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Curso Introdut´ orio de OrCAD 9.

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Programa de Educa¸ c˜ ao Tutorial - Engenharia El´ etrica Novembro de 2009

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Sum´ ario
1 Introdu¸ c˜ ao 2 PSpice A/D 2.1 Breve Hist´ orico . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.2 Simula¸ c˜ ao de Circuitos no PSpice A/D . . . . . 2.2.1 T´ ıtulo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.2.2 Declara¸ c˜ oes de Dados . . . . . . . . . . . 2.2.3 Declara¸ c˜ oes de An´ alise Padr˜ ao . . . . . . 2.2.4 Declara¸ c˜ oes de Controle de Sa´ ıda . . . . 2.2.5 Declara¸ c˜ oes de Fim . . . . . . . . . . . . 2.3 Erros de Convergˆ encia . . . . . . . . . . . . . . 2.3.1 Solu¸ c˜ oes de Convergˆ encia em Transientes 2.3.2 Solu¸ c˜ oes para Convergˆ encia DC . . . . . 2.3.3 Solu¸ c˜ oes de Convergˆ encia AC . . . . . . 3 4 4 4 6 6 15 18 20 20 21 22 22 23 23 24 28 29 34 35 37 37 37 38 38 38 40 41 42 43 44 47 48 49 50 51 52 53 55 59 61 61 62 63 64

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3 Capture 3.1 Como iniciar o desenho de um circuito? . . . . . . . . . 3.2 Adicionando componentes . . . . . . . . . . . . . . . . 3.3 Circuitos el´ etricos em regime DC . . . . . . . . . . . . 3.4 Simulando o circuito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.5 Varredura DC com varia¸ c˜ ao de parˆ ametros . . . . . . . 3.6 Circuitos el´ etricos em regime permanente AC . . . . . 3.7 Fontes Controladas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.7.1 Fonte de Tens˜ ao Controlada por Tens˜ ao (E) . . 3.7.2 Fonte de Tens˜ ao Controlada por Corrente (H) . 3.7.3 Fonte de Corrente Controlada por Tens˜ ao (G) . 3.7.4 Fonte de Corrente Controlada por Corrente (F) 3.8 Transformadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.9 Transiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.10 Corrente Alternada Trif´ asica . . . . . . . . . . . . . . . 3.11 Diodo Semicondutor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.12 Transistores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.13 Amplificadores Operacionais . . . . . . . . . . . . . . . 4 Layout Plus - IHM 4.1 Objetivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.2 1a Etapa - Esquem´ atico . . . . . . . . . . . . . . . 4.3 2a Etapa - Defini¸ c˜ ao de normas de trabalho . . . . 4.4 3a Etapa - Defini¸ c˜ ao do desenho dos componentes . 4.5 4a Etapa - Dimens˜ ao da placa e posicionamento dos a 4.6 5 Etapa - Configura¸ c˜ ao para regras de roteamento a 4.7 6 Etapa - Roteamento e cria¸ ca ˜o do plano de terra . 4.8 7a Etapa - Documenta¸ c˜ ao da PCB . . . . . . . . . 5 ANEXO 1 - Especifica¸ c˜ oes Layout 5.1 Engemauticos ind. e com. Ltda . . . . . . . 5.2 Microw - circuitos impressos Ltda . . . . . . 5.3 Largura de tilha vs. intensidade de corrente 5.4 Tabela de Convers˜ ao de medidas . . . . . . .

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Introdu¸ c˜ ao

O OrCAD ´ e um pacote que possui v´ arias ferramentas utilizadas para an´ alise, simula¸ ca ˜o ou confec¸ c˜ ao de placas de circuito impresso. O pacote est´ a dividido em alguns softwares, entre estes: Capture CIS, Layout Plus, PSpice AD, PSpice Model Editor e PSpice Optimizer. O que ´ e o Capture? Capture ´ e o componente do pacote OrCAD destinado a ` cria¸ ca ˜o dos diagramas dos circuitos el´ etricos. O que ´ e Layout Plus? O OrCAD Layout ´ e uma ferramenta para desenvolver o layout de placas de circuitos impresso que possui automatizadas todas as fun¸ co ˜es necess´ arias para confeccionar rapidamente. O que ´ e PSpice AD? O OrCAD PSpice A/D ´ e um programa de simula¸ ca ˜o que modela o comportamento de um circuito el´ etrico, que pode conter componentes anal´ ogicos e/ou digitais. Ele pode ser utilizado em conjunto com o Capture para simular o comportamento de um circuito esquem´ atico. O que ´ e PSpice Model Editor? O Pspice Model Editor ´ e utilizado para a edi¸ c˜ ao dos modelos usados nas simula¸ co ˜es do PSpice. O que ´ e PSpice Optimizer? O PSpice Optimizer torna autom´ atico o processo iterativo de re-simula¸ ca ˜o, fazendo com que ele otimize os parˆ ametros para o projeto.

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O programa ´ ea vers˜ ao SPice (Simulation Program with Integrated Circuit Emphasis) desenvolvida pela Microsim Corporation a fim de rodar em computadores pessoais. SPice2. SPice3 1980: O projeto SPice ´ e de autoria de Laurence W. como veremos ao longo do curso. posteriormente. e utiliza-se o modo texto. est´ a no modo como os circuitos s˜ ao descritos. e a Microsim foi respons´ avel pelo seu desenvolvimento at´ e a vers˜ ao 8.2 2. da´ ı a letra P no in´ ıcio do nome. podemos citar: • BIAS 1970: Programa desenvolvido na Universidade da Calif´ ornia (UC) com a fun¸ ca ˜o de observar o efeito da varia¸ ca ˜o de temperatura em circuitos transistorizados simples. Entre esses programas. comumente utilizados. Entretanto.0. • CANCER 1971: Tamb´ em desenvolvido na Universidade da Calif´ ornia (UC) por uma equipe de alunos de p´ os-gradua¸ c˜ ao coordenados por Ronald A. A grande diferen¸ ca entre o PSpice A/D e as ferramentas Capture CIS e Layout Plus. a simula¸ c˜ ao de um circuito no PSpice ´ e feita de acordo com os passos listados no fluxograma abaixo: 4 . e na forma como os resultados s˜ ao mostrados ao usu´ ario: abandonam-se os recursos gr´ aficos.1 PSpice A/D Breve Hist´ orico A ferramenta PSpice A/D presente no pacote OrCAD ´ e um software utilizado na simula¸ c˜ ao de circuitos anal´ ogicos e digitais (Analog/Digital). O software SPice2 ´ e a base de todas as ferramentas de simula¸ ca ˜o atuais baseadas em SPice. da Universidade da Calif´ ornia (UC). Rohner. foi vendida a ` Cadence Design Systems. no entanto. Figura 1: S´ ımbolo do Pacote OrCAD 2. Isso normalmente afasta do PSpice aqueles que est˜ ao come¸ cando a utilizar o OrCAD. veremos que o processo ´ e bastante simples e pr´ atico. Em seguida. v´ arios softwares dedicados a ` an´ alise de circuitos el´ etricos foram desenvolvidos at´ e chegarmos ` a vers˜ ao PSpice que conhecemos hoje. • SPice. O programa foi elaborado com base nos estudos acerca das t´ ecnicas de descri¸ ca ˜o de circuitos e de solu¸ ca ˜o das equa¸ c˜ oes obtidas. a Microsim foi comprada pela empresa OrCAD que. Nagel.2 Simula¸ c˜ ao de Circuitos no PSpice A/D De maneira bastante simples. A primeira vers˜ ao do PSpice foi lan¸ cada no ano de 1984.

mas sim a extens˜ ao na qual ele ser´ a salvo. a cria¸ c˜ ao do arquivo de descri¸ c˜ ao do circuito ´ e feita a partir do pr´ oprio aplicativo. Agora. tamb´ em podemos editar esse arquivo a partir de algum editor de texto com o qual estamos familiarizados. veremos a configura¸ ca ˜o t´ ıpica de um arquivo de descri¸ ca ˜o de circuito no PSpice. Em ambos os casos (atrav´ es do aplicativo ou por meio do editor de texto) a estrutura do arquivo ser´ a a mesma.Figura 2: Fluxograma para simula¸ c˜ ao de circuitos no PSpice A/D No entanto. A cria¸ ca ˜o do arquivo de descri¸ c˜ ao do circuito a ser simulado pode seguir uma ordem de forma a manter a clareza do arquivo. Essa organiza¸ c˜ ao facilita o trabalho n˜ ao apenas do usu´ ario. o MS-Editor. O importante aqui n˜ ao ´ e o ambiente no qual o arquivo ser´ a criado. 5 . iremos descrever passo a passo o processo de descri¸ ca ˜o e simula¸ ca ˜o de circuitos utilizando essa ferramenta. Sugere-se: • T´ ıtulo • Declara¸ co ˜es de Dados • Declara¸ coes de An´ alise Padr˜ ao • Declara¸ co ˜es de Controle de Sa´ ıda • Declara¸ ca ˜o de Fim De acordo com o fluxograma da Figura 1. como o Bloco de Notas. ou qualquer outro editor dispon´ ıvel. No entanto. mas tamb´ em daqueles que futuramente ter˜ ao contato com o arquivo.

linhas que iniciam com um asterisco (*) introduzem coment´ arios2 . pois ´ e atrav´ es deles que iremos posicionar os componentes dentro do circuito.2. O t´ ıtulo pode conter qualquer caractere (o programa aceita ´ quanto min´ usculos). ´ e v´ alido ressaltar que o n´ o zero (0) ´ e sempre a referˆ encia ou terra. inicia-se a descri¸ ca ˜o do circuito para simula¸ ca ˜o. por exemplo. este ser´ a desconsiderado e usado como t´ ıtulo. os dispon´ ıveis s˜ ao: Nomenclatura Representa¸ cao Num´ erica 12 Tera 10 Giga 109 Mega 106 Kilo 103 Mili 10−3 Micro 10−6 Nano 10−9 Pico 10−12 Femto 10−15 1 Abrevia¸ c˜ ao T G MEG K M U N P F O PSpice A/D n˜ ao ´ e case sensitive. a linguagem de programa¸ c˜ ao n˜ ao faz distin¸ c˜ ao ´ entre caracteres MAIUSCULOS e min´ usculos. Cada linha representa um componente. ´ e bom que tenhamos todos os n´ os numerados. 6 . Caso um comando seja adicionado a esta linha espec´ ıfica do arquivo.) representam comandos especiais do PSpice. como. I para fontes de corrente e R para resistores.2. V para fontes de tens˜ ao. Antes de iniciarmos a descri¸ ca ˜o dos elementos de circuito.Figura 3: Estrutura do arquivo de descri¸ ca ˜o do circuito 2.1 T´ ıtulo A primeira linha do arquivo sempre deve ser destinada ao t´ ıtulo que identifica 1 o circuito descrito. ou seja. Aqui. sendo que a primeira letra ir´ a indicar o tipo de elemento que se est´ a incluindo ao circuito. 2 Coment´ arios tamb´ em podem ser inseridos ap´ os o uso de ponto-e-v´ ırgula(.).2 Declara¸ co ˜es de Dados Ap´ os o t´ ıtulo. 2. desde que se utilize apenas a tanto caracteres MAIUSCULOS primeira linha. No entanto. e linhas iniciadas por ponto final (. Caso haja a necessidade do uso de fatores de escala no circuito. entretanto.

Por exemplo: Capacitˆ ancia = Faraday (F).De forma geral. Correntes positivas.definem a polaridade da fonte. fluem do n´ o+.98 Fontes Independentes • Fonte de Tens˜ ao Vnome [n´ o+] [n´ o-] [tipo de onda] [valor] Exemplo: Vin 1 0 DC 5 • Fonte de Corrente Inome [n´ o+] [n´ o-] [tipo de onda] [valor] Exemplo: Iin 1 0 DC 2 NOTA: n´ o+ e n´ o. ser´ a tomada a unidade de medida padr˜ ao da grandeza em quest˜ ao. os componentes mais utilizados em circuitos s˜ ao declarados no arquivo conforme segue: Elementos Passivos • Resistor Rnome (n´ o+) (n´ o-) (valor)3 Exemplo: • Capacitor Cnome [n´ o+] [n´ o-] [valor] [IC = tens˜ ao inicial] Exemplo: • Indutor Lnome [n´ o+] [n´ o-] [valor] [IC = corrente inicial] Exemplo: L3 5 6 8 ic=20m C2 3 4 2u ic=2v R1 1 2 1k • Transformadores Lineares Knome L[indutorA] L[indutorB] [valor do acoplamento] Exemplo: Lx 2 3 500m Ly 5 4 400m Ktransf Lx Ly 0. Resistˆ encia = ohm (Ω). atrav´ es da fonte. Caso a unidade de medida n˜ ao seja especificada. Cuidado com essa conven¸ c˜ ao de n´ os. 3 7 . como sabemos. para o n´ o-.

Figura 4: Conven¸ ca ˜o de N´ os ⇒ Tipos de Onda A onda (tens˜ ao ou corrente, neste caso) pode ser apenas um valor constante (DC), ou pode, ainda, assumir outras formas: 1. Senoidal sin([V0] [VA] [F] [TD] [α])

Figura 5: Onda Senoidal A forma de onda sin faz com que a sa´ ıda comece em [V0] e permane¸ ca nesse valor durante [TD] segundos. Ent˜ ao, a sa´ ıda torna-se uma onda senoidal exponencialmente amortecida descrita pela equa¸ ca ˜o V = V 0 + V Ae−α(t−T D) sen(2(t − T D)) Caso os dois u ´ltimos parˆ ametros sejam omitidos, eles assumem o valor igual a zero. 2. Pulsante pulse([V1] [V2] [TD] [TR] [TF] [PW] [PER])

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Figura 6: Onda Pulsante A forma pulse faz a sa´ ıda come¸ car em [V1] e permanecer por [TD] segundos. A partir da´ ı, a sa´ ıda vai linearmente de [V1] a [V2] durante os [TR] segundos seguintes. A sa´ ıda mant´ em o valor [V2] por [PW] segundos. Retorna, ent˜ ao, linearmente a [V1] em [TF] segundos. Permanece em [V1] por [[PER]([TR]+[PW]+[TF])] segundos e o ciclo volta a se repetir, excluindo os [TD] segundos iniciais. 3. PWL pwl([T1] [V1] [T2] [V2] ... [TN] [VN])

Figura 7: Onda PWL Um sinal PWL descreve uma forma de onda de composi¸ c˜ ao linear (ponto a ponto). Cada par de valores tempo-sa´ ıda espec´ ıfica uma inflex˜ ao da forma de onda. A sa´ ıda entre esses pontos de inflex˜ ao ´ e uma interpola¸ c˜ ao linear da corrente nesses pontos. 4. Exponencial exp([V1] [V2] [TRD] [TRC] [TFD] [TFC])

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Figura 8: Onda Exponencial Essa forma de onda, tamb´ em usada em simula¸ c˜ oes, faz com que a corrente ou tens˜ ao de sa´ ıda seja [V1] para os primeiros [TRD] segundos. Em seguida, a sa´ ıda muda exponencialmente de [V1] para [V2] com uma constante de tempo [TRC], em [TFD] segundos. Finalmente, a sa´ ıda decai de [V2] para [V1] com uma constante de tempo [TFC]. O resumo abaixo mostra as ondas j´ a expostas aqui, e tamb´ em outras formas, com seus respectivos parˆ ametros.

Figura 9: Formas de Onda e parˆ ametros para declara¸ ca ˜o no PSpice Fontes Controladas (Fontes Dependentes) • Fonte de Tens˜ ao Controlada por Tens˜ ao (FTCT) Enome [n´ o+] [n´ o-] [n´ o+ controle] [n´ o- controle] [ganho] Exemplo: Esource 2 4 3 6 2.4 [n´ o+ controle] e [n´ o- controle] s˜ ao sempre em pares e definem um conjunto de tens˜ oes de controle que s˜ ao multiplicadas por [ganho]. 10

onde o primeiro bra¸ co ´ e formado por um curto circuito (no caso de controle por corrente) ou por um circuito aberto (controle por tens˜ ao). de controle V] ´ e uma fonte de tens˜ ao independente. sendo que o valor de tens˜ ao da fonte ´ e igual ` a 7. atrav´ es da FTCC chamada in. conectada entre os n´ os 4 e 3. • Fonte de Corrente controlada por Tens˜ ao (FCCT) Gnome [n´ o+] [n´ o-] [n´ o+ controle] [n´ o.7 vezes o valor da tens˜ ao entre os n´ os 1 e 9. atrav´ es da fonte. a corrente circula no sentido da queda de tens˜ ao.No exemplo acima. a corrente atrav´ es [disp. uma corrente igual a 1. temos uma FTCT chamada source. o PSpice fornece a penas o valor da corrente que circula atrav´ es de fontes independentes de tens˜ ao. fontes controladas s˜ ao comumente definidas como elementos constitu´ ıdos por dois bra¸ cos. NOTA: Na teoria de circuitos. atrav´ es dela. de controle V] [ganho] Exemplo: F4 3 7 Vout 1. o software exige que um dos bra¸ cos da fonte controlada por corrente seja formado por uma fonte de tens˜ ao independente.controle] [transcondutˆ ancia] Exemplo: GfonteI 4 3 1 9 1. de controle V] [transresistˆ encia] Nesse caso. sendo que o valor dessa corrente ´ e igual a 1. com uma tens˜ ao diferente de zero entre seus terminais. onde [disp. O conjunto de parˆ ametros do modelo de um dispositivo ´ e definido em uma declara¸ ca ˜o Note que. mesmo tratando-se de uma fonte. determina a tens˜ ao de sa´ ıda. possui. multiplicada por [transresistˆ encia]. No entanto.7 vezes o valor da corrente que circula atrav´ es dos terminais da fonte de tens˜ ao independente source. Por esse motivo. situada entre os n´ os 2 e 4 do circuito. com corrente fluindo do n´ o 4 para o n´ o 3. a FCCC chamada de 4 possui corrente circulando do n´ o 3.4 vezes a tens˜ ao entre os n´ os 3 e 6. a corrente flui do n´ o 1 para o n´ o 24 . para o n´ o 7. Exemplo: Hin 1 2 Vsource 7. circulando atrav´ es de seus terminais.2 Aqui. ao contr´ ario de fontes independentes. de controle V]. Dispositivos Semicondutores Os modelos de dispositivos semicondutores necessitam de in´ umeros parˆ ametros. • Fonte de Corrente controlada por Corrente (FCCC) Fnome [n´ o+] [n´ o-] [disp. 4 11 . sendo que a tens˜ ao entre esses dois n´ os ´ e 2.7 A fonte de corrente fonteI. • Fonte de Tens˜ ao controlada por Corrente (FTCC) Hnome [n´ o+] [n´ o-] [disp.7 Para esse exemplo. e o segundo bra¸ co ´ e constitu´ ıdo pela fonte controlada.2 vezes o valor da corrente que circula entre os terminais da fonte de tens˜ ao independente nomeada out.

Desse modo.10 do livro texto Sedra/Smith.include. feita como segue: . onde [tipo] refere-se ao tipo de dispositivo. a resistˆ encia s´ erie RS (=0Ω). O argumento [nome do modelo] ´ e o nome do elemento especificado na linha do modelo. Os parˆ ametros especificam: a corrente de satura¸ c˜ ao IS (default=10−14 A). Para uma descri¸ ca ˜o do modelo do diodo e de todos os seus parˆ ametros. o PSpice permite que se incorpore um arquivo ao c´ odigo utilizando o comando . e a ela ´ e atribu´ ıdo um nome u ´nico. tempo de transi¸ c˜ ao TT (=0seg). o coeficiente de emiss˜ ao N (=1). a declara¸ ca ˜o de um dispositivo semicondutor em um arquivo . uma biblioteca com modelos de dispositivos.model D[nome do modelo] D(IS= N= RS= CJO= TT= BV= IBV= ) O nome do elemento come¸ ca com D para indicar que o dispositivo em quest˜ ao ´ e um diodo. consulte a se¸ ca ˜o 3. a capacitˆ ancia de jun¸ c˜ ao CJO (=0F).model separada. por exemplo.model do modelo do dispositivo previamente declarado. o valor default (entre parˆ enteses) ´ e usado. tens˜ ao reversa de ruptura (breakdown voltage) BV (=infinito) e a corrente reversa de ruptura IBV (= 10−10 A).lib. o 2 Declara¸ ca ˜o .model D1N4148 D (IS=0.1p) • Transistores Bipolares 12 . • Diodo Linha do Elemento: Dnome [n´ o+] [n´ o-] D[nome do modelo] Linha do Modelo: . podendo ser: Referˆ encia Dispositivo D Diodo NMOS Transistor N-MOS PMOS Transistor P-MOS NJF JFET Canal N PJF JFET Canal P NPN Transistor Bipolar NPN PNP Transistor Bipolar PNP Al´ em disso. Exemplo de descri¸ c˜ ao de um diodo comercial 1N4148: Linha do Elemento: D1 4 0 D1N4148 Linha do Modelo: .1p RS=16 CJO=2p TT=12n BV=100 IBV=0. Caso um parˆ ametro n˜ ao seja especificado. n˜ ao h´ aa necessidade de colocarmos o modelo do dispositivo no c´ odigo. tal como a modelos.cir ´ e feita em duas linhas (duas etapas): 1o Declara¸ ca ˜o do Dispositivo. Portanto. Nesse caso.model [nome do modelo] [tipo] ([parˆ ametros]). o dispositivo semicondutor pode ser adicionado ao arquivo em uma u ´nica linha. Esse comando possibilita incluirmos.de modelo .

RD e RS (resistˆ encias o ˆhmicas do dreno e da fonte = 0Ω). Entre os parˆ ametros deste dispositivo.model [nome do modelo] NMOS(ou PMOS) (parˆ ametros=) 13 . IS (corrente de satura¸ ca ˜o = 10−14 A).75 TR=46.5 CJE=22. Se nenhum valor for especificado. de emissor RE (0Ω) e de coletor RC (0Ω). IS ´ e a corrente de satura¸ c˜ ao e VAF ´ e a tens˜ ao Early. os tempos de transi¸ ca ˜o TT (0seg) e TR (0seg). respectivamente. os valores default s˜ ao utilizados (BF=100.377 VJE=. Exemplo de descri¸ c˜ ao do transistor NPN 2N2222A: Linha do Elemento: QTJB 1 2 Q2N2222A Linha do Modelo: . incluindo as capacitˆ ancias de jun¸ ca ˜o CJE (0p) e CJC (0p). Assim como nos diodos. CGD e CGS (capacitˆ ancias de jun¸ c˜ ao gate-dreno e gate-fonte = 0p).01p MJE=. consulte a se¸ ca ˜o 5.1p ITF=. • Transistores MOSFETS Linha do Elemento: Mnome [n´ oD] [n´ oG] [n´ oS] [n´ oB] [nome do modelo] L= W= Linha do Modelo: .7 XTF=3 RB=10) • Transistores JFETS Linha do Elemento: Jnome [n´ oD] [n´ oG] [n´ oS] [nome do modelo] Linha do Modelo: .model Q2N2222A NPN (IS=14.34f XTI=3 EG=1.75 FC=. consulte a se¸ ca ˜o 4. BETA (coeficiente de transcondutˆ ancia = 10−4 A/V 2 ). [nome do modelo] representa o nome do modelo de transistor bipolar especificado na linha de modelo.Linha do Elemento: Qnome [n´ oC] [n´ oB] [n´ oE] [nome do modelo] Linha do Modelo: .13 do livro-texto Sedra/Smith.092 NC=2 ISC=0 IKR=0 RC=1 CJC=7. BF ´ e o ganho de corrente em emissor comum β . Os argumentos [n´ oC] [n´ oB] e [n´ oE] indicam os n´ os aos quais est˜ ao conectados o coletor. Outros parˆ ametros podem ser especificados. Para uma descri¸ ca ˜o mais completa do transistor bipolar e de todos os seus parˆ ametros.34f IKF=. a base e o emissor. a letra J referencia um transistor JFET.9 NE=1. a resistˆ encia de base RB (0Ω). [n´ oD] [n´ oG] e [n´ oS] indicam os n´ os dos terminais dreno.11 VAF= 74.model [nome do modelo] NPN(ou PNP) (BF= IS= VAF=) O nome do elemento come¸ ca com Q para referenciar um transistor de jun¸ c˜ ao bipolar (TJB).5 BR=6. respectivamente. gate e fonte. podemos encontrar: VT0 (tens˜ ao de limiar = -2V default para JFET N).model [nome do modelo] NJF(ou PJF) (parˆ ametros=) Aqui.16 do livro-texto Sedra/Smith.3416 VJC=. LAMBDA (modula¸ ca ˜o de comprimento do canal = 0V −1 ).2847 XTB=1. Para uma descri¸ ca ˜o mais completa do modelo do FET e de todos os seus parˆ ametros. IS=10−16 A e VAF=infinito).6 VTF=1.306p MJC=.91n TF=411.307 ISE=14.03 BF=255.

Para entendermos o funcionamento dessa ferramenta.9173E-05 + UO=699.Os transistores MOSFETS.prm.0910E-02 GAMMA=0.2665E-10 CJ=2. a n˜ ao ser em bibliotecas espec´ ıficas. s˜ ao identificados pela letra M. gate. Para isso. usamos subcircuitos. ´ e necess´ aria a especifica¸ c˜ ao de v´ arios outros parˆ ametros relacionados a ` geometria do transistor. n˜ ao teremos acesso aos parˆ ametros do mesmo.3 THETA=1. Trecho da descri¸ ca ˜o do circuito: 14 . em geral.7770E-09 KP=7.0000E-11 + CGBO=3. fonte e substrato.0000E-01 PB=9. em alguns casos. Mesmo assim. A se¸ ca ˜o 5. basta copiarmos esse arquivo e adicion´ a-lo ao nosso arquivo .2520E+00 LD=1. como j´ a mencionado no trecho dedicado a transistores JFETS.lib. os n´ os de localiza¸ c˜ ao dos terminais dreno. Por esse motivo.MODEL CMOSN NMOS LEVEL=3 PHI=0.5623 + NSUB=1. descrevendo um duplicador de tens˜ ao e replicando essa descri¸ ca ˜o usando subcircuitos. ineficiente o uso de tais bibliotecas.200000U + TPG=1 VTO=0. nessa ordem. quando lidamos com circuitos integrados.4287E-01 CJSW=1. que traz os parˆ ametros de um dispositivo CMOS tipo N: .2260E-01 RSH=9. arquivos com fins educacionais que trazem especificados esses parˆ ametros.700000 TOX=3.7366E-04 MJ=5.cir que ir´ a simular o circuito com o dispositivo em quest˜ ao. desejamos simular dispositivos mais complexos ou n˜ ao disponibilizados pelas bibliotecas do software de simula¸ ca ˜o. No caso de amplificadores operacionais. n˜ ao h´ a um modelo SPICE pronto para descrevˆ e-los.L e W servem para informamos o comprimento e a largura do dispositivo ao simulador. Esses dois parˆ ametros s˜ ao. vamos implementar um multiplicador de tens˜ ao. Desse modo.mosis. ´ e a obten¸ ca ˜o de resultados bastante pr´ oximos aos valores reais antes de implementarmos o sistema fisicamente. suficientes para especificarmos transistores discretos.9540E-01 CGDO=5. [n´ oD] [n´ oG] [n´ oS] e [n´ oB] representam. as in´ umeras formas diferentes de implementarmos um amplificador operacional (ou outro dispositivo) torna.0500E-08 XJ=0. Em situa¸ c˜ oes como essas. traz detalhes a respeito dos parˆ ametros de dispositivos FETS.0000E-11 CGSO=5.2210E+16 NFS=6. NOTA referente aos dispositivos semicondutores: A id´ eia de utilizarmos a simula¸ ca ˜o de circuitos el´ etricos. a menos que tenhamos um contrato firmado com a empresa fabricante do dispositivo a ser simulado. a informa¸ ca ˜o dos parˆ ametros dos dispositivos ao software de simula¸ ca ˜o ´ e de extrema importˆ ancia.5000E+11 VMAX=2. como a modelo. por exemplo. encontramos em alguns endere¸ cos da web. No entanto. segue o arquivo texto retirado da p´ agina http://www. Abaixo.7362E-10 + MJSW=1.0250E+05 ETA=1.9000E-01 Subcircuitos Muitas vezes. No entanto. dentro do PSpice.5705 DELTA=1.com/cgibin/cgiwrap/umosis/swp/params/ami abn/n75q.13 do livro-texto Sedra/Smith.0560E-01 + KAPPA=1.

O Spice pode realizar diversos tipos de an´ alises de circuitos.Entre as mais importantes podemos destacar: • An´ alise DC n˜ ao-linear: Calcula a curva de transferˆ encia DC. Transiente. e an´ alise para pequenos sinais AC.Multiplicador de tensao . em engenharia el´ etrica.3 Declara¸ co ˜es de An´ alise Padr˜ ao A simula¸ ca ˜o de um circuito eletrˆ onico normalmente envolve a combina¸ c˜ ao de trˆ es an´ alises: ponto de opera¸ ca ˜o (an´ alise DC). 5 15 . an´ alise de transientes5 no dom´ ınio do tempo.2. • An´ alise de transientes n˜ ao-linear: Calcula a tens˜ ao e a corrente em fun¸ c˜ ao do tempo quando um sinal grande ´ e aplicado.include modelo.subckt dup 1 2 3 4 C1 1 3 100nf C2 2 4 100nf D1 2 3 D1N4148 D2 3 4 D1N4148 . ´ e um surto de tens˜ ao el´ etrica que ocorre num intervalo de tempo muito pequeno.lib *Subcircuito do duplicador .ends *Descricao X1 1 0 2 3 X2 2 3 4 5 X3 4 5 6 7 Ven 1 0 0V do circuito dup dup dup sin(0 10 60Hz) A figura abaixo mostra o esquem´ atico do circuito descrito acima: Figura 10: Esquem´ atico de um duplicador de tens˜ ao e de um multiplicador de tens˜ ao 2.

Esse tipo de an´ alise normalmente ´ e utilizado no estudo dos seguintes pontos fundamentais: – Ponto de opera¸ c˜ ao DC. num passo dado por [incremento]. Essa fonte ´ e percorrida linearmente de [valor de partida] a [valor final].DC Vin 10 10 1 A curva de bode ´ e a ferramenta visual mais usada para o estudo de uma resposta em freq¨ uˆ encia. – Sensibilidade para pequenos sinais. Exemplo: • An´ alise AC Como observado anteriormente. Atrav´ es desse tipo de an´ alise podemos obter: 6 . a an´ alise AC ´ e realizada para a observa¸ c˜ ao do circuito no dom´ ınio da freq¨ uˆ encia. ´ e realizada considerando apenas a componente cont´ ınua.• An´ alise linear AC: Calcula a sa´ ıda em fun¸ c˜ ao da freq¨ uˆ encia. Nesse caso. 16 . [incremento] deve ser sempre superior a zero. ou seja. um gr´ afico de bode ´ e gerado. – Parametriza¸ c˜ ao linearizada dos modelos. em passos de 1mA. Nesse tipo de 6 an´ alise. a varredura pode ser processada em qualquer sentido. • An´ alise DC A an´ alise das tens˜ oes e das correntes de um circuito no modo DC. se desejado. • An´ alise de Monte Carlo: Varia os valores dos componentes segundo uma distribui¸ ca ˜o estat´ ıstica.DC [vari´ avel varredura] [valor de partida] [valor final] [incremento] Onde: [vari´ avel varredura] ´ e o nome de uma fonte independente de tens˜ ao ou de corrente do circuito descrito. A seguir. Exemplo: . • An´ alise de Fourier: Calcula e plota o espectro de freq¨ uˆ encias do circuito. A varredura completa tamb´ em pode especificar apenas um ponto. . – Curvas de transferˆ encia DC. [valor de partida] pode ser maior ou menor que [valor final]. sendo bastante empregada para a obten¸ ca ˜o da curva caracter´ ıstica de componentes. – Fun¸ c˜ ao de transferˆ encia para pequenos sinais. variando de 1mA a 10mA. e capacitores s˜ ao circuitos abertos.DC I1 1m 10m 1m O exemplo promove uma varredura em CC para a fonte de corrente I1 do circuito. fontes AC e indutores s˜ ao curto-circuitados. as declara¸ co ˜es de an´ alise padr˜ ao disponibilizadas pelo SPICE s˜ ao mostradas de maneira mais detalhada.

. com o objetivo de obter: – Resposta de circuitos para sinais alternados ou pulsos. [n de pontos] especifica o n´ umero de pontos a ser analisado na varredura.AC LIN 1 100hz 100hz Aqui.TRAN [passo] [tempo final] (tempo sem imprimir) (UIC) A an´ alise transiente calcula o comportamento do circuito no tempo. O valor [freq. deste ´ o intervalo de tempo empregado para plotagem ou t=0 at´ e [tempo final].AC (LIN) ou (OCT) ou (DEC) [no de pontos] [(freq. • An´ alise Transiente Realizada para observar o comportamento do circuito no dom´ ınio do tempo. (tempo sem imprimir) ´ e um parˆ ametro opcional. e ambas devem ser superiores a zero. . a varredura tamb´ em pode especificar um u ´nico ponto. Aqui. final] Onde: (LIN). [n de pontos] ´ e o n´ umero de pontos por d´ ecada. e serve para indicar o tempo a partir do qual a sa´ ıda ser´ a impressa.– Curva de resposta de filtros que variam com a freq¨ uˆ encia. Exemplo: . (DEC): Varredura em d´ ecadas. Por isso. Equivale ` a an´ alise efetuada com o oscilosc´ opio. (OCT) e (DEC) s˜ ao palavras-chave que especificam o tipo de varredura conforme especificamos abaixo: (LIN): Varredura Linear. – An´ alise de ru´ ıdo e de distor¸ c˜ ao no circuito. final] n˜ ao deve ser inferior a [(freq. Assim como na an´ alise DC. A freq¨ uˆ encia ´ e percorrida logaritmicamente o em oitavas. Apenas um entre [LIN]. E impress˜ ao dos resultados da an´ alise.AC LIN 101 100khz 200khz O exemplo acima ilustra uma resposta em freq¨ uˆ encia linear. Nesse caso. [OCT] e [DEC] deve ser especificado dentro da an´ alise AC. A freq¨ uˆ encia ´ e percorrida logaritmicamente o em d´ ecadas. final]. uma solu¸ ca ˜o em regime permanente CA para uma rede com freq¨ uˆ encia de 100Hz. A freq¨ uˆ encia varia linearmente de [(freq. tendo 101 pontos distribu´ ıdos na faixa de 200KHz. [n de pontos] especifica o n´ umero de pontos a ser analisado por oitava durante a varredura. – An´ alise de Fourier (conforme veremos a seguir). ´ e o tipo de an´ alise mais utilizado em simula¸ c˜ oes el´ etricas. (OCT): Varredura em Oitavas. de o partida)] at´ e [freq. A palavra-chave UIC (Use Initial Conditions ) faz com que o conjunto de 17 . de partida)]. de partida)] [freq. Exemplo: .

possamos medir a corrente que passa nessa fonte (corrente do ramo). ´ e importante ressaltarmos dois aspectos indispens´ aveis para que as sa´ ıdas escolhidas possam ser geradas corretamente. em t=0. devemos adicionar uma fonte de tens˜ ao de 0V em s´ erie com o ramo em quest˜ ao para que.FOUR [freq¨ uˆ encia] [lista de vari´ aveis de sa´ ıda] [lista de vari´ aveis de sa´ ıda] ´ e uma lista de uma ou mais vari´ aveis de sa´ ıda para as quais se deseja obter as componentes de Fourier. . em que Vnome ´ e o nome da fonte de tens˜ ao independente atrav´ es da qual a corrente est´ a fluindo. NOTA acerca de condi¸ coes iniciais: A declara¸ ca ˜o . Se desejarmos observar uma corrente em um ramo no qual n˜ ao h´ a fonte de tens˜ ao.FOUR 10k V(5) I(7).TRAN (conforme descrito acima). Exemplo: .IC V(2)=5 V(5)=-4 V(3)=10. respectivamente. A an´ alise de transiente deve ter. A an´ alise de Fourier ´ e feita a partir dos resultados da an´ alise transit´ oria para uma ou mais vari´ aveis de sa´ ıda especificadas. Exemplo: . a freq¨ uˆ encia fundamental e as harmˆ onicas de ordem 2 a 9 s˜ ao calculadas. -4V e 10V. 5 e 3 do circuito. com sa´ ıda plotada ou impressa a cada intervalo de 1ns. 1/[freq¨ uˆ encia] segundos de dura¸ ca ˜o. a componente cc.4 Declara¸ co ˜es de Controle de Sa´ ıda Antes de serem citadas as declara¸ co ˜es de sa´ ıda. A freq¨ uˆ encia fundamental para a decomposi¸ ca ˜o. Onde cada [valor] ´ e uma tens˜ ao associada ao [n´ ox] no tempo t=0 para a an´ alise de transiente. Exemplo: . Efetua uma an´ alise de transit´ orio no intervalo de 0 a 100ns. A partir destas tens˜ oes ou correntes. ´ e de 10KHz. Estabelece as tens˜ oes iniciais nos n´ os 2. Tais correntes s˜ ao especificadas na forma I(Vnome).IC ´ e freq¨ uentemente usada para estabelecer as condi¸ co ˜es inicias a uma an´ alise de transiente. S˜ ao eles: • O SPICE permite que apenas as correntes fluindo atrav´ es de fontes independentes de tens˜ ao sejam observadas. • An´ alise de Fourier A an´ alise de Fourier produz uma decomposi¸ ca ˜o em componentes de Fourier. Tem o formato . Calcula as componentes de Fourier para as vari´ aveis V(5) e I(7). Uma declara¸ c˜ ao . como sendo 5V.TRAN 1n 100n. A freq¨ uˆ encia fundamental ´ e [freq¨ uˆ encia]. que especifica o per´ ıodo para a an´ alise.FOUR requer uma declara¸ ca ˜o . como resultado de uma an´ alise transit´ oria. neste caso. 2. pelo menos.condi¸ co ˜es iniciais para capacitores e indutores especificados por IC seja considerado na an´ alise. 18 .IC V([n´ o1])=[valor] V([n´ o2])=[valor] V([n´ on])=[valor]. dessa forma. como j´ a mencionado em NOTA referente a Fontes de Tens˜ ao Controladas por Corrente.2.

CC e Transiente saiam em forma de tabelas. Imprime os valores CC para V(1) e →Extens˜ ao: A declara¸ ca ˜o . Exemplo: R(12).efetuadas ao longo do c´ odigo.PLOT (DC) ou (AC) ou (TRAN) (vari´ avel de sa´ ıda) ([limite inferior]. CA e Transiente .PLOT.PRINT (DC) ou (AC) ou (TRAN) (vari´ avel de sa´ ıda) De acordo com o formato de declara¸ ca ˜o acima.[limite superior]) Conforme mostrado no formato de declara¸ c˜ ao acima. Um u ´nico tipo de an´ alise deve ser especificado. • Impress˜ ao A declara¸ ca ˜o . Por´ em. AC e TRAN definem os tipos de an´ alise que podem ter sa´ ıda na declara¸ ca ˜o .[limite superior]).n´ o2). DC. (vari´ avel de sa´ ıda) ´ e uma lista das vari´ aveis de sa´ ıda desejadas.PLOT. (vari´ avel de sa´ ıda) ´ e uma lista das vari´ aveis de sa´ ıda desejadas para plotagem. na forma V(n´ o1.5m) O exemplo plota a resposta de transit´ orio de V(5) e V(2) entre os limites 0V e 5V. AC e Transiente s˜ ao os u ´nicos tipos de an´ alise que podem ser plotados.PLOT TRAN V(5) V(2) (0. • Plotagem A declara¸ c˜ ao . O eixo X gerado ´ e determinado pelo tipo de an´ alise que est´ a sendo plotado. o SPICE determinar´ a automaticamente os limites de plotagem. Caso nenhum valor de limite seja especificado. O formato da sa´ ıda ´ e determinado pela especifica¸ ca ˜o do comando .PRINT. Exemplo: .PRINT DC V(1) R(12). assume-se o n´ o terra (0V).5v) I(R1) I(VCC) (-5m. Caso um dos n´ os seja omitido. e I(R1) e I(VCC) entre os limites -5mA e 5mA. tenham sa´ ıda na forma de plotagem em impressoras. Ao contr´ ario do que ocorre com a plotagem.WIDTH estabelece o tamanho da sa´ ıda (tabela). sendo que no m´ aximo oito vari´ aveis s˜ ao permitidas em uma declara¸ ca ˜o . . . assim como em . aqui n˜ ao h´ a limite para o n´ umero de vari´ aveis de sa´ ıda.PLOT permite que os resultados de an´ alises CC. as an´ alises DC. o eixo Y pode ter ([limite inferior]. sendo que apenas um deles deve ser especificado por declara¸ ca ˜o.• Uma vari´ avel do tipo tens˜ ao ´ e especificada como a tens˜ ao diferencial entre dois n´ os. descrito abaixo.PRINT permite que resultados de an´ alise CA.WIDTH. .WIDTH OUT = [valor] 19 . .

5 Declara¸ co ˜es de Fim A declara¸ c˜ ao . e resolve esse sistema de equa¸ co ˜es utilizando m´ etodos num´ ericos. 2. as vers˜ oes mais recentes do programa PSpice geram o arquivo . • Verifique se todos os parˆ ametros dos modelos s˜ ao realistas. principalmente se o modelo foi criado ou editado por vocˆ e. • Verifique se todos os componentes est˜ ao com seus valores indicados corretamente (por exemplo. Deve ser sempre a u ´ltima linha do arquivo . a an´ alise gr´ afica das grandezas do circuito simulado requer o comando .CIR.PROBE fosse usado sem argumentos (sinais de corrente.ENDS e . se as polaridades est˜ ao corretas e se existe um caminho DC de qualquer n´ o para o n´ o terra. Sempre vem antecedida do comando . Atrav´ es do uso do comando .subckt. Caso o comando . sendo indispens´ avel a qualquer arquivo . sem a necessidade desse comando.CIR. e deve ser 80 ou 132. .END. n˜ ao s˜ ao raras as vezes em que o software depara-se com erros de convergˆ encia durante a simula¸ c˜ ao.DAT para todos os elementos do circuito descrito. ent˜ ao.2.Onde [valor] ´ e o n´ umero de colunas da tabela.END assinala o fim da descri¸ c˜ ao do circuito. a an´ alise gr´ afica ser´ a poss´ ıvel apenas em cima das correntes que circulam atrav´ es das fontes Vin. Ou seja.DAT de sinais pr´ e-determinados. ou omitirmos os sinais e deixarmos que o software crie o . 2. no caso).DAT automaticamente.DAT para todos os elementos do circuito descrito na ocasi˜ ao. sendo que 80 colunas ´ e o valor default para o programa. o Spice iria gerar um arquivo . • An´ alise Gr´ afica A presen¸ ca do comando .PROBE I(Vin) I(VR2) I(VR3) O exemplo mostra que. que cont´ em os dados que ser˜ ao utilizados pelo programa gr´ afico PROBE. NOTA: N˜ ao confunda as declara¸ co ˜es . Entre os cuidados comuns a serem tomados durante a descri¸ c˜ ao do circuito a ser simulado podemos destacar: • Verifique se todas as conex˜ oes do circuito s˜ ao v´ alidas. A primeira delas marca o fim da descri¸ ca ˜o de um subcircuito.3 Erros de Convergˆ encia Tendo em vista que o simulador Spice gera um sistema de equa¸ c˜ oes ´ ıntegrodiferenciais a partir da an´ alise nodal ou de malhas do circuito descrito.CIR. MEG ao inv´ es de M(mili) para indicarmos a potˆ encia 6 10 . VR2 e VR3.CIR.PROBE na descri¸ c˜ ao do arquivo .PROBE no arquivo . podemos gerar o arquivo . No entanto. Exemplo: . Componentes sem um valor atribu´ ıdo s˜ ao colocados com valores default determinados pelo simulador.END finaliza o circuito completo. 20 . ao final da simula¸ ca ˜o.PROBE no arquivo de descri¸ ca ˜o do circuito faz com que seja gerado em disco um arquivo com extens˜ ao .DAT.

o passo de tempo deve ser inferior a esse valor. Isso seleciona o tipo de m´ etodo de integra¸ c˜ ao que o Spice usa para resolver as equa¸ co ˜es de transiente. Assim como no uso de NODESETS para a solu¸ ca ˜o de convergˆ encia em an´ alise DC. O passo de tempo deve ser pequeno o suficiente para fornecer uma resolu¸ ca ˜o apropriada para as formas de onda de chaveamento geradas pela simula¸ ca ˜o. Por exemplo. Deve ser usada para todos os circuitos de chaveamento. isso faz com que o simulador n˜ ao realize a an´ alise de ponto de opera¸ ca ˜o DC. as solu¸ c˜ oes iniciais podem produzir solu¸ c˜ oes incorretas. • Verifique se o passo de tempo fornece uma resolu¸ ca ˜o apropriada. Isso diminui a precis˜ ao da simula¸ ca ˜o incrementando a tolerˆ ancia de erro relativo necess´ ario para a convergˆ encia. que ser´ a vista a seguir.TRAN. esse valor pode ser maximizado a fim de reduzir o tempo de simula¸ c˜ ao. • Aumente os tempos de subida e de descida de fontes pulsantes do circuito. O passo temporal deve ser menor do que o per´ ıodo mais curto da simula¸ c˜ ao.01. 21 .01 na declara¸ c˜ ao . • Coloque RELTOL=.• Verifique se todos os n´ os possuem duas conex˜ oes. • Verifique se a letra O n˜ ao foi usada no lugar do algarismo 0 (zero). O tempo de execu¸ c˜ ao da simula¸ c˜ ao tamb´ em ´ e reduzido com o incremento de RELTOL. • Verifique se as fontes de tens˜ ao e de corrente est˜ ao com a sintaxe correta e com valores apropriados. Outros fatores. • Use um equivalente s´ erie no lugar dos capacitores e das fontes de corrente que estiverem em s´ erie.3.1 Solu¸ c˜ oes de Convergˆ encia em Transientes • Verifique se a convergˆ encia DC foi obtida. tais como o tempo em ON. Uma vez que a convergˆ encia tenha sido obtida. tem a tendˆ encia de produzir oscila¸ c˜ oes.OPTIONS. • Veja as mensagens de erro para verificar se o problema de convergˆ encia pertence exclusivamente a ` simula¸ ca ˜o do transiente. Nunca deve ser menor do . em um oscilador de 100KHz o per´ ıodo ´ e de 10us.OPTIONS. trapezoidal.OPTIONS. tamb´ em devem ser considerados na hora de definirmos o passo. coloque METHOD=GEAR na declara¸ ca ˜o . Mudan¸ cas dr´ asticas na tens˜ ao podem resultar em problemas de n˜ ao-convergˆ encia. Isso aumenta o n´ umero de itera¸ co ˜es realizadas pelo Spice antes que um aviso de n˜ ao-convergˆ encia apare¸ ca e que a simula¸ ca ˜o seja abortada. A integra¸ ca ˜o default. 2. portanto. • Adicione UIC (Use Initial Conditions) na declara¸ ca ˜o . • Coloque ITL4=500 na declara¸ ca ˜o . • Verifique se os ganhos das fontes dependentes est˜ ao corretos. • Para circuitos oscilat´ orios ou de chaveamento. por isso os resultados devem ser verificados.

Isso pode reduzir drasticamente o n´ umero de itera¸ c˜ oes necess´ arias para a convergˆ encia. com o valor atribu´ ıdo globalmente por RSHUNT. 2. entre todo n´ o do circuito e o n´ o terra.OPTIONS. Tome o cuidado de permitir tempo suficiente para as fontes chegarem ao seu valor final para que n˜ ao haja resultados errados. Uma solu¸ ca ˜o obtida usando esta t´ ecnica de convergˆ encia pode ser resultar em um ponto de opera¸ c˜ ao incorreto. Por exemplo. aumentando a probabilidade de uma simula¸ ca ˜o convergente. Isso permite ao usu´ ario ligar as fontes de alimenta¸ ca ˜o.OPTIONS. • Coloque GMIN na declara¸ ca ˜o . As tens˜ oes s˜ ao ent˜ ao gradualmente incrementadas do ponto de opera¸ ca ˜o DC que convergiu (ou de zero volts) at´ e o valor atribu´ ıdo. usando o ponto DC anterior como tentativa inicial. • Use declara¸ co ˜es . Esse processo continua at´ e que um ponto de opera¸ ca ˜o DC tenha sido estabelecido para os valores atribu´ ıdos para os est´ ımulos do circuito.OPTIONS. Usar esses passos pode n˜ ao produzir um ponto de opera¸ c˜ ao v´ alido.2 Solu¸ c˜ oes para Convergˆ encia DC • Coloque ITL1=400 na declara¸ ca ˜o .NODESET. Isso faz com que todas as fontes independentes aumentem a partir de zero no in´ ıcio da an´ alise transiente. • Adicione declara¸ co ˜es .• Coloque RAMPTIME=10ns na declara¸ ca ˜o . O algoritmo usa os aumentos graduais na tens˜ ao para estabelecer um novo ponto de opera¸ c˜ ao DC.3 Solu¸ c˜ oes de Convergˆ encia AC N˜ ao use os passos 3 a 5 das solu¸ c˜ oes de convergˆ encia DC. Tens˜ oes podem ser atribu´ ıdas aos n´ os no desenho esquem´ atico de mais alto n´ ıvel. Essa op¸ c˜ ao coloca um resistor. 2. A tentativa inicial feita pelo Spice para determinar o ponto de opera¸ ca ˜o DC incorpora os NODESETS. a an´ alise AC tamb´ em convergir´ a. Uma vez que tenha havido a convergˆ encia DC.NODESET. valores impr´ oprios nos NODESETS podem resultar em resultados imprecisos. Isso diminui todos os est´ ımulos DC at´ e que um ponto de opera¸ c˜ ao DC seja determinado ou que eles sejam reduzidos para zero volts.OPTIONS.3. Isso aumenta o n´ umero de itera¸ co ˜es realizadas pelo Spice antes que um aviso de n˜ ao-convergˆ encia apare¸ ca e que a simula¸ ca ˜o seja abortada. • Coloque RSHUNT na declara¸ ca ˜o . • Coloque ITL6=100 na declara¸ c˜ ao . Como mencionado acima.PULSE para ligar fontes de alimenta¸ ca ˜o DC. Deve ser usado com cautela. V1 3 0 5 DC torna-se V1 3 0 pulse 0 15. que ´ e essencial para que o Spice linearize o circuito. Um tempo de subida tamb´ em pode ser usado para fornecer um comportamento mais realista.3.OPTIONS. Deve-se tomar muito cuidado com declara¸ co ˜es . Isso atribui a condutˆ ancia m´ ınima de todos os dispositivos semicondutores. 22 . Coloque GMIN=1n ou GMIN=1u.

VHDL File: Utilizado para criar um novo arquivo VHDL.3 Capture A figura abaixo demonstra a interface inicial do Orcad: 3. Seguintes tipos espec´ ıficos: Analog or Mixed A/D (PSpice design). devemos ir at´ e File. 4. 5. aberto no editor de texto do Capture. aberto no editor de texto do Capture. escolher a op¸ c˜ ao New e em seguida escolher Project. 23 . Library: Cria uma nova biblioteca. como ´ e mostrado abaixo: 1. Project: Cria um novo projeto. Design: Cria um schematic folder. 3.1 Como iniciar o desenho de um circuito? Para iniciarmos o desenho de um circuito a ser simulado. Text File: Utilizado para criar um novo arquivo de texto. com uma schemetic page a qual ´ e aberta pelo Capture atrav´ es do schematic page editor. 2. PC Board Wizard (PCB design) Programmable Logic Wizard (CPLD or FPGA) ou Schematic (Blank schematic project).

escolher a op¸ ca ˜o Analog or Mixed A/D para dircionar o projeto para um design anal´ ogico ou com sinal misto. 2. 3.6. Devemos dar um nome ao projeto (escrito sem acento e sem espa¸ cos entre as palavras). Obs. Import Selection: Importa os conte´ udos de arquivo criados com o comando Export Selection no menu File para o schematic page ativo. ou ainda clicar no ´ ıcone Place part. Export Design: Exporta designs EDIF e schematics pages DXF . Analog or Mixed A/D: Direciona o projeto para um design anal´ ogico ou com sinal misto. Import Design: Importa os designs EDIF e PDIF. 4. 5.: Devemos dar um nome ao projeto (escrito sem acento e sem espa¸ cos entre as palavras). Obs. localizado bem a ` direita da tela. deve-se clicar em PLACE e escolher a op¸ ca ˜o PART.2 Adicionando componentes Para adicionar componentes. Tip for New Users: Dicas para usu´ arios sobre as op¸ co ˜es de projetos dispon´ ıveis. Name: Nome do novo projeto. Location: Local onde o arquivo gerado ser´ a salvo. Com isso. Export Selection: Exporta objetos selecionados na schematic page para design ou library. PC Board Wizard: Direciona o projeto para um design PCB. 7. 8. 1. Al´ em disso. aparecer´ a a seguinte caixa de di´ alogo: 24 .: as pastas escolhidas n˜ ao devem conter acento ou espa¸ cos entre elas. 10. devemos escolher a loca¸ ca ˜o do arquivo. 6. 9. 3. ou usar a tecla de atalho Shift+P. Schematic: Cria um projeto b´ asico contendo somente um arquivo de design. PSpice Library: Gerencia Bibliotecas do PSpice.

como temos abaixo: Assim. ou ainda procurar um determinado componente em todas as bibliotecas existentes no programa. Part List: Lista com o nome dos componentes existentes nas bibliotecas. Part: Especificar o nome do componente do circuito que se deseja encontrar. de posse do componente desejado. ´ poss´ 3. ou dar o caminho da biblioteca desejada.1. Add Library: Adiciona novas bibliotecas. 2. basta clicar em OK para termos o componente selecionado na a ´rea de trabalho. Podemos tamb´ em adicionar uma biblioteca das que s˜ ao mostradas nesta caixa de di´ alogo clicando em Add Library. Nesta caixa de di´ alogo vocˆ e pode selecionar o componente desejado escrevendo o nome do referido componente no espa¸ co PART. 25 . 4. clicando Part Search. 7. 5. Remove Library: Remove bibliotecas. Part Search: Faz a busca de componentes nas bibliotecas existentes no programa. Libraries: E ıvel selecionar uma ou mais bibliotecas a partir da lista de bibliotecas dispon´ ıveis. 6. Preview box: Mostra o desenho do componente selecionado.

3. 12. 26 . Zoom Out: Use esse comando para diminuir o zoom da Schematic Page ou de um componente. 2. Ascend Hierarchy: Use este comando para ver a origem da p´ agina schematic ativa. Edit Part: Use este comando para abrir a Part selecionada em uma janela e edit´ a-la. caso contr´ ario. ela abre em uma nova janela do editor da schematic page. 5. Mirror Horizontally: Espelha o componente horizontalmente. 7. 4. basta clic´ a-lo com o bot˜ ao direito do mouse para termos uma s´ erie de op¸ c˜ oes referentes a este componente. Edit PSpice Stimulus: Edita o est´ ımulo dado por uma fonte de tens˜ ao. Se a origem da schematic ´ e aberta em outra janela. 14. essa janela se torna ativa. 13. 10. Zoom In: Use esse comando para ampliar a Schematic Page ou um componente. Link Database Part: Relaciona os dados do componente com um arquivo ou modelo. Rotate: Gira objetos selecionados no sentido anti-hor´ ario. Edit Properties: Abre o editor de propriedades onde o componente selecionado pode ser editado. 8. 6. View Database Part: Visualiza os dados do componente selecionado. Edit PSpice Model: Edita o modelo do componente. como mostrado abaixo: 1. Este comando s´ o est´ a dispon´ ıvel quando o componente est´ a selecionado ou o bloco hier´ arquico tem uma pasta ou arquivo schematic anexado. Descend Hierarchy: Utilizado para visualizar a schematic page.Ap´ os colocado o componente. Mirror Verticaly: Espelha o componente verticalmente. Go To: Posiciona o componente na tela do computador segundo um eixo de coordenadas. 9. 11.

1. Cut: Remove o objeto selecionado e coloca na ´ area de transferˆ encia. mostrada a seguir.: O “label” e o valor da resistˆ encia tamb´ em podem ser alterados com um duplo clique na “letra R” do componente e no seu valor padr˜ ao (1k). onde alteramos o valor do resistor no campo Value : 27 . Part Reference: Nome ou n´ umero do componente. A tabela a seguir mostra o edit properties : Figura 11: Op¸ c˜ oes do menu edit properties. 2. Color: Mostra a cor do objeto selecionado. o que abre uma caixa de di´ alogo. Delete: Remove o objeto selecionado. respectivamente. que pode ser alterada. Value: Especifica o valor do componente. 17. 7. 5. New Row: Adiciona uma nova coluna na planilha. Obs. 16. Reference: Nome ou n´ umero do componente.15. Power Pins Visible: Oculta ou n˜ ao os pinos de potˆ encia. Copy: Copia o objeto selecionado para a ´ area de transferˆ encia sem removˆ e-lo da janela ativa. 4. 3. Graphic: Op¸ ca ˜o para alternar a exibi¸ ca ˜o de um componente. 6.

Para desenhar as conex˜ oes. 28 . Para medir a corrente seguimos o mesmo procedimento. utilizamos a ponteira Voltage Level. onde o bot˜ ao esquerdo deve ser pressionado novamente. ou pressione esc. pode-se utilizar o comando Wire do menu Place. pressione o bot˜ ao direito do mouse e escolha a op¸ ca ˜o End Wire. abaixo do ´ ıcone Place part. a corrente e a potˆ encia total. 3. A ponteira Voltage Level fornece uma tens˜ ao medida em rela¸ ca ˜o ao GND. Existem duas maneiras de medirmos a tens˜ ao sobre os resistores. Para medir a tens˜ ao sobre R2. J´ a para medir a tens˜ ao sobre R1. Esse circuito ser´ a utilizado no projeto de instrumenta¸ ca ˜o. que apenas pode ser posicionada em um pino de um dos elementos do circuito. utilizamos a ponteira Voltage Differential. a fim de fornecer a tens˜ ao de eleva¸ ca ˜o necess´ aria para o tratamento do sinal.Para fazer as conex˜ oes entre os componentes. posicione a ponteira em forma de cruz no terminal do componente onde vocˆ e deseja iniciar o tra¸ cado e pressione o bot˜ ao esquerdo do mouse. juntamente com um regulador de tens˜ ao. utilizando a ponteira current into pin. ou ainda clicar no ´ ıcone Place wire. localizado bem a ` direita da tela. arrastando-o at´ e chegar ao ponto ou terminal onde vocˆ e deseja finalizar o tra¸ cado.3 Circuitos el´ etricos em regime DC Exerc´ ıcio 01: Neste exemplo ser´ a mostrado como calcular as tens˜ oes em cada resistor. enquanto a Voltage Differential fornece a tens˜ ao entre os terminais onde est´ a posicionada. presente no menu principal. ou a tecla de atalho W. Para encerrar o comando wire.

O simulador permite plotar e multiplicar tra¸ cos a serem exibidos. com um clique no ´ ıcone edit simulation settings. DC Sweep. 29 . Realizados estes procedimentos. Para simular um circuito. ´ e necess´ ario que todos os seus componentes tenham sido obtidos na biblioteca pspice. O tipo determina as op¸ co ˜es que est˜ ao dispon´ ıveis na caixa de Op¸ c˜ oes.ou seja.clique no menu Pspice em new simulation profile. Quando vocˆ e clica no ´ ıcone acima a seguinte caixa de di´ alogo aparece: 1.4 Simulando o circuito O PSpice pode ser utilizado para simular o circuito el´ etrico de um esquem´ atico do Capture. al´ em de uma an´ alise da forma de onda. vamos estabelecer alguns parˆ ametros necess´ arios a ` simula¸ c˜ ao. Pode-se fazer isso renomeando os terras para “0”. Outro fator importante a ser considerado ´ e com rela¸ ca ˜o ao terra. Inclui os seguintes tipos dde an´ alise: Time Domain (Transient). AC Sweep/Noise e Bias Point. n˜ ao s´ o mostrando correntes e tens˜ oes.3. ou em edit simulation profile no menu Pspice. mas tamb´ em incluindo express˜ oes matem´ aticas com as tens˜ oes e correntes assim como as Transformadas de Fourier destas express˜ oes. e com isso s˜ ao obtidas diversas informa¸ co ˜es sobre o comportamento do mesmo. e atribua um nome ao arquivo de simula¸ ca ˜o na seguinte caixa de di´ alogo: Agora. Analysis type: Especifica o tipo de an´ alise. O circuito somente poder´ a ser simulado se o terra assumir o referencial zero (zero source ). ou template. fornecendo uma visualiza¸ c˜ ao dos resultados com boa resolu¸ ca ˜o gr´ afica. que todos eles possuam um modelo de simula¸ c˜ ao.

como pode-se notar. Para tanto. Output file options: Defini¸ co ˜es do tipo de arquivo que ser˜ ao salvos os dados da simula¸ ca ˜o 12. Monte Carlo/Worst Case: Leva em considera¸ ca ˜o a tolerˆ ancia dos componentes. Star saving data after. Parametric Sweep: Permite efetuar a varia¸ ca ˜o de parˆ ametros do circuito. bem como as op¸ c˜ oes de cada an´ alise (General Settings entre outras) e os parˆ ametros referentes a essas op¸ c˜ oes. Options: Defini¸ co ˜es de tempos e m´ etodos de simula¸ c˜ ao. basta clicar em Run. Bias).R1:2) e I(R2) foram modificadas com o intuito de se obter uma melhor visualiza¸ c˜ ao: 30 . Maximum step size. O tempo inferior ao valor colocado n˜ ao aparecer´ a no arquivo de simula¸ ca ˜o. 9. Probe Window: Define propriedades da janela de simula¸ ca ˜o. General: Defini¸ co ˜es gerais da simula¸ ca ˜o. General Settings: Ao selecionar general settings pode-se usar os seguintes comandos: Run to time. Run to time: M´ aximo tempo estipulado para a simula¸ ca ˜o. 15. AC. Data Collection: Seleciona as medidas que se tem interesse de analisar no circuito. Maximum step size: Estabelece o tamanho m´ aximo do intervalo de tempo entre cada ponto a ser calculado pelo simulador. 11. Start saving data after: O tempo colocado neste campo determina a partir de quando a simula¸ ca ˜o come¸ car´ a. 4. 10. Stimulus: Inclui um arquivo de Stimulus para testar valores de entrada no circuito. 14. 5. 6. as vari´ aveis V(R1:1. e Output file options 3. podemos realizar a simula¸ c˜ ao do circuito. A figura abaixo apresenta o ambiente de visualiza¸ c˜ ao dos resultados do exemplo. Save Bias Point: Salva pontos da simula¸ cao. 8. no menu Pspice. Libraries: Bibliotecas de simula¸ ca ˜o presentes. Load Bias Point: Carrega pontos salvos em simula¸ c˜ oes anteriores. para permitir a visualiza¸ ca ˜o dos resultados da simula¸ ca ˜o. 16. Temperature (Sweep): Simula o efeito da varia¸ ca ˜o de temperatura no circuito. 19. 7. Analysis: Poderemos escolher os tipos de an´ alise (Transient. 18.2. DC. Include Files: Incluir arquivos para serem vari´ aveis na simula¸ ca ˜o. O OrCAD abrir´ a ent˜ ao uma janela do programa A/D. Para realizar esta simula¸ c˜ ao ´ e necess´ ario colocar a tolerˆ ancia dos componentes. 17. 13. Com os parˆ ametros acima selecionados.

tamb´ em. Pode-se escolher mais de uma grandeza ao mesmo tempo. Para tanto. Nesta caixa de di´ alogo. localizado na barra de ferramentas. A seguir. Pode-se. basta clicar em add trace. basta selecionar a opera¸ c˜ ao desejada no campo Functions or Macros e selecionar a grandeza desejada de modo que esta fique dentro dos parˆ enteses desta express˜ ao. no menu Trace. A seguinte caixa de di´ alogo abrir´ a: Escolhe-se ent˜ ao a forma de onda desejada e clica-se no bot˜ ao OK. O programa permite tamb´ em que vocˆ e plote express˜ oes matem´ aticas de acordo com o problema simulado. simplesmente escrever a express˜ ao desejada.Para a visualiza¸ c˜ ao de uma determinada forma de onda. na janela do Pspice A/D. tem-se uma tabela das fun¸ co ˜es encontradas no simulador: 31 . constam todas as vari´ aveis cujas formas de onda podem ser tra¸ cadas. Cada vari´ avel ´ e identificada a partir do componente e do n´ o ao qual ela est´ a associada.

o padr˜ ao e a largura do eixo. Com isso aparecer´ a um novo par de eixos ordenados acima do j´ a existente. 32 . aparece tamb´ em a op¸ ca ˜o Properties. Junto com esta op¸ c˜ ao. ´ e poss´ ıvel tamb´ em excluir gr´ aficos existentes. selecionando a op¸ ca ˜o Delete Plot no mesmo menu Plot. que permite editar a cor. Para isso. Para a visualiza¸ ca ˜o de uma forma de onda. 2. ou ent˜ ao clicar com o bot˜ ao direito do mouse em qualquer dos eixos do grid (ret´ ıcula) e escolher a op¸ c˜ ao Settings. Grids (Major): Define os espa¸ camentos entre os grids principais. No menu Plot existem v´ arias op¸ c˜ oes de manipula¸ c˜ ao de eixos ordenados de acordo com a necessidade de visualiza¸ c˜ ao. Para modificarmos estes eixos devemos selecionar a op¸ ca ˜o Axis Settings. Podemos visualizar a janela Axis Settings na figura abaixo: Figura 12: Plot−→Axis Settings 1.O simulador permite tamb´ em que seja plotado mais de um gr´ afico na mesma tela. basta escolher a grandeza desejada. Spacing: Define espa¸ camento entre os grids para as escalas linear e logar´ ıtmica. Assim como ´ e poss´ ıvel adicionar novos gr´ aficos. conforme j´ a descrito anteriormente. vocˆ e deve ir ao menu Plot e selecionar a op¸ ca ˜o Add Plot to Window.

o eixo Y representar´ a a fun¸ ca ˜o que desejamos visualizar em rela¸ c˜ ao ao eixo X. Conseq¨ uentemente. Dentro do simulador podemos. Ap´ os selecionarmos este ´ ıcone. tamb´ em. largura e s´ ımbolo do tra¸ co. isto ´ e poss´ ıvel atrav´ es da op¸ ca ˜o Add Y Axis. padr˜ ao. Existem tamb´ em as op¸ co ˜es scale (escala dos eixos. de modo a obter qualquer valor referente a ` mesma e a diferen¸ ca entre os valores de um novo ponto e o ponto marcado anteriormente. na barra de tarefas. Grids (Minor): Define os espa¸ camentos entre os grids secund´ arios. definida pelo usu´ ario). que permite a visualiza¸ ca ˜o de apenas uma parte da simula¸ ca ˜o. O comando Information fornece informa¸ co ˜es a respeito da simula¸ ca ˜o que o originou. 33 . Ent˜ ao. Para fixar um ponto. assim como podemos excluir eixos Y com a op¸ c˜ ao Delete Y Axis. Numbers outside plot edge: Adiciona/Remove dados do eixo X. basta clicar com o bot˜ ao direito do mouse sobre o mesmo e selecionar o comando Properties. seta. 5. podemos adicionar eixos Y ao j´ a existente.3. Ticks inside plot edge: Pontos dentro das arestas das curvas da simula¸ ca ˜o. Intervals between Major: Ajusta intervalo entre os grids secund´ arios. Isto ´ e poss´ ıvel ap´ os a plotagem da forma de onda. basta clicar com o bot˜ ao direito do mouse no local onde est´ a o ponto desejado. Ticks inside plot edge: Pontos dentro das arestas das curvas da simula¸ ca ˜o. aparecer´ a uma pequena janela referente aos valores a serem medidos. Dica: Na simula¸ ca ˜o. c´ ırculo e outros. tamb´ em no menu Plot. 4. Logo. Podemos escolher diferentes formatos de Label. depois de fixado um ponto. marcamos na forma de onda o ponto desejado e assim aparecer˜ ao os valores referentes aquele ponto. realizar medi¸ co ˜es de valores desejados. onde a coluna da esquerda indica valores correspondentes ao eixo X e a segunda. para modificar a cor. permite que coloquemos nomes ou coment´ arios nas formas de onda plotadas. Nesta caixa de di´ alogo existe a op¸ ca ˜o Axis Variable. a escolha depender´ a do tipo de coment´ ario e/ou descri¸ c˜ ao que ser´ a feita na referida forma de onda. Ainda no menu Plot. ao eixo Y. que pode ser linear ou logar´ ıtmica. que permite escolher a vari´ avel que ser´ a representada no eixo X. o ´ ıcone (Toggle cursor ). A op¸ ca ˜o Label. deslocar o cursor ao longo da forma de onda a ser medida. tais como: texto. de acordo com a necessidade da simula¸ ca ˜o) e data range (faixa de dados. quando escolhemos. Exerc´ ıcio 02: Determine a potˆ encia entregue pela fonte. 7. 6. N´ os podemos.

do incremento e do tipo de escala. Para isso. Figura 14: Circuito do exerc´ ıcio 3. na aba Analysis.Figura 13: Circuito do exerc´ ıcio 2. al´ em dos valores inicial e final. os valores de praxe: Run to time e Maximum step size. 3. na mesma aba. selecionamos o item Parametric Sweep e definimos qual componente do circuito sofrer´ a a varredura.5 Varredura DC com varia¸ c˜ ao de parˆ ametros O OrCad permite efetuarmos a varia¸ c˜ ao de parˆ ametros do circuito. conforme mostrado na figura abaixo: Exerc´ ıcio 04: 34 . Exerc´ ıcio 03: Determine a resistˆ encia equivalente vista pela fonte. Em seguida. deve-se selecionar o ´ ıcone (simulation settings ) na barra de ferramentas e definir.

FREQ.6 Circuitos el´ etricos em regime permanente AC Fonte de tens˜ ao de entrada com a forma de onda do tipo SIN: VSIN forma geral: SIN (VOFF. DF = 5e2. Fa¸ ca a tens˜ ao da fonte V1 variar de 0 a 6V com um incremento de 0. PHASE) Parˆ ametros VOFF VAMPL FREQ TD DF PHASE Descri¸ c˜ ao Tens˜ ao de offset Amplitude (valor de pico) Frequˆ encia Atraso Fator de amortecimento Fase Unidade Default Volt Nenhum Volt Nenhum Hertz 1/TSTOP Segundos 0 Segundos−1 0 Graus 0 Comportamento da forma de onda: Per´ ıodo de tempo Valor 0 at´ e TD VOFF + VAMPL. FREQ = 60Hz.1. DF = 5e2.e−(time−T D). Obs. VOFF = 0V.P HASE/360o ) TD at´ e TSTOP VOFF + VAMPL. VAMPL V1 = 44V. PHASE = 30◦ VAMPL V2 = 2V. 3. VOFF = 0V. DF. FREQ = 10kHz. TD = 1e-3. Figura 15: Circuito do exerc´ ıcio 4. TD = 1e-3. TD. servindo como divisor resistivo para entrada dos sinais dos sensores afim de adequar o sinal aos limites de satura¸ ca ˜o do amplificador operacional. PHASE = 0◦ 35 .: Este circuito faz parte do projeto de instrumenta¸ c˜ aoo.(F REQ(time − T D) + P HASE/360o )).sin(2π. VAMPL.sin(2π.Verifique a influˆ encia da varia¸ c˜ ao da fonte de tens˜ ao DC sobre a tens˜ ao de R3.DF Exerc´ ıcio 05: Insira os seguintes parˆ ametros na fonte senoidal e observe o comportamento da tens˜ ao sobre o resistor R1 por um tempo m´ aximo de 60ms.

TR = 0. V2..Figura 16: Circuito do exerc´ ıcio 5. V1 = 0V. Podemos tamb´ em utilizar outras formas de onda (degrau.3ms. TF = 0.1ms. quadrada.. TR. TF.. PER) Parˆ ametros V1 V2 TD TR TF PW PER Descri¸ c˜ ao Tens˜ ao inicial Tens˜ ao de pico do pulso Atraso Tempo de subida Tempo de queda Largura de pulso Per´ ıodo Unidade Valor Padr˜ ao Volt Nenhum Volt Nenhum Segundos 0 Segundos TSTEP Segundos TSTEP Segundos TSTEP Segundos TSTOP Exerc´ ıcio 06: Insira os seguintes parˆ ametros na fonte pulso e observe o comportamento da tens˜ ao sobre o resistor R1 por um tempo m´ aximo de 3ms. PW = 0.). Exerc´ ıcio 08: Plote IR1 e VL1 e observe a defasagem entre a tens˜ ao e a corrente no indutor. TD = 1ms. V2 = 5V. PW. Exerc´ ıcio 07: Modifique os parˆ ametros da fonte VPULSE acima. 36 . PER = 1ms Figura 17: Circuito do exerc´ ıcio 6. VPULSE forma geral: VPULSE (V1.1ms. TD. triangular. a fim de obter uma forma de onda triangular.

Figura 18: Circuito do exerc´ ıcio 8.7. Utilizando o Toggle Cursor podemos medir a defasagem ∆t em segundos e editar a express˜ ao de um tra¸ co para que ele realize a opera¸ c˜ ao F P = cos(2πf. Exerc´ ıcio 09: Determine o fator de potˆ encia da associa¸ c˜ ao abaixo. A tens˜ ao de sa´ ıda deste tipo de fonte ´ e determinada pela tens˜ ao entre os terminais de controle.7 3. 3. A tens˜ ao de sa´ ıda deste tipo de fonte ´ e determinada pela corrente que atravessa os terminais de controle. Os n´ os (+) e (-) da fonte de tens˜ ao s˜ ao os n´ os de sa´ ıda.∆t). 37 . Para determinar o fator de potˆ encia do circuito. podemos plotar as formas de onda da tens˜ ao da fonte e da corrente que circula pelo circuito. Figura 19: Circuito do exerc´ ıcio 9. O “(+) controlling node e o (-) controlling node ” s˜ ao em pares e definem o controle de voltagem.1 Fontes Controladas Fonte de Tens˜ ao Controlada por Tens˜ ao (E) Para inserir este tipo de fonte no seu circuito. adicione a biblioteca DATACONV e procure por E em part.7. Os n´ os de sa´ ıda e de controle devem ser necessariamente diferentes. Defina o ganho (GAIN ) desta fonte clicando duas vezes sobre o seu s´ ımbolo.2 Fonte de Tens˜ ao Controlada por Corrente (H) Os nos (+) e (-) da fonte de tens˜ ao s˜ ao os n´ os de sa´ ıda. O ganho ´ e definido clicando duas vezes sobre o seu s´ ımbolo. 3.

3.4 Fonte de Corrente Controlada por Corrente (F) Os n´ os (+) e (-) da fonte de corrente s˜ ao os n´ os de sa´ ıda. que cont´ em uma fonte de tens˜ ao controlada por corrente de ganho 20. Exerc´ ıcio 11: Monte o circuito abaixo. Exerc´ ıcio 10: Monte o circuito abaixo. e me¸ ca a tens˜ ao sobre o resistor R3. Figura 20: Circuito do exerc´ ıcio 10. O componente KL inear se encontra na Library Analog. 3. Obs.: Para construir o transformador ´ e necess´ ario usar o componente KL inear. Figura 21: Circuito do exerc´ ıcio 11.7. A corrente que atravessa os terminais de controle determina a corrente de sa´ ıda. e me¸ ca a corrente no resistor R3. que fornece o coeficiente de acoplamento entre as bobinas do prim´ ario e do secund´ ario. Correntes positivas atravessam a fonte do n´ o positivo at´ e o negativo. que cont´ em uma fonte de corrente controlada por tens˜ ao com ganho 10.3 Fonte de Corrente Controlada por Tens˜ ao (G) Os n´ os (+) e (-) da fonte de corrente s˜ ao os n´ os de sa´ ıda. Correntes positivas atravessam a fonte do n´ o positivo at´ e o negativo.7. 38 . 3.8 Transformadores Exerc´ ıcio 12: Construa o transformador a partir do uso de indutores com acoplamento. A tens˜ ao entre os terminais de controle determina a corrente de sa´ ıda.

de forma a utiliz´ a-lo como elevador.(V1 )2 pode-se ajustar os valores de L1 e L2 de forma a obter uma o transformador como elevador. ´ necess´ E ario tamb´ em inserir um resistor de valor reduzido entre a fonte e o transformador. precisaremos de uma rela¸ ca ˜o de L2 = 4L1 .: Para uma entrada 110V e sa´ oda 220V. al´ em de ajustar o valor das reatˆ ancias indutivas do prim´ ario e do secund´ ario. Para utiliz´ a-lo como elevador. se quisermos uma rela¸ ca ˜o de transforma¸ c˜ ao de 10:1. Figura 23: Circuito do exerc´ ıcio 13. Ex.(V2 )2 = L2 .1. usa-se um artif´ ıcio para determinar os valores das indutˆ ancias do transformador. Por exemplo. Atrav´ es da f´ ormula: L1 . Obs.:A rela¸ ca ˜o de transforma¸ c˜ ao pode ser ajustada na propriedade COUPLING. Exerc´ ıcio 13: Utilize agora o transformador dispon´ ıvel na Library Analog.Figura 22: Circuito do exerc´ ıcio 12. Ex: 0.1mH 39 . Por este m´ etodo s´ o conseguimos representar o transformador como abaixador. basta ajustar o valor da propriedade COUPLING para um valor igual a 0.

utilizando uma ponte de diodos. 3. Para inserir este componente no circuito. ou ainda. 40 . e observe a forma de onda na entrada e na sa´ ıda do retificador. Observe a ondula¸ c˜ ao da tens˜ ao de sa´ ıda (Ripple). Exerc´ ıcio 15: Construa agora uma fonte DC com filtro.Exerc´ ıcio 14: Monte o circuito de uma fonte DC.9 Transiente O OrCAD lhe fornece uma op¸ c˜ ao quando ´ e preciso que uma parte do circuito entre em funcionamento em um dado instante. Figura 25: Circuito do exerc´ ıcio 15. Figura 24: Circuito do exerc´ ıcio 14. quando outra deixe de ser alimentada. Swt Open : abre no tempo especificado tOpen Swt Close : fecha no tempo especificado tClose Exerc´ ıcio 16: Plote a forma de onda da tens˜ ao no resistor e a corrente no circuito depois de S2 ser fechada e S1 ser aberta em t=1ms. proceda da seguinte maneira: clique sobre o bot˜ ao Place Part (na paleta de ferramentas) e selecione a biblioteca AN LM ISC . o recurso que lhe permite tal agilidade ´ e chamado de chave (Swt open e Swt close).

Por isso. em exerc´ ıcios que requerem tal tipo de fonte. I2 e I3.Figura 26: Circuito do exerc´ ıcio 16. devemos utilizar trˆ es fontes monof´ asicas devidamente defasadas. 3. Figura 28: Circuito do exerc´ ıcio 18. Exerc´ ıcio 19: Verifique que a corrente de linha permanece a mesma se a liga¸ ca ˜o for em delta e o valor de cada impedˆ ancia for multiplicado por 3. IC(t) e IR2(t). Exerc´ ıcio 18: Determine as correntes I1. Figura 27: Circuito do exerc´ ıcio 17. Defina o tempo de simula¸ ca ˜o igual a 5s. 41 . Exerc´ ıcio 17: Determine VC(t).10 Corrente Alternada Trif´ asica No OrCAD n˜ ao existe uma fonte trif´ asica.

11 Diodo Semicondutor Exerc´ ıcio 23: Levante a curva caracter´ ıstica do diodo. Figura 30: Circuito do exerc´ ıcio 21. Figura 31: Circuito do exerc´ ıcio 22. ou seja.Exerc´ ıcio 20: Observe o comportamento da tens˜ ao na carga quando uma fase ´ e desligada. Exerc´ ıcio 22: Encontre a potˆ encia total perdida por Efeito Joule na linha de transmiss˜ ao representada abaixo. 42 . Figura 29: Circuito do exerc´ ıcio 20. plote a curva I x V. 3. Exerc´ ıcio 21: Observe as formas de onda na sa´ ıda da fonte trif´ asica e na carga R1.

43 . Exerc´ ıcio 24: Observe como se comporta a tens˜ ao no resistor em rela¸ ca ˜o a ` fonte CA.5V. 3.01V. Ap´ os ter realizado esta simula¸ ca ˜o. ao inv´ es de marcar a op¸ ca ˜o Parametric Sweep. de 0 a 1. simule o efeito da varia¸ ca ˜o de temperatura sobre o diodo. devemos efetuar uma varredura DC (DC Sweep ).Figura 32: Circuito do exerc´ ıcio 23. Figura 33: Circuito do exerc´ ıcio 24. Para isto.12 Transistores Exerc´ ıcio 25: Gere uma onda quadrada utilizando uma fonte VPULSE e a seguir aplique esta tens˜ ao ` a base do transistor. variando o valor da fonte de tens˜ ao V1. Para levantar tal curva. com incremento de 0. ajuste a escala de corrente para um valor m´ aximo de 5A. Para melhor visualiza¸ ca ˜o. Observe que o transistor se comporta como uma chave. marque a op¸ c˜ ao Temperature Sweep e defina as temperaturas desejadas. no item Options do menu Simulation Settings.

adicione um novo tra¸ co a ` simula¸ ca ˜o e edite sua express˜ ao para 20*LOG10(V(C1:2)/V(V2:+)). fica determinado o ganho em dB do amplificador na faixa de frequˆ encias estabelecida. Altere a frequˆ encia de t´ ermino para 10GHz e verifique a atenua¸ ca ˜o que o ganho sofre. em que as relativamente pequenas tens˜ oes de sinal s˜ ao suscept´ ıveis a ru´ ıdos eletromagn´ eticos. Elimine os tra¸ cos anteriores (apenas para melhorar a visualiza¸ ca ˜o). Simule o circuito com as ponteiras indicadas na figura abaixo. Para isso. No menu Simulation Settings. 44 . Exerc´ ıcio 26: Verifique que na configura¸ c˜ ao indicada abaixo o transistor atua como um amplificador de pequenos sinais.Figura 34: Circuito do exerc´ ıcio 25. Este tipo de topologia ´ e usado em transmiss˜ oes a longa distancia. iniciando com a frequˆ encia de 1Hz e terminando com 10MHz. Observe que para as altas frequˆ encias o ganho ´ e atenuado devido ` as capacitˆ ancias internas do transistor (modelo π -h´ ıbrido). determinando o ganho em dB do amplificador na faixa de frequˆ encias baixas e intermedi´ arias. que corresponde a um ganho de tens˜ ao igual a 10.13 Amplificadores Operacionais Exerc´ ıcio 27: Observe o comportamento do amplificador conversor (Tens˜ ao/Corrente) na figura abaixo. escolha o tipo de an´ alise como sendo AC Sweep/Noise e atribua ao gr´ afico uma escala logar´ ıtmica com 10 pontos por d´ ecada. sendo o ganho nas intermedi´ arias igual a 20dB. A fonte de tens˜ ao e o divisor resistivo de entrada representam o sensor e a queda tens˜ ao que deve se ter para adequa¸ ca ˜o do sinal aos limites de opera¸ ca ˜o do amplificador operacional. Assim. Figura 35: Circuito do exerc´ ıcio 26. 3. compare a tens˜ ao na carga com o pequeno sinal alternado de entrada.

Exerc´ ıcio 28: Observe o comportamento do amplificador “Bufferizado” indicado abaixo. foi inserida uma fonte de tens˜ ao operando a frequˆ encia de 10 kHz. este pino permite que seja acrescida ao sistema uma tens˜ ao de offset.Figura 36: Circuito do exerc´ ıcio 27. conectada ao pino “REF”. onde escolhemos o componente PORTNO-R da biblioteca CAPSYM para facilitar as conex˜ oes. o que ´ e de grande utilidade ao nosso projeto pois os pinos do AD n˜ ao suportam n´ ıveis negativos de tens˜ ao. onde est˜ ao localizados os sensores. teoricamente. utilizamos o recurso Place Port. Figura 37: Circuito do exerc´ ıcio 28. Repare tamb´ em que neste est´ agio h´ a uma fonte de tens˜ ao “Bufferizada”. O amplificador de instrumenta¸ ca ˜o AD620 ´ e um amplificador que possui entrada em modo diferencial. representado um ru´ ıdo qualquer nesta frequˆ encia. Note que na entrada. 45 . basta dar um duplo clique sobre ele com o bot˜ ao esquerdo do mouse. Projeto Este ´ e o projeto final de instrumenta¸ ca ˜o para a medi¸ c˜ ao de tens˜ ao que foi proposto no in´ ıcio do curso. logo os ru´ ıdos de modo comum existentes no sinal de entrada ser˜ ao. eliminados neste est´ agio da instrumenta¸ ca ˜o. Dica: Neste exemplo. Para alterar o “label” do componente.

Figura 38: Projeto de um circuito para instrumenta¸ ca ˜o. 46 .

47 .IHM O projeto asseguir foi construido para ser uma IHM (interface homem-m´ aquina) de um produto de uma certa empresa brasileira. Figura 39: Esquem´ atico da IHM Componentes do esquem´ atico acima: • Um display lcd de 16x2 com dois resistores acoplados na sa´ ıda do backlight. As necessidades b´ asicas deste projeto: 1. MC9S08QG8. Quatro luzes para indica¸ ca ˜o de estados 3. • Um microcontrolador da freescale. Quatro pinos para serem entradas ou sa´ ıdas O esquem´ atico do projeto ´ e apresentado na figura abaixo. Display para exibi¸ ca ˜o de informa¸ c˜ oes 2. • Dois capacitores para filtrar ru´ ıdos na alimenta¸ ca ˜o do microcontrolador. • Quatro LEDs de indica¸ ca ˜o com resistores para limita¸ ca ˜o de corrente.3 volts (TPS7333Q) para a alimenta¸ c˜ ao do microcontrolador. • Um regulador de tens˜ ao de 5 volts para 3.4 Layout Plus . • Um conector de dois pinos paraentrada de alimenta¸ c˜ ao 5 volts. • Um capacitor na entrada do regulador de tens˜ ao para filtrar ru´ ıdos.Placa de Circuito Impresso) proposto por um engenheiro desta empresa. juntamente com o design da PCB (Printed Circuit Boards .

• O circuito n˜ ao esta aproveitando totalmente a a ´rea de cobre dispon´ ıvel. O objetivo ´ e: O que seria uma placa com maior qualidade? Quais seriam as caracter´ ısticas que um engenheiro deve levar em considera¸ ca ˜o na hora de desenhar uma PCB? Aonde s˜ ao feitas PCBs? Qual ´ e a deiferen¸ ca entre placa de potˆ encia e placa de sinal? 48 . • Os capacitores para filtro est˜ ao longe do microconrolador. o plano de terra . • Existem poucos textos para documenta¸ ca ˜o na placa.1 Objetivo Construir uma PCB com maior qualidade. • Existe uma malha que conecta o terra do circuito. • Existem somente dois furos para parafusos de apoio da placa. 4.Figura 40: PCB proposto • Um conector de seis pinos para quatro pinos de entrada e sa´ ıda e dois para alimenta¸ c˜ ao. Detalhes do PCB acima: • A placa ´ e face u ´nica.

Defini¸ c˜ ao do desenho dos componentes. Esquem´ atico. Configura¸ ca ˜o para regras de roteamento. sendo estas: 1. 4. 5. Documenta¸ ca ˜o da PCB. Defini¸ c˜ ao de normas de trabalho. 49 . 4. 3.2 1a Etapa . Roteamento e cria¸ ca ˜o do plano de terra. 7. 6. Dimens˜ ao da placa e posicionamento dos componentes.Para alcan¸ car o objetivo acima proposto vamos passar por algumas etapas de projeto de PCBs.Esquem´ atico O esquem´ atico do projeto deve ser criado no Orcad Capture para posteriormente ser exportado para o layout. 2.

3 2a Etapa . Ao criar um netlist (arquivos que cont´ em informa¸ c˜ oes sobre tipos e valores dos componentes em um projeto.Defini¸ c˜ ao de normas de trabalho Os dois tipos de sistemas de medidas mais usados s˜ ao o sistema m´ etrico e o sistema inglˆ es.Figura 41: Esquem´ atico da IHM 4. 50 . O primeiro utiliza metros como unidade de medida padr˜ ao e o segundo utiliza polegadas. bem como sobre as liga¸ co ˜es entre eles) deve ser escolhido qual sistema de medidas que ser´ a utilizado.

max aparece uma caixa de di´ alogo pedindo para informar o footprint de certos componentes. 51 .o .Figura 42: Criando uma Netlist Figura 43: Criando o arquivo de trabalho .4 3a Etapa .max 4.Defini¸ c˜ ao do desenho dos componentes A maioria das vezes quando se cria um novo arquivo . Quando isto acontece deve-se escolher um footprint j´ a existente na biblioteca ou criar um novo componente.

Com os componentes nos locais definidos podemos delimitar a a ´rea a ser roteada na placa.Figura 44: Selecionando os desenhos dos componentes Ap´ os a escolha dos desenhos dos componentes. Para isto utiliza-se Global Layer. os mesmos s˜ ao largados aleatoriamente na ´ area de trabalho do Layout Plus. sempre cuidando para n˜ ao deixar o roteamento imposs´ ıvel. 52 .Dimens˜ ao da placa e posicionamento dos componentes Antes de dimensionarmos a placa devemos posicionar os componentes na posi¸ ca ˜o desejada. Figura 45: Posi¸ ca ˜o inicial dos componentes 4.5 4a Etapa .

As placas deste projeto v˜ ao ser feitas na empresa Engemauticos ind.6 5a Etapa . Ltda.Figura 46: Componentes posicionados e placa dimensionada 4. Nas especifica¸ co ˜es da Engemauticos a menor ilha recomendada ´ e de 54 mils. mas n˜ ao se ´ e recomendado colocar a ilha menor existente. A primeira especifica¸ ca ˜o que deve ser feita ´ e o tamanho das ilhas de cobre de cada componente. 53 . ent˜ ao este ´ eo tamanho m´ ınimo que o projeto deve ter. cujas regras est˜ ao no ANEXO 3.Configura¸ c˜ ao para regras de roteamento As regras de roteamento de um projeto dependem diretamente do local aonde as placas s˜ ao feitas. e com. pois cada tecnologia de produ¸ ca ˜o de PCBs tem suas especifica¸ co ˜es.

sendo que se deve evitar fazer trilhas t˜ ao pequenas. Nos valores recomendados por Engemauticos o m´ ınimo valor poss´ ıvel ´ e8 mils. m´ edio e m´ aximo de trilha. 54 .Figura 47: Configurando os Padstacks Figura 48: Padstacks configurados Uma importante configura¸ ca ˜o a ser feita ´ e o tamanho m´ ınimo.

Figura 49: Configurando as Trilhas 4.7 6a Etapa . neste. 55 . inicia-se o processo de roteamento. todas as liga¸ c˜ oes f´ ısicas feitas com o cobre devem ser desenhadas.Roteamento e cria¸ c˜ ao do plano de terra Ap´ os a etapa de configura¸ c˜ ao das regras a serem aplicadas no design da placa.

deve-se utilizar a layer bottom para desenhar as linhas de conec¸ ca ˜o. Para se iniciar o roteamento deve-se selecionar a ferramenta Edit Segment Mode. no caso a bottom. juntamente com a layer desejada. Figura 51: Diminuindo o tamanho da trilha 56 .Como esta placa ´ e de face u ´nica. por´ em ele pode ser alterado a qualquer instante. Figura 50: Iniciando o roteamento Lembre-se: o roteamento iniciar´ a com o tamanho de trilha definido na etapa 5.

se poss´ ıvel. 57 . a placa deve ficar parecida com a imagem abaixo. desenhar o plano de terra. pois. Figura 52: Possibilidade de design da PCB Note que nem todos os componentes est˜ ao nos lugares definidos inicialmente. ao iniciar o desenho da placa o engenheiro come¸ ca a ver necessidades de mover componentes para tornar poss´ ıvel o processo de roteamento. Agora que todas as trilhas foram desenhadas deve-se.Ap´ os o roteamento completo de todas as trilhas. al´ em de ajudar na seguran¸ ca quando h´ a manipula¸ c˜ ao da placa com ela ligada. O plano de terra ´ e muito utilizado para amenizar ru´ ıdos referentes a alta frequˆ encia.

a placa deve ficar parecida com a imagem abaixo.Figura 53: Cria¸ c˜ ao do Plano de terra Ap´ os a cria¸ ca ˜o do plano de terra. Figura 54: Placa com plano de terra 58 .

SSBOT .Figura 55: Aparˆ encia f´ ısica da placa 4. a documenta¸ ca ˜o ser´ a feita somente na parte da placa onde n˜ ao haver´ a cobre. Figura 56: Camada de documenta¸ ca ˜o 59 . quanto para identifica¸ ca ˜o de por quem. tem que ter uma boa documenta¸ c˜ ao. tanto para a identifica¸ c˜ ao dos componentes na hora da montagem. A document¸ ca ˜o pode ser feita utilizando duas principais layers: SSTOP . industrial ou n˜ ao.Documenta¸ c˜ ao da PCB A u ´ltima etapa do projeto ´ e a documenta¸ c˜ ao. Toda placa. quando e onde foi feita a placa.Utilizada para documenta¸ ca ˜o na parte de cima da placa. o TOP. o BOTTOM.Utilizada para documenta¸ c˜ ao na parte de baixo da placa. o TOP. Sendo que esta placa ´ e face u ´nica.8 7a Etapa .

com maior qualidade e profissionalidade.Figura 57: Aparˆ encia da placa finalizada A imagem acima mostra a placa final que deve ser enviada para produ¸ c˜ ao. 60 .

0.0. Ltda Srs.Di^ ametro menor da ilha (ou via) = di^ ametro do furo + 30 mils (recomendado mais). .. CASOS QUE NAO SEGUEM AS RECOMENDAC ¸OES ACIAMA FAVOR CONTATAR PARA PR´ EVIAS CONSIDERAC ¸~ OES. Ltda.Escalonamento de brocas: de 4 em 4 mils (0. SENDO QUE O RECOMENDADO SER~ AO VALORES MAIORES QUE OS M´ INIMOS E MENORES QUE OS M´ AXIMOS : -Dimens~ oes m´ aximas da placa 320mm X 450mm. sob consulta 8 mils . A documenta¸ ca ~o pode ser enviada via fax..8mm .com. .Largura m´ ınima de trilha: 8 mils. fura¸ c~ ao e corte CNC.´ e executado por DENTRO da linha de borda.7mm.. E COM.Dist^ ancia entre trilha e ilha: (m´ ınimo) 10 mils. . a partir de 24 mils (0.br Atenciosamente ENGEMAUTICOS LTDA Sergio LM Cardoso 61 . fenolite. E COM. . Clientes Prezado(s) Senhor(s) De : Para : Diante do fax/E-mail que se segue nos colocamos a disposi¸ ca ~o para fabrica¸ ca ~o de circuito impresso (PCIs). doura¸ ca ~o (pente).). .1mm). e com. sob consulta 8 mils .Especifica¸ c˜ oes Layout Engemauticos ind. internet ou disquete.Menor broca : 24 mils.Largura minima de linhas de texto e figuras da mascara de componentes: 8 mils.5 5.68 Bairro : NOSSA CH´ ACARA ´ Cidade : GRAVATAI UF.Dist^ ancia entre a borda da placa e a borda da trilha ou borda da ilha mais proxima: maior ou igual a 20 mils. . Placa em fibra de vidro (face simples ou com furo metalizado). seguem-se nossos dados cadastrais : Raz~ ao Social : ENGEMAUTICOS IND. Endere¸ co : RUA PRUDENTE DE MORAIS. .Dist^ ancia entre trilhas: (m´ ınimo) 10 mils.Linha de corte = lado externo da linha de borda.6mm. Para fins pr´ aticos..: RS CEP:94050-340 Telefone/fax : (51) 3490 36 23 E-mail: engemauticos@terra.Corte interno . Recomenda¸ c~ oes para " LIMITES M´ INIMOS E M´ AXIMOS" no projeto para fins contrutivos de circuito impresso.1 ANEXO 1 . Abaixo. Nas recomenda¸ coes acima citadas n~ ao s~ ao consideradas as caracter´ ısticas ~ ~ el´ etricas do circuito. Ltda ENGEMAUTICOS IND.1 em 0. Quanto ao prazo de entrega : 10 dias ap´ os a confirma¸ ca ~o do pedido e entrega de documenta¸ c~ ao. -Menor "ILHA" di^ ametro externo recomendamos 54 mils. .

5.2 Microw .circuitos impressos Ltda Figura 58: Especifica¸ c˜ oes da empresa Microw circuitos impressos Ltda 62 .

5.3 Largura de tilha vs. intensidade de corrente Figura 59: Corrente x Tamanho de trilha 63 .

5.4 Tabela de Convers˜ ao de medidas Figura 60: Tabela de convers˜ ao de Mils .Mil´ ımetro 64 .