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UFRJ - ESCOLA POLITÉCNICA Disci pli n a : Materiais de C n str!

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QUALIDADE E NORMALIZAÇÃO TÉCNICA
Apostila:
Professor: JORGE SANTOS

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1

............... Constituição e !u&ordinação....... Peculiaridades da Construção Civil que influenciam o desempenho do homem:.............................. Con eituação e $anta%ens..........# " NORMALIZAÇÃO # 2.........................................................................................................................' 2.....6 1... Sistema de ormali!ação "undial..........UFRJ ............. O Que Fa( a A)*+?........................2............ Confe ção das *or"as.... A Qualidade e a Construção Civil..2............................................................6 1............................................3.......3.........................................................................2............................................... O que é qualidade?................3...ESCOLA POLITÉCNICA Discipli n a: Materiais de C n str !" # I Ap stila: (!alida d e e N r)ali*a"# ÍNDICE 1) QUALIDADE ! 1........1.......................# 2...................................................3 1... Certifi ação de !iste"a da Qualidade.............................................1.....................2.........................E SANTOS 2 ..... Peculiaridades do homem que influenciam a Qualidade da Construção Civil:................# 2...................................2.......................... Evolução da Filosofia da Qualidade........... 2.... ! CONTROLE DA QUALIDADE ATRA$ÉS DOS ENSAIOS TECNOL%GICOS 1& PROF+ JOR...........................................................................................# 2..............................4............................................6 1......................2...................1....................4 1.........................................................................................................................................................................................3.... Sistema de ormali!ação $rasileiro............................................................................................................................................................................4......1..............

Se consultarmos literaturas especializadas encontraremos muitas definições para qualidade. !ualidade !ue permite a aliar e.-*-e. 4 cliente espera sempre um atendimento amigável. etc. A satisfação das necessidades do cliente " certamente o atributo mais difícil de ser oferecido. PROF+ JOR. As necessidades do cliente mudam permanentemente& ou se#a& o cliente " um al$o m0$el difícil de ser atingido. conse!"entemente..UFRJ . Se recorrermos ao !estre Aur"lio encontraremos que qualidade ": “1 . /sta necessidade nem sempre faz parte das características e*plicitas do produto e na maioria dos casos o pr0prio cliente não a apresenta como um requisito& pois nem ele tem claramente como um requisito. .E SANTOS . É comum cada segmento estabelecer uma conceituação específica em função da sua rea de interesse. %ara a 1isne2 3orporation& empresa que administra os parques tem ticos da 1isne2 em 4rlando e 5os Angeles nos 6SA e em outros paises como a 7rança e 8apão& a definição de ser$iços com qualidade em seus parques tem ticos " . “2 – Numa escala de alores. A adequação ao uso est associada + preocupação em oferecer algo que se#a adequado a uma finalidade sob o foco do cliente.. c) Satisfação das necessidades do cliente. b) Adequação ao uso. -a maioria das $ezes o cliente por ser leigo no assunto específico dei*a de fazer e*ig'ncias& cabendo neste caso a quem se propõem a produzir esclarecer o cliente e agregar ao bem ou ser$iço esta característica.es e ultrapassar as e*pectati$as do $isitante:. %ara ser materializado torna. !ual!uer coisa. apro ar.ecimento do mesmo.ESCOLA POLITÉCNICA Discipli n a: Materiais de C n str !" # I Ap stila: (!alida d e e N r)ali*a"# 1) QUALIDADE 1 1 O '(e ) '(*+. aceitar ou recusar. Atender aos requisitos " o mínimo esperado pelo cliente quando ele adquire um bem ou ser$iço.Propriedade. atributo ou condição das coisas ou das pessoas capaz de distingui-las das outras e de lhes determinar a natureza”. %articularmente& do ponto de $ista da gestão pela qualidade& tr's conceitos assumem import(ncia fundamental e precisam ser considerados como atributos a serem materializados no produto em con#unto no seguinte trip": a) Atendimento aos requisitos. %ara isso e*istem as normas t"cnicas& especificações e pro#etos nos quais estão estabelecidos os requisitos mínimos que precisam ser respeitados. 9Atenção a detal.” Se#a qual for o conceito adotado o ponto comum entre todos eles " que para ter qualidade o foco de$er estar sempre no cliente.se necess rio identificar a percepção do cliente com relação ao bem ou ser$iço a ser fornecido. A adequação ao uso pode não ser uma característica que faz parte das necessidades do cliente em decorr'ncia desta não ser do con.

!as ainda assim& face ao pequeno uni$erso& a relação entre cliente e produtor era muito estreita& possibilitando que o produto& solicitando 9sob encomenda:& atendesse as necessidades do cliente.oras& entretanto o que ele quer saber " a que .omem.* -* Q(*+. /le fazia sua pr0pria roupa& casa& etc.oras $ai passar a parada das tr's . 1 " E/o+(01o -* 2. <emos que procurar entender aonde o cliente quer c. A qualidade " feita por quem produz.ador termina a sua tarefa& a qualidade tamb"m # est definida.ece as outras etapas de produção& estran.oras.UFRJ .+osof.oras? -a $erdade& ob$iamente& ele sabe que " +s tr's .a$ia a produção em s"rie& o produtor >artesão) era o pr0prio cliente >usu rio). Assim a qualidade era uma questão pessoal& independia de terceiros. Anicialmente& quando a produção tin.E SANTOS D .-*-e A e$olução da qualidade est associada com a e$olução do .as + sua específica. /sta busca precisa ser permanente& e a responsabilidade " de quem e*ecuta o trabal. -em sempre uma pergunta cu#a resposta a nosso $er " 0b$ia& " uma pergunta burra. -esta etapa da .se em grande afastamento entre o produtor e o cliente. @uando um trabal.ist0ria& o produtor& realiza seu pr0prio controle de qualidade e a e*ist'ncia da qualidade representa para ele a sobre$i$'ncia.oras a parada das tr's passar no local >atração) em que ele estar por $olta das tr's .egar com aquela indagação& por e*emplo: /m !agic =ingdon >parque tem tico da 1isne2 em 4rlando) quando o cliente pergunta . /m 1isne2 o tempo " importante para que o cliente possa assistir a todas as atrações oferecidas& e cabe a todos os funcion rios da 1isne2 a#ud . 1essa forma& um dos primeiros passos para a implantação de sistemas da qualidade " o estabelecimento de um padrão.los na programação. 3om o ad$ento da produção em s"rie& trazido pela Be$olução Andustrial& no início do s"culo 1C& estabeleceu. A qualidade " uma grandeza de $alor relati$o& para se dizer se algo tem ou não qualidade " necess rio um referencial. @uando o trabal. Assim sendo& a qualidade depende de quem executa o serviço . A qualidade est intimamente associada + busca da e*cel'ncia. /ntram na confecção de um produto& muitos artesãos >oper rios) o que pro$oca a segmentação da produção em $ rias etapas bem definidas. %ara atender a demanda da 9e*plosão industrial: e os ní$eis quantitati$os requeridos + produção& não " mais possí$el a PROF+ JOR. -a idade m"dia& ainda o produtor& como artesão& # $endia seus produtos a outros clientes. termos específicos& ou se#a& requisitos norteadores que possam estabelecer o ní$el de qualidade requerido.a características artesanais& ou se#a& não .ador inicia a sua tarefa& nesse momento tamb"m est nascendo + qualidade. 4 oper rio não mais participa da confecção de todo o produto e na maioria das $ezes descon.o.ESCOLA POLITÉCNICA Discipli n a: Materiais de C n str !" # I Ap stila: (!alida d e e N r)ali*a"# !uitas $ezes subestimamos a capacidade ou a intelig'ncia do cliente e ai ferimos a sua dignidade. -ão podemos mensurar a qualidade& quando não . Surge a síndrome do oper rio não qualificado. A que .

oria da qualidade e produti$idade).!. A d"cada de CH trou*e para o Orasil a abertura +s importações& a quebra dos monop0lios internos e o t"rmino do subsídio + produção >os subsídios são para a mel.ou$e um incremento de ações para consolidação da Garantia da @ualidade. 4 mundo passa a encurtar dist(ncias.ESCOLA POLITÉCNICA Discipli n a: Materiais de C n str !" # I Ap stila: (!alida d e e N r)ali*a"# formação adequada dos profissionais. 3ada $ez mais as empresas compreendem que para serem competiti$as e sobre$i$erem no mercado& precisam adotar a filosofia da Gestão da @ualidade focando todas as suas ações para PROF+ JOR. S. Surgem os inspetores& para minimizar os problemas de aus'ncia da qualidade& que começam a se intensificar. 7ortalecem. A partir do final da d"cada de DH& com o desen$ol$imento da tecnologia de ponta& aumentam os riscos da falta da qualidade& que passa a figurar em certos casos como característica crítica do produto. -a d"cada de MH& principalmente no 8apão& . As empresas para atender as condições impostas pelo mercado& estabelecem ações plane#adas e sistem ticas& necess rias para pro$er a confiança adequada de que o seu produto satisfar os requisitos da qualidade. -o final daquela d"cada& o mundo se surpreendia& com a re$olução empreendida pelo 8apão na rea da qualidade. A produção de bens dei*a de procurar os países nos quais a mão.a& surge nos /stados 6nidos o 9 controle estatístico da qualidade:& elaborado por Ealter A.E SANTOS J . -a primeira guerra mundial& face a necessidade de assegurar a qualidade dos produtos a serem fornecidos +s frentes de batal.obra " mais barata e passa a procurar aqueles países que por diferentes razões torna o produto gerado mais competiti$o.de. -a d"cada de LH surge a 9Garantia da @ualidade:. -os anos 2HHH& estamos assistindo a um retorno a era do artesão. -o início da d"cada de JH& 8. -os anos NH& consolidou. K o sentimento de união entre po$os de di$ersos continentes para se fortalecerem e enfrentarem os no$os desafios da con#untura mundo moderno.eF. K a constatação de que as imperfeições dos produtos de$em ser e$itadas atra$"s da detecção de fal.as ao longo das fases produti$as nascendo assim o 9controle da qualidade:. 8uran& publica o seu !anual de 3ontrole da @ualidade& surgindo então + ger'ncia da qualidade. 4 inspetor tem como atribuições e*aminar produto por produto e refugar os que não apresentam qualidade.se a 9Gestão da @ualidade:& com a elaboração de normas mundiais para a qualidade& emitidas e regulamentadas na s"rie CHHH pela AS4. 4 c0digo de defesa do consumidor sofre grandes transformações& agora o produtor ter que compro$ar que seus produtos t'm qualidade e não mais o consumidor precisa pro$ar que o mesmo não tem. /sta modalidade de controle& somente se consolidou na segunda Guerra !undial com o ad$ento do 93ontrole /statístico do %rocesso:. Surge + bomba atImica& os mísseis& os pro#etos espaciais& as usinas nucleares.UFRJ .art. Surge a globalização da economia e a concorr'ncia passa a ser internacional.se os blocos de alianças entre paises como a 3omunidade /conImica /urop"ia na /uropa e o !ercosul na Am"rica do Sul.

4 consumidor est cada $ez mais esclarecido& e*igente e passa a considerar na .*6 * Q(*+.ador ser recon. A relação empregador * empregado $em mudando significati$amente.ecido pelo $alor que ele agregar a empresa e ao produto daquela empresa. 4 emprego& nos moldes formais& com estabilidade e carteira de trabal.*r. -ão . const(ncia de processos& condições geogr ficas& mat"rias primas& etcP %rodução concentrada& os oper rios são m0$eis em torno de um produto fi*oP Grandes flutuações no ritmo de produçãoP /specificações comple*as& contradit0rias& confusas ou gen"ricasP Botati$idade altaP Aus'ncia de treinamentoP %olítica de pessoal inadequada.+ 1 ! 1 Pe5(+./.o. 4 emprego fi*o e est $el desaparecer . %or outro lado& a empresa precisa cada $ez mais demonstrar ao cliente o $alor que este agrega +s suas necessidades.+: o !ão.*r.omem passou a ser o grande diferencial das empresas& uma $ez que a qualidade " feita por quem produz.*6 o -ese67e38o -o 8o6e6: o o o o !udanças ocorrem de forma muito lentaP Ambiente de trabal. 4 antigo modelo $em sendo substituído pela contratação pontual de pessoas para desen$ol$er um determinado trabal.omem de$er produzir aquilo que as empresas precisam.obra pouco ou não qualificada >falta educação b sica e profissional)P PROF+ JOR.+ '(e .de.-*-e e * Co3s4r(01o C.3f+(e35.3f+(e35. 3ada $ez mais o .o em geral inseguro& agressi$o e su#eito a intemp"riesP Besponsabilidades dispersas& criando zona de sombrasP AndQstria de características nImades./. A e*emplo do que aconteceu na d"cada de CH& outra mudança significati$a $em se delineando. -esse conte*to o .-*-es -o 8o6e6 '(e .UFRJ . 4 trabal.ora da compra& al"m do preço& qualidade e prazo aspectos como atendimento& $alor agregado a sua $ida& impacto ao meio ambiente e responsabilidade social da empresa com a sua comunidade.ESCOLA POLITÉCNICA Discipli n a: Materiais de C n str !" # I Ap stila: (!alida d e e N r)ali*a"# atender as e*pectati$as do cliente e para obter a mel.-*-es -* Co3s4r(01o C.o assinada est desaparecendo./.oria contínua de seus processos e produto.E SANTOS L .-*-e -* Co3s4r(01o C. o o o o o o 1 ! " Pe5(+. 1 ! A Q(*+.

umano& energia& material e outros meios necess rios + produção e troca de bens. Segurança de pessoas e de bens.se no atual est gio de con. 1 9 Cer4.E SANTOS M . Assegura economia geral em termos de esforço . Assegura a proteção. %rotege os interesses dos consumidores atra$"s de qualidade adequada de bens e ser$iços. A certificação de conformidade " feita pelo A-!/<B4 e por entidades credenciadas para tal& denominadas 4rganismos de 3ertificação.-*-e 4 A-!/<B4 R Anstituto -acional de !etrologia& -ormalização& 3ertificação e @ualidade Andustrial " o 0rgão gestor do Sistema Orasileiro de 3ertificação. 4s 4rganismos de 3ertificação credenciados são entidades sem fins lucrati$os com capacidade gerencial e t"cnica para realização da certificação de produtos& processos e ser$iços. PROF+ JOR.5*01o -e S.s4e6* -* Q(*+.4(*01o e $*34*:e3s 7ormula regras para ati$idades específicas& baseando. 1e$e permitir para a sua formulação a participação de todas as partes en$ol$idas& le$ando em conta os aspectos econImicos& funcionais e de segurança.ecimento t"cnico e científico& beneficiando de forma geral. %ara conceder a certificação os 4rganismos de 3ertificação realizam auditorias nas empresas interessadas $isando a $erificação do atendimento aos requisitos do modelo de conformidade.ESCOLA POLITÉCNICA Botati$idade altaP %ouco enga#amento >alienação)P Discipli n a: Materiais de C n str !" # o o o o o I Ap stila: (!alida d e e N r)ali*a"# -ecessidades b sicas não satisfeitas para a grande maioriaP Oai*a produti$idadeP 1escon. 6niformidade dos meios de e*pressão e comunicação entre as partes interessadas.ecimento de t"cnicas de gerenciamento. A certificação de conformidade consiste em atestar que produtos& processos e ser$iços atendam os requisitos de uma norma t"cnica.f. A certificação dos Sistema da @ualidade das empresas& tendo como refer'ncia a norma AO-< -OB AS4 CHH1& " realizada no (mbito do Sistema Orasileiro de 3ertificação. " NORMALIZAÇÃO " 1 Co35e.UFRJ .

Urgão e*ecuti$o do SA-!/<B4. Ao contr rio do que a maioria das pessoas imagina AS4 não " um acrInimo .<*01o =r*s. Antegram a AS4& entidades de normalização de 1.o -acional de !etrologia& -ormalização e @ualidade Andustrial.se no campo específico da rea /letroeletrInica& que fica sob a responsabilidade da Anternacional /letrotec. -o Orasil o 70rum oficial de normalização " a AO-<. 4 Orasil " representado pela AO-<.E SANTOS N .ro -o Orasil o Sistema de -ormalização est subordinado: SA-!/<B4 Sistema -acional de !etrologia& -ormalização e @ualidade Andustrial criado em 1CM. A/3. A AS4 responde pela elaboração e difusão de normas internacionais em todos os campos de aplicação de ati$idades& e*cetuando.o#e& a principal entidade de normalização do mundo. 4s países são representados na AS4 por suas entidades de normalização que t'm poder de $oto.nical 3omission .se com os 0rgãos do go$erno para a edição dos mesmos aplic $eis as reas da saQde& segurança& meio ambiente e de proteção ao consumidor.se de dois campos: o campo das normas compuls0rias& denominadas Begulamentos <"cnicos& e o das normas consensuais.SH2SDM& tem sua sede em Genebra na Suíça. PROF+ JOR. Anternacional 4rganization for Standardization >4rganização Anternacional para -ormalização) " considerada& . -a rea da normalização consensual cabe ao A-!/<B4 o papel de promo$er as normas brasileiras e de super$isionar o processo de geração das mesmas.or-. /ntidade brasileira de normalização $inculada ao SA-!/<B4& membro da 34!%A-<& AS4 e A/3. AS4 " um prefi*o deri$ado da pala$ra grega 9AS4S: que siginifica 9igual:& e esta " a raiz da pala$ra.<*01o M(3-. 3onsel.*+ A ISO .s4e6* -e Nor6*+.01o e S(. 7undada em 2. 4bs. para formular e e*ecutar a política nacional de metrologia& normalização e qualidade industrial. Anstituto -acional de !etrologia& -ormalização e @ualidade Andustrial. ou se#a& não " um substanti$o cu#a origem " uma sigla& mas que se pronuncia como uma pala$ra prefi*o.comum. 34-!/<B4 A-!/<B4 AO-< A normalização t"cnica compõe.+e. /m todo o mundo& no entanto& o prefi*o AS4 passou a ser tamb"m a sigla usada para denotar a Anternational 4rganization for Standartization. Associação Orasileira de -ormas <"cnicas.s4e6* -e Nor6*+. -o caso dos Begulamentos <"cnicos& cabe ao A-!/<B4 ou aos !inist"rios a função de articular.ESCOLA POLITÉCNICA " " Co3s4. " " " S.UFRJ .: AS4 e A/3 são entidades de normalização internacionais. Urgão normati$o do SA-!/<B4.J países& que #untos& respondem por cerca de CJT da produção industrial do mundo.4(.3*01o Discipli n a: Materiais de C n str !" # I Ap stila: (!alida d e e N r)ali*a"# " " 1 S.

b) adotar e difundir essas normas e incenti$ar o mo$imento de normalização no país.o t"cnico realizado no (mbito dos 3omit's Orasileiros >3Os)& que são os 0rgãos de plane#amento& coordenação e controle das ati$idades desen$ol$idas por comissões de estudo& instauradas para normalização determinado assunto.UFRJ . 3O. Discipli n a: Materiais de C n str !" # I Ap stila: (!alida d e e N r)ali*a"# 7oi fundada em setembro de 1CDH e considerada de utilidade pQblica pela 5ei n o D1JH de no$embro de 1CL2.o ao 3omit' Orasileiro& que procede a re$isão& obser$ando a -O. e) promo$er o interc(mbio e a colaboração com organizações similares estrangeiras e internacionais. c) conceder o direito de uso da marca de conformidade +s suas normas t"cnicas.H.2 V 3onstrução 3i$il. d) representar o Orasil como entidade nacional de normalização.base& preparado por algum de seus membros ou encomendado a t"cnico especializado& ou ainda da adaptação de uma norma estrangeira. 1efinido o te*to& a comissão de estudo encamin.E SANTOS C .ESCOLA POLITÉCNICA " ! O Q(e 2*< * A=NT. 4 ob#eti$o da AO-< ": a) elaborar normas t"cnicas nos campos científico& t"cnico& industrial& comercial e agrícola.2J V @ualidade. PROF+ JOR. A AO-< reQne como s0cios& pessoas físicas ou #urídicas ligadas direta ou indiretamente + causa da normalização. Be$isado o te*to& este " submetido + apreciação dIo A-!/<B4 para posterior edição e di$ulgação. " 9 Co3fe501o -*s Nor6*s As normas são preparadas pelas comissões de estudo& partindo de um te*to.1N V 3imento& concreto e agregados.a. 1entre os di$ersos 3Os e*emplificaremos: 3O. As comissões de estudo são constituídas por produtores& comerciantes& consumidores& 0rgãos t"cnicos e profissionais e entidades oficiais que tratam do assunto de atribuição da comissão. 3O. <odo o trabal.

5aborat0rio de !ateriais de 3onstrução da 67B8 " uma unidade do 3entro de <ecnologia& constituindo.Bede Orasileira de 5aborat0rios de /nsaios). 4 A-!/<B4 mant"m uma rede de laborat0rios de ensaios credenciados >BO5/. 4s laborat0rios de ensaios destinam. PROF+ JOR. %ara apoio as ati$idades de controle da qualidade dos materiais de construção ci$il e*istem laborat0rios de ensaios. b) ati$idades de pesquisas /studos e pesquisas para fins de tese de mestrado e doutorado e particulares. Suas principais ati$idades são $oltadas para: a) ati$idades did ticas Aulas de graduação das disciplinas materiais de construção A& materiais de construção AA e tecnologia b sica do concreto. 4s laborat0rios para integrarem a rede são auditados pelo A-!/<B4 anualmente e de$em atender aos requisitos da norma AO-< -OB AS4 1MH2J. 4s laborat0rios de ensaios são tamb"m utilizados para a realização do controle tecnol0gico de materiais e ser$iços& de todas as fases da construção ci$il. 4 5A!A3 . c) ser$iços e*ternos 3ontrole tecnol0gico e ensaios para obras e ser$iços.ESCOLA POLITÉCNICA Discipli n a: Materiais de C n str !" # I Ap stila: (!alida d e e N r)ali*a"# ! CONTROLE DA QUALIDADE ATRA$ÉS DOS ENSAIOS TECNOL%GICOS 4s ensaios tecnol0gicos em materiais são elementos fundamentais para a garantia da qualidade das obras. -a construção ci$il eles foram + primeira e*pressão da garantia da qualidade no Orasil.UFRJ .se ao desen$ol$imento de estudos e pesquisas para a determinação eSou aperfeiçoamento de materiais& t"cnicas e processos construti$os.E SANTOS 1H .se basicamente de um subsolo e um pa$imento t"rreo& alo#a equipamentos& maquinarias e ferramentas especiais.