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com. Art. As regras de publicação para a trigésima sexta edição do periódico têm por base as determinações normativas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT -. Os gráficos.Referências: ABNT NBR 6023. 5°. IV . Os artigos deverão conter um mínimo de 8 páginas. que deverá ser na cor preta (ex. ou qualquer forma de possível quebra de anonimato da autoria. §2º.Citações: ABNT NBR 10520. §1º. Com exceção das citações diretas longas. que deve se fazer uso da mesma fonte. ainda que produzido em coautoria. em casos excepcionais. Os artigos deverão ser formatados e submetidos de acordo com as regras presentes neste Edital e no Guia de Normas. deve se fazer uso exclusivamente da Times New Roman. que consta como seu anexo. ou outro documento. Serão admitidas somente as línguas espanhola. nos seguintes moldes: I . A edição em comento conterá um mínimo de 12 (doze) artigos. não podendo ultrapassar o limite de 16 páginas.inverbis. Art. 1°. O processo seletivo consistirá nas etapas de Seleção Formal e Material. 8º. resumo e palavras chave. Art.EDITAL – PROCESSO SELETIVO DE ARTIGOS PARA A 36ª EDIÇÃO TÍTULO I . referências à premiação do artigo. Art.: www. expressão ou imagem que permite o acesso imediato à outra parte de um mesmo. Parágrafo Único. 7º. numeração das páginas e nas legendas de gráficos e tabelas. que será atemática. Num hipertexto. IV – Nome do(s) autor(es). No que diz respeito a eventuais lacunas e imprecisões presentes no Edital e no Guia de Normas dever-se-á seguir as regras determinadas nas normas da ABNT citadas nos incisos do parágrafo anterior.br). II – Fontes e figuras em cores diversas das determinadas. a qualquer tempo. 2°. Resumo e Palavras-chave (em língua vernácula e estrangeira): ABNT NBR 6028. notas de rodapé. cuja temática será livre. No que diz respeito à fonte. V – Símbolo diferente de letra ou número exceto quando pertencente à redação do texto.com.Numeração Progressiva das Seções do Documento: ABNT NBR 6024. TÍTULO II – DO PROCESSO SELETIVO Art. mas em tamanho 10. II . 9°. III – Hiperlink (palavra. O processo de Seleção Formal tratará de analisar se houve obediência da formatação do artigo às regras técnicas de publicação desse edital e ao Guia de Normas (Anexo I). A quantidade de artigos citada acima poderá ser alterada pela Comissão Editorial.DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Serão reprovados sumariamente na seleção formal os artigos que contiverem indícios de identificação. Sendo que esta última deve ser utilizada apenas no que a primeira for omissa. III . Art. Art. §1º. na forma de palavra ou expressão. 6°. tais como: I – Folhas em branco dentro do artigo.Apresentação do artigo: ABNT NBR 6022 e ABNT NBR 14724. Art.br) e não em cor distinta (ex. bastando ser acionado pelo ponteiro do mouse. tabelas e referências presentes no artigo a ser submetido devem ser identificados e numerados de acordo com as regras da ABNT. um link. Cada autor só poderá submeter um único trabalho à avaliação. 3°. V . sob pena de eliminação. vem sublinhado ou grafado em cor distinta da utilizada para o resto do texto). 4º. O presente Edital dispõe sobre as regras para seleção dos artigos que comporão a trigésima sexta edição da Revista Jurídica In Verbis. que deverá ser inédito. francesa e inglesa para fins de produção da versão em idioma estrangeiro do título.inverbis. de todos trabalhos por ele submetidos. §2º.: www. que deve estar em tamanho 12. Parágrafo Único.Título. respectivamente. 1 .

Os trabalhos serão aceitos pela Comissão até às 23h59min do dia 30 de abril do mesmo ano. a metade de seus trabalhos produzidos por estudantes da Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Filosofia do Direito. com o intuito de sanar falhas gramaticais e/ou de formatação. de autoria desses acadêmicos. Reitera-se. §4º. Após a divulgação do resultado da seleção formal. baseada nos critérios de desempate supracitados.que obtiver melhor análise dos questionários de avaliação e de eventuais ressalvas feitas pelos avaliadores. Este definirá o atendimento ou não dos níveis científico-jurídicos necessários à publicação e estará disponível para consulta aos autores. juntamente com um Questionário de Avaliação. Reserva-se a Comissão a possibilidade de alterar o Resumo em língua estrangeira para adequá-lo a versão em língua vernácula. quando de artigos submetidos ao mesmo professor. de maneira completa e sem abreviações. Direito Administrativo. 12. os trabalhos aprovados na Seleção Formal serão entregues aos professores e juristas. opção Preparar. §5º. Art.professor orientador (caso haja). Quanto à Seleção Material. II . verificar no menu arquivo. verificar no Botão Office. a qual será disponibilizada no site da revista: www. Em casos insanáveis a Comissão poderá remeter o fragmento do artigo aos autores para pequenas correções de redação. para fins de publicação na Revista Jurídica In Verbis. àqueles que tiverem seus artigos reprovados. A Revista conterá. IV . a Comissão Editorial selecionará. 13. 10. Art. que não comprometam o conteúdo do texto. O processo de Seleção Material consistirá na análise científico-jurídica dos artigos pelos membros do Conselho Editorial.br.inverbis. § 1°. Caso mais de um artigo de mesmo tema seja recomendado à publicação. O(s) autor(es) deverá(ao) preencher. §6º. §2º. aprovados na Seleção Material não for suficiente para atingir essa proporção. §3º. Essa análise darse-á pela revisão em regime de “correção dupla às cegas” (Double Blind Review). c . a Comissão poderá realizar nele pequenas modificações. membros do Conselho Editorial. no Word 2007. no mínimo. 11.em que nenhum autor tenha publicado em quaisquer das 2 (duas) edições anteriores. respectivamente. TÍTULO III – DO ENVIO DOS ARTIGOS Art. priorizando. apenas um deles. etc). preferencialmente. § 2°. opção Propriedades.com melhor nota atribuída pelo avaliador. Os autores que desejarem submeter artigos à Revista Jurídica In Verbis devem remetê-los à Comissão Editorial a partir do dia 19 de março de 2014 através de link a ser divulgado no site da revista a partir do primeiro dia de prazo. Exceto quando o número de artigos. o artigo: I . em havendo mais artigos recomendados para publicação do que o número delimitado utilizar-se-ão critérios de desempate.com. Este deverá ser interposto em seção específica. Direito Civil.título do artigo. III . Para fins da Seleção Material.cujo tema se mostre mais original e diverso dos demais artigos aprovados para a publicação na corrente edição. Após um artigo ser aprovado pelo Conselho Editorial e divulgado o resultado da Seleção Material. caberá prazo de setenta e duas horas.disciplina correspondente ao tema abordado (ex: Direito Penal. §1º. O artigo também não poderá conter identificação de autoria nas propriedades do arquivo (no Word 2003.VI – Uso de negrito ou sublinhado para fins de destaque. qualquer forma de destaque deverá ser em itálico. o formulário eletrônico disponível em nosso site com as seguintes informações: a . b . quando a Comissão Editorial julgar comprometido o anonimato da autoria do Artigo. Art. 2 . para interposição de recurso. num prazo de trinta dias a contar da publicação do resultado final. opção Propriedades) garantindo desta forma o critério de sigilo e imparcialidade da seleção.

instituição de ensino de cada autor (caso seja estudante). e . o autor automaticamente abre mão de seus direitos autorais sobre aquele em prol da Revista Jurídica In Verbis. Caso seja verificado plágio ou algum outro ato ímprobo ocasionará a imediata exclusão do trabalho do Processo Seletivo. telefone e e-mail de cada autor. Natal. 16. Artigos não publicados poderão participar de novo processo seletivo. desde que novamente submetidos ao novo processo de avaliação. os documentos devem estar em extensão “. caso o(s) autor(es) deseje(m). Parágrafo Único. 19 de março de 2014. f . h – período que está cursando (caso seja aluno). Art. A Comissão Editorial. 14.anexo do artigo. g – nome. Art. conceitos e referências trazidos nos trabalhos são de exclusiva responsabilidade dos autores. Art.doc” ou “. 18. caso qualquer dos autores já tenha publicado nas duas últimas edições. 15. Ao enviar o seu trabalho. e tem vigência imediata. Art. TÍTULO IV – DISPOSIÇÕES FINAIS Art. revogando as disposições anteriores que a ele forem contrárias. Os dados. 3 . Os anexos devem estar salvos em processador de texto Word for Windows (necessariamente.docx”) e este deverá ser nomeado com o próprio título do artigo. O presente Edital rege-se pelo Regimento Interno da Revista Jurídica In Verbis. 17.d .expressão “publicação anterior”.

tais como dissertações e teses -. assim como o referido Edital. Para ajustá-lo: formatar: parágrafo: recuos e espaçamento: Recuo: Por: 1.GUIA DE NORMAS APRESENTAÇÃO A Revista Jurídica In Verbis torna público hoje. nas notas de rodapé. ABNT NBR 6024. necessariamente. todas produzidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. possui disposições de caráter obrigatório. bem como entre uma subseção e outra. Adota-se para a epígrafe. Tal documento traz as diretrizes gerais presentes nas normas ABNT NBR 6022. ABNT NBR 6023. Evidencia-se que não é necessário referenciar a obra mencionada na epígrafe. ABNT NBR 6028. alinhada à direita. como um anexo ao Edital do Processo Seletivo de Artigos Para a Trigésima Sexta Edição. A esse respeito. o espaço entre o texto de uma subseção e o título de uma nova seção deverá ser duplo. nas notas de rodapé. Dessa forma. dar-se-á dois enters em espaçamento simples. nas palavras-chaves e entre seções e/ou subseções. O espaçamento entre o título e o respectivo texto de todos os tipos de seção será simples. é essencial que essa seja citada. ressalta-se que a norma ABNT NBR 14724.5 cm (atenta-se para o fato de que o recuo padrão do Word é 1. porém. título em língua estrangeira (espanhol. Sendo simples apenas no resumo. De uma seção para uma subseção deverá haver um espaço simples. o espaçamento entre os parágrafos é 0pt (função no Word: formatar: parágrafo: recuos e espaçamentos). esse guia externa as determinações da Comissão Editorial. No entanto. será permitido apenas o uso de 4 . dia 19 de março de 2014. a numeração deverá começar pelo número 2. e assim sucessivamente. elemento opcional. oficialmente. referências. pelo seu caráter de anexo. corpo do texto. deve-se adotar a mesma fonte em tamanho 10 nas citações diretas longas (consideradas assim aquelas que tenham mais de três linhas quando estejam em fonte tamanho 12). a fim de sanar eventuais dúvidas que possam ter sido despertadas nos autores. bastando o nome mais conhecido do autor. presume-se que seja um documento de grande notoriedade. caso esta só se inicie na segunda página. nas citações diretas longas (já definidas no parágrafo anterior). resumo e palavras chave. A configuração da página do artigo deve estar com a margem esquerda e superior de 3 centímetros. dois autores. As páginas também devem ser numeradas (na margem superior direita) a partir daquela onde principia a introdução. incumbidas de preencher eventuais lacunas presentes nas normas adotadas ou ainda de delimitar padrões que devem ser adotados na elaboração dos artigos. Entretanto. ambos em língua vernácula (português).ANEXO I . ou seja. seu Guia de Normas reformado.5 cm). ABNT NBR 10520 e ABNT NBR 14724. Caso haja epígrafe. deve-se fazer uso exclusivamente da Times New Roman.5cm. conter um total de oito a dezesseis páginas e ser escritos por. mas não se faz necessário que o seja de forma completa. deve ser o mesmo do idioma utilizado no título que não o em língua vernácula. nas legendas. Já o recuo do parágrafo deve ser de 1. o seguinte padrão: fonte Times New Roman em tamanho 12. na numeração das páginas e nas legendas de gráficos e tabelas. nas referências. Para fins de destaque de determinadas palavras ou expressões. recomenda-se também que os autores acessem o artigo modelo comentado para melhor elucidação e exemplificação das normas e disposições aqui apontadas. que deve estar em tamanho 12.25 cm. enquanto a direita e inferior devem ser de 2 centímetros. itálico. no máximo. Outrossim. O espaçamento padrão do texto é 1. Seus elementos deverão estar dispostos na seguinte ordem: título. por não tratar especificamente de artigos científicos – mas sim de trabalhos acadêmicos. francês ou inglês). essa deve vir localizada entre as palavras-chaves em português e a introdução. No entanto. logo após a última palavra e só na linha deste último enter é que se deverá começar a escrever. No que diz respeito à fonte. No que diz respeito à autoria. deve ser utilizada apenas no que a ABNT NBR 6022 for omissa. resumo e palavraschave em idioma estrangeiro que. que se encontrem em língua vernácula. visto que pelo próprio fato de constituí-la. Ademais. INSTRUÇÕES GERAIS Os artigos submetidos à Revista deverão ser inéditos (nunca antes publicados).

no máximo. não se deve olvidar a necessária coerência desse elemento com o que fora dito no artigo. conforme registra a ABNT NBR 6024. O título e subtítulo em língua estrangeira devem estar separados por dois-pontos. elemento obrigatório e que deve apresentar as mesmas características do resumo em língua vernácula. significam algo diverso daquilo que se pretendia expressar.2) que antecede cada seção de um documento. desenvolvimento e conclusão. resultados e conclusões do trabalho. divide-se em seções e subseções. Caso haja subtítulo. devem-se considerar as seguintes definições: Indicativo de seção: Número (Ex: 1) ou grupo numérico (Ex: 1. concisas e objetivas. ferramentas: contar palavras) e ele deve estar justificado e apresentar recuo de 4 cm. antecedidas da expressão “Palavras chave”. 5 . Sua extensão deve ser de 100 a 250 palavras (ver a função. Isso deve ser bastante observado no que diz respeito a expressões jurídicas técnicas adotadas nos países estrangeiros que não correspondem a outras grafadas de forma bastante semelhante em solo pátrio. Seções secundária. O segundo. de acordo com a necessidade de cada exposição. deve haver delimitação do assunto. negrito. aplicam-se as mesmas regras que às em língua portuguesa. obviamente. no idioma adotado. em caixa alta. justificado e em negrito. ainda. O resumo em língua vernácula (ou idioma pátrio) é elemento obrigatório e deve ser formado por frases coerentes. no Word. apresente uma boa qualidade. que não pertençam aos elementos exigidos em idioma estrangeiro. as mesmas regras em relação ao escrito em língua portuguesa. para eles. dispostas em um único parágrafo. A extensão conjunta desses elementos deve limitar-se a. 3 Elementos pós-textuais As referências consistem em elemento obrigatório. metodologia.2. Seção: Parte em que se divide o texto. em negrito. além do próprio artigo. Exemplo: apud. por sua vez. Seção primária: Principal divisão do texto de um documento. A expressão “Referências” no final do artigo científico (jamais usar as expressões “Bibliografia” ou “Referências bibliográficas”) deve ser centralizado. NUMERAÇÃO PROGRESSIVA DAS SEÇÕES 1 Definições Em relação às determinações aqui expostas. elaborado conforme a ABNT NBR 6023. APRESENTAÇÃO DO ARTIGO 1 Elementos pré-textuais O título e o subtítulo devem ser escritos na língua do texto (português).itálico. Haverá um espaço simples entre o título e a palavra “resumo” e dessa para o corpo do resumo. é essencial que o seu Abstract/Resumen. escritas com o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. As palavras-chave em idioma pátrio (ou língua vernácula) constituem elemento obrigatório e devem estar dispostas logo após o resumo. Salienta-se que o vocábulo “expressões” deve ser aqui entendido como pequenas frases usuais no artigo ou de uso comum. A palavra “resumo” deverá vir escrita em caixa alta. No primeiro. recomenda-se atenção no que diz respeito ao uso de falsos cognatas que. em caixa alta e sem numeração. 2 Elementos textuais Os elementos textuais são: introdução. Importante destacar que. terciária. Elas devem apresentar espaçamento simples e conter de 3 a 7 palavras ou expressões. Esse recurso deve ser utilizado. para se considerar como bom um artigo científico. Assim. Anote-se que segue. alinhada à esquerda do corpo do resumo e inserida logo após o título do artigo. Nele devem constar as finalidades. 25 palavras. Eles precedem o resumo em língua estrangeira (Abstract ou Resumen). esse deverá separar-se do título pelo uso de “dois pontos”. separadas entre si por pontos e finalizadas também por ponto. em caso de palavras ou expressões em língua estrangeira que não sejam resultado de adaptações ao idioma vernáculo e. Para tanto. Às palavras-chave em idioma estrangeiro. objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do artigo.

1."todo o conteúdo possível dos direitos fundamentais. devem vir destacadas com recuo de quatro centímetros da margem esquerda. imediatamente após a citação.2. Todas essas informações devem estar separadas por vírgulas e entre parênteses. As seções primárias devem vir destacadas em negrito e caixa alta. pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de cada entidade responsável. tanto na parte superior quanto na inferior a elas. Já as citações diretas longas (com mais de três linhas).. mencionam-se a data de publicação do documento e as páginas da citação – esta última no caso de citações diretas – e volume ou tomo. seguido de um ponto e do numeral a ele atribuído pela sequência em que aparece.1. com fonte de tamanho 10 e sem aspas. Subalínea: Subdivisão de alínea. Nesse caso. instituição ou título. Nesses casos. elas poderão vir acompanhadas de citação.. No que diz respeito ao indicativo da seção. p. Citação direta: transcrição textual de parte da obra do autor consultado.2. 2. utilizam-se as aspas simples apenas para indicar a presença de citações dentro da própria citação iniciada.2. Citação indireta: texto baseado na obra de autor consultado. Nesse caso.. 1... 1. separando-se deste pela presença de um espaço (caractere).. 2. Alínea: Cada uma das subdivisões do documento.quaternária e quinária: Divisão do texto de uma seção primária. ou . No que concerne ao sistema de chamada. 1. 6 .. 1. 3. 2 Regras Gerais Deve-se limitar a numeração progressiva à seção quinaria. caso o faça entre parênteses.2. 222). Nesse sistema. por exemplo). os volumes.1. Portanto.2. CITAÇÕES EM DOCUMENTOS 1 Definições No que diz respeito aos posicionamentos seguintes. Deve se proceder da mesma forma para a representação das demais seções. A seguir. deve-se proceder à grafia de forma habitual.3. O indicativo das seções secundárias é feito a partir do numeral da primária. Seção terciária – 1.” e “v. terciária e quaternária.2. a Revista Jurídica In Verbis posiciona-se de forma a exigir o uso do sistema autor-data.. ao final da citação. 2. e das terciárias em diante deve-se proceder com a escrita habitual. serão permitidas citações apenas no corpo do texto. deve-se alinhá-lo à margem esquerda e grafá-lo em números inteiros a partir do um. as páginas. tomos ou seções pelo termo que os caracteriza de forma abreviada (“p. 1. Exemplo: Seção primária . As citações diretas curtas (de até três linhas) devem estar contidas no texto em aspas duplas. Exemplo: Conforme a classificação proposta por Bonavides (2007). a indicação da origem da informação é feita no próprio corpo do texto. 2 Regras Gerais Para fins de publicação na trigésima Sexta edição da Revista Jurídica In Verbis.1. mas jamais se poderá dedicar às referidas notas a citações destituídas de qualquer comentário do autor. deve-se acatar os seguintes conceitos:     Citação: menção de uma informação extraída de outra fonte. deve existir um espaço simples. 2007..1.2. devido a sua praticidade. secundária. necessariamente. Para as citações diretas. de entrelinhas e em relação ao corpo do texto. Seção secundária . Citação de citação: citação direta ou indireta de texto a cujo original não se teve acesso. representada com algarismos arábicos. 2. sendo os demais elementos complementares. É inteiramente desestimulado o uso de citações na introdução e conclusão do artigo. respectivamente. Ele deve preceder o título.”.. é necessário mencionar-se apenas a data. Dedicando-se as notas de rodapé a comentários complementares e posicionamentos do autor. Ela será. não se deve fazer uso de qualquer sinal após o indicativo da seção. indicada por letra minúscula e seguida de parênteses.1.1. Já nas citações indiretas. caso haja mais de um caderno para a obra.1. seja ela primária ou não.1. faz-se necessário mencionar a data da obra. No que diz respeito à chamada por sobrenome do autor. deve-se grafá-lo inteiramente em letras maiúsculas. as secundárias apenas em negrito. profetizando até mesmo a sequência histórica de sua gradativa institucionalização" (BONAVIDES.

. sendo citado entre parênteses. do nome do autor durante o texto.Em casos de citação. 1995). Para as ênfases ou destaques (os chamados grifos). REFERÊNCIAS 1 Introdução A referência bibliográfica visa realizar a identificação dos documentos utilizados na produção científica. Por outro lado. No entanto. conforme o exemplo que se segue: A chamada “pan dectística havia sido a forma particular pela qual o direito romano fora integrado no século XIX na Alemanha em particular. para os casos em que se atribuiu destaque a trechos da citação. Veja-se o exemplo: Bobbio (1995. interpolação. Assim como no caso anterior. comentário. As supressões deverão ser denotadas a partir do uso de reticências entre colchetes [. colocam-se os prenomes por extenso. Ela pode ser composta apenas pelos elementos essenciais. Além disso. conforme a lista de referências. Exemplo: De acordo com Bonavides (2007a) (BONAVIDES . 2 Regras gerais Para fins de publicação na 35ª Edição da Revista Jurídica In Verbis. as referências devem vir localizadas no final do texto. KNOX. 1986. Deve-se também fazer uso das expressões “grifos nossos”. mencionados simultaneamente. 225).. as citações indiretas de diversos documentos de vários autores. Já para as citações de diversos documentos de um mesmo autor que forem publicados num mesmo ano. quando não há indicação de autoria ou responsabilidade na obra. apenas. Além disso. devem ser separadas por ponto-e-vírgula. Exemplo: (CROSS.. o uso das expressões “informação verbal” e “em fase de elaboração”. deve-se fazer uso de nota de rodapé capaz de mencionar os dados disponíveis. deve-se fazer menção também da segunda palavra -. é necessário distingui-los a partir do acréscimo de letras minúsculas.]. deve-se buscá-los em outras fontes e as informações obtidas dessa forma devem estar devidamente explicitadas entre colchetes. direta ou indireta. 1991.. deve-se indicar a primeira palavra do título seguida de reticências – caso o título comece por um artigo ou um monossílabo. os acréscimos e os comentários devem estar contidos entre colchetes. 1984.. Ressalta-se que. p. e em casos nos quais a tradução tenha sido realizada pelo autor do artigo. em caixa alta.” (LOPES. respectivamente. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. Tanto um quanto o outro tipo de elemento são retirados do documento a que se faz referência. em ordem alfabética. a Comissão Editorial padronizou exclusivamente o uso de itálico. MEXIROW. Caso ainda assim isso não seja possível. No caso de citações indiretas de vários documentos da mesma autoria. específicos a cada tipo de documento. imediatamente após a dada. em ordem alfabética. devem-se acrescentar as iniciais de seus prenomes na citação a fim de identificá-los. 2007b). todas as informações devem vir separadas por vírgulas e entre parênteses. respectivamente. No que diz respeito a dados colhidos em exposição oral ou através de trabalhos que ainda estejam em fase de elaboração. 30) com muita propriedade nos lembra . “grifos do autor” e “tradução nossa”. com espaço simples entrelinhas. Já as interpolações. sem alusão ao nome do autor. como também pode apresentar elementos complementares que visam caracterizar de forma mais aprofundada os documentos referenciados. junto à indicação do ano e das páginas e volumes (estas duas últimas apenas para citações diretas). tal nome deve vir escrito de forma habitual (primeira letra maiúscula e as demais minúsculas). 1991) Atenta-se. em que a informação esteja grifada no original pelo próprio autor da obra. tal nome deve aparecer entre parênteses. no corpo do texto. no caso de citação direta). Em caso de citação. Qualquer supressão. quando houver coincidência de sobrenomes de autores durante o artigo. as datas de cada uma das obras deve vir separada por vírgula. ênfase ou destaque deve ser indicado no texto. deve-se acrescentar. 1989. seguida da data de publicação do documento e das páginas da citação – esse último elemento é exigido apenas para citações diretas. separadas umas das outras por dois espaços 7 . direta ou indireta. para o fato de que se deve utilizar a expressão apud quando se tratar de uma “citação de citação”. o ano (e a página e volume. p. se houver. 2000. Exemplo: (DREYFUSS. Quando isso não for possível. ainda. acréscimo. elas devem estar alinhadas à margem esquerda e justificadas.

data do julgamento. Brasília: Unb. DJ. o que deve ser substituído por um subtraço. 6. ______. equivalente a seis espaços. Já os documentos que possuem mais de três autores pessoais devem ser referenciados através da menção apenas do nome do primeiro. referenciados. Nelson. número. substituir da mesma forma o título do documento referenciado quando utilizadas duas diferentes edições da mesma obra. obrigatoriamente. The new global economy in the information age: reflections on our changing world. de recurso especial) em negrito. 2. todos os autores deverão ser.1. p. 161 p.br. Min. Ainda em relação à autoria.rexlab. 2006. a autoria deve estar representada pelo último sobrenome do autor em caixa alta (letras maiúsculas). este deve estar inteiramente em caixa alta e precedendo a vírgula. Pensylvania: The Pensylvania State University Press. Exemplo: MACHADO. seguido de um ponto. que se pode fazer uso de pseudônimo nas referências. Os demais elementos do nome do autor. mas também o penúltimo sobrenome. caso esse seja adotado pelo autor. espécie de julgado (de reclamação. j. Devem-se referenciar jurisprudências apenas em notas de rodapé. ed. não se deve repetir seu nome na referência sucessiva.1. 19/04/2005. Rio de Janeiro: Lumen Juris. a Revista Jurídica In Verbis posiciona-se no sentido de não aceitar a referenciação de jurisprudências ao final do texto. em caixa alta. 1993.more. ______. dinâmica e condizente com os padrões da ABNT adotados pela revista. recomenda-se o uso do sitio eletrônico www. Norberto. esses deverão figurar em todas as referências do documento.ufsc. que pode estar seguido de agnome. Direito civil: teoria geral. Cristiano Chaves de.”. Alerta-se que em casos de autores de nome em língua espanhola. 10. Teoria do ordenamento jurídico. 09/05/2005. Martin et al. Alerta-se. ______. como dito supra. 144 p.1 Autoria 2. devem-se separar os nomes dos autores por ponto-evírgula caso a obra apresente até três autores pessoais – nesse caso. 1974. Resp 476. São Paulo: Bels. turma (em caso de órgão colegiado) ou pleno. de forma a seguir um padrão.simples (ou seja. no entanto. um espaço duplo) e dispostas de acordo com a ordem alfabética do último sobrenome de cada autor. 6. 13.1 Autor Pessoal Como se pôde observar a partir dos exemplos acima. podem ser 8 . Dyonélio. seguido da expressão “et al. Exemplo: SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. as seguintes informações: nome do órgão julgador. também. ed. Brasília: Unb. Como complemento. Locke e o direito natural. Pode-se. que não o(s) grafado(s) em caixa alta. A seguir. respectivamente. a partir do qual é possível elaborar automaticamente referências a diversos tipos de documentos de forma fácil. jurisdição (caso haja dúvida). 2003.428. Nancy Andrighi. e nesta conterá. São Paulo: Ática. que se faça referência à data e à página de publicação no diário oficial. caso esse se faça presente.1 Transcrição dos Elementos 2. deve-se deixar em caixa alta não apenas o último. nome do relator (em caso de órgão colegiado). Recomenda-se.380 Salienta-se também que. No que diz respeito às referências. ainda. Quando se faz uso de mais de uma obra do mesmo autor. Os ratos. Deve-se também atentar para o fato de que nos casos de autores que apresentem o último sobrenome composto. T2 (indicação da 2ª turma como julgadora). ainda. 1999. o que deve ser feito apenas em nota de rodapé.1. ed. Exemplos: FARIAS. (não há dúvidas sobre a jurisdição). assim como de rejeitar a referenciação de leis e constituições. 2007 CARNOY. ed. ROSENVALD. como exemplificado a seguir: BOBBIO. 170 p. caso se faça opção por elementos complementares. devem vir uma vírgula separando-o dos prenomes e outros sobrenomes que o autor tenha.

Rio de Janeiro. No entanto. Relatório da Diretoria-Geral: 1984. 2002. BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). O subtítulo. mas um responsável intelectual. por exemplo. No que diz respeito a coletâneas de diversos autores em que não há um autor.3 Edição Quando houver essa indicação na obra. é necessário fazê-lo em todas as demais utilizadas no artigo. assim como de um espaço. o que deve ser devidamente indicado pelo sinal de reticências. Mas utiliza-se esse último apenas quando houver duplicidade de nomes. devese iniciar a referência pelo título do trabalho que.abreviados. utiliza-se o uso da expressão et al. visto que nos casos em que há uma denominação que a identifique prontamente.”. ou quando se referencia integralmente um número ou fascículo. 1985. pelo próprio fato de configurar-se como elemento essencial. o que deve ser feito em relação ao idioma do documento. deve vir separado do título pelo sinal de pontuação “dois pontos”.1. tal informação deve ser seguida de parênteses entre os quais deve constar a abreviação da responsabilidade assumida por ele. Quando existirem mais de três nomes exercendo o mesmo tipo de responsabilidade. emendas e acréscimos a uma edição são identificados. dever-se-á transcrevê-la utilizando-se a abreviatura dos números ordinais e da palavra edição. deve-se registrar o primeiro. enquanto para documentos em língua inglesa deveria ser utilizada a expressão “2nd.1. SÃO PAULO (Estado). por exemplo). ed. o título deve ser sempre o primeiro elemento da referência. “Comp. caso o faça na referência de uma obra. apresentará sua primeira palavra em caixa alta. 1993. nesse caso. Outros tipos de responsabilidade (tradutor e revisor. São Paulo.1.”. NBR 10520: Informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Exemplos: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. As revisões.2 Título e subtítulo O título deve ser reproduzido exatamente como está representado na obra e.1.1. que caso se faça uso dessa opção. por exemplo) podem ser acrescentados após o título. não se deve alterar o sentido que o título originariamente dispunha. de organizador. adotar-se-ia “2. entre colchetes. Quando o título for muito extenso. deve-se fazer uso apenas do nome desse na referência.3 Autoria desconhecida Quando a autoria for desconhecida.2 Autor Entidade Nesse caso. Caso o periódico tenha título genérico (como um guia de viagens. Opcionalmente. ed. 49 p. Outra exigência é que seja grafada em maiúscula apenas a primeira letra de sua primeira palavra e a de eventuais nomes próprios que apresente. Ele não deve vir destacado de forma alguma. Rio de Janeiro. caso se trate. separando-o do primeiro pelo sinal de igualdade. deve estar em negrito. podese optar pela supressão de parte de suas palavras.”. Já no caso do título. conforme aparecem no documento. que será precedida pelo nome do órgão superior ou jurisdição geográfica a qual ela pertence. Quando se referenciam periódicos no todo (toda a coleção).. 2. todavia.1. a entrada deve ser o nome da entidade por extenso. registra-se o segundo ou o que estiver em maior destaque. 2. caso não haja na obra. que se vincula ao título por uma preposição entre colchetes. 35 p. Alerta-se. Essa abreviação pode ser “Org.” ou “Coord”. como citado alhures. uma frase ou palavra que identifique seu conteúdo. sendo o negrito dedicado apenas ao título. por sua vez. será necessário atribuir. mas de forma 9 . 2. para fins de publicação na Revista Jurídica In Verbis. devendo configurar integralmente em letras maiúsculas. Em português. Secretaria do Meio Ambiente. Outro ponto que merece relevo é que o subtítulo não se configura como um elemento obrigatório. Diretrizes para a política ambiental do Estado do São Paulo. compilador ou coordenador. a entrada será diretamente o nome. No entanto. incorpora-se o nome da entidade autora ou editora. 2. Caso haja título em mais de um idioma. respectivamente.

1. em obras nas quais se faça presente a menção a mais de um lugar. como também o local não está identificado. caso apresente mais de quatro letras. Já em situações em que não só a editora. usa-se as expressões abreviadas supramencionadas.6 Data A data de publicação deve estar grafada em algarismos arábicos. Caso tenha-se feito uso de teses e dissertações. mas seja possível identificá-la. 2. 2.]. a qual deve estar abreviada e entre colchetes com a primeira letra maiúscula e a segunda minúscula. deve-se indicar essas características a partir das expressões “Paginação Irregular” ou “Não paginado” no lugar da paginação.. mas. Já nos documentos escritos em mais de um volume. Em casos em que sua determinação é impossível. caso isso não prejudique a identificação. No entanto. como demonstrado a seguir: [s. No entanto. Quando não houver identificação da editora. utilizar-se-á expressão sine loco.]. que deve estar devidamente abreviada e entre colchetes [s. Utiliza-se “f. se no periódico não houver indicação dos meses.1. o periódico fizer menção a trimestres.1. devemse mencionar os números das páginas inicial e final da referida parte. 10 . 2. semestres.”. copyright. os quais devem ser precedidos da abreviatura “p.l. Assim. não se deve fazer menção ao número de páginas. após todos os dados. por exemplo. mas da estação do ano correspondente. por sua vez.. tendo-se como exemplo de um capítulo de livro ou artigo de periódico.].n. o que deve ser feito por meio da abreviação de seu nome. faz-se necessário sua presença. Se existirem duas editoras. tal característica deve ser indicada com grau. Para documentos traduzidos.abreviada. respectivamente. 2. ainda que apenas suposta ou de distribuição.. qual seja a primeira ou a que estiver em destaque.l. notas com informações complementares. vinculação acadêmica. apresentação ou impressão. No entanto.”. Ressalta-se que em casos de numeração irregular ou ausência de paginação. deve-se optar por apenas uma delas. como exemplificado a seguir: [1971 ou 1972] – um ano ou outro [1969?] – data provável [1973] – data certa. pode-se indicar o número total de páginas ou folhas. faz-se necessário indicar a sigla do Estado depois de uma vírgula. conforme a seguir: [S. 1960] – data aproximada [197-] – década certa [197-?] – década provável [18--] . deve-se fazer uso da expressão sine nomine. por exemplo). mas é possível indicar a quantidade de volumes. devem-se abreviar os prenomes e suprimir as palavras que designam a natureza jurídica ou comercial. Em caso de locais homônimos. entre colchetes e separadas por ponto-e-vírgula.n. Ao referenciar-se parte de uma publicação. no idioma original da publicação.7 Descrição Física No caso de documentos escritos em apenas um volume. deve-se registrar uma aproximação entre colchetes. deve-se transcrever tal qual como figura.1. devem-se indicar ambas.1. s. Como esse é um elemento essencial. seguido da abreviação “p. caso a obra apresente mais de três.”. embora não indicada [entre 1906 e 1912] – usar intervalos menores de 20 anos [ca. sem abreviações. etc.4 Local O local referenciado deve ser o indicado na obra. para monografias impressas em apenas uma face de cada página. Em situações nas quais a editora é a mesma instituição ou pessoa responsável pela autoria e já tiver sido mencionada.5 Editora O nome da editora deve ser grafado tal qual figura no documento. Caso essa informação esteja omissa no documento. a indicação dos meses é indispensável. devese indicá-la entre colchetes. 2. deve-se optar pelo primeiro ou o mais destacado.século certo [18--?] – século provável No caso de publicação periódica. em casos em que não esteja indicada. e sem. local e data da defesa. Se.” ou “f.8 Notas Sempre que necessário à identificação da obra devem ser incluídas. pode-se acrescentar a expressão “Tradução de:” seguida do nome do tradutor. não deve ser indicada. deve-se abreviá-los (trim.