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SEGURANÇA DO TRABALHO

N°:
REL_NPS_ENSAIO_CABINE
AUDIOMETRICA_10
Data: 05/01/2010
Cliente:
OTOLÓGICA LTDA E A EMPRESA FILÓ
Folha:
1 de 13
Projeto:
Medição de Cabine Audiométrica “in situ” segundo a ISO 8253-1.

Edição: 1
Assunto:
Relatório Técnico de Medição de Cabine com Cabeça Artificial Revisão: 0
Capítulo: I ESCOPO DE FORNECIMENTO Local: Rio de Janeiro - RJ


AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA EMPRESA SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.



SUMÁRIO EXECUTIVO DO ESTUDO

Este relatório técnico é parte integrante do PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (PPRA),
do PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL (PCMSO) e do PROGRAMA DE
CONSERVAÇÃO AUDITIVA (PCA) de EMPRESAS que primam pela metrologia e qualidade industrial.
Refere-se às questões metrológicas, metodologias e procedimentos empregados nas medições
especializadas para elaboração de Relatório de Cabine Audiométrica “in situ” para atendimento a
Resolução do Conselho Federal de Fonoaudióloga CFFa nº 296 de 22/02/2003 (revogada) e a Norma ISO
8253-1, Tabela 1, Anexo 1, com emissão de LAUDO TÉCNICO AMBIENTAL DA CABINE NO LOCAL DE
INSTALAÇÃO (Ambiente Audiométrico) como diretrizes e exigências Metrológicas, Normativas e Legais do
MTE, MPAS, e de ações indenizatórias e de auditorias de sistemas de certificação. Portando, fundamental
para o Programa de Conservação Auditava e premissa para ações judiciais.

Foi desenvolvido para o WWW.Isegnet.com.br (seção inovando no Isegnet > Segurança do Trabalho >
PCA e PCMSO) em conjunto com as empresas 3R Brasil Tecnologia Ambiental, Otológica e DEM/PUC-Rio,
tendo três profissionais envolvidos diretamente e trabalhando na área: Engo Rogério Dias Regazzi, Dr
Jorge Leite e Dr Paulo Carvalho.

Os equipamentos de medição foram calibrados no INMETRO ou Rede Brasileira de Calibração com
processo de verificação rastreado a calibrador acústico como padrão de referência de trabalho (certificado
do INMETRO). O sistema empregado foi desenvolvido com placas da National Instruments (WWW.ni.com)
e microfones da Gras da 01 dB (empresa Francesa 01db-metravib) com solução 3R Brasil Tecnologia
Ambiental. Deve-se ter como premissa o audiômetro calibrado no Inmetro ou na RBC.

1. OBJETIVO

Emissão de relatório técnico de Cabine Audiométrica “in situ” em atendimento a Resolução do Conselho
Federal de Fonoaudióloga CFFa nº 296 de 22/02/2003 (revogada) e a Norma ISO 8253-1, Tabela 1,
Anexo 1, com emissão de LAUDO TÉCNICO AMBIENTAL DA CABINE NO LOCAL DE INSTALAÇÃO
(Ambiente Audiométrico) como diretrizes e exigências Metrológicas, Normativas e Legais do MTE e MPAS.

Para o presente foram realizadas medições na Cabine da Empresa Otológica e da Empresa Filo (Friburgo-
RJ). Os valores só podem ser aplicados no Local onde foram realizadas as medição nas cabines.

2. LOCALIZAÇÃO

Empresas Envolvidas: 3R Brasil Tecnologia Ambiental e Leite e Felix Consultoria em Saúde Ltda
Nome Fantasia: Otológica Consultores
Atividade: Consultoria e Medicina do Trabalho e Engenharia de Segurança do Trabalho.
Endereço: Av Ayrton Senna 3000 bl 2 sl 219 Via Parque Offices Barra da Tijuca RJ
INSC. EST.: Isento
CNPJ: CNPJ 07482046/0001-33
Responsável Técnico: Jorge da Cunha Barbosa Leite e Rogério Dias Regazzi (021-9999-6852)
Pedido / Proposta: NPS_ENSAIO_CABINE AUDIOMETRICA_04_2010
Cabine Audiométrica: São Luiz; Modelo: 1182
Local: Localizada na Sala 219, Bl2, Via Parque, Rio de Janeiro - RJ
Data de Medição: 16/04/2010 e 23/04/2010 (in situ)
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Relatório de Medição de Cabine com Cabeça Artificial
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3. TERMINOLOGIAS E DEFINIÇÕES

Diferença de nível sonoro padronizado: A diferença de nível de pressão sonora padronizado é
utilizada para avaliar o isolamento de ruído aéreo entre salas. A diferença de nível de pressão sonora
por uma partição vai depender da absorção na sala de recebimento. É recomendado que a diferença de
nível medido seja corrigida conforme o tempo de reverberação da sala de recebimento (padrão de 0.5
segundos).

Ruído estrutural: Onda sonora que viaja de um espaço a outro não através do ar, mas através das
estruturas das construções. É conhecido como som structureborn. Esta é uma forma de transmissão
“flanking”. Estes podem ser transmitidos a longas distâncias com pouca atenuação e ser re-irradiados
em outro ambiente causando problema distante da fonte original de ruído.

Coeficiente de transmissão de som: O coeficiente de transmissão de som é uma medida da energia
do som incidente que passa através de parede, porta, partição ou qualquer barreira. O som não passa
realmente através da parede, a energia de som incidente provoca vibração na parede ou barreira que
vibra e então irradia som para o espaço de recebimento.

Coeficiente de absorção sonora: Esta é a quantidade usada para descrever a capacidade de
absorção sonora de um material. Para um material perfeitamente absorvedor, α deve ter um valor de 1,
enquanto para um perfeitamente refletor, deve ter o valor de zero. O coeficiente de absorção varia com
a freqüência e também com o ângulo no qual o som incide no material. Devido à dependência angular é
comum medir o coeficiente de absorção de materiais em campos de som difuso para que o som
efetivamente bata no material por todos os ângulos de incidência. O coeficiente de absorção medido sob
essas condições é conhecido como coeficiente de absorção sonora de incidência randômica.

Noise criterion (NC): O conceito de NC foi originalmente desenvolvido nos EUA para classificação de
ambientes com aplicações comerciais. O cálculo do NC é baseado nas bandas de oitava em dB
comparadas as curvas de referência padrões estabelecidas pela literatura. O valor de NC será o da
primeira curva acima da interceptação da oitava de freqüência medida no ambiente em dB.

Noise rating number (NR): Índice de classificação de ambiente utilizado em projetos acústicos na
Europa. O cálculo do NR é baseado nas bandas de oitava em dB comparadas as curvas de referência
padrão estabelecidas pela literatura. O valor de NR será a mais alta curva que intercepta a oitava de
freqüência medida no ambiente em dB.

Detecção (slow e fast): Os aparelhos usados para monitorar o ruído apresentam internamente
circuitos de detecção lenta e rápida. No nosso caso, foi utilizada a detecção rápida (fast).
NPS – Nível de Pressão Sonora.

Ruído de Fundo: Todo e qualquer nível de pressão sonora proveniente de uma ou mais fontes
sonoras, que esteja sendo captado durante o período de medição e que não seja proveniente da fonte
objeto das medições.

dB(A): valor em decibéis que simula a curva de resposta do ouvido humano. É exigência da NR-15
medições nessa escala para a comparação com seus limites de tolerância.

dB(C): valor em decibéis usado para projeto de isolamento de fontes de nível de pressão sonora. O
aparelho de medição de nível de pressão sonora com ponderação dB(C) e no modo de detecção rápida,
fornece valores que podem ser comparados com os limites máximos impulsivos permitidos pela NR-15,
anexo 2.

TWA: é considerado o Leq normalizado segundo parâmetros das normas, representa o nível de pressão
sonora ponderado no tempo. Pode ser utilizado para refletir o nível contínuo equivalente ao ruído
variável presente na atividade realizada para fim de comparação com os limites de tolerância da
Legislação Ocupacional.
Ln: Nível de pressão sonora estatístico em dB(A) representativo dos níveis instantâneos durante um
período de medição. O L10 e o L90, por exemplo, representam o nível de pressão sonora em dB(A)
acima dos 10% e 90% dos níveis de pressão sonora instantâneos existente no ambiente.
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LEQ: Média logarítmica no tempo do nível de pressão sonora. É uma função de integração usada em
ambientes para definir o valor médio do ruído existente no local (nível sonoro equivalente contínuo que
segue o princípio da igual energia).

Lmax: Nível de pressão sonora máximo existente no local durante as medições. Representa o “ruído”
que ocorreu acima de 0,1% do tempo de medição (L0.1).

Lmim: Nível de pressão sonora mínimo existente no local durante as medições. Representa o “ruído” a
partir do qual ocorreram níveis de pressão sonora acima de 99% do tempo de medição.

NPS: Nível de pressão sonora.

GHE: Grupo homogêneo de exposição definido pela FUNDACENTRO.

Nota: o termo ruído presente em diversas nomenclaturas quando não define a função ou o parâmetro
de engenharia deve ser substituído por nível de pressão sonora, pois o conceito de ruído e subjetivo,
isto é, qualitativo, portanto não qualitativo. Embora seja empregado de forma inadequada em uma
série de documentos e Normas, estaremos neste documento sempre que possível substituindo pela
sigla NPS.


4. NORMAS UTILIZADAS E REFERÊNCIAS

[1] NR-9, NR-17 e NR-15 anexo 1 e anexo 2 (parâmetros e limites empregados);
[2] IEC 804 e IEC 225 e ANSI S1.11;
[3] ITU-T Recommendation P.57 (1996) - "Artificial Ears";
[4] FUNDACENTRO NHO 01 - Procedimentos de Medição;
[5] NRB 10719 - Norma para a elaboração de documentos técnicos;
[6] IN 100/103/105/118 – Instrução Normativa do INSS;
[7] Anexo 1 da ISO 804 (Edição 1999);
[8] NRB 10719 - Norma para a elaboração de documentos técnicos;
[9] Portaria n° 19 do Ministério do Trabalho (09/04/1998) e a Resolução n° 296 do Conselho Federal de
Fonoaudióloga (22/02/2003);
[10] Norma ISO 8253-1 – Limites máximos permitidos para testes em via aérea e óssea.
[11] Livro Perícia e Avaliação de Ruído e Calor - Passo a Passo – segunda edição, Rogério Regazzi E
Giovanni Moraes, 2001;
[12] DAJANI, H.; KUNOV, H.; SESHAGIRI, B. Real-time method for the measurement of noise exposure
from communication headsets. Applied Acoustics, v. 49, n. 3, p. 209- 224, 1996.
[13] DARLINGTON, P. Practical measurement of telecommunication receiver electroacoustics for the
computation of acoustic dose. In: IOA. Proceedings of the Institute of Acoustics. St. Albans: Institute
of Acoustics, 2003. v. 25, part 4, p. 234.
[14] GLORIG, A. et al. Hearing studies of telephone operating personnel. J. Speech Hear. Res., v. 12, n.
1, p. 169-178, 1969.
[15] IANNIELLO, C. Valutazione dei livelli diesposizione al rumore di operatori telefonici con un
microfono nella conca Del padiglione auricolare. Revista Italiana de Acústica, v. 20, n. 1-2, p. 37-46,
1996.
[17] IEC 711. Occluded-ear simulator for the measurement of earphones coupled to the ear by ear
inserts. 1981.
[18] ISO. INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO/DIS 11904 - 1: Acoustics –
determination of sound immissions from sound sources placed close to the ears. Part 1: technique
using microphones in real ears (MIRE-technique),2002.



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5. ESCOPO DE FORNECIMENTO

Conforme a solicitação foram realizadas medições no local de instalação da cabine audiométrica; levando
em consideração o ruído externos médio de maior valor e a atenuação propiciada pelo fone do
audiômetro cujo equipamento de medição foi calibrado em Laboratório da Rede Brasileira de Calibração
(RBC) / Inmetro. Devido aos processo e erros relacionados com as medição e, principalmente e
experiência do realizador do exame, optou-se em usar a interseção da faixa de incerteza por terças de
oitava com os limites da Normas ISO 8353-1.

Os ensaios e testes realizados são especiais e procuraram retratar a realidade do ambiente e
procedimentos utilizados nos exames audiométricos praticados no local, utilizando-se, para isso, como
complemento do ensaio, uma cabeça artificial normalizada da Neumann com microfones de pressão tipo
1 já com compensação para o campo difuso nas duas orelhas e um microfone tipo 1 de alta sensibilidade
da Gras, referência do método. O método foi desenvolvido no Departamento de Engenharia Mecânica da
PUC-Rio e na 3R Brasil Tecnologia Ambiental, pelo Engenheiro Rogério Dias Regazzi e utiliza software e
sistemas de Medição da National Instruments (WWW.NI.com), seguindo todas as certificações cabíveis
para este processo.

Para a obtenção dos resultados presente nas tabelas e gráfico que compõem o Laudo Ambiental da
Cabine combinado com o audiômetro empregado, foram seguidos as diretrizes:
• Utilização de sistema especial de medição acústica com análise de freqüência e nível de ruído piso
(floor) de 15-17 dB para as 1/1 e 1/3 de oitavas;
• Avaliação de cabine audiométria “in situ” combinada com a atenuação do fone do audiômetro e
comparação com os limites recomendados pela ISO 8353-1.
• Relatório de Medição compondo a metodologia empregada os pontos medidos em gráficos
comparados aos limites admissíveis para via aérea e óssea, e, em anexo os certificados de
calibração.

Fig.A Recomendações Legais (ISO 8353-1)
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6. RESULTADOS SUMARIZADOS

Dados ambientais Filo:
Ambiente das Medições: sala e cabine audiométrica na área médica da empresa;
Valores de temperatura e Umidade, respectivamente: 24,5 °C e 65%.
Dados ambientais Otológica:
Ambiente das Medições: sala e cabine audiométrica na área médica da empresa;
Valores de temperatura e Umidade, respectivamente: 26,7 °C e 70%.

a.1 - Avaliação da atenuação do fone:

Método: as medições de atenuação do fone foram realizadas de acordo com a Norma American National
Standards Institute ANSI S3.19-1974 e NIOSH. Medição e análise de freqüência de atenuação de fone,
referente à execução do serviço in loco com cabeça artificial padronizada com softwares e hardwares
desenvolvidos e calibrados no INMETRO utilizando plataforma Labview (compilado) que permite uma
maior automação e customização para visualizar e análise dos dados ambientais. O monitoramento
realizado em tempo real e “on line” com uma unidade leitora de quatro canais da NI acoplada a um
Laptop e cabeça artificial.


Fig.B Detalhe do Sistema de Medição Empregado

Procedimentos: Foi gerado um ruído rosa durante 20 minutos e medido o nível de pressão sonora nos
dois ouvidos da cabeça artificial com ouvido aberto e fechado, havendo um terceiro microfone de
referência do nível de pressão sonora gerado, ruído rosa, para os dois eventos medidos com a cabeça
artificial. São obtidos os valores após três medias em cada evento (OA e OF) usando o microfone de
referência como critério de aprovação dos dados, isto é, diferenças menores que ± 0,5 dB.
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Detalhes da seqüência de medição:

Fig.C Medição de ruído rosa com Orelha Aberta, Fechada e no Interior da Cabine

Resultados:
Conforme os resultados de medição apresentados na tabela I, quando são comparadas duas situações de
nível de pressão sonora no interior da cabine, e, levado em consideração os erros de medição e a
atenuação do fone a cabine no ambiente analisado está conforme o critério limite para via aérea.
Havendo apenas a necessidade de realizar exames sem a presença de pessoas em áreas adjacentes
atendendo telefone ou conversando.
Resultados dos níveis de pressão sonora por terça de oitavas médias em função do maior valor.

Estudo realizado na empresa Filó (primeira na região serrana a investir no PCA integrado):

Tabela I – Resultados Sumarizados (EMPRESA FILÓ)
Frequência (Hz) 250 315 400 500 630 800 1000 1250 1600 2000 2500 3150 4000 5000 6300 8000
Via Aérea (dB) 27 26 26 26 26 28 31 33 35 38 40 42 44 43 42 41
Via Óssea (dB) 21 19 17 16 16 15 15 15 16 16 14 12 10 12 17 23
NPS Mais Baixo
15,7 13,9 12,9 13,2 13,6 14,5 15,3 16,3 17,2 18,3 19,1 20,3 21,3 22,2 23,1 24,1
NPS Mais Alto
22,7 22,6 23,0 23,7 24,8 25,6 26,4 27,6 28,5 29,6 30,7 31,6 32,6 33,6 34,6 35,5
Comparação Aérea:
4,3 3,4 3,0 2,3 1,2 2,4 4,6 5,4 6,5 8,4 9,3 10,4 11,4 9,4 7,4 5,5
Conformidade Aérea
C C C C C C C C C C C C C C C C
Comparação Óssea (NPS alto)
-1,7 -3,6 -6,0 -7,7 -8,8 -10,6 -11,4 -12,6 -12,5 -13,6 -16,7 -19,6 -22,6 -21,6 -17,6 -12,5
Conformidade Óssea (NPS alto)
NC NC NC NC NC NC NC NC NC NC REE REE REE REE REE REE
Conformidade Óssea (NPS baixo)
C C C C C C C NC NC NC REE REE REE REE REE REE
Corrigindo com a atenuação do Fone
2,6 8,5 8,2 8,5 10,7 12,8 10,7 4,1 5,9
NPS Baixo Corrigido (NPS Baixo)
15,7 13,9 12,9 13,2 13,6 14,5 15,3 13,6 8,8 10,1 10,6 9,6 8,5 11,5 19,1 18,1
Conformidade Óssea (com fone)
C C C C C C C C C C C C C C REE RFE
C - Conforme ; NC - Não Conforme; REE - Ruído Elétrico do Equipamento; Critério = NPS ± 2 dB com interseção com o limite da Norma (Conforme)
Atenuação Fone:

Nota: Limite abaixo da capacidade de medição da cabeça artificial no interior da cabine. NPS global em dB(lin) = OE 44,05 OD 44,00
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Gráfico dos Níves de Pressão Sonora X Referências Normativas
Sala de Exames Audiométrico da FILÓ (Friburgo)
0
10
20
30
40
50
60
70
80
3
1
,
5
6
3
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1
2
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2
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3
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0
,
0
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6
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,
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8
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0
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0
1
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,
0
1
2
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1
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2
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3
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5
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0
6
3
0
0
,
0
8
0
0
0
,
0
Frequência (Hz)
A
m
p
l
i
t
u
d
e

(
d
B
)
Ref. Via Aérea (dB)
Ref. Via Óssea (dB)
NR 20
NC 25
RC 25
NPS Mais Alto
NPS com Critério


Medições no Interior da Cabine:
Níveis Globais:
• Médias dos valores mínimos encontrados de NPS: 32,99 dB
• Médias dos valores máximos encontrados de NPS: 38,34 dB
Nota: Lembramos que o nível global envolve freqüências extremas como 31,5 e 125 Hz não pertencente
a faixa de medição com audiômetro.

A cabine atende perfeitamente ao critério da Norma ISO 8253-1 para via aérea. Contudo, para o critério
da via óssea, os valores apresentados estariam no limite quando não considerando a atenuação do fone,
contudo se acrescentado a atenuação do fone e uma incerteza de medição do ensaio superior a ± 2 dB, a
maioria das freqüências ficarão na faixa de conformidade, levando em consideração, também, a
experiência do profissional que aplica o exame. Então, é sugerido uma melhora no isolamento da sala
onde a cabine está instalada e, também, deve-se implementar procedimento para a realização dos
exames sem a presença de pessoas nos ambientes adjacentes.

Na tabela I são apresentados os valores de atenuação do fone de 1250 a 8000 Hz. Estas atenuações são
maiores que as diferenças em vermelho referente às freqüências que não passaram pelo critério limite da
via óssea, devidos, também, ao ruído elétrico do equipamento de medição. Portanto, se levado em
consideração o fone do audiômetro, e, a sua boa atenuação, pode-se dizer que a cabine instalada na
empresa está conforme a Norma ISO 8253-1 para toda a faixa para a via óssea, caso sejam seguidos
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procedimentos como: a necessidade de ausência de pessoas nos ambientes adjacentes a sala onde a
cabine está localizada e/ou a não circulação de veículo próximo a sala.

Detalhes do local:


Fig.D Setor médico da Empresa composto por três salas adjacentes

Estudo realizado na empresa Otológica (Exames Audiométrico na clínica):
Tabela II – Resultados Sumarizados (EMPRESA OTOLÓGICA)
Frequência (Hz) 250 315 400 500 630 800 1000 1250 1600 2000 2500 3150 4000 5000 6300 8000
Via Aérea (dB) 27 26 26 26 26 28 31 33 35 38 40 42 44 43 42 41
Via Óssea (dB) 21 19 17 16 16 15 15 15 16 16 14 12 10 12 17 23
NPS Mais Baixo (sem ar)
17,9 18,2 16,2 16,8 15,7 16,2 16,2 17,0 18,3 18,8 19,4 20,3 21,3 22,3 23,2 24,2
NPS Mais Alto (com ar)
23,0 24,8 23,7 19,0 16,9 16,4 16,3 17,0 18,4 18,8 19,4 20,3 21,3 22,2 23,2 24,2
Comparação Aérea: 4,0 1,2 2,3 7,0 9,1 11,6 14,7 16,0 16,6 19,2 20,6 21,7 22,7 20,8 18,8 16,8
Conformidade Aérea
C C C C C C C C C C C C C C C C
Comparação Óssea (com ar): -2,0 -5,8 -6,7 -3,0 -0,9 -1,4 -1,3 -2,0 -2,4 -2,8 -5,4 -8,3 -11,3 -10,2 -6,2 -1,2
Conformidade Óssea (com ar)
NC NC NC NC NC NC NC NC NC NC REE REE REE REE REE REE
Conformidade Óssea (sem) C C C C C NC NC NC NC NC REE REE REE REE REE REE
Corrigindo com a atenuação do Fone
1,0 1,4 2,0 0,8 5,5 3,5 4,3 1,6 1,1
NPS Mais Alto Corrigido:
17,9 18,2 16,2 16,8 15,7 16,2 16,2 16,0 16,9 16,8 18,7 14,8 17,8 18,0 21,6 23,1
Conformidade Óssea (sem Ar)
C C C C C C C C C C REE REE REE REE REE RFE
C - Conforme ; NC - Não Conforme; REE - Ruído Elétrico do Equipamento; Critério = NPS ± 2 dB com interseção com o limite da Norma (Conforme)
Atenuação Fone:


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Gráfico dos Níves de Pressão Sonora X Referências Normativas
Sala de Exames Audiométrico da Otológica
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50
60
70
80
3
1
,
5
6
3
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0
1
2
5
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0
2
5
0
,
0
3
1
5
,
0
4
0
0
,
0
5
0
0
,
0
6
3
0
,
0
8
0
0
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0
1
0
0
0
,
0
1
2
5
0
,
0
1
6
0
0
,
0
2
0
0
0
,
0
2
5
0
0
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3
1
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0
4
0
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0
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5
0
0
0
,
0
6
3
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0
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8
0
0
0
,
0
Frequência (Hz)
A
m
p
l
i
t
u
d
e

(
d
B
)
Ref. Via Aérea (dB)
Ref. Via Óssea (dB)
NR 20
NC 25
RC 25
NPS Mais Alto
NPS com Critério


Medições no Interior da Cabine:
Níveis Globais:
• Médias dos valores mínimos encontrados de NPS: 34,9 dB
• Médias dos valores máximos encontrados de NPS: 47,8 dB
Nota: Lembramos que o nível global envolve freqüências extremas como 31,5 e 125 Hz não pertencente
a faixa de medição com audiômetro.

A cabine atende perfeitamente ao critério da Norma ISO 8253-1 para via aérea, mesmo com o ar ligado
devido as freqüência estarem fora da faixa de interesse. Contudo, para o critério da via óssea, os valores
apresentados ficam acima do limite já corrigido a atenuação do fone com o ar ligado, contudo, se
considerado uma incerteza de medição do ensaio superior a ± 2 dB, e, levando em consideração
procedimentos para a realização do exame via óssea (ar desligado, por exemplo), e, também a
experiência do examinador, algumas freqüências poderão entrar na faixa de conformidade como
apresentado nas tabelas. Contudo, sugerimos uma melhora no isolamento da sala onde a cabine está
instalada e, também, deve-se programar procedimento para a realização dos exames sem a presença de
pessoas nos ambientes adjacentes evitando ruídos espúrios advindos tanto internamente quanto
externamente a sala.

Todas estas medidas já vinham sendo empregadas devido à experiência do médico executor que solicitou
a calibração conforme exigência Legal para verificação de seus procedimentos, que são coerentes e
atendem os critérios limites da ISO 8253-1.
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N°.:


REL_NPS_ENSAIO_CABINE AUDIOMETRICA_10
Unidade:
3R BRASIL BRASIL TECNOLOGIA AMBIENTAL
Folha:

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Assunto:
Relatório de Medição de Cabine com Cabeça Artificial
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Detalhes do local:


Fig.E Setor médico da Empresa composto por três salas adjacentes


7. EQUIPAMENTOS E RASTREABILIDADE METROLÓGICA E DOCUMENTAL

Calibrador CAL200 e Simpson 860-9:

Modelo: CAL200; 114-94 dB em 1000 Hz s/n 2775.
Marca: Larson Davis e Simpson.
Tipo: 1L
Certificado: INMETRO – N° certif. DIMCI 1889/2006 e DIMCI/INMETRO em 2010
Função: fornecer nível de sinal conhecido antes e após as medições.


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Relatório de Medição de Cabine com Cabeça Artificial
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Analisar de Freqüência RTA NI-9233 da NI (sistema 3R Analizer)

Medição e análise de freqüência em fones e salas acústicas para à execução
de serviço in loco com softwares e hardwares desenvolvidos pela 3R Brasil
com equipamentos certificados da National Instruments com aprovação em
diversas Normas Internacionais e calibrado no INMETRO utilizando plataforma
Labview (compilado) que permite uma maior automação para visualizar e
análise dos dados ocupacionais e ambientais; customizados para o serviço
realizado. O monitoramento proposto é em tempo real e “on line” com uma
unidade leitora de quatro canais NI-9233, acoplada a um Laptop ou ao CRio
(NI) com um microfone de referência Gras (01dB) e dois microfones de
pressão da cabeça artificial da Neumman.

O sistema permite realizar um estudo de atenuação de fone para ruído de
impacto, medição de fones e aparelhos MP3 e similares, áudio-dosimetria de
Operadores de Telemarketing, de Helicópteros, entre outros, com dois
ouvidos simultaneamente (aberto – sem fone , fechado – com fone ou ambos
fechado ou aberto) gravando os níveis de pressão sonora em freqüência, os
eventos acima de um determinado valor (ex: 80 dB(A)), e, arquivos .wav;
para posterior verificação do ocorrido através de reprodutor em mídia player.
O sistema também fornece a dose e projeção de dose, LEQ, TWA, Ln, níveis
de pressão sonora máximos e de pico instantâneos nos quatro canais na faixa
extrema de 31,5 Hz a 16.000 Hz.

2 mA condicionamento de sinal IEPE para
microfones e acelerômetros;
50 kS / s por canal, taxa máxima de
amostragem; AC-coupled (0,5 Hz);
Resolução de 24 bits; 102 dB gama
dinâmica, filtros anti-aliasing;
4 entradas analógicas de amostragem
simultânea de ± 5V;
Smart compatibilidade sensor TEDS
Para AC selecionável / acoplamento DC.



Certificado: DIMC/INMETRO – N° certif. DIMCI 0287/97 (analisador tipo 1)



Dosímetro LD 706:

Modelo: Áudio-Dosímetro 706, norma IEC60651 e 60804; s/n: 65535 / 1175
Marca: Larson Davis.
Tipo: 2 (especificação para dose: ANSI S1.25-1978 e S1.4-1993)
Certificado: INMETRO em 2000; certif. RBC/INMETRO N° 22096 de 2008
Função: avaliação da exposição ao ruído durante a jornada de trabalho.


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Configuração do Dosímetro LD 706 e do 3R Analizer (NI-9233):
NR-15
Curva de ponderação “A” com detecção lenta
• Parâmetros utilizados para estimativa de Dose:
“Exchange Rate” dB 3 e 5
“Criterion Level” dB(A) 85
“Criterion Duration” (horas) 8
“Thershold” dB(A) 80
Pico dB(C) Acima de 90

Nota: o equipamento 706 não mede valores de pico abaixo de 90 dB(C). No histórico
de medição em anexo aos laudos, a cor azul claro representa o níveis equivalentes
médios do período, a azul escura o nível máximo ocorrido no período e a rosa as
valores de pico na deteção Peak não empregada pelas normas Brasileiras.


Cabeça Artificial (DEM/PUC-RIO) para Estudo de Fones:

Modelo: KU 100.
Marca: Neumann.
Microfones: dois microfones de pressão tipo 1
Função: Sistema de cabeça e o ouvido artificial para avaliação de medidas com fone de ouvido
e telefones na área de telecomunicação; segundo normas ITU.

DADOS TÉCNICOS
Acoustical operating principle .................……………………………................Pressure transducer
Directional pattern ......................................................................................... Ear
Frequency range ........................................................................………….....20 Hz...20 kHz
Sensitivity at 1 kHz into 1 kohm .............................................…………........ 20 mV/Pa
Rated impedance ........................................................................…….......... 50 ohms
balanced
Rated load impedance .....................................................……….……......... 1000 ohms
Equivalent SPL CCIR 468-3 ............................................................……...... 29 dB
Equivalent SPL DIN/IEC 651 ..................................................…………....... 16 dB-A
S/N ratio CCIR 468-3 ................................................................................... 65 dB
S/N ratio DIN/IEC 651 ................................................................................... 78 dB
Maximum SPL for THD 0.5% .............................................................…....... 135 dB
Maximum SPL for THD 0.5% with preattanuation .....................……….….... 145 dB
Maximum output voltage ............................................…………….................1950 mV
Dynamic range of the microphone amplifier DIN/IEC 651 …………….......... 119 dB

Supply voltage ...............................……………………………………….…... 200 . 240 V / 48 V ± 4 V / 6
x 1,5 V
Current consumption .....................................................................……....... 2 x 2 mA, P 48
Matching connector ........................................................................…......... XLR 3F
Weight .......................................................................................................... 3500 g
Height ..........................................................................................…............. 280 mm
Width ............................................................................................................ 180 mm



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CREDENCIAMENTO DO EXECUTOR:

Todo o processo de medição leva em consideração a verificação de todos os sistemas e
equipamentos, antes e após as medições, com calibrador acústico calibrado no
INMETRO em Março de 2010. Portanto o padrão de referência e de trabalho para a
cadeia de medição é o calibrador acústico Simpson 860-9.

Conforme exigência Legal e Normativa envolvida para o tipo de análise tanto a
empresa como o executor são certificados e registrados no CREA-RJ.





Rogério Dias Regazzi
Engenheiro de Segurança do Trabalho
CREA 94-1-10654-4 / 138481/D (nova carteira)

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