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O Controle de infecção na Odontologia: Guia prático e avaliação

Gustavo Kreuzig Bastos Graduado pela FO UFRJ specialista e! Odontopediatria pela FO UFRJ

Resu!o
Apesar do comprovado risco de contágio da hepatite B, HIV, herpes e tuberculose entre outras doenças, os dentistas em geral ainda não tem se mostrado eficazes e eficiêntes no controle de infecção antes, durante e ap s atendimento! " ob#etivo deste trabalho relatar as t$cnicas ho#e dispon%veis para evitar a infecção cruzada no consult rio, protegendo assim não s dentista, como tamb$m seus au&iliares, pacientes e familiares! Ao final do trabalho, em ane&o, $ proposta uma pe'uena avaliação dos conhecimentos do dentista e sua e'uipe a respeito do tema! (alavras chave) biossegurança, infecção, esterilização, HIV, Hepatitis B

"#stract
*espite the +ell ,no+n contamination ris,, represented b- hepatitis B, HIV, herpes and tubercolosis, among man- other illness, dentists have still not sho+n to be efficient and effective on controlling infection before, during and after treatment! .he purpose of this +or, is to present the latest techni'ue to prevent cross infection, thus protecting the dentist, the dental staff, patients and the famil-! An ob#ective 'uestionaire is presented in the end of this paper, so that the dentist and dental staff can evaluate their ,no+ledge on this issue! /e- +ords) infection control, infectio, sterilization, HIV, Hepatitis B

=

$% &ntrodução
0 controle de infecção e a biosegurança são temas de grande import1ncia para a prática odontol gica, e vêm despertando nos 2ltimos anos maior interesse em virtude principalmente do avanço da epidemia AI*3! 0s profissionais de sa2de se encontram em um conflito no 'ue diz respeito a preocupação em suprir as necessidades de seus pacientes e, por outro lado, a preocupação em não se contaminar pelos mesmos! 3omado a este dilema e&iste ainda o risco de infecção pela hepatite B, a mais preocupante das doenças infecto4contagiosas entre os profissionais de sa2de! A infeçção pelo HBV pode levar ao desenvolvimento de enfermidades grav%ssimas e muitas vezes at$ a morte! Apro&imadamente 56!777 profissionais são infectados pelo v%rus todos os anos somente nos 89A! *e acordo com o :*:493A a infecção pelo HBV resulta em um total de ;77 internaç<es e =77 mortes de profissionais ligados > área de sa2de todos os anos56! 8m estudos recentes percebe4se 'ue e&iste pouco dom%nio do assunto por parte da comunidade acadêmica do Brasil e de outros pa%ses ;,5=,5?,5@!A8BB8IBAC relata, 'ue pacientes infectados pelo HIV ou HBV estão associados > uma menor disposição de tratamento por alunos de graduação da 9ABD! 8m recente pes'uisa com dentistas de serviços p2blico e privado da 3u$cia foi avaliada a utilização de luvas durante o tratamento odontol gico! 0s resultados mostraram 'ue @;E dos dentistas de serviço p2blico e =FE dos de serviço privado usavam luvas regularmente para todos os pacientes6! 8m outra pes'uisa realizada nos 89A, FC,GE dos dentistas disseram ter alterado algum aspecto de suas medidas de controle de infecção nos 2ltimos anos! *o total, 6C,FE usavam luvas rotineiramente, @@,FE culos de proteção e ?C,;E máscarasG! 8m estudos desenvolvidos #unto a pacientes na Inglaterra e no .e&as, 89A, mostrou4se 'ue e&iste aceitação pelos pacientes das práticas de controle de infecção do local de atendimento, 'ual'uer 'ue se#am estas! *emonstrou4se tamb$m 'ue durante o tratamento, ap s a primeira consulta, a utilização de máscara e luvas diminuiu5,F,57! (ercebe4se ho#e em dia um grande interesse com relação ao controle de infeção por parte dos dentistas e demais profissionais da área de sa2de! :entenas de trabalhos são apresentados a cada ano em diferentes congressos, #ornais, revistas e livros! Apesar de serem enormes as fontes de informação, e talvez por razão disto, persistem ainda muitas d2vidas e preocupaç<es a respeito da correta aplicação das medidas de controle de infecção na cl%nica! " de fundamental import1ncia ampla campanha de esclarecimento #unto aos profissionais e estudantes de modo a melhorar conhecimentos, atitudes e procedimentos de controle de infecção=,G,?,C,@,55,5G,5?,5C,5;!

fungos e protozoários! 8&istem agentes pat genos 'ue somente sobrevivem em sangue.odos os três componentes são fundamentais para e&istir a contaminação de uma pessoa para outra! Huando algum destes não está presente a cadeia $ 'uebrada e a possibilidade de infecção $ eliminada! O "gente " 'ual'uer microorganismo capaz de causar uma infecção! 8stes microorganismos são chamados de pat genos! Agentes pat genos são v%rus.G '% (rinc)pios e Funda!entos do Controle de &nfecção 0 controle de infecção $ baseado em princ%pios e barreiras 'ue impedirão a contaminação dos pacientes e dos profissionais de sa2de! Apesar de ser simples. hepatite B podem eliminar 'ual'uer chance de infecção! . um indiv%duo com nutrição inade'uada pode ser mais susceptivel ao desenvolvimento de determinada infecção 'ue outro com nutrição ade'uada! Kedicamentos como ester ides ou 'uimioterapia podem aumentar a susceptibilidade ao desenvolvimento de doenças! 0 estado de imunização de um indiv%duo tamb$m $ importante! Indiv%duos imunizados para poliomielite. como o HBV IHepatite BJ e HIV IAI*3J! 0s agentes 'ue causam maior preocupação aos dentistas são a'ueles 'ue vivem em sangue! *ospedeiro " 'ual'uer indiv%duo 'ue não apresenta resistência a determinado pat geno! 3ão muitos os fatores 'ue influenciam na maior ou menor susceptibilidade de um hospedeiro. bact$rias. criar um rotina de controle de infecção envolverá toda a e'uipe participante do atendimento do paciente. uso de medicamentos e imunização entre outros! (or e&emplo. estado nutricional. sarampo. tais como) hereditariedade. principalmente no 'ue diz respeito ao conhecimento das normas a serem seguidas! 0 conhecimento dos princ%pios e fundamentos a respeito do controle de infecção são de fundamental import1ncia no momento de tomar decis<es no consult rio dentário56! O (rocesso de Conta!inação A maneira pela 'ual ocorre a contaminação de uma pessoa para outra $ chamada de processo de contaminação! 8ste processo envolve a e&istência de três componentes) 5! =! G! o agente o hospedeiro o meio de transmissão .

os microorganismos ficam suspensos no ar por longos per%odos de tempo podendo assim serem inalados! 0s v%rus 'ue vivem em sangue como o HBV e HIV não são transmitidos pelo ar! A tuberculose e o sarampo são e&emplos de doenças 'ue podem ser transmitidas pelo ar! Huando da transmissão por um ve%culo. o risco de contaminação pelo HBV ap s perfuração por agulha contaminada varia de . ou por contato indireto atrav$s de algum ob#eto intermediário 'ue este#a contaminado! 8&iste tamb$m a contaminação atrav$s de goticulas produzidas em espirros.? +eio de .E a G7E! 8m circunst1ncias semelhantes o risco para o HIV $ menor 'ue 5E! Lem toda e&posição resulta em infecção! 0 risco de transmissão do HBV e HIV assim como outros pat genos $ influenciado por diversos fatores. $ prudente tomar todas as precauç<es para minimizar 'ual'uer contato com saliva contaminada56! -posição . tal como o sangue em contato com uma ferida. algo contaminado Iágua. alimento ou sangueJ transfere o agente pat geno a outro indiv%duo! 0 sangue $ o agente de transmissão relevante para o HIV e HBV! 9m mililitro de sangue contaminado cont$m apro&imadamente 577!777!777 de HBVs e 577 HIVs! 0 HBV tamb$m pode ser transmitido pela saliva! At$ o momento não e&iste estudo epidemiol gico consistente 'ue prove a transmissão do HIV pela saliva! 8ntretanto. incluindo) 5! =! G! ?! C! tipo de e&posição dose do v%rus transferido durante e&posição diferenças de susceptibilidade entre hospedeiros diferenças e variaç<es no processo de infecção no indiv%duo contaminado n2meor de e&posiç<es 0 ob#etivo dos procedimentos de controle de infecção $ o de eliminar a transferência de microorganismos! Isto $ obtido atrav$s de diversas maneiras) 5! uso de e'uipamento de proteção individual . tosse ou em procedimentos odontol gicos! Los casos de transmissão pelo ar.rans!issão " a'uele pelo 'ual 5 agente $ transmitido a um hospedeiro! A maioria dos agentes são transmititos por contato. inalação ou atrav$s de um ve%culo tal como alimentos ou água A transmissão por contato $ a'uela 'ue acontece por meio de contato direto. como a saliva $ constantemente contaminada por sangue durante procedimentos odontol gicos. +icroorganis!os (at/genos A e&posição > saliva e sangue pode ocorrer de diversas maneiras) 5! e&posição parenteral Iocorre como resultado de perfuração da pele por agulhas e instrumentos cortantesJ =! contato com mucosas G! contato com feridas e abras<es da pele 8studos epidemiol gicos mostram 'ue a e&posição parenteral $ a de maior risco no 'ue diz respeito > infecão! A transmissão do HBV e HIV ap s e&posição parenteral #á foi relatada na literatura! Baseado em estudos com profissionais da área de sa2de.

5. poliomielite e ca&umba tamb$m são recomendadas se o profissional ou e'uipe nunca desenvolveu nenhuma das anteriores! Apesar das vacinas desempenharem importante papel no processo de controle de infecção não podemos es'uecer 'ue e&istem mol$stias para as 'uais não e&iste ainda uma forma de imunização como o HIV e Hepatite B56! *ist/ria +1dica (assada e +edidas Universais de Controle de &nfecção A hist ria m$dica passada $ de e&trema import1ncia para todos os casos 'ue se faz necessário pr$4medicação. t$tano.estes laboratoriais tamb$m não são eficientes em todos os casos.E de cl%nicos gerais e 5GE do pessoal au&iliar estão contaminados pelo HBV! *evido ao grande risco de contaminação pelo HBV $ e&tremamante indicado a imunização contra este v%rus! 8&istem dois tipos de vacinas no mercado) A primeira desenvolvida em 5F6=. assim como au&iliar de diagn stico e plano de tratamento! 8ntretanto. rub$ula. pois para algumas infecç<es e&iste um espaço de tempo 'ue pode chegar at$ a algumas semanas. as mão devem ser lavadas antes da colocação de novas! . antes e depois das refeiç<es e em todas as situaç<es em 'ue possa haver contaminação! As mãos tamb$m devem ser lavadas antes e depois do uso de luvas! Apesar da alta 'ualidade das luvas de ho#e. $ um recombinante de *LA! Ambas são consideradas seguras e não mostram efeitos colaterais significativos! *a mesma forma. 5@E de protesistas ..oda e'uipe odontol gica deve lavar suas mãos no começo do dia de trabalho duas vezes consecutivas com água e sabão por 5C segundos! *urante o dia as mãos devem ser lavadas entre os pacientes. ha#a vista 'ue muitas vezes este não sabe ou não informa sua atual condição de sa2de! . todas as medidas de controle de infecção devem ser aplicadas da mesma forma e com mesma intensidade para todos os pacientes! A este procedimento dá se o nome de medidas universais de controle de infecção56! 2avar as +ãos Navar as mãos $ o procedimento mais importante para impedir a transmissão de microorganismos de uma pessoa para outra! . deriva do plasma do v%rus! A segunda desenvolvida em 5F6. onde sinais de infecção não são identificados! (elo fato de não podermos identificar todos os pacientes contaminados atrav$s de e&ames f%sicos ou laboratoriais. imunização para sarampo. em especial ao dentista e sua e'uipe! 8studos do :*: M 89A mostram 'ue =?E de cirurgi<es. devemos sempre contar com microperfuraç<es causadas durante os procedimentos odontol gicos ou defeitos de fábrica! Huando as luvas se rasgam durante 'ual'uer procedimento.C =! G! imunizaç<es desinfecção e esterilização de superficies e e'uipamentos! &!unizaç0es A hepatite B significa o maior dos riscos > sa2de do pessoal envolvido na área de sa2de. não se pode confiar plenamente nas informaç<es colhidas #unto ao paciente. o sangue de todos os pacientes tratados no consult rio odontol gico deve ser considerado infectado! :omo resultado.

algumas vezes estes podem causar infecç<es mais s$rias. mucosas ou ob#etos contaminados pelos anteriores! 8&iste risco para dentistas e pacientes 'uando luvas não são vestidas! Kãos sem luvas devem ser o caminho pelo 'ual muitos dentistas se contaminaram pelo HBV nos 2ltimos anos! A transmissão do dentista para o paciente tamb$m #á foi documentada. Ao final do dia de trabalho as mãos devem ser bem lavadas para evitar o transporte de microorganismos para outros ambientes! Huando de procedimentos cir2rgicos as mãos. tanto para o HBV como para o v%rus do herpes! *iferentes luvas devem ser utilizads para os diferentes procedimentos! 8&istem três categorias de luvas) Nuvas de láte& Iest$reis ou não est$reisJ Nuvas de vinil Iest$reis ou não est$reisJ Nuvas de procedimentoOlavagem *e maneira geral não e&istem diferenças entre as luvas de láte& ou de vinil no 'ue diz respeito > proteção oferecida! Kuitas vezes servem como uma alternativa para a'ueles profissionais al$rgicos ao láte& ou vinil! Nuvas est$reis são recomendadas para procedimentos cir2rgicos! Nuvas não est$reis podem ser utilizadas durante os demais procedimentos odontol gicos! As luvas devem sempre ser trocadas entre pacientes. nunca podendo ser lavadas ou reutilizadas! As luvas de procedimentoOlavagem são em geral mais grossas e são utilizadas para lavar instrumentos e na desinfecção de ob#etos contaminados! Ao contrário das luvas para atendimento. principalmente em pacientes 'ue sofreram intervenç<es cir2rgicas onde um solução de continuidade $ estabelecida ou em pacientes imunosuprimidos! A lavagem das mãos por 5C segundos parece ser efetiva na remoção dos microorganismos da flora residente e transit ria das camadas mais superficiais da pele! (ara uma lavagem mais efetiva. saliva. composta de microorganismos transit rios e recentes 'ue sobrevivem na pele por pouco tempo! A flora transit ria pode muitas vezes conter pat genos tais como o HBV muitas vezes ad'uirido de pacientes contaminados! A maioria dos microorganismos da flora residente não $ muito nociva e não implica em infecç<es diferentes da'uelas da pele! 8ntretanto. braços e cotovelos devem ser escovados utilizando4se sabonete antimicrobiano por C minutos! Ap s a lavagem as mãos devem ser secas em papel descartável est$ril! 0s sabonetes l%'uidos são prefer%veis pois ao contrário dos sabonetes em barras dificilmente são contaminados! 8special atenção deve ser dada ao dispositivo 'ue libera o sabão de seu frasco! 8ste deve ser ativado pelos braços ou pedais! " muito importante conhecer a 'ualidade da flora microbiana das mãos! 8&iste a flora residente. devendo ser trocadas 'uando começarem a ficar gastas! .. 'ue vive e se multiplica na pele e a transit ria. sabonetes germicidas mais potentes devem ser utilizados56! 2uvas Nuvas devem ser utilizadas sempre 'ue houver contato com sangue. as luvas de procedimento podem ser lavadas e reutilizadas.

sangue e 'ual'uer res%duos! A contaminação por HBV ou h$rpes $ documentadas e deve ser levada a s$rio! 0 tipo de proteção deve corresponder ao procedimento feito! Huando da remoção de restauraç<es por e&emplo. culos de proteção mais resistentes devem ser utilizados! 4esti!entas Dalecos ou vestimentas apropriadas devem ser utilizadas para proteger de sangue.ro'ue4a entre pacientes G! Bemova4a assim 'ue terminar o procedimento! Lão dei&e4a pendurada no pescoço! ?! Huando removê4la.@ +áscaras *evem ser utilizadas para proteger a mucosa da boca e nariz contra goticulas de saliva ou sangue produzidas pelas turbinas durante o tratamento odontol gico! Kuitos estudos mostram 'ue as got%culas produzidas pelos motores cont$m diversos microorganismos! 0s profissionais envolvidos devem identificar 'uais os procedimentos 'ue causam estas got%culas para se protegerem ade'uadamente! Huando usar máscars) 5! A#uste a firmemente sobre a face =! . assim como o pescoço! Apesar de não estar envolvida no processo de transmissão ou infecção cruzada. pegue pelos elasticos ou PcordinhasQ! Lunca pegue a máscara pelo lado contaminado 3culos de (roteção *evem ser utilizados para proteger a mucosa dos olhos contra saliva. o tipo de vestimenta dependerá do procedimento praticado! As vestimentas consideradas ideais são a'uelas 'ue protegem os braços por inteiro. as vestimentas devem ser trocadas sempre 'ue contaminadas por sangue ou saliva! (or motivos bvios $ prefer%vel a utilização de vestimentas descartáveis56! . saliva e detritos! *a mesma forma 'ue máscara e culos de proteção.

! 3e indicado. estas são apenas o começo do processo de controle de infecção! *urante tratamento. tenha lençol de borracha sobre a bande#a.6 5% (rocedi!entos Cl)nicos O Controle de &nfecção 6urante o (er)odo pr1 Operat/rio 0 controle da infecção deve começar durante o per%odo de preparação para o tratamento cl%nico com o ob#etivo de reduzir o risco de transmissão de agentes infecciosos durante o tratamento dentário! (rocedi!entos: 5! Bemova itens desnecessários ao procedimento cl%nico! A sala deve ser arrumada de modo a facilitar a limpeza ap s cada atendimento e isso pode ser conseguido reduzindo4se o n2mero de itens 'ue podem tornar4se contaminados! =! (lane#e pr$viamente os materiais necessários durante o tratamento visando minimizar a entradade e sa%da das salas. eliminando assim a colocação de brocas desnecessárias. bem como todos os itens necessários a sua rápida colocação! @! Identifi'ue os itens 'ue se tornarão contaminados durante o tratamento. isto inclui a utilização de e'uipamento para proteção individual Controle de &nfecção durante o . ou se estes serão desinfetados ap s o procedimento! 6! :olo'ue as radiografias de maneira vis%vel e faça a revisão das anotaç<es antes do in%cio da tratamento! As anotaç<es devem ser colocadas fora da sala operat ria para não se tornarem contaminadas! Alguma anotação a mais deve ser feita antes da colocação das luvas ou ap s a remoção das mesmas e com as mãos bem lavadas! F! 3iga as recomendaç<es do fabricante com relação >s mangueiras por'ue bacterias podem proliferar ou se acumular nelas!8mbora ha#a risco de infecção com as mangueiras a magnitude deste risco ainda não $ atualmente conhecida! 57! (repae o pessoal envolvido no cuidado com o paciente. busca de mais itens e troca e luvas! G! 9tilize itens descartáveis se poss%vel. decidindo assim se será usada uma barreira para prevenir a contaminação das superf%cies dos itens.rata!ento As informaç<es sugeridas at$ agora a#udarão a reduzir o risco de infecção cruzada durante os procedimentos! 8ntretanto. isso faz ganhar tempo durante a limpeza e descontaminação! ?! 9se bande#as previamente preparadas evitando buscar itens cada vez 'ue se começa um procedimento! C! 9se brocas esterilizadas e individualizadas para cada procedimento. a#udando a eliminar a contaminação e tornando mais fácil a limpeza! . e&istem atitudes adicionais 'ue devem ser seguidas para tornar o procedimento mais seguro e reduzir o risco de infecção! .

manipular ou passar instrumentos pontiagudos! Kuitos instrumentos podem facilmente perfurrar luvas e pele! A t$cnica apropriada consiste em não manter a ponta direcionada para o profissional e e'uipe! =! Kantenha precauç<es especiais com seringas e agulhas! As agulhas são as maiores causadoras de infecção! 8las não devem ser reutilizadas. não fazendo movimentos bruscos e usando a t$cnica ade'uada de passar estes instrumentos para outras pessoas! 6! Bemova e'uipamento de proteção pessoal . curvadas.! 8sterilize peças de mão entre pacientes. incluindo as coberturas dos interruptores. pontas protetoras de seringa tr%plice etc! e coloc'ue4as em cai&as imperveáveis e #ogue4as em li&o ade'uado! G! *ispense sangue e fluidos succionados 'ue foram acumulados durante o tratamento. como superf%cies e e'uipamentos! C! Bemova a bande#a com todos os instrumentos para uma área de limpeza e esterilização separada da sala operat ria! . se poss%vel! Dá e&istem no mercado canetas autoclavaveis! @! Kanipule itens perfuro4cortantes usando luvas grossas. lave bem as mãos e use um par de luvas grossas antes de começar a limpeza! =! Bemova todas as barreiras de proteção. peças de mão e outros e'uipamentos 'uando as luvas estiverem contaminadas! C! 8vite me&er em gavetas ou ar'uivos 'uando as luvas estiverem contaminadas! Controle de &nfecção durante o (er)odo p/s Operat/rio 0 processo de controle de infecção continua depois 'ue o paciente $ dispensado! Apesar da e&istência de procedimentos pr$4cl%nicos. este deve ser desinfetado com uma solução de hipoclorito de s dio 5O577 durante 57min! e depois e&aguado! ?! Nimpe e desinfete todos os itens não protegidos por barreiras. evitando se perfurar com as pontas ativas. remova as luvas. mantendo a mão longe de instrumentos rotat rios.enha cuidado ao receber. para saneamento espec%fico! Havendo a coleta atrav$s de recipiente.F (rocedi!entos: 5! . colocando agulhas apropriadamente.erminado com o paciente. 'uebradas ou de 'ual'uer outro modo manipuladas pelas mãos! Kantenha a agulha encapada ap s a sua utilização nunca colocando4a na direção do profissional e e'uipe! G! 9se o lençol de borracha sempre 'ue poss%vel para evitar respingos de sangue e saliva! ?! 8vite tocar interruptores desprotegidos. e&istem certos passos 'ue devem ser seguidos ap s o t$rmino do tratamento! (rocedi!entos: 5! :ontinue usando o e'uipamento de proteção individual durante a limpeza! .

e o aparelho não deve ser sobrecarregado com material5F! '% Calor seco prolongado :forno<estufa. visando proteger as mãos contra eventuais les<es. sendo recomendada a temperatura de 5.7o: durante 5=7 minutos. A relação a ser utilizada entre tempo e a temperatura $ variável. tecido ou recipientes espec%ficos. utilizando4se uma solução com detergente! 0 ultra4som proporciona a mais segura limpeza! *urante a limpeza. glutaralde%do ou fenol durante G7 minutos5F! 2i!peza 0 processo de limpeza remove o material org1nico. iniciar a dissolução ou amolecimento dos res%duos organicos e a destruição microbiana! Ap s a sua utilização. (ara sua utilização $ recomendada a pressão de 5 atm a uma temperatura de 5=5 o:. ou 5@7o: durante F7 minutosR temperaturas acima de 567o: não são recomendadas pela possibilidade de causar alteraç<es nas ligas metálicas.em como ob#etivo evitar a secagem dos fl2idos corp reos aderidos ao instrumental. o instrumental deve ser imerso em desinfetante do tipo formalde%do. prolongam o tempo necessário para a esterilização. 'ue se presentes nos instrumentos. podendo at$ mesmo inviabilizá4la.57 7% sterilização e 6esinfecção *escontaminação $ o princ%pio básico para tornar seguro o uso do instrumental no ambiente odontol gico! A limpeza. esterilização e desinfecção são processos de descontaminação 'ue diferem entre s% 'uanto ao n2mero e tipo de microorganismos 'ue são mortos! Abai&o descreveremos cada um destes processos5F! Ban8o de 6esinfecção ou pr1 2i!peza . devem ser utilizadas luvas grossas de borracha=7! sterilização " o m$todo pelo 'ual todas as formas de microorganismos são destruidas! A conduta básica para o controle de infecção $) PLão desinfetar 'uando se pode esterilizarQ=7! 0s m$todos dispon%veis de esterilização no consult rio são) $% 4apor d9água so# pressão :autoclave. principalmente nos pontos de solda! . isolando os microorgansmos do agente esterilizante! A escovação manual $ o m$todo mais simples e barato. durante =7 minutos! 0s instrumentos podem ser empacotados em papel. como sangue e saliva acumulados.

odo material est$ril deve ser manipulado com pinça cu#as pontas ativas devem permanecer mergulhadas em solução esterilizante. 'ue deve ser renovada fre'uentemente! 0s m$todos de esterilização pelo calor Iseco ou h2midoJ são prefer%veis! . então o material $ colocado e 'uando a temperatura estiver estabilizada o tempo $ contado! 3e a porta da estufa for aberta durante o ciclo. em água destilida est$ril ou álcool5F! Ao esterilizar 'ual'uer instrumental.=E a melhor alternativa como esterilizante. deve se lembrar 'ue) .ou pela fricção da solução na superf%cie5F! 3ão eles) . prateleiras. e'uipo etc! " realizado por meio de um spra.estes 'u%micos devem ser realizados para comprovar a efetividade do processo! Instrumentos est$reis não devem ser guardados em gavetas sem estarem devidamente empacotados Bande#as necessitam ser submetidas > esterilização e trocadas a cada paciente atendido! 6esinfecção " a destruição da maioria dos microorganismos. Inativa tamb$m o v%rus da Hepatite B e AI*3! G! Alto) " o processo 'ue destroi alguns esporos bacterianos! Algumas destas subst1ncias podem at$ fazer esterilização se o tempo de imersão for prolongado! 6e acordo co! o uso> os desinfetantes pode! ser su#divididos e!: 6e superf)cie (ara tratar armários. volta4se a contar o tempo! 0s instrumentos podem ser empacotados em papel ou cai&as metálicas5F! 5% 2)=uidos esterilizantes 0s itens 'ue não podem ser repetidamente submetidos ao processo de esterilização pelo calor e 'ue não são descartáveis. especialmente os esporos bacterianos! :orresponde apenas > destruição das formas patogênicas! 8&istem três n%veis de desinfecção=7) 5! Bai&o) (roporciona a menor atividade microbiana sendo portanto o menos efetivo dos processos de desinfecção! =! Intermediário) " o processo 'ue destroi mycobacterium tuberculosis. e durante G7 minutos 'uando o ob#etivo for a desinfecção! Antes do uso. tem no glutaralde%do a =E ou a G.55 0 aparelho não deve ser sobrecarregado com material para 'ue o calor circule ade'uadamente! 0 termostato deve alcançar a temperatura correta. devendo o instrumento permanecer em contato com o produto por 57 horas. o instrumento deve ser lavado para remoção do desinfetante. mas não necessariamente todos.

CE! " bactericida. viruscida e tuberculicida! (or ser instável deve ser preparado diariamente! " corrosivo para metais. tuberculicidas e viruscida! *esinfetam em 57 minutos! (odem ser usados em mucosas e como antis$ptico para as mãos! 3ão e&celentes agentes de limpeza e desinfecção apresentando tamb$m efeito residual! 5% Co!postos Fen/licos 3ão soluç<es contendo dois ou mais agentes fen licos! 3ão tuberculicidas e fazem a desinfecção em 57 minutos! (odem penetrar na pele intacta causando dano tecidual local. viruscida e tuberculicida! (ode causar irritação tecidual grave. devendo ser manipulado com luvas! '% For!alde)do Aaz desinfecção em G7 minutos com atividade bactericida.7CE a 7. não faz esterilização! . viruscida e tuberculicida! 8m concentraç<es inferiores a ?E. devendo ser utilizado com luvas! 6e i!ersão 9tilizados para imersão de instrumentos. independente o tempo de contato. materiais plásticos etc! 0s itens a serem desinfetados ou esterilizados devem permanecer submersos pelo tempo indicado para cada processo! $% Glutaralde)do a '? Aaz desinfecção em G7 minutos com atividade bactericida. irrita a pele e desroi tecidos! Aaz desinfecção em 57 minutos! '% &od/foros 0 mais conhecido $ o (V(I associado com polivinil4pirrolidona I(V(J! 3ão bactericidas.5= $% Co!postos Clorados Hipoclorito de s dio de 7.

e o cabo de aparelho de profla&ia com folha de pvc e estas coberturas devem ser tratadas a cada paciente 8'uipos dentários 'ue possuem válvulas de retração aspiram para o interior da tubulação de água cerca de 7. sonda periodontal. espelho. seringa tr%plice. pisos e cadeira! Cuidados co! (eças de +ão> (ontas UltraBsCnicas e Unidades Odontol/gicas 8stes itens são considerados semi4cr%ticos sendo recomendavel a sua esterilização como rotina ap s utilização individual! (ara peças de mão 'ue não podem ser esterilizadas são recomendados os seguintes procedimentos de limpeza e desinfecção=7) 5! 8sfregue as peças e&ternamente com sabão ou detergente =! Borrife a peça de mão com um desinfetante de n%vel hospitalar! 8&emplo) Iod foro! G! 8nrole a peça de mão com material plástico impermeável saturado com o desinfetante durante o intervalo especificado pelo fabricante! ?! 8m seguida o plástico deve ser removido e as peças en&aguadas e secadas para a remoção do e&cesso de desinfetante. bisturi e outros! +ateriais Ae!iBCr)ticos . 'ue poderia irritar a pele e mucosa do paciente! C! :omo cuidado e&tra.5G @% &nstru!entos no Consult/rio A escolha do procedimento de esterilização ou desinfecção deve ser baseada no instrumento a ser descontaminado5F) +aterial Cr)tico Instrumentos 'ue penetram tecido ou tocam osso! *evem ser esterilizados! 8&emplo) f rceps.ocam membranas mucosas mas não penetram tecido ou tocam osso! *evem ser esterilizados. escolhe4se a desinfeccção de alto n%vel! 8&emplo) condensadores. neste caso a escolha dependerá da contaminação com sangue! 8&emplos) Sculos. se não forem danificados pelo calor! 0 sendo. porta4matriz e etc! +aterial não Cr)tico Instrumentos e superf%cies 'ue tocam somente pele intacta! A desinfecção pode ser de n%vel bai&o ou intermediário. saliva e água . recomenda4se envolver as canetas de alta e bai&a rotação.Fml de uma mistura de detritos dentários.

interruptores e tubo de raio T! A cobertura deve ser de material impermeável e descartada ap s atendimento de cada paciente.5? contaminada por microorganismos cada vez 'ue o pedal $ desacionado! (ara evitar este incidente. a moldagem deve ser selada dentro de uma embalagem impermeável! *idrocol/ides :revers)veis e irrevers)veis. sendo utilizado o mesmo procedimento descrito para poli$ter! 8m estudos promovidos com este material alguns autores sugerem a imersão da moldagem em solução de :ide& IDohnsonJ ou Vire& IDohnsonJ por 57 minutos! Alteração dimensional significativa não seria constatada=5! . no interior de uma pia ou cuspideira para eliminar o l%'uido as pirado! Isto deve ser realizado tamb$m no in%cio do dia para reduzir on2mero de bact$rias acumuladas na tubulação de um dia para o outro=7! (ara superf%ies 'ue não podem ser descontaminadas facilmente. capas plásticas e filmes plásticos de pvc! 0 uso ade'uado destas coberturas segue os seguintes passos) 5! =! G! :olocação da cobertura com luvas! Ap s o uso remoção da cobertura utilizada com luvas grossas de borracha! :olocação de nova cobertura limpa! +ateriais de &!pressão Apesar de muitas pes'uisas serem direcionadas ao efeito dos desinfetantes sobre materiais de impressão. pois estas impress<es são hidrof%licas como o poli$ter e sofrem embebição! 0 spra. podendo ser usadas folhas de alum%nio. compostos clorados. glutaralde%do a =E ou compostos fen liocos por no m%nimo 57 minutos e depois então lavados e vazados! (oli1ter 8stas impress<es podem ser adversamente afetadas pelo processo de desinfecção! Becomenda4se o uso de spra-. indica4se o uso de coberturas descartáveis. muitas 'uest<es ainda são controvertidas! :omumente essa desinfecção $ realizada pela imersão em subst1ncias desinfetantes ou utilização destes mesmos produtos na forma de spra-! Antes da desinfecção as impress<es devem ser lavadas para remover dep sitos de placa saliva ou sangue! (olissulfetos e siliconas 3ão hidrof bicos e suportam a imersão sem ter a fidelidade dos detalhes afetada. Ainda não se chegou a nenhum consenso. podendo ser imersa em iod foros. principalmente para alças de foco de luz.neste caso $ prefer%vel > imersão! 0s iod foros são os agentes de escolha para este caso. recomenda4se ap s cada paciente colocar a peça de mão e outros componentes 'ue são conectados > tubulação de água em movimento por no m%nimo G7 segundos. de preferência um composto clorado por no má&imo 57 minutos! Ap s a aplicação do spra-.

5C Gesso 0s modelos de gesso geram controv$rsias. sendo de consciencia geral 'ue deve se dar preferncia a desinfecção da impressão! 0s desinfetantes 'ue #á foram utilizados para o gesso mostraram alteraç<es dimensionais e diminuição de resistência > compressão. $ indicada a utilização de iod foros por G7 minutos! . com e&cessão do hipoclorito de s dio! (r/teses fi-as contendo !etais e porcelanas *evem ser desinfetadas pela t$cnica de imersão em glutaralde%do ou iod foros por G7 minutos! Las pr teses contendo resina ou porcelana ou metal e resina.

D% "valiação da co!preensão de Controle de &nfecção $% '% 5% infectados! 7% @% D% E% F% G% vezes por 5C segundos cada! ! Nuvas est$reis devem ser utilizadas para todos os odontol gicos! infecção em pacientes são) aJ ind%gena bJpermanente ou cJ transit rios! 0 hist rico m$dico $ um mecanismo ade'uado para identificar indiv%duos 'ue VI J AI J VI J AI J Navar as luvas entre o atendimento de pacientes $ um procedimento aceitável! VI J AI J $H% Indiv%duos variam 'uanto a susceptibilidade de serem infectados para cada agente infectante! doença ocupacional! odontol gica! profissional! $7% As mão devem ser lavadas ap s o uso de luvas! VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J $D% As máscaras devem ser trocadas a cada paciente! VI J AI J $$% 0 contato com sangue $ o 2nico meio de transmissão do HIV em casos de $'% 0 v%rus da hepatite B $ atualmente o de maior risco de infecção para a e'uipe $5% Káscaras devem ser usadas apenas 'uando o paciente $ capaz de contaminar o 0 hist rico m$dico $ o primeiro passo no processo de controle de infecção! têm uma doença infecto4contagiosa! 0 principal ob#etivo no controle de infecção $ o de minimizar ou eliminar a VI J AI J VI J AI J VI J AI J La manhã.5. antes de começar o atendimento. as mão devem ser lavadas duas VI J AI J procedimentos VI J AI J 0 termo Pprecauç<es universais de controle de infecçãoQ significa 'ue. o Kuitos indiv%duos 'ue são portadores do v%rus HBV não sabem 'ue estão transferência de microorganismos patogênicos! sangue e saliva de 'ual'uer paciente deve ser considerado como infectado! 0 microorganismos da mão do profissional mais prováveis de ser causa de $@% A A*A recomenda 'ue a e'uipe odontol gica se#a imunizada para hepatite B! .

''% 0s recipientes de coleta de fl2idos não neccesitam ser esterilizados ha#a vista '5% . os instrumentos não precisam ser lavados antes de serem esterilizados! VI J AI J 5$% Indicadores de processos podem ser utilizados no lugar do monitoramento biol gico imersão) aJglutaraldeido bJ iodoforo cJ água sanitária! VI J AI J 5'% Hual dos seguintes agentes 'u%micos pode ser utilizado para esterilização por VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J '$% 8'uipamentos de proteção individual devem ser utilizado durante a limpeza.5@ $E% Lão e&iste nenhum efeito colateral associado > imunização para hepatite B! VI J AI J $F% (ela manhã. devem ser lavados por três minutos antecedendo seu uso! VI J AI J $G% Huando passando instrumentos afiados. a t$cnica correta $ a de passar o instrumento sem 'ue a face ativa este#a apontada para o dentista ou seu au&iliar! VI J AI J 'H% 0 uso do di'ue de borracha tem pouco valor no 'ue diz respeito ao controle de infecção! ap s a sa%da do paciente! 'ue não entram em contato com o paciente! esterilizaçãoJ entre pacientes! microorganismos! deve ser registrado pelo governo e ser tuberculocida! registrado como esterilizanteOdesinfetante! mensalmente! esterilizantes! 'G% 8sterilização por meios l%'uidos $ o m$todo de escolha preferido! VI J AI J 5H% (or causa do poder bactericida e virucida dos m$todos esterilizantes e desinfectantes.urbinas devem ser esterilizadas Iou desinfectadas se não for poss%vel a '7% 0 termo desinfectante $ utilizado para o agente 'ue elimina todas as formas de '@% 9m agente 'u%mico para n%veis intermediários de desinfecção no consult rio 'D% 9m agente 'u%mico utilizado para n%veis má&imos de desinfecção deve ser 'E% A efetividade da autoclave deve ser avaliada por monitoramento biol gico 'F% Lão e&iste procedimento de monitoramento biol gico para soluç<es . instrumentos 'ue permaneceram em soluç<es esterelizantes.

lavar 5@% Instrumentos cr%ticos 5D% Instrumentos semi4cr%ticos 5E% Instrumentos não cr%ticos 5F% (ele. desinfecção e c.56 55% 8m geral. paredes e chão atendimento de cada paciente $ uma 'uestão de preferência pesoal! algu!as formas de esporos! sanitária! o laborat rio! I J I J I J I J VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J VI J AI J 57% Huando o gás etileno $ utilizado ap s a esterilização.esterilização #. =? horas são necessárias 5G% (roteger superf%cies pass%veis de contaminação ou apenas desinfetá4las ap s o 7H% 8sterilização $ o m$todo 'ue mata todas as formas de microorganismos e 7$% *entaduras totais podem ser desinfectadas em casa pelo paciente com água 7'% *e uma maneira geral $ importante desinfetar pr teses antes de mandá4las para . esterilização por calor seco re'uer temperaturas mais altas do 'ue a esterilização com vapor! para 'ue o gás dissipe de instrumentos porosos! (ara cada u!a das seguintes escol8a entre a.

he attitudes and concerns of :anadian dental health care +or. A!. Aurman. 5FF=! =! Butters. Infection :ontrol in the *ental 8nvironment! 9!3! *ept of Health and Human 3ervices. A!. Aeb. /!V!R Bees. *ec.!R Horne. V!R . Dun. 5FF5! 5=! Kc:artan.!(! 4HIV infection O AI*3) a clinicianUs perspective! D4. Weorgia. 5FF=! 5@! . :osta. 5FF5! 5G! Leidle. 3amuel 3!K!V! Avaliação da estabilidade dimensional do alginato ap s tratamento com desinfetante! TII Beunião anual da 3B('0.. Dul. Aeb.reasure. 3! *oenças virais e controle de infecção no ambiente de trabalho odontol gico! :onselho Begional de 0dontologia do Bio de Daneiro. 5FFC! C! Aerreira. 5FFG! 57! Dones. /! 49se of gloves among dentists in 3+eden44a G -ear follo+4up stud-! 3+ed4 *ent4D! 56 I54=J) F45?.reasure. . 3pring. . . Dan. 5FFG! 5. 8!. V!W! 4*ental public health and infection control in industrialized and developing countries! Int4*ent4D! ?5 I. N! 4(erception of ris. A!*!R Luttal L!K! 4/o+ledge of the humanimunodeficienc. Aerreira.member! D4*ent48duc! C6 I5J) 5F4=C. Aug . Ka-.in. 5FF?! =5! Kiranda. atitudes e procedimentos dos estudantes de odontologia da 9ABD em relação > 3I*AOAI*3. Burton. I5J) ==4. N!A!. (!R . Kanual sobre manifestaç<es bucais e controle de infecção! :aderno de 3a2de Bucal G! Bede :8*B03 5FFG! =7! Dunior.of pediatric dentists! 5= IGJ) 5?@4C5.virus among final -ear dental students! D4*ent! == I?J) ==F4GC.ish.of infection control procedures in Le+ Yealand practices! Int4*ent4D! ?? I?J) G?=46. N!(! 40ral care of HIV infected patients) the .5 I. K! et al! 4Barrier techni'ues to infection) a national surve.no+ledge of AI*3OHIV infection through continuing education! L4X43tate4*ent4D! C6 I5J. 5FF?! 5?! Ban.! 43urve.no+ledge of infectios disease! D4:an4*ent4Assoc! . :! AI*3. B!W!R Wibson.!*! 4Attitudes of dental practioners and dental students to+ard AI*3 patients and infection control! Am4D4*ent! . *!N!R Bees. Hepatite B e normas de controle de infecç<es! 5FF= .. (!A! Dr!R /ohn. /!V!R Dones.-. Aug. D!. 5FF5! 55! Nittleton. D!K!R Hutchinson.in.ers to+ard infection control and the treatment of AI*3 patients! D4:an4*ent4Assoc! C6 I=J) 5G546. 5F6C! 5F! :ardoso.7. W!B! 43urve. 5FF@! . 5FF=! 6! Hellgren. L!R Ka-berr-. :*:. 5FFG! 5C! Ba-bold. :! 4Increasing . 5FF?! G! :heno+eth. of HIV infection from regular attenders to an industrial dental service! Br4*ent4D! 5@? I57J)G@546.5F E% Referencias Bi#liográficas 5! Baumann. Lov.5FF?! @! Hardie. Dun. D!B!R Kathias.5 I5J) 5=4@. 5FF7! ?! 8pstein. N!.J)G?54@. Abstract =.!*! 4Aactors that affect patient attitudes to+ard infection control measures! CC I55J) @5@4=G.to assess dental practionerUs . W!K!R Korrison. *!N!R Ban.! 3ado+s.e. 8!A! 4Infectious disease in dental practice44professional opportunities and obligations! D4Am4:oll4*ent! . 5FF?! F! Humphris.J) C5F4=C. Dunior. 3!K!3 4:onhecimentos.no+ledge and attitudes of irish dentists! D4Ir4*ent4Assoc! G@ I=J) ?54G.enn4*ent4Assoc! @G IGJ)554C. D! 4. B!. . B!8!R 3amarana-a. Ka-4Dun. B!A! et al! 4A dental schoolUs e&perience +ith the death of an HIV seropositive facult. Dan. *!R /unzel. Atlanta.! Wilbert. 5FF?! 56! Adelson. A! Aerreira. 3!. K!A! 4(rotective gloves! Int4*ent4D! ?= IGJ) 5@7467.

5@ 56 5F =7 =5 == =G =? =C =. G@ G6 GF ?7 ?5 V V V V A : A V A V V V A V V V V V V A V A V A V V V V A A V A V V A A B B V A A ?= A . @ 6 F 57 55 5= 5G 5? 5C 5. =@ =6 =F G7 G5 G= GG G? GC G.=7 Bespostas para as 'uest<es do teste avaliativo) 5 = G ? C .