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Capítulo VI – DO ESTELIONATO E OUTRAS FRAUDES DUPLICATA SIMULADA Art.

172 - Emitir fatura, duplicata ou nota de venda que não corresponda à mercadoria vendida, em quantidade ou qualidade, ou ao serviço prestado. Pena - detenção, de 2 (dois a ! (quatro anos, e multa. Par"#rafo $nico - %as mesmas penas incorrer" aquele que falsificar ou adulterar a escrituração do &ivro de 'e#istro de (uplicatas. OBJETO JURÍDICO: O código penal protege o patrimônio do tomador da duplicata etc. CONDUTA TÍPICA: Consiste em o sujeito emitir duplicata, fatura ou nota de venda que não corresponda à efetiva compra e venda ou prestação de serviços. O tipo pode ser dividido em duas partes: a)refere se a venda de mercadoria! entendemos que apresenta duas formas: ine"ist#ncia de venda! a duplicata $ totalmente falsa quanto à venda %o negócio $ ine"istente)! no segundo, a venda e"iste, por$m a duplicata não corresponde à qualidade ou quantidade da mercadoria transacionada!falta de correspond#ncia, quanto à qualidade ou quantidade, entre a duplicata e a venda efetiva de mercadoria. &"emplo: o sujeito vende vinte unidades e emite duplicata referente a du'entas. (eria muito estran)o que )ouvesse o crime na )ipótese de o sujeito vender um produto e emitir duplicata referente a duas mercadorias e ine"istir a infração quando, não tendo vendido nen)uma mercadoria, emitisse duplicata referente a um produto. *) concernente à prestação de serviços: conv$m o*servar que o tipo cont$m uma segunda figura, concernente à prestação de serviços. (eria mais estran)o ainda que não ocorresse o crime na )ipótese de venda +fantasma+ de mercadoria e )ouvesse delito no caso de prestação de serviço +fantasma+. ,or isso, entendemos que a nova redação da -ei n. ../01234 não transformou em at5pico o fato da 66venda fantasma66. SUJEITO ATIVO: 7 quem e"pede a duplicata, fatura ou nota de venda sem a correspondente compra e venda ou prestação de serviços. 8ndepende de )aver assinado o t5tulo. 7 o representante da pessoa jur5dica. SUJEITO PASSIVO: &m primeiro lugar, $ quem desconta a duplicata! em segundo plano, o sacado que age de *oa f$. ELEMENTO OBJETIVO) O n9cleo do tipo $ o ver*o : &mitir. :ão quer di'er preenc)er a duplicata. &"ige se que o sujeito a pon)a em circulação. ;ssim, emitir, para os efeitos penais, significa pôr em circulação a duplicata, remetendo a ao aceitante ou endossando a antes de o sacado aceit< la. ELEMENTO SUBJETIVO :7 o dolo, vontade de emitir o t5tulo com consci#ncia da ine"ist#ncia da compra e venda ou da prestação de serviços. ; intenção de o sacador pagar o t5tulo simulado no vencimento

indu/indo-o à pr"tica de 0o#o ou aposta. o pagamento da duplicata $ tipicamente irrelevante. da simplicidade de outrem. em proveito próprio ou al)eio. sa*endo ou devendo sa*er que a operação $ ruinosa. da ine"peri#ncia de outrem. da simplicidade de outrem. indu'indo o à especulação com t5tulos ou mercadorias. sa*endo ou devendo sa*er que a operação $ ruinosa! EA) a*usar. indu'indo o à especulação com t5tulos ou mercadorias. e não e"iste comportamento t5pico. e multa.eio.reclusão. . da inferioridade mental de outrem. da inferioridade mental de outrem. . de 1 (um a 3 (tr. MOMENTO CONSUMATIVO : Ocorre com a colocação da duplicata em circulação. SUJEITO PASSIVO: 7 a pessoa ine"periente. INDUZIMENTO À ESPECULA !O Art. em proveito próprio ou al)eio. indu'indo o à pr<tica de jogo ou aposta! CA) a*usar.não desnatura o elemento su*jetivo. e o crime se aperfeiçoa! ou não reali'a essas condutas. indu'indo o à pr<tica de jogo ou aposta! 0A) a*usar. da ine"peri#ncia de outrem. não a admite. ELEMENTOS OBJETIVOS DO TIPO FI"URAS TÍPICAS: /A) a*usar. em proveito próprio ou al)eio. >as redu' genericamente a pena . :ão e"ige dano efetivo. da ine-peri. Ou o sujeito e"pede a duplicata. por interm$dio da remessa ao aceitante ou seu endosso. aposta ou especulação com t5tulos ou mercadorias. ou à especulação com t1tulos ou mercadorias. O crime $ formal. =eparação do dano: :ão e"clui o crime. simples ou de mentalidade inferior contra o a*uso a que podem ficar sujeitas quando se envolvem no jogo. sa*endo ou devendo sa*er que a operação 2 ruinosa) Pena . OBJETIVIDADE JURÍDICA: O legislador protege o patrimônio das pessoas ine"perientes. sa*endo ou devendo sa*er que a operação $ ruinosa! DA) a*usar. e"pedição da duplicata por engano não leva à punição.s anos. em proveito próprio ou al)eio. em proveito pr+prio ou al. indu'indo o à especulação com t5tulos ou mercadorias. TENTATIVA: ?elito unissu*sistente. indu'indo o à pr<tica de jogo ou aposta! BA) a*usar. O tipo não prev# a modalidade culposa. 17! . em proveito próprio ou al)eio.ssim.A*usar. em proveito próprio ou al)eio.ncia ou da simplicidade ou inferioridade mental de outrem. SUJEITO ATIVO: @ualquer pessoa. . simples ou de mentalidade inferior.

ou multa. uma ve' que atingiu a consumação com a pr<tica do jogo. gan)ando ou perdendo o sujeito passivo. e multa. 8 29. mercadoria falsificada ou deteriorada6 55 . metal de outra qualidade) Pena . devia sa*er da possi*ilidade de preju5'o #UALIFICA !O DOUTRIN$RIA DELITO FORMAL de consumação antecipada. independentemente da o*tenção pelo sujeito ativo do proveito il5cito. 174 . no e-erc1cio de atividade comercial. aposta ou especulação com t5tulos ou mercadorias. de 1 (um a 4 (cinco anos.detenção. DIRETO: quando o agente sa*e que a operação $ ruinosa! EVENTUAL: quando.vendendo. admite o dolo direto e o eventual. . 8 29 . de 7 (seis meses a 2 (dois anos. 8 19 . se insere na fase de e"aurimento. que consiste na vontade de indu'ir a v5tima à pr<tica do jogo. como precioso.Alterar em o*ra que l. não modificando o t5tulo da infração penal. . em face de determinados fatos. O que ocorre a partir desse momento.ELEMENTOS SUBJETIVOS DO TIPO: O crime só $ pun5vel a t5tulo de dolo. F< outros elementos su*jetivos do tipo: &"ige se que o agente ten)a consci#ncia de que est< a*usando do sujeito passivo! que reali'e a conduta com intenção de o*ter indevido proveito próprio ou al)eio! e que. pedra verdadeira por falsa ou por outra de menor valor6 vender pedra falsa por verdadeira6 vender.ssim.s e"pressGes +sa*endo+ e +devendo sa*er+ %elementos su*jetivos do tipo): a e"pressão +sa*endo+ indica plena consci#ncia do sujeito de que a operação $ ruinosa! . sai*a ou deva sa*er que a operação $ ruinosa.: aplic"vel o disposto no art. tratando se de indu'imento à especulação com t5tulos ou mercadorias.En#anar. independe da efetivação do proveito pretendido pelo sujeito MOMENTO CONSUMATIVO:Ocorre com a pr<tica do jogo ou aposta. por fim. TENTATIVA: 7 .O((HI&-.e 2 encomendada a qualidade ou o peso de metal ou su*stituir. no mesmo caso. aposta ou especulação. e"pressão +devendo sa*er+ indica d9vida so*re o proveito da operação.reclusão. o tipo. 144. (e o indu'ido vem a gan)ar no jogo ou na especulação com t5tulos ou mercadorias: O crime su*siste. FRAUDE NO COM%RCIO Art. na 9ltima figura. . o adquirente ou consumidor) 5 . como verdadeira ou perfeita. ou com a especulação com t5tulos ou mercadorias.entre#ando uma mercadoria por outra) Pena .

no e"erc5cio de atividade comercial. ter em depósito para vender ou e"por à venda ou. -ei n. (e isso ocorre. 8P do mesmo artigo). entregando fraudulentamente uma coisa por outra. CRIMES CONTRA AS RELA &ES DE CONSUMO: . ine"iste o crime.=8>&8=./01. ELEMENTO SUBJETIVO DO TIPO 7 O ?O-O.. conduta culposa não $ pun5vel. ELEMENTOS OBJETIVOS DO TIPO CONDUTA TÍPICA "EN%RICA: 7 enganar. /1D restou revogado pelo art.rimeiramente: patrimônio contra a atividade comercial fraudulenta.. MOMENTO CONSUMATIVO: Ocorre quando o o*jeto material $ entregue ao adquirente ou consumidor. Jentativa: 7 admiss5vel. o adquirente ou consumidor. de qualquer forma. I5tima indeterminada: :ão )< o crime. (e não )< engano. Jrata se de C=8>& . Iontade de enganar no e"erc5cio da atividade comercial. 8I). que o aceita. SUJEITO ATIVO: só pode ser o comerciante ou comerci<rio. 88 e o L /M . em condiçGes impróprias ao consumo+ %inc. (&NO:?. o sujeito responde por crime contra a sa9de p9*lica %C. 1M. L /M). . Jratando se de particular.=8O. (ecundariamente.. SUJEITO PASSIVO: @ualquer pessoa. B1B. L BM. . para vend# los ou e"pô los à venda como puros! misturar g#neros e mercadorias de qualidades desiguais para vend# los ou e"pô los à venda por preço esta*elecido para os de mais alto custo+ %art. e B10. art.=K. . trocar etc. >ercadoria: :ão pode ser aliment5cia ou medicinal. e"ige se a produção do resultado. que não e"erce o com$rcio.. >arco . 8P. entregar mat$ria prima ou mercadoria. #UALIFICA !O DOUTRIN$RIA Jrata se de crime material . define como crimes contra as relaçGes de consumo os fatos de +misturar g#neros e mercadorias de esp$cies diferentes. arts. su*sistindo o inc./01234. a *oa f$ no e"erc5cio da atividade comercial.OBJETOS JURÍDICOS: . .: &ntrega de uma mercadoria por outra: O tipo e"ige relação o*rigacional entre o sujeito ativo e o adquirente ou consumidor. 1M..: Iender: :ão estão inclu5das as condutas de doar.ntônio Qanellato entende que o inciso 8 do art. responde por crime de fraude na entrega de coisa %C. L /M. Rigura t5pica privilegiadas S artigo /1D . da -ei n. /1/. de B1 de de'em*ro de /334. 888) e +vender.

ELEMENTO SUBJETIVO DO TIPO: 7 o dolo. SUJEITO PASSIVO: . e o 0ui/ pode..? E ?@AE. >eio de transporte: =efere se a qualquer um. se tratar se de criminoso prim<rio e de pequeno valor o o*jeto material da fraude.ssim. /1/ e 04C).ssim. . em que a passagem $ paga antes. ou diminu5 la de um a dois terços ou aplicar somente a multa. &".*range as *e*idas.assageiro clandestino: =esponde por estelionato. ou multa. conforme as circunst=ncias.detenção.: o garçom que serve a refeição. de 14 (quin/e dias a 2 (dois meses.*range pensGes. pode )aver outro crime.. pensFes.utela o >P. . +=efeição+: . *oates. mot$is etc.omar refeição em restaurante. ) ? patrimEnio dos donos de . 177 . 8sso porque o crime e"ige que o sujeito se faça passar como usu<rio idôneo. restaurantes e meios de transporte.<omente se procede mediante representação. v. ilaqueando a *oa f$ da v5tima. OUTRAS FRAUDES Art. como t<"i. a refeição $ servida na resid#ncia do sujeito. Rorma de pagamento do transporte: 7 preciso que seja tipo de locomoção que e"ija pagamento durante ou depois da prestação do serviço... :em sempre $ a que sofre o preju5'o patrimonial. Jermo +restaurante+: &stende se aos caf$s. g. O dono do restaurante. trem e avião. como ôni*us. *arca. alo0ar-se em . BA) alojar se em )otel sem dispor de recursos para efetuar o pagamento! Fotel: . que o transporta na crença de rece*er o devido.5B5(A(E AC'D(5>A . ELEMENTOS OBJETIVOS DO TIPO (ão tr#s as condutas t5picas: /A) tomar refeição em restaurante sem dispor de recursos para efetuar o pagamento! 7 necess<rio que o fato seja cometido pelo sujeito em restaurante. Jratando se de meio de transporte. em concurso %C. . . 0A) utili'ar se de meio de transporte sem dispor de recursos para efetuar o pagamento. que consiste na vontade de reali'ar as condutas t5picas com consci#ncia da ine"ist#ncia de recursos para efetuar o pagamento.cordo para pagamento posterior à e"ecução do serviço de transporte: não )< delito. lanc)a etc. arts. $ ele o sujeito passivo. (e. dei-ar de aplicar a pena. o sujeito que falsifica a passagem responde por delitos de estelionato e uso de documento falso. Par"#rafo $nico . pessoa que presta o serviço.ot2is. pensGes etc. o prejudicado pelo crime. o jui' deve su*stituir a pena de reclusão pela detenção. >?%>E5. não )< crime.otel ou utili/ar-se de meio de transporte sem dispor de recursos para efetuar o pa#amento) Pena . SUJEITO ATIVO: @ualquer pessoa.

ERRO DE TIPO: &"clui o dolo. afirmação falsa so*re a constituição da sociedade. Ocorre quando o sujeito descon)ece não ter no momento condiçGes de efetuar o pagamento. e BC). de 1 (um a ! (quatro anos. o #erente ou o fiscal que promove. estado de pen9ria %que não constitua estado de necessidade). *alanço ou comunicação ao p$*lico ou à assem*l2ia. sem pr2via autori/ação da assem*l2ia #eral6 5B . dos *ens ou . salvo quando a lei o permite6 . por qualquer artif1cio. /A parte.o diretor ou o #erente que compra ou vende. MOMENTO CONSUMATIVO: Ocorre com a reali'ação dos comportamentos incriminados: tomada de refeição. 8. 8 19 . falsa cotação das açFes ou de outros t1tulos da sociedade6 555 . parecer.o diretor ou o #erente que toma empr2stimo à sociedade ou usa. com a ocupação do cômodo do )otel ou com pequeno percurso do ve5culo. caput. .=J8NO /1E. .=VN=. em proveito pr+prio ou de terceiro. relat+rio. fa/endo. arts. o #erente ou o fiscal de sociedade por açFes. e multa.&=?TO UO?8C8. ou oculta fraudulentamente. BA . em prospecto. B0. no todo ou em parte.ssim.Promover a fundação de sociedade por açFes. em prospecto ou em comunicação ao p$*lico ou à assem*l2ia. fato a elas relativo6 55 . B4. . açFes por ela emitidas.s circunstXncias referidas no tipo são os antecedentes do sujeito.o diretor. Jentativa: 7 admiss5vel.=J& . FRAUDES E ABUSOS NA FUNDA !O OU ADMINISTRA !O DE SOCIEDADES POR A &ES Art. por conta da sociedade.RO W:8CO. ou ocultando fraudulentamente fato a ela relativo) Pena . de conduta e da e"ig#ncia da produção do resultado pelo agente. #UALIFICA !O DOUTRIN$RIA: O crime $ de dano material. o montante do preju5'o causado. com a tomada pelo menos parcial da refeição. se o fato não constitui crime contra a economia popular) 5 . sua personalidade.plica se o art. que..reclusão. 7 alcançado com a utili'ação total ou parcial da prestação de serviços. alojamento em )otel e utili'ação de meio de transporte.enal. do Código .o diretor.. ESTADO DE NECESSIDADE: &"clui ilicitude do fato %C.averes sociais. 177 . . fa/ afirmação falsa so*re as condiçFes econEmicas da sociedade..5ncorrem na mesma pena. se o fato não constitui crime contra a economia popular..

. ne#ocia o voto nas deli*eraçFes de assem*l2ia #eral. autori/ada a funcionar no Pa1s. fa'endo afirmaçGes falsas ou ocultando circunstXncia ou fato juridicamente relevante. 5.o representante da sociedade anEnima estran#eira. distri*ui lucros ou dividendos fict1cios6 B55 . (ujeito passivo: pode ser qualquer pessoa.B . SUJEITO PASSIVO : @ualquer pessoa ELEMENTO OBJETIVO DO TIPO: Conduta t5pica: Consiste em fa'er. informação falsa ou a omissão de informação pode tam*$m estar contida em comunicação ao p9*lico ou à assem*l$ia.o diretor. 5B. a fim de o*ter vanta#em para si ou para outrem. r<dio. televisão etc. por interposta pessoa. . a veracidade das informaçGes contidas em prospecto ou comunicação a respeito de sua constituição.ECU !O: . com fraude. MEIOS DE E. como #arantia de cr2dito social. ou conluiado com acionista. em desacordo com este. por interm$dio de jornais. ou mediante *alanço falso. 5 e 55. aceita em pen. ?eve ter potencialidade lesiva a informação falsa %ação) ou a ocultação fraudulenta %omissão) deve referir se a fato ou circunstXncia juridicamente relevante. ou d" falsa informação ao Hoverno. por meio ver*al ou escrito. na falta de *alanço. o acionista que.o diretor ou o #erente que. possuidor de potencialidade lesiva. conse#ue a aprovação de conta ou parecer6 B555 . SUJEITO ATIVO: $ o fundador %crime próprio). ou ocultar. que pratica os atos mencionados nos ns.o diretor ou o #erente que. em prospecto ou em comunicação ao p9*lico ou à assem*l$ia.5ncorre na pena de detenção.parecem como v5timas os componentes do grupo determinado lesado ou e"posto a perigo de lesão pela conduta incriminada. nos casos dos ns. 55. FRAUDE NA FUNDA !O DA SOCIEDADE POR A &ES ' ARTI"O ())* +CAPUT+ OBJETIVIDADE JURÍDICA: Jutela se o patrimônio. 8 29 . afirmação falsa so*re a constituição da sociedade. o #erente ou o fiscal que.o liquidante. de 7 (seis meses a 2 (dois anos. :ão configura delito a informação ou omissão de comunicação de circunstXncia de conte9do insignificante. 555. quem promove a fundação da sociedade por açGes. incapa' de causar uma situação de perigo de dano. e multa. fato a ela relativo. ?e forma secund<ria.or ou em caução açFes da pr+pria sociedade6 B5 . B e B556 5G .

emitido juntamente com o con)ecimento de depósito. ainda em vigor. formação e circulação dos con)ecimentos de depósito e Yarrants. &m regra. mat$ria $ regida pelo ?ecreto n. consistente na vontade livre e consciente dirigida à afirmação falsa ou ocultação fraudulenta. Os dois. em desacordo com disposição le#al) Pena .reclusão. confere ao portador direito real de garantia so*re as mercadorias %pen)or). :ão $ poss5vel tam*$m na forma comissiva! ou o sujeito fa' a comunicação ou pu*licação. a consumação independe de preju5'o efetivo. 17I . então. de 1 (um a ! (quatro anos. &ntregue a mercadoria ao arma'$m geral. O primeiro $ o t5tulo de propriedade da mercadoria. SUJEITO PASSIVO : 7 o endossat<rio ou portador insciente da irregularidade do t5tulo. conferindo ao dono o poder de disponi*ilidade so*re elas pelo simples endosso. :os termos de seu art.Con)ecimento de depósito e +Yarrant+ : . EMISS!O IRRE"ULAR DE CON-ECIMENTO DE DEP.Emitir con.SITO OU /0ARRANT1 Art. ?elito formal. :a ocultação. rece*endo o contrato a denominação de depósito. sendo modalidade t5pica de pura omissão. em poder do portador. consumando se o delito! ou não o fa'. $ o deposit<rio da mercadoria./4B. SUJEITO ATIVO: 7 o emitente do con)ecimento de depósito ou Yarrant em desacordo com preceitos legais. e ine"iste conduta criminalmente relevante. CONCEITO E OBJETIVIDADE JURÍDICA O*jetos jur5dicos: . O Yarrant. MOMENTO CONSUMATIVO E TENTATIVA : O delito atinge a consumação no momento da afirmação falsa ou da ocultação de circunstXncia ou fato relevante que deveriam ser levados ao con)ecimento das pessoas interessadas. /. empresas de arma'$ns gerais são as que t#m por finalidade +a guarda e conservação de mercadorias e emissão de t5tulos que as representam+. este se torna deposit<rio.ELEMENTOS SUBJETIVOS DO TIPO: O primeiro $ o dolo. negoci<veis por endosso. t5tulos endoss<veis que merecem f$ p9*lica. . O depositando rece*e. /M. a tentativa $ inadmiss5vel. o con)ecimento de depósito e o Yarrant. ELEMENTOS OBJETIVOS DO TIPO: O tipo o*jetivo consiste em emitir con)ecimento de depósito ou Yarrant %pôr em circulação). l)e conferem plena propriedade. são o con)ecimento de depósito e o Yarrant. &"ige se um segundo elemento SUBJETIVO: a conduta $ reali'ada com o fim de constituição da sociedade.ecimento de dep+sito ou Jarrant. de B/ de novem*ro de /340. &sses t5tulos. e multa.

de 7 (seis meses a 2 (dois anos. e não )< fato relevante. SUJEITO ATIVO: 7 o devedor acionado para pagamento de d5vida. ou simulando d1vidas) Pena . #UALIFICA !O DOUTRIN$RIA:Jrata se de crime formal de consumação antecipada. (e o for. /D).ELEMENTO NORMATIVO DO TIPO: &"pressão +em desacordo com disposição legal+. O fato t5pico se aperfeiçoa com a independ#ncia de ulterior preju5'o decorrente da emissão irregular de t5tulos. Ca2o2 34 456227o 68849ula8: /M) a empresa não est< legalmente constitu5da %art. destruindo ou danificando *ens. Ou o sujeito coloca os t5tulos em circulação. alienando. ELEMENTO SUBJETIVO DO TIPO: 7 O ?O-O. (e a emissão se encontra de acordo com as disposiçGes legais. TENTATIVA: 7 inadmiss5vel./4B2/340)! BM) ine"istir autori'ação do governo federal para a emissão %arts. n. /. i. o fato $ at5pico. e o delito est< consumado. emissão só de um não constitui delito. . /M do ?ec. BM e CM)! 0M) ine"istirem as mercadorias especificadas como em depósito! CM) )ouver emissão de mais de um t5tulo para a mesma mercadoria ou g#neros especificados nos t5tulos! DM) o t5tulo não apresentar as e"ig#ncias legais %art. consistente na vontade de emitir con)ecimento de depósito ou Yarrant.ECU !O Art. que sai*a que a emissão est< em desacordo com as e"ig#ncias legais. 7 necess<rio que o sujeito os emita irregularmente. Contra maus devedores. Jrata se de crime unissu*sistente..detenção.Lraudar e-ecução. ou multa. ou não coloca. MOMENTO CONSUMATIVO: Ocorre com a circulação dos t5tulos. &"ige se que o sujeito ten)a consci#ncia do elemento normativo do tipo. 7 necess<rio que não seja comerciante. e. que procuram evitar a e"ecução das sentenças condenatórias. SUJEITO PASSIVO: 7 o credor que promove o procedimento judicial para rece*imento de seu cr$dito. CONCEITO E OBJETIVIDADE JURÍDICA O &statuto penal protege o patrimônio. 17K . FRAUDE À E.<omente se procede mediante quei-a. Par"#rafo $nico . . de conduta e de resultado. o crime ser< falimentar. :ão $ necess<rio que seja o deposit<rio do *em. desviando.

contudo. 7 necess<rio que con)eça a e"ist#ncia da lide. &m suma $ preciso que )aja demanda contra o sujeito. . &"ige se outro: que as condutas sejam reali'adas a fim de fraudar a e"ecução. Jem se entendido. destruição ou sua danificação. ou por simulação de d5vidas. ou com a simulação de d5vida. *astando )aver um processo com citação do devedor %de con)ecimento ou de e"ecução). ou simular d5vidas. desviar. por$m. evitando a pen)ora por interm$dio de alienação de *ens. PRESSUPOSTO DO TIPO: 7 a e"ist#ncia de uma sentença a ser e"ecutada ou uma ação e"ecutiva. #UALIFICA !O DOUTRIN$RIA CRIME MATERIAL: de conduta e e"ig#ncia da produção do resultado visado pelo sujeito. desde que o desfalque do *em não ten)a prejudicado o patrimônio do devedor. MOMENTO CONSUMATIVO: Ocorre com as condutas de alienação. ainda *astante para suportar a e"ecução . destruição ou danificação de *ens. 8mprescind5vel à perfeição do fato t5pico que o sujeito passivo sofra preju5'o patrimonial. F< decisGes.. que as simples condutas são insuficientes para a e"ist#ncia do crime. desvio.ELEMENTOS OBJETIVOS DO TIPO: O fato consiste em fraudar e"ecução de sentença condenatória. ELEMENTOS SUBJETIVOS DO TIPO: O primeiro $ o dolo. consistente na vontade de alienar. destruir ou danificar *ens. Jentativa 7 admiss5vel. desvio. no sentido da desnecessidade de e"ecução.