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1. ZABALA, Antoni , A prática educativa – Como ensinar, Artmed. Profissão. Professor, Lisboa, Don Qui ote. !""!.

O argumento deste livro consiste em uma atuação profissional baseada no pensamento prático, mas com capacidade reflexiva e que necessitamos de meios teóricos para que a análise da prática seja verdadeiramente reflexiva. • • • • Parâmetros institucionais e organi ados! "radiç#es metodológicas, possibilidades reais dos professores! $eios e condiç#es f%sicas existentes. &um modelo em que a aula se configura como um microssistema definido por determinados espaços, uma organi ação social, certas relaç#es interativas, forma de distribuir o tempo e um determinado uso de recursos didáticos, numa interação entre todos os elementos. 'o momento em que se produ em os processos educacionais, ela tem um antes e um depois( o planejamento e a avaliação dos processos educacionais. )entro de um modelo de percepção da realidade da aula, onde estão estreitamente vinculados o planejamento, a aplicação e a avaliação, teremos que delimitar a unidade de análise que representa este processo, ou seja, a atividade ou tarefa. Por exemplo( uma exposição, um debate, uma leitura, uma pesquisa bibliográfica.

• •

* Atividades ou tarefas → unidade básica do processo de ensino+aprendi agem, cujas diversas variáveis apresentam estabilidade e diferenciação( relaç#es interativas professor* aluno, e alunos, alunos! uma organi ação grupal, determinados conte,dos de aprendi agem, certos recursos didáticos, distribuição de tempo e de espaço, um crit-rio avaliador. * 'tividades ou tarefas são insuficientes para proporcionar uma análise dos diferentes estilos pedagógicos, - preciso ampliar esta unidade elementar e identificar como nova unidade de análise, as seqüências de atividades ou seq./ncias didáticas, que permitem a avaliação sob uma perspectiva processual, incluindo as fases de planejamento, aplicação e avaliação. * )esde o modelo aula magistral 0 com a seq./ncia( apontamentos ou manual, prova, qualificação1 at- o m-todo de projetos 0escol2a do tema, planejamento, pesquisa...1 t/m como elementos indicador as atividades, que só adquirem personalidade diferencial conforme sua organi ação em seq./ncias ordenadas.

- As variações Metodológicas da Intervenção na aula
3 4 5eq./ncias de atividades 4 maneiras de encadear e articular as diferentes atividades ao longo de uma unidade didática. * 6ndicam a função que tem cada uma das atividades. 7 4 O papel dos professores e alunos ou alunos+alunos 8 clima de conviv/ncia de acordo com as necessidades de aprendi agem. 9 4 Organi ação social da aula 4 grandes grupos, grupos fixos e variáveis contribuem para o trabal2o coletivo e pessoal. : 4 ;tili ação dos espaços e do tempo 4 concreti am as diferentes formas de ensinar.

Bnsino baseado em exerc%cios de repetição mediante organi aç#es significativas ou associaç#es. Conas de desenvolvimento proximal.dos 4 prov-m da própria estrutura formal das disciplinas e formas organi ativas globais e integradoras. como na concepção global do processo de ensino+aprendi agem. * $s conte%dos 4 explicam as intenç#es educativas 0 o que ensinar1 • • • "udo que se tem que aprender para alcançar determinados objetivos( )evemos falar de conte. Papel ativo do aluno e do professor 8 atividade mental 8 sucessivo equil%brio. conceitos. con2ecimentos. &a perspectiva construtivista. 2abilidades t-cnicas. situaç#es. Bsquemas de con2ecimentos depende( * n%vel de desenvolvimento e 4 con2ecimentos pr-vios. regras E Bx de conceitos 4 densidade. de relação interpessoal e de inserção e atuação social. ?oll prop#e a classificação dos conte.dos em( a1 conceituais 4 englobam( fatos. normas 0@?omo se deve serA1. 'prendi agem dos conte. ?oll estabelece um agrupamento de capacidade( cognitivas. impressionismo E 6mplica em compreensão que vai al-m dos enunciados. > 4 5entido e papel da avaliação 4 entendida no seu sentido restrito de controle de resultados. etc. atitudes. * A Função Social finalidade !"or que ensinar# • 5ão colocadas as intenç#es educacionais. . desequil%brio e reequil%brio.poss%vel ensinar nada sem partir de uma id-ia de como as aprendi agem se produ em 0con2ecer as teorias1. o que pretendemos que nossos alunos consigam! • ?. 'prendi agem de princ%pios e conceitos 4 "ermos abstratos E Bx de princ%pios(* leis.< 4 Organi ação dos conte.so dos materiais curriculares 4 importância que adquirem nas diferentes formas de intervenção 0nas exposiç#es.dos de nature a variada( dados. experimentação1. dados e fenDmenos concretos e singulares. * &ão . autonomia pessoal 0afetiva1. conceitos. a fim de que se sintam estimulados em seu trabal2o. as atividades de ensino t/m que integrar ao máximo os conte. identificando o desafio de que necessitam. * 's formas de intervenção devem levar em conta a diversidade dos alunos. atitudes. * $ &onstrutivis'o • • • • • • • • Bstruturas cognitivas 4 esquemas de con2ecimento. = 4 . princ%pios 0@O que se deve saberA1! b1 procedimentos( di em respeito a t-cnicas e m-todos 0@O que se deve saber fa erA1! c1 'titudinais( abrangem valores. motoras.dos e por mais espec%fico que seja sempre está associado a conte. con2ecimento estes indispensáveis para compreender informaç#es e problemas.dos atuais(* fatos.dos de outra nature a.

do. • • F necessário saber se a seq.( . E Bx(* ler.dos conceituais 4 não estar acabado E Processo de elaboração pessoal requerem compreensão do significado./ncia didática programada para desenvolver determinado conte. E 5ão aç#es ou conjuntos de aç#es. ajudar1 E &ormas 4 padr#es ou regras de comportamento 0conforme grupo social1. Para recon2ecer a validade das seq. • 'prendi agem de conte. 'prendi agem dos conte.dos procedimentais(* destre a ou 2abilidades E F um conjunto de leis ordenadas e com um fim.( A*1A5.A. fa endo e pela exposição do professor E G exercitação m. normas E Halores 4 6d-ias -ticas 0solidariedade. AS /(1A23(S I+-(/A-I4AS (M SA1A .( &$+-(.do serve para alcançar os objetivos previstos..dos são significativos e funcionais! E Bstão adequados ao n%vel de desenvolvimento! E Jepresentam desafios que permitam criar onas de desenvolvimento proximal! E Provoquem conflito cognitivo! E Promovam uma atitude favorável I aprendi agem! E Bstimulam a auto*estima! E 'judam a adquirir 2abilidades para aprender a aprender AS S()*(+&IAS . E Bx(* conte. seja dominada por todos os alunos.ltipla. calcular. envolvimento afetivo e avaliação.do conceitual @componentes da paisagemA 4 será reali ada uma s-rie de atividades de ensino com objetivo de que no final da unidade a aprendi agem desse conte. refletindo sobre a atividade 0atuação1.o "a"el dos "rofessores e alunos • ' influ/ncia da concepção construtivista na estruturação das interaç#es educativas na aula para facilitar a aprendi agem(* E Planejar a atuação docente de forma flex%vel para permitir a adaptação Is necessidades dos alunos! E ?ontar com as contribuiç#es e con2ecimentos dos alunos! E 'judá*los a encontrar sentido no que estão fa endo! E Bstabelecer metas ao alcance dos alunos! E Oferecer ajudas adequadas! E Promover a atividade mental auto*estruturante! E Bstabelecer ambientes que promovam a auto*estima e o autoconceito! E Promover canais de comunicação! . E F preciso aplicá*los em contextos diferenciados.do concreto.$ $*-/A *+I.interessante verificar se as atividades propostas( E Permitem verificar os con2ecimentos pr-vios! E Os conte./ncias didáticas tendo em vista a conce"ção construtivista e a atenção I diversidade . análise dos fatores positivos e negativos. atitudes. E 5ó se aprende fa er.( A+01IS( • )efinida como um conjunto ordenado de atividades estruturadas e articuladas para a consecução de um objetivo em relação a um conte. respeito1 E 'titudes 4 "end/ncias ou predisposiç#es 0cooperar. desen2ar. que são o ponto de partida. liberdade. tradu ir. participar.• E ?aracter%stica dos conte.dos atitudinais(* valores.

trabal2os de campos. etc. )istribuição da escola em grupos+ classificaç#es E ?lasses 2omog/neas e 2eterog/neas! E ?onveni/ncia dos grupos 2eterog/neos(* modelos diferentes de pensar e atuar.dos atitudinais exigem atividades que coloquem os alunos em situaç#es problemáticas ou de conflitos.as • Oferecem oportunidades para trabal2ar conte. a possibilidade de receber ajuda de colegas! • )istribuição da escola em grupos+?lasses móveis ou flex%veis(* E 'tender ao diferentes interesses 0escolas que trabal2am com cr-ditos ou mat-rias opcionais1! E 'tender as diferentes compet/ncias! $rgani8ação da &lasse e' grande gru"o • • • • 'propriado 4 ensino de conte. mais dif%cil poder propor atividades de aplicação e exercitação necessárias para cada aluno! ?onte. etc.<veis • • 'tender as caracter%sticas diferenciais dos alunos! Oportunidade de atenção personalidade do professor ao grupo! . t-cnica ou estrat-gia. poucas oportunidades de con2ecer o processo de elaboração mental que cada aluno segue.dos procedimentos para dar a con2ecer a utilidade do procedimento. responsabilidades. $rgani8ação da classe e' equi"es fi. ' assembl-ia adequada. equipes fixas e móveis.dos conceituais. com exceção da asse'9l:ia de alunos. porque não permitem inter*relaç#es.insuficiente. surgimentos de conflitos cognitivos. Ltil aos conte. A (scola co'o grande gru"o • • 's caracter%sticas da organi ação grupal estão determinadas pela organi ação e pela estrutura de gestão( relaç#es interpessoais. certas possibilidades e certas potencialidades educativas diferentes. de receber.E Potenciali ar a autonomia! E 'valiar os alunos conforme suas necessidades e seus esforços! E 6ncentivar a auto*avaliação! • F imprescind%vel prever situaç#es que favoreçam diferentes formas de se relacionar e interagir 0grupos.dos factuais Kimitado 4 ensino de conte.dos atitudinais! • Oferecem oportunidades de debates. pap-is.dos exigem trabal2o de compreensão. mas os componentes afetivos e comportamentais dos conte.1 6A6(1 . mas .$S A7/*6AM(+-$S • ?ada tipo de agrupamento comporta vantagens e inconvenientes.dos atitudinais podem ser feitos em grandes grupos porque o componente cognitivo destes conte. 4 )ificuldade de prestar a ajuda que o aluno precisa. e dar ajuda 0solidariedade e cooperação1! • 'ceitação da diversidade! $rgani8ação da &lasse e' equi"es 'óveis e fle. assembl-ias. participaç#es. 5ituaç#es que dificilmente podem se reali ar em grande grupo.

ltima instância . elas t/m a função de proporcionar os meios ou instrumentos para reali ação dos objetivos educacionais! • &os m-todos globali ados a organi ação se reali a a partir da perspectivas de como os alunos aprendem! E &ascem quando o aluno se transforma em protagonista do ensino. 0&. e reforça ou que foi aprendido! F . ou um bom clima afetivo onde não podem se sentir seguros.$S • )i respeito a relação e a forma de veicular os diferentes conte. reali e atividades e exerc%cios que permitirão ampliar.limitado! • Bles poderão ser algumas ve es 2omog/neos e outras 2eterog/neos! • 5ão adequados aos conte. bibliotecas.til para memori ação de fatos. ' distribuição do tempo não .ltiplas disciplinas! • Podemos estabelecer tr/s graus de relaç#es disciplinares(* 3*1 a multidiciplinaridade 4 conte. projetos. projetos de trabal2o 0todos partem de uma situação real1. artes1 "rabal2o individual • • • • F oportuno porque a aprendi agem em .dos apresentados por mat-rias independentes uma das outra! 7*1 a interdisciplinaridade 4 interação entre dias ou mais disciplinas.dos conte. no anonimato.enciadas e progressivas.dos procedimentos em que se deve adaptar o ritmo e a proposição de atividades Is caracter%sticas dos alunos. sala ambiente! Pr-dios grandes são radicalmente contrários as propostas educativas.mero de atividades que deveram fa er1. . F imprescind%vel contar com materiais preparados e que as atividades sejam seq..imposs%vel promover determinadas atitudes. metodologia! 9*1 a transdicciplinaridade 4 integração global.dos. para aprofundamentos de conceitos e para maioria dos conte. O aluno fa um acordo com o professor. uma ve entendido o conceito. dentro de um sistema totali ador. A $/7A+I>A2?$ .dos de aprendi agem que formam as unidades didáticas • Podemos encontrar propostas que rompem com a organi ação centrada por disciplinas 0propostas metodológicas globali adoras1. $s &ontratos de -ra9al=o 0Mreinet1 4 consiste em facilitar a tarefa do professor. • )evem variar de acordo com as atividades previstas e necessidades educacionais. • ' fragmentação do saber e a diversificação do saber em m.• Per%odo de tempo dos agrupamentos . investigaç#es do meio. recordar.$S &$+-(. • 's disciplinas com organi adoras dos conte.o menos importante. . • &os m-todos globali ados as disciplinas nunca são a finalidade do ensino.istri9uição do te'"o e do es"aço • • • )istribuição tradicional Os cantos e as pequenas oficinas. pois .sempre uma apropriação pessoal! Ble será efetivo. E Bx!* centros de interesse.dos procedimentais 0matemática. integrando os conceitos id-ias. detal2ar.

F importante ir gerando e cortando. ilustrar1! 9*1 os conte. globali adoras.I. • • Su"orte Multi'<dia5.0-I&$S • 5ão aqueles que proporcionam ao educador refer/ncias e crit-rios para tomar decis#es. • • • • • • • • • ?riticas ao livro didático e materiais curriculares(* Bsteriótipos culturais! Proposiç#es vinculadas a determinadas correntes ideológicas! &ão podem oferecer toda informação necessária para garantir a comparação! Momentam atitudes passivas do aluno! 6mpedem o desenvolvimento de propostas mais próximas da realidade! &ão favorecem a comparação entre realidade e ensino escolar! &ão respeitam a forma nem o ritmo de aprendi agem do aluno 0uniformi ação do ensino1 Momentam as estrat-gias de memori ação Observação(* Proceder a busca de refer/ncias e crit-rios para análise e confecção dos materiais curriculares. grupo. a não ser o v%deo e os textos.so do disc laser. 'tuam como suporte nas exposiç#es e como fonte de informação.dos atitudinais. no planejamento e na intervenção no ensino e na avaliação! • Podem ser tipicados conforme!* 3*1 o âmbito de intervenção 0planejamento da aula. papel. slides1 suporte e elementos esclarecedores de muitas id-ias e facilitam o diálogo. ?)6 ou ?)*JO$ 0interessante ver a disposição1 banco de dados de fácil acesso. cadernos. nos diferentes contextos educativos. I'age' de 'ovi'ento 4 0filmes.preciso não pecar pelo excesso de uso. para estabelecer com a classe • • • • Su"orte de Infor'@tica5Possibilidade de estabelecer um diálogo mais ou menos aberto entre o programa e o aluno( Permite fa er simulaç#es de t-cnicas e procedimentos! ?ontribui para formação de conceitos. individual1! 7*1 a intecionalidade da função 0orientar.dos procedimentos. livro didático1 Observação(* Nuanto aos conte. classe. conceituais1! :*1 suporte 0quadro negro. ?onclusão(* ' exist/ncia de materiais curriculares diversificados facilitará a elaboração de propostas singulares. mas .$S MA-(/IAIS &*//I&*1A/(S ( $*-/$S /(&*/S$S .dos e as maneiras de organi á*los 0integradoras. gravaç#es de v%deo1. não existem suportes a serem usados comprofusão. . exemplificar. • • • • Projeção estática 0retroprojetor. ajudam a centrar a atenção. conte. fic2as. ' pertin/ncia dos materiais estará determinada pelo uso que se faça deles.

a própria forma de avaliação. mas tamb-m o grupo + classe. inclusive o professor ou a equipe docente. o processo de ensino . ' avaliação inicial 0diagnóstica1! ' avaliação reguladora 0como cada aluno aprende1 modificação e mel2ora cont%nua do aluno! ' avaliação integradora 0todo percurso do aluno1 informe global do processo! ' avaliamos para o aperfeiçoamento da prática educativa! ?ompartil2ar objetivos 4 condiç#es para avaliação formativa! ' informação dos resultados de aprendi agem. .A A4A1IA2?$ • • • • • • • &ão deve se limitar somente a avaliação do aluno.