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A RETA

EQUAÇÃO VETORIAL e EQUAÇÕES PARAMÉTRICAS
1º) No plano ( IR2 )
Consideremos a reta “r” que passa pelo ponto

tem a direção do vetor não nulo v = (a, b) .

A( x 0 , y 0 )

e

r

Y

A


v

X

0

Estes elementos são suficientes para determinar a reta
“r” e, portanto, também são suficientes para equacioná-la
como veremos a seguir.

Seja P ( x, y ) um ponto qualquer de “r”. ( P é ponto
variável sobre “r”).

r

Y
P
P
P


v

A
P

X

0

Por construção qualquer vetor AP é paralelo ao vetor v .
Assim, para cada ponto P o vetor AP é proporcional ao

vetor v , onde o coeficiente de proporcionalidade é a variável
real t chamada parâmetro. Assim,

AP = t v , t ∈IR

ou

P = A + t v , t ∈IR

ou

( x, y ) = ( x0 ,

y 0 ) + t ( a, b ), t ∈ IR

ou

Equação Vetorial da Reta “r”

( x, y ) = ( x 0 + a t ,

y 0 + b t ), t ∈ ℜ

Daí,

Equações Paramétricas da Reta “r”

 x = x0 + a t
, t ∈ IR

 y = y0 + b t

Por exemplo:

A reta “r” que passa pelo ponto A(−1, 2)

direção do vetor v = (2, − 2) tem equação vetorial

e tem a

r ∴( x, y ) = ( −1 + 2 t, 2 − 2 t ) , t ∈IR

Atribuindo valores reais para o parâmetro t obtemos
pontos de da reta “r”:
t = 0 ⇒ P = A (−1, 2) ∈r
t =1 ⇒ P = B (1, 0) ∈r
t = 2 ⇒ P = C (3,− 2) ∈r
t = −1 ⇒P = D ( −3, 4) ∈r
1
t=
⇒ P = E (0, 1) ∈r
2

2º) No espaço ( IR3 )

y0 . t ∈IR Vetorial da Reta “r” . c ) Z r  v A 0 Y X Sendo temos: P ( x. y 0 . c ).O desenvolvimento é análogo mudando apenas o fato de que os pontos possuem uma 3ª coordenada e os vetores uma 3ª componente. b. Consideremos a reta “r”determinada por:  o ponto A ( x0 . z ) um ponto qualquer (variável) de “r”  AP = t v . y. b. t ∈IR ou ( xEquação . y . z ) = ( x0 . t ∈IR ou  P = A + t v . z 0 ) + t ( a. z 0 )  o vetor não nulo  v = ( a .

t ∈ IR  z = z + ct 0  . t ∈ IR Daí. Equações Paramétricas da Reta “r”  x = x0 + a t   y = y0 + b t . y 0 + b t . y . z 0 + c t ) . z ) = ( x 0 + a t .( x.

tem a direção do vetor AB . determinada pelos pontos A(1. -2. tem a direção do vetor AB = v = (2. -3) e B(3. -1) E as equações paramétricas  x = 1 + 2t   y = − 2 + 3t z = −3− t  com direção do vetor v e passa pelo ponto A Analogamente  x = 3 + 2t   y = 1 + 3t z = −4− t  passa pelo ponto B com direção do vetor v e . -4). 3.# Reta Definida por Dois Pontos # A reta definida por dois pontos A e B. 1 . Exemplo: A reta r.

2. -5) e tem a direção do vetor v = (2. vem: t= x − x1 a t= y − y1 b t= z − z1 c Logo x − x1 y − y 1 z − z1 = = a b c Exemplo As equações simétricas da reta que passa pelo ponto A(3. supondo abc ≠ 0. -1) são: x−3 y z+5 = = 2 2 −1 . 0.EQUAÇÕES SIMÉTRICAS DA RETA Das equações paramétricas.

isolando as variáveis y e z e expressando em função de x Assim x − x1 y − y 1 = a b y= b b x − x1 + y 1 a a x − x1 z − z 1 = a c z= Fazendo: Fazendo: b =m a − b x1 + y 1 = n a Vem: y = mx + n c c x − x1 + z 1 a a c =p a − c x1 + z1 = q a Vem: z = px + q Estas equações são as equações reduzidas da reta .EQUAÇÕES REDUZIDAS DA RETA Às equações simétricas da reta x − x1 y − y 1 z − z1 = = a b c Pode-se dar outra forma.

Observamos que θ ∈ [0 .RETAS PARALELAS AOS PALNOS E AOS EIXOS COORDENADOS I) Se uma das componentes de v é nula Paralela ao plano e aos eixos II) Se duas componentes de Paralela ao eixo do vetor i v . j são nulas ou k ÂNGULO DE DUAS RETAS Chama-se ângulo de duas retas (θ) r1 e r2o menor ângulo diretor de r1 e de um vetor diretor de r2 . 90º] .

isto é: v1 . ou v1 = m. v2 = 0 .CONDIÇÃO DE PARALELISMO DE DUAS RETAS A condição de paralelismos das retas r1 e r2 é a mesma dos vetores diretores de r1 e r2.v2 a1 b1 c1 = = a2 b 2 c 2 CONDIÇÃO DE ORTOGONALIDADE DE DUAS RETAS A condição de ortogonalidade das retas r1 e r2 é a mesma dos vetores v1 e v 2 que definem as direções dessas retas.

CONDIÇÃO DE COPLANARIDADE DE DUAS RETAS As retas r1 e r2 são coplanares se os vetores A1 A 2 forem coplanares. ( v1 . A1 A 2 ) = a1 a2 x 2 − x1 b1 b2 c2 = 0 y 2 − y 1 z 2 − z1 A2 A1 c1 v2 v1 r2 r1 POSIÇÃO RELATIVAS DE DUAS RETAS v1 . A1 A 2 ) = 0 ou seja ( v1 . v2 . v2 . v2 e . isto é.

Caso contrário são denominadas reversas. duas retas r1 e r2 podem ser: * Concorrentes : r1 ∩ r2 = {P} Paralelas:  Distintas : r1 ∩ r2 = φ • Reversas: Coincidentes : r1 ≡ r2 . ser paralelas (distintas ou Resumindo. As retas coplanares podem coincidentes) ou concorrentes.Se duas retas estão contidas no mesmo plano dizemos que são coplanares.

0. n ≠ (0. AP = 0 . nesse caso O PLANO EQUAÇÃO GERAL DO PLANO Seja A(x1.0) um → → → → → vetor normal (ortogonal) ao plano. → AP é → O ponto P pertence a π se.z) do espaço tais que o vetor n.Isto é.z1) um ponto pertencente a um plano π e n = a i + b j + c k . O plano π pode ser definido como sendo o conjunto de todos os pontos P(x. não r1 ∩ r2 = φ situadas no mesmo plano. e somente se : → ortogonal a → n .y1.y.

Esta é a equação geral ou cartesiana do plano π . b. z − z1 ).( x − x1 . a equação fica : ( a. z − z1 ) = 0 a ( x − x 1 ) + b( y − y 1 ) + c ( z − z 1 ) = 0 ou. c ). ainda: ax + by + cz − ax 1 − by 1 − cz 1 = 0 Fazendo: − ax 1 − by 1 − cz 1 = d . vem : ax + by + cz + d = 0 . b. y − y1 .A B Tendo em vista que: → → n = ( a. y − y1 . . c) e AP = ( x − x1 .

♦ Observações: a) Da forma com que definimos o plano π. tem-se: → → → n → n = v1 x v2 . vimos que ele fica perfeitamente identificado por um de seus pontos A e por não → n =( a. c Qualquer vetor b) Sendo k n . é n vetor simultaneamente normal nulos. também vetor normal ao plano. e paralelos ao plano. ao mesmo tempo. Em particular. com a. k ≠ 0. c ) a π. . se → → v1 e v2 são vetores não colineares. em virtude de a → → v1 e v2 . b. → → um um vetor ortogonal ao plano π. ser ortogonal. ele será ortogonal a qualquer vetor representado no plano. b.

se um plano π é dado por: → n =(3. um Este mesmo vetor de seus vetores normais é: → n é também normal a qualquer plano paralelo a π.c) É importante observar que os três coeficientes a. D E T E R M I N A ÇÃ O DE UM PL A N O Vimos que um plano é determinado por um de seus pontos e por um vetor normal a ele. Por exemplo. O valor de d está identificado quando se conhece um ponto do plano. na qual d é o elemento que diferencia um plano de outro.2. todos os infinitos planos paralelos a π têm equação geral do tipo: 3 x + 2 y − 4 z + d = 0. Algumas destas formas serão a seguir apresentadas. Assim.−4). b e c da equação geral representam as componentes ax + by + cz + d = 0 de um vetor normal ao plano. Existem outras formas de determinação de um plano nas quais estes dois elementos (ponto e vetor normal) ficam bem evidentes. π : 3 x + 2 y − 4 z + 5 = 0. .

B e C não em linha reta. 3.Assim.) passa por três pontos A. → → → Neste caso: n = AB x AC → v . Neste caso: → → → v1 e v2 → n = v x AB.) Passa por dois pontos A e B e é paralelo a um vetor → não colinear ao vetor AB . existe apenas um plano que: 1. 2.) passa por um ponto A e é paralelo a dois vetores não colineares. Neste caso: → → → n = v1 x v2 → .

4. → → → → → Neste caso: n = v1 x v2 . sendo v1 e v2 vetores diretores de r1 e r2 . → 6.) contém duas retas r1 e r2 paralelas.) contém duas retas r1 e r2 concorrentes. sendo v 1 um vetor diretor de r1 (ou r2) e A1 ∈ r1 e A2 ∈ r2. .) → → → contém uma reta r e um ponto B ∉r. 5. Neste caso: n = v1 x A1 A2 .

Neste caso: n = v x AB. → →  Observação: → → Nos seis casos apresentados determinação de planos. um vetor normal dado pelo representados produto no vetorial plano. sen do v um vetor diretor de r e A∈ r. ⇒ Exemplos: de dois de → sempre é dois vetores n vetores são . Estes chamados vetores-base do plano.

1. sendo n = (a.−1.  y= 3 P L A N OS P AR A LE L OS A OS E I X OS E A OS P LA N OS C OOR DE N A DOS Casos Particulares A equação ax + by + cz + d = 0 é a equação de um plano na qual a.1). → Quando uma ou duas das componentes de → n são nulas. 3º.1) .1) . B(0. b e c não são nulos. ou quando d = 0. 2º. c) um vetor normal a π .) Estabelecer a equação geral do plano determinado pelos pontos A(2. π.1º. .−1.−1).1.4) e é paralelo aos vetores → → v1 = (3.) Determinar a equação geral do plano que passa pelo ponto A(1. b.) Estabelecer a equação cartesiana do plano que  x= 4 contém a reta r :  e o ponto B(− 3.−2) e v2 = (1.−3. está-se em presença de casos particulares.1) e C (1.2.2.

i) Plano que passa pela origem Se o plano ax + by + cz + d = 0 passa pela origem: a. .0 + d = 0. b. isto é d = 0 Assim a equação: ax + by + cz = 0 representa a equação de um plano que passa pela origem. c) é nula. ii) Planos Paralelos aos Eixos Coordenados Se apenas uma das componentes do vetor n = (a. e.0 + b. o plano π é paralelo ao mesmo eixo: → I) se a = 0. o vetor é ortogonal a um dos eixos coordenados. b. n = (0. → A figura mostra o plano de equação: 2 y + 3 z − 6 = 0. c)⊥0 x ∴π // 0 x e a equação geral dos planos paralelos ao eixo 0x é: by + cz + d = 0.0 + c. portanto.

Com raciocínio análogo. . vamos concluir que: II) os planos paralelos ao eixo 0y têm equação da forma: ax + cz + d = 0. representa no espaço ℜ3 um plano paralelo ao eixo 0z. a equação ax + by = 0 representa um plano que passa pela origem e. b) Se na equação : ax + by + d = 0 fizemos d = 0. representa uma reta. como vimos. esta mesma equação. ♦ Observações: a) A equação x + 2 y − 4 = 0 . portanto. III) os planos paralelos ao eixo Oz têm equação da forma: ax + by + d = 0. contém o eixo 0z. Porém. interpretada no plano ℜ2 .

1) . vem : z = − .0.0. c ) portanto.iii) Planos Paralelos aos Planos Coordenados Se duas das componentes do vetor normal nulas. → → → a um → são dos vetores n = ( a .0. A figura abaixo mostra o plano de equação z = 4. c) = c(0. → n é colinear i = (1.1.0) ou j = (0.1) = c k ∴π // x0 y planos paralelos ao plano x0y é: e a equação geral dos d cz + d = 0. b. c Os planos cujas equações são da forma z = k são paralelos ao plano x0y. .0) ou k = (0. n = (0. o plano π é paralelo ao plano dos outros dois vetores: I) se → → a = b = 0.e. como c ≠ 0.0.

0.A equação z = 4 pode também ser apresentada sob a forma 0x + 0 y + z − 4 = 0 na qual vemos que qualquer ponto do tipo A (x.1) é um vetor normal ao plano. π 2 : x = 2 respectivamente . vamos concluir que: II) os planos paralelos ao plano x0z têm por equação: y = k. As figuras abaixo mostram os planos π1 : y = 3 . III) os planos paralelos ao plano y0z têm por equação: x = k.4) satisfaz esta equação e → k = (0.y. Com raciocínio análogo.

c1 ) e v = ( a 2 .c2) . b1 . b2 . z0 ) um ponto doe um plano e u = ( a1 . c 2 ) dois vetores não colineares. b1 . Um ponto P (x. y – y0 . b2 . z) pertence ao plano que passa por A e é paralelo aos vetores u ev se . c1 ) + t (a2 . z – z0 ) = h(a1 . existem números reais h e t tais que : AP = hu + t v Escrevendo a equação em coordenadas. obtemos: (x-x0 .EQUAÇÕES PARAMÉTRICAS DO PLANO Seja A (x0 . y. y0 .e somente se.

 N G UL O E N T R E DOI S PL A N OS Sejam os planos π1 : a1 x + b1 y + c1 z + d1 = 0 e π2 : a2 x + b2 y + c2 z + d 2 = 0 π1 Então. b1 . n1 = (a1. respectivamente (figura abaixo) . b2 . c1 ) e n2 = (a2 . c2 ) são vetores normais a e π2 .Donde:  x = x0 + a1h + a2 t   y = y0 + b1h + b2 t z = z + c h+ c t  0 1 2 Estas são as equações paramétricas do plano.

b2 . n 2 ou cos θ = a1 a 2 + b1b2 + c1c 2 2 2 2 2 2 a1 + b1 + c1 ⋅ a 2 + b2 + c 2 2 P OS I Ç ÕE S DE P A R AL EL I S M O E P E R PE N DI CUL A R I S M O DE DOI S PL A N OS Sejam os planos π1 : a1 x + b1 y + c1 z + d1 = 0 e π2 : a2 x + b2 y + c2 z + d 2 = 0 Então. n1 = (a1 . c2 ) ⊥ π2 As condições de paralelismo e de perpendicularismo de dois planos são as mesmas de seus respectivos vetores normais. isto é: .Chama-se ângulo de dois planos π1 e π2 o menor ângulo que um vetor normal de π1 forma com um vetor normal de π2 . c1 ) ⊥ π1 e n2 = ( a2 . tem-se: cos θ = n1 . b1 . Sendo θ este ângulo. n 2 n1 .

a equação de π2 é obtida de π1 mediante a multiplicação por um número. II) Se π1 ⊥ π2 . o que não altera a equação de π1 . n1 // n2 ∴ a1 b c = 1 = 1 a2 b2 c2 Obs. n1 ⊥ n2 ∴a1a2 = b1b2 = c1c 2 = 0 .: a) Se além das igualdades anteriores se tiver também a1 b1 c1 d1 = = = a2 b2 c2 d 2 os planos π1 e π2 serão coincidentes porque.I) Se π1 // π 2 . nesse caso.

v // n O perpendicularismo de r e π implica o paralelismo dos vetores v e n. v e n Se r / ⊥ π.P OSIÇÕES DE P ARALELISMO E P ERPENDICULARISMO ENTRE RETA E PLANO Para a reta r e o plano π anteriores. v⊥n O paralelismo de r e π implica a ortogonalidade dos vetores II. . temos: I. Se r // π.

Exemplo: Verificar se a reta π : 9 x − 6 y − 3z + 5 = 0 . r: x − 2 y +1 z = = 3 −2 −1 é perpendicular ao plano C ON DI Ç ÕE S P A RA Q UE UM A R E T A E S T E JA CON T I DA N UM PL A N O Uma reta r esta contida num plano π se: .

: Uma reta r está também contida num plano π se dois pontos A e B pertencentes a r pertencem a esse plano. normal ao plano π. O vetor diretor v de r é ortogonal ao vetor n . Um ponto A pertencente a r pertence também ao plano.I. II. Obs. Exemplo : Verificar se a reta  x = 2 +t  r :  y =1 + t z = −3 − 2t  .

Conclusão: Como A∈ r e A ∈ π .1. e v r é ortogonal a podemos afirmar que a reta r pertence ao plano π. Solução: (a) O ponto A (2. (b) Verificar se o v r = (1.2 +1 + 2.está contida no plano π : 3 x + y + 2 z −1 = 0 . n .2 ) = 3 +1 − 4 = 0 . Mas só essa condição não é suficiente para garantir que r ∈ π .1.−2 ) é ortogonal a normal ao plano π).2 ) (vetor v r  n = (1.( −3) −1 = 0 6 +1 −6 −1 = 0 0 =0 Logo A (2.−2 )  ( 3. O nosso problema será determinar a equação que define esta reta. -3) também pertence ao plano π. Logo.1. então I N T E R SE C ÇÃ O DE DOI S P L A N OS A intersecção de dois planos não paralelos é uma reta. -3) pertence à reta r. 1. . n =(3. 1.1. vr é ortogonal a n . verificaremos se A ∈π : 3 x + y +2 z −1 = 0 3.

Sejam π1 e π2 planos não paralelos. Isso é bastante claro quando entendemos que a intersecção de dois planos é uma reta e esta tem infinitos pontos. Exemplo: Determinar a equação da reta intersecção dos planos π1 : 5 x − 2 y + z + 7 = 0 Solução: e π 2 : 3x − 3 y + z + 4 = 0 . Montamos o seguinte sistema: 5 x − 2 y + z + 7 = 0  3 x − 3 y + z + 4 = 0 O sistema acima é indeterminado. Para determinar a reta intersecção de π1 e π2 resolveremos o sistema composto por suas equações. Como fazer então: . que chamamos de variável livre. Para obtermos a equação da reta que representa os infinitos pontos de intersecção entre os dois planos procuramos escrever duas das variáveis em função de uma 3ª variável.

teremos: z = − 9x − 13 As equações reduzidas da reta r intersecção dos planos π1 e π2 serão: y = −2 x − 3 r: z = −9 x −13 .  −5 x + 2 y − z − 7 = 0 + 3 x − 3 y + z + 4 = 0 − 2 x − y −3 = 0 →isolamos uma das variáveis (no caso y) y = − 2x − 3 Agora substituímos y = −2 x −3 na primeira ou na segunda equação do primeiro sistema. Substituindo teremos: y = −2 x −3 na equação 5x − 2 y + z + 7 = 0 . 5x − 2 y + z + 7 = 0   3x − 3y + z + 4 = 0  eliminaremos a variável z multiplicando uma das equações    por ( . 5 x − 2 ⋅ ( − 2 x − 3) + z + 7 = 0 5x + 4 x + 6 + z + 7 = 0 Agora isolando z.1) e em seguida efetuamos a soma de ambos.

( − 2 ) + 3 y = − 1 Logo I (-2. y −3 =x 2 y = 2 x +3 e z +4 =x 3 z = 3x − 4 Logo as equações reduzidas de r são: y = 2 x + 3 r: z = 3 x − 4 Se I (x. z) é ponto de intersecção de r e π. Para determinar as coordenadas do ponto I resolvemos o sistema composto pelas equações REDUZIDAS da reta r e pela equação do plano π.x +5.( 2 x +3) −2. então suas coordenadas devem verificar as equações do sistema formado pelas equações de r e de π: y = 2 x + 3  z = 3 x − 4 3 x + 5 y − 2 z − 9 = 0  Resolve-se este sistema 3 x + 5 y − 2 z −9 = 0 .( 3 x −4 ) −9 = 0 3 x +10 x +15 −6 x +8 −9 = 0 7 x +14 = 0 x =− 2 Para x = −2 y = 2. que chamaremos de I.( − 2) − 4 e z =− 10 na equação . -10) z = 3. Determinar o ponto de intersecção da reta r : x = Exemplo: plano π : 3 x + 5 y − 2 z −9 = 0 . y. -1. Neste exemplo faremos y e z em função de x. 1º passo: y −3 z − 4 = com o 2 3 obter as equações reduzidas da reta r. substituindo y = 2 x +3 e z = 3x − 4 3.I N T E R S E Ç Ã O DE R E T A E PL A N O A intersecção entre uma reta r e um plano π é um ponto.

Assim: I) Se y = z = 0.0) é a interseção do plano π com o eixo dos y.Interseção de Plano com os eixos e Planos Coordenados (a) Seja o plano π : 2x + 3y + z − 6 = 0 Como os pontos dos eixos são da forma (x.0) y . 0.0.0. 0) e (0. (0. e assim obter as interseções com os eixos. z − 6 = 0 ∴ z = 6 e A1 ( 0. II) Se x = z = 0.2.2.0) x A1 ( 3.6) é a interseção do plano π com o eixo dos z.6) A2 ( 0. 0). basta fazer na equação do plano duas variáveis iguais a zero para se encontrar a terceira. z A3 ( 0. y. 3 y − 6 = 0 ∴ y = 2 e A1 ( 0. z).0. 2 x − 6 = 0 ∴ x = 3 e A1 ( 3. 0.0 ) é a interseção do plano π com o eixo dos x. III) Se x = y = 0.0.

(b)Como as equações dos planos coordenados são x = 0. assim. II) Se y = 0. Então: π : 2x + 3y + z − 6 = 0 I) Se x = 0. a reta de π com o plano xOz. a reta 1  y = − 2 x + 2 é a interseção  3 de π com o plano xOy. 2 x + z − 6 = 0 . y= 0 e z = 0. basta fazer. uma variável igual a zero para se encontrar uma equação nas outras duas variáveis e. a reta de π com o plano yOz. na equação do plano. obter as interseções com os planos coordenados. . 2 x + 3 y − 6 = x = 0 r1 :  z = −3 y + 6 é a interseção y = 0 r1 :  z = −2 x + 6 é a interseção  z = 0 r : 0 . III) Se z = 0. 3 y + z − 6 = 0 .