You are on page 1of 14

Atributos da Mente Enfoques Científicos

State University of Campinas, Brazil Copyright 1997 State University of Campinas

es!e muito que os fen"menos e#traor!in$rios !a mente t%m mereci!o aten&'es !o mun!o científico, n(o para !esacre!it$)los, mas sim para !imension$)los !entro !e uma or!em meto!ol*gica !e comprova&'es, pelos e#perimentos+ , primeira l*gica esta-eleci!a, cientificamente, foi promover estu!os !o c.re-ro humano, !e on!e, pressupostamente, partiriam as capaci!a!es fenom%nicas+ / c.re-ro, e#austivamente visto pela neurologia, ain!a . um mist.rio, sa-en!o que, al.m !e suas fun&'es químico)org0nicas, a e#emplo !e outros *rg(os, atua tam-.m em níveis !istintos, por.m interliga!os entre si, comumente !enomina!os !e Superior e 1nferior+ / funcionamento cere-ral ocorre quan!o e#iste o estímulo !os neur"nios, específicos ou n(o, fazen!o com que rece-a ou transmita conhecimentos+ entro !o nível superior cere-ral acontecem os estímulos específicos, atrav.s !os *rg(os !o senti!o e !a intelig%ncia2 neste nível assenta)se o intelecto manifesto pela atua&(o inteligente, e as emiss'es !e 3uízos pelos conhecimentos a!quiri!os que, via !e regra, se processam por interm.!io !e receptores pr*prios+ / nível inferior !et.m os campos primitivo e sensorial, a-rangen!o percep&'es e rea&'es intuitivas, al.m !as instintivas, pelos estímulos n(o específicos que, geralmente, s(o capta!os pelo sistema nervoso perif.rico+ 4 fato que o c.re-ro, funcionan!o por estímulos, in!uz o homem a quatro est$gios ) níveis ) mentais, classifica!os por ciclos rítmicos por segun!o, sen!o eles5 1+ o ,lfa, 6+ o Beta, 7+ o 8eta e 9+ o elta+ Esta-elece)se que o Beta . o est$gio comum para pessoas normais, com oscilações de l4 a 28 ciclos por segundo , sen!o ent(o o nível !as consci%ncias interior e e#terior2 . um esta!o normal para as ativi!a!es !o !ia a !ia, so-recarregan!o)se !e tens'es conseq:entes+

sem pre3uízos !e or!ens maiores+ Se a facul!a!e intelectiva rece-e conhecimentos atrav. . com oscilações de 4 a 7 ciclos por segundo . o nível superior. on!e se alo3a a intelectuali!a!e regra!a pelas leis !e apren!iza!o e a!apta!a ao meio. e#iste ain!a o cere-elo.ria. sem o !esligamento !o su-consciente que mant. mente su-3etiva. um est$gio recupera!or !as energias+ Delta. livre !e censuras e -arreiras. o !enomina!o esta!o !e coma. seria fruto !e evolu&(o recente ) respons$vel pela coor!ena&(o muscular !o organismo+ . .re-ro. !e formas m<ltiplas. conforme opini'es !e a-aliza!os pesquisa!ores.m-as s(o interliga!as e tra-alham con3untamente. o ponto !e contato entre a mente e o corpo+ . com ativi!a!e plasma!ora so-re a mat. assim.s !e estu!os no !ecorrer !os tempos. como por e#emplo.tricas micro)celulares+ E as teorias avan&am num crescente. vista como a energia cria!ora e organiza!ora.Alfa est$ para a consci%ncia interior.s vezes -em ao gosto !e especula!ores metafísicos. uma energia e n(o apenas pensamento. !entro !e um !etermina!o est$gio. a!vin!as !as intera&'es químico)el. entre os quais o =h!+ >aurer ?unior ) cita&(o Curso !e 8eologia5 Cultos Estranhos+ @estas nuan&as. respons$veis pelo !omínio !o autocontrole e alívio !as tens'es2 . o superior.re-ro original ) a outra parte. que manifesta)se n(o somente no in!iví!uo. ativa!os os neur"nios2 . responsa-iliza)se pela inconsci%ncia e pelo sono. !e inconsci%ncia total. materiali!a!e na cren&a !a imortali!a!e. com 1 a 4 ciclos por segundo. com impulsos -ran!os. conhecimentos+ . o est$gio !e maior import0ncia para o ser humano+ Teta. sem refle#(o alguma+ E#istem.lgumas correntes científicas n(o orto!o#as acre!itam estar no cere-elo a fonte !a paranormali!a!e e aqueles temores inatos !o homem+ /utras teorias t%m. conforme 3$ o-serva!o em outro título.m. com 7 a 14 ciclos por segundo . mas que po!e ser pro3eta!a . . talvez o c. !ist0ncia. !uas gran!es capaci!a!es5 − uma !enomina!a mente o-3etiva. no c. ou se3a. enquanto − a outra for&a. transmitin!o e a!quirin!o. a mente su-3etiva . po!en!o contu!o atuarem !e maneira in!epen!ente. a respeito !a gl0n!ula pineal. que tu!o n(o passa !e capaci!a!es resultantes !as ativi!a!es !os neur"nios.

agrega&(o personal. ti!o como influenci$vel ou suscetível a !iversos fatores.m. sem contesta&'es. !entro !os pa!r'es aceitos para comportamentos e a&'es+ Cuanto aos atri-utos !a mente.s Biologia. !aquilo que . a e#emplos !a 4tica. propriamente !itos. ini-i!ores ou !es-loquea!ores. h$ que se consi!erar os acima e#postos. que !iz ser ela uma ci%ncia que tem por o-3eto. acionan!o o c. para argumenta&'es e contra)argumen) ta&'es. Sociologia e =e!agogia. varie!a!es in!ivi!uais e classifica&'es mentais. !ist0ncia. que a >etapsíquica emite seu parecer+ . po!e)se !izer que a >etapsíquica apenas estu!a os fen"menos.re-ro+ =ara >aurer ?unior. !a!o sua !iversi!a!e !e correntes e su-3etivi!a!es quanto ao pr*prio e#ercício profissional+ =ara que se possa compreen!er os fen"menos !enomina!os supra) normais. Cultural e !a B*gica. tam-. tem)se que a >etapsíquica . entre outras ci%ncias. a >etapsíquica tem que a mente su-3etiva. física ou mental. um repert*rio psíquico e. al. !e atua&'es so-re o c. uma ci%ncia que estu!a os fen"menos e#traor!in$rios. to!os aparentemente supra)normais !a mente humana. sempre !etermina!a pela mente. fican!o tais feitos para os místicos. o-3etivan!o a integra&(o ou reintegra&(o !o homem !entro !e si mesmo. com capaci!a!e !e a&'es . .m !os fen"menos psicol*gicos normais+ Consi!era)se que a melhor !efini&(o so-re a >etapsíquica ca-e ao pesquisa!or e psic*logo franc%s.re-ro+ e princípio. posto que a paranormali!a!e.ticas e a-rin!o canais receptivos. !e uma certa maneira e ain!a que superficialmente. socie!a!e+ . !e or!em espiritual.@estes enfoques -usca)se. !a >oral. !a Aaz(o. . tornan!o)o a!apt$vel e aceit$vel . n(o ensinan!o. por.s !e estu!os e#perimentais. provoca!ores ou n(o. a =sicologia. =sicologia . fen"menos mec0nicos ou psicol*gicos. n(o limitan!o)se ao tempo e espa&o. irra!ian!o on!as energ. Aichet. !evi!o a for&as que parecem inteligentes ou po!eres !esconheci!os.. a quem ca-e o estu!o !o comportamento humano. como um to!o ou isola!amente. como tal. al.m !os fatores E!ucacional. latentes na intelig%ncia humana. especula!ores e pseu!o)s$-ios !a mat. consciente ou inconscientemente. quanto ao funcionamento cere-ral. isto . !e esta!os e#tra)físicos. ou n(o normal. atrav. uma ci%ncia !e !ifícil !efini&(o.ria+ Somente a partir !os fen"menos ocorri!os .m. interrelacionan!o)se . po!en!o mesmo transp")los sem !ificul!a!e alguma. como !esenvolver ou atu$)los.

1976H. alguns viam nela e#plica&'es !os milagres !e Cristo. foi a-omina!a por achar)se vincula!a ao Espiritismo. os fen"menos paranormais passaram ser vistos como naturais ou pr*prios !o homem. pu-lica&(o !a ES=. 1991. . . estes ent(o lan&a!os . que ele arrola entre os !a5 o clarivi!%ncia. com seus seguintes principais enqua!ramentos fenom%nicos5 − P ! " ) =ercep&(o e#tra)senhorial.A. que segun!o o =rofessor ?o(o 8ei#eira !e =aula. !iminuin!o)o em gra&a e magnific%ncia+ Com a =arapsicologia. 197JH tem)se a percep&(o e#tra)sensorial como facul!a!e humana !e captar informa&'es !o mun!o físico.)científica+ r+ ?orge . o =r. DEscola !e =arapsicologia !e S(o =auloH. como ci%ncia.Esta ci%ncia per!eu muito !a vali!a!e !e seu termo ou mesmo significa!o.a DEnfoques Científicos na outrina Espírita.l-ino . acham)se isentos !e classifica&'es e !efini&'es !e campos pela Ci%ncia. 6E+ e!i&(o. assim portanto sem confronta&'es com aquilo que !iz respeito .s religiosi!a!es+ .n!r. consi!era!a pr.)Cogni&(o e o 8elepatia2 =ara o Frei.ssocia&(o >ens Sana ) 1@=. que ?o(o 8+ !e =aula traz como a facul!a!e para testar a manifesta&(o E+S+=+ D=+E+SH. =rofessor outor . =+E+S+ s(o os fen"menos cognitivos !e =arapsicologia+ − P ! " # ) =ercep&(o e#tra)sensorial Keral. >etapsíquica e Espiritismo ) Cultural Brasil E!itora Bt!a.m !o que. como tais. a facul!a!e com a qual ?oseph BanIs Ahine !esigna os fen"menos.!ia !e =arapsicologia. e n(o como so-renaturais.!ota)se ent(o a =arapsicologia.resi DFun!amentos Científicos !a =arapsicologia. sem a aparente interveni%ncia !os senti!os+ =rofessor Si!ney !e >oraes DComo se /rientar pela =arapsicologia ) Um Senti!o !e Gi!a. a >etapsíquica . DEnciclop. permitin!o o fen"meno !a o 8elepatia ou !a . com o a!vento !a =arapsicologia+ Esta. pu-lica!o pela Socie!a!e Espírita F+ G+ BorenzH. 8eologia como milagres que. o =*s)Cogni&(o. ti!a como a ci%ncia que melhor rotula e a3usta conceitos fenom%nicos+ @a vis(o !e alguns mo!ernos parapsic*logos. !iz que as significa&'es s(o as mesmas nas posi&'es !e enqua!ramentos !a fenomenologia paranormal+ /usa)se parecer que a >etapsíquica. al.

o !a retro cogni&(o. sen!o que a influ%ncia feita . !a mente so-re o corpo+ Frei . o telepatia.. ao !eslocamento !e o-3etos sem interfer%ncia !a for&a física+ ?o(o 8+ !e =aula resume =si)Lapa como influ%ncia paranormal !ireta !o in!iví!uo so-re a mat. principalmente. !ist0ncia. a influ%ncia paranormal.l-ino+ ?$ para r+ . . o psicografia. paranormal+ . uma classifica&(o ho3e em !esuso+ − P"$%&APA ) =ara o professor Si!ney .n!rea estaria liga!a aos chama!os fen"menos inteligentes relaciona!os com a5 o clarivi!%ncia. afirma que =si)Lapa acha)se liga!a . melhor !esenvolvimento !e seus senti!os2 .ria+ − P"$%#AMA ) Conhecimento paranormal para ?+ 8ei#eira2 . facul!a!e humana !e conhecer algo atrav. a facul!a!e humana que consiste na influ%ncia !a mente so-re a mat.s a&'es o =sicocin.l-ino e#p'e que . acima !o normal.ria ou so-re sistema !e energia 3$ !a!a pela natureza. isto . o psicometria. no enten!er !e Frei . o au!i%ncia. o conhecimento !os fen"menos cataloga!os como acima !o normal. o leitura !e cartas.ticas ) que se referem.n!rea. o psicofonia.s pessoas. etc+ =rof+ Si!ney >oraes e#p'e que . chama!a !e o 8elecinese ?orge .s !a o clarivi!%ncia. isto . o !a precogni&(o..o Clarivi!%ncia ou am-os con3untamente+ Si!ney !e >oraes a v% como o estu!o que permite . o !a simulcogni&(o ou !a o telepatia D=ESH.

s(o f$ceis as seguintes o-serva&'es5 1+ / =rofessor ?o(o 8ei#eira !e =aula .#$. os estritamente mentais ) categoria em que se situam os !uplos senti!os ) a sa-er5 $ % (!)*M!)+" P"$.m a que se pro!uz em la-orat*rios. !e ten!%ncia ) ou atuante ) evi!ente para o Espiritismo Científico ou mesmo Aeligioso2 6+ / =rofessor Si!ney !e >oraes . a capaci!a!e humana !e pro!uzir fen"menos que escapam !os limites físicos. nas famosas coinci!entes coinci!%ncias. a longa !ist0ncia ou n(o.!ico !e profiss(o.via com-ina&(o entre as partes e tam-. quase sempre carrega!as !e fortes emo&'es ou estranhas sensa&'es+ 1 2 Simp$tica5 on!e um sente o que o outro e#perimenta. em oposi&(o ao Espiritismo+ 9+ / r+ ?orge .+-. cui!a!oso em n(o se opor . sem o-3e&'es científicas. !efen!e os fen"menos como to!os !e capaci!a!es !a mente humana. mais ou menos comum a to!os os seres humanos.resi !iz que .resi. m. em primeira linha.+"/ 1 Das Telepatias 8ransmiss'es !e pensamentos ou sensa&'es. em raz(o !o que .l-ino .!io !os *rg(os sensoriais.. sem o interm. classifica!as com as seguintes !ivis'es5 1 1 Espont0nea5 sem pr. parapsic*logo profissional. classifica&(o igualmente vista !e conformi!a!e pelos !emais estu!iosos+ − P"$%T'!TA ) Classifica!a pelo r+ . conferencista e ministra!or !e cursos. o e#perimento !e sensa&'es !efini!as. um fen"meno comprova!o em la-orat*rio.n!rea como a fenomenologia liga!a a espíritos !esencarna!os. envolven!o !uas ou mais pessoas2 .s religi'es2 7+ / r+ Frei .n!rea Santos. na sua pr*pria con!i&(o !e religioso. . -usca)se aqui. pesquisa!or e enciclope!ista. com a interfer%ncia !os mortos+ as e#posi&'es. ou se3a. a . cu3a característica maior . isto . pesquisa!or científico !a paranormali!a!e e estu!ioso !o Espiritismo Científico e Aeligioso.via com-ina&(o entre as partes. -oas ou ruins+ 1 0 E#perimental5 pro!uzi!a com pr. sem questionamentos aos t(o ilustres estu!iosos. segun!o se po!e o-servar+ S(o escolas !iferentes no que h$ !e se respeitar a opini(o !e ca!a um+ =ortanto.+ .− P"$ ) Frei . sem !<vi!as to!os eles gran!es pesquisa!ores. os fen"menos psicol*gicos !entro !a =arapsicologia.

19J6H2 6+1+9+ um in!iví!uo sente ) v% cenas e o envolvi!o. como nas !emais percep&'es+ ivi!em)se em5 2 1 . !irige)se e#atamente . n(o est$.riptestesias Facul!a!e perceptiva supranormal !aquilo que.<nica !as telepatias paranormali!a!e+ classifica!as como fen"meno !e @os <ltimos anos. >orte e seu >ist. ela n(o conhece o remetente e nem este a pessoa. ou se3a. por estímulos psíquicos e n(o pelos *rg(os sensoriais+ . acontecimento este atesta!o pelas pessoas envolvi!as. Golume 1 ) FEB. que tam-. e toma!o !e misteriosa for&a. pois que elas n(o !epen!em !e um agente transmissor. conhecimento !e fatos e coisas.m prestes ao suicí!io. ) Aichet Dcita&'es em o-ras !iversas.rio. que por engano.lguns estu!iosos colocam que as Criptestesias ocorrem em canais ocultos !a mente. para ela. mas com e#ati!(o !escreve quem ali estava representa!o. aparentemente. fen"meno !os mais comuns ao homem e a !espertar interesses científicos.m n(o conhece o !estinat$rio que igualmente n(o sa-e quem ela . Curso 8eol*gicoH2 6+1+6+ uma pessoa encontra na rua um porta)retrato sem a foto. rece-eu a carta.ogniç1o e2tra%sensorial5 conhecimento paranormal !e fatos e coisas ignora!os pelos presentes.o la!o !as 8elepatias. por engano foram troca!os por um farmac%utico. . que n(o conhece ) algu. quan!o !a manipula&(o !e !uas f*rmulas !iferentes. sen!o posteriormente comprova!o que os r*tulos. porque este po!eria mat$)la. nem a rua e muito menos . mesmo que !istantes2 temos entre os e#emplos cognitivos corriqueiros5 6+1+1+ por engano uma pessoa rece-e uma carta e sem a-rir o envelope. ou !estes ao homem. fen"meno !enomina!o !e 8elepatia . mas ain!a longe !e comprova&(o científica+ 6+ Das . nem se acha sensível aos senti!os comuns e !e seus !uplos. em to!os os !etalhes ) Aichet Di-i!emH2 6+1+7+ a mulher recusa um me!icamento.nimal2 os estu!os e relatos assentam)se em evi!%ncias. !escreve to!o o conte<!o ) a carta n(o .!ico assistente ) Flammarion D. pesquisa!ores t%m levanta!o hip*teses acerca !a possi-ili!a!e telep$tica entre homem e animais. participantes ou !e pessoas conheci!as. por ser passível !e e#perimentos e comprova&(o em la-orat*rios+ . inclusive o m. resi!%ncia !a pessoa2 n(o conhecen!o o -airro.

!etermina!o local !a casa e encontra a carta !e !espe!i!a que tenta 3ustificar o ato D3$ prov$vel ato telep$ticoH e.to!o que seria utiliza!o+ Celso =ra!o D os . . ou se3a. socorrem)se a algum sensitivo+ 2 4 Aloscopia5 Semelhante a .utoscopia inconsciente. em algum ato cometi!o ou pensa!o por algu. no zelo pela pessoa. !o sensitivo em rela&(o a um terceiro2 alguns estu!iosos consi!eram 8elepatia on!e esse terceiro.a casa. passaria informa&'es ao sensitivo. mas para l$ se !irige e evita o ato fatí!ico2 o preten!ente ao suicí!io nega e reage com certa in!igna&(o. mas o sensitivo vai at. um tumor ain!a n(o i!entifica!o. ou um corpo estranho no organismo e sua tra3et*ria+ 20 Telestesia5 capaci!a!e para ver ou sentir.lma e !a E#ist%ncia !e eus ) 199JH+ 2 2 Autoscopia5 percep&(o.utoscopia temos ain!a o fen"meno !a .m. enquanto outros consi!eram fen"meno !e clarivi!%ncia+ Sem !esconsi!erar aquelas.m. po!e este ser capta!o por um sensitivo. contu!o facilmente confun!i!o com 8elepatias+ 2 5 Premoniç1o5 percep&(o paranormal !e fatos ain!a n(o aconteci!os2 . in!ica e !escreve o mal !e uma pessoa como se fosse seu+ 2 3 Auto%Percepç1o $ntuiti4a5 conhecimento !e fatos ou acontecimentos !istantes2 !esconsi!era!o pelos especialistas. acre!ito tam-. o sensitivo !escreve !iante !o preten!ente ao suicí!io ) seq:%ncia telep$tica ) o local e#ato escolhi!o para o suicí!io e o m. por parte !o in!iví!uo.s !e ato pro3eciol*gico ) o sensitivo transporta)se para !entro !a pessoa e !etecta o mal e#istente. um fen"meno comumente visto e ouvi!o. mas . com precis(o. sen!o o mais -em !ocumenta!o e comprova!o !entre os fen"menos !a paranormali!a!e+ . numa esp. um assunto muito estu!a!o por especialistas.tri-utos !a . pelos ocultos canais !a mente+ /utros !eterminam que mensageiros. emprega)se melhor aqui+ 6+7+1+ . ap*s . in!o mais al.cie !e 8ransposi&(o !e Senti!os ) on!e o sensitivo v%. an3os ou espíritos !esencarna!os. !ist0ncia. ain!a que !ifuso e n(o en!ere&a!o a ningu.loscopia.m.m possi-ili!a!e !e a&(o i!%ntica atrav. sente.lguns estu!iosos sustentam que. por na!a oferecer !e palp$vel no campo !as ci%ncias. sem o concurso !e um agente transmissor+ =or certo o e#emplo particularmente cita!o. so-re seus *rg(os internos. localizan!o.

hipnoses ou atrav. m<sica. . consci%ncia. com assom-rosa e#ati!(o.s !o se#to senti!o. infinitamente superior .=h!+ Menrique >aurer ?r+. sem conhecimentos antecipa!os ou acessos . e#istin!o aí o elemento censor procuran!o !iminuir o car$ter tr$gico !a reali!a!e+ =o!e tam-.m. que v(o !es!e o englo-amento !as atua&'es !os !uplos !os senti!os nos casos futurísticos. grupos sociais e !emais !o g%nero2 − premoni&'es tutelares. militares e outros2 − coletivos5 fatos. entre outras. intuitiva ou intelectiva. como tipo !e mensagem salva!ora+ /s fen"menos acontecem ou se realizam !e m<ltiplas maneiras. morte ou fatos -anais2 − previs(o !e fatos com terceiros. . con!u&(o !estes estu!os.m ocorrer em sonhos. ci%ncias em geral. prop'e)nos os seguintes caracteres quanto aos !enomina!os fen"menos premonit*rios5 − previs(o !e fatos pessoais. a-rangen!o m<ltiplos campos como a matem$tica. on!e o in!iví!uo prev%. aquilo que lhe ir$ acontecer. presen&a ou interesse !esses terceiros2 − acontecimentos ao meio físico. os acontecimentos políticos. >etagonomia comprova que a capaci!a!e !o su-consciente . conhecimentos a!quiri!os. que to!os 3$ e#perimentaram pelo menos uma vez na vi!a+ /s pesquisa!ores. que prev%em o que po!eria acontecer.s vezes !e tenra i!a!e ou sem apren!iza!os regulares+ Enqua!ram)se tam-.s psicografias e psicofonias+ . e que !e alguma maneira.s informa&'es2 6+N+7+ registros fi!e!ignos antes !os acontecimentos+ 7+ Da Metagonomia 1ntelig%ncia supranormal.s fontes !e informa&'es2 − fatos relevantes !a hist*ria. seguem as antigas regras esta-eleci!as por Aichet5 6+N+1+ a realiza&(o !o fen"meno !eve ser in!epen!ente !o sensitivo2 6+N+6+ e#clus(o total !e possi-ili!a!es !e acesso . =remoni&(o po!e ser níti!a ou !isfar&a!a ) trunca!a ou n(o muito clara ) ou ain!a minimiza!a. e igualmente surpreen!entes. e isto mesmo sem a participa&(o. em rela&(o . aci!entes. com estonteantes e#emplos envolven!o crian&as. n(o se sa-e !e on!e e nem !e que maneira. a e#emplos !e !oen&as. . para a!miss(o !o fen"meno premonitivo. os casos !os idiots savants e suas apti!'es+ . caso n(o evita!os a tempo. o mais simples.

m falar+ 9+ Da .lguns estu!iosos mais avan&a!os ou li-erais aventam hip*tese !e um Aeposit*rio !e Conhecimentos C*smicos. contato ) on!e qualquer fen"meno parapsicol*gico po!e ocorrer. pro3etan!o)os em momentos especiais. alguns acre!itan!o que o su-consciente capta. provoca!os. copos. a facul!a!e !e falar línguas estrangeiras ou estranhas. 8erra. on!e alguns in!iví!uos a!entram. n(o t(o necessariamente. transmitem os gran!es acontecimentos a !etermina!as pessoas. ou sempre+ / Espiritismo Científico 3ulga que espíritos evoluí!os. largamente usa!os nos meios !iversos !a socie!a!e ) in!epen!ente !e classes sociais ou intelectuais ). ora atrav. sem nunca t%)las apren!i!o ou ouvi!o algu. conhecimento e e#peri%ncias !e seus antecessores. conchas.atali6aç1o Facilita&(o !e fen"meno a partir !e um o-3eto ou outro instrumento qualquer.tica ) !a ancestrali!a!e.s !e uma sintonia telep$tica interferente ou imposta2 outros cre!itam os fen"menos a uma mem*ria ) gen. utiliza!os por vi!entes ou sensitivos que. como as -olas !e cristal. espíritos !e gran!es sa-eres que entram ou vi-ram num in!iví!uo. espelhos. entram numa esp. volta!os ao Espiritualismo.cie !e transe ) concentra&(o. ain!a. -aralhos. com to!os seus conhecimentos C*smicos ou a!quiri!os em vi!as passa!as+ M$.s !os !uplos !os senti!os. atrav. ou que se reencarnam em -enefício !a humani!a!e+ . acre!itam em avatares.s !estes o-3etos. pe!ras e uma infini!a!e !e outros que surgem a ca!a !ia ou . por um tempo mais ou menos !etermina!o.pelo su-consciente.poca+ S(o fen"menos ou causas !e fen"menos corriqueiros. utiliza!o sempre para este fim. passam para a consci%ncia.. pelos espa&os inter)eletr"nicos+ /utros. -em como !e sua vonta!e+ Comumente s(o chama!os !e fen"menos a!vinhat*rios. apresentan!o !epois ou em !etermina!o tempo. a e#emplo !a #enoglossia ou glossololia. seus conhecimentos assom-rosos. com efeitos que -eiram as raias !o milagre ou !a in!igna&(o+ @isto !e-atem)se cientistas. in!epen!en!o . com o homem guar!an!o em si to!o o passa!o. os que cr%em que aqueles super!ota!os s(o pessoas que 3$ tiveram !iversas encarna&'es e retornam .s vezes !a consci%ncia ou n(o !o sensitivo. que . ora atrav. isto . muito passível !e mistifica&'es+ .

!e!u&'es e at. perspic$cia. ?onas 1+ 7. revesti!os !e um car$ter mais religioso. antiga a!ivinha&(o por meio !e varas. alguns sensitivos realizaram seus tra-alhos. ca-en!o ao sensitivo apenas !eco!ific$)las.ntigo e @ovo 8estamento ) s(o encontra!as !iversas passagens que atestam usos !e catalisa!ores5 K%nesis 99+ O e lO. >arcos lO+ 69 e .tos l+ 6N+ Em geral. pro!uziram fen"menos.+"/ . ho3e com a !enomina&(o ) cientificamente a!ota!a e aceita ) !e Aa!iestesia. sen!o registra!os casos !e alguns que at. os fen"menos físicos.rsias. necessariamente. 1 Samuel l9+ 96. !an!o)lhes or!ena&(o l*gica e seq:encial+ as mancias. com surpreen!entes resulta!os.lguns !esses fen"menos ocorri!os no pr*prio local !e aten!imento !o sensitivo. !iferentes nomenclaturas. su3eitos sempre a controv. P#o!o 6J+ 7Q. em que os o-3etos s(o ou parecem revesti!os !e manas+ . a!ivinharam quem seriam os pesquisa!ores+ O+ Da Mancias S(o os !iversos meios !e se !esco-rir alguma coisa. usam !e psicologia. as >ancias s(o artes com in!ica&'es apro#imativas. tanto que na Bí-lia ) . a fen"menos paranormais+ /s praticantes !e mancias.8alvez pela facili!a!e !e seu uso ou apren!iza!o. a <nica a apresentar resulta!os satisfat*rios em la-orat*rios. novas teorias.to!os in!utivos. ou se3a. sagaci!a!e.s !e o-3etos materiais+ Comumente confun!i!os com fen"menos !e Catalisa&(o. n(o levan!o. atrav.ticas capta!as por meio !e o-3etos materiais+ Gistos os fen"menos psicol*gicos !entro !a =arapsicologia. . supervisiona!o por cientistas e !escarta!as possi-ili!a!es !e frau!es. aqueles que pro!uzem efeitos materiais+ $$ % (!)*M!)+" (7"$. enquanto outros conseguiram feitos somente em seu pr*prio am-iente+ E#istem relatos !e casos !e sensitivos que.s informa&'es. mas que n(o sa-en!o !a presen&a !e o-serva!ores infiltra!os como clientes. isto . acesso . na!a pu!eram realizar.)ela-ora!as. foi a Aa-!omancia. feito por místicos. mostraram)se reais+ Em la-orat*rios. o uso !e o-3etos catalisa!ores . algo que acompanha o homem !es!e a antigui!a!e. muni!os !e seus catalisa!ores. cientes !e uma o-serva&(o científica. m. na maioria !os casos.. ra!ia&'es eRou vi-ra&'es eletromagn. estu!a)se agora. mesmo a telepatia2 em geral os consulentes !as mancias 3$ t%m suas respostas pr.

e#ercen!o a-soluto controle !e suas facul!a!es paranormais. violento+ . num esfor&o !esgastante. ro!as !e tratores entre outrasH atravessam telha!os e forros sem !anific$)los. com !emonstra&'es gratuitas+ S(o comuns.ssemelha)se. materializa&(o e rematerializa&(o !e o-3etos+ 1+1+1+ pesa!os o-3etos Dpe!ras. em casos !e telecineses espont0neas ) poltergeist propriamente !ito ). fogo espont0neo+ 12 Pro4ocados5 fen"menos telecin. longa ou n(o. en!ere&a suas for&as para alvos pr.ticos promovi!os e analisa!os em la-orat*rios.)!etermina!os ) quan!o so. na pu-er!a!e+ Espíritas ) científicos e religiosos ) a!mitem o concurso !e espíritos atrasa!os D!esencarna!osH !e mentali!a!e R in!ivi!uali!a!e infantil e pueril. conscientes ou n(o. com finali!a!es !e e#citar ou !esagregar c. po!en!o formar fantasmas intervencionistas.rigoroso controle científico ) ou a seu -el prazer. para o -em ou para o mal ). !ist0ncia. n(o raras vezes.ondu6idos5 aqueles em que o sensitivo. com efeitos ime!iatos ou seq:enciais. t%m o-serva!o aquelas causas primariasH2 . fot*ticos Dclar'es !e luzesH e !e poltergeist em to!as suas e#tens'es+ Galem)se teorias que5 1+7+1+ o in!iví!uo. !istancia. ou so-re estruturas moleculares !e o-3etos ou seres inanima!os2 1+7+6+ !ei#a)se usar por for&as sa-i!amente ) por ele ) so-renaturais Despíritos !esencarna!osH -oas ou ruins. por raz'es !esconheci!as s(o provoca!as na maioria !as vezes por pessoas !o se#o feminino. fen"menos ac<sticos Druí!osH. que pela sua natureza po!em ser5 1 1 !spont8neo5 que por vezes o pr*prio sensitivo ignora)o+ Cuase sempre s(o !escontrola!os. emite energia psíquica ) neutrons ). !evi!amente comprova!os e com alvos !etermina!os+ 10 . con!uzi!a por espa&os inter) eletr"nicos. confun!e)se e talvez se3a a mesma coisa ) aqui em !efesa !a teoria espírita ) !o poltergeist que. !$)se teleplastia ) materializa&(o !e imagens2 1+1+7+ algumas. sem contatos físicos. mas que espatifam mo-ílias2 1+1+6+ em outras ocorr%ncias.1 Telecineses >ovimento !e o-3eto . as quais utilizam)se !e suas facul!a!es para !etermina!os fins Dmuitos sensitivos !e fen"menos .lulas !e um ser vivente.

com gran!es pr. catalepsias ) provoca!as ou n(o ) e as parestesias n(o hipn*tica entre outros+ 5 Teleplastia enomina!a tam-. !e pessoas e at.m po!em ser reativos ) assim como os fen"menos espont0neos ) .m . uma vez que as preocupa&'es psíquicas e males org0nicos !esconheci!os. como fen"menos !e anestesias Dsem recorr%ncia . neste meio que se pro!uzem a maioria !as manifesta&'es comprova!as e ti!as como científicas+ . ou ain!a. em geral. o reino mineral ) tam-. com-usti-ili!a!e !o corpo. s(o !e car$ter espírita ) religioso ou científico ). hipnoseH. revela&'es !e esta!os !e momentos. curas. porque . clar'es ou auras2 estes fen"menos t%m si!o motivo !e seriíssimos estu!os científicos. com o sensitivo a reagir em momentos especiais ou quan!o provoca!os+ 2 Ac9sticos Sons ou ruí!os provoca!os2 tem mereci!o especiais aten&'es !os estu!iosos porque.m manifestam em sua totali!a!e. associam)se a pren<ncios !e morte ou !e algum aci!ente. consi!era!a como fen"meno !e 8eleplastia+ /s estu!os mais consi!era!os !as 8eleplastias.nula&(o !a lei !a gravi!a!e. e#istin!o ho3e aparelhos e m$quinas ) a e#emplo !a Lirlian DIirliangrafiaH ) que me!em e fotografam aquelas luminosi!a!es+ 4 -e4itaç1o . tam-. s(o revela!os pela aura+ /s fen"menos f*ticos n(o s(o e#clusivi!a!es !o homem.1+7+7+ conhece as for&as. sen!o que animais e vegetais ) alguns ense3am at. !o pr*prio sensitivo2 alguns especialistas t%m a levita&(o como a&(o telecin.lguns estu!iosos v%em nestas manifesta&'es.tica+ 3 $deopl. !e Fen"menos Ectoplasm$ticos ) >aterializa&'es )2 a Escotografia ) imagem pro!uzi!a no escuro ) tam-. no geral em religiosos e místicos ).m !e 1!eoplastia E#terna. altera&'es -iol*gicas ) estigmas manifestos. provas irrefut$veis !e uma vi!a al. com v$rios e#emplos registra!os e comprova!os+ 0 (:ticos ou (ot:ticos >anifestos como luzes ra!iantes. como muitos magos afirmam proce!er+ /s fen"menos con!uzi!os.stimos . sa-e como -usc$)las e !elas se utilizam para seus intentos.m)t<mulo2 enquanto outros as t%m como manifestos . cu3os efeitos s(o a suspens(o !e o-3etos. >e!icina.sticos $nternos Em geral !efini!os como influ%ncia !a mente so-re o corpo. para au#ílios !iagn*sticos.

. muito em-ora os esta!os pro3eciol*gicos. entre religiosos e místicos+ 8am-. as formas+ C. apontan!o a quase semelhan&a entre os fantasma e o sensitivo que lhe !$.ria atrav.ria+ @a 8eleplastia. essa in!ivi!uali!a!e tem capaci!a!es !e a&'es so-re o corpo. su-3etivamente. inclusive estan!o a pessoa física ) sensitivo ). propriamente !ito. usan!o grava!ores. !e comunicar)se com semelhantes ) via 8elepatia ). surpreen!entemente.ria física .reo. tais capta&'es ocorrem somente com a presen&a !e. isto . que captam imagens telepl$sticas+ / mesmo se faz. conscientemente ou n(o. evi!ente e com provas científicas irrefut$veis2 e se. 3ulga!os como suficientes para comprova&'es. -ase !e um televisor comum. portanto invisível aos n(o sensitivos+ iscute)se. pelo menos. se 8eleplastia ou n(o. os casos !e !esmaterializa&'es e rematerializa&'es !e o-3etos. po!e ser consi!era!a como 8eleplastia. quan!o pro3e&(o visível.m a =ro3eciologia.s !a mat.. consciente ou n(o !o !uplo et. ocorram mais !entro !e um nível mental. quan!o n(o o . na e#ata concep&(o científica !a palavra.anímicos. com os fen"menos ac<sticos+ =orem. a&(o !o espírito pessoal e in!epen!ente !a mat. um sensitivo. em continente !iferente !o seu !uplo2 s(o acontecimentos mais ou menos comuns. pelo menos !e se ouvir falar. a ci%ncia tem !esenvolvi!o aparelhos. encarna!as ou !esencarna!as.ticos afirmam que as realiza&'es n(o passam !e frau!es + @as ultimas !. com a&'es in!epen!entes em rela&(o ao homem+ . encontram)se alguns !os mais conheci!os e envolventes fen"menos parapsicol*gicos. o pr*prio pesquisa!or+ Aegistram)se casos !e sensitivos que influem em filmes fotogr$ficos. o fen"meno !o !uplo ) capaci!a!e !e um in!iví!uo estar em !ois lugares ao mesmo tempo ) e#istin!o relatos comprova!os so-re tal fen"meno.ca!as. e#pressan!o seu pensamento ou alguma outra coisa n(o plane3a!a+ Encai#am)se na 8eleplastia. que parecem seguir !etermina!as situa&'es !e passagens !a mat. !a e#ist%ncia !a in!ivi!uali!a!e !a mente humana. na!a lhe haveria o-star possi-ili!a!es !e comunica&'es interativas com outras in!ivi!uali!a!es. na 8erra ou em qualquer outro ponto !o universo+ .