REGULAMENTO NACIONAL DE ENSINO 2014

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CAPÍTULO I

GENERALIDADES

Artº 401 – Finalidades

São finalidades e principais intenções do presente RND: 1. Estabelecer as normas gerais que regulam as atividades ligadas ao Ensino de Competição – Dressage. 2. Orientar de forma racional a preparação do conjunto cavalo/cavaleiro Atleta de alta competição, com vista à representação nacional ao mais alto nível. 3. Promover a participação de novos cavalos e ou cavaleiros Atletas em Competições de Ensino, através de provas que lhes são reservadas. 4. Ajudar os cavaleiros Atletas sem pretensões internacionais, pondo à sua disposição um Regulamento didático que possibilite o ensino das suas montadas de forma progressiva e criteriosa. Artº 402 – Vigência e aplicação

1. O presente Regulamento entra em vigor a partir de 30 de Janeiro de 2013 25 de Fevereiro de 2014 e substitui toda a regulamentação precedente. 2. Este Regulamento deve ser aplicado em estreita correlação com os Estatutos, Regulamento Geral (RG) e Regulamento Veterinário (RV), da FEP. 3. Em todos os casos omissos neste Regulamento, será aplicado o Regulamento de Ensino da FEI, sendo as situações não previstas resolvidas pelo Delegado Técnico, Diretor de Concurso Competição, pela Comissão de Recurso ou pela FEP. 4. O presente Regulamento pode ser revisto e atualizado anualmente, mantendose em vigor enquanto a FEP assim o entender.

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CAPÍTULO II

DAS PROVAS Artº 403 – Níveis de competição

As provas de Ensino disputam-se mundialmente, em dois níveis diferentes: a. Nível Nacional, da responsabilidade das Federações Nacionais: b. Nível Internacional, promulgado pela FEI. Artº 404 – Graus de dificuldade

Ao nível de competição nacional, são estabelecidos os seguintes graus de dificuldade: Preliminar, Elementar, Médio e Complementar.

1. Grau Preliminar (P) Visa iniciar o cavalo nos princípios básicos do Ensino de competição. Conquistada a confiança do poldro na domesticação, o cavaleiro Atleta deve, durante o desbaste, garantir a calma empregando ajudas simples e suaves, às quais o jovem cavalo seja capaz de obedecer sem tentar furtar-se ou lutar contra elas. Nestas provas, procura-se o movimento solto e ritmado para diante, em descontração física e moral, entrando o cavalo nas rédeas (para se encostar). Mais do que a precisão da execução, interessa a progressividade e o comportamento obediente do cavalo novo. Andamentos de trabalho, círculos grandes, transições progressivas e curta imobilidade, podem ser pedidos. 2. Grau Elementar (E) Já iniciados nas lides do Ensino, o cavalo e cavaleiro Atleta têm agora que demonstrar que o fizeram de forma correta, movimentando-se o animal com a facilidade resultante não só das bases anteriores, mas também da adaptação, controlada pelo cavaleiro Atleta, da encurvação da sua coluna vertebral, à curvatura ou à retitude do exercício pedido.

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estas provas foram concebidas para verificar se o cavalo já adquiriu. São manifestações desta suave mas inequívoca resposta às ajudas. está já em causa a prontidão de resposta às ajudas impulsivas. sem precipitação do andamento ou alteração da colocação e manutenção do cavalo na mão. pode ser pedido. Digamos que o início da concentração. sem qualquer excesso ou bloqueio no quadro de ajudas do cavaleiro Atleta. 4. com clara conversão de amplitude em elevação nos encurtamentos. Grau Médio (M) Controlada lateralmente a linha de cima (coluna vertebral com os músculos e ligamentos que a acompanham). podem ser pedidos. Andamentos concentrados. meia-pirueta a passo. concentrar ou alargar os andamentos. a partir de uma ativação e entrada dos posteriores para debaixo da massa. Estas provas já exigem progressos no equilíbrio e na impulsão. sempres sem alteração do contato elástico. a fixidez da atitude. sem alteração do ritmo do andamento. aceitação e procura do contato com a mão do cavaleiro Atleta. enérgicas mas suaves. recuar. não só um elevado grau de impulsão e equilíbrio mas também a necessária retitude e concentração. ladear. 3. passagens de mão simples (com transição pelo passo) e passagens de mão isoladas sem precisão de local. isto é. Grau complementar (C) Correspondendo ao grau de dificuldade mais elevado previsto neste Regulamento. vai começar a gerar uma certa distinção nos andamentos do cavalo. espádua a dentro. médios e largos. esboços de serpentina a galope e cedência à perna. serpentinas a trote. há que desenvolver a sua flexibilidade longitudinal. bem como movimentos laterais. círculos médios.3 Para além daquela obediência calma e descontraída. que permitam ao cavaleiro Atleta. e vice-versa nos alargamentos. A mais completa sujeição na concentração e na extensão deve manifestar-se por transições corretas. galope invertido ou ao revés. A qualidade do ensino resultante da Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Aumentos de amplitude das passadas. Grau de dificuldade é equivalente ao grau “Children” do RGE/FEI.

só sendo obrigado a transitar para este quando obtenha por 5 vezes no espaço de um ano. Grau de dificuldade é equivalente ao grau “Juniors” do RGE/FEI. 2. passagens de mão aproximadas e exercícios preparatórios para as meias piruetas a galope podem ser pedidos. Grau Preliminar Concebido prioritariamente para os cavalos com idade mínima de 4 anos. 2. abrindo-se-lhe porém a hipótese de experimentar as provas do grau superior. Os conjuntos que não disputaram provas no ano anterior são qualificados para o grau que tinham no ano antecedente. c) Inversamente. Contra-passagens de mão a trote. O critério da qualificação resulta do seguinte conceito: a) Um conjunto poderá sempre disputar provas do seu grau sem limite de tempo determinado. consideram-se os conjuntos qualificados para os mesmos graus em que se disputaram provas no ano anterior. sempre que por 3 vezes consecutivas obtenham percentagens inferiores a 55%. é permitido que os conjuntos regressem ao grau inferior até ao final do ano civil. classificações iguais ou superiores a 65%. Grau Médio e Complementar Destinado a cavalos com idade mínima de 6 anos. 3. Na data de entrada em vigor deste Regulamento. b) A obrigação de transitar o referido na alínea anterior só deverá ser realizada no início do ano seguinte àquele em que alcançou as referidas classificações. Artº 405 – Conceito de qualificação 1. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Grau Elementar Concebido prioritariamente para os cavalos com idade mínima de 5 anos.4 correta interpretação da “Escala de Treino” (ver artº 450 deste Regulamento) permitirá ao conjunto ascender às provas de nível Internacional. Artº 406 – Qualificação para os diversos graus 1.

com cavaleiros atletas diferentes. O mesmo cavalo pode participar em duas provas por dia. Nível internacional As provas de nível internacional são abertas a todos os cavalos a partir de: Nível Juniors FEI – 6 ou mais anos Nível Young Riders / PSGeorge FEI – 7 anos ou mais anos Nível Grande Prémio – 8 ou mais anos e mais de 149 cm de altura. alínea a)). Artº 408 – Número de provas permitido a cada conjunto por dia 1. nº 2. “Seniores” e “Veteranos” 1. Artº 407 – Cavaleiros Atletas Debutantes Considera-se debutante em Ensino durante uma época. 2. “Juniores”. sendo o limite normal de dois por prova. Em cada Concurso Competição um concorrente Atleta poderá montar até seis cavalos. “Juvenis”. Diariamente. 3. Nos termos do Art. Poderá a Comissão organizadora aceitar até ao máximo de três cavalos por prova. desde que um deles seja Iniciado. Neste caso não será obrigatório que a ordem de entrada respeite o intervalo regulamentar de 30 minutos.5 4. medidos ao garrote. cada conjunto poderá participar em duas provas sendo uma do grau para o qual está qualificado e outra de grau superior (Art. Jovens Cavaleiros”. o cavaleiro Atleta que nunca tenha disputado provas desta disciplina. 26º do RG/FEP e considerando o ano civil: a) É Iniciado o cavaleiro Atleta a partir do início do ano em que atinge desde os 8 anos até ao fim do ano em que perfaz aos 11 anos Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Esta possibilidade poderá ser impedida pela Organização de um Concurso uma Competição por razões de tempo útil. 405º. ou inferior (neste último caso fora de prémio). incluindo as que fazem parte do Concurso Completo de Equitação e Equitação de Trabalho. Artº 409 – Participação de “Iniciados”.

São provas de equitação clássica. b) É vedada aos Juniores e Jovens Cavaleiros a sua participação no Campeonato de Portugal de Seniores. A coreografia deverá demonstrar uma clara sincronia entre cavaleiro Atleta e cavalo bem como uma harmonia em todos os movimentos e transições. Juvenis. Os cavaleiros Atletas Iniciados. Juniores e Jovens Cavaleiros poderão participar nas provas para Seniores nas mesmas condições destes.6 b) É Juvenil o cavaleiro Atleta a partir do início do ano em que atinge os desde os12 anos até ao fim do ano em que perfaz 13 até aos 14 anos. f) São É Veteranos os praticantes a partir do início do ano em que atingem dos 40 anos (Senhoras) e 45 anos (Homens). d) É Jovem Cavaleiro o praticante a partir do ano em que atinge desde os 16 anos até ao fim do ano em que perfaz até aos 21 anos. completamente livre de criar a sua própria coreografia dentro do limite de tempo especificado pelo regulamento. 2. criar impacto junto dos meios de comunicação social e desenvolver o sentido artístico do cavaleiro. Artº 410 – Provas livres com música As provas livres com música (Freestyle) foram concebidas para interessar o público. com acompanhamento musical que incluem todos os andamentos e exercícios próprios de cada grau de dificuldade. e) É Sénior o praticante a partir do início do ano em que atinge desde os 19 anos. A FEP poderá autorizar a realização de provas livres com música para todos os graus de dificuldade existentes no Regulamento nacional. O cavaleiro Atleta é. com uma forte componente artística. bem como provas de pares (pas de deux) desde. com as seguintes limitações: a) Aos cavaleiros atletas Iniciados só é permitida a participação nas provas até ao Grau médio. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . desde que seja organizado o seu próprio Campeonato. no entanto. c) É Júnior o cavaleiro Atleta a partir do início do ano em que atinge desde os 14 anos até ao fim do ano em que perfaz até aos 18 anos. tal lhe seja solicitado pela Comissões Organizadoras e que sejam cumpridos todos os requisitos dos Regulamentos FEP e FEI.

Concurso Competição de Ensino Nacional……… . .. assim entendidos na interpretação do Artº 3 do RG/FEP.Concurso Competição de Ensino Regional …… ..Concurso Competição de Ensino Especial …….Campeonato Nacional de Escolas ………………….Concurso Competição de Ensino Internacional… .Campeonato Regional dos Açores de Ensino…. pretende-se facultar às organizações opções diversificadas no que respeita ao nível das provas a realizar e correspondentes custos em prémios e infraestruturas.Campeonato de Portugal de Ensino ………………… . ..7 CAPÍTULO III DOS CONCURSOS DAS COMPETIÇÕES Artº 411 – Categorias dos Concursos das Competições 1.Taça de Portugal de Ensino ……………………… .Campeonato de Portugal de Cavaleiros Profissionais CDI CDN CDE CDR CPD CPDO CCN TPD CRAD TAD CCNA CNED CPEA CPCP 2. 3.Taça Açores de Ensino …………………………… .Campeonato de Portugal de Equitação Adaptada . .Campeonato de Portugal de Ensino Open ……….. Os Concursos As Competições de Ensino ou Dressage.. Com este escalonamento.Critérios de Cavalos Novos dos Açores …………… . Assim. os Concursos as Competições de Ensino (CD) devem prever a realização das seguintes provas: a) CDI – Concurso de Ensino Internacional Nestes Concursos. dividem-se nas seguintes categorias: .Critérios de Cavalos Novos …………………………. . . Nestas Competições o programa é sujeito a aprovação da FEI b) CDN – Concurso Competição de Ensino Nacional (de acordo com o Anexo J M) Nestes Concursos Nestas Competições realizam-se Provas dos seguintes graus: Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .

como sejam feiras.PSG . estes concursos estas Competições.Grau Preliminar – P . e) CPD – Conforme definido no Anexo A f) TPD – Conforme definido no Anexo B g) CCN – Conforme o definido no Anexo C h) CPCP – Conforme definido no Anexo M P i) CCNA – Conforme definido no Anexo P Q j) CNED – conforme definido no Anexo Q S k) CPD OPEN – Conforme definido no Anexo S T l) CRAD – Conforme definido no Anexo N m) TAD – Conforme definido no Anexo O Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .Grau Complementar – C . George . prémios pecuniários. autorizadas caso a caso pela FEP visam permitir aos Centros Hípicos e às Comissões Organizadoras realizar provas de Ensino de vários graus e níveis de dificuldade. Estes concursos Estas Competições não têm prémios pecuniários. visam permitir às Comissões organizadoras incluir provas de Ensino de vários graus e níveis de dificuldade. autorizadas caso a caso pela FEP. jumpings e outros. Estes concursos têm obrigatoriamente. para qualquer grupo etário de cavaleiros Atletas em eventos Competições equestres de qualquer natureza. para qualquer grupo etário de cavaleiros.8 .Grau Elementar – E .Grau G.Provas FEI cavalos novos de 4 anos . estas Competições.Grau Médio – M .Grau S. Atletas em eventos Competições equestres de qualquer natureza.Provas FEI cavalos novos de 6 anos . d) CDR – Concurso Competição de Ensino Regional (de acordo com o Anexo U V) Sem graus preestabelecidos. Prémio – GP c) CDE – Concurso Competição de Ensino Especial Sem graus preestabelecidos.Provas FEI cavalos novos de 5 anos .

Igualmente nos termos do RG/FEP qualquer CO que desista de realizar o seu Concurso Competição deve. todos os técnicos Oficiais e cavaleiros Atletas inscritos e indemnizar das despesas os proprietários dos cavalos que iniciarem viagem ou já tenham chegado ao local do Concurso. comunicar esse facto à FEP. 2. a) Se a desistência se verificar antes do Programa aprovado. aos técnicos e aos cavaleiros inscritos. bem como a categoria do Concursos Competições que pretendem realizar. a CO. até 15 de Outubro de cada ano. 2. aos técnicos Oficiais e concorrentes Atletas se for o caso. e se não houver acordo será arbitrada pela FEP. Nos termos do Artº 16 do RG/FEP as Comissões Organizadoras (CO) que pretendam organizar Concursos Competições de Ensino devem.Obrigatoriamente. b) Se a desistência se verificar depois do Programa aprovado.9 CAPÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO DOS CONCURSOS DAS COMPETIÇÕES Artº 412 – Calendarização e suspensão de Concursos Competições 1.Multa da FEP c) Um Concurso Uma Competição só se realizará. Nota: Estes procedimentos só serão possíveis e obrigatórios para os casos de boletins de inscrição devidamente preenchidos. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . de imediato. com um mínimo de 10 conjuntos inscritos. comunicar por escrito às FEP a sua pretensão indicando a data e datas alternativas. No caso deste número mínimo não ser atingido deverão as CO comunicá-lo à FEP. Este pedido deve ser acompanhado da taxa de organização no valor anualmente fixado pela FEP a qual será devolvida no caso de o Concurso Competição não ser autorizada. além do regulamentado em a) fica sujeita a: 1. não será restituída taxa de organização. avisar por fax ou e-mail. Esta indemnização será acordada entre a CO e os interessados. sem o que incorrerão nas sanções mencionadas em b) que decidirá da sua realização. por razões que a FEP entenda válidas. obrigatoriamente.

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Artº 413 – Programas provisório e definitivo

1. Nos termos do RG/FEP, as CO devem enviar à FEP os Programas Provisórios para aprovação até 2 meses antes da realização do Concurso da Competição. Estes Programas terão de ser enviados em suporte digital, de acordo com a minuta estabelecida para este fim e disponível no site da FEP. 2. Deste Programa devem constar os seguintes elementos: - Informação Geral  Categoria do Concurso da Competição  Horário geral  Comissão Organizadora  Comissão de Honra  Inspeção Veterinária  Programa das Provas  Indumentária  Informação sobre o alojamento dos cavalos (boxes, medidas, custo)  Prémios - Elenco Técnico  Diretor do Concurso da Competição  Juízes  Comissão de Recurso  Delegado Técnico  Assistência Médica  Assistência Veterinária  Locução  Resultados  Secretariado / Informação - Condições  Pistas (piso e medidas)  Pistas de aquecimento (piso, localização e medidas) - Calendário e local da prova - Condições de Inscrição  Cavalos e cavaleiros Atletas autorizados
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 Prazos  Valor  Limite do nº de cavalos - Documentação necessária para os Equinos - Reclamações e cauções - Instalações de cavalos - Outras indicações úteis (indicação de hotéis, itinerários, contatos de interesse, etc.) 3. Após aprovação final pela FEP do Programa Provisório, deve ser elaborado o Programa Definitivo e difundido a tempo dos concorrentes Atletas poderem cumprir os prazos de inscrição. 4. O Programa Definitivo, para fornecimento aos concorrentes Atletas e distribuição ou venda ao público, deve incluir, além dos elementos obrigatórios do Programa Provisório, os seguintes: a) Declaração que o Concurso a Competição decorre sob os Regulamentos e aprovação da FEP. b) Horário das provas.

Artº 414º - Inscrições

1. Desde que as Comissões Organizadoras publiquem os seus programas atempadamente, as inscrições estão abertas desde o momento dessa publicação, no mínimo 30 dias antes do Concurso da Competição. O fecho das inscrições deverá respeitar o prazo mínimo de 10 dias após a abertura. As inscrições são obrigatoriamente feitas on-line (Circular nº 27 de 17 de Dezembro de 2012). 2. Nos termos do artº 22 do RG/FEP as desistências das inscrições devem ser comunicadas até ao fecho das mesmas, podendo a CO, neste caso, reter 10% do seu valor, a título de despesas de expediente. 3. As inscrições, irregulares, não oportunamente corrigidas, acarretarão: a) A sua anulação quando constatadas antes da prova; b) A eventual desclassificação e devolução dos prémios, depois da prova; c) Em qualquer caso a perda do quantitativo da inscrição;

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d) Nenhum concorrente Atleta poderá iniciar um Concurso uma Competição sem ter efetuado o pagamento das suas inscrições. 4. As CO devem exigir uma caução no valor de 25 € para que possa ser aceit e a inscrição. O valor desta caução será conforme os casos, devolvido ou entrará em contas como uma vulgar inscrição. 5. As CO comprometem-se a só fazer o depósito dos cheques recebidos para o pagamento de cauções ou inscrições no dia seguinte ao da última prova de cada Concurso Competição. 6. O valor da inscrição tem de constar no programa do Concurso da Competição. 7. Qualquer prova que não contemple a atribuição de prémios pecuniários não pode ter um valor de inscrição superior a 25€ por conjunto. 8. Nas provas em que esteja contemplada a atribuição de prémios pecuniários, o valor da inscrição deverá ser estipulado proporcionalmente ao montante dos prémios monetários a atribuir em cada uma das respetivas provas, devendo, em qualquer caso, a sua fixação respeitar o facto de o valor dos prémios monetários até ao 4º lugar, não ser inferior ao valor de inscrição. 9. Podem ser estipulados valores de inscrição diferentes, para provas de diferentes graus de dificuldade, no entanto os limites anteriormente determinados deverão ser sempre respeitados. Artº 415 – Ordem de entrada

1. O sorteio da ordem de entrada dos concorrentes Atletas deve ser feito na presença do Presidente do Júri do Concurso da Competição ou do Delegado Técnico da FEP. 2. Se um cavaleiro Atleta montar mais que um cavalo, a ordem de entrada deve ser estabelecida, de forma a garantir um intervalo mínimo de 30 minutos entre as suas apresentações. 3. O júri não pode chamar um concorrente Atleta antes da hora afixada a não ser com a concordância deste. 4. A ordem e hora de entrada dos concorrentes Atletas serão afixadas, no mínimo, com 12 6 horas de antecedência. Artº 416 – Secretariado
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Artº 417 – Processo do Concurso da Competição 1. Artº 418 – Encargos com os Técnicos Oficiais de Competição Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . b) Proceder à distribuição das pastas aos Juízes. 2.13 É indispensável a existência de um responsável pelo apoio de secretaria. c) Relação dos prémios atribuídos. d) Quadro contendo as pontuações atribuídas por cada Juiz. total geral. (1) Eventualmente outras verbas que caibam à FEP (multas ou depósitos de recursos). b) Lista dos concorrentes Atletas entrados em cada prova. a qualquer título. encarregados do cálculo e imediata afixação dos resultados provisórios. percentagem obtida por cada conjunto e classificação (Quadro de resultados em anexo A D). bem como dos procedimentos aplicados ou sanções impostas pelos Júris Juízes. pontuação média. O processo do Concurso da Competição consta de: a) Programa do Concurso da Competição. 1 Secretário leitor por cada um dos Juízes. f) Relatório das infrações disciplinares havidas ou outras irregularidades. indicando os conjuntos premiados. e) Justificativo das importâncias devidas à FEP. o qual deverá: a) Conhecer nas suas grandes linhas as Normas e Regulamentos. as quais devem conter as ordens de entrada e os as folhas de notação protocolos: c) Ser assistido por:    2 Secretários auxiliares. Após o Concurso a Competição. 1 Elemento de ligação entre o Júri e o Secretariado. g) Qualquer outro assunto ou sugestão. a CO deve enviar à FEP no prazo de 8 dias. o processo do Concurso da Competição acompanhado das verbas que de acordo com o RG lhe caibam.

As despesas de transporte. tem por base os valores divulgados anualmente em circular da FEP. Além disso. Haverá contudo. O valor do subsídio diário e de transporte. referidos no ponto anterior.14 1. As CO têm a seu encargo o alojamento. Artº 419 – Promoção das Competições e Difusão dos resultados Além da prévia propaganda junto do público. calculam-se com base no dobro dos quilómetros entre a residência e o Concurso. a alimentação e as despesas de transporte dos Oficiais da FEP nomeados para o Concurso a Competição. controle de documentos de identificação e sanidade de equinos efetuado pelo Médico Veterinário de serviço. As despesas de transporte. Artº 420 – Inspeções Veterinárias Serão unicamente obrigatórias no Campeonato de Portugal de Ensino. devem atribuir um subsídio diário aos membros do Júri e Comissários. a difusão dos resultados pelos meios de comunicação social. quando o Oficial viaja em viatura própria. no Campeonato de Portugal de Ensino Open e na Final da Taça de Portugal de Ensino. ao que deve acrescer o valor gasto em portagens. para além de 50 Km. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . calculam-se com base no dobro dos quilómetros entre a residência e o Concurso. no fim de cada dia de provas. ao que deve acrescer o valor gasto em portagens 2. devem as CO prever. e tem por base os valores divulgados anualmente em circular pela FEP.

e) Devem existir palha. Artº 422 – Terreno e instalações anexas 1. se possível com duche quente para homens e senhoras. No caso de se tratar de uma box deverá ser solicitada pelo concorrente Atleta para o efeito. bem como estar dotado das instalações sanitárias e de balneários para os participantes. feno e aparas e alimento concentrado (“ração”) que possam ser adquiridos para a cama e/ou alimentação dos cavalos. com luz. tendo as boxes as dimensões mínimas de 9m2 (3x3). f) O parque de camiões e caravanas deverá ser espaçoso e ter as necessárias ligações de água. tendo local destinado ao duche dos cavalos. Piso e dimensões A pista deve ser plana e nivelada. Para os outros Concursos as outras Competições são aconselháveis tais instalações. As boxes dos cavalos deverão ser seguras. energia elétrica e esgoto. devendo ser garantida a sua vigilância. com 60 metros (ou 40 metros) de comprimento e 20 metros de largura.15 CAPÍTULO V DAS ESTRUTURAS Artº 421 – Alojamento de cavalos e tratadores A CO deve garantir alojamento para cavalos e tratadores desde dois dias desde um dia antes do início do Concurso da Competição até um dia depois da sua conclusão. a) A instalação para cavalos deve ser adequada e segura. e será paga ao preço que a organização definir. tem de haver instalações sanitárias para tratadores. b) Poderá ser facultado espaço reservado para os arreios e respetivas caixas. A diferença de nível da pista ao longo da Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . de preferência junto da instalação dos cavalos. c) Em todos os Concursos as Competições com mais de um dia de provas. d) Devem estar previstos locais onde os tratadores possam adquirir a sua alimentação.

30 metros de altura.50 metros desta e perfeitamente visíveis para concorrentes. no mínimo. para afixação das ordens e horários de entrada e publicação imediata de resultados (Quadro de resultados conforme Anexo A . Um painel.20 metros de largura. .Uma sineta ou campainha para aviso do início e interrupções das provas. contendo lugares sentados para a assistência. juízes e público. 0. adequada à importância da Competição e à dignidade devida a todos os participantes. em número suficiente. O piso deve ser elástico e homogéneo constituído predominantemente por areia. a cerca de 0. de 2 metros à parede e do público. A vedação deve ser branca com cerca de 0. As cancelas ou vedação devem ser construídas de forma a evitar a possibilidade de acidentes se tocadas ou pisadas pelos cavalos. Como equipamento mínimo necessário para o desenrolar das provas deve-se dispor de: . O local da competição deverá ter uma apresentação cuidada. As medidas referidas são do interior da vedação a qual deve estar separada do público por uma distância não inferior a 10 metros. As pistas de provas e de aquecimento deverão ter a mesma qualidade de piso.60 metros (ou 0.16 diagonal ou do comprimento não deve. A parte da vedação junto a “A” deve ser fácil de m over para a entrada e saída dos concorrentes. de qualidade e com uma manutenção que garanta a integridade física dos cavalos. durante todo o tempo de duração das provas. A entrada deve ter no mínimo 2 metros de largura. A FEP poderá conceder exceção a esta regra. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . exceder 1%. As letras serão colocadas fora da vedação. visível pelo público e concorrentes. os três pontos D.D). A linha do meio. Nas competições “indoors” a pista deve ter uma distância. sendo o mesmo uniforme.Instalação sonora para comunicação com os Atletas e eventual emissão musical. X e G e um metro para cada lado destes. devem ser marcados no terreno de forma discreta (com rolo ou ancinho). para as provas livres com música.40 metros) no comprimento e 0. em caso algum.

elevados cerca de 50 cm do nível do chão. Nesta pista é interdito o trabalho de cavalos à guia. b) De acordo com o Artº 436 o número de Juízes pode variar segundo o nível grau das provas. Pista de aquecimento Deverá ter as mesmas dimensões. e piso semelhante igual à pista da competição. Os abrigos colocam-se a 5 metros da vedação nas posições C (Presidente). mas suficientemente isolada para não prejudicar o decorrer das provas. e deve ser aberta aos Atletas concorrentes um dia antes do início do Concurso durante o dia que antecede a Competição. devendo existir local apropriado para esse fim. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . 3. Colocação e acomodação do Júri de terreno: a) Os Juízes devem ser instalados em pequenos abrigos. A pista de aquecimento deve situar-se próxima daquela. Recomenda-se a colocação de um Juiz lateralmente na posição B ou na posição E. B e E. de modo a garantir uma boa visibilidade. H.17 2. M.

A pista de competição abre para treino na véspera das provas durante um mínimo de 8 horas. podendo ser publicado horário de utilização. quando razões de força maior. A abertura da pista para treino poderá. b) Contudo. para regularizar o piso.18 4. Pausas a) Devem ser efetuadas pausas. A ordem e a hora de entrada dos concorrentes Atletas devem ser afixadas à entrada da pista de aquecimento. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . devidamente ponderadas pelas CO’s assim o determinarem. no entanto. 6. de cerca de 10 minutos. A pausa ou interrupção de uma prova nunca deverá exceder 2 horas e não deverá deve ser interrompida por outra prova. não ser permitida. 5. obrigatoriamente com um mínimo de 12 6 horas de antecedência. se o número de concorrentes Atletas numa prova exceder aproximadamente 40 conjuntos a CO deve poderá dividi-la por dois dias. na secretaria e/ou outros locais convenientes. por cada 6 a 10 conjuntos entrados em pista.

mantendo no entanto a sua classificação na prova e o direito aos restantes prémios. no entanto.19 CAPÍTULO VI DOS PRÉMIOS Artº 423 – Generalidades As CO’s deverão diligenciar para que sejam atribuídos aos Atletas prémios em troféus. o grau Médio menos 20% que o grau Complementar. 2. através de circular. Os conjuntos que numa prova obtenham percentagem média inferior a 60% não terão direito a prémio pecuniário. Artº 424 – Montante dos prémios 1. eventualmente placas para o dono do cavalo. desde que obtenha uma percentagem superior a 60%. O grau Complementar deverá ter menos 30% do quantitativo do grau mais baixo do nível Internacional. ser respeitadas as percentagens de diferença entre cada grau de provas. Nas restantes provas do calendário. os prémios pecuniários serão atribuídos de acordo com o critério das CO devendo. 5. As provas reservadas a Iniciados. não havendo obrigatoriamente prémios pecuniários. 1. Nas provas em que esteja estipulada a atribuição de prémios pecuniários. Juvenis e Juniores são dotadas de Objetos de Arte. Os prémios não distribuídos reverterão para a Comissão Organizadora do Concurso da Competição. um em cada quatro concorrentes Atletas dessa prova. o grau Elementar menos 20% que o Médio e o grau Preliminar menos 20% que o Elementar. quais as provas com prémios pecuniários obrigatórios e quais os seus montantes 2. Taças e Laços e. a FEP deverá comunicar. como especificado no número seguinte. tem direito a prémio. 3. 4. No início de cada ano. laços e monetários. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .

8. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .20 6. 1º 25 % 2º 20 % 3º 18 % 4º 12 % 5º 10 % 6º 7% 7º 5% 8º 3% Suplem. Igual ao 8º A percentagem indicada diz respeito ao montante total de cada uma das provas com prémios pecuniários. É ainda considerado um prémio suplementar (igual ao 8º). No caso de uma prova registar um número não superior a 20 conjuntos inscritos. podem não contemplar a atribuição de prémios pecuniários. As “provas de cavalos novos”. quando realizadas no âmbito de um CDN. por cada 4 concorrentes Atletas a mais após o trigésimo segundo participante. 7. A distribuição dos prémios é feita de acordo com a tabela seguinte. a distribuição dos prémios pecuniários deve ser feita de acordo com a tabela aqui definida: 1º 27 % 2º 23 % 3º 19 % 4º 17 % 5º 14 % A percentagem indicada diz respeito ao montante total de cada uma das provas com prémios pecuniários.

Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . devem apresentar uma autorização escrita da sua Federação para obterem a licença da FEP. Campeonatos Europeus e do Mundo. Só podem participar em Concursos Competições Internacionais. Artº 426 – Registos e licença Nos termos do artº 28 do RG/FEP: 1. c) Estrangeiro residente – todo o cidadão estrangeiro domiciliado em Portugal. quanto a nacionalidades. b) Nacionais não residentes – todo o cidadão Português domiciliado no estrangeiro. Os cavaleiros Atletas estrangeiros que desejem concorrer competir em Portugal. Os cavaleiros Atletas que sejam possuidores de mais do que uma nacionalidade. devem optar por uma vez. 3. Todos os cavaleiros Atletas que desejam tomar parte em Concursos Competições. Jogos Regionais e Olímpicos como representantes do País da sua nacionalidade. os seguintes cavaleiros Atletas: a) Nacionais residentes: todo o cidadão Português residente em território nacional. Os cavaleiros Atletas “estrangeiros residentes”. aos “nacionais residentes”. que obtiverem licença da FEP são equiparados.21 CAPÍTULO VII DOS CAVALEIROS DOS ATLETAS Artº 425 – Nacionalidade Nos termos do artº 25 do RG/FEP: 1. 5. qual o País que pretendem representar quando dos Concursos das Competições referidas em 4. desde que aqui passe regularmente mais de 6 meses por ano e obtenha a respetiva licença. desde que passe regularmente mais de 6 meses por ano nesse país estrangeiro e obtenha a respetiva licença. exceto nos Campeonatos Nacionais. Os cavaleiros Atletas referidos em 2. 4. e 3. 2. A FEP reconhece. devem estar registados e obter da FEP a respetiva licença anual.

esta exceção está limitada à prova e ao aquecimento. em substituição do toque. São considerados os seguintes tipos de licença: a) Praticante concorrente – para todos os cavaleiros Atletas que queiram entrar em provas oficiais de acordo com a sua categoria (escalão etário) ou daquela em que pretendam competir. 2. chapéu alto. Não sendo possível. É igualmente obrigatório o uso de botas altas pretas 2. chapéu de coco ou cartola. plastron branco ou gravata branca e luvas. luvas e botas altas pretas. Provas de nível Internacional: É obrigatório o uso de casaca de abas. b) Praticante não concorrente – para todos os cavaleiros Atletas que não desejam entrar em provas oficiais. Provas de Grau Complementar: É aconselhável o uso de vestuário igual ao das provas de nível internacional. Qualquer Atleta (ou outra pessoa qualquer) que viole esta norma deve ser de imediato proibida de montar mais a cavalo. Elementar e Preliminar: É obrigatório o uso de casaca curta de cor escura ou preta. 4.22 válida desde a data da sua emissão em que é feita até final do ano. que antecede a prova. no mínimo obrigatório vestuário idêntico ao das provas indicadas no nº seguinte. calções brancos. Artº 427 – Vestuário e equipamento 1. e sem a qual não poderão concorrer. é. sempre que estiverem a montar a cavalo. A restante matéria relativa a este assunto encontra-se regulamentada nos outros números do artº acima referido. Provas de grau Médio. podem utilizar a cartola. até que seja usado o toque. O toque deverá ser usado pelos Atletas (tal como por qualquer outra pessoa). calções brancos. 3. que incluiu a deslocação montada entre Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Contudo. A seguinte exceção pode ser aplicada: Atletas com mais de 18 anos que estejam a montar cavalos de 7 anos ou mais. plastron ou gravata branca. 3.

membros e funcionários de Estabelecimentos Militares e de Centros Nacionais de Criação Cavalar poderão usar em todas as provas a farda respetiva.  É interdito. pode ser usada nas mesmas condições que o toque. nos escalões Sénior. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . É no entanto recomendado que os Atletas que estiverem ao abrigo deste regime de exceção. 5. 6. o aquecimento e regresso às boxes. para sua própria proteção. Uso de vara  É facultativo em todas as categorias de Concursos Competições previstas no artº 411 deste Regulamento. transformada para proteção.23 as boxes e a pista de aquecimento. em todo o recinto de competição. para as provas de grau Internacional da Final da Taça de Portugal de Ensino (TPD) e no CPD. A cartola. com exceção dos Concursos Competições de Ensino Internacionais (CDI). Os Militares. Uso de esporas:  É facultativo nas Provas de grau Preliminar  É obrigatório em todas as outras Provas 7. Jovens Cavaleiros e Júnior conforme consta do nº 13 12 do artº 413 deste Regulamento. usem o toque sempre. pista de provas.

George ou superiores. Cavalos Novos Considera-se “Cavalo novo” os cavalos de 4.24 CAPÍTULO VIII DOS CAVALOS Artº 428 – Idade dos cavalos 1. durante uma época. os cavalos que nunca tenha disputado provas de ensino. Artº 429 – Categoria dos cavalos Para efeito de participação em provas exclusivas consideram-se as seguintes categorias: 1. considera-se que os cavalos fazem anos no dia 1 de Janeiro de cada ano. Cavalos de nível Internacional Consideram-se cavalos de nível Internacional todos os que tenham disputado provas de grau S. Para efeitos do número anterior. 3. 7 anos nos graus ou escalões de S. 2. Para as provas internacionais de cavalos novos (FEI) a idade dos cavalos é de 4. incluindo as que fazem parte do Concurso Completo de Equitação e de Equitação de Trabalho. 3. 5 e 6 anos de idade 2. Cavalos debutantes Considera-se “Debutante”. George ou Jovens Cavaleiros e de 8 anos para um cavalo poder participar numa prova de nível Grande Prémio. Nenhum cavalo pode tomar parte em Concursos Competições Oficiais com menos de 4 anos de idade. Artº 430 – Registos e licenças Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . É obrigatória a idade mínima de 6 anos para um cavalo poder participar numa prova de nível Internacional no escalão de Juniores. 5 ou 6 anos. 4.

sendo facultativo o uso de proteção de focinheira ou barbela. etc. para além do definido no parágrafo anterior. mediante afixação de comunicado escrito válido para um dia. a licença é válida desde a data em que é feita até 31 de Dezembro do ano a que se refere. O uso de capuzes está sujeito à aprovação prévia por parte do Presidente de Júri do Concurso da Competição.) com ou sem proteção. São permitidas a crina e a cauda entrançadas. adornos na cauda. 3. cruzada. 4. é também proibido em prova o uso de proteções nos membros do cavalo. sem coberturas e suadouro de cor branca ou creme. etc. 2. De acordo com o cabeçalho de cada prova usar-se-á bridão ou freio e bridão. Com freio e bridão é obrigatório o uso de focinheira simples. antolhos. É obrigatório o selim tipo inglês. O tipo de embocaduras permitido está descrito no Anexo E. pela disciplina no campo de aquecimento. Está porém autorizado o uso de freio e bridão aos cavaleiros Atletas Iniciados e Juvenis nas provas P e E. em qualquer local do concurso da Competição. bem como se Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . A utilização de rédeas fixas. quaisquer rédeas auxiliares deslizantes. O registo inicial é definitivo. 5. sob pena de eliminação do conjunto. Nos termos dos art. flash. bem como a gamarrilha. Artº 431 – Arreios 1. 3.25 1. que o cavaleiro Atleta monte o seu cavalo ou o trabalhe de outra forma usando gamarras. contudo esta opção acarretará uma penalização de 3 pontos. ordem de entrada. 33 e 34 do RG/FEP um cavalo para poder participar em qualquer concurso Competição tem de estar registado na FEP e possuir a respetiva licença anual. ou trimestral. rodelas. só é permitida quando o cavalo é passado à guia. Está proibido. 2. Com bridão é facultativo o uso de focinheira simples ou das compostas por dois elementos (alemã. A restante matéria acerca deste assunto encontra-se regulamentada nos outros números do artigo acima referido. As CO devem nomear comissários que zelarão pelo cumprimento deste artigo.

Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .26 encarregarão de verificar as embocaduras. as esporas e os capuzes após o final de cada prova.

faz ou email da sua pretensão. As CO’s deverão providenciar um elemento.1. por carta. a data e o local do evento da Competição.1. o nome e assinatura do Juiz que o referido candidato secretariou.1.1 Informar a FEP. se poderão candidatar ao curso de formação. Neste formulário deve constar o grau das provas que secretariou. 1. o candidato deve remeter à FEP:   Curriculum vitae que ateste a sua ligação à disciplina. sejam diferentes de concurso para concurso possibilitando assim aos cavaleiros uma apreciação mais variada e aos Juízes mais oportunidades de julgamento.2 Somente os candidatos com dez provas secretariadas e comprovadas através de formulários. O candidato a Juiz Nacional nível 1 (JN 1) deve: 1. abrindo a FEP um processo para cada um dos formandos. para secretariar cada um dos Juízes.3 Para a elaboração do processo de candidatura só contam as provas Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . durante a realização das provas. 1. devida e completamente assinados e preenchidos. 1.27 CAPÍTULO IX DO JULGAMENTO DAS PROVAS Artº 432 – Membros de um Júri Os membros do Júri de Concursos de Dressage Competições de Ensino devem ser propostos de entre os que figuram na lista de Juízes da FEP. Recomenda-se que. Qualificação 2. Categorias Os juízes são classificados em 3 níveis a) Juiz Nacional nível 1 (JN1) b) Juiz Nacional nível 2 (JN2) c) Juiz Nacional nível 3 (JN3) 2. Para a elaboração do processo de candidatura. Entrega de um formulário (cedido pela FEP) após cada Concurso Competição em que o candidato secretariou um Juiz nacional de nível 2 ou 3.1.

A rejeição de qualquer pedido de candidatura terá de ser devidamente fundamentada pela Comissão Técnica (CT). bem como Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . 2.7 Os cursos de formação devem ser realizados durante Concursos Competições nacionais. julgar provas oficiais de ensino de todos os graus até S. 1. 1.3 Ser considerado apto pela CT.1. com sucesso. tendo sido membro de júri de pelo menos 4 Concursos Competições de entre os previstos no artº 411 deste Regulamento. 2. nomeadamente no que respeita ao conhecimento dos Regulamentos da FEP e da FEI. devida e completamente preenchido.5 O candidato a Juiz Nacional nível 1. 1.2. 1. após a frequência do curso de formação e da realização.2 Para Juiz Nacional nível 2 (JN 2) 2.2. de provas teóricas e práticas.1. O desempenho do candidato a JN2 será objeto de relatório elaborado pelo Juiz tutor e submetido a aprovação pela Comissão Técnica de Ensino.6 A aprovação no curso permitirá a esta categoria de Juiz Nacional nível 1.28 secretariadas em Concursos Competições Oficiais do calendário da FEP/FEI. 2. dos Regulamentos FEP e FEI. criando-se assim a possibilidade de realizar os testes práticos suficientes para avaliar a capacidade de cada candidato. só será considerado apto pela CT. o mesmo será objeto de análise pela Comissão Técnica que deliberará sobre o pedido do candidato para frequentar o curso de formação.1. continuando a demonstrar competência.2 Secretariar um Juiz “Tutor” em 20 (vinte) provas de grau Grande Prémio e julgar (Shadow juging) 10 (dez) provas de grau Grande Prémio ou Grande Prémio Especial.1.1 Terem passado no mínimo 2 anos sobre a aprovação como CJN 2 1. nomeadamente os descritos no nº 1 do artº 411 do RND. que visam demonstrar os conhecimentos equestres adquiridos. Os Juízes “tutores” são propostos pela Comissão Técnica e nomeados pela FEP de entre os Juízes Nacionais 2 ou 3.4 Após a entrega do processo de candidatura. após a frequência de dois Cursos/Reciclagem promovidos pela FEP e aprovação no exame para Juiz Nacional 2 onde prestará provas teóricas e práticas.2. interesse e assiduidade. George/Intermediária I. demonstrando conhecimentos equestres.

3.3.29 capacidade para julgamento.2 Ter frequentado pelo menos 5 Reciclagens de nível superior. 4. os Juízes nas situações seguintes: De Juiz Nacional nível 2 (JN2) Terem passado 2 anos desde a data em que foi considerado apto pela CT de Ensino e aceite pela FEP. sem ter sido membro do Júri de pelo menos 2 Concursos de entre os previstos no artº 411 deste Regulamento nem durante esse período de tempo ter frequentado pelo menos uma Reciclagem de nível Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . De Juiz Nacional nível 3 (JN3) Terem passado 3 anos desde a data em que foi considerado apto pela CT de Ensino e aceite pela FEP.3. 3. Desqualificações Serão desqualificados.2. os juízes nas condições seguintes: de qualquer categoria a 31 de Dezembro do ano em que atingem os 70 anos de idade.1 Ter passado no mínimo 5 anos sobre a aprovação com JN 2. ter sido Presidente do Júri ou Delegado Técnico de pelo menos 10 Concursos Competições de entre os previstos no artº 411 deste Regulamento. promovida pela FEP. 2. julgar todas as provas dos Campeonatos de Portugal de Ensino e Final da Taça de Portugal de Ensino. 2. 2.4 A aprovação neste Curso permitirá a esta categoria de Juiz julgar provas de ensino de todos os graus de dificuldade em todos os Concursos Competições nacionais. Desclassificações Serão desclassificados. bem como integrar a lista de Juízes formadores. 2. deixando de poder julgar quaisquer provas previstas no artº 411 deste Regulamento. promovida pela FEP.3 Esta qualificação permitirá a esta categoria de Juiz para além das competências já adquiridas como JN2.3 Para Juiz Nacional nível 3 2. baixando à categoria imediatamente inferior. ter sido membro do Júri ou Delegado Técnico no CPD e Final da TPD. sem ter sido membro do Júri de pelo menos 2 Concursos Competições de entre as previstas no artº 411 deste Regulamento nem durante esse período de tempo ter frequentado pelo menos uma Reciclagem de nível superior.

ao longo do ano. 7. pelo que não têm qualquer responsabilidade pessoal pelas decisões que são levados a tomar tomadas de acordo com o Regulamento Geral e este Regulamento. Para as Provas de grau Preliminar e Elementar: O Júri nomeado pela CO e aprovado pela FEP deve ser constituído por um mínimo de dois membros sendo o Presidente obrigatoriamente Juiz Nacional 2 ou 3 2. Os casos de negligência grave ou ação fraudulenta de Juízes. sendo o Presidente obrigatoriamente Juiz Nacional 2 ou 3. George e Intermediária I: O Júri nomeado pela CO e aprovado pela FEP deve ser constituído por um mínimo de três membros. Para as Provas de grau Médio e Complementar: O Júri nomeado pela CO e aprovado pela FEP deve ser constituído por um mínimo de três dois membros. no início de cada ano e após a publicação do Calendário de Provas. 7. Disponibilidade para julgar Compete a cada Juiz. Artº 433º . promovida pela FEP. Todos os Juízes dos Concursos das Competições aprovadas pela FEP agem em nome da FEP. 5. A FEP. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Responsabilidade Civil dos Juízes 7. sendo o Presidente obrigatoriamente Juiz Nacional 2 ou 3 3. por sua vez. considerados para todos os efeitos como Juiz Nacional nível 1 (JN1). acompanhada das respetivas disponibilidades. apresentar à FEP uma relação da sua previsão de disponibilidades para julgar.Composição do Júri 1.2.1. devem ser participados à Direção da FEP. Para as Provas de nível internacional grau S.30 superior. enviará às Comissões Organizadoras uma relação atualizada dos Juízes em exercício. 6. após aprovação no Curso para Juízes Nacionais. Colégio de Juízes em funções Os Candidatos a Juiz Nacional (CJN 1 e 2) em funções em 31 de Dezembro de 2012 serão. por intermédio do Presidente da Comissão de Recurso.

nas restantes situações não poderão ser nomeados Juízes incompatíveis. f) Qualquer pessoa com interesses pessoais ou económicos num cavalo e/ou cavaleiro Atleta em concurso Competição. Juízes Nacionais nível 2 (JN 2) 5. sendo ao concorrente Atleta em causa atribuídas a média dos outros Juízes. o qual se deve retirar. h) Quando se verificar alguma causa de impedimento e o Juiz não se tenha declarado impedido pode qualquer concorrente Atleta. em todas as provas da época desportiva no grau em que competem. e) Os Juízes que simultaneamente são concorrentes Atletas.31 4. Para as Provas de nível internacional grau Intermediária II e Grande Prémio: O Júri nomeado pela C. até ao final da prova denunciar esse impedimento ao Delegado Técnico da FEP. oficiais de equipa. Os Juízes Internacionais de 3. d) Parentes. deverá o Juiz informar à Comissão Organizadora das suas incompatibilidades de julgamento. sendo o Presidente obrigatoriamente Juiz Nacional nível 3 (JN 3) e os restantes. empregadores ou empregados dos concorrentes Atletas. c) Entende-se por treinador habitual qualquer professor de equitação que tenha trabalhado com o cavaleiro Atleta e/ou cavalo mais de 3 dias durante os últimos 12 meses antes da prova. Artº 434 – Incompatibilidade para julgar Não podem exercer funções de Juiz: a) Proprietários de cavalos ou de coudelarias que participem na prova. 4 e 5 estrelas são considerados de nível 3 (JN 3) e tem precedência sobre estes. i) Nos Concursos Nas Competições em que não esteja em causa a atribuição de qualquer título é possível a presença de um Juiz incompatível. outros oficiais de equipa. b) Chefes de equipa. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .O e aprovado pela FEP deve ser constituído preferencialmente por cinco no mínimo por três membros. cônjuge ou afins de proprietários. Diretor do Concurso Competição ou Presidente do Júri da Prova. chefes de equipa. treinadores habituais. g) Ao aceitar convite para integrar o Júri de terreno.

5 a 9. pelo menos quando a nota for de 5 ou inferior. Na coluna das observações. os Juízes farão registar. Por “não executado” deve entender-se que na prática. Artº 436 – Notação das Provas 1. 4 – Insuficiente 3 – Quase Mau 2 – Mau 1 – Muito Mau 0 – Não executado Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .32 Artº 435 – Juiz obrigado a retirar-se Quando um membro do Júri for obrigado a retirar-se por motivo de força maior. serão anuladas. o motivo do seu julgamento. ser-lhe-á atribuída uma nota igual à mais alta dada pelo Júri na mesma figura. quer as notas de conjunto. Após cada concorrente Atleta ter terminado a sua prova. 4. todas as notações por si dadas anteriormente nessa prova. 5. 2.5 para pontuar quer as Figuras. Se por lapso faltar uma nota a um concorrente Atleta. retificando-se as médias eventualmente já publicadas. As notas de conjunto bem como de algumas figuras das provas. podem ser afetadas por um coeficiente. tanto quanto possível. “Notas de conjunto” classificativas dos seguintes aspetos: (1) Os andamentos (2) A impulsão (3) A submissão (4) A colocação em sela e acordo de ajudas do cavaleiro Atleta. nada do movimento foi executado 3. são classificadas pelos Juízes. de acordo com a seguinte tabela de notas: 10 – Excelente 9 – Muito Bom 8 – Bom 7 – Quase Bom 6 – Satisfatório 5 – Suficiente Podem ser usadas todas as “meias” notas de 0. constantes e numeradas nas folhas das provas. por todos os Juízes. são-lhe atribuídas. 6. Todas as figuras.

1ª vez com 2 pontos . Este. No entanto. se um concorrente Atleta começou a execução de um movimento e tenta repeti-lo por sua iniciativa. Quando um cavaleiro Atleta comete um “erro de texto” (trote levantado em vez de sentado. 3. o ponto onde deve recomeçar e o movimento seguinte a executar. cabendo-lhe neste caso a decisão de interromper ou não a prova.) o Presidente do Júri avisa-o tocando a campainha. etc. Todo o erro de percurso indicado ou não pelo toque de campainha deve ser penalizado: . o primeiro movimento e devem penalizá-lo como “erro de percurso”. Quando o Júri não se apercebeu de um erro. Caso exista dúvida sobre algum possível erro cometido não deverá o concorrente Atleta ser penalizado. a dúvida reverte a favor do concorrente Atleta. 5. existem certos “erros de percurso” que o Presidente do Júri poderá considerar como falta de precisão. assinalandoo com a campainha. se for necessário. nos cumprimentos não segurar as duas rédeas numa só mão. Assim. a folha de cada Juiz será entregue ao Secretário encarregado do cálculo de resultados. Só o Presidente é competente para julgar se foi cometido um erro.) é penalizado como nos “erros de percurso”. 2.6.2ª vez com 4 pontos . os Juízes só devem tomar em consideração.1 do RD/FEI) embora o concorrente Atleta seja autorizado a continuar sendo-lhe atribuídas notas até ao fim da prova.3ª vez com eliminação (Artº 403. Artº 438 – Classificação Depois de atribuídas as notas. subtrairá os pontos por eventuais erros. após introdução dos coeficientes devidos e apuramento do total de pontos obtidos. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . O Presidente indica. Quando um concorrente Atleta comete um “erro de percurso” (esquece um movimento.33 Artº 437 – Erros 1. etc. 4. volta para o lado errado.

É vencedor o concorrente Atleta que obtenha o total de pontos e percentagem mais elevados.34 O total de pontos para a classificação obtém-se adicionando as pontuações totais da folha de cada Juiz. A decisão pertence ao Presidente do Júri e à CO. Em caso de igualdade de percentagens para um determinado lugar. ou há ainda a possibilidade de desempatar os concorrentes pelas melhores notas de conjunto. os concorrentes Atletas são classificados "ex-aequo". Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .

Todos os incidentes acontecidos antes do início ou depois do fim da prova. Artº 441 – Cavalo que claudica No caso de claudicação bem definida.7. Artº 442 – Início e final de uma prova 1.7. O concorrente Atleta deve deixar a pista de competição da forma prescrita no texto da prova (artº 430.35 CAPÍTULO X DA EXECUÇÃO DAS PROVAS Artº 439 – Provas realizadas de memória. antes do toque entrada. (artº 430 do RD/FEI). Esta decisão é irrecorrível (Artº 430. Uma prova inicia-se no momento da entrada em A e termina depois do cumprimento final.7 do RD/FEI). o Presidente do Júri avisa o concorrente Atleta de que é eliminado. O mesmo acontece a todo o concorrente Atleta que fizer a sua entrada na pista de competição em A. não afetam em nada as notas dadas. (artº 430. Todas as outras provas podem ser ditadas tendo neste caso o concorrente Atleta a penalização de 3 pontos por Juiz nas notas de conjunto. após o cavalo sair para diante. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . As provas oficiais da FEI podem ser executadas inteiramente de memória e todos os movimentos que comportam devem suceder-se na ordem indicada.10 do RD/FEI). nos 45 segundos que se seguem ao toque para a entrada.7 do RD/FEI). Artº 440 – Limite de tempo para entrar em pista É eliminado todo o concorrente Atleta que não tenha efetuado a sua entrada na pista de competição em A.

Durante o cumprimento os concorrentes Atletas devem segurar as rédeas numa só mão. Artº 446 – Defesas Qualquer defesa do cavalo que impeça a continuação da prova durante mais de 20 segundos. sair do retângulo.2 RD/FEI).3 do RD/FEI/) Artº 445 – Saída da Pista Um cavalo que na execução de uma prova. implica a eliminação do concorrente Atleta (artº 430. sinais.7. etc. Artº 443 – Precisão de um movimento Quando a execução de um movimento é pedida num ponto exato do retângulo.7. Artº 447 – Ajudas exteriores Qualquer intervenção do exterior (voz. desde que a vedação delimitadora da pista esteja completa e a porta de entrada fechada. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . será considerada como referência da precisão. entre o momento de entrada e o momento de saída por A.4 do RD/FEI).7. deve ser eliminado (artº 430. No caso de a vedação não ser contínua e/ou a entrada ficar aberta o conjunto sofrerá penalização no exercício em curso e nas notas de conjunto.) é considerada como ajuda dada ao cavaleiro Atleta ou ao cavalo e implica a eliminação do concorrente Atleta (artº 430. a passagem do busto do cavaleiro Atleta no ponto referido.5 do RD/FEI). Artº 444 – Quedas Em caso de queda do cavalo e/ou cavaleiro Atleta.36 2. com os 4 membros.7. o conjunto é eliminado (artº 430.

A música deve terminar ao cumprimento final (artº 430. sendo o tempo da prova contado após a saída desta paragem. o juiz dará a esse exercício uma nota final que é a síntese das notas intermédias. obrigatoriamente. atento e colaborante. pela paragem e cumprimento. mas também confiante. não necessariamente a média aritmética. descontraído e flexível. Estas qualidades obtêm-se seguindo a progressão da escala de treino e manifestam-se por: 2. por consequência.2 Souplesse – Flexibilidade. suave.11 do RD/FEI). O Ensino tem por finalidade desenvolver harmoniosamente o organismo e as faculdades do cavalo. torná-lo. realizando assim um entendimento perfeito com o seu cavaleiro Atleta.3 Contacto – Maneira constante leve e elástica como o cavalo se instala na mão 2.4 Impulsão – Vontade de avançar com passadas amplas e elásticas e dorso ondulante 2. Qualquer outro movimento apresentado implica a eliminação. ao mesmo tempo. Artº 449 – Crueldade e substâncias proibidas Conforme o disposto no artº 49. facilidade e simetria das encurvações 2. 2. Tem. Artº 450 – Finalidade e Princípios Gerais de Ensino 1. calmo. 50 e 51 do REG/FEP na parte aplicável. Os movimentos e figuras autorizadas nesta prova são os indicados no texto respetivo. O cavaleiro Atleta deve entrar em pista dentro dos 20 segundos seguintes ao início da música.5 Retitude. Quando um cavaleiro Atleta apresentar o mesmo exercício mais do que uma vez.37 Artº 448 – Pormenores sobre a prova livre com música Todas as provas livres começam.Perfeita e total adaptação às linhas retas e curvas Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .1 Ritmo – Regularidade dos andamentos 2.

entrega-se generosamente às ajudas do seu cavaleiro Atleta. incluindo a paragem. são também a progressão obrigatória desse trabalho e ainda referências importantes para os juízes poderem atribuir as suas notas.38 2. Graças à sua impulsão. o cavalo obedece de boa vontade e sem hesitações. Confiante e atento.6 Concentração – O cavalo redondo de atitude erguida e fixa em todos os exercícios Estes seis pontos que caracterizam o cavalo bem trabalhado (Escala de Treino). e à souplesse das suas articulações que nenhuma resistência paralisa. 5. O galope é regular. manifestando um equilíbrio natural e harmonioso. Artº 451 – A paragem (Artº 402 do RD FEI) Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . 6. O passo é regular. Diz-se que o cavalo está "na mão" quando os curvilhões estão no seu lugar. conservando-se absolutamente direito em todos os seus movimentos em linha reta e ajustando a sua encurvação à curvatura das outras linhas. As ancas devem em qualquer circunstância mostrar-se ativas. tanto fisicamente como moralmente. a nuca flexível. Assim a erros nos três primeiros pontos são quase sempre atribuídas notas negativas. O cavalo dá assim a impressão de executar por sua própria vontade o que lhe está a ser pedido. Em todo o seu trabalho. pela sua ação. às diversas ajudas. não opondo o cavalo qualquer resistência ao cavaleiro Atleta. o cavalo deve estar "na mão". retitude ou concentração. O trote é souple. sempre pronta. regra geral. como o ponto mais elevado do pescoço. com o chanfro ligeiramente à frente da vertical. 3. 4. elástico e cadenciado. todas as outras partes do cavalo. enquanto se podem dar notas positivas com erros de impulsão. com calma e precisão. Respondem à menor solicitação do cavaleiro e animam. elástico. A cabeça deve manter-se estável e. saltado e ativo. franco e fácil. regular. o pescoço está mais ou menos elevado e arredondado conforme o grau de ensino e a amplitude ou concentração do andamento e manifesta uma submissão com um ligeiro e macio contacto da boca com a embocadura e uma descontração total.

Distinguem-se: o passo concentrado. Os membros posteriores entram para debaixo da massa com um bom jogo Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . desde o princípio. mas de maneira suave. Na paragem o cavalo deve manter-se atento. É no "passo" que as imperfeições do ensino mais se fazem sentir. e deve estar pronto a avançar ao mínimo sinal do cavaleiro Atleta. Uma concentração prematura altera não somente o passo concentrado mas também o médio e o alongado.1 O passo concentrado O cavalo mantendo-se "na mão". Esta é também a razão pela qual não se deve exigir a um cavalo a passo uma perfeita colocação "na mão". e o chanfro ligeiramente à frente da vertical. O passo é um andamento marchado no qual os membros do cavalo se apoiam um após outro em "quatro tempos" bem marcados e mantidos durante todo o trabalho. dizendo-se que é uma andadura. Quando as quatro batidas deixam de ser bem marcadas. O pescoço erguido. imóvel e direito. de pescoço erguido e arredondado. 2. quadrado sobre os seus quatro membros. anda resolutamente para diante. 4. mas nunca brusca. 3. o passo médio. 4. até obter a paragem quase instantânea. mas apenas aquela que esteja de acordo com o seu grau de ensino. o andamento tende a tornar-se por laterais associados. A posição da cabeça. com os anteriores e os posteriores paralelos entre si. no local desejado. Artº 452 – O passo (Artº 403 do RD FEI) 1. 2. próxima da vertical. Mantém sempre um ligeiro e suave contato com a mão.39 1. iguais e regulares. A paragem obtém-se por uma transferência do peso do cavalo para trás por meio de uma ação adequada e progressiva do assento e das pernas do cavaleiro que empurra o cavalo para diante sobre uma mão que resiste cada vez mais. permite a manutenção de um contato suave e contínuo com a boca. tendo a nuca como o seu ponto mais elevado. deixa de ser passo. o passo largo e o passo livre.

Cada passada cobre menos terreno do que no passo médio. mas calmo. contudo. que lhe é possível. O cavaleiro Atleta deixa que o seu cavalo estenda o pescoço e avance o "bico" sem. com uma sucessão regular dos apoios.40 dos curvilhões. marcha energicamente.4 O passo livre Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . e é mais elevada pelo facto de haver mais flexão das articulações. O andamento continua marchado e enérgico.O passo. 4. 1 . 4. Fig. suave e estável com a boca do seu cavalo. com passadas regulares e resolutas sobrepistando-se ou transpistando-se. regular e fácil.2 O Passo médio É um passo franco. (segundo RD FEI) 4. sem precipitação e sem alteração da regularidade das batidas. com uma extensão média o cavalo mantendo-se "na mão". O cavalo transpista-se muito nitidamente. O passo concentrado sendo mais curto do que o médio para que não se torne precipitado ou irregular tem que ser mais elevado.3 O passo largo No passo largo o cavalo cobre o máximo de terreno. O cavaleiro Atleta conserva um ligeiro contato. perder o contato. O cavalos antepista-se ou quando muito sobrepista-se.

2 O trote de trabalho O trote de trabalho é um andamento intermédio entre o trote concentrado Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . O trote é um andamento a "dois tempos" separados por um tempo de suspensão. (segundo RD FEI) 4. mas apresenta-se mais ligeiro e mais manejável. Fig. isto é. A qualidade do trote aprecia-se pela impressão de conjunto. Artº 453 O trote (Artº 404 do RD FEI) 1. mesmo depois de uma transição de um trote a outro. Os curvilhões nitidamente metidos mantêm uma enérgica impulsão. pela regularidade e elasticidade das passadas. o trote de trabalho. bem como pela capacidade de conservar o ritmo e o equilíbrio natural. O trote.O trote.41 O passo livre é um andamento de repouso no qual se deixa ao cavalo inteira liberdade para baixar a cabeça e estender o pescoço. 3. 4. 4. O cavalo faz passadas mais curtas do que nos outros trotes. Distinguem-se: o trote concentrado. progride com o pescoço erguido e arredondado. permitindo assim que as espáduas se mobilizem com facilidade em todas as direções. sempre franco.1 O trote concentrado O cavalo. devidas à souplesse do dorso e à entrada dos posteriores. 2 . mantendo-se "na mão". o trote médio e o trote largo. ativo e regular nas suas batidas deve ser tomado sem hesitação. e no qual o cavalo progride por bípedes diagonais associados. com o apoio simultâneo de um anterior e do posterior do lado oposto 2.

O cavaleiro Atleta permite ao cavalo. Mantido "na mão" avança com passadas iguais e elásticas. no qual o cavalo. O cavaleiro Atleta consente ao cavalo um alongamento da silhueta. mas mais elevado e "redondo" do que este. alarga as passadas ao máximo. ainda não treinado e pronto para os andamentos concentrados. para evitar um andamento elevado.4 O trote largo No trote o cavalo cobre o máximo de terreno a cada passada. conservando as ancas muito ativas.42 e o trote médio. O Galope é um andamento a três tempos no qual. graças a uma enorme impulsão. sem procurar um ponto de apoio sobre a embocadura. Sublinha apenas a importância da impulsão resultante da atividade do post-mão. As passadas devem ser regulares e o movimento no seu conjunto equilibrado e fácil. se apresenta em bom equilíbrio. o anterior direito. mantido "na mão" o alongamento da silhueta. as batidas se sucedem na seguinte ordem: posterior esquerdo. O cavalo transpista-se. 4. 5. diagonal esquerda (anterior esquerdo e posterior direito) e. Todo o trabalho a trote deve ser executado em trote sentado salvo indicação contrária no texto da prova. (O cavalo sobrepista-se). O cavalo progride francamente. finalmente. O cavalo transpista-se francamente. alonga moderadamente as passadas com uma nítida impulsão vinda do post-mão. Artº 454 – O Galope (Artº 405 do RD da FEI) 1. 4. A expressão ancas ativa não significa que a concentração seja obrigatória neste andamento.3 O trote médio O trote médio é um andamento intermédio entre o trote de trabalho e o trote largo. Todo o movimento deve ser feito em equilíbrio e a transição para o trote concentrado deve ser executada suavemente transferindo mais peso para o post-mão. para a direita por exemplo. seguido de um tempo de suspensão dos quatro membros Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Os anteriores não devem poisar-se atrás da sua projeção vertical no solo. Conservando a cadência.

isto é. sempre com passadas regulares. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . cadenciadas e executadas com ligeireza. 3 . O cavalo deve manter-se absolutamente direito sobre as linhas retas Fig. 4. Neste andamento. as espáduas descontraídas. 3. com uma nuca elástica. As passadas são mais curtas do que nos outros galopes. e da entrada dos posteriores como resultado da atividade do post-mão. Distinguem-se: o galope concentrado. o cavalo "na mão" desloca-se de pescoço erguido e arredondado.43 antes do início da passada seguinte. (segundo RD FEI) 4. O Galope. mas o cavalo torna-se mais ligeiro e manejável. um cavalo ainda não treinado e pronto para os movimentos concentrados. livres e móveis e o post-mão muito ativo. e também pela capacidade em conservar o mesmo ritmo e um equilíbrio natural mesmo depois de uma transição de um galope a outro. o galope médio e o galope largo. A qualidade do Galope avalia-se pela impressão do conjunto. a regularidade e a ligeireza nos "três tempos" consequência da aceitação da mão. o galope de trabalho. deve ser tomado sem hesitação.2 O Galope de trabalho É um andamento intermédio entre o galope concentrado e o galope médio.1 O Galope concentrado No galope concentrado. 2. apresenta-se num bom equilíbrio "na mão".O galope. Este andamento é caracterizado pela ligeireza do antemão e a entrada dos posteriores. 4.

"na mão" alongue a silhueta.3 O Galope Médio É um andamento intermédio entre o galope de trabalho e o galope largo. O cavalo avança francamente conservando o equilíbrio alarga moderadamente as suas passadas com uma nítida impulsão proveniente do post-mão. Passagem de Mão no Ar Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . 5. ficando embora "na mão". O galope invertido é um exercício de flexibilização. conserva a encurvação correspondente ao galope para a mão em que ia. O cavalo mantém a sua colocação natural. 4. O cavaleiro Atleta. O cavaleiro Atleta permite ao cavalo que. com uma ligeira flexão na nuca para o lado exterior do círculo. procura sobretudo impedir que a garupa descaia para o exterior do círculo e limita as suas exigências ao grau de flexibilidade do cavalo. o cavalo cobre o máximo de terreno.44 avança com passadas iguais. que alongue a silhueta. 7. A sua conformação opõe-se a uma encurvação da coluna vertebral segundo o círculo que descreve. As passadas devem ser alongadas e regulares. graças a uma enorme impulsão. faz voluntariamente galopar o cavalo na mão direita. 6. ou por outras palavras. evitando qualquer contorção geradora de contrações e de desordem. A cadência deve ser mantida nas transições do galope médio e do galope largo para o galope concentrado. Passagem de Mão Simples É uma mudança de mão do galope na qual o cavalo é trazido diretamente ao passo e 3 a 5 passadas depois deve sair de novo diretamente a galope para a outra mão. ligeiras e cadenciadas. Sublinha apenas a importância da impulsão resultante da atividade do post-mão. O cavaleiro Atleta permite ao cavalo. alarga as passadas ao máximo. 4.4 O Galope Largo No galope largo. A expressão ancas ativa não significa que a concentração seja obrigatória neste andamento. Conservando o mesmo ritmo. por exemplo sobre um círculo para a esquerda. e o movimento no seu conjunto equilibrado e fácil. sem perca da calma nem da ligeireza. O Galope Invertido ou ao revés É um movimento no qual o cavaleiro Atleta. as ancas mantêm-se ativas.

O recuar é um movimento retrógrado. direito e impulsionado. qualquer abertura ou preguiça dos posteriores ou arrastar dos anteriores. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . As passagens de mão podem ser isoladas ou aproximadas. no decurso de uma prova. As mudanças de andamento e de velocidade devem efetuar-se com nitidez na letra do picadeiro prescrita. a fim de evitar um encurtamento da passada e uma diminuição da ligeireza e da naturalidade das passagens de mão. O mesmo deve acontecer nas transições de um movimento para outro como por exemplo. Mesmo nas passagens de mão aproximadas. o trote ou o galope se seguem ao recuar. 2. 3. qualquer resistência ou defesas contra a mão. A cadência e o equilíbrio não devem ser modificados ao longo do exercício. o cavalo deve romper imediatamente nesse andamento. simétrico. Durante a paragem e imobilidade que precedem o recuar e do mesmo modo durante o recuar. qualquer desvio das ancas. o cavalo deve permanecer ligeiro. nem passadas intermédias de outros andamentos. da passage ao piaffer ou inversamente. são faltas graves. a 4.45 É uma passagem de mão executada durante o tempo de suspensão que se segue a cada passada de galope. o cavalo deve manter-se na mão conservando contudo o desejo de avançar. 3. 2 tempos e a tempo. sem paragem. calmo e numa colocação correta. devem ser executadas rapidamente. Artº 455 – O recuar (Artº 406 do RD/FEI) 1. Se. O grau de concentração nas passagens de mão aproximadas deverá ser um pouco menor do que o normalmente exigido no galope concentrado. calmo. 2. Artº 456 – As transições (Artº 407 do RD FEI) 1. 4. sem brusquidão. O cavalo deve manter-se ligeiro na mão. no qual os membros se levantam nitidamente e se apoiam por pares diagonais. A cadência anterior deve ser conservada até ao momento em que o cavalo toma o novo andamento ou marca a paragem. Qualquer antecipação ou precipitação do movimento. mas de forma suave.

2. das pernas e da mão do cavaleiro Atleta. Nas mudanças de direção. Artº 458 – As mudanças de direção (Artº 409 do RD FEI) 1. que deve ser quase impercetível. por exemplo na passagem dos cantos. Ao transferir ligeiramente mais peso para o post-mão do cavalo. 4 – Mudanças de Direção Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . o cavalo deve ajustar a sua encurvação à da linha que segue. mantendo-se flexível.46 Artº 457 – A meia paragem (Artº 408 do RD FEI) A meia paragem. Tem por finalidade aumentar a atenção e o equilíbrio do cavalo antes de executar certos movimentos ou transições para andamentos inferiores ou superiores. Nas mudanças de direção em ângulo reto. de ritmo ou de velocidade. Fig. o cavalo deve descrever um quarto de volta de cerca de 6 metros de diâmetro nos andamentos concentrados e de cerca de 10 metros de diâmetro nos andamentos de trabalho. a entrada dos posteriores e o abaixamento das ancas são mais fáceis. favorecendo o aligeiramento do ante-mão e um melhor equilíbrio geral do cavalo. nem modificações de andamento. resulta de uma ação quase simultânea e coordenada do assento. e seguir as indicações do cavaleiro Atleta sem qualquer resistência.

4. Começar e terminar uma serpentina no canto é incorreto. emprega-se a designação de Círculo com a indicação do diâmetro. Artº 459 – Figuras de picadeiro (Artº 410 do RD FEI) 1. 2.47 3. por exemplo para uma contra passagem de mão a ladear para cada lado da linha do meio do picadeiro este número deve ser estritamente respeitado e o movimento deve ser executado de maneira simétrica. Quando o número de metros ou de passadas é determinado no texto de apresentação. o cavaleiro Atleta endireita o cavalo um instante antes de mudar de direção. 5 Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Volta A volta é um círculo de 6 a 10 metros de diâmetro. de onde regressa à linha que seguia no começo do movimento por uma linha igualmente oblíqua. Nas contra passagens de mãos. ou até à pista do lado oposto. Fig. a ladear o cavaleiro Atleta deixa a sua direção primitiva por uma linha oblíqua e marcha até à linha de quarto ou até à linha do meio. Para além de 10 metros. 5. Serpentina Para executar uma serpentina o cavaleiro Atleta começa o primeiro arco afastando-se progressivamente do meio de um lado menor do picadeiro e termina o último arco aproximando-se progressivamente do outro lado menor. Na contra passagem de mão.

o pescoço. de uma forma geral.1 Aperfeiçoar a obediência do cavalo ao acordo das ajudas 1. o dorso e as ancas (“dar o dorso”). o equilíbrio e o à vontade do movimento seriam por isso dificultados. 1. a encurvação ou flexão não devem nunca ser exagerados. no “travers” ou cabeça ao muro e no “renvers” ou garupa ao muro. Em todos os movimentos laterais – com exceção da cedência à perna em que o cavalo flete somente pela nuca – o cavalo está encurvado da cabeça à garupa. 3. 4.4 Desenvolver e aperfeiçoar a entrada dos posteriores e por isso mesmo a concentração.3 Aperfeiçoar a cadência e harmonizar o equilíbrio com o andamento 1.48 Artº 460 – Movimentos laterais (Artº 411 e 412 do RD FEI) 1. Nos movimentos laterais o andamento deve ser fácil e regular mantido por uma Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . 6 2. a encurvação ou flexão da nuca e do pescoço se repercutem a toda a coluna vertebral. Dado que.2 Flexibilizar o cavalo no seu conjunto e aumentar assim a liberdade das espáduas e flexibilidade do post-mão tanto como a elasticidade da ligação entre a boca. Os movimentos laterais têm por fim: 1. Marcha com o ante-mão e o post-mão sobre pistas distintas. Isto é verdade sobretudo na cedência à perna e no ladear no qual a encurvação deve ser menor do que na espádua a dentro. a nuca. Fig.

Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 O cavalo olha na direção oposta ao sentido da sua . deslocação. Porém deve continuar elástico. No entanto o ante-mão deve preceder ligeiramente o post-mão. O cavalo olha na direção oposta ao sentido da marcha. o posterior interior apoia-se à frente do lado exterior. com a espádua a dentro. Os movimentos laterais compreendem: a cedência à perna. salvo uma ligeira flexão lateral da nuca. nomeadamente com o intuito de manter ou aumentar a impulsão. à preocupação do cavaleiro Atleta em encurvar o cavalo e forçá-lo a deslocar-se lateralmente. O membro anterior interior do cavalo cruza o do lado exterior. 5.49 impulsão constante. Depois. Constata-se frequentemente uma perda de impulsão devida. 7. Os movimentos laterais não devem ser pedidos senão por um lapso de tempo relativamente curto. a elasticidade e a regularidade dos andamentos. do mesmo modo que a harmonia. o “renvers” ou ladear de garupa ao muro e o ladear. a cedência à perna é o melhor meio de tornar o cavalo flexível. interrompido de tempos a tempos por uma reposição enérgica do movimento para diante. Em todos os movimentos laterais. Neste caso o cavalo deve manter-se tão paralelo. os membros do lado interior cruzam os do lado exterior. o cavaleiro Atleta apenas se deve aperceber da arcada supraciliar e da narina do lado da flexão do cavalo. A cedência à perna é a base fundamental do trabalho de duas pistas e deve ser começada no trabalho de um cavalo antes que ele esteja pronto para qualquer trabalho concentrado. quanto possível. 7. solto e fácil. exercício mais adiantado. 6. e o lado oposto o exterior.2 Espádua a Dentro O cavalo vai ligeiramente encurvado em torno da perna interior do cavaleiro Atleta. o lado para que o cavalo deve estar encurvado é por definição o lado interior do cavalo. a espádua a dentro. principalmente. A cedência à perna pode executar-se sobre a diagonal do picadeiro. o “travers” ou ladear de cabeça ao muro. Melhora a franqueza.1 A cedência à Perna (marcha lateral) O cavalo vai completamente direito. 7. à pista do lado maior do picadeiro. a ligeireza e o à vontade dos seus movimentos. cadenciado e equilibrado.

com efeito o cavalo em cada passada deve meter o seu posterior interior debaixo da massa e por diante do outro membro. Deve conservar durante todo o exercício a mesma cadência e o mesmo equilíbrio. com a garupa seguindo o muro em vez da cabeça. A espádua a dentro executa-se ao longo do muro.7) 7.5 Ladear É uma variante da cabeça ao muro executada sobre a diagonal do picadeiro em vez de o ser ao longo do muro. 6) 7. o ângulo que deve fazer com a direção do movimento é de cerca de 30 graus. sobretudo pela entrada do posterior interior com vista a uma maior liberdade e uma maior mobilidade Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . não somente é um exercício de flexibilização. movimento que ele não pode efetuar sem abaixar a anca correspondente. O cavalo olha na direção da deslocação. passando os exteriores por diante e por cima dos interiores. mas ainda que conserve a impulsão. (Ver Fig. (Ver Fig. com um ângulo correto. com o cavalo encurvado em torno da perna interior do cavaleiro Atleta.4 “Renvers” ou Ladear de Garupa ao Muro É o movimento inverso da cabeça ao muro. os membros do lado exterior cruzam os do lado interior. (Ver Figs.3 “Travers” ou Ladear de cabeça ao Muro O cavalo é ligeiramente encurvado em redor da perna interior do cavaleiro Atleta. todos os princípios e condições respeitantes à cabeça ao muro são válidas também para a garupa ao muro. Os membros cruzam-se. O cavalo encurvado em torno da perna interior do cavaleiro Atleta. o cavalo olha na direção do movimento. a cabeça ao muro executa-se ao longo do muro ou sobre a linha do meio. Quanto ao resto. mas também de concentração. o ângulo que deve fazer o cavalo com a direção do movimento é de cerca de 30 graus. 6 e 7) 7. conserva-se tão paralelo quanto possível ao lado maior do picadeiro. No entanto o ante-mão deve preceder ligeiramente o post-mão. Interessa sobretudo não somente que o cavalo esteja corretamente encurvado e por isso mesmo evite avançar demasiadamente a espádua interior.50 A espádua a dentro quando efetuada de forma clássica.

com a ante-mão rodando em torno das ancas. 2. 7 Artº 461 – A pirueta e a meia pirueta (Artº 413 do RD FEI) 1. (Ver Fig. As piruetas (meias piruetas) executam-se normalmente a passo ou a galope Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .51 das espáduas. o que torna o movimento mais fluente e elegante. 6). Fig. A pirueta (meia-pirueta) é uma rotação em duas pistas de um raio igual ao comprimento do cavalo.

6. É caracterizado por um abaixamento. o andamento não é regular. Artº 462 – A passage (Artº414 do RD da FEI) 1. ligeiramente encurvado para o lado da rotação. muito elevado e muito cadenciado. nas piruetas (meias piruetas) a galope. pela elegância e elasticidade do movimento. deve haver além disso acordo entre o equilíbrio. muito concentrado. com cadência e um tempo de suspensão. A nuca continua a ser o ponto mais elevado durante todo o movimento. 5. A "Passage" é um trote compassado. 7. do mesmo modo. . deve manter-se "na mão" com um ligeiro contacto rodando com à vontade. a elevação e o número de passadas sendo de desejar 6 a 8 para a pirueta. Cada bípede diagonal eleva-se e apoia-se alternadamente. Na pirueta (meia pirueta) os anteriores e o posterior exterior rodam em torno do posterior interior. servindo este de eixo e devendo apoiar-se na própria pegada ou ligeiramente adiante desta. o cavalo. 3 a 4 para a meia pirueta. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . nem afastar-se do seu eixo. mas podem também executar-se em “piaffer”. Qualquer que seja o andamento em que a pirueta (meia pirueta) é executada. Se o posterior interior não se levanta a cada passada e não se apoia no mesmo ritmo que o seu congénere.A apreciação da qualidade da pirueta (meia pirueta) é fundamentada sobre a souplesse. Durante toda a pirueta (meia pirueta) o cavalo deve conservar a impulsão. o cavaleiro Atleta pedirá ao cavalo uma concentração acentuada conservando uma perfeita ligeireza. As ancas bem metidas e descidas mostram uma boa flexão das articulações. a ligeireza. Na execução da pirueta ou da meia pirueta a galope. a cadência e a regularidade. 3. conservando integralmente a cadência e a regularidade dos apoios dos membros no andamento correspondente.52 concentrado. pronunciado das ancas e uma flexão mais acentuada dos joelhos e dos curvilhões e. levantando-se a cada passada 4. não marcar o mínimo movimento retrógrado. e também sobre a precisão e o à vontade das transições.

O corpo do cavalo eleva-se e abaixa-se num movimento elástico. (salto de pega). sem esforço aparente e sem alteração da cadência com uma impulsão sempre ativa e generosa. o mais concentrado. com o chanfro na vertical. são faltas graves Artº 463 – O piaffer (Artº 415 do RD FEI) 1. a pinça do posterior em suspensão eleva-se ligeiramente acima do boleto do posterior em apoio. a pinça do anterior em suspensão eleva-se à altura do meio da canela do anterior em apoio. tendo a nuca como o ponto culminante com o chanfro vertical. O pescoço deve elevar-se elegantemente arredondado. elevado e majestoso possível. O contacto na mão continua ligeiro e suave e permite ao cavalo passar sem crispação da passage ao piaffer e vice-versa. o cavalo mantendo um contacto suave com as rédeas ajustadas. a nuca flexível.mão ou das ancas. as ancas e os curvilhões ativos e bem metidos dão às espáduas e a todo o ante-mão uma grande ligeireza. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . A colocação "na mão" continua ligeira e suave. assim como qualquer gesto sacudido e contraído dos anteriores. a pinça do posterior em suspensão eleva-se ligeiramente acima do boleto do posterior em apoio.53 2. tal como o balancear lateral do ante. liberdade e mobilidade de movimentos. ainda que executado rigorosamente no mesmo terreno e num perfeito equilíbrio. deve estar sempre animado por uma impulsão enérgica que se manifesta no cavalo por um desejo permanente de sair para diante desde que cesse a ação das ajudas que pediam o piaffer. A irregularidade do apoio dos posteriores. 4. ou o arrastar dos posteriores ou qualquer alteração da colocação na mão. cadenciado. O dorso do cavalo é flexível e vibrante. 3. 2. O piaffer. Em princípio. 3. Cada bípede diagonal eleva-se e baixa-se alternadamente com a mesma cadência e um tempo de suspensão (aparente) ligeiramente aumentado. a pinça do anterior em suspensão eleva-se à altura de meia canela do anterior em apoio. A garupa baixa-se ligeiramente. O piaffer é um trote no mesmo terreno. Em princípio. cadenciado e harmonioso. O pescoço deve elevar-se e arredondar-se. 4.

3. equilíbrio mais ou menos modificado pelo peso do cavaleiro Atleta. o cruzamento dos anteriores. Os membros posteriores não devem no entanto. meter-se demasiadamente sob a massa. a concentração não é o resultado do encurtamento do andamento por meio de uma ação de mão que resiste. a linha de cima alongar-se-á e elevar-se-á demasiadamente em relação à base de sustentação e a estabilidade ficaria comprometida tendo o cavalo dificuldade em encontrar um equilíbrio harmonioso e correto. o "travers" (cabeça ao muro). irregular. mas frequentemente repetida. 1. deixando passar apenas a necessária impulsão. 1. o "renvers" (garupa ao muro) e sobretudo a espádua a dentro (Art. 2. Artº 464 – A concentração (Artº 417 do RD FEI) 1. Um piaffer agitado. Noutros termos. A finalidade da concentração do cavalo é: 1. sacudido e sem cadência ou sem suspensão.1 Aumentar e melhorar a regularidade e o equilíbrio do cavalo.º 408 FEI).2 Desenvolver e aumentar a capacidade do cavalo para baixar as ancas e para meter os posteriores em benefício da ligeireza dos movimentos e da mobilidade do ante-mão. 4.3 Melhorar o à vontade e o porte do cavalo e torná-lo mais agradável. senão o movimento é dificultado por um encurtamento excessivo da base de sustentação do cavalo. graças a uma ação descontínua. nada tem de comum com o verdadeiro piaffer. a irregularidade do movimento dos posteriores. Neste caso. o balancear do ante-mão ou das ancas são faltas graves. com as articulações fletidas e elásticas.54 5. do assento e das pernas do cavaleiro empurrando o cavalo para diante sobre uma mão mais ou menos fixa. a concentração resulta de um aumento da entrada dos posteriores. Os melhores meios para obter estes resultados são os trabalhos em duas pistas.º 412 FEI) bem como as meias paragens (Art. Consequentemente. mas do uso do assento e das pernas com a finalidade de provocar a entrada dos posteriores mais para debaixo da massa. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Mesmo o mínimo movimento retrógrado.

que o cavalo põe à disposição do cavaleiro Atleta. proporcionando um contacto suave com a mão do cavaleiro Atleta. função do seu grau de preparação e. se a passa por cima dos ferros ou se a recolhe. em parte. Se um cavalo põe a língua de fora. é normalmente sinal de nervosismo. tensão ou resistência. que não pode ou se recusa a meter os posteriores sob a massa. naturalmente. Todos os movimentos devem ser obtidos sem esforço aparente do cavaleiro Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . um cavalo cuja base é excessivamente longa. 6. Os Juízes devem pois ter esses factos em conta nas suas notas. ponto culminante. Submissão não significa uma subordinação cega mas uma obediência demonstrada pela atenção. estando o chanfro ligeiramente a frente da vertical. o que o leva a pôr-se "acima" ou "atrás" da mão. pela forma como o cavalo aceita os ferros. ligeiro e suave e uma nuca flexível. tanto para o movimento considerado como para a nota de conjunto "submissão". A sua expressão final pode ser observada através do movimento solto e elástico do dorso. Impulsão é o termo usado para descrever a energia de propulsão gerada pelos membros posteriores. não conseguirá nunca uma concentração correta. O grau de submissão manifesta-se também. 2. caracterizada pelo "à vontade e altivez" e por uma impulsão clara proveniente da atividade do post-mão. A posição da cabeça e do pescoço de um cavalo nos andamentos concentrados é. ou pelo contrário resistindo ou fugindo à mão do cavaleiro Atleta. De qualquer modo. 3. da sua conformação. Artº 465 – A Submissão/Impulsão (Artº 416 do RD FEI) 1. ou chicoteia a cauda. deve apresentar um pescoço que se eleve livremente numa curvatura harmoniosa do garrote à nuca. se range os dentes. ligeireza e à vontade na execução dos diferentes movimentos. Artº 466 – A Posição e as Ajudas do Cavaleiro Atleta (Artº 418 do RD FEI) 1. conforme os casos. Por outro lado. como também pela harmonia.55 5. a boa vontade e a confiança constante durante todo o trabalho do cavalo. com um contacto.

o rim e as ancas flexíveis. os cotovelos e os braços perto do corpo. terminada a prova. 3. o alto do corpo à vontade. de rédeas compridas. Este deve estar sentado verticalmente. 2. as coxas e pernas firmes e bem descidas. os polegares sendo o ponto mais alto. Não obstante. O assento tem uma importância tão grande como a ação da mão e das pernas. isolado ou repetido. Isto permite ao cavaleiro Atleta ligar-se aos movimentos do cavalo sem brusquidão e sem constrangimento e servir-se das ajudas de maneira impercetível. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . 4. para sair da pista a passo. Somente um cavaleiro Atleta sabendo fixar ou soltar a região lombar no momento devido está em condições de agir corretamente sobre o seu cavalo. Em todas as provas dos Concursos das Competições Internacionais e Nacionais de Dressage Ensino. o pegar nas rédeas a duas mãos é obrigatório. as mãos baixas e aproximadas. livre e direito. Excetuam-se as provas livres. sem contudo se tocarem ou tocar no cavalo.56 Atleta. o cavaleiro Atleta pode agarrar as rédeas com uma só mão. é falta grave que faz baixar pelo menos de 2 pontos a nota do movimento durante o qual ela teve lugar. O emprego da voz. É a única posição que permite ao cavaleiro Atleta fazer progredir corretamente o ensino de um cavalo. seja de que maneira for. ruído de língua.

57 ANEXOS Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .

por qualquer motivo.Iniciados . desde a realização do Campeonato do ano anterior..Juvenis .Veteranos . CDI e CDI-Y/J (disputadas em Portugal ou no estrangeiro). do grau de dificuldade em que se disputarão os Campeonatos.Para o escalão Sénior ………………………. As percentagens mínimas exigidas no nº 2 do presente artigo são as seguintes: .Juniores .. que. …….. atempadamente. não tenham efetuado provas qualificativas e desejem participar no CPD ser-lhes-á facultada a possibilidade de se qualificarem obtendo na primeira prova (primeiro dia) da “Grande Final”. pontuação correspondente à percentagem mínima de 67%.. Esta alínea aplica-se a todos os escalões.Para o escalão Iniciado ………………. c) Aos conjuntos que. Para a Equitação Adaptada. 55% Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .Seniores . Disputar-se-ão anualmente os Campeonatos de Portugal de Ensino (CPD) dos seguintes escalões: . b) Os conjuntos que efetuem as qualificações em Concursos Competições de Ensino realizados fora de Portugal devem. 60% 62% . fazer prova dos resultados obtidos mediante apresentação na FEP dos mapas de resultados das provas em que participaram.Equitação Adaptada (segundo Regulamento próprio) Os CPD estão abertos a todos os cavaleiros Atletas federados de nacionalidade portuguesa. “Provas Qualificativas” são todas as anteriores bem como as Provas Internacionais / FEI –Paraequestrian a partir de Janeiro de 2010. 3. devidamente autenticados pela Federação Nacional ou Regional tutelar.58 ANEXO A Campeonatos de Portugal de Ensino 1. tenham obtido determinadas percentagens em seis duas“ Provas Qualificativas”.Jovens Cavaleiros . a) São qualificativos para o CPD os Concursos as Competições de Ensino das seguintes categorias: CDN. 2.

Estas Provas serão de nível a definir em cada ano. Prémio Especial e G. Prémio Freestyle . será a nota de “Cavaleiro Atleta” (posição e assento. O CPD de cada escalão realizar-se-á com qualquer número de inscritos. G. Caso tenha 2 ou mais cavalos apurados.Para o escalão Juvenil ………………………. 7.59 .Para o escalão Veterano …………………… 60% . podendo uma delas ser Livre com Música.. Grande Prémio.Equitação Adaptada: segundo Regulamento próprio 5. correção e efeito do emprego das ajudas)” obtida no conjunto das provas do CPD que desempatará. Na última Prova do CPD nenhum cavaleiro Atleta poderá montar mais de um cavalo.Para o escalão Júnior ………………………. que desempatarão. sendo o Presidente Juiz Internacional e os restantes Juízes Nacionais nível 3 (JN 3).Escalão Júnior: Grau Júnior FEI . sendo entre eles encontrado O Campeão e Vice-Campeão de Portugal de cada escalão será definido (por adição de percentagens das 3 provas que constituem o CPD).55% . 10. As provas do CPD deverão ser julgadas por 5 Juízes. 60% . ainda assim. relativas à última prova realizada. nas 3 Provas que constituem o CPD do escalão Sénior.Para o escalão Jovens Cavaleiros………… 60% . De acordo com o disposto no Artº 427 deste Regulamento.. em dias sucessivos ou intervalados. Jovens Cavaleiros e Júnior será interdito Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . terá que optar por um deles.Para a Equitação Adaptada ………………… 55% 4. 6.Escalão Juvenil: Grau Médio (M) . 8.Escalão Iniciado: Grau Elementar (E) . Em caso de empate serão as notas de conjunto ou as notas artísticas. Se. persistir o empate. As qualificações serão obtidas nos seguintes graus: .Escalão Jovens Cavaleiros: Grau Young Riders FEI . O CPD será disputado sobre 3 Provas.Escalão Sénior: Intermediária II. 11. À 3ª Prova do CPD só serão admitidos os 10 melhores conjuntos definidos (por adição de percentagens) de entre os que disputaram as duas primeiras provas. 9.Escalão Veterano: Grau Complementar (C) .

13.60 o uso de vara em todo o recinto de provas. em concordância com o nível desta competição. 14. Entende-se que O Campeonato de Portugal de Ensino. serão preferencialmente selecionados os conjuntos que participaram no Campeonato de Portugal de Ensino. do ano antecedente. 12. Para o 3º dia os conjuntos entrarão pela ordem inversa da classificação obtida no conjunto das duas primeiras provas. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . A ordem de entrada dos conjuntos deverá ser objeto de sorteio para os 1º e 2º dias do CPD. O Campeão e Vice-Campeão receberão também troféus da FEP. para integrar as equipas nacionais com representação nos eventos nas Competições atrás referidas. Consideram-se exceções a esta regra os cavaleiros não residentes bem como situações ponderosas de incapacidade física de cavalos ou cavaleiros. deve ser referência para a seleção das equipas nacionais representantes de Portugal nos Campeonatos de Ensino Internacionais Oficiais. Prémios especiais: As provas do Campeonato de Portugal serão dotadas de prémios a definir pela FEP. à exceção do campo de aquecimento. com a inscrição respetiva. Campeonatos do Mundo e Jogos Olímpicos. sendo a prova máxima do calendário desportivo. Neste entendimento. Campeonatos da Europa.

obtido no nível mais elevado do grau em que competem. para efeito de acesso à Final. o conjunto que obtenha maior número de pontos e tenha participado na Final.4º Classificado pontua 1 ponto). n+1 n-1 n-2 n-3 (e assim sucessivamente até ao último classificado que Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .1. (em regra 4 jornadas + 1 final). obrigatoriamente. A atribuição de pontos obedece ao seguinte critério: . 3ª. quatro resultados de 58% 60% ou mais.2º Classificado . Sendo “n” igual ao número de conjuntos inscritos na prova. 6ª. reservada a cavalos do mesmo escalão etário. 8ª provas . realizar-se-ão em cada ano. 1ª. suficientemente aliciantes e progressivos. designadas por Jornadas da Taça de Portugal de Ensino. 2ª.1º Classificado .0 5ª. será convertido em pontos. Com vista a garantir aos cavaleiros de Dressage um mínimo de Concursos anuais. Na Final da Taça será considerado vencedor em cada grau. em cada uma das três provas que a constituem. A TPD é um conjunto de provas de ensino dos diferentes graus. com os pontos obtidos nas Jornadas qualificativas.1 O somatório das percentagens.3º Classificado . sendo um.61 ANEXO B Taça de Portugal de Ensino 1. Nas provas de grau internacional são “nível mais elevado” as provas INTERMEDIÁRIA I e GRANDE PRÉMIO ESPECIAL. sendo a última destas jornadas designada por Final da Taça de Portugal de Ensino. Têm acesso à Final da Taça de Portugal de Ensino todos os conjuntos que obtenham nas Jornadas qualificativas. 3. 7ª. 2. que ponham à prova a correta evolução do ensino dos seus cavalos. A Final da Taça de Portugal de Ensino será realizada em três dias seguidos e a classificação será obtida pela adição dos pontos. calculados nos termos do número anterior. assim calculado. pelo menos. 4ª provas – 1. atribuídos.

As Jornadas da Taça de Portugal de Ensino (TPD) serão disputadas anualmente nos seguintes graus: . C – Nível 2 3 Intermediária I Grande Prémio 3º DIA 1ª --- 2ª --- Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . as provas a disputar serão as do segundo e terceiro dias. 7. uma percentagem mínima de 62% PROVAS A REALIZAR DURANTE AS VÁRIAS JORNADAS JORNADAS 1º DIA P. Os prémios pecuniários atribuídos só serão distribuídos aos conjuntos que obtiverem. E. M. 8. George G.Preliminar: Reservado a cavalos de 4 anos . C – Nível 1 S. Na Final da Taça. a FEP poderá atribuir taças ou objetos de arte ao1º lugar e medalhas ao 2º e 3º lugar de cada Grau. M. E.Médio: Reservado a cavalos de 6 anos .Complementar: Reservado a cavalos com o mínimo de 6 anos . E. pela média das percentagens obtidas nos três dias de provas. para além dos Prémios pecuniários e dos diplomas.62 4. Prémio 2º DIA P. M. M. 5. E. Durante as jornadas classificativas os prémios serão responsabilidade das Comissões Organizadoras. George e Intermediária I: Reservado a cavalos com o mínimo de 7 anos . Em caso de igualdade de pontos o desempate será obtido pela maior percentagem obtida no terceiro dia de provas e se se mantiver. George Intermediária II Grau P.S. Prémio: Reservado a cavalos com o mínimo de 8 anos Paralelamente com as Jornadas da Taça de Portugal de Dressage (TPD) poderão as Comissões Organizadoras realizar um CDE ou CDR aberto aos conjuntos federados cujas montadas não se enquadrem no número anterior. C – Nível 12 S.Elementar: Reservado a cavalos de 5 anos . sendo que. C – Nível 1 2 S. George Intermediária II Grau P. A Final da Taça de Portugal de Ensino poderá ser realizada apenas em dois dias. 6. neste caso. pelas média das percentagens obtidas nos terceiro e segundo dias de provas. e se ainda se mantiver.Intermediária II e G. Cada cavalo apenas poderá disputar um único grau das Taças de Portugal. na média das três Provas que constituem a Final.

C – Nível 2 Intermediária I G.Prémio Especial P. M.Prémio Kur P. E. I Kur G. E. C – Nível 2 Intermediária I G. M. C – Nível 3 Intermediária I Kur G. E. E. Prémio Kur Final Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . E. C – Nível 2 1 Intermediária I Grande Prémio P.63 3ª P. M. E. Prémio Especial --- 4ª --P. M. M. M. George G. Prémio Especial P. E. Prémio P. C – Nível 3 Int. M. C – Nível 3 Intermediária I Kur G. C – Nível 1 S.

Dada a sua finalidade. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . é desejável que estes Critérios (CCN) tenham lugar em simultâneo e em conjunto com os Campeonatos de Portugal de Dressage (CPD). Estes Critérios devem ser disputados em 2 dias. em cada ano. Prémios especiais: A sua execução e patrocínios poderão ser atribuídos pela FEP a qualquer Comissão Organizadora. 4. Será vencedor de cada Critério o cavalo que obtenha a média de pontuação mais elevada no conjunto das duas provas realizadas.64 ANEXO C Critérios de Cavalos Novos (CCN) 1. sendo as provas a realizar as seguintes: . 5 e 6 anos.4 Anos: Provas FEI 4 Anos e FEP P3 . Estas provas poderão ser dotadas de prémios especiais.6 Anos: Provas FEI de 6 Anos 3. o melhor Cavalo de Ensino de 4.5 Anos: Provas FEI de 5 Anos . 2. Por Critérios de Cavalos Novos entendem-se os Concursos as Competições constituídas por um conjunto de provas com a finalidade de apurar.

Anexo D – Quadro de Resultados QUADRO DE RESULTADOS COMPETIÇÃO ____________________________ Prova de Ensino____________________ N º O r d e m Atleta N º F E P Cav alo N º F E P Juiz E Juiz H Juiz C Juiz M Data: P t s % C l s P t s % C l s P t s % C l s P t s % C l s P t s Juiz B % C l s Fin al P t s % Juízes: E-________________________ H-________________________ C-________________________ M-________________________ B-________________________ O Presidente do Júri .

Anexo E Embocaduras autorizadas (FEI) .

o Regulamento de Disciplina e os Regulamentos Anti. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .Doping.67 Anexo F Da Disciplina Estão em vigor o Regulamento Geral .

ser de categoria superior à do Presidente do Júri.68 Anexo G Comissão de recurso (Artº 61 – RG) 1. Não podem ser membros da Comissão de Recurso as seguintes pessoas: a) Membros do Conselho de Disciplina e Conselho de Justiça da FEP. 8. solicitando em caso de dúvida a apresentação dos respetivos cartões. 4. de qualquer queixa que lhe seja dirigida e de todas as infrações aos regulamentos para os quais o Júri de Terreno não tenha competência. 2. O Presidente da Comissão de Recurso deve ser escolhido das listas de Juízes e Diretores de Campo Chefes de Pista da FEP ou da FEl de acordo com a categoria do concurso da Competição. Compete à Direção da FEP designar: a) O Presidente da Comissão de Recurso para os Critérios e Taça de Portugal. 6. 5. O período de jurisdição da Comissão de Recurso estende-se desde uma hora antes do começo da prova até uma hora após a última decisão do Júri de Terreno. Veterinário do Concurso da Competição ou Delegado Veterinário e Diretor do Concurso da Competição. b) O Presidente e os restantes membros para os Campeonatos de Portugal. A Comissão de Recurso é composta por um Presidente e dois vogais. A Comissão d e Recurso é de existência o b r i g a t ó r i a n o Campeonato d e Portugal e na Final da Taça de Portugal. verificar através dos boletins de inscrição que lhe são entregues pela CO se as licenças dos concorrentes Atletas e dos cavalos estão em vigor. e. e. 7. nos restantes Concursos ao Presidente de Júri. c) Professores e/ou Treinadores de concorrentes ao Concurso Atletas à Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . A Comissão de Recurso tem como missão conhecer e decidir. 3. sobre os recursos interpostos de uma decisão do Júri de Terreno. se possível. Delegado Técnico da FEP. Todas as outras nomeações devem ser efetuadas pela CO após aprovação da FEP. Nos restantes concursos Nas restantes Competições as competências desta Comissão serão desempenhadas pelo sendo as missões desta Comissão atribuídas. b) Juízes.

Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .69 Competição. e) Qualquer pessoa que possa estar sujeita a conflito de interesses. conforme o caso. d) Concorrentes Atletas ou proprietários de cavalos que participem no Concurso na Competição. 9 O Veterinário do concurso da Competição ou Delegado Veterinário. deve ser convidado a fazer parte da Comissão de Recurso na qualidade de consultor.

Pode ainda ser este técnico o responsável pelo exame dos conjuntos. 5. cumpridas todas as normas de bem-estar. O Diretor de Concurso da Competição coordenará o trabalho de todos os Comissários 3. O Comissário poderá autorizar a utilização da pista de aquecimento por parte dos cavaleiros Atletas que desejem efetuar algumas correções nas suas montadas após a realização das provas desde que não prejudique os conjuntos que efetuam o aquecimento para a competição. Poderão ser nomeados para além das pessoas que figuram das listas de Comissários da FEP. arreios e capacetes de proteção. esporas. por todos. conforme descrito no artº 435. A função de Comissário não é acumulável com as de outros oficiais no mesmo concurso. treinadores proprietários de cavalos. Sempre que possível. As irregularidades surgidas durante o seu período de serviço serão participadas ao Diretor do Concurso da Competição . 8. A autoridade dos pelos Comissários concorrentes deve ser respeitada tratadores. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .70 Anexo H Comissários (Artº 64 RG) 1. e nomeadamente Atletas. 2. bem como agilizar a entrada dos conjuntos concorrentes na/s pista/s de prova. 4. 6. embocaduras. responsável por fazer cumprir as regras exigidas pela FEI para as pistas de aquecimento. segurança e por tempo não superior ao necessário para execução da prova. com a finalidade de fiscalizar o cumprimento das normas regulamentares sobre crueldade. sticks. 7. deverá ser nomeado um Comissário. tais como a entrada de cavalos em pista e segurança de cavalariças. Juízes Nacionais de Ensino. A CO deve nomear um número apropriado de Comissários. bem como o controlo de outras atividades. depois da execução das provas. a aprovar pela FEP.

Ela é responsável pelos atos cometidos por si e ainda pelos atos praticados por outras pessoas por si autorizadas a ter acesso aos cavalos e. estado. deve conhecer o RG.71 Anexo I Pessoa Responsável (Artº 39 RG) 1. 2. a Pessoa responsável será o respetivo encarregado de educação ou qualquer outro adulto designado para o efeito no boletim de inscrição. O concorrente Atleta é Pessoa responsável. RV e o presente regulamento. Caso tenha menos de 18 anos de idade. 3. Só a Pessoa responsável deve responder sobre a condição. medidas a tomar e inscrições dos cavalos sob sua autoridade. e. nomeadamente aquando da monte ou treino do cavalo Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .

a rapidez da divulgação de resultados e a qualidade da instalação sonora especialmente quando da realização de provas Kür. 2. demais técnicos.1 do presente Regulamento só poderá ser aprovado desde que o Diretor de Concurso da Competição seja nomeado.411. Zelar pelo rigoroso cumprimento dos regulamentos e do programa aprovado. pisos. transporte e abrigos dos juízes. Zelar pela qualidade das instalações onde decorrem as provas – boxes. secretários e colaboradores convocando-os a estar presentes no recinto 30 minutos antes do início das provas e 5 minutos antes nos seus lugares. 4. alimentação. É ainda responsável pelo processo do concurso da Competição. tem autoridade e funções disciplinares de um Comissário chefe. Cuidar especialmente as cerimónias protocolares. concorrentes Atletas e tratadores. e para que a comunicação social dê a máxima cobertura ao acontecimento. 5. alojamento. Fazer tudo o necessário para atrair o público. O Diretor de Concurso da Competição.72 Anexo J Diretor de Concurso da Competição O programa de todos os concursos todas as Competições mencionadas no art. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Zelar pela pontualidade dos juízes. administrativa e tecnicamente. Poderão ser nomeados Diretores de CD. Deverá para o efeito assumir funções a tempo inteiro. os Juízes Nacionais de Ensino. Deverá estar contactável 24 horas em permanência O Diretor de Concurso Competição tem as seguintes obrigações: 1. 3. Um Diretor de Concurso Competição tem obrigatoriamente d e garantir que o evento a Competição pelo qual é responsável seja um êxito a todos os níveis. os Comissários FE P e ainda outros Técnicos da FEP que reconhecidamente t e n h a m levado a bom termo anteriores realizações similares.

Excetua-se o caso de cavaleiros Atletas Debutantes.73 Anexo K Treinadores Desde a sua chegada ao local do concurso da Competição os cavalos só podem ser montados pelos respetivos cavaleiros Atletas. O treinador pode ser aceite como a Pessoa responsável por um concorrente Atleta menor de idade. desde que figure o seu nome no espaço para o efeito reservado no boletim de inscrição. . Só neste caso terá direito de reclamação. em substituição do encarregado de educação. Entende-se por treinador habitual qualquer docente de equitação que tenha trabalhado com o cavaleiro Atletas e ou cavalo mais de 3 dias durante os últimos 6 meses antes da prova Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . O groom poderá passear o cavalo a passo de rédeas compridas. Iniciados e Juvenis cujos cavalos podem ser montados pelos treinadores.

c) Deve participar em todas as reuniões técnicas. 4. dos cavaleiros Atletas e dos tratadores.74 Anexo L Delegado Técnico da FEP (Artº 62 – RG) 1. os campos de provas e aquecimento e demais infra-estruturas estão nas condições regulamentares. O Delegado Técnico da FEP assegurará que o alojamento dos técnicos. 2. O Delegado Técnico deve apresentar um Relatório à Direção da FEP durante a semana seguinte ao fim do Concurso da Competição. ou no mínimo equivalente à do Presidente do Júri. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . 6. O Delegado Técnico da FEP tem por missão aprovar todas as disposições administrativas e técnicas tomadas para o concurso a Competição . O Delegado Técnico deve ser escolhido nas listas de Juízes da FEP. com categoria superior. o Presidente da Comissão de Recurso e o Delegado Veterinário. 5. o Diretor do Concurso da Competição . No dia anterior ao começo do concurso d a Competição o Delegado deve contactar o Presidente da CO. Sempre que não exista Delegado. podendo a proposta partir da CO. a fim de trocar com eles as informações necessárias. 3. desde a sua nomeação até ao fim do concurso da Competição. b) Propor à CO e ao Diretor do Concurso da Competição as modificações no campo. b e m como as cavalariças. 7. Após a sua nomeação deve contactar a CO e o Diretor do Concurso da Competição para a futura colaboração e entreajuda no exercício das funções que lhe são cometidas. as suas funções são desempenhadas pelo Presidente do Júri. bem como no sorteio para a ordem de entrada dos concorrentes Atletas. O Delegado Técnico da FEP tem as seguintes o b riga çõ e s e responsabilidades durante o concurso a Competição: a) Inspecionar os pisos e os campos e assegurar que os requisitos técnicos estão de acordo com o RG e o RD. nos pisos ou sobre qualquer outro aspeto técnico que considere pertinente.

/ Int. Int.G.75 ANEXO M Quadro das Provas e Graus a disputar nos diversos Concursos nas diversas Competições Provas P E M CDN / CDE Cavalos ≥ 4 anos Aberto Cavalos ≥ 5 anos Aberto Cavalos ≥ 6 anos Aberto Cavalos ≥ 6 anos Aberto Cavalos ≥ 6 anos Cavaleiros Juniores Cavalos ≥ 7 anos Jovens Cavaleiros Cavalos ≥ 7 anos Aberto Cavalos ≥ 8 anos Aberto Segundo regulamento próprio TPD Cavalos de 4 anos Cavalos de 5 anos Cavalos de 6 anos CPD Debutantes Iniciados Juvenis CPDO Aberto Aberto Aberto C Cavalos de ≥ 6 anos Veteranos Aberto Júnior FEI YR FEI S. II/ GP Equitação Adaptada Juniores Jovens Cavaleiros Cavalos de ≥ 7 anos Cavalos de ≥ 8 anos Segundo regulamento próprio Seniores Segundo regulamento próprio Aberto Aberto Aberto Cavalos 4 Anos FEI – P3 FEP e FEI 4 anos CCN Critérios de Cavalos Novos Cavalos 5 Anos FEI – FEI 5 anos Cavalos 6 Anos FEI – FEI 6 anos Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .

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ANEXO N Qualificação Para Provas Internacionais Em conformidade com o disposto em “II – Cavaleiros Atletas Selecionáveis“ do Regulamento das Seleções e Representações Internacionais da Federação

Equestre Portuguesa, estabelece-se o seguinte critério: 1. Qualquer conjunto, para poder participar em Provas Internacionais,

necessita obter um mínimo de 2 (dois) resultados qualificativos para o efeito. Entende-se por “resultado qualificativo” a obtenção de percentagem igual ou superior a 61% em prova do nível desejado 2. Os resultados qualificativos atrás referidos devem ser obtidos nos 365 dias anteriores ao Concurso à Competição Internacional a disputar e manter-se-ão válidos desde que o conjunto não obtenha por 3 (três) vezes consecutivas percentagens inferiores a 58%. 3. Para os Cavaleiros Atletas portugueses residentes no estrangeiro manter-se-á a mesma metodologia e critério dos números anteriores

Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014

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ANEXO O Ranking FEP Para Cavaleiros Atletas de Dressage Ensino 1. O Ranking Nacional de Cavaleiros Atletas de Ensino destina-se a todos os Atletas de nacionalidade portuguesa com licença regularizada, montando cavalos devidamente registados na FEP e ou na FEI. 2. Ficam abrangidos pelo número anterior os cavaleiros Atletas de todos os escalões etários, Iniciados, Juvenis, Juniores, Jovens Cavaleiros e Seniores que obtenham percentagens de valor igual ou superior a 60% e classificações de acordo com a tabela abaixo publicada. 3. O Ranking dos cavaleiros Atletas Seniores baseia-se nas percentagens obtidas nas provas de Grande Prémio (GP, GPS e GP Freestyle) em concursos competições nacionais e internacionais realizados, respetivamente, de acordo com os regulamentos da disciplina de Ensino da FEP e da FEI, (CDN, CPD, CDI 1/2/3/4/5*, CE, JEM e JO). 4. Da mesma forma, o Ranking dos cavaleiros Atletas dos restantes escalões etários baseia-se nas percentagens obtidas nas provas dedicadas aos mesmos em concursos Competições nacionais e internacionais realizadas,

respetivamente, de acordo com os Regulamentos da disciplina de Ensino da FEP e da FEI, (CDN, CPD, CDI 1/2/3/4/5*/J-YR, CE). 5. O cálculo para a Lista do Ranking é obtido durante um período de um ano (365 dias). 5.1 A lista do Ranking começa no dia 1 de Janeiro de cada ano com o transporte dos pontos acumulados durante o ano anterior. 5.2 No final de cada mês os pontos obtidos são adicionados à lista e, consequentemente, os pontos do mês correspondente do ano anterior são removidos. 5.3 O Ranking Nacional considera todos os resultados obtidos pelo conjunto cavaleiro Atleta/cavalo durante o período de tempo acima referido. 5.4 Os cavalos vendidos serão automaticamente retirados da lista após a notificação à FEP pelo novo proprietário/cavaleiro Atleta 6. A pontuação para este Ranking será obtida por conjunto cavaleiro Atleta /cavalo e por escalão etário do seguinte modo:

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6.1 Os pontos para o Ranking são obtidos pela soma dos resultados dos últimos 12 meses. 6.2 As percentagens são transformadas em pontos desprezando os decimais, ex.: 66,9%= 66 pontos. 6.3 Em caso de igualdade de pontos tem vantagem o conjunto cavaleiro Atleta /cavalo com menor número de resultados, se ambos tiverem o mesmo número de resultados tem vantagem o conjunto com o melhor resultado individual 6.4 Além do estabelecido na supra alínea 6.2, serão atribuídos pontos de bónus para os resultados obtidos nos seguintes eventos nas seguintes Competições: 6.4.1. 6.4.2. 6.4.3. 6.4.4. Jogos Olímpicos Campeonato do Mundo Campeonato da Europa Campeonato de Portugal 40 pontos 30 pontos 20 pontos 20 pontos

6.5 Contarão para o Ranking os eventos as Competições internacionais acima referidas, realizadas no estrangeiro ou em Portugal, desde que julgadas por 5 juízes, dos quais pelo menos 3 sejam estrangeiros (FEI Dressage Riders Ranking Rules 2012) e os eventos as Competições nacionais supra citadas julgadas de acordo com as regras de julgamento do RND da FEP. 7. Cada cavaleiro Atleta deve informar a FEP das classificações obtidas em provas realizadas no estrangeiro que possam ser submetidas a admissão ao Ranking. 8. Cumprindo com o estabelecido nos números anteriores, a FEP manterá um Ranking de Small Tour próprio para as Provas S. George, Intermediária I e Intermediária I Freestyle.

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79 RANKING DOS CAVALEIROS ATLETAS (POR ESCALAO ETÁRIO) CATEGORIA DO CONCURSO CLASSIF. 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º 15º 16º 17º 18º 19º 20º 21º 22º 23º 24º 25º 26º 27º 28º 29º 30º 31º 32º 33º 34º 35º 36º 37º 38º 39º 40º 41º 42º 43º 44º 45º 46º 47º 48º 49º 50º NACIONAIS CDN PONTOS 16 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 CP 31 29 28 27 26 25 24 23 22 21 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 CDI 1*/J-YR 16 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 INTERNACIONAIS CDI 2*/J-YR CDI 3-4-5*-W/J-YR PONTOS 26 31 24 29 23 28 22 27 21 26 20 25 19 24 18 23 17 22 16 21 15 20 14 19 13 18 12 17 11 16 10 15 9 14 8 13 7 12 6 11 5 10 4 9 3 8 2 7 1 6 5 4 3 2 1 CE/JEM/JO 51 49 48 47 46 45 44 43 42 41 40 39 38 37 36 35 34 33 32 31 30 29 28 27 26 25 24 23 22 21 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .

incentivar para o futuro um Campeonato reservado exclusivamente aos cavaleiros Atletas que. em que cada finalista realizará 3 provas. c) Não poderão ser admitidos a este CPCP quais quer cavaleiros Atletas que sejam exclusivamente amadores (que não sejam de qualquer modo remunerados pela sua atividade equestre) Condições Poderão concorrer a este CPCP os cavaleiros Atletas profissionais com dupla nacionalidade.80 ANEXO P Campeonato de Portugal de Cavaleiros Profissionais (CPCP) Regulamento Introdução Esta primeira experiência visa. façam da Equitação e fundamentalmente da disciplina de Ensino a sua atividade profissional principal. uma com o seu cavalo e as outras 2 com os cavalos dos outros finalistas. No 3º dia será realizada a Final. podendo realizar-se em 3 dias consecutivos ou separados  No 1º e 2º dias serão disputadas as provas de apuramento. desde que uma delas seja a nacionalidade portuguesa. Só serão admitidos ao CPCP cavalos de qualquer origem ou procedência. Definições Para efeitos deste Regulamento são considerados cavaleiros Atletas profissionais: a) Para efeitos deste Regulamento são considerados cavaleiros Atletas profissionais: b) Os cavaleiros Atletas que exerçam a profissão de equitador (ou semelhante) para terceiros. à semelhança do que já existe em alguns países europeus. federados ou não. com 6 (seis) ou mais anos de idade Disposições Gerais O CPCP será disputado em duas jornadas (dias) de apuramento e uma final. mesmo não sendo federados.  Passam à Final os 3 melhores conjuntos apurados nos dias anteriores pela Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .

tratador ou outro.Cada finalista poderá utilizar a sua própria sela.  A ordem de partida para a Final será sorteada pelo Presidente do Júri. no somatório das três provas. modificar ou alterar a cabeçada.  Para a Final os 3 melhores conjuntos apurados partirão em igualdade de pontos (zero).  Na Final a classificação de cada concorrente Atleta será obtida pela soma das pontuações atribuídas pelos membros do Júri à prova realizada com o cavalo próprio e às provas realizadas com os cavalos dos outros finalistas. porque é exigido um grande esforço aos cavalos finalistas. sendo no entanto expressamente proibido a qualquer pessoa. serão anuladas as notas de todas as provas já efetuadas. O rigoroso respeito desta regra será fiscalizado pelo Comissário de Paddock e pelos auxiliares que forem julgados necessários. com que o cavaleiro Atleta inicial executou a prova. será disputada sobre uma prova tipo C3 (versão short) com modelo próprio.  Será consagrado pontuação Campeão o cavaleiro Atleta que obtiver a maior Em caso de igualdade. etc. no dia anterior e na presença dos cavaleiros Atletas finalistas. Caso um cavaleiro Atleta tenha dois ou mais cavalos apurados para a Final terá que optar apenas por um deles. rédeas. O Aquecimento do cavalo próprio não terá restrições de tempo  .81 soma das respetivas pontuações. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . focinheira. devendo iniciar a prova de imediato.  Na Final apenas é permitido a cada concorrente Atleta fazer a Adaptação aos cavalos dos outros finalistas em recinto para o efeito reservado e sob fiscalização de um membro do Júri de terreno durante o tempo máximo de 6 (seis) minutos. embocadura.. barbela. em adenda a este anexo. desempatará a pontuação atribuída à prova realizada com o cavalo próprio. A Final. seja concorrente Atleta. Provas a realizar O CPCP será disputado sobre as provas C1 e C2 nos dois dias de apuramento.  Se em qualquer momento da Final um cavalo se lesionar e tiver de retirar.

H mao a tres tempos M-K Galope largo K A X Galope concentrado Tomar a linha do meio Paragem. correcc.a. souplesse do dorso) Submissao (Atenc.ao. harmonia. o primeiro para a direita: 5m10m -5m Pista para a direita e passo concentrado Passo concentrado Galope concentrado para a mao esquerda Galope concentrado e passagem de mao 2 M-X -K Passo largo 2 5 F-X-H Galope largo 2 6 Executar 3 passagens de mao a quatro M-X-K tempos F-X Ladear Passagem de mao Pista para a direita Ladear Passagem de mao Pista para a esquerda Meia pirueta para a esquerda Passagem de mao Meia pirueta para a direita 7 G 2 c M-X 8 0 A entre Fe X F 2 9 2 10 entre KeX K 2 2 11 12 13 Passagem de mao Sobre a diagonal.ao maxima: 290 pontos Esporas obrigat6rias.ao Total Final Percentagem Assinatura do Juiz 2 2 2 2 Concurso: _ Cavalo: -----------------------Juiz da letra: Rubrica do juiz: Data: ! ! _ Cavaleiro: _ _ Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .82 Prova de Dressage da Final do CPCP Picadeiro de 20x60m Tempo medio: 4m 10s Pontua<. elasticidade das passadas.ao de ditado No Exercicio Ponto Coef Nota Letra A 1 X Entrada a galope concentrado Paragem. confianc. vara facultativa Bridao ou freio e bridao Proibi<. Sair por A a passo livre Andamentos (Amplitude e regularidade lmpulsao (Oesejo de avanc. cumprimento. lmobilidade.ao e assento. executar 3 passagens de F-X .ao e efeito do emprego das ajudas Total Penalizac.ar . Sair a trote concentrado Observa oes 2 Pista para a esquerda H-X-F Trote largo F c A 3 0-G c 4 K A H Trote concentrado Tomar a linha do meio 3 ladeares. Cumprimento. facilidade e ligeireza dos movimentos e aceitac.ao da embocadura) Cavaleiro: Posic.

83 ANEXO Q Campeonato Regional dos Açores de Ensino (CRAD) Preâmbulo O Campeonato Regional dos Açores de Ensino tem como objetivo apurar os cavaleiros Campeões Regionais dos escalões de Iniciados. O Campeonato Regional dos Açores de Ensino (CRAD) será disputado sobre um conjunto de “Provas Qualificativas” e três “Jornadas Regionais”. montando cavalos com 6 anos ou mais. de acordo com o seguinte Quadro Jornada Escalão Iniciados Juvenis Juniores Jovens Cavaleiros Séniores Iniciados Juvenis Juniores Jovens Cavaleiros Séniores Iniciados Juvenis Juniores Jovens Cavaleiros Seniores Quadro I DIA 1 E1 M1 J Preliminary YR Preliminary Int II E2 M2 JUN Team YR Team GP E3 M3 JUN Individual YR Individual GPS DIA 2 E1 M1 J Preliminary YR Individual Int II E2 M2 JUN Team YR Team GP E3 M3 JUN Individual YR Individual GPS 1 2 3 Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Juniores e Seniores para representarem a Região Autónoma dos Açores no Campeonato de Portugal de Dressage Ensino. 1. definidas pela ARDEA até ao dia 15 de Janeiro de cada ano e incluídas obrigatoriamente no Comunicado nº I. dos seguintes escalões: 2. Juvenis. O Campeonato Regional dos Açores de Ensino (CRAD) está aberto a todos o s cavaleiros federados de nacionalidade portuguesa e residentes na Região A u t ó n o m a dos Açores. Cada Jornada Regional do CRAD será disputada sobre um conjunto de 2 Provas em 2 dias sucessivo. 3. 4. desde que tenham obtido em média determinada percentagem em quatro “Provas Qualificativas”. Disputar-se-á anualmente o Campeonato Regional dos Açores de Ensino (CRAD).

desempatará a nota de conjunto do Cavaleiro atleta (posição e assento. da totalidade das provas realizadas nos dias 1 e 2 das três Jornadas Regionais do CRAD e de acordo com o seguinte Quadro II: Quadro II – Apuramento para o Campeonato de Portugal Escalões Iniciados Juvenis Juniores Jovens Cavaleiros Seniores Média (Mínima) 55% 55% 60% 60% 60% 6262 62% % 8. Seniores e Veteranos terão acesso à “Grande Final” dos Campeonatos de Portugal (CP) desde que tenham atingido as seguintes percentagens mínimas nas 4 (quatro) melhores provas do seu escalão. deverão ser julgadas no mínimo por 3 (três) juízes. A classificação final de cada conjunto é obtida pela média de todas as provas realizadas nos dias 1 e 2 do conjunto das três Jornadas Regionais. As provas dos dias 1 e 2 das “Jornadas Regionais” do Campeonato Regional dos Açores de Ensino (CRAD).84 5. Juniores. Jornada Regional. calculada com base na soma da média das provas realizadas nos dias 1 e 2 das três Jornadas Regionais do CRAD. 7. Juvenis. será apurado de entre os cavaleiros atletas que participem na 3ª. 6. correção e efeito do emprego das ajudas) obtida no conjunto das provas dos dias 1 e 2 da 3ª Jornada Regional do CRAD. Jovens Cavaleiros. 9. Em caso de empate. desempatarão a s notas de conjunto relativas à última prova realizada na 3ª Jornada Regional do CRAD. Os cavaleiros atletas dos Açores dos escalões de Iniciados. George. O Campeão e Vice-campeão Regional dos Açores de cada escalão. Campeonato de S. Se novo empate se verificar. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .

1. disputar-se-á sobre um conjunto de provas dos diferentes graus a realizar nas “Provas Qualificativas” e nas três “Jornadas Regionais”. George e Intermediária I: Reservado a cavalos de 7 ou mais Anos Intermediária II e Grande Prémio: Reservado a cavalos de 8 ou mais Anos. A Taça Açores de Ensino (TAD). 2.85 ANEXO R Taça Açores de Ensino (TAD) Preâmbulo A Taça Açores de Ensino tem como objetivo garantir um quadro competitivo anual. Cada Jornada Regional da TAD será disputada sobre um conjunto de 2 Provas em dias sucessivos e de acordo com o seguinte Quadro I: Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . está aberto a todos os cavaleiros atletas federados e residentes na Região Autónoma dos Açores. 4. Permitirá igualmente apurar os cavaleiros atletas da Região Autónoma dos Açores a representarem a mesma na Final da Taça de Portugal de Ensino. que tenham obtido em média determinada percentagem em quatro “Provas Qualificativas” definidas pela ARDEA até ao dia 15 de Janeiro de cada ano e incluídas obrigatoriamente no Comunicado nº I. 3. serão disputadas anualmente nos seguintes graus:       Preliminar: Reservado a cavalos de 4 Anos Elementar: Reservado a cavalos de 5 Anos Médio: Reservado a cavalos de 6 Anos Complementar: Reservado a cavalos de 6 ou mais Anos S. A Taça Açores de Ensino (TAD). As Jornadas Regionais da Taça Açores de Ensino (TAD). que permita que cavaleiros atletas e cavalos se possam preparar com vista à participação futura no Campeonato Regional dos Açores de Ensino (CRAD).

. I Kur G. excetuando-se desta regra apenas os cavalos montados Cavaleiros atletas Iniciados. 9. são apurados com base na soma das 4 (quatro) melhores pontuações obtidas de entre as 6 (seis) provas realizadas nos dias 1 e 2 das três Jornadas Regionais da TAD.Prémio E Kur 1 2 3 5. George Intermediária II P2 E2 M2 C2 Intermediária I Grande Prémio P3 E3 M3 C3 Inter. Os vencedores de cada uma das Taças Açores de Ensino (TAD). Prémio Esp DIA 2 P1 E1 M1 C1 S. George Intermediária II P2 E2 M2 C2 Intermediária I Grande Prémio P3 E3 M3 C3 Intermediária I Gr. Se novo empate se verificar desempatará a nota de cavaleiro atleta (posição e assento. Os cavaleiros atletas dos Açores de cada Grau das provas da Taça Açores de Ensino (TAD) terão acesso à final da Taça de Portugal desde que a Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . para que possam ter direito a ser considerados como tal têm por obrigatoriamente de participar nas 2 (duas) provas realizadas no dia 2 e 3 da 3ª.86 Quadro I – Jornadas Regionais Jornada Escalão Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos Cavalos 4 Anos 5 Anos 6 Anos 6 + Anos 7 + Anos 8 + Anos 4 Anos 5 Anos 6 Anos 6 + Anos 7 + Anos 8 + Anos 4 Anos 5 Anos 6 Anos 6 + Anos 7 + Anos 8 + Anos DIA 1 P1 E1 M1 C1 S. 8. 7. Jornada Regional da TAD. Os vencedores da Taça Açores de Ensino (TAD) em cada um dos graus. 6. Cada cavalo só poderá disputar um único grau das Taças Açores de Ensino (TAD). Em caso de empate desempatará a nota de conjunto relativa à última prova da 3ª Jornada Regional da TAD. correção e efeito de emprego das ajudas) obtida no conjunto das provas dos dias 1 e 2 da 3ª Jornada Regional da TAD.

Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .87 média da soma das 4 (quatro) melhores provas seja no mínimo igual a 60%. sendo obrigatoriamente 1 (um) dos resultados qualificativos obtido no nível mais elevado do respetivo grau.

Os cavalos dos Açores de cada Critério poderão representar a Região Autónoma dos Açores nos Concursos nas Competições Nacionais de Critérios de Cavalos de Ensino. Será vencedor de cada Critério o cavalo que obtenha a média de pontuação mais elevada no conjunto das duas Provas realizadas. Os Critérios serão disputados anualmente nos seguintes graus:  4 Anos – FEP P3 e FEI 4 Anos  5 Anos – FEI 5 Anos  6 Anos – FEI 6 Anos 4. Dada a sua finalidade. 5 e 6 anos. Os Critérios de Cavalos Novos dos Açores (CCNA). Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Por Critérios de Cavalos Novos dos Açores (CCNA) entendem-se os Concursos as Competições constituídas por um conjunto de Provas com a finalidade de apurar em cada ano o melhor Cavalo de Ensino de 4. 2. 3. tenham lugar em simultâneo e em conjunto com a 3ª. 6. Jornada Regional da TAD e do CRAD. é desejável que estes Critérios (CCNA). sendo as Provas a realizar as apresentadas no Quadro I Quadro I – CCNA Jornada Escalão Cavalos 4 Anos Cavalos 5 Anos Cavalos 6 Anos DIA 1 P3 FEI 5 Anos Preliminary FEI 6 Anos Preliminary DIA 2 FEI 4 Anos FEI 5 Anos Final FEI 6 Anos Final 1 5.88 ANEXO Q Critérios de Cavalos Novos dos Açores (CCNA) Preâmbulo Os Critérios de Cavalos Novos dos Açores (CCNA) tem como objetivo proporcionar ao número crescente de criadores de cavalos que começa a surgir na Região Autónoma dos Açores a realização de Concursos Competições que permita em cada ano apurar o cavalo de 4. 1. serão disputados em 2 dias. 5 e 6 anos com maior aptidão para o Ensino.

são distribuídas da seguinte forma:  1º . dois graus de provas diferentes 7. Contudo é obrigatório que sejam contemplados. pelo menos. fica ao critério de cada Clube. 8. contam apenas os três melhores resultados (em termos de pontuação) referentes aos cavaleiros Atletas da Equipa.n – 1 Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . que têm de disputar obrigatoriamente provas nacionais (P. entre Clubes ou Escolas que ministrem a formação da Ensino aos seus alunos e que estejam devidamente inscritos na Rede Nacional de Centros Federados. o (s) conjunto (s) suplentes e ainda os contactos do Chefe de Equipa. o grau de provas em que participam. A Final deste Campeonato será realizada em simultâneo com a da Taça de Portugal. M ou C). E.n + 1  2º . 4. Para a Classificação Final deste Campeonato contam as cinco melhores pontuações de cada conjunto. 9. A distribuição dos cavaleiros Atletas pelos diferentes graus. devendo indicar o nome dos conjuntos que compõem a equipa. Em cada prova. às quais será acrescentado a pontuação na Prova Final que decorre em paralelo com a da Taça de Portugal de Ensino (TPD). Cada equipa tem de ter um Chefe de Equipa que será o responsável e representante da mesma 5. As percentagens efetuadas para cada prova / grau são contabilizadas em pontos de acordo com a classificação comparativa dos conjuntos inscritos nessa prova e que disputam o Campeonato Nacional de Escolas. ao longo da época desportiva. . A inscrição é feita a qualquer momento da época desportiva junto da FEP. A prova final disputada conjuntamente com a da TPD terá coeficiente 2 10.89 ANEXO R Campeonato Nacional de Escolas (CNED) 1. 6. As pontuações de cada prova. 2. 3.Este Campeonato disputa-se ao longo de toda a época desportiva. As equipas que compõem uma Escola/Clube são constituídas por quatro conjuntos. As provas classificativas para este Campeonato serão realizadas nos Concursos nas Competições de categoria CDN.

Só serão contabilizadas. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . A FEP entregará as medalhas respetivas na última prova deste Campeonato. No final do Campeonato Nacional de Escolas/Clubes vencerá a Escola/Clube com mais pontos obtidos no somatório das provas disputadas.C 13. Os coeficientes a atribuir a cada prova são:  Grau Preliminar .90  3º . 14. que deverá coincidir com a Taça de Portugal de Ensino. (sendo n – o número de conjuntos inscritos nesse grau) 11.P 1    Grau Elementar .n – 3 (e assim sucessivamente até ao ultimo conjunto que pontua 1 ponto).n – 2  4º .E 2 Grau Médio M 3 4 Grau Complementar . para este Campeonato. as notas superiores a 55 %. 12.

º 437 Juízes de com o art. em cada prova. em cada participantes prova. a sua Sem restrições distribuição tem de respeitar o disposto no Artº 427 RND Não tem Sem restrições. Rosetas Rosetas Rosetas obrigatórias obrigatórias obrigatórias para obrigatórias 25% dos para 25% dos para 25% dos para participantes participantes em participantes em 25% dos cada prova. Anexo G RND Obrigatório. Horários de acordo com a CO Horários de acordo com a CO Todos JN 3 FEP Mais um Juiz FEI (nacional ou estrangeiro que presidirá o concurso à Competição Obrigatório. cada prova. responsabilida FEP. aquecimento serem próximos poderá haver apenas um Comissário. acordo com a com o art.º 64 RG) Não obrigatório Não obrigatório 1 Comissário por 1 Comissário campo de por campo de aquecimento e aquecimento e 1 Comissário 1 por campo de Comissário provas. classificados de cada prova. Obrigatório e da Obrigatório e da responsabilidade responsabilidade Obrigatório e da da CO e/ou da da FEP. PRÉMIOS PECUNIÁRIOS Quando contemplados. competição aquecimento aquecimento serem próximos serem próximos Nota: No poderá haver poderá haver caso dos apenas um apenas um campos de Comissário. Rosetas cada grau.º 437 Horários de acordo com a CO Horários de acordo com a CO Comissão de Recurso Não obrigatório.º 437 Presid. 5 JN 3 art. Anexo G RND Obrigatóri o. Comissário. por 1 Comissário campo Nota: No caso de por concurso Nota: No caso dos campos de dos campos de provas . Anexo G RND Horários de acordo com a CO Todos JN 3 FEP de acordo com o art.º 437 Entrega de Prémios Juízes Horários de acordo com a CO Horários de De acordo No mínimo 2 De acordo 3 Juízes FEP. de da CO TROFÉUS Rosetas obrigatórias para 25% dos participantes em cada prova Sem restrições Troféus e medalhas da Troféus FEP para os três Medalhas da obrigatórios FEP para os De acordo com primeiros para os 3 primeiros de o art. Anexo G RND Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Anexo G RND Obrigatório. Anexo E G RND Não obrigatório. JN 3 CO qualquer Final Taça nível. nº 6 classificados de três primeiros cada escalão.91 ANEXO S Requisitos para a Organização de Concursos Competições de Ensino Requisitos CDE CDR CDN TPD 1 Comissário por campo de aquecimento e 1 Comissário por campo de provas CPD CPDO COMISSÁRIOS Controlo e Fiscalização (ANEXO F H RND e Art.º 412.

Periodicidade e Distribuição ao longo da época desportiva . dias do CPD. Provas.se um piso de piso de idêntica piso de piso de idêntica natureza ao do seja de idêntica idêntica se que o natureza ao do Campo de idêntica natureza ao do Campo de Provas. Outros: Outros: do Campo Provas. consoante as provas a realizar. Dimensões: 40 X 20 m e/ou 60 X 20 m. ensino. natureza ao do idêntica Campo de Campo de Campo de natureza ao Provas. Dimensões: Recomendase 40 X 20 m e/ou 60 X 20 m. consoante as provas a realizar .92 Qualificações Não se aplica Não se aplica Qualifica para o CPD. Máximo de 3 por mês. No final da época desportiva. Dimensões: 40 X 20 m e/ou 60 X 20 m. de acordo com o art. pista de e relógio visível.Obrigatório um Obrigatório um Obrigatório um se que o piso Recomenda. nº 1 Prioridade no Calendário Nacional Distância entre Concurso Competiçõe s eses Respeitando a data das Feiras ou Festivais em que se incluírem Não se aplica Sem prioridade perante a TPD. Dimensões: 40 X 20 m e/ou 60 X 20 m. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . pista de ensino se letras na relógio visível. CPD e o CPDO. Os prazos de entrega dos programas para aprovação / divulgação são os definidos pelo RND e RG. nem pode haver outros concursos outras competições na mesma data da TPD. do CPD e do CPDO. o último CDN de Novembro. piso seja de natureza ao do Provas . Dimensões: 40 X 20 m e/ou 60 X 20 m. de ensino e letras na pista letras na pista Outros: Recomendarelógio visível . Obrigatório letras Obrigatório de Provas. Não aplicável aos CDRs Dimensões: 40 X 20 m e/ou 60 X 20 m. Campo de Aquecimento Pisos: Pisos: Pisos: Pisos: Pisos: RecomendaPisos: Recomenda. CCN e TPD Referência para integrar equipas nacionais em CE. consoante as provas a realizar . Sem restrições Sem restrições. JEG e JO Entre os Entre os meses de meses de Outubro e Outubro e Novembro. o último CDN de apuramento não deve estar apuramento agendado a não deve estar agendado a menos de 15 dias menos de 15 do CPDO.º 412. consoante as provas a realizar . Programas dos Concursos das Competiçõe s Apenas serão aceites para aprovação os programas apresentados no formato único. Em qualquer altura da época desportiva Em qualquer altura da época desportiva Em qualquer altura da época desportiva. consoante as provas a realizar . de ensino e de ensino e Recomendase letras na relógio visível. CPDO. Outros: Outros: na pista de ensino letras na pista Obrigatório Obrigatório Outros: e relógio visível. que consta no site da FEP e que reúnam todas as informações aí requeridas. Sem restrições Não pode haver concursos numa distância inferior a 250 Kms na mesma data. consoante as provas a realizar .

4.º 406. 3 e 4. podendo uma delas ser Livre com Música. as qualificações para os diferentes graus são as seguintes:      Grau Preliminar – Aberto Grau Elementar – Aberto Grau Médio – Aberto Grau Complementar – Aberto Grau S. os Concursos as Competições de Ensino Especial (CDE) e os Campeonatos Regionais. À 3ª prova do CPDO só serão admitidos os 10 melhores conjuntos (por adição de percentagens) de entre os que disputaram as duas primeiras Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . O CPDO está aberto a todos os cavaleiros Atletas federados de nacionalidade portuguesa. Jorge – Aberto 5. 7.93 ANEXO T Campeonato de Portugal de Ensino OPEN 1. disputar-se-á anualmente o Campeonato de Portugal de Ensino “OPEN” (CPDO) nos seguintes graus:  Preliminar (P)  Elementar (E)  Médio (M)  Complementar (C)  S. 3. 6. Conforme o Anexo B os cavaleiros Atletas são livres de utilizarem o tipo de embocadura que acharem que irá permitir uma melhor performance do conjunto. nº 1. 2. Com a finalidade de promover a competição entre os conjuntos que de qualquer forma não se insiram nos parâmetros definidos na TPD e no CPD. que tenham durante esse ano obtido 60% em quatro ”Provas Qualificativas” do grau de dificuldade em que irão disputar o CPDO. em dias sucessivos ou intervalados. Respeitando o art. O CPDO será disputado sobre 3 provas. George / Intermediária 2. São qualificativos para o CPDO os Concursos as Competições de Ensino Nacional (CDN). Estas provas serão dos níveis 1 e/ou 2 e 3.

As provas do CPDO deverão ser julgadas por 5 Juízes Nível 3 de acordo com o Artº436. Caso tenha 2 ou mais cavalos apurados. Em caso de empate serão as notas de conjunto ou as notas artísticas. no entanto. 10.Campeão. A ordem de entrada dos conjuntos deverá ser objeto de sorteio para os 2 primeiros dias do CPDO.94 provas. Os conjuntos que participarem neste Campeonato não poderão participar no CPD. Em quaisquer outras circunstâncias não serão atribuídos os títulos de Campeão e Vice. correção e efeito do emprego das ajudas) ” obtida no conjunto das provas do CPDO que desempatará. 8. Para o 3º dia os conjuntos entrarão pela ordem inversa da classificação obtida no conjunto das duas primeiras provas. que desempatarão. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . Só se realizará o CPDO de cada grau desde que haja um mínimo de 3 conjuntos apurados e inscritos. Se ainda assim persistir o empate. Na última Prova do CPDO nenhum cavaleiro Atleta poderá montar mais de um cavalo. 9. 13. assim como um cavalo poderá participar em ambos os Campeonatos com cavaleiros Atletas diferentes. relativas à última prova realizada. 12. sendo entre eles encontrado o Campeão e Vice-campeão do “Campeonato de Portugal de Ensino Open” de cada grau (por adição de percentagens das 3 provas que constituem o CPDO). O mesmo cavaleiro Atleta poderá. terá que optar por um deles. 11. será a nota de “Cavaleiro Atleta (posição e assento. participar em ambos os Campeonatos montando cavalos diferentes.

o período de 24 horas que precede a hora afixada no programa para o início das provas do primeiro dia do concurso da Competição.95 ANEXO U Início do Concurso da Competição de Dressage Ensino Considera-se o “início” d e qualquer concurso Competição d e Dressage. como os descritos n o Artº 411 deste Regulamento. Ensino. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .

Arreios. Os CDRs têm a finalidade de promover a competição permitindo aos cavaleiros Atletas praticantes participarem em concursos Competições oficiais apenas com a licença de praticante e sem a obrigatoriedade de o cavalo estar inscrito na FEP. para além do referido no Artº 431 427. 3. 2. camisa de cor clara adornada. Requisito para organizar. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 . serão permitidos os calções de montar de cor clara. Pretende-se assim.deste Regulamento. casaco ou colete de cor escura e botas com polainas e toque de montar. 435 431 deste Regulamento podem também ser utilizados os arreios mistos. para além do estipulado no Artº. dar um enquadramento legal a todos os que habitualmente participam em provas sob a designação de “Poules” ou “Fora de prémio”.96 ANEXO V Concurso Competição de Ensino Regional 1. de acordo com anexo R S. Vestuário. 4.

3 Assistência siderotécnica Disponibilidade de um ferrador Instalações disponíveis 1.2 Transporte Disponibilidade dentro da Competição Disponibilidade para acesso à Competição 4. Oficiais Nota Coef. Total 1.97 ANEXO X . Programa 2.Classificação das Competições Notas 1. Alojamento e transporte 3.1 Alojamento Nível de adequação Oficiais Atletas Tratadores Disponibilidade de refeições 3. Centro de informação / Secretariado da Competição Disponibilidade Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .1 Serviços médicos Presença de médico qualificado Instalações médicas disponíveis Ambulância disponível 1.2 Serviços veterinários Presença de médico-veterinário qualificado Instalações disponíveis Ambulância disponível 1.5 1.4 Comissários Número de comissários Desempenho dos comissários 2.1 Conformidade com o aprovado 2 3.

1 Inscrições Correspondência entre o número de participantes e a lista de inscrições Ordens de entrada Cumprimento do regulamento Adequação das substituições Rigor na realização do sorteio 7.1 Qualidade dos pisos Da pista de competição Da pista de aquecimento Homogeneidade dos pisos 9.2 9.2 Prémios monetários Nível de cumprimento com programa aprovado Prémios em espécie / Troféus Nível de cumprimento com programa aprovado 8. Forma de julgamento Qualidade / nível do julgamento Ocorrência de incidentes Resolução de incidentes 9.2 2 2 2 1.3 Ambiente Qualidade do ambiente Som Qualidade do Som em geral Qualidade do som durante as provas livre com música.1 7.98 Funcionamento Publicação atempada das ordens de entrada Publicação de resultados atempadamente 5. Desenrolar da competição 6. Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 2 2 6. Cooperação Nível de cooperação com Oficiais da FEP Resultados práticos da cooperação 6.5 . Aspectos técnicos 9. Prémios 7.

5 1.5 1. Instalações destinadas ao público Qualidade e conforto das instalações Facilidade de acesso Sinalização 1.5 1.5 1.5 1.5 1.5 1.5 1.5 Parque dos cavalos / boxes Disponibilidade de alimentos para os cavalos Qualidade das boxes Segurança das boxes Vigilância no período do dia Vigilância noturna Disponibilidade de água Adequação dos duches Funcionamento do escoamento de águas residuais Acesso ao local de depósito de estrume Qualidade da iluminação Disponibilidade de energia Identificação das boxes A CO disponibilizou fontes de energia elétrica? Segurança contra incêndios (disponibilidade e identificação dos locais dos extintores ) Rampa de acesso para deficientes (*) 10.5 1.5 1.5 1.4 Parques de estacionamento Locais para os transportes de cavalos Parque de estacionamento público 2 Sinalização 9.5 1.5 1.5 1.99 Existência de música ambiente Locução 9.5 1.5 (*) Só aplicável em Competições de Para-dressage Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .

º 425 .Níveis de competição Art.º 401 .Número de provas permitido a cada conjunto por dia Art.º 413 . “Jovens Cavaleiros”.º 416 .Idade dos cavalos Art.Difusão de resultados Art.Nacionalidade Art.º 412 .º 412.Inspeções Veterinárias CAPÍTULO V DAS ESTRUTURAS Art.º 408 .Taça de Portugal de Dressage Ensino Art.º 428 .Registos e licença Art.Montante dos prémios Art.Secretariado Art.Campeonatos de Portugal de Dressage Ensino Art.Calendarização e suspensão de concursos de Competições Art.º 410.º 419 .Provas livres com música CAPÍTULO III DOS CONCURSOS DAS COMPETIÇÕES Art.º 417 . “Seniores” e “Veteranos” Art.º 426 .Critérios de Cavalos Novos (CCN) Art.Alojamento de cavalos e tratadores Art.Conceito de qualificação Art.º 420 .º 411 .º 409 .Prémios especiais para CCN e CPD CAPÍTULO VII DOS CAVALEIROS ATLETAS Art.Inscrições Art.º 407 .Graus de dificuldade Art.º 406 .º 405 .Participação de “Iniciados”.Terreno e instalações anexas CAPÍTULO VI DOS PRÉMIOS Art.º 425 .Vigência e aplicação CAPÍTULO II DAS PROVAS Art.º 414 .º 421 .Vestuário e equipamento CAPÍTULO VIII DOS CAVALOS Art.Categorias dos concursos das Competições CAPÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO DOS CONCURSOS DAS COMPETIÇÕES Art.Ordem de entrada Art.Processo do concurso de competição Art.º 429 .Cavaleiros Atletas Debutantes Art.º 423 .º 414 .Generalidades Art.º 403 . "Juvenis".Qualificação para os diversos graus Art. 1 1 1 1 2 2 2 2 4 4 5 5 5 6 7 7 7 9 9 9 9 9 9 10 11 12 12 13 13 14 14 15 15 15 15 19 19 19 19 19 21 21 21 21 22 24 24 24 24 ÍNDICE GERAL – REGULAMENTO NACIONAL DE ENSINO 2014 CAPÍTULO I GENERALIDADES Art. "Juniores".º 415 .º 424 .Finalidades Art.Programas provisório e definitivo Art.º 402 .º 404 .Categoria dos cavalos Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .º 427 .Encargos com os técnicos Art.º 418 .100 PAG.º 413 .º 422 .

º 456 .A Submissão/ Impulsão (Art.º 445 .º 459 . 408 do RD FEl) Art.º.O Passo (Art.º 418 do RD FEl) ANEXOS Anexo Anexo Anexo Anexo Anexo Anexo Anexo Anexo Anexo Anexo A – Campeonato de Portugal de Ensino (CPD) B – Taça de Portugal de Ensino (TPD) C – Critérios de Cavalos Novos (CCN) D – Quadro de Resultados E – Embocaduras autorizadas F – Da Disciplina G – Comissão de Recurso (Artº 61º RG) H – Comissários (Srtº 64º RG) I – Pessoa Responsável J – Diretor de Competição Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .Membros de um Júri Art.º 411 e 412 do RD FEl) Art.º 410 do RD FEl) Art.Registos e licenças Art.º 437 .º.º 453 .Notação das provas Art.A paragem (Art.º 435 .º 413 do RD FEl) Art.Composição do Júri Art.º 455 .O Trote (Art.º.º 438 .º 465 .º 460 .Movimentos laterais (Art.O recuar (Art.Crueldade e substâncias proibidas Art.º 463 .A passage (Artº.O piaffer (Artº 415 do RD FEl) Art.Defesas Art.As transições (Art.º 439 .Pormenores sobre a prova livre com música Art.º 431 .Incompatibilidade para julgar Art.º.º 417 do RD FEl) Art. 402 do RD FEl) Art.Arreios CAPÍTULO IX DO JULGAMENTO DAS PROVAS Art.º 442 .Cavalo que Claudica Art.º 461 .Ajudas exteriores Art. 407 do RD FEl) Art.As mudanças de direção (Art. 404 do RD FEl) Art.º 458 .º 440 .º 457 . 409 do RD FEl) Art.º 450 .º 447 .O Galope (Artº 405 do RD FEl) Art.º 416 do RD FEl) Art.º 462 .Limite de Tempo para Entrar em pista Art.º 436 .Classificação CAPÍTULO X DA EXECUÇÃO DAS PROVAS Art.º 430 .º 443 .º 464 .º 449 .º 454 .º 433 .º 448 .º 441 .A meia paragem (Art.Erros Art.º 452 . 403 do RD FEl) Art.º 444 .Figuras de picadeiro (Art.º 451 .º 456 .Saída da Pista Art.Provas realizadas de memória Art.Quedas Art.º 434 .Juiz obrigado a retirar-se Art.º 476 .101 24 25 27 27 27 30 31 32 32 33 33 35 35 35 35 35 35 36 36 36 36 36 37 37 37 38 39 41 42 45 45 46 46 47 48 51 52 53 54 55 55 57 58 61 64 65 66 67 68 70 71 72 Art.Precisão de um movimento Art.º.A Posição e as Ajudas do Cavaleiro Atleta(Art.º.Finalidade e Princípios Gerais de Dressage Ensino Art.Início e final de uma prova Art.A concentração (Art.º 432 .A pirueta e a meia pirueta (Art.º 406 do RD FEl) Art. 414 do RD FEl) Art.

102 73 74 75 76 77 80 88 89 91 93 95 96 97 Anexo K – Treinadores Anexo L – Delegado Técnico da FEP Anexo M – Quadro das Provas e Graus a disputar nas diversas Competições Anexo N – Qualificação para Provas Internacionais Anexo O – Ranking FEP para Atletas de Ensino Anexo P – Campeonato de Portugal de Cavaleiros Profissionais (CPCP) Anexo Q – Critério de Cavalos Novos dos Açores (CCNA) Anexo R – Campeonato Nacional de Escolas (CNED) Anexo S – Requisitos para a Organização de Competições de Ensino Anexo T – Campeonato de Portugal de Ensino Open (CPD OPEN) Anexo U – Início da Competição de Ensino Anexo V – Competição de Ensino Regional Anexo X – Classificação das Competições Aprovado em Reunião de Direção de 23 de Janeiro de 2014 .