Assessoria,Consultoria, Auditoria e Supervisão Técnica Maurílio Castro de Matos

Maria Tereza de Oliveira M. Sc.

Regulamentação da profissão Lei n. .!!"#$%%&
Art. 4º Constituem competência do Assistente Social: VIII – prestar assessoria e consultoria a órgãos da administração pú lica direta e indireta! empresas pri"adas e outras entidades! com relação #s mat$rias relacionadas no inciso II % • &'la orar! coordenar! e(ecutar e a"aliar planos! programas e pro)etos *ue se)am do +m ito de atuação do Ser"iço Social com participação da sociedade ci"il,.

I- – prestar assessoria e apoio aos mo"imentos sociais em mat$ria relacionada #s pol.ticas sociais! no e(erc.cio e na de/esa dos direitos ci"is! pol.ticos e sociais da coleti"idade%, &Art. 0º Constituem atri uiç1es pri"ati"as do Assistente Social: • III – assessoria e consultoria a órgãos da administração pú lica direta e indireta! empresas pri"adas e outras entidades! em mat$ria de Ser"iço Social.

Assessoria
2 a*uela ação *ue "isa au(iliar! apontar camin3os e assessor o propositor da ação )unto a *uem l3e demanda esta assessoria. 45icion6rio Aur$lio7

Conceito
2 um ser"iço *ue tem o o )eti"o de a)udar as empresas8 clientes a o terem mel3orias no seu desempen3o! na sua lucrati"idade e na sua competiti"idade.

.9 Assessor apresenta uma "isão e(terna da empresa *ue permite uma compreensão mais completa dos pro lemas! com os *uais os en"ol"idos na rotina )6 estão acostumados e não os perce em mais.

9 assessor $ a*uele *ue prop1e camin3os e estrat$gias ao pro/issional ou # e*uipe *ue assessora e estes têm autonomia em acatar ou não as suas proposiç1es. 4<A=9S! >??@! p. . '()eto de estudo * a realidade e det$m uma intenção de alteração da realidade.ASS'SS9:IA Ação desen"ol"ida por um pro/issional com con3ecimentos na 6rea. 9 assessor deve ser alguém estudioso! permanentemente atuali.ado e com capacidade de apresentar claramente as suas proposiç1es.7.

>. .A Ação +rofissional do Assistente Social pressup.tica radical da con)untura imposta aos intelectuais. participação consciente e de *ualidade /rente ao *uadro con)untural. uma cr.eA.

. 5esnudar! a"aliar! criticar a proposta neoli eral no sentido de propor pol.ação pro/issional7 e e1terna 4articulação e alianças com outros pro/issionais! tra al3adores e com os di/erentes segmentos *ue demandam a ação pro/issional7.ACon3ecer a realidade so re a *ual operam nas suas particularidades e singularidades./MA0. .ticas alternati"as *ue e(cluam *ual*uer aliança com essa proposta. /sta(elecer articulação interna 4organi.

nimo de e/iciência do con3ecimento t$cnico8operati"o.5eterminar o )eti"os pro/issionais e(e*B. ."eis! garantindo! ampliando e /acilitando o acesso de crescentes contingentes populacionais aos direitos sociais. Cuali/icar as pr6ticas operati"as! garantindo um padrão m.

As assessorias são solicitadas ou indicadas! na maioria das "e. 199 . p! 1"9#! .es! com o o )eti"o de possi ilitar a articulação e preparação de uma e*uipe para a construção do seu pro)eto de pr6tica por meio de um expert que venha assisti-la teórica e tecnicamente (VASCONCELOS.

. e"entual 4o super"isado procura o assessor *uando precisa7 e ampla li erdade do assessorado em aceitar ou não! em seguir ou não as indicaç1es do assessor.9 *ue distingue assessoria da super"isão $ sua nature2a tempor3ria. A?G7. <ais do *ue super"isor! assessor tem uma autoridade de 4idéias5. ou de 4compet6ncia5 e não Dde mandoE 4VI'I:A! AFGA! p.

.' 7ue 8a29 'ste ser"iço $ prestado por uma empresa de assessoria! com uma e*uipe de pro/issionais! ou por um assessor independente! com alta *uali/icação pro/issional e *ue possua e(periência nos assuntos en"ol"idos! con3ecimento t$cnico e 3a ilidade para orientar e estimular as modi/icaç1es necess6rias.

ament$ 'as -$'i.ica(*es I. Apresenta()$ 'as S$lu(*es 0. C$ntat$s %niciais >. +lane.ica(*es @.Como funciona9 /m geral os tra(al:os de assessoria são compostos pelas seguintes etapasA. Avalia()$ '$s /esulta'$s . Execu()$ 'as -$'i. Esta&eleciment$ 'e C$ntrat$ H. Avalia()$ %nicial 4.

Contatos Iniciais: a direção da empresa e o assessor /a. Estabelecimento de Contrato: $ a /ormali.o e a *ue preço% ./tapas $.em o recon3ecimento mútuo e esclarecem super/icialmente *uais Jpro lemasJ de"em ser tra al3ados% ".ação da prestação dos ser"iços! em *ue se de/inem! em detal3es! *uais são os o )eti"os! as e(pectati"as gerais para o tra al3o! como ele ser6 e(ecutado! em *ue pra.

ado e dos pra. Apresentação das Soluções: as soluç1es propostas são apresentadas # diretoria da empresa e são reali. lane!amento das Modi"icações: $ a de/inição da /orma como o tra al3o ser6 reali.adas reuni1es para a apreciação dos m$todos e t$cnicas a serem utili.os para cada etapa% . Avaliação Inicial: $ a /ase em *ue o assessor coleta as in/ormaç1es so re os pro lemas e prepara a an6lise destas in/ormaç1es% ..ados% <.&.

E#ecução das Modi"icações: as modi/icaç1es são colocadas em pr6tica so a orientação e o acompan3amento da assessoria% =. Avaliação dos $esultados: a"aliação e an6lise dos resultados o tidos com a implantação das modi/icaç1es.!. .

"el para pe*uenas! m$dias e grandes empresas% 2 muito útil para as empresas *ue precisam mel3orar seu desempen3o! resultados! produti"idade! etc.% .>uais as vantagens de contratar uma assessoria9 A empresa contrata os ser"iços de um pro/issional *uali/icado apenas pelo tempo necess6rio% A assessoria $ acess.

.A assessoria apresenta uma "isão e(terna da empresa *ue permite uma compreensão mais completa dos pro lemas! com os *uais os en"ol"idos na rotina )6 estão acostumados e não os perce em mais% ' assessor tra. a e(periência o tida em outras empresas! $ imparcial na a"aliação das situaç1es e pode dedicar atenção concentrada #s tare/as mais importantes identi/icando pro lemas! propondo soluç1es e impulsionando as mudanças.

+or 7ue as empresas contratam assessoria9 0ormalmente os assessores são contratados por uma das seguintes ra2./icos% . de en/rentar pro lemas *ue e(igem t$cnicas ou m$todos espec.esara %ue "orneçam con&ecimentos e capacidades: *uando a empresa não possui pessoa capa.

'uando precisam de a!uda intensiva e tempor(ria: um e(ame pro/undo dos pro lemas principais da empresa e(igiria plena atenção dos diretores! pessoas *ue normalmente têm pouco tempo dispon."el! pois estão en"ol"idos com a direção do dia8a8dia. Assim! os assessores só inter"êm pelo tempo necess6rio e dei(am # empresa *uando o tra al3o esti"er terminado% .

Kor outro lado! graças a sua independência! o assessor pode ser imparcial em situaç1es *ue nen3uma pessoa *ue tra al3a na empresa conseguiria% .ara obter um ponto de vista independente e imparcial: 9s mem ros de uma empresa podem estar muito in/luenciados por suas e(periências! interesses! tradiç1es ou 36 itos para conseguirem propor soluç1es "i6"eis ou tomar decis1es corretas.

ados para *ue se)a necess6rio # empresa manter um elemento contratado permanentemente.'uando &( necessidade de um especialista: Alguns tra al3os são muito especiali. Lestes casos! os assessores podem atender #s necessidades sem onerar *uadro de pessoal da empresa .

es pre/ere ou precisa das in/ormaç1es e argumentos de um assessor para /undamentar e )usti/icar sua decisão% .ara "ornecer ar)umentos * +ireção: Mm diretor pode sa er e(atamente o *ue dese)a e *ual ser6 sua decisão! mas #s "e.

'uando &( inovações e modernizações a serem implantadas: Algumas ati"idades e(igem acr$scimos de con3ecimento e m$todos. 9 assessor pode assumir pro"isoriamente a ati"idade no"a e! posteriormente! trans/erir as t$cnicas necess6rias a algu$m do *uadro permanente da empresa% .

'stas podem recorrer # assessoria para *ue ela ore e apli*ue programas de capacitação do pessoal% An(lises e avaliações com os diretores: 9 assessor pode assessorar os e(ecuti"os da empresa para a a"aliação de pro)etos! processos ou an6lise de dados estrat$gicos. .Em casos ur)entes: 5eterminadas pro"idências não podem esperar para serem adotadas *uando 3ou"er gente da empresa dispon."el para atendê8la% Treinamento de pessoal: <uitas empresas não têm departamento de treinamento.

Nre*uentemente para *ue uma e*uipe ou assistente social solicite um processo de consultoria! $ necess6rio *ue )6 ten3a passado! ainda *ue precariamente! pela ela oração de um pro)eto de pr6tica! o )eti"ando! com a consultoria! respostas para algumas *uest1es pontuais *ue di/icultam o encamin3amento do mesmo 4VASC9LC'O9S! AFFG! p. .Consultoria Vem da pala"ra consultar! *ue signi/ica pedir opinião. A>G7.

Consultoria 2 o /ornecimento de determinada prestação de ser"iço! em geral por pro/issional *uali/icado e con3ecedor do tema. 9 ser"iço de consultoria o/erecido ao cliente! acontece por meio de diagnósticos e processos e tem o propósito de le"antar as necessidades do cliente! identi/icar soluç1es e recomendar aç1es. . 5e posse dessas in/ormaç1es! o consultor desen"ol"e! implanta e "ia ili./ica de cada cliente.a o pro)eto de acordo com a necessidade espec.

ada! empatia! percepção! sintonia interna e empatia! "isão sistêmica! /acilidade de encontrar camin3os e soluç1es! propensão e arte para a ação! no"amente empatia! muito om senso e muita /acilidade de interação pessoal. 'n/im! $ simples! mas não $ /6cilP .A consultoria $ um misto de con3ecimento! muita in/ormação! in/ormação constantemente atuali.

.A consultoria $ re"estida de um certo manto e 6urea de segredo! por parte da própria classe de consultores! para assegurar a e(istência de poucas pessoas nessa ati"idade! principalmente por*ue *uanto menos pessoas neste campo de ati"idade! mais podem co rar pelos seus ser"iços.

. Controlar suas próprias /inanças não $ coisa muito simples! por*ue a maioria das pessoas não tem autodisciplina para controlar e plane)ar suas próprias /inanças! isso tam $m acontece muito nas pe*uenas e m$dias empresas. ' consultor atende tanto as empresas como as pessoas .es. '(: *uem tem pro lemas /inanceiros! pode procurar um consultor /inanceiro. na vida pessoal e empresarial.?m consultor $ para pre"enir e e"itar pro lemas% ou se )6 tem pro lemas! procura um consultor. ?m consultor o a)udar3 na organi2ação e na tomada de decis.

A arte da consultoria é um processode trans/erência de con3ecimento! 3a ilidades e atitudes *ue permite ao cliente uma mel3or interação com o mercado no *ual tra al3a! e de condução do cliente da consultoria # ação *ue resulta nos resultados esperados e acordados. .

es es*uecida: o consultor não deve. <as ele est6 enga)ado com todos eles na o tenção destes resultados . ele pr@prio. e1ecutar nada. ele orienta os empregados! diretores e presidentes na o tenção dos resultados dese)ados e acordados.A id$ia do consultor! como um /acilitador da o tenção de resultados! indica uma "erdade! muitas "e.

ABoc6 não é o agente de mudanças.A Alan Qeiss A consultoria de"e dar ao cliente o con)unto de in/ormaç1es e a moti"ação *ue possi ilite e ala"an*ue a ação do cliente no sentido do resultado. . não importa 7uanto eles este)am pagando a voc6. ' consultor entrega8se totalmente! enga)a8se do corpo e alma! na a)uda e orientação do seu cliente! mas $ o cliente *ue "ai aplicar esse con3ecimento e orientaç1es indicadas pelo consultor.

' o()etivo primordial da consultoria en/oca e(plicar e elucidar! passar argumentos e esclarecimentos! e(periências e in/ormaç1es de m$rito! congruentes #s necessidades da empresa consultante! aprimorando e tornando r6pidas implementaç1es de mudanças necess6rias *ue permitirão a ela! o desen"ol"imento de uma parceria. Suala. IlacRr Oui.i ..

"eis no mercado! os *uais podem ser r6pida e e/eti"amente aplicados! para solucionar pro lemas e condu.?ma Consultoria pode oferecer e transferir ao clienteCon3ecimentos! m$todos de &como /a. .ir ao aper/eiçoamento das ati"idades empresariais% Visão especiali.er.! 3a ilidades e e(periências indispon.ada imparcial na an6lise e a"aliaç1es das ati"idades e(istentes na 'mpresa% =reinamento e educação aos /uncion6rios! incrementando m$todos atuais! t$cnicas e /iloso/ias! *ue le"arão ao aumento da produti"idade do cliente.

esVocê sa e! e(atamente! por *ue est6 procurando uma ConsultoriaT Você )6 analisou alguns elementos8 c3a"e para sa er se a consultoria $ a solução de seus pro lemasT .+rocurar uma Consultoria nos dias atuais pode parecer difícil. porém é uma tarefa simples se consideradas as seguintes 7uest.

/1peri6ncia D 2 o tempo e a /orma de atuação no mercado! de algu$m *ue )6 &"i"eu./lementos C3sicos +ara a /scol:a da Consultoria Reputação * Nator de e(trema import+ncia *uando "ocê não con3ece pessoalmente o Consultor ou! principalmente! *uando "ocê necessita de algu$m de recon3ecida reputação para conseguir &"ender. o seu pro lema e pode dar contri uiç1es "aliosas. suas recomendaç1es # 5iretoria. .

.es! a consultoria di.er a "erdade *ue! se ignorada! em casos mais gra"es pode signi/icar o /im do seu negócio. =aman3o nada tem a "er com isso. <uitas "e. A manipulação de grandes somas e "ultosos recursos pode ser /eita por uma pe*uena empresa. coisas *ue "ocê não *uer ou"ir! contudo pondere *ue algu$m tem *ue l3e di. 9 *ue "ale $ o porte de sua capacidade de &/a.Entegridade D 5isse um /ilóso/o: &5e ons amigos! estimação se /aça na 3ora do perigo e não da taça. +orte D Kro)eto *ue en"ol"e grandes recursos não implica! necessariamente! em empresa de consultoria de grande porte. ..er acontecer.

. 'm *ual*uer pro)eto de inter"enção de consultoria! o *ue importa $ a relação custo8 ene/. 9s 3onor6rios de uma Consultoria podem parecer altos mas! c3egado o pro)eto ao /im com ons resultados! esse gasto $ amorti. 'ssa pessoa de"er6 ser escol3ida &a dedo.cio. 's :onor3rios de uma Consultoria se pagam por si.ado *ue /ica $ irre/ut6"el.ado.. 9 aprendi.+essoal D =oda inter"enção e(ige! no m. 7uando ela é competente. Fonor3rios D 5in3eiro gasto em pro)etos – at$ na*ueles *ue não dão certo! não $ custo! $ in"estimento.nimo! um &inter/ace.! isto $! algu$m da empresa *ue de"er6 a sor"er as e(periências da consultoria. eficiente e profissional.

Cuanto maior a import+ncia do retorno! maior ser6 o peso deste /ator. A(ordagem D Algumas Consultorias são r. Ve)a *ual o seu caso.+ra2os D Kara a maioria dos pro)etos! este elemento $ de primordial import+ncia.. .a! não ser6 um elemento signi/icati"o. 9s estilos podem "ariar entre a &participação. <as! se "ocê esti"er a"aliando apenas as necessidades de mudanças /uturas! este! com certe. 5epende da nature.gidas! sistem6ticas e urocr6ticas. =empo $ din3eiro. 9utras! mais in/ormais.a e da cultura da sua empresa. e a &imposição.

Aceitação D A consultoria $ um &corpo estran3o. Sua não re)eição pelo pessoal tam $m depende da nature. Seu sucesso depende de pessoas comprometidas com o resultado. Treinamento D =oda inter"enção imp1e aprendi.ado e treinamento. no organismo da empresa.odos de treinamento e adaptação . Isto de"e ser considerado nos custos *uando a inter"enção e(ige longos per.a e da cultura predominante na empresa. A teoria nada signi/ica se não "inculada # pr6tica.

..es dessa &sim iose. Sinergia D 'st6 na capacidade da empresa e da consultoria tra al3arem )untos.es7. 2 /undamental *ue o contratante da consultoria e seus /uncion6rios ten3am a necess6ria 3umildade para aceitar sua no"a condição de pros$litos 4aprendi.Aprendi2ado D 9 principal produto de uma consultoria $ a informação! *ue de"e ser repassada ao cliente. Leste aspecto! $ /undamental a"aliar *uão em as partes serão capa.

er suas an6lises e tomar sua decisão! o resultado pode ser di/erente da*uilo *ue espera"a. A an6lise radical da realidade d6 a "ocê a oportunidade de uscar camin3os alternati"os para atender as necessidades espec./ico./icas *ue "ocê este)a procurando para a sua InstituiçãoU'mpresa. . Kode ser *ue a consultoria não se)a o mel3or recurso para um pro)eto espec.Após /a.

. :elacionamento ou cumprimento de o rigaç1es societ6rias eUou regulamentares *ue tem como produto /inal a emissão de laudo.9s tra al3os de auditoria pode segregar dois grupos: A. relat@rio circunstanciado ou parecer so(re as demonstraç.es financeiras.

>.com. rUsiteUTpV4 . :elacionado a necessidade da administração da empresa no gerenciamento de riscos! negócios e demais operaç1es *ue têm como produto /inal relat@rio a ser utili2ado internamente. 3ttp:UU)dm.

.Auditoria 2 um e(ame cuidadoso e sistem6tico das ati"idades desen"ol"idas em determinada instituiçãoUempresa ou setor.a"eriguar se as ati"idades estão de acordo com as disposiç1es plane)adas eUou esta elecidas pre"iamente! se /oram implementadas com e/ic6cia e se estão ade*uadas 4em con/ormidade7 # consecução dos o )eti"os. '()etivo.

ada por um pro/issional sem ".nculos empregat.cios com a empresa e auditoria interna: $ /eita por um pro/issional da própria empresa com o propósito de monitorar e a"aliar os controles internos.Auditoria e(terna: $ reali. .

es financeiras Auditoria fiscal Auditoria em segurança da informação Auditoria social Auditoria de riscos Auditoria de sistemas Auditoria governamental .Alguns tipos de auditoria Auditoria am(iental Auditoria de circulação Auditoria cont3(il Auditoria de demonstraç.

. eventual 4o super"isado procura o assessor *uando precisa7 e ampla li erdade do assessorado em aceitar ou não! em seguir ou não as indicaç1es do assessor.Assessoria não é sinGnimo de supervisão 9 *ue distingue assessoria da super"isão $ sua nature2a tempor3ria. A?G7. <ais do *ue super"isor! assessor tem uma autoridade de Did$iasE! ou de DcompetênciaE e não Dde mandoE 4VI'I:A! AFGA! p.

.Assessoria não é sinGnimo de toda e 7ual7uer ação e1tensionista Kr6tica comum nas uni"ersidades rasileiras . '(: Kromoção de cursos a comunidades% prestação de ser"iços de saúde% prestação de ser"iços! etc.

.ar no"os con3ecimentos e se retro alimentar por meio do contato din+mico com as demandas da sociedade.2 na uni"ersidade *ue a assessoria encontra um espaço pri"ilegiado para se constituir! )6 *ue por meio do sa er *ue en"ol"e os seus integrantes 4alunos! pro/essores e ser"idores t$cnico8 administrati"os7 pode disponi ili.

aç1es empregadoras! pú licas e pri"adas! têm contratado pro/issionais para a prestação tempor6ria de ser"iços! sem ". Isso $ uma estrat$gia de urlar os direitos tra al3istas! )6 *ue os contratados na realidade e(ercem aç1es! não desen"ol"endo! na pr6tica! nen3uma assessoriaUconsultoria.nculo tra al3ista. .Assessoria não é tra(al:o precari2ado e#ou tempor3rio <uitas das organi.

unt$ a$s usu3ri$s! Assim.issi$nais 'e Servi($ S$cial se atentem para imp$rt2ncia 'e se 0arantir $ aten'iment$ 'iret$ '$ assistente s$cial a p$pula()$ usu3ria nas institui(*es em que assess$ram! N)$ p$'em$s men$spre4ar a imp$rt2ncia '$ n$ss$ tra&alh$ pr$. 1 imp$rtante que $s pr$.A assessoria no Serviço Social não é a(andono do tra(al:o assistencial • 5e"ido ao status que ain'a se tem h$.issi$nal . .e s$&re $ car0$ 'e assess$r.

administradores.com.a. rUA?X oletimUF>.3t m • 3ttp:UUWWW.com.WiYipedia.acional.orgUWiYiUAuditoria ..com.merYatus.p3pUgrupo8 4U04 • 3ttp:UUacademiadapi.Ci(liografia • 3ttp:UUWWW.com. rUconsultoriaXope racionalXconsultoriaXorgani. rUinde(.comU"oce8sa e8o8*ue8e8 consultoriaU • 3ttp:UUpt.grupo 4.p3p • 3ttp:UUWWW. rUin/orme8 seUartigosUconsultoria8o8*ue8e8e8para8*ue8 ser"eU4?@A?U • 3ttp:UUWWW.)lcarneiro.