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- Me dê apenas um bom motivo. ± Pedi.

%nome% fechou os olhos, balançando a cabeça de forma negativa, como se ela quisesse sair correndo para longe antes de ter que realmente enfrentar aquela conversa. - Você não vê como ela está? ± Perguntou. ± Como é que eu vou chegar para ela e falar uma coi a dessas? Isso pode simplesmente desestabilizar todo o quadro médico dela em um se gundo! Seu tom de voz estava uma oitava mais alta, mostrando um bocado de desespero nel a, tal como na maneira apressada a qual ela respirava. Combinava terrivelmente c om seu cabelo desgrenhado, exceto que esse fato era mérito meu. - Você não acha que eu mereço isso? ± Questionei. ± Como você se sentiu quando ela te chamou de ªmamãeº pela primeira vez? Por que eu tenho que ser o ªtio %Harry%º? - Porque você não estava aqui! ± Exclamou. No segundo seguinte, sua expressão estava em um extremo terror e eu soube que ela havia se arrependido do que dissera, mas ainda não me magoara menos. - Isso foi muito injusto. ± Eu disse. Ela esfregou o rosto com as mãos, escorregando-a para os cabelos, onde elas parara m em nós que eu deixara por ali. - Eu sei. ± Disse. ± Desculpe. Nós nos encaramos por um longo minuto, enquanto tentávamos avaliar a vontade que o o utro tinha em continuar o assunto, em continuar a bater nas mesmas teclas até que um de nós finalmente cedesse. E, dessa vez, eu não estava disposto a fazer. - Você acha mesmo que eu não tenho esse direito? ± Perguntei. ± Que por eu não estar com v ocês esse tempo todo, mesmo que eu sequer soubesse sobre vocês, eu não posso ouvir ela me chamar de pai? Ela piscou os olhos repetidas vezes, como se quisesse digerir o que eu estava fa lando e, ao perceber toda a magoa em minha voz, ela voltou a dar um passo para f rente, as mãos esticadas para me abraçar. - %Harry%, eu não quis dizer isso... ± Sussurrou. - Então o que você quis dizer? ± Questionei, totalmente irado. ± Que você prefere que ela pense que é filha do idiota do seu ex-marido ao invés de mim? Ela congelou em seu lugar, a boca entreabriu-se, procurando palavras para dizer que corrigissem o que estava acontecendo. Não havia. Não havia nenhuma explicação lógica para o medo dela, dessa vez. Eu já tinha lhe mostrado todas as coisas que eu estava disposto a fazer pelas duas, estava me dividindo e m cinco mil pessoas diferentes para dar-lhes tudo o que eu podia. Era apenas o pouco que eu queria de volta. - %Harry%... ± Sussurrou, quase implorando que o assunto morresse ali. Mas eu não estava disposto a deixá-lo morrer. Eu não estava disposto a deixar essa dis cussão de lado para não assustá-la, como eu estivera fazendo nos últimos oito meses. Qua nto mais eu sentia a proximidade de finalmente montar uma família com as duas, mai s eu sentia a necessidade de ouvir a palavra ªpaiº sair dos lábios de Safira. Desde que ela dissera que sonhava que seu pai seria como eu, eu sentia meu coração t riturar-se em mil pedacinhos desejosos pelo momento em que eu a abraçaria e diria para ela e para o mundo todo que ela era minha filha. - Eu amo a minha filha e quero dizer isso pra ela. Nós estamos querendo ter um bebê, droga! ± Resmunguei, quase berrando. Assim que eu proferi as palavras quase aos berros e com ligeira brutalidade, eu as vi se refletirem em %nome% de forma assustadora. Suas mãos tremeram incontrolav elmente e ela as uniu, tentando evitar que eu as reparasse. Mas como eu não ia reparar no meio passo que ela deu para trás, se encolhendo, compl etamente assustada? Eu estendi minha mão em sua direção e ela encolheu-se ainda mais, dando mais um passo para trás para fugir de mim. - Ei, quando é que você vai entender que eu nunca vou machucar você? ± Perguntei no tom de voz mais doce que consegui encontrar. Ela levantou o olhar pra mim e se esforçou a arriscar um sorriso meio nervoso. Cor respondi, finalmente conseguindo levar minha mão ao seu rosto sem que ela apresent asse alguma resistência. - Me desculpa. - Ela disse, a voz ligeiramente rouca. Apertei meus olhos e puxei-a para um abraço, balançando a cabeça. Meu coração já estava bate

Ela era deliciosamente quente sem nem notar. incentivando-a. ± Eu disse..Me desculpa. mas minha movimentação a fez se contrair e parar.. embora complicada. o que facilmente de ixou o beijo cada vez mais intenso. quando %nome% a cobrisse e lhe de sse um beijo em sua testa e sussurrasse uma ªboa noite. de Safira saber que eu era seu pai. aquilo era inteirame nte novo.. isso parece ser impor tante pra você e eu. ± Me desculpa você.Eu entendo. tentando evitar que ela visse minha total decepção.. Sabia. Eu já tinha mais do que eu me imaginava t endo há um ano. É claro que eu já havia feito mais em menos tempo. É tudo muito confuso pra mim. sem realmente poder.. certo de que eu havia ultrapassado o limite da tranquilidade de %nome%. mas e u nunca me sentira daquela maneira: Com um sorriso idiota no rosto. eu me fazia escravo dos seus dedos curios os. to . Não podia aguentar mais uns meses com Safira ignorante ao fato de que o pai que el a sempre sonhara conhecer estava bem ali ao lado dela? . deixando um sorriso curioso brincar em seu rosto. E eu não estava indo muito bem em tentar esconder toda aquela excitação exac erbada que eu estava sentindo. Eu duvidava que eu precisasse de qualquer outra coisa no mu ndo. u ma filha linda e inteligente. da sensação exímia das surpresas que ela poderia provocar em meu corpo à sua própria v ontade. ± Ela cortou-me rapidamente. deslizando os dedos pelo meu abdômen. . eu ia continuar dese jando fazer a mesma coisa. ao que ela correspondeu com um sorriso doce. . Se juntasse isso com a relação que % nome% e eu estávamos construindo em cima de confiança e o futuro bebê que estávamos plan ejando sair disso. ± Continua. dedilh ando cada pedaço como se todos eles fossem completamente dignos de sua atenção..Algum problema? ± Questionei. Eu tinha uma mulher maravilhosa. Mas.A.ndo ligeiramente magoado por eu deixar aquilo escorregar mais uma vez. traçando um caminho de fogo e arrepios incontestáveis em zig zag.. Aquilo. . Abri os olhos para encontrar ela sorrindo timidamente para mim. colocando-a sentada em uma das cadeiras dispostas na bancada da cozinha. Você está certo.Sussurrei de volta.. Você faz isso até melhor que eu. minhas mãos em sua cintura. Sorri. volte i a beijá-la. enquanto eu estava mantendo meu olhar fixo na porta. seus dedos de vo lta ao meu peito. Eu ri gostosamente. até. Apertei meus olhos com um pouco mais de força. sentindo a adrenalina correr desesperadamente pelo meu corpo enquanto meu coração acelerava. tinha acabado de ser promovido e estava indo basta nte bem e iniciando uma família com %nome%. Soltei uma lufada de ar e fechei meus olhos. Nossos lábios pou co demoraram a se encontrar. Ao vê-la negar com a cabeça. beijando-lhe a ponta do nariz. os olhos fixos nos meus como se ela quisesse beber de cada mudança de expressão em m eu rosto. era a ponte certa pa ra me ligar do furacão onde eu estava à felicidade. acima dos medos e das vontades dela. ± Murmurei. por mais complicado que tudo aquilo po deria parecer. as suas em meus ombros e a parede que antes se mantinha entre nós totalmente derrubada. Aqui? ± Ela questionou. . E contando. sua concentração em manter a expressão fi rme havia se ido há muito e agora ela se encontrava em uma totalmente relaxada e p razerosa. quando eu a ergui pelas coxas. ± Me desculpa. nenhuma carícia mais intensa sem que fos se minha própria iniciativa. agora. . que combinava muito mais com seus cabelos desgrenhados e a minha blusa com os botões abertos que ainda encontrava-se sobre seu corpo. ± Ela suspirou. filhaº. . Ela levantou o olhar de meu peito e me encarou. ± Não mais. uma vontade que nunca acabava e uma marreta batendo em minha cabeça toda vez que terminávamos. também. ± Você só quer protegê-la. Porque toda noite. que estava sendo um idiota. Seus dedos escorregavam quase que de forma tímida cada vez mais para baixo e cada vez alterando mais minha respiração. atrás dela. %nome% nunca fizera nada assim.Não.Não de você. Suspeito que era correto dizer que eu nunca fora tão sexualmente realizado em meno s de vinte quatro horas. O que tinha sido somente duas. Eu despertei sentindo um leve formigar em minha barriga e abri os olhos para enc ontrar uma %nome% totalmente distraída.Não. . ± %nome% finalmente disse. Ah. ao meu lado. sentindo todo o meu interior formig ar à carícia.

Céus. já buscando o controle do beijo para as minhas vontades. assim que o beijo se encerrou. com el a ali. quase contidas para não assustá-la ao todo. Eu não tinha nada para ser elaborado em cima disso porque eu também não compreendia co mo eu perdera tanto tempo para encontrá-la e encaixá-la em minha vida. mas. deixando beijinhos por todo ele. Guiada pela forma com que suas carícias dominavam totalmente meu corpo.Eu realmente não sei como eu sobrevivi todos esses anos. soava certo e c onfiante. Agora. a qual ela respondeu. ab aixando a mão. o lençol entre nossos corpos nus ± o que me fez puxá-lo vi olentamente para longe ± sem nem desgrudarmos nossos lábios por um momento sequer. levantando todos os pelos do meu corpo e f azendo um leve gemido rouco sair pelos meus lábios. como se nada e nem todo o tempo do mundo fosse o suficiente para se passar ao lado daquela mulher maravilhosa. Na verda de. não soou tímido como todas as outras vezes que nós faláramos sobre sexo. Ela sorriu timidamente e levou a ponta de seu nariz ao meu. . sim. um carinho doce e gentil que fez com q ue nós dois fechássemos os olhos e colocássemos sorrisos bobos no rosto. ligeiramente tímida. antes de sentir que sua mão não estava em mais lugar nenhum em meu corpo. assim que nossos narizes escorregaram cada um para um lado. Era assim que eu me sentia ao lado dela.Você gosta? ± Ela perguntou. perdida sem você. não a assustasse o suficiente para que ela parasse. eu já te disse isso? ± E u lhe perguntei.Você é a coisa mais maravilhosa que já aconteceu na minha vida. perdida em algum lugar no meio daquele redemoinho desesperado que se conto rcia e revirava todo o meu corpo. Eu levei meus lábios aos dela mais uma vez. . ± Foi a minha resposta desesperada e quase sem ar à sua pergunta. Insaciável. finalmente desgrudando nossos lábios. sua mão esco rregou ainda mais um pouco em direção à minha ereção. eu mal conseguia me imaginar em um futuro onde ela não aparecesse. ao qual ela expôs jogando a cabeça para trás assim que perce beu minha intenção.Você não faz ideia alguma do que você consegue fazer comigo. Em total surpresa. Como se só precisasse daquele incentivo.. bem ao pé do meu ouvido e. de alguma forma. a qual eu não via convir com todos os medos qu e ela se deixava dominar. Ela levantou os olhos para mim e eu susp irei. Meus lábios esc orregaram para seu pescoço. eu quebrara aquilo.rcendo que minha ereção. fazendo com que eu apertasse meus olhos e soltasse ma is um gemido ligeiramente desesperado. . como uma provocação certeira. enquanto o meu precisava ser um bocado m ais voraz por todas as sensações que ainda estavam sendo desencadeadas por todo o me u ser. Abri meus olhos para encontrar %nome% com a mão fechada em punho e mordendo nervos amente a pele de seu indicador dobrado. já claramente vista pelo fino lençol que cobria a parte inferio r de nossos corpos. a voz f raca. inesperadamente. Passei meu nariz pela borda do seu rosto. pelo visto. enquanto todo o meu interior s e revirava em total descontrole. arriscando um sorriso meio nervoso de quem fora abruptamente interrompido em uma das melhores sensações que seu corpo tivera em anos. faz? ± Sussurrei. os olhos fechados e a expressão suave brilha ndo como uma manhã de sol em seu rosto. um beijo doce e apaixonado que parecia querer f azer explodir meu coração em pedaços. sem nunca conseguir demonstrar-lhe exatamente co mo eu me sentia ao lado dela. Ela negou levemente com a cabeça. deixando nossos lábios encostarem-se em seguida. seus dedos desceram perigosamente pela mi nha barriga e sua unha cravou-se no limite entre a mesma e a minha virilha. ± Ela me disse.. Completo e totalmente insaciáve l. Apoiei-me com meus braços sobre a cama. Seu beijo era ligeiramente tímido. arra nhando-a de ponta a ponta. Cheguei a sentir a ponta de um de se us dedos encostar-se na base do meu mastro e cheguei a prender a respiração em expec tativa. . senti seus lábios em meu pescoço. o que a fez rir confiantemente contra a minha pele. mas. um sorriso leve e irresistível nos lábios. levantando a parte superior do meu corpo. um pouco antes que sua língua per passasse levemente pela pele da região. . . um futuro onde ela não estivesse comigo me parecia ser bastante escuro e infel iz. deixei-a escorregar para o lado e girei nossos corpos até que eu estava sobre ela. Dessa vez. acompanhado de algumas lambidas e ainda umas mordidinhas. Em apenas alguns momentos.

Deixei-me demorar em sua barriga. Empurrei-a levemente de volta a deitar na cama e. separando-as delicadament e. E embora minha ereção estivesse tão rígida e desesperada por alívio quanto das outra s duas vezes. eu finalmente decidi levar meus lábios além da linha que demarcava o f im da sua barriga. demorando-me pouco tempo em seus seios porque eu conseguia ver sua expressão endurecer um pouco. ao fundo. Eu estava convencido que estava lutando uma batalha para quebrá-la o suficiente pa ra que ela sentisse o prazer extremo ao qual eu desejava dar a ela. apertando suas un has em meus ombros. com ela. arrepiando todos os pelos do meu corpo. Mesmo que eu já estivesse planejando parar de acariciá-la com a minha língua. Porque. apenas para ser dominado por todas as sensações desesperadas de desejo mais uma vez. O primeiro contato foi totalmente eletrizante. senti-a desfazer em meus braços. ouvindo meu nome escapar de seus lábi os mais uma vez.. Pouco me demorei. sem conhecimento de como era o lugar mágico onde eu me e ncontrava. pelo meu nome. dessa vez. apenas desejando ou vir de novo e cada vez mais. o que a fez arquear o corpo em surpresa e depois soltar um mo ntante de ar. foi ela mesma que findou. coloquei cada uma de minhas mãos nas coxas de %nome%. finalmente levei meus lábios ao seu sexo. . porque ela me beijava de volta da mesma forma. a qual era gostava. Espalmei minha mão em sua barriga. eu tomei mais um montante de ar na esperança que isso acalmasse os gritos do meu corp o. ligeiramente aumentada pela forma a qual ela g emia e se contorcia desesperadamente. desejando ter todo o tempo do mundo para deslizar meus lábios por cada centímetro de seu corpo. nunca havia experimentado nada sequer prazeroso. Continuei desce ndo meus beijos. admito. novamente. Embora não pud esse dizer com certeza e embora ela não fosse saber responder se eu perguntasse. embora sua respiração demonstrar q ue havia algo. Apenas melhorava. e u tinha a ligeira impressão que eu ainda não a havia feito sequer gozar. Meu nome escapou mais uma vez de seus lábios e eu apertei os olhos por um segundo.. sem nem ter começado as carícias ao qual eu tinha intento. por debaixo dos seus receios. E por mais que todo o meu corpo estivesse gritando para andar logo com tudo. sentando-se e puxando-me p ara seus lábios. daquela vez. Era exatamente isso o que eu estava procurando. e. antes de um gemido desacreditado sair por seus lábios. sentindo seu corpo se contrair em total descont role aos meus beijos em seu sexo. E. respirando fundo para não simplesmente desistir de continuar com aquilo e unir no ssos corpos mais uma vez. entorpecido pela visão e embasbacado demais para descrevê-la. Eu só deveria dizer que. deixando qualquer es pécie de carícia por ali. sem rodeios nenhum. É claro que e la gostava. porque minha ereção pulsava tão descontroladamente que eu ma l conseguia me concentrar em pensar que mais coisas eu poderia fazer para que el a sentisse o mesmo prazer que eu. tomando cuidado para deixar um bocado de saliva. seguido. sua respiração acelerava e falhava. penetrei-a . apenas para escorregar-me em meu próprio l ogo em seguida. Rodeei a ponta da minha língua por seu umbigo. ao mesmo passo que espalhava s ua própria lubrificação. aos quais eu beijei furiosamente. sem muita demora. Mais e mais. era extremamente injusto que ela me enlouquecesse tanto ao pon to de eu ver estrelas ao alcançar meu orgasmo e ela apenas estar um pouco descabel ada e sorrindo tolamente. muitos deles acompanhados por uma deliciosa versão do meu nome que fazia todo o meu ser se arrepiar e revirar. a qual eu já percebera que. energizando ambos os nossos corpo s de uma forma surreal. Com o se não houvesse limites para nós dois. com um suspiro de quem quase não acreditava no que estava acontec endo. sem nenhum pudor ou receio ao q ual me preocupar.Desci meus beijos para o seu colo. mas isso era muito pouco ao total que eu queria lhe proporcionar. ao qual eu já notara que ela tinha um pouco de déficit. deixando alguns gemidos es corregarem por entre seus lábios. a cada vez. beijar e amá-la de todas as formas que minha mente co nseguia imaginar. gemendo tão deliciosamente que eu parei um pouco meus moviment os para usufruir da visão de seu orgasmo. Eu a ouvi puxar o ar totalmente chocada pelo meu carinho . entranhando os dedos em meu cabelo. então. deixando um suspiro de alívio escapar de meus lábios. Deixei minha língua perpassar toda a sua extensão.

ela t ambém estivera se sentindo da mesma forma. minha voz caindo para um tom terrivelment e mais baixo. eu percebi o que era. ± Eu disse. passando meus d edos pelos seus cabelos. orgulhoso do meu feito. . ± Ela riu. dolorosa. Em algum momento. À palavra coração. tem algo estranho com meu coração. puxando alguns de seus fios até o limite. parece que. apenas porque e u a sentia se arrepiar quando meus dedos escorregavam de volta à sua pele nua no m eio das costas.E depois parece qu e dói. sem saber o que fazer. . então. sorrindo de forma boba para o jeito que meu estomago revirava a cada mínima coisa que ela fazia.Eu sinto exatamente assim. sem entender exatamente o que acabara de acontecer com seu corpo. sim. de uma forma que parecia. Era ótimo finalmente saber que eu não estivera sozinho nessa. ± Ela voltou a levantar a ca beça para me olhar e eu puxei nossos corpos um pouco mais para cima. quando nos separávamos por qualquer motivo. sentindo-a logo se aconchegar em meu corpo. Hm. .. seja porque eu precisava trabalhar ou ir comprar qualquer coisa que nossa filha precisasse. ela levantou a cabeça para me olhar. Coisas engraçadas. ainda tentando encontrar alguma forma d e descrever o sentimento. sei lá.É mais quando eu estou com você. que parecia tão real quanto er a inegável. deslizando da mesma forma que estavam fazen do no momento em que eu acordara e fechei os olhos. .. ± Eu lhe disse. ajeitando min ha cabeça de uma forma melhor no travesseiro para que eu pudesse olhá-la sem sentir um terrível torcicolo quando eu acordasse no dia seguinte. Ela voltou a encostar a cabeça em meu peito e suspirou. tudo o que ela havia dito apenas para concordar c om a cabeça. eu percebi que nós não estávamos falando de nossos corpos e de como eles se conectavam com perfeição e. assombrado pela descoberta recém feita. tal como sua expressão de quem parecia finalmente entender o que estava acontecendo com nós dois. embora eu mesmo mal conseguisse começar a imaginar quais palavras poderiam ser empregadas de forma correta na situação. .Eu sinto umas coisas engraçadas quando estou com você. a chando que ªcoisas engraçadasº podiam se encaixar muito bem no orgasmo que eu acabava de fazê-la sentir. eu sentia alg uma espécie de vazio doloroso que parecia pulsar dentro do peito.. o cabelo totalmente desgrenhado.Acho que as pessoas chamam isso de amor.. Ela sorriu de forma doce. dos sentimentos indescritíveis que sentíamos um pelo outro. E. Concordei com a cabeça mais uma vez porque eu também me sentia explodir quando estav a com ela e. Sorrindo. %nome% encostou a ponta do seu nariz em meu peito e a distração de sentir sua respir ação quente saindo de sua boca em minha pele enquanto ela tentava se aprumar. . completamente embasbacado com o que ela me fazia sentir. também deliciada em saber que eu me sentia da mesma form a que ela. Ouvi sua respiração dar uma falhada.Deslizei-me para o lado. embora nossas palavras estivessem um bocado embaralhadas. porque o momento era tão sublime e relaxante que meu cor po pareceu pedir por isso. Repassei. entendendo. deixei um beijo em sua testa e fech ei meus olhos. .É como se fosse explodir. sentindo o cansaço pós-orgasmo dominar meu corpo ao mesmo tempo em qu e minha respiração começava a se normalizar. Senti suas mãos de volta ao meu peito. sim. mentalmente. Todos os momentos em que eu olhei para ela. com tud o além dos limites da compreensividade que nossa mente comportava.Não é tipo. encolhendose em si própria e em mim. ± Ela sussurrou e eu sorri. e confuso demais para entender o que era tudo aquilo. as bochechas ainda coradas pelo prazer.. acabou por levar todo o sono que eu sentia pra muito longe de mim e trazer de volta a vontade desesperada que eu sentia de beijar seus lábios sem parar para todo o semp re. com aquelas descrições quase acertadas.. sei lá. . ato que eu acabei repetind o apenas momentos depois. embora eu imaginasse que nós dois estivéssemos muito longe de sequer desc obrir o que aquilo significava.Eu acho que eu sinto essas coisas engraçadas também. antes dela finalmente parecer rel . o sorriso incontestável no rosto e a lgum brilho especial nos olhos que apenas me fez sorrir-lhe de volta porque a vi são era tão bonita que eu não sabia exatamente qual era o protocolo de resposta e sorr ir me pareceu uma atitude razoavelmente a altura. Perdida.

É. só por sussurrar. . Ela.Não. segurando suas mãos que tentaram me socar levemente enquanto ela ria. . enquanto o s ol começava a ficar cada vez mais quente. Como se só ela fosse se acalmar por tal feito. eu acho que deve ser. Beijei seus lábios mais uma vez. Seu sorriso se abriu um pouco mais e ela chegou a abaixar a cabeça. mas não era exatamente como se eu me importasse. era quanto durava o período fértil de uma mulher.Assim nós vamos acabar fazendo <i>isso</i> de novo. colocando uma mecha de cabelo dela atrás de sua or elha. quase ausente de todos os medos e restrições que estavam sempre presentes en tre nós dois. no misto de coisas boas e dos receios que ela me fazia se ntir. agora. Mas eu es tava me contentando em saber notícias por %nome%. O que provavelmente significava que ela preferiria continuar ligando para %Thy% as quarenta vezes por dia a me atrapalhar um pouqui nho sequer para levá-la até o hospital e acalmá-la um pouco. Eu provavelmente só não falava com Safi ra em todas as ligações porque era realmente difícil imitar uma voz gripada. desde o primeiro momento. de acordo com uma pesquisa que eu fizera enquanto e la dormia no fim de semana. . mas você prometeu me levar pra ver Safira. de colocar o bem-estar de to dos na frente do dela próprio. E com o pensamento leve e o coração completamente preenchido pela descoberta recente . Eu sabia que ainda levaria tempo para qu e nós dois nos acostumássemos com aquele tipo de relacionamento extremamente sincero e apaixonado ao qual nós escolhemos levar.Nunca fiquei tanto tempo longe de Safira assim. . . nós fizemos amor de novo. enrolando o cabelo e da . que só conhecera grosserias antes. E eu provavelmente estava bem atrasa do para abrir o meu computador e checar meus e-mails.Você nunca atrapalha. Eu sorri e deixei-me levar os lábios até o topo de sua cabeça. ± %nome% sussurrou. Ela riu. como um presente de natal ganhado todos os dias. mas porque %nome% tinha uma mania especial ± e às vezes irritante. ± Eu disse. E isso já estava m e deixando ligeiramente chateado e nervoso. ± E seu tom de voz era algo diferente. ± Ela disse. . E. apenas para descobri r que Safira passara a noite no quarto de Diana e não podia atender o telefone. o que me deixava res pirar um pouco aliviado por ainda ter o dia de hoje. medindo informações para não assustá-la ou ferir seus sentimentos já por demasia machuc ados. eu declarei que o céu era muito pouco para o limite do que eu sen tia por aquela mulher. então. ± Eu disse. . de todas as vezes que eu pensava e repensava em minhas atitudes ou palavra s. ela me empurrou levemente para o lado e escorregou para a beirada da cama. de forma um pouco mais intensa e descabida . Cinco dias. ± Não vou te atrapalhar? Eu sorri. depositando um beijo ca rinhoso por ali. por que aquilo seria? Naquele momento. E essa era provavelmente a nossa forma engraçada e esquisita de dizer que nos amávam os um para o outro. logo em seguida.Algum problema? ± Questionei. ± Vou ter que trabalhar hoje mesm o e você é muito distrativa. deixei-me adormecer. sentando-se. Duas vezes. Falando isso. Esperançoso e suave. ela ligara para %Thy% pela primeira das quarenta vezes que ela falava com ela por dia. Depois disso. O mesmo sorriso brilhando em seus lábios e em se us olhos. ± Ela disse. embora contrariado. dessa. meu paraíso estava com os dias contados. Às gargalhadas. .Eu também acho. porque. ligeiramente e nvergonhada com minhas palavras gentis. encerrando o beijo e me empurrando levemente. o google me disse. não só porque aquela visão era a mais linda que eu via em anos e vinha se re petindo toda a manhã. .Você faria isso mesmo? ± Perguntou.axar dentro do meu abraço.Posso te levar lá. Já era segunda feira de manhã e. ± Sussurrei. embora talvez um pouco emba ralhado porque eu teria que trabalhar. ainda mais. Ela havia acabado de fazer o teste e ainda estava positivo. nada nosso havia sido conv encional em um relacionamento. eu girei meu corpo para cima do dela e depositei um beijo em seus lábios.

completamente nua. parecendo ligeiramente impaciente.E de quem foi o anterior? ± Perguntei. quando fui obrigado a parar em um sinal vermelho. colocando o cinto de segurança. quando eu deixei o consultor que su bstituíra Emerson completamente a parte de todos os problemas da empresa e dos pla nos que ele teria que percorrer para chegar às soluções imediatas. que apenas suspirou e olh ou para a janela.ndo um jeito de prendê-lo sem usar nada.. É claro que ele tinha sido compreensivo depois que eu contara para ele a história so bre %nome% e a forma com que Emerson falara dela. Quando eu estava prestes a deixar meu corpo cansado adormecer novamente. na realidade. Era um rapaz novo e muito eficiente. muito mais confortável. . Eu ri. Fiz uma careta pra ela e afundei de volta na cama. bobo que éramos. Não me incomodavam na aparência física. Eu estava com um sorriso do tamanho do mundo. A resposta de %nome% chegou no momento em que eu colocara a chave na ignição e eu to rci um pouco a cara. recome ndou que eu atrasasse minha visita à última empresa até que eu me acalmasse outra vez. O sinal abriu naquele momento e eu me demorei um pou . eu estava doente.Ah. %nome% era linda de qualquer for ma. %nome% já estava confortável em minha presença em muitos aspectos e a nudez fora superada em algum momento naqueles dias. Arrisquei uma olhada rápida para ela pelo canto do olho. Eu queria ver Safira. Eu não soube dizer se ela estava se fazendo de desentendida ou se realmente não sabi a do que eu estava falando. o qu e me impedia de aparecer no seu quarto completamente saudável. <i>ªPosso ir te buscar?º</i> Enviei a mensagem por volta das três da tarde. momentos mais tarde. Agora que ela não se importava em andar nua pelo quarto ± ao menos se eu estivesse t ambém -. O que me perturbava era %nome% ter passado por tudo aquilo. completamente embasbacado e muito mais apaixonado por essa nova %nome% mais espontânea e tranquila em minha presença. ± Esse. bom. As brincadeiras que eu fazia agora sempre tinham uma resposta esperta na ponta d a língua e ela não parecia mais estar pensando e repensando a cada segundo que estávam os juntos.Você falou com ela? ± Questionei.Falei o quê? ± Ela questionou.. o que me deixava extremam ente feliz. morto de preguiça. Bom.º</i>. o que me deu um certo alívio porque eu ainda não tinha certeza de qual era o meu status com Carlo depois que eu demitira Emerson. depositando um bei jo em meu queixo. Porque eu achava que era realmente impossível esquecer algo assim. . ao menos para nós não parecia enjoad o. mas. ± E eu estava esperando que você fizesse isso agora. deixando um b eijo em meus lábios. mas tente não fazer isso de novoº</i>. sem parecer enjoado. %nome% já estava parada lá em seu jeans e c amiseta tradicional. para ela. ouvindo sua gargalhada antes dela su mir para o banheiro. ele foi na conta da casa. não o anterior. ± Ela piscou um olho pra mim. ao menos até o período fértil de %nome% terminar. ser sofrido tudo aquilo e eu não poder fazer nada para ajudá-la a esquecer. ouvi o barulho do chuveiro demonstrando a determinação de %nome% em realmente ir para o hos pital tão cedo. que fora concluída com um <i>ªdessa vez está tudo bem. . eu podia ver suas cicatriz es com mais clarezas. naquelas poucas horas nas quais eu estive longe dela. mas ligeiramente alarmado. talvez fosse uma boa ideia a companhá-la nesse banho. Ela entrou no carro rapidamente e se curvou sobre mim. <i>ªVou te esperar na frente do hospital. Grunhi um pouquinho e achei que. apertando sua bolsa contra o corpo. senti saudades. quando nos afastamos. E depois. e elas eram muito mais do que eu tinha imaginado a princípio .Safira te mandou um beijo. Quando estacionei na frente do hospital. no claro ou escuro. de alguma forma. Senti um tra vesseiro ser arremessando em minha barriga. o qual eu correspondi com bastante vontade porque. sem realmente se importar. Soltei um suspiro. mas eu levara uma grande bronc a sobre não deixar minha vida pessoal interferir no trabalho. ± Ela disse. ao lado oposto de mim. . .

sentindo seu medo latente em cada palavra p roferida e ainda em seu batimento cardíaco acelerado. ± Eu disse. ± Mas também significa que a gente não precisa passar tanto tempo long e de Safira e eu realmente gostaria de voltar pra ela. Agora. parece ndo um bocado nervosa. Embora ainda parecesse nervosa. ela pareceu ter tomado uma injeção de praticidade acima do medo. Ela soltou um longo suspiro e voltou a olhar em minha direção. ± Em alguns meses. ela não tentou. eu sabia que ela e stava certa. . ± Ela disse. Como você não sabe onde está? ± Ela parou de guardar a roupa na mala. . E. . A placa verdadeira. colocando o carro em movimento. alarmada. sua barriga vai estar gigante e vamos m orar em uma casa de verdade e como uma família. senti seus braços ao redor de mim. A intimidade. O sorriso de %nome% se desfez rapidamente e. Eu sabia que nós dois estávamos cruzando mais um limite desconfortável para ela e que eu provavelmente estava sendo um terrível chato em bater desesperadamente na mesma tecla.Como uma família. não vai? ± Ela questionou. assim.co mais. Ela riu e virou para mim. eu senti meu estomago revirar de ansiedade. ela ia acabar deixando para lá a té o último momento.. .É hoje que você vai contar para ela? ± Eu questionei. passando a mão pelo cabelo. -. por favor. .Você sabe que nós não precisamos disso. ela me recompensou muito bem. Não consigo pensar em contar algo assim e depois sair correndo pra longe e deixá-la lidar com a informação sozinha. deixava vários aspectos da personali dade dela claros como água cristalina. não. antes de lhe responder. mas sentia minha pele formigando por estar sendo observado. em nenhum momento. por favor. E eu mal conse guia me conter de expectativa. dar para trás e.Vai dar tudo certo. Tomei um banho rápido. . também. ± Eu disse.Sobre mim. Tudo bem. era possível ver c laramente o quanto ela era centrada e sensata. obrigada. Ao pe rceber que eu estava de volta ao quarto. não é? ± Essa foi a minha reação meio desesperada a ntrar no banheiro pela manhã do dia seguinte e encontrar %nome% com a fitinha do e xame de fertilidade na mão.Tudo bem. à sua resposta. a sensatez dela estava cada vez mais acentuada. Antes. e principalmente. . Até mais tarde. Cocei a cabeça um momento porque.Eu sei ± Disse. Assim que eu vesti minha cueca. . Encaixei minhas mãos em cima das dela. ela concordou com a cabeça. . qu ando chegamos em casa. ± Pergunte pra %Thy%.Você vai ver. meio bicudo. Eu ia agradecer se você pudesse levar a placa pra mim antes de ir pro quartel. Parei de observá-la porque achei que ela precisava de um mo mento sozinha e comecei a mexer em minhas próprias roupas. Tenho certeza que %nome% percebeu o meu humor ligeiramente para baixo porque. Solt ou um suspiro cansado e beijou-me os lábios antes de sair do banheiro. se eu não o fizesse. beijando meus lábios carinhosamente. escovei meus dentes e dei uma sacudida no cabelo para ele p arecer mais penteado do que realmente estava e. mas eu também sabia que. Ela desligou o telefone e jogou-o sobre a cama. Concordei com a cabeça porque ela estava certa e essa era uma das coisas que eu ma is odiava amar em %nome%. mas os medos prejudicavam seus próp rios sentidos. senti sua mão escorregar em minha coxa e quase freei o carro por causa das co isas que eu comecei a sentir com o seu toque inesperado. eu acho que ela precisa saber si m. Estar de volt a à Safira significava contar a ela sobre quem eu era na realidade. saí do banheiro para encont rar %nome% concentrada em colocar todas as roupas dela na mala em cima da cama e nquanto falava ao telefone. analisando o resultado da segunda listra que parecia e star claramente negativo. ± Achei melhor esperar pra contar quando nós dois voltarmo s a ficar com ela.Desculpe. seu nariz afund ado na linha entre minhas costas e meu braço. Movida pela frase. ela arriscou um sorriso tranquilizador em minha direção. o que eu não podia exat amente ver. equilibrando-o entre o ombro e a orelha. embora eu quisesse contrariá-la e dizer que ela es tava fugindo ± o que eu tinha certeza que ela realmente estava ±.. . ± Ela repetiu. ± É. agora instalara. séria. Em surpr esa. com os medos dissipados entre nós dois. ± Ela disse.

± Eu só quero dizer. ao que parecia que eu estava sendo aprovado pelo bom trabalho às mudanças claras no comportamento d e %nome%. brilhan do para mim ± e só para mim. meio entristecida. . %Tom% le vantou a cabeça e balançou-a para mim. tal como em seu olhar. . ± Ela sussurrou. Mas isso é mais de um ano antes de quando eu nasci ± Ela disse. Ela concordou com a cabeça e ele esfregou a mão em seu braço. . levantando seu rosto antes de soltá-la. para acalentá-la. um sorriso um pouco inseguro no rosto. parecendo b astante nervosa. Ela abriu e fechou a boca algu mas vezes. .. ± %nome% sorriu.quando chegamos ao hospital. %Tom% nos esperava na recepção com um embrulho ao qual ela pegou em um aceno de cabeça. o indicador apontando exatamente para o m esmo ponto em que Safira deixara a sua mão. Alguns abraços de saudades. ± Ela começou a contar. meu amor. apenas por um segundo. . Safira apertou os olhos e lágrimas escorreram pelo seu rosto. . ele não saiu de perto nem por u m segundo.Eu estou dizendo que %Harry% é seu pai porque nós achamos que você deveria saber dis so ± Ela respondeu.A data está errada. O olhar de Safira escorregou em minha direção por um segundo. %nome% e eu. ± Sua tia %Thy% sugeriu que eu tivesse um bebê. O que você está dizendo? ± Ela perguntou. ± Nós pensamos que t alvez vocês quisessem um pouco de privacidade. mas eu já pude ver que ela entendera. saudosa e carinhosa. sentando na beira d a cama de Safira e entregando-a a ela. . ± %Tom% disse. batendo levemente ali duas ou três vezes .. olhando de volta para a mãe. totalmente sem reação. ao qual eu corre spondi com facilidade. Safira pegou a placa com cuidado e passou os dedos por ela. ± Ela disse..Por que você não me contou antes? ± Ela perguntou. beijos e perguntas sobre o meu estado de saúde depois. sabendo que . Eu sentei-me no sofá. levando a mão ao rosto de Safira e sorrindo graciosam ente. eu não tinha mais ninguém. congelado em meu lugar pela beleza do momento. ± Ela disse. a confusão b rilhando clara em seu rosto. à distância. Foi um momento bem difícil p ra mim. antes de seguirmos em direção ao quarto de Safira. sua testa frisou-se em confusão e ela levantou o olhar para a mãe .. o momento não me pertencia.Obrigada. %nome% concordou com a cabeça.Mãe. que ele não soube de você em nenhum momento. Ela voltou seu olhar para a mãe e sua expressão caiu e mudou para uma extremamente z angada com uma facilidade absurda que deixou nós dois. %nome% suspirou e a mão dela escorregou. mas ela girou o rosto em minha direção. até quando eu o procurei para pedir para ver se ele podia ser compatível com você e. ± Eu procurei alguém que pudesse ter as mesmas características dele e então eu engravidei de você. desde então. meu amor.Achei que você deveria ver isso. como um cumprimento de aceitação. completamente chocada.Essa é a data certa. . A afirmação apenas deixara Safira ainda mais confusa. . parecendo fazer um esforço para compreender aquilo. %nome% tirou a placa do embrulho e apertou-a com as duas mãos. a raiva brincando por suas palavr as. seus olhos. Em algum momento. % Thy% nos deixou com uma graciosa descrição. . por hora.Mas. mas como eu teria um sem ele? ± Ela suspirou e Safira deixara o queixo cair. Eu corri para me lev antar. ± Ela disse.%Thy% só está esperando vocês chegarem para ir comigo. embora isso a assustasse. de volta abertos.Quando ele morreu. .

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