Práticas de Liderança Educativa: Para uma escola com caráter Ramiro Marques e Eduardo Rosário Fonseca Índice Parte

um: Práticas de liderança educativa Bloco temático um: Como construir uma visão de escola Bloco temático dois: Liderança ou Gestão? Bloco temático tr s: Fa!er das reuni"es de tra#al$o momentos de %ormação e re%le&ão 'eda()(ica Bloco temático quatro: * clima de escola Bloco temático cinco: Estrat+(ias 'ara mel$orar o clima da escola Bloco temático seis: Estrat+(ias 'ara condução de reuni"es Bloco temático sete: * 'a'el das lideranças interm+dias Bloco temático oito: Como or(ani!ar a sala de aula Bloco temático nove: * 'a'el do diretor na relação com as %am,lias Bloco temático de!: * que + o Pro-eto Educativo de Escola e como se constr)i? Bloco temático on!e: * Pro-eto Curricular de Escola Bloco temático do!e: * que + Pro-eto Curricular de .urma e como se constr)i? Bloco temático tre!e: * que + e como se ela#ora o Plano /nual de /tividades da Escola? Bloco temático cator!e: * que + e 'ara que serve o Re(ulamento 0nterno da Escola? 1ual o 'a'el do diretor na construção do Re(ulamento? Bloco temático quin!e: * 'a'el do diretor na (estão da in%ormação: recol$er2 (uardar e distri#uir in%ormação Bloco temático de!asseis: * 'a'el do diretor na avaliação de desem'en$o dos 'ro%essores Bloco temático de!assete: * 'a'el do diretor na 'romoção da motivação dos alunos Bloco temático de!oito: * des'ac$o do diretor

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Bloco temático de!anove: Conceitos de (estão e administração escolar Parte 00 3 Para uma escola com caráter

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0ntrodução O objetivo destes guias de formação é proporcionar aos diretores, coordenadores de departamento e diretores de turma materiais de formação sob a forma de guias que incluem textos curtos de caráter conceptual, centrados em questões de liderança educativa e gestão e administração escolar, seguidos de exemplos práticos e propostas de atividades !a segunda parte, apresentam"se materiais e atividades que permitem criar uma escola com caráter, isto é, com uma intencionalidade c#vica e ética Os temas abordados são diversos$ o que é a liderança educativa% &omo se exerce a liderança% O que distingue a liderança da gestão% 'ual o papel desempen(ado pelo diretor na construção do projeto educativo da escola% &omo se constr)i o projeto educativo de escola% 'ual a sua import*ncia% 'ual o papel do diretor na construção do projeto curricular de escola% + na elaboração do ,lano -nual de -tividades% O que pode o diretor fa.er para aumentar a motivação dos professores% O que pode o diretor fa.er para mel(orar o desenvolvimento profissional dos professores% O que é o clima de escola% 'ue relação existe entre o clima de escola e a qualidade do ensino% 'ual o papel do diretor na mel(oria do clima de escola% O que é que o diretor pode fa.er para mel(orar os processos de comunicação entre os intervenientes na comunidade educativa% &omo tornar as reuniões de trabal(o efica.es e produtivas% &omo é que o diretor pode mel(orar os processos de envolvimento parental na escola% O que é que o diretor pode fa.er para criar um sistema efica. de recol(a e de gestão da informação% - construção destes materiais obedeceu a um processo com tr/s partes distintas mas articuladas$ numa primeira fase, os autores elaboraram os textos e as atividades0 numa segunda fase, os textos foram submetidos 1 apreciação de um 2focus group3 constitu#do por vários diretores de escolas, que leram, reali.aram as atividadees e proporcionaram feedbac4 aos autores0 numa terceira fase, os autores recol(eram as sugestões do 2focus group3 e os textos foram reescritos 5ouve a preocupação de incluir textos te)ricos e textos práticos, num caso e noutro focados sempre na realidade comp)sita que de que é feito o papel e a função do diretor de escola e dos l#deres pedag)gicos intermédios

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Bloco temático um Como construir uma visão de escola - escola como instituição tem de ter um projeto + com o projeto v/m as orientações pedag)gicas ,rojeto e orientações devem ser partil(adas por todos os atores$ diretores, docentes, pessoal auxiliar, encarregados de educação e alunos 'uando (á acordo sobre o que é o bem comum e sobre os objetivos e meios para os alcançar, a comunidade educativa fica mais coesa O diretor deve ter um sistema de crenças pedag)gicas s)lido e coerente$ deve saber o que quer, para onde quer ir e como lá c(ega !ão pode andar sempre a mudar de projeto e de orientações - partil(a do projeto educativo, dos objetivos e das orientações deve estender"se a todos os intervenientes com particular atenção e responsabilidade para os l#deres pedag)gicos intermédios$ diretores de turma e c(efes de departamento curricular 7odos devem fa.er estas perguntas$ 'uais são as finalidades da educação% +m que é que esta escola é diferente das outras% O que é que podemos fa.er para mel(orar as respostas educativas% 'uem está disposto a contribuir para fa.er as mel(orias% 'uanto tempo é que dispomos para concreti.ar as mel(orias% 'uais os recursos de que precisamos para concreti.ar as mel(orias% &onvém ter presente que um projeto educativo de escola forte passa pela acentuação daquilo que a distingue das outras &onvém que cada escola se distinga por uma ou outra área espec#fica ,or exemplo, a escola - pode distinguir"se por oferecer um excelente programa de ci/ncias e matemática Outra escola pode distinguir"se por oferecer um excelente programa de complemento curricular ou de -rtes Os professores devem ser encorajados a criar um sistema de crenças pr)prio que se encaixe bem no projeto educativo da escola - mel(or forma de conseguirmos isso é através da promoção de contactos frequentes entre o diretor e os professores O pior erro que o diretor pode cometer é isolar"se dos professores &ada professor tem o seu sistema de crenças 8ntegrar os diferentes sistemas de crenças numa visão de escola coerente e global não é tarefa fácil 9ma visão de escola é uma espécie de imaginação moral que permite 1s pessoas que fa.em parte da escola não apenas saberem como a escola é, mas também estarem de acordo sobre aquilo que querem que a escola seja &om esta informação, começam a criar uma visão que proporciona um sentido para os contributos que cada um pode dar : preciso tempo, muito trabal(o e muita reunião para que essa visão de escola se consolide e possa transformar"se num projeto de escola que agrade a todos

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+is algumas frases ditas por diretores quando confrontados com a forma como eles moldam a visão da escola$ 2<e não for capa. de c(egar a tempo, procure vir antes3 2,rocure pequenas mel(orias, não a perfeição3 2!unca peça a um professor para fa.er uma coisa que voc/ não esteja disposto a fa.er3 2-dmita os erros3 2-gradeça com um sorriso e c(ame as pessoas pelo nome3 2!unca critique ninguém em p=blico3 2!unca perca a calma durante uma reunião3 2!unca diga mal de um colega na aus/ncia dele3 /tividade " >iga numa frase curta qual é a maior qualidade que um diretor deve ter% " >iga numa frase curta qual é o maior defeito que um diretor pode ter% " >iga numa frase curta quais são os tr/s maiores erros que um diretor pode cometer% " 8dentifique tr/s medidas a tomar pelo diretor para reforçar uma visão partil(ada de escola " 8ndique tr/s ra.ões que justificam a import*ncia de um projeto educativo forte " +numere os tr/s contributos que os professores podem dar para reforlçar o projeto educativo da escola

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Bloco temático dois Liderança ou Gestão? 5oje em dia, fala"se mais em liderança do que em gestão - direção das escolas é um assunto complexo que exige con(ecimentos de várias áreas O diretor é antes de mais um l#der Obviamente, os con(ecimentos e capacidades de gestão ajudam a mel(orar a liderança, mas, em =ltima análise, o que interessa mais é a capacidade de liderança -s compet/ncias organi.acionais e os con(ecimentos de gestão e contabilidade ajudam mas a liderança da escola exige muito mais do que esses con(ecimentos @iderar exige saber capa. de traçar uma visão de escolas, antecipar resultados, mobili.ar equipas, entusiasmar os intervenientes e motivar as pessoas 7al como um professor que tem compet/ncias de gestão na sala de aula pode ser um professor med#ocre A as compet/ncias de gestão não c(egam para ser um bom professor ", também um diretor com compet/ncias de gestão pode ser um l#der med#ocre ,ara que um diretor seja um bom l#der é necessário que re=na con(ecimentos e compet/ncias de liderança, pedagogia, gestão, contabilidade, administração e qualidades pessoais +ntre as qualidades pessoais, destacamos saber confiar e gerar confiança, delegar compet/ncias, ouvir atentamente os outros, resili/ncia, entusiasmo e motivação 'uando essas compet/ncias e qualidades estão presentes no diretor, é mais fácil criar uma ambiente motivador na escola Bejamos, de seguida, alguns casos que exemplificam uma boa liderança educativa$ "Pontualidade$ para exigir pontualidade aos outros, o diretor tem de ser pontual >eve ser o primeiro a c(egar 1 escola e o =ltimo a sair " Motivar equi'as com o memorando das se&tas4%eiras $ para que serve o memorando semanal% 'uando deve ser distribu#do% 'uem deve receb/"lo% 'uase todos os professores se queixam de que a sexta"feira é o pior dia da semana Os alunos estão cansados e os problemas de indisciplina e de falta de concentração surgem com mais frequ/ncia Os professores perdem a paci/ncia com mais facilidade e todos desejam que o dia c(egue ao fim <e um dos objetivos do memorando semanal é aumentar a motivação dos professores, o mel(or é distribu#"lo na sexta"feira de man(ã - mel(or altura para o redigir é na quinta"feira 1 tarde 'uando os professores c(egam 1 escola, na sexta"feira de man(ã, t/m o memorando nos cacifos e nos seus endereços eletr)nicos e vão começar o dia de trabal(o com a leitura dele O memorando é um texto curto, redigido pelo diretor, onde se estabelecem objetivos de curto pra.o, semanais, se dá conta dos erros cometidos e se apontam estratégias para ultrapassar os erros " *r(ani!ar o tra#al$o numa #ase semanal$ ter o memorando nos cacifos na sexta" feira de man(ã ajuda a mel(orar a organi.ação da escola e a motivação dos professores, porque o memorando inclui um calendário para a semana seguinte com uma lista de

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todas as atividades previstas e recomendações para ultrapassar erros >esta forma, os professores t/m o fim"de"semana para pensar no memorando e naquilo que é suposto fa.er na semana seguinte +laborar e distribuir, semanalmente, um calendário ajuda a organi.ar mel(or a escola$ aD todos os intervenientes ficam conscientes dos acontecimentos e atividades que podem introdu.ir alterações nos (orários0 bD cada pessoa tem instruções detal(adas sobre o que vai acontecer na escola na semana seguinte0 cD evita passar muito tempo em reuniões a tratar da log#stica porque toda a informação está resumida no memorando0 dD os intervenientes t/m mais tempo para preparar as atividades +is um exemplo de um memorando das sextas"feiras$ “A reunião dos professores com o autarca responsável pela pelouro da educação está marcada para as 16:00, na sala A. Prevê-se ue a reunião dure uma !ora. "erão discutidas medidas de apoio do munic#pio $ reali%ação de visitas de estudo de caráter didático para enri uecimento curricular no &studo do 'eio e nas (iências da )ature%a. )a uarta-feira, pelas 1*:00, !averá uma reunião dos diretores de turma, na sala +, para tratar de pro,lemas de or-ani%ação do ensino tutorial e apoio ao estudo. .unta-se te/to de apoio so,re tutorias para leitura e refle/ão.0 O memorando semanal pode ser usado como um instrumento de desenvolvimento profissional 8sto pode ser conseguido se o diretor anexar artigos sobre pedagogia e didática ,ara além disso, o memorando pode incluir os objetivos de médio e curto pra.o ,or exemplo$ “Ane/a-se c1pia de um arti-o pu,licado na 2evista de &ducação. 3 um ensaio so,re o papel dos diretores de rurma no com,ate ao insucesso escolar. Aconsel!a-se a sua leitura para posterior discussão na reunião de diretores de turma0. Outra forma de usar o memorando como instrumento de desenvolvimento profissional é através da estratégia 2plantar sementes3 +m ve. de ser o diretor a avançar com ideias, o diretor pode di.er que a ideia nasceu entre alguns professores, sendo necessário agora alargá"la a todos >esta forma, o diretor põe em prática a tese de que a liderança é a arte de pEr os outros a fa.erem coisas que tu queres que eles façam e dar a entender que eles querem fa./"las ,or exemplo, o diretor pode colocar no memorando a seguinte ideia$ “4ntem, entrei numa sala de aula da Ant1nia e pude verificar ue o m5todo de ensino cooperativo está a funcionar muito ,em. 6ostaria de a convidar a apresentar o m5todo na reunião dos diretores de turma0. Estilos de liderança @eia com atenção o texto seguinte sobre estilos de liderança$ 25á de.enas de teorias sobre estilos de liderança - maioria dos investigadores acaba por concordar que existem, no essencial, dois grandes estilos de liderança efica.es para exercer a autoridade e influenciar as pessoas$ o estilo diretivo e o estilo participativo ou democrático

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" !o estilo diretivo, o l#der centrali.a a comunicação 7oma decisões so.in(o, mas dispõe"se a explicá"las ao grupo sempre que necessário para motivar as pessoas >i. claramente o que fa.er, como fa.er e quando fa.er " !o estilo participativo, o l#der descentrali.a a comunicação <olicita a valori.a a participação do grupo na tomada de decisões, de acordo com a compet/ncia das pessoas ,odemos distinguir tr/s n#veis de participação, por ordem crescente do envolvimento das pessoas nas decisões$ 1G n#vel$ o l#der consulta o grupo antes de decidir - decisão final é do l#der, tendo em conta as sugestões por ele solicitadas 2G n#vel$ o l#der decide com o grupo, privilegiando as decisões por consenso O papel do l#der é facilitar o diálogo e a cooperação entre as pessoas, para que o grupo tome as mel(ores decisões 6G n#vel$ o l#der dá autonomia ao grupo na tomada de decisões 'uando as pessoas do grupo revelam grandes compet/ncias, o l#der permite que elas trabal(em com liberdade, limitando"se a dar apoio, se for solicitado Has assume sempre as suas responsabilidades, tanto nos sucessos como nos insucessos3 I+stanqueiro, - I2J12D "a,er 7idar com as Pessoas @isboa$ +ditorial ,resença, pág K?"KC 1uatro 'assos 'ara %a!er do diretor um l,der educativo e%ica! 5á diretores que são bons gestores + (á os que são bons gestores e bons l#deres Os segundos vão muito 1 frente dos primeiros 9ma coisa é gerir, outra é liderar 9m bom l#der educativo sabe rodear"se de pessoas competentes e é capa. de delegar poderes e funções em equipas efica.es e motivadas 9m bom l#der educativo é o primeiro a assumir responsabilidades pelo que corre mal !ão se esconde atrás dos seus subordinados 9m bom l#der educativo é o primeiro a atribuir os /xitos 1s equipas que trabal(am com ele <abe ouvir, é ponderado a deliberar e firme a decidir 5á 6 'assos a dar 'ara que um diretor se torna num l,der e%ica!: L1 9m diretor efica. sabe o que é que gera mudanças benéficas para a escola e para os alunos <abe fixar objetivos e mobili.a os meios adequados para os atingir L2 <abe articular os objetivos e os meios com a ação quer na sala de aula quer nos restantes espaços escolares - ret)rica s) é importante porque mobili.a para a ação !o final de cada dia o que interessa é o que foi feito, a ação, e não aquilo que se disse que ia fa.er L6 7em expetativas elevadas face a todos os alunos 'uer que a escola seja um espaço onde cada um alcance o seu potencial L; 7em apreço e expressa orgul(o pelos professores, alunos, pais e funcionários não docentes

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/tividades 1 >escreva, numa frase curta, a diferença entre a liderança e a gestão 2 +numere as compet/ncias e as qualidades que um l#der educativo deve ter 6 O memorando das sextas"feiras pode ser um instrumento de desenvolvimento profissional dos professores ,orqu/% 6 O memorando das sextas"feiras pode ser uma forma de organi.ar mel(or a escola ,orqu/% Leituras recomendadas Nart(s, O I1KKJD 8mprovin- "c!ools from 9it!in <ão Prancisco$ QosseR"Nass 5enderson, - el al I2JJFD :e;ond t!e :a<e "ale: =!e essential -uide to famil;-sc!ool partners!ip. !ova 8orque$ 7(e !eS ,ress Harques, O I2JJ6D 'otivar os professors: >m 6uia para o +esenvolvimento Profissional. @isboa$ +ditorial ,resença T(ita4er, 7 I1KKKD 7eadin- ?it! difficult teac!ers !ova 8orque +Re on +ducation

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Bloco temático tr s Fa!er das reuni"es de tra#al$o momentos de %ormação e re%le&ão 'eda()(ica <empre que (á reuniões de trabal(o, o diretor ou o coordenador de departamento podem distribuir pelos docentes um artigo de nature.a pedag)gica e didática, apresentando"o, no princ#pio da reunião, da seguinte forma$ “7em,ram-se de eu, !á duas semanas atrás, ter dito ue -ostaria ue os nossos professores começassem a p@r em prática o ensino cooperativoA :om, conse-ui encontrar um arti-o so,re o assunto e pensei em distri,u#-lo por ue me parece ,em escrito e muito interessante. 6ostaria ue levassem o arti-o para casa e o lessem.0 * c,rculo de in%lu ncia 9m l#der influencia e motiva pessoas O diretor tem de criar um c#rculo de influ/ncia, composto por professores e encarregados de educação, a partir do qual alarga a sua influ/ncia a toda a escola 5á várias formas de criar e expandir o c#rculo de influ/ncias$ elogiar o trabal(o dos mel(ores professores, colocar"se ao lado dos professores com dificuldades, arranjando forma de os ajudar, partil(ando os /xitos obtidos com toda a escola e evitando dar a entender que os sucessos se devem apenas 1 direção da escola O c#rculo de influ/ncia é um grupo informal de aconsel(amento do diretor <erve também de ponte entre ele ou ela e os restantes professores 9m bom l#der tem por trás de si um forte c#rculo de influ/ncia Criando um clima de escola %avorável 7 a'rendi!a(em O diretor deve divulgar as coisas boas que acontecem na escola +ssa divulgação pode ser feita com o recurso ao memorando das sextas"feiras, nas reuniões de trabal(o, por email ou em conversas informais com os docentes Outra forma de criar um clima de escola favorável 1 aprendi.agem é elogiar em p=blico o trabal(o bem feito pelos docentes “Per-untei ontem a dois alunos o ue 5 ue eles mais -ostavam na escola e eles disseram ue era a disponi,ilidade ue os professores têm para l!es retirarem dBvidas0. Ou este exemplo$ “4s nossos a-radecimentos a todos os professores ue participaram na or-ani%ação do sarau. =ivemos uma -rande noite, um e/celente espectáculo, ue foi apreciado por todos. As referências da imprensa foram muito ,oas. 'uito o,ri-ado a todos por terem cola,orado num acontecimento muito importante para a vida da escola0.

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+m véspera de uma pausa letiva ou férias, (á toda a vantagem e divulgar uma opinião positiva sobre o trabal(o dos professores$ “As f5rias são um per#odo interessante para refletirmos so,re as nossas vidas, avaliarmos o tipo de profissional ue temos sido e compararmos o ue temos sido com o ue ueremos ser. A direção da escola sa,e ue os professores têm dedicado lon-as !oras a mel!orar a escola e nunca 5 demais a-radecer essa dedicação. 4,ri-ado a todos por terem contri,u#do para ue a escola seCa !oCe mel!or do ue era ontem.0

/tividades " 8ndique, numa frase curta, o que é que o diretor pode fa.er para mel(orar o clima da escola " +numere estratégias para fa.er das reuniões de trabal(o momentos de reflexão e formação pedag)gica

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Bloco temático quatro * clima de escola 5á uma forte relação entre a motivação dos professores e o clima de escola <e o clima é negativo e c(eio de tensão, os professores caem mais facilmente na exaustão ansiedade e o stress andam de mãos dadas com uma baixa motivação e um clima escolar negativo - criação de um ambiente que favoreça o desenvolvimento profissional dos professores é um fator importante na promoção de uma cultura de responsabilidade e exig/ncia O papel do diretor na promoção deste ambiente é crucial O diretor deve promover a criação de lideranças intermédias e incentivar os professores a participarem no processo de tomada de decisões 9m bom clima escolar exige que os professores sejam ouvidos e ten(am espaço para participar na tomada de decisões ,odemos definir clima de escola de várias maneiras O clima é sin)nimo da personalidade coletiva da escola O clima da escola revela a identidade da escola : uma atmosfera carateri.ada pelas interações pessoais, sociais e profissionais que envolvem os indiv#duos de uma escola ,odemos identificar oito indicadores de clima de escola$ " Oespeito 7odos os membros da escola devem ser tratados com respeito e ser considerados pessoas de valor " &uidar 7odos devem preocupar"se com todos &ada um deve interessar"se pelo bem" estar do outro " Horal elevado 7odos se sentem bem com o que acontece na escola 5á um sentimento positivo acerca das tarefas assumidas e todos confiam uns nos outros " Oportunidade para fornecer ideias e sugestões 7odos devem poder dar sugestões para mel(orar a escola e o diretor deve prestar"l(es atenção " &rescimento académico e pessoal continuado 5á elevadas expetativas na escola Oecon(ece"se a todos a possibilidade de desenvolvimento profissional " -preço pela inovação - escola manifesta interesse pela inovação e está aberta 1 mudança " &oesão 5á um esp#rito de escola e todos partil(am a mesma visão educativa e o mesmo projeto de escola " &onfiança Os indiv#duos confiam uns nos outros, (á frontalidade e verdade

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'uase todos os estudos confirmam que as atitudes dos professores e o apoio do diretor constituem a c(ave para a criação de um clima positivo 5á cinco tipos de apoio que podem afetar o clima da escola$ " Oecon(ecimento do sucesso " -poio aos professores " +ncorajamento aos professores " Qustiça e equidade " ,reocupação pelos outros /tividades " >iga como é que um clima escolar positivo pode afetar positivamente a aprendi.agem " O que é que o diretor pode fa.er para mel(orar o clima de escola% " >/ uma definição de clima de escola

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Bloco temático cinco Estrat+(ias 'ara mel$orar o clima da escola !um estudo com uma amostra de 26J escolas básicas, em 8ndiana, nos +9-, foi poss#vel identificar quatro escolas com climas mais positivos e quatro escolas com climas menos positivos IT(ita4er, 1KKFD O estudo identificou oito diferenças entre os diretores das escolas com climas mais positivos e os diretores das escolas com climas menos positivos$ " Oesponsabilidade pelo clima Os diretores das escolas mais positivas viam"se como os responsáveis pelo clima da escola Os diretores das escolas menos positivas consideravam que a responsabilidade era dos professores " Bisibilidade Os professores das escolas mais positivas consideravam que o facto de o diretor circular pela escola, partil(ar os espaços dos professores e ser visto com frequ/ncia na sala de professores era um fator importante de promoção de um clima positivo Os professores das escolas menos positivas di.iam que o diretor estava sempre fec(ado no gabinete e ninguém o via com os professores " &on(ecimento dos professores dentro e fora da escola Os diretores das escolas mais positivas preocupavam"se em saber como eram as vidas dos professores quer dentro quer fora da escola, oferecendo"se para ajudar os colegas sempre que estes estiverem a lidar com algum problema " &omunicação regular Os diretores das escolas mais positivas comunicavam diariamente com os professores e fa.iam"no quer pessoalmente quer por escrito Os diretores das escolas menos positivas s) comunicavam com os professores por escrito para dar ordens ou para apontar esclarecimentos " Oeuniões produtivas -s escolas mais positivas tin(am mais reuniões, mas as reuniões demoravam pouco tempo e decorriam em ambiente informal e fraternal -s escolas menos positivas tin(am poucas reuniões mas as reuniões demoravam muito tempo " &on(ecimento das necessidades dos professores -s escolas mais positivas tin(am programas de desenvolvimento profissional dos professores que visavam a satisfação das necessidades de formação dos docentes -s escolas menos positivas não prestavam atenção ao desenvolvimento profissional dos docentes " +xist/ncia de bons modelos -s escolas mais positivas dispun(am de professores de elevada categoria que funcionavam como modelos para os outros Os diretores dessas escolas procuravam funcionar como exemplos de dedicação e entusiasmo -s escolas menos positivas não dispun(am de tais modelos e, ao invés, eram v#timas de um sentimento negativo e desconfiança entre o diretor e os professores " -mbiente f#sico acol(edor -s escolas mais positivas tin(am um ambiente f#sico arejado, espaçoso, limpo e cuidado -s escolas menos positivas tin(am pouca preocupação com a limpe.a

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/tividades " +numere tr/s carater#sticas das escolas com clima positivo " +numere tr/s carater#sticas das escolas com clima menos positivo " 'uais os contributos que o diretor pode dar para promover um clima mais positivo%

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Bloco temático seis Estrat+(ias 'ara condução de reuni"es -s reuniões podem ser efica.es e estimulantes ou aborrecidas e in=teis 'uando as reuniões são efica.es, os professores costumam ac(á"las interessantes e raramente se queixam do seu n=mero 5á algumas sugestões que se podem fa.er acerca deste t)pico - primeira é que o coordenador da reunião >eve prepará"la muito bem com anteced/ncia - segunda é que a reunião deve ser curta - terceira é que a agenda de trabal(o não deve ser extensa quarta é que o coordenador deve impedir que as intervenções se afastem da ordem de trabal(os &omo elaborar a ordem de trabal(os% - mel(or forma de elaborar a agenda é recol(er informação dos l#deres educativos intermédios$ diretores de turma e coordenadores de departamento -rranje uma caixa para sugestões e coloque"a na sala de professores ,ode perguntar, periodicamente, aos professores, alunos e pais quais são os problemas escolares que querem ver discutidos e resolvidos - partir desse inquérito informal, o diretor fica com uma lista de t)picos para futuras reuniões - reunião não deve demorar mais de duas (oras e a ordem de trabal(os deve ser curta &omo fa.er uma reunião produtiva% >istribua a agenda da reunião com anteced/ncia - agenda deve incluir os assuntos a ser tratados, o local, o dia e a (ora de in#cio e de conclusão O coordenador da reunião deve assegurar que todos ten(am direito 1 palavra mas deve também velar para que ninguém se afaste da ordem de trabal(os &omeçar e terminar a reunião com uma nota positiva costuma dar resultado Hostre entusiasmo e evite usar palavras agressivas +vite terminar a reunião em tom pessimista &uide do espaço &ertifique"se de que o local escol(ido tem espaço e lu. suficiente O taman(o da sala deve ser proporcional ao n=mero de pessoas presentes na reunião !ão faça reuniões com muita gente em espaços pequenos nem reuniões com pouca gente em espaços grandes 5á reuniões que correm mal porque, por ve.es, os participantes apostam no confronto 'uando (á confronto, o coordenador tem de agir, manter a ordem e fa.er o que for preciso para que a reunião c(egue ao fim e se cumpra a ordem de trabal(os Obten(a feedbac4 das reuniões 5á várias formas de obter feedbac4$ caixas de sugestões, conversas informais e questionários &om a recol(a das opiniões, o diretor está a di.er aos professores que valori.a as ideias deles, que é uma pessoa de consensos e que gosta de ouvir os outros

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/tividades " 8ndique os cuidados a ter na elaboração da ordem de trabal(os " +numere cinco estratégias para condu.ir bem uma reunião

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Bloco temático sete * 'a'el das lideranças interm+dias - criação de lideranças intermédias é essencial para o sucesso da escola O objetivo das lideranças intermédias é proporcionar coordenação e orientação 1 escola e incentivar a colaboração de todos +stas equipas cobrem áreas como o grupo disciplinar, a coordenação do consel(o de turma, a adaptação curricular e as relações com os encarregados de educação - seleção dos professores para o desempen(o de lideranças intermédias deve ter em conta os seguintes critérios$ " 8iversidade -ssegurar que todos se sintam representados " .em'o >ar um crédito de (oras aos l#deres intermédios " Credi#ilidade professores Os l#deres intermédios devem ter a confiança dos restantes

" /#ertura Os l#deres intermédios devem ter a mente aberta 1 inovação e mudança " Comunicação >eve saber comunicar bem com os colegas " Entusiasmo 'ela escola9 Os l#deres intermédios devem estar motivados e estar entusiasmados com o projeto educativo da escola /tividades " >/ uma definição de l#der intermédio " +numere tr/s qualidades que o l#der intermédio deve possuir

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Bloco temático oito Como or(ani!ar a sala de aula >e todas as áreas da escola condicionantes do clima escolar e da motivação dos professores, as salas de aulas constituem as áreas mais importantes porque diretamente relacionadas com a qualidade das aprendi.agens <e pretender entusiasmar os professores na adesão a um processo de mel(oria das condições f#sicas das salas de aulas leve alguns a visitarem escolas onde esse trabal(o foi feito com sucesso <ão de evitar paredes nuas &ubra as paredes da sala com produções dos alunos &oloque produções novas com regularidade e retire as mais antigas - limpe.a da sala é outra condição essencial para a mel(oria do clima da escola ,rovidencie para que as salas sejam varridas e limpas diariamente 8mpeça os alunos de escrever nas mesas de trabal(o &om a (umidade, as paredes das salas tendem a escurecer e a ficar com um ar envel(ecido e desma.elado Hande pintar as paredes das salas com periodicidade Hanten(a vasos com flores nas paredes das janelas >iga aos professores para organi.arem uma lista de alunos responsáveis pela rega e conservação das plantas ,ode mesmo pedir aos alunos que patrocinem um vaso com flores para colocar nas salas de aula e nos corredores O mobiliário deve ser simples e funcional : importante que seja leve para que os professores possam mudar a disposição das mesas consoante os métodos e as atividades : mais fácil ter alunos e professores motivados com escolas bem cuidadas O ambiente onde as pessoas trabal(am tem uma enorme influ/ncia na sua motivação 'uando os alunos verificam que (á um esforço conjunto para conservar e cuidar da escola, eles tendem a respeitar mais o mobiliário e os equipamentos !uma escola limpa, a tend/ncia é para que ela seja mantida limpa @embre aos professores que a disposição das carteiras em fila é apropriada para determinados métodos e atividades mas não para outros 'uando se pede aos alunos que formem grupos para reali.ar atividades de projeto é prefer#vel agrupar as mesas de trabal(o de modo a permitir a formação de grupos de alunos &onvém que as mesas de trabal(o sejam leves para que possam ser mudadas na sala de forma a permitir diversos modos de organi.ação da sala de aula$ carteiras em fila, mesas agrupadas em ret*ngulos e mesas agrupadas em semic#rculo

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/tividades " >iga de que modo a organi.ação da sala de aula condiciona o clima da escola e a motivação dos alunos " +numere algumas estratégias para envolver os alunos na organi.ação da sala de aula

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Bloco temático nove * 'a'el do diretor na relação com as %am,lias Os estudos confirmam que o envolvimento parental nas escolas pode ajudar a mel(orar a qualidade das respostas educativas 'uando existe uma boa relação da escola com as fam#lias todos gan(am$ os alunos gan(am porque a comunicação dos professores com os encarregados de educação aumenta as expetativas dos pais que passam a valori.ar mais a educação e a escola0 os pais gan(am porque aprendem compet/ncias educativas e ficam a perceber mel(or o que podem fa.er, em casa e na escola, em benef#cio da educação dos fil(os0 os professores gan(am porque conseguem a colaboração dos pais e podem contra com eles para a reali.ação de atividades, em casa e na escolas, que contribuem para mel(orar as aprendi.agens .odos (an$am com uma maior 'ro&imidade da escola 7s %am,lias 9m estudo reali.ado, nos +9-, com uma amostra de escolas primárias, concluiu que os programas de aproximação da escola 1s fam#lias permitem gan(os significativos na aprendi.agem da matemática e da leitura 'uando os professores fa.em, de forma regular, estas tr/s cosias, o desempen(o dos alunos na matemática e na leitura aumenta entre ;J a ?JU$ L1 Oe=na no in#cio do ano letivo com cada um dos encarregados de educação L2 +nvie todas as semanas materiais de ensino para os pais com o objetivo de serem trabal(ados em conjunto por pais e fil(os L6 7elefone com regularidade aos pais dando conta dos progressos e das dificuldades dos fil(os &omunique com os pais de forma regular e não apenas quando os fil(os estão metidos em problemas +stas tr/s estratégias, usadas de forma regular, são suficientes para introdu.ir mel(orias significativas no desempen(o dos alunos 'uanto mais carenciados os alunos, maiores os gan(os 9m estudo condu.ido pelo grupo >eigns for &(ange I&(icagoD concluiu$ -s escolas com consel(os gerais Ilocal sc(ool councilsD onde existe uma forte participação dos pais na tomada de decisões t/m mel(ores resultados na leitura e escrita do que as outras O que caracteri.a um consel(o geral mais efica.% L1 7em uma palavra decisiva na avaliação de desempen(o do diretor e na sua seleção e renovação do contrato !ão vale a pena avaliar o desempen(o dos professores em função dos resultados dos alunos se os diretores não forem também avaliados pelos resultados dos alunos L2 7em um plano de desenvolvimento que é monitori.ado e avaliado com regularidade L6 7em uma palavra decisiva na elaboração e aprovação do orçamento da escola

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L; 7em uma forte articulação com as empresas locais L? !ão se desvia da missão de mel(orar o desempen(o dos alunos QoRce +pstein I2JJ1D desenvolveu uma tipologia de relação escola"fam#lias"comunidade que permite enquadrar e perceber mel(or as atividades de colaboração, comunicação e parceria - tipologia de QoRce +pstein abrange C tipos de colaboração$ 7ipo 1$ ajuda das escolas 1s fam#lias sob a forma de apoios sociais, educação parental e ocupação de tempos livres dos alunos 7ipo 2$ comunicação escola"fam#lia sob a forma de reuniões peri)dicas, troca de informações por escrito e conversas informais 7ipo 6$ ajuda da fam#lia 1 escola sob a forma de apoios 1 reali.ação de artividades educativas e didáticas na sala de aula e na escola 7ipo ;$ envolvimento da fam#lia em atividades de aprendi.agem em casa sob a forma de ajuda ao estudo, explicações e fixação de rotinas e métodos de trabal(o 7ipo ?$ participação das fam#lias na tomada de decisões sob a forma de eleição de representantes dos encarregados de educação em )rgãos escolares de consulta e deliberação 7ipo C$ &olaboração e interc*mbio com a comunidade sob a forma de ligações e parcerias 1 autarquiaVmunic#pio, associações não governamentais e empresas O diretor deve ter presente a tipologia de QoRce +pstein com o objetivo de formentar atividades de colaboração e parceria com as fam#lias que se estendam aos seis topos de colaboração ,ara além disso, o diretor deve seguir uma pol#tica de porta aberta$ receber os encarregados de educação sempre que não esteja em reunião ou a reali.ar atividades urgentes Os encarregados de educação precisam de saber que podem dirigir"se ao diretor em qualquer altura e contam com ele para mel(orar o desempen(o dos educandos - relação escola"fam#lias pode ser prejudicada pela exist/ncia de alguns obstáculos$ falta de formação dos professores, descon(ecimento da cultura escolar por parte dos encarregados de educação, baixas expetativas dos encarregados de educação face 1 escola e falta de tempo : Passos 'ara envolver os 'ais em atividades educativas em casa 7arefas simples como a leitura coletiva Iem fam#liaD de (ist)rias e as visitas a museus, oceanários ou centros de &i/ncia Biva t/m um efeito positivo no desempen(o das crianças com menos de 12 anos de idade

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L1 O professor deve comunicar e explicar aos pais o que é que as crianças estão a aprender na escola 8sso fa."se com comunicação formal e informal regular ter tempo para falar com os pais quando eles entregam os alunos na escola e disponibili.ar o endereço eletr)nico e o telem)vel L2 &riação de um &entro de ,ais onde seja poss#vel criar um ambiente acol(edor para os encarregados de educação e promover encontros com os professores que permitam a demonstração de algumas atividades de aprendi.agem que os pais podem fa.er em casa com os fil(os !a -leman(a, está criado um amplo movimento de abertura de Wcoffee s(opsW e Wtea roomsW nas escolas, geridos pelos pais, abertos a todos os membros da comunidade escolar : a# que ocorre uma grande parte da comunicação informal entre pais e professores L6 >istribuição de materiais de aprendi.agem pelos pais dos alunos com instruções sobre o seu uso L; -judar os pais a monitori.arem os progressos dos fil(os e a identificarem as dificuldades L? +mprestar livros para os alunos levarem para casa +sta tarefa deve ser atribu#da aos professor coordenador da biblioteca escolar que pode promover também sessões de leitura coletiva e encontros com autores : 'assos 'ara criar uma cultura escolar de 'restação de contas aos 'ais ,ara criar uma cultura de prestação de contas, professores e pais devem estar em permanente comunicação sobre o ensino, a aprendi.agem e a conduta apropriada 5á ? passos que podem ser dados para criar uma cultura favorável 1 prestação de contas e 1 colaboração com os pais$ L1 +m cada segunda"feira, os professores entregam aos alunos uma lista de trabal(os de casaVexerc#cios para toda a semana e com um guia de classificação L2 -s guias de classificação são acompan(adas de instruções para os pais poderem apoiar os fil(os em casa na reali.ação das atividades e exerc#cios propostos L6 +m cada sexta"feira, os alunos explicam como é que fi.eram os exerc#cios, dão a con(ecer as d=vidas e os professores ajudam"nos a corrigir os erros e omissões L; : pedido aos pais que, cada sexta"feira, façam c(egar ao professor, através dos fil(os, as dificuldades que tiveram no apoio aos estudo em casa L? +m cada sexta"feira, o professor pede aos alunos para reverem os exerc#cios e, no final do dia, os exerc#cios são reenviados para casa, para con(ecimento dos pais, com uma classificação final

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/tividades " +numere tr/s ra.ões que mostrem a import*ncia de uma boa relação da escola com as fam#lias " +numere tr/s obstáculos ao bom relacionamento da escola com as fam#lias

Bi#lio(ra%ia -nne 5enderson, et al I2JJFD :e;ond t!e ,a<e sale: =!e essencial -uide to famil;sc!ool partners!ip !ova 8orque$ !eS ,ress 7radução portuguesa dispon#vel em setembro com a c(ancela das +dições ,látano QoRce +pstein, Net( <imon e Xaren <alinas I1KKFD (omeSor4W, P!i +elta Dappan, researc( Nolletin 1M W8nvolving parents in

Hoore, > I1KKMD 9!at ma<es t!ese sc!ools stand out: (!ica-o elementar; sc!ools ?it! a seven ;ear trend of improved readin- ac!ievement &(icago$ >esigns for &(ange

2;

Bloco temático de! * que + o Pro-eto Educativo de Escola e como se constr)i? O projeto educativo de escola é um documento, elaborado pelo diretor com a ajuda dos restantes )rgãos da escola, aprovado pelo consel(o pedag)gico, onde consta a missão da escola, os objetivos educativos e curriculares, a caracteri.ação dos recurso (umanos e materiais e os dispositivos de monitori.ação e avaliação dos processos e resultados O projeto educativo de escola é um documento que nunca está conclu#do visto carecer de atuali.ação regular - escola é uma instituição din*mica, aberta 1 mudança e, por isso, o projeto educativo muda 1 medida que a escola inova e altera procedimentos Bejamos de seguida um roteiro de procedimentos para guiar o processo de elaboração do projeto educativo de escola$ +xplicitação da missão da escola >iagn)stico da situação da escola ,roblemas a resolver O que ambicionamos fa.er Oa.ões que nos levam ao ,rojecto +stratégias a desenvolver 'ue recursos vamos mobili.ar -valiação do processo e resultados Bejamos outro documento que facilita o processo de construção do projeto educativo de escola$ Yuião Onde estamos% " -nálise de contexto Yuião 'uem somos% " !otas de identidade Yuião O que pretendemos% " Objectivos Yuião >e que meios dispomos% " @istagem de recursos Yuião &omo vamos fa.er% " ,lano de acção Yuião &omo vamos avaliar% " ,revisão de processos de avaliação -daptado de @eite, & I1KKMD Al-umas ideias em torno do P&&

2?

-tente"se também neste guião$

'uem somos%

&aracteri.ação do contexto &aracteri.ação da escola &aracteri.ação dos alunos &aracteri.ação dos docentes caracteri.ação dos restantes actores da comunidade educativa

'ue >efinir as lin(as orientadores das intervenções educativas tendo em vista a escola missão da escola queremos ser% O que 8dentificar as mudanças e indicar as áreas onde é preciso mudar queremos mudar% &omo fa.er% -nalisar programas e identificar articulações curriculares poss#veis -rticular atitudes dos professores face aos alunos -rticular padrões de desempen(o de professores e alunos 8nstituir tempos de planificação em conjunto e de articulação de estratégias

&omo 8dentificar práticas de avaliação formativa e de auto"regulação das avaliar% aprendi.agens
Adaptado de Leite, C. Projectos Curriculares de Escola e de Turma (Edições Asa).

/tividades " +numere tr/s ra.ões que explicam a import*ncia da exist/ncia do ,rojeto +ducativo de +scola " ,ara que serve o ,rojeto +ducativo de +scola

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Bloco temático on!e * Pro-eto Curricular de Escola O projeto curricular de escola é um documento orientador que acentua as prioridades e opções de nature.a curricular, incluindo a seleção de conte=dos e compet/ncias e as atividades para as reali.ar O documento deve ser elaborado antes do in#cio do ano letivo e ter a colaboração de todos os docentes da escola -presenta"se, de seguida, um guião de procedimentos para a construção do ,rojeto &urricular de +scola Guião de 'rocedimentos 'ara a construção de um Pro-eto Curricular de Escola 1uem somos? Caracteri!ação do conte&to: 'essoal2 alunos e encarre(ados de educação 1ue escola queremos ser? Lin$as orientadoras e 'rioridades de intervenção educativa * que queremos mudar? 1uais as áreas em que se quer intervir? Como %a!er? Ele(er os conte;dos e com'et ncias essenciais a desenvolver9 8e%inir atividades 'ara as concreti!ar9 Como avaliar? 8e%inir 'ráticas de avaliação dia(n)stica2 %ormativa e sumativa /da'tado de Leite2 C2 e outros <=>>?@9 Projetos curriculares de escola e de turma9 Porto: Ediç"es /sa O ,rojeto &urricular de +scola pretende adequar o curr#culo nacional 1 especificidade e ao contexto de cada escola !o ,rojeto &urricular de +scola define"se, em função do curr#culo nacional e do ,rojeto +ducativo de +scola, as prioridades da escola 'uando se fala em prioridades, estamos a referir os conte=dos, as compet/ncias em torno dos quais se organi.a o curr#culo O ,rojeto &urricular de +scola permite a articulação (ori.ontal e vertical dos conte=dos /tividades " +numere ra.ões que justificam a import*ncia da elaboração do ,rojeto &urricular de +scola " ,or que ra.ão o ,rojeto &urricular de +scola deve ser objeto de revisões peri)dicas%

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Bloco temático do!e * que + Pro-eto Curricular de .urma e como se constr)i? O projeto curricular de turma é um plano orientador do trabal(o pedag)gico e didático a desenvolver com a turma0 inclui a caracteri.ação da turma, a identificação das necessidades de formação, os objetivos de longo pra.o, os meios para atingir os objetivos e as metodologias consideradas mais apropriadas O projeto curricular de turma é elaborado no in#cio do ano letivo e conta com a participação de todos os docentes da turma Bejamos, de seguida, um guião de procedimentos para a construção de um ,rojeto &urricular de 7urma$ Objetivos >efinição das lin(as >efinir lin(as de atuação orientadoras do trabal(o comuns entre os docentes pedag)gico e didático >efinir modos de articulação (ori.ontal entre disciplinas >efinir atividades de enriquecimento curricular &aracteri.ação da turma Hédia etária ,assado escolar Heio sociocultural !ecessidades e expetativas &onsel(o de 7urma >efinir modos de trabal(ar >ar sequ/ncia aos em equipa objetivos definidos para o ,lanificar e concreti.ar ,&7 projetos de ação &oncreti.ar modos de articulação curricular -valiação >efinir critérios de Oecol(er informação para a avaliação comuns revisão do ,rojeto &urricular de 7urma -daptado de &arlinda, @ e outros I2JJ1D ProCetos (urriculares de &scola e =urma ,orto$ +dições -sa /tividades " ,ara que serve o ,rojeto &urricular de 7urma% " O que distingue o ,rojeto &urricular de 7urma do ,rojeto &urricular de +scola%

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Bi#lio(ra%ia ILeite, C. ProCectos (urriculares de &scola e de =urma (Edições Asa).

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Bloco temático tre!e * que + e como se ela#ora o Plano /nual de /tividades da Escola? O ,lano -nual de -tividades é um documento elaborado pelo diretor onde constam as seguintes secções$ (ist)ria da escola, missão, descrição da oferta formativa, caracteri.ação do pessoal docente, caracteri.ação dos alunos, caracteri.ação dos equipamentos, projeto educativo da escola, projeto curricular da escola e descrição de projetos educativos O ,lano -nual de -ctividades I,--D constitui um dos mais importantes instrumentos de orientação estratégica da escola, sendo entendido como o documento de planeamento, que define, em função do ,rojecto +ducativo, os objectivos e as formas de organi.ação e de programação das diversas acções ao longo do ano <erve ainda o presente documento para proceder 1 identificação dos recursos necessários 1 consecução das diferentes actividades ,retende ser não s) um documento do planeamento e operacionali.ação do trabal(o a desenvolver, mas também o reflexo do dinamismo e da missão formativa desta 8nstituição, através da reali.ação de projetos e atividades que vão de encontro 1s necessidades e interesses da comunidade educativa O ,lano -nual de -ctividades I,--D assume"se, assim, como um dos mais importantes instrumentos de gestão e autonomia da +scola, interagindo com os outros instrumentos estruturantes, nomeadamente$ Z O ,rojecto +ducativo I,+D, com o qual se articula no respeito pelos seus princ#pios e valores, objectivos gerais, estratégicos e espec#ficos, segundo os quais a +scola se propõe cumprir a sua missão0 Z O Oegulamento 8nterno IO8D, no que concerne 1 organi.ação e funcionamento de todos os )rgãos, estruturas e serviços, bem como em relação aos direitos e deveres dos membros da comunidade escolar Z O Orçamento, no que respeita 1 afectação dos recursos financeiros dispon#veis, provenientes quer do Orçamento do +stado, quer das receitas pr)prias geradas pela +scola0 Z O Oelat)rio Pinal de -ctividades, que tradu. os objectivos atingidos, o grau de reali.ação das actividades, bem como as medidas e propostas de mel(oramento que deverão ser contempladas no ,-- seguinte O presente ,lano -nual de -ctividades foi elaborado pela >irectora da +scola, em obedi/ncia aos princ#pios e metas que constam do ,+, bem como 1s orientações estratégicas aprovadas em &onsel(o Yeral, materiali.adas num conjunto de actividades diversificadas e de propostas educativas não curriculares, provenientes de todos os >epartamentos &urriculares, &lubes, !=cleos, ,rojectos e <erviços, aprovadas em

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&onsel(o ,edag)gico, e tendo como primordial preocupação a mel(oria da qualidade do ensino e das aprendi.agens na nossa +scola O ,lano -nual de -ctividades está organi.ado de modo a tornar percept#veis os mecanismos de divulgação, acompan(amento e avaliação do mesmo, estabelecendo as bases e orientações para a reali.ação dos relat)rios de avaliação I-daptado da 8ntrodução do ,lano -nual de -tividades da +scola <ecundária Perreira >iasD O ,lano -nual de -tividades deve enunciar as áreas de intervenção prioritárias ,or exemplo$ " >inami.ar a relação +scolaV&omunidade " ,romover atividades que contribuam para a formação geral dos -lunos0 " Balori.ar a criatividade e a originalidade0 " ,romover a interdisciplinaridade0 " ,romover o esp#rito de iniciativa, organi.ação, autonomia e solidariedade0 " &ombater o insucesso e o abandono escolar0 " ,romover e mel(orar as relações interpessoais0 " +stimular uma maior participação de professores, alunos e funcionários nas atividades promovidas pela escola0 +xemplos de #ndices temáticos para elaboração do ,lano -nual de -tividades$ E&em'lo ?: 1 ,re*mbulo 2 @ançamento do ano letivo 6 <emanas e >ias 7emáticos ; Bisitas de estudo ? ,arcerias C -tividades >esportivas F -tividades várias M -tividades l=dicas e c#vicas K &lubes 1J -ções de formação 11 ,rojetos ? 12 -tividades de enriquecimento curricular 16 <erviços de ,sicologia e Orientação E&em'lo =: 1 8ntrodução 2 Hissão e objetivos da escola 6 Objetivos estratégicos ; +struturas de gestão e coordenação pedag)gica ? Oferta educativa C 7ipologia e calendari.ação das atividades F 7ipologia e calendari.ação dos projetos /tividades " 8ndique ra.ões que justificam a import*ncia do ,lano -nual de -tividades

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" 'ual é a relação que existe entre o ,lano -nual de -tividades e outros documentos de orientação estratégica da escola como o ,rojeto +ducativo%

Bloco temático cator!e * que + e 'ara que serve o Re(ulamento 0nterno da Escola? 1ual o 'a'el do diretor na construção do Re(ulamento? O Oegulamento 8nterno da +scola é um documento aprovado pelo consel(o pedag)gico da escola onde consta os direitos e deveres de todos os intervenientes na comunidade educativa bem como a descrição das funções e serviços que a escola oferece - coordenação do processo de construção do Oegulamento 8nterno da +scola cabe ao diretor !o processo de construção do Oegulamento 8nterno da +scola, o diretor é assessorado por uma equipa de docentes da sua confiança O regulamento 8nterno da +scola deve ser revisto regularmente de modo a integrar as alterações introdu.idas nas funções e serviços da escola * Re(ulamento 0nterno da Escola deve incluir: 1 Oferta +ducativa da +scola$ n#veis de escolaridade que abrange &ursos &omponentes curriculares regionais e locais &lubes <alas de estudo >esporto escolar Yabinete de ,sicologia Outros projectos 5orário de funcionamento das aulas e das outras actividades 2 &omposição e funcionamento dos [rgãos de -dministração e gestão da +scola Opção por &onsel(o +xecutivo ou >irector +ventuais assessorias da >irecção >efinição da composição do &onsel(o ,edag)gico >efinição da composição do &onsel(o -dministrativo >efinição das estruturas de Orientação +ducativa >efinição dos serviços especiali.ados de -poio +ducativo &oordenação dos estabelecimentos no caso de pertencerem a um agrupamento &ompet/ncias espec#ficas dos )rgãos de administração, definição de regulamentos para eleições e funcionamento das mesmas 6 ,arcerias$ objectivos e entidades participantes +xemplos$ -cordos feitos com &lubes >esportivos locais para ced/ncia de espaços 62

-cordos com o &entro de <a=de no *mbito da educação para a sa=de -cordos com ind=strias locais para reali.ação de visitas de estudoVoferta de materiaisVetc -cordos com empresas locais para patroc#niosVpublicidade no jornal escolar ,rotocolos com +scolas do +nsino <uperior para a reali.ação de +stágios ; &omposição e funcionamento de outros <erviços e -ctividades da +scola -ssociação de +studantes -ssociação de paisVencarregados de +ducação &entro de Pormação de -ssociações de +scolas NibliotecasV&entro de Oecursos <erviços de -dministração +scolar I<ecretariaD ,osto de Oádio ,apelaria Oeprografia NarVNufete &antinaVOefeit)rio ,avil(ão gimnodesportivo e campos de jogos ? >ireitos e >everes dos Hembros da &omunidade +scolar e Oegime >isciplinar -brangendo$ -lunos ,rofessores Puncionários ,ais e +ncarregados de +ducação +lementos da -utarquia que pertencem aos [rgãos de Yestão e -dministração +m complemento ao Oegulamento 8nterno da +scola, o diretor pode criar a >eclaração de &ompromisso O que é e para que serve a >eclaração de &ompromisso% - >eclaração de &ompromisso é um documento assinado pelo aluno, o encarregado de educação e o diretor de turma onde constam os deveres dos alunos e dos pais perante a escola Os deveres inseridos na >eclaração de &ompromisso baseiam"se no articulado do Oegulamento 8nterno da +scola - >eclaração é assinada no in#cio do ano letivo Os deveres dos pais incluem$ &ompromisso de compar/ncia na escola sempre que c(amado e de participação nas reuniões da escola &ompromisso de acompan(amento diário do trabal(o do aluno em casa &ompromisso pela fixação de (oras de estudo em casa &ompromisso pelo reforço da assiduidade e pontualidade do aluno 8evem as escolas incluir normas de vestuário no Re(ulamento 0nterno?

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O Oegulamento 8nterno é o documento onde os princ#pios gerais de conduta devem e podem ser transcritos 'uando as escolas vertem para o Oegulamento 8nterno normas muito espec#ficas sobre vestuário, correm o risco de cair no rid#culo ou de suscitar o desafio 1 proibição O problema começa logo por a escola não ter meios para lidar com os alunos que violem os normativos !ão os pode impedir de entrar na escola 9m levantamento de processo disciplinar invocando violação a uma norma de vestuário seria vista por toda a gente como rid#cula +m que ficamos% 5á vantagens na inclusão de normativos de carácter geral sobre vestuário, sem especificações detal(adas sobre o que os alunos não podem vestir. -s escolas devem ter autonomia para, no *mbito dos seus regulamentos, criarem os normativos que mel(or se ajustarem aos seus projectos educativos 9ma coisa é certa$ os professores devem dar o exemplo <e querem ser respeitados e go.ar de autoridade não devem ir para a escola com a informalidade como vão para a praia : tudo uma questão de bom senso / autoridade do 'ro%essor - autoridade do professor conquista"se todos os dias : fácil perd/"la >if#cil é conquistá"la - autoridade gan(a"se e perde"se !ão é um direito natural O tempo em que a autoridade vin(a com o estatuto e era recon(ecida naturalmente por alunos e pais perdeu"se !ão volta mais - autoridade gan(a"se através da compet/ncia, das atitudes e da postura @eia com atenção o texto seguinte sobre a elaboração do Oegulamento 8nterno da +scola$ &onstituindo o Oegulamento 8nterno o documento que define o regime de funcionamento da escola, de cada um dos seus )rgãos de administração e gestão, das estruturas de orientação e dos serviços de apoio educativo, bem como os direitos e deveres dos membros da comunidade escolar, considera"se que a sus estrutura deve contemplar os seguintes aspetos$ aD princ#pios gerais0 bD )rgãos de administração e gestão da escola0 cD gestão do curr#culo0 dD estruturas de orientação educativa0 eD serviços de apoio educativo0 fD direitos e deveres dos membros da comunidade escolar0 gD disposições espec#ficas sobre gestão dos espaços e tempos escolares, formação cont#nua do pessoal docente, serviço de exames, gestão de instalação e equipamentos, elaboração e gestão dos (orários de alunos e professores e gestão financeira I-daptado de @emos, Q e <ilveira, 7 I1KKMD Autonomia e 6estão das &scolas ,orto$ ,orto +ditoraD

/tividades " 'ual o papel do diretor da escola na construção do Oegulamento 8nterno da +scola%

6;

" ,or que ra.ão o Oegulamento 8nterno da +scola deve ser revisto com regularidade% " 'uais as vantagens da assinatura da >eclaração de &ompromisso% Bi#lio(ra%ia @emos, Q e <ilveira, 7 I1KKMD Autonomia e 6estão das &scolas ,orto$ ,orto +ditora

Bloco temático ?: * 'a'el do diretor na (estão da in%ormação: recol$er2 (uardar e distri#uir in%ormação !as diversas visitas efetuadas 1s escolas da Oep=blica de <ão 7omé e ,r#ncipe, ficámos com a convicção de que (á uma grande dificuldade em recoj(er, guardar e distribuir informação O processo de recol(er, guardar e distribuir infirmação é central na gestão da infirmação escolar O diretor tem um papel determinante na gestão da informação por várias ra.ões$ " - tomada de decisões é tanto mais fácil e efica. quanto maior e mel(or informação se tem sobre a escola " O diretor responde perante os serviços centrais do ministério da educação e tem a obrigação de prestar contas de forma fundamentada, rápida e rigorosa <e o diretor não coloca de pé um processo efica. de gestão da informação terá muita dificuldade em tomar decisões com base em boa informação e em prestar contas de forma rápida e rigorosa +m muitos casos, a informação está dispersa, existe mas não se consegue reunir e, por isso, não é utili.ável Bamos, de seguida, dar algumas sugestões sobre como utili.ar aplicações digitais gratuitas que permitem recol(er, guardar e distribuir a informação &omeçamos primeiro pelas categorias de informação que interessam mais ao diretor$ " 8ndicadores sobre n=mero de alunos da escola, n=mero de turmas, rácio alunosVprofessor e n=mero de funcionários não docentes " 8ndicadores sobre abandono escolar, repet/ncias e sucesso escolar " 8ndicadores sobre (abilitações académicas dos professores, anos de serviço e vinculo contratual - Yoogle disponibili.a várias aplicações digitais gratuitas que permitem a recol(a, guarda e partil(a da informação

6?

" -bra uma conta de escoladatrindade\gmail com

correio

eletr)nico

para

a

escola

+xemplo$

" -bra um conta do Yoogle >rive com o endereço eletr)nico da escola e a mesma palavra"passe " ,ara abrir uma conta no Yoogle >rive, vá a https://drive.google.com/ " &rie pastas por assuntos ,or exemplo, indicadores de abandono escolar0 indicadores de repet/ncias0 indicadores de sucesso escolar0 indicadores de (abilitações académicas dos docentes0 indicadores de n=mero de alunos e de turmas " !omeie um dos professores da escola com uma bom dom#nio das tecnologias da informação e comunicação seu assessor para a gestão da informação " ,eça a esse professor para manter atuali.ado nas pastas do Yoogle >rive todos os indicadores escolares " !o final de cada no letivo, elabore um relat)rio com a informação recol(ida +nvie esse relat)rio, em formato eletr)nico, para os serviços centrais do ministério da educação e divulgue"o entre os professores da escola " -ntes do in#cio do ano letivo, proceda a uma discussão com os professores do relat)rio anual Bamos passar, de seguida, 1 utili.ação do correio eletr)nico como meio privilegiado de comunicação com os professores - Oep=blica de <ão 7omé e ,r#ncipe con(eceu, nos =ltimos anos, uma mel(oria grande na expansão do uso da 8nternet nas escolas Os diretores podem fa.er um uso mais regular e intenso da 8nternet para comunicarem com os professores Bejamos como$ " &rie uma conta de correio eletr)nico para todos os professores da escola &rie também uma conta de correio eletr)nico para a escola e outra para o diretor " Opte por enviar as circulares, ordens de serviço, convocat)rias de reuniões e atas por correio eletr)nico ,ode também usar a 8nternet como meio privilegiado de partil(a de artigos cient#ficos, pedag)gicos e didáticos entre o diretor e os professores da escola !este caso, a 8nternet é usada como instrumento de formação e desenvolvimento profissional " -bra uma conta em SSS scribd com : gratuito ,ode abrir uma conta para a escola, outra para o diretor e para cada um dos docentes da escola " &rie as coleções temáticas que sejam do interesse da escola e guarde os documentos em cada coleção de acordo com os temas espec#ficos

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/tividades " 8ndique quais são as vantagens do uso do correio eletr)nico como meio de comunicação entre o diretor e os professores

Bloco temático de!asseis * 'a'el do diretor na avaliação de desem'en$o dos 'ro%essores Em que consiste a avaliação de desem'en$o? - avaliação de desempen(o é um processo que visa$ mel(orar os resultados escolares dos alunos e a qualidade das aprendi.agens0 proporcionar orientações para o desenvolvimento profissional dos professores0 contribuir para a mel(oria da prática pedag)gica0 inventariar as necessidades de formação do docente0 diferenciar e premiar os professores com mel(or desempen(o0 facultar indicadores de gestão em matéria de pessoal docente I-daptado de &oel(o, - + Oodrigues - I2JJMD 6uia da Avaliação de +esempen!o +ocente @isboa$ 7exto +ditoraD - avaliação de desempen(o exerce"se em dois n#veis$ interno e externo : no n#vel interno que o diretor pode desempen(ar um importante papel !o n#vel interno da avaliação de desempen(o, o processo avaliativo incide sobre os seguintes referenciais$ objetivos e metas fixados no ,rojeto +ducativo da +scola0 ,lano -nual de -tividades, ,rojeto &urricular de +scola, ,rojeto &urricular de 7urma0 indicadores sobre progresso dos resultados escolares dos alunos e sobre a redução do abandono escolar !o n#vel interno, tem"se ainda em conta os indicadores de assiduidade e pontualidade do professor &abe ao diretor gerir o processo de avaliação de desempen(o a n#vel interno - avaliação externa do desempen(o docente incide sobre a dimensão cient#fica e pedag)gica, reali.a "se em sala de aula e tem como objetivo recon(ecer a qualidade do desempen(o dos docentes para valori.ação e progressão na carreira - avaliação da dimensão cient#fica e pedag)gica é composta por uma componente interna e uma componente externa, cada uma com um determinado peso no resultado final da avaliação do desempen(o do docente - avaliação externa da dimensão cient#fica e pedag)gica reali.a"se através do processo de observação de aulas - concreti.ação da dimensão cient#fica e pedag)gica decorre das determinações curriculares procedentes do Hinistério da +ducação e &i/ncia e do agrupamento de escolas ou escola não agrupada, pelo que o docente deve$

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aD Orientar a sua ação em benef#cio da aprendi.agem dos alunos0 bD <elecionar as mel(ores abordagens de ensino0 cD -nalisar as suas aulas sob o ponto de vista da eficácia dessas abordagens0 dD &riar um ambiente educativo assente em valores comummente recon(ecidos, tratando os alunos com a dignidade que esses valores preconi.am e assegurando que eles procedam do mesmo modo0 eD 7er presente a especificidade dos papéis de ]aluno^ e de ]educadorV professor^, não deixando de considerar as fronteiras que l(e são inerentes - avaliação externa da dimensão cient#fica e pedag)gica efetua"se com base nos par*metros ]cient#fico^ e ]pedag)gico3 Em que consiste o 'arAmetro cient,%ico? O par*metro cient#fico reporta "se aos conte=dos disciplinares que o docente leciona O par*metro cient#fico integra ainda con(ecimentos de l#ngua portuguesa que enquadram e agili.am a aprendi.agem dos conte=dos disciplinares Em que consiste o 'arAmetro 'eda()(ico? O par*metro pedag)gico integra os elementos didáticos e relacionais Os elementos didáticos registam os seguintes aspetos$ aD +struturação da aula para se lecionarem os conte=dos previstos nos documentos curriculares e alcançarem os seus objetivos0 bD +volução da aprendi.agem e orientação das atividades em função dessa verificação0 cD -compan(amento da prestação dos alunos e informação aos mesmos sobre a sua evolução Os elementos relacionais incidem sobre os seguintes aspetos$ aD Puncionamento da aula com base em regras que acautelem a disciplina0 bD +nvolvimento dos alunos e a sua participação nas atividades0 cD +st#mulos com vista 1 mel(oria da aprendi.agem dos docentes 1uais são as dimens"es da avaliação de desem'en$o? Em que dimens"es o diretor desem'en$a um 'a'el central? 5á quatro dimensões essenciais$ a dimensão profissional, social e ética0 a dimensão do desenvolvimento do ensino0 a dimensão da participação na escola e relação com a comunidade escolar0 a dimensão da formação profissional ao longo da vida !a dimensão profissional, social e ética, o professor promove aprendi.agens curriculares, fundamentando a sua prática pedag)gica em saberes espec#ficos e é capa. de integrar esses saberes em processos didáticos !a dimensão de desenvolvimento do ensino, o professor promove a aprendi.agem no *mbito de um curr#culo, integrando con(ecimentos das áreas que fundamentam o curr#culo

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!a dimensão participação na escola e na relação com a comunidade educativa, o professor desempen(a funções que permitem que a escola ofereça serviços educativos adequados ao p=blico escolar !a dimensão formação profissional ao longo da vida, o professor interessa"se pela sua formação cont#nua, mantém"se atuali.ado e reflete com os colegas sobre educação, pedagogia e didática O papel do diretor é determinante nas dimensões 2participação na escola e na relação com a comunidade escolar3 e na dimensão 2formação profissional ao longo da vida3 /tividades " 8ndique tr/s ra.ões que justificam a import*ncia da avaliação de desempen(o docente " 'ual é a diferença entre a avaliação interna e a avaliação externa de desempen(o docente% " 'ual é o papel do diretor no processo de avaliação interna de desempen(o docente

Bi#lio(ra%ia &oel(o, - + Oodrigues - I2JJMD 6uia da Avaliação de +esempen!o +ocente @isboa$ 7exto +ditora

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Bloco temático de!assete * 'a'el do diretor na 'romoção da motivação dos alunos - mel(or forma de o diretor promover a motivação dos alunos é ol(ar atentamente para as necessidades dos alunos, dedicando"l(es tempo e atenção - ideia de ol(ar para as necessidades de cada aluno parece uma missão imposs#vel Has é uma missão que deve ser tentada 5á pequenos gestos e atitudes do diretor que ajudam os alunos a aumentar a motivação pela escola e pela aprendi.agem$ " Hostre"se dispon#vel " <eja sol#cito " !ão ten(a pressa quando fala com um aluno " &oloque"se na posição deles " !ão julgue apressadamente " !ão tome partido em casos de lit#gio entre professores e alunos sem estudar bem o problema " ,rocure as causas dos comportamentos incorretos dos alunos e concentre"se menos nas consequ/ncias " +ncare os problemas como oportunidades de mudança " <eja otimista e transmita otimismo aos alunos " +nvolva os alunos mais vel(os no apoio aos mais novos " +stabeleça um regime de tut)rias e sugira aos alunos dos =ltimos anos de escolaridade que apoiem alunos mais novos " Pale regularmente com os alunos sobre a escola " &elebre os sucessos dos alunos " +nvolva os alunos em projetos " Hostre aos alunos mais fracos que confia neles e que espera que eles ultrapassem as dificuldades de aprendi.agem " +stabeleça contactos regulares com os encarregados de educação /tividades " 8ndique cinco maneiras de o diretor mostrar aos alunos que se interessa por eles e confia neles " +stabeleça uma relação entre n#veis elevados de motivação e sucesso escolar

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Bloco temático de!oito * diretor e a (estão do centro de recursos * que + um centro de recursos? O &entro de Oecursos é mais do que um arquivo de livros e documentos -s suas funções vão muito além das tradicionais funções das bibliotecas escolares O &entro de Oecursos é um arquivo, uma biblioteca e um espaço onde decorrem atividades de ensino e aprendi.agem em estreito contacto com os processos pedag)gicos e didáticos +m certa medida, é o prolongamento da sala de aula Os centros de recursos de aprendi.agem não são um conceito novo +xistem desde 1KCJ Poi nessa altura que começou a transformação das bibliotecas das escolas tradicionais em centros de recursos que oferecem serviços educativos, de formação e didáticos para professores e alunos em estreita ligação com as atividades didáticas que ocorrem na sala de aula !ão s) contém materiais impressos, mas também documentos cient#ficos, pedag)gicos e didáticos em formato eletr)nico, tendo em vista facilitar a autoaprendi.agem e o uso de métodos de aprendi.agem por descoberta Ra!"es 'ara a criação de centros de recursos _ medida que a informação cient#fica, pedag)gica e didática se tornou mais acess#vel a todos graças 1 expansão e generali.ação da 8nternet, notou"se uma aposta crescente das escolas no uso de tecnologias de informação e comunicação +ste movimento veio esbater as diferenças e os muros que separavam a sala de aula do mundo O e"learning e o blending"learning ocupam cada ve. mais espaço nos processos pedag)gicos e didáticos e os professores e alunos usam"nos cada ve. mais no dia"a"dia !os =ltimos anos, surgiram aplicações digitais com grande poder informativo e que podem ser usadas gratuitamente pelas escolas &ontudo, a complexidade do processo de seleção e uso dessas aplicações exige um saber especiali.ado e um espaço escolar apropriado +sse espaço é o centro de recursos +sse espaço concentra equipamentos e pessoal especiali.ado tendo em vista a articulação com a realidade pedag)gica e didática que acontece na sala de aula +m certas condições, a sala de aula tradicional pode deslocar"se para o centro de recursos /tri#uiç"es

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O centro de recursos tem um vasto leque de atribuições$ " ,ermite enriquecer o curr#culo e a aprendi.agem alargando o (ori.onte de pesquisa e de informação de alunos e professores +m condições ideais, o centro de recursos tra. o mundo 1 escola e quebra o isolamento imposto pelas barreiras f#sicas e geográficas " +nriquece a formação cont#nua e o desenvolvimento profissional dos professores, colocando ao dispor deles informação que facilita o processo de autoformação e atuali.ação cient#fica " -larga as oportunidades que os alunos t/m de reforçar as estratégias de auto" aprendi.agem e de desenvolvimento de compet/ncias de descoberta aut)noma e orientada " ,ermite 1s escolas o reforço das tut)rias, através do uso de meios informáticos e de aplicações digitais dirigidas 1 dist*ncia Ou seja, o tutor não precisa de estar fisicamente presente " Hel(orar o ambiente de aprendi.agem da escola, criando ligações e oportunidades de contacto com alunos e professores de todo o Hundo !esse sentido, o centro de recursos é um passaporte para o Hundo e uma ponte para o con(ecimento Pessoal es'eciali!ado &omo foi dito atrás, a complexidade do processo de seleção e uso das aplicações digitais e da catalogação da informação e dos recursos bibliográficos exige que o centro de recursos possua pessoal especiali.ado no uso das tecnologias da informação e comunicação e das técnicas de documentação +ssa especiali.ação pode ser assegurada por um professor dotado de um especiali.ação em análise da documentação e tecnologias da informação e comunicação que, para o efeito, pode ter uma redução na componente letiva Outra possibilidade é a contratação de um técnico especiali.ado em documentação, bibliotecas e tecnologias da informação e comunicação Coleç"es e %undo #i#lio(rá%ico &abe ao pessoal especiali.ado a organi.ação das coleções e do fundo bibliográfico, assegurando a sua atuali.ação permanente e o seu bom uso por professores e alunos Os recursos educacionais são considerados como o elemento mais importante do centro e, por isso, devem estar acess#veis para consulta e uso 8sso exige uma pol#tica correta de catalogação dos documentos e do fundo bibliográfico !a medida do poss#vel, a catalogação deve permitir ao utente alguma autonomia no processo de pesquisa da informação e dos documentos 8sso s) é poss#vel se o fundo bibliográfico e os documentos estiverem devidamente catalogados e a informação trabal(ada e disponibili.ada nos computadores

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* 'ro%essor #i#liotecário e a (estão do centro de recursos Poi publicada em >iário da Oep=blica a ,ortaria FCV2J11, que procede a alterações para designação de professores bibliotecários ,rocede 1 segunda alteração 1 ,ortaria F?CV2JJK - primeira alteração foi feita pela ,ortaria ??MV2J1J !o espaço de dois anos, tr/s versões diferentes sobre as normas para designar os professores bibliotecários - nova portaria IFCV2J11D di. que quando não for poss#vel ao professor bibliotecário leccionar uma turma, por se tratar de professor de carreira sem serviço lectivo atribu#do ou da educação pré"escolar ou do 1 G &iclo do +nsino Násico, Wdeverá o docente utili.ar 6? por cento da componente lectiva a que está obrigado para apoio individual a alunosW &om a publicação da ,ortaria FCV2J11, os professores que coordenam as bibliotecas escolares passam a ter de leccionar uma turma e, nos casos em que tal seja imposs#vel, t/m de dedicar 6?U da componente lectiva a apoio individual a alunos * 'a'el do diretor na (estão do centro de recursos <endo o &entro de Oecursos um espaço de grande import*ncia para o processo pedag)gico e didático, o diretor tem de ter um grande cuidado na seleção do professor responsável pela sua gestão +m primeiro lugar, o coordenador do &entro de Oecursos deve ser um professor com formação especiali.ada em gestão de bibliotecas e centros de recursos + deve ser um professor que continue a lecionar para que ele não perca o contacto com os processos didáticos - escol(a do diretor deve incidir sobre um professor com larga experi/ncia pedag)gica, que lecione pelo menos uma turma, que ten(a compet/ncias de gestão e com uma especiali.ação na área /tividades " 'ual é a import*ncia do centro de recursos para a aprendi.agem% " 'uais os cuidados que o diretor deve ter na escol(a do coordenador do centro de recursos%

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Bloco temático de!anove 3 * des'ac$o do diretor O objetivo é fa.er com que o despac(o seja rápido, não retire muito tempo ao dia de trabal(o do diretor e seja efica. - eficácia do despac(o depende muito do estilo de liderança do diretor 5á, no entanto, alguns consel(os =teis para todos os estilos de liderança " &rie uma rotina para o despac(o e cumpra"a ,or exemplo, fixe a (ora do despac(o e respeite a (ora combinada " 'ualquer (ora é boa altura para o despac(o desde que o diretor fixe uma (ora e respeite a decisão - maior parte do despac(o do diretor está, (oje em dia, desmateriali.ada Os documentos, os pedidos de informação e esclarecimento e as respostas estão quase sempre em formato eletr)nico O diretor pode ter acesso ao despac(o a partir de qualquer smartp(one e a qualquer (ora do dia ou da noite +ssa flexibilidade não deve ser encarada como um convite para alterar a (ora do despac(o todas as semanas 5á grandes vantagens em respeitar uma (ora ,or exemplo, de man(ã, 1 c(egada ao gabinete O mais importante de tudo é não deixar que o despac(o se acumule sem resposta " 'uanto ao despac(o em papel impresso, convém redu.i"lo ao m#nimo e sobretudo evitar que ele se acumule em cima da secretária 'uando o diretor apresenta uma secretária limpa de papéis isso quer di.er duas coisas$ o despac(o é feito na (ora e o diretor transfere compet/ncias " Yuarde os documentos na 2nuvem3 !ão (á s#tio mais seguro para guardar documentos do que na 8nternet - >ropbox ou a Yoogle >rive são duas boas opções Yuarde sempre uma c)pia de segurança num destes serviços de arma.enagem de documentos digitais " >elegue O despac(o efica. depende muito da capacidade do diretor para delegar algumas compet/ncias no subdiretor e nos adjuntos /tividades " +numere tr/s estratégias para tornar o despac(o mais efica. " ,or que ra.ão é importante que a (ora do despac(o seja constante%

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Bloco temático de!anove 8e%inição de conceitos so#re (estão e administração escolar -no letivo A ,er#odo compreendido entre o in#cio e o termo das atividades letivas -utonomia A ,oder recon(ecido 1 escola para tomar decisões nos dom#nios curricular, pedag)gico e administrativo em função das compet/ncias que l(e foram outirgadas &onsel(o administrativo A [rgão da escola que trata das matérias administrativas e financeiras &onsel(o de docentes A +strutura de orientação pedag)gica que agrupa os docentes de um determinado ciclo de estudos &onsel(o pedag)gico A [rgão de coordenação pedag)gica da escola &onsel(o de turma A +strutura de orientação pedag)gica que agrupa os docentes de uma determinada turma e que tem a ser cargo a avaliação dos alunos >epartamento curricular A +strutura de orientação pedag)gica que agrupa docentes de uma ou mais áreas curriculares e disciplinas >iretor de turma A ,rofessor responsável pela coordenação pedag)gica de uma turma, tendo a ser cargo a comunicação e articulação com os professores e com os encarregados de educação +ducação especial A Hodalidade de educação que visa o acompan(amento pedag)gico dos alunos com necessidades educativas especiais Pormação cont#nua A Hodalidade de formação profissional ao longo da vida que visa a atuali.ação e desenvolvimento profissional do docente Pormação especiali.ada A Hodalidade de formação que (abilita para o desempen(o de outras funções educativas obtida através da frequ/ncia de cursos de especiali.ação Yrupos de doc/ncia A +strutura que corresponde a uma (abilitação espec#fica para lecionar uma ou mais áreas disciplinares

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,lano anual de atividades A >ocumento de planeamento, elaborado e aprovado pelos )rgãos de gestão da escola, que define, em função do projeto educativo, os objetivos e atividades previstas para um ano ,rojeto educativo A >ocumento que consagra a missão, os objetivos, a caracteri.ação da escola e as funções e serviços prestados 1 comunidade Oegulamento interno " >ocumento que define o regime de funcionamento da escola /tividades " +stabeleça a diferença entr liderança e gestão " +numere tr/s diferenças entre o projeto educativo de escola e o projeto curricular de escola " ,ara que serve o Oegulamento 8nterno da +scola%

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Bi#lio(ra%ia -PO!<O, - Q I1KKMD Pol#ticas &ducativas e avaliação educacional Nraga$ 9niv Hin(o -@-8`, B8&7OO 0 Y[8<, + a YO!b-@B+<, & I2JJ6D Auto-avaliação de escolas: pensar e praticar ,orto$ -sa +ditores N-OOO<O, Q I2JJ?D Pol#ticas educativas e or-ani%ação escolar @isboa$ 9niversidade -berta N-OOO<O, Qoão0 ,8!5-@, Qoão I1KKCD A administração da educação. 4s camin!os da descentrali%ação @isboa$ +d &olibri N-O`-nc, Yiovanna I 2JJKD &ulturas de liderança e l)gicas de responsabilidade -s experi/ncias de 8nglaterra, 8tália e ,ortugal B ! Yaia$ P H @eão &-!dO8O, O I 2JJ?D 4 ue 5 a &scolaA >m ol!ar sociol1-ico ,orto$ ,orto +d &-O>O!-, Haria Qoão0 H-O'9+<, Oamiro I&oord D I2J11D, +a autonomia da escola ao sucesso educativo &(amusca$ +d &osmos &-O>O<O, & , OeYO, - et al I2JJ6D 'anual de comportamento or-ani%acional e -estão. @isboa$ O5editora &-OB-@5O, @ H I1KK2D (lima de escola e esta,ilidade dos professores @isboa$ +duca &@fH-&O, Hg & I2JJ?D Avaliação de sistemas em educação @isboa$ 9!iv -berta &O<7-, @ > I1KKFD (ulturas e &scola. A sociolo-ia da &ducação na formação de Professores @isboa$ @ 5ori.onte >9N-O, &laude I1KK1D, 7a "ocialisation, (onstruction des identit5s sociales et professionnelles ,aris$ -rmand &olin +9Oh>8&+ I2JJCD A 6arantia de Eualidade na Formação de Professores na &uropa Nruxelas$ +urRdice " >ispon#vel também na 8nternet (ttp$VVSSS eurRdice org +9Oh>8&+ I2JJFD Autonomia das escolas na &uropa. Pol#ticas e medidas, @isboaV +urRdice"&omissão +uropeia P+OO+8O-, Q 0 !+B+<, Q 0 &-+7-!O I2JJ1D 'anual de Psicossociolo-ia das 4r-ani%açGes @isboa$ HcYraS 5ill P8<&5+O, Y ! I1KK2D A dinHmica social. Iiolência, Poder, 'udança @isboa$ ,lanetaV8<,PO!7O9O-, H I2JJCD +o proCecto &ducativo de &scola aos proCectos (urriculares ,orto$ porto +d POOHO<8!5O, Q0 H-&5->O, Q I2JJKD & uipas &ducativas: Para uma nova or-ani%ação da escola ,orto$ ,orto +ditora

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Y8N<O!, Qames0 8B-!&+B8&5, Qo(n0 >O!!+@@h, Qames0 XO!O,-<X+, Oobert I2JJCD, 4r-ani%açGes: (omportamento, &strutura e Processos. HcYraS5ill, <ão ,aulo A Nrasil 5-OYO+-B+<, - I1KKMD 4s professores em tempos de mudança. 4 tra,al!o e a cultura na idade p1s-moderna @isboa$ HcYraS5ill 5-OYO+-B+<, -ndR0 P8!X,>ean I 2JJFD 7iderança sustentável, ,orto$ ,orto +d Q+<9f!O, Q & I1KMFD Processos de 7iderança @isboa$ @ivros 5ori.onte @-!><5++O+, Y I1KKFD - pilotagem dos sistemas de educação &omo garantir a 'ualidade da +ducação% ,orto$ +dições -sa @8H-, Q - I2JJ2D As culturas cola,orativas nas escolas: estruturas, processos e conteBdos ,orto$ ,orto +ditora @8H-, Qorge dvila I2JJMD +m busca da boa escola 8nstituições efica.es e sucesso educativo B ! Yaia$ P H @eão H-O'9+<, O I2JJMD A cidadania na escola, @isboa$ @ivros 5ori.onte H-O'9+<, Oamiro I1KKCD Professores, fam#lias e proCecto educativo, ,orto$ +d -sa H-O'9+<, Oamiro I2JJ6D 'otivar os Professores: >m 6uia para o +esenvolvimento Profissional @isboa$ +ditorial ,resença ![BO-, - IOrg D I1KK2DAs or-ani%açGes escolares em análise @isboa$ > 'uixote O&>+ I2JJFD 8mprovin- sc!ool leaders!ip. (ountr; ,ac<-round report for Portu-al, 'inistr; of &ducation, +ecem,er J00* in SSS oecd orgVeduVsc(oolleaders(ip O&>+ I2JJMD 8mprovin- sc!ool leaders!ip. &/ecutive "ummaries in SSS oecd orgVeduVsc(oolleaders(ip

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