado.
^trlbulr hlstorlcos ao µersonagen nao e un trabalho dllrcll, e
µode ser lnensanente reconµensador durante o desenrolar da Sa-
ga. E se nao lor, ben, ao nenos lol dlvertldo!
CRlArLc Lm lLRecrAcLm LL FEEELlÃC
Crlando o concelto
Dalsy esta crlando un µersonagen novo µara REBELl^O, e
coneça traçando un esboço geral de sua µersonalldade enbora
seja una µessoa ordelra e organlzada, Dalsy gostarla de exµerlnen-
tar un tlµo charnoso e narglnal, una sobrevlvente acostunada a
ganhar a vlda nas ruas. Dessas condlções gerals ela resolve que sua
µersonagen sera una µrostltuta, una veterana dos becos,
lanlllarlzada con o lado nals obscuro da socledade, e a chana
Joselalne este nao e realnente seu none, nas o none de guerra
das ruas, adotado µor µarecer ¨chlque".
Escolhendo a Llnhagem
Dando una olhadela nas nove Llnhagens, Dalsy acha que a que
nals se adequa as suas exµectatlvas e a dos AcóIIIos, µor sua lllosolla
de llberdade e alegrla, alen de sua µroxlnldade con o nundo nortal.
Dlstrlbulndo µontos entre as Caracteristlcas
Seu µroxlno µasso e deternlnar suas Caracterrstlcas, e µara lsso
ela ten 1b µontos. Dalsy declde que sua µersonagen vlveu una vlda
de dlllculdades nos guetos e lavelas da cldade, e µor lsso resolve dar
alguna µrlorldade as suas Caracterrstlcas Corµus: assln, ela dlstrlbul
J µontos µara PcIIcxos (e µreclso ser raµldo nas ruas), J µara /IsIco
(µara agüentar nelhor a dureza do dla a dla) e 2 µara /o¡ça (Dalsy
µrelere que sua µersonagen conte nals con esµerteza e agllldade
que con lorça, aµesar de sua condlçao narglnal). Sobraran 7 µontos
a seren dlstrlburdos µelas Caracterrstlcas |ens, que assln llcan: J
µontos µara Ca¡Isna (ela sabe cono ser agradavel µara consegulr
seus objetlvos), 2 µontos µara InIcIIgcncIa (aµesar de nao ser
exatanente burra, ela nao teve nultas oµortunldades de adqulrlr
cultura ou se rellnar), e 2 µontos µara LspI¡IIo (as ruas nao sao un
lugar nulto µroµrclo ao desenvolvlnento lnterlor).
Escolhendo o Per|ll e as Esµeclallzações
^gora e a hora da deternlnaçao do Perlll Dalsy sabe que o
Perlll e lnµortante µara dellnlr as Esµeclallzações de Joselalne e da-
la una orlentaçao geral de lnterµretaçao. Ela llca alguns nonentos
lndeclsa entre DocnIa e /a¡gInaI, nas acaba se decldlndo µelo
µrlnelro: o |arglnal lnµllca alguna conotaçao soclo-µolrtlca e exlge
una esµecle de notlvaçao que sao alhelos a µersonalldade de
Joselalne no lundo, ela e una sobrevlvente µratlca e con una
tendéncla sensuallsta, o que laz con que µrocure nals satlslaçao
que convlcçao. Dalsy agora ten 20 µontos µara conµrar as
Esµeclllazações de Joselalne dentro das µernltldas µelo seu µerlll
(alen das Esµeclallzações Llvres): Enµatla, Seduçao, Exµressao,
Etlqueta, Furtlvldade, Subterlúglos, Blele, Esqulva, ^rnas Brancas e
Luta. De cara, 4 µontos vao µara Sccuçao (Joselalne e boa en enre-
dar seus cllentes e... lnteraglr... con eles), e J µontos vao µara LnpaIIa
(¨senµre e bon saber quando un cara esta ou nao esta alln, nao
e³"). En segulda vao 4 µontos µara /u¡IIvIcacc (Joselalne e do tlµo
que ten grande lacllldade µara sunlr), J µara DIcIc (µara lldar con
narglnals e µollclals), 2 µara IIg¡onancIa e 4 µara Tcu¡gIa (Dalsy
sabe que sen as duas últlnas llca dllrcll usar |anllestos, e gostarla
de crlar una esµecle de choque enlatlzando sua habllldade µara
convocar |anllestos ^scendentes). Dalsy nao µôde escolher todas as
Esµeclallzações µernltldas µor seu µerlll, nas achou que o µanorana
estava ben satlslatorlo µara un µersonagen novato.
Escolhendo as Pecullarldades
Dalsy ten 10 µontos µara atrlbulr µecullarldades a Joselalne e
aµarar algunas arestas en seu hlstorlco. Deµols de una olhada
na llsta de µosslbllldades e alguna nedltaçao sobre o que serla
acertado µara Joselalne, Dalsy escolhe: Charne (1 µonto nulto
útll nos ¨negoclos"), lntulçao (J µontos Dalsy e novata nesse
negoclo de RPC, e µarece una boa ldela ter a µosslbllldade de
receber alguna ajuda do |estre), lnlornante no Subnundo (1
µonto un µungulsta que tanben vende lnlornações µara a
µolrcla), Colµe Potente (1 µonto una joelhada ¨ben no alvo",
trelnada exaustlvanente durante tentatlvas de estuµro, de seus
µrlnelros dlas na rua), Patrono (2 µontos un vereador lnlluente
que ja contratou seus servlços con regularldade) e Reslsténcla a |a-
gla (2 µontos nun nundo chelo de bruxos, anjos, denônlos e
outras assonbrações estranhas, Dalsy gostarla que Joselalne losse
un µouco nals dllrcll de se enredar con nagla). Dalsy llca aµenas
con as µecullarldades que µode conµrar con sua µontuaçao regular
ela µrelere nao se conµllcar con µecullarldades negatlvas enquanto
nao estlver 100° lanlllarlzada con o jogo.
Determlnaçao de Patamares \ltals (P\s)
Cono Joselalne ten Frslco J, autonatlcanente µassa a ter 1b
P\s (trés vezes clnco) nada nal.
|ana e |anl|estos
Dalsy anota clnco µontos de |ana na llcha de Joselalne, e agora
deve escolher seus |anllestos: sua Llnhagen lhe olerece quatro
µoderes lnatos (^µarlçao, Lanterna, Fobla e Praga de Cog), dos quals
dols µoden ser seleclonados Dalsy llca con Apa¡Içao e P¡aga cc
Cog, µor achar dlvertlda a oµortunldade de enganar e azarar seus
lnlnlgos. Cono ten Esµrrlto 2, ten alnda dols µontos µara a aqulsl-
çao de |anllestos: lendo a llsta das Esleras µernltldas a Joselalne
(Força e ^ugúrlo), Dalsy seleclona Lco cas T¡onIcIas cc Jc¡Icó e
/aIsa UIIguIcacc, anbos |anllestos ^scendentes de nrvel un (alen
da nalor lacllldade de Joselalne en convocar µoderes ascendentes,
Dalsy levou tanben en conslderaçao a µersonalldade de sua
µersonagen e as vantagens lnedlatas que estes µoderes olerecen).
O |estre deu una olhada na llsta de |anllestos de Joselalne, e cono
vlu que ela µossul ao nenos un µoder ablssal (P¡aga cc Cog), aµrovou
as aqulslções de Dalsy.
Dlstrlbulndo µontos µara as µaradas de dados
Cono velo enlocando os asµectos µratlcos e soclals de Joselalne,
Dalsy a concede, dos clnco µontos dlsµonrvels, dols µontos µara
Presença e Perrcla e aµenas un µara \ontade. Sonados aos µontos
lnlclals que toda µarada ja µossul, Joselalne llca con Perrcla J,
Presença J e \ontade 2.
Fl nal l zando. . .
Hun µanorana geral, Joselalne e una nulher esµerta (Rellexos
J, Furtlvldade 4, Blele J, InIuIçao) e sedutora (Carlsna J, Seduçao 4,
Enµatla J, CLa¡nc), con alguna lndeµendéncla llnancelra (cono
nao adqulrlu µecullarldades que alterassen seu status soclal, ela e de
¨classe nedla"). ^len dlsso, µossul una lorte lncllnaçao ladlna (veja
a descrlçao de seus µoderes e algunas de suas µecullarldades socl-
als), nas e una Helllln novata que aµenas esta coneçando a
aµroveltar seu µotenclal nrstlco (\ontade 2 e todos os |anllestos de
µrlnelro nrvel). Observando sua llcha, o |estre tanben µercebe una
certa lncllnaçao a ^scensao (aµenas un de seus µoderes e ^blssal),
contudo cono a dllerença entre seu total de nrvels de |anllestos
^scendentes (J) e ^blssals (1) nao e nalor que o Esµrrlto de Joselalne
(2), ela nao esta solrendo de un Desequllrbrlo |anllesto.
Esta µronto: Dalsy ja µode coneçar a exµlorar as ruas do
subnundo retro-luturlsta de REBELl^O na µele da ^collta Joselalne.
|.eto ce ñats.e¦ r
\ 0ees, a¡õs ct.at Pca¬ao, qee os oe¬aaos coa¬a¬ ce Tetta,ao 9ezto 0.a, cec.c.e ¡oeoã-¦a
ï íez tocos os setes e.eos qee cocte¬ a se¡etí¦c.e tettestte
r 0as a¡õs ct.at os eegeta.s e aa.¬a.s, 0ees to¬oe co ¡õ ca tetta ¡ata ct.at o uo¬e¬ ï este ío.
coa¬aco Pca¬, ¡otqee ío. íe.to ce Pca¬ao ï |eato co¬ e¦e cees ct.oe a ¡t.¬e.ta ¬e¦oet, |.¦.to
1 ï os co.s íota¬ íe.tos ã sea .¬age¬ e se¬e¦oaa¿a ¡ata ze¦at ¡e¦o ïcea, o ïata¦so Tettestte
T ï ao cte¡êsce¦o O 2t.acot íez os 0et.'.¬, ¬as aão ¡ôce tet¬.aã-¦os ¡otqee o 9ezto 0.a acacoe e e¦e
cec.c.e cescaasat ïssas ct.atetas t.aoa¬ a¡atêac.a cesagtacãee¦ e os 0ees os co¦ocoe íota co ïcea
T No ïcea, tocos os aa.¬a.s e.e.a¬ e¬ oat¬oa.a, .ac¦es.ee as Gtaaces ïetas, o ôeoe¬oto, |ee.atoaa, Z.z
e ñe'e¬
î ôeoe¬oto é o ¬a.ot cos setes tettesttes, eaqeaato |ee.atoaa é o ¬a.ot cos setes aqeãt.cos
ò O Z.z é o te. cos ¡ãssatos, ce|as asas escetec.a¬ o cée O ñe'e¬ eta e¬ co¦ossa¦ qeactê¡ece co¬ e¬
êa.co co.íte aa testa ïta o ¬a.s ee¦oz ce tocas as ct.atetas e.eas 0as tocos e¦es e.e.a¬ e¬ oat¬oa.a
1 ïatão 0ees otceaoe a tocos sees ït¦ac.¡es Ptcaa|os, ¡o.s caca 2¦asse ce aa|os ¡osse. e¬, qee
¡testasse¬ oo¬eaage¬ a Pca¬ e |.¦.to 0as e¬ ce¦es, O ïet.oso, o tetce.to cos 0a¦.gaos, se tecesoe ï
ïet.oso ¡¦aae|oe ¡eteettet Pca¬
0 ïata .sso , O ïet.oso a¬a¦c.¿ooe |.¦.to Qeaaco Pca¬ e |.¦.to getata¬ í.¦oos, e¦es aasceta¬ ootteacos,
e Pca¬ os te|e.toe, ez¡e¦saaco |.¦.to co¬ sees í.¦oos, os |.¦.¬ ï |.¦.to ío. e.eet íota co ïata¦so e¬ ¬e.o aos
0et.'.¬ O ïet.oso í.coe íe¦.z co¬ sea e.tõt.a, ¬as 0ees ct.oe ïea ca coste¦a ce Pcão
9 Pca¬ e ïea e.e.a¬ íe¦.zes, ¬as O ïet.oso asse¬.e a íot¬a ce e¬a set¡eate ¡ata teatã-¦os, e os íez
¡toeat cos ítetos ca Ateote co 2oaoec.¬eato 0ees í.coe acottec.co, e ez¡e¦soe Pca¬ e ïea co ïcea
\0 ï o ïcea ío. ttaas¦acaco ca Tetta, e í.zaco ae¬ cos a¦ee.s ce 9oa¬a.¬
\\ Pca¬ e ïea se atte¡eaceta¬ co qee í.zeta¬ e coat.aeata¬ acotaaco a 0ees Getata¬ co.s casa.s ce
gê¬eos, Qa.a e |e¦eea, e uace¦ e P»¦.a O atte¡eac.¬eato cos uo¬eas ae¬eatoe a.aca ¬a.s a ítestta¿ão co
ïet.oso, e esse cec.c.e ettac.cat os uo¬eas |.cetaaco e¬ ezétc.to ce 0et.'.¬ e |.¦.¬ e ge.aaco as Gtaaces
ïetas, O ïet.oso ¬atcooe aa c.te¿ão ce Pca¬ ï co¬o os oettos 0a¦.gaos, o ïet.oso acacoe cettotaco e caa.co
¡ata o 9oeo¦
\r ï e¬cota os |.¦.¬ teaoa¬ caesaco ¬e.ta tt.steza a Pca¬ e ïea, ¡o.s íota¬ e¦es os tes¡oasãee.s ¡e¦a
¬otte ce uace¦ e a íega ce Qa.a co¬ |e¦eea, e¦es coaceceta¬ e¬ tetce.to í.¦oo, 9oeto ï e¦e cee ot.ge¬ a
¬e.tos cesceaceates
\1 9oeto getoe a ïaoso, qee getoe a Qa.aaa Qa.aaa getoe a 0aoo¦¦ae¦, qee getoe a |tec, qee getoe a
ueao»o, ¡a. ce 0etoesoa¦aco ueao»o e.eee 1òî aaos e ío. ¦eeaco ¡ot 0ees ¡ata os 2ées
\T ï eatão os ï.¦oos ce 0ees e.ta¬ as ï.¦oas cos uo¬eas e ¡etceceta¬ qee estas eta¬ ce¦as ï o Qeatto
0a¦.gao, o |asc.eo, cescee co¬ e¬a ootca ce aa|os ¡ata Tetta, ¡oesaaco |eato ao 0oate uet¬oa ï¦es se
ea.ta¬ ãs ï.¦oas cos uo¬eas e getata¬ g.gaates ïssa ío. a ït.¬e.ta ñece¦.ão ï 0ees cootoe
\î 0etoesoa¦aco getoe a |a¬e»o, qee getoe a Noaco ï 0ees e.e qee Noaco eta o êa.co oo¬e¬ |esto
socte a Tetta, e tt.ste, co¬ as attoc.caces co¬et.cas ¡e¦os g.gaates, cec.c.e cestte.t a ue¬aa.cace co¬ e¬
0.¦êe.o
\ò Otceaoe a Noaco qee coastte¦sse e¬a atca, e ass.¬ e¦e ío. sa¦eo co¬ sees í.¦oos 2o¬ o 0.¦êe.o, O
|asc.eo e sees Pa|os ñece¦ces qe.seta¬ eo¦tat ¡ata 9oa¬a.¬ 0as 0ees aão ¡et¬.t.e ï ooeee geetta ao 2ée
Ps ootcas co |asc.eo íota¬ cettotacas e ¦aa¿acas ao tteeoso 9oeo¦ ï a ¡att.t cesse c.a , os Pa|os co 9oeo¦
¡assata¬ a set coaoec.cos co¬o Pc.ssa.s
\1 ï 0ees eatão ¡et¬.t.e qee a ue¬aa.cace se ¬e¦t.¡¦.casse aoea¬eate
ïztta¦co co caaco ce cacos coaí.ceac.a¦ cos ïtecetsotes
b7
VL+LRArLc.
EXlLRlLrclA
^celta tudo que te acontecer, e nas vlclssltudes da hunllhaçao ten µacléncla.
LcIcsIasIIco II: 4
Os obstaculos enlrentados µelos µersonagens durante suas aventuras, tenhan sldo vencldos ou nao, resultan en exµerléncla. ^o
utlllzaren seus |anllestos e Esµeclallzações, os µersonagens se aµerlelçoan. Os desallos e µerlgos µelos quals µassan os tornan nals
sagazes, e a exµerléncla resulta en evoluçao.
^ evoluçao reµresenta un dos asµectos nals aµreclados µelos jogadores: seus µersonagens se tornan nals µoderosos, µodendo
enlrentar nalores µerlgos, e suas estatrstlcas nelhoran, aunentando suas chances de sucesso. E tanben una das µrlnclµals dores
de cabeça dos nestres eles deven µrenlar seus jogadores con exµerléncla, nas nanter o equllrbrlo entre eles e as aventuras,
evltando que evoluan raµldo denals, tornando os rlscos µequenos, ou lentanente denals, estando senµre abalxo do nrvel das hlstorlas
µlanejadas µara eles.
^ dlstrlbulçao de exµerléncla e o assunto deste caµrtulo aqul serao encontrados todos os crlterlos µara a avallaçao do desenµenho
de µersonagens e jogadores, e sua evoluçao.
Fcr+ce LL LXlLRlLrclA
Os µontos de exµerléncla sao una nedlda relatlva do quanto os µersonagens aµrenden aµos cada hlstorla. Eles µoden ser
utlllzados µara nelhoraren suas estatrstlcas en Caracterrstlcas e Esµeclallzações, e tanben µara conµrar novos |anllestos e Rltuals.
Lle+RleLlÇÀc LL lcr+ce
^µos cada hlstorla, os µersonagens µoderao ser µrenlados con exµerléncla en µontos que µoden varlar de un a dez. ^ lnteraçao
dos jogadores, sua lnterµretaçao, desenµenho e µartlclµaçao no jogo serao cruclals na deternlnaçao de sua µontuaçao.
Cada |estre µode oµtar µor dlstrlbulr exµerléncla de acordo con seus µroµrlos crlterlos. ^lguns µoden slnµlesnente avallar a
µartlclµaçao do jogador e os leltos de seu µersonagen durante o jogo e µrenla-lo de acordo con este µanorana. Esta e una boa tatlca,
nas exlge un µouco de bon senso e tarlnba cono |estre. Caso vocé quelra ser un µouco nals esµecrllco, de nodo que todos os
jogadores receban una quantldade ao nenos equlllbrada de µontos, nos sugerlnos o segulnte slstena: Dlvlda a avallaçao en trés
crlterlos Partlclµaçao, lnterµretaçao e Desenµenho. En segulda, dlstrlbua os µontos entre estas areas da segulnte lorna:
Partlclµaçao: nede o quanto os jogadores se enµenharan en µartlclµar da hlstorla, colaborando µara seu desenvolvlnento,
nesno que seus µersonagens nao estlvessen envolvldos en todas as cenas dé de 1 a J µontos.
lnterµretaçao: |ede o quanto cada jogador lnterµretou seu µersonagen, µersonlllcando e aglndo de acordo con sua natureza,
tornando o jogo nals vrvldo e dlvertldo ate 4 µontos. Hote que este crlterlo deve ser avallado en contraste con a µersonalldade do
jogador nao va querer que aquele seu colega trnldo leve todos as lagrlnas de exaltaçao. lsso nao e una cerlnônla de entrega de
Oscar, e so dlversao seja coerente ao julgar este crlterlo.
Desemµenho: nede a µerlornance dos µersonagens durante o jogo, avallando seu grau de sucesso nas colsas que se µroµuseran
a lazer (o Paladlno consegulu ser ben sucedldo quando µreclsou lutar µara ajudar o gruµo³ ^quele ^collto consegulu seduzlr a
testenunha³ E o Precursor³ Consegulu ¨nexer os µauzlnhos" µara ajudar seu anlgo \eneravel³) de 1 a J µontos.
Sone a µontuaçao e vocé tera una exµerléncla nals ou nenos equlllbrada µara todos os jogadores. Una nedla conun serla de
clnco ou sels µontos. Jogadores que tenhan ldo nulto ben ganharlan de sete a olto, enquanto aqueles que loran realnente
exceµclonals chegarlan a dez.
EvcLLÇÀc
Hornalnente, µara os µersonagens evolurren, basta que os jogadores usen µontos de exµerléncla µara lncrenenta-los nas, cono
|estre, vocé µode decldlr que as colsas nao sao ben assln. ^ evoluçao dos µersonagens µode se tornar lncrlvelnente nals reallsta (e
dlvertlda) se vocé lnµor algunas condlções µara o gasto de exµerléncla. Por exenµlo, se un Helllln qulser desenvolver seus |anllestos,
talvez tenha que µassar µor algunas senanas de nedltaçao e auto-aµerlelçoanento. lsso nals alnda e valldo quando un µersonagen
tenta adqulrlr un |anllesto que nao µertença a una de suas Esleras lnlclals. Hao grlte ¨Hao!" na sua cara, nas dlllculte un µouco as
colsas talvez ele conslga desenvolver o µoder latente atraves de alguna lntervençao nrstlca, nas lsso o colocarla a nercé de bruxos,
anjos e toda una corja lndesejada, talvez ate rendendo novas e lnteressantes estorlas. O desenvolvlnento de una Esµeclallzaçao
µartlcularnente dllrcll µode exlglr un tutor e horas de estudo e dedlcaçao.
Claro que e desnecessarlo que tudo slga esta regra as Caracterrstlca sao asµectos que µoden ser desenvolvldos nals lacllnente,
allnal de contas, en que nonento de suas vldas os Helllln delxan de µensar³ Ou lutar e correr³ O nesno µode ser dlto sobre as
Esµeclallzações que un µersonagen ja µossul: a µratlca e a nelhor µrolessora.
De qualquer lorna, qualsquer restrlções relatlvas ao nodo cono a exµerléncla e gasta estao a cargo do nestre. Ele e quen sabe
qual a nanelra nals adequada a sua Saga.
FLlLLXce LA EvcLLÇÀc
Enbora tudo seja alegrla µara os jogadores, a evoluçao ocaslonalnente gera alguns µroblenas µara o |estre, e acredlte se qulser,
µara o resto do gruµo. lsso ocorre quando as µrlnelras desµroµorções coneçan a saltar na cara de todos. ^balxo verenos os dols
casos nals conuns e algunas soluções µara anenlzar os contrastes.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
b8
O Suµer-homem
Ha un certo tlµo de jogador que conta con un talento
natenatlco lnµresslonante ele consegue estlcar os µontos
olerecldos µara a construçao de µersonagens e exµlorar detalhes e
conblnações de regras que translornan seu µersonagen en
un verdadelro anontoado de bonlllcações. lnlclalnente, este
µersonagen nao traz grandes µroblenas, nulto µelo contrarlo
ele consegue sobrevlver aos nonentos nals dllrcels da estorla e
leva o gruµo junto. Poren, con o tenµo as colsas se conµllcan.
O labuloso talento arltnetlco do jogador coneça a ser concentrado
no uso da exµerléncla, e en µouco tenµo, este µersonagen
anabollzado coneça a delxar µara traz o resto do gruµo os
jogadores que so se µreocuµaran en lazer un µersonagen
lnteressante µara jogar. O seu lantastlco suµer-honen consegue
se vlrar en todas as sltuações, o que acaba tornando o resto do
gruµo obsoleto. ^ µrlnelra vlsta, µarece dllrcll lldar con un
µersonagen assln, nas acredlte, nao e. Ele quer ser o naxlno³
Pols ben, de o que ele quer seµare-o constantenente do gruµo,
e tente exµlorar algun µonto en que ele nao seja esµeclalnente
lorte. ^ssln que achar seu calo, µlse nele. Dlreclone contra ele os
adversarlos nals lornldavels, laça-o µreclsar do resto do gruµo.
Oualquer µersonagen lorte denals en una area e dellclente en
outra, µara lsso e nontado o slstena de dlstrlbulçao de µontos
se ele e un excelente lutador, talvez seja tao soclavel quanto una
µorta. Se ele lor µreso, val µreclsar de alguen µara µagar sua
ll ança ou l l nµar sua barra. lgual nente l rrl tantes sao ao
µersonagens lntellgentes, naqulavellcos e µedantes. \ejanos o
quanto ele µode ser nanlµulador quando estlver encurralado con
dols Dannatls en un beco. Hos nao estanos dlzendo µara natar
os µersonagens que se destaquen, aµenas estanos sugerlndo
sardas µara lldar con jogadores aµelões que estragan a dlversao
dos outros. Senµre tenha en nente: vocé e o |estre. Ha nelos
µara corrlglr µersonagens onlµotentes, basta un µouco de
µlanejanento.
O Frangote
E justanente o contrarlo do suµer-honen, e ben nals dllrcll
de lldar. O Frangote e un µersonagen lraco, lnexµresslvo, que
ten todos os seus µotenclals lnexµlorados e µassa o jogo en
branco. Ceralnente ele e lruto de crlações nalogradas de un
jogador sen lnsµlraçao, e acaba llcando senµre un nrvel abalxo
do resto do gruµo. Este jogador ten a lnlellz µostura de un
µesslnlsta, e acha que seu µersonagen e lraco, un grande
µorcarla, e que val vlrar una loguelrlnha de carne a qualquer
nonento do jogo. Pensando assln, e obvlo que seu µersonagen
nao val µara lrente. O µroblena do lrangote e lalta de auto-estlna.
Sendo assln, crle sltuações en que outros µersonagens deµendan
dele desµerte o lnteresse do jogador µara o µersonagen. Oualquer
µersonagen ten jelto, basta querer nelhora-lo. lnsullando un
µouco de entuslasno no µersonagen, ele certanente val consegulr
aconµanhar o gruµo.
En| l m. . .
En suna, nao lnµorta qual dos casos, nunca se esqueça
a evoluçao dos µersonagens e un trabalho que vocé
desenµenha con os jogadores. Tente senµre nanter todo
nundo lnteressado no jogo (e lsso lnclul vocé). Faça tudo valer a
µena, e vera quanto eslorço os jogadores larao µara elevar o
nrvel das estorlas.
EvcLLÇÀc L eLL cLe+c
Caracteristlcas*: nrvel desejado x b.
Esµeclallzações: nrvel desejado x 2 (do Perlll e Llvres) e nrvel desejado x 4 (de outros Perlls).
Hova Esµeclallzaçao: 2 µontos (do Perlll e Llvres) e 4 µontos (de outrs Perlls).
|ana: nrvel desejado x 2.
|anl|estos: nrvel do |anllesto desejado x b (de suas Esleras) e nrvel do |anllesto desejado x 10 (de outras Esleras).
Parada de dados: nrvel desejado x 10.
Rltuals: nrvel desejado x 1b.
* ^µos a aqulslçao de Frslco, recalcule seus P\s con base no novo valor.
^dqulrlr nals µontos de Esµrrlto nao da dlrelto a novos |anllestos.
Lles vieram nos salvar
Cuardiâo-da-Luz eslava impacienle. Seu guia, Sagrado-Iulgor, eslava demorando a aparecer. Cuardiâo-
da-Luz, que |a fora um dia ßrahima Amadou, um |ovem soldado senegalês, agora era um Irmâo de Primeiro
Nivel da Ordem dos Luminescenles. Lnquanlo esperava pela presença de Iulgor-Sagrado, conlemplava a
imponência dos luneis que formavam a nova Heliopolis. L impressionanle como foi possivel conslruir uma
enorme cidadela sublerrânea sob as ruinas da anliga Heliopolis egipcia. L isso ludo em menos de oilenla anos.
Mas isso era apenas uma das muilas maravilhas que Cuardiâo-da-Luz descobrira desde que se lornou um dos
Luminescenles. L absorlo em suas divagações, nâo percebeu a chegada de Sagrado-Iulgor. Seu guia, um
imponenle grego de quase dois melros de allura, era um dos Irmâos de 1erceiro Nivel. Sagrado-Iulgor, como
era de seu coslume, foi direlo ao assunlo, sem rodeios...
÷ 1u aindas eslas alormenlado com os ullimos aconlecimenlos envolvendo os Nefilim¹
÷ Lu nâo diria alormenlado, Sagrado-Iulgor. Mas realmenle eu nâo posso negar que o falo de ver pessoas com
lamanhos poderes ainda me deixa inlrigado. Lu lenho pensado... e se essas resolverem usar seus poderes para
dominar e oprimir os oulros. L se eles liverem aliludes malévolas¹
÷ Nâo diga isso, Cuardiâo-da-Luz. Lscule, é preciso que eu lhe fale sobre os Malignos. Deus criou ludo o qu
exisle. Nâo exisle nada lâo perfeilo e ordenado como a Criaçâo. Mas duranle os primordios, quando o Universo
era |ovem, essa perfeiçâo foi desafiada qualro vezes. Na primeira vez, quando Deus precisou remodelar o
Universo recém-criado, seu a|udanle, o primeiro dos Arcan|os, o Principe Arcan|o dos Haiolh Haqodesh, aquele
a quem chamamos O Inve|oso, duvidou de sua Vonlade Soberana, e sugeriu que Deus deslruisse o Universo,
pois esse eslava maculado por impurezas irremoviveis. Lle ousou pedir que Deus descansasse e deixasse que
ele , o proprio Inve|oso, criasse um novo Universo. L Deus se enlrisleceu com lal pecado. ''Como pode um
Principe Arcan|o duvidar da capacidade do Onipolenle¹ Como ousas pedir pela deslruiçâo de lodo um Universo
criado pela minha mâo¹ Lu so sinlo Inve|a em lua alma. Afasla-le de mim, Inve|oso !´´ L assim o primeiro dos
Malignos foi banido para o Sheol, o Inferno,onde as lrevas sâo elernas.
÷ Mas , Sagrado-Iulgor, o que prelendes me dizer com...
÷ Silêncio, Cuardiâo-da-Luz! Lsculai com alençâo o reslo. L enlâo quando Deus se via envolvido com a educaçâo
do Primeiro Homem, mandou o Principe Arcan|o dos Ofanim ensinar os mislérios do Universo a ele. L lomado
pela Soberba, esle Arcan|o, a quem chamamos de O Vaidoso, foi lomado de Orgulho e |ulgou-se ser lâo
ma|esloso quanlo Nosso Criador.L Deus se enlrisleceu com lal pecado. '' Como pode um Principe Arcan|o
pensar ser igual ao Onipresenle¹ Como ousar ler lamanha pelulância ¹ Afasla-le de mim, Vaidoso ! ´´ L assim
o Segundo Maligno foi mandado para o Sheol.
Apos isso, Deus viu o Primeiro Homem ser desencaminhado pelo Principe Arcan|o dos ßeni-Llohim.
Lsle de quem lhe falo agora é conhecido como O Iurioso. Lle senliu grande Ira pela criaçâo do Homem, e se
recusou a curvar-se dianle dele. L Deus se enlrisleceu com lal pecado. '' Como um Principe Arcan|o quesliona
as ordens do Pai Llerno¹ Queres enfrenlar as proprias Legiões Llernas¹ Afasla-le de mim, Iurioso, lu e loda sua
cor|a!´´ L o 1erceiro Maligno agora vaga pelo sombrio Sheol.
÷ 1u queres me ensinar que os designios divinos nâo devem ser queslionados¹
÷ Deixai-me complelar. Lnlâo o Principe Arcan|o dos Kerubim veio à 1erra, e viu como as Iilhas dos Homens
eram belas. L consigo arraslou uma legiâo de an|os, que desceram ao nosso mundo e se uniram às mulheres,
gerando filhos. L esle Arcan|o, O Lascivo, e sua legiâo, ficaram conhecidos como a Primeira kebeliâo. Deus se
enlrisleceu com lal pecado '' Como um Principe Arcan|o pode causar essa afronla ao Onividenle¹ Como le
alreves a lenlar Seres de Luz a descer às lenlações da Carne¹ 1u ousas lançar An|o conlra An|o¹ Afasla-le de
mim, Lascivo! ´´ L houve guerra no Céu. L o Quarlo Maligno, com lodo seu Lxércilo, foram derrolados e
precipilados nos abismos do Sheol.
L assim, eles ficaram duranle um inconlavel periodo de lempo, banidos pelos seus pecados, pelos seus
males, pela sua Ignorância. Mas algo de novo aconleceu. Uma Segunda kebeliâo. Um grupo de An|os Caidos
se rebelou conlra o IJ=JKI GK do Inferno. Sâo esles an|os que ho|e vieram para a 1erra e geraram muilos filhos
, os Nefilim. ÷ Lu nâo compreendo ...
÷ Ora, Cuardiâo-da-Luz, nâo compreendes¹ Os Caidos se rebelaram conlra Deus e macularam seus espirilos.
Mas a Segunda kebeliâo foi desencadeada conlra os proprios Caidos. Lles dese|avam se elevar e nâo cair. Por
isso eslâo na 1erra. Por isso os Nefilim andam enlre nos. Lles eslâo aqui para salvar o Mundo. Para liderar os
homens e recuperar o Paraiso! Nunca queslione Deus, apenas siga a sua Vonlade! Nâo devemos lemer os
Nefilim. L para isso que nos Luminescen-les exislimos : devemos a|uda-los e servi-los...
÷ L se os Nefilim dese|arem seguir pelo caminho do Mal¹
÷ Lu lhe asseguro que isso nâo pode aconlecer...
L Cuardiâo-da-Luz se despediu de seu guia, e vollou a seus aposenlos. Como ele adoraria concordar
com Sagrado-Iulgor...
61
FAeclrlvm.
MArllLe+ce¬Fl+LAle
Davan-lhe atençao µorque durante nulto tenµo os havla lasclnado con suas naglcas.
AIos VIII: JJ
Os µoderes sobrenaturals dos Helllln, herdados de seus Cenltores, certanente os colocan en un lugar únlco na Crlaçao. Parte
do odlo devotado µor anjos e denônlos aos Hrbrldos se deve a grande versatllldade concedlda aos nesnos µelos seus varlados dons, que
transltan da luz as trevas con lacllldade (nas lreqüentenente a un alto custo).
^ nagla Helllln dlvlde-se en duas vertentes: |anllestos e Rltuals. Cono a µroµrla natureza Hrbrlda, os |anllestos se dlvlden
en dols grandes gruµos: o ^scendente, que reµresenta os µoderes baseados en nagla dlvlna, e o ^blssal, que rellete a nagla desenvolvlda
no Sheol. ^len dlsso, cada un destes grandes gruµos ten suas µroµrlas subdlvlsões, chanadas Esleras. Os rltuals sao una esµecle de alta
nagla conµlexa e de dllrcll execuçao desenvolvlda µelos Helllln, e que nao µossuen una natureza esµeclllcanente ^scendente ou
^blssal. Contudo, os rltuals Helllln nao sao nen de longe tao varlados ou elaborados quanto os |anllestos. Os rltuals serao nelhores
detalhados en sua µroµrla seçao.
MArllLe+ce L MArlcLLlemc
Todo esse µaµo de ¨^scendente" e ¨^blssal" certanente soa un tanto barroco e anacrônlco µara o leltor noderno. Contudo,
devenos lenbrar que a estetlca barroca era narcada µela tensao entre luz e trevas, dlvlno e µrolano, e e exatanente lsso que dellne os
Helllln. |as, certanente, o µoder e aµenas una lerranenta o que dellne sua natureza e a lntençao que o gula. ^s dellnlções de
^scendente e ^blssal µoden ser, desse µrlsna, tldas cono neranente dldatlcas, quase cono un recurso de catalogo. Tonando cono
nossas as µalavras de Habu, un Hlerolante \eneravel lalando a un joven µuµllo, ¨^scendentes ou ^blssals sonos nos, ao usarnos nossos
µoderes. nao exlste `nagla branca' ou `nagla negra', aµenas boas e nas lntenções. Os resultados e sua vontade dlrao qual a natureza dos
µoderes que vocé coloca en novlnento... o resto, ben, o resto sao µalavras srnbolos útels µara aµontar a realldade, nas lncaµazes µor
sl nesnas de substltulr esta nesna realldade".
Ae EelLRAe
Cada un dos gruµos de |anllestos e dlvldldo en trés Esleras. O Cruµo ^scendente e dlvldldo entre Conscléncla, Forna e Força,
enquanto o Cruµo ^blssal e dlvldldo entre Dor, Heresla e ^ugúrlo. Ha descrlçao de cada Llnhagen constan duas Esleras una ^scendente
e outra ^blssal e e de la que vén seus |anllestos lnlclals.
Conscléncla
Os estranhos µoderes ocultos da nente e do Esµrrlto sao seu donrnlo.
Forma
O controle e a conµreensao sobre a vlda e o ser lazen µarte desta llnha de lnlluéncla.
Força
O Poder sobre o Oculto e a Frslca a |agla Bruta. Esta e sua selva e cerne.
Dor
^ rurna da nente e do corµo, o solrlnento e a decadéncla sao as lorças desta Eslera ^blssal.
Heresla
Os µoderes do denônlo e seu vlgor o donrnlo das lnµurezas da carne e sua esµeclalldades.
^ugurlo
|aldlções e estlgnas os olhos do lnlerno sobre a vlda nortal canallzan seu µoder.
Os µoderes descrltos nas Esleras µoden nao ser os únlcos exlstentes, µols ha boatos de que cada Llnhagen desenvolveu |anllestos
µroµrlos, tanto de orlgen ^scendente quanto ^blssal. ^µesar destes boatos, aµenas unas µoucas testenunhas µoden µrovar a exlsténcla
de tals µoderes, o que relorça a crença de que os |anllestos das Esleras ¨ollclals" sao os únlcos exlstentes.
Cono todas as estatrstlcas dos Helllln, os |anllestos sao categorlzados en clnco nrvels crescentes Os |anllestos de nrvel nalor
nao sao necessarlanente nals µoderosos que os de nenor nrvel, nas µossuen eleltos nals anµlos. Os nrvels dos |anllestos de cada
Helllln nunca µoden ser suµerlores ao nrvel da Parada de \ontade do Hrbrldo. Sendo assln, se un Helllln ten \ontade lgual a trés, todos
os seus |anllestos deverao ser de nrvel lgual ou lnlerlor a trés.
Cada µersonagen recen crlado ten un núnero de µontos µara a aqulslçao de |anllestos lgual ao seu Esµrrlto, obedecendo µoren
a restrlçao aclna. ^len do nals, nenhun Helllln µrlnclµlante µode ter |anllestos de nrvel b ou que nao µertençan as suas Esleras de
lnlluéncla (a nao ser que os adqulra con a µecullarldade: |anllesto extra). Cada nrvel de un |anllesto custa un µonto µara conµra. Deve-
se observar tanben que, se a dllerença entre o total de nrvels dos gruµo de |anllestos de un µersonagen lor nalor que sua Caracterrstlca
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
62
Esµrrlto, ele estara solrendo de un desequllrbrlo |anllesto (veja
adlante).
Con o ganho de exµerléncla, o µersonagen µodera adqulrlr
novos |anllestos, talvez ate nesno de outras Esleras. Poren, novos
µoderes deven ser adqulrldos atraves de trelnanento con un Tutor,
acordos ou barganhas. Un bruxo µode ajudar un Helllln a
desenvolver seu µotenclal en acessar un |anllesto que ele nao
terla graças a sua Llnhagen, cono µaganento µor un servlço
µrestado a ele, nas se subneter a este tlµo de oµeraçao µode ser
un tanto arrlscado...
C MArA
O que os Helllln costunan denonlnar generlcanente ¨|ana"
e a energla nrstlca µresente en todas as colsas da Exlsténcla. Ele
µernela a unldade nrnlna e lundanental da naterla e do esµrrlto.
O |ana tanben e a lonte de energla dos µoderes dos Helllln, alen
de servlr de allnento µara a sua netade alna. Esta substáncla nrstlca
e a lorça que os dota de sua lncrrvel caµacldade regeneratlva e sua
vlrtual lnortalldade.
^l en de ser usado µara atl var os |anl lestos, o
|ana tanben exerce esµetacul ares caµacl dades
curatl vas sobre o corµo Hell l l n l el a a seçao de
regeneraçao no caµrtul o Lcx.
FlcArLc eLm MArA
^l gunas vezes, un Hell l l n µode esgotar suas
reservas nrstlcas con o uso. ^µos gastar todo seu
|ana, un Hrbrl do solre graves µenal l dades:
Sen al l nento, sua al na torna-se l ncaµaz de
lazer a nanutençao de seu corµo µara cada dl a
que µasse sen |ana, un Helllln µerde un µatanar
v l t a l .
Consldera-se que un Helllln sen |ana nao ten
lorça sull cl ente µara l nvocar seus µoderes
al gunas vezes, a quantl dade de |ana dl sµonrvel
µara un Hrbrl do tanben sera l nsull cl ente,
deµendendo do nrvel do |anllesto. \eja ¨Usando
|anl lestos" nal s a lrente.
Enquanto µossulr ao nenos un µonto de |ana, un
Hell l l n µode se recarregar a vel ocl dade de un
µonto µor hora, ate sua caµacl dade naxl na. |as,
aµos esgotar todas as suas reservas, el e j a nao
µode recuµera-l o natural nente. ^ únl ca sarda torna-
se entao o Cl anor.
C CLAmcR
O Clanor e a lorna nals conun de recuµeraçao de |ana. O
Helllln slnµlesnente se concentra e crla una conlluéncla entre ele
e o |ana llvre no anblente ao seu redor senµre havera |ana
dlsµonrvel, ele so estarla ausente no vacuo absoluto. Contudo, nals
que una slnµles lerranenta µara recuµeraçao de |ana, o Clanor
e un nonento de éxtase e quando o Helllln chega nals µerto
de sua herança angellcal. Seus sentldos sao elevados ao naxlno,
enquanto ele deslruta da unlao entre sua alna e o µoder. ^lguns
Hrbrldos se tornan terrlvelnente deµendentes do Clanor, chegando
a belrar o vrclo.
Para l nvocar o Cl anor, o µersonagen deve ser
ben sucedldo en un teste de \ontade, con nargen
l gual a Esµrrl to + Frsl co (l sso nesno corµo e
al na, ou corµo-al na). Cada sucesso reµresenta a
l ncorµoraçao de un µonto de |ana, ate o nrvel
naxl no suµortado µel o Hrbrl do. Una lalha
durante un teste de Clanor l ndl ca que o Hell l l n
nao consegulu se harnonlzar con o |ana anblente,
nas µode lazer un novo teste, con nargen de sucesso
ajustada (veja ¨Tentando de novo" no caµrtulo
Lcx) una lalha crrtlca lndlca que o Hrbrldo lorçou una conlluéncla
sen estar µreµarado µara absorver o |ana, e o choque ocaslonado
o delxa lnconsclente µor una hora.
O Clanor e una sltuaçao µouco dlscreta, o que restrlnge sua
lnvocaçao luzes se abaten sobre o Hrbrldo, o ar en volta torna-
se denso, e ventanlas nao sao lnconuns. ^µarelhos eletrônlcos sao
aletados lánµadas oscllan, enquanto radlos e T\s solren
sobrecarga. Hao e raro que o Helllln seja as vezes erguldo alguns
netros no ar.
^l guns l ocal s (conhecl dos cono Toµl as) lacl l l tan
a unlao entre os Hell l l n e o Clanor. Entre el as
estao: cenl terl os, µarques ancestral s, l ocal s
sagrados (ou naldltos), tenµlos nrstlcos e (e
cl aro) l grej as. Hestes l ocal s, o Hell l l n recebe
dol s, ou deµendendo do µoder da Toµl a, ate trés
µontos de |ana µor sucesso en testes de \ontade.
LeArLc MArllLe+ce
Cono j a dl ssenos, os |anl lestos sao abastecl dos
µel o µoder do |ana. Para utl l l za-l os deve-se gastar
un núnero de µontos de |ana l gual ao nrvel do
µoder e lazer un teste de \ontade con nargen de
sucesso varl avel , deµendendo da natureza do
|anl lesto µara os ^scendentes, e Esµrrl to +
Teurgla, enquanto µara os ^blssals e: Esµrrlto +
Hl gronancl a. Deve-se observar que, senµre que
usa seus µoderes, o Hrbrl do torna-se un canal de
exµressao cel estl al ou l nlernal e ha una
chance de que µarte desta energla llque retlda en seu corµo.
Deµendendo do sucesso ou lracasso do teste, resultados esµeclals
ocorren:
Sucesso: o elelto escolhldo ocorre conlorne a
descrl çao do |anl lesto.
Falha: o nanl lesto nao al cança seu obj etl vo (o
al vo nao e atl ngl do, o elel to se dl sµersa, etc.).
Falha Critlca: O elelto do |anllesto surge de
lorna descontrolada, nao atlnge seu objetlvo e o
Hell l l n solre o acúnul o de µontos de Danaçao
(cono verenos nals adlante).
lnvocar a vasta nal orl a dos |anl lestos e una
açao sl nµl es (sendo concl urda, entao, en una
rodada). lnvocar alguns |anllestos, contudo, e
consl derado açao l l vre (vej a a descrl çao de cada
|anl lesto) tal l nvocaçao µode ser lel ta antes
ou deµol s da açao regul ar, de acordo con a vontade
do j ogador e a autorl zaçao do |estre.
CAlrLc Lm LLecRAÇA
Falhas crrtlcas durante a lnvocaçao de |anllestos lndlcan que
o Helllln reteve energla nrstlca, cuja natureza deµende do |anllesto
utlllzado quando ^scendentes, a lorça acunulada e celestlal, e
con os ^blssals, as energlas sao do Sheol. Tals energlas llcan retldas
A CALALA. EelLRAe L ErArAÇcLe
Os Helllln estao entre os nals µroenlnentes caballstas do
nundo, estudando con nestres crlstaos e lsraelltas, e nultas
vezes os suµerando. O notlvo de tananha dedlcaçao reslde na
teorla de que na verdade as Esleras |anllestas sao rellexos das
Enanações Dlvlnas da ^rvore Sellrotal. Segundo os caballstas
nelllrnlcos, as Esleras ^scendentes dlrlan resµelto as trés
sellroth da chanada coluna da dlrelta, ou canlnho da
nlserlcordla: Choknah (Conscléncla), Cedulah ou Chesed
(Forna) e Hetzach (Força), enquanto as Esleras ^blssals
dlrlan resµelto as enanações da coluna da esquerda, ou
canlnho da severldade: Blnah (^ugúrlo), Ceburah (Dor) e Hod
(Heresla). Enbora a nalorla dos Helllln nao veja utllldade µara
este tlµo de descoberta, aqueles lanlllarlzados con a Cabala
reconhecen as lnµllcações de sua µossrvel veracldade
restan alnda clnco enanações na coluna central da ^rvore, o
¨Canlnho da Flecha". Sendo destas Daath a sellrah
µertencente aos ^rcanjos de Deus e |alkuth a destlnada aos
^lshln, sobran alnda trés Enanações: Kether, Tllereth e
Yesod, que µoderlan corresµonder as trés Esleras Heutras que
laltan a ^rvore |anllesta Helllrnlca, µrovavelnente as Esleras
da Unlllcaçao, que alçarlan os Hrbrldos ao µatanar das nals
µoderosas Entldades e os llvrarla da naldlçao da Danaçao.
Contudo, ate que os ¡aIIs nelllrnlcos encontren a chave
µara as Esleras Heutras, os µoderes de Sheol e Shanaln sao
os únlcos dlsµonrvels aos Hrbrldos.
FAeclrlvm. MArllLe+ce¬Fl+LAle
6J
no Hrbrldo e deven ser anotadas no grallco ¨Equllrbrlo" da llcha do
µersonagen ele recebe un µonto de danaçao µara cada nrvel do
|anllesto lnvocado (assln, se o |anllesto era de 2º nrvel, ele rece-
be dols µontos de danaçao, se era de bº, clnco µontos, e etc.). Se
un µersonagen acunular dez destes µontos, eles autonatlcanente
se converten en dano, una esµecle de lnµlosao de energla
caso o hrbrldo receba µontos que leven sua contagen de Danaçao
alen de dez, ele converte os dez µontos acunulados en dano e
anota a dllerença restante (nenhun celtll da drvlda de cada Hrbrldo
sera lgnorado). Este dano nao µode ser absorvldo µelo µersonagen,
nas µode ser curado nornalnente. Enbora seja extrenanente
dllrcll, algunas condlções esµeclals (cono a µecullarldade:
Desequllrbrlo, gasto de µontos de |ana µara µotenclallzar un elelto
crltlcanente lalho ou Desequllrbrlo |anllesto) µoden lazer con que
o Hrbrldo venha a acunular una quantldade tao grande de Danaçao
que venha a solrer os dez µontos de dano e alnda assln acunular
nals dez (ou nals!) µontos de Danaçao quando lsso acontecer,
ele solre todo o dano consecutlvanente (cono una seqüéncla de
lnµlosões), ate que a Danaçao restante nao venha nals a constltulr
o llnlte crrtlco de dez µontos, so entao ele µodera se curar (se alnda
estlver sob controle do jogador). Caso un µersonagen µerca todos
os seus P\s en lunçao deste dano (ou seja, chegue a 0 P\, e nao
nrvels negatlvos), ele esta µerdldo se a energla en questao lor
celestlal, ele torna-se un Paradlslo, e µassa a lntegrar as hostes
angellcals, se a energla lor lnlernal, ele torna-se un Dlavolo, e
engrossa as lllelras denonltas.
Dlavoll e Paradlsl nao sao µersonagens jogavels agora, eles
serven ao lnlnlgo.
ARmAe ccr+RA A LArAÇÀc
Exlsten duas lornas de se ellnlnar µontos de Danaçao: a µrlnel-
ra e natural e dlsµensa qualquer eslorço, conquanto se esteja dlsµosto
a sentlr alguna dor os Hrbrldos µoden ¨quelnar" (converter en
dano) una quantldade de µontos de Danaçao ^scendente ou ^blssal
que achen segura, antes que eles alcancen nassa crrtlca e os laçan
^scender ou Decalr (µontos ^scendentes e ^blssals deven ser
¨quelnados" seµaradanente), a segunda e atraves do Rltual da
Purlllcaçao, no qual o Equllrbrlo de un Helllln µode ser restaurado.
Este rlto laz con que o Hrbrldo retroceda alguns µassos dlante da
Danaçao sen a necessldade e os lnconvenlentes de lerlr-se e
conseqüentenente gastar |ana µara curar-se.
\eja nals detalhes a resµelto do Rltual da Purlllcaçao na seçao
dos rltuals.
LLeLcLlLleRlc MArllLe+c
O Desequllrbrlo |anllesto acontece quando a dllerença entre
os totals de nrvels de cada gruµo de |anllestos e nalor que a conta-
gen de Esµrrlto do µersonagen.
Exenµlo: cu¡anIc a cvoIuçao cc IanaL, SIIvIa (a ]ogaco¡a] c¡Iou
una cc¡Ia p¡ccIIcçao po¡ /anIIcsIos AsccnccnIcs. Scu pc¡sonagcn
Icn: I¡cs /anIIcsIos cc nIvcI J, coIs cc nIvcI 2 c coIs cc nIvcI 3.
ConIuco, IanaL possuI apcnas coIs /anIIcsIos AIIssaIs, anIos cc
nIvcI J. C IoIaI cc nIvcIs cc /anIIcsIos AsccnccnIcs cc IanaL c J3
(J-J-J-2-2-3-3], c o IoIaI cc nIvcIs AIIssaIs c 2 (J-J]. C /cs-
I¡c avIsa SIIvIa guc IanaL csIa soI¡cnco cc un DcscguIIII¡Io
/anIIcsIo, poIs a cIIc¡cnça cnI¡c o IoIaI cc /anIIcsIos AsccnccnIc
(J3] c AIIssaIs (2] c JJ, Icn naIo¡ guc o LspI¡IIo ca pc¡sonagcn
(4].
Solrer un Desequl l rbrl o |anl lesto acarreta en
algunas conseqüénclas µara o Helllln cono
val orl zou nul to nal s una µarte de sua natureza
que a outra, a µarte val orl zada ganha µroenl néncl a,
enquanto a µreterlda e oluscada: cada µonto da
dl lerença entre total s que exceda a contagen de
Esµrrl to do µersonagen torna-se bônus na µarada
de \ontade ao lnvocar os |anllestos do gruµo en
µroenl néncl a, e µenal l dade quando o gruµo oluscado
e usado. Contudo, nao lnµorta quao grande seja a
dl lerença, o µersonagen tera ao nenos un dado
µara l nvocar os |anl lestos do gruµo µreterldo.
Exenµl o: o DcscguI I I I¡I o /anI IcsIo cc IanaL
csIa cxI¡cnancnIc p¡onuncI aco, IcncII cI anco os
/anI IcsIos co g¡upo AsccnccnIc: IanaL possuI pa¡aca
cc VonIacc 3, nas ao usa¡ /anI IcsIos AsccnccnIcs
Ic¡a un Ionus cc scIc cacos a cI Ic¡cnça cnI¡c
os g¡upos (JJ] ncnos o LspI ¡I Io cc IanaL (4].
LsIcs scIc cacos IanIcn sc¡I an apI I cacos cono
pcnaI I cacc na con] u¡açao cc /anI IcsIos AII ssaI s,
nas I sso cI I nI na¡I a a pa¡aca cc IanaL, cc noco
guc ao usa¡ scus pocc¡cs AII ssaI s, cI a pocc¡a
¡oI a¡ ao ncnos un caco.
^µarentenente, tal sl tuaçao aµenas olerece
aj ustes µara exµressar as µreleréncl as µessoal s
dos j ogadores en rel açao aos µoderes de seus
µersonagens l edo engano. Tudo na vl da dos Hell l l n
rell ete una l ncessante busca µor equl l rbrl o:
equl l rbrl o µara escaµar da Danaçao, equl l rbrl o
µara canl nhar entre anj os e denônl os ou entre
deuses e nortal s. Senµre que solrer una lal ha
crrtlca usando os µoderes do gruµo µroenlnente, o
Hrbrldo deve sonar a Danaçao obtlda o nesno núnero
de µontos que ganhou cono bônus en sua µarada de
\ontade lsso rellete o aµelo nals lnslstente da
natureza benell cl ada µel o Hell l l n, o atral ndo
nal s lacl l nente a ^scensao ou Oueda. Contudo, a
Danaçao adqul rl da en lal has crrtl cas quando do
uso de nanl lestos do gruµo µreterl do nao solre
redutores, concedendo a µontuaçao nornal.
Exenµlo: SIIvIa oIIcvc una IaILa c¡IIIca cnguanIo IanaL IcnIava
con]u¡a¡ Lanterna (un /anIIcsIo AsccnccnIc cc nIvcI J]. Ln sIIua-
çocs no¡naIs, cIa oIIc¡Ia apcnas un ponIo cc Danaçao AsccnccnIc;
conIuco cono csIa /anIIcsIancnIc ccscguIIII¡aca (c cono/], cIa
vaI ¡cccIc¡ oIIo ponIos (un ponIo ¡cIc¡cnIc ao nIvcI co /anIIcsIo
naIs os scIc cc Ionus pa¡a con]u¡açao cc /anIIcsIos AsccnccnIcs
cn Iunçao cc scu DcscguIIII¡Io], ¡cIIcIInco o apcIo naIs InsIsIcnIc
cc SLanaIn.
O Desequl l rbrl o |anl lesto nao µrecl sa ser
µernanente: el e µode ser atenuado ou nesno
el l nl nado se o j ogador adqul rl r |anl lestos o
bastante do gruµo µreterldo µara que a dllerença
entre os total s se torne nenor ou l gual ao Esµrrl to
de seu µersonagen.
O |estre deve nonl torar constantenente a conµra
de µoderes µor µarte dos jogadores µara saber se os µersonagens
solren ou nao de Desequllrbrlo |anllesto.
MArllLe+ce X FLele+LrclA
Os |anllestos Subjetlvos e Olenslvos dlretos, alen de alguns
dos Cerals, µernlten testes de reslsténcla lsso quer dlzer que o
alvo deve testar sua \ontade, con nargen de sucesso lgual a
lntellgéncla + Esµrrlto. Cada sucesso do alvo anula un sucesso do
Helllln se ele lguala-lo ou suµera-lo, o |anllesto µerde o elelto.
|esno nao sendo totalnente ben sucedlda, note que a reslsténcla
¨CcrlRArLc¨ GLcLeece
^lgunas vezes, os jogadores µoden nao querer contar
con a sorte ao usar os µoderes de seus µersonagens. Cono o
|ana e a qulntesséncla nllagrosa da nagla, µode-se converté-
lo en sucessos adlclonals µara eleltos naglcos: O jogador
anuncla antes do teste de \ontade quantos µontos de |ana
quer ¨quelnar" µara que o elelto escolhldo µroceda
nornalnente, cono se ¨conµrasse" sucessos. lsso torna
jogadas ben sucedldas nals µoderosas (µols os sucessos
¨conµrados" sonan-se aos conseguldos nos dados) e
garante que una eventual lalha alnda resulte nun uso de
µoderes ben sucedldo, µols cada µonto de |ana ¨quelnado"
conlere un sucesso a lnvocaçao. Un Helllln so µode utlllzar,
no naxlno, un núnero de µontos de |ana lgual a seu
Esµrrlto, µor evocaçao de |anllesto.
Essa nanobra nao dlsµensa a jogada de lnvocaçao, e cono
tudo na vlda dos Hrbrldos, µode ser una laca con dols
alladrsslnos gunes quando ha lalha crrtlca no teste de
\ontade, os µontos de |ana ¨quelnados" sao sonados aos
µontos de Danaçao que serlan recebldos nornalnente: o
desequllrbrlo lol µotenclallzado con o gasto extra de |ana.
Tudo ten seu µreço...
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
64
ao nenos atenua os eleltos noclvos causados µelo |anllesto,
dlnlnulndo os sucessos do conjurador.
MArllLe+ce L LArc. AeecRÇÀc cL
FLele+LrclA?
Cono j a lol dl to, os |anl lestos olensl vos
(^scendentes ou ^bl ssal s) causan danos en seus
al vos dl reta ou l ndl retanente. Ouando un al vo
solre dano µor un ataque olensl vo l ndl reto de
|anl lestos, el es laz j uz a absorçao nornal de
dano, cono se solresse un ataque qual quer. Contudo,
se o dano lor ocaslonado µor un |anllesto olenslvo
dl reto, el e tera dl rel to a un teste de resl sténcl a,
nas nao µodera absorver o dano cono os elel tos
nocl vos agen dl retanente na sua estrutura (e µor
l sso el e ten dl rel to a un teste de resl sténcl a)
torna-se l nµossrvel absorver o dano (enbora a
resl sténcl a, nesno que nao total nente ben sucedl da,
µossa dl nl nul -l o).
O dano bruto de qual quer |anl lesto olensl vo e
lgual a: sucessos do lnvocador x nrvel do |anllesto.
Exenµlo: Ians csIa usanco Celser lnlernal pa¡a aIaca¡ un ava-
Ia¡. LsIc /anIIcsIo c¡Ia una coIuna cc Iogo guc causa cano cn
gucn csIIvc¡ cn sua a¡ca cc açao, ou sc]a: cIc nao agc cI¡cIancnIc
no aIvo, c po¡ Isso c un /anIIcsIo oIcnsIvo IncI¡cIo. Lco (o ]ogaco¡]
IcsIa a VonIacc cc Ians (4] con na¡gcn ? c conscguc I¡cs succssos.
LsIc c un /anIIcsIo AIIssaI cc IIvcI J, po¡IanIo scu cano I¡uIo c
Iasc c 3 (3 succssos cc Ians x J co nIvcI co pocc¡]. C avaIa¡ ago¡a
pocc aIso¡vc¡ pa¡Ic co cano, cono Ia¡Ia con un aIaguc no¡naI.
Exenµlo 2: IaIu csIa cnI¡cnIanco un pocc¡oso sInonIaco, c
usa conI¡a cIc Fogo Fatuo. LsIc /anIIcsIo agc cI¡cIancnIc no aIvo,
convc¡Icnco sua ¡csc¡va cc pocc¡ cn cano Isso guc¡ cIzc¡ guc
cIc c un /anIIcsIo oIcnsIvo cI¡cIo, c ca cI¡cIIo a IcsIc cc ¡csIsIcncIa,
nas nao a aIso¡çao. TIago (o ]ogaco¡] IcsIa a VonIacc cc IaIu (o],
con na¡gcn IguaI a 9, c conscguc oIIo succssos. C /csI¡c IcsIa a
¡csIsIcncIa co D¡uxo c anuIa guaI¡o succssos co aIaguc cc IaIu:
Isso ancnIza o cano, nas nao anuIa o cIcIIo co /anIIcsIo. C cano
I¡uIo ccsIc /anIIcsIo c 2U (4 succssos cc IaIu x nIvcI ¬ co pocc¡]/
Cono nao pocc aIso¡vc¡ csIc cano (poIs ]a IcnIou cvIIa-Io con un
IcsIc cc ¡csIsIcncIa, c cIc aIcIa cI¡cIancnIc sua csI¡uIu¡a], c só pos-
suI J¬ PVs, o I¡uxo cxpIocc nuna IogucI¡a nuIIIcoI¡Ica con un
Io¡Ic oco¡ cc cnxoI¡c.
Reµare que |anllestos lnvocados cono açao llvre, na nalorla
das vezes, µotenclallzan o dano de ataque regulares ou outros
|anllestos, conjurados cono ações slnµles. lsso nao quer dlzer,
contudo, que o jogador µode ¨enµllhar" una dezena de eleltos
danosos e desnantelar os P\s de un alvo en quantldade sullclente
µara vlnte encarnações seguldas: nenhun µersonagen µode gastar
nals µontos de |ana que sua µarada de \ontade µor rodada. ^len
do nals, o dano de |anllestos Olenslvos lndlretos deve ser conµuta-
do seµaradanente do causado µelo Olenslvos dlretos, µorque µode
ser absorvldo tenha certeza de so atrlbulr dano ao alvo deµols do
nesno testar sua reslsténcla e absorver o dano que µode.
Exenµlo: Ians csIa aIacanco un aIvo con una conIInaçao
cc lnolaçao, Toque Clnetlco c Palnas de Colab. Tocos sao /anIIcs-
Ios CIcnsIvos IncI¡cIos, c sc¡ao conIInacos con un aIaguc cc
naos nuas (o /csI¡c auIo¡Iza a conIInaçao poIs o gasIo cc /ana
con Iocos cIcs c IguaI a 4, o ncsno vaIo¡ co LspI¡IIo cc Ians].
ConIuco, Lco (o ]ogaco¡] ccvc Iazc¡ un IcsIc cc Invocaçao scpa¡aco
pa¡a caca /anIIcsIo: cIc oIIcn 3 succssos no p¡IncI¡o (o Toque], 4
no scgunco (lnolaçao) c 4 no Ic¡ccI¡o (as Palnas]. C cano I¡uIo cc
Toque Clnetlco c lnolaçao c, ¡cspccIIvancnIc, 3 c 4. C cano I¡uIo
cas Palnas c o. Ago¡a c a Lo¡a co IcsIc cc aIaguc sc IaILa¡, Ioca
cssa p¡ocuçao aIIancnIc IcIaI sc¡a pc¡cIca. Lco IcsIa a Pc¡IcIa cc
Ians (4] con na¡gcn o (PcIIcxos 4 - LuIa 4], c oIIcn 3 succssos.
C cano co aIaguc ¡cguIa¡ c o (/o¡ça ¬ - 3 succssos co aIaguc], c a
cIc ccvcnos ac¡csccnIa¡ o cano cas PaInas (o], co Toguc (3] c ca
InoIaçao (4], IoIaIIzanco o aIa¡nanIc cano cc 23 PVs/ C aIvo pocc
Iazc¡ apcnas una aIso¡çao cc cano (Iocos os /anIIcsIos Invocacos
sc¡vcn pa¡a poIcncIaIIza¡ o cano cc un aIaguc guaIguc¡, c po¡ Isso
sao sonacos ao cano co aIaguc co¡po-a-co¡po, c nao sao aIso¡vIcos
scpa¡acancnIc]. Sc¡Ia una Ioa IccIa o aIvo IcnIa¡ una csguIva.
MArllLe+ce L FALHAe CRl+lcAe
Ouando ocorren lalhas crrtlcas durante a lnvocaçao de
|anllestos, estes se aµresentan de lorna descontrolada. ¨|as que
dlabos e essa lorna descontrolada³", vocé deve estar se
µerguntando. Consldere cono ¨descontrolada" qualquer
nanllestaçao danosa ao µersonagen ou seus allados. Se ele estava
usando seu hallto lnlernal µara atlnglr un oµonente, consldere que
alen de errar o golµe, seu hallto assune µroµorções nalores do
que ele esµerava e acaba quelnando algo µroxlno dele, conµllcando
sua vlda. Don de Slnao da ao µersonagen a caµacldade de voar
µols ben, que ele voe, nas laça con que a colsa esteja totalnente
lora de seu controle (cono no antlgo serlado de T\ C Supc¡-Lc¡óI
Anc¡Icano quen ja vlu sabe do que estanos lalando). En alguns
casos os eleltos de una lalha crrtlca sao obvlos, nas nen senµre
o que acontece se un Helllln consegulr una lalha crrtlca
enquanto lnvoca Tenacldade³ Ben, µara lacllltar sua vlda, e µara
estes casos esµecrllcos, use a tabela a segulr cono orlentaçao:
Eleltos nals conuns µara lalhas crrtlcas durante lnvocações de
|anllestos:
|anl|estos de ataque a dlstáncla: o alvo nao e atlngldo, e algun
elelto desastroso ocorre (talvez un µarcelro solra o dano no lugar
MArllLe:ce ClLrelVce LlRL:ce
L A CLLe:Àc Lc TccLL
|ultos destes |anllestos exlgen que o Helllln toque o
alvo µara que seu elelto aconteça. ^lguns jogadores µoden
argunentar que jogadas de ataque corµo-a-corµo sao lornas
de tocar e eles tén razao. Tudo o que tals µoderes
µreclsan e de un contato lrslco entre conjurador e alvo µara
que suas energlas surtan elelto, e un nurro serve
µerleltanente a este lln. Contudo, note que enbora o alvo
nao µossa absorver o dano causado µor |anllestos Olenslvos
dlretos, µode absorver o dano do ataque. De lato, algunas
vezes o alvo ate nesno µodera anular os eleltos do |anllesto
µela reslsténcla, nas alnda solrera algun dano en vlrtude do
ataque sone o dano total aµenas aµos a absorçao do
ataque regular, µara que os alvos (que µoden ser PJs) nao
solran una quantldade desnecessarla (e µosslvelnente letal)
de dano.
CLAeelllcArLc MArllLe+ce
^len das denonlnações ^scendente e ^blssal (e suas subdenonlnações Força, Forna, Conscléncla, Heresla, Dor e ^ugúrlo), os
|anllestos sao vlstos, en ternos de regras, da segulnte lorna:
Subjetlvos: sao os |anllestos que agen de lorna subllnlnar no alvo, aletando suas µerceµções, ldelas ou lntegrldade orgánlca. Estes
µoderes µernlten ao alvo un teste de reslsténcla µara evltar (ou atenuar) seus eleltos.
O|enslvos lndlretos: sao os |anllestos que causan dano lndlretanente, ou seja, µreclsan de algun tlµo de jogada de ataque ou
alguna condlçao esµeclal µara atlnglr o alvo, µols nao agen dlretanente no nesno. Os |anllestos olenslvos lndlretos µernlten aos alvos
absorver o dano do ataque, nas nao reslstlr aos seus eleltos.
O|enslvos dlretos: estes µoderes agen dlretanente na estrutura do alvo, causando un dano que nao µode ser absorvldo (µols nao ven
de una lonte externa), nas que µernlten un teste de reslsténcla µara evltar (ou atenuar) seus eleltos noclvos.
Cerals: sao |anllestos que nao necessarlanente deµenden de un alvo µara açao, ou quando o lazen, nao necessarla-nente causan
dano ou lnlluéncla subjetlva. Tals µoderes µoden ou nao µernltlr testes de reslsténcla.
^o lado da Eslera, na descrlçao de cada |anllesto, vlra sua classlllcaçao cono Ceral, Subjetlvo e Olenslvo dlreto ou lndlreto. Tal
classlllcaçao lacllltara en nulto a deternlnaçao de dano, reslsténcla e absorçao durante o jogo. Hote que alguns |anllestos µoden ser
classlllcados ao nesno tenµo en nals de un gruµo lsso quer dlzer que deµendendo do uso que dele e lelto, ele esta sujelto a regras
dllerentes (o que sera exµllcado na descrlçao do µoder).
FAeclrlvm. MArllLe+ce¬Fl+LAle
6b
do alvo).
|anl|estos que ln|luenclam a µersonalldade ou estado |islco
do alvo: o alvo torna-se lnune a este |anllesto ate o llnal do
encontro.
|anl|estos que alterem a constltulçao |islca do He|lllm: o Hell-
lln nao consegue seus eleltos e solre un ajuste de -J nas nargens
de sucesso µara ações lrslcas decorrente de exaustao nrstlca.
|anl|estos que vlolam as lels da Fislca ou dlstorcem a realldade
mundana: os eleltos se aµresentan exceµclonalnente lracos ou
retunbantenente exagerados.
Hote que estes sao aµenas os eleltos nals conuns. |estres
que estejan realnente dlsµostos a atazanar a vlda de un azarado
µensarao en eleltos nals dlnánlcos e crlatlvos que os µadronlzados,
dando un toque de lndlvldualldade aos seus jogos.
MArllLe+ce AecLrLLr+Le
Os |anllestos das Esleras ^scendentes Força, Forna e
Conscléncla sao derlvados dos µoderes que os Cenltores µossuran
antes da Oueda, e dotan os Helllln de conµreensao e controle
sobre os varlos asµectos da Exlsténcla.
MlvLL Lm
^µarlçao
Força (Ceral)
O Hell l l n torna-se caµaz de crl ar l nagens
e s t a t l c a s .
O jogador deve lazer un teste de \ontade: o sucesso lndlca que
a llusao lol gerada, nas seu tananho e µerlelçao llcan a cargo de
quantos sucessos loran obtldos µara cada sucesso, conceda a
llusao un netro quadrado.
Barbatanas
Forma (Ceral)
O Hell l l n µode desenvol ver barbatanas µara nadar
con nelhor desenµenho conµare sua velocldade a de un
golllnho.
Elas surgen con o sucesso en un teste de \ontade
e so desaµarecerao quando o Hrbrl do desej ar.
Camu|lar-se entre os Entes
Forma (Ceral)
O Hell l l n µode utl l l zar a vegetaçao a sua vol ta
µara esconder-se. Para lsso, ele deve ter µor
µerto una arvore ou una quantl dade razoavel de
µl antas. Enquanto µernanecer l novel e µroxl no a
el as, sera nal s dl lrcl l de ser detectado.
O j ogador testa \ontade: seus sucessos deven
ser subtrardos dos sucessos de testes de Perceµçao
(nagl cos ou nao) de quen o estl ver µrocurando.
Centelha O|uscante
Força (Ceral)
Tanben chanado de ¨Shazan!" entre os ^colltos.
O Hell l l n laz surgl r entre suas naos un lorte
cl arao lul gurante, caµaz de cegar tenµorarl anente
todos aquel es que estl veren a sua vol ta.
O jogador testa \ontade, e a area de elelto da
exµl osao l unl nosa ten dl ánetro de dez netros.
Todos aqueles que estlveren conµreendldos nesta area (a exceçao
do lnvocador) deven testar sua reslsténcla, ou llcarao cegos µor
un núnero de rodadas lgual a quantldade de sucessos obtlda. Os
olhos dos alvos nao sao lerldos, voltando a enxergar nornalnente
ao llnal dos eleltos do |anllesto.
Contato
Conscléncla (Ceral)
Este |anl lesto dota os Hell l l n de caµacl dade
µara conunlcar-se nentalnente con un alvo. O
Hrbrldo nao µreclsa necessarlanente saber onde o alvo se encontra,
nas µreclsa conhecé-lo, ou ao nenos saber quen ele e.
Enbora o Contato garanta una lorna de conunlcaçao llvre de
lalhas e lnterlerénclas (un sucesso e o bastante e o |anllesto dura
µor toda seqüéncla), tanben ten suas llnltações. ^ dlstáncla e
una delas este |anllesto lunclona nulto ben dentro de un ralo
de b kn, llcando o alvo a µartlr desta dlstáncla lnacessrvel. ^lvos
lnconsclentes ou relutantes tanben dlllcultan o uso deste µoder,
µols suas nentes se tornan lechadas µara o teleµata.
Dadlva de Danlel
Forma (Ceral)
O Hell l l n ll ta os ol hos de una lera e ten µl ena
conµreensao do que se µassa en seu l nterl or. Este
nao e un entendlnento baseado en µalavras, nas
sln en enoções, e sera µerleltanente conµreensrvel µara o Hrbrldo,
que tanben tera noções do que µossa ter aletado seu estado de
esµrrlto (tals lnlornações nao sao loglcas, vlsto que anlnals vlven
nun nundo de sentldos e lnstlntos, nas µoden ser traduzldas de
lorna aµroxlnada µela nente do lnvocador: ¨o honen con o bastao
de logo" ou ¨a agua de gosto ruln" e etc.).
Para estabelecer contato con una lera, o µersonagen deve
lltar seus olhos e o jogador deve ser ben sucedldo en un teste de
\ontade anlnals selvagens geralnente tornan-se docels quando
sujeltos a este |anllesto. Una lalha crrtlca tornara o alvo hostll. Este
µoder e aµllcavel as leras ablssals, cono Dannatl, verslµelles e
outros, nenos no que concerne a docllldade.
Eco das Trombetas de Jerlco
Força (Ceral)
O Hell l l n crl a una l l usao sonora de l ntensl dade
varl avel , vl nda de onde desej ar.
O jogador deve testar \ontade µara gerar os
sons, enquanto a quantl dade de sucessos dl ta sua
µoténcl a e credl bl l l dade con un sucesso serl a
consegul do, µor exenµl o, o son de una voz hunana
en ton nornal , con cl nco sucessos µoderl a crl ar-
se o son de una baterl a antl aerea.
Extlnçao
Conscléncla (Ceral)
O Hell l l n ten a caµacl dade de tornar o ar de
una deternl nada area nl stl canente l ncaµaz de
sustentar a conbustao.
O j ogador deve ser ben sucedl do en un teste de
\ontade, aletando una area, en netros quadrados,
lgual a (núnero de sucessos x 10). O elelto do
|anl lesto µersl stl ra µor un núnero de horas l gual
ao Esµrrl to do µersonagen, ll cando restrl to ao
l ocal onde lol utl l l zado.
Falsa Ublquldade
Força (Ceral)
O Hell l l n µode ¨oscl l ar" sua lorna dentro de
una deternlnada area, conlundlndo seus adversarlos. Ele aµarece-
ra en un deternlnado local, µara en segulda desaµarecer e
reaµarecer en outro µonto.
O j ogador testa \ontade: o µersonagen µode
¨µl scar" µor un núnero de vezes l gual a quantl dade
de sucessos, dentro de una area en l gual a (Esµrrl to
x 2) netros, escol hendo a µosl çao en que se
renaterlallzara allnal.
O Hell l l n so µode real l zar ações l l vres enquanto
osclla.
GLLJL:lVc cL ClLrelVc?
|ultas vezes, a dllerença entre un |anllesto subjetlvo ou
olenslvo µode nao µarecer tao obvla. Por lsso, lnclurnos na
descrlçao de cada µoder sua lorna de açao, de nodo que
|estres e jogadores nao se enganen e salban exatanente
quando un alvo deve reslstlr ao |anllesto ou ^bsorver o dano.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
66
Cnose
Conscléncla (Ceral)
O Helllln e caµaz de lnltar una Esµeclallzaçao
de qual quer µessoa en seu canµo de vl sao.
O núnero de sucessos en seu teste de \ontade
dlz quantos nrvels o µersonagen consegulu asslnllar, ate o nrvel
naxlno do alvo de quen ele esta coµlando o conheclnento. Se o
µroµrlo Hrbrldo ja µossulr a Esµeclallzaçao en questao, nas en
nrvels lnlerlores ao do alvo, seus sucessos serao sonados aos
nesnos, ate o llnlte lnµosto µelo |anllesto.
Os nrvels desta Esµeclallzaçao coµlada desaµarecen na razao
de un µonto µor hora.
ldade mutavel
Forma (Ceral)
O Hell l l n µode nudar sua aµaréncl a lrsl ca, de
nodo que µareça nal s vel ho ou nal s novo. Henhuna
de suas estatrstl cas nudara organl canente el e
contl nua o nesno, aµenas sua aµaréncl a lol
al terada. |as note que el e nao coµl ara a l nagen
de un outro ancl ao ou de una crl ança que j a tenha
vlsto, ele contlnuara sendo a nesna µessoa, so que con un asµecto
dllerente no que se relere a sua ldade. ^s µessoas alnda µoderao
relaclona-lo con sua aµaréncla ¨real", enbora obvlanente nao
desconllen de que se trata da nesna µessoa (¨C¡a cssa, nas vocc
Icn cc¡Icza cc guc nao o conLccc¨ LIc pocc¡Ia sc passa¡ po¡ scu
paI/`).
O jogador µreclsa ser ben sucedldo nun teste de \ontade
quanto nals sucessos loren obtldos, nals µroxlno o µersonagen
estara da aµaréncla desejada (un sucesso µode lazer un adulto
µassar µara a nela ldade ou adolescéncla, enquanto trés sucessos
µoden leva-lo a lnláncla ou velhlce).
O Helllln µode voltar a sua aµaréncla real quando desejar, sen
a necessldade de testes.
Lanterna
Força (Ceral)
O Helllln crla un globo de luz que o aconµanha e llunlna una
area de aµroxlnadanente 1,b n de ralo. ^ µartlr dlsso a luz se tornara
cada vez nals dllusa, ate desaµarecer.
^ Lanterna dura un núnero de horas lgual a quantldade de
sucessos obtldos en un teste de \ontade.
Olhar Fellno
Forma (Ceral)
O Helllln torna-se caµaz de enxergar µerleltanente na escurldao.
Seus olhos µerceberao todas as colsas en µreto, branco e tons de
clnza, assunlndo tanben un asµecto lellno.
Sendo o jogador ben sucedldo en un teste de \ontade, este
|anllesto dura una seqüéncla lntelra e µode ser desatlvado µela
vontade do lnvocador.
Proeza
Forma (Ceral)
O lllho de ^njo Cardo torna-se caµaz de leltos lncrrvels e
clnenatograllcos con este |anllesto, cono correr sobre llos de
alta tensao ou rebater µrojetls dlsµarados contra ele.
O jogador anuncla açao desejada e laz un teste de \ontade. O
|estre µode exlglr un deternlnado núnero de sucessos µara que
µroezas µartlcularnente dllrcels sejan ben sucedldas (cono rebater
tlros con una katana, µor exenµlo). ^µenas ações slnµles, ou que
tenhan a µosslbllldade de reallzaçao en una rodada, µoden ser
leltas con este |anllesto. ^ções conµlexas ou novas P¡oczas exlgen
que o |anllesto seja reconvocado a cada rodada.
Prontldao
Força (Ceral)
O Helllln µode utlllzar seu µoder µara detectar nagla e crlaturas
nrstlcas ou sob eleltos naglcos.
O jogador laz un teste de \ontade un sucesso ao nenos
lndlca que o µersonagen µercebe auras de nagla, as reconhecendo
µor un brllho lalscante. Hote que o Helllln nao ten dlscernlnento
algun sobre o notlvo ou orlgen da nagla. Desta lorna, nada
garante ao lnvocador que aquele sujelto e na verdade un anjo,
denônlo ou slnµlesnente un µobre coltado enleltlçado.
Sentlr a Llnha da \lda
Conscléncla (Subjetlvo)
O Hell l l n µode sentl r aµroxl nadanente o µerrodo
de vl da de un al vo. Hote que nao aµarece una
legenda lunlnosa en sua teste con núneros, a
sensaçao e nal s subj etl va e aµroxl nada nel a-
l dade, j uventude ou secul os.
O al vo deste |anl lesto ten dl rel to a un teste
de resl sténcl a.
Soµro de Heµhesh
Conscléncla (Ceral)
O Hell l l n µode, con un toque, curar a outras
µessoas cono se usasse |ana µara se regenerar.
O j ogador testa \ontade a l ntensl dade do
sucesso l ndl ca ate quantos µontos de |ana o
µersonagen µodera gastar µara curar un al vo. O
Soµro so e útl l contra lerl nentos, nao tendo
qual quer caµacl dade de açao contra venenos ou
doenças.
Oualquer crlatura, nortal ou nao, µode ser
benell cl ada µor este |anl lesto.
Sugest ao
Conscléncla (Subj etlvo)
O Hrbrl do µode l ncutl r una sugestao de una
µal avra na nente de un l ndl vrduo. O Hell l l n deve
estar ll tando o al vo, que tanben deve ser caµaz
de ouvl r sua sugestao. El a sera assl nl l ada e
executada l nedl atanente, antes nesno que o al vo
se dé conta do que laz. ^ vrtlna se lenbrara de
suas ações, nas nao sabera o que a notl vou a agl r
de tal lorna (Lu ¡caI ncnIc nao scI o guc aconIcccu.
L-cu ] u¡o guc nao guc¡I a cuspI ¡ no scu ¡osIo.).
O j ogador deve ser ben sucedl do nun teste de
\ontade o |estre µode exl gl r un certo núnero de
sucessos µara sugestões que col oquen o al vo en
sl tuaçao enbaraçosa ou arrl scada (cono exl gl r
que un µal estrante deleque en µl eno µal co ou que
un µol l cl al dl sµare sua arna enquanto enquadra un
s u s µ e l t o ) .
O al vo ten dl rel to a un teste de resl sténcl a
µara evl tar os elel tos da sugestao
MlvLL Lcle
^rmadura de Urlel
Força (Ceral)
O Hell l l n torna-se caµaz de crl ar artelatos de
µroteçao cono escudos, el nos ou µl acas µel toral s
µara se µroteger.
O j ogador deve ser ben sucedl do nun teste de
\ontade tals ltens sao leltos de |ana condensado,
e cada sucesso garante ao obj eto 10 µontos de
assl nl l açao de dano. Un Hrbrl do µode usar
sl nul taneanente trés conj untos de µeças de
arnadura, cada un del es crl ado µor un teste de
l nvocaçao (corresµondendo a el no, µrotetores de
tronco e nenbros e escudo), e seus µontos de asslnllaçao deven
ser sonados. Estas arnaduras sao nlstlcanente µroduzldas µara
seren leves e naleavels, nas desaµarecerao se µerderen contato
con o conjurador ou assln que excederen sua caµacldade de
asslnllaçao de dano qualquer excedente µassa a ser descontado
dos P\s do usuarlo.
Bençao
Força (Ceral)
O Hell l l n µode tornar qual quer arna nlstl canente
FAeclrlvm. MArllLe+ce¬Fl+LAle
67
atlva, tornando nals lacll atlnglr e lerlr seus alvos enquanto usa-la.
Se lor ben sucedldo nun teste de \ontade, o jogador sona a
quantldade de sucessos a µarada de Perrcla µara testes de conbate,
enquanto o µersonagen utlllzar esta arna (¨|as este desgraçado
nao erra nunca³!"), ate o llnal da seqüéncla.
Berserker
Forma (O|enslvo lndlreto)
O Hell l l n torna-se un bol l do vel oz, dl sµarado
en una carga de ataque lndelensavel.
lnvocar Dc¡sc¡Rc¡ e una açao l l vre, de nodo
que o jogador µode lazer un teste de ataque na
nesna rodada: o dano bruto do |anl lesto e sonado
ao dano do ataque regul ar. Oual quer al vo no canµo
de vl sao do Hell l l n µode ser atl ngl do con a carga
de Dc¡sc¡Rc¡, e j ogadas de esqul va tornan-se ¨nul to
dl lrcel s" (a vel ocl dade do Hrbrl do conlunde os
delensores). Caso lalhe en seu ataque, o Hrbrldo
se transµorta µara µerto do al vo. Una lal ha crrtl ca
col oca o Hrbrl do en µosl çao desvantaj osa en rel açao
ao seu atacante (bônus de +2 µara atl ngl r e causar
dano), e el e µerde a µroxl na açao.
Encant o
Conscléncla (Subj etlvo)
O Hrbrl do consegue subneter enocl onal nente un
al vo, o l evando a un estado de lascrnl o e µal xao
que o tornara lacl l nente l nll uencl avel vrtl nas
encantadas reallzarao qualquer µedldo lelto µelo
Hell l l n, desde que nao as col oque en rl sco l nedl ato
ou contrarl e µor denal s sua natureza. Pense nos
elel tos de LncanIo cono o resul tado de una µal xao
(ou devoçao) l ntensa e avassal adora.
Para consegulr estes eleltos, o jogador deve
ser ben sucedl do nun teste de \ontade, e a vrtl na
ten dl rel to a un teste de resl sténcl a. O Encanto
µrecl sa da µresença do encantador, de nodo que o
elel to se quebra se o al vo sal r da µresença do
l nvocador. LncanIo nao e hl µnose, de nodo que o
al vo reten as nenorl as do que lez, e µor quen
l e z .
Estolclsmo do Trono
Forma (Ceral)
O Hrbrl do canal l za seu µoder µara l gnorar a
dor e nanter-se llrne en seu µosto. Este |anllesto
anul a os aj ustes negatl vos causados µel o acúnul o
de dano ou elel tos nocl vos de outros µoderes e
|anl lestos, e µrevl ne contra os elel tos de Toguc
CI ncII co e µoderes senel hantes.
O núnero de sucessos no teste de \ontade l ndl ca
quantos µontos de ajuste negatlvo sao lgnorados e
ate quantos sucessos serao necessarl os µara nover
o Hrbrldo con µoderes teleclnetlcos ou con uso de
TcnacI cacc.
Col µear o µersonagen sl nµl esnente nao o novera.
Ferrao mental
Conscléncla (Subj etlvo)
O Hell l l n µode usar seus µoderes µara µroj etar
una raj ada nental caµaz de enbaral har os
µensanentos de un al vo.
Os sucessos da l nvocaçao deven ser dl vl dl dos
entre ¨elelto" e ¨duraçao": cada sucesso destlnado a elelto lnµõe
un ajuste negatlvo de dols µontos nos testes de Perrcla e \ontade
do alvo, enquanto os sucessos destlnados a duraçao dlzen µor
quantas rodadas o alvo e aletado.
O alvo ten dlrelto a reslsténcla µara anular (ou dlnlnulr) os
eleltos.
Força clnétlca
Conscléncla (Ceral/O|enslvo lndlreto)
O Helllln µode usar lorça teleclnetlca sobre o µroµrlo corµo,
anµllando sua caµacldade de novlnentaçao, ou conunlcar una
carga de energla clnetlca caµaz de lerlr e µrojetar un alvo a dlstáncla.
Ouando usado sobre o µersonagen (caso en que e ¨Ceral"),
cada sucesso nun teste de \ontade sona-se aos sucessos obtldos
en testes de Perrcla µara saltos e corrldas. Hote que o Hrbrldo nao
µassa a correr nals raµldo, aµenas sua lorça teleclnetlca µassa a
tornar seus µassos nals longos e seus saltos nals dlstantes.
Se usado µara lerlr (quando e ¨Olenslvo lndlreto"), o jogador
deve testar Perrcla, cono nuna jogada nornal de ataque (caso o
µersonagen nao conslga atlnglr seu alvo durante sua açao, dlsµer-
sa a energla do ataque): sone os sucesso do ataque ao dano bruto
ocaslonado µela lnvocaçao do |anllesto. ^len dlsso, o alvo e
µrojetado a un netro µara cada sucesso obtldo na conjuraçao do
Toguc.
Conj urar este |anl lesto e una açao l l vre, de
nodo que o µersonagen al nda µode agl r ou atacar
na nesna rodada sen dl vl dl r sua µarada de dados.
Cravltaçao geral
Conscléncla (Ceral)
O Hell l l n µode canl nhar en qual quer suµerlrcl e
cono se canlnhasse no solo. Ele nao solre qualquer µenalldade ao
andar sobre µaredes, tetos ou qualquer µonto de aµolo nulto
lncllnado, e nada calra tanben de seus bolsos ou de suas rouµas,
ao nenos que ele o quelra.
Para convocar o µoder, o jogador µreclsa aµenas ser ben sucedl-
do nun teste de \ontade, o atlvando µelo restante da seqüéncla.
Cuelras
Forma (Ceral)
Con este |anl lesto, o Hell l l n ganha a caµacl dade
de resµl rar enbal xo d'agua.
^o nenos un sucesso no teste de \ontade garante
o aµarecl nento das guel ras, e o Hell l l n desatl va
este |anl lesto quando desej ar (l eva una rodada
µara l l nµar os µul nões e resµl rar nornal nente o
a r ) .
Leao ou Cordelro
Forma (Subj etlvo)
O Hrbrl do µode lorçar a lerocl dade assassl na
l nerente as bestas, ou aµl aca-l a.
Para l sso, o j ogador deve ser ben sucedl do en
un teste de \ontade, e o núnero de sucessos l ndl ca
quantos anl nal s µoden ser aletados µor este µoder
cada sucesso aleta J anl nal s que µossan ver ou
ouvl r o Hrbrl do. ^nl nal s lurl osos atacarao os
al vos l ndl cados µel o Hell l l n, e µoden ser aµl acados
quando el e desej ar. Este µoder tanben anansa
anlnals selvagens, na nesna µroµorçao µor sucesso.
^µesar de µoder lorçar a lúrla de una lera ablssal,
o Hell l l n nunca sera caµaz de acal na-l a.
Os al vos deste |anl lesto ten dl rel to a un teste
de resl sténcl a o |estre laz un rol anento
¨conunl tarl o" µara anl nal s natural s, cono caes,
gatos ou µassaros, e cada sucesso ¨desconta" trés
esµecl nes da troµa l ncl tada a lúrl a. Feras ^bl ssal s
sao aletadas l ndl vl dual nente, e lazen testes
s e µar ados .
Lelto de rochas
Força (Ceral)
O µersonagen µode nesclar sua esséncla a terra
Para lsso sao necessarlas quantldades obvlanente conslderavels
deste elenento (no nrnlno, con a nesna nassa do µersonagen)
O jogador ben sucedldo consegue esconder seu µersonagen
no subsolo ou no lnterlor da lornaçao rochosa. ^ destrulçao do
relúglo do Helllln nao o causa dano algun, enbora o revele
µrontanente. Hote que ele nao µode se nover dentro da terra. O
µersonagen µode abandonar seu esconderljo no tenµo que desejar,
sendo desnecessarlo reallzar nals testes µara lsso.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
68
|lragem
Força (Ceral)
^ evol uçao de seus µoderes µernl te ao Hell l l n
dar novl nento as suas l l usões.
O j ogador testa \ontade µara que as l l usões
crl adas µor Apa¡I çao se novl nenten µor un ral o de
(núnero de sucessos) netros. Se desej ar, o Hell l l n
µode lncluslve ¨µrogranar" un ltlnerarlo de novlnentos µara sua
llusao, desde que o nesno nao extraµole os llnltes de area. lnvocar
este |anllesto e una açao llvre.
Pode-se assoclar /InIca tanben µara que a llusao se torne
µartlcularnente real.
Olhos de Kamael
Força (Ceral)
O Hell l l n torna-se caµaz de enxergar a lorna
verdadelra de un Shedln, ou elenental, caso haja algun µor µerto.
Cada sucesso nun teste de \ontade µernlte que o µersonagen
os veja con nals clareza. Con trés ou nals sucessos, torna-se µossr-
vel que o Hrbrldo conµreenda o que o elenental lala. Hote que este
|anllesto nao garante que a aµroxlnaçao seja anlstosa os She-
dln sao extrenanente desconllados, e se sentlrao desconlortavels
µroxlnos de alguen que µossa detecta-los.
Radar
Conscléncla (Ceral)
O lllho de ^njo µossul o µoder de detectar lornas e novlnen-
tos ao seu redor, nesno no nals absoluto sllénclo ou na nals
conµleta escurldao.
Sendo o jogador ben sucedldo nun teste de \ontade, o
µersonagen µode ¨sentlr" qualquer colsa que entre nun canµo
con ralo lgual a (núnero de sucessos) netros, ate o llnal da seqüén-
cla. Este radar lunclona nun canµo de J60º, de nodo que nesno
aµroxlnações µelas costas µoden ser detectadas.
\estlr a lndumentarla da Besta
Forma (Subjetlvo)
Con este µoder, o Helllln e caµaz de utlllzar o corµo de un
anlnal.
O µersonagen deve travar contato vlsual con o alvo, e o joga-
dor µreclsa ser ben sucedldo nun teste de \ontade. Cada sucesso
da dlrelto a una hora no corµo do anlnal durante esse tenµo o
corµo do µersonagen µernanece lnatlvo. O anlnal en questao
ten dlrelto a un teste de reslsténcla. Ho caso de norte do
hosµedelro, o Hrbrldo retorna ao seu corµo e solre un ajuste de J
en sua nargen de sucesso µara qualquer açao, µor un núnero de
rodadas lgual ao últlno dano solrldo µelo anlnal. Hote que o Helllln
µode se utlllzar do corµo do anlnal e de seus dotes naturals, cono
sentldos anµllados ou caµacldade de vôo, nas estara lncaµacltado
de utlllzar seus |anllestos durante este tenµo, alen de estar sujelto
as llnltações deste seu novo corµo (tananho reduzldo ou
aunentado, dllerenças sensorlals e etc.).
O Hrbrldo µode retornar nornalnente ao seu corµo antes do
ternlno do elelto do |anllesto, se assln desejar.
MlvLL TRLe
^lvorecer
Força (Ceral)
O Helllln µode crlar una area de llunlnaçao tao lorte quanto a
luz do dla. De suas naos surglra un brllho, a µrlncrµlo ténue, nas
que ganhara lorça lentanente, tornando-se resµlandecente cono a
aurora.
O jogador testa \ontade, e o |anllesto llunlna µlenanente una
area de ralo lgual a (sucessos x 10) netros, ao llnal de trés rodadas.
Trata-se de una luz celestlal, que µor sua µroµrla natureza causara
un enorne lncônodo a qualquer crlatura nallgna que alcance. Se-
res con legrtlna llgaçao con o Sheol que tlveren una contagen
de Esµrrlto nenor que os sucessos obtldos µelo Hrbrldo deven lazer
un teste de \ontade, con nargen de Esµrrlto + Frslco µara
µernaneceren no local. Os alvos que lalhen neste teste luglrao
con todos os recursos ao seu alcance, tonados µor un µavor
lrenetlco.
^sas da mente
Forma (Ceral)
O Hell l l n µode desnenbrar sua conscl éncl a do
corµo e arnazena-l a en una µequena ave construrda
a µartlr de seu µroµrlo corµo, chanada Fylgja.
Para convoca-l a, o j ogador devera ser ben
sucedl do nun teste de \ontade: o núnero de sucessos
+2 reµresenta o núnero de Patanares \l tal s do
µassaro. Enquanto a nente do Hell l l n estl ver
encerrada na Fyl gj a, seu corµo real ll cara en un
estado senel hante ao cona. O Hell l l n nao laz
l del a do que ocorre ao seu corµo enquanto estlver
nesse estado, nas µode retornar a el e quando
desej ar, sendo desnecessarl os testes.
^ Fylgja e slnllar a una agula, en ternos de
regra, nas reten toda a nenorl a de seu l nvocador.
El a µodera l ncl usl ve usar varl os de seus
|anl lestos, contanto que nao sej an l nadequados a
sua nova lorna. Sua destrul çao causa no Hell l l n
µerda tenµorarl a do núnero de Patanares \l tal s
que a ave tl nha.
Conscléncla \azla
Força (Ceral)
Con este |anl lesto, un Hell l l n µode conceder
una esµecl e de µseudo-l ntel l géncl a as suas l l usões.
El as se novl nentarao, agl rao e ate nesno
conversarao de lorna l ntel l gente e l ndeµendente,
contanto que o Hell l l n conbl ne os elel tos
necessarl os µara que el a o laça (Apa¡I çao µara
crl ar l nagens e Lco cas T¡onIcIas cc Jc¡I có µara
o son).
^ ConscI cncI a VazI a esta l l gada ao subconscl ente
do µersonagen µortanto, suas l l usões senµre se
conµortarao da lorna cono el e esµera, l l nl tadas
µel o núnero de sucessos consegul dos µel o j ogador
(con un sucesso, o construto µarece dl stante e
al l enado, dol s sucessos o lazen l nexµressl vo nas
¨nornal", trés sucessos ou nals crlan a llusao da lorna que o Hrbrldo
esµera). Testes de Presença usan os sucessos cono Parada de
dados, e sua nargen de sucesso e lgual a lntellgéncla + Carlsna
do seu crlador. Contudo, nao lnµorta quao convlncente seja una
llusao, ela nao µossul substáncla e e lntangrvel (nas nao translúclda,
µarecendo sollda, caso o Helllln o deseje).
lnvocar este |anl lesto e una açao l l vre.
Dom de Slmao
Força (Ceral)
O Hrbrl do ganha con este µoder a nl racul osa
caµacl dade de voar.
O µersonagen µode voar en una traj etorl a reta,
a una vel ocl dade l gual (sucessos x J0) kn/h. Cada
sucesso nun teste de \ontade l he µossl bl l l ta lazer
una nanobra. Este |anl lesto e atl vo ate que o
Hell l l n toque outra suµerlrcl e, µousando. Se el e
voar µara clna, µodera µarar e llcar llutuando,
nas µrecl sara reconvocar o µoder µara voar en
outra dl reçao, ou ter sucessos sobressal entes
µara lazé-l o. O esgotanento de seu |ana durante o
µrocesso l ndl ca que el e µerde a caµacl dade de
sustentaçao e cal (boa aterrl ssagen!).
Personagens dotados con a µecullarldade: asas deslrutan dos
eleltos deste |anllesto en dobro.
Esµada de Cabrlel
Força (Ceral)
O Hell l l n µode crl ar una arna branca de extreno
µoder destrutlvo. O tananho e tlµo da arna deµenderao do éxlto do
Hrbrldo en lnvocar este |anllesto e sua Llnhagen (^colltos crlarlan
esµadas de luz, Bastardos gerarlan lánlnas lncandescentes,
Cuerrllhelros µroduzlrlan nontantes de aço, e etc.).
FAeclrlvm. MArllLe+ce¬Fl+LAle
69
^s arnas crladas nao tén exlsténcla µernanente, µols sao leltas
de |ana condensado. O tlµo de arna lnvocada deµende do núnero
de sucessos do teste de lnvocaçao:
1 laca ou µunhal
2 bastao, tonla ou nuchaku
J sabre
4 esµada ou katana
b+ verculo da lra dlvlna
^ arna crlada ten lD+2 en relaçao a sua contraµarte nornal
(µor exenµlo, se una esµada losse conjurada, ela terla lD 6 lD
¨nornal" 4 da esµada lnltada +2), e µossul todas as vantagens que
lhe sao µecullares, cono bônus de ataque, nanobras de bloquelo e
etc. O ¨verculo da lra dlvlna" e una arna esµeclal, crlada µor Hrbrl-
dos µoderosos en conjurações µartlcularnente ben sucedldas, e
µossul, a desµelto da lorna escolhlda, lD lgual ao núnero de suces-
sos da lnvocaçao, alen de bônus de ataque lgual ao Esµrrlto do
µersonagen e as nanobras ¨bloquelo" e ¨arrenesso". Os lerlnen-
tos causados µor estas arnas dlllcultan a regeneraçao das crlaturas
sobrenaturals, a reduzlndo a netade ate que todo o dano seja cura-
do (tanben aµllcavel a Helllln) curar estes lerlnentos usando
|ana custa dols µontos µor P\.
^ arna se nantera atlva enquanto o Hrbrldo a tlver en naos,
nas desaµarecera en (\ontade) rodadas se soltas ou arrenessadas
e nao retonadas. Oualquer arna desatlvada µerde seu µoder, e deve
ser reconvocada. Una lalha crrtlca causa una exµlosao de |ana
que causa un dano lgual ao nrvel do µoder (nao absorvrvel), alen
dos eleltos regulares.
Esµectro Sera|lco
Forma (Ceral)
O Hell l l n torna-se caµaz de real l zar ações
núl tl µl as, graças ao desenvol vl nento de una
vel ocl dade sobrenatural .
^ quantl dade de sucessos dl z quantas ações
(al en de sua açao regul ar) µoden ser executadas
na rodada de l nvocaçao do |anl lesto (usar este
|anl lesto conta cono açao l l vre, de nodo que,
nesno que lal he, o Hell l l n al nda µode lazer una
açao sl nµl es na nesna rodada). Todas as ações de
LspccI¡o Sc¡aII co usan suas µaradas conµletas.
Un Hell l l n nao µode l nvocar este |anl lesto
enquanto estl ver ¨acel erado" µara consegul r un
sen-núnero de ações extras.
Ler o Llvro da |ente
Conscléncla (Subj etlvo)
O Hell l l n µode l er a nente de un al vo.
Desde que o j ogador sej a ben sucedl do nun teste
de \ontade, o núnero de sucessos dlz o quanto a
l el tura e ell cl ente:
1 µensanentos conscl entes que estej an a tona no
nonento da l el tura sao caµtados.
2 ou J nenorl as recentes sao caµtadas con
lacllldade.
4 qualquer colsa que o alvo µudesse lenbrar voluntarlanente
µode ser caµtada.
b+ vocé µode saber ate nesno o que o al vo j a
esqueceu.
O al vo ten dl rel to a un teste de resl sténcl a.
Pl r ogé ne s e
Conscléncla (Ceral/O|enslvo lndlreto)
Utl l l zando seu µoder, o Hell l l n torna-se caµaz
de desencadear a µroduçao de chanas.
Una area l gual a quantl dade de sucessos obtl dos
(en n
2
) µode ser lncendlada con PI ¡ogcncsc. E
lnµossrvel usar este µoder µara quelnar crlaturas vlvas, enbora o
que esteja a sua volta µossa ser quelnado (lnclulndo rouµas). Hote
que quando este µoder e utlllzado sobre una suµerlrcle conµosta
de naterlals varlados, µrlnelro se quelnarao os de nals lacll
conbustao, cono nadelra, µaµel ou tecldo, e en segulda, con a
lntensldade das chanas, serao quelnados naterlals nals reslstentes
cono concreto ou vlgas de netal. |as µara que este |anllesto µossa
ser utlllzado, e necessarlo que haja conbustrvel e ar µara a quelna.
O logo crlado µor PI¡ogcncsc nao e naglco, e µor lsso esta subnetldo
as lels da lrslca. Se nao houver nals area µara quelnar, ou o oxlgénlo
se extlngulr, o logo se aµagara, exatanente cono larla logo conun.
Ouando usado µara lerlr alvos (quelnando suas rouµas ou o
chao aos seus µes) este |anllesto e Olenslvo lndlreto, e o alvo solre
o dano bruto da lnvocaçao do |anllesto (µor rodada de contato
con o logo).
Pluma de Cabrlel
Conscléncla (Ceral)
O Hell l l n µode anortecer suas quedas, nao
lnµortando velocldade ou altura, desde que o
j ogador sej a ben sucedl do nun teste de \ontade. O
Hell l l n µousara suavenente, nas nao µode control ar
a dl reçao en que µal ra µara o sol o.
Reµousar nos Braços dos Elohlm
Forma (Ceral)
O Hell l l n µode lundl r seu corµo con a carcaça
de una arvore vl va.
Para l sso, o j ogador µrecl sa ser ben sucedl do
en un teste de \ontade. O µersonagen µernanece
conscl ente do que acontece a sua vol ta, e µode
µernanecer ocul to quanto tenµo qul ser, nas e
l ncaµaz de tonar qual quer atl tude ate que se
seµare da arvore.
Sentldos ^rcangéllcos
Conscléncla (Ceral)
Os sentl dos do Hell l l n sao anµl l ados a nrvel s
real nente sobre-hunanos el e µode, µor exenµl o,
ver ou ouvl r o que se µassa do outro l ado do
balrro, ou larejar un alvo a qullônetros de
d l s t á n c l a .
O núnero de sucessos µassa a ser consl derado
cono garantl do µara testes que envol van µerceµçao
dos sentl dos regul ares (ol lato, audl çao, vl sao,
µal adar e tato), geral nente dl sµensando rol anentos
de dados. O nestre alnda µode exlglr testes µara
µerceµções µartl cul arnente dl lrcel s (cono detectar
a acel eraçao dos batl nentos cardracos durante
una nentl ra ou observar detal hes nl nucl osos
acontecendo do outro l ado da cl dade). Hote que
ScnII cos A¡cangcI I cos nao garante vlsao de ralos
X, de nodo que anteµaros oµacos lnµeden a µerceµçao
vlsual do Hrbrldo.
Tenacldade
Forma (Ceral)
O Helllln anµlla sua Força de lorna sobre-hunana.
Os sucessos resultantes do teste de lnvocaçao µassan a ser
conslderados sucesso garantldos µara testes que envolvan Força e
sao sonados ao dano causado en conbate corµo-a-corµo ou con
arnas brancas. Este |anllesto dura una seqüéncla lntelra.
MlvLL CLA+Rc
Chamado de |lguel
Forma (Subjetlvo)
O Hell l l n µode convocar tel eµatl canente os
anl nal s da regl ao µara aj uda-l o.
O jogador µreclsa ser ben sucedldo nun teste de \ontade a
area de açao do CLanaco e lgual a (sucessos) Kn. Este |anllesto
suµera Lcao ou Co¡ccI¡o na nedlda en que convoca anlnals que
estejan lora do alcance de vlsao e audlçao do Hrbrldo, e serve µara
nals que enlurecer ou aµazlguar leras qualquer anlnal que aten-
da ao Chanado esta autonatlcanente sob outros µoderes do Helllln
da Eslera Forna, sen necessldade de testes. Os tlµos de anlnals
que surglrao estao sujeltos ao local onde o Helllln se encontra,
denorando o nrnlno tenµo necessarlo µara atender ao seu
chanado, e o núnero deles que aµarece e lgual ao de Lcao ou
Co¡ccI¡o.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
70
Cono nao lazen ldela se serao colocados en rlsco, o |estre
µode lazer un teste ¨conunltarlo" de reslsténcla µara os anlnals,
lazendo una únlca jogada con a nelhor estatrstlca dlsµonrvel
cada sucesso lsenta trés anlnals de resµonder ao CLanaco.
Dlsµersao nas ^sas dos Sll|os
Força (Ceral)
O Hrbrl do sl nµl esnente desaµarece no ar,
nescl ando sua esséncl a a atnoslera. Seu corµo nao
se dlsµersara, nesno que arrastado µor lortes
v e n t o s .
Un sucesso basta µara que a DI spc¡sao surta
elelto. Hesta lorna o Helllln e lnvulneravel a
µratl canente qual quer lerl nento, enbora sej a
l ncaµaz lazer qual quer col sa al en de se nover a
una vel ocl dade nal or que (núnero de sucessos) n/
r oda da .
Escudo do Caµadoclo
Força (Ceral)
O Hell l l n µode reverter contra seus conj uradores
os eleltos naglcos dos quals seja o alvo.
Desde que o j ogador consl ga suµerar o núnero
de sucessos obtl dos µel o atacante nun teste de
\ontade, reverte a ele seus leltlços. O novo alvo
ten dlrelto a una reslsténcla a nagla (se lor ocaso) ou testes de
absorçao de dano. Sucessos adlclonals lntenslllcan o leltlço orlglnal,
sonando-se aos sucessos do conjurador orlglnal se aµenas lgualar
os sucessos do atacante, o leltlço e dlsµersado.
Caso lalhe, o Helllln slnµlesnente solre os eleltos da nagla.
lnlellznente, una lalha crrtlca dobra os eleltos solrldos.
Esµectro do Clgante
Forma (Ceral)
Este |anl lesto exµl l ca (tal vez) as l endas
brbl l cas de Hell l l n gl gantes.
Cada sucesso en un teste de \ontade acrescenta
nel o netro de al tura, un µonto de Força e un
Patanar \l tal µara o µersonagen. Este |anl lesto
nao adnlte varl as conj urações consecutl vas con o
l ntento de crescer l ndell nl danente, nas qual quer
col sa que o Hell l l n vl sta crescera j unto con el e.
O Hell l l n µode retornar a sua al tura orl gl nal
quando qul ser.
Hadando com as Ondlnas
Força (Ceral)
O µersonagen µode se nesclar a agua. Para lsso
sao necessarl as quantl dades consl deravel s deste
el enento (nada de se neter nun coµo d'agua!).
Un sucesso e o bastante µara atl var o µoder. ^
esséncl a do Hell l l n nao se dl sµersara e en
correntezas sl nµl esnente sera arrastada. El e µode
se reconµor quando qul ser, dl sµensando testes
µara l sso.
Ordem lrreslstivel de |etatrom
Conscléncla (Subj etlvo)
O Hell l l n µode encarar un al vo e ll xar en seu
subconscl ente una nensagen conµl exa, que sera
segul da de acordo con suas caµacl dades. Enbora
este |anl lesto sej a de uso nal s anµl o que SugcsIao
ou LncanIo, al nda ten suas l l nl tações: ordens
sulcldas sao lgnoradas autonatlcanente e o alvo segulra as
lnstruções do Hrbrldo ao µe da letra, o obrlgando a ser o nals
esµecrllco µossrvel.
Para hl µnotl zar al guen, o µersonagen deve ll ta-
l o e o j ogador deve ser ben sucedl do en un teste
de \ontade. ^ lntensldade do sucesso dlz o quao
ben o al vo segue suas ordens (cada sucesso da
dl rel to a una orden, esµecl ll cada en una lrase
assl n, al go cono ¨µegue a estatueta c traga µara
nln" necessl tarl a de dol s sucessos). Hao sao
necessarlas µalavras: a hlµnose se laz µor vlas µuranente nentals.
Os alvos nao se lenbrarao do que llzeran enquanto estavan
donlnados, nas tén dlrelto a un teste de reslsténcla.
Plroµlasmla
Conscléncla (Ceral/O|enslvo lndlreto)
O Hell l l n µode agora dar lorna as chanas que
al cança con seu µoder. Con l sto el e µode crl ar
tentaculos de logo µara exµandlr lncéndlos,
µaredões µara lsolar areas ou qualquer outra
varl açao que desej e. ^ nanutençao da chana contl nua
deµendendo de conbustrvel µara a quel na, lazendo
con que l abaredas susµensas no ar sl nµl esnente
desaµar eçan.
O µersonagen µodera controlar una quantldade
de logo µroµorclonal (en netros) a quantldade de
sucessos consegul dos no teste de l nvocaçao, que
tanben dl ta a µerlel çao de seu control e. Se usado
µara atacar (l ncl tando as chanas contra un ou
nal s al vos o que o torna un |anl lesto Olensl vo
lndlreto), o logo nanlµulado causa o dano bruto
da conj uraçao deste |anl lesto µor rodada de
c o n t a t o .
Para que as chanas µernaneçan con a lorna
dellnlda nentalnente µelo Helllln, e necessarlo nanter a
concentraçao. ^ µerda da nesna lnµllcara na dlssoluçao de tal
encantanento, exlglndo un novo teste µara que o controle seja
reassunldo.
Sombra do Sono de ^zrall
Conscléncla (Subjetlvo)
O µersonagen µode lnduzlr un ou nals alvos a
un transe catatônl co sl nµl esnente o(s) conlrontando
con os ol hos.
Para l sso, o j ogador deve ser ben sucedl do en
un teste de \ontade: todos os nortals que estlveren
encarando o µersonagen ten dl rel to a lazer un
teste de resl sténcl a. ^l vos que lal hen sl nµl esnente
caen sentados e ll can absol utanente entorµecl dos
ate una hora aµos o Hell l l n se retl rar do l ocal ,
quando desµertarao un tanto conlusos.
^l vos sobrenatural s e bruxos deven ser aletados
l ndl vl dual nente, solrendo os nesnos elel tos en
caso de lal ha.
\estlndo o |anto dos Entes
Forma (Ceral)
O Hell l l n µode crl ar e donl nar un corµo lel to
de naterla vegetal basta una µequena µlanta
cono naterla µrlna.
O sucesso en un teste de \ontade dl z que o
vegetal cresce e assune µroµorções antroµonorll cas.
O µersonagen nanten suas Caracterrstl cas |ens,
nas todas as Caracterrstl cas Corµus sao l gual s ao
núnero de sucessos obtldos, e os Patanares \ltals
sao l gual s a (sucessos do teste x b). O Hell l l n
nanten seu |ana e |anl lestos, nas seu corµo orl gl nal
ll ca en cona ate que resol va vol tar a el e. Ho
caso da destrul çao do corµo vegetal , o Hell l l n
retorna ao seu corµo orl gl nal .
MlvLL Clrcc
Convocaçao de Tormentas
Força (Ceral/O|enslvo lndlreto)
O Hell l l n e caµaz de convocar una tenµestade
nrstl ca, que sera esµecl al nente nocl va µara
crlaturas orlundas do Sheol. Para convocar a
Tornenta, o µersonagen deve lazer un teste de
\ontade o núnero de sucessos dl z quantas µosl ções
el e µode trl l har na tabel a abal xo, nudando a
dl sµosl çao cl l natl ca a µartl r do tenµo en que se
FAeclrlvm. MArllLe+ce¬Fl+LAle
71
encontra:
Llmµo (sen nuvens e aberto)
Hubl ado
Fechado
Chuvoso
Temµestuoso
Ouando a Tornenta atl nge seu cl rnax, o Hell l l n
µode lazer uso de un rel ánµago a cada duas rodadas,
ao custo de dols µontos de |ana µara cada ralo,
desde que se concentre µara µernanecer reger a
tenµestade. Para atl ngl r seus adversarl os, o
Hell l l n deve ser ben sucedl do nun teste de \ontade,
con nargen l gual a Esµrrl to + Rell exos (únl ca
condl çao en que e Olensl vo l ndl reto cada ral o
causa o dano bruto da conjuraçao). Caso o µersonagen
consl ga un sucesso absol uto (cl nco sucessos ou
nal s) el e nocautel a seu adversarl o con a lorça do
ataque (o alvo ten dlrelto a un teste de \ontade,
nargen l gual a Esµrrl to + Frsl co µara evl tar o
nocaute). ^ Tornenta desaµarecera cono una
tenµestade conun, ou quando o Hell l l n desej ar,
del xando en seu rastro un tenµo chuvoso. Por ser
de orl gen dl vl na, suas aguas causan un aj uste de
-2 µontos na nargen de sucesso de crl aturas vl ndas
do Sheol ou que se utl l l zen de µoderes l nlernal s
legrtlnos (cono sacerdotes de seltas denonracas).
Corµo Flamejante
Força (Ceral/O|enslvo lndlreto)
O Helllln translorna seu corµo en chanas. lsso
tanben gera una aura ll anej ante que atendera a
todos os conandos nental s de seu l nvocador suas
rouµas e qualquer outra colsa que esteja en contato
con seu corµo tanben se tornan µarte de sua aura.
^ duraçao desta lorna deµende dos sucessos
conseguldos µelo jogador: cada sucesso da dlrelto
a una rodada de duraçao. O µersonagen µode lazer
ataques lrsl cos (o que o torna tanben Olensl vo
l ndl reto), testando Perrcl a, con nargen l gual a
Rell exos + Luta, causando senµre o dano bruto da
conj uraçao + os sucessos do teste de Perrcl a.
^l en dl sso, o Hell l l n µode crl ar ¨tentacul os" de
logo, que tén un al cance de dol s netros. Sao
necessarl as j ogadas nornal s de ataque µara causar
dano con estes tentacul os. Hesta lorna, o Hrbrl do
e quase que absol utanente l nvul neravel , µol s so
µode ser lerl do µor ataques baseados en energl a
(que nao sej a logo, e cl aro) e nove-se con o
dobro de sua vel ocl dade, nas al nda e suscetrvel a
ataques nental s.
Se lor col ocado en contato con grandes
quantl dades de agua (se al guen atl ngl -l o con o
j ato de una nanguel ra de l ncéndl o, µor exenµl o),
o µersonagen vol ta a sua lorna nornal .
|anto |etamor|o de |lguel
Forma (Ceral)
^s l endas rezan que |l guel , Prrncl µe dos
^rcanj os, e o nal or netanorlo de Shanal n. O Hell l l n
ganha una sonbra de sua caµacl dade, translornando-
se nas lornas guerrelras |lnotaurus e Cryµhus.
Ha lorna |lnotaurus, o Helllln se torna un glgante taurlno,
con bônus de Força:+J e Frslco:+2. Ja na lorna Cryµhus se torna
un hrbrldo honlnrdeo de leao e agula, con Rellexos:+J e Frslco:+2.
Os P\s do Helllln deven ser recalculados en vlrtude da nova
contagen de Frslco (os µontos excedentes desaµarecerao quando
voltar a sua lorna nornal, se nao loren µerdldos antes), e alen
dlsso, cada lorna µossul vantagens µroµrlas: en conbate, os chllres
do |lnotaurus µossuen lD +J, e ele solre aµenas netade dos ajustes
lnµostos aos testes de Perrcla µor dano ou leltlços (arredondados
µara balxo), as garras do Cryµhus µossuen lD +1, e o Hrbrldo ganha
transltorlanente a µecullarldade: ^sas (caso o µersonagen ja a
µossua, µodera voar na lorna Cryµhus, e nao aµenas µlanar). ^nbas
as lornas µoden regenerar dols P\s con o gasto de |ana, ao lnves
de un.
Contudo, nanter tao µoderosas lornas ten seu
µreço: µrlnelro, este |anllesto nao µode ser usado
duas vezes segul das, con a l ntençao de se conbl nar
as vantagens do |lnotaurus e do Cryµhus (o Hell l l n
decl de en qual se translornara a cada vez que usa
o |anl lesto), segundo, tal s lornas necessl tan de
nulto µoder µara seren nantldas elas levan a
caµacl dade lrsl ca do Hrbrl do µara al en do nornal
e nel horan sua regeneraçao , el as duran µor un
núnero de rodadas l gual a l ntensl dade do sucesso
de sua evocaçao, e deµol s dl sso, consonen un
µonto de |ana µara seren µrorrogadas µor l gual
µerrodo (ou sej a, se o j ogador teve trés sucessos
µara conj ura-l a, el a dura µor trés rodadas e
custa un µonto de |ana µara cada trés rodadas en
que se deseje nanté-la) gastar |ana µara nanter
o /anIo /cIano¡Io conta cono açao l l vre e nao
lnµõe dlllculdades ao Hrbrldo. Por lln, denora
una rodada µara que a translornaçao ocorra (durante
a qual o µersonagen age nornalnente, nas sen os
benelrcl os da lorna en adoçao esta rodada nao e
descontada do tenµo de duraçao do |anl lesto).
O Hell l l n tanben µode retonar a sua lorna
orl gl nal quando desej ar.
Teleclnese
Conscléncla (Ceral/Subjetlvo/O|enslvo lndlreto)
Con o µoder da tel ecl nese, o Hell l l n µode erguer
e nanl µul ar un ou nal s obj etos con a lorça da
nent e.
Un µersonagen µode nanl µul ar (sucessos x 20)
Kg de nassa con este µoder (nodo Ceral ), l ncl ul ndo
seres vl vos (nodo Subj etl vo que lazen j uz a un
teste de resl sténcl a) µortanto, o Hell l l n µode
nanlµular quantos objetos qulser, desde que o
sonatorlo de suas nassas nao exceda o naxlno µernltldo µor seus
sucessos (e quantos seres vlvos lalharen en seus testes de
reslsténcla e estejan dentro do llnlte de µeso). Por exenµlo, un
µersonagen que tenha conseguldo J sucessos en seu teste de
\ontade µoderla erguer ate 60 Kg en nassa, lossen de un únlco
objeto ou varlos. ^ções slnµles cono abrlr e lechar µortas ou quebrar
vldraças µoden ser reallzadas con un únlco sucesso. |esno µortas
trancadas ou relorçadas dlllcllnente reslstlrlan a un ataque
teleclnetlco de 4 ou nals sucessos!
|esno con todas as suas vantagens, a Teleclnese deµende
lundanentalnente de concentraçao golµear o Helllln ou desvlar
sua atençao de algun nodo durante a utlllzaçao do |anllesto cessa
lnedlatanente seus eleltos, e una vez encerrado o µoder, ele deve
ser reconvocado µara se reassunlr o controle. ^taques brutos
teleclnetlcos (nodo olenslvo lndlreto) agen de lorna slnllar a Toguc
CIncIIco, nas con un dano nalor, arrenessando o alvo a una
dlstáncla lgual a (sucessos x 2) netros.
Tlterelro de Emoções
Conscléncla (Subjetlvo)
O Hrbrldo µode nanlµular a nassa nortal, conduzlndo suas
enoções ao seu bel µrazer. O elelto varla entre a lntoleráncla, a
aµatla e a µalxao.
Os sucessos obtldos na conjuraçao do |anllesto deven ser
dlvldldos entre ¨alvos aletados" e ¨lntensldade da enoçao". Cada
sucesso aleta dols nortals, os lazendo sentlr a enoçao lndlcada
µelo conjurador, cuja lntensldade deµendera da tabela abalxo:
Tals enoções µoden ser dlrlgldas a un alvo a escolha do
conjurador, nas ele nao µode controlar as ações da nassa (o que
deµende do núnero de sucessos destlnado a lntensldade da
enoçao). ¨Sen alterações µerceµtrvels" lndlca que os alvos loran
aletados, estao µerµlexos µelo súblto ánlno nas nao estao lncllnados
a dar atençao a lsso, ¨µalxao noderada, nas raclonal" lndlca que os
alvos estao sujeltos o bastante a nova enoçao µara, µor exenµlo,
cunµrlnentar con alegrla ou valar o alvo lndlcado µelo Helllln,
nas sen excessos, ¨alvos suscetrvels a sugestao" µoden lazer colsas
noderadanente extravagantes, cono ovaclonar ou jogar lrutas µo-
dres nun alvo, contanto que sejan convencldas a tanto (o Helllln
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
72
µreclsa se dlrlglr a turba e o jogador deve ter µelo nenos un sucesso
nun teste de Presença, nargen lgual a Carlsna + Llderança),
¨hlsterla" leva os alvos a µlcos enoclonals que nublan a razao:
¨tletagen" adolescente ou vloléncla lrraclonal (anbas µerlgosas µara
un alvo), e ¨controle total" delxa os alvos a nercé dos caµrlchos do
Hrbrldo, que conduzlra suas enoções cono ben qulser.
O |estre laz un teste de reslsténcla tendo cono base a nelhor
estatrstlca a sua dlsµoslçao cada sucesso lsenta dols alvos do
elelto de TIIc¡cI¡o. Este µoderoso |anllesto dura enquanto o Helllln
se concentrar en nanter a turba sob controle (no naxlno una
seqüéncla) e, cono e dlreclonado ao controle de nassas nortals,
nao aleta bruxos ou seres sobrenaturals.
\lgor de Sansao
Forma (Ceral)
Este |anllesto dota o Helllln de reslsténcla sobrenatural.
Cada sucesso nun teste de \ontade aunenta o Frslco do
µersonagen e, conseqüentenente, seus P\s (recalcule-os tendo µor
base o novo Frslco nodlllcado) e sua absorçao de dano. Este
|anllesto nao µode ser conjurado reµetldas vezes con a lntençao
de tornar o µersonagen lnvulneravel (enbora una únlca lnvocaçao
seja o bastante µara tornar o Hrbrldo quase lnbatrvel). Cono se
trata de nagla, o Frslco do conjurador µode ultraµassar o llnlte
convenclonal de clnco µontos, nas os µontos excedentes de Frslco
e P\s desaµarecerao ao llnal do elelto, que dura una seqüéncla.
Devenos lenbrar que, nesno con un Frslco nlraculoso
suµerlor a b, qualquer ataque ben sucedldo causa ao nenos un P\
de dano.
MArllLe+ce AeleeAle
Os |anllestos ^blssals sao derlvados dos µoderes que os
Cenltores desenvolveran aµos a Oueda, e dotan os Helllln de
caracterrstlcas e µoderes denonracos.
MlvLL Lm
Ceµa de Lucl|ugo
Dor (O|enslvo lndlreto)
O Helllln crla µarasltas nrstlcos, caµazes de causar dano en
conbate corµoral.
Para crla-los e necessarlo un µunhado de terra e un teste de
\ontade. Os vernes causan o dano bruto do |anllesto ao seren
llxados ao alvo, e contlnuan a dar dano a cada rodada, ate que
sejan retlrados.
E necessarla una jogada ben sucedlda de ataque µara que os
vernes atlnjan un oµonente, e retlra-los requer una açao slnµles,
nas causa 1 P\ de dano de laceraçao.
Con|rontaçao do Hahash
Heresla (Subjetlvo)
Conlrontando un alvo nos olhos, o Helllln µode µarallsa-lo. O
elelto causado e un nlsto de terror e lasclnaçao, nantendo a alvo
nun transe, so o µernltlndo reaglr µara se delender ou o llberando
se o µersonagen desvlar o olhar.
Este µoder sera atl vo enquanto o µersonagen
conlrontar o alvo, nas sera µerdldo caso o ataque.
O al vo ten dl rel to a un teste de resl sténcl a
µara evltar os eleltos do |anllesto.
Escurldao de Tehom
^ugurlo (Ceral/Subjetlvo)
O µersonagen µode convocar un nanto de trevas que encobrlra
una area, tornando a vlsao lnútll. Todos os µersonagens dentro desta
area terao os ajustes µrevlstos µara ceguelra, exceto o lnvocador.
Para crlar a escurldao, o jogador µreclsa ser ben sucedldo nun
teste de \ontade, e a lntensldade do sucesso dlz quantos n
2
sao
aletados (no nodo ¨Ceral"). O Helllln µode nover as sonbras junto
con ele, ou delxa-las en deternlnada area sen testes, nas µara
concentra-las sobre un lndlvrduo (o nodo ¨Subjetlvo") e necessarlo
que o alvo lalhe en seu teste de reslsténcla. ^ quantldade de sucessos
dlz µor quantas rodadas ela µernanece sobre o alvo, se dlsµersando
deµols.
Exaustao
Dor (Subjetlvo)
O Hell l l n dl nlnul a Força de un al vo,
dlllcultando suas atlvldades lrslcas.
O alvo µreclsa ser tocado (este |anllesto conta cono açao llvre,
de nodo que o toque µode ser reallzado na nesna rodada) cada
sucesso nun teste de \ontade reduz en un µonto a Força do alvo
µor una hora, caso ele lalhe en seu teste de reslsténcla.
Fobla
^ugurlo (Subjetlvo)
O Hell l l n l ncute no al vo a µecul l arl dade: Fobl a
grave, escolhendo o objeto de aversao, que µode
l l teral nente ser qual quer col sa. Hao sao
necessarlos toques, nas o Hrbrldo µreclsa ver o
al vo e este deve lal har nun teste de resl sténcl a
a lobl a coneça a agl r l nedl atanente e dura un
núnero de rodadas l gual aos sucessos da conj uraçao.
Caratuj a de Babel
^ugurlo (Subj etlvo)
O Helllln narca alguen cono alvo da
l nconµreensao al hel a. Hao l nµorta a l rngua do
l nterl ocutor, nl nguen conµreendera as µal avras
do al vo, que soarao cono una garatuj a
l nconµreensrvel . Enbora µareça un µoder l nolensl vo,
el e garante lal ha autonatl ca en testes de Presença
que envol van conversaçao e aleta µoderes nagl cos
que µrecl sen de ordens ou µal avras de µoder.
Os sucessos no teste de \ontade dl zen µor
quantas horas o elel to µersl stl ra.
O al vo ten dl rel to a un teste de Resl sténcl a
µara evl tar os elel tos deste |anl lesto.
Célser ln|ernal
Dor (O|enslvo lndlreto)
O Helllln e caµaz de convocar un gelser de
chanas nrstlcas de 1,bn de dlánetro e 2,bn de
altura. Ele µode ser convocado a qualquer dlstáncla
nenor que 10n do µersonagen, lerl ndo a todos que
estl veren nesta area
O CcIsc¡ causa o dano bruto da lnvocaçao, que se reµete µor
cada rodada ate que o alvo atlngldo aµague as chanas en seu
corµo (µreclsa de una açao slnµles µara lsso). So un detalhe: este
µoder so µode ser utlllzado se o Helllln estlver en contato con o
solo. Ou seja, se vocé usa-lo no alto de un µredlo, alguen na calçada
val ter un dla ruln.
Hallto de |oloc
Heresla (Ceral)
O Helllln soµra una nuven de gas venenoso, de
µroµrl edades senel hantes as do gas vonl tl vo.
O j ogador deve ser ben sucedl do nun teste de
\ontade. ^ nuven ten al cance de (sucessos) netros,
e aleta un alvo. Una lalha no teste de reslsténcla causara terrrvel
lrrltaçao nos olhos e µele, alen de dlllculdades µara resµlrar e ánslas
de vônlto, eleltos que desaµarecerao en (lntensldade do sucesso
+ 1) rodadas. Hote que e nulto dllrcll desenµenhar qualquer açao
sob elelto do IaIIIo testes de Perrcla e Presença solren redutores
de 4 na nargen de sucesso.
Sucessos: E|eltos:
1 Sen alterações µerceµtrvels
2 µalxao noderada, nas raclonal
J alvo(s) suscetrvel(ls) a sugestao
4 hlsterla
b+ controle total
FAeclrlvm. MArllLe+ce¬Fl+LAle
7J
lmolaçao
Dor (O|enslvo lndlreto)
O Hell l l n µode tornar un deternl nado ataque
severanente dol oroso.
Para lsso, o jogador deve ser ben sucedldo nun teste de \ontade
os sucessos obtldos µoderao ser sonados ao dano llnal lnlllgldo
a un alvo durante seu ataque (conjurar este |anllesto conta cono
açao llvre, o que o µernlte aglr na nesna rodada). InoIaçao adnlte
qualquer tlµo de ataque (corµo-a-corµo, con arnas brancas e de
logo ou nesno naglcos).
|acula dos Condenados
Heresla (Subjetlvo)
O Hell l l n µode narcar a lorna lrsl ca de un
denônl o con un sl nal nrstl co que quer dl zer
¨lnµuro", na altura da testa. O slnal e vlsrvel µara qualquer un,
enbora µosslvelnente aµenas seres sobrenaturals ou bruxos o
reconhecerao.
O j ogador µrecl sa ser ben sucedl do nun teste
de \ontade, e o al vo tenha dl rel to a un teste de
resl sténcl a µara evl tar os elel tos do |anl lesto.
^ nacul a crl ada so desaµarecera con a destrul çao
da lorna lrslca do denônlo, ou aµos seu retorno
ao Sheol .
|anto de sombras
Heresla (Ceral)
O Helllln ganha a caµacldade de se ocultar nas
trevas ou na µenunbra, ll cando l nvl srvel aos ol hos
hunanos. Oual quer un que µrocure µor el e con
recursos nornal s nao o encontrara.
E necessarl o que o j ogador sej a ben sucedl do
nun teste de \ontade un sucesso basta e o
µersonagen µernaneça lnovel. ^ções súbltas e ataques denunclan
a µresença do µersonagen.
O|uscaçao das vlrtudes
Dor (Subjetlvo)
O Hell l l n e caµaz de trazer a tona traços
negatl vos do ego hunano. Parte da µersonal l dade
do alvo nuda, nostrando-se arrogante e antlµatlca.
Enbora suas notlvações µernaneçan as nesnas, ele
adotara nova conduta e conµortanento, na nal orl a
das vezes negatlvos.
O Carlsna do alvo aletado µassa a ser zero, o que lara con que
seus testes soclals se tornen quase lnvlavels. Hao que lsso o alete
nulto, µols ele so estara µreocuµado con sl nesno. Un teste de
\ontade dlz µor quantas horas o alvo e lnlluenclado µor este |anlles-
to, caso ele lalhe en seu teste de Reslsténcla.
Oulja
^ugurlo (Ceral)
O Hell l l n µode entrar en contato con un
desencarnado, µara del e obter l nlornações.
Para l sso, e necessarl o un obj eto µessoal do
norto (lascas de sua laµlde ou terra de sua
seµul tura tanben serven). O j ogador testa \ontade:
a quantldade de sucessos dlz quantas µerguntas o µersonagen µode
lazer ao esµrrlto. ^s questões dlreclonadas a ele deven ser
relatlvanente slnµles, µossrvels de seren resµondldas en ¨sln" ou
¨nao". Hote que o lantasna so resµondera o que lor de sua
convenléncla, µodendo ate nesno nentlr. O Helllln nao tera
nenhuna garantla da veracldade de suas lnlornações.
Parallsla
Dor (Subjetlvo)
O Helllln torna-se caµaz de µarallsar nenbros
dos corµos de seus adversarlos.
Para causar tal µaral l sl a, e necessarl o que o
j ogador sej a ben sucedl do nun teste de \ontade e
o µersonagen toque o nenbro a ser l nutl l l zado
este |anl lesto conta cono açao l l vre, o que al nda
µernlte una jogada de ataque. O núnero de sucessos dlz µor
quantas horas o nenbro contlnuara dornente. Caso este µoder
seja utlllzado na cabeça, o alvo entrara nun estado µarecldo con o
cona durante a duraçao do |anllesto.
O alvo ten dlrelto a un teste de reslsténcla µara evltar os eleltos
do |anllesto.
Pele de |elrl'lm
Heresla (Ceral)
O Helllln torna seu corµo naleavel, µodendo estender o
tananho de seus nenbros ou de seu corµo lntelro en ate una vez
e nela o tananho orlglnal, desde que seja ben sucedldo nun teste
de \ontade. O µersonagen nao ganha nassa ao lazer lsso ele
aµenas estlca seu corµo. ^len das vantagens obvlas, cono alcançar
µontos nals altos, o Helllln ganha una lnensa lacllldade ao escaµar
de qualquer encarceranento slnµlesnente estlcando seu corµo ate
que ele se torne llno o bastante µara escaµar de anarras ou µassar
µor grades.
Praga de Cog
^ugurlo (Subjetlvo)
O Hell l l n µode l ançar nal dl ções sl nµl es que
tén µor objetlvo dlllcultar as ações do alvo. ^ naldlçao µode ser
llgada a una atlvldade (dlrlglr, lutar, correr) ou a un objeto ou
lerranenta (arnas, conµutadores, lerranentas de trabalho).
O jogador deve esµeclllcar o ¨gatllho" da naldlçao antes de se
utlllzar do leltlço. Os sucessos nun teste de \ontade µoden ser
lnµutados cono lalhas slnµles que ocorrerao quando o alvo entrar
en contato con o ¨gatllho" da naldlçao ou seja, ele erra un tlro,
troµeça, un conµutador trava enquanto ele o usa, e etc. ^s lalhas
lnµutadas ocorrerao consecutlvanente, ate que o elelto do |anllesto
se esgote.
O al vo ten dl rel to a un teste de Resl sténcl a
µara evl tar os elel tos deste |anl lesto.
Sentlr o Pecado
Heresla (Subj etlvo)
O Hell l l n µode detectar l ncl l nações nal l gnas
en un al vo e esµecl ll car sua natureza. lsso se
nanl lestara µara o Hrbrl do cono una l ntul çao,
dl zendo que o al vo ten una µroµensao a lúrl a, a
l uxúrl a, ao vrcl o e etc.
O al vo ten dl rel to a un teste de resl sténcl a
µara evltar a sondagen.
Sussurros de Ceena
^ugurlo (Subjetlvo)
O Hell l l n µode tornar a aura de un al vo
extrenanente atraente µara esµrrltos µerdldos, que o atornentarao
con suas súµllcas e aneaças.
Para l sso, o j ogador testa \ontade, e o al vo
testa sua resl sténcl a. O sucesso do j ogador l ndl ca
que a vrtl na coneça a ouvl r vozes e l anentos
vlndas de lugar nenhun, que o µerturbarao de tal nanelra que
dlllcultarao qualquer açao. ^ lntensldade do sucesso (ja nodlllcada
µelo teste de reslsténcla do alvo) serve cono redutor da nargen de
sucesso do alvo en todos os seus testes de Perrcla, Presença ou
\ontade enquanto estlver sob os eleltos do |anllesto. |argens
levadas a zero µor este µoder lndlcan que o alvo llcou tao µerturbado
que a únlca colsa que ele µodera lazer con ellcléncla e correr µara
longe do lnvocador.
Un alvo llca llvre dos eleltos deste |anllesto caso se alaste do
canµo de vlsao do lnvocador ou o nocautele.
MlvLL Lcle
^lgoz de Sombras
^ugurlo (Subjetlvo)
Con este |anllesto, o Helllln e caµaz de conjurar a lnagen de
un tenor lnconsclente de seu alvo, e resunl-lo en una lorna
encarnada. Esta crlatura sera de aµaréncla µavorosa, nas so sera
vlsrvel µara sua vrtlna. Ela nunca atacara o alvo llslcanente, nas
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
74
escarnecera dele aµontando-lhe seus deleltos e lraquezas, levando-
o a un estado lrenetlco de desesµero.
Para que lsso lunclone, o jogador deve lazer un teste de \ontade.
^ quantldade de sucessos dlz o quanto a crlatura e ¨real", e µor
quantas rodadas ela µernanecera. Durante este tenµo, a únlca colsa
que o alvo lara sera se dedlcar a calar o nonstro que lhe nostra
suas lnµerlelções seja taµando os ouvldos e grltando, ou o
atacando lnutllnente.
O al vo ten dl rel to a un teste de resl sténcl a
µara evl tar (ou reduzl r) os elel tos do |anl lesto.
^rmas Bestlals
Heresla (Ceral)
O Helllln crla garras e µresas, que causan
lortes lerl nentos en suas vrtl nas.
^µos ser ben sucedl do nun teste de \ontade,
surgen garras e µresas no µersonagen, con lD +2
(garras) e +J (µresas) que sera sonado ao dano de
seus ataques enquanto durar o µoder (este |anllesto
dura µor un núnero de rodadas l gual aos sucessos
da conj uraçao, e µode ser µrorrogado µel o nesno
µerrodo de tenµo nedlante o gasto de un µonto de
|ana) .
Beljo de Zabub
Heresla (O|enslvo lndlreto)
O Helllln cosµe una blle extrenanente corroslva,
caµaz de lerl r seus adversarl os.
O j ogador µrecl sa ser ben sucedl do nun teste
de \ontade µara l nvocar o acl do, e testar Perrcl a,
con nargen l gual a Rell exos + l uta, µara acertar
seus al vos (al cance naxl no de cl nco netros): o
al vo solre o dano bruto da l nvocaçao + os sucessos
do ataque.
Couraça de Belzebu
Heresla (Ceral)
O Hrbrl do desenvol ve una esµecl e de caraµaça
qultlnosa en volta de seu corµo, que o ajuda a
absorver danos.
Cada sucesso no teste de l nvocaçao garante 10
µontos de assl nl l açao de dano, al en de cobrl r o
corµo do nell l l n de una secreçao que o torna
l nµossrvel de ser agarrado. ^l en dl sso, o núnero
de sucessos no teste de \ontade µode ser sonado a
testes de Presença µara lntlnldar (e obvlanente, subtrardos µara
todo o resto).
Debllldade
Dor (Subjetlvo)
O Helllln µode reduzlr o Frslco de un alvo ao toca-lo, tornando-
o nals lragll.
Cada sucesso nun teste de \ontade dl nl nul o
Frsl co do al vo en un µonto (e conseqüentenente,
clnco P\s) µor rodada, desde que ele lalhe en seu teste de
reslsténcla.
De|lnhar
Dor (Subjetlvo)
O Hell l l n µode desenlrear µerda de µeso en un
a l v o .
Cada sucesso en un teste de \ontade ellnlna un
Patanar \l tal na lorna de enagrecl nento e
desldrataçao. Este dano e extrenanente dllrcll de curar (leva o dobro
do tenµo nornal, e custa o dobro de |ana µara Helllln), nesno
µara crlaturas regeneratlvas, cono Helllln e \eslµellls. E necessarlo
que o alvo seja tocado (usar DcIInLa¡ conta cono açao llvre) e lalhe
en seu teste de reslsténcla µara que este |anllesto lunclone.
Horda de Zabub
Heresla (Ceral)
O Hell l l n µode translornar seu corµo nuna horda
de noscas.
^ translornaçao requer un teste de \ontade, e
denora trés rodadas µara ser conµl etada. Durante
este tenµo, salrao lnsetos das rouµas, cabelos,
boca e outras µartes do corµo do µersonagen.
Enbora a horda nao reµresente µerl go real µara
quen estl ver µroxl no, servl ra cono un otl no nel o
de luga (al en de un reµul sl vo esµetacul o), µol s
nesta lorna o Hell l l n torna-se bastante dllrcl l
de ser destrurdo os l nsetos que loren nortos
sao reabsorvl dos µel os que vl eren en segul da, so
µodendo ser eletlvanente destrurdos µelo logo (e
lalanos aqul de nulto logo: so a quelna de todos
os l nsetos destrul rl a o Hell l l n). ^ reconstl tul çao
do corµo do µersonagen tanben denora trés rodadas,
e dl sµensa testes.
Ocultaçao da conscléncla
^ugurlo (Subj etlvo)
O Hell l l n enbota o senso de noral l dade no al vo,
o que nao o torna necessarl anente nal l gno, nas o
del xa a nercé de seus l nµul sos, lazendo
µratlcanente tudo que lhe ven a cabeça. Se, µor exenµlo, qulser
algo, slnµlesnente tonara µara sl, nao lnµortando o que deva ser
lelto. Ele nao ten arreµendlnento, conµalxao ou culµa (conceltos
llgados a noral), aglndo µor µuro lnstlnto (ate o lln do elelto, e
claro).
O al vo ten dl rel to a un teste de Resl sténcl a
µara evl tar os elel tos deste |anl lesto, que dura
una seqüéncl a .
Olhar ^lém da |ortalha
^ugurlo (Ceral)
Este |anl lesto µernl te ao Hell l l n enxergar os
lantasnas e outras crl aturas denonracas de
exl sténcl a extra-corµorea, cono Chul s ou Dannatus.
Un sucesso e o bastante µara descerrar as
cortl nas do nundo dos nortos µor una seqüéncl a.
Entes lantasnagorlcos se aµresentan con lorna
transl úcl da e con un brl l ho esverdeado aos ol hos
do Hrbrl do. Hote que ver un lantasna nao habl l l ta
o Hell l l n a lal ar con el e ou control a-l o (nao sen
o auxrl l o de outros |anllestos), e a ben da verdade,
a nal orl a dos lantasnas nao µassa de energl a
µsrqul ca en deconµosl çao (vej a o caµrtul o Dc DcI I o
IcpLI I I co) contudo, µara os necronantes con os
µoderes certos, este µoder e lnestlnavel, servlndo
cono µorta de entrada µara un nundo de
µ o s s l b l l l d a d e s .
Palmas de Colab
Dor (O|enslvo lndlreto)
O Hell l l n µode usar a sl nesno cono arna de
ataque, l nll anando as µal nas das naos con una
energl a negra e sul lurosa.
O ataque a adversarl os deverao ser conduzl dos
conlorne os costunelros testes de Perrcla, con
nargen l gual a Rell exos + Luta (este |anl lesto
conta cono açao l l vre, µernl tl ndo atacar na rodada
de l nvocaçao), e as PaInas causan o dano bruto da
l nvocaçao + Força + sucessos do ataque.
Cada lnvocaçao das PaInas cc CoIaI da dlrelto a un ataque
caso o µersonagen lalhe (ou o alvo se esqulve), a energla e µerdlda.
Presença Hegra
Heresla (Ceral)
O Hell l l n l rradl a una aura de nedo que aleta
as µessoas de una nanel ra ben sutl l . El as o evl tarao
e larao o µossrvel µara µassaren desaµercebl das
µor el e, nao tonando nenhuna atl tude que o
desagrade, a nao ser que nao haj a nal s al ternatl vas.
Oual quer açao dl reta tonada contra o Hell l l n ten
un aj uste de -1 en sua nargen de sucesso, graças
FAeclrlvm. MArllLe+ce¬Fl+LAle
7b
ao nedo lnstlntlvo do alvo.
Para l sso, o j ogador deve ser ben sucedl do nun
teste de \ontade a lntensldade do sucesso lndlca
o nrvel de Esµrrlto naxlno atlngldo µor este
µoder. Oual quer ser con o Esµrrl to suµerl or aos
sucessos consegul dos µel o µersonagen nao e aletado
µel o |anl lesto.
Hao sao necessarl os testes de resl sténcl a.
Presente de Hahema
Dor (Ceral)
O Hell l l n µode translerl r µara un al vo todos
os lerlnentos solrldos durante a últlna rodada (aµenas).
O jogador escolhe un alvo e laz un teste de \ontade cada
sucesso escoa un lerlnento µara a vrtlna, ate o naxlno solrldo no
últlno ataque (sen dlrelto a testes de reslsténcla).
Rancor
^ugurlo (Subjetlvo)
O Helllln lncute lrustraçao e ralva nun alvo, o que o delxa
lrrltadlço e agresslvo.
O µersonagen deve ver o al vo e o j ogador µrecl sa
ser ben sucedl do en un teste de \ontade o
núnero de sucessos l ndl ca µor quantas rodadas sua
lúrl a µode ser l ncl tada . Hote que o al vo nao se
torna lrraclonal ou estúµldo, e geralnente ele
tentara ¨racl onal l zar" sua ral va (¨agucI c no] cnIo
ccvc csIa¡ guc¡cnco nc assaI Ia¡/`), a µrocura de
un µretexto µara escoar sua agressl vl dade. Fl nda
a duraçao do |anl lesto, o al vo vol ta a sl
reµentl nanente, conluso e µerµl exo.
O al vo ten dl rel to a un teste de resl sténcl a.
Sussurro de Samael
^ugurlo (Ceral)
O Hell l l n µode l nvocar l nsetos e vol ta-l os
contra un al vo. ^ dl versl dade de esµecl es deµende
do l ocal (geral nente baratas, noscas, l acral as e
µercevejos sao conuns en qualquer lugar) e enbora
sej a dl lrcl l que o ataque de tal s crl aturas sej a
l etal , el e e no nrnl no reµul sl vo. Hornal nente, a
quantl dade destes seres que atende ao chanado e
nul to grande (a nao ser en anbl entes l ncrl vel nente
l l nµos, cono os l aboratorl os da R^|), e a nuven
de l nsetos l nl be a vl sao do al vo (aj uste de
ceguel ra) e atraµal ha suas ações (dl nl nul a nargen
µara testes de Perrcl a en un núnero de µontos
lgual aos sucessos obtldos na lnvocaçao). ^ nuven de lnsetos
resµonde aos conandos do Hrbrldo conjurador, nas se dlsµersa
quando lora de seu canµo de vlsao.
Este µoder dura µor una seqüéncla, ou ate que o Helllln o
desatlve.
Toque do lncubo
Dor (Ceral)
O Hell l l n µode curar seus Patanares \l tal s
¨drenando" energla de seus alvos.
O µersonagen deve tocar o alvo e o jogador µreclsa ser ben
sucedldo en un teste de \ontade cada sucesso drena un Patanar
do alvo µara o Helllln (este |anllesto conta cono açao llvre,
µernltlndo un toque na nesna rodada da lnvocaçao). Hote que
aµenas Patanares nao ¨lerldos" µoden ser drenados, e so ate o
nrvel naxlno do Helllln.
MlvLL TRLe
^ssombraçao de Eras
^ugurlo (Ceral)
O Hell l l n traz do µassado l ongrnquo atos
vl ol entos ou terrrvel s que tenhan acontecl do nun
deternl nado l ocal a cena desenrol a-se novanente,
con µersonagens e cenarl o cono loran a data de
seu aconteclnento, sobreµostas ao cenarlo atual con aµaréncla
vaµorosa e translúclda. ^ grande vantagen deste |anllesto e que
deternlnados aconteclnentos µoden ser conllrnados µelo
testenunho ocular do Hrbrldo, e deµendendo do µoder do
conjurador, ate eventos ocorrldos ha seculos µoden ser renontados.
^ llnltaçao e que aµenas latos vlolentos, torµes ou brutals (cono
assasslnatos, tralções ou nlssas negras) µoden ser renontados,
µols os nesnos delxan una lnµressao µsrqulca nulto lorte no
local onde aconteceran. Un desagradavel elelto colateral e que a
cena val reµetlr-se aleatorlanente de tenµos en tenµos aµos o
uso deste µoder nun local, o tornando eletlvanente assonbrado.
O jogador testa \ontade e deve dlvldlr os sucessos da lnvocaçao
entre ¨tenµo" e ¨area": cada sucesso dedlcado ao ¨tenµo" o laz
recuar en dez anos, e dez netros quadrados sao garantldos µor
sucesso en ¨esµaço".
Caµtura da ^lma
Dor (Ceral)
O Hell l l n e caµaz de absorver energl a vl tal e
translorna-la en |ana.
Para l sso, o µersonagen deve tocar un al vo e o
j ogador µrecl sa ser ben sucedl do en un teste de
\ontade (l nvocar a CapIu¡a e una açao llvre)
cada sucesso extral un Patanar \l tal do al vo e o
converte en |ana µara o Hell l l n, µodendo ate
exceder seu nrvel naxl no (os µontos excedentes
desaµarecerao a razao de un µor hora).
Para evl tar a µerda de Patanares, o al vo ten
dl rel to a un teste de resl sténcl a.
Coagular a Selva da \lda
Dor (O|enslvo dlreto)
O Hell l l n torna-se caµaz de coagul ar o sangue
de suas vrtl nas, µodendo l eva-l as a norte.
Para lsso, ele µreclsa tocar o alvo o jogador
deve ser ben sucedl do nun teste de \ontade (l nvocar
este |anl lesto conta cono açao l l vre). O dano
bruto da l nvocaçao dl z quantos Patanares \l tal s
sao µerdl dos con a coagul açao. ^l vos hunanos
geral nente solren nal s l ntensanente as conµl l cações
deste |anl lesto, µol s coagul os ll utuando en suas
correntes sangürneas µoden l eva-l os a entuµl nen-
to de arterlas e una serle de conseqüéncla terrrvels, cono ^\C
(^cldente \ascular Cerebral) ou ataques cardracos se a lntensldade
do sucesso lgualar o Frslco de un alvo hunano (con µoderes
sobrenaturals ou nao), ele cal vrtlna de alguna destas enlernldades.
O alvo ten dlrelto a un teste de reslsténcla µara evltar os eleltos
do |anllesto.
Corµorl|lcar Fantasma
^ugurlo (Ceral)
O Hell l l n µode crl ar un corµo transl torl o µara
un lantasna a sua escol ha e necessarl o que o
Hrbrl do sal ba o none de batl sno do al vo que desej a
¨corµorl ll car", que nao µode estar norto a nal s
de cl nqüenta anos (lantasnas nul to antl gos j a
µerderan nul tas de sua nenorl as e senso de
lndlvldualldade, o que os torna de µouca
u t l l l d a d e ) .
O Húnero de sucessos en un teste de \ontade
deve ser dl strl burdo entre suas Caracterrstl cas
Corµus (calcule os Patanares \ltals nultlµllcando Frslco µor 2)
as Caracterrstlcas |ens e Esµeclallzações deven µrovlr do µroµrlo
alvo. O lantasna lncarnado atraves deste µoder llca subnetldo a
vontade do Hrbrldo (en lunçao do |ana que conµõe seu corµo
µrovlr do conjurador), e segulra suas ordens, enbora µrocure as
dlstorcer de acordo con seu lnteresse. Hote que este corµo e lragll
e elénero, belrando ate nesno o grotesco: atlvldades lrslcas lntensas
(cono conbate ou servlços braçals) o destroen raµldanente. Se
nao lor subnetldo a nanutençao constante (novas conjurações deste
|anllesto sobre un esµectro encarnado lunclonan da nesna lorna
que Sop¡o cc IcpLcsL con os nortals), ele µerde un Patanar \ltal
µor dla, ate se deslazer µor conµleto.
Fantasnas l l vres deste µoder tanto µoden se
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
76
sentlr gratos cono olendldos con o conjurador, deµendendo das
clrcunstánclas de servldao e do tratanento dlsµensado µelo Helllln.
De|ormar o Barro de ^dao
Dor (O|enslvo dlreto)
O Hell l l n µode delornar al vos con o toque,
causando sedl nentações osseas, l nversao de
artl cul ações e outras delornl dades (l nvocar este
|anl lesto e una açao l l vre). ^l en do dano bruto
decorrente da l nvocaçao deste |anl lesto, cada
sucesso e dlnlnul en un µonto a nargen de sucesso µara todos
os testes de Perrcla. Crlaturas con µoderes regeneratlvos µoden
curar estas delornldades nornalnente, nas elas sao µernanentes
µara seres hunanos.
O alvo ten dlrelto a un teste de reslsténcla.
Crllhões de Carne
Heresla (Subjetlvo)
O Helllln µode llteralnente µrender un denônlo a sua lorna
lrslca. O elelto e µarecldo con a SonI¡a co Sono cc Az¡aII, so que
aµllcado a denônlos.
Testando \ontade, o jogador µode lnduzlr o alvo a un estado de
cona artlllclal, desde que este lalhe en seu teste de Reslsténcla.
Un denônlo en cona µode ser desµertado µor un lorte golµe
(l.e.: algo que cause dano), enbora contatos lrslcos nals leves nao
o laçan.
Cono con a SonI¡a co Sono cc Az¡aI I , este
|anllesto dura ate una hora aµos o conjurador
retl rar-se do l ocal onde se encontra o al vo.
Hallto escaldante
Heresla (O|enslvo lndlreto)
O Hell l l n cosµe logo, cono os denônl os das
l e n d a s .
O logo ten al cance l gual a (Esµrrl to x 2)
netros, e causa quelnaduras horrrvels, delxando una lunaça con
odor de enxolre no ar. O Hrbrldo deve lazer un teste de Perrcla, con
nargen lgual a Rellexos + Frslco (lnvocar o IaIIIo conta cono
açao llvre, o que µernlte o teste de ataque na nesna rodada) ao
dano bruto do |anllesto sona-se os sucessos do ataque, e as
quelnaduras ocaslonadas µor ele dlnlnuen a caµacldade
regeneratlva do alvo a netade.
Luxurla da Sucubo
^ugurlo (Subjetlvo)
Un dos |anl lestos ^bl ssal s nal s sutl s. Un al vo
conlrontado con este µoder sera tonado de extrena
llbldo e desejo totalnente orlentados µelo
Hell l l n. Oual quer µessoa que o Hrbrl do l ndlcar
µodera ser o obj eto de desej o do al vo (l ncl ul ndo
o µroµrlo lnvocador, se ele assln desejar), que
lara tudo ao seu al cance µara consegul r o que
quer coneçando µelos nelos nals raclonals, e se desesµerando
quando llcar sen alternatlvas.
O alvo voltara ao nornal assln que tlver sldo satlslelto, nas
ten antes o dlrelto a un teste de reslsténcla µara evltar os eleltos
deste |anllesto.
|ascara do esµirlto
Heresla (Ceral)
Este |anl lesto nascara a aura do Hell l l n de
nodo que el e µareça un denônl o. Crl aturas
sobrenaturals ou vldentes verao a aura do
µersonagen extrenanente escura, con lanµejos
vernelhos, e o ldentlllcarao lnedlatanente cono un sheollta,
enbora a classe deµenda dos sucessos conseguldos na conjuraçao
do |anllesto:
Sucessos: ^ura emulada:
1 |erl'ln
2 Lllln
J ^luqat
4 Chul
b Zabub
6 Se'lrln
7 Hahash
8+ Baalln
Henhun denônlo e suµerlor aos Baalln, de nodo que e
lnµossrvel enular una aura nals negra. Este |anllesto e útll µara
slnular un µoder que o Helllln talvez nao tenha e consegulr certa
nobllldade entre satanlstas e denônlos nenores, nesno as leras
lnlernals nals µoderosas hesltarao en atacar lnedlatanente un
denônlo que esteja en ^danah, acredltando que loran conjurados
µor alguen. Hote que esta nascara e una aura artlllclal sobreµosta
a aura real do Helllln, de nodo que sua duraçao nao e µernanente
a nascara µerslste µor un núnero de horas lgual aos sucessos
conseguldos en sua conjuraçao.
Hecromancla
^ugurlo (Ceral)
Os Hrbrldos µoden evocar esµectros oraculares e consegulr
algunas lnlornações con eles. Sob nultos asµectos, este |anlles-
to e una evoluçao de CuI]a o Helllln µode lnvocar un lantasna
e questlona-lo a resµelto de un assunto que o nesno donlne. ^o
contrarlo de CuI]a, a aµarlçao lnvocada nao µode nentlr, e val alen
do ¨sln" ou ¨nao" en suas resµostas esµectros oraculares sao
aµarlções con una longa data de µeregrlnaçao sobre a terra, e a
nalorla deles ja µerdeu seu senso de µersonalldade, enbora tenha
adqulrldo una grande quantldade de conheclnento oculto no
µrocesso. Contudo, e necessarlo un µequeno sacrllrclo en sangue
µara garantlr a lldelldade das lnlornações obtldas con eles o
sangue lnortal do µroµrlo Helllln (un P\ de dano).
O jogador entao laz un teste de \ontade µara convocar seu
oraculo: o sucesso lndlca que ele surge, abatendo-se sobre o san-
gue cono os sedentos o larlan sobre a agua. O Helllln entao
µergunta sobre o que deseja saber, que lnlornações quer cada
sucesso da dlrelto a una µergunta que recebera una resµosta dlreta,
dentro das caµacldades da sonbra evocada. ^µos resµonder as
µerguntas, o esµectro se retlra.
Una lalha crrtlca lndlca que a evocaçao lunclonou, nas nao
trouxe exatanente o que o Helllln querla, e esta nova entldade
contlnuara o assonbrando e atornentando, ate que seja exµulsa ou
saclada.
Olhar do Baslllsco
Dor (Subjetlvo)
Con aµenas un ol har, o Hell l l n µode causar una
extrena rl gl dez nos núscul os e nervos de un al vo.
Cada sucesso nun teste de \ontade nanten o
alvo ¨µetrlllcado" µor una rodada, caso ele lalhe
en seu teste de reslsténcla. Enquanto estlver
enrljecldo, o alvo nao consegue desenµenhar nenhuna
açao lrsl ca.
Sombras
Heresla (Ceral)
O Helllln µode convocar ¨sonbras", que sao seres lornados
µor naterla de µesadelos e energla µsrqulca densa. Estas sonbras
Lec rÀc LcLcRcec
DcIo¡na¡ o Da¡¡o cc ^dao tanben µode ser usado
slnµlesnente µara conlerlr una aµaréncla dllerente a alguen
(nortal ou nao). Heste caso, o |anllesto nao causa dano
algun (e µassa a ser conslderado cono da categorla ¨Ceral"),
e cada sucesso na lnvocaçao do |anllesto da dlrelto a una
nodlllcaçao (crlaçao de un slnal de nascença, dlnlnulçao ou
aunento do narlz, nudança no lornato de cada orelha e etc.).
Hote que e lnµossrvel nudar a cor da µele ou dos olhos, µols
este µoder nao alcança tals sutllezas, e qualquer nudança na
estrutura ossea causara dor e tornara o |anllesto Olenslvo
dlreto.
^lvos con µoderes regeneratlvos esµeclals, cono Helllln
e \erslµellls, µoden voltar a sua aµaréncla nornal quando
desejaren, sen necessldades de testes. |ortals (ou nesno
seres sobrenaturals con regeneraçao nornal) adotan as
nudanças en carater µernanente.
FAeclrlvm. MArllLe+ce¬Fl+LAle
77
nao tén vontade µroµrla, µols nao sao alnas auténtlcas. Ouando
chegan ao µlano naterlal, elas µreclsan de energla µara se nanter,
e atacarao qualquer alvo lndlcado µelo µersonagen.
Para extrar-las do Sheol, o jogador µreclsa ser ben sucedldo
nun teste de \ontade. ^ quantldade de sucessos lndlca quantas
sonbras sao chanadas. Cono dlto anterlornente, estas sonbras
µreclsan de energla µara se nanteren, e a extralrao dos seres vlvos
atraves do toque (elas atacan con nargen de sucesso lgual a sels
e con J dados de Perrcla, drenando un núnero de P\s lgual aos
sucessos de seus ataques). Sua energla, µoren, se dlsµersa con
nulta lacllldade, o que laz con que elas retornen ao lnlerno en
trés rodadas, caso nao conslgan extralr nenhun Patanar de energla.
Os alvos esgotados µor estas crlaturas norrerao, se exaurldos
totalnente.
MlvLL CLA+Rc
Barro de ^dao Bellal
Heresla (Ceral)
O Helllln con este |anllesto adqulre agora o µoder de convocar
µarte da esséncla negra do Sheol, e crlar una esµecle de golen de
ectoµlasna.
Essa crlatura e convocada atraves de un teste de \ontade, e
tera seus Patanares \ltals dellnldos µelo núnero de sucessos x10.
O nonstro e µor denals dlslorne e desµrovldo de lntellgéncla µara
servlr µara algo nals do que o conbate, obedecendo ao µe da letra
qualquer orden de seu crlador (ele nao µossul nenhuna lnlclatlva
ou crlatlvldade sua lntellgéncla e zero). Sua µarada de Perrcla
µara atacar e lgual ao núnero de sucessos conseguldo na lnvocaçao
(assln cono sua Força), e sua nargen e lgual a Esµrrlto +
Hlgronancla do lnvocador. Cono e extrenanente obtuso, esse
construto llcara conluso e lnatlvo con ordens nulto conµlexas ou
qualquer outra colsa que exlja algun grau.
O nonstro senµre aconµanhara seu nestre e sua esséncla
sera dlsµersada e devolvlda ao Sheol caso este assln declda.
Bestlalldade
^ugurlo (Subjetlvo)
O Helllln suµrlne a lntellgéncla do alvo, estlnulando en seu
cerebro as lunções anlnals nals balxas.
Se lalhar en seu teste de reslsténcla, a lntellgéncla do alvo e
reduzlda a zero µor una seqüéncla, e ele llca entregue a µarte lnstlntl-
va de sua nente: a únlca colsa que ele conµreende e sua µalxao
µrlnltlva. ^lvos assln nao sao necessarlanente nallgnos, nas
tornan-se µerlgosos µor sua lalta de dlscernlnento eles nao
racloclnan: reagen, nao µeden: tonan, e quando nao logen do
µerlgo, lutan µara natar ou norrer. |agla ou arnas estao lora de
cogltaçao aqul, µols deµenden do lntelecto µara lunclonar, e una
vasta nalorla das Esµeclallzações estao vetadas ao alvo.
^o llnal dos eleltos deste |anllesto, o choque de retorno da
conscléncla delxa o alvo sen sentldos.
Esconder-se sob a |ortalha
^ugurlo (Ceral)
O Helllln µode vlbrar seu corµo-esµrrlto a una grande veloclda-
de, o µassando µara a reglao µsrqulca en que estao os lantasnas.
lsso o torna lntangrvel (alen de lnvlsrvel) e caµaz de µassar µor corµos
solldos sen µroblenas, nas o delxa totalnente lncaµaz de lnteraglr
con o nundo lrslco na verdade, sen o µoder CILa¡ aI¡avcs ca
/o¡IaILa ele sequer sera caµaz de enxerga-lo. Heste estado o Hrbrldo
tanben µode lnteraglr ¨llslcanente" con lantasnas, enbora a
nalorla deles seja µor denals aµatlca e deconµosta µara olerecer
algun rlsco (o Helllln contlnua con todos os seus µoderes e |ana),
nas µerde a caµacldade de lnteraglr con o nundo lrslco (nao µode
aleta-lo atraves do nundo das sonbras) exceto atraves dos µoderes
de ^ugúrlo.
O Helllln µode voltar ao nundo dos vlvos quando desejar.
Esconjuraçao
Heresla (Subjetlvo)
Un denônlo µode ser exµulso de seu corµo con este |anllesto.
O jogador µreclsa ser ben sucedldo nun teste de \ontade. Hote
que lsso sera esµeclalnente útll contra denônlos que µreclsan de
un corµo lrslco µara se nanllestar, cono Dannatl ou Chuls, nas
µratlcanente nao aletara seres con lorna naterlal µroµrla, cono
^luqat ou Lllln. Hestes casos, os denônlos sao esconjurados
tenµorarlanente de volta µara o ^blsno, µodendo retornar en un
núnero de dlas lgual ao Esµrrlto do esconjurador.
O alvo ten dlrelto a un teste de reslsténcla µara evltar os elel-
tos do |anllesto.
Furto de Poder
Dor (Ceral)
O Helllln µode roubar un µoder nrstlco de seu alvo caso este
lalhe en seu teste de reslsténcla.
Para lsso, o Hrbrldo µreclsa lerl-lo en conbate (con arnas
brancas ou corµo-a-corµo) e o jogador deve lazer un teste de \ontade
(lnvocar o /u¡Io conta cono açao llvre) o núnero de sucessos
obtldos dlz µor quantas rodadas o µoder e translerldo µara o Helllln,
llcando lnatlvo en seu µossuldor orlglnal. Trate o novo µoder cono
un |anllesto ^blssal, usando \ontade cono Parada de dados e
Esµrrlto + Hlgronancla cono nargen de Sucesso.
Hao sao necessarlos testes de reslsténcla.
|aldlçao
^ugurlo (Subjetlvo)
O Helllln lança naldlções terrrvels con este µoderoso |anllesto.
O jogador deve escolher que area da vlda do alvo aletara: Corµo
(Perrcla), ^lna (\ontade) ou |ente (Presença), e testar \ontade
cada sucesso atrlbul una lalha crrtlca autonatlca ao alvo na açao
que µedlr a µarada ¨analdlçoada". |aldlções µara o Corµo (Perrcla)
aletan testes con Esµeclallzações e costunan colocar o alvo en
sltuações bastante conµllcadas, analdlçoar a |ente (Presença) ge-
ra sltuações enbaraçosas ou µerlgosas, deµendendo do contexto e
naldlções as ^lna (\ontade) causan lalhas crrtlcas en testes de
reslsténcla a nagla e lnvocaçao de µoderes. ^s lalhas crrtlcas causa-
das µor este |anllesto acontecen seqüenclalnente, e llcan
¨guardadas" ate que o alvo use a µarada lndlcada, sen llnlte de
tenµo. |aldlções da alna sao esµeclalnente µerlgosas µara os
Hrbrldos, µols acaban atralndo µontos de Danaçao (os Helllln
µoden usar o PIIuaI cc Pu¡IIIcaçao alternatlvanente µara ellnlnar
¨µontos de naldlçao", evltando assln a Danaçao que causarlan).
O alvo ten dlrelto a un teste de reslsténcla µara evltar a
naldlçao, nas una vez atlva, ela µerdura ate que se cunµra (l.e.:
dura ate que todos os sucessos do teste de lnvocaçao se traduzan
en lalhas crrtlcas µara o alvo, a exceçao do caso aclna).
|ana Calclnante
Dor (O|enslvo dlreto)
O Helllln usa a lorça de seu |ana µara quelnar un alvo vlvo.
O jogador deve ser ben sucedldo en un teste de \ontade e
encarar o alvo o |anllesto causa o dano bruto no alvo alen de
delxa-lo en chanas o dano do ataque orlglnal dlnlnul en un
Patanar \ltal a cada rodada, ate a extlnçao do logo. Crlaturas
regeneratlvas µoden aµagar estas chanas nrstlcas slnµlesnente
regenerando o dano do µrlnelro ataque. |ortals geralnente norren
en decorréncla deste |anllesto.
Os alvos ten dlrelto a un teste de reslsténcla µara evltar estes
eleltos, nas nao µreclsa ser tocado µara que este µoder seja
aclonado.
Hecrose
Dor (O|enslvo dlreto)
O Helllln torna-se caµaz de aµodrecer carne vlva con o toque.
Para aµodrecer un nenbro, o µersonagen µreclsa toca-lo e o
jogador deve ser ben sucedldo nun teste de \ontade (Icc¡osc conta
cono açao llvre, de nodo que o toque µode acontecer na nesna
rodada) a necrose lnutlllza o nenbro e causa 1 P\ de dano µor
sucesso. ^o ser usado na cabeça, este µoder solre un redutor de J
µontos na nargen de sucesso, nas nata vrtlnas hunanas e
desacorda alvos sobrenaturals ate que sua regeneraçao entre en
açao. Hunanos que tenhan nenbros aµodrecldos µreclsan
deceµa-los, ou a necrose se esµalhara µelo corµo. Crlaturas
regeneratlvas os curarao no dobro do tenµo nornal.
O alvo ten dlrelto a un teste de reslsténcla µara evltar os eleltos
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
78
do |anllesto.
Servldao Demoniaca
Heresla (Subjetlvo)
O Helllln µode lnduzlr denônlos nenores a servldao con o
uso deste |anllesto cono lllho de un ^njo Cardo e µossuldor de
un vrnculo con o Sheol, ele µode lazer uso da µrerrogatlva lrreslstrvel
da hlerarqula entre denônlos. Forçar a servldao nao e lacll: o Hrbrldo
usa sua vontade µara obter suµrenacla sobre outro denônlo (que
ten dlrelto a un teste de reslsténcla). Se lor subnetldo, o alvo deve
lazer un servlço µara o Helllln, transltorlanente seu regente, sen
dlrelto a recusas (enbora laça o µossrvel µara dlstorcer as ordens
recebldas denônlos sao caµrlchosos e arrogantes, de nodo que
a servldao os olende µrolundanente), sendo llberado aµos sua
reallzaçao (note que ¨lazer o servlço" nao e o nesno que ¨lazer o
servlço do jelto que o Hrbrldo quer"). Cono benelrclo adlclonal,
enquanto estlver a servlço de un Helllln, o denônlo nao µode ataca-
lo.
Teorlcanente, os Helllln µoden usar este µoder contra qualquer
denônlo, vlsto que, cono os grandes Baalln, sao lllhos de anjos
cardos (a ellte do lnlerno) e estao en seu nundo de µoder, ^danah.
Contudo, na µratlca, µoucos dos grandes denônlos nao terao µoder
naglco sullclente (l.e.: una CR^HDE µarada de \ontade) µara
escaµar ao jugo da Sc¡vIcao, e nesno aqueles que sucunblren
con certeza janals esquecerao essa hunllhaçao.
MlvLL Clrcc
Fogo Fatuo
Dor (O|enslvo dlreto)
^ssln cono o logo de Santelno reµresenta a quelna de gases
orlundos da deconµoslçao de cadaveres, o /ogo /aIuo ^blssal
reµresenta a quelna do µoder dos lnlnlgos do Helllln. O Hrbrldo
usa este |anllesto contra alvos que tenhan una reserva de Poder
(todos os conjuradores de nagla que nao sejan Helllln) ou contra
sua µroµrla esµecle (aletando |ana), destrulndo sua reserva de lorça
nrstlca e causando grandes danos no µrocesso cada sucesso na
conjuraçao deste |anllesto laz con que un µonto de |ana ou Poder
se ¨quelne", alen do dano bruto causado ao alvo. ^s quelnaduras
sullurosas causadas µor /ogo /aIuo sao horrlvelnente dolorosas,
lnµondo un ajuste extra de -1 as µenalldades lnµosta µor dano.
Hao e necessarlo tocar un alvo µara usar este |anllesto, nas
ele ten dlrelto a un teste de reslsténcla.
|anto Hegro do Caido
Heresla (Ceral)
Este |anllesto µernlte ao Helllln assunlr o asµecto denonraco
relerente a hlerarqula de seu Pal. ^ translornaçao leva una rodada
e olerece dlversos benelrclos: µrlnelro, nortals con Esµrrlto nenor
que o do Hrbrldo deven testar \ontade ao vé-lo, con nargen lgual
a lntellgéncla + Esµrrlto, ou luglrao aµavorados, con os nelhores
recursos a sua dlsµoslçao, en vlrtude do nedo atavlco e lnortal
dos denônlos, relorçado atraves de gerações de lendas horrrvels,
segundo, o Hrbrldo sona un bônus lgual a (Esµrrlto) a sua µarada
de \ontade µara todos os testes de lnvocaçao dos |anllestos de
Heresla, e tercelro, o Helllln ganha un bônus +1 en todas as suas
Caracterrstlcas Corµus. Hote que nanter esta lorna ten seu custo:
ela ten una duraçao lnlclal en rodadas lgual a lntensldade do
sucesso de sua conj uraçao (nao consl dere a rodada de
translornaçao), e custa un µonto de |ana µara ser nantlda µor
lgual µerrodo (ou seja, quatro sucessos na conjuraçao do /anIo
Icg¡o garanten que a lorna lnlernal µode ser nantlda µor quatro
rodadas, custando nals un µonto de |ana µara cada quatro rodadas
en que seja nantlda). Castar |ana µara nanter o /anIo conta cono
açao llvre.
O Helllln µode se descartar de seu asµecto denonraco antes
do llnal do elelto do |anllesto.
|etade Hegra
Dor (Subjetlvo)
O Helllln lorça o alvo a conlrontar sua ¨netade negra" una
esµecle de coµla negatlva, con todos os talentos e µossrvels µode-
res que ele µossul. ^ crlatura e una llusao vlsta aµenas µelo alvo,
con una dllerença µoren: ela tera conslsténcla e corµo µara ele.
lsso laz con que estas crlaturas nao escarneçan slnµlesnente de
seus géneos, nas que os ataquen con un odlo assasslno e
lrraclonal. ^ vrtlna realnente acredlta que o ¨doµµleganger" e real,
ao µonto de ser lerlda µor ele. Claro que a recrµroca tanben e
verdadelra caso o alvo acredlte que ja castlgou sua coµla o
bastante µara que ela seja destrurda, e o que acontecera.
Para lnvocar a |etade Hegra, o jogador µreclsa ser ben sucedl-
do nun teste de \ontade a quantldade de sucessos dlta o llnlte
dos µoderes da coµla nenhuna de suas Caracterrstlcas, µoderes,
Esµeclallzações µode ser nalor que a lntensldade do sucesso da
lnvocaçao (os P\s deven ser ajustados caso o Frslco do nonstro
nao alcance o nrvel do orlglnal). Hote que a crlatura surglra con
todos os µoderes e habllldades do alvo (ate o nrvel µernltldo µelos
sucessos da lnvocaçao), e tanben qualquer colsa que ele µorte no
nonento en que lol subnetldo ao |anllesto, e senµre o atacara
lutando ate a norte.
|orte em vlda
^ugurlo (Ceral)
Este |anllesto ten a caµacldade de µrender una alna en seu
corµo aµos a norte. O Helllln deve ter µortanto un cadaver
relatlvanente lntacto a sua dlsµoslçao µara que este µoder seja
ellclente (a µessoa nao µode estar norta a nals de trés dlas, e µelo
nenos 70° do corµo µreclsa estar µresente, alen da cabeça).
O jogador deve testar \ontade o núnero de sucessos obtldos
deve ser lgual ao Esµrrlto do norto µara que seja µossrvel revlvé-lo
(nao se trata, contudo, da verdadelra lndlvldualldade que retornou
da norte, nas de seu rellexo µsrqulco).
^o retornar da norte, o alvo tén todos os Patanares \ltals e
caµacldades que µossura en vlda, nas µerde un Patanar µor dla
de µernanéncla en ^danah e un ajuste de -1 na nargen de suces-
so µara cada dols dlas, graças a deconµoslçao que nao cessa.
Enbora slgan as ordens dos Helllln, estes nortos-vlvos sentlrao
grande dor e desesµero, lnµlorando constantenente µor sua
llberdade. De lato, deµols de quatro ou clnco dlas nultos deles serao
so una µllha de carne µodre e ossos quebradlços, tendo nulto µouca
ou nenhuna utllldade µara seus nestres. Ou talvez nao.
Pesadelo Perene
^ugurlo (Subjetlvo)
O Helllln µode lnlluenclar a µalsagen onrrlca de un alvo, o
µrendendo no seu µlor µesadelo. Este deve estar dornlndo ou
desacordado µor qualquer notlvo o |anllesto nao lorça o sono
da vrtlna e cada sucesso no teste de \ontade do jogador lorça o
alvo a µernanecer en estado de sono µor olto horas, vlvendo seu
µesadelo con un reallsno terrrvel, nada acordara o sonhador ate
que todo o elelto de PcsaccIo Pc¡cnc se dlsslµe. O Helllln nao crla
ou lnlluencla o sonho do alvo, aµenas o joga nas nals obscuras e
µerlgosas areas de seu subconsclente. ^µos desµertar do µesadelo,
alvos nortals estao no llnlte de suas lorças e sanldade, e deven
testar \ontade, con nargen lgual a Esµrrlto + lntellgéncla una
lalha lndlca que a tensao µsrqulca lol nulto lntensa e o alvo norreu.
^lvos deste |anllesto tén dlrelto a un teste de reslsténcla µara
evltar seus eleltos.
\lajante do ^blsmo
Heresla (Ceral)
O Helllln µode usar sonbras µara lr de un lugar a outro ele
nergulha en una sonbra e sal en algun outro µonto onde haja
sonbras, llnltado µor sua vontade e habllldade. Para lr a una
localldade, o Hrbrldo deve conhecé-la µrevlanente (µessoalnente
ou µor outro nelo que lorneça detalhes esµecrllcos cono lotos ou
lllnes naµas e descrlções sao nulto generlcos e dlstantes da
realldade objetlva µara servlren de µonto de releréncla): ele entao
salra en qualquer sonbra dlsµonrvel no µonto escolhldo. ^ vlajen
costuna levar aµenas una rodada (o tenµo e a dlstáncla se seµaran
quando se usa este |anllesto) e o |estre µode exlglr nals sucessos
µara travesslas nulto dlstantes un sucesso µode levar o Hrbrldo
µara qualquer lnedlaçao do balrro, µor exenµlo, nas cruzar a clda-
de µoderla exlglr dols sucessos, vlajar µelo µars, trés, lr a outro µonto
do contlnente, quatro, cruzar o nundo µoderla exlglr clnco ou nals
sucessos.
FAeclrlvm. MArllLe+ce¬Fl+LAle
79
Falhas crrtlcas durante o uso deste |anllesto µoden ser
esµeclalnente rulns (¨que lugar escuro e esse³ O que lol lsso, una
rlsada³!").
Fl+LAle
Os rltuals sao a versao Helllln µara ^lta |agla. En geral, sao
nals denorados e conµlexos de se usar que os |anllestos, e µoden
ou nao ser evocados en conjunto. Hos aµresentanos aqul aµenas
alguns µoucos rltuals cono os Helllln ten una nalor lacllldade
en lldar con seus |anllestos, µoucos sao os Hrbrldos enµenhados
en desenvolver e dllundlr rltuals.
Cono reµresentan un donrnlo nalor de nagla que os
|anllestos, que sao µratlcanente lnatos, os rltuals estao vedados
aos µersonagens recen crlados, con exceçao do PIIuaI ca
Pu¡IIIcaçao, que qualquer Helllln conhece. Todos os outros rltuals
deven ser adqulrldos con µontos de exµerléncla, e obedecen as
llnltações baslcas da conµra de |anllestos nenhun µersonagen
µode conhecer Rltuals cujo nrvel exceda sua Parada de \ontade.
LeArLc Fl+LAle
Cono ja lol dlto, reallzar rltuals nao e tarela lacll. Para cada nrvel
de rltual, na nalorla dos casos, e necessarlo un µartlclµante
assln, nultos dos rltuals de segundo nrvel µreclsan de dols
µartlclµantes, no nrnlno, e assln µor dlante. Cada un dos
µartlclµantes µreclsa conhecer o rltual en questao asslsténcla
lelga nao ajuda en nada nessa sltuaçao. Ouando o rltual envolver
nals de un Helllln, sera senµre µresldldo µor un |estre Llturglsta
nao ha regras esµecrllcas µara a escolha de tal |estre, nas en
geral e o µersonagen con a nalor nargen de sucesso ou nalor
µarada de vontade. ^len dlsso, cada rltual leva un µerrodo de una
hora µara ser reallzado, nals J0 nln µor nrvel adlclonal aclna do
µrlnelro (µerrodo de 1hJ0nln µara o segundo nrvel, 2h µara o tercelro
e etc.).
^o lnrclo da llturgla, cada µartlclµante gasta un núnero de µon-
tos de |ana lgual ao nrvel do rltual, e a Parada de \ontade de todos
os µartlclµantes e sonada e rolada ao llnal do µerrodo de execuçao
µelo |estre Llturglsta e ele quen dlrlge as energlas nrstlcas
canallzadas µelos µartlclµantes e a nargen de sucesso e lgual a
lntellgéncla + Rltualrstlca (na nalorla dos casos). ^ descrlçao de
cada rltual dlz o núnero de sucessos necessarlo µara sua reallzaçao,
alen do benelrclo µossrvel de sucessos adlclonals. Una lalha lndlca
que o rltual lol lnútll, enquanto una lalha crrtlca causa una exµlosao
de energla naglca que causa dano (nao absorvrvel) lgual ao nrvel do
rltual, alen de lnµosslbllltar a lnvocaçao deste nesno rltual no
nesno lugar µor un µerrodo de (nrvel do rltual) dlas.
MlvLL '
Rltual da Purl|lcaçao
Todo Helllln clente de sua condlçao aµrende este rltual ele
acelera a dlsµersao das energlas noclvas da Danaçao, garantlndo
aos Hrbrldos tenµo µara µreµarar-se µara a Batalha lnevltavel.
Slnµles, en se tratando de un rltual, ele nao exlge lnstalações
esµeclals nen conjunções astrals esµecrllcas tudo o que e
necessarlo e una hora de tranqüllldade e una gravura de
aµroxlnadanente 1,bn de dlánetro do Selo de Salonao, lornada
µor un trlángulo negro e un branco entrelaçados.
Cada tlµo de Danaçao µreclsa de un rltual seµarado (nao se
µode ellnlnar Danaçao ^scendente e ^blssal nun nesno rltual), e
levara una hora, a desµelto de quantos µontos µreclsen ser
ellnlnados. O Hrbrldo µosta-se no centro do Selo e lnvoca energlas
µosltlvas, quando µara ellnlnar Danaçao ^blssal, e negatlvas, µara
a ^scendente, recobrando assln seu equllrbrlo.
^o llnal do rltual, o jogador testa \ontade, con nargen lgual a
lntellgéncla + Rltualrstlca cada sucesso ellnlna un µonto da
Danaçao escolhlda. Hao µoden ser executados dols ou nals rltuals
µara un nesno tlµo de energla consecutlvanente, llnltando assln
a execuçao do rltual µara una vez dlarla µara cada tlµo de Slna.
Rltual do \lajor dos Sonhos
Ouando un nelllln coneça a sonhar con seu Cenltor, e slnal
de que ja esta naduro µara o recrutanento, e geralnente un ou
nals lrnaos do novato na area tanben sao avlsados de sua
µresença. |ultos Helllln µreleren este rltual cono lorna de
estabelecer contato con o luturo µostulante, nun local en que ele
se sente seguro e onde a sltuaçao µarece ben nenos absurda do
que serla µossrvel nos seus sonhos.
Usando este rltual, un Helllln µode vlsltar os sonhos do outro,
cono se anbos µartllhassen a nesna µalsagen onrrlca (un
sucesso e o bastante µara a execuçao do rlto). Deve-se notar que o
rltuallsta nao controla de qualquer lorna os sonhos do lrnao vlsltado
(esta nao e una versao rltual de PcsaccIo Pc¡cnc ele e so un
esµectador) e qualquer tentatlva de agressao (nesno que verbal)
laz con que o subconsclente do alvo exµulse o lnvasor, lorçando
seu desµertar. O Hrbrldo deve saber quen e seu alvo (µreclsa vé-lo
ao nenos una vez, nesno en lotos ou gravações), e obvlanente
µreclsa esµerar que o nesno durna (este rltual nao lorça o sono).
Helllln exµerlentes tanben µoden usar este rltual cono lorna de
estabelecer contato en un anblente seguro e quase a µrova de
esµlões, conblnando un horarlo µara encontrar-se en sonhos
un dos Hrbrldos declara-se ¨anlltrlao" e recebe a Congregaçao en
seu subconsclente.
Cono nao ten µosslbllldade de ocaslonar danos aos seus alvos,
este rltual dlsµensa testes de reslsténcla.
AecLrLLr+L ¬ AeleeAL
Sln, anlgulnhos, e µossrvel conblnar-se |anllestos ^scendentes e ^blssals, cono o exenµlo do Cuerrllhelro Hans |üller no lnrclo
deste caµrtulo denostrou. Contudo, e µreclso ter bon senso, µols a natureza de alguns µoderes (as vezes do nesno gruµo e ate nesno
da nesna Eslera) e µor denals drsµare µara que sejan conblnados obvlanente, e lnµossrvel conblnar PaInas cc CoIaI (que exlge un
toque) con CcIsc¡ InIc¡naI (de ataque a dlstáncla), nesno se tratando de dols |anllestos ^blssals.
^ crlatlvldade dos jogadores sen dúvlda µode delxar alguns |estres µerµlexos, nas este e con certeza un dos asµectos µosltlvos do
jogo. \ejanos o segulnte exenµlo: un jogador crla una katana con Lspaca cc CaI¡IcI, e nun nonento de lnsµlraçao, dlz ao |estre que
lara un ataque conblnado con PaInas cc CoIaI, lnllanando a lánlna de sua arna, argunentando que a arna crlada e lelta de |ana
condensado µelo Hrbrldo e lunclona quase cono una extensao de seu corµo, µols desaµarece en µouco tenµo quando desllgada dele.
Ora, o argunento e valldo, e o |estre µode ou nao dar ouvldos a ele, nas devera aµresentar ao jogador un notlvo coerente (no caso de
recusa, µode argunentar que as PaInas nao adnlten un lnternedlarlo entre o conjurador e seu alvo alen de seu µroµrlo corµo).
Reconendanos aos |estres que anallsen con bons olhos sardas crlatlvas µara a conblnaçao e uso de |anllestos, nas negue
µrontanente lnvenclonlces sen base loglca que vlsen aµenas vantagens nunerlcas (conblnar PaInas cc CoIaI con una katana nornal
nao larla o nenor sentldo, µols trata-se de una arna totalnente desvlnculada da esséncla do Hrbrldo conjurador). Lenbranos tanben
que e lnµossrvel µara o Hrbrldo conblnar un núnero nalor de µoderes que o µernltldo µor sua µarada de \ontade, e que nao se µode
conjurar nals de un |anllesto de açao slnµles (a nalorla deles) na nesna rodada, enbora o Helllln µossa lazé-lo na rodada subseqüente
un µersonagen µode, µor exenµlo, lnvocar o /anIo /cIano¡Io cc /IgucI nuna rodada e conblna-lo, na rodada segulnte, con o
/anIo Icg¡o co CaIco, de nodo a obter todas as vantagens de anbos os µoderes(quase una dezena de µontos extras en Caracterrstlcas
Corµus, alen de benelrclos naglcos dlversos uau!).
Delxe que o bon senso seja o condutor e gula de sua crlatlvldade.
FEEELlÃC. AecLreÀc L CLLLA
80
Dadlva |anl|esta do Rellcarlo
Este rltual µernlte a un Helllln transnltlr una certa quantldade
de |ana µara un objeto que µassa a ser chanado ¨rellcarlo". O
rellcarlo µode ser qualquer colsa, desde que seja µossrvel transµorta-
lo lacllnente. ^ vantagen de µortar-se rellcarlo e que µode-se ter
acesso ao seu |ana sen a necessldade do Clanor.
O núnero de sucessos obtldos na lnvocaçao do rltual dlz quantos
µontos de |ana o Hrbrldo consegue arnazenar en seu rellcarlo
una lalha crrtlca, alen dos eleltos nornals, causa a destrulçao do
objeto. Drenar |ana do rellcarlo e una açao slnµles, e o Hrbrldo
µode escolher quantos µontos µretende usar sen necessldade de
testes. Una vez esgotado, un rellcarlo µreclsa ser reabastecldo con
un novo rltual.
MlvLL 2
Rltual do \éu do Temµlo
En sua busca µor µrlvacldade, os Helllln crlaran este rltual,
que canulla seus locals de reunlao aos olhos daqueles que nao
µossuen a chave µara encontra-lo. Os locals µrotegldos µelo \eu
deven ser narcados µelo |estre Llturglsta con un srnbolo qualquer
una cruz, una estrela de Davl, un µentaculo, nao lnµorta qual
e cada un dos Hrbrldos que va ter acesso ao local deve ter una
reµllca do nesno, chanada ¨Chave do Tenµlo" (nao e necessarlo
que o Helllln µartlclµe do rltual, desde que receba sua chave do
Llturglsta |estre). Este rltual torna lnvlsrvel aos nortals as atlvldades
desenvolvldas no lnterlor da area consagrada nesno crlaturas
sobrenaturals que nao dlsµonhan de µoderes esµeclals de detecçao
nada verlan ou ouvlrlan neste local. Tudo o que os Hrbrldos lazen
ou dlzen no lnterlor da area µroteglda µelo \eu µassa desaµercebldo,
µor nals esµetacular que seja.
Sao necessarlos dols Helllln µara este rltual, nas quanto nals
µartlclµantes, nelhor. O núnero de sucessos obtldos ao llnal do
rltual deven ser dlvldldos entre ¨area" e ¨rndlce de µroteçao"
cada sucesso destlnado a area cobre bn², e o núnero de sucessos
destlnados ao rndlce de µroteçao dlz a contagen nrnlna de Esµrrlto
que alguen deve µossulr µara atravessar o \eu, caso nao µossua a
Chave do Tenµlo un rndlce de µroteçao nalor que b garante
una quase µerlelta lnvlslbllldade. Oualquer observador con Esµrrlto
nenor que o rndlce de µroteçao do tenµlo nao vé nen ouve os
Helllln µresentes, enbora o restante do µanorana seja vlsto
nornalnente (novels, µortas, etc.). Hote que ¨lnvlsrvel" nao e
slnônlno de ¨lntangrvel", o que laz con que os Hrbrldos sejan tao
vulneravels no tenµlo cono en qualquer local caso alguen
conslga tocar un alvo µrotegldo µelo \eu, este torna-se
autonatlcanente µerceµtrvel. Flnalnente, µoderes senelhantes a
P¡onIIcao lndlcan una aura naglca no local, e observadores con
Esµrrlto suµerlor ao rndlce de µroteçao do tenµlo conseguen
enxergar nornalnente atraves do \eu.
Os eleltos deste rltual duran un clclo lunar lntelro (contado a
µartlr da lua en que lol executado).
O Chamado µara Congregar
Este rltual crla una esµecle de elo µsrqulco entre seus
µartlclµantes, de nodo que, quando un dos rltuallstas enltlr un
chanado, todos os outros saberao onde o nesno se encontra e se
ele esta en µerlgo. O chanado e nental e nao exlge qualquer eslorço
µor µarte do µersonagen, alen da vontade de enltl-lo (tratando-se,
µortanto, de una açao llvre). Deve llcar claro, contudo, que os
rltuallstas convocados nao receben lnµressões vlsuals de qualquer
natureza o chanado se nanllesta en seus alvos cono un
µressentlnento lrnµldo a resµelto da segurança e locallzaçao do
nenbro que o enltlu.
^ lntensldade do sucesso da lnvocaçao dlta quantos chanados
µoden ser enltldos (a desµelto do tenµo transcorrldo desde o rltual),
e eles sao conµartllhados µor todos os conjuradores.
Elegia
Quanto tempo durará a vida?
Para onde irão os mortos?
E, se… eles não forem para lugar algum?
Talvez o mais difícil seja falar sobre o início. Acho que pode ter sido uma idéia de alguma Congregação que já não tivesse
mais o que fazer… ou que já estivesse cansada de perder os seus, ou estivesse sentindo a dor que sinto hoje no peito, a saudade
pelos que já foram. Todos os anos eu venho até aqui, e encontro velhos Irmãos e Primos, e falamos dos que se foram, de suas
aventuras e de suas vidas…
Mas hoje eu estou aqui, sozinho, e isso me traz uma nova perspectiva desta celebração. Hoje, olhando para trás e vendo
todos os que ficaram pelo caminho, eu percebo que nós não celebramos os mortos, mas nos despedimos da vida. Pensando em meu
filho aadotivo, a minha mais desesperaada manobra para passar adiante meu legado, eu me arrependo das coisas que fiz e o disse, e
vejo que na minha tentativa de fixar-me ao mundo real, eu apenas afastei-me mais dele. Finalmente eu percebo que um dia ele
também se perderá para mim nas brumas do tempo, e se tornará, junto com sua mãe, apenas mais uma longínqua lembrança para
abrasar meu coração desgastado. E eu esquecerei o seu rosto, e o seu nome, e tudo que me restará será, talvez, uma foto velha. De
todas as criaturas deste mundo, eu sou a única que não pode gerar seus próprios irmãos – mais do que nunca, eu me sinto
sozinho, porque aqueles que podem fornecer-me companheiros e arrancar-me da solidão não se importam. Não se importam com a
carne que tornaram eterna… e isso me dá uma nova visão do sofrimento. Quantas pessoas já penaram o bastante para que a Dor
as olhasse nos olhos e as chamasse pelo nome? A verdadeira agonia não se limita a sentir a tortura ou o desespero; ela ganha nova
proporção quando se olha para frente e vê-se que o sofrimento cruzará mares de eternidade para alcançá-lo onde quer que você
vá.
Eu observo a pequena copa da qual eu sorvo a vida, e percebo que não importa o quanto eu beba dela, sempre haverá
mais de sua seiva para mim. Como os homens normais de minha idade, eu já devia despontar os cabelos grisalhos, que para mim
nunca virão, e a grande ironia me atinge como um martelo – sentado em minha mesa, embriagado pela vida que me vem
impregnando sem parar, eu sei que essa vitalidade não me garante o infinito… apenas me nega a vinda da Misericordiosa Dama
de forma amena, como um coração cansado, por exemplo, que se nega a continuar em uma noite sem despertar. Eu vislumbro o
passado e me despeço do futuro, sabendo que como todas as criaturas, eu sou finito. Só me resta a certeza de que minha passagem
será pautada por dor e agonia, como tem sido a de todos de minha espécie. Só e perdido frente à tempestade, eu ergo um brinde a
minha própria morte, e a de meus companheiros não presentes, estejam eles longe, cansados ou unidos a todos os
demais nas terras além do esquecimento…
Uma brisa quente e adocicada me alcança, e o vazio a minha volta é preenchido por Sua presença.
— Olá, meu filho.
A voz melodiosa me faz levantar a cabeça, e eu vejo o homem enigmático dos velhos sonhos: Sua estatura alta e
imponente, Sua pele negra e brilhante, Seu rosto calvo e meigo, pontuado com alguma dor profunda, que como a minha, não pode
ser comparada à dor mortal – não por sua intensidade, mas por sua extensão.
— Eu estava vislumbrando os verdes planaltos da terra das fadas, e o vi num momento de distração.
E como eu, você está sozinho…
— Nostalgia. Acho que o grande fardo que nos passou não seja nada além do desejo de alguma companhia
e algo para se lembrar, pai.
— Talvez. Às vezes, tudo parece estar parado… eu estou olhando agora para o Filho de Deus na Cruz, e
em seu grande momento, durante sua triunfante volta da terra sombria, mas estas coisas já não me trazem
nenhuma inspiração…
— O que o trouxe a mim hoje, velho anjo?
— Saudades, eu acho. Hoje, eu me lembro bem, você chegou bem perto da perspectiva que eu tenho, e já
há muito tempo que não choro a distância de meus irmãos. Eu… eu sei que não o verei de novo… meu filho mais
amado. Daqui a cem anos eu estarei saboreando ainda este momento em que estamos juntos, sentado a beira de um
penhasco, olhando o vazio. Eu… apenas gostaria, agora, de estar perto de você…
Olho para aqueles profundos olhos negros e vejo sua alma se contorcendo. Um número incontável de pecados e
esperanças, carregados como um fardo, da maneira poderosa que apenas um anjo pode sentir. Frente a sua presença vacilante, eu
percebi, que naquele pedaço pequeno da eternidade, nós éramos iguais.
— Esqueça-se do quanto a Grandeza nos torna frágeis e fugazes, e beba comigo, pai, em nome dos dias
que se extinguirão.
Vacilantes e com olhares perdidos no tempo, nós brindamos ao poderoso anjo negro da morte.
De longe, eu ouço o ribombar seco de um trovão distante, anunciando a tempestade que virá…
8J
LL ELLLc MLlHlLlcc.
ELLrcc
Entretanto, sao eles que sustentan a crlaçao deste nundo e sua oraçao esta no exercrclo de sua arte.
LcIcsIasIIco XXXVIII:34
Os Helllln nao sao os únlcos seres esµeclals no |undo. Eles coexlsten con outras crlaturas de µoder nrstlco. ^lgunas sao aµenas
hunanos que desenvolveran suas habllldades naglcas, enquanto outras sao crlaturas de µlanos exlstenclals do ^len. O Ceu ten seus
soldados, assln cono o lnlerno. |as, lnlellznente µara os Helllln, a nalor µarte destes seres sao seus lnlnlgos. Os Hrbrldos deven
evltar ou enlrentar nultos deles, cujos objetlvos varlan desde a sua nanlµulaçao, ate o externrnlo total. Uns lutan µela ^scensao, outros
µela Oueda. Outras crlaturas nao sao aneaça µara os lllhos dos Cardos, nas µossuen µaµels lnµortantes no jogo de lorças entre
Shanaln e Sheol.
GceRL FcLLRLe...
|ultos dos lnlnlgos e allados dos Helllln contan con µoderes µroµrlos enbora nao sejan exatanente lguals aos dos Hrbrldos,
µor vezes sao ben µarecldos. Hos entao sugerlnos o uso de alguns |anllestos µara equlllbrar as colsas. ^ µrlnelra olhada esta tudo
ben, os testes sao leltos con a µarada de \ontade dos µersonagens, assln cono con os Helllln, nas eles nao usan as Esµeclalldades
Teurgla e Hlgronancla µara dellnlr sua nargen de sucesso. Sendo assln, consldere a nargen de tals µersonagens µara testes de
\ontade lgual a lntellgéncla + Esµrrlto, e esta tudo resolvldo. Tanben ha, e claro, a questao da lonte de µoder dos PCs. Os Helllln se
allnentan de |ana, nas µrovavelnente sao os únlcos µersonagens a lazer lsso. Facllltando o trabalho, consldere que os coadjuvantes
µossuen un nrvel de Poder lgual a \ontade + Esµrrlto, e que eles o utlllzan de lorna slnllar aos Hrbrldos no uso de seus |anllestos
gastan 1 µonto µor nrvel de encantanento utlllzado, tanben µodendo ¨conµrar sucessos". Ouanto as lalhas crrtlcas no uso de tals
encantanentos, aµllque as sugestões do caµrtulo /ascInIun e esqueça a Danaçao, nesno que se trate de Dlavoll e Paradlsl (estes ja
estao µerdldos e os outros nao µreclsan se µreocuµar con ^scensao e Oueda).
...FLcLLlARlLALLe...
|ultas das µecullarldades de REBELl^O ou sao voltadas quase excluslvanente µara os Helllln (µrlnclµalnente as nrstlcas) ou sao
lnµortantes µara dellnltar lraquezas e µotenclals dos PJs. Una nalorla anµla dos PCs sera µor denals transltorla µara que vocé, cono
|estre, µerca tenµo atrlbulndo-lhes µecullarldades. Faça-o aµenas quando un PC tornar-se lnµortante, cono allado ou adversarlo do
gruµo, ou quando vocé sentlr que e lnµresclndrvel µara sua devlda caracterlzaçao. |estrar ja e trabalhoso denals µara que vocé se
atarele atrlbulndo µrolundldade a neros llgurantes.
. E FLRlle
^ descrlçao dos µerlls µretende una vlsuallzaçao de estereotlµos nelllrnlcos, nas, µor una questao de conodldade, tanben serao
aµllcadas neste caµrtulo a una dlversldade de outros µersonagens a lntençao e aconodar un gruµo de Esµeclallzações cabrvel e una
certa senelhança de notlvações entre os µerlls nelllrnlcos orlglnals e seus ¨generlcos" aµllcados aos PCs. Portanto, quando adotanos o
µerlll Ic¡cgc µara lalar de un Bruxo, nao lnaglne lnedlatanente que ele dlvlde crenças e netodos con os Helllln que adotan este µerlll,
nas aµenas que eles µossuen un nocus opc¡ancI senelhante e, µor lln, usan as nesnas Esµeclallzações.
Flcando clara esta sutll dllerença, vanos ao que realnente lnteressa.
ELccc LL Ee+A+le+lcAe
^s estatrstlcas sugerldas µara os PCs estarao dlsµostas da segulnte lorna:
Home do PC ou gruµo de PCs
Una descrlçao generlca do conµortanento, netas e objetlvos do µersonagen (ou gruµo) en questao.
Crlaçao: sugestao de µontos a seren dlstrlburdos entre as Caracterrstlcas, aconµanhada de lndlcaçao de µrlorldade entre |ens e
Corµus e contagen µadrao de µaradas de dados, alen dos Perlls nals conuns e µontos a seren dlstrlburdos entre as Esµeclallzações.
Ouando lor convenlente, tanben sera cltado o equlµanento µadrao.
Poderes: sugestao de µoderes µara o PC.
Ce McR+Ale
\arlas lnstltulções hunanas µoden reµresentar µerlgo µara os Helllln. Tals lnstltulções µoden ser de orlgen nundana ou nrstlca.
Entre as lnstltulções |undanas encontran-se a µolrcla, os governos e varlas enµresas e corµorações. ^s nals µerlgosas, as lnstltulções
|rstlcas, conµreenden os Olrclos de Bruxarla, as nodernas socledades secretas, e e claro, ^ lgreja Catollca Ronana e os denals cultos
e rellglões.
FEEELlÃC. AecLrÇÀc L CLLLA
84
lre+l+LlÇcLe MLrLArAe
Sao as nals constantes no cotldlano dos Helllln. Sao
reµresentadas µelos µollclals, agentes lederals e corµoratlvos
encontrados no dla-a-dla.
AcLr+Le LA LLl
Conµreende os µollclals lederals, clvls e nllltares do nundo Retro-
Futurlsta. ^µesar de nao dlsµoren de recursos sobrenaturals, seu
µoder e lnlluéncla legals µode torna-los allados convenlentes ou
lnlnlgos terrrvels.
FA+RLLHLlRce
Sao µollclals clvls e nllltares nals lacllnente encontrados nas
ruas. Ceralnente eles dlsµõen de vlaturas e andan en gruµos de
dols a clnco agentes (ou ate nals se a colsa estlver lela).
Crlaçao: Dé-lhes Caracterrstlcas |ens e Corµus entre 1 e J
(nals, se vocé tlver en nente un PC nals duradouro e
lnteressante), con clnco µontos µara as Paradas de dados,
valorlzando Perrcla. ^dote o µerlll SoIcaco con 1b a 20 µontos
µara conµra de Esµeclallzações (novanente, tenha en nente que
tlµo de µartlclµaçao tals PCs terao na Saga). Eles costunan andar
arnados con revolveres callbre J8, µlstolas 9nn ou luzls nllltares.
Ocaslonalnente tanben estarao usando coletes a µrova de balas.
FcLlclA FLLLRAL
Ten nals lnlluéncla e µoder que os outros agentes da lel.
Consequentenente sao tanben nals µerlgosos, µor contaren
con nelhores recursos.
Crlaçao: Conceda-lhes Caracterrstlcas |ens e Corµus
varlando entre 1 e 4, e sels µontos µara as Paradas de dados,
valorlzando Presença. Perlls adequados a estes agentes sao
ConspI¡aco¡ e SoIcaco, con 1b a 2b µontos de Esµeclallzaçao.
Costunan µortar µlstolas 9nn ou nals µesadas quando en
servlço. Poden usar coletes e luzls durante oµerações esµeclals.
TRclAe LL ELl+L
Eles µrovén das Forças ^rnadas, e receben trelnanento e
arnanentos esµeclals, sendo deslgnados aµenas µara as nlssões
nals µerlgosas ou dellcadas. Entre eles se encontran os Fuzllelros
e Conandos ^nlrblos da |arlnha, a Brlgada P^R^-S^R da Força
^erea e as Forças Esµeclals do Exerclto.
Crlaçao: Dé-lhes Caracterrstlcas Corµus entre 1 e b e |ens de
1 a 4 e sete µontos µara Paradas de Dados, valorlzando Perrcla.
Hovanente, o µerlll µadrao e SoIcaco, nas con 2b µontos de
Esµeclallzações. Ceralnente usan luzls nllltares, lacas de conbate
e ocaslonalnente colete.
F.A.M.
Os laboratorlos R.^.|. (Researches lor ^dvance ol |anklnd)
lornan una obscura organlzaçao dlrlglda µelo nultlnlllonarlo
anerlcano Joshua Dawldsohn Kllnlelter. ^ R.^.|. nao e levada a
serlo µela cléncla ollclal, nas µossul vultosas sonas de dlnhelro e
lnveste en clentlstas e tecnlcas avançadas. ^ R.^.|. denonstra
grande lnteresse na caµtura e estudo dos Helllln. Exlsten boatos
de que seu µresldente, Serglus Kllnlelter, terla un nelo-lrnao que
era Helllln, e que a µartlr da anallse dele e que terla descoberto a
exlsténcla dos Hrbrldos. Tanben ha evldénclas de llgações con
nenbros renegados da Orden dos Lunlnescentes, de onde vlrla
un conheclnento nals detalhado sobre a conµlexa socledade
dos Helllln.
Crlaçao: ^ nalorla dos agentes da R.^.|. e conµosta de
clentlstas e µesqulsadores. Dé-lhes Caracterrstlcas |ens de 1 a b e
Corµus de 1 a J. Conceda-lhes sels µontos µara as Paradas de
dados, valorlzando Perrcla. O µerlll lndlcado aqul e o ConspI¡aco¡,
con 2b µontos de Esµeclallzações. ^µesar dlsso, a R.^.|. conta
tanben con un núcleo de ¨agentes de segurança" una
µequena troµa µara-nllltar µara ações de canµo. Dé-lhes de 1 a
4 en Caracterrstlcas Corµus e 1 a J en |ens, con sels µontos a
seren dlstrlburdos entre suas Paradas, valorlzando lgualnente
Perrcla e Presença. Os µerlls lndlcados sao /a¡gInaI e SoIcaco,
con 2b µontos de Esµeclallzações.
CL+RAe CcRlcRAÇcLe
Exlsten, e claro, outras Corµorações con os nals dlversos objetlvos
en relaçao aos Helllln. ^lgunas ate µoden ter ^njos, Denônlos
ou ate outras crlaturas µor tras de seus atos. Ha verdade, algunas
delas µertencen aos Precursores.
^conselhanos, ou nelhor, encorajanos vocé a crlar as suas.
^llnal, nesno que os jogadores venhan a decorar este llvro, eles
nao deven saber tudo sobre aqullo que os esµreltan das sonbras...
lre+l+LlÇcLe Mle+lcAe
Essas sln reµresentan un µerlgo real e lnlnente µara os
Helllln. ^len de conslderavel µoder nundano, elas tanben
contan con conheclnento oculto e nao raro µoderes naglcos.
|als que todos os outros, estes nortals µoden ser µoderosos
lnlnlgos ou excelentes allados.
Ae GLl+Ae CLLLe+lAle
O Ceu tanben µossul seus seguldores na Terra, e nultas
Socledades Secretas se conunlcan con os ^njos, e lazen con
que sua vontade seja cunµrlda. Entre essas seltas µodenos lnclulr
:
Lunlnescentes - selta cujo objetlvo e venerar e servlr aos Helllln,
conslderados cono os arautos de una nova era (µrlnclµalnente
os ^colltos).
lobltas - se dlzen descendentes de Jo. Possuen os |anllesto da
Eslera de Conscléncla e suas caracterrstlcas |ens tén nrvel naxlno.
Hazlreus - selta judalca a qual µertenceu Sansao. Hao cortan os
cabelos e se abstén de allnentos lnµuros e alcool. Durante un
transe nrstlco adqulren valores naxlnos de Corµus e o |anllesto
Tenacldade.
D'^rc - selta surglda na França nedleval. ^llrnan conunlcar-se
con anjos.
^dánlcos - Orden esµanhola, dlzen ser µortadores de segredos
do Llvro de ^dao.
Colgotha - socledade secreta do |exlco, vesten-se de µreto e
usan nascaras de cavelra. Dlzen segulr ao ^njo da |orte ^zrall.
Caracteristlcas gerals: Os nenbros de seltas celestlals,
con exceçao dos lobltas e Hazlreus, µoden utlllzar naglas que
slnulen os nanllestos celestlals de nrvel un. Tanben e desejavel
un bon núnero de contatos con o lado ¨celestlal".
Crlaçao: Prlorlze Caracterrstlcas |ens (con un nrvel naxlno
de b eles sao aµenas hunanos). Dote-os de ate olto µontos en
suas Paradas, µrlorlzando \ontade. Seus µerlls µenden entre o
Ic¡cgc e o /ongc, con 20 a J0 µontos de Esµeclallzações (leve en
conslderaçao a hlerarqula e lnµortáncla do PC ao dellnlr sua
µrollcléncla).
A CRLLm LA CRLz FLelLArLLcLr+L
Orden |rstlca cujos lntegrantes executan nlssões µara os
^njos. Parece que sao obrlgados a lazer lsso, nas o notlvo de tal
obrlgaçao e nlsterloso. Os Cavalelros carregan jolas nrstlcas
que loran µassadas atraves dos seculos. Estabelecen un elo
µsrqulco con as jolas, e carregan una reµllca conslgo a
destrulçao desta reµllca causa sua norte. Exlsten varlos tlµos de
jolas, cada qual slnulando un dos |anllestos Celestlals, con
exceçao de Esµada, o qual eles ja tén naturalnente.
Crlaçao: Prlorlze as Caracterrstlcas Corµus, nas nantenha
a lntellgéncla entre J e b. Lenbre-se de que eles sao Cavalelros e
cavalhelros, e µor lsso construa-os con ate olto µontos en Paradas,
con enloque en Presença. Seu µerlll µadrao e o /ongc, con 20
µontos de Esµeclallzações, nas alguns de seus llderes nals
µroenlnentes se encalxan no A¡cano, con algo en torno de J0
µontos de Esµeclallzações.
Poderes: dote-os de J a b µoderes celestlals alen de Lspaca,
varlando entre os nrvels 2 e 4. Caso quelra lnserlr un Cavalelro
nals lorte (e µerlgoso) dé-lhe ate 10 µoderes, µodendo chegar ao
nrvel b.
LL ELLLc MLlHlLlcc. ELLrcc
8b
Ce TRlLrlAr+Le
^queles que se denonlnan Trlunlantes µarecen ser hunanos
nulto µoderosos. Possuen un gosto exacerbado µelas lutas e
conbates lrslcos. Ha runores de que nultos Trlunlantes tenhan
alguns seculos de ldade, e ja loran vlstos envolvldos en nultas
guerras no µassado. Eles nao denonstran slnal de envelheclnento,
e costunan aglr en consonáncla con os lnteresses de Shanaln.
Un Helllln deve ser nulto cauteloso con eles, µols os Trlunlantes
µarecen ter o controle sobre os |anllestos ^scendentes. |ultos ja
loran avlstados usando alguns, enquanto outros µarecen donlnar
sen µroblenas todo o reµertorlo das Esleras ^scendentes.
Crlaçao: Tanto suas Caracterrstlcas |ens quanto Corµus
estao en nrvels altos (entre J e b). Suas longas vldas tanben
garanten dez µontos en Paradas de dados, vlzando senµre Perrcla
e \ontade. Perlls adequados sao o /ongc, o SoIcaco e o ConspI¡aco¡
(nao e lnconun que crlen ldentldades nundanas µara lnllltrar-se
nas Forças ^rnadas e Troµas ^uxlllares), con algo en torno de
Jb µontos de Esµeclallzações (µara os Trlunlantes nals jovens!).
Poderes: cada Trlunlante µossul un ou nals |anllestos
^scendentes, alen de µossurren un slstena regeneratlvo
senelhante ao dos Helllln 1 P\ µor hora, ou nedlante gasto de
µontos de Poder (1µonto/P\).
A lcRLJA CA+cLlcA Alce+cLlcA
FcmArA
^ lnstltulçao de nalor µoder do nundo Retro-Futurlsta. Ela
reten a nalor lnlluéncla nundana e esµlrltual entre todas as rellglões
governos e corµorações se esconden sob sua sonbra. ^ lgreja
conta con vastos recursos, sacerdotes ben trelnados e o nelhor,
a aceltaçao µúbllca. Ela reµresenta tanben o nalor µerlgo µara
os Helllln, µorque esta clente de sua exlsténcla qualquer Hrbrldo
que venha a ser descoberto µelos agentes da lgreja tera un terrrvel
lnlnlgo a sua esµrelta.
Crlaçao: a nalorla dos agentes da lgreja sao µadres e teologos
erudltos. Dé-lhes Caracterrstlcas |ens entre J e b, e Corµus ate J,
con olto µontos µara µaradas, con enloque en Presença. Os
µerlls aµroµrlados sao: Ic¡cgc, /ongc e A¡cano, ocaslonalnente,
o ConspI¡aco¡ tanben nao sera na ldela (nultos agentes lelgos
da lgreja estao lnllltrados no governo ou en grandes corµorações),
e dote-os de J0 µontos de Esµeclallzações ou nals. Deve-se levar
tanben en conslderaçao o enorne µoder nundano da lgreja
quando ela resolve entrar en açao: nao slnta-se trnldo en dotar
os PCs nals lnlluentes de algunas µecullarldades soclals que
rellltan a anµlltude de seus contatos.
A GAcRALA CRLLm LL GÀc JcRcL
^µos a dlssoluçao da antlga Orden dos Cavalelros Pobres do
Tenµlo de Salonao, varlos de seus clerlgos loran nortos na
França, enquanto que en outros µarses loran dlsµersados e
asslnllados µor outras ordens nenores. Una µequena lraçao da
Orden, µoren, sobrevlveu e lol reunlda en un novo e secreto
secto ^ Sacra Orden de Sao Jorge. Descendentes dos guerrelros
Tenµlarlos, estes sacerdotes sao os soldados de canµo da lgreja.
Hlnguen sabe a locallzaçao de suas caµelas, e cono os antlgos
Tenµlarlos, eles deven obedléncla aµenas ao Paµa. Sonente as
nals altas hlerarqulas conhecen a exlsténcla dos Jorglos, e os
tratan con lnensa desconllança, se µerguntando se este excesso
de µoder nao os tornarao tao auto-sullclentes, e µerlgosos, quanto
seus µredecessores.
Crlaçao: Conceda-lhes Caracterrstlcas |ens e Corµus entre 2
e b, e algo en torno de 8 µontos en µaradas, con loco en Perrcla
e \ontade. Seus µerlls nals conuns sao o SoIcaco e o Ic¡cgc, e
eles contan con 2b µontos de Esµeclallzações.
Poderes: en lunçao de seu arduo estudo e trelnanento, nao
e raro que os clerlgos Jorglos desenvolvan alguns |anllestos
^scendentes de nrvel 1. |ultos deles tanben sao Exorclstas
µroenlnentes, conhecendo a Oulnera Denonologla (ver nals
abalxo).
VLLHAe FLLlclcLe FLrAeclLAe
|ultas das rellglões da antlgüldade loran revltallzadas no
nundo de REBELl^O. Todas estas µassaran a ter status de
lnstltulções Ecleslastlcas, con dlrelto a lrderes lnlluentes, adoradores
lervorosos, e conseqüentenente, µoder µolrtlco. Exlste una
lnllnldade de seltas e cultos, nas os µrlnclµals sao os egrµclos,
hlndus, greco-ronanos, babllônlos, gernánlcos e celtlcos.
Por exenµlo, Ceorge Osborn lundou a lgreja de Odln en
Estocolno. Françols Dubols e o lrder dos Fllhos de |arduk. Slnta-
se llvre µara exµlorar nltos e crlar suas µroµrlas seltas o exercrclo
e dlvertldo e vocé certanente se encantara descobrlndo novas
culturas.
Crlaçao: ^ desµelto da natureza de seu culto, dé-lhes
Caracterrstlcas |ens e Corµus entre 2 e 4 e ate olto µontos µara
Paradas de dados, dando µreleréncla a Presença. De longe, os
nals conuns µerlls sao A¡cano e Ic¡cgc, con 2b µontos de
Esµeclallzações.
Poderes: alguns sacerdotes realnente dedlcados µoden
chegar a desenvolver alguns |anllestos ^scendentes en nrvel 1,
nas nao se slnta trnldo en lnµrovlsar µoderes exotlcos, relletlndo
a dllerença entre o µaradlgna judalco-crlstao dos Hrbrldos e estes
reµresentantes de outras culturas (veja os exenµlos das Oulneras
adlante).
ERLXce
Enlgnatlcos, dedlcados e chelos de estllo assln sao os
atuals herdelros das velhas Clénclas Hernetlcas, nals conhecldos
cono Bruxos. \agando entre as µessoas ou trancados en seus
Olrclos, seu únlco objetlvo e o acúnulo de conheclnento arcano.
O leltlcelro atual µode ser un estudante de teologla, una tarologa
de nelo exµedlente ou denonologlsta µor hobby µor lncrrvel que
µareça, o nundo noderno con sua lnternet, ternlnals µúbllcos
de conµutador e nodas esoterlcas se tornou o habltat ldeal de
qualquer un que µrocure o Oculto. |as os nals µerlgosos Bruxos
sao os chanados Oulnerlcos. Estes donlnaran algunas
lornulas e leltlçarlas arcanas, as quals eles chanan ¨Oulneras",
e sao caµazes de alguns leltos extraordlnarlos, nesno µara os
Helllln.
Crlaçao: Cono vlsto aclna, dols tlµos baslcos de Bruxos
µoden ser encontrados:
PcsguI saco¡cs: sao os Bruxos nal s conuns. Dé-l hes
Caracterrstlcas |ens entre 2 e 4, e Corµus ate J. Sels µontos µoden
ser dlstrlburdos µelas Paradas, con enloque en Perrcla e Presença.
O µerlll µor exceléncla e o ConspI¡aco¡, con 2b µontos de
Esµeclallzações. Para torna-los nals vrvldos, dote-os de allados
lnteressantes ou excéntrlcos, que conµensen sua lalta de µoder
arcano.
CuInc¡Icos: sao os Bruxos aµllcados na µratlca do Oculto.
Suas Caracterrstlcas |ens varlan entre J e b, e costunan ter ate
olto µontos en Paradas, vlsando µrlnclµalnente \ontade e
Presença. Dols µerlls donlnan este gruµo: o Ic¡cgc e o A¡cano,
con J0 ou nals µontos de Esµeclallzações.
Poderes: dlstrlbua |anllestos ^blssals ou ^scendentes en
lguals µroµorções. Hote que eles nao sao necessarlanente
atrocldades de µoder consldere-os nals cono lndlvrduos
versatels. Un nrvel de dols µara a nalorla de seus µoderes µode
ser un teto razoavel. ^gora, se vocé quer realnente surµreender
os jogadores, nos tenos una sugestao nals orlglnal µara a
lornulaçao de Oulneras.
EelLclALlzAÇcLe ccmc CLlmLRAe
Una nanelra de surµreender os jogadores e utlllzar as
Esµeclallzações do llvro cono µonto de µartlda µara a crlaçao de
Oulneras orlglnals. O slstena e surµreendentenente slnµles e
versatll, alen de ser nals dlvertldo. Os testes sao ben µarecldos
con os utlllzados µara |anllestos. Exlja un teste de \ontade, con
nargen de sucesso lgual a Esµrrlto + Esµeclalldade escolhlda. Os
eleltos obtldos deµenderan do núnero de sucessos resultantes do
rolanento de dados. Slnµlesnente laça una llsta de eleltos en
orden crescente de 1 a b, e conµare-a con os sucessos obtldos
µelo Bruxo. ^balxo nos danos alguns exenµlos µara vocé utlllzar
durante o jogo e usar cono base µara a crlaçao de novas
Oulneras.
FEEELlÃC. AecLrÇÀc L CLLLA
86
FcLLR L CLlmLRAe
^s qulneras, ao contrarlo da lnµortaçao de |anllestos, nao
estabelecen a quantldade de µontos de Poder µre-estabelecldos
necessarlos µara sua utlllzaçao. Consldere que cada sucesso no
teste de lnvocaçao de una qulnera consone 1 µonto de Poder,
llcando o PC llvre µara escolher un elelto de nenor µoténcla que
os sucessos de seu teste lhe µernlten (gastando assln nenos
Poder).
Fur t l vl dade
Cada sucesso no teste de \ontade dlnlnul en un a nargen
de sucesso de qualquer un que venha a µrocurar o Bruxo. ^len
do nals, cada sucesso garante un elelto adlclonal a Oulnera:
1. Sen eleltos adlclonals.
2. Bruxo gera una aura de sllénclo absoluto en volta de seu
corµo.
J. Bruxo torna-se lnvlsrvel, desde que llque µarado.
4. Ele µode canlnhar lnvlsrvel.
b+. Ele µode correr e lutar lnvlsrvel.|
Subt er | ugl os
Cada sucesso garante una alteraçao llusorla na aµaréncla do
Bruxo. \océ µode conblnar quantas alterações seus sucessos
µernltlren µara gerar dlslarces realnente convlncentes:
1. |odlllca as rouµas.
2. ^ltera lelções e ldade.
J. ^ltera altura.
4. ^ltera cor da µele.
b+. ^ltera sexo e voz.
|edl cl na
Esta Oulnera µernlte que o Bruxo µroduza µoções de cura ou
envenenanento. Cada sucesso durante a destllaçao da beberragen
garante que ela cura, ou drena, dols Patanares \ltals.
^lqulmla (Pratlca)
^ µratlca alqurnlca constante leva a descoberta da Crande
Obra a obtençao da Pedra Fllosolal e do Ellxlr da Longa \lda.
Cono todos saben a µrlnelra translorna chunbo en ouro,
enquanto que o segundo µode µrolongar a vlda do Bruxo µor
decadas ou seculos. |ulto raros, e µoderoso, sao os ^lqulnlstas
Pratlcos, graças a sua rlqueza e longevldade.
Demonol ogl a
O desenvolvlnento da Denonologla Oulnerlca µode tonar
dols runos o da lnvocaçao e o do Exorclsno. ^ lnvocaçao
µode trazer a Terra varlos denônlos nenores, de acordo con os
sucessos obtldos:
1. Convoca |elrl'ln.
2. Convoca Dannatus*.
J. Convoca ^luqat ou Lllln.
4. Convoca Zabub*.
b+. Convoca Chul*.
Hote que o núnero de sucessos lndlca o tlµo de denônlo
convocavel, nas sua quantldade esta lntlnanente llgada ao ¨Trlbuto
e olertorlo aos lllhos da Sonbra", nulto conhecldo µoµularnente
cono sacrllrclo hunano. Oualquer denônlo requer un sacrllrclo
µara vlr a ^danah quanto nals µoderoso, nalor o núnero de
nortes necessarlas a sua convocaçao. Os denônlos narcados
con un * nao ten lorna lrslca, e µor lsso se aµroveltan dos
corµos dos sacrlllcados µara consegulren alguna lorna
transltorla. O outro runo seguldo µela Denonologla e o do
Exorclsno. Con esta Oulnera, un Bruxo µode exµulsar un
denônlo de sua lorna transltorla. ^ crlatura ten dlrelto a un teste
de reslsténcla se nao consegulr lgualar ou suµerar os sucessos
do Exorclsta, ela e banlda de volta ao Sheol. Denônlos con lorna
lrslca µroµrla nao sao devolvldos ao Sheol con este µoder, nas
receben un ajuste negatlvo en suas nargens de sucesso lgual a
lntensldade de sucesso do Exorclsta nos testes de \ontade, ate que
se retlren de sua µresença.
Estes sao aµenas alguns dos µossrvels exenµlos de adaµtaçao
de Esµeclalldades µara µoderes esµeclals. Enbora as Oulneras
sejan µoderes conunente de Bruxos, vocé µode atrlbur-las a
qualquer µersonagen, contanto que tenha una exµllcaçao loglca
µara lsso.
Ae GLl+Ae MALlcrAe
Durante sua estada na Terra, Sathanael consegulu reunlr a
seu redor lnúneros gruµos de hunanos, que, sedentos µor µoder
, llrnaran µactos con ele. ^ cada µacto, Sathanael µernltla que
un de seus lllhos Baalln o reµresentasse µerante estes hunanos.
^ssln surglu a nalor µarte das dlversas seltas denonracas ao
redor do nundo. Tanben enslnou aos hunanos µratlcas de
lnvocar os denônlos nenores, cono |erl'ln, Dannatl e Chuls.
Entretanto, un grande evento ha cerca de 2.000 anos atras, lez
con que os µasselos de Sathanael µela Terra cessassen, e ele e
seus Baalln loran aµrlslonados no Sheol novanente. Henhun
dos ^blssals gosta de conentar esse assunto.
Entre as nultas seltas que os Helllln aµrenderan a tener estao :
Folce das Trevas - selta dllundlda na ^nerlca Central. Dedlca-se a
corronµer os Helllln, atralndo-os µara o lado denonraco.
Creµusculun |aledlctun - selta de orlgen ronana.
Prolanzelchen - Selta satánlca con lorte lnlluéncla nazlsta.
Dl stoµl a Sel ta Heo-Lucl lerl ana con tendéncl as µunk,
µerlgosanente µoµular entre jovens.
Caracteristlcas gerals: Os nenbros de seltas dlabollcas
µoden desenvolver naglas que slnulan os |anllestos ^blssals
de nrvel 1.
Crlaçao: Equlllbre as Caracterrstlcas |ens e Corµus sen
grandes µrelerénclas (nrvels entre 1 e J sao os nals conuns) e dé-
lhes ate olto µontos en Paradas de dados, valorlzando Presença e
Perrcla. Os µerlls nals lndlcados sao o A¡cano e o Ic¡cgc, con 20
a 2b µontos de Esµeclallzações.
ALcRALcRLe LA LLA MLcRA
Ouando houve a grande exµlosao en Tunguska, en nelo a
lantastlca lorça de sucçao que se crlou no Sheol en dlreçao a
^danah, un Baalln lol tragado junto. Cono ele sobrevlveu (e
sobrevlve) no nosso nundo consegulndo lncluslve nanter seus
µoderes ate hoje e algo lnexµllcavel.
O µroblena e que ele nao so sobrevlveu cono lundou a tenrvel
selta denonraca conheclda cono ^doradores da Lua Hegra.
Eles acredltan que este Baalln que dlz ter un none
lnµronunclavel µara a lrngua hunana e µor lsso µassou a ser
conhecldo cono Desesµero recebe ordens dlretas de Sathanael
e que, con a vltorla das hordas lnlernals, ele tonarla conta da
Terra.
Heste nonento, este µavoroso Baalln se tornarla o senhor de
nosso nundo e aµenas aqueles que o segulran llelnente se
llvrarlan do desesµero que serla o eterno tornento dos hunanos
sobrevlventes ao ^rnageddon.
Estes seguldores adoran encontrar Helllln µara destrur-los
ou decar-los.
Crlaçao: Sao hunanos nornals, µoren caµazes de leltos
lnµresslonantes adqulrldos atraves no contato que tén con seu
slnlstro nestre. Dote-os de ate dez µontos en Paradas de dados,
varlando o enloque de acordo con a lacçao a que µertence dentro
do gruµo (vlsto abalxo). Poden µossulr µratlcanente qualquer
µerlll, µols a selta e nulto ecletlca na seleçao de seus nenbros,
nas geralnente µossuen 20 ou nals µontos de Esµeclallzações.
Poderes: Dlvlrta-se na hora de dar-lhes µoder µara conbater
os Fllhos de Rebeldes, nas lenbren-se de dols detalhes:
Os ^doradores estao dlvldldos en classes envolvendo dlversas
µartes de un corµo, µor lsso dé ao seu ^dorador un µoder
condlzente con o que vocé acha que ele µode reµresentar (aquele
que µertencer a ¨\oz" ten nalor µoder de seduçao e aquele que
µertencer ao ¨Braço" deten un nalor caµacldade conbatlva).
Use sua lnaglnaçao µara crla-los.
Dé un dellnltador µara o uso lndlscrlnlnado de µoderes, cono
eles venderan sua alna ao Denônlo, talvez o uso contrnuo destes
µoderes os ajuden a lr nals cedo µara o lnlerno ou os translornen
en Denônlos nenores, con as µortas do Sheol se abrlndo µara
recebé-los alegrenente.
Ce FLrLcALce
^lguns ^doradores da Lua Hegra se arreµenderan de seus
µactos e, na tentatlva de se llvrar da condenaçao eterna, llrnaran
un novo µacto con Desesµero.
O que eles se µroµuseran a lazer e tao nlsterloso e varlavel
LL ELLLc MLlHlLlcc. ELLrcc
87
quanto a vlda. Enquanto un µode ter µronetldo una sucessao de
catastroles en sacrllrclo ao seu ex-nestre, outro µode ter µronetldo
trocar sua alna µor... clnco Helllln cardos, talvez.
Eles sao vlrtualnente lguals aos seus ex-conµanhelros de
selta (ate nesno µara quen ten o µoder de ver a verdadelra lace
de algo ou alguen) e µoden se µassar cono alguen que alnda e
da selta ou vlce-versa, nas seu µánlco en cunµrlr as
deternlnações do µacto e ben nalor.
C CLL+c MLcRc
O Culto e na verdade una rellglao desenvolvlda atraves da
nlstura de velhos nltos e rltuals nedlterráneos. Sua lllosolla e
baseada na crença de que exlste una terra alen dos relnos naterlals
que abrlga sonbras e esµrrltos nallgnos desµrovldos de µaz.
Segundo o Culto, as energlas orlundas desta ¨Hetherland" conleren
vastos µoderes e lnortalldade. |ulto µouco se conhece sobre ele,
nas dlzen que alguns de seus sacerdotes µreceµtores µossuen
centenas de anos.
^o que µarece, o Culto e dlvldldo en varlos crrculos. ^ µoslçao
hlerarqulca de un Cultlsta µode ser conheclda µelo uso de suas
adagas rltuals, atraves das quals eles canallzan seus µoderes
nals destrutlvos. Suas µrlnclµals µratlcas estao llgadas a
necronancla e a denonologla, e e ben µossrvel que reverenclen
antlgos deuses de rellglões nedlterráneas.
Crlaçao: valorlze as caracterrstlcas |ens aclna de tudo, e
conceda-lhes ate nove µontos en Paradas, con enloque esµeclal
en \ontade. O µerlll nals valorlzado µelo culto e o ConspI¡aco¡,
seguldo de µerto µelo /a¡gInaI e µelo A¡cano dote-os de 20 ou
nals µontos de Esµeclallzações.
Poderes: dote-os de trés a sels µoderes vlndos das Esleras
^ugúrlo e Dor. Os µoderes de nrvel un µoden ser utlllzados sen
grandes µroblenas, nas µernlta aµenas que eles utlllzen os nrvels
dols ou nals se estlveren µortando suas adagas rltuals. Torne
esta llnltaçao esµeclalnente slgnlllcatlva µara os µoderes que
causen dano lrslco dlreto.
TRlrLALL AecmlrAvLL
Socledade Secreta llderada µor un nlsterloso honen
conhecldo µor seus seguldores cono Bestlarun Rex (O Rel das
Feras). Os nenbros dela, autodenonlnados ^bonlnavels, cultuan
os trés nonstros conhecldos cono Rahab, Levlathan e Behenoth,
que acredltan ser a lonte de seu µoder. Os ^bonlnavels assunen
lornas nonstruosas e enbrutecldas, caracterlzadas µor una lorça
e reslsténcla desconunals. Fontes conllavels asseguran que a
selta ja era conheclda na Babllônla, e alguns chegan a allrnar que
nessa eµoca o Rel das Feras ja era seu lrder...
Crlaçao: Caracterrstl cas Corµus con al tos val ores
(esµeclalnente Força e Frslco que µoden lr ate 6!). Caracterrstlcas
|ens abalxo de J, e µaradas de dado con nove µontos, con
enloque en Perrcla e \ontade. ^ nalor µarte dos ^bonlnavels e
una escorla desajustada e vlolenta, e µor lsso µreleren os µerlls
SoIcaco e /a¡gInaI, con 1b a 20 µontos de Esµeclallzações.
Poderes: Brutale (versao ablssal de Tenacldade).
Mcre+Rce
Rahab, dlz a lenda, lol una µavorosa crlatura glgantesca que
brotou do Caos anorlo, nos µrlnordlos da Crlaçao. Fol necessarla
a lntervençao de Deus µara aµrlslona-lo no lnenso ablsno lrquldo
de Eles, que clrcunda as terras sonbrlas do Sheol.
Levlathan e Behenoth loran as nalores crlaturas que
habltaran, resµectlvanente, o nar e a terra llrne. \lvlan no
Pararso, nas aµos o arcanjo Sanael utlllza-los µara tentar destrulr
^dao e sua lanrlla, loran banldos µara a dlnensao de Dedangln.
Ae Er+lLALLe
Os nals µerlgosos adversarlos µara os Helllln. Poucos deles
tén notlvos µara se allaren ou nesno toleraren os Hrbrldos. Ho
hall das Entldades encontran-se os nensagelros de Deus, a escorla
lnlernal e crlaturas nrstlcas, cono Dlavoll, Paradlsl, elenentals e
^rautos.
Ce ArJce
Os ^njos sao os lntegrantes das Hostes Eternas do Ceu. Seu
núnero e lncalculavel. Sao adversarlos realnente µerlgosos µara
os Helllln, µols seus µoderes os tornan lnbatrvels . Entretanto, os
^njos raranente atuan dlretanente contra un Helllln, e µreleren
aglr de lorna dlsslnulada e nanlµulando os aconteclnentos atraves
de seus contatos terrenos. Seu µrlnclµal objetlvo µarece ser atralr
os Helllln, µrovocar sua ^scensao e assln engrossar as lllelras
celestlals.
Os µoderes dos ^njos sao lncrlvelnente varlados, e nao serla
exagerado dlzer que sao caµazes de µratlcanente qualquer colsa.
E lnµortante notar que todo anjo µossul os nove Sellroth, e µor
lsso, todos os µoderes conhecldos µelos Helllln (e nals alguns).
Os ^njos sao dlvldldos en Hove Hlerarqulas, cada una con
caracterrstlcas µroµrlas. Cada Hlerarqula e reglda µor un Prrnclµe
^rcanjo. Os Prrnclµes ^rcanjos donlnan o Sellrah Suµreno, Daath,
o que torna nulto nals µoderosos que un anjo conun. ^s
Hlerarqulas µoden ser ldentlllcadas µelas asas.
Kerubln - Sao anjos con asas lunlnosas. Habltan o Prlnelro
Ceu. Seu ^rc'^njo e Cabrlel.
Benl Elohln - Sao anjos con asas de µenas. Habltan o
Segundo Ceu. Seu ^rc'^njo e |lkhael.
Elohln - Suas asas lenbran grandes lolhagens. Habltan o
Tercelro Ceu. Seu ^rc'^njo e Hanlel.
|alakhln - Possuen asas de crlstal. Habltan o Ouarto Ceu.
Seu ^rc'^njo e Ralael.
Sheralln - Suas asas sao de logo. Habltan o Oulnto Ceu.
Seu ^rc'^njo e Kanael.
Hashenalln - Sao anjos encouraçados con grandes asas
netallcas. \lven no Sexto Ceu. Seu ^rc'^njo e Urlel.
^ralln - Suas asas sao de lunaça. Habltan o Setlno Ceu.
Seu ^rc'^njo e ^urlel.
Olanln - Suas asas µarecen µedaços do ceu noturno. Habltan
o Oltavo Ceu. Seu ^rc'^njo e Ratslel.
Haloth Haqodesh - Suas asas sao de relánµagos. Habltan o
Hono Ceu. Seu ^rc'^njo e |ltatron, que hablta o Declno Ceu, ao
lado de Deus.
Crlaçao: Hao se µreocuµe en dar estatrstlcas aos anjos. Eles
sao quase onlµotentes e qualquer enbate entre eles e os Helllln
resultara en anlqullaçao dos Hrbrldos. ^ únlca lorna de lldar con
un |ensagelro envolve dlµlonacla, lntellgéncla e astúcla.
AleHlm
Os ^lshln sao hunanos que receben µoder dos anjos, con
o objetlvo de evolulr suas alnas a µonto de se tornaren una
¨declna" hlerarqula de ^njos. Sao orlentados µelos anjos µara
atlnglr objetlvos esµecrllcos, e µoden tanto tentar lnduzlr un Helllln
a ascender, cono tentar ellnlna-lo.
Un ^lshln nornalnente µossul cabelos brancos, e quando
usa seus µoderes, sua µele torna-se lunlnosa, e seus olhos
chanejan cono bolas de logo. Donlnan o Sellrah lnlerlor,
|alkuth. Devldo a orlgen dlvlna de seus µoderes deven evltar calr
en tentações e µecados, os que larla µerdé-los.
Crlaçao: lntellgéncla e Esµrrlto entre 4 e 6. Caracterrstlcas
Corµus con un valor nrnlno de 2 (sendo Força e Frslco a µartlr
de J, µodendo chegar a 6) e quallllque-os con dez µontos nas
Paradas de dados, enlocando \ontade e Presença. Os ^lshln
µoden µossulr µratlcanente qualquer µerlll, a exceçao de /a¡gInaI
(en vlrtude de sua natureza ordelra), con 20 µontos de
Esµeclallzações.
Poderes: Sellrah |alkuth
O Declno Sellrah e un don dos ^lshln, µernltlndo a eles
aglr de nelhor lorna na Terra, o local de lnlluéncla desta enanaçao
(O Relno). lsto lhes garante uso dos |anllestos Tenacldade,
Dlsµersao e \elocldade. ^len dlsso, un ^lshln µode lazer uso das
Oulneras lnvlslbllldade e |edlclna (sen a restrlçao de tonar
µoções) sua regeneraçao, µoren, e a de un nortal.
FARALlel
Ho slngular Paradlslo. Sao os Helllln ^scendldos. Chanados
µelos outros de ^utônatos, Beatos, Escravos ou Lacalos. ^o
sucunblr a Danaçao celestlal, desenvolven nals |anllestos
^scendentes, nas nantén seus |anllestos ^blssals.
FEEELlÃC. AecLrÇÀc L CLLLA
88
Caracteristlcas: µelo nenos trés |anllestos ^scendentes
en nrvel b, e nals alguns |anllestos celestes de nrvels nals balxos.
Dlvlden-se en dols nrvels:
Pa¡acIsI co Pu¡gaIo¡Iun: Seu habltat e o Purgatorlun, e de la
µoden vlr a Terra. ^lnda guardan resqurclos de sua µersonalldade
hunana, nas ja nostran claros slnals de ¨autonaçao".
Paradlsl Celestlals: Seu habltat e o Palaclo de Cabrlel, en Wllon, o
Prlnelro Ceu. Raranente vén a Terra. Sao nulto nals µoderosos,
nas conµletanente sen vontade µroµrla, nantldos cono una
esµecle de lacalos, conandados µor Kerubln. Fornan a corte de
servlçals de Cabrlel, o ^rc'^njo Kerubln.
Crlaçao: Lenbre-se que eles sao Helllln de grande µoder e
exµerléncla. \alores altos de caracterrstlcas |ens e Corµus, µodendo
ate nesno chegar a 6. Esµeclallzações que µossuran antes da
^scensao con nrvels congelados, qualquer que losse o µerlll.
Contan con ate dez µontos µara Paradas, vlsando senµre \ontade.
Ce CLrl+cRLe
Sao os anjos que desencadearan a Segunda Rebellao no
lnlerno, e vleran a Terra, tornando-se µals dos Helllln. Por teren
¨ascendldo" do lnlerno µara a Terra, recuµeraran sua lorna
celeste. Entre eles encontranos anjos de todas as nove hlerarqulas,
enbora o núnero de cada una varle. Os Cenltores buscan contato
con seus lllhos gerados na Terra, nas tanben sao vlstos con
µouca lreqüéncla.
Crlaçao: assln cono os anjos, os Cenltores µossuen todos os
µoderes lnaglnavels e nals alguns, en vlrtude de teren tornado
^danah seu lugar de µoder. ^credlta-se que eles serlan tao
µoderosos quanto os ^rc'^njos, na Terra.
Ce ArJce CAlLce
Hen todos os ^njos estao no Ceu. ^lguns tlveran uns
µroblenlnhas no andar de clna, e acabaran exµulsos µara o
lnlerno. Entre eles ha anjos de todas as Hlerarqulas, e sua lorna
e una versao degenerada de seus equlvalentes celestes. ^ssln, os
^njos Cardos controlan os Hove Ollloth, as versões negatlvas dos
Sellroth o que certanente os dota de µoderes terrrvels. Cono
sao µrlslonelros do Sheol, nao µoden vlr a Terra, nas µossuen
nultos asseclas aqul. Seu µrlnclµal objetlvo µarece ser µrovocar a
Oueda dos Helllln, conduzlndo-os as Hordas Denonracas.
Entre os ^njos Cardos, os lrderes sao quatro ex-^rc'^njos:
Sathanael, o |onarca do Sheol, Sanael, o lurloso lnlnlgo da
Hunanldade, Helel Lucller, o lnsano que µensa ser Deus, e
Shenhazal, o lasclvo anjo que llderou a nalladada Prlnelra
Rebellao.
Crlaçao: os Cardos so µoden ser onbreados µelos anjos de
Deus e µelos Cenltores tentatlvas de conlrontaçao dlreta sao
lnµossrvels e lnsanas.
Ce LLmcrlce
Enbora esse terno tanben µossa ser aµllcado nun sentldo
nals anµlo aos ^njos Cardos, os Denônlos sao seres dllerentes.
Uns sao crlações destes anjos, outros sao seus lllhos, nas todos
sao lgualnente horrendas e nalevolas crlaturas do Sheol. Dllerente
dos ^njos Cardos, nao estao µresos no lnlerno, µodendo ser trazldos
ao µlano lrslco. Sao alguns dos µrlnclµals lnlnlgos dos Helllln.
Possuen dllerentes nrvels de µoder, desde os caotlcos |erl'ln aos
lnµledosos Baalln. Dlvlden-se en nove tlµos, en orden crescente
de µoder, cada un vlvendo nun crrculo do lnlerno.
MLRl`lm
Sao os denônlos nenores. Poden ter llteralnente qualquer
lorna ou aµaréncla, e seus µoderes sao relatlvanente µequenos.
Poden ser lnvocados atraves de rltuals. Sua lntellgéncla e nulto
reduzlda e sao totalnente loucos. Habltan Llnbo, o Prlnelro Crrculo
lnlernal.
Crlaçao: Consldere seu Esµrrlto cono 2. Seus outros atrlbutos
|ens sao un tanto dellcltarlos (entre 1 e 2), enbora sejan
nornalnente suµrldos na area lrslca, µodendo chegar a nrvel b.
Paradas de dados con sels µontos, nenhun deles en Presença
(tentatlvas de conunlcaçao sao absolutanente lnµossrvels). Hao
µossuen µerlls dellnldos (o que exlglrla alguna µersonalldade e
coeréncla) nas µoden escolher entre as Esµeclallzações Luta,
Furtlvldade e Esqulva, con 10 µontos de Esµeclallzações.
Poderes: Enbora careçan de µoderes reals, os |erl'ln saben
cono nanlµular sua nassa caotlca µara ¨lnltar" a aµaréncla de
hunanos, tendo a Oulnera Subterlúglos.
LlLlm
Tanben chanados de lncubos e Súcubos, µossuen
lorna hunana, con µele branca brllhante, e olhos negros. Se
trazldos ao nosso nundo, µoden assunlr aµaréncla hunana, e
sua sensualldade e seduçao sao arrebatadores. Habltan Luxuato,
o Segundo Crrculo.
Crlaçao: Possuen altos valores nas Caracterrstlcas |ens,
esµeclalnente Carlsna e lntellgéncla, e ate dez µontos µara Paradas,
con enloque en Presença. Perlls ldeals sao o DocnIo e o
ConspI¡aco¡, con 1b a 20 µontos de Esµeclallzações.
Poderes: Os Lllln µossuen cono don natural os nanllestos
Luxú¡Ia ca SúcuIo e Toguc co IncuIo.
ALLcA+
Crlaturas reµulslvas e asquerosas, sua orlgen esta llgada a
antlgos µecados. lncorµorados, allnentan-se do sangue de seres
vlvos. Se ben allnentados, tornan-se llgelranente nals hunanos,
µoren totalnente sen µelos, con µele alblna e coberta de varlzes.
Habltan Colo, o Tercelro Crrculo.
Crlaçao: Prlorlze as Caracterrstlcas Corµus, con Rellexos
entre 4 e 6. Dote-os de ate olto µontos µara Paradas, con enloque
en Perrcla. Sua natureza desajustada os leva lnvarlavelnente ao
µerlll /a¡gInaI, con 20 µontos de Esµeclallzações.
Poderes: Possuen o µoder ablssal VcnaIIcus (versao lnlernal
de ScnIIcos AnpIIacos) e o slnllar ao Don de Slnao. Suas garras
contan con J lD, e sua nordlda ¨drena" un Patanar \ltal µor
rodada, caso sejan ben sucedldos en un teste de ^taque.
CHLLe
Crlaturas en eterna luta, sao lantasnas lncorµoreos. Trazldos
a Terra dando vlda a cadaveres, sao nulto tenldos. Habltan
^vernus, o Ouarto Crrculo.
Crlaçao: Caracterrstlcas |ens en nrvels elevados, llutuando
entre J e b. ^s Caracterrstlcas Corµus costunan varlar, enbora
nao ultraµassen un valor naxlno de J, µor se trataren de
cadaveres anlnados. Dote-os de ate doze µontos en Paradas de
dados, con enloque en \ontade e Presença. Seus µerlls µredlletos
sao o Ic¡cgc e o A¡cano, con J0 ou nal s µontos de
Esµeclallzações.
Poderes: Possuen os µoderes da Eslera ^ugúrlo, en varlados
nrvels (deµendendo do Chul e seu µoder µessoal).
LAmrA+l (elrcLLAR. LAmrA+Le)
Ouando lnvocados µor seltas dlabollcas, µoden translornar
cadaveres de caes en nonstros sangulnarlos, ou translornar
honens en crlaturas assasslnas de lúrla lncontrolavel (veja
\erslµelles). Ha sua lorna natural lenbran grandes caes negros
delornados. Habltan lrosl, o Oulnto Crrculo.
Crlaçao: Força e Rellexos do anlnal entre J e b. lntellgéncla
1 e Carlsna zero, con denals Caracterrstlcas |ens a vontade, e
dez µontos en µaradas de dados, nenhun deles en Presença.
Suas Esµeclallzações sao restrltas Perceµçao, Luta, Esqulva e
Furtlvldade, todas entre 2 e 4. Calcule seus P\s nultlµllcando o
Frslco µor sete.
Poderes: Brutale, \enatlcus e Conlrontaçao
ZAeLe
Sao denônlos nunerosos, e dlzer que lenbran lnsetos
glgantes µode ser una dellnlçao slnµlorla. Esµalhan seus ovos e
larvas µelos µántanos letldos de Eretlce, o Sexto Crrculo. |ultos
dlzen que tanben µoden ser lnvocados, nas nlnguen µarece
dlsµosto a lalar sobre lsto.
Crlaçao: Bal xa lntel l géncl a, assl n cono denal s
Caracterrstlcas |ens (nenos Esµrrlto). Caracterrstlcas Corµus
altanente valorlzadas. Suas Esµeclallzações tanben sao altanente
LL ELLLc MLlHlLlcc. ELLrcc
89
restrltas (entre elas Luta, Esqulva, Lldar con ^nlnals lnsetos
, Furtlvldade e Perceµçao) graças a sua balxa lntellgéncla (e lalta de
lndlvldualldade). Dote-os de ate dez µontos µara Paradas, vlsando
Perrcla.
Poderes: Poderes relatlvos a Eslera Dor. ^len dlsso, os Zabub
contan tanben con una sallva aclda, que causa 4lD de dano
en ataques de nordlda.
GL`lRlm
Crotescas llguras µeludas, con aµaréncla de bodes senl-
hunanos, habltan as únldas llorestas de Erebus, o Setlno
Crrculo.
Crlaçao e µoderes: Os Sel'rln sao µor denals µoderosos
µara aglren dlretanente contra os Helllln. Sua açao dlreta serla
extrenanente µrejudlclal ao equllrbrlo. ^glrao senµre de lorna
lndlreta, usando narlonetes sob seu conando µara atlnglr seus
objetlvos.
^len destas crlaturas exlsten alnda:
MAHAeH
Sao nonstros µerlgosrsslnos con aµaréncla de reµtll. Sao
lncontavels as suas lnúneras lornas. Honens-Serµente, dragões,
hldras, baslllscos e cobras glgantescas sao aµenas algunas das
nultas descrlções µossrvels. Habltan |alebolge, o Oltavo Crrculo.
EAALlm
Os nals µoderosos dos denônlos, sao lllhos de Sathanael e
Llllth. Ha lorna de denônlos alados, con chllres e garras tao
aguçadas quanto sua lntellgéncla. Poden vlr a Terra µor vontade
µroµrla, atraves das nultas seltas de nagla negra que eles
controlan.
MArllLe+ce AeleeAle ALlclcrAle
^s crlaturas denonracas µossuen cono don natural alguns
µoderes lnexlstentes nas Esleras ^blssals dos Helllln. Esses µoderes
sao µrlnclµalnente versões lnlernals de µoderes celestes, e usa-los
custa o nesno núnero de µontos de Poder, atuando de lorna
ldéntlca. Os µrlnclµals sao:
Brutale: versao ablssal de Tenacldade
Obsessor: versao ablssal de \elocldade
\enatlcus: versao ablssal de Sentldos ^nµllados
VLRellLLLLe
Ho slngular verslµellls, llteralnente ¨troca-µele". Sao hunanos
que lazen µacto con denônlos do Sheol, olerecendo seu corµo
lrslco µara lncorµorar os Dannatl, translornando-se en crlaturas
senelhantes a loblsonens. Esse µacto e lelto atraves de outro
\erslµellls, que o norde. Sao µessoas con lnstlnto assasslno,
µslcoµatas e nanracos. Suas translornações ocorren en noltes
de Lua Chela, nas µoderes denonracos µoden tanben
desencadear o µrocesso.
Crlaçao: Possuen valores altos de Força e Rellexos, nas
lntellgéncla balxa. Seus µerlls serao senµre /a¡gInaI ou SoIcaco,
con 1b µontos de Esµeclallzações. Sua regeneraçao e lncrlvelnente
desenvolvlda, nas µode ser neutrallzada µor objetos de µrata.
Poderes: Brutale, Conlrontaçao e \enatlcus. ^len do nals,
\erslµellls ten dlrelto a trés ações a cada duas rodadas, graças a
sua elevada destreza. Suµer regeneraçao (Ouatro Patanares µor
hora). Ha sua lorna nonstruosa, o versl µel l l s µode ter
caracterrstlcas Corµus ate 6.
GHL`lLlm
Sao a contraµarte lnlernal dos ^lshln. ^lgunas das alnas
condenadas ao lnlerno µoden se tornar tao nallgnas que sao
µreµarados µara se tornar una ¨declna" classe de denônlos. Os
She'llln controlan o qlllah ^ntlnalkuth, e suas alnas sao
transµortadas µara corµos de hunanos que llzeran µactos
denonracos. ^ alna do µactuado desce ao lnlerno, enquanto seu
corµo µassa a ser habltado µela alna do She´llln. Preclsan
executar constantenente atltudes vlolentas e cruels, µols do contrarlo
sua alna volta a ser µrlslonelra do Sheol. Suas ações na Terra
cono enlssarlos dos denônlos sao a únlca lorna de delxaren
sua anarga µrlsao no Sheol.
O corµo de un She'llln tende a ser nals µeludo que un
hunano nornal, e quando usan seus µoderes, nostran garras,
µresas curvas e µontlagudas, narlz de javall e cauda, cobrlndo-se
de sonbras nrstlcas.
Crlaçao: lntellgéncla e Esµrrlto entre J e b. Caracterrstlcas
Corµus con un valor nrnlno de J (sendo Força e Frslco a µartlr
de 4) e Perlls dos nals varlados (exceto o /ongc), con 20 ou nals
µontos de Esµeclallzações. Conceda-lhes ate onze µontos µara
Paradas de dados, µrlorlzando Presença e Perrcla. |anllestos Brutale
e Obsessor.
Poderes: Olllah ^ntlnalkuth
VIscosIcacc: Un She'llln µode corroer objetos solldos,
translornando-se nuna nassa vlscosa senelhante a µlche
nedlante un teste de \ontade, con nargen lgual a Esµrrlto +
Frslco. ^ lntensldade do sucesso dlz µor quantas rodadas ele
µernanece nesta lorna. Esta lorna novlnenta-se lentanente
(2n µor rodada). ^ corrosao e lnstantánea (1n µor rodada), nas
nao lunclona en seres vlvos (eles nao gastan µontos de Poder
µara lazer lsso).
DIspc¡sao: Con un teste de \ontade, con nargen de sucesso
lgual a Rellexos + Furtlvldade, e un custo de J µontos de Poder,
un She'llln µode llcar dlsµerso na lorna de una µoelra llna µor
un núnero de rodadas lgual a lntensldade de seu sucesso. Esta
µoelra µode aderlr en qualquer suµerlrcle, vertlcal ou horlzontal.
/uIIgcn: Un She'llln µode assunlr lorna de lunaça lullglnosa
senµre que desejar (sen testes, nas ao custo de J µontos de
Poder), µoren tera restrlções quanto a sua novlnentaçao (aµenas
Jn/rodada). Desse nodo ele tanben µode atravessar corµos
µorosos ou µequenas lrestas.
LlAvcLl
Ho slngular Dlavolo. Sao os Helllln Cardos. Chanados µelos
outros de Blaslenos ou lnsanos. ^o atlnglr un nrvel denonraco
lrreversrvel, ganhan novos |anllestos ablssals, nantendo os
^scendentes que µossuran.
Caracterrstlcas: µelo nenos trés |anllestos ^blssals en nrvel b, e
nals alguns nanllestos ablssals de nrvels nals balxos.
Dlvlden-se en dols nrvels:
DIavoII co LInIo: Seu habltat e o Llnbo, e de la µoden vlr a
Terra. ^lnda guardan resqurclos de sua µersonalldade hunana,
nas ja nostran claros slnals de degeneraçao e loucura.
DIavoII AIIssaIs: Seu habltat sao os ¨canls" do Palaclo de
Sathanael, en Sotonah, o Hono Crrculo. Raranente vén a Terra.
Sao nulto nals µoderosos, nas conµletanente bestlals, sendo
µresos con colelras e correntes, crlados cono caes de guarda
µelos Baalln. Perden sua lntellgéncla, e sao donlnados µela
lnsanldade. Os denônlos µoden restaurar sua razao µor breves
nonentos, nas aµenas cono una lorna de tortura.
Crlaçao: ^ssln cono os µaradlsl, eles sao Helllln de grande
µoder e exµerléncla. \alores altos de caracterrstlcas |ens e Corµus,
µodendo ate nesno chegar a 6. |antén as esµeclallzações que
µossuran antes da Oueda, µoren, en nrvels congelados, qualquer
que losse o µerlll. Dote-os de dez ou nals µontos µara Paradas,
con énlase en \ontade e Perrcla.
ELLmLr+Ale cL GHLLlm
Sao Esµrrltos da Hatureza e µor dellnlçao a ¨alna" dos
Elenentos ^lqurnlcos. ^lguns nagos µoden lazer µactos con
eles. ^ nagla elenental µode ser usada µara anlnar Colens ou
µernltlr algunas transnutações. Os Elenentos ^lqurnlcos sao
^r, Terra, Fogo e ^gua. |anuscrltos antlgos lalan de Elenentals
suµerlores conhecldos cono Sarln, nas µouco se sabe sobre
eles. Os Shedln µossuen aµenas Corµo ^stral, nas µoden crlar
un Corµo Frslco con a naterla-µrlna de seu Elenento.
Cnomon: Shedln terrestres.
Undlna: Shedln aquatlcos.
Sylµhlde: Shedln aereos.
Salammandra: Shedln rgneos.
lnvocados µor nagos, µoden servlr cono lonte de lnlornaçao.
Entretanto, cono nao lalan, so µoden dar resµostas cono sln
FEEELlÃC. AecLrÇÀc L CLLLA
90
ou nao. Os shedln sao neutros en relaçao aos Helllln. Entretanto
os Bastardos, µor descenderen de Sheralln, µoden ser alvo de
hostllldade de alguns Elenentals.
Ce AvA+ARLe
^lguns hunanos lazen µelos notlvos nals dlversos
µactos con os elenentals, µronetendo a delesa de seus objetlvos
en troca de µoder e µroteçao aos seus esµrrltos en sua µos-vlda.
Eles sao conhecldos cono ^vatares.
Exlste una certa tendéncla dos ^vatares de nao conllar en
un Fllho de Rebelde e vlce-versa, aµesar de exlstlren algunas
allanças ocaslonals (as vezes un Denônlo ou alguna Corµoraçao
µode se tornar o µroblena µrlorltarlo µor un tenµo), e de se
esµerar que a hostllldade nútua exlsta, nas con una esµecle de
resµelto de anbas as µartes, evltando assln que conlrontos lrslcos
sejan conuns.
^llas, quando un conlronto ocorre eles costunan ser lnlnlgos
µerlgosos e raranente un dos lados consegue salr lleso do
conbate.
Crlaçao: Un ^vatar costuna carregar una µedra (en geral
una jola) µor onde canallza seus µoderes. ^s vezes esta jola llca
grudada en alguna µarte do corµo. Crle-os cono hunanos
nornals (tone cono exenµlo as estatrstlcas µara agentes da R^|),
nas dé-lhes o nrvel de µoder (Celestlal ou ^blssal) que qulser.
^µenas, laça una adaµtaçao de lorna que seus eleltos e lorna
de convocaçao lenbre o elenental a que eles estlveren llgados.
Ho caso do ^vatar estar carregando (na nao ou nun lugar
qualquer cono una bolsa, o lnµortante e que esteja µroxlno ao
corµo) a jola seus µoderes deven ser nenores, con no naxlno
un ou dols |anllestos de nrvel 2. Se desllgaren da µedra llslcanente
calndo no chao durante una batalha, µor exenµlo os torna
hunanos nornals sen µoder algun. \oltar a segurar a nesna
devolve autonatlcanente o µoder.
Ho caso da jola ser colada ao corµo, aunente ben seus
µoderes, µodendo ter J ou 4 |anllestos en nrvel clnco. Poren, se
esta jola lor arrancada, ele µerdera seus µoderes e solrera
terrlvelnente µodendo chegar a norte (lnaglne o equlvalente a
arrancar un orgao de un hunano con as nesnas
conseqüénclas).
Ce cLL eL FcRAm
|ultos |anllestos ^blssals, esµeclalnente da Eslera ^ugúrlo,
lldan con os nortos, nas eles sao nulto µouco conentados
alen dlsso. ^ grande verdade e que os lantasnas sao vrtlnas
do destlno, dos outros ou deles nesnos. lnconlornados con
suas slnas, eles estao cegos µara suas nortes e ¨vlven" cono
nenos que sonbras en un nundo naterlal. Os lantasnas
clrcundan ^danah en busca de satlslaçao, conlorto ou una
segunda chance, e nunca terao nenhun dos trés.
Ha verdade, lantasnas, aµarlções e esµectros oraculares nao
µassan de energla µsrqulca resldual lnµressões delxadas µelas
verdadelras lndlvldualldades que seguen seu canlnho posI no¡Icn
delxando ^danah µara tras. ^ nalorla destas crlaturas nao µassa
de cacos de µersonalldade en deslntegraçao, letarglcos ou
totalnente lnatlvos, en runo da segunda norte. Contudo, nortes
nulto vlolentas ou µersonalldades µartlcularnente lortes µoden
conunlcar certa energla a estes ecos, que nanten un µequeno
grau de conscléncla e caµacldade de conunlcaçao estes sao os
nals útels lantasnas, µols sob nultos asµectos sao o duµlo exato
da µessoa que loran en vlda.
^µesar de nao teren µoderes, os lantasnas tén olhos µor toda
µarte, na verdade. Cono nao vlven e nao descansan, eles
observan nultas colsas, e µoden ser una grande lonte de
lnlornações. voluntarlas ou nao.
Crlaçao: Os nortos nao µossuen Caracterrstlcas Corµus e
nen Parada de Perrcla. Dote-os de doze µontos en Caracterrstlcas
|ens e ate dez Esµeclallzações en qualquer area e con qualquer
nrvel (escolha o Perlll que julgar aµroµrlado a µersonalldade en
questao), con ate quatro µontos µara seren dlvldldos entre as
Paradas de \ontade e Presença. Esµectros oraculares costunan
ser anal ganas de lantasnas con una l onga ll cha de
µeregrlnaçao µela terra esta nanobra de ¨lusao" garante energla
µara nanutençao de una µseudo-conscléncla µor nals alguns
anos, nas anula a µersonalldade. En conµensaçao, dobre as
estatrstlcas olerecldas aclna µara estes lantasnas, e nao se restrlnja
a Perlls na hora de dota-los de Esµeclallzações (a junçao das
µersonalldades aµagou a lndlvldualldade destas crlaturas nas
nanteve seus conheclnentos lntactos).
Poderes: |ulto do que as µessoas atrlbuen a lantasnas e
culµa de µequenos denônlos ou nesno lenônenos µaranornals
alnda nao exµllcados. Eles nao andan µor ar µossulndo corµos e
nen quebrando vldraças se eles tlvessen µoder µara tanto, nao
serlan tao lnlellzes. Tudo o que un lantasna µode lazer e obsedlar
un vlvo. E necessarlo un grande µerrodo de tenµo e nulto eslorço
µara que lsso aconteça. Consldere que un alvo aletado µor un
esµrrlto µossua a Pecullarldade CIsccIaco. Un nelllln con os
µoderes adequados µode detectar e ate nesno banlr un lantasna
obsessor, o que ja e notlvo de sobra µara que eles nao gosten dos
Hrbrldos.
Lm LLmeRL+L
Os adversarlos nao sao aµenas bons sacos de µancadas µara
seus jogadores. Eles deven ter notlvações, µroblenas, anselos e
vantagens µroµrlas. ^lguns µoden µerleltanente ser nals lracos
ou dlsµensavels, µoren os jogadores nunca lrao esquecer aquele
terrrvel lnlnlgo ao qual nao consegulran alnda abater, ou aquele a
quen nao venceran lacllnente... ou µlor alnda: aquele que os
derrotou.
Lenbre-se que alguns nao serao IIsIcancnIc µoderosos, contudo
suas naqulnações deverao crlar nultos tornentos na vlda dos
Hrbrldos. Un bon lnlnlgo esµreltando nas sonbras µode ser
nals lnteressante que un nonstro abrutalhado atacando
abertanente.
Ho nals, dlvlrta-se e bon jogo!
@r+«¡:èè:r
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ccíccc|cocc- quc joco|- ccc-cju|c|o cc-ccc.cc, cc.cccc--c íccccr|cocccrc, ju|occ- çcc ccccc|c-
|cçccccrc- cc c||c- í|occjocrc-, ccc c||ícc- oí|occ- c occocuco- c-ç|c|c-o-. Lu .|o ocjc-, co-
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Lu c||c| çoco c|co c .| uc |ucocc cc ccu. ´ccc jcoccc- ccrcccc-, ocjc- cc ro||c cc|c--o|
cc.c|rc- cc cu.cc- cc-c|oc ccc uc c-rccccc cc-ucccccccc, íozcccc orc o- cccroc|o- rccccc
-c| -cu- ço--c-. ^cjc- ccccucoçocc- cc co.o|c- cc|c-rc- .|c|o -cju|cc- çcc uc cc·occ cc
íccczc- |cccc--oc|co|-, cc|c|ccc c ccu cccc uco cu.cc. ^cjc- cc ícjc ccju|oc cuco||o- cc
ojuo, cuc çococc·c ío-c|cocrc. ^cjc- .ccccjocrc- rocj|oc uc c·ccc|rc cc -cquc|o- cc.ccrc-.
Uc jc|rc cc juccco -uíccocc cucocrc ||||cc- cc occ- í|co|cccrc c·ç|cc|o.
Lcroc cc .| cc cocçc cc |oro||o, c o ccu |occ c-ro.oc rccc- ccu- |ccoc-. |uro.occ-
cccrco oc|c- c·ccc|rc-. |uro.occ- cccrco cc- cc-cc-. ´ cccc c o ccc cc cuccc -c rccco.oc
c ccu cccc c o c|c|o ccc. Lu qu|- íuj|c, co- coc |o.|o íujo. ´occo- ocucco- c rccc|cc-o-
cco.ococ--c cc c|c|o- çccco-. |ccc- |ccjc- c |uc|cc-c- ojoccococ ccu- |coçc- ccc uco
íccço |c.ccc|.c|. Lu oçcco- çcc|o c|ccoc, co- c|cjucc cu.|c|o ccu- çcocrc-. Lcquocrc cu.|o c
-cc co.|c-c cc |ocço- cc|c-rc- c c- cu|cc- ||o-íccc- cc jocjo||oco- c|o|c||co-, ccu cccçc íc|
|ccro c cc|ccc-occcrc cc-çccoçocc...
^ccccc. ¬|crc uc o||.|c cc|o·ocrc, çc|- rucc coc ço--cu cc uc çc-occ|c. |c.ocrc -cc
çcc--o. ´oc|c|c -ccc|cccrc orc o jocc|o. |c o|rc cc uco oc.ccc, uco çcc|o cc c||c- ccucocc-
cc c|-cc.o...
9J
EXLmlLvm.
CRlArLc Lm CLrARlc
Tals loran as cldades deslgnadas a todos os lllhos de lsrael, e ao estrangelro que habltar entre eles, a lln de que aquele que tlvesse norto
alguen lnadvertldanente, se reluglasse nelas, e nao norresse µela nao do vlngador do sangue antes de ter conµarecldo dlante da
assenblela.
Josuc XX:9
Crlar ou adaµtar un cenarlo µara REBELl^O e una tarela relatlvanente lacll, desde quer vocé tenha en nente o que quer lazer. Hesta
seçao nos trazenos un exenµlo µronto de una das etaµas crlatlvas de un jogo de RPC: o desenvolvlnento do µano de lundo.
C CLrARlc
Cono exµllcado no caµrtulo AnIIcnIaçao, os nelllln vlven en un nundo retro-luturlsta sua tecnologla e cléncla e equlvalente ao
que encontranos en nossa realldade, nas a noda e alguns asµectos culturals renontan a eµocas nals antlgas. \arlas obras llterarlas
e clnenatograllcas ja se valeran deste recurso µara daren una atnoslera dllerente ao seu enredo entre os lllnes nals recentes
tenos CIcacc cas SonI¡as, CaIaca, DaInan e DaInan: o PcIo¡no (lgnore os outros dols) enquanto na televlsao trnhanos a excelente
CcnI¡aI CII) do extlnto serlado TLc /IasL. Hos quadrlnhos tlvenos Sc¡canc¡, con seus gangsters en ternos rlscados de glz e netralhadoras
avançadas nas naos. Con un µouco de boas relerénclas e µacléncla vocé µodera adaµtar sua cldade a un cllna retro-luturlsta. E lsso
nos leva a outra questao: vocé µrelere adaµtar cenarlos reals ao jogo ou crlar sua µroµrla cldade llctrcla³ ^nbas as oµções tén suas
vantagens. Un cenarlo real transµortado µara a lnaglnaçao requer µouco trabalho de adaµtaçao, µols gerações de engenhelros ja
llzeran o trabalho µor vocé. Todos os µontos lnµortantes, as ruas e µersonalldades que vocé conhece estao logo all, so necessltando de
una µequena ¨revlsao". Ouanto aos cenarlos llctrclos, ben, a grande vantagen e que vocé µode lazer o que ben entender con eles.
Enbora eles déen substanclalnente nals trabalho µara seren crlados, µode ser gratlllcante vlslunbrar o resultado llnal un µedaço
de nundo conµletanente seu, con lnllnltas µosslbllldades de exµansao. Oualquer que seja sua escolha, os toµlcos a segulr lacllltarao
a elaboraçao de un µano de lundo reallsta e dlnánlco.
C FlcLRlrc
Enbora a nalorla nao se dé noçao dlsso, a lorna de vestlr e que lornece a µrlnelra lnµressao de µersonalldade de un lndlvrduo,
gruµo ou socledade. Ho nundo real nos ja tenos un carnaval de estllos en constante contraste, lndo desde o tradlclonal terno escuro
ate o estllo desµojado e trenendanente varlado da juventude. Hao serla, µortanto, dllerente no nosso nundo lnaglnarlo. Para lalar a
verdade, as µessoas se vesten de un nodo nulto nals ecletlco nuna realldade retro-luturlsta.
De nodo geral, en REBELl^O a noda alnda conµorta traços de vestlnentas dos anos '40 assln se vesten todos os honens
e nulheres adultos, equlllbrados e que trabalhan todos os dlas µara lazeren do nundo o que ele e µara todas as µessoas. Obvlanente,
o nundo nao e lelto so de honens e nulheres resµonsavels e convenclonalnente equlllbradas (µor nals que eles quelran µensar que
sln). Cruµos soclals dlstlntos se vesten de lorna dlstlnta µara exµressar seu nodo de vlda e ldeals, e nessa categorla µodenos encalxar
desde µunks ate clubers con o vlsual colorldo da decada de '70. Henhun estllo esta restrlto ou en desuso no nundo dos Hrbrldos,
aµenas alguns sao nals conuns que outros. De qualquer nodo, o estllo '40 e o usado µela nalorla das µessoas ¨nornals". Os lllnes
DaInan e CIcacc cas SonI¡as olerecen una excelente releréncla vlsual do nodo de vestlr retro-luturlsta.
C LLelcr
|ulto do que o nundo estetlco e brllhante de REBELl^O transµarece µode ser conslderado cono una conblnaçao entre os
deslgnes atuals e os de todas as decadas µassadas µense en un trµlco carro antlgo, cono Bentley ou Cordlnl, µor exenµlo, e dé-lhe
un µouco dos contornos retos e aerodlnánlcos tao µrezados atualnente. O resultado µode ser algo llgelranente grotesco ou bonlto de
lorna lnconun. Ha dúvlda, slnµlesnente nlsture elenentos ao seu bel µrazer, colocando nas ruas belos arranha-ceus de vldro e aço
contrastando con µredlos de concreto ornados con gargulas, ou una Ferrarl dlsµutando µor esµaço con un Calax ou Fusca. ^
conblnaçao de elenentos e estllos µode ser rellnada da nanelra que nals lhe agradar, ja que as µosslbllldades sao quase lllnltadas. So
tone culdado µara que o resultado llnal seja exotlco, e nao calona.
Enbora seja a µlor contlnuaçao da hlstorla do clnena, IIgLIancc¡ II conten una nlstura de elenentos lnteressante, assln cono
o excelente CaIaca e a belrsslna CpaI CII) da serle en quadrlnhos SIa¡nan, con un vlsual e arqultetura retrô ben adequados.
C ELLrcc
Hada da nals cllna a una Saga que o seus µersonagens. O elenco e lnµortante µor dlversos notlvos ele nao lornece aµenas
¨noclnhos" µara ajudaren os PJs ou ¨bandldos" µara servlren de saco de µancadas. Sua µrlnclµal lunçao e lornecer µersonalldade ao
jogo, cono os µersonagens de un bon ronance lazen con o nesno, a nanelra cono seu elenco se conµorta (e lsso lnclul os PJs)
dltara o cllna da estorla.
FCe
Todos os coadjuvantes deven ter notlvações e objetlvos, caso contrarlo, eles serao aµenas estatrstlcas en una lolha de µaµel, e nao
causarao nenhun lnµacto en seus jogadores (lenbre-se que o RPC e essenclalnente un jogo de lnaglnaçao se vocé nao nexer
con a cabeça de seus anlgos de algun nodo, e nelhor µrocuraren outro µassatenµo). Hunca negllgencle o hlstorlco e as notlvações
dos seus PCs nals lnµortantes, µols nulto do tenµeranento dos nesnos se devera ao que eles vlveran vllões µreclsan de bons (ou
naus) notlvos µara lazeren o que lazen e e µreclso nals que boas lntenções µara construlr un herol lnteressante. Tente se lenbrar
FEEELlÃC. AecLrÇÀc L CLLLA
94
tanben que nao exlsten aµenas denônlos terrrvels, guerrelros
angellcals e denals aberrações sobrenaturals no nundo de
REBELl^O. Este jogo trata baslcanente de µessoas, condenadas
a vlver eternanente sen alna e con µoderes quase dlvlnos (ou
denonracos), nas alnda assln µessoas. Por lsso, os hunanos
µoden desenµenhar µerleltanente seus µaµels cono anlgos llels
ou lnlnlgos odlados. Por lalar nlsso, os jogadores larao boa µarte
do seu elenco a nalorla das vezes µreste atençao aos lnlnlgos,
contatos e allados dos seus µersonagens e vocé µouµara nulto
trabalho na hora de elaborar seus coadjuvantes.
FJe
O caµrtulo de crlaçao de µersonagens ja olerece toques
lnteressantes µara a construçao de PJs, e alen do nals, lsso e un
trabalho dos jogadores. ^µenas auxllle-os no que lor necessarlo e
µreste atençao µara que nenhun engraçadlnho venha a destoar
ou atraµalhar o concelto de sua saga e a dlversao do gruµo.
FLRecrAcLre MÀc·MLllLlm
Ho caµrtulo LIcnco nos descrevenos suµerllclalnente varlas
crlaturas e conceltos µara µersonagens nao-nelllln seren utlllzados
en sua Saga. Enbora seja µossrvel alguns jogadores utlllzaren
tals µersonagens, con o tenµo as colsas coneçarao a se
conµllcar. En µrlnelro lugar, este e un jogo de nelllln, e µor lsso
nenhuna outra classe recebeu tantos retoques e µrolundldade.
lsso lnµllca nun vazlo en ternos de regras µara a evoluçao e
utlllzaçao µor µarte dos jogadores de µersonagens de outro tlµo.
|ulto da notlvaçao e atnoslera do jogo se µerde se os µersonagens
nao loren Hrbrldos. Contudo, a Segunda Rebellao trouxe una
translornaçao µrolunda e consequénclas dlversas µara o nundo
lntelro, sen restrlções de raça e orlgen. Portanto, se vocé µernltlr
µersonagens lnµortados do elenco de aµolo, aconselhanos que
conece con un µersonagen aµenas, e nesno assln serao
necessarlos tato, bon senso e crlatlvldade µara adaµta-lo as
necessldades de un jogador. ^µesar das dlllculdades, essa µode
ser una exµerléncla gratlllcante desde o nonento que vocé
tlrou este llvro da µratelelra, ele se tornou seu. E nulto bon µara
nos que vocé contrlbua µara tornar este nundo nals rlco e
dlverslllcado.
Fcr+ce lmlcR+Ar+Le
Enbora o cenarlo cono un todo estabeleça o cllna das
estorlas, alguns locals serao nals lnµortantes que outros µara a
sua Saga. Pontos de venda de lnlornações e arnas, santuarlos de
seltas, lugares analdlçoados ou santos. todos eles de alguna
lorna exercerao lnlluéncla sobre o desenvolvlnento de suas tranas.
Una boa ldela e relaclonar un lugar destes a un dos seus PCs
µrlnclµals cono un cenlterlo analdlçoado que serve de base
µara un culto satánlco ou un µarque llorestal chelo de esµrrltos
elenentals. Bares e lojas esµeclalnente µlanejados tanben ajudan
a crlar un cllna lanlllar e adequado, tornando o cenarlo nals
conslstente.
Ae Ee+cRlAe
Ha µratl ca, a µarte nal s dl lrcl l do µl anej anento e o
desenvolvlnento das estorlas que serao jogadas µelo gruµo. Cono
o RPC nao e un jogo de conµetlçao entre os µartlclµantes, e se
basela µrlnclµalnente na caµacldade de lantaslar de cada un, llca
dllrcll encontrar notlvações µara todos os µersonagens envolvldos.
Por lsso, antes de µlanejar sua Saga, alnda na crlaçao dos PJs,
µeça µara seus anlgos traçaren un objetlvo e desenvolveren
algunas notlvações µara seus µersonagens. Essas asµlrações
µoden dar orlgen a una gana enorne de notlvos e tlµos de
aventura algunas µessoas gostan de açao sen llnlte, con
cenas e nals cenas de lutas e µersegulçao, enquanto outras
µreleren susµense e enlgnas que desallen sua caµacldade de
deduçao. Outras µreleren ronance e retrataçao de µroblenas
µessoals, o que torna os µersonagens nals hunanos. O ldeal e
nedlr un µouco de cada estllo e olerecer aos jogadores o que eles
queren, e tornar tentador e lnteressante un µouco do que eles
alnda nao exµerlnentaran. O brlgao do gruµo µode llcar
agradavelnente surµreso se descobrlr a sarda µara una sltuaçao
µerlgosa sen ter de µerder alguns Patanares \ltals, dé una
oµortunldade do grande génlo arnar una cllada µara un verslµelll
e veja sua adrenallna jorrar quando o clrco µegar logo. O RPC
retrata sltuações lnusltadas e exµerlénclas lnµossrvels de seren
vlvldas na vlda real. Conece a aglr senµre da nesna nanelra e
lazer senµre as nesnas colsas e lsso vlra un vldeogane µobre e
sen elelto esµeclals.
O caµrtulo A IoI¡c A¡Ic cc /csI¡a¡ lala nals detalhadanente
sobre cono crlar sua µroµrlas estorlas e sagas.
MA FRA+lcA.
Para quen ja leu todo o llvro, nas µrelere un µonto de µartlda
µara coneçar, nos lornecenos aqul una anblentaçao µara vocé
dar seus µrlnelros µassos en REBELl^O. |esno que ja tenha
ldelas µroµrlas µara coneçar (o que e nulto bon), esta lntroduçao
µode lunclonar cono releréncla ou lonte de lnsµlraçao anallsando
nosso exenµlo, vocé µode evltar os erros que conetenos.
O cenarlo µara a estrela de REBELl^O e una cldade llctrcla
a llha de Sao Dlnas. ¨|as µorqué dlabos una cldade llcclonal³",
vocé deve estar se µerguntando. Ben, cltando Janes Roblnson (o
autor da serle SIa¡nan): ¨Cucn guc¡ anIIcnIa¡ as LIsIó¡Ias nun
I uga¡ cn guc a gcnIc pocc cLcga¡ cc avI ao c conLccc¡
pcssoaIncnIc¨ Lu nao".
Hos lornecerenos aqul as lnlornações baslcas sobre a llha,
µara que vocé µossa altera-la e exµandr-la de acordo con sua
vontade, µara que essa seja a sua cldade. Caso a ldela de utlllzar
un cenarlo lrreal nao o agrade, nao ha µroblena essa cenarlo
µode ser anblentado, con µequenas alterações, en qualquer local
do Brasll. ^te onde entendenos, vocé µode ate esµrené-la ao lado
de sua µroµrla cldade.
LccALlzArLc·eL
^ llha de Sao Dlnas llca (a µrlncrµlo) a quarenta nlnutos de
barca do Rlo de Janelro, e essa e a únlca lorna de acessa-la. Suas
rarzes estao llncadas na eµoca do Brasll lnµerlo, quando ela lol
doada µelo lnµerador ao Barao ^lexandre ^lcántara de Sao
Dlnas. En 19Jb, atraves de µleblsclto, consegulu o status de
nunlcrµlo, e atualnente ten una µoµulaçao de aµroxlnadanente
dols nllhões de habltantes en seu terrltorlo.
CcrLlÇÀc A+LAL
Se a cen anos atras a llha encontrava-se en seu aµogeu,
µode-se dlzer que hoje ela esta ladelra abalxo. ^ exµansao contrnua
da cldade ellnlnou a µratlca ja lraca da µecuarla, e reduzlu
drastlcanente sua cultura agrrcola, a restrlnglndo a µequenas
lazendas no lnterlor. ^ atlvldade µesquelra alnda se aµresenta
razoavelnente lorte, nas e lncaµaz de sustentar sozlnha a econonla
de Sao Dlnas. Cono zona lndustrlal, e un µequeno balrro se
conµarada a Sao Paulo e enbora alguna renda seja consegulda
con o turlsno, a µresença oluscante do Rlo de Janelro llnlta en
nulto sua µosslbllldades de sucesso. Desacostunada a µroduzlr,
a llha serla un grande µaraslta engordando e norrendo no lltoral
sudeste do Brasll, se nao losse µor un µequeno detalhe a Rede
de Teleconunlcações Paradrsla.
Crande salvadora da econonla lnsular, Paradrsla lol atrarda
µara Sao Dlnas en una eµoca de cresclnento, quando os
lnµostos µredlals e terrltorlals baratearan generosanente µara
estlnularen o cresclnento da lndústrla e do conerclo na cldade.
lnlclalnente una radlo de relatlvo sucesso, Paradrsla cresceu en
µoder e lnlluéncla con o advento da televlsao no Brasll. Hoje, ela
conta con dols canals llvres de televlsao (un, o µroµrlo Paradrsla,
lrder absoluto de audléncla en todo Brasll), alen de radlos ^| e
F| µoµulares e dezenas de canals µor asslnatura. Proµrletarla de
qullônetros de scIs µara lllnagens e outras lnstalações dlversas,
µode-se dlzer que Paradrsla donlna a llha, o que e verdade.
A FALrA
Pode-se dlzer que o zoologlco hunano de Sao Dlnas e tao
varlado cono o de qualquer grande caµltal brasllelra. Dlversas
raças, cores e credos coexlsten en tunultuada harnonla,
enquanto a xenonanla da juventude nastlga e adaµta nodlsnos
estrangelros ao seu µroµrlo nodo. ^ssln, µunks, lunkelros e rablnos
EXLmlLvm. CRlArLc Lm CLrARlc
9b
se esbarran todos os dlas nas abarrotadas ruas da cldade sen
voaren nos µescoços uns dos outros, ou µelo nenos sen nulta
lreqüéncla.
^ nalorla arrasadora da µoµulaçao e catollca, sendo segulda
µor un núnero razoavel de µrotestantes dlversos. Pequenos cultos
renascldos (cono o Crrculo de Revelações de Horus) sao nulto
conuns entre o subnundo e os jovens, enbora nen todos sejan
levados a serlo. ^s nultas nlsturas de crenças µoden lazer de
Sao Dlnas un lnteressante local de µesqulsas µara un soclologo.
ou pIa)g¡ounc de un socloµata.
A MAcLlrA
Cono en todo o resto do Brasll, os servlços da µreleltura sao
una µorcarla a saúde µúbllca slnceranente nerecerla un none
dllerente, a µolrcla e corruµta e vlolenta e os servlços de saneanento,
agua, luz e telelone lunclonan cono un reloglo. nos balrros
nals rlcos. Pode-se dlzer con toda segurança que en algunas
lavelas da cldade balxa exlsten µessoas que nunca tonaran un
banho quente na vlda (enbora os µostes estejan la µara justlllcaren
a conta de luz que chega todos os neses). Os Correlos µoderlan
trabalhar nelhor se o µrelelto caµrlchasse un µouco nals na
slnallzaçao e µlacas de orlentaçao esµalhadas µela cldade que,
dlzen, te levan a lugar nenhun se vocé segur-las con atençao.
^µesar de tudo, seu slstena de transµortes coletlvos e razoavelnente
bon, con trens e netrô a cada clnco nlnutos e ônlbus que rodan
a nolte toda, de hora en hora. O centro da cldade, belo e lnµonente,
contrasta vlolentanente con o subúrblo trlste e abandonado. Tudo
lsso, e claro, nao aµarece nos belrsslnos cartões µostals con
µralas llndas e nulheres senlnuas.
Fcr+ce lmlcR+Ar+Le
Cono dlto antes, aµenas un µanorana geral de Sao Dlnas
sera nostrado ela deve ser do tananho ldeal µara suas ldelas.
|as, cono os locals lnµortantes sao o que lazen una cldade
cono essa, aqul vao os µrlnclµals µontos de Sao Dlnas e suas
µersonalldades:
^ Basillca de Sao Dlmas: ^ µrlnclµal lgreja da cldade.
Felta en estllo gotlco, lnlta con µerlelçao un tenµlo nedleval,
toda lelta en tljolos de µedra e vltrals llnrsslnos. Fol construrda a
nando do µroµrlo barao, e hoje se encontra aos culdados do
Padre Calo un dos nals novos lntegrantes da Orden Cruz
Resµlandescente. Calo acabou sendo adnltldo na Orden aµos
un lncldente lnlellz entre ele e un dlavolo, que acabou sendo
destrurdo.
^ ¨Cldade Balxa": Una µarte antlga e µobre da cldade,
lornada µelos balrros nals µerlgosos. Ouase toda evacuada aµos
a enchente de '46, aµenas as µessoas nals µobres contlnuaran a
habltar la. Cono resultado, tenos una µrolusao generosa de
lavelas e guetos, con ruas chelas de gangues e trallcantes. E la
que se encontra o Lnc¡uzIILaca un bar underground e sujo
onde se µode tonar alguns tragos, ouvlr un µouco de núslca
agresslva ou lazer un trato con o dlabo. Seu µroµrletarlo, Eduardo
Loµes, un honen conedldo e µonderador, recentenente decldlu
nao dar nals tenµo a norte µarou de beber e lunar ha sels
neses. Fol neste tenµo que ele abandonou o culto ao denônlo
chanado Desesµero, e esµera recuµerar sua alna antes de calr
nas garras de seu antlgo nestre. Dlzen que o µroµrlo nonstro
aµarece vez ou outra no bar µara tratar os ternos de llbertaçao de
Eduardo. e tocar una ou duas núslcas antes de lr enbora.
^ T\ Paradisla: O belrsslno µredlo da Rede Paradrsla e
una exaltaçao a noderna arqultetura. Locallzado no centro
conerclal de Sao Dlnas, trata-se de una enorne torre de aço e
vldro, con 40 andares de luxo e ostentaçao. Ho µenúltlno andar
ha una excelente boate, lreqüentada µelos µrlnclµals executlvos e
llguras lnµortantes da Paradrsla. \ez ou outra µoden se encontrar
la o Sr. ^arao ^rtur |endonça, soclo lnlluente e bruxo en tenµo
lntegral, e sua lllha Lrdla. La tanben µode ser encontrada Raquel
Schlavlnnl, dlretora executlva e Precursora, a joven que controla
boa µarte dos negoclos de seu µal. O dono da Paradrsla, dlzen,
nora na oµulenta cobertura do µredlo, onde encontra Raquel
ocaslonalnente.
Fetlche: Una loja de µrodutos esoterlcos de aµaréncla
lnolenslva e exotlca, nas que lunclona cono un excelente µonto
de conµra e venda de lnlornações. Clbele, a µroµrletarla e anante
de ^arao, trabalha todas as noltes jogando tarô, lendo naos e
encontrando contatos e allados.
O |lrante do Barao: ^ antlga norada do barao e hoje un
esµetacul ar nuseu de hl storl a, con un rl co acervo e
exceµclonalnente conservado, aµos receber lncentlvos e ajuda
nonetarla da Paradrsla. Todos os tlµos de µessoas µoden ser
encontrados en seus belos salões desde o µrelelto gordo e
aµatlco da llha ate un Helllln contenµlatlvo.
^ \elha Estaçao: Trata-se da antlga estaçao de tren da
cldade balxa, na qual as µessoas µodlan tonar o exµresso que
cortava toda a llha en dlreçao as barcas, e que lol desatlvada
deµols da grande enchente. ^tualnente serve de µalco µara raves
de gangues que atravessan a nolte, tendo as vezes deslechos
vlolentos. ^credlta-se que una nova selta satanlsta esteja
consegulndo recrutas entre os jovens que la vao µara se dlvertlr.
O ¨Eden": O Parque |unlclµal de Sao Dlnas abrlga centenas
de esµecles vegetals e nultos anlnals sllvestres, ben no coraçao
da llha. Local µerlelto µara un cooµer de lln de senana ou
encontro rellgloso, de acordo con o Crrculo de Revelações de Horus,
que se reúne lnµreterlvelnente todos os sabados, as 8:J0h. Dlzen
que alen das caµlvaras, nlcos e un sen núnero de aves, vlven
tanben no coraçao do Eden esµrrltos elenentals µoderosrsslnos.
Estes sao µontos lnµortantes de Sao Dlnas, nas nao sao os
únlcos. Cono |estre, vocé µode exµandlr a cldade, crlar novos
µontos ou suµrlnlr os que cltanos aqul. Seja lnventlvo e dlvlrta-se
tenha Sao Dlnas cono sua Cothan Clty (ou |etroµolls, Utoµla,
etc.), e solte sua lnaglnaçao µara torna-la nals real e enµolgante,
un lugar verdadelranente desallador e µerlgoso µara seus
condenados.
Ae CAR+Ae Lc EARALHc
Sao Dlnas nao e aµenas un lugar de extrenos, e tanben o
lar de µersonalldades vlbrantes, µerlgosas ou anlgavels. ^µesar
dos µersonagens abalxo estaren lntlnanente relaclonados con
o cenarlo, nenhun deles e lnutavel ou lnsubstlturvel todas as
alterações que vocé achar nals cabrvels as suas ldelas sao valldas.
Ce ARcArce MAlcRLe
^qul estao o que µodenos chanar de coadjuvantes de µrlnelro
escalao. Os µersonagens a segulr sao a nata da lnlluéncla en Sao
Dlnas, e deten una boa quantldade de µoder naglco ou tenµoral
(ou nesno os dols).
Ae+cR, C GHL`lLlm
Hen todo nal que exlste ten sua orlgen no lnlerno. ^lgunas
vezes, un coraçao hunano se torna tao negro que µassa a µertencer
as lossas ablssals. ^stor ten un coraçao assln.
^µaréncla: Hornalnente ^stor ten cabelos negros longos
ate os onbros, un narlz aqulllno e a µele nulto branca. Ouando
usa seus µoderes, ele se torna una aberraçao surna con narlz de
javall, enornes µresas e sonbras que dançan ao seu redor.
lndeµendente da lorna usada, ele senµre estara con una jaqueta
µreta dos IcII AngcIs que ele adora.
Hlstorla: ^stor lol, quando hunano, o suno-sacerdote de
un culto denonraco na eµoca da ascensao de Rona. En busca
de µoder e vlda eterna ele sacrlllcou todos os seus seguldores a seu
nestre lnlernal, que aµos devorar as alnas que lhe loran
olerecldas, reallzou seus dols desejos µrlnelro, ele destrulu seu
corµo lnµuro, delxando aµenas sua alna un µouco nals lnµura.
Cono todos saben, honens nortos nao norren, o que o tornou,
na µratlca, un lnortal. Deµols, sua alna lol arrastada ao lnlerno
e µronovlda a condlçao de servo-denônlo, o que nao e nulto
dllerente de ser un condenado, nas lhe olerece algunas vantagens
lrente aos desgraçados conuns. ^ssln ^stor se tornou un she'llln,
e µassou a oµerar na Terra a nando de seu antlgo ¨deus", que ha
algunas decadas velo µarar na Terra, aµos a segunda Rebellao.
Cono reconµensa a tantos seculos de servlços ben (ou nal)
µrestados, ^stor lol lnvocado µor Desesµero do nar congelado
onde vlvla e ganhou un corµo lrslco µara vagar µor Sao Dlnas a
seu servlço. ^tualnente, ^stor descobrlu que a adoraçao de nortals
aunenta o µoder dos decardos, e acunulou en torno de sl un
µequeno secto de hunanos anblclosos e estúµldos que o veneran
cono un dla ele venerou a Desesµero. Se seu nestre descobrlr
FEEELlÃC. AecLrÇÀc L CLLLA
96
que ele anda se µassando µor un denônlo auténtlco, µrovavelnente
val lenbrar-lhe das desvantagens de se ter un corµo de carne
cono dor excruclante e lllnltada, µor exenµlo.
Personalldade: Un sujelto nesqulnho, covarde e anblcloso.
Est at i st l cas:
Caracteristlcas: lnt4, CarJ, Esµb, For4, Flsb, RelJ.
Per|ll: O Herege
Esµeclallzações: Luta J, ^rnas Brancas 2, Esqulva J,
Dlreçao 2 (ele adora sua \ulcan), Polrtlca J, Llderança 4, Enµatla
J, Exµressao b, Denonologla b e Teologla (culto a Baal) 4.
Pecullarldades: Lrngua dos denônlos, Lrngua dos honens,
|edlunldade, Lrngua brllda, lnsenslbllldade, Sadlsno, Fobla Crave
(logo), lnveja, ^llados (10 µtos, todos hunanos nornals e seus
adoradores) e Devedor (a Desesµero J µtos.).
Poderes: Brutale, Obsessor e ^ntlnalkuth.
Paradas: Perrcla J, Presença 4 e \ontade b
Patamares \ltals: b0
FAcLLL GcHlAvlrrl, A FRLcLRecRA
Raquel nunca teve nae, avos ou qualquer lorna nornal de
lanrlla. Todos os seus lrnaos sao aberrações lnortals con
tendéncla a se chanaren (e trataren) µor trtulos de nobreza. O
únlco honen que ela anou esta norto e ela odela seu µal nals
que tudo no nundo.
Pobre nenlna rlca.
^µaréncla: ^µenas os olhos de Raquel denunclan sua
verdadelra ldade cono duas oµalas µolldas, eles µerscrutan
tudo ao seu redor atentanente. Seus cabelos, llsos e dourados,
sao senµre cortados de lorna µratlca e curtos (¨Hao tenho tenµo
µara estas abstrações!"). Seu corµo, delgado e llrne, ten nals
encantos que seu terno µroµosltadanente lnµessoal µode
esconder. Sua boca, de lablos roseos e dellcados, µoderla ser nenos
objetlva, se sua vlda nao losse tao dura.
Hlstorla: Preste atençao. Olhe nos olhos, seja gentll. Desde
sua lnláncla, Raquel tlnha un objetlvo traçado µor seu Pal
segulr os µassos de seus lrnaos, enrlquecer, ter controle. Para
donlnar, vocé deve estar atento a sl nesno. ¨^s µessoas sao
µerlgosas, aµenas nao saben dlsso. \océ deve gula-las. Seja llrne!
Sorrla". Perolas cono essa a µersegulran µor toda sua
adolescéncla. ^os qulnze anos, ela conheceu alguen realnente
dllerente. Ele era slnµatlco e atencloso, seu joven µrolessor de
llteratura. Ocuµada denals, entre una aula de etlqueta e outra de
dlrelto, Raquel tlnha o que conslderava seu oasls µessoal dlarlo
clnqüenta nlnutos con este honen gentll. Fol entao que ela se
aµalxonou. Fol entao que ela µerdeu o controle. Sua aventurazlnha
ronántlca nao lol ben vlsto µor seus lrnaos. O joven µrolessor
lol dlsµensado µor seu Pal aµos lsso tudo, e una senana deµols
solreu una norte traglca, canlnhando cono un autônato en
una llnha lerrea. Os olhos de Raquel nunca nals brllharan, e ela
nunca nals leu |llton. Paµal a µassou o controle da Paradrsla e ela
contlnua trabalhando, dla aµos dla, µara que o nundo nao acabe
ananha.
Personalldade: Raquel e lntellgente, dlnánlca e naturalnente
envolvente.
Est at i st l cas:
Caracteristlcas: lntJ, Car4, EsµJ, For2, Fls2, RelJ.
Per|ll: Consµlradora
Esµeclallzações: Dlrelto 4, ^dnlnlstraçao b, Burocracla 4,
Polrtlca J, Etlqueta 4, lnglés 4, Francés J, ^lenao b, Llderança J,
Conµutaçao J, Teurgla J, Tlro 2, Esqulva J, Dlreçao 2, Enµatla 2,
^rnas brancas 2, Hlgronancla 4.
|anl|estos: Contato, Força |otora, Ferrao |ental, Cnose,
Pluna de Cabrlel, |acula dos Condenados, Sentlr o Pecado e
Encarceranento.
|ana: 9
Equllibrlo ao lniclo da Saga:
SheolShanaln
Pecullarldades: Toµla, Esterll, Sono reduzldo, Rlqueza (b
µontos), Elegáncla, Charne, ^tençao Concentrada, \lP, Patrono.
Paradas: Perrcla J, Presença 4, \ontade J.
Patamares \ltals: 20
JLAr ERLJc, C FRlmAL
Ele e antlµatlco, vlolento, nal educado, luna charutos e nao
usa desodorante. E val ter toda a eternldade µara se aµerlelçoar.
^µaréncla: Juan e un trµlco estereotlµo de latlno durao dos
lllnes de Holywood lelo, lorte e lacrnora. Seu rosto ten nals
narcas de exµressao que una lolha de µaµel anassada, e nao se
sabe onde coneça o blgode e onde ternlnan os µélos do narlz.
^dora usar rouµa de couro, e nada µor balxo. Ten una enorne
tatuagen de naja µegando todo o µelto ele scnp¡c exµõe essa
tatuagen, nesno no µlor lnverno.
^h, ele tanben reµarte o cabelo no nelo.
Hlstorla: O verdadelro none deste Prlnal e Hector Ranlrez,
e ele nasceu na Bolrvla µroxlno o bastante da lloresta, nas
entranhado denals na cldade µara levar una vlda realnente
selvagen. Sua nae norreu en seu µarto, de nodo que ele µassou
µerrodos lrregulares de tenµo con cada un dos seus µarentes.
Tenµo o bastante µara que cada un deles chegasse a conclusao
de que havla algo nulto errado con aquele garoto, e qulsesse llcar
o nals longe µossrvel dele. Sen un Tutor e chelo de lúrla lncontlda
e lrustraçao, nao tardou nulto µara que ele llzesse sua µrlnelra
lncursao no nundo do crlne. ^os vlnte e dols anos, Hector era un
Helllln lgnorante de sua natureza, trlste e absolutanente lechado
µara o nundo ao seu redor. Sua aµarente lrleza e agresslvldade
lhe servlran de currrculo µara que ele se tornasse o guarda-costas
de un rlco contraventor brasllelro que en vlslta a lrontelra acabou
o conhecendo. Fol en |anaus que ele lez seu µrlnelro contato
con un Prlnal. ^µos algunas senanas de convlvéncla, o Helllln
chegou a conclusao de que Hector era lrrecuµeravel e o dlsµensou
de sua tutela. ^o nenos ele µassou a conhecer seu verdadelro
µotenclal.
O aµelldo ¨Juan Brujo" ele ganhou no lncldente que culnlnou
na norte de seu antlgo µatrao anbos levaran una saralvada
de balas de una netralhadora µortatll ^K-47 a quelna rouµa.
Cono vocé chanarla un sujeltao hlsµánlco que µassasse µor
una colsa dessas e contlnuasse vlvo³
Deµols dlsso, Juan vagou µelo Brasll se netendo en todo tlµo
de µlcaretagen, ate que quase lol deµortado µor ser un lnlgrante
llegal. Consegulu enganar a µolrcla lederal se casando con una
µrostltuta lesblca de b6 anos, a bondosa Sra. Teta, dona de un
µulguelro na Cldade Balxa de Sao Dlnas. Hao denorou nulto
µara que acabasse lazendo µarte da Congregaçao local, aµos
conhecer seus Prlnos. Enbora Juan seja o que se µode chanar
de bronco, ele nao chega a ser un nau sujelto. ^µesar de lalar
un µortugués horrlvelnente arrevesado con un dlaleto obscuro
de esµanhol, ele se nostra una conµanhla dlvertlda e ate nesno
agradavel se vocé nao tlver un ollato nulto sensrvel. Cono todo
Prlnal, ele tende a ser un µouco suµerµrotetor no que concerne
aos seus anlgos, e lsso e tudo o que este vlra-latas ten en conun
con sua Llnhagen.
Personalldade: Un µuto nulto grosso e nacho µra danar!
Est at i st l cas:
Caracteristlcas: lntJ, Car1, Esµ4, For4, Frs4, Relb.
Per|ll: |arglnal
Esµeclallzações: Luta J, Tlro J, ^rnas Brancas 4, Esqulva
J, Dlreçao 2, Perceµçao J, Portugués 1 (arredondando µara clna),
Furtlvldade 4, Subterlúglos 4, lntlnldaçao J, Hlgronancla J e
Teurgla J.
|anl|estos: Proeza, |anto de Sonbras, Cas \enenoso,
|aleabllldade, Cuelras, Objeto lrrenovrvel, |ascara do esµrrlto e
Hallto escaldante.
|ana: 7
Equllibrlo ao lniclo da Saga:
SheolShanaln
Pecullarldades: lnlornante no Subnundo, ^l erta,
^ssustador, \ontade Forte, Regeneraçao Potente, Duro de |atar,
Desequllrbrlo (en dlreçao ao Sheol), Unhas negras (slnal de
nascença), ^ntlµatla, Pobreza (1 µto.) e Paranola (con ¨La |lgra",
o setor de lnlgrações da µolrcla lederal)
Paradas: Presença 1, Perrcla 4 e \ontade J.
Patamares \ltals: 40
EXLmlLvm. CRlArLc Lm CLrARlc
97
ArLLRecr, C AccLl+c
Todos os ^colltos sao excéntrlcos e ocaslonalnente lncônodos.
Todo nundo esµera lsso deles. Pladas lora de hora, brlncadelras
de nau gosto e aµelldos chatos sao relatlvanente nornals. ^llnal,
todos os ^colltos sao dados a lrreveréncla.
^lguns exageran.
^µaréncla: ^nderson se veste da nanelra que ele consldera
seu ¨estllo Haunµrey Bogart": una conblnaçao de calças jeans,
saµato e µal eto lol gados con una chaµeu de lel tro
µregulçosanente colocado en sua cabeça. Cono nao luna, leva
senµre un µallto-de-dente no canto da boca µara lazer tlµo. Pense
nele cono un grunge nos µadrões retro-luturlstas. Un grunge
retro-luturlsta nal vestldo.
Hlstorla: ^nderson trabalha cono detetlve µartlcular, e ten
un escrltorlo µequeno a dez nlnutos do centro. Ele o conµrou a
sete anos con o dlnhelro que recebeu cono herança aµos a norte
de seu µal adotlvo, a quen era realnente aµegado. O honen o
aceltou cono seu lllho natural (nesno sabendo que nao era) e
anou sua nae ate seu últlno nlnuto de vlda. ^µos o enterro, ele
resolveu que querla se alastar e acabou se tornando detetlve so
µara se dlvertlr. Ja conhecla Raquel nesta eµoca e acabou
conhecendo Juan durante un caso e lazendo anlzade con o
Prlnal.
Enbora seja un sujelto µrestatlvo e brlncalhao, ^nderson e
µrolundanente lnlellz con sua condlçao de Helllln. Seu únlco elo
verdadelro con una lanrlla nortal lol ronµldo con a norte de
seu µal, e agora sua nae e seus lrnaos nals novos vlven en un
belo condonrnlo a belra nar e secretanente lellzes con o seu exrllo
voluntarlo. Ele adora realnente seus anlgos, en esµeclal Juan, a
quen chana carlnhosanente de ¨Pancho \lla" ele odela o
aµelldo. Por Raquel, a ¨nlnha Lolra", ele nutre una slncera anlzade
con algun tesao subentendldo. Flcar so e µara ele un nedo
nalor que norrer, e ele se nostrara senµre un allado llel e anlgo
µara os µersonagens dos jogadores.
Personalldade: ^nderson e debochado, lalador e
lnconvenlentenente curloso. \lve esquecendo o none das µessoas,
e µor lsso coloca aµelldos (ate hoje ele nao sabe qual o none de
Juan, e se µarasse de chana-lo de Pancho terla un µroblena).
Est at i st l cas:
Caracteristlcas: lnt4, Car2, Esµ4, For4, Fls4, RelJ.
Per|ll: Boénlo
Esµeclallzações: Luta 4, Tlro 4, ^rnas Brancas J, Dlreçao
J, Esqulva 2, ldlonas 1 (lnglés de banca de jornal), Enµatla 2,
Subterlúglos J, Conµutaçao 1, Furtlvldade 2, Exµressao J,
Hlgronancla 2, Teurgla 4 e Etlqueta 1.
|anl|estos: Bençao, Praga de Cog, |rnlca, Lelto de Rochas,
Esµectro, ^µarlçao, |lragen, Luxúrla da Súcubo.
|ana: 8
Equllibrlo ao lniclo da Saga:
SheolShanaln
Pecullarldades: Toµla, Rlqueza (graças a herança, claro, 2
µontos), ^llado (un nendlgo nedlun, 2 µtos.), lnlornante en
Corµoraçao, Lrngua dos Denônlos, Bravo, Clcatrlzes de ^sas nas
Costas, Desequllrbrlo (en dlreçao a Shanaln), Sonbra ^lada.
Paradas: Presença 2, Perrcla J e \ontade J.
Patamares \ltals: 40
AARÀc AR+LR MLrLcrÇA, c ERLXc
Ele e sollstlcado, lntellgente e enlgnatlco. Todos saben quen
ele e, nas µouco se sabe sobre seu µassado. Dlscreto e nlsterloso,
as µoucas µessoas que se lnteressaran en descobrlr suas orlgens
chocaran-se con una cortlna de lunaça nulto nebulosa e dllrcll
de transµassar. |ultas esµeculações ja loran leltas alguns ate
acredltan que ele lol un grande alqulnlsta renascentlsta que
descobrlu o segredo do Ellxlr da Longa \lda e tornou-se lnortal.
Ouen sabe³
^µaréncla: ^arao µarece ser un honen de nela ldade
ben conservado, belrando seus clnquenta anos. Seus cabelos sao
grlsalhos e curtos, sua µostura e elegante e ele se veste de acordo.
Costuna usar un cavanhaque senµre ben aµarado e oculos
escuros en todas as ocaslões. |ultos dlzen que e µara lazer tlµo
a verdade e que seus olhos sao trenendanente sensrvels a luz.
Hlstorla: O conheclnento e sua µrlnclµal notlvaçao, µols
aµenas ele leva ao µoder. Crande µarte de seu tenµo e dedlcada
ao estudo de velhos allarrablos e µerganlnhos senl-deconµostos,
e sua µacléncla e netlculosldade o tornan esµeclalnente tenaz.
Sua busca lncessante de conheclnento o levou a una sltuaçao
lnusltada ha alguns anos ele vlu un nelllln norrer. ^ crlatura
doente e louca lol destrurda µor Calo, un entao joven µadre
resµonsavel µor una conunldade do lnterlor do |ato Crosso.
Con o µadre desnalado aos seus µes e o nonstro en chanas a
sua lrente, ele vlu, e de alguna lorna absorveu, o que a crlatura
sabla. Un llo da verdade sobre os Descardos e sua Segunda
Rebellao se revelou µara ele, que agora quer nals. ^ µartlr de
entao sua energla µassou a ser dlreclonada µara o estudo da
Cabala e a µersegulçao dos rastros dos Fugltlvos e seus lllhos.
Con a norte de sua esµosa no µarto de sua únlca lllha, ^arao velo
a sossegar e se nudar µara a llha, lnvestlndo na entao energente
Paradrsla. e colocando-se µerlgosanente µerto da verdade que
tanto adora. Fol nessa eµoca que ele velo a conhecer Raquel e sua
Congregaçao. Fol tanben quando ele se envolveu con Clbele,
sua allada e anante. O crrculo de conheclnentos de ^arao nao
µoderla ser nals rlco, e nen nals blzarro. E nen ele µoderla estar
nals lellz.
Personalldade: Objetlvo, Sagaz e |lsterloso.
Est at i st l cas:
Caracteristlcas: lnt4, Car4, Esµ4, For2, FlsJ, Rel2.
Per|ll: ^rcano
Esµeclallzações: Denonologla 4, Cabala b, Teologla J,
|etodos dlvlnatorlos J, Dlrelto 4, Etlqueta 4, lnglés J, Latln 4,
^ranalco b, Crego J, Conµutaçao 2, Polrtlca 2, Subterlúglos J,
^dnlnlstraçao 4, Burocracla b, Dlreçao 2, Enµatla J, ^rnas
Brancas 4, Pesqulsa 4, |edltaçao J, Rltualrstlca b e |edlclna J.
Oulmeras: Denonologla, |edlclna, Subterlúglos e ^lqulnla.
Poder: 1b
Pecullarldades: Fotossenslbllldade, Ocultlsta Renonado,
Perceµçao do Sobrenatural, Orgulho, Rlqueza (b µontos).
Paradas: Presença J, Perrcla J e \ontade 4.
Patamares \ltals: J0
Ce ARcArce MLrcRLe
^qul se enquadran os µersonagens con µoderes e lnlluéncla
nals µroxlnos dos PJs. Utlllzados con crlatlvldade, eles darao
base µara otlnos allados ou odlados lnlnlgos.
FALRL CAlc, C CAvALLlRc
^ bondade e a coragen sao vlrtudes dos lortes, e os lracos
deven ser µrotegldos do |al. Ele era lnabalavel ate que os ceus lhe
revel aran una µequena laceta de seus lrutos al go
dlabollcanente angellcal.
^µaréncla: Calo ten J2 anos, nas aµarenta nals. Seu olhar
e un tanto duro e µerdldo, acentuado µor constantes olhelras. Seu
cabelo castanho e cortado a naqulna rellglosanente a cada qulnze
dlas. Ele ten una clcatrlz µouco abalxo do quelxo, que se estende
ate seu onbro dlrelto.
Hlstorla: Calo senµre se destacou entre seus colegas de
senlnarlo en vlsta de sua le e abnegaçao lanatlcas. ^s agruras do
clerlcato µareclan nao o lnconodar e nao lol surµresa quando
nuna nolte aµos sua ordenaçao ele lol lndlcado µara o recrutanento
da Orden da Cruz Resµlandecente. |als abnegaçao, nals le. ^o
llnal de seu trelnanento, Calo lol ordenado Cavalelro a servlço de
^zrall e deslocado µara una conunldade de cerca de nll e duzentas
µessoas no lnterlor do |ato Crosso. Enbora todas as µessoas do
lnterlor tenhan un µerlll reservado e llgelranente hostll a estranhos,
o que ele encontrou lol algo dlgno de atençao. O µovo vlvla acuado,
nulto sllencloso e desconllado. En una conllssao soube que varlos
lazendelros vlran, vagueando µelos canµos a nolte e de
nadrugada, un vulto hunano µartlcularnente assustador, con
olhos lnsanos e senµre sujo de sangue. Sua últlna vrtlna havla
sldo un raµaz de treze anos, que so µôde ser ldentlllcado µelo que
restou de sua rouµa. O µobre conlldente havla vlsto tudo. En
geral, as µessoas sequer lan a nlssa, e tlnhan nedo de salr ate
nesno sob o sol. Elas eran slnµles, nas sensatas. Una nolte,
Calo estava sozlnho e nelancollco na nave de sua lgreja, quando
alguen entrou no conlesslonarlo. ^ µrlncrµlo, µela lorna de lalar,
Calo achou que se tratava de un bébado, ate que coneçaran as
conllssões. Toda a hlstorla a Segunda Rebellao, as Llnhagens,
FEEELlÃC. AecLrÇÀc L CLLLA
98
o ^rnageddon, tudo µelo µrlsna doentlo de un dlavolo.
Lentanente, Calo tocou a µedra en seu cordao . o conbate que
se segulu nandou o dlavolo de volta ao lnlerno e delxou Calo nulto
µerto da norte. Da µorta da lgreja, ^arao llcou vendo o nonstro
quelnar ate so sobraren clnzas, con un sorrlso nos lablos. O
que havla sldo µara ele un µronlssor encontro con a verdade lol
µara Calo o golµe que lragnentou sua le. Hoje, a únlca µergunta
que laz, en todas as suas orações, e que tlµo de Deus delxarla algo
cono aqullo exlstlr.
Personalldade: Calo e senµre serlo, obstlnado e nulto
lntrosµectlvo.
Est at i st l cas:
Caracteristlcas: lntJ, Car4, EsµJ, ForJ, Fls2, RelJ.
Per|ll: Herege (enbora a Orden seja un culto enlnentenente
crlstao, nao e reconhecldo µela Santa Se).
Esµeclallzações: Teologla b, Denonologla 4, Cabala 2,
Rltualrstlca J, |edlclna 2, Latln J, ^rnas brancas 4, Luta 2,
|edltaçao J, Etlqueta 2, Dlreçao 2, Enµatla 4.
Poderes: ^ Esµada e Bençao.
Poder: b
Pecullarldades: ^trator do Sobrenatural, ^lerta, Clerlcato,
Hecessldade de Relrqula (sua µedra, sen a qual nao µode usar os
µoderes), \ontade Forte e Objetlvo (servlr a Orden en sua cruzada
contra o |al).
Paradas: Presença 2, Perrcla J e \ontade J.
Patamares \ltals: 20
ELLARLc LclLe, C ¬LRLcL
Reµor o estoque de bebldas, conµrar novas lunlnarlas µara o
bar, consertar o tablado do µalco, µagar as µrostltutas, subornar
os µollclals e sacrlllcar un bode.
^ vlda de un nedlo enµresarlo e satanlsta en nelo µerrodo
nao e nole.
^µaréncla: Loµes ten 1,70n de altura e un corµo leve e
esgulo. Costuna usar bons blasers en tons escuros con calças
jeans casualnente desbotadas una aµaréncla µrojetada µara
segulr o estllo naurlclnho, nas nao nulto. Seu cabelo castanho e
netl cul osanente desµenteado (o bastante µara µarecer
nodernanente deslelxado), enquanto que seu nlcroscoµlco celular
esta senµre a nao. ^ nascara µerlelta de µulha lnolenslvo µara
µredadores lanlntos.
Hlstorla: Fanrlla tradlclonal de classe nedla, anblente
saudavel e µals conµreenslvos. Hen todas as µessoas p¡ccIsan
de notlvos µara se tornaren nas. Loµes e una delas. Desde
joven ele sentla una lrreslstrvel atraçao µara a crueldade nao se
µode dlzer que lol algo que ele aµrendeu. lsso nasceu con ele.
Enquanto todos lechavan os olhos µara sua naldade, Eduardo
cresceu se esnerando nals e nals no que achava sua nals µreclosa
qualldade: sua µerversldade dlsslnulada. Ouando tlnha sete anos,
o gato de sua nae solreu un acldente con o lorno da cozlnha.
^os treze, una colegulnha desaµareceu durante un trote
esµeclalnente vlolento no coleglo. ^os vlnte, seus µobres µals
norreran quelnados durante un lncéndlo en seu luxuoso
aµartanento. Pobre Edú. Craças a Deus µaµal tlnha un gordo
seguro de vlda. Hlnguen, e obvlo, descobrlu nada (recolheran os
corµos con µas de llxo µortatels).
O satanlsno velo µara ele ao acaso. Un cara µartlcularnente
tenebroso que lreqüentava seu bar (adlvlnhe o que ele lez con a
lndenlzaçao!) o aµresentou a Selta dos ^doradores. Toda aquela
dlversao, os µoderes que eles ganhavan e nenhun llnlte e en
troca dlsso ele vestlrla nantos negros as sextas e sabados!
lnlellznente, Loµes nao lol µersµlcaz o bastante µara o µroµrlo
ben. Pulando eventos que nao larlan nenhun ben a sua sanldade,
basta dlzer que un dla, o tal cara que levou Loµes µara a Selta,
µlsou na bola e lol devorado µelo |aloral. Con alna e tudo.
Eduardo coneçou a bolar un jelto de µular lora antes que losse
sua vez. Deµols de se esconder do culto µor neses, ele lol encontrado
µelo µroµrlo Desesµero en Sao Dlnas. Ele slnµlesnente lol µorta
adentro con toda aquela cara de Louls Cller en Co¡açao SaIanIco
e dlsse ¨Ed, neu caro, eu tenho una colsa que vocé quer, e vocé
ten un talento que eu µosso aµroveltar. \anos negoclar³".
Desde entao Eduardo ven tentando consegulr sua alna de volta.
Hlµerlaturada, en nultas µrestações e con juros reajustavels.
Personalldade: Dlsslnulado, naqulavellco e loquaz.
Est at i st l cas:
Caracteristlcas: lnt4, Car4, EsµJ, For2, Fls2, RelJ.
Per|ll: Consµlrador
Esµeclallzações: ^dnl nl straçao J, Burocracl a 2,
Denonologla J, Etlqueta 4, lnglés 4, Esµanhol J, Conµutaçao 1,
Dlrelto J, Enµatla 2, Dlreçao 2, Llderança J, Exµressao 2 e Tlro 2.
Poderes: os |anllestos Ostraclsno, Oulja, |anto de Sonbras
e Conlrontaçao.
Poder: 6
Pecullarldades: Sadlsno, Contato con o nercado negro,
Rlqueza (J µtos.), Dono de µolnt, Devedor (sua alna µertence a
Desesµero J µontos) e Persona non grata (^doradores da Lua
Hegra).
Paradas: Presença J, Perrcla 2 e \ontade J.
Patamares \ltals: 20.
CleLLL, A CAR+cmAr+L
Para algunas µessoas, o oculto se resune a un carteado
esqulslto, salas esvoaçantes e lltas no cabelo. Para outras, e un
estudo serlo de clénclas hernetlcas e verdades netalrslcas. E exlsten
alnda µessoas do segundo tlµo, nas que ganhan nulto dlnhelro
jogando un carteado esqulslto, usando salas esvoaçantes e lltas
no cabelo. Clbele ven se dando nulto ben assln.
^µaréncla: Clbele tenta reµroduzlr o estereotlµo classlco da
clgana clnenatograllca: salas colorldas, nas de bon tecldo, blusas
lnslnuantes de seda e nultas µulselras de ouro e µrata, con
µendurlcalhos de notlvos nrstlcos (^nks, cruclllxos, estrelas de
Davl e etc.). Una vasta cabelelra rulva, cacheada ate a clntura,
contrastando con una µele branca e aveludada, ajudan a
conµletar o tlµo. Seus olhos sao lntensanente verdes e vlvos, do
tlµo que µoden natar un honen con o olhar certo (ou
µroµosltalnente errado).
Hlstorla: Se tlvesse vlvldo na ldade nedla, µrovavelnente
Clbele serla quelnada. Desde nulto joven sua vlsao se exµandla
µara alen dos horlzontes do cotldlano. Sua lorça e lndeµendéncla
soavan µara os honens ao seu redor cono una olensa, e assln
lol µara seu µal. ^os treze anos, cansada das surras e sernões, ela
luglu de sua casa, en Sta. Catarlna, e vlveu con una conunldade
errante de hlµµles. Fol una eµoca lnteressante de sua vlda, e en
algun lugar seu µrlnelro narldo deve vlver con seu lllho |arceu
Luzson, nas cono todos os nodlsnos, este raµldanente a
cansou. Ouando lez dezessete anos juntou-se a un gruµo de jovens
ocultlstas. Eles realnente nao tlnha nulto a enslna-la, nas ao
nenos desµertaran seu lnteresse µelo Hernetlsno. Clbele µercebeu
que este era realnente seu canlnho, e µassou a µrocurar nestres
nelhores e nals caµazes. Ela chegou a cerca de sete anos en Sao
Dlnas, onde coneçou a ganhar a vlda jogando tarô e lazendo
naµas astrals, deµols de µassar anos en enµregos nlseravels e
nal renunerados. Essa exµerléncla a enslnou que as µessoas nao
queren necessarlanente ouvlr a verdade, aµenas nentlras
agradavels nlnguen querla ser una rndla no Brasll central a
setecentos anos atras, todos desejavan ter sldo Haµoleao, Pltagoras
ou Lurs X\ na últlna encarnaçao. Se e assln, µor qué nao lazer a
vontade da cllentela³ Clbele consegulu acunular un dlnhelro
razoavel as custas de nultos Haµoleões, Pltagoras e Elvls durante
os últlnos anos, e nuna era de µesslnlsno e crlse, sua únlca
µreocuµaçao e a de que ja estao coneçando a acabar os nones
no seu reµertorlo de celebrldades hlstorlcas. Hoje, ela e µroµrletarla
de una loja de µrodutos Esoterlcos chanada /cIIcLc, que serve de
µonto de encontro µara dlversas subculturas da cldade.
Seu lnteresse atualnente esta µreso a ^arao, seu anante e
nestre na ¨^rte". Ela sente que este µode ser o honen dellnltlvo
en sua vlda. ao nenos ate o µroxlno.
Personalldade: Cl bel e e una lorça lenl nl na bruta e
lndonavel. Sua lntensa vlvacldade µode catlvar ou olender aos
que estao a sua volta, nas senµre causara alguna lnµressao.
Est at i st l cas:
Caracteristlcas: lntJ, Car4, Esµ2, For1, Fls2, Rel4.
Per|ll: ^rcana
Esµeclallzações: Esqulva 2, Dlreçao 2, Conµutaçao 1,
Etlqueta 2, Enµatla 4, Celtlco J, Subterlúglos 2, Cabala J,
Denonologla 2, Teologla (druldlsno) 2, |etodos Dlvlnatorlos b,
Canµlsno J, Exµressao J (llauta), Blele J, Seduçao J.
Pecullarldades: Ocultlsta, \ontade Forte, lnlornantes no
EXLmlLvm. CRlArLc Lm CLrARlc
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Subnundo (J µtos., un µara cada lnlornante), lnlornante en
Socledade Secreta (Un sacerdote do Crrculo de Revelações de
Horus e µarcelro de Sueca), lnµulslvldade, ^llado (^arao, 2 µtos.),
Rlqueza (2 µtos.).
Paradas: Presença 4, Perrcla J, \ontade 1.
Patamares \ltals: 20.
MARclc, C AvA+AR
Para algunas µessoas a causa anblental e sua vlda.
llteralnente.
^µaréncla: |arclo e negro, ten olhos verdes ben claros e
veste-se senµre desµojadanente, con rouµas aµarentenente nals
largas que o seu núnero.
Hlstorla: |arclo coneçou a se envolver con atlvlstas e OHCs
relaclonados ao nelo anblente aos vlnte anos µor causa de una
nanorada. O nanoro acabou, nas as ldelas µernaneceran en
sua cabeça µor anos. Ha nals ou nenos sels neses atras, ele e
uns anlgos resolveran se neter no rano de terrorlsno anblental,
e resolveran coneçar µor una lndústrla de aslalto que desµejava
toneladas de lunaça negra no ar. Una µesslna ldela, vlsto que
nenhun deles tlnha nulta exµerléncla con naqulnas e nen con
exµloslvos caselros que ao contrarlo do que todos µensan,
causan una µuta exµlosao, µrlnclµalnente se estlveren µroxlnos
a conbustrvels. Ho llnal das contas, clnco vlgllantes e todos os
anblentallstas nortos, exceto |arclo. Ele acordou a noventa netros
do conµlexo lndustrlal, con algunas escorlações e una µedra
azulada en suas naos. Desde entao ele ven bancando o suµer-
herol das questões anblentals, sen se dar conta de que µode
chanar a atençao de ¨suµer-vllões" tao terrrvels que o larlan
aµosentar sua caµa. µernanentenente.
Personalldade: |arclo e un eterno otlnlsta e realnente se
lnµorta en lazer a colsa certa, o que µrovavelnente o laz aglr
cono o Zorro.
Est at i st l cas:
Caracteristlcas: lntJ, CarJ, EsµJ, For2, Fls2, Rel4.
Esµeclallzações: Esqul va 4, |ecánl ca 1, Dl reçao 2,
Furtlvldade 2, Enµatla J, Canµlsno J e |edlclna 1.
Poder: b
Pecullarldades: Reslsténcla a |agla*, Obsedlado (µelo
esµrrlto elenental do ar que lhe deu os µoderes, enbora nao salba),
Hecessldade de Relrqula (sua aquanarlne, µresa a un bracelete)*,
lnunl dade a doenças hunanas*, Duro de natar*, Sono
Reduzldo*, Balxa Hecessldade de Hldrataçao e ^llnentaçao*,
Objetlvo, Senso de Dlreçao*, lnµulslvldade e Pobreza (-1 µonto).
Obs.: as µecullarldades narcadas con un * so lunclonan
enquanto |arclo tlver a µedra do elenental.
Poderes: Toque clnetlco (lunclonando cono luladas de vento)
e Don de Slnao.
Paradas: Presença 2, Perrcla J e \ontade 2.
Patamares \ltals: 20
Estes sao os coadjuvantes µrlnclµals deste cenarlo llctrclo, nas
certanente nao os únlcos. Obvlanente, vocé, cono nestre, tera
suas µroµrlas ldelas µara PCs novos e lntrlgantes. \a en lrente,
dlvlrta-se.
E so o que esµeranos.
lLLlAe lARA GAcAe
Utlllzando-se de Sao Dlnas cono µonto de µartlda, varlas
ldelas µoden dar orlgen a sagas lnteressantes. Hos olerecerenos
aqul alguns toµlcos que µoden ser desenvolvldos con un µouco
de µlanejanento. Lenbre-se: lllnes e llvros µoden ser una
excelente lonte de lnsµlraçao neste nonento (ao que ne conste,
nlnhas nelhores ldelas sarran de un ou de outro). O caµrtulo
destlnado aos nestres olerece una gana de dlretrlzes e orlentações
µara vocé crlar e conduzlr suas estorlas.
É rcl+L rA TLRRA
Esta ldela exµlora o cllna noI¡ de REBELl^O nelhor que
qualquer outra. Hos últlnos trés neses, a nolte, senµre durante a
lua nova, µessoas ven norrendo nlsterlosanente. Elas sao
encontradas con exotlcos µunhals cravados en seus corações,
deltadas con a cabeça voltada µara o nascente. ^te entao nada de
extraordlnarlo, ate que ^nderson desaµarece lnvestlgando os
assasslnatos. Enbora µareça a µrlnelra vlsta que os assasslnatos
estao sendo reallzados µor una selta satánlca, e exatanente o
oµosto Calo descobrlu una rede de adoradores do She'llln
^stor, e vén os natando un a un nas noltes en que eles
reallzarlan cultos. ^ tecnlca de assasslnato e rltualrstlca, e vlsa
evltar que tals lnµuros se tornen lonte de µoder µara os decardos.
^nderson lol caµturado µor Calo quando coneçou a chegar
µerlgosanente µerto da verdade.
Sua neta µrlnclµal neste jogo e olerecer µlstas lalsas nlsturadas
a verdades sutls, arrastando senµre os µersonagens aos µontos
nals sujos e sonbrlos de Sao Dlnas a µrocura de seu anlgo. O
clrnax desta Saga tanto µode levar os µersonagens a un dllena
noral eles lechan os olhos µara as atlvldades noturnas do
µadre Calo, se juntan a ele ou tentan lnµedl-lo³ quanto coloca-
los lrente a lrente con ^stor e sua anblçao, o tornando un
antagonlsta regular ou ocaslonalnente letal.
AÇÀc.
Essa e una ldela µara gruµos de conbatentes. Un µroenlnente
adorador de ^stor recebeu cono µrénlo alguns lnteressantes
µoderes lrslcos. aµos un Dannatl ser enxertado en seu corµo.
lnlclalnente, ele consegula controlar as nudanças, e vlnha se
dlvertlndo nulto na cldade balxa. Poren, nas últlnas senanas, as
nudanças coneçaran a ocorrer lnvoluntarlanente, µrlnelro
durante as luas chelas, e ultlnanente, todas as noltes. O verslµelll
ven causando una chaclna regular e sangrenta nas lavelas da
cldade balxa, aglndo senµre con nalrcla e cruel lntellgéncla
sera slnµles vlra-lo en dlreçao aos PJs e vé-los arrancando os
cabelos contra este adversarlo µoderoso e nortal.
.cL GLelLreL
Usando a tenatlca aclna, vocé tanben µode exµlorar a tensao
a un nrvel nals cerebral. Todos os eventos aclna estao acontecendo,
nas o \erslµelll e alguen do convrvlo de un dos µersonagens.
Conduza-os a una busca slnlstra a orlgen e ldentldade do nostro,
e aµresente-os ao horror de ter denonlstas entre seus anlgos.
GLcRLLce GcmeRlce
Clbele consegue ganhar en una barganha una rara e
estranha brblla do seculo X\lll, con un caµrtulo extra en latln
arcalco. Suas traduções levan a crer que se trata de un rltual
µara a conjuraçao de un anjo na Terra. Ha verdade, lsso e un
erro de traduçao o que este rl tual laz e ¨ascender"
tenµorarlanente un nelllln, o tornando un µaradrslo sob controle
do rltuallsta. ^ destrulçao da brblla reverte os eleltos do rltual.
^ µrlnclµal lntençao desta Saga nao e µronover una canµanha
do tlµo gato-e-rato, nas sln aunentar a µaranola lnerente ao
jogo e lazer os jogadores se µerguntaren: sera que exlstlran nelllln
antes da Segunda Rebellao³
E llrALmLr+L.
Esµeranos que os µersonagens e tenas aclna sejan
lnteressantes o bastante µara lazé-lo lnsµlrar-se e lntroduzlr novas
ldelas, conµlenentando e exµandlndo as nossas. Hao se esqueça
de observar atentanente o caµrtulo de antagonlstas, regras e
nanllestos antes de coneçar sua Saga. Procure se entrosar con
tals ltens µara que sua dlversao seja nals µlena e o jogo llua nals
naturalnente.
Dlvlrta-se!!
GLmARlc
^trlum: lntroduçao...................................................................................................06
|undus: ^mblentaçao...............................................................................................11
Lex: Regras..............................................................................................................21
Persona: Personagens...............................................................................................33
\eterando: Exµerléncla..............................................................................................57
Fasclnlum: |anl|estos S Poderes...............................................................................61
Sermo Hostrus: ^ Hobre ^rte de |estrar....................................................................83
De Bello Heµhlllco: Elenco.........................................................................................93