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A ÉTICA AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO 1

Adelia Tosta Falone 2 Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las. ue triste os camin!os" se não #ora A presen$a distante das estrelas... %&'rio uitana( RESUMO )nquanto a tecnologia se moderni*a gra$as + ciência que se avan$a em passos largos" em contra-senso avan$a a degrada$ão am,iental necessitando de respaldo ético por parte da !umanidade que domina o glo,o terrestre não medindo as conseq-ências ao pensar apenas no poder econ.mico e social. )m tal situa$ão" a educa$ão am,iental desponta como /,arco salva vidas0 necessitando aparel!'-la e#icientemente com a ,1ssola da ética" para que todos os seres ,i2ticos e a,i2ticos se3am capa*es de escapar da /tsuname0 que o 1nico ser racional 4o !omem" #acilitou na sua #orma$ão. A ética am,iental surgiu então" em um novo paradigma na educa$ão" visando contri,uir por meio de uma a$ão pedag2gica na educa$ão am,iental e de modo geral" suporteando o ser !umano na sua comun!ão com o meio am,iente" quanto para com a nature*a no momento em que é vista e considerada elemento crucial para a so,revivência da espécie !umana como de todo os demais elementos que a comp5e" deste que !a3a" um respeito ético am,iental e com a #un$ão desta" o equilí,rio ecol2gico. 6alavras-c!ave7 8tica. 8tica am,iental. )duca$ão am,iental. )quilí,rio.

ABSTRACT 9!ile t!e tecgnolog: !'s ,een moderni*ed t!roug! t!e science t!at is advancing on man: steps in couter-intuitive moves environmental degradation in need o# moral support #rom t!e !umanit: t!at dominates t!e glo,e ,: measuring t!e consequences to not 3ust t!in; a,out t!e social and economic po<er. =n suc! a situation" environmental education Topping as /,oat saves lives0 requiring !er unit e##icientl: <it! t!e compass o# et!ics" so t!at all ,eings ,iotic and a,iotic are a,le to escape t!e /tsunami0 t!at is t!e onl: rational" t!e man" #acilitated in t!eir training. T!e environmental et!ics emerged t!en" a ne< paradigm in education in order to contri,ute t!roug! a pedagogical action in environmental education and in general" supporting !uman ,eings in t!eir communion <it! t!e environment" as to t!e nature at t!e time and is seen as a crucial element #or t!e survival o# t!e !uman species and o# all t!e ot!er elements t!at compose" t!at t!is is an environmental and et!ical compliance <it! t!e lig!t o# t!is" t!e ecological ,alance. >e: <ords7 )t!ics. )nvironmental et!ics. )nvironmental education. ?alance.
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Tra,al!o apresentado com pré-requisito para o,ten$ão do título de especialista em &etodologia e @id'tica do )nsino Superior" o#erecido pela AN=BACB - )scolas Anidas de Buro 6reto do Beste D Cond.nia-2EEF" orientado pela 6ro#essora &estre Aparecida de F'tima Gavioli. 2 A autora eHerce a docência na rede p1,lica nas séries iniciais" com Ia,ilita$ão 6ro#issional &agistério de JK ao LK ano do )nsino Fundamental" com eHperiência docente com turmas multisseriadas e com ensino in#antil" com suporte em 6MNs =n#antil transmitido pela Secretaria &unicipal de )duca$ão de Arup'" graduada em Normal Superior pela Faculdade )ducacional da Napa D FA)N" e graduando em &atem'tica pela Funda$ão Aniversidade do Tocantins - AN=T=NS" am,as pela modalidade + distOncia D )A@MBN" 62s- Graduada em 6sicopedagogia Mlínica e =nstitucional" pela AN=BACB - )scolas Anidas de Buro 6reto do Beste D Cond.nia. Montato7 adelia4#aloneP!otmail.comQ celular7 %RS( S2E2 ETTS.

@iante deste assunto" a ética é apontada como um novo paradigma da ra*ão !umana em parceria com a nature*a por meio da educa$ão am.mico e social.ientalistas apontam o piv.re uma mudan$a de visão de mundo da popula$ão atuante em uma inquieta$ão ecol2gica que não aponta apenas .ientalistas onde tais" otimistamente a vêem como um instrumento que pode #avorecer a comun!ão do ser !umano com o meio am. Neste novo paradigma de.ientes de modo maquinal e sem vida condu*indo ao a#astamento entre os seres !umanos com o meio am.iente" contri.lemas maiores sem retorno em um ciclo vicioso recíproco" degradando todos os componentes do glo. destas causas7 dentre a sociedade em estado de dormência encontra-se a ética" que na sua ausência a.iose em que !umanos e nature*a a3ustam-se num regime de co-participa$ão e coneHão.2 INTRODUÇÃO )m meio os pro.rec!as para os pro. Assim" analisando a ética am.ientalQ uma sim.o terrestre não medindo as conseq-ências ao pensar eHclusivamente no poder econ.lemas am.revivência de todos os seres necessita que a educa$ão am.ate uma questão so. A visão das paisagens e dos am. 2 Ética ambiental fav !ecen" e#$il%b!i ec l&'ic )nquanto a tecnologia se moderni*a gra$as + ciência que se avan$a em passos largos" em contra-senso" avan$a a degrada$ão am. )m tal conteHto" a esperan$a da so.uindo nos anseios da !umanidade sem pre3udicar a nature*a.iental" de#endida entre os am.lemas am.iental necessitando de respaldo ético por parte da !umanidade que domina o glo.ientais diversos" os am.uir na educa$ão am.iental se desponte" nos diversos domínios sociais pregando a ética como regras de so.re .revivência para que o ser !umano a pratique no seu cotidiano mantendo assim o equilí. Segundo Gr-n %2EEU(" a nature*a #oi nestes 1ltimos três séculos um mero o.iental como tema gerador" que surge em um novo paradigma educacional que pode contri.rio ecol2gico" resguardando com isto a pr2pria vida.ientais en#rentados na atualidadeQ acompan!ado a !umanidade para pro.3eto de manipula$ão + disposi$ão da ra*ão !umana.o terrestre.iente.

)ntretanto" a velo* a$ão devastadora em rela$ão a estes costumes" vem gerando questionamentos uma ve* que p5e em risco o destino do planeta e de sua pr2pria espécie. Apesar de que ainda !' um distanciamento entre os avan$os técnico-cientí#icos da alme3ada ética am.ens de consumo e" so.iente natural para a pr2pria vida di'ria..ém" na produ$ão de .micos quanto os da preserva$ão da nature*a" de maneira que manten!a o equilí.lemas relativos + .0 %VANG)S 2EER" 6.mico capitalista" co.ém" inseri um novo paradigma de civili*a$ão.erta-se a si mesmo0 %Gr-n" JSSR" p.aconiano 4 /o !omem deveria dominar a nature*a para" por meio desta domina$ão" li.iental" que não c!egou a ocorrer na mesma propor$ão" intensidade e velocidade" como declara Wilson Sérgio de Marval!o %2EEF(Q que o #ato deste distanciamento so.re a tem'tica da ética e da moral no meio técnico-cientí#ico" trata-se" pois" de um #ato que originou-se !' séculos" tendo sua origem na l2gica cartesiana 4 /autonomia da ra*ão0 e no utilitarismo .rio am. ( A )tica ambiental na e"$ca*+ ambiental Segundo Vunges %2EER(" as di#iculdades ecol2gicas en#rentadas na atualidade solicitam ante aos recursos técnicos" uma resposta ética" requerendo uma mudan$a de paradigma civili*at2rio" re#erente + convivência social" a vida pessoal" como tam.i2tica eHistente no planeta. T2(" a#irma que" X.i2tica e a.om.iental" o qual sustenta a vida . @iante disto" Marval!o %2EEF" )duca$ão Am. B ser !umano na atua$ão re#erente + so.as at.lemas que solicita uma solu$ão" mas tam..retudo" do relacionamento com a nature*a.TR(.( até os 1ltimos testes de . A ecologia eHp5e com precisão críticas a racionalidade moderna e ao sistema econ.micas na Fran$a" Zndia e 6aquistão4 tem raí*es nesses preceitos onde o !omem #oi e continua sendo iludido para se enHergar como /medida de todas as coisas0.3 novos pro. J2(.Y a maior parte das quest5es recentes de ordem ética com as quais temos nos de#rontados4 que incluem desde os pro.ioética %clonagem" transplante e venda de 2rgãos" produ$ão de organismos geneticamente modi#icados etc.rando pro3etos que o.iental Monsciente" p.ito da ecologia surgiu como resposta a esse conteHto e como rea$ão a uma mentalidade predat2ria da nature*a. A esta .ten!a uma concilia$ão com os interesses econ.revivência" trans#ere matéria e energia do am. /A discussão ética no Om.

ens eHtraídos da nature*a" como o desenvolvimento da tecnologia.i$5es !umanas são simplesmente insustent'veis . )las retiram demais" e a um ritmo acelerado demais" de uma conta de recursos am.rio da nature*a #oram destruídos e a pr2pria adapta$ão cultural do ser !umano ao am. .ientais 3' a desco. 2E(Q ca.iente #oi que.iente ecologicamente equili. Vunges %2EER" p.erto" e no #uturo não poderão esperar outra coisa que não a insolvência dessa conta..tanto nas na$5es ricas quanto nas po. 6ara isso é necess'rio respeitar as leis inscritas nos ecossistemas naturais e eHplicitadas pela ecologia.rado"0 e o comprometimento de /de#endê-lo e preserv'-lo para as presentes e #uturas gera$5es0" como declara no Artigo 22L da Monstitui$ão do ?rasil de JSFF" a ética am.usca de . X. T[(" a#irma que" X.i2tica. Vunges %2EER" p.Y a nature*a é uma trama de inter-rela$5es em que cada ser é apenas um anel de uma cadeia ininterrupta de matéria" energia e in#orma$ão em #un$ão da esta..rios de #or$as concorrentes que condicionam a vida do grupo .iental surge no de.ate ecol2gico eHpondo quest5es #undamentais" discutindo o pr2prio ponto de partida e a.ordinadas aos equilí.ilidade e integridade da pr2pria cadeia da vida.endo aos seres !umanos darem-se conta dessas normas e a3ustarem o seu comportamento aos equilí.Y As entidades individuais estão su.rangência dos su3eitos de considera$ão + mesma.4 considera$ão ?rundtland citado por Gloria &aria de 6'dua &oreira em sua tese7 6or uma ecologia social7 uma aproHima$ão da no$ão aos princípios éticos do desenvolvimento !umano dur'vel" a#irma que7 &uitos dos atuais es#or$os para manter o progresso !umano" para atender +s necessidades !umanas e para reali*ar as am.ordinadas ao .. /Assim" os mecanismos de adapta$ão e equilí.em-estar da comunidade .iental não é cria$ão !umana" mas sistemati*a$ão de normas inscritas na nature*a" /onde a eHistência e a conserva$ão de uma espécie são su. Monsiderando-se que /Todos têm direito ao meio am.rios entre os processos destrutores e regeneradores e seu meio0" como a#irma o ge2gra#o #rancês 6ierre Vorge Apud Ceigota" %2EER" p. L[(" a este respeito declara que devido + eHpansão populacional condu*iu a uma maior ..rada" provocando resultados desastrosos0. Assim" a ética am.res.iol2gico.

Segundo A*evedo apud Ceigota %2EEF" p.5 6onderando-se dessas in#orma$5es" muitas entidades se mo.ili*am com pro3etos que #avorecem o .iental de um modo comprometido com a vida" com o . @essa #orma" se3a no Om.ito da escola #ormal" se3a na organi*a$ão comunit'ria" a educa$ão am.airro" da classe social no qual esta inserida" como de suas instala$5es" aspectos socioculturais" valores e outros #atores. . JLF(" eHplica que estes novos vínculos de solidariedade entre a escola e a comunidade" geram /novas reciprocidades entre a escola" a comunidade e a realidade socioam..Y am. Nos 6arOmetros Murriculares Nacionais %JSSU" v.versão quanto + ocupa$ão do espa$o e dos recursos em #un$ão da tecnologia disponível.ém da nature*a" criando em recursos educacionais" visando cienti#icar a sociedade dos riscos que todos correm a não adapta$ão de medidas educativas e conservativas em nossa convivência di'ria.ientais. RF(" eHp5e a necessidade do educador em colocar as quest5es X.rol!am tens5es e su.al0Q 3' que o ser !umano inter#eriu na nature*a para a satis#a$ão de anseios crescentes" que a.ili*a$ão + crise am.ientais quanto o recon!ecimento dessa situa$ão e a tomada de decis5es a seu respeito4 caracteri*ando o que poderíamos c!amar de um movimento que ..ter do con3unto da sociedade tanto a sensi.iente natural e social é capa* de trans#ormar o pensamento do !omem em rela$ão + nature*a" contri.usca produ*ir novo ponto de equilí.el Marval!o %2EEF" p.em-estar de cada um e da sociedade" local e glo.ientais que a#etam o planeta que tem a ver com a #orma de como a !umanidade vem se relacionando com a nature*a e com os outros seres vivos e como ser'" a partir dessas novas realidades" a rela$ão de nova gera$ão" no que tange + maneira de pensar" de consumir" de cooperar" de solidari*ar-se" de relacionar-se com animais" rios" mares" #loretas e com o seu semel!ante. A este respeito" =*a.iental pretende provocar processos de mudan$as sociais e culturais que visam o.al!ar com os temas relacionados ao am.iental e + urgência em mudar os padr5es de uso dos .em estar da !umanidade como tam.uindo na /#orma$ão de cidadãos conscientes" aptos para decidirem e atuarem na realidade s2cio-am.rio" nova rela$ão de reciprocidade" entre as necessidades sociais e am.SS(" eHp5e que /cada educador é convidado a responder a essa questão a partir do conteHto onde est' inserido" considerando as particularidades da cada escola"0 do . 2L(" a#irma que ao tra.iental que as envolve0.S" p. A este respeito" Wilson Sérgio de Marval!o %2EEF" p.ens am.

6 Guimarães %2EE[( recon!ece que os pro#essores na sua maioria estão preocupados com a degrada$ão da nature*a" ao eHporem estas quest5es em suas pr'ticas de ensino" porém" questiona porque os educadores não conseguem ir além de uma proposta de educa$ão" a qual ele denomina de /conservadora0" apesar de sensi.iental deve ser considerada como contri. 2J(. Ce#erente a este questionamento" Gr-n %JSSR" p. )Histe !o3e uma impossi. Temos" assim" um pro.iental.ilitando ainda a participa$ão da política dos cidadãos" e não mero instrumento de transmissão de . Bnde a educa$ão am.[E( eHp5e que considerando as quest5es anteriormente apresentadas" X.ora atuando nessa 'rea" muitas ve*es se isolam" evitando interagir com outras entidades de prop2sitos semel!antesQ não se desvencil!am de viés político-partid'rios" mais voltados para a e#etiva$ão de campan!as eleitoras do que para a reali*a$ão de um tra.ientalQ ou mesmo dos que .re as quais ela devera se desenvolver.ases conceituais e epistemol2gicas so.iental realmente pro#ícua0..ordagem que nos capacite a #alar e compreender as v'rias dimens5es da crise ecol2gica. Gr-n %JSSR" p.iental" sem d1vida alguma" é aquele que se passa em nível ético" tanto da ética que ela pretende instaurar" como elemento catalisador de uma nova l2gica de relacionamento entre !omem e a nature*a" quanto do con3unto de valores dos pro#issionais que" em. LL(" continua em seu discurso que esta a$ão /conservadora0 dos paradigmas am..er qual é o maior desa#io da educa$ão Am. )stamos em di#iculdades para encontrar uma linguagem ou a. LL( eHp5e que7 Apesar de que uma aten$ão consider'vel tem sido dada + emergência da educa$ão am.ientais" se sustenta gra$as + divergência cartesiana entre cultura e nature*a que é a /. Analisando este percurso >antiano" Wilson Sérgio de Marval!o %2EEF" p. B grande desa#io da educa$ão am. Assim sendo" carece a necessidade da /supera$ão da ética e uma reestrutura$ão dos paradigmas cognitivos" comportamentais e a#etivos com vistas a um alargamento e muta$ão da sensi.ui$ão #ilos2#ica e metodol2gica + educa$ão em geral como coloca Ceigota %2EER(" possi.lema sério.ase da educa$ão moderna e constitui-se em um dos principais entraves para a promo$ão de uma educa$ão am.ilidade radical de promover uma educa$ão am.Y é possível perce.iental" enquanto um processo eminentemente educativo.ili*ados e motivados a inserirem a dimensão am.iental em suas atividades docentes.al!o pro#ícuo de )duca$ão Am.ilidade !umana0 %VANG)S 2EE[" 6.iental" raras são as preocupa$5es a respeito das .uscam apenas um espa$o na empresa para autopromo$ão.

uscar apenas sua moderni*a$ão" tem esquecido da .lema em suas coneH5es com os outros" num plano de totalidade e não como algo petri#icado" a compreensão resultante tende a tomar-se crescentemente critica" por isto" cada ve* mais desalienada. JEF(" o !omem em sua inquieta$ão constante re#erente ao avan$o cientí#ico e tecnol2gico vê seu passado como um evento que #oi vencido mediante seu progresso intelectual e cienti#ico" ignorando assim seu /am.'rie" + sua condi$ão original0" relaciona a nature*a erroneamente com a primitividade !umana o qual a todo custo anseia eHtinguir em uma mitologia supersticiosa.serva$ão de campo deve ser #omentada nos discentes para que .S"p. @iante disto" Gr-n ainda a#irma que devido ao 3ulgamento !umano de . 2L(" coloca que7 X. )sta o. ?uscando ainda" esta.ar.eHpressão usada pelo educador 6aulo Freire" onde declara que7 uanto mais se pro.micas e culturais.uscar" permanentemente" integrar educa$ão #ormal e não #ormal" de modo que a educa$ão escolar se3a parte de um movimento ainda maior de que a educa$ão am.re a nature*a.lemas e nos possíveis encamin!amentos de solu$5es" auHiliando a popula$ão e os tomadores de decis5es no plane3amento de atividades sociais" econ.0 %6MNs"JSSU"v.lemati*am os educandos" como seres no mundo e com o mundo" tanto mais se sentirão desa#iados.iental em car'ter popular" articulada com as lutas da comunidade organi*ada X. FE(. @esa#iados" compreendem o desa#io na pr2pria a$ão de capacit'-lo. @e acordo com Saito Freire" citado por Guimarães %2EE[" p.7 con!ecimentos so.. 6ara isto" >indel" Silva e Sammarco %2EE[" p.a como assumir sua responsa. 2F(.Y.iental deve .usque resolver as quest5es /pro. JS(" a#irmam que7 B con!ecimento acerca da !ist2ria de uma região é importante na determina$ão de atividades educacionais" na compreensão dos pro. 6roporcionando ocasião para que o educando iniciem a pr'tica no /desempen!o da cidadania e" mais ainda" para que a escola sai.rigados a responder ao desa#io.iente %primitivo( deiHando de lado" recalcado e vencido0.. %JSU[" p.airro" do município" como parte da sociedade local instituída.ilidade como institui$ão do . 6rossegue a#irmando que diante deste /processo permanente de #uga" no distanciamento e esquecimento da nature*a devido o pavor de voltar + .Y a educa$ão am. &as" precisamente porque captam o desa#io como um pro.micas" políticas e sociais" #acilitando uma alian$a entre a !umanidade e a nature*a.lemati*adoras0 .elecer uma /nova ra*ão0 com princípios éticos nas rela$5es econ. Tão mais desa#iados" quanto mais o.. Segundo Gr-n %JSSR" p..

iental" despertando /novas #ormas de solidariedade e respeito pela outricidade do Butro0.ertar dos limites do pensamento cartesiano0. Frente ao con!ecimento gera-se a consciência que diante de a$5es prol am.andono de si mesmo na tra3et2ria eHistencial. Assim Vunges %2EER" p.ientais são conseq-ências da a$ão !umana" e deste deve sair + solu$ão" perante uma educa$ão am. So.Y.iental 3unto +s comunidades tra*em mudan$as" muita das ve*es não imediatamente visíveis" contudo signi#icantes.andona a si mesmo" pois não se interiori*a" ainda que ten!a cultura m1ltiplas atividades sociais. JF( a#irma que7 B !omem moderno" em detrimento dos avan$os da ciência e da tecnicidade" vive a mais angustiante e paradoHal de todas as solid5es psicossociais" eHpressa pelo a.ilidade de temati*a$ão de valores éticos e políticos das quest5es am.iental" declarando ainda" que esta educa$ão /por si s2 não resolver' os compleHos pro.ientais em educa$ão0 %JSSR p.ientais planet'rios" no entanto ela pode in#luir decisivamente para isso" quando #orma cidadãos conscientes dos seus direitos e deveres0.eti*a$ão ecol2gica constituise de uma altera$ão do paradigma cultural que imperou as rela$5es entre os seres !umanos e a nature*a nos 1ltimos séculos.reviver como !umanidade se #. X. )m suas palavras Gr-n %2EEU" p. JRU(" prossegue7 / uero propor que é precisamente para essa postura ético-política que uma educa$ão am. Segundo Ceigota %2EER" p. JES(" a#irma que a al#a.ssemos capa*es de aprender a eHperienciar o outro e os outros" enquanto outro do nosso eu" para participar um com outro. ?aseado em Gadamer" Gr-n %2EEU" p. JER(.re esta questão Mur: %2EER" p. JRU(" d' ên#ase em suas palavras apoiando-se das de Gadamer %JSS2(7 6oderíamos talve* so.ssemos capa*es de aprender que não podemos simplesmente eHplorar nossos meios de poder e e#etivas possi.loqueando /toda e qualquer possi..lemas am.ilidades" mas precisamos aprender a parar e respeitar o outro como um outro" se3a ele %a( a nature*a ou as culturas emergentes de pessoas e na$5esQ e se #. J2(" coloca-se que as quest5es am. )m seguida" Gr-n %2EEU" p.8 tradi$ão" .. )ssa permuta cultural s2 e possível pela . uando o !omem não se repensa" não se questiona não se recicla não se reorgani*a" ele a.iental e#etiva e radical precisa se voltar se quiser se li. JRR(" declara que a /postura éticopolítica0 pode levar a !umanidade a uma /ética de parceria com a Nature*a0 através da educa$ão am.

A ética am. )ste novo paradigma estruturado na ética a3udar' a #ormar uma !umanidade consciente de sua posi$ão diante + eHistência dos componentes terrestre" contri.9 conversão moral das atitudes de consumo e convivência vigorantes" mostrando que a questão de #undo do pro.iental aponta um novo entendimento da vida" mas torna-se necess'rio que a !umanidade adquire plena conscienti*a$ão da pro. .al da nature*a" sendo uma nova perspectiva de vida" propiciando eHulta$ão particular em cada indivíduo" o#erecendo condi$5es mais dignas e esperan$a de prolongar a eHistência da espécie !umana" como de todos os outros seres.i2ticos e a. @iante disto" necessita-se de uma nova #orma de conduta em rela$ão + nature*a" dando-l!e a importOncia devidaQ uma nova concep$ão #ilos2#ica !omemnature*a" denominada de ética am.iental em constante vigilOncia epistemol2gica" metodol2gica e pedag2gica na condu$ão dos pro3etos de desenvolvimento econ.lem'tica eHistente" o. Assim sendo" diante destas circunstOncias competi + a$ão de educadores críticos" com uma visão am.tendo o con!ecimento de que seu processo se d' internamente" re#letindo-se nas a$5es" alicer$ando-se em novos valores eHtra-sociais !umanos. Apenas um plane3amento sério com uma nova #iloso#ia de vida" poder' condu*ir o ser !umano a con!ecer o seu limite de crescimento e" assim" evitar que a civili*a$ão moderna eHcede sua capacidade de eHpansão e entre em colapso.mio os seres .uindo na aquisi$ão de uma postura moral #undamentada na preserva$ão glo.iental. CONSIDERAÇOES -INAIS Monstata-se que o pr2prio progresso cientí#ico !umano o condu* em uma tra3et2ria que #unila-se a sua marc!a" diminuindo o possível retorno" em uma crise de eHistência sem precedentes na !ist2ria !umana.lema ecol2gico é simplesmente a ética.ase cientí#ica é o estudo da rela$ão !omem-nature*a" englo. Sua . .in.ando neste .i2ticos eHistentesQ tudo que eHiste tem sua importOncia e passa a #a*er parte desta nova rela$ão ética.mico" cultural e social" atuando como mediador" dinami*ando pensamentos em #avor da eHistência da nature*a" da vida.

Apud &BC)=CA" Gloria &aria de 6'dua. 44444444445 Monstitui$ão da Cep1. Inteli'<ncia M$ltif cal. T. F. A f !ma*+ "e e"$ca" !e3 ambientai3. 1 ! $ma ec l 'ia 3 cial7 Ama aproHima$ão da no$ão aos princípios éticos do desenvolvimento !umano dur'vel. 6apirus7 2EEU. Mampinas" São 6aulo. ?rasília7 JSSU.el Mristina de &oura.ps:c!o.. @i'rio B#icial da Cep1. A coneHão necess'ria" Mampinas" GA=&ACa)S" &auro.eicos. ?CAN@TNAN@" G.iental. FC)=C)" 6aulo.iente e Sa1de \ Secretaria de )duca$ão Fundamental" v. 6apirus7 JSSR. E"$ca*+ c m 1!=tica "a Libe!"a"e . GC`N" &auro. An'lise da constru$ão dos pensamentos e da #orma$ão de pensadores.lica Federativa do ?rasil" ?rasília7 JSSS" Mapítulo W= do &eio Am. MACWANIB" =*a. Em b$3ca "a "imen3+ )tica "a e"$ca*+ ambiental " Mampinas" São 6aulo. .u#r3. São 6aulo7 )ditora MultriH7 2EER.anco4teses\arqteses\gloriamariamoreira.lica Federativa do ?rasil7 Lei n6 7897:5 "e 29 "e ab!il "e 17778 @isp5e so. GC`N" &auro.r\pr ogramaeicos\. A #orma$ão do su3eito ecol2gico.(.iental" institui a 6olítica Nacional de )duca$ão Am. ed. E"$ca*+ ambiental. ambiental. 1a!2met! 3 c$!!ic$la!e3 naci nai3 7 &eio Am.pd#^ Acessado em 2E de Vun!o de 2EEU. ed.10 RE-ER. D São 6aulo7 Morte*7 2EEF. @isponível em7 ]!ttp7\\<<<. %coord.NCIAS BIBLIO/R0-ICAS ?rasil" Secretaria de )duca$ão Fundamental.re a )duca$ão Am. MAC_" Augusto Vorge.iente" Artigo 22L. )ditora7 6apirus7 2EE[.S. Cio de Vaneiro7 6a* e Terra7 JSU[. Ética e e"$ca*+ São 6aulo.

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