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VOX DEI: A TEOLOGIA REFORMADA

DA

PREGAÇÃO

A pregação, como uma forma distinta de comunicação da vontade de Deus revelada na sua Palavra, está em declínio. Em muitas igrejas ela tem sido substituída por um número cada ve maior de atividades. !á "# anos atrás, o Dr. $art%n &lo%d'(ones foi convidado a proferir uma s)rie de confer*ncias no +estminster ,-eological .eminar%, em /ilad)lfia. 0essas palestras, publicadas em 1231 com o título Pregação e Pregadores, ele enfati ou 4ue a pregação ) a tarefa primordial da igreja e do ministro, e e5plicou 4ue estava ressaltando isso 6por causa da tend*ncia, -oje, de depreciar a pregação em prol de várias outras formas de atividade.71 A situação não mel-orou. (o-n (. ,immerman observou, 4uase vinte anos depois, 4ue 6em muitas igrejas o sermão ) uma il-a 4ue diminui cada ve mais em um mar turbulento de atividades.78 $esmo igrejas de tradição reformada parecem estar sucumbindo paulatina, mas progressivamente, a essa tend*ncia, e o lugar da pregação no culto tem perdido import9ncia. (o-n /rame, te:logo de tradição reformada, publicou -á dois anos o livro Culto em Espírito e em Verdade: Um Estudo Estimulante dos Princípios e Práticas do Culto Bíblico. 0o livro o autor nega, entre outras coisas, 4ue a pregação seja função restrita dos ministros da Palavra, ou mesmo dos presbíteros em geral, considera a dramati ação e o diálogo m)todos legítimos de ensino no culto público, e não v* ra ão pela 4ual um culto público não possa ser inteiramente musical. " David Engelsma, outro reformado con-ecido, observa, entretanto, 4ue com base na negação de 4ual4uer distinção entre o culto público oficial e o culto familiar, (o-n /rame fa uma interpretação tão ampla do princípio regulador reformado, 4ue este acaba se tornando sem sentido. ; $uitas são as ra <es para o declínio contempor9neo da pregação. = surgimento de novos meios de comunicação e de novas mídias interativas, a aversão do -omem p:s' moderno pela verdade objetiva ou absoluta, a seculari ação da sociedade, o afastamento do cristianismo das Escrituras, e a pr:pria corrupção da pregação, em muitos púlpitos degenerada em elo4>*ncia de palavras, demonstração de sabedoria -umana, elucubraç<es metafísicas, meio de entretenimento, ou embromação pastoral dominical, certamente são algumas delas.? @ma das principais ra <es, entretanto, di respeito A concepção moderna da pregação, muitas ve es encarada como atividade meramente -umana e pouco relevante, cuja eficácia depende fundamentalmente das -abilidades naturais ou capacidade do pregador. ,odas estas tend*ncias, influ*ncias e concepç<es produ iram resultados devastadores sobre a pregação nos meios evang)licos. Ela tornou'se como 4ue um ap*ndice no culto público, e as conse4>*ncias, sem dúvida, se t*m feito sentir na vida da igreja. 0a perspectiva reformada, o declínio do lugar da pregação no evangelicalismo moderno ) uma constatação seríssima. .e a teologia reformada com relação A pregação reflete o ensino bíblico, então muito do estado presente da igreja cristã, se e5plica como resultado desse declínio da pregação. $eu prop:sito com este artigo ) apresentar, resumidamente, o ensino reformado concernente A nature a, import9ncia, eficácia e prop:sito da pregação. I. A NATUREZA DA PREGAÇÃO = conceito reformado de palavra de Deus ) mais amplo do 4ue a4uele geralmente compreendido pela e5pressão. Ele inclui a palavra escritaB a CíbliaD a palavra encarnadaB EristoD a palavra simbolizada ou representada B os sacramentos do batismo e da ceiaD e a palavra proclamadaB a pregação.F 0a teologia reformada, portanto, a pregação da Palavra de Deus ) palavra de Deus. Esta concepção de pregação ) professada no primeiro capítulo da egunda Con!issão "elv#tica, de Cullinger, nos seguintes termosB

6nesse sentido. 1" Essa concepção. ) claro. por4ue transmite a mensagem bíblica.7 A pregação da Palavra de Deus ) palavra de Deus. considerada como 4ue uma epifania de Eristo. Primeiro. o reformador perguntaB 6Muem está falando Nna pregaçãoOP = pastorP De modo nen-umQ Roc*s não ouvem o pastor. $uito menos significa 4ue os ministros da Palavra sejam instrumentos de novas revelaç<es do Espírito.7 observa Dabne%.2'1#. ela tem a mesma autoridade. en4uanto 4ue a autoridade da pregação ) sempre delas derivada e a elas subordinada.. Assim como a f) reformada cr* na real presença espiritual de Eristo nos sacramentos. cremos 4ue a pr:pria palavra de Deus ) proclamada e recebida pelos f)isD e 4ue nen-uma outra palavra de Deus deve ser inventada nem esperada do c)u. e debai5o da sua autoridade. não apenas os sons mec9nicos. ParKer observa 4ue a pregação recebe seu status de palavra de Deus das Escrituras. assim tamb)m a palavra pregada não dei5a de ser de Deus por ser mediada pela personalidade do pregador. Ealvino cita Agostin-o.. 6na pregação... ) a comunicação da verdade de Deus atrav)s da personalidade do pregador. =s pregadores. ao afirmar 4ue 6nen-uma outra palavra de Deus deve ser inventada nem esperada do c)u. 4ue o arauto . mas as .anto usa as palavras do pregador como ocasião para a presença de Deus em graça e em miseric:rdia. o 4ual referia'se As palavras como sinais. 1# Lobert &. Eomentando (oão . 4ue ) a mensagem ou Palavra de Deus. al)m de uma línguaD e espera'se 4ue ele entregue e e5pli4ue de tal maneira a mente do seu sen-or. A pregação 6) palavra de Deus.7 e. pela 4ual ele salva os eleitos e edifica e governa a igreja. = pr:prio documento reformado acima citado repudia essa id)ia.1. ) afirmada fre4>entemente por Ealvino nas $nstitutas e em seus comentários. por4uanto na sua concepção. 4ue os ouvintes recebam. mas transmiti'la e e5plicá'la.A Pregação da Palavra de Deus ) palavra de Deus.8FI. a pregação ) palavra de Deus em virtude do seu conteúdo. Dabne% observa 4ue o uso do termo arauto para descrever o ofício do pregador encerra duas implicaç<es. primeiro por4ue ) na condição de porta'vo .8#I. .egundo.. 4uando a Palavra de Deus ) presentemente pregada na igreja por pregadores legitimamente c-amados. Em segundo lugar. de representante comissionado por Deus. cr* tamb)m na sua real presença espiritual na pregação. a pregação. Gsto não significa identificação absoluta da palavra pregada com a palavra escrita. 6) determinada pela palavra empregada para descrev*'la pelo Espírito .anto.não transmite a mensagem como mero instrumento sonoro.D ele tem um c)rebro.18 Assim como a palavra inspirada não dei5a de ser divina.7 J A pregação ) palavra de Deus por4ue ) entregue em nome de Deus.. por mais fi)is 4ue sejam na e5posição das Escrituras. em certo sentido sacramental da pregação. 1. = pregador ) um arauto. definiu P-illips CrooKs.72 En4uanto a pregação refletir fielmente a Palavra de Deus. mais do 4ue mero instrumento de comunicação da vontade de Deus. o Espírito . de embai5ador.7 1F A concepção reformada de pregação como vo% Dei ) compartil-ada por &utero.711 Pregação.. 0a verdade.1? &eit.. 6A nature a da obra do pregador. e re4uer dos ouvintes a mesma obedi*ncia. ) um dos meios pelos 4uais Eristo se fa presente na igreja. embora escrita por autores -umanos em pleno uso de suas peculiaridades -umanas. como uma trombeta ou tamborD ele ) um meio inteligente de comunicação. 4ue o pregador fala H8 Eo ?. Por isso. 3 0ão significa tamb)m 4ue a pregação seja inspirada ou inerrante.. mas o verdadeiro significado da mensagem.observa 4ue. As Escrituras são definitivas e supremas. A vo ) dele. inerentemente normativas. não são preservados do erro como o foram os autores bíblicos. as palavras do sermão são comparáveis aos elementos dos sacramentos. na concepção reformada. 4ue não l-e compete inventar sua mensagem. nas $nstitutas H.

a 4uem confiou a pregação da sua Palavra. mas pela vo de seus ministros. pelo poder do seu Espírito. por outro. Ealvino identifica dois benefíciosB 6.781 Para Ealvino. 4uem elaborou mais detal-adamente a 4uestão da nature a da pregação como 6a vo de Deus. ele NDeusO. 6at) ser Eristo formado em v:s. como a tarefa primordial da igreja e do ministro da Palavra. 4ue a pregação o fosse. Deus está falando.8? Eles afirmavam 4ue 6na fiel e5posição da Palavra. os Sálatas como 4ue viram a Eristo com seus pr:prios ol-os.7 "# II.78# Eomentando Sálatas .por um lado.7 12 Em seu comentário de Gsaías ele afirma 4ue na pregação 6a palavra sai da boca de Deus de tal maneira 4ue ela de igual modo sai da boca de -omensD pois Deus não fala abertamente do c)u.emprega ministros e a pregação como seus instrumentos para este prop:sito. A RELEVÂNCIA DA PREGAÇÃO Em virtude dessa elevada concepção da pregação como vo% Dei. a fim de 4ue possa atrair'nos a si mesmo. a leitura e meditação privadas das Escrituras não substituem o culto público. assim tamb)m ) a pregação fiel. um dos mais notáveis ) 4ue ele condescende consagrar bocas e línguas de -omens para o seu serviço.1J /oi Ealvino. 4uem despre a a pregação despre a a Deus. a fim de 4ue. Ela e a ministração dos sacramentos são as ordenanças pelas 4uais o pacto da graça ) administrado na nova dispensação.8" Ao falar Deus aos -omens por meio da pregação.7 8. ele possa fa er con-ecida a sua vontade. entretanto.TT83 (o-n =Uen.. e 4ue se um -omem está fa endo uma verdadeira e5posição das Escrituras.12.. 8J $encionando a mesma passagem bíblica. como marca genuína da verdadeira igreja e como o meio por e5cel*ncia pelo 4ual ) e5ercido o poder das c-aves.7 13 Eondenando a tend*ncia cat:lica romana de transformar em sacramento tudo o 4ue os ap:stolos fi eram. Deus mesmo está pregando. como o elemento central do culto.78F 60ão pode -aver dúvida de 4ue para estes adoradores. pois ) a palavra de Deus. 4uando ouvimos seus ministros e5atamente como ouviríamos a ele mesmoD en4uanto 4ue. pela ag*ncia deles. O Principal Meio de Graça 0a teologia reformada a pregação ) um meio de graça. pelas 4uais ele ) evidentemente crucificado diante de nossos ol-os7 HSl ".. afirmando 4ue por4ue Deus 6. assim como os sacramentos são emblemas visíveis da graça de Deus. Eles viam o pregador da Palavra como um porta'vo de Deus. fa endo com 4ue a sua pr:pria vo seja ouvida neles. &utero afirma 4ue se alguma dessas práticas tivesse 4ue ser sacramentali ada. certamente. a pregação da Palavra tornou'se um sacramento verbal...7 88 Por isso. Paul !elm comenta 4ue. por meio de int)rpretes. não superior A4uela conferida na pregação fiel. por meio de um teste admirável.. prova a nossa obedi*ncia. ao inv)s de afastar'nos por seu trovão. por e5emplo. mas emprega -omens como seus instrumentos. 0a tradição reformada a pregação ) considerada como o principal meio de graça.1I. pois 6entre os muitos nobres dons com os 4uais Deus adornou a raça -umana. a f) reformada atribui A proclamação pública da Palavra de Deus a maior import9ncia. =s puritanos não pensavam de modo diferente.7 Ealvino enfati a a eficácia do minist)rio da Palavra. ele leva em consideração a nossa fra4ue a ao dirigir'se a n:s de maneira -umana..palavras 4ue ele emprega são na realidade faladas pelo meu Deus. escreveu 4ue 6Eristo nos c-ama a si."1 . na pregação. nas pregaç<es do evangel-o. A. por4ue ele não fala por novas revelaç<es do c)u. e não a palavra do -omem... l-e apra atribuir a eles a obra 4ue ele mesmo reali a. em cooperação com os labores do -omem.82 Ele tamb)m observa 4ue 6os protestantes geralmente enfati am 4ue a graça conferida nos sacramentos não ) de nature a diferente e.

. os sacramentos não t*m sentido sem a pregação do evangel-o. . outros para profetas. sejam de tal modo canais do Espírito para os membros da igreja. outros para evangelistas. Gncapacitados para a tarefa. =s sacramentos não t*m sentido sem a pregação da Palavra. a igreja ) edificada e o Leino de Deus ) promovido no mundo.anto. As ordenanças. Muais canais de influ*ncia divina são esses.7 V. os reformadores condenam insistente e duramente o clero romano por negligenciar a pregação. . pelos 4uais a igreja ) sustentada e impulsionada. e mais central no serviço da igreja.11..? Ele considera 4ueB . ) claramente indicado no verso 11."2 Mue graças são comunicadas por meio da pregaçãoP A pregação ) o meio pelo 4ual as pessoas adultas e capa es são e5ternamente c-amadas para a salvação. 4ue os ministros. e dedicavam'se a atividades secundárias. . ou mesmo A ociosidade e A lu5úria.1 Pela pregação da Palavra a igreja ) ensinada. E ) somente Hno 4ue di respeito aos adultosI em cone5ão com a verdade assim revelada e pregada. =s sacramentos não são indispensáveisD a pregação ). ) o meio por e5cel*ncia pelo 4ual a f) ) suscitadaD ) o poder de Deus para a salvação. os sacerdotes cat:licos delegavam a função a outros."3 A id)ia puritana 4uanto A relev9ncia da pregação não ) diferente. atrav)s do minist)rio da Palavra 4ue a influ*ncia divina flui de Eristo. &lo%d'(ones observou 4ue 6os puritanos asseveravam tamb)m 4ue o sermão ) mais importante 4ue as ordenanças ou 4uais4uer cerimWnias.anto ) comunicado. Gsto não significa 4ue os ministros. portanto. são. al)m disso. selam a palavra pregada e. a pregação ) a tarefa primordial da igreja e do ministro da Palavra. =s sacramentos são como 4ue ap*ndices A pregação do evangel-o. 4ue sem a intervenção ministerial deles. A Tarefa Primordial da Igreja e do Pregador 0a concepção reformada. ". A superficialidade e leviandade com 4ue as pessoas participavam da missa era."? V assim 4ue reformadores e puritanos interpretam as palavras de Paulo em 1 Eoríntios 1. e5ortada e confortada. di iam eles. sim. o cabeça. na condição de despenseiros da verdade. são subordinadas a ela. 4ue o Espírito .. "8 suplantando inclusive os sacramentos. Pelos dons da revelação e inspiração. portanto. mas para pregar o evangel-o. os 4uais são necessários A sua comunicação. culpa dos bispos e sacerdotes. na 4ualidade de -omens ou oficiais. "" =s sacramentos servem apenas para edificar a igrejaD a pregação. para todos os membros do seu corpoD de modo 4ue onde o minist)rio fal-a. com vistas ao aperfeiçoamento dos santos. convencida.# V a causa instrumental da f) e principal meio pelo 4ual a f) ) aumentada e fortalecida. os canais da comunicação divina. Eristo constituiu uns ap:stolos e outros profetas para a comunicação e registro da sua verdadeD e pela vocação interna do seu Espírito. eles tendem a ser considerados como práticas mágicas.ignifica. . na concepção reformada. para &utero.13B 6Por4ue não me enviou Eristo para bati ar." Em suas mensagens e escritos. 4ue não pregavam nem ensinavam as pessoas a ouvir a pregação. de Eristo para os diversos membros do seu corpo.8 B.anto. reprovada. no 4ual o ap:stolo di B 6Eristo deu uns para ap:stolos. com vistas A sua constante proclamação e persuasão.De fato.7 Para Ealvino."F Muando a ministração dos sacramentos ) dissociada da pregação. ningu)m se torna participante do Espírito . e outros para pastores e mestres. assim tamb)m -á certos meios divinamente designados para a distribuição do Espírito . a pregação ) o mais e5celente meio pelo 4ual a graça de Deus ) conferida aos -omens.7 "J Eomentando Ef)sios . a influ*ncia divina fal-a. Alegavam 4ue ele ) um ato de culto semel-ante A eucaristia. sendo'l-e subordinados. !odge e5plica o papel do pregador como canal da operação do Espírito como segueB Assim como no corpo -umano -á certos canais por meio dos 4uais a influ*ncia vital flui da cabeça para os membros.. . portanto. ele constitui outros evangelistas e outros pastores.

a fim de 4ue ela seja não apenas sã.7 . o episcopado e toda ordem clerical para outra coisa não foram c-amados e instituídos do 4ue para o minist)rio da Palavra... f) e rever*ncia... 6o principal dever de um pastor. 6alimentar o reban-o pela pregação da Palavra. +illiam Crads-aU. precursores do minist)rio permanente da pregação da Palavra.1'3 e 1 Eoríntios 1. isto ). e os livrou de sua perdição. 4uem não ) anjo HmensageiroI do . A Centralidade da Pregaç o no C!lto 0o culto medieval..11sO. 6a leitura das Escrituras. conferindo a ela a centralidade no culto público. como di Am:s NJ. eles devem livrar'se de todo impedimento a fim de 4ue possam dedicar'se totalmente A Palavra e A oração.2 A &orma de 'overno Eclesiástico Presbiteriano relaciona.. 4uando Carsabás e $atias são indicados para preenc-er a vaga de (udas no apostolado.1?D e com relação aos ministros permanentes da Palavra. juntamente com a oração e a administração dos sacramentos.. = minist)rio da Palavra fa o sacerdote e o bispo. ?? A Leforma restaurou a pregação A sua posição bíblica.im:teo .8#B 6Enviou sua Palavra e os sarou..13D com relação aos evangelistas. Dentre as passagens bíblicas 4ue fundamentam essa característica da pregação reformada. para os puritanos.. entre as atribuiç<es do ministro da Palavra. para o 4ue foi c-amado pela igreja. por4ue devem apascentar. ele comentouB Devemos ser fi)is em cada parte das nossas obras ministeriais.não -á praga mais cruel da ira de Deus do 4ue 4uando ele envia fome Nescasse O de ouvir sua Palavra... no má5imo. 6o mais elevado e supremo ofício e autoridade do pastor ) pregar o evangel-o solene e publicamente A congregação. certamente não ) sacerdote.4uem não prega a Palavra.?F . mas instrutiva. espiritual.'1?D com relação aos ap:stolos.1"'13 e 8 .en-or dos E5)rcitos ou 4uem ) c-amado para outra coisa 4ue não para o angelato Hpor assim di erI. labutando diligentemente para isso. De maneira particular. 1 .J Eomentando Atos 1. Lomanos 1#. temperada. e (oão F.1.F Para &utero.3 Ealvino tamb)m condena repetidas ve es os sacerdotes e bispos por não pregarem o evangel-o. para eles. Por isso tamb)m são c-amados de pastores.7?# Esses documentos presbiterianos simplesmente refletem a concepção puritana. C. e5ortar e confortar.. convencer. Ealvino conclui com isso 4ue o ensino e a pregação são funç<es essenciais do minist)rio. 6. com santo temor.. não ) sacerdote de maneira alguma. De acordo com o e5emplo dos ap:stolos. como testemun-as da ressurreição de Eristo. ?" Em uma carta. as seguintes podem ser mencionadasB com relação a (esus. = múnus do sacerdote ) pregar.. Atos F. e nos empen-ar para magnificar nosso ofício. 0a concepção reformado' puritana. devemos atentar para a nossa pregação.7 são os principais elementos do culto a Deus na dispensação da graça..im:teo ?.7 ?8 (onat-an EdUards considerava a pregação do evangel-o o principal dever do ministro. reprovar.7. de acordo com a 4ual deve ensinar.1. a pregação era considerada. ensinar.. como elemento preparat:rio para a ministração e recepção dos sacramentos. autor de uma das obras mais antigas sobre os puritanos comenta 4ue.7 ?1 PacKer cita =Uen para demonstrar 4ue a pregação era. ?. conforme o . muito estimulante e perscrutadoraD bem pertinente A )poca e tempos em 4ue vivemos. &ucas 18. como tamb)m não e5iste maior graça do 4ue 4uando envia sua Palavra. a sã pregação da Palavra e a consciente atenção a ela em obedi*ncia a Deus com entendimento.1'.81'88..amb)m Eristo não foi enviado para outra tarefa do 4ue para NpregarO a PalavraD tamb)m o apostolado.almo 1#3.

a f) reformada ) un9nime em considerar 4ue a pregação da Palavra ) uma das marcas da verdadeira igreja. a Con!issão da $gre+a $nglesa em 'enebra de 1??F Hartigos 8F'8JI. do Catismo e da Eeia do . &utero não inventou a pregação mas a elevou a um novo status dentro do culto cristão.7 ?2 .en-or. o ouvir pela palavra de Deus.. L%Ken observa 4ue 6os puritanos fi eram da leitura e e5posição das Escrituras o evento principal do culto. um manual de governo eclesiástico e de culto.0a antiga dispensação. pWs isto em prática de modo pleno.almo 112. governando e ensinando a igreja. a Con!issão de &# &rancesa de 1??2. a pregação da Palavra deveria ser o elemento essencial do culto público e a tarefa essencial e central do minist)rio pastoral. e não em volta de um altar com o sacerdote reali ando um ritual semi'secreto. novamente tornaram'se con-ecidas. não -á mais lugar para sacrifícios. = culto protestante centrava'se ao redor do púlpito e da Cíblia aberta. um tipo de escola de profetas em 4ue ministros pregavam um ap:s o outro. deve ser agora anunciado de forma oral. e a egunda Con!issão "elv#tica de 1?FF Hcapítulo 13I professam 4ue a 6pregação pura do evangel-o. eles 6anelavam ver a pregação da Palavra de Deus tornar'se central no culto.imot-% Seorge descreve assim a contribuição de &utero para a pregaçãoB &utero recuperou a doutrina paulina da proclamaçãoB a f) vem pelo ouvir.7 ) uma das marcas pelas 4uais a verdadeira igreja de Eristo pode ser recon-ecida neste mundo. ordenando 4ue os altares H-á muito o centro da missa latinaI fossem removidos das igrejas e 4ue o púlpito com uma Cíblia aberta sobre ele fosse colocado no centro do pr)dio.. com o pregador encarando a congregação. são tamb)m os sinais pelos . 4ue por longo tempo -aviam sido obscurecidas pelas tradiç<es da igreja medieval. com vistas ao treinamento de pregadores menos e5perientes.?J &utero tamb)m 6. portanto. &utero escreveu 4ue 6unicamente Eristo ) o cabeça da cristandade.considerava a pregação como a parte central do culto público e colocava a pregação da Palavra at) mesmo acima da sua leitura. = sermão era a mel-or e mais necessária parte da missa.. F" D..F# Muanto aos puritanos.. o elemento central do culto público era o sacrifício. a Con!issão Escocesa de 1?F# Hartigo 1JI. A Marca E""encial da Verdadeira Igreja Por4uanto na pregação Eristo fala e se fa presente. pela leitura e pregação da Palavra.13I. tornando'o o núcleo da liturgia. -ouve uma imediata elevação das Escrituras nos cultos protestantes.7 a 6verdadeira pregação da Palavra de Deus.. os 4uais. ?3 0o seu prefácio aos serm<es de Ealvino sobre o . De acordo com as (rdenanças. 0a nova dispensação. Ealvino e outros redigiram as (rdenanças Eclesiásticas. HLm 1#.. -avendo Eristo oferecido a si mesmo como o Eordeiro Pascal 4ue tira o pecado do mundo. A pregação da Palavra ) a legítima substituta do sacrifício como atividade central do culto na dispensação da graça. (oão Ealvino. uma pregação simb:lica apontando para o sacrifício de Eristo.. Diversos símbolos de f) reformados. &utero investiu'o de uma 4ualidade 4uase sacramental. = 4ue o sacrifício proclamava de forma simb:lica e pict:rica na antiga dispensação. = ofício da pregação era tão importante 4ue at) mesmo os membros banidos da igreja não deviam ser e5cluídos de seus benefícios.7 A pratica puritana da 6profeti ação7 Hprop)es*ingI. dentre os 4uais a Con!issão Belga Hartigo 82I. Ele age atrav)s do evangel-o pregado. Eom o prop:sito de restaurar a igreja em Senebra ao modelo bíblico. em particular.F8 6contribuiu mais do 4ue 4ual4uer outro meio para promover e estabelecer a nova religião na Gnglaterra7 na )poca. Coice observaB Muando a Leforma Protestante aconteceu no s)culo XRG e as verdades da Cíblia.7F1 = culto puritano culminava no sermão.

?.. A O%ra do E"p&rito 'anto para a Efic#cia da Pregaç o 0o entendimento reformado. V o Espírito . .. e os sacramentos não são negligenciados. Eu não estou di endo 4ue onde 4uer 4ue a Palavra seja pregada os frutos imediatamente apareçamD mas 4ue. mec9nica ou mágica. A eficácia da pregação. como observou seu bi:grafo .anto 4uem confere poder A pregação H1 Eo 8. outro te:logo reformado.atanás tenta destruir a igreja fa endo desaparecer a pregação pura. da elo4>*ncia. onde 4uer 4ue seja recebida e -abite por algum tempo. B. a f) reformada sustenta 4ue a eficácia da pregação não depende. F2 e nem a associa primordialmente As -abilidades e capacidades pessoais do pregador ou dos ouvintes.mit-. gesticulação premeditada ou da capacidade intelectual do pregador. $as isto 4uando a pregação do evangel-o ) ouvida com rever*ncia. pode'se di er 4ue a pregação verdadeira da Palavra e seu recon-ecimento como o modelo da doutrina e da vida ) a única marca da igreja. por4ue ) atrav)s da pregação verdadeira da Palavra 4ue os eleitos são congregados e edificados.4uais a verdadeira igreja se identifica. depende fundamentalmente da operação do Espírito . no entanto. estas coisas podem tornar'se at) em empecil-o para a genuína promoção do reino de Deus. em primeiro lugar. por e5emplo. A. pois estes. a pregação ) considerada a mais importante. evidenciar grande capacidade intelectual e. De fato. A EFICÁCIA DA PREGAÇÃO Embora tendo elevada concepção da pregação. CerK-of. a eficácia da pregação depende da capacitação do Espírito para a tarefa H8 Eo ". =nde esta Palavra não ) pregada.s 1. sua pregação pode ser completamente inefica . e ela determina a reta administração dos sacramentos e o e5ercício fiel da disciplina eclesiástica. por4ue inclui as outras duasB como vimos. Primeiro. os sacramentos não podem ser dissociados da Palavra.. Para Ealvino. E onde esta Palavra ) adulterada. a igreja deve arrepender'se ou morrerá. nem o e5ercício da disciplina. pode gesticular bem.. na entrega da mensagem e na recepção da mensagem por ocasião da pregação. 6estritamente falando.?I. linguagem elaborada. na concepção reformada.podemos di er 4ue a única marca distintiva importante da verdadeira igreja ) a pura pregação da Palavra de Deus. aí a igreja não está presente. produ em fruto e prosperam pela b*nção de Deus.em ela não -á igreja. 6as 4ualificaç<es 4ue -abilitam 4ual4uer . =nde a Palavra de Deus ) pregada e ouvida. a eficácia da pregação depende principalmente da obra do Espírito. a não ser 4ue Deus o revista com o seu Espírito. . . afirma 4ue. dentre as tr*s marcas da verdadeira igreja geralmente recon-ecidas Ha pregação. escreveuB . onde 4uer 4ue e5istam. ela sempre manifesta sua eficácia.7 F. Ealvino escreveu 4ue 6nen-um mortal está por si mesmo 4ualificado para a pregação do evangel-o. na teologia reformada. @m pregador pode ser elo4>ente. F? Eonse4>entemente.1'.. os sinais pelos 4uais a igreja ) recon-ecida são a pregação da Palavra e a observ9ncia dos sacramentos.-omas . = ideal reformado'puritano da pregação inclui linguagem simples e gesticulação natural. aí está a igreja de Deus.'? e 1 .7F3 !erman !oeKsema.egundo.FJ III. a f) reformada não atribui A palavra pregada eficácia automática..7 31 Para ele.?'FI.. A Efic#cia da Pregaç o e a" $a%ilidade" Pe""oai" do Pregador Eom base em 1 Eoríntios 8.FF De fato.3# 4ue ocorre em tr*s inst9nciasB na preparação do sermão.anto e da responsabilidade -umana do pregador e dos ouvintes. e 8 Eoríntios ". a ministração dos sacramentos e o e5ercício da disciplinaI. Eom relação ao pregador. .

tornado eficiente pela presença de Eristo e pelo seu Espírito. um meio e!icaz para iluminar. argumentação. . ) inútil. a palavra pregada s: se torna efica pela operação interna imprescindível do Espírito . J# Em seu comentário de $i4u)ias.estminster recon-ece 4ue ) o Espírito . 0a entrega da mensagem. a pregação do evangel-o de nada adiantaria. 32 A vocação efica . = Catecismo -aior de .J de 6minist)rio do Espírito.I. A pregação em si mesma. 3.7 3J E em seu comentário do livro de Atos. 4ue enraí a a palavra pregada. 6o Espírito e5erce o seu ofício pela pregação do evangel-o. a eficácia varia na proporção da depend*ncia do pregador da assist*ncia do Espírito. V ele 4uem abre o coração dos ouvintes para 4ue compreendam a mensagem HAt 1F. onde pela Palavra e Espírito. a eficácia da pregação depende.anto não assistir o pregador no seu labor e5eg)tico. $as. a escol-a do te5to ou do livro a ser e5posto e a determinação da sua e5tensãoD a compreensão do seu prop:sito. 4uem pode tornar e torna efica a pregação.e o Espírito . pela iluminação do Espírito. 3" Em contraste com a posição arminiana. !avendo se empen-ado para compreender o te5to e preparar a mensagem e suplicado pela iluminação do Espírito. sem a eficácia do Espírito. por maior 4ue seja o seu con-ecimento e por mais diligente 4ue seja no seu trabal-o. consiste de um duplo c-amadoB e5terno. na pessoa do Espírito . sentido. em última inst9ncia.. sendo ensinados interna e e5ternamente Y internamente pela influ*ncia do Espírito.7 mostra a Ealvino 4uão relacionados estão a pregação da Palavra e o Espírito.anto na sua mente e coração. a f) reformada enfati a 4ue 6) Deus somente. por causa da cegueira espiritual do -omem natural.anto.anto torna a pregação efica . . assim tamb)m o Espírito .J. da ação iluminadora interna do Espírito .-omem para este elevado ofício Nda pregaçãoO s: podem ser conferidas por Deus. ele dobra os coraç<es dos -omens A obedi*ncia. 0ão por4ue falte poder a ela. e a4ueles 4ue o investigam raramente dei5am de observar o fato.7J" A Con!issão de &# de . 6assim como a pregação ) o instrumento da f). mas permaneceria infrutífera. e especialmente a pregação da Palavra. 6o $estre interior.7 33 Em seu comentário de Gsaías. e5ternamente pela pregação da Palavra. ele escreveu 4ue 6o Espírito está ligado A Palavra. em forma de esboço. por e5emplo.1. pela pregação da Palavra. e interno. V ele 4uem escreve a mensagem no coração dos ouvintes H8 Eo ".estminster afirma 4ue ) pelo minist)rio Hda PalavraI.omente ele fa resplandecer o evangel-o no coração. significado e aplicaçãoD e a elaboração da mensagem Hredigida. dando lugar a 4ue ele interven-a na entrega da mensagem."I. o resultado do seu trabal-o será insuficiente. de modo 4ue eles o seguem voluntária e livremente.anto. e5plica Ealvino. ou apenas de id)ias geraisID tudo depende especialmente da operação interna do Espírito . por4ue.7 38 A eficácia da pregação depende da ação iluminadora do Espírito . ele dei5a claro 4ue depende do poder secreto do Espírito .FI. no momento da pregação o pregador precisa confiar'se completamente A assist*ncia do Espírito . 6para iluminação do con-ecimento da gl:ria de Deus na face de Eristo7 H8 Eo . atrav)s de Eristo. e pela operação efica do Espírito .anto 4ue a pregação dos ministros do evangel-o seja efica .anto na preparação do sermão e da unção do Espírito na entrega da mensagem.anto. o reformador observa 4ue 6o governo peculiar de Deus e5iste no 9mbito da igreja. e não da confiança no seu preparo ou -abilidades naturais. 3? V este o ensino de Ealvino sobre o assunto. por mais verdadeira 4ue seja.J8 Para ele.anto na mente e no coração do pregador. 0a preparação.anto 4uem torna a pregação da Palavra o meio especialmente efica para a salvaçãoB 6= Espírito de Deus torna a leitura.7 4ue a acompan-a. Eom relação ao ouvinte. e por mais ungido 4ue seja o pregador. 4ue os santos são congregados e aperfeiçoados nesta vida. A depravação do coração -umano não permite dissociar a palavra pregada da operação do Espírito. convencer e -umil-ar os pecadoresD para l-es tirar toda .anto.7J1 = fato de 4ue o ap:stolo Paulo c-ama a sua pregação em 8 Eoríntios ". 3F Para ele.

Gsso. um dos pais do puritanismo ingl*s. A (e"pon"a%ilidade do Pregador e do" O!)inte" para a Efic#cia da Pregaç o Eomo vimos. JF Especialmente com relação A edificação dos crentes. a 4ual ) poderosa para salvar as vossas almas7 H.81bID a tornarem'se 6praticantes da Palavra. mas observa 4ue ) o pr:prio Espírito . apetite e um espírito ensinável.88I.7 JJ Para Ealvino.. 6a pregação ) um ato corporativo da igreja toda.g 1.?D 1?. A eficácia da pregação depende tamb)m da fidelidade do pregador em não adulterar ou mercadejar a Palavra de Deus H8 Eo 8. e o uso apropriado posterior da mensagem ouvida. a atitude correta ao ouvir a palavra pregada.. e ter os seus pecados descobertos e as corrupç<es arrancadas.anto 4uem torna uma pessoa desejosa de ser ensinada pela Palavra. e não somente ouvintes. pacientemente.a responsabilidade da4ueles 4ue ouvem a pregação da Palavra de Deus.m .81'8?I.. disse ele. 1FI. a fim de 4ue por ele a semente da Palavra de Deus seja vivificada em nossos coraç<es. da responsabilidade dos ouvintes em receberem com atenção.1JI.omente uma semana vivida pensando nas coisas do alto.1'8I. Depende. rever*ncia.7J? C. A atitude ao ouvir e5ige rever*ncia. = uso apropriado posterior inclui meditação. o 4ual.. Leformadores e puritanos enfati aram bastante a responsabilidade dos ouvintes para a eficácia da pregação.13I..en-or nos conceda seu Espírito. = dever de voc*s ) ouvir a Palavra de Deus. f) e obedi*ncia a palavra pregada HLm 1. dependerá da sua fidelidade no preparo. A teologia reformada da palavra pregada resultou em uma teologia reformada da palavra ouvida. submeter'se a ela.m 8. .7 A congregação participa da pregação tão ativamente 4uanto participa da ceia.g 1. esta responsabilidade inclui o devido preparo pr)vio para ouvir a pregação. ser ensinados e instruídos. 28 +illiam PerKins. Da perseverança deles nestes deveres dependerá tamb)m a eficácia da pregação para a salvação dos ouvintes Hv. 2" . mas operosos praticantes H.7 Acima de tudo.1?I e a não se tornarem negligentes na preparação para a tarefa H8 . -umildade e f) H!b .I. entretanto.8I e do uso correto 4ue fi er da Palavra. características da4ueles 4ue discernem a real nature a do culto e da pregação..m ?.8FI. onde Eristo vive. 6precisamos orar continuamente para 4ue o generoso e gracioso . são instados nas Escrituras a considerarem atentamente a Palavra e a não serem negligentes. atenção. enganando'vos a v:s mesmos7 H.1.. ele insiste em 4ue os ouvintes ven-am preparados para receber a mensagem.g 1. e mesmo ser perscrutados e repreendidos. A preparação pr)via re4uer oração.J3 &utero escreveu 4ue 6incorre em grave pecado 4uem não ouve Na pregação doO evangel-o e despre a semel-ante tesouro. Muanto aos ouvintes.1'8D 8 Eo . oração e prática da mensagem ouvida H. a f) reformada condiciona a eficácia da pregação primordialmente A obra do Espírito no pregador e nos ouvintes. ainda.13 e .. são e5ortados a manejarem bem a Palavra da verdade H8 . =s ministros da Palavra são descritos nas Escrituras como 6presbíteros 4ue se afadigam na Palavra e no ensino7 H1 .8?ID a 6acol-erem com mansidão a palavra em v:s implantada.721 Ealvino menciona tamb)m a necessidade de -umildade para receber a palavra pregada. por sua ve .2# Ele enfati ou 4ue a pregação da Palavra precisa ser ouvida 6com grande rever*ncia7... não ocorre em detrimento da responsabilidade -umana de um e de outros. ) submeterem'se a ela. escreveu 4ue . dei5a o crente preparado para ouvir a pregação HEl ".g 1.J2 Por isso.confiança em si mesmos e os atrair a EristoD para os conformar A sua imagem e os sujeitar A sua vontadeD para os fortalecer contra as tentaç<es e corrupç<esD para os edificar na graça e estabelecer os seus coraç<es em santidade e conforto mediante a f) para a salvação.7 e 6sobriedade para o nosso proveito. 6bastante atenção.

diante de Deus.7 2. = púlpito transformou'se em mero palco. Eis suas instruç<esB 1I ven-a ouvir. a 4ual deve começar pelo púlpito. pois por meio deles se manifesta em todo lugar a fragr9ncia do con-ecimento de Deus. os 4uais. amor.7 (á o Catecismo -aior de . não por curiosidade. especialmente.'1FI. afirmaB E5ige'se dos 4ue ouvem a palavra pregada 4ue atendam a ela com dilig*ncia. 2F $esmo 4uando rejeitada. com relação aos ouvintes e. Pastores animam seus audit:rios com frases de efeito. a e5acerbação das emoç<es. O PROPÓSITO DA PREGAÇÃO REFORMADA Em alguns círculos evang)licos em nossos dias.estminster. = Breve Catecismo de . na resposta A pergunta de número 1F#. com relação a Deus e ao seu reino neste mundo.. tanto nos 4ue são salvos. pois. intitulado $nstruç/es sobre Como (uvir erm/es. mas tamb)m atente diligentemente para as coisas 4ue forem faladas da Palavra de Deus7D "I não ten-a prevenção contra o ministro a 4ue Deus constituiu bispo HsupervisorI e embai5ador sobre voc*D2? . pastor da Assembl)ia de Deus. contentam suas igrejas com mensagens superficiais.+-itefield pregou um sermão especificamente sobre o assunto. como nos 4ue se perdem. Assumiram novos pap)isB animadores de audit:rio e levantadores de fundos.7 Ele continuaB 6Pastores e padres abandonaram sua vocação de portadores de boas novas. na resposta A pergunta de número 2#. 2J IV. 23 =u a pregação nos apro5ima de Deus. antes. Eles são. . Ela tem objetivos claros e elevados com relação ao te5to 4ue está sendo pregado.I apli4ue tudo o 4ue ouvir ao seu pr:prio coraçãoD ?I ore.7 Ele admite 4ue necessitamos de uma nova Leforma no cristianismo. são cegados e estupeficados ainda mais pela pregação da Palavra.estminster. A igreja.1. devemos ouvi'la com dilig*ncia. A genuína pregação do evangel-o nunca ) vã. 6Eomo se deve ler e ouvir a Palavra a fim de 4ue ela se torne efica para salvaçãoP7 resume assim a responsabilidade do ouvinte na pregaçãoB 6Para 4ue a Palavra se torne efica para a salvação. recon-ece 4ue os púlpitos brasileiros 6estão cada ve mais empobrecidos. ou nos coloca mais perto do inferno. preparação e oração. a eficácia da palavra pregada se manifesta tornando indesculpáveis os r)probos.. big business do la er espiritual.. afirma Ealvino. guardá'la em nossos coraç<es e praticá'la em nossas vidas.1J. Licardo Sondim. . como ouvis.71## = prop:sito da pregação reformada ) completamente diferente. mansidão e prontidão de espírito. o bem'estar material e emocional dos ouvintes e a promoção do pr:prio pregador ou da sua denominação. baseado em &ucas J.erm<es podem ser facilmente confundidos com palestras de neuroling>ística. mas motivado por um sincero desejo de con-ecer e praticar seus deveresD 8I 6não apenas prepare seu coração de antemão para ouvir. o mesmo autor comenta 4ue 6-á uma tend*ncia de transformar a igreja em big business. a pregação parece ter como prop:sito o entretenimento do audit:rio. durante e depois do sermão. 6Rede. como a palavra de DeusD 4ue meditem nela e conversem a seu respeito uns com os outrosD 4ue a escondam nos seus coraç<es e produ am os devidos frutos em suas vidas. receb*'la com f) e amor. Concl!" o Estas consideraç<es sobre a obra do Espírito e a responsabilidade -umana para a eficácia da pregação não devem levar o leitor a pensar 4ue a pregação da Palavra s: se torna efica 4uando obt)m resposta positiva dos ouvintes.22 Em outro artigo. a fim de 4ue Deus conceda poder ao pregador e -abilite voc* a praticar a mensagem. simples plat)ia. D. o bom perfume de Eristo. preparação e oraçãoD 4ue comparem com as Escrituras a4uilo 4ue ouvemD 4ue recebam a verdade com f). 6Para com estes c-eiro de morte para morteD para com a4ueles aroma de vida para vida7 H8 Eo 8. =s legítimos pregadores do evangel-o são sempre condu idos por Deus em triunfo. Pior..

. &utero. afirma 4ue 6a principal tarefa do pregador ) ensinar corretamente. Com (elaç o ao" O!)inte" .71#1 Ele assim descreve o dever do pregadorB . e instruir e ensinar de tal maneira os ouvintes 4ue eles entendam corretamente No te5toO.1#? Ealvino descreve o prop:sito geral da pregação do seguinte modoB 0isto consiste o poder supremo com o 4ual os pastores da igreja. pode certamente ser generali ado como ilustrativo do prop:sito da pregação dos reformadores em geralB 6= conte5to ) considerado. . Muando prega uma doutrina. por e5emplo. ligar e desligarD em suma. Leformadores e puritanos compreenderam 4ue cada passagem das Escrituras tem prop:sitoHsI específicoHsI.. 6Eomo pregador. Com (elaç o ao Te*to @ma das 4ualidades mais marcantes da pregação reformada consiste na determinação de fa er do prop:sito do te5to o prop:sito do sermão. para proclamar fielmente a mensagem bíblica e aplicá'la em conson9ncia com o prop:sito divino. $eu prop:sito ) e5trair da Escritura o 4ue ali está. Ealvino tin-a um ardente desejo. Ele mesmo testifica 4ue.ele deve saber ensinar e admoestar.A. o 4ue -avia recebido. seja 4ual for o nome pelo 4ual sejam c-amados deveriam ser investidosB serem ousados na proclamação da Palavra de Deus.. Em 4uinto lugar. deve.1#F = 4ue Dargan escreveu com relação A pregação de &utero. fi eram grande esforço para entender o te5to. 4uando assumia o púlpito. deve apresentar passagens bíblicas 4ue a comprovem e confirmem. mas tudo de acordo com a Palavra de Deus.1#8 A pregação de Zuínglio ) geralmente 6direcionada ao prop:sito de libertar seus ouvintes do mundo de superstiç<es e da falsa religião. e5ortando toda virtude. caracteri á'la. dos maiores aos menores confiem no seu poder Nde DeusO para edificar a casa de Eristo e destruir a casa de .. Em terceiro lugar. todas as falsas doutrinas e seus autores. na avaliação de Cullinger. para discernir o seu prop:sitoHsI.7 E isto ele fe . finalmente. deve e5plicá'la e declará'la com e5emplos. Por isso. sem nen-um acr)scimo..7 1#. 6pela verdade divina e com ela..ou muito eloso 4uanto a issoB nunca falar mais nem menos do 4ue acredito ser a mente do Espírito na passagem 4ue estou e5pondo. Em segundo lugar. 4ueimar H to !ireI e fulminar. e não com frivolidades -umanas. procurar os pontos NdoutrinasO principais e bases do seu te5to.71#3 PacKer menciona um comentário bastante elucidativo de um pregador puritano com relação A determinação reformado'puritana no sentido de discernir o prop:sito do te5to e fa er dele o prop:sito da pregaçãoB Eu nunca preguei. deve admoestar e despertar os preguiçosos. não era para e5por ali seus son-os e imaginaç<es. gl:ria. mas para transmitir fielmente.atanásD alimentar as ovel-as e e5pulsar os lobosD instruir e e5ortar os d:ceisD acusar e subjugar os rebeldes e petulantes. descrev*'la e e5plicá'la.7 1#" = labor e5eg)tico de Ealvino a fim de compreender e transmitir o sentido real do te5to bíblico em sua pregação ) amplamente recon-ecido. E. primeiramente. deve adorná'la com comparaç<es. sabedoria e autoridade do mundo a se submeter e obedecer sua majestadeD ordenar 4ue todos. reprovar veementemente todos os desobedientes. de levar seus ouvintes a um entendimento preciso do 4ue Deus está di endo A congregação na passagem escol-ida das Escrituras e o 4ue a4uilo significava para os diferentes tipos de pessoas 4ue estavam ouvindo a pregação. Em 4uarto lugar. 1#J B. 4ual seja. a não ser 4ue me sentisse convencido de -aver descoberto a vontade de Deus com relação ao sentido da passagem. deve defini'la. e o real sentido e intenção dos autores das Escrituras ) buscado e respeitado.

ao inv)s de promover neles a f) em Eristo. &utero resume assim o prop:sito da pregaçãoB 6Estimular os pecadores a sentirem seus pecados e despertar neles o desejo pelo tesouro7 do evangel-o.7 Para ele. não tencionava apenas informar os ouvintes. mover as afeiç<es e motivar a vontade. entretanto. &atimer.. não por meio de manipulação ret:rica da audi*ncia. Para ele. 1#2 Entretanto..188 41 5estaurar a $magem de Deus no "omem A conversão.anto de Deus por meio da pregação da Palavra. Ealvino relaciona a restauração da imagem de Deus no ser -umano com o minist)rio da Palavra.estminster e5orta os ministros da Palavra a pregarem 6.7 pela e5posição e aplicação das verdades das Escrituras.. o prop:sito da pregação 6) dar a -omens e mul-eres a sensação de Deus e da sua presença. +-itefield. e nos reconciliar com ele. fa er com 4ue nos voltemos para Deus. era a glorificação de Deus na restauração da sua imagem nas almas e vidas dos -omens. Ca5ter. ) apenas o começo. [no5.. entre outros. um estudioso do movimento puritano escreveu 4ue para eles..7 18F . 111 Em uma de suas obras. informar o intelecto. $cE-e%ne.18? =s puritanos relacionavam igualmente o prop:sito da pregação com a restauração da imagem de Deus no -omem.711.01 2lcançar e Converter o Coração Leformadores e puritanos 4ueriam. dos sentimentos e das emoç<es. .7 181 Ao fa er essas afirmativas. EdUards. Cun%an. A 6reforma7 e 6edificação7 da vida dos ouvintes. segundo Ealvino..113 31 -ediar Encontros com Deus Eomo o coração ) alcançado e convertidoP Muando pecadores t*m um encontro verdadeiro com Deus mediado pela pregação do evangel-o.11? = Catecismo -aior de . 0a concepção reformada.118 Em outra obra. o evangel-o deve ser pregado com o objetivo de restaurar nos ouvintes a imagem de Deus corrompida na 4ueda. o sucesso da pregação não deve ser avaliado apenas pelo 4ue acontece na igreja. Para os pregadores puritanos. 11J Para &lo%d'(ones. Peter &eUis. ele deplora o fato de 4ue não poucos pregam a Eristo meramente com a intenção de comover os sentimentos -umanos. a restauração da imago Dei no coração -umano ) obra do Espírito . Eles almejavam alcançar e converter o coração. &lo%d'(ones. edificar e salvar as almas.11# E isto eles buscavam.18# Em suas pr:prias palavras. PacKer resume o prop:sito da pregação reformada como 6mediar encontros com Deus.com sinceridade.. L%le.. 6o prop:sito primeiro e primordial da pregação não ) somente fornecer informação mas produ ir uma impressão. a pregação de &utero.. 6o fim principal da pregação. 18" Ele interpreta o pedido de Paulo em 8 .11" Ealvino escreveu 4ue 6o prop:sito pelo 4ual a Palavra de Deus ) pregada ) nos iluminar com o verdadeiro con-ecimento de Deus. o alvo estava al)m do intelecto.718. o pr:prio centro da alma -umana.7 11F A salvação da alma ) o grande prop:sito da pregação reformada com relação A4ueles 4ue se encontram em estado de pecado.purgeon. procurando converter.7D112 ) colocar os -omens diante de Deus. ) o prop:sito geral da pregação com relação A igreja. mas fa er com 4ue a 6pregação se tornasse o meio de encontro de Deus com seus ouvintes. mas pelo seu efeito nas vidas dos ouvintes 4ue estão fora da mesma. &lo%d' (ones segue de perto a tradição puritana.essalonicenses "B1 no seguinte sentidoB 6Mue sua pregação possa manifestar seu poder e eficácia para renovar o -omem de conformidade com a imagem e semel-ança de Deus. mas atrav)s da pregação fiel da Palavra de Deus. propiciando um encontro verdadeiro com ele. com a pregação.

6somos constrangidos a pregar o evangel-o. CONCLUSÃO Em muitos círculos evang)licos contempor9neos e at) mesmo entre reformados. 6ou então. observa 4ue 6fa er da salvação o fim da religião significa.71"8 0a tradição puritana. Ele enfati a insistentemente 4ue a gl:ria de Deus. um autor reformado contempor9neo. A pregação cristã. visto 4ue Deus ) glorificado mesmo na4ueles 4ue rejeitam o evangel-o. e . assim como Paulo afirma 4ue na sua pregação a gl:ria de Deus resplandece na face de Eristo H8 Eo .ínodo de Dort.. a seculari ação da sociedade. 0a proclamação do evangel-o a gl:ria de Deus resplandece na face de Eristo H8 Eo ..7 Ele continua. ) o principal prop:sito da pregação. segundo Ealvino. por4ue nela somos ensinados 4ue seja 4ual for o resultado da nossa pregação.l 12I.. o afastamento do cristianismo das Escrituras. Eolossenses ". com base em Lomanos J. tem como seu prop:sito nada menos do 4ue a conformidade completa de cada fil-o de Deus A perfeita imagem do /il-oB Eristo.1? H6somos para com Deus o bom perfume de Eristo7I.atanás. estudioso da pregação puritana. 4ue 6o alvo da pregação não ) plenamente alcançado senão 4uando um rebelde se torna fil-o de Deus. 6a salvação individual não ) o prop:sito final da pregação do evangel-o. nota Peter (ong.82. afirma 4ue 6o grande prop:sito do sermão puritano era transformar a vida das pessoas e e4uipá'las para viver para a gl:ria de Deus. Ealvino afirma 4ue 6temos a4ui uma passagem notável.I por nen-uma outra ra ão.. por4ue Deus ) glorificado mesmo 4uando o evangel-o resulta na ruína dos ímpios.8. o prop:sito último da pregação 6) a gl:ria de Deus na salvação de pecadores..estminster e5orta os ministros da Palavra a pregarem. por um lado. Ele escreveu 4ue 6nada deveria ser o alvo do pregador a não ser a gl:ria de Deus atrav)s da pregação do evangel-o da salvação. desmascarar e lançar por terra a obra do diabo. para Ealvino.atanás..71"1 Para o . = prop:sito maior da pregação reformada consiste em promover o reino e a gl:ria de Deus e destruir o reino de .. senão por4ue o ensino da lei e as e5ortaç<es dos profetas eram uma imagem viva de Deus.7 1"F 6Preguem o evangel-o tendo em vista unicamente a gl:ria de Deus. segurem suas línguas.7 adverte .718J Eomentando 8 Eorintios 8. ParKer afirma 4ue. H.FI.Dennis (o-nson. contudo.. afirmando 4ue. e edificar os santos. o Catecismo -aior de .l 83.8D 1#?..purgeon não considerava esse o fim maior da pregação. por outro lado. Com (elaç o a De!" A restauração da imago Dei na alma e na vida do -omem...7 1"3 V. instruindo'os a viver para a gl:ria de DeusD e.7182 Ealvino afirma 4ue os crentes da antiga dispensação 6foram e5ortados a buscarem a face de Deus no santuário.1#'11 e Ef)sios .71"# Ceno\t. ainda assim ela ) agradável a Deus.. libertando pecadores da escravidão de . colocar o -omem no centro e fa er de Deus um simples meio com vistas a um fim pessoal. . .71". assim como a gl:ria de Deus ) proclamada na obra da criação H.71"? 6Roc*s e eu. para Ealvino. avançar com a obra de Deus no mundo. Embora anelasse profundamente a conversão de almas para Eristo.. o surgimento de novos meios de comunicação. o evangel-o apost:lico. mesmo 4ue nen-uma alma jamais seja convertida por eleD pois o grande prop:sito do evangel-o ) a gl:ria de Deus. não ). sim.JD 1##. 6tendo por alvo a gl:ria de Deus.FI. o prop:sito principal da pregação reformada. Ela tem um prop:sito muito mais elevadoB a manifestação da gl:ria de Deus.purgeon. Ele prega a fim de 4ue Deus seja glorificado.. Ele afirma. assevera na mesma lin-a 4ue a pregação não se e5aure na evangeli ação e no ensino.7183 C.Pipa. tamb)m. Leformadores e puritanos anelavam com a pregação da Palavra.eu telos ) a maturidade espiritual dos ouvintes. 6o prop:sito do pregador ) direcionado antes de mais nada para Deus. um autor reformado franc*s.7 1"" (osep. a aversão do -omem moderno por verdades objetivas.7 disse ele em um de seus serm<es.

. 4ue tamb)m merecem ser consideradas.. Roice of E-rist H1I. devem receber com atenção. . os 4uais davam valor e5agerado A forma e ao estilo elaborado do sermãoD a *nfase moderna em aconsel-amento pessoal H-oje degenerado em clínicas pastorais de aconsel-amento psicol:gicoID e o ritualismo. 0a teologia reformada.ors)ip HPresb%terian ` Leformed.toug-ton.#I. e meio pelo 4ual o reino de Deus ) aberto ou fec-ado aos pecadores.'?. acred 5)etoricB 2 Course o! 7ectures on Preac)ing HEdimburgo e Pensilv9niaB Canner of .. com vistas A promoção do reino e da gl:ria de Deus no mundo. 12J3I. como na sua recepção. Eristo se fa presente. Roice of E-rist H1I. El Bautismo: acramento del Pacto de 'racia HLijsUijKB /undaci:n Editorial de &iteratura Leformada. Rer tamb)m Paul !elm. NOTAS 1 8 D. &lo%d'(ones menciona algumas ra <es bem particulares para a presente depreciação da pregação. 6Preac-ing in +ors-ipB Roice of Sod. ParKer. Eitado em David (. &. Mue a vo% Dei seja ouvida em nossos púlpitos. Dabne%. fala e governa a igreja. J.anto pode conferir eficácia A pregação.org]standard^bearer]122Jjan1?. rever*ncia. a pregação ) imprescindível. Preac)ing and Preac)ers H&ondresB !odder and . e a pregação t*m sido relegada a um plano secundário no culto e na vida da igreja.rut-. 11. Gsto não significa 4ue a f) reformada atribua eficácia automática A pregação. 1228I. " (o-n $.anto. ver o segundo capítulo de Pierre E-. 0ão obstante. e transmiti'la fielmente.immerman. A eficácia da pregação tamb)m não está. a pregação pública da Palavra de Deus ) considerada não como palavra de -omem. 6Preac-ing in +ors-ipB Roice of Sod.prca. ElarK. . =s pregadores devem laborar na interpretação da Palavra. Engelsma. V o principal meio de graça. na operação do Espírito . Eontudo. Rer a resen-a dessa obra por .7 0o livro Pregação e Pregadores. Calvin8s Preac)ing HEdinburg-B .7 os profissionais do púlpito do s)culo passado e do início deste s)culo. pregada e representada. a genuína pregação do evangel-o nunca ) vã. =utras atividades t*m tomado o seu lugar no culto. independentemente da resposta dos ouvintes.= prop:sito da pregação reformada consiste na fidelidade ao sentido. A f) reformada tem uma concepção 4uase 4ue sacramental da pregação.especialmente a concepção moderna da pregação como uma atividade meramente -umana. somente o Espírito . !. =s ouvintes. t*m resultado em evidente declínio da pregação. 6)roug) a 'lass 7ig)tl* HSrand LapidsB Eerdmans. 8". a tarefa primordial da igreja e do ministro. a teologia reformada atribui grande import9ncia A pregação. Para um estudo da perspectiva reformada sobre a relação entre a palavra escrita.-tml_Preac-ingGn+ors-ipD acessado em #?]#2]2J. ? Engelsma.]J H122JI. Preac)ing and Preac)ers. 21'2. e iluminando e convencendo os ouvintes do pecado e da graça de Deus em Eristo. mas como vo% Dei. 0a concepção reformada. (. 0a proclamação solene da Palavra de Deus por arautos comissionados pelo pr:prio Deus. 12FJI. Calvin8s Preac)ing. primordialmente. 2 ParKer. nas -abilidades pessoais do pregador ou dos ouvintes.ors)ip in pirit and 6rut)B 2 5e!res)ing tud* o! t)e Principles and Practice o! Biblical . assim como na Eeia. significado e prop:sito do te5toD na conversão e restauração da imagem de Deus nos ouvintesD e na promoção do reino e da gl:ria de Deus no mundo. . J Rer Lobert &.7 6)e Banner o! 6rut) 113 Hs]dI.7 6)e tandard Bearer 3. Ela professa a real presença espiritual de Eristo na pregação. $art%n &lo%d'(ones. 122FI. atribuindo'l-es certa conotação religiosa Hver &lo%d'(ones. Está. dentre as 4uaisB os 6pulpiteiros. para a conversão dos perdidos. entretanto. em Bibliot)eca acra 1?? H(an'$ar 122JI. sim. tanto na preparação e entrega da mensagem. 8". 4ue enfati a formas elaboradas de culto.. ""'F1. $arcel. (o-n (. para a restauração da imago Dei na alma e na vida dos ouvintes. f) e obedi*ncia a palavra pregada. 6Preac-ing and Srace. 1232 N1J3#OI. assistindo e capacitando o pregador. o principal elemento de culto na dispensação da graçaD constitui'se em marca essencial da verdadeira igreja. /rame. 3 F . Lalston. = reino de Deus ) promovido tamb)m na condenação dos r)probos. 12J? N1231OI.`. 18.. GnternetB -ttpB]]UUU. "F. Em virtude dessa elevada concepção 4uanto A sua nature a. 8F. 1F'1J e "F'.

( Programa da 5e!orma: Escritos de 0?3@ H. 1223I. 1228I. ".?.F e .7 em 5egards Contemporains sur 9ean Calvin Hcitado por &eit-. 12 8# 1F Ealvin. =regonB Ages.7 em 'od aan die . 6$out-piece for SodB Preac-ing and t-e Cible. 81'88.?.7 Concordia 6)eological >uarterl* ?J]. Rer $artin-o &utero. 6. 1?J. .)ite!ield ?B ermons HAlban%.or. 1J $artin-o &utero.. =regonB Ages. ?F2. Rer tamb)m Seorge +-itefield. 2 >uest !or 'odliness: 6)e Puritan Vision o! t)e C)ristian 7i!e H+-eaton.1. 6A Pregação. "3'J. 3BF. 11D e David (. Rer tamb)m $nstitutas . Commentar* on t)e Prop)et $saia). Certram. ed. e ed. 122J I. 122JI. 12?3I.13. onde. 122JI. 6Preac-ing and Srace. 8F uas (rigens e eus ucessores.". &eit.2'12. =regonB Ages. 1223I.1F.. (o-n Ealvin. PacKer. trad. 88 8" 8. GllinoisB !arold . Rerificar tamb)m a citação de . vol. 8. $nstitutas .-e GndUelling of t-e . vol. 821. ermons on t)e 'ospel o! t1 9o)n C)apters 0<=. "22. (aroslav PeliKan. N122.ão PauloB Publicaç<es Evang)licas . ?. ?8J Hcitado por Earl E.7 Rer tamb)m (o-n Ealvin. 8J 82 "# (o-n =Uen. 1. ?#.D e (o-n Ealvin. 1? Rer. 4ue 6Eristo ) retratado como crucificado diante de n:s. 8.PE[. Engelsma. ed. trad. combatendo o emprego de símbolos visíveis para representar a presença de Eristo no culto. Rer &eit-. 1.?D e (o-n Ealvin. e . =regonB Ages. trad. 12J?I. 11 18 Dabne%.7 1#. 1221I. trad.7 em (s Puritanos: H. "#'"1. $nstitutas 1. "1 Catecismo -aior de ..-aU Publis-ers. Hver pp. 3J.. 81 $nstitutas . (o-n Ealvin. 6PrediKing Uat Sod van die +oord laat Kom. Commentar* on t)e 2cts o! t)e 2postles. 1"?.ermão a respeito do 0ovo . &. 8F"I. ". 8. ParKer.e. 8?8. . 8? (ames G.. 12?2I. Commentar* on t)e 2cts o! t)e 2postles .1.11.t.. 12J2I. 122JI. 12J2I. and 7u. 8?. 122JI..1..1. 6)e 5elevance o! Preac)ing. 6.7 "1. Eig)t 7ectures on Preac)ing. Ran der +alt. ".estminster Con!erence N12J?O. 8. Commentar* (n t)e Prop)et $saia) . Commentar* on t)e Prop)et "aggai.inodal]Eonc:rdia. =regonB Ages. 1223I.]2 H122JI. "" Rer $nstitutas ..7 em 'eorge . 118. reimp. Ran der +alt HPotc-efstroomB Departement DiaKoniologie. Ealvino afirma 4ue ) 6.. 18.1. ??'?JD e 6. =regonB Ages. "? . PacKer. ( Programa da 5e!orma: Escritos de 0?3@ H. Rer tamb)m Con!issão de &# de . vol.estminster.piritB . vol. Eomo coloca Lic-ard . Potc-efstroom @niversit% for E-ristian !ig-er Education.ão (os) dos Eampos. . 88. Commentar* on t)e Prop)et "aggai HAlban%. vol.. Ealvin. vol. /icKensc-er GG. 8?'8F e 8"J.inodal]Eonc:rdia. trad. Lob Lo% $cSregor HSrand LapidsB CaKer. $bid. !enr% Ceveridge HAlban%.7 "1I. comparando o sermão com a eucaristia HPeter &eUis.7 6)e tandard Bearer 3. 1. da ?a edição H&ondresB . isto ). 8. Commentar* on t)e Epistle to 'alatians HAlban%.7 $nstitutas .anta $issa. -ar.7 em -artin)o 7utero: (bras elecionadas. Roice of E-rist H8I.7 em -artin)o 7uteroB (bras elecionadas. $artin !. 122JI. =regonB Ages. em 6&es Discours a la premiere personne dans les sermons de Ealvin. (. 8J. Rer tamb)m Ealvin. "armon* o! t)e 7aA. 1" Rer (o-n Ealvin. 6EalvinTs Doctrine of t-e Proclamation of t-e +ord. P-illips CrooKs.-e Director% for t-e PublicK +ors-ip of Sod. "8 (ames G. Commentar* on t)e 2cts o! t)e 2postles.3. a respeito da .s.tuaffer. $arcel. 1233I. 122#I. F1'F8D (. 13 $artin &ut-er.1.. Rer tamb)m Ealvin. Commentar* on -att)eA. !. &ouisB Eoncordia Publis-ing !ouse. E-ristop-er /et-erstone. trad.#.ão &eopoldo e Porto AlegreB . +illiam Pringle HAlban%..oord.ermon "J Y . 821D (o-n Ealvin.ão PauloB Editora /iel. Rer $artin &lo%d'(ones.3. El Bautismo. para corroborar sua afirmativa.1# Rer tamb)m Pierre E-.". por e5emplo. 11F. acred 5)etoric. American Edition H.1I. 6Preac-ing in +ors-ipB Roice of Sod. 8. 6Preac-ing from Ealvin to Cun%an. resposta "?.1. 1. Commentar* on t)e 2cts o! t)e 2postles. "J?. 6Do Eativeiro CabilWnico da GgrejaB @m Prelúdio de $artin-o &utero. E-arles +illiam Cing-am HAlban%. Commentar* (n t)e Epistle to t)e Ep)esians HAlban%.7 Puritan:. ed. antos no -undo: (s Puritanos como 5ealmente Eram H. "32. ""1D e (o-n Ealvin. . 831."2D $arcel..ão &eopoldo e Porto AlegreB .7 em 6rut) C PoAerB 6)e Place o! cripture in t)e C)ristian 7i!e H+-eaton.cita as $nstitutas . Rer (o-n Ealvin.#".8J. vol.pela verdadeira pregação do Evangel-o. =regonB Ages.estminster.estamento. =da%r =livetti 83 &eland L%Ken. (o-n =Uen HAlban%..-e Eommon Privilege of All Celievers. 122FI. vol.O.18. . 6)e Doctrine o! 9usti!ication b* &ait) HAlban%. 7ut)er8s .7 e não por cru es. trad. "FI. !elm. 6@m . trad. 122JI. Commentar* (n t)e Prop)et 9eremia).elecionadas. =regonB Ages. +illiam Pringle HAlban%.. 6EalvinTs Doctrine of t-e Proclamation of t-e +ord.-e Eontribution of t-e Leformation to Preac-ing. GllinoisB ErossUa% CooKs. =regonB Ages.

=regonB Ages.inodal]Eonc:rdia.estminster Con!ession o! &ait) HSlasgoUB /ree Presb%terian Publication. vol.ereno E. Pinson. "a ed. &lo%d'(ones.. 2n E%position o! Ep)esians HAlban%. ?? ?F ?3 ?J ?2 DUig-t.1". 1223I. FJ2. 6$emoirs of (onat-an EdUards." . vol. F1 &lo%d'(ones. /elipe Delgado Eort)s HSrand LapidsB FJ !erman !oeKsma.7 em -artin)o 7uteroB (bras elecionadas. . 6$emoirs of (onat-an EdUards.imot-% Seorge. . F8#.. 6eologia dos 5e!ormadores. 12J?I. trad.ermon "8B A Penitent !eartB .eção ".Sovernment. 6Das Coas =bras. 3.inodal]Eonc:rdia. . . De (ong. .ão &eopoldo e Porto AlegreB . 12J2I. F# .E. !. Rer . Con!issão de &# de .7 section ". Rer Dabne%. 5e!ormed Dogmatics HSrand LapidsB Leformed /ree Publis-ing Association.-e Cest 0eU bearTs Sift. 8J1.7 6)e Banner o! 6rut) F" Hs]dI. Rer tamb)m (o-n Ealvin. 81B?.T7 . 122JI.?. 6A Lespeito do Papado em Loma contra o Eeleb)rrimo Lomanista de &eip ig.7 em 'eorge . 1. J3. . 1#B". 6Prefator% Address.e5asB +ord CooKs. Con!issão de &# de .7 em 6)e ."J. Especialmente a pregadores itinerantes.s o! 9onat)an EdAards. 1223I. Commentar* on t)e 2cts o! t)e 2postles. F8 F" F. 6. JF..2 ?# ?1 ?8 ?" . 6A Pregação.. 83. 6Puritans in t-e Pulpit.1.7 em $nstitutes o! t)e C)ristian 5eligion HAlban%... 6eologia . "F"..7 1"J'1"2. DUig-t.Sovernment. e +illiam $.-e Eontribution of t-e Leformation to Preac-ing. PacKer. 23. ?8.1 Rer Con!issão de &# de . 123FI.estminster:Puritan Con!erence H122#I. Ealvin. [endall. Commentar* on t)e 2cts o! t)e 2postles.1. F2 3# Peter b. =regonB Ages. . =regonB Ages. ( Programa da 5e!orma: Escritos de 0?3@ H.-e /orm of Presb%terial E-urc. "istor* o! t)e 5e!ormation in t)e 6ime o! Calvin HAlban%. =regonB Ages.. (ames $ontgomer% Coice.7 em -artin)o 7utero: (bras elecionadas. $artin-o &utero. 12J2I.7 "J8.7 "32. 2 >uest !or 'odliness. ?. . Eitado em &lo%d'(ones. .ratado de $artin-o &utero sobre a &iberdade Eristã.B1 e 8?B". "#. = autor e5plica a ra ão dessa prima ia na página seguinte.&. PacKer. S)rson Dudus e Ral)ria /ontana H.1?'1F. section 1. 3.-e Director% for t-e PublicK +ors-ip of Sod. b* 9o)n Calvin HAlban%.&.estminster.I.. 1 HAlban%. 6A Pregação.? 6. F3 istematica. 122. $erle dTAubign). e 6. "2 . como os dominicanos e franciscanos. .3 . 8.F &utero. (r. 8J8. 122 F? $nstitutas . 8.8 . 122JI. 122.7 . J8. 6Preac-ing and t-e . $nstitutas .)ite!ield ?B ermons HAlban%.uc. &ouis CerK-of. 2.7 82". 1231I. ( Programa da 5e!orma: Escritos de 0?3@ H. 21'28 L.ão PauloB Rida 0ova. El%de E.# E-arles !odge. Rer tamb)m 6. espan-ola HrevisadaI. 6. 1F3'FJ.or.7 "J?.1. acred 5)etoric. . 8.I. 6Do Eativeiro CabilWnico da Ggreja.inodal]Eonc:rdia. 122FI. ( Programa da 5e!ormaB Escritos de 0?3@ H. prefácio a ermons on Psalm 00B.-e /orm of Presb%terial E-urc. . FF $bid1. trad.7 J3. 6."F "3 "J $bid1. =regonB Ages.estminster. (r.%nod of Dort. vol. "F.7 em -artin)o 7utero: (bras elecionadas.7 8F"'F.?. 1223I.. Rer /icKensc-er. 6A Pregação. $artin-o &utero.estminster.as run to -ear Preac-ing. (.J . vol. vol. vol. 2 >uest !or 'odliness. +-itefield tamb)m menciona a pregação como meio de graça Hver Seorge +-itefield.ão &eopoldo e Porto AlegreB .7 em . $artin-o &utero. [endall. 12J2I.1#.?.ão &eopoldo e Porto AlegreB . /ant. 3@ Centuries o! 'reat Preac)ing: 2n Enc*clopedia o! Preac)ing H+aco.11. =regonB Ages. 6Puritans in t-e Pulpit and c.. 8.. Ealvin.

ermons on Psalm 00B. 82. 6)e Commentaries on t)e Epistle o! Paul t)e 2postle to t)e "ebreAs . +illiam PerKins. . 1223I..ermons. Para este uso triplo Hanterior. 1#".. 8#8. " HAlban%. 6)e 'enius o! Puritanism H$organ. 1223I. 122JI. 112I.-e Leformed Eonfessions and =ur Preac-ing.J. 13. Rer $nstitutas 8. Rer. e Pinson. 6. Rer (o-n Ealvin. 2? 2. 3@ Centuries o! 'reat Preac)ing. 122JI..oli Deo Sloria Publications.. ParKer.7 6)e Banner o! 6rut) 11?.7 "1' (o-n Ealvin. Commentar* on t)e Prop)et -ica). Pensilv9niaB Canner of . =regonB Ages. $bid. vol. 6Eomo a Pena de um Destro Escritor. 1J. .3. JJ J2 2# 21 28 2" &utero. 7u. Commentar* on -att)eA. $nstitutas .rut-.2. Commentar* on -att)eA. =regonB Ages.. "J?'"2". 7u. =regonB Ages. 81. Calvin8s Preac)ing. 3? 3F (o-n Ealvin. nem recorrer A crítica pessoal contra ele. 9o)n Calvin: "is 7i!e. Commentar* (n t)e Prop)et $saia). (r. meios efica es para convencer e converter os pecadores.mit-. . Rer tamb)m (o-n Ealvin. 122FI. 122JI.31 38 3" 3. no momento e posteriorI da palavra pregada. (o-n =Uen HAlban%. citado em L%Ken. (o-n Preston. 6Das Coas =bras.7 "#. vol. nem deve odiar o ministro. Commentar* on t)e 2cts o! t)e 2postles. ?1. trad.. Commentar* on t)e Prop)et "osea HAlban%. . . =regonB Ages. Commentar* on t)e Epistle o! 9ames HAlban%. vol. Catecismo -aior. JJ. ver resumo de (oel CeeK. 8.%nod of Dort.e.8#. J8 J" $nstitutas 1.2.]? N122FO. = ponto tamb)m ) objeto da e5ortação de +illiam PerKinsB 6Roc* não deve ficar com raiva e se rebelar. 122JI. (o-n =Uen HAlban%. Rer /ant.?. submeta'se ao Evangel-o. por4ue ) a mensagem e minist)rio para a sua salvação H6)e 2rt o! Prop)es*ing.)ite!ield ?B =regonB Ages.-omas . =regonB Ages. 1223I. 3@ Centuries o! 'reat Preac)ing.. e Pinson. 1#"D e (o-n Ealvin. 122JI. 6A Eultura Pop E-egou para /icarP. Ao inv)s disso. antos no -undo. Licardo Sondim. J. $bid.. Rer a pergunta e a resposta J2 do Breve CatecismoB 6Eomo a Palavra se torna efica para a salvaçãoP LespostaB = Espírito de Deus torna a leitura. =regonB Ages. 6. Calvin and "is Enemies HAlban%. 8. Pensilv9niaB . 1. $nstitutas ". 6. do ensino de .7 JF J3 Peter !. 6eac)ing and $n!luence HAlban%.7 em 6)e 2rt o! Prop)es*ingB . 2F 23 2J 22 1## 1#1 1#8 1#" 1#. J3. =regonB Ages.it) 6)e Calling o! t)e -inistr* HEdimburgo e Earlisle.3. (r. ParKer. J1 (o-n Ealvin.-e Puritans in t-e PeU.8.7 18J. $bid.7 em 'eorge .". ..J.estminster. Calvin8s Preac)ing. $artin &ut-er. 82F.18. . Rer (o-n Ealvin.7 Banner o! overeign 'race .J. Commentar* on &irst Epistle to t)e 6)essalonians HAlban%. 11J'112. 8. (o-n Ealvin.. ?".'. 1#? 1#F Rer (o-n Ealvin. ?1F. vol. CeeK 6!earing t-e +ord in a Puritan +a%.ermon 8JB Directions !oU to !ear .e. 8?B".. (o-n Ealvin. para os edificar em santidade e conforto. 33 3J 32 J# +illiam +ileman. (r. 122FI. e &eit-. Commentar* (n t)e Epistle to t)e Ep)esians.-e Ealling of t-e $inistr%.2. $bid. HAlban%.7 em 6)e 'enius o! Puritanism. 122FI. . 333.7 Ultimato 8?3 H1222I..8. especialmente a pregação da Palavra. $bid. "8.7 Ultimato 8?" H122JI. 6able 6al. ?#'?1.-omas +atson no livro "eaven 6a. 18#'81I. 6EalvinTs Doctrine of t-e Proclamation of t-e +ord. por e5emplo. 8. &eUis. =regonB Ages. $bid. 8. 83'8J... 23. 6Preac-ing and t-e . (o-n Ealvin. trad.. Rer tamb)m Peter &eUis. -ar... Allan !arman. 6.en b* torm H(oel L. (r. 88F. -ar. /ant. Seorge +-itefield. =regonB Ages. ermons HAlban%. De (ong. 8. J? Con!issão de &# de . por meio da f) para a salvação. 3'J.2. vol. ?"'F8. 122JI. 1??.

=regonB Ages.7 6)e 6roAel " H1J31I. 6+-atTs a boung Preac-er to DoP . 1. &utero.# H123?I.oUard Leconciling Lival Approac-es to Leformed Preac-ing7 HApostila para cursos de -omil)tica no .7 6)e Banner o! 6rut) "1# H12J2I. 111 118 11" 11# L%Ken..7 . 8J. 6.?. $.on some aspects of t-e Leformed t-eolog% of preac-ing. ermons on t)e Deit* o! C)rist. 6&a /ormation des Pasteurs et la Pr)dication de Ealvin. 8. 8..7 ".Pipa.7 1J. Rer (o-n Ealvin. 18# 181 188 18" $bid.I. 122JI. 122JI. trad. 12FJI. 11. Rer (o-n Eobin. (o-n Ealvin. 122JI.purgeonTs RieU of Preac-ing. (ean'$are Cert-oud.inodal]Eonc:rdia. 1"F E-arles . Catecismo -aior de . JD Ealvin. /erguson. &rom t)e 2postolic &at)ers to t)e 'reat 5e!ormers .inclair C.estminster. &lo%d' . 5. Calvin8s Preac)ing. Dennis E. $artin-o &utero. ParKer.7 6)e Banner o! 6rut) 1.illiam Per. . .. 11? 11F 113 11J 112 (ones.-e $inistr% 0eeded b% t-e E-urc-es and $easures for Providing it.I. 6. .1. Catecismo -aior de . 18.7 .. 1223I.purgeon. Rer tamb)m .F. antos no -undo. ?8.ratado de $artin-o &utero sobre a &iberdade Eristã. Commentar* on t)e econd Epistle to t)e 6)essalonians HAlban%. 123. "2#. 1#J PacKer. 6$out-piece for Sod. resposta 1?2.ermão PuritanoB @m 0ovo $odelo de E5posição.7 te5to não publicado. 8F HAlban%. +illiam Pringle HAlban%. . &eUis. ?J.7 "F.7 em -artin)o 7utero: (bras elecionadas.7 7a 5evue 5#!orm#e 8#1 H122JID GnternetD -ttpB]]UUU. 6Das Coas =bras. . 21D1 D@<0?D3 HSrand LapidsB $ic-igan. 2 "istor* o! Preac)ing. 6Preac-ing from Ealvin to Cun%an.asi. (ung. 81D and Ealvin. vol. Calvin8s Preac)ing. =regonB Ages. 6E-eer /or t-e +orKer. (o-n Ealvin. 1"8 1"" 1". After calling attention to t-e decline of contemporar% preac-ing and suggesting .. L%Ken. =regonB Age.ome .?. Commentar* on t)e 'ospel 2ccording to 9o)n. (osep. 6)e 2rt o! Prop)es*ing.-e Lat'Eatc-erTs Gdea.. 6. 6.ins on Preac)ing. &lo%d'(ones on cPreac-ing and Preac-ersT. Commentar* (n t)e Epistle to P)ilemon HAlban%.ão &eopoldo e Porto AlegreB .-oug-ts on our Preac-ing. 1"? (ong. ( Programa da 5e!orma: Escritos de 0?3@ H. 18? 18F 183 (o-n Ealvin.. 1"3 E-arles . vol. and !ope /or &ondon. . "3'J. 6An Evaluation of t-e Principles and $et-ods of t-e Preac-ing of D.7 6)e Aord and t)e 6roAel. Aord and t)e E-arles . Commentar* on t)e Epistle o! 9ames. =regonB Ages.F.-tm. part 8.purgeon. na Ealif:rniaI.J. 6. 8#J'8#2. prefácio de PerKins. PacKer. vol.estminster 6)eological eminar*.. ENGLISH ABSTRACT . 11?'1F. Commentar* on t)e econd Epistle to t)e Corint)ians HAlban%. 32F. 11?. 18J 182 1"# 1"1 ParKer. $nstitutas. antos no -undo. 8".F'3.?.estminster. 2 >uest !or 'odliness.7 18J.1#3 EdUin E-arles Dargan. =regonB Ages. 6Preac-ing from Ealvin to Cun%an. Rer tamb)m &eUis. 81D e Pipa. Eitado em $urra%.7 1?J'?2. 'enius o! Puritanism.2. 6Preac-ing and t-e . &eUis. resposta 1?2. F1.fr]cle]rr]2J]bert. vol. .%nod of Dort. 1#2 Rer Gain $urra%. (o-nson.-is article is a -istorical researc. 3 H12J"'J.purgeon. 6.7 em -etropolitan 6abernacle Pulpit. 6Dr. 12J2I.

-e speaKs and governs -is c-urc-. A!"la#a. genuine preac-ing is never in vain. Eoncerning its efficac%.eminário . reverence. t-e aut-or attempts to demonstrate t-at. ) ministro presbiteriano.attention.and of t-e minister. . B. Preac-ers must UorK -ard to interpret t-e +ord and deliver it fait-full%. and t-e instrument b% U-ic. Due to its -ig-er vieU concerning its nature. AutorB Paul R.-e -earers s-ould receive t-e preac-ed Uord Uit.ulI e doutorando em $inist)rio no +estminster . for t-e Kingdom of Sod is also promoted in t-e condemnation of t-e reprobates. as it depends on t-e action of t-e !ol% .pirit alone can maKe it efficacious.some reasons be-ind it. t-e preac-ing of t-e +ord of Sod is vo% Dei. 0evert-eless. t-e central element of Uors-ip in t-is dispensation of grace.eologia pela Potc-efstroom @niversit% for E-ristian !ig-er Education Hdfrica do . as far as its nature is concerned.pirit in t-e preparation. assisting and enabling t-e preac-er and illuminating and convincing t-e -earers. Gt is t-e main means of grace.SodTs Kingdom is opened or closed to sinners. O$%. professor de Srego e !ermen*utica no . V mestre em .com]arpav]biblioteca] . na Ealif:rnia.eminar%.geocities.-e purpose of Leformed preac-ing consists in being fait-ful to t-e sense.& Este artigo ) parte de um dos capítulos da dissertação de Doutorado em $inist)rio 4ue está sendo elaborada pelo autor com o temaB 6!ermen*utica e PregaçãoB $anual de !ermen*utica Leformada para Pregadores. faitand obedience. . t-e essential marK of t-e c-urc-.eol:gico Catista E4uatorial e presidente da Associação Leformada Palavra da Rerdade. deliver% and -earing of t-e message. . Leformed t-eolog% ascribes great importance to preac-ing.7 /onteB Ciblioteca Leformada ' -ttpB]]UUU. na cidade de Cel)m.t-e solemn proclamation of SodTs +ord b% ministers commissioned b% Sod -imself.-eological . E-rist is spirituall% present Has -e is in t-e sacramentsI.on t-e personal abilities of t-e preac-er or of t-e -earers. it does not depend so muc. t-e primar% tasK of t-e c-urc.-roug. Cut t-e !ol% . significance and purpose of t-e biblical te5tD in t-e conversion of sinners and restoration of SodTs image in t-e -earersD and in t-e promotion of t-e Kingdom and glor% of Sod in t-e Uorld.