HISTÓRIA DAS SEQUÊNCIAS E PROGRESSÕES

Ailton Barcelos da Costa
As progressões foram estudadas desde povos muito antigos como os babilônicos. Inicialmente, procurou-se estabelecer padrões como o da enchente do Rio Nilo, onde os egípcios de 5. anos atr!s tiveram "ue observar os períodos em "ue ocorria a enchente do rio, pois para poderem plantar na #poca certa e assim garantir seus alimentos, os egípcios precisavam saber "uando haveria inunda$%o. &avia, portanto, necessidade de se conhecer o padr%o desse acontecimento. 'les observaram "ue o rio subia logo depois "ue a estrela (írius se levantava a leste, um pouco antes do (ol. Notando "ue isso acontecia a cada )*5 dias, os egípcios criaram um calend!rio solar composto de do+e meses, de ) dias cada m,s e mais cinco dias de festas, dedicados aos deuses -síris, &.rus, (eth, /sis e Nephth0s. -s egípcios dividiram ainda os do+e meses em tr,s esta$ões de "uatro meses cada uma1 período de semear, período de crescimento e período da colheita.

Na 2esopot3mia surgiram v!rias tabletas babilônicas muito interessantes, mas nenhuma delas foi t%o e4traordin!ria "uanto a tableta 5limpton )66 789 a 8* a.:.;.

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en"uanto a babilônia era o centro das rotas de navios.<8 = # achada.ricos a respeito de 5rogressões Aritm#ticas e ?eom#tricas. e 4 A )0 B C. 'nt%o 4 A ) e 4= < 0= A 65 em ve+ de 8 . era um centro de troca de saberes. por#m. 'sse papiro foi encontrado em @ahun e cont#m o seguinte problema1 “Uma dada superfície de 100 unidades de área deve ser representada como a soma de dois quadrados cujos lados estão entre si como 1 : ¾ ! Nesse caso temos 4= < 0= A 8 "uadr!tica em 0. e conse">entemente. A 2atem!tica no 'gito antigo nunca alcan$ou o nível obtido pela 2atem!tica babilônica.Numa dessas tabletas. 5or conseguinte devemos fa+er a corre$%o de 4 e 0 dobrando os valores iniciais. No entanto.. A elimina$%o de 4 fornece uma e"ua$%o 6 . 'm um papiro "ue data de 895 a. en"uanto a babilônia era o centro das rotas de navios. devemos lembrar "ue os egípcios desenvolveram um papel primordial na preserva$%o de muitos papiros "ue contribuíram para o nosso conhecimento atual sobre a 2atem!tica.. talve+ por"ue os egípcios tenham se mantido em semi-isolamento. :. A 2atem!tica no 'gito antigo nunca alcan$ou o nível obtido pela 2atem!tica babilônica. podemos encontrar alguns problemas te. talve+ por"ue os egípcios tenham se mantido em semi-isolamento. era um centro de troca de saberes. No entanto. 5odemos. e conse">entemente. 5ara isso tomemos 0 A C. o "ue d! 4 A * e 0 A D.<69 # somada de forma "ue a s#rie de "uadrados 8=<6=<)=<. resolver o problema por falsa posi$%o.. a progress%o geom#trica 8<6<6=<. devemos lembrar "ue os egípcios desenvolveram um papel primordial na preserva$%o de muitos papiros "ue contribuíram para o nosso conhecimento atual sobre a 2atem!tica..

formado de duas partes. :erca de "uatro anos depois de Rhind ter ad"uirido seu papiro. 'sse papiro foi ad"uirido no 'gito pelo egipt. sendo mais tarde comprado pelo 2useu Erit3nico. 5or#m. ent%o. A (ociedade.logo americano 'dHin (mith comprou no 'gito o "ue pensou "ue fosse um papiro m#dico. . :. completandose assim todo o trabalho de Ahmes. .s A.papiro Rhind foi publicado em 896F.. &enr0 Rhind. e nada mais # do "ue um te4to matem!tico na forma de manual pr!tico "ue cont#m D5 problemas copiados em escrita hier!tica pelo escriba Ahmes de um trabalho mais antigo. e faltava-lhe a por$%o central. Gem cerca de de+oito p#s de comprimento por cerca de tre+e polegadas de altura.logo escoc.rica de Nova JorK em 89)6. data apro4imadamente de 8*5 a. "uando o papiro chegou ao 2useu Erit3nico ele era menor.papiro Rhind # uma fonte prim!ria rica sobre a ) . doou o rolo de pergaminho ao 2useu Erit3nico.papiro Rhind 7ou Ahmes. o egipt. A a"uisi$%o de (mith foi doada I (ociedade &ist. "uando os especialistas descobriram por sob uma camada fraudulenta a parte "ue faltava do papiro de Ahmes.

em "ue uma das sete casas havia sete gatos.seguinte problema envolvendo progressões se encontra no papiro Rhind1 LMivida 8 p%es entre 5 homens de modo "ue as partes recebidas esteNam em 5rogress%o Aritm#tica e "ue um s#timo da soma das tr. cada um deles come sete ratos. C . 8B*C do &eKat.rus. No 5apiro de Rhind tamb#m aparece uma progress%o geom#trica muito interessante formada pelas fra$ões S. 'mbora uma grande parte deles seNa de nature+a pr!tica. espigas e medidas de gr%o. 8BD..ncia s%o conhecidos como fra$ões dos olhos do deus &. cita apenas Lsete casa. 2uitos dos c!lculos no 5apiro Rhind s%o evidentemente e4ercícios para Novens estudantes.s partes maiores seNa igual O soma das duas menoresP. problema evidentemente n%o pedia uma resposta pr!tica. 8B8*. 8B)6.matem!tica egípcia antiga. 8* D F hectaresP. 7unidade comum do volume usada para medir "uantidade de gr%os. por e4emplo.ncias de "ue sabiam fa+er a soma dos termos de uma progress%o aritm#tica. Q presumível "ue o escriba estava tratando de um problema bem conhecido. gatos. )C) ratos. cada uma delas teria produ+ido sete medidas de gr%o. . T. 6 C8 espigas de trigo. em algumas ocasiões o escriba parece ter tido em mente enigmas ou recrea$ões matem!ticas. C9 gatos. ratos.problema F9. "ue seria o numero de medidas de gr%os poupadas. . mas a n%o-pr!tica soma dos nRmeros de casas. -s termos dessa se">. cada um dos "uais havia comido sete espigas. dei4ando evid.

ncia de v!rias observa$ões. as propor$ões.ricos os primeiros a observar "ue a vibra$%o de uma corda tensionada # capa+ de produ+ir variados sons. concluíram "ue a rela$%o entre a altura dos sons e a largura da corda da lira seria respons!vel pela e4ist.ricos. a eles se deve a primeira teoria sobre o relacionamento entre a musica e a matem!tica.5resume-se "ue se deve a 5it!goras 75D5 a. U 5 a. pois os pitag. 'le associou o nRmero O mRsica e O mística. -bservaram. derivando-se dessa associa$%o pitag. tamb#m. os "uadrados de uma soma ou de uma diferen$a. isto #.rica os termos Vm#dia harmônica V e V progress%o harmônica V.:. 5ode-se di+er "ue suas origens remontam O Antig>idade. 'mbora certamente n%o tenham sido os pitag.:. "uando 5it!goras e seus discípulos fi+eram um estudo das cordas vibrantes. :omo conse">. estabeleciam-se rela$ões entre os nRmeros 5 .ncia da harmonia musical.ricos conheciam as progressões aritm#ticas. residia em "ue novos tons relacionados com o original por meio de fra$ões. a cria$%o da Aritm#tica te. A import3ncia desses fatos. "ue os intervalos musicais se colocam de modo "ue admite e4press%o atrav#s de progressões aritm#ticas. as harmônicas e musicais.. para 5it!goras. e aos s!bios gregos "ue viveram depois dele. as geom#tricas.

* . "ue e4pressam o nRmero de pontos em certas configura$ões geom#tricas. produ+indo a obra -s 'lementos.grego 'uclides de Ale4andria tamb#m teve grande . Na figura abai4o se Nustifica a nomenclatura LnRmeros triangularesP1 'videntemente o en#simo nRmero triangular Gn # dado pela soma da 5rogress%o Aritm#tica. -s NRmeros Xigurados se originaram atrav#s dos membros mais antigos da escola pitag.rica em apro4imadamente * geometria e a aritm#tica. representam um elo de liga$%o entre a . :. ainda mais a sua teoria de "ue tudo no Wniverso estaria relacionado com os nRmeros naturais. 'sses nRmeros.naturais. lembrando "ue a soma dos termos de uma 5rogress%o Aritm#tica finita # a metade do produto do nRmero de termos pela soma dos dois termos e4tremos. temos1 a.ria da matem!tica.. A primeira edi$%o desse trabalho surgiu em 8CD6 e depois desta data N! surgiram mais de mil.4ito na hist. :onfirma-se. pois.

. 8CCBF e 65*BF. e4pressa em termos elegantes mas poucos usuais1 L"e tantos n#meros quantos quisermos estão em propor$ão continuada% e se su&trai do se'undo e #ltimo n#mero i'uais ao primeiro% então assim como o e(cesso do se'undo está para o primeiro% o e(cesso do #ltimo estará para todos os que o precedem ! 'sse enunciado.ncia maior no pensamento científico. c. (egundo o autor do problema a resposta # D8BF. se temos uma propor$%o contínua a 1 b A b 1 c A c 1 d. d formam uma 5rogress%o ?eom#trica.nios esse trabalho dominou o ensino de geometria. por mais de dois mil. o Rltimo dos tr.s nRmeros em 5rogress%o ?eom#trica de maneira "ue a diferen$a entre dois "uais"uer deles # um "uadradoP. e # no livro YIII "ue encontramos as propor$ões contínuas e 5rogressões ?eom#tricas relacionadas. -s 'lementos se compõem de C*5 proposi$ões distribuídas em tre+e livros. foi t%o largamente usado ou estudado e. de forma "ue. provavelmente. b. # e"uivalente O f. afinal.Nenhum trabalho. ent%o a. e4ceto a Eíblia.rmula1 F . nenhum e4erceu influ.s sobre teoria dos nRmeros. cont#m uma formula para a soma de nRmeros em Lprogress%o geom#tricaP. # claro. A proposi$%o )5 do livro IZ.problema 68 do livro IY di+1 L'ncontre tr.

a < b est%o em progress%o harmônicaP. como da"ueles matem!ticos "ue vieram depois e desenvolveram se">. para mediar !reas de figuras e regiões. c < a. Wsando sua t#cnica refinada de raciocínio chamada de Vm#todoV.Na 2atem!tica grega depois de 'uclides surgiu o seguinte problema1 L(e a=.lidos.ncias e s#ries. 'ste ensaio destaca as contribui$ões de alguns da"ueles matem!ticos "ue estudaram se">. b=. Infeli+mente. Ar"uimedes 76DF-.. Y!rios dos matem!ticos gregos da antiguidade usaram seu m#todo de e4aust%o 7um argumento se">encial.686 A. -s parado4os de [en%o sobre o movimento desconcertaram matem!ticos por s#culos. escreveu um livro com C parado4os relativos ao contínuo e ao infinito. o "ual # a ess. No final eles envolvem a soma de um nRmero infinito de termos positivos a um nRmero finito. Mentre seus v!rios resultados estava "ue a !rea sob um arco parab.. [en%o de 'l#a 7C9 --C65 A. ele construiu v!rios e4emplos e tentou e4plicar como somas infinitas poderiam ter resultados finitos.:. Na verdade.ncias. Y!rios matem!ticos contribuíram para o entendimento das propriedades de se">.ncia da converg.ncias e s#ries. c= est%o em 5rogress%o Aritm#tica. assim conhecemos estes parado4os a partir de outras fontes. o livro n%o sobreviveu at# os tempos modernos. (eu trabalho n%o foi t%o completo ou rigoroso.ncia de uma s#rie infinita de nRmeros. [en%o n%o foi o Rnico matem!tico da antiguidade a trabalhar com se">.lico # sempre dois ter$os da base ve+es a altura. 5elo menos "uatro dos parado4os influenciaram o desenvolvimento da matem!tica para e4plicar os fenômenos relevantes.:. alcan$ou v!rios resultados importantes envolvendo !reas e volumes de v!rias figuras e s. ent%o b < c.ncias e s#ries como D .

"ue parece remontar :hina no s#culo YII. 85 .s-culo . pode-se di+er "ue todos eles s%o atraentes e alguns instigantes. foi capa+ de descobrir muitos dos elementos da an!lise moderna de se">. nRmero significa nRmero racional positivo. gra$as O sua segunda edi$%o datada de 866D.problema F do livro III # o seguinte1 L'ncontre tr. tamb#m denominados ar!bicos. sabendo-se "ue a soma de dois "uais"uer deles # um "uadrado.///0 ! Gamb#m sabemos "ue por E-J'R 7899*. o "ual parece te tratado suas somas pelo m#todo de diferen$as finitas. a resposta # 86 S. matem!tico e comerciante da idade m#dia. e deve-se ter em mente "ue para Miofanto.s nRmeros em 5rogress%o Aritm#tica.s.ncia sobre os europeus./0 e 1an' +ui . . sendo o mais importante a Aritm#tica. :. segundo RIENI@-Y 789DF.NeHton e \eibni+.. mas foi t%o impressionante "uanto. A Aritm#tica # uma abordagem analítica da teoria alg#brica dos nRmeros "ue eleva o autor O condi$%o de g. foi "ue1 “outra 'rande desco&erta dos matemáticos da C)ina medieval foi a aplica$ão re'ular da soma de pro'ress*es% con)ecidas das o&ras de C)on +uo . 9 .. pg. "ue era composta por tre+e livros.nio em seu campo. escreveu um livro denominado \iber Abacci. 'mbora Ar"uimedes tenha sido obstruído pela falta de precis%o e nota$%o eficiente. C .ncias e s#ries.. 85* S. "ue a obra de Jang &ui inclui resultados "uanto O soma de s#ries e o chamado tri3ngulo de 5ascal e melhor conhecida atrav#s do 'spelho 5recioso de :hu (hih-:hieh. Miofanto de Ale4andria 7s#culo III d. "ue chegou a n. A seguir. 'm 86 6.s-culo . \eonardo de 5isa 7Xibonacci A filius Eonacci..s trabalhos. pg. 'le escreveu tr. teve uma import3ncia enorme para o desenvolvimento da !lgebra e uma grande influ. Mos problemas "ue encontram-se em Aritm#tica. 'ste livro cont#m uma grande "uantidade de assuntos relacionados com a Aritm#tica e ]lgebra da #poca e reali+ou um papel importante no desenvolvimento matem!tico na 'uropa nos s#culos seguintes pois por este livro "ue os europeus vieram a conhecer os algarismos hindus. (egundo Miofanto. DC S.

8 . 6. se de um modo natural a cada m. conhecida como a se"u. )C. mas tamb#m pode-se perceber "ue a se"u.ncia num#rica. Wm dos problemas "ue pode ser encontrado nas p!ginas 86)-86C deste livro # o problema dos pares de coelhos 7paria coniculorum. 8.s1 8.s ocorre a produ$%o de um par e um par come$a a produ+ir coelhos "uando completa dois meses de vida. 5. D. .ncia de Xibonacci.. ). Gal processo continua atrav#s dos diversos meses at# completar um ano.A teoria contida no livro \iber Abacci # ilustrada com muitos problemas "ue representam uma grande parte do livro. 5roblema dos pares de coelhos1 ^uantos pares de coelhos podem ser gerados de um par de coelhos em um ano_ Wm homem tem um par de coelhos em um ambiente inteiramente fechado. indica o nRmero de pares ao final de cada m. MeseNamos saber "uantos pares de coelhos podem ser gerados deste par em um ano. 68. -bserva-se esta forma$%o no gr!fico com círculos... 8).

5rogressões Aritm#ticas e permuta$ões. a constru$%o das tabelas de logaritmos "ue foram publicadas vinte e "uatro anos ap. (ua obra matem!tica mais conhecida # LArithm#ticaP integra.picos favoritos dos hindus1 e"ua$ões liniares e "uadrad!ticas. Lprogressões aritm#ticas e geom#tricasP.s partes. recebeu o nome de sua filha. .2atem!tico hindu mais importante do s#culo do+e foi EhasKara 7888C a cerca de 88D5. -s problemas de aritm#tica hindus comumente envolviam irracionais "uadr!ticos. Wm deles cita o seguinte problema1 “2uma e(pedi$ão para calcular os elefantes de seu inimi'o% um rei marc)ou 3 4ojanas no primeiro dia! 5i'a% calcular inteli'entemente% a ra6ão com que sua marc)a diária aumentou% se ele alcan$ou a cidade do inimi'o% a uma dist7ncia de 80 4ojanas% em uma semana9 A 2atem!tica na 'uropa conta a hist.gicas.ria de 2ichael (tifel 78CD*. 'le foi tamb#m o Rltimo matem!tico medieval importante da /ndia.. "ue o levou aos logaritmos gerando em conse">. o teorema de 5it!goras.seu tratado mais conhecido. Na primeira parte. ou seNa. simples mensura$%o. somando 5rogressões Aritm#ticas e ?eom#tricas rapidamente. tríadas pitag. afim de consolar a infeli+ mo$a "ue perdeu a oportunidade de se casar por causa da confian$a de seu pai em sua predi$ões astrol. (tifel salienta as vantagens de se associar uma Lprogress%o aritm#ticaP a uma Lgeom#tricaP.ncia entre progressões aritm#ticas e geom#tricas. tanto determinadas "uanto indeterninadas. 5or volta de 859 . Napier revelou possuir completo conhecimento da correspond.ricas e outros. e passando diligentemente. . nRmeros racionais. 88 .s. e sua obra representa a culmina$%o de contribui$ões hindus anteriores. "ue # considerado o maior algebrista alem%o do s#culo ZYI. Ganto o LlilavatiP "uanto o LviNa-ganitaP. na parte dos nRmeros racionais. publicada em 89CC e dividida em tr.ncia de sua descoberta.-s hindus tamb#m foram h!beis aritm#ticos e deram contribui$ões significativas O !lgebra. nRmeros irracionais e !lgebra. cont#m numerosos problemas sobre os t.85*F. radicais. o LlilavatiP.

obteve brilhantismo na sua carreira.4imo do modo "ue se possa usar interpola$%o para preencher as lacunas entre os termos da correspond.. aos da progress%o aritm#tica1 8..4imo de 8.:omo sabemos hoNe. a abordagem de `ohn Napier 7855 -8*8F. . certa ocasi%o. em cada dia. Abraham Me 2oivre 78**F-8F5C. depois da revoga$%o do edito de Nantes em 8*D5.ncia precedente.. ent%o o produto bm bn Abm<n de dois termos de primeira progress%o est! associado O soma m<n dos termos correspondentes da segunda progress%o... &! uma lenda interessante envolvendo a morte Me 2oivre. o poder dos logaritmos como instrumentos de c!lculo repousa no fato de "ue eles redu+em multiplica$ões e divisões a simples opera$ões de adi$%o e subtra$%o.. . e se baseia no fato de "ue. 6. n. 86 ..s "ue buscou abrigo no clima politicamente mais ameno de \ondres... "ue daí para frente teria "ue dormir. (egundo ela.. m. associando-se aos termos de uma progress%o geom#trica1 b. ). 5ara manter os termos da Lprogress%o geom#tricaP suficientemente pr... . na alvorada da matem!tica moderna. . "uin+e minutos a mais do "ue no dia precedente. bn. ba...bC.. em ) de Abril de 8FFF. bm.. Me família humilde mas com o incentivo de sua m%e. ' "uando essa Lprogress%o aritm#ticaP atingiu 6Choras ele de fato teria morrido. Me 2oivre teria revelado.. C. Me 2oivre ganhava a vida na Inglaterra como professor particular e tornou-se amigo íntimo de Issac NeHton. . para eliminar o fantasma das longas multiplica$ões e divisões difere consideravelmente das longas prostaf#rese 7palavra grega "ue significa Ladi$%o e subtra$%oP. era um huguenote franc... `ohann Xriederich :arl ?auss nasceu em ErunsHicK. No entanto. Alemanha. deve-se escolher o nRmero b bem pr. b=.

chegando a f. At# ent%o. ningu#m era capa+ desse feito. 'm poucos minutos ?auss apresentou o resultado correto. durante uma aula de matem!tica seu professor pediu para "ue todos os alunos obtivessem a soma dos nRmeros de 8 a 8 . pelo nRmero de termos e dividiu pela metade.nio antes dos tr.rmula da soma da progress%o aritm#tica1 8) . 'le se baseou no fato de "ue a soma dos nRmeros opostos # sempre constante como mostra a figura1 'nt%o ele multiplicou a constante 78 8. Aos de+ anos de idade.s anos de idade. Nesta idade aprendeu a ler e a fa+er c!lculos aritm#ticos mentalmente.?auss deu sinais de ser um g.

MarHin afirmou "ue Ldevido a tal despropor$%o. podemos encontramos uma refer.MarHinismo U teoria estudada em Eiologia.?.se-iam numa luta pela vida.Na doutrina de MarHin tamb#m podemos encontrar as 5rogressões Aritm#ticas e ?eom#tricas. os indivíduos empenhar.ncia Os 5rogressões ?eom#tricas e Aritm#ticas. .ncia das id#ias de Ghomas 2althus. famoso economista. Mi+ o item LAs popula$ões crescem em 5. 8C . ao final da "ual seriam selecionados os mais fortes ou os mais aptos U a sele$%o natural U de alguns indivíduos em detrimento de muitos outrosP. uma influ. Num dos "uatro itens fundamentais da doutrina de MarHin.ncia deste item.P 'm conse">. A. ao mesmo tempo em "ue as reservas alimentares para elas crescem apenas em 5. criada por :harles Robert MaeHin.

apesar da maior ta4a de crescimento populacional. 85 .A compara$%o de 2althus entre o crescimento populacional e as reservas alimentares n%o # mais aceita atualmente. n%o h! uma despropor$%o t%o grande como mostra o diagrama. pois.