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Disciplina: Alfabetização e Letramento. Aluno: Deivid Rodrigues Fidalgo/ 3 !emestre / RA: "#"$##/ %edagogia Avançada &nidade: 'ruzeiro ( !

% Atividade
") A partir do poema * +ue , letramento-. e/pli+ue o +ue , ser letrado e ser alfabetizado.

A partir do poema apresentado no texto, ser letrado significa compreender mais que o significado das palavras escritas. Letramento se compreende como capacidade de ler e escrever ou interpretar o que se escreve, ou seja, letramento vai além do significado puro e simples de cada palavra. O letrado possui a capacidade de compreender o contexto de cada texto, entender nas entrelinhas a real ideia que se pretende representar diante de um leitor. O letrado encontra prazer naquilo que lê e desenvolve uma capacidade intrínseca de representa !o com a realidade que vivencia. A pessoa alfa"etizada interpreta de forma pura e simples o significado de cada palavra. #!o perce"e a riqueza dentro de cada informa !o adquirida, apenas reproduzem o que aprendem de uma forma funcional, sem critica, entendimento ou reflex!o. $entro do texto temos a cita !o de %atista &'((), p.*)+, a alfabetização, em sentido estrito “[...] designa, na leitura, a capacidade de decodificar os sinais gráficos, transformandoos em sons, e, na escrita, a capacidade de codificar os sons da língua, transformando-os em sinais gráficos.” ,erce"emos assim que o alfa"etizado pouco compreende o contexto, ou seja, utiliza a leitura e escrita apenas como ferramenta para so"reviver em um mundo que exige certa capacidade de instru !o de modo a n!o ser excluído do contexto de mercado vigente. O poema mostra de forma clara, dentro de uma linguagem poética a diferen a evidente entre aprender e apreender um determinado movimento textual que disponi"iliza informa -es além da simples leitura de palavras soltas e sem contexto.
#) 'omo se d0 o processo de alfabetização e letramento ao longo da 1ist2ria do 3rasil-

O modelo de processo de alfa"etiza !o no %rasil tem inicio apenas de uma forma a"strata, sem significado. O modelo adotado servia a priori para capacitar os alunos para um convívio nada complexo, sem nenhum tipo de reflex!o, ou seja, o aprender como instru !o de convívio social. $entro condi -es limitadas, os alunos eram ensinados por meio de processos adequados para a época, mas que em nada modificaria sua percep !o de aprendizagem, ou seja, métodos sintéticos &soletra !o, f.nico e da sila"a !o+. /om a implanta !o do 0método 1o!o de $eus2, h3 um primeiro momento de crise na educa !o, onde alguns defendiam o sistema antigo enquanto outros o novo sistema que de acordo com o texto baseava-se nos princípios da moderna linguística da poca e consistia em iniciar o ensino da leitura pela palavra, para depois analisá-la a partir dos valores fon ticos das letras. 4m um segundo momento a institui !o do modelo analítico tem inicio com h3 primeira década repu"licana. O método analítico tinha uma forte influencia norte5americana, "aseada

onde a compreens!o da crian a era entendida de forma sincrética. Apesar dos de"ates so"re qual a melhor forma de aprendizado continuarem./#Bs &. A partir da década de *. hoje se verifica a existência do método construtivista dentro dos . tem5se inicio as discuss-es a repeito da 0autonomia did3tica2 proposta pela 08eforma 9ampaio $oria2. funda5se uma nova tradi !o no ensino da leitura e da escrita. a partir da década de *. encontram-se subordinadas "s de ordem psicol%gica. que de acordo com o texto destaca alfabetização sob medida. o questionamento so"re as teorias de ensino come am frente @ exigência de novos percursos a serem tomados devido @s urgências políticas e sociais que surgiram. portanto. Toledo Sousa – RA: 1 1121 2! Se"es#re . #este momento perce"e5se no texto uma grande discord7ncia do modelo de educa !o que melhor se adequava para o respectivo momento hist6rico. de !ue resulta o como ensinar subordinado " maturidade da criança a !uem se ensina# as !uest$es de ordem didática. O construtivismo. 2! Se"es#re A%a -ea#ri.em princípios derivados de uma nova concep !o. Cndiferente a qualquer modelo de alfa"etiza !o que possa por algum período ou ter existido ou que ainda exista. $evemos ter em mente que a alfa"etiza !o é um momento importante para o educando. #o => e ultimo momento.?(.<(. #este momento h3 uma disputa clara so"re os adeptos do construtivismo e os defensores do modelo tradicional. o método analítico5sintético &ou vice5versa+ passaram a incorporar os manuais do professor acompanhando as cartilhas. devemos concordar que o foco principal para qualquer de"ate é o de ter como o"jetivo claro o eixo educador. resultante das pesquisas so"re psicogênese da língua escrita da pesquisadora 4milia Aerreiro apresenta um novo conceito so"re a aprendizagem da crian a como sujeito cognoscente. que esta"elece suas conex-es com o mundo e passa a administrar seus pr6prios conhecimentos para que atinja certa capacidade intelectual onde possa proporcionar5lhe capacidade de pensar e refletir so"re os diversos desafios que a vida oferece. assim como se disseminou a ideia e a pr3tica do :período preparat6rio2. A partir da terceira fase citada no texto.ar7metros /urriculares #acionais+ na qual tem5se como referência para o processo educacional existente. Ap6s muitos de"ates e pu"lica -es diversas so"re as vantagens de cada método. "iopsicofisiol6gico. COMPONENTES DO GRUPO: Deivid Rodrigues Fidalgo – RA 121022 – ! Se"es#re $i%da Ag%es de Assi" – RA 1&000 – 1! Se"es#re S'rgio (i%)*ius Corr+a – RA: 1 112.

da Silva – RA 1&0/2/ – 1! Se"es#re Allessa%dra Si"0es 1e%ri2ues – RA 1 1132 – 1! Se"es#re .Ali%e de Paula Di%i.