Aula 05

Exercício 2: Seja calcular para o trecho AB a posição e valor do máximo momento fletor positivo. Admitir EI constante. Figura 5.1 a) SP isostático, quebra de continuidade em B e C. Figura 5.2 b) Aplicação do princípio da superposição - carregamento externo tem diferença ao longo do trecho, pode ser separado segundo a sobreposição de efeitos. Figura 5.3 Figura 5.4 Figura 5.5 c) Cálculo dos e [ [ ( )( ̅ )] [ [ [ ( ) ( )( ( )] ) ] [ ( [ ( [ ( )( ( )] ̅ )( )] )( [ )] ( ) ] ] )]

[

(

)]

[

(

)]

d) Solução do sistema {

b) Diminuição uniforme da temperatura.6 ( ) ( ) Exercício 3:dada a estrutura abaixo resolve-la para: a) Carregamento indicado.8 Resolver o SP por caso  Carregamento externo Obs.9  Para x1 = 1 Figura 5.7 a) SP  quebrar a continuidade da estrutura nos nós C e D Figura 5.: lembrar que para cada rótula na qual ocorrem n barras o número de equações adicionais disponível será n – 1 Figura 5. Figura 5.10 .{ { e) Cálculo das reações f) Resposta ao solicitado Figura 5.

Figura 5.12 ( ( ( )∑ )∑ )∑ ( )∑ ( )( )∑  Para x2 = 1 Figura 5.14 Figura 5.11 Figura 5.13 ( ( ( ( )∑ )∑ )∑ )∑ ∑ .

por simplicidade escreve.Aula 06 Exercício 3: continuação Diagramas: . [ ̅ ] ( [ )( ̅ ) ] ( )( )  Cálculo dos [ ̅ ] ( )  Cálculo de x1 e x2 { { . na verdade. calcula-se o valor de “ se apenas .3 Conforme se viu.2  Cálculo dos ”.carregamento externo Figura 6.1 .para x1 = 1 Figura 6.para x2 = 1 Figura 6.

Isto se provará a seguir: -resolver: fazer os diagramas associados a variação térmica conforme indicado. .{  Cálculo dos esforços finais ∑ .DEC Figura 5. os coeficientes “ ” não mudam.4  . hiperestático. ou seja. Só mudarão caso se mude o SP.reações: ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Figura 6.DMF Construção dos diagramas Figura 6. para cada .A única novidade envolve o cálculo dos termos independentes. Há um risco de erro caso os coeficientes não sejam multiplicados por EIc.5 . .7 A matriz de flexibilidade.6 b) Solução para variação térmica .DEN Figura 6.

: a barra AB não sofre variação térmica .m2 H = 50 cm EIc constante Obs.8 Dados: ʆ = 10-5 °C-1 EIc = 105 KN.Figura 6.

. Isto se justifica dado que ambos pertencem ao método clássico. dos deslocamentos. tem origem no método das forças. ou das deformações. indicado em: A`B``.3 A barra A´ e B´ comporta-se como barra bi-engastada na qual o engaste B sofreu um recalque linear ρBA. Todas as hipóteses assumidas no processo das forças valem também para o processo da rigidez. trata o mesmo problema considerando como incógnitas as rotações e translações ocorridas nos nós das estruturas hiperestáticas. o qual se acabou de estudar. por simplificação. É imprescindível que se perceba a relação entre rotação e translação com os momentos fletores. Figura 15.Método da Rigidez O processo de rigidez. A barra em estudo pertence. este recalque é chamado de deslocamento ortogonal reciproco.Aula 15 2. comumente chamado também de método da rigidez. Conforme se perceberá. 2. Contudo.2 Este primeiro deslocamento δ não afetou a geometria original da barra. sem manifestação de nenhum esforço interno. será possível caracteriza o estado final de formação apresentado como consequência da soma dos segmentos casos independentes: 1º) Translação “δ”. 2º) Translação/ deslocamento ortogonal reciproco ρBA Figura 15. é um método mais adequado a implantação computacional. Admite-se que por força do carregamento a mesma apresentará posição final deformada segundo. ou. Figura 15.1 Bases do Método Admite-se a barra AB submetida ao carregamento indicado e vinculado nas extremidades de forma rígida. Portanto trata-se de um deslocamento do corpo rígido.1 Considerando a valida do Principio da Superposição de Efeitos. ao plano ilustrado.

6 Conforme já conhecido o carregamento externo poderá produzir diferentes configurações para os DMF.3º) Rotação φA≠0. ou seja: sentido anti-horário ( ).4 Tudo transcorre como se a viga bi-engaste sofresse um recalque angular φA. a TABELA 01.5 Este caso é idêntico ao anterior. Face à variabilidade possível de carregamentos. porem ocorre na extremidade B. a) Barra engastada e apoiada Figura 15. poderá facilitar o calculo dos momentos fletores que aparecem nas extremidades engastadas das barras.7 Obs: para este método serão considerados positivos momentos e rotações que possuam o sentido trigonométrico. 2-2 Grandezas Fundamentais Chama-se rigidez de uma barra em um dado nó engastado o valor do momento fletor necessário. Figura 15. naquele nó que consiga produzir um recalque angular unitário. 4º) Rotação φB ≠ 0 e φA = 0 Figura 15. com φB=0 Figura 15. Exercício 12: Provocar a rigidez à rotação no nó A da barra indicada abaixo: Calcular a reação Figura 15.8 . Tal situação despertará momentos fletores conforme indicada. 5º) Deformações associadas ao carregamento externo.

os momentos fletores MA e MB. adotemos g = 2.Exercício 13: Resolver.9 ( ( ) ( ) ( ) ) Equação de compatibilidade de deslocamento: ( ) ( ) ( ) ( ) ( ( ) ) Figura 15.10 . considerando EI constante. Figura 15. para a viga abaixo: Obs: Haja vista o carregamento e soluções anteriores.

3 Obs: Enquanto determinação dos momentos fletores que aparecem em A e B. Seja o módulo de elasticidade E constante (E=constante). poder-seia apelar para o método das forças e resolver o problema. pode-se trabalhar com o conceito de rigidez relativa. .Aula 16 Continuação: Rigidez de uma barra em um nó bi-engastada Figura 16. Se Então Momentos fletores associados à deslocamentos ortogonais recíproco.Viga bi-engastada Figura 16.1 Rigidez de uma barra engastada – apoiada Figura 16. outra solução surge .2 Obs: a rigidez assim definida é chamada de rigidez absoluta. Contudo. Na maioria das aplicações porém.

Viga engastada apoiada: Figura 16. para que nenhum de seus nós sofra translações. O valor encontrado equivalia ao número de incógnitas do problema. Tais deslocamentos equivalerão à rotações dos nós internos ou translação dos nós da estrutura.da analise da figura. Sendo assim o caso pode ser tratado com o resultado da superposição dos efeitos de φA e φB. chama-se deslocabilidade interna (di). Ao número de apoios do primeiro gênero necessários de se agregar à estrutura. chama-se deslocabilidade externa (de).4 ( ) Seja resolver pelo Método das forças Figura 16.3. Tal some equivalerá também ao numero de incógnitas do processo das deformações. Seja a viga: . . Ao numero de nós internos que podem sofrer rotações. A soma chama-se deslocabilidade total de estrutura.5 (∑ ) Logo 2. as quais equivaliam a esforços. Perceba-se que tanto A quanto B sofrem rotações. Neste método as incógnitas do problema serão os deslocamentos “Δi”.IDEIA / MECANISMO DO MÉTODO No método das forças trabalhara-se com o grau da hiperestaticidade da estrutura em analise.

Figura 16. dt = 2 de = 1 e di = 2.6 Figura 16. dt = 3 .7 de = 0 e di = 2 .