FESTA DA VIDA – V Domingo de Páscoa C 2013 I. RITOS INICIAIS oni!

"o an#es da P$ociss"o de en#$ada% Irmãos e irmãs: Estamos a iniciar o Quinto Domingo de Páscoa. E, nesta Eucaristia, os adolescentes do 8º ano, celebram, de modo festivo, a vida bela e verdadeira, que brota da "en#or, morto e ressuscitado. Do trono da e de %&, dos adolescentes, que carrega a ru!, ergue$se o ru! do ordeiro imolado

risto morto e ressuscitado, que renova todas as coisas. 'o(e, & um ru!) *ma ru! +nica, onde estão

gravados, como num %u!!le, as imagens do rosto de cada um dos adolescentes do 8º ano. ,s fotos ali gravadas re%ortam$se - .esta da Profissão de .& e entrega do redo, reali!ada #á dois anos. / sombra da árvore da cru!, cresce, floresce e frutifica o gru%o dos amigos de 0esus. 1Caminhemos, pois, sob o peso da Cruz, nas pegadas dos passos do Senhor! Ele Ressuscita na manhã da Santa Páscoa! É para nós o Vi ente !ue não morre2 3cf. 'ino %ara o ,no da .&4) C&n#ico de En#$ada Sa'da!"o Inicia( P$ Em %leno ,no da .&, reunimo$nos, uma ve! mais, em Eucaristia, %ara celebrar a grande .esta da 5ida, que & a Páscoa do "en#or) Este mist&rio %ascal di! res%eito, não a%enas - ressurrei6ão do "en#or, mas tamb&m - sua entrega, %or amor, na ru!, e - sua morte, %or todos n7s. Por isso, e continuamente, n7s 1caminhamos sob o peso da Cruz, nas pegadas dos passos de "esus2 mas fa!emo$lo, na certe!a da f&, que %roclama ao mundo 1a sua ressurrei#ão, na manhã de Páscoa 2) Doravante, 0esus &, %ara n7s, 1o 5ivente que não morre2)

ei#'$a dos A#os dos A0-s#o(os 9aqueles dias. sem verdade.travessaram então a Pis<dia e c#egaram . a Ic7nio e a . de%ois de terem feito ora6@es acom%an#adas de (e(um.)*$ie% #eios de confian6a. confiados na gra6a de Deus.AVRA . Paulo e :arnab& voltaram a . De lá embarcaram %ara . de onde tin#am %artido. invoquemos a sua miseric7rdia: $ Pelas ve!es.vida verdadeira. Estabeleceram anciãos em cada Igre(a.talia.istra.ntioquia. contaram tudo o que Deus fi!era com eles e como abrira aos gentios a %orta da f&. na imensidão e paz na terra ao homem nosso irmão& O$a!"o co(e#a II. "en#or. tende %iedade de n7s) $ Pelas ve!es. %iedade de n7s $Pelas ve!es.Panf<liaB de%ois. . >%orque ? di!iam eles ? temos de sofrer muitas tribula6@es %ara entrarmos no reino de DeusA. em que aceitamos uma verdade. Iam fortalecendo as almas dos disc<%ulos e e=ortavam$nos a %ermanecerem firmes na f&. "en#or. sem amor. convocaram a Igre(a.IA DA PA. em quem tin#am acreditado. em que re(eitamos a ci8ncia da cru!. no seu amor. %ara a obra que acabavam de reali!ar. que nos condu! . e encomendaram$nos ao "en#or.IT/R. anunciaram a %alavra em Perga e desceram at& . tende . risto.ntioquia. que renova todas as coisas. tende %iedade de n7s) +ino do . em que nos iludimos num amor.(-$ia 3cantado4: $lória a %eus. . / c#egada.

"e Deus foi glorificado nCEle. . & %or %ouco tem%o que ainda estou convosco. +omi(ia% . disse 0esus aos seus disc<%ulos: >.il#o . subtraindo o seu .leluia.il#o do #omem e Deus foi glorificado nCEle. cru! como >ci8ncia do amorA 3Edit# "tein4 III. E1ange(2o de Nosso Sen2o$ 3es's C$is#o seg'ndo S"o 3o"o Quando 0udas saiu do enáculo. %ois: .morte.A DO CR/CIFI4O Com0$omisso Ce(. omo Eu vos amei. Palavra da salva6ão. Ac(ama!"o ao E1ange(2o% . . Durante a catequese deste ano. seguindo o camin#o que mel#or l#e conv&m: aquele que 0esus nos %ro%@e nas :em$aventuran6as.Palavra do "en#or.leluia. na %lenitude dos tem%os. recordamos a forma e=traordinária como Deus. Deus tamb&m D glorificará em "i mesmo e glorificá$lo$á sem demora.leluia. de%ois de ter e=%erimentado a cru! e a morte.gora foi glorificado o . Eeus fil#os. RITO DA ENTRE. 9isto con#ecerão todos que sois meus disc<%ulos: se vos amardes uns aos outrosA. Pelo :atismo fomos associados a essa #eran6a e tudo devemos fa!er %ara #onrá$la. 9a Páscoa que continuamos a celebrar. Dou$vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Di!ei$me. nos revelou a sua o%6ão radical %ela vida. v7s %rocurastes con#ecer mel#or essa %ro%osta. amai$vos tamb&m uns aos outros.

dando a vida %or amor. 5 Quereis receber a ru!. 5 SI 6 7/ERO8 9:n!"o das C$'. que a%resentam estas cru!es. Todos 5 A <N8 Ce(.es %ois adolescentes '(&) apresentam as Cruzes para a b*n#ão& + Presidente diz . ol#ai benignamente %ara estes adolescentes. sinal da vossa liga6ão a Deus e ao mundo) .e todos oram uns momentos& %epois recita a ora#ão de b*n#ão. 5 Então. que & Deus convosco na unidade do Es%<rito "anto. sinal da salva6ãoF Ado(. Pai "anto. que diariamente deveis desen#ar sobre o rosto. em aten6ão solidária %ara com todos.+remos. Ce( $ "en#or. recebei esta cru!. da marginalidade e da in(usti6aF Ado(. %ara que. sobretudo %ara com aqueles que carregam a cru! do abandono. 5 SI 6 7/ERO8 Ce(. 5 Quereis ver no sinal da cru!. que fi!estes da ru! a fonte de todas as b8n6ãos e a origem de todas as gra6as. atrav&s da vida.5 Quereis seguir os vossos camin#os. guiados %ela lei do Evangel#o.il#o. um gesto de liberdade e de identifica6ão com risto libertadorF Ado(. se(am testemun#as cred<veis da morte e ressurrei6ão do 5osso . como sinal da sua f& e concedei$l#es os dons do Es%<rito "anto. 5 SI 6 7/ERO8 Ce(.

levaremos esta cru! com todo o %eso da res%onsabilidade e do com%romisso que ela significa.6 aco(2e6 com amo$6 a ci:ncia da c$'. $ C$eio. C$eio. $ redes no Es%<rito "anto que renova no mundo o dom %ascal de risto e nos congrega na unidade e no amorF Ado(. mas com o ol#ar de quem acredita que %ode a(udar a transformar o mundo. dizendo. ? C$eio. acreditamos que a vida venceu a morte.8 + adolescente recebe a cruz na mão e bei0a/a. C$eio. $ 97s acreditamos na vida. %ercorrendo$o at& ao fim. at& ao e=tremo da cru!F Ado(. Pároco $ N. 9ão a ol#aremos com ol#os de resigna6ão. %roclamamos a nossa f& no "en#or Gessuscitado. Bmen8 . sen#or da vida. então: Ado(. Bmen8 Ce(. Bmen8 Ce(.dolescente $ A 1e$dade do amo$ es#á em Ti6 3es's8 C&n#ico ?s@ d'$an#e a en#$ega da c$'. . dizendo. contribuindo %ara o crescimento do Geino de Deus) En#$ega do c$'ci=i>o% + Celebrante chama cada adolescente pelo seu próprio nome e entrega/lhe a cruz. C$eio. P$o=iss"o de =A% Ce(.venturan6as e que foi consequente com esse camin#o. #amados a anunciar esta :oa 9ova.Ado(escen#e 3um a%enas res%onde %or todos4: "en#or. $ redes em 0esus risto que nos abriu e a%ontou o camin#o das :em$ redes em Deus Pai. Di!ei$me. 5 C$eio. que nos quer ver feli!es %orque nos ama com um amor imensoF .

Bmen8 C&n#ico% Esta & a nossa f&. K. "en#or.conversão e . c#amando todos os #omens . sem medida) G. $ redes na Igre(a que tem a missão de anunciar a :oa 9ova aos %obres e aliviar os cora6@es dilacerados. que se fa! dom. bem neste mundo.Igre(a na #ora da cru!. dai$nos o en#endimen#o da cru!.alando da Igre(a. Por isso. 5 medida !ue se canta a in oca#ão 6 nota. dai$nos a saCedo$ia da cru!. !ue na ega. $ C$eio. com as elas da Cruz do Senhor plenamente des3raldadas4 3 atecismo da Igre(a na #ora em que at7lica. risto foi glorificado. %ara con#ecermos a verdadeira medida do amor. vamos invocar os sete dons do ru! do "en#or e nos Es%<rito "anto.Ce(. disse "anto . que nos gloriamos de %rofessar em 0esus risto.mbr7sio: 1 Ela 1 essa barca. G. C$eio. "en#or. a cruz entregue tem uma re3er*ncia aos sete dons) a(ude a 1embarcar2. %ara com%reendermos que não #á verdadeiro amor. sem medo e c#eios de confian6a. 97s sabemos que este so%ro do Es%<rito foi comunicado . alusi as aos sete dons do Esp2rito Santo. sem sacrif<cio. . 9osso "en#or) P$eces P$ . 8HI4. na aventura da f&. %ara que Ele so%re sobre as velas da antemos: 'colocar na cruz as sete chamas. sem tribula6@es e sem dor. J.es%eran6aF Ado(. ao sopro do Esp2rito Santo. Esta & a f& da Igre(a.

"en#or.IT/R. %ara con#ecermos a 5ossa ternura e nos dei=armos a%ai=onar %elo 5osso amor. . ins%irai$nos o verdadeiro #emo$. "en#or. G. diante da cru!. IV. RITOS FINAIS O$a!"o 0-s5com'n2"o . "en#or. dai$nos a gra6a da 0iedade. como camin#o de vida e de salva6ão. I. dai$nos a ci:ncia da cru!. N. %ara %ermanecermos firmes na f&. %ara sabermos escol#er a cru!. "en#or. G. "en#or. EmCo(ismo. Ac(ama!"o% Pl7ria a 57s que morrestes na cru!Q V. dai$nos a =o$#a(e. sem nos desviarmos do camin#o da ru!. G.L. P$e=ácio 0asca( e San#o 3cantado4 O$a!"o E'ca$Es#ica II. que brota da contem%la6ão da cru!. G. %ara não aceitarmos uma verdade sem amor e re(eitarmos sem%re um amor sem verdade. dai$nos o vosso conse(2o. M. F$a!"o do P"o Co$dei$o C&n#ico de com'n2"o% Dou$vos um mandamento novoQ VI.a. RITOS DA CO /N+FO Pai5nosso. G.IA E/CARDSTICA O=e$#-$io 3normal4 e Ontico de ofert7rio. %ara que nos dei=emos acom%an#ar sem%re %elo 5osso ol#ar de amor. H.

como um fermento. a apresentam e se preparam para a le ar em procissão. outra cidade. um pai ou mãe proclama este te7to). 9o alto do alvário. .no da .9:n!"o 'en!uanto dois adolescentes tomam a cruz. & %edra. . & sangue das batal#asB & guerra do im%&rio e suas mal#as. outra (usti6a. a cru! %roclama outro tem%o. & ru<na. escombros.evamos em n7s. morte. vida %esa s&culos sobre os ombros: & cru!. este a%elo de vida que não morreB nas nossas veias o sangue arde e corre: o mundo urge mudan6a e não lamento) Des0edida C&n#ico Fina(% 'ino %ara o .& ? HR e IR estrofes . cansa6o. risto anuncia ao mundo outra verdade: o que se vence a si mesmo & o que mais ama.