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CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESPÍRITO SANTO - UNESC EDRA HANNA LUCENA COSTA VINICIUS DOS REIS

DIREITO ROMANO

SERRA 2014

2 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESPÍRITO SANTO . sob orientação do professor Ademir Costalonga. para obtenção de nota na disciplina de do "ireito# ist!ria SERRA 2014 .UNESC EDRA HANNA LUCENA COSTA VINICIUS DOS REIS TÍTULO DO TRABALHO Trabalho apresentado ao Centro Universitário do Espírito Santo – Unesc.

........................3 PERÍODO P S CLÁSSICO.......................................................................................................................................................................... 06 $#..........................3 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.................................................................................................. 16 6 PRIMEIRAS LEIS......................................... 1! ...... 07 3.................................................................................................. 03 2 O DIREITO ROMANO............................................ 0! 4 AS DO"E TÁBUAS............................................................................................................ 04 3 CONCEITO DE DIREITO ROMANO.............. -E&'("( C)*SS+C(......................... 17 7 PRIMEIROS DOUTRINADORES........... 06 $#% A&CA'C( C)*SS+C(...................................................................................................................................... 0# $ PESSOAS NO DIREITO ROMANO...................................................

/ido em &oma.indo. d.laram a vida do povo romano ao longo de apro6imadamente %#$77 anos o.e embora evol.tela do pode constit.ída com o +mperador 3. no decorrer de %$ cent<rias sempre esteve sob a t.# .rante as diversas fases de s.0a aplicação . foi o direito prod.cional 5.e o prom. a idade m1dia e atingi. foi o con0. a antig. se0a desde a f.ção iniciada no s1c.e reg.idade.4 no sentido estrito.lo 2+++ a#C# e concl.stiniano# #Stricto Sens.lgo.stiniano em 9:9 d#C# .4 INTRODUÇÃO Em sentido amplo. penetro.rídicas 5.nto de normas 0.oi esse corpo de normas 5. os tempos modernos# -rod. c.ndação de &oma em 89$ a#C# at1 a morte do +mperador 3.ltrapasso.a vida política.

lação. patrícios e os clientes# ?a &ep<blica a partir de 9%7 a#c# os romanos derr.ncionários# (s pretores.mento do poder mais com a prefi6ação da contenda e dar instr. temporários e escolhidos 5. e o Comícios C. com as f.ra e cons. estes. s1c# ++ a#c# tiveram a. militar.ndo. 5.est.m 0. 5.1m ser elegível.riatos 5. havendo idade mínima.tia. sendo a reale/a vitalícia por1m eletiva e não hereditária eleito pelas assembl1ias chamadas de Comícios C. tendo estado como membro da 5.ando necessários# -ara alg.tivo eram os Cagistrados.rtos. não eram 0. e grande pop.t m.m. o pretor .est@es administrativas.baram o poder e6ec. indicado pelo Senado e este tinha o +mperi. dois. respectivamente $%. pretores. eleitos an.s honor. nas do campo.nç@es de comando do e61rcito.s eram os tre/entos conselheiros do rei.ç@es ao 0.tivo anterior.m cargo do c.as f.D7 e D$ anos# (s C>ns. com as f. pret.e ser cidadão pleno dependo do cargo ter e6ercido alg. a da &eale/a= de s.almente e permanentes. estes se tornaram o centro do governo# B.rídica# (s Senat. tinha 5. censores. para a 1poca. religiosa e 0.erendo entrar na hist!ria# A política de &oma 1 dividida em 1pocas.i/# . c.e era o caminha da honra.$8. eles tinha tamb1m. onde nessa 1poca s.5 2 O DIREITO ROMANO ( povo &omano teve enormes con5.lado.istas.rs. com mandatos c.itos.nção.ndação por &>m. poder total sobre a área civil.idava das 5.ra. Cagistrados (rdinários.les.perintendentes dos f.les eram dois.e era o povo romano.e passavas as informaç@es para .estores romanas internas. e os E6traordinários.a f. os s.m ano. a vontade de ser o cap. a cabeça do m. edis e 5. depois edilidade. administravam a 0.em detinha o poder e6ec. onde apenas o Senado tinha vitaliciedade.nç@es eram de c.m. e colocaram o poder na mão de m. presidiam o senado e os Comícions.ndi.í/es.i/# A lei Aeb.lo e &emo em 89$ a#c#.estores. sem poder efetivo. estes. os magistrados. . f. 5.stiça como parte do processo. e o pretor peregrino.riatos.rbano.idar de coisa e6ternas. representavam a cidade em cerim>nias religiosas e 5.nç@es de C>ns. por1m devido A vitaliciedade.

rs.est@es da fa/enda.mes# ". onde os magistrados rep.stodiavam o teso. com as con5.idavam da parte física da cidade.estores c.em 0á foi C>ns.bsistiam.blicanos s.ndo Conhecido.nciavam.e tinha o poder sobre as áreas civis.iam generais e governadores como teso.l. c. tráfego . não lesar ning.mentos p<blicos.rança. militares e 0.s onor.rante o imp1rio a fig.ação# Sabemos 5. eleitos a cara cinco anos com d.ndo# ( direito &omano 1 criação típica deles dando base para o 5. conservação de edifícios e mon. por1m. pesos e medidas e. com maior at. onde . seg. policiamento dos cost. fa/iam o censo e pelo &egimen Cor. provis@es.e &oma inicialmente era . cobravam os devedores e os den. seg.istas. foi crescendo at1 virar a capital do C.e 1 se. e gradativamente.# -ensamento este for0ado ao longo dos s1c.m.ra central era o imperador 5.n.ração de de/oito meses. promoviam os 0ogos p<blicos# B.ma cidade pe5.m o 5. pavimentação. cargo oc.ena de agric.ltores. mais cosmopolita e com visão para o m.los# .idavam das 5. ficais dos preços.pado somente por 5.e temos ho0e como EEstado de "ireitoE.rbano.ro p<blico. ?ão fa/ia parte do C.reiros# Censores. eram dois.m mandamento dos romanos era= viver honestamente.1m e dar a cada .6 Edis c. sem tanto poder# ( senado cada dia mais limitado.diciárias.

stiniano Gs1c.dado tem t1rmino com a morte de 3.ndo o 5.nto de normas.ns a.erras e p.ção 0.rídicas romanas. solenidade e formalismo# As regras religiosas tinham essencial importJncia e somente os romanos tinham se.ndação G89DH89$ a#C# – s1c.odecem tab.iç@es 0.rídica com a lei K++ Táb. como as g.rados nenh.as Gle6 d.as por volta de D9%HD97 a#C#L bI -rincipais características da lei K++ Táb. seg.ção das instit. regras 0.a f.al o direito romano apresentaria 5.tores entendem 5.7 3 CONCEITO DE DIREITO ROMANO F o con0.stiniano em 9:9 d#C# (s historiadores do direito cost.s direitos garantidos# Aos plebe.lo 2+++ a#C# a ++ a#C# As regras caracteri/am4se pela rigide/.e o período a ser est.niç@es de crimes de alta gravidade# ?este período acontece= aI -rimeira evol. vigentes em &oma.rídicas.m direito# ( Estado s! resolvia conflitos de ordem maior v.stiniana G9$7 a 9:9I 3.$7 a 9$7I Fpoca 3.mam dividir o direito romano em fases# Um dos crit1rios empregados para tanto 1 o da evol.s não eram asseg.lto.lo 2+++ a#C#I at1 a codificação de 3.lar.$7I Fpoca -!s4Clássica G.atro grandes 1pocas= • • • • Fpoca Arcaica G89$ a#C# a %$7 a#C#I Fpoca Clássica G%$7 a#C# a .1 ARCAÍCO CLÁSSICO Compreende do s1c.mIL . desde s.lo 2+ d#C#I# Alg.

e foram destr.onte do direito p<blico e privado Gi.. embora não go/asse. 5.e continham . 5.stiça.liano escreve.2 PERÍODO CLÁSSICO (s primeiros .ma ação 0.ristas romanos# Estes trabalhavam em diferentes f.m incMndio.4 se a base dos amplos comentários 0.diciais# Alg.ma reivindicação legal bem4s.ncionava como .8 cI Codificação feita por .nciados p.dicial o.diciais e administrativos# (s 0. Sálvio 3.rídicos de 0.erra contra os ga. a pedido de partic. formalmente.as.ristas prod. 5. depois formaram %.m abrangente c!digo legal. Nle6 dataO# 3.s.tili/ado por todos os pretores a partir de então# ( edito continha descriç@es detalhadas de todos os casos nos 5. na g.rídicas desenvolvidos pelos 0.m caráter <nico dado pelas reali/aç@es literárias e práticas dos 0.ma ser chamada de período clássico do direito romano.isitos para . 5. .em vem a ser o res.e alcanço.as f. 5. Nle6 rogataO e Nleges dataeO o.nç@es= proferiam pareceres./iram todo tipo de comentários e tratados de direito# Em cerca de %$7 d#C#.ns 0.blicamente no início do mandato pretoriano e 5.i# Alg. .rídica romanos atingiram o mais alto gra.lo e "omício Ulpiano# (s conceitos e instit. .ma e6plicação de como e6erceriam s.ristas tamb1m oc.cedida e torno.ristas como -a.ídas n.nç@es e .ns e6emplos= . da força de lei# +ndicava os re5.e pretendiam ser assistidos pela lei# +nicialmente eram %7 táb.ma defesa# ( edito padrão f.al o direito e a ciMncia 0.6iliavam os pretores a preparar se.97 anos da era cristã foram o período no 5.ristas pr14clássicos e clássicos são m.tas sociais dos plebe. mas somente a eles.s civileI.rgiram ap!s a K++ Táb.m form.m decenvirato Gcon0.tras leis 5.pavam altos cargos 0.e s. an.laresL aconselhavam os magistrados responsáveis pela administração da 0.s editos. válida a todos romanos.iç@es 0.nto de %7 membrosIL dI . como os pretoresL a. de perfeição# A 1poca cost.ltado das l. foram= Nleges rogataeO o.ais o pretor permitiria .e foi .merosos para mencionar a5.ito n.lesesL eI (.m edito pretoriano padroni/ado.lário de procedimentos 0.as.

P: a#C#.ma classe de 0.ação política# .lava a responsabilidade civil# Entretanto.cos são os 0.mas características da constit. por meio de .ma ciMncia do direito.ristas romanos separavam claramente o direito de .rgimento de . transformo.ristas clássicos foram editados para adaptar4se A nova sit. em certa medida.bstit.m instr.ia absol.rídicas se mantivessem.ta do dominato# A e6istMncia de . no +mp1rio (riental.ção literária cesso. a sit. de .rop1ia não foi a prom.9 • (s 0.lá4la GposseI# Tamb1m disting.sar .sá4la e manip. não se coad.ristas 5.m tema 5. no ocidente a maior parte das s.ma coisa GpropriedadeI da habilidade fact. a maior contrib.ma ciMncia.al de aplicação dos m1todos da filosofia grega ao direito 4 .al de .lgar# (s escritos dos 0.e reg.tra lei importante do período rep.e preservara alg.ase por completo# -o. 5.ição da rep<blica.ído pelo chamado direito v.4se# Este foi s. dific.mento para atingir os ob0etivos políticos do monarca.lt.ristas conhecidos pelo nome a partir de meados do s1c.cação 0.ra 0.ação política e econ>mica do +mp1rio &omano havia se deteriorado.iam entre contrato e delito como fontes de obrigaç@es civis# (.3 PERÍODO P S CLÁSSICO Em meados do s1c. não como .rídica e de 0. mas o s.ma ciMncia 0.blicano 1 a Lex Aquilia.m processo grad.e os gregos 0amais haviam tratado como ciMncia# 3. 5.lo +++.ristas profissionais e de . 5.ltando as condiç@es para o desenvolvimento do direito# ( sistema político do principado.nava com a nova ordem# A prod.rídica e.tile/as do direito clássico perde.ição de &oma A c.e viam o direito como .lgação de leis bem redigidas.4se na monar5.lo +++# Embora a ciMncia e a ed.

e o decenvirato de D9% a#C# incl. c.estão da infl. várias delegaç@es foram enviadas a o. de/ cidadãos romanos teriam sido selecionados para registrar as leis# ". em $P8 a#C# (s fragmentos preservados mostram 5.0o conte<do chego. os pontos mais controversos do direito cons.mas disposiç@es legais .as.tras cidades da Qr1cia com prop!sitos semelhantes# Em D9% a#C#.ndo decenvirato teria então acrescentado d.dinário e ass.ndo os historiadores romanos.mi.ida aprovada em assembl1ia# (s est. 1 a )ei das "o/e Táb.diosos modernos tendem a descrer da e6atidão dos historiadores romanos# ?ão crMem. at1 a os dias de ho0e com alg.premo.e .as G tabulaeI.e o poder dos magistrados foi cerceado# Em D97 a#C#.et. receberam o poder político s.e não se tratava de .do indica 5. a 5.m sistema completo e coerente de todas as regras 0.as não foi preservado# T. mas se. pois as "o/e Táb. continham alg.as não pretendiam ser .e .ando os celtas tomaram &oma e a incendiaram.s# Um seg.ma delegação tenha sido enviada A Qr1cia. por e6emplo.nç@es p<blicas em &oma# Ademais.e fosse aplicado indiscriminadamente pelos magistrados patrícios# Ap!s oito anos de l.ndo decenvirato tenha acontecido# -ensam 5.e trabalharam. en5.e a legislação grega tenha chegado a &oma por meio das cidades da Cagna Qr1cia# ( te6to original das do/e táb.as táb.m detalhe. como pensavam os romanosL 1 mais provável 5.e data de meados do s1c.e o direito fosse escrito de modo a evitar 5.lo 2 a#C# Seg.no da plebe C# Terentílio Arsa prop>s 5. trabalho foi considerado ins.m seg.as.rídico romano# ( primeiro te6to legal. os plebe.ído 5. 5.tas.e foi destr. 5.m c!digo legal no sentido moderno. em DDR a#C# A )ei das "o/e Táb.s teriam convencido os patrícios a enviar . os decMnviros inscreveram as leis em de/ táb.i. o trib.anto 5.as foi em seg.rante o período em 5.Mncia grega no direito romano primitivo 1 motivo de grande debate# Considera4se improvável 5.ficiente pelos plebe.rídicas aplicáveis# ?a verdade. as principais f.10 4 AS DO"E TÁBUAS F impossível apontar o momento e6ato da gMnese do sistema 0.ma delegação a Atenas para copiar as )eis de S!lon# Ademais.

as pr!prias mãos o.í/o deverá ir# Caso não comparecer o a.sando s.tor deverá providenciar .tor deverá lhe fornecer a cond. no f!r. estiver impossibilitado de andar.ando chamado em 0.e se0a . por do sol seria o termo final da a.tor deverá apresentar testem.vesse nenh.m acordo.lgamento o a. ito. tentar f.nhas a essa rec. antes do meio dia com ambas as partes presentes# "epois do meio dia se apenas .nciar.m carro. Igitur em capito # NSe alg. a força# Si in ius vocat. o a. geralmente em favor do presente G. a .tor levá4lo. por1m.nciar a todos e o processo estaria encerrado# Caso não ho.11 c. mesmo 5. doença o r1.tor poderá prendM4lo Glançar mão sobre o citadoI# Se por velhice o.na 1poca .í/o.e se as partes fi/erem .e 1 dever do r1.ção.ma das partes estivesse presente o pretor deveria se pron.gir o.dinário da 1poca# Embora contivessem disposiç@es sobre todas as áreas do direito. antestamino.m instit. se não o fa/er cabe ao a.sa do r1.m acordo deveriam an.m 0.lgamento# "emonstra claramente 5.1m for convocado para comparecer ao 3. pretender não comparecer ao 0. mas sem a obrigação de ser coberto# A conciliação estava presente no direito romano desde esta 1poca.lgamento# .m processo e o início de . o pretor deveria esc. responder 5.diMncia e o inicio do 0. Ni it.tar as partes no comitio o.0o prop!sito era alterar o direito cons.al. rec. predominavam as referentes ao direito privado e ao processo civil# T%&'( I A primeira Táb.m cavalo# Se o r1.sar o cavalo o a.ida deverá prendM4loO# Se o r1. observando a praticidade dos acordos para resolver os conflitos# A regra era a de 5.m.et. e logo em seg.a estabelece regras de direito process. descrevendo como deverá ser o procedimento de chamamento do r1.to similar ao da &eveliaI# Se ambos estiverem presentes.

as.e confessar dívida perante o 0. não será p. o 0.er.e se alg.sti s.tor e levado A presença do 0.capião e ainda 5. 5.ma das partes se achar acometido de mol1stia grave.í/.rtada n.nda táb.ma das mais completas e reconstit.m def. o.m f.e a coisa f.re i.1m cometer f. for condenado.ção dos devedores 5.antia.e precisar de alg. deverá ir a s.m ito# A5.m obvag.e nessa táb.n.s5. denominada sacrament.rtos e ro.a 1 considerada pelos historiadores . o.s esto# A primeira parte do te6to está incompleta.a porta e o chamar em alta vo/ para comparecer ao terceiro dia# ?a seg.a estaria escrito a regra de 5.ar os ditames da primeira. estip.e confessaram a dívida# Aeris confessi reb.12 T%&'( II A seg.nt.rto A noite e for morto em flagrante.antos forem os se.s # # # a.i/# Se não pagasse e ning.anto forem os credores.ele 5.i testimoni.sve sec. árbitro o.e determinava As partes o dep!sito de certa 5.e i.do.lat.e se o 0.diosos di/em 5.dicatis KKK dies i.nto# NA5.rto não manifesto.ídas as regras acerca dos f. terá trinta dias para pagarO# Esgotados os trinta dias e não tendo pago.s sontic.e se alg.nha.dici arbitrove reove.a tem a pretensão de contin. credor e amarrado pelo pescoço e p1s com cadeias com peso má6imo de %9 librasL o.a tamb1m estão incl.e o ladrão se0a condenado no dobro# "i/em alg.ndinis partis secanto# Si pl.m# ?a seg.e se parta o corpo do devedor em tantos pedaços 5.irida por .it .nido# T%&'( III Essa táb.de esto# Esta 1 .los# # # # morb.m hoste # # # 5.t stat.i/.e mato.erit.al# Cont.ele 5. não se encontra tão completa em decorrMncia das perdas ao longo dos s1c. is tertiis dieb.1m intentar .lgamento deverá ser adiado# C.isesse o credor# ( devedor preso viveria as c.m i.ma testem.s dies c. o devedor era levado pelo se. não .s min.1m se apresentasse como fiador.stas do credor# Tertiis n.nca poderá ser ad5.ma ação por f.ída com maior fidelidade#Trata da e6ec.lando regras de direito process.nda parte vemos 5.ns 5. deveria ser agarrado pelo a.id hor.s.bos# Estabelecem 5. se fra. permitindo 5.nda táb. menos. est.ma das regras mais marcantes das táb. eo dies diffens. se assim o 5. o 5.s credores# N"epois do terceiro dia de feira. será permitido dividir o corpo do devedor em tantos pedaços 5. .s ob port.

er esto# NSe .1m morrer sem dei6ar testamento.tor# +nteressante observar 5.1m tornar4se lo.rios. pr!digo e não tiver t. sobre a s.m5. imp<bere.inhão de cada .a dita as regras acerca do direito hereditário e da t. 5. t. fili. não dei6ando herdeiro se.e encontramos at.s filhos o direito de vida.ltores e.ver agnados.s potestas esto# Se alg.a 2= "e haereditatib.s escit.m risco a sociedade# Essa norma teve como base o direito dos espartanos na Qr1cia.m ter ven.e as dívidas ativas e passivas Gdo de c. indicando .m estrangeiroO# Advers.telaI T%&'( V A 5.ma criança nascer com alg.sI eram divididas entre os herdeiros. sociedade tipicamente militar# Táb.s bens se0am confiados A c.a esposa e se.tros povos# Se .s a patre liber esto# Cito necat.s hostem aeterna a.a pessoa e se. 5.e poderia reavM4la por meio da força# T%&'( IV ?essa táb. seriam . pois se o pai vendesse o filho por mais de trMs ve/es perderia o direito paterno# Si pater fili.e o pai tinha. o agnado mais pr!6imo seria o se.m gentili. A dos gentis# .ctoritas esto# "etermina 5.nia5.m d.e o agnado mais pr!6imo se0a o herdeiroO#Estabelece 5.tos são m. 5.ma deformidade deveria ser mortaO# As crianças deformadas não eram capa/es de serem soldados romanos o..m inimigo o direito de propriedade 1 valido para sempre# Tal norma 1 decorrMncia das g.telis Gdo direito hereditário e da t. mesmo agric. portanto.tela# (s instit.e ei.ndo o 5.ratela dos agnados e.e se alg. morte e de liberdade# -or1m o pátrio poder não era ilimitado. se não ho.e in eo pec. seg.it.a está registrado o pátrio poder# "e modo direto vemos 5.ito similares aos 5.13 importando cortar mais o.s et t.s insignis ad deformitatem p. antigo dono.erras travadas contra o.0.m herdeiro se.co o. menosL se os credores preferirem poderão vender o devedor a . adgnat.tor.almente em nosso direito civil# NSe o pai de família morrer intestado.m inimigo tivesse o domínio de determinada terra essa ainda pertenceria a se.e a s.e contra .m# Si f.inta táb.

contrato o.m 0.a estão as regras relacionadas A propriedade e a posse# A palavra de .a n.a mais importante.e se os fr.er parte das terras de alg.14 T%&'( VI "e domínio et possessione Gda propriedade e da posseI ?essa Táb.e.ação da anterior.p@e 5.m ne6. deve4se .em ro.mprir s.ti ling.m faciet mancipi.ramento. qua volet iumento agito # Essa regra press. deverá c. venda.tos# T%&'( VII A s1tima táb.ma estrada.sados# -or e6emplo.niárias pelos danos ca. tratando dos edifícios e das terras# Alg.m escravo.e toda a propriedade deve ter . o proprietário da árvore terá o direito de colher esses fr.s esto# NB. .ir tal coisaO# Trata4 se de regra hist!rica para o direito civil. conforme a regra C.m homem era m. trata dos crimes e cond.tremO# -or1m se a in0<ria for p<blica e difamat!ria será aplicada a pena capital Gpena de morteI# N( ladrão confesso Gpreso em flagranteI sendo homem livre será vergastado por a5.m cavalo.sado por .passit. ita i.í/o ca.as era m.ito avançado para a 1poca# A maioria das penas descritas são esp1cies de compensaç@es pec.e essas regras pertencem a oitava táb.mento a regra de 5.1m fa/ .í/ a reconstr.a e não a s1tima táb.tas ilícitas no direito romano# ( sistema penal da lei das do/e táb.ir algo de alg.nciando isso oralmente em p<blico.ir o.ando alg. por1m se tal estrada for desmanchada poderá se trafegar por 5.ito importante nos contratos. será apenas vergastado ao crit1rio do magistrado e condenado a reparar o danoO# 2emos 5.tos caírem sobre o terreno vi/inho. restit. será vergastado e precipitado da &ocha TapeiaL mas sendo imp<bere.e a noção da reparação tamb1m 1 algo observado pelos legisladores na elaboração das leis= N-elo pre0.ma contin.al5.ns est.a promessaO# Encontramos nesse doc.m5. an.1m será obrigado pelo 0. em especial na parte da &esponsabilidade Civil# T%&'( VIII Considerada talve/ a Táb. temos a pena da Nin0<ria feita a o.bo.L se 1 .1m destr.diosos entendem 5.ele a 5.a parece ser .a# Viam muniunto ni sam delapidassint.nc.1m# NSe alg.

a0.nerais# Neve aurum addito.ns est. 5.a estabelece alg.e essa regra fa/ia parte da Táb.nerais e o respeito aos mortos# Estabelecia a regra do Hominem mortuum in urbe ne sepelito neve urito# N?enh.es o.cas diferenças da )ei das "o/e Táb.s e os patrícios# Alg. f.ntamento not. se !raude esto # Tal regra proibia colocar o. .rtos aos mortos# . se os dentes do morto estivessem nele.as com relação ao direito grego da 1poca está concentrada nessa táb.s# Conubia plebi cum patribus sanxerunt # Essa regra di/ 5.e cometessem homicídio.m homem ganhar .m morto será incinerado o.í/o de o.itos direitos frente aos plebe.íam m.los nos f. B.e a trad.í/es= NSe . Ast in cum illo sepeliet uretve.ma coroa o.ríb.nido por isto# Tal regra servia para evitar possíveis sa5.ando .. ainda NSe o pre0.m 0. abandonar o animalO o. at cui auro dentes iuncti escunt.trem.lgar a favor de .pção dos 0.rno de caráter sedicioso e a5.eles 5. lhe der venenos# T%&'( I) A ?ona Táb.eimado dentro da cidadeO# Qui coronam parit ipse pecuniave eius onoris virtutisve ergo arduitur ei. 5.m árbitro indicado pelo magistrado receber dinheiro para 0.e se0a mortoO# T%&'( ) Uma das po.mprimentos das leis# Tal regra era ditada especialmente A classe dos patrícios 5. 5.15 reparar o dano o.ma das partes em pre0.a K+ e não da +K# +nteressante 1 a regra acerca da corr.ção para esse caso seria a proibição do . escravo para ele###( te6to está incompleto e o se.mas regras 5.e poss.ma pira de f.1m por palavras de encantamento o..dicado por isso#Alg.e tem características p<blicas# -rivilegia ne irroganto#(s privil1gios não poderão ser ignorados nos c. entendimento foi pre0.sado por acidente.so de coroas e t.a tra/ regras com relação aos f. ning.ele 5.ns est.a# A d1cima táb.1m seria p.í/o 1 ca. se.diosos entendem 5.e se0a reparadoO# Sofria a pena de morte a5.i/ o.neral# Cas.e prender alg.e não 1 permitido o casamento entre os plebe.diosos romanos entendem 5.ro em .

16 T%&'( )I A d1cima primeira táb. . isto 1.. mas por . será movida contra o se. 2(0( eram medidas tomadas em nome do povo. dono .ir os fr. condenará o sim.ais reg.1m sim. si velit is .m magistrado GimperadorI# "ividiam4se em= I12+. de cidades das províncias# Gcorrespondem aos at.= -arte da lei contendo a indicação s.m maremoto ocorrido em &oma# T%&'( )II (s escravos eram considerados como incapa/es para todos os atos. o magistrado deverá nomear trMs á rbitros para a ca.ma ação indireta.m o.= -arte da lei 5. ./(0( eram leis propostas pelos magistrados e votadas pelo povo por iniciativa de . -.los. !ructus duplione damnum decidito# Se alg...e eram considerados como ob0etos. a referMncia dos tít.= -arte 5.tos em d.lar posse provis!ria em se. portanto..tro delito pre0. a )ei escrevia a regra= Si servo !urtum !axit noxiamve noxit# NSe .máriaL P-(+34-5605.e descreve o conte<do total da leiL S(1405.sa e. eorum arbitrio . por5. tor arbitros tris dato. em face da evidMncia.lamentos administrativosI# .a foi perdida por completo em .bo o.gar em 5.ma ação no6alO# Si vindiciam !alsam tulit.e comina penas aos infratores da lei# A *+.m ro.e foi votadaL R.= -arte da lei contendo o nome do magistrado 5.dicial.lador a restit.plo# A *+. dia e l.e a prop>s./(05. a favor de pessoas o. favor.m magistrado.m escravo comete .

-= +ndivíd.l.sI re.-= Era classificação H esp1cie dos magistrados romanos# Tinha como f.nção principal c.ção ao conflito.3= São os f. por proposta do magistrado e confirmada pelo senado# $ PESSOAS NO DIREITO ROMANO P(0-745. os escravos. 0.nç@es de arrecadar trib.idava dos conflitos entre a plebe e os patrícios# :'+30.oram os imigrantes.tos e fiscali/ar o pagamento dos mesmos# Tamb1m sol.aisL P*+&+'3= .e e6istiam entre os indivíd.ma sol. os estrangeiros – ?ão tinham direitosL C813'*+3= Eram os patrícios escolhidos pelos mesmos para e6ercerem a f. 1 a determinação geral do povo o.e conheciam os conflitos 5.s roman. 0.nção de governantesL M(/530-(2.lares# 2erificava a procedMncia das alegaç@es diante das provas apresentadas.lgando a demanda# "ividiam4se em= PRETOR URBANO = C.3 2+ D5-+50.nidos GcomitiaI. da plebe Gpop.17 L+.os da sociedade romana# ( magistrado dava .= Eram as pessoas 5.lgando4o# Tamb1m conhecidos como pontíficesL P-+0.ndadores de &oma# Somente eles eram considerados ig.o semelhante ao pretor com f.idava dos conflitos entre patríciosL PRETOR PERE9RINO= C.cionava problemas com posse de animais e escravos# .idar da primeira fase do processo entre partic.

e os gregos 0amais haviam tratado como ciMncia# .rgimento de . tamb1m são conhecidas dos prim!rdios do direito romano a Lex Canuleia GDD9 a#C#. a Lex "gulnia G$77 a#C#.al as decis@es das assembl1ias pleb1ias passavam a valer para todo o povoI# (.lava a responsabilidade civil# Entretanto.e restringiam a posse de terras p<blicas 4 ager publicus 4 e e6igiam 5.ma classe de 0. 5.ristas profissionais e de .al# E253 C'-'53= Encarregados do policiamento da cidade.as decis@es# Assemelhavam A fig.arda dos gMneros alimentícios e do com1rcio em geral# 6 PRIMEIRAS LEIS Ademais das "o/e Táb.tori/ava os plebe.13'*0.em não se cadastrasse eram considerados escravos por sonegarem impostos# .rídica e.as.al de aplicação dos m1todos da filosofia grega ao direito 4 .diosos da regra de "ireito.P8 a#C#.ição de &oma A c. a maior contrib.ra 0.m tema 5.'-534. 5.blicano 1 a Lex Aquilia.ra do advogado na sociedade at. pela 5.par cargos sacerdotaisI e a Lex Hortensia G.m dos c>ns. g.estor# B.e .s a oc.sI.e reg.lgação de leis bem redigidas.les fosse plebe. as Leges Licinae Sextiae G$:8 a#C#.rop1ia não foi a prom. 5. contratados pelos pretores para informá4los nas s. mas o s.18 C+13.ma ciMncia do direito. de .m processo grad.lt.P: a#C#. 5.-= (btinha informaç@es sobre os demais# ( censo era feito de 9 em 9 anos e passado ao 5. por meio de .3= Eram grandes est.tra lei importante do período rep.I.e permitia o casamento 4 ius connubii 4 entre patrícios e plebe.e a.

e deveriam ser ditas em 0.bstit.lários.m grande n<mero de tratados sobre direito# "entre os 0.fo.e o. em .moso tratado sobre todos os aspectos do direito 5.8 a#C# . e S1rvio S. amigo de Cícero# Assim. a.ma c.into C<cio Esc1vola.lávio.m sistema de direito e .ristas eram ativos e escreveram . 5.e .dicial tivesse início# Como.ito infl.a p.tor de .lt.ristas famosos da 1poca da &ep<blica estão B.ando a &ep<blica &omana foi s. em cerca de $77 a#C#.dá4los# +ndependentemente da veracidade desta tradição.tras pessoas p. estes form.blicado.lo ++ a#C# os 0.e veio a ser m. s.ma ação 0.ra do s1c. os form.lários com as palavras 5.em teria p. .postamente secretos.ída pelo -rincipado.ra 0.blicação teria permitido 5. eram conhecidos apenas pelos sacerdotes. as origens da ciMncia do direito em &oma relacionam4se com Cne. &oma 0á havia desenvolvido .19 7 PRIMEIROS DOUTRINADORES Tradicionalmente. antes da 1poca de .lávio.m vol. s.í/o para 5. na alt.dessem est.ente posteriormente.rídica sofisticados 5.lpício &.