You are on page 1of 34

FACULDADE RUY BARBOSA BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

JÔNATAS LIMA PÓVOAS LUIZ CARLOS BATISTA DE CERQUEIRA RODOLFO BARBOSA DA SILVA

SRAIG – UMA SOLUÇÃO DE REALIDADE AUMENTADA APLICADA A SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS

Salvador 2011

JÔNATAS LIMA PÓVOAS LUIZ CARLOS BATISTA DE CERQUEIRA RODOLFO BARBOSA DA SILVA

SRAIG – UMA SOLUÇÃO DE REALIDADE AUMENTADA APLICADA A SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS

Trabalho apresentado para a disciplina Ênfase em Conhecimento Optativo III do curso de graduação em Ciência da Computação da Faculdade Ruy Barbosa, sob a orientação do Prof. Ernesto Massa, turma 2011.2, turno noturno.

Salvador 2011

AGRADECIMENTOS

Primeiramente, agradecemos a Deus por nos ter dado forças para concluir este trabalho mantendo o mínimo de nossa sanidade. Agradecemos à CONDER – Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia, por ceder as informações cartográficas e ao INFORMS pela infraestrutura para hospedar nossa a aplicação durante o período de testes.

Cartografia. Geoprocessamento. . no intuito de agregar camadas de informação disponíveis em servidores e facilitar sua devida manipulação e interpretação. PALAVRAS-CHAVE: Engenharia de software. Para que pessoas sem conhecimento na área de cartografia possam manipular e interpretar de forma mais intuitiva mapas cartográficos. que utilizem Sistemas de Informação Geográfica. Desenvolvimento de sistemas. Sistemas de informação geográfica.RESUMO Este trabalho de conclusão de curso visa desenvolver uma solução com o propósito de aplicar Realidade Aumentada a cartas geográficas. que anteriormente não permitiam manipulação das camadas de informação. Realidade virtual aumentada.

Cartography. that use Geographic Information Systems.ABSTRACT This Graduation work aims to develop a solution for the purpose of applying augmented reality to geographic letters. . KEYWORDS: Software engineering. in order to aggregate layers of information available in any web server and ease it’s manipulation and interpretation. Geoprocessing. Augmented Virtual Reality. Systems Development. All this so that people without knowledge of cartography can manipulate and interpret in a more intuitive way cartographic maps. Geographic Information Systems. that once wouldn’t allow the manipulation of information layers.

........................................................................................................................................................................................................17 Figura 6 – Exemplo de interação por controle virtual..............16 Figura 5 – Exemplo de sistema de visão baseado em monitor...........19 Figura 8 – Descrição da arquitetura do projeto.....................................................................................................................................................26 Figura 13 – Fórmula aplicada na ferramenta de escala do SRAIG..............................................................................................................................................................................26 Figura 14 – Tags para arrastar o mapa no SRAIG...........................12 Figura 2 – Abrangência do SIG......................LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Estrutura de um SIG.........................................................................................................................18 Figura 7 – SRAIG em funcionamento.....................................28 Figura 16 – Tags de aproximação ou afastamento do SRAIG.............24 Figura 11 – Ferramenta de seleção do dispositivo de captura...........................................................................................12 Figura 3 – Cartografia do século XIX...........................23 Figura 10 – Adicionando camadas............................20 Figura 9 – Reconhecimento dos marcadores e posicionamentos de modelos virtuais..............25 Figura 12 – Ferramenta de Reguladora da precisão das tags.......................................14 Figura 4 – Dispositivos tridimensionais...............................................................................29 ..............................................................27 Figura 15 – Tags de manipulação das camadas no SRAIG...........................................28 Figura 17 – Tag base do SRAIG..

Representational State Transfer RIA – Rich Internet Application RVA – Realidade Virtual aumentada SIG – Sistemas de Informação Geográfica TI – Tecnologia da Informação UI – User Interface XAML – Extensible Application Markup Language WPF – Windows Presentation Foundation .LISTAS DE ABREVIATURAS E SIGLAS API – Application Programming Interface ESRI – Enviromental System Research Institute GHz – Gigahertz HMD – Head Mounted Display MVVM – Model View View-Model RA – Realidade Aumentada RAM – Random Access Memory REST .

.......................... 15 Classificação dos sistemas ............................................ AVALIAÇÃO E TESTE ................................................ 21 3......................3 3................1 3................... 25 Regulador de precisão da detecção das tags .................................................................................................................................2.........................4................................................................................................................ 32 REFERÊNCIAS ............................. PROJETO SRAIG ....................4 3.................................................................................................................................................................................SUMÁRIO 1........ 11 Cartografia ................ 15 Aplicações ..........1 2............................................................................................... 28 3.............................................................................. INTRODUÇÃO ............................................................................................................2 2.......................4........... 26 Ferramenta de escala ................2 REALIDADE VIRTUAL AUMENTADA .......................................................................... 17 2..........................................................................................................1 3........ 14 Histórico ....................................... 33 ....................... 23 MÓDULOS DO SRAIG .....................1 3.... 20 ARQUITETURA DO PROJETO ...........2. 21 Padrão da Arquitetura ..............2. 11 2............................................................4....4................................... 19 3.......... 5...................................... 13 2......................2 3................... 25 Seleção do dispositivo de captura ........ 9 CONCEITOS E TECNOLOGIAS ....................3 2.................................................... 31 CONCLUSÃO ...................................4 4............2................................................................1 2......................................................2 A ESCOLHA DO AMBIENTE DE DESENVOLVIMENTO DA FERRAMENTA ..................................................................1................................................................................................1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA .......................... 27 Funcionalidades das tags ...................................2......................................................................................... 2..................... 16 Técnicas de interação ........3 3...........................................................4 APIS E FRAMEWORKS .................................................

como tornar a atividade de ler mapas algo mais simples e intuitivo? A utilização da realidade aumentada. o que pode tornar a leitura do mapa. com o propósito de visualizar e estender as possibilidades de informações agregadas a um mapas. assim. . pode auxiliar no aumento da percepção. com o intuito de simplificar a interpretação e o entendimento do mapa. elaborada a partir de softwares já existentes. Quanto aos procedimentos. O objetivo deste trabalho é desenvolver uma ferramenta que permita a visualização e a manipulação de camadas de informação georreferenciada. fauna. INTRODUÇÃO A visualização de mapas nem sempre é tarefa de fácil entendimento para todos os usuários. através da realidade aumentada. voltada para intervir na realidade social. na melhoria da interação e. que nem sempre possuem o conhecimento e a prática necessários à interpretação eficaz de toda a simbologia cartográfica. simplificando. Imagine que seja necessário procurar informações em um mapa cartográfico que mostre detalhes da região de interesse. Essas informações (densidade demográfica. Esta pesquisa pode ser classificada quanto à ciência como uma pesquisa prática. aumentar a produtividade na realização de tarefas.9 1. muitas vezes. bastante complexa. utilizando marcadores. visando facilitar a visualização das informações e permitir a sensação de manipulação através da utilização de marcadores. O que torna interessante a possibilidade de aplicá-la para provocar uma maior interação entre o usuário e o mapa. a sua interpretação e manipulação. segundo Grohs e Maestri (2002). quanto ao objetivo. E. Considerando a necessidade de visualização e análise de mapas por vários segmentos profissionais. caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica. foram realizadas pesquisas em fontes bibliográficas das áreas envolvidas e em documentações oficiais. relevo. flora. fluviograma e muitos outros possíveis itens) podem vir misturados e mesclados em uma única camada visível ao usuário. principalmente quando há a necessidade de representar mais de uma camada de informação temática aplicada ao mapa impresso. conseqüentemente.

dentre outros. as devidas considerações finais e sugerindo trabalhos futuros relacionados. No capítulo 2 é feita uma breve introdução a cerca dos sistemas de informações geográficas e da realidade virtual aumentada. solução desenvolvida para este trabalho de conclusão de curso. onde serão abordando aspectos como conceituação. além de módulos e descrições das funcionalidades aplicadas.10 A organização deste trabalho consta de capítulos e apêndice. origem histórica e aplicações destes temas. os frameworks utilizados. O capítulo 3 satisfaz o detalhamento do projeto SRAIG (Sistema de Realidade Aumentada para Informações Geográficas). conforme detalhamento que se segue. No capítulo 4 serão abordadas as análises dos dados e os testes de avaliação da ferramenta desenvolvida. O capitulo 5 conclui esta obra demonstrando as percepções alcançadas. . retratando sua arquitetura.

atualização. fotografias de satélites. em seguida. Medeiros (2010) complementa esse conceito ao observar que um SIG pode gerar imagens de uma área em duas ou três dimensões. Cada camada representa um determinado tipo de dado geográfico. incluindo mapas. processamento. um SIG é projetado para aceitar dados de uma grande variedade de fontes. 2010). recuperação. análise e exibição de informações digitais georreferenciadas topologicamente. O SIG pode combinar essas camadas em uma só imagem (MEDEIROS. CONCEITOS E TECNOLOGIAS Este capítulo tem como objetivo expor os conceitos e as tecnologias que norteiam os sistemas de informação geográfica e a realidade virtual aumentada. Ainda segundo Medeiros (2010). estruturadas e associadas ou não a um banco de dados alfanumérico. 2. obter as imagens. transformação. tratamento. objetos de estudo utilizados como base para o desenvolvimento da solução apresentada nesta pesquisa acadêmica. . manipulação. textos impressos ou estatísticas. armazenamento.11 2. integração. um sistema de informação geográfica (SIG) pode ser caracterizado como um sistema com capacidade para aquisição. representando elementos naturais junto a artificiais.1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA De acordo com Rocha (2000). Muitos bancos de dados do SIG consistem de conjuntos de dados que são agrupados em camadas. A Figura 1 mostra a estrutura de um SIG. modelagem. O SIG converte todos os dados geográficos em um código digital e é programado para processar as informações e.

2004) Como importante fato histórico. Figura 2 – Abrangência do SIG (SENE. no Canadá. Câmara (2004) observa que “os primeiros sistemas de informação geográfica surgiram na década de 60. 2010).12 Figura 1 – Estrutura de um SIG(CÂMARA. Na Figura 2 observam-se alguns dos diversos segmentos que podem ser alcançados ao se aplicar um SIG em um ambiente. MOREIRA. . como parte de um programa governamental para criar um inventário de recursos naturais”.

isto impedia uma análise que combinasse diversos mapas e dados.1.13 2. a técnica e a arte de representar a superfície terrestre (IBGE). Ainda segundo o IBGE. ratificado pela UNESCO no mesmo ano: A Cartografia apresenta-se como o conjunto de estudos e operações científicas. animais e plantas sempre foi uma parte importante das atividades das sociedades organizadas.1 Cartografia De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Até recentemente. o conceito da cartografia aceito sem maiores contestações foi estabelecido em 1966. 2004). “o termo Geoprocessamento denota a disciplina do conhecimento que utiliza técnicas matemáticas e computacionais para o tratamento da informação geográfica”. no entanto. o vocábulo “cartografia” foi introduzido por Manoel Francisco de Barros e Souza. . mas é a primeira ferramenta a ser usada antes que outras ferramentas possam ser postas em trabalho”. fenômenos e ambientes físicos e socioeconômicos. isto era feito apenas em documentos e mapas em papel. e pode ser definido como: A despeito de seu significado etimológico. De acordo com Câmara (2004). tornou-se possível armazenar e representar tais informações em ambiente computacional. em 1839. Na figura 3 observa-se um mapa cartográfico feito no século XIX do continente sul-americano. Com o desenvolvimento simultâneo. No primeiro estágio da evolução o vocábulo passou a significar a arte do traçado de mapas. abrindo espaço para o aparecimento do Geoprocessamento (CÂMARA. em 1949. na segunda metade deste século. tendo por base os resultados de observações diretas ou da análise de documentação. elementos. para em seguida. bem como a sua utilização (IBGE). a Organização das Nações Unidas (ONU) já reconhecia a importância da cartografia onde “no sentido lato da palavra não é apenas uma das ferramentas básicas do desenvolvimento econômico. A coleta de informações sobre a distribuição geográfica de recursos minerais. se voltam para a elaboração de mapas. cartas e outras formas de expressão ou representação de objetos. da tecnologia de Informática. conter a ciência. técnicas e artísticas que. pela Associação Cartográfica Internacional (ACI) e. propriedades. posteriormente. Conforme afirma o IBGE. a sua concepção inicial continha a ideia do traçado de mapas.

onde o usuário pode navegar e interagir.14 Figura 3 Cartografia do século XIX (MASSARANI. a realidade aumentada é a inserção de objetos virtuais no ambiente físico.2 REALIDADE VIRTUAL AUMENTADA A realidade virtual é uma interface avançada para aplicações computacionais. pode ser definida como “a adição de elementos visuais (imagens. adaptada para visualizar e manipular os objetos reais e virtuais. 2010). usando a interface do ambiente real. . vídeos. usando dispositivos multissensoriais (KIRNER. em tempo real. ainda. informações e sensações) ao mundo real”. em tempo real. 2011). Segundo Kirner e Kirner (2011). que a realidade aumentada. KIRNER. mostrada ao usuário. com o apoio de algum dispositivo tecnológico. Observa-se. em um ambiente tridimensional gerado por computador. 2. de acordo com Carmo (2009).

(2008) destacam seu aproveitamento educacional e observam que a tecnologia “tem potencial de colaborar no processo cognitivo do aprendiz. Na figura 4 observa-se a adoção de capacetes e visores tridimensionais em jogos eletrônicos. 2011). propriamente dita. Sutherland ainda apresentou à comunidade científica um capacete de visão ótica direta rastreada. Tori e colaboradores (2008) observam que a realidade aumentada já vem sendo aplicada com bastante entusiasmo na indústria de games voltados para treinamento e entretenimento doméstico. mas também a experimentação prática do conteúdo em questão”. Concebido pela Força Aérea Americana. Outra alternativa de emprego da tecnologia é através dos jogos eletrônicos. Contudo. ainda segundo Kirner e Kirner (2011).15 2. antes do final da década de 60. utilizando visão ótica direta. proporcionando não apenas a teoria.2. De acordo com Kirner e Kirner (2011). . sobre a evolução da realidade virtual e o seu alcance no mundo real (KIRNER. somente na década de 80 que foi desenvolvido um projeto de realidade virtual aumentada.1 Histórico Pode-se considerar como ponto de partida das pesquisas envolvendo a realidade virtual aumentada. o mesmo simulava um cockpit de avião através da combinação de elementos virtuais em um ambiente físico. em 1965. o artigo desenvolvido por Ivan Sutherland. que permitia que objetos tridimensionais fossem virtualizados num ambiente real. 2. KIRNER.2. Cardoso e Lamounier Jr.2 Aplicações Dentre as inúmeras possibilidades de aplicação da realidade aumentada.

2011). inúmeros projetos estão sendo desenvolvidos envolvendo a realidade aumentada na área de saúde. ao utilizar microcâmeras de vídeo acopladas no capacete que misturam a cena real com elementos virtuais e que são disponibilizadas ao usuário através de pequenos monitores montados no próprio capacete. KIRNER. quando se utilizam óculos ou capacetes que possibilitem que imagem virtuais sejam projetadas diretamente em um ambiente real. 2. através do uso combinado de robôs. através de simulações de casos clínicos em ambientes virtuais. De acordo com Nunes e colaboradores (2008). será misturada a elementos virtuais gerados em computador e apresentada no monitor do mesmo (Figura 5).3 Classificação dos sistemas Zorzal (2009) classifica os sistemas originários da aplicação da realidade aumentada conforme o tipo de display utilizado no ambiente envolvido: • sistema de visão ótica direta (optical see-through HMD – Head Mounted Display). • sistema de visão direta por vídeo (video see-through HMD). e reabilitação. dentre os quais projetos envolvendo: educação e treinamento médico. posteriormente. ao apoiar o tratamento de diferentes sequelas motoras e cognitivas. • sistema de visão por vídeo baseado em monitor (monitor-based augmented reality). telecirurgia. quando uma webcam captura a cena real que.16 Figura 4 – Dispositivos tridimensionais (KIRNER.2. .

2011). observa-se. é baseada na manipulação das propriedades espaciais dos objetos físicos. quanto dos objetos virtuais. Figura 5 – Exemplo de sistema de visão baseado em monitor (KIRNER. permitindo. a interação entre usuário e computador (Figura 6). comumente aplicada através de meios físicos tangíveis. 2009): • • interação espacial (spatial interaction).2. realizada por meio da manipulação de símbolos gráficos tridimensionais. restrito às condições deste. habitualmente. . diretamente em superfícies do próprio ambiente real e. por consequente. interação baseada em comandos (command-based interaction). • interação por controle físico (physical control interaction). • interação por controle virtual (virtual control interaction).4 Técnicas de interação Apesar de ainda não haver um consenso na literatura que defina como as técnicas de interação em ambientes tridimensionais possam ser adequadamente aplicadas em ambientes de realidade aumentada. possibilitando o acesso tanto do ambiente físico. nesta condição. KIRNER. finalmente. envolve restrições de ambiente visando a operabilidade do sistema e é alcançada através da entrada de gestos espontâneos. não utiliza equipamentos auxiliares. 2. devendo a projeção dos elementos virtuais ser realizada. através da adoção de ferramentas físicas ou painéis de controle. dessa forma. simbólicos e/ou comandos de voz do usuário.17 • sistema de visão ótica por projeção (projector-based augmented reality). a aplicação de quatro possibilidades destas (ZORZAL.

18 Figura 6 – Exemplo de interação por controle virtual (ZORZAL. . 2009).

O seu desenvolvimento foi realizado com auxilio da biblioteca SLARToolkit. A solução. Ao acessar a página da aplicação. possibilitando o uso em qualquer ambiente que possua internet. ARToolkit para Silverlight. com a funcionalidade da captura da câmera ainda inativa. manipulação e navegação em mapas digitais que utilizem o ArcGIS Server como hospedeiro. A aplicação. Após isso. então. também conhecida como Rich Internet Application (RIA) . para a detecção e manipulação das tags de RA. uma adaptação open source e gratuita da biblioteca original. além de permitir a manipulação destes através de tags de RA. a aplicação analisa toda a imagem recebida e toma decisões para cada tag encontrada. disponibilizando dados geográficos dos mesmos através de uma aplicação rica de internet . o primeiro passo do usuário é escolher o dispositivo de captura que ele deseja utilizar para expor à solução ao mundo real. . uma biblioteca também gratuita com recursos para acesso. A Figura 7 mostra a aplicação em seu estado inicial. realiza uma sobreposição de imagens para que o mapa seja renderizado pela aplicação na posição correta com relação à tag base. PROJETO SRAIG O projeto apresentado neste trabalho acadêmico é o Sistema de Realidade Aumentada para Informações Geográficas (SRAIG).19 3. para que a aplicação possa realizar a detecção e iniciar a exibição do mapa e suas respectivas camadas. facilita a visualização de mapas que empreguem sistema de informação geográfica (SIG). ao utilizar realidade aumentada (RA). Uma vez que as tags sejam detectadas. Para acesso e controle de SIG foi utilizada a ArcGIS API for Silverlight/WCF da ESRI. O SRAIG oferece um ambiente de RIA amigável para visualização de mapas. ele deverá apontar a mesma para a página com as tags impressas.

Além disso.20 Figura 7 – SRAIG em funcionamento. da ESRI. pelos seus concorrentes durante a fase de seleção ser o Flash e o Java. Para utilizarmos a ferramenta mais reconhecida no mercado de realidade aumentada. os quais a equipe tem pouco domínio.1 A ESCOLHA DO AMBIENTE DE DESENVOLVIMENTO DA FERRAMENTA Escolhemos utilizar a tecnologia Silverlight da Microsoft por uma série de razões. teríamos que escolher entre Java. Outro ponto a ser observado é que o Silverlight também é multi-plataforma. que também possui APIs para Flex e Python. o que faz com que nossa aplicação possa facilmente ser portada para celulares e tablets que utilizem sistemas operacionais Windows. que é um projeto da Microsoft para portar o framework . o ARToolKit. o que mais uma vez nos direcionou a optar pelo Silverlight. Silverlight ou Flex.1. um dos membros desta equipe já possuía afinidade no Silverlight e no framework adotado para tratar a parte de cartografia: A ArcGIS API for Microsoft Silverlight/WPF 2. . Mac OSX ou até mesmo sistemas baseados em Linux. Primeiramente.Net para sistemas operacionais baseados em Linux. utilizando o Mono. 3.

3.0.1 Padrão da Arquitetura O MVVM é um padrão de arquitetura criado para Silverlight e Windows Comunication Foundation (WPF). O Model do SRAIG apenas provê os dados que a aplicação necessita para renderizar os mapas e é consumido via REST (Representational State Transfer). A ViewModel é onde fica a lógica de apresentação do projeto. sendo responsável pela configuração das tags e pelo consumo do Model. a arquitetura do SRAIG foi dividida em três camadas. 2011). Nela ficam as telas e os componentes visuais da aplicação. .2. Figura 8 – Descrição da arquitetura do projeto (MSDN.21 3. A View é a camada exposta ao usuário. possibilitando testabilidade e permitindo a programadores e designers trabalharem em paralelo.2 ARQUITETURA DO PROJETO O sistema SRAIG foi implementado em Silverlight 4. 2011). sendo dividida em três camadas e admitida a divisão entre tela e negócio. Conforme apresentado na figura 8. que é um serviço de mapas montado pelo ArcGIS Server. utilizando o padrão de arquitetura Model View View-Model (MVVM). sem interferência mútua entre eles (BRUMFIELD et al.

A camada View. implementando comportamentos visuais que são de difícil expressão em XAML. Ela implementa propriedades para expor informações para a View consumir via Binding.22 O padrão em questão auxilia na separação da lógica de apresentação e negócio da sua interface de usuário (UI). e aumenta consideravelmente as oportunidades de reuso de código. implementações da interface ICommand. usando padrão MVVM. O framework de Bindings do Silverlight executa comandos invocados pela ViewModel apenas se o método CanExecute tiver um retorno positivo. Manter essa separação entre lógica e UI. A camada ViewModel. e a Model. e permite que desenvolvedores e designers colaborem mais facilmente quando desenvolvem respectivas partes da aplicação (BRUMFIELD et al. além de comandos. manter. evoluir. . Bindings. faz com que a aplicação se torne muito mais fácil de testar. que encapsula lógica de apresentação. através uso de interfaces providas pelo framework. eXtensible Application Markup Language. que serve de intermediário entre eventos oriundos da View e métodos da ViewModel. uma vez que o desenvolvedor pode separar em dois métodos distintos a validação dos dados a serem utilizados e a ação que o objeto. linguagem de marcação declarativa baseada em XML. o seu code-behind pode conter lógica de interface de usuário (UI). A camada Model encapsula a lógica de negócio e os dados da aplicação. que encapsula UI e sua lógica View Model. que encapsula lógica de negócios e informação. deva fazer. seja um botão ou qualquer outro item visual que esteja invocando o comando. no padrão MVVM. Esse comportamento facilita o controle de eventos entre a View e a ViewModel. mantendo a consistência e a validade dos dados. criada pela Microsoft. Em alguns casos. 2011). é responsável por definir a estrutura e a aparência do que o usuário vê na tela. A View se comunica com a ViewModel através de Bindings e Behaviors. ainda segundo Brumfield e seus colaboradores (2011). a UI da aplicação e a lógica de negócio ficam separadas em três partes: a View. explica. como o nome indica. são ligações entre propriedades da View e da ViewModel assistidas pelo framework de Bindings do Silverlight e manipuladas pelo desenvolvedor. Segundo Brumfield e colaboradores (2011). encapsula a apresentação de lógica e dados para a View.

a aplicação precisa saber para onde o usuário está olhando no mundo real. Isto permite o desenvolvimento fácil de uma ampla gama de aplicações de realidade aumentada (KATO. .23 3. A biblioteca de monitoramento de vídeo permite calcular a posição da câmera e a orientação em relação aos marcadores físicos em tempo real. um dos pontos negativos observados entre as maiores dificuldades no desenvolvimento de aplicações com realidade aumentada é o problema de rastreamento do ponto de vista do usuário. então. 2003). 2003).3 APIS E FRAMEWORKS O ARToolkit é uma biblioteca em linguagem C que permite aos programadores desenvolver aplicações de realidade aumentada. baseada nos agentes junto às imagens do mundo real neste trabalho (KATO. A Figura 9 apresenta o processo de reconhecimento dos marcadores e de posicionamentos de modelos virtuais. O ARToolKit. através da estrutura de busca. Ainda de acordo com Kato (2003). Ela é uma biblioteca de rastreamento utilizada para fazer a apresentação dos objetos virtuais trazidos para o repositório de objetos. utiliza algoritmos de visão computacional para resolver este problema. 2004). Para saber por qual perspectiva desenhar a imagem virtual. Figura 9 – Reconhecimento dos marcadores e posicionamentos de modelos virtuais (CALONEGO.

Android. . tais como: Java. a NyARToolkit é uma biblioteca de classe do ARToolkit que suporta as principais plataformas de desenvolvimento. Conforme informações do site oficial do ArcGIS API for Silverlight/WCF. Figura 10 – Adicionando camadas (ESRI). disponibilizada no site da ESRI. utilizando a marcação da classe Map da API para o silverlight. entre outras. segundo seu site oficial. demonstra como é montado um mapa com suas camadas. para descrever o mesmo no XAML. onde. ActionScript3. C++. Ainda de acordo com o site oficial do SLARToolKit. A Figura 10. atua com o objetivo de possibilitar a construção e a manutenção de aplicações de realidade aumentada em tempo real. C#.24 A SLARToolKit é uma biblioteca de realidade aumentada para Silverlight e Windows Phone adaptada a partir das bibliotecas NyARToolkit e ARTollKit. o mesmo é uma API criada pela ESRI para obtenção e manipulação de informações cartográficas a partir de serviços disponibilizados pelo banco de dados ArcGIS Server. Essa API possui classes para acessar vários tipos de camadas de mapa.

25 3.1 Seleção do dispositivo de captura Ao entrar na aplicação. as tags estão divididas em quatro tipos de funcionalidade: arrastar mapa. onde o usuário pode também optar por qual câmera ele deseja utilizar.NET disponibiliza uma classe com métodos para obtenção de informações sobre a câmera. Cada módulo da solução será exposto a seguir. Para que o usuário da aplicação pudesse ver e compreender qual câmera ele está utilizando. Esta lista é exibida numa caixa de seleção que fica no topo direito da aplicação. . trazendo consigo um campo para o “nome amigável” da mesma.4. aproximar/afastar e a tag base. Após escolher a câmera desejada. manipular camadas. 3. a primeira ação do sistema é verificar todos os dispositivos de captura instalados e disponíveis na máquina do usuário. ferramenta de escala e o módulo de funcionalidades das tags. o usuário pode começar a utilizá-la marcando a opção “ativar câmera”. o próprio framework do . conforme mostrado na Figura 11.4 MÓDULOS DO SRAIG O projeto SRAIG possui ao todo quatro módulos principais: seleção do dispositivo de captura. regulador de precisão da detecção das tags. Por sua vez.

3. podem ocorrer conflitos entre as tags ou uma menor precisão na detecção das mesmas.4. Essa funcionalidade foi implementada no sistema devido ao fato de que em ambientes com iluminações diferentes. quanto maior o valor da precisão. o usuário da aplicação define se o sistema deve filtrar mais ou menos possíveis detecções de cada tag. conflitos entre as mesmas. o usuário pode aumentar ou diminuir o nível de precisão na detecção das tags. mais próximo da tag original a detecção irá alcançar. dessa forma.26 Figura 11 – Ferramenta de seleção do dispositivo de captura. . A Figura 12 evidencia a ferramenta reguladora das tags.2 Regulador de precisão da detecção das tags Abaixo da região para seleção da câmera a ser utilizada no processo. o que acarreta a necessidade de serem realizados pequenos ajustes no índice de precisão. onde. Ao modificar o campo de valor. diminuindo. está a região de controle de tags. Nela.

3 Ferramenta de escala A ferramenta de escala mostra a escala em que o mapa se encontra. e pode ser representada a partir da fórmula disposta na Figura 13. entre outros fatores. . A fórmula apresentada na Figura 13 adota os seguintes componentes matemáticos: • • • • RT = Resolução da tela. FPM = Fator de conversão polegada/metro.27 Figura 12 – Ferramenta de Reguladora da precisão das tags.4. RM = Resolução do mapa. nível de detalhamento da imagem. O cálculo matemático da mesma envolve resolução da tela. ‫ ݈ܽܽܿݏܧ‬ൌ 1 ܴܶ ∗ ‫ ∗ ܯܲܨ‬ሺܴ‫݋ݎݐ݁ܯݐܽܨ ∗ ܯ‬ሻ Figura 13 – Fórmula aplicada na ferramenta de escala do SRAIG. unidade métrica do mapa. FatMetro = Fator de conversão para metro. 3.

leste e oeste. Cada grupo de funcionalidades das tags relacionadas entre si será descrito a seguir. 3. . sul.4.4 Funcionalidades das tags Neste tópico serão abordadas as funcionalidades das tags utilizadas na solução apresentada neste trabalho para o reconhecimento da realidade aumentada.1 Arrastar mapa Quatro tags (Figura 14) compõem a funcionalidade que permite que o mapa seja arrastado em qualquer uma das quatro direções: norte.28 3. Cada uma das tags manipula uma propriedade que faz com que a tag base chame o método que arrasta o mapa do framework da ESRI.4.4. Figura 14 – Tags para arrastar o mapa no SRAIG.

.29 3. 3.4. enquanto a segunda afasta até a escala de 1:4999. a menor escala do serviço que apresenta a camada de Pontos de Referência. engatilhando na tag base o método que aproxima ou afasta o mapa do framework da ESRI.4. Figura 15 – Tags de manipulação das camadas no SRAIG.2 Manipulação das camadas dos mapas Duas tags (Figura 15) manipulam as camadas de informação do mapa: ortofoto – que consiste numa fotografia aérea digital ou digitalizada.4. Bloqueando a detecção de uma das tags. que é posteriormente corrigida completamente de todas as distorções que podem ocorrer na imagem original (Silva.3 Aproximar ou afastar Duas tags (Figura 16) manipulam as funcionalidades de zoom (aproximar e afastar) do mapa. A primeira aproxima até a escala de 1:1000. 2002) – de Salvador de 2006 e pontos de referência do mapa. engatilha-se na tag base uma chamada para bloquear a visibilidade da parte visual da camada correspondente no mapa. sendo essa a maior escala suportada pelos serviços de mapas disponibilizados pela CONDER.4.

30 Figura 16 – Tags de aproximação ou afastamento do SRAIG. 3.4. . além de engatilhar os métodos referentes a cada tag não detectada. essa tag é responsável por observar atributos que as outras tags utilizam para comunicar que não estão sendo detectadas.4. Figura 17 – Tag base do SRAIG. Além de ser a tag responsável pelo posicionamento do mapa e da configuração da área do mundo virtual a ser aplicado sobre o mundo real detectado pela câmera.4 Tag base A tag base (Figura 17) é a tag central e o coração de toda a funcionalidade da realidade aumentada no sistema SRAIG.

eram reconhecidas como se fossem as anteriores pela aplicação. caso não fosse utilizada de forma adequada. gentilmente. porém com influência direta de iluminação. onde. visto que era preciso uma quantidade considerável das mesmas. chegando ao resultado das tags apresentadas nesse trabalho. optamos por desenvolver tags que apresentassem o mínimo possível de semelhança. a webcam funcionou adequadamente. foram criados vários conjuntos de tags. inviabilizando a reprodução da realidade virtual aumentada. apesar das notáveis diferenças. webcam Microsoft Lifecam VX-500 e rodando através de um sistema operacional Windows 7 SP 1. Nos testes realizados. AVALIAÇÃO E TESTE Os testes de desenvolvimento foram realizados em um notebook com processador Intel Core i3 1.6 GHz e 4 GB de memória RAM. a ferramenta se mostrou uma solução limitada. também pudemos também analisar as dificuldades em se criar novas tags e verificar o reconhecimento destas pela webcam. Para realizarmos os testes.31 4. Para minimizarmos esse problema. visto que durante os mesmos. apesar de ter alcançado o objetivo básico de exibir e permitir a manipulação de mapas utilizando a realidade aumentada. Desta forma. disponibilizada para acesso e utilização de alguns temas de sua base no ArcGIS Server. . O produto final apresentou um funcionamento regular. sendo utilizadas na aplicação desta pesquisa. A infraestrutura de servidores da CONDER foi. As tags foram desenvolvidas utilizando o ARToolKit Marker Generator Online Multi. como uma proposta para visualização enriquecida de mapas. que. detectamos diversos conflitos envolvendo algumas das novas tags criadas. poderia interferir na detecção das tags. Dessa forma.

e possibilitando via Internet ou por meio de dispositivos móveis. Uma das limitações percebidas no desenvolvimento deste trabalho decorre do fato que a realidade aumentada. tornando possível o uso da tecnologia em larga escala através desse tipo de aplicação. uma das primeiras iniciativas para a resolução desta limitação está no desenvolvimento de RA sem tags e interação a partir de reconhecimento de movimentação do corpo. a utilização de padrões abertos de SIG viabilizando o uso de mapas que estejam fora do ambiente da ESRI. tornar a leitura de mapas ainda mais fácil. Observa-se. em breve será possível alcançar resultados ainda mais interessantes. que os objetivos alcançados nesta pesquisa poderão auxiliar outras pesquisas acadêmicas. funcione adequadamente. . CONCLUSÃO A relevância do projeto apresentado neste trabalho está em contribuir para que os sistemas de informações geográficas. ainda depende de marcadores ou controles fixos para que a aplicação.32 5. Acreditamos que com a contínua evolução que vem ocorrendo no desenvolvimento da realidade virtual aumentada. atualmente. também. a migração do sistema de marcações usado atualmente em realidade aumentada para o modelo de RA sem tags. sugerimos a implementação da visualização e navegação em mapas tridimensionais. rápida e eficiente. Contudo. como em cursos de computação gráfica. Como possíveis trabalhos futuros. e a manipulação do mapa através do reconhecimento de gestos do usuário. continuem se tornando cada vez mais acessíveis à sociedade como um todo. por meio da substituição do sistema de tags em papel por tags criadas dinamicamente. através da aplicação da realidade aumentada. por exemplo. em questão. tanto em cursos específicos de cartografia.

ArcGIS. Bob et al. maio 2009. Acesso em 15 out. Introdução à Ciência da Geoinformação.UNIMEP.br/home/geociencias/cartografia/manual_nocoes/introducao.arcgis. KIRNER. Acesso em 05 out. Manual do ARToolkit. Monografia (Bacharelado em Ciência da Computação) Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.html>.esri. 2011. Claudio. 2011. Marlos.com/help/9.Clien t.html>. 2008. Acesso em: 15 out. 2004. ESRI.ArcGIS.htm>. 2011.inpe. Luís Augusto. CARDOSO.com/en/webapi/silverlight/apiref/ESRI. CONSULARO. Emanuel Mota. ESRI. GROHS. Map Class. Gilberto.ibge. 2011. 2002. LAMOUNIER. ARToolkit Manual. 2004. CALONEGO.3/arcgisserver/apis/silverlight/help/Adding_layers. 2011. 77. Disponível em: <http://resources. KATO. Disponível em: <http://www. Microsoft Press. et al. Faculdade de Ciências Matemática da Natureza . 2011. CARMO. CÂMARA. Aplicações na Educação e Treinamento. KIRNER. ano 6. In: XIII Simpósio de Realidade Virtual e Aumentada. n.dpi.Map.br/gilberto/livro/introd>. Acesso em 28 nov. Developer’s Guide to Microsoft® Prism 4: Building Modular MVVM Applications with Windows Presentation Foundation and Microsoft Silverlight. Hirokazu. Alexandre. Tereza Gonçalves. Realidade Aumentada Para Informações Geográficas. Porto Alegre. Nivaldi. Evolução e Tendências da Realidade Virtual e da Realidade Aumentada. Uberlândia. MAESTRI. Disponível em: <http://www. . Patrick Renan Bernardes. Edgard. et al. IBGE. Adding Layers.Client~ESRI. Noções Básicas de Cartografia. 2003.gov.33 REFERÊNCIAS BRUMFIELD. Realidade Aumentada – Webdesign. Disponível em: <http://help.

SLARToolkit. Implementing the MVVM Pattern. 2002.codeplex. Disponível em: < http://www.br/portal/site/Internet/menuitem. NUNES. Tese (Doutorado em Ciências) – Universidade Federal de Uberlândia. 2011. João Pessoa. Minas Gerais.edumedeiros. In: X Simpósio de Realidade Virtual e Aumentada. [S.34 MASSARANI. SILVA. TORI. Acesso em: 10 out. Disponível em: <http://msdn. São Paulo: Scipione. 2011. et al. Jogos e Entretenimento com Realidade Virtual e Aumentada. 2008. ZORZAL. Geoprocessamento: Tecnologia Transdisciplinar. João Carlos. In: X Simpósio de Realidade Virtual e Aumentada. Museu de Arte do Parlamento de São Paulo Cartografia. 2010. 2010. 2009. João Pessoa. 2011. MEDEIROS. Monografia (Especialização em Geoprocessamento) – Universidade Federal de Minas Gerais. 2000.l.sp. Acesso em: 28 nov.com/enus/library/gg405484%28v=pandp.aspx>. Acesso em: 05 mai. Ezequiel Roberto.com>. Belo Horizonte.]. . Geografia geral e do Brasil . Acesso em: 05 mai. ROCHA. Uberlândia.a1c225b7115c71e21989dd10850041ca /?vgnextoid=f6b3657e439f7110VgnVCM100000590014acRCRD&vgnextfmt=secondView& id=72fbfaefd86cb210VgnVCM100000600014ac____>. Emanuel von Lauenstein. SENE.microsoft. MOREIRA. Fatima de Lourdes dos Santos. Eustáquio de.com/geografia/sig. Estratégia para o desenvolvimento de aplicações adaptativas de visualização de informações com realidade aumentada. Edu. et al. MSDN. Aplicações Médicas com Realidade Virtual e Realidade Aumentada.al. Edite do Socorro. Sistemas de Informação Geográfica – Conceitos. Utilização de Ortofotocartas Digitais no Sistema de Gerenciamento de Redes da Distribuição – CEMIG – Projeto GEMINI.Volume 1: Espaço geográfico e globalização. Disponível em: <http://www.gov. Silverlight and Windows Phone Augmented Reality Toolkit.40%29. 2011. 2008. Romero. Cézar Henrique Barra.php>. Disponível em: <http://slartoolkit.