UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ARAGUAÍNA

BIBLIOTECA

Manual para Elaboração e Normalização de Trabalhos de Conclusão de Curso do Campus de Araguaína

Araguaína 2011

Allan Barbiero Reitor José Expedito C. da Silva Vice-reitor Izabel Crisitina A. Pereira Pró-Reitoria PROGRAD Regina Balduíno Coordenadora Geral das bibliotecas Luis Eduardo Bovolato Diretor do Campus Universitário de Araguaína

Organizadores (Bibliotecários do Campus Universitário de Araguaína) Gracelynne O. Santos Miranda Kátia C. Santa Brígida Meirilane Socorro Leocádio Nilo Marinho

Colaboradores (Docentes do Campus Universitário de Araguaína) Fátima Maria de Lima Luiza Helena O. da Silva Wagner Rodrigues Silva

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO .............................................................................................................. 2 2 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO MONOGRAFIA ............................ 3 2.1 PARTE EXTERNA ....................................................................................................... 4 2.2 ELEMENTO PRÉ-TEXTUAL ..................................................................................... 4 2.3 PARTE TEXTUAL ....................................................................................................... 6 2.4 ELEMENTO PÓS-TEXTUAL ..................................................................................... 7 3 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO RELATÓRIO DE ESTÁGIO ...... 9 3.1 ELEMENTO PRÉ-TEXTUAL ..................................................................................... 9 3.2 PARTE TEXTUAL ....................................................................................................... 9 3.3 ELEMENTO PÓS-TEXTUAL ..................................................................................... 9 4 NORMALIZAÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO ................................................ 10 4.1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA ..................................................................................... 10 4.2 FORMATO.................................................................................................................... 10 4.3 APRESENTAÇÃO DAS PARTES DO TRABALHO ................................................. 10 4.4 PAGINAÇÃO................................................................................................................ 11 4.5 CITAÇÃO ..................................................................................................................... 11 4.6 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA ................................................................................. 16 4.7 NOTAS DE RODAPÉ .................................................................................................. 17 4.8 REFERÊNCIAS ........................................................................................................... 19 REFERÊNCIAS .............................................................................................................. 28 APÊNDICES .................................................................................................................... 29

1 INTRODUÇÃO

Nas últimas décadas, a ciência e a aplicação do conhecimento que lhe é inerente se tornaram as principais forças de produção e componentes indispensáveis na elaboração de quaisquer produtos ou prestação de serviço. A comunicação apropria-se da informação para transformá-la em conhecimento compartilhado promovendo o desenvolvimento científico. Mesmo diante do progresso da ciência, a transferência de informação vem sendo dificultada mediante a crescente produção de documentos, aliada aos avanços científicos e tecnológicos exigindo cada vez mais a padronização da comunicação científica escrita, de forma a facilitar o intercâmbio da informação. A responsabilidade pela criação e disseminação de processos normativos em nível internacional cabe à International Organization for Standardization (ISO) e nacional a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Diante desse quadro, o presente manual surgiu com resposta à demanda manifestada pela comunidade acadêmica local, que solicita suporte à biblioteca quando da preparação de seus trabalhos acadêmicos. Nesse sentido, pretende trazer, recomendações quanto à maneira de apresentar a uma banca examinadora, um produto formal de graduação e pós-graduação. Este manual não tem a pretensão de dispensar consultas às normas originais da ABNT, mas visa primordialmente a estimular e ajudar a comunidade acadêmica na produção científica e técnica normalizada, contribuindo, dessa forma, com a qualidade das produções acadêmicas do campus.

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2 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO MONOGRAFIA

Visando à padronização dos trabalhos defendidos no Campus Universitário de Araguaína, todos deverão ser entregues (acompanhados de uma cópia em formato digital gravado em pdf, ver APÊNDICES T e U), encadernados em capa dura, com letras na cor dourada e obedecendo aos seguintes critérios para definição da cor da encadernação: a) graduação – azul; b) pós graduação lato sensu - verde; c) pós graduação strictu sensu (dissertação) – preta; d) pós graduação strictu sensu (tese) – cinza; O trabalho acadêmico deverá seguir uma ordem na apresentação dos elementos que o constituem, observando-se a obrigatoriedade ou não dos elementos apresentados adiante. A divisão do trabalho segue a seguinte estrutura: a) parte externa – são aqueles que antecedem os elementos pré-textuais; b) elementos pré-textuais – são aqueles que antecedem o corpo do trabalho, correspondentes às informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho; c) elementos textuais – caracterizam o corpo do trabalho, constituindo-se com a parte onde é apresentada a pesquisa, pressupondo, um texto estruturado com uma linguagem clara e objetiva, observando-se a formalidade, a adequação vocabular e a norma padrão para a modalidade escrita da língua; d) elementos pós-textuais – são aqueles que sucedem o corpo do trabalho; Para uma maior caracterização dos elementos citados acima, temos ainda: a) elementos essenciais – obrigatoriamente devem compor o trabalho científico e, desse modo, a sua não utilização constitui falta significativa para a padronização; b) elementos opcionais – podem ou não serem utilizados no trabalho científico. Dada a sua inserção, deverá obedecer ao mesmo critério de padronização dos elementos essenciais. As principais normas da ABNT para apresentação de trabalhos acadêmicos são: a) NBR – 6023 Informação e documentação – Referência – Elaboração b) NBR – 6024 Numeração Progressiva das seções de um documento c) NBR – 6027 Sumário – Elaboração

constando os dados que identificam o trabalho de acordo com o padrão internacional em vigor Código Anglo Americano . subtítulo (se houver). negrito e caixa alta). orientador com titulação máxima. Traz os dados essenciais de identificação da obra: nome da instituição (centralizado e destacado em caixa alta).5 X 12.2 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS a) Folha de Rosto . b) Lombada – (OPCIONAL) tratando-se de capa dura. título da obra. coorientador (se houver) e titulação máxima. b) Ficha Catalográfica . É composta pelos seguintes itens na mesma ordem com que são apresentados. título (centralizado.5 cm.4 d) NBR – 6028 Resumo – Elaboração e) NBR – 10520 Citações . o uso da lombada é opcional. 2.1 PARTE EXTERNA a) Capa . subtítulo (minúsculo e negrito). sigla da instituição e ano (APÊNDICE B). autoria (centralizado e destacado em caixa alta e em negrito). autoria (centralizado e destacado em maiúsculo e negrito). 2. local e ano do depósito (APÊNDICE A).Apresentação f) NBR – 12225 Lombadas – Elaboração g) NBR – 14724 Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Deve conter: nome do autor. local e ano de publicação. título (maiúsculo e negrito). especificação da natureza. A sua .(OBRIGATÓRIO) parte externa do trabalho usada com proteção física.(OBRIGATÓRIO) a contagem do número de páginas do trabalho deverá ocorrer a partir desta página não devendo. objetivo e nome da instituição de ensino a que vai ser submetido o trabalho e área de concentração.(OPCIONAL – para trabalho de conclusão de curso e OBRIGATÓRIO – para teses e dissertações) localiza-se na parte inferior da página no verso da folha de rosto. no entanto ser numerada. (APÊNDICE C). número do volume (se houver mais de um).AACR 2 e obedecendo uma dimensão de 7.

i) Resumo em língua estrangeira – (OBRIGATÓRIO) consiste em uma versão do resumo em idioma de divulgação internacional (em inglês Abstract. na língua utilizada para redação do resumo (APÊNDICE K). g) Epígrafe – (OPCIONAL ) serve para destacar o trabalho do autor através de uma citação escolhida que represente o conteúdo da pesquisa (APÊNDICE I). Sintetiza o conteúdo do trabalho acadêmico. inserida antes da folha de rosto (APENDICE E). (APÊNDICE L). f) Agradecimentos – (OPCIONAL) parte utilizada para o autor agradecer a pessoas e/ ou instituições que contribuíram de maneira relevante para a realização do trabalho (APÊNDICE H). natureza. esquemas. área de concentração. em francês Résumé). j) Lista de Ilustrações – (OPCIONAL) engloba desenhos. d) Folha de Aprovação . . c) Errata – (OPCIONAL) é utilizada para retificação de erros de digitação. não ultrapassando 500 palavras. Deve ser elaborada de acordo com a ordem pré-determinada no texto. fluxogramas. objetivo. nome. No caso de um número considerável dos tipos de ilustrações orienta-se que sejam elaboradas listas separadas. titulação.(OBRIGATÓRIO) nela devem constar o nome do autor. isto é. quadros e outros. instituição a qual pertencem e assinatura dos componentes que constituíram a Banca Examinadora (APÊNDICE F). sendo escrito em língua portuguesa (NBR 6028/2003) seguido de palavras-chave e/ou descritores (no máximo cinco palavras) (APÊNDICE J). em espanhol Resumen. h) Resumo – (OBRIGATÓRIO) deve se constituir como uma apresentação concisa do trabalho. palavras-chave e/ou descritores. mapas. título e subtítulo do documento. e) Dedicatória – (OPCIONAL) parte utilizada para o autor oferecer a obra a alguém. acompanhado dos respectivos números da página. organogramas. com cada item designado por seu título específico. nome da instituição. figuras. data de aprovação. A inserção dessa ficha no trabalho científico depende da exigência de cada instituição (APÊNDICE D). devendo ser disposta na parte direita e na metade inferior da (APÊNDICE G). sendo impressa em papel avulso e. fotos. Deve ser seguido das palavras representativas do trabalho. gráficos.5 confecção é de responsabilidade de um profissional bibliotecário.

. l) Lista de Abreviaturas e Siglas – (OPCIONAL) deve aparecer em ordem alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto. conforme critérios utilizados pelo autor e orientador. Desenvolvimento (revisão da literatura e resultados obtidos) e Conclusão para as áreas de Ciências Humanas e Sociais. m) Lista de Símbolos – (OPCIONAL) elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto. NBR 6027. 2. a justificativa e a delimitação do estudo.6 k) Lista de Tabelas – (OPCIONAL) elaborado de acordo com a ordem prédeterminada no texto. Desenvolvimento (revisão da literatura. Os títulos das divisões ou seções devem ser relacionados ao número da página em que eles iniciam (APÊNDICE P).1). apresentamos aqui algumas orientações mais gerais sobre a parte textual. talvez. Apesar dessas informações preliminares. No primeiro a autora atribui a sigla IDC que significa Introdução. No segundo temos a sigla IRMDC que significa Introdução. sempre que necessária (APÊNDICE M). na mesma ordem em que a matéria nele se sucede. a) Introdução – parte inicial do texto.3 PARTE TEXTUAL Os cursos em que os trabalhos científicos foram desenvolvidos podem se utilizar de algum padrão próprio. em algarismos arábicos. pois pode servir de orientação para algum usuário deste manual. seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso (APÊNDICE N).. Deve conter um título objetivo e expressivo e sua numeração deve ser sequencial. bastante característico da área em que o trabalho foi realizado. para facilitar a consulta. . onde deve constar os objetivos da pesquisa. De acordo com Gonçalves (2004) a parte textual do trabalho obedece a dois grandes paradigmas. p. O orientador do trabalho também pode interferir diretamente na organização da denominada parte textual do trabalho apresentado. com o devido significado (APÊNDICE O). 2003b. com seu nome específico e página correspondente.] enumeração das principais divisões." (ABNT. seções e outras partes de um documento. Tais informações são organizadas em diferentes capítulos. resultados e discussão) e Conclusão para as áreas de Ciências Naturais. materiais e métodos. Exatas e Tecnológicas. n) Sumário – (OBRIGATÓRIO) consiste na "[.

esses itens podem aparecer isolados ou reunidos em um ou mais capítulos. ou de acordo com a escolha do autor. Nessa seção.deve(m) ser indicado(s) o material que foi manipulado para o levantamento dos dados da pesquisa e a descrição da metodologia usada nesse levantamento. d) Resultados – (ocorre quando os trabalhos são de pesquisa de campo) devem ser apresentados de forma clara e objetiva. Podem ser usadas. Conforme mencionado acima.sugestões para a implementação da pesquisa também podem ser incluídas no trabalho.4 PARTE PÓS-TEXTUAL Nesta parte estão incluídos os seguintes itens: . cujos dados devem ser analisados e discutidos. fornecendo uma visão geral do que já existe escrito sobre o assunto e que tenha sido tomado como base para a investigação. deve constar as reflexões trazidas por um levantamento bibliográfico. e) Discussão . f) Conclusões . fundamentadas no texto e decorrentes da pesquisa. c) Material e Método . tabelas ou quadros. sob outras terminologias. para isso. 2. g) Recomendações . Na elaboração desse capítulo são usadas as citações e as notas bibliográficas e explicativas (no texto ou em notas de rodapé). relacionando-os à teoria e/ou à revisão da literatura.7 b) Revisão da Literatura – constitui-se em um referencial teórico que tem por objetivo sintetizar as idéias contidas em estudos de outros autores.deve ser feita uma análise crítica dos resultados.são apresentadas deduções lógicas.

e por ordem numérica no sistema numérico. Quando houver nome do autor repetido em várias obras. A ordenação das referências deve ser alfabética quando adotado o sistema autor-data. nas referências que sucedem a primeira. além do autor. Havendo mais de um desses elementos. Deverão ser indicados na parte superior da folha e em caixa alta. . Quando. também o título for repetido. A forma de apresentação é igual para Apêndice e Anexo. d) Anexos (OPCIONAL)– material suplementar originado de outras fontes. b) Glossário (OPCIONAL) – relação de termos restrito a uma determinada área do conhecimento usado no trabalho acompanhado das respectivas definições que visa a esclarecer o significado dos termos utilizados na pesquisa (APÊNDICE S).8 a) Referência – (OBRIGATÓRIO) lista contendo todas as fontes citadas no texto científico. (APÊNDICE Q e R). o indicativo de cada um deles deverá ser exposto em folha independente e de forma centralizada. c) Apêndice (OPCIONAL)– material suplementar produzido pelo próprio autor com o objetivo de complementar sua argumentação. devendo ser indicada na parte superior da folha e de forma centralizada. a mesma indicação anterior deverá ser seguida. o nome do autor deve ser substituído por traço sublinear equivalente a 6 (seis ) espaços seguido de ponto.

contendo apenas algumas particularidades. poderá ser incluída no relatório uma revisão da literatura especializada pertinente de às atividades desenvolvidas no estágio. Vejamos como é composta: 3. como documento final para conclusão do curso. conceitos e princípios. organização.9 3 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO RELATÓRIO DE ESTÁGIO Para alguns cursos. co apoio bibliográfico. bem como técnicas. A estrutura do Relatório de Estágio é semelhante às indicadas para monografias. análise e interpretação.2 ELEMENTOS TEXTUAIS a) Introdução: deve apresentar as seguintes informações: local do estágio. e/ou a critério do orientador. c) Revisão de Literatura: Quando possível. informações gerais sobre o estágio. são utilizados os Relatórios de Estágio. justificativa b) Atividades desenvolvidas: apresenta uma descrição detalhada do local de estágio e equipe de trabalho. equipamentos. Pode ser realizado um relato minucioso de todas as atividades desenvolvidas durante o período do estágio. onde são apresentadas as experiências dos alunos no estágio supervisionado. .1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Seguem a mesma disposição da monografia 3.

A capa e a folha de rosto serão digitadas em espaço simples. Podem ser apresentadas sugestões. Utilize fonte Arial em tamanho 12 e espaço 1. . recomendações e demais informações por parte do autor em relação ao que foi vivenciado no estágio. podendo utilizar cores somente para as ilustrações. de forma mais sistematizada. em papel branco ou reciclado..5 ( um e meio). 3.] impresso em cor preta. projetos de pesquisa.. 4. p. o ponto de vista do autor o seu ponto de vista do autor sobre o que foi realizado no estágio. Assim. Entre os parágrafos não há espaço.1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA Depois da apresentação dos elementos que compõem o trabalho científico é importante frisarmos que a harmonia desses elementos depende da sua apresentação gráfica. As citações longas com mais de três linhas.9).2 FORMATO O texto deve ser digitado em apenas um lado da folha. (ABNT. dissertações e teses devem seguir algumas recomendações referentes a formato. A regra para apresentação das tabelas é estabelecida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). tamanho A-4. a paginação. as legendas das ilustrações e tabelas utilize fonte 10 e espaço simples.10 d) Considerações finais: é apresentado. 4. a estética dos trabalhos acadêmicos. margens e paginação. as notas de rodapé.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Seguem a mesma disposição da monografia 4 NORMALIZAÇÃO DOS TRABALHOS CIENTÍFICOS A adoção das regras dispostas neste capítulo é fundamental para que os trabalhos científicos tenham um padrão na sua forma de apresentação. “[. 2011.

4. Apresentam-se de duas formas: . revistas. As margens das folhas devem ser de 3cm superior e esquerda e de 2cm direita e inferior.11 “As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto e de forma a se identificar individualmente cada documento. não se esquecendo de destacar o autor.3 APRESENTAÇÃO DAS PARTES DO TRABALHO Os títulos das seções deverão estar em algarismos arábicos separados por um espaço de caractere. “Títulos que ocupem mais de uma linha devem ser. deve-se ter a atenção de indicar com exatidão a fonte utilizada. 4. Todo título que iniciar um novo tópico do assunto (seção primária) deve começar no anverso da folha seqüencial do trabalho. mas não numeradas.5. jornais. palestras e outros.Todas as folhas do trabalho. Ao fazer uma citação no trabalho. 2011. A numeração deve ser colocada a partir da introdução do trabalho. em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo” (ABNT. p. p.3). ano e página. alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título. a partir da segunda linha. 4. a partir da folha de rosto. Entre o título e o corpo do texto usa-se um espaço de 1.1 Citação direta É a transcrição literal de palavras ou trechos de parágrafo do autor consultado. alinhados à esquerda.5. entrevistas. ficando o último algarismo a 2cm da borda direita da folha e fonte 10.” (ABNT.4 PAGINAÇÃO O número da página deve figurar a 2cm da borda superior. Elas podem ser de dois tipos: diretas ou indiretas.5 CITAÇÃO Citação é a menção obtida em diferentes fontes tais como: livros. 10 4. 2002. devem ser contadas sequencialmente.

Mesmo os grifos (sublinhados) que não são do autor. 3) acredita que “[.2 Citação indireta ou livre Consiste na transcrição de forma livre das ideias e conceitos do autor consultado. 2002. para tanto.. convém sempre. p. ou seja. p. p.. sem transcrição literal das palavras. jamais fazer interpolações: qualquer comentário.] devem ser fiéis.]. Ex 2 – Autor inserido logo após a citação: A leitura é um processo associativo que promove a interação „escrita e imagem‟ em diversos sentidos: a imagem propriamente dita.. como pode ser base de outras criações. 2001. Ex 1 – O autor inserido antes da citação: Góes (2002. devem ser inseridas no texto normal e entre aspas duplas (aspas simples são para indicar citação no interior de citação).5. exprimindo. após a redação confrontar as citações com o original.” Ex 2 – Autor inserido logo após a citação “Cabia às imagens mostrar visualmente e com maior precisão e clareza possíveis. devem constituir um parágrafo independente com recuo na margem esquerda de 4cm. o que o texto descrevia por meio de palavras. costumamos incorrer em erros ou omissões). Ex 1 – O autor inserido antes da citação: As citações textuais segundo Eco (1997. em espaço simples e fonte 10. p. devem ser assinalados. FONSECA.12 a) As citações de até 3 linhas. (WALTY. . pois ao copiá-las. CURY. mas nossos. 125): [. 13) b) As citações com mais de 3 linhas.” (AZEVEDO. nunca se devem eliminar partes do texto sem que isso seja assinalado [.. desse modo. a que ilustra textos verbais. aquela construída pelo leitor quando lê. no entanto deve ser fiel ao sentido do texto original.000 anos a. à mão ou a máquina. 7)..] só pelos 40. Segundo. Nessas citações não há obrigação de informar as páginas do texto em que foram extraídas as passagens textuais. esclarecimento ou especificação nossas devem vir entre colchetes [afirmando dessa forma]. Terceiro. suas angústias e seus pavores. deve-se transcrever as palavras tal como estão (e. C é que o humano começou a produzir formas que recriavam a realidade em que ele vivia. que tanto pode restringir-se ao momento real da produção de sentido. 4. Primeiro. (grifo nosso)..

apenas a data deverá estar entre parênteses.3..2 Sistema numérico O sistema numérico consiste de numeração arábica única e consecutiva para todo o documento. seguido da data de publicação e da página de onde foi extraído. 36). utilizadas no texto.3 Sistema de chamada É o método utilizado para indicar. 4. 4. 4. acompanhadas das respectivas definições [. qualquer tipo de trabalho (SALOMON. seguidos do ano da publicação separados por vírgula. pela instituição responsável ou ainda pelo título de entrada do documento.1 Sistema autor-data O sistema de chamada alfabético pode fazer a menção pelo sobrenome do autor. As citações reforçam o ponto de vista do autor ou o aspecto da pesquisa que foi abordado. assim. as fontes de onde foram extraídas as citações. Esse sistema não poderá ser utilizado quando houver no . 2001.5.5.]. enriquecendo. p..5. 2001).3. colocado acima da linha. Ex 2 – Quando o autor não está incluído na sentença deverá constar logo após a citação entre parênteses em letras maiúsculas. Para Inácio Filho (2001) a citação tem como finalidade a justificação dos conceitos que serão utilizados para originar a análise. as categorias e as conjecturas teóricas que acunhavam todo o desenvolvimento da pesquisa. Ex: São elementos opcionais “[. no texto..” (CURTY. entre parênteses. CRUZ..] a relação de palavras de uso restrito.13 Ex 1 – Quando o sobrenome do autor está incluído na sentença.

. p.] quem lê constrói sua própria ciência. p. A citação indireta deve ser evitada uma vez que.58) (FRANÇA. Joaquim. havendo.. 1999. 2000. a obra original já foi interpretada. A lista de referência deverá seguir a numeração das citações do trabalho. 10) afirma que o treinamento é utilizado no desenvolvimento das qualificações necessárias ao desempenho das diversas funções. quem não lê memoriza elementos de um todo que não se atingiu.4 Especificações das citações As citações apresentam-se nos textos de diferentes formas a saber: a) citação de citação (apud) – expressão usada nas transcrições textuais de conceitos e ideias de um autor sendo dito por outro autor ou seja. (TELLES JUNIOR. 2000. 1999. Ex: Ruiz (2009.. Ex 2 “Existe um critério misto. P..” ¹ Na lista de referências: 1 RUIZ. D. é a transcrição de um texto já retirado de outro documento pelo autor consultado. José. 35) acredita que “[.5. Ex 1 Villette (1984 apud MOTTA..31) (FREIRE. p. 1997 apud DINIZ. p.14 trabalho notas de rodapé. Recomenda-se apenas citar literalmente o texto. 2009. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. p. 2000. 1992. 40) (FRANÇA. 4. pelo qual distingue-se o direito público do direito privado[. Álvaro João. 252) b) Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data devese acrescentar as iniciais de seus prenomes.. 42) . p.]”. Ex: (FREIRE. Rio de Janeiro: Atlas. portanto o risco de má interpretação ou incorreções de informações. p.

2000. 2002b) De acordo com Cunha (2002a) d) Quando a publicação tiver mais de um autor (até três) estes devem ser separados por ponto e vírgula. mencionados no mesmo parágrafo. (2002. p. com a mesma data de publicação. Ex: (CUNHA. p. MOISÉS. Ex: (MYNAIO et al. 1999. 1996. 29) f) Quando houver citações indiretas do mesmo autor em diferentes documentos. Ex: (FORTES. GONÇALVES. p. coloca-se o nome do primeiro e acrescenta-se a expressão latina abreviada “et al. 33) e) No caso de mais de três autores. Ex: (OLIVEIRA. 2001. em ordem alfabética.15 c) No caso de haver vários documentos de um mesmo autor. 2002a) (CUNHA. 26) Segundo Mynaio et al. p.. 2005) . mencionados simultaneamente. Moisés (1999. para indicar que existem outros autores daquele documento. 2002) (NELSON. os anos devem ser separados por vírgula. Gonçalves. 2002. em ordem alfabética. 2002. RHODES. alli).” (et. COUTO. devem ser separados por ponto e vírgula. Ex: (OLIVEIRA. acrescentam-se letras minúsculas após a data de publicação. 2006) g) Quando houver citações indiretas de diversos documentos. 32) Conforme Oliveira.

comunicações. itálico ou entre aspas no texto original de uma citação direta.] – utilizado para indicar omissão de palavras ou parte do trecho transcrito que estão no texto original.     aspas duplas “ ” – utilizadas em citações diretas. logo após o que se deseja enfatizar. p. asterisco * – utilizado para indicar a chamada para nota de rodapé em comunicações pessoais.. faz-se na citação como na referência: a primeira palavra do título é empregada em maiúsculo seguida de reticências. debates. etc. sendo que os dados disponíveis para identificação da fonte.. no texto citado. [?] – utilizado para suscitar dúvida no texto citado. 2002. Os colchetes também são utilizados com outros sinais.). explicações. todos separado por vírgulas (NAS ASAS…. aspas simples „ ‟ – são utilizadas para destacar palavras que estão negrito. supressões ou interpolações necessários à melhor compreensão dentro do texto citado. literais ou textuais indicando a transcrição exata do texto consultado. . [grifo nosso] ou [grifo do autor] – esta expressão é utilizada para destacar palavras ou frases numa citação. data e do número de páginas. como: [!] – utilizado para dar ênfase. colchetes [ ] – utilizado para indicar acréscimos. 2) i) Sinais e convenções utilizados em citações – São utilizados para indicar características especificas na citação.16 h) Quando a citação é retirada de uma obra que não tem nome de autor ou responsável. sendo registrada imediatamente após o trecho grifado ou no final após a informação da fonte bibliográfica do texto transcrito. [. Pode aparecer no início. meio ou final do texto citado.  (informação verbal) – utilizado para informar dados obtidos através de informação oral (palestras. separado por vírgula. devem constar somente em nota de rodapé.

d) indicar dados obtidos através de contatos informais. Podem ser de referência.1. recomenda-se a seguinte ordem: 1 SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1.17  (em fase de elaboração) – utilizado para indicar que o trecho transcrito é de um documento ainda não publicado. b) separada do texto por um traço contínuo de 5cm. As notas de rodapé possuem as seguintes finalidades: a) indicar a fonte de uma citação. b) fornecer tradução de uma citação. c) digitadas em fonte tamanho 10. A apresentação gráfica das notas de rodapé deve estar de acordo com que segue: a) margem inferior da página onde ocorre o indicativo da nota no texto.6 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA A principal finalidade da numeração progressiva é estabelecer hierarquia entre as seções do trabalho. palavra ou aversão original da citação.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA 1. 4. possibilitando com isso uma seqüência lógica no decorrer do texto. . 4. mas que não foram publicados.1 Seção quinária (destaque em itálico) Recomenda-se não usar subdivisões muito extensas no máximo até a seção quinária. indicando as fontes consultadas ou de conteúdo.1 Seção quaternária 1.1. e) fornecer dados de trabalhos apresentados em eventos. com explicações claras e curtas.7 NOTAS DE RODAPÉ Consiste nas notas indicativas ao pé das páginas.1. c) fazer observações e comentários.1. a partir da margem esquerda. d) separadas entre si por um espaço simples e apresentar-se em uma nova linha. Os títulos de cada seção recebem destaque para facilitar a hierarquia. sendo que os dados bibliográficos para identificação da fonte bibliográfica devem constar somente em nota de rodapé.1 Seção terciária 1.1. servindo de complemento ou esclarecimento de informações.

a primeira vez em que a citação de obra está sendo referenciada deve conter os dados complementares para identificação do documento consultado.a parte citada pertence a mesma obra referenciada em nota imediatamente anterior. c) Sequentia ou et seq.1 Notas de referência Consiste na indicação de fontes bibliográficas consultadas ou remetem a outras obras onde o assunto foi abordado. 2001.quando o trecho citado é do mesmo autor mas de obra diferente da imediatamente anterior. (seguinte ou o que se seque) – expressão usada quando não se quer colocar todas as páginas da obra referenciada. adotando-se as expressões latinas. em ordem seqüencial com os dados bibliográficos para localização da parte citada.7. ² Id. 2 Id. 2001. Ex: No Rodapé: ______________________ (filete de 5cm) ¹ FARIA. 39. Direitos humanos e justiça. C.18 4. Ex: ______________________ ¹ FARIA. Direitos humanos e justiça. São Paulo: Revistas dos Tribunais. São Paulo: Revista dos Tribunais. 2000. C. as subsequentes da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada. J. Direitos humanos e justiça. Em notas de rodapé. Direitos dos excluídos. J. Apresenta-se com indicativo em números arábicos. com a finalidade de evitar repetições desnecessárias de títulos e autores. 23. 2001. São Paulo: Revista dos Tribunais.. p. referenciada em nota b) Ibidem ou ibid (na mesma obra) . Ibid. . a) idem ou id (o mesmo autor) . J. São Paulo: Scipione. C. Ex: ______________________ ¹ FARIA. p.

Ex: _____________________ 2 FARIA. cit. Direitos fundamentais. no lugar citado) – expressão usada para mencionar a mesma página de uma obra já citada. d) Opus citatum (opere citado ou op. FERNANDES. São Paulo: Scipione. passim. Ex. g) Passim (aqui e ali. 2001. p. ______________________ 3 Cf. cit.: _____________________ ¹ FERNANDES.19 Ex. ______________________ 4 FARIA. seq. loc. São Paulo: Atheneu. M. 2002. 5 MARQUES. sem identificar as páginas.C. 62 – 63. G. Direitos humanos e justiça. Direitos humanos. 39. em diversas passagens) – expressão usada para referências genéricas e várias passagens do texto. na obra citada) – obra já citada. J. Quando da . 2002. op. M . cit. p. 2002.7.2 Notas explicativas Consiste na apresentação de comentários. São Paulo: Revista dos Tribunais. esclarecimentos ou considerações complementares cujo conteúdo não possam ser incluídos na redação do trabalho. Ex. p.. 4. Cidadania. f) Loco citado (Loco cit. 2002. ______________________ ¹ CAMPOS. Ex. São Paulo: Revista dos Tribunais. e) Cf (confira ou confronte) – abreviatura usada para recomendar consulta a trabalho de outros autores ou a nota do mesmo trabalho. C. 6 FARIA. contudo dispensar a autoria. C. 190 et. mas havendo intercalação de notas. sem ser imediatamente anterior sem.

8. todas as referências devem ser ordenadas alfabeticamente. A pontuação segue padrões internacionais. ou seja. O espaçamento é simples e com dois espaços entre as referências. 4. b) Sistema Numérico – Ao optar pelo sistema numérico. Para melhor padronização. teses. . grifo ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento. As referências são alinhadas somente à margem esquerda possibilitando a identificação de cada documento individualmente.8 REFERÊNCIAS As entradas das referências devem estar padronizadas com a citação no corpo do trabalho. devendo ser uniforme para todas as referências. recomendamos o destaque em negrito para o título. O recurso tipográfico (negrito. folhetos. As abreviaturas devem estar de acordo com a NBR10522. 4. ______________________ ¹ Termo que designa as práticas de aprendizagem para a leitura de imagens. Ex: A imagem é uma comunicação direta e universal. as suas interpretações não dependem de uma língua específica e sim da alfabetização do olhar1 de seu leitor. todas as referências devem ser ordenadas de acordo com a ordem de ocorrência das citações no texto. As referências devem ser apresentadas seguindo o sistema de chamada escolhido no trabalho: a) Sistema alfabético – Ao optar pelo sistema autor data nas citações.20 utilização do rodapé para as notas explicativas deve-se utilizar o sistema autor-data para as referências.1 Livros. monografias. Estas referências devem estar de acordo com a Norma Brasileira Informação e Documentação – Referências – NBR 6023/06.

A saber :     Organizador (Org. 2002.21 São elementos essenciais e seguem nessa ordem: autor(es). Os nomes devem ser separados por ponto e vírgula.ed. LEHFELD. Palavra e imagem: leituras cruzadas. Ex: HAAGA. Tomografia computadorizada e ressonância magnética do corpo humano. seguido da expressão et al. Editor (Ed. . J.). Neide A. a) Obra de um só autor Ex: ABRAMOVICH. São eles: nº de páginas. e) Obra sob a responsabilidade de um ou mais coordenadores. e ano da publicação. CURY. Soares. Maria Z. Ex: WALTY. c) Obra de três autores – Mencionam-se os nomes de todos na mesma ordem que constam na publicação. Podem-se acrescentar outros elementos que chamamos de complementares. local. seguido da abreviação no singular. d) Obra de mais de três autores – Indica-se apenas o primeiro. Fanny. R. ed. editora. série e outros. Maria N. do tipo de participação. Coordenador (Coord. 1996. título.). seguido do(s) prenome(s) e/ou sobrenome(s) abreviados ou não. 2 v. São Paulo: Scipione. editores e organizadores – Indicar o nome do responsável. et al.). 5. em caixa alta. 2001. Fundamentos de Metodologia científica: um guia para iniciação científica. Aidil Jesus da Silveira. capítulos. separados por ponto e vírgula. b) Obra de dois autores Coloca-se ponto e vírgula entre os nomes dos autores Indicam-se os autores pelo último sobrenome. 2000. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. edição. Ivete L. Belo Horizonte: Autêntica. seguido de espaço. Literatura infantil: gostosuras e bobices. Compilador (Comp. de Souza.). 3. Ex: BARROS. São Paulo: Makron Books. FONSECA. Camargo. volumes. Ferreira.

l]. com a primeira palavra em maiúscula. 3.n].22 Ex: RODRIGUES. utilizam-se as duas abreviações [S. . Ex: KRIEGER. Brasília: [s. g) i) Obra sem editora e sem local . Pesquisa e ensino de língua materna e literatura: diálogos entre formador e professor. C. In: ______. A. C. São Paulo: Manole. MELO. 2002. Ex: FRANCO.8. Wagner Silva. Ex: AZEVEDO. Tales. Protocolos de treinamento muscular respiratório. Luis Antonio. B.n]. Obra sem local – quando não puder ser indicado no documento o local de publicação utiliza-se a expressão sine loco de forma abreviada [S. 8. Técnicas para o desmame no ventilador mecânico. [S. Lívia Chaves (Coord.93-205. F.ed. 1993. 2002. Campinas. Todos os direitos dos sócios do presidente. Discursos: de outubro de 1992 a agosto de 1993.n]. monografias a) Sem autoria especial – (MESMO AUTOR) Quando o autor do capítulo ou da parte for o mesmo do livro. Ex: NAS ASAS da imaginação.l]: Scritta.).l: sn] Ex: GONÇALVES.1 Capítulos de livros. 1993.1. 1992. I. [S. FARIA.l: s. h) Obra sem editora – quando não puder ser indicado no documento o nome da editora utiliza-se a expressão sine nomine de forma abreviada [s. p.quando não puder ser indicado no documento o nome da editora e o local. SP:Mercado das letras. substituir o seu nome por um travessão de seis espaços. f) Obra sem autoria – a entrada é feita pelo título. cap. Gustavo. NOVAES. A história de Mirador. Rio de Janeiro: Literis. 2009. 4.

2002. Juracy Assman (Org.1 Trabalhos apresentados em Congressos. Célia Doris. Ex: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFT. São Paulo: Rocco. Literatura infantil e alfabetização: do plano do choro ao plano de ação.3. São elementos essenciais e seguem essa ordem: autor(es).8. conferências.br/produto>. LIMA. Ex: VASCONCELOS FILHO. Palmas: [s. ano da publicação e parte inicial e final da parte que está sendo referenciada.). In: SARAIVA.: BECKER.3 Congressos.. nome do evento. 2001. editora. local em que foi publicado o documento. simpósios etc São elementos essenciais e seguem essa ordem: nome do evento em caixa alta. Acesso em: 9 out.livrariasaraiva.n]. Palmas.com. In: CONGRESSO . p. NASCIMENTO. 2007. título. 1. 2002. numeração do evento (se houver) ano e local (cidade) onde foi realizado. Um caso de necessidade.8. ano e local (cidade) onde foi realizado. Fátima Maria de. A Universidade Federal do Tocantins no contexto da Amazônia: livro de resumos. atas. numeração (se houver). Gerson Gomes do. e outros). 4. M. 2007 4.23 b) Com autoria especial – (AUTOR DIFERENTE) Refere-se a um capítulo escrito por um autor dentro de um livro sob a responsabilidade de outro autor Ex. João Manoel. local em que foi publicado o documento. título (em negrito) em que o evento foi documentado (anais.8. Disponível em <http://www. título do trabalho apresentado seguido da expressão In:. 35-41 4.2 Monografia em Meio Eletrônico Ex: CRICHTON. A segregação sócio-espacial e suas mediações com a violência urbana na cidade de Araguaína-TO. tópico temático. Seminários etc. Porto Alegre: Artmed. História da literatura infantil. editora e ano da publicação.

4. Acesso em: 9 out.2002. Monografia.8.300f.com. Dissertação(Mestrado Em Linguística aplicada)-Instituto de letras. Rio de Janeiro.. 4. Universidade de São Paulo. 2002. Alberto Pereira. 12. 299f.html>. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http:www. São Paulo. 2002.Br/abed/ixcongresso.8.. 1. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ECOCARDIOGRAFIA. 2008.8. no todo Ex: CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA. Letras e Ciências humanas.. “Um Galo sozinho não tece um (A)manhã”: o papel de uma associação de professores de inglês no desenvolvimento da competência profissional de seus associados. 9. Título: subtítulo (se houver). local e data.. ALENCAR. 186.24 INTERNACIONAL DE ESTUDOS DAS AMÉRICAS..htm>. UERJ. 2002. Elisa Borges de Alcantara. 2008. São Paulo: ABED.8.5 Trabalho de congresso em meio eletrônico Ex: XAVIER.4 Evento em meio eletrônico.7 Publicações seriadas .. Universidade de Brasília. Resumos. Defeito da perfusão miocárdica e alterações da contratilidade segmentar na cardiopatia chagásica. Ano. 2000. p. Brasília. 4.proecho. Ex: LOPES. 2010. S. Ex: Tese. 4. Tese (Doutorado em Ciências)Faculdade de Filosofia. acesso em: 9 out. Escravidão por dívida no norte do Estado do Tocantins: vidas fora do compasso. Dissertação. et al. 2009. 2010. Anais Eletrônicos. S..6 Dissertações e teses NOME DO AUTOR.br/ trabalho3. número de folhas. TCC (grau e área) – Unidade de ensino..unifessas.. 2009..

com designações numéricas e/ou cronológicas. Título do fascículo. numeração correspondente ao fascículo. atas. comunicações de sociedades. informação de periódicos e data de 4 sua publicação encerramento da publicação.8. P. 2002.2 Fascículo TÍTULO DO PERIÓDICO. Loca: Editora. publicações anuais (relatórios. numeração do ano e/ou volume.8. São Paulo: Abril. 35.8. mensal. Ex: NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL. (ABNT. entre outros. 4.F. título da revista (em negrito). e destinada a ser continuada indefinidamente. As publicações seriadas incluem periódicos. 4. ISSN 1807-1783. local da publicação. ano de início-encerramento da publicação. n. 4.8 Publicação periódica São consideradas periódicas todas as publicações que se repetem com intervalos regulares.8. Rio de Janeiro : UFRJ/COPPEAD. set.8. 35. numeração correspondente ao volume e ao ano. incluem-se nessa categoria: revistas (artigos) e jornais (seções.iníciofascículo. São Paulo: Abril. Relatório COPPEAD. v. 1974 – 2006. jornais. 1992.8. suplemento ou número especial Ex: (se houver).) revistas. 261.chave através de simulação. título da parte. Ex: . 21 p. OBS: Pode-se ainda colocar a periodicidade e o número do ISSN.1 Coleção inteira TÍTULO DO PERIÓDICO. Estrutura de produção e desempenho operacional: identificação de variáveis . 4. paginação inicial e final. anuários etc.8. cadernos. 123de p. Local: Editora.25 Publicação em qualquer tipo de suporte. etc). 2000) Ex 1 FLEURY. mês e ano da publicação. numeração do VEJA. editada em unidades físicas sucessivas.3 Artigos de Revista São elementos essenciais e seguem nessa ordem: autor(es).

Acesso em: 1 mai.8. 4. Disponível em: <http://www1.3. 2007. Tony. 1 mai. p. 4. caderno ou parte do jornal e paginação correspondente. título do jornal. 1 de mai. Interpretar língua e acontecimento.8. Folhaonline.8. p. caderno ou parte.folha. O Imparcial.br/~ceeh/revletras.globo. São Paulo: Companhia Melhoramentos. 1999. 2007. Acesso em: 9 out. 2002. Roberto Rocha deixa a disputa. São Carlos. local de publicação. a paginação do artigo ou matéria precede a data.ufscar. 2002. A.com/sp/transito/mat/2007/05/01 /295582211.5 Artigo de Periódico em Meio Eletrônico Ex: GUIMARÃES.8. E.8. A Produção agrícola no Brasil. Interface. 2.htm>. São Paulo. France. Porto nacional. 2005.2007.br/folha/dinheiro>. Ex 2: sem seção LEAL. Acesso em: 1 mai.8. 2005. 2007. N. Maio. Ex 1: com seção VIANA. 2.6 Matéria de jornal com autoria em meio eletrônico Ex: PRESSE.8.8. Enciclopédia médica da família. Jornal do Brasil. 4. Venezuela nacionaliza petróleo. v. Disponível em: <http://oglobo.com. O Globo.asp >. seção. 28 set. n. p.7 Matéria de jornal sem autoria em meio eletrônico Ex: ACIDENTE interdita rodovia no ponta do Paranapanema. Eleições. Brasileira de Letras. Disponível em: <http://www. Rev. Caderno 2. título. 4. 2. MP fiscaliza com autonomia total. Rio de Janeiro.9 Enciclopédia SMITH.8.26 FOSCHIERA. São Paulo. . 2002. 4. 12 jan. data de publicação. Atamis Antonio.4 Artigos de Jornal São elementos essenciais e seguem nessa ordem: autor(es). São Luís.uol. 18-31. Quando não houver seção. L.

4. 4.16 Mensagem de e-mail São elementos essenciais e seguem nessa ordem: nome do titular da conta do endereço eletrônico. c2001. (110 min). Produção: Mark Burg.12 Fotografia GOMES. Azevedo. Rio de Janeiro: Top Tape. GIULA. Direção: Peter Horton. Mensagem recebida por <giula@webcable. Disponível em : <http:www.10 Verbete GUERRA. São Paulo: Barsa Planeta.br>. 90s. Acesso em: 28 set. A ilustração é uma imagem.11 Filme A CURA. título da mensagem. 2005. 2005. Nepotismo. Entrevista concedida a Universidade Federal do Maranhão. 1995. 10 fotografias. 4. 4. 1997.com.14 Internet sem autor RACISMO. endereço do e-mail.8.8. 1 fita. Entrevistadores: Ribamar Bógea. 2005. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica do Brasil. 2004. PAULO.8. 17m. Interpretes: Joseph Mazello. Geraldo. Roteiro: Robert Kuhn.13 Entrevista MENDES.27 4. Ruas de São Luís-MA. [mensagem pessoal]. Annabella Sciorra.8. Brad Renfro. 1 videocassete. e quando foi recebida a mensagem. 2005.geocities. Eric Eisner.com>. Set. em 10 jun.8. 4.8. . CD-ROM. In: ENCICLOPÉDIA BARSA. São Luís: O Estado do Maranhão.8. Adriana Scarwid. 4.15 Vídeo O CORPO humano: os rins.

Rio de Janeiro: ABNT. Manual de artigos científicos. 2003a. Monografia no curso de administração: guia completo de conteúdo e forma. Ana Cristina de . Hortência de Abreu. Rio de Janeiro: ABNT. J. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2011. 1989. Lessa. Rio de Janeiro: ABNT. 2002a. Rio de Janeiro: ABNT. Rio de Janeiro: ABNT. 2002b. NBR 6024: Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: Sumário. 2004 . NBR 12225: Informação e documentação – Lombada– Apresentação. Cláudia Rosa. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2009 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ed.28 REFERÊNCIAS ACEVEDO. 8. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. GONÇALVES. Rio de Janeiro: Atlas. Rio de Janeiro: ABNT. UFMG. Belo Horizonte: Ed. VASCONCELLOS. 2009. NBR 6028: Resumos. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NOHARA. 2003b. Rio de Janeiro: ABNT. NBR 10520: Apresentação de citações em documentos. Jouliana Jordan. São Paulo: Avercamp. 2003c. 2003d. NBR 14724: Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT. NBR 6023: Informação e documentação – Referências – Elaboração. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6033: Ordem alfabética. FRANÇA.

29 APÊNDICES .

30 APÊNDICE A – Modelo da capa UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ARAGUAÍNA COORDENAÇÃO DO CURSO DE LETRAS ERLANE MARIA DE SOUZA Leitura e literatura infantil ARAGUAÍNA 2011 .

31 APÊNDICE B – Lombada AUTOR TÍTULO DO TRABALHO UFT 2011 .

32 APÊNDICE C – Modelo de folha de rosto ERLANE MARIA DE SOUZA A LITERATURA INFANTIL NA SALA DE AULA Monografia apresentada ao curso de Especialização em Literatura Infantil da Universidade Federal do Tocantins. Orientador: Prof. Dr. para obtenção do grau de especialista em Literatura Infantil. Wagner Rodrigues Silva Araguaína 2011 .

Leitura.Título CDD 370 . Orientador: Prof. 80f.n]. 2011. -Araguaína: [s. 1. Literatura infantil I. 2011.33 APÊNDICE D – Modelo de ficha catalográfica Souza. Erlane Maria de A literatura infantil na sala de aula / Erlane Maria de Souza . Wagner Rodrigues Silva Monografia (Pós-graduação em Leitura infantil) – Universidade Federal do Tocantins. Dr. 2.

34 APÊNDICE E – Modelo de errata Folha 17 30 60 80 99 Linha 2 10 3 18 5 Onde se lê vigiante aplicaçaa bovinocultrua tranmitir pesoas Leia-se vigilante aplicação bovinocultura transmitir pessoas .

Dr. Wagner Rodrigues Silva (Orientador) ____________________________________ Prof. Dr. Wagner Rodrigues Silva Aprovada em: _____/ _____/______. Dra.35 APÊNDICE F – Modelo de folha de aprovação ERLANE MARIA DE SOUZA A LITERATURA INFANTIL NA SALA DE AULA Monografia apresentada ao curso de Especialização Leitura e Produção Escrita da Universidade Federal do Tocantins. Orientador: Prof. para obtenção do grau de especialista. José Manoel Sanches da Cruz ____________________________________ Profa. BANCA EXAMINADORA ____________________________________ Prof. Luiza Helena Oliveira da Silva . Dr.

36 APÊNDICE G – Modelo de dedicatória Aos meus Pais que foram a motivação para o término desse trabalho .

pelo incentivo sempre constante e pela segura orientação.37 APÊNDICE H – Modelo de agradecimento AGRADECIMENTOS Agradecemos às pessoas e instituições que contribuíram para a elaboração desta monografia: À minha orientadora. . A minha família que me deu apoio nos momentos mais difíceis no decorrer da minha vida acadêmica. Ao Professor César Castro pela dedicação na elaboração deste trabalho.

Não necessariamente em uma criança especial.38 APÊNDICE I – Modelo de folha de epígrafe Pense numa criança ao nascer. ao nascer. Couto . qual é a capacidade de desenvolvimento de uma criança. Ela nasce com uma capacidade cognitiva e motora (inata) a ser desenvolvida. ela é indefinida. nunca sabemos. essa capacidade é imensamente grande. pense em qualquer criança. Tratando-se de uma criança especial. Tratando-se de uma criança normal.

. que representam o maior patrimônio nas organizações. Estratégia. Limitações da pesquisa e sugestões para pesquisas futuras serão apresentadas ao final deste estudo. Desempenho. O resultado desta pesquisa indica que o endomarketing ganhou força como uma importante estratégia de gerenciamento. Como conclusão. . o estudo supõe que o CEAPE/MA utiliza as estratégias de endomarketing para desenvolver e potencializar seus funcionários com intuito de melhorar seus produtos e serviços oferecidos aos seus clientes. utilizando-se o formulário como instrumento de coleta de dados aplicado aos funcionários e gestores do CEAPE/MA. Tem como objetivo a verificação do endomarketing como uma estratégia de gestão para potencializar o desempenho humano nas organizações. quando bem formulada e aplicada. pesquisa de campo e estudo de caso. pois. A metodologia adotada englobou levantamento bibliográfico. Palavras-Chave: Endormaketing. Gestão.39 APÊNDICE J – Modelo de folha do resumo RESUMO Este trabalho observa o endomarketing como uma alternativa inovadora que promove o envolvimento do funcionário com os objetivos das organizações. contribui efetivamente para elevação do potencial criativo das pessoas.

The methodology utilized includes a thorough literature review. field research and case studies using a data collection formula created by the management at CEAPE/MA. a business’ most important resource. The study concludes that CEAPE/MA employs endomarketing strategies to develop the potential of its employees with the purpose of improving the organization’s products and services offered to its clients.40 APÊNDICE K – Modelo de abstract ABSTRACT This work studies endomarketing as an innovative alternative that promotes worker development with organizational objectives. . Strategy. The result of this research indicates that endomarketing gained force as an important management strategy when the formula is appropriately used and applied. Its objective is the verify endomarketing as a strategy to create human performance in organizations. Performance. Management. Limitations of the study and suggestions for further research are presented in the conclusion of the work. Keywords: Endomarketing. It can effectively contribute to and increase creative human potential.

.........................................Brincadeiras............................................................Adaptação para a escrita............41 APÊNDICE L – Modelo de lista de ilustração LISTA DE ILUSTRAÇÃO Foto 1 Foto 2 Gráfico 1 Gravura 1 Gravura 2 ............................. ..........................Percentual de crianças sem acesso a leitura....................... ...................................... ...................................Crianças na sala de aula ......... 16 24 33 45 47 APÊNDICE M ... ..........Momento de descanso................................................................Modelo de lista de Tabelas .........................

........................................................ 10 Tabela 3 – Quantidade de alunos por série ...................................Modelo de lista de abreviaturas e siglas ....................... 3 Tabela 2 – Distribuição dos professores que responderam ao questionário .......... 25 APÊNDICE N ..............................................42 LISTA DE TABELA Tabela 1 – Ordenação dos alunos em sala de aula....

fasc. des. il. Ling.43 LISTA DE ABREVIATURAS doc. Cit. – – – – – – documento Ilustração Fascículo Linguagem Desenho citado .

h T pH – – – – – hectare litro hora temperatura medida de acidez APÊNDICE P – Modelo de Sumário .Modelo de lista de Símbolos LISTA DE SÍMBOLOS ha l.44 APÊNDICE O .

.................................. 4 OBRAS CLÁSSICAS DA LITERATURA INFANTIL...... 3........................................................................... APÊNDICE Q ..................... 3............................................................................3 A CRIANÇA E A LEITURA.1 ROBINSON CRUSOÉ.....................................3 DOM QUIXOTE ........................................................... 4................................................................................................................................ 2.............................................................. IMPORTANCIA DA LEITURA..................2 CONCEITO ......Modelo de folha de Referência autor-data ................................................................................................ 3.........................................................................................................................................................1 HISTÓRICO .................... 4..........................................................3 TIPOS ...............................................1 A LEITURA NA FAMÍLIA............................................................ 4............... REFERÊNCIA ........................................................................................................... 12 20 25 28 38 40 42 45 50 53 57 60 63 71 72 2............................... 3 LITERATURA INFANTIL.....................................2 MADAME BOUVARY................................................................................................... 5 5 ANÁLISE DAS OBRAS CONCLUSÃO ...............................45 SUMÁRIO 1 2 INTRODUÇÃO.......

São Paulo APÊNDICE R . Walter. 2 v.Modelo de folha de Referência com sistema numérico . 383p. ______. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Artrite e reumatismo. Prevenção Guia de Saúde) 57p. 224p. Gilberto. Fisioterapia neurológica: uma abordagem centrada na resolução de problemas. Casa do Psicólogo. :Nacional. Fisiologia do exercicio: energia. São Paulo: Nacional. GAIGHER FILHO. II. Lydia F. 2000. 1999. Cecília Maria Bouças et al. Ergonomia aplicada ao trabalho: o manual técnico da máquina humana v. COUTO.46 REFERÊNCIAS CARDIA. 1982. (Col. 1994. 2001. ed. MELO. Olympio. 108p. EDWARDS. São Paulo:Conselho Federal de Psicologia. Maturação psicomotora: no primeiro ano de vida da criança. Belo Horizonte: Ergo. Moreira Jr. Manual da escola de posturas. 1938. Maria Claudia Gatto (Org. 1998. 182p. 1996. William D. São Paulo: Martins Fontes.______. Porto Alegre: Artmed. João Pessoa: UFPB. 128p. 1998. 695p. Sebastiao Iberes Lopes. MOREIRA. FREYRE. Sobrados e mocambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. 410 p.. LER/DORT: a psicossomatização no processo de surgimento e agravamento. COIMBRA. São Paulo: LTR. ______. nutrição e desempenho humano 4ª ed. LLOYD. São Paulo: Santos.). 2. Eileen (Org. Pediatria com psicologia. Casa grande e senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal. Hudson de Araújo. 1943. Claudia Costa. 1936.). ética e direitos humanos. CORIAT. Susan. Psicologia. 102p. São Paulo: Centauros. MCARDLE. Rio de Janeiro: J.

4 EDWARDS. Rio de Janeiro: Atlas. 9 GONÇALVES. 2009. 108p. Walter. 2004. Fisioterapia neurológica: uma abordagem centrada na resolução de problemas. (Col. Artrite e reumatismo. Susan. Manual de artigos científicos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1943. Hortência de Abreu. MELO. Redação científica: a prática de fichamentos. João Pessoa: UFPB. Cecília Maria Bouças et al. 1994. 7 MCARDLE.. 10 MOREIRA. Gilberto. LER/DORT: a psicossomatização no processo de surgimento e agravamento. São Paulo: Avercamp. Porto Alegre: Artmed. 1998. 3 MEDEIROS. nutrição e desempenho humano 4ª ed. 224p. São Paulo: Martins Fontes. São Paulo: Santos. 6 FREYRE. 1998. Prevenção Guia de Saúde) 57p. Sebastião Iberes Lopes. Pediatria com psicologia. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. João Bosco. 1982. 695p.47 REFERÊNCIAS 1 RUIZ. resumos e resenhas. Maria Claudia Gatto (Org. Rio de Janeiro: Atlas. Psicologia. Casa do Psicólogo. Eileen (Org. 128p. Rio de Janeiro: J. 102p. São Paulo:Conselho Federal de Psicologia. 5 LLOYD.). 2000. Olympio. Manual da escola de posturas. Claudia Costa. 2 v. 8 GAIGHER FILHO. 3 COIMBRA. São Paulo: LTR. 2008. 2 CARDIA. Álvaro João. . Moreira Jr. Casa grande e senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal. Fisiologia do exercicio: energia. 1999. William D. ética e direitos humanos.).

Digital: Um adjetivo que descreve qualquer processo que seja descontínuo na natureza. Um dos exemplos mais comuns de distorção. não é necessária nenhuma consciência das regras. Comportamento governado por regras: Comportamento que é sistemático e que pode ser representado explicitamente por um conjunto de regras. Empobrecimento: O processo de limitar o número de distinções em um modelo. . boa-estruturação em terapia. a eliminação é um processo transformacional. em que porções da Estrutura Profunda são removidas e. não aparecem na representação de Estrutura Superficial. Dentro dos sistemas da língua. o processo pelo qual uma pessoa vem a ter um pequeno número de escolhas. Boa-estruturação: O preenchimento de um conjunto de condições a respeito de estrutura. Distorção:Um dos três universais da modelagem humana. isto é chamado de nominalização. portanto. boa-estruturação da língua. em modelagem. representam. Analógico:Um adjetivo que descreve qualquer processo que seja contínuo na natureza. O sistema de comunicação digital mais conhecido é a língua. ou nenhuma escolha.Modelo de folha de Glossário GLOSSÁRIO Ambiguidade:O nome da experiência que as pessoas têm com orações que significam mais de uma coisa. Eliminação: Um dos três universais da modelagem humana. No caso do comportamento humano governado por regras. o processo pelo qual as relações que se estabelecem entre as partes do modelo são representadas de forma diferente das relações que. se supõe. em seu comportamento. é a representação de um processo por um evento.48 APÊNDICE S . isto é. Dentro dos sistemas da língua. o processo pelo qual partes selecionadas do mundo são excluídas da representação criada pela modelagem da pessoa. Duas formas mais conhecidas de comunicação análoga são expressão corporal e tom de voz. Em terapia.

Modelo da capa CD-ROM .49 APÊNDICE T .

Modelo do CD-ROM .50 APÊNDICE U .