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Colecção Título do Módulo

Formação Modular Automóvel Classificação e Características de Veículos Ligeiros Guia do Formando CEPRA - Centro de Formação Profissional da Reparação Automóvel Departamento Técnico Pedagógico CEPRA - Direcção CEPRA - Desenvolvimento Curricular

Suporte Didáctico Coordenação Técnico-Pedagógica

Direcção Editorial Autor

Maquetagem

CEPRA - Núcleo de Apoio Gráfico

Propriedade

CEPRA – Centro de Formação Profissional da Reparação Automóvel Rua Francisco Salgado Zenha, 3 2685 - 332 PRIOR VELHO Portugal, Lisboa, 2007/11/02 264600/07

Edição 1.0 Depósito Legal

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DEFINIÇÃO DE MODELO DE VEÍCULO ................................................ .4 5 ..CARACTERÍSTICAS DOS DISPOSITIVOS DE PRÉ-SINALIZAÇÃO......5 3...... 3.....................1 .........2 .... E............................ ...........................3 3.DOCUMENTO ÚNICO AUTOMÓVEL....2 4.........1 Mecânica de Veículos Ligeiros Inspectores II Classificação e Características depara Veículos Ligeiros .............................7 .....1 CORPO DO MÓDULO 0 ...........................CATEGORIAS DOS VEÍCULOS.............................................6 .................. 3.......................... 3.... 3.. ..................8 3..................................................... 2..................1 1........... 3.........................1 ....................................................................4 1.................IDENTIFICAÇÃO DE VEÍCULOS ATRAVÉS DO LIVRETE ........ 4... 3..................................1 2.. ............................................................................................TABELA DE DISTÂNCIAS DE TRAVAGEM (EM SEGURANÇA) ..............IDENTIFICAÇÃO COLOCADA NOS VEÍCULOS .............................................7 3......................................1 7 ...........2.............5...........................1 ..........................................................................................CARACTERÍSTICAS REGULAMENTARES DOS VEÍCULOS........IDENTIFICAÇÃO DE VEÍCULOS............ 2..........................Classificação de veículos automóveis..............CÁLCULO MATEMÁTICO DO VALOR DA EFICIÊNCIA DE TRAVAGEM ......................Índice ÍNDICE DOCUMENTOS DE ENTRADA OBJECTIVOS GERAIS.......1 ...........................CARACTERÍSTICAS DAS LUZES DOS VEÍCULOS ..................................................12 3..6...............7.TRAVÕES .......1 4.......................2 3................ 3...........5 ............3 ......LIMITES DE PESO .............0.CAIXAS ................1 1 .COLETES RETRORREFLECTORES.. 3......4 3.................1 OBJECTIVOS ESPECÍFICOS...1 3........1 6 ........................................1 1..............................1 2..............................................................DISPOSIÇÕES ESPECIAIS APLICÁVEIS EM TRANSPORTES PÚBLICOS DE PASSAGEIROS..................................1...................................................................1........................ 3........3 ...............1 2.......5 3.....3 ..................................................1 ....CLASSIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS .......RODADOS ...........2 .CLASSIFICAÇÃO DAS DEFICIÊNCIAS EM FUNÇÃO DA EFICIÊNCIA DE TRAVAGEM .3 ..........................................8 ............2.. 3.2... 1........................................1 3........DEFINIÇÕES LEGAIS...............VIAS..................................DIMENSÕES DOS VEÍCULOS .. ..4.................................................................2 .........................INTRODUÇÃO..........................3........ 2................ 4..............................................2 .............. 1.....CLASSES E TIPOS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS ....................... 3.............10 3 ...........2.......................... .................. 3................................................................................6 2 .......9 .......31 4 .7 3................................................................ E........2 ...............................................................4 .5 3.....................................PORTAS E JANELAS ..................................................................OUTRAS DEFINIÇÕES .PNEUS E SUAS CARACTERÍSTICAS....................

........................ESCLARECIMENTOS SOBRE EXTINTORES DE INCÊNDIO......INIBIÇÃO DE CONDUZIR .....................................2 .......................................................1 11........................................6 ANexos Classificação das deficiências observadas nas inspecções de veículos.......................10.............................1 9......................................................1 ........... 13......... 9.................................CINTOS DE SEGURANÇA EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS ..................... 13...........................LICENÇA DE CONDUÇÃO .........12..CONTRA ORDENAÇÕES......8....................4 BIBLIOGRAFIA............1 ....... S. . S......2 .............. .....11........3 13..........CINTOS DE SEGURANÇA NOS BANCOS DA RECTAGUARDA EM VEÍCULOS DA CATEGORIA N1 TRANSFORMADOS EM VEÍCULOS DA CATEGORIA M1 ....INSPECÇÃO E EMISSÃO DA FICHA DE INSPECÇÃO...................................................................DOCUMENTOS DE QUE O CONDUTOR DEVE SER PORTADOR......................................................... 9.........MARCAS DE HOMOLOGAÇÃO ...................1 13.....................1 13 ......................... 13............... .3 ......................................................................................................1 11..............................1 DOCUMENTOS DE SAÍDA PÓS-TESTE.......2 12 ............1 ....................................3 .........VELOCIDADE ..............13...................... a1 Classificação e Características de Veículos Ligeiros ...............SISTEMAS DE SEGURANÇA.............................2 ...................................... 11.............................11............ ..............Índice 8 .......................................1 13.........................................................CONTRA ORDENAÇÕES GRAVES ...................... 9..........4 10 ...............1 11 ........1 9 .9.......CONTRA ORDENAÇÕES MUITO GRAVES................................... C..........4 9.....1 CORRIGENDA DO PÓS-TESTE..................1 9.......................................................CARTA DE CONDUÇÃO ..........................

DOCUMENTOS DE ENTRADA .

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Classificação e Características de Veículos Ligeiros E. 4. índices de carga e calcular a altura e largura dos pneus. Enunciar o tipo de deficiência em função da eficiência de travagem. Enunciar as disposições especiais aplicáveis a veículos pesados. Calcular as eficiências e distâncias de travagem dos veículos. Identificar as Classes. Definir os termos utilizados na terminologia técnica rodoviária e na regulamen- tação presente no sector das ITV’s (Inspecções Técnicas de Veículos). Enunciar as características mínimas dos pneus que podem circular na via publica. 7. índices de velocidade. 11. 3. portas e janelas. o formando deverá ser capaz de: OBJECTIVOS GERAIS Identificar as definições técnicas de vários termos presentes na actual legislação rodoviária. Identificar as características das luzes dos veículos. Categorias e Modelos de Veículos. Determinar a distância entre eixos dos veículos. Enunciar as dimensões máximas dos veículos. 6. Enunciar as características das caixas.Objectivos Gerais e Específicos OBJECTIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS Depois de ter estudado este módulo. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 1. Tipos.1 . 2. 10. 12. 9. nomeadamente no Código da Estrada. 5. coxias e lugares de passageiros. Identificar características dimensionais. com o fim de se familiarizar com os conhecimentos técnicos inerentes à execução de inspecções técnicas de veículos e à importância da sua realização. Definir a tara e peso bruto dos veículos. 8.

Enunciar os procedimentos a cumprir na emissão das fichas de inscrição. Identificar as contra ordenações leves.Objectivos Gerais e Específicos 13. E. Identificar a velocidade máxima de um veículo numa determinada via. graves e muito graves do Código da Estrada. Enunciar os tipos de inspecção a que os veículos a motor e seus reboques podem ser sujeitos. 18. 17. Enunciar as características técnicas dos triângulos de pré-sinalização. Identificar os documentos que o condutor de determinado veículo deve ser portador obrigatoriamente. 15. Identificar os sistemas de conforto e segurança. 14.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . 19. 16.

CORPO DO MÓDULO .

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devendo diversificar e aprofundar os seus conhecimentos nas diferentes áreas da mecânica. de grande responsabilidade e importância para o objectivo do aumento da segurança rodoviária e consequente redução da sinistralidade rodoviária. consequentemente. o inspector deve adoptar uma política de formação contínua que lhe proporcione uma actualização e um aumento da amplitude dos seus conhecimentos. bem como dos componentes electrónicos que com ela interagem.INTRODUÇÃO Este Módulo pretende compilar e abordar os principais termos técnicos.1 . coloquem em risco as vidas dos seus passageiros e os demais utilizadores das vias públicas. bem como outras questões e artigos da legislação aplicável à actividade de inspecção de veículos. exige ao profissional de inspecção um conhecimento técnico de mecânica automóvel que lhe permita definir o estado geral do veículo com o maior rigor possível. não dispensando contudo o conhecimento e consulta da legislação na sua forma original. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 0. Por forma a melhorar o seu desempenho e a sua actualização quanto às constantes inovações aplicadas aos veículos automóveis.Introdução 0 . A actividade de inspector. detectando possíveis deficiências responsáveis pela redução do nível de segurança do veículo e que.

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É o veículo dotado de quatro rodas. por construção. em patamar e por construção. sem sujeição a carris.º 105º Automóveis Automóvel . tenha cilindrada não superior a 50 cm3. ciclomotores. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 1. com ou sem carro lateral. e cujo motor: a) No caso de ciclomotores de duas rodas. com motor de propulsão com cilindrada superior a 50 cm3.É o veículo dotado de duas ou três rodas. a transitar na via pública.veículo com velocidade máxima. ou que.Classificação dos veículos Do Código da Estrada art. por construção. 4. cuja velocidade máxima é. com uma velocidade máxima.É o veículo com motor de propulsão. não superior a 45 km/h.É o veículo dotado de três rodas dispostas simetricamente. Ciclomotor . no caso de motor de combustão interna. ao transporte de passageiros ou de mercadorias.Definições legais 1.veículo com motor de potência não superior a 15 kW e cuja massa sem carga. não superior a 45 km/h. excluída a massa das baterias no veículo eléctrico.1 . tenha cilindrada não superior a 50 cm3. com motor de propulsão com cilindrada superior a 50 cm3. por construção.º 107º Motociclos. e que se destina. excluída a massa das baterias no caso de veículos eléctricos. tratando-se de motor de combustão interna ou cuja potência máxima não exceda 4 kW. tratando-se de motor eléctrico. no caso de outros motores de combustão interna ou de motores eléctricos. b) No caso de ciclomotores de três rodas. tratando-se de motor de ignição comandada ou cuja potência máxima não exceda 4 kW. consoante se destine. e com motor de cilindrada não superior a 50 cm3. Motociclo . superior a 25 km/h. não exceda 400 kg ou 550 kg. ou cuja potência máxima não seja superior a 4 kW. no caso de motor de combustão interna. Triciclo . exceda em patamar a velocidade de 45 km/h. com tara superior a 550 kg.É o veículo dotado de duas rodas. classificando-se em: a) Ligeiro . 2. respectivamente. ou que.1 .Definições Legais 1 . Quadriciclo . Do Código da Estrada art. 3. triciclos e quadriciclos 1. b) Pesado . exceda em patamar a velocidade de 45 km/h. no caso de motor de ignição comandada. no caso de outros motores de combustão interna ou de motor eléctrico. em patamar e por construção. dotado de pelo menos quatro rodas. pela sua função. cuja massa sem carga não exceda 350 kg.

Definições Legais Do Código da Estrada art.É a máquina destinada a trabalhos industriais que só transita na via pública quando rebocada. Os veículos referidos nos números anteriores tomam a designação de reboque ou semi-reboque agrícola ou florestal quando se destinam a ser atrelados a um tractor agrícola ou a um motocultivador. É proibida a utilização de reboques em transporte público de passageiros.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . bem como. 4.É o reboque cuja parte da frente assenta sobre o veículo a motor. 6. Exceptuam-se do disposto nos números 6 e 7 a utilização de um reboque destinado ao transporte de bagagem nos veículos pesados afectados ao transporte de passageiros. 8.1 . Máquina industrial rebocável . distribuindo o peso sobre este. 7. Fig. 5. Máquina agrícola ou florestal rebocável . Reboque .1). de reboques em comboios turísticos. 1. 2. de reboques em tractores agrícolas ou florestais. A cada veículo a motor não pode ser atrelado mais de um reboque. 3.º 110º Reboques 1. nos termos a fixar em regulamento local.É o veículo destinado a transitar atrelado a um veículo a motor (figura 1. Semi-reboque .Reboque 1.É a máquina destinada a trabalhos agrícolas ou florestais que só transita na via pública quando rebocada.

3.2).2 . Consideram-se veículos únicos: a) O automóvel pesado composto por dois segmentos rígidos permanentemente ligados por uma secção articulada que permite a comunicação entre ambos. Conjunto de veículos é o grupo constituído por um veículo tractor e seu reboque ou semi-reboque. b) O comboio turístico constituído por um tractor e um ou mais reboques destinados ao transporte de passageiros em pequenos percursos e com fins turísticos ou de diversão.º 111º Veículos únicos e conjuntos de veículos 1.Definições Legais Do Código da Estrada art. 1. se o ciclista deixar de pedalar (figura 1. Velocípede com motor . ou antes. Fig. Do Código da Estrada art. o conjunto de veículos é equiparado a veículo único.É o velocípede equipado com motor auxiliar eléctrico com potência máxima contínua de 0. Para efeitos de circulação.3 .Velocípede com motor Classificação e Características de Veículos Ligeiros 1.25 kW. 3. os velocípedes com motor e as trotinetas com motor são equiparados a velocípedes. Velocípede . cuja alimentação é reduzida progressivamente com o aumento da velocidade e interrompida se atingir a velocidade de 25 km/h. 2.º 112º Velocípedes 1. 2. Para efeitos do presente Código.É o veículo com duas ou mais rodas accionado pelo esforço do próprio condutor por meio de pedais ou dispositivos análogos.

de animais ou de certa espécie de veículos. Pista especial – Via pública ou via de trânsito especialmente destinada. 7. 14.Definições Legais 1. Auto-estrada – Via pública destinada a trânsito rápido. 10. Ilhéu direcional – Zona restrita da via pública. Corredor de circulação – Via de trânsito reservada a veículos de certa espécie ou afectados a determinados transportes. com separação física de faixas de rodagem. Eixo da faixa de rodagem – Linha longitudinal. destinada a orientar o trânsito. materializada ou não.3).Vias Do Código da Estrada art.3). Passagem de nível – Local de intersecção ao mesmo nível de uma via pública ou equiparada com linhas ou ramais ferroviários. interdita à circulação de veículos e delimitada por lancil ou marcação apropriada. 11.3).2 . 4. 9. que divide uma faixa de rodagem em duas partes. com acessos condicionados e sinalizada como tal (figura 1. Caminho – Via pública especialmente destinada ao trânsito local em zonas rurais. sem cruzamentos de nível nem acesso a propriedades marginais. Entroncamento – Zona de junção ou bifurcação de vias públicas. em geral sobrelevada. 12. cada uma afecta a um sentido de trânsito. ao trânsito de peões. 5. 13. 6.4 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . especialmente destinada ao trânsito de peões e que ladeia a faixa de rodagem. Faixa de rodagem – Parte da via pública especialmente destinada ao trânsito de veículos (figura 1. Berma – Superfície da via pública não especialmente destinada ao trânsito de veículos e que ladeia a faixa de rodagem. Cruzamento – Zona de intersecção de vias públicas ao mesmo nível.3). Localidade – Zona com edificações e cujos limites são assinalados com os sinais regulamentares (figura 1. 1. 2. Parque de estacionamento – Local exclusivamente destinado ao estacionamento de veículos (figura 1. 3.º 1º Definições legais 1. 8. de acordo com sinalização. Passeio – Superfície da via pública.

Fig.Vias Classificação e Características de Veículos Ligeiros 1.Definições Legais 15. 18. 19. 17. Via de trânsito – Zona longitudinal da faixa de rodagem destinada à circulação de uma única fila de veículos.3 . 16. Rotunda – Praça formada por cruzamento ou entroncamento onde o trânsito se processa em sentido giratório e sinalizada como tal.3). Via de sentido reversível – Via de trânsito afecta alternadamente. Via de abrandamento – Via de trânsito resultante do alargamento da faixa de rodagem e destinada a permitir que os veículos que vão sair de uma via pública diminuam a velocidade já fora da corrente de trânsito principal (figura 1. Via de aceleração – Via de trânsito resultante do alargamento da faixa de rodagem e destinada a permitir que os veículos que entram numa via pública adquiram a velocidade conveniente para se incorporarem na corrente de trânsito principal (figura 1. através de sinalização.5 .3). 1. a um ou outro dos sentidos de trânsito.

1. Distância de travagem – Distância percorrida por um veículo entre o ponto em que o condutor actua no travão e o ponto em que o veículo pára. em determinadas condições de tráfego. a distância que é percorrida durante o tempo de percepção-reacção. 10. sem paragens e sem ser excedida a velocidade base. Via pública – Via de comunicação terrestre afecta ao trânsito público. num dado instante. 21. Capacidade de tráfego – Número máximo de veículos que uma dada secção da estrada pode escoar. Velocidade média de utilização – Maior velocidade média que é possível realizar numa dada estrada.Definições Legais 20.3 . 3. tais como raios e sobrelevações das curvas e distâncias de visibilidade. 4. correlacionada com as características da estrada que condicionam a segurança da circulação. Trânsito – Movimento das pessoas. Tráfego local – Parte do tráfego que circula numa dada área e tem nela a origem e/ou o destino. portanto. Via reservada a automóveis e motociclos – Via pública onde vigoram as normas que disciplinam o trânsito em auto-estrada e sinalizada como tal. Densidade de tráfego – Número de veículos que.Outras definições 1. Velocidade base – Velocidade estabelecida na elaboração do projecto. ocupa a unidade de comprimento de uma via de tráfego. Volume de tráfego – Número de veículos que passam numa dada secção da estrada durante um período determinado. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 1. Via equiparada a via pública – Via de comunicação terrestre do domínio privado aberta ao trânsito público. Exprime-se geralmente em veículos por quilómetro. 6. por construção ou sinalização. em determinadas condições. Tráfego de passagem – Conjunto de veículos que circula numa dada área ou passa por um dos seus pontos e tem a origem e o destino fora dela. A distância de paragem inclui. ao estacionamento de veículos. 8. 9. 7. animais e veículos que utilizam uma via de comunicação. 5. 23. medida entre o ponto em que o condutor tem possibilidade de tomar consciência da necessidade de parar e ponto de paragem. Distância de paragem – Distância percorrida por um veículo que se pretende parar o mais rapidamente possível. 22. 2.6 . Zona de estacionamento – Local da via pública especialmente destinado.

Peso bruto – Soma da carga com a tara do veículo. constituido por um eixo e rotúlas protegidas por um fole. Cardin – Dispositivo que transmite o movimento entre o motor e a roda. 26. 24. Viragem ou brecagem – Ângulo horizontal máximo que as rodas directoras de um veículo podem descrever a partir da sua posição em movimento rectilíneo. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 1. Piso – Superfície periférica da roda. Tara – Peso de um veículo sem carga. 16. 21. 15. 28. 13. Eixo – Conjunto de rodas de um veículo cujos centros se encontram num mesmo plano vertical. 25. 22. ser considerados como um único eixo. Cubo da roda – Parte da roda onde entra o eixo da roda e se fixa à jante. 20. 23. Carga por eixo – Carga total transmitida ao pavimento por um eixo ou um rodado. Largura do rodado – Largura do eixo mais largo de um rodado.Definições Legais 11. destinada a contactar com o pavimento. 12. Patinagem – Deslizamento entre a roda e o pavimento. Derrapagem – Patinagem que provoca mudança da trajectória de um veículo. para determinado fim. Peso não suspenso – Peso da parte de um veículo que não é suportada pela suspensão.7 . Distribuição da arga por eixo – carga total transmitida a cada eixo. Rodado – Conjunto de eixos a distância suficientemente pequena uns dos outros para poderem. 18. Peso suspenso – Peso total suportado pela suspensão de um veículo. 19. na superfície sobre que se desloca. transversal a esse veículo. 27. Rasto – Impressão deixada. Amortecedor – Dispositivo associado à suspensão para reduzir rapidamente as oscilações de um veículo. 17. 14. pelo piso das rodas de um veículo. Largura do eixo – Distância entre as faces externas das rodas extremas de um eixo.

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Os automóveis de passageiros e de mercadorias que se destinam ao desempenho de função diferente do normal transporte de passageiros ou de merdadorias são considerados especiais.CLASSES E TIPOS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS Do Código da Estrada art. de acordo com o fim a que se destinam.As categorias de veículos são definidas de acordo com a seguinte classificação: 1. incluindo o do condutor. As categorias de veículos para efeito de aprovação de modelo são definidas em regulamento. incluindo o do condutor. 2.Classificação de Veículos Automóveis 2 .Categorias dos veículos Definições das categorias e modelos de veículos A .º 106º Classes e tipos de automóveis 1.2 .1 . 2. • Categoria M: veículos a motor destinados ao transporte de passageiros com pelo menos quatro rodas. b) De mercadorias: os veículos que se destinam ao transporte de cargas.Classificação de veículos automóveis 2. segundo a sua utilização. tomando a designação a fixar em regulamento. 3. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 2.1 . Os automóveis classificam-se em: a) Ligeiros: veículos com peso bruto igual ou inferior a 3500kg e com lotação não superior a nove lugares. Os automóveis ligeiros ou pesados incluem-se. nos seguintes tipos: a) De passageiros: os veículos que se destinam ao transporte de pessoas. 4. b) Pesados: veículos com peso bruto superior a 3500kg ou com lotação superior a nove lugares.

1 .2). 2. Fig. além do lugar do condutor e uma massa máxima em carga tecnicamente admissível não superior a 5 t (figura 2. além do lugar do condutor (figura 2. com mais de oito lugares sentados.1).Veículo da categoria M2 2.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . Fig.Veículo da categoria M1 • Categoria M2: veículos destinados ao transporte de passageiros.2 . 2.Classificação de Veículos Automóveis • Categoria M1: veículos destinados ao transporte de passageiros com oito lugares sentados no máximo.

além do condutor e uma massa máxima em carga tecnicamente admissível superior a 5 t (figura 2.Veículo da categoria M3 2.3).4).5 t (figura 2. Fig. • Categoria N: veículos a motor destinados ao transporte de mercadorias. com pelo menos quatro rodas. 2. com massa máxima em carga tecnicamente admissível não superior a 3. 2. • Categoria N1: veículos destinados ao transporte de mercadorias.Veículo da categoria N1 Classificação e Características de Veículos Ligeiros 2. Fig.3 .3 . com mais de oito lugares sentados.4 .Classificação de Veículos Automóveis • Categoria M3: veículos destinados ao transporte de passageiros.

Veículo da categoria N3 No caso de um veículo tractor concebido para ser ligado a um semi-reboque ou reboque de eixo(s) central(is).4 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .6 . e.5 . 2. com massa máxima em carga tecnicamente admissível superior a 12 t (figura 2. acrescida da massa correspondente à carga vertical estática máxima transferida para o veículo tractor pelo semi-reboque ou reboque de eixo(s) central(is). com massa máxima em carga tecnicamente admissível superior a 3. a massa a considerar para a classificação de veículo é a massa do veículo tractor em ordem de marcha.Veículo da categoria N2 • Categoria N3: veículos destinados ao transporte de mercadorias. da massa máxima correspondente à própria carga do veículo tractor. quando aplicável. 2.6).5). 2.Classificação de Veículos Automóveis • Categoria N2: veículos destinados ao transporte de mercadorias. Fig. Fig.5 t mas não superior a 12 t (figura 2.

Fig.75 t mas não superior a 3. • Categoria O1: reboques com massa máxima em carga tecnicamente admissível não superior a 0.7).Classificação de Veículos Automóveis 3.Veículo da categoria O3 Classificação e Características de Veículos Ligeiros 2. Fig.Veículo da categoria O1 • Categoria O2: reboques com massa máxima em carga tecnicamente admissível superior a 0.8).5 t (figura 2. 2.5 .5 t mas não superior a 10 t (figura 2. 2. Fig. incluindo semi-reboques .75 t (figura 2. • Categoria O: reboques.9 .8 .9).Veículo da categoria O2 • Categoria O3: reboques com massa máxima em carga tecnicamente admissível superior a 3.7 . 2.

N ou O para transportar passageiros ou mercadorias ou desempenhar uma função especial para a qual são necessários arranjos da carroçaria e ou equipamentos especiais (figura 2. Veículos fora de estrada (símbolo G) Veículos para fins especiais: um veículo da categoria M.10).Veículo para fins especiais Classificação e Características de Veículos Ligeiros 2.Classificação de Veículos Automóveis • Categoria O4: reboques com massa máxima em carga tecnicamente admissível superior a 10 t (figura 2.Veículo da categoria O4 No caso de um semi-reboque ou reboque de eixo(s) central(is). 2. Fig.11.11). 4. 2. a massa máxima a considerar para a classificação do reboque corresponde à carga vertical estática transmitida ao solo pelo eixo ou eixos do semi-reboque ou reboque de eixo(s) central(is) quando ligado ao veículo tractor e quando sujeito à sua carga máxima.10 . Fig.6 .

Classificação de Veículos Automóveis Autocaravanas: um veículo da categoria M1 para fins especiais construído de modo a incluir um espaço residencial que contém pelo menos os seguintes equipamentos (figura 2.7 . • Instalações para armazenamento. Fig.Ambulância Classificação e Características de Veículos Ligeiros 2. que pode ser convertido a partir dos bancos.Autocaravana Ambulâncias: veículos a motor da categoria M destinados ao transportes de pessoas doentes ou feridas e que têm equipamentos especiais para tal fim (figura 2.13). a mesa pode ser concebida para ser facilmente amovível. 2. Estes equipamentos devem estar rigidamente fixados no compartimento residencial.13. todavia. Fig.12. • Espaço para dormir.12): • Bancos e mesa. 2. • Equipamentos de cozinha.

pelo menos. será considerado veículo fora de estrada (figura 2. com uma massa máxima que não exceda 2 t.15. bem como qualquer veículo da categoria M1. pelo menos. ou. 2.14. pelo menos.8 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .Classificação de Veículos Automóveis Carros funerários: veículos a motor destinados ao transporte de defuntos e que têm equipamentos especiais para tal fim. com um dispositivo de bloqueamento do diferencial. com um mecanismo que assegure um efeito semelhante e se puder transpor um gradiente de 30%. 2.Veículo todo o terreno 2. calculado estando o veículo isolado. Fig. .Estiver equipado. com um eixo dianteiro e. Fig.15) se: .Estiver equipado.Veículos fora de estrada (símbolo G) • Qualquer veículo da categoria N1. pelo menos.Carro Funerário 5.14. como mostra a figura 2. um eixo à retaguarda concebidos para serem simultaneamente motores incluindo os veículos cuja motricidade de um eixo possa ser desembraiada.

calculado estando o veículo isolado. pelo menos. Por exemplo. pelo menos. um veículo da categoria N1 que é adequado para a utilização fora de estrada deve ser designado como N1G. e da categoria M1 devem estar em ordem de marcha. lubrificantes. - Ter um ângulo de fuga mínimo de 20º. pelo menos. A verificação da transposição dos gradientes requeridos (25% e 30%) será efectuada por simples cálculo.Classificação de Veículos Automóveis • Além disso. combustível. Os veículos que não os referidos devem estar carregados com a massa máxima tecnicamente admissível declarada pelo fabricante. - Ter uma distância ao solo mínima entre os eixos de 200 mm. Qualquer veículo da categoria N1 com uma massa máxima superior a 2 t. • Poder transpor um gradiente de 25%. Todavia. ou se satisfazer as três exigências seguintes: • Ter. ou. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 2. com fluido de arrefecimento. Aquando das medições dos ângulos de ataque. o serviço técnico pode pedir que um veículo do modelo em questão lhe seja apresentado para proceder a um ensaio real. isto é. deve satisfazer.9 . ferramentas. pelo menos. com um dispositivo de bloqueamento do diferencial. incluindo os veículos cuja motricidade de um eixo possa ser desembraiada. um eixo à retaguarda concebidos para serem simultaneamente motores. com uma massa que não exceda 2 t. Os veículos da categoria N1. O símbolo «G» deve ser combinado com qualquer dos símbolos «M» ou «N». das categorias N2 e M2 e da categoria M3 com uma massa máxima que não exceda 12 t será considerado como veículo fora da estrada se todas as rodas forem concebidas para serem simultaneamente motoras. incluindo os veículos cuja motricidade de um eixo possa ser desembraiada. um mecanismo que assegure um efeito semelhante. pelo menos. - Ter uma distância ao solo mínima sob o eixo da retaguarda de 180 mm. • Estar equipado. um eixo dianteiro e. - Ter um ângulo de rampa mínimo de 20º. cinco das seis exigências seguintes: - Ter um ângulo de ataque mínimo de 25º. não serão tomados em consideração os dispositivos de protecção contra o encaixe. roda de reserva e condutor com uma massa avaliada em 75 kg. em casos excepcionais. de fuga e de rampa.

• Aspectos essenciais de construção e de projecto: • Quadro/piso (diferenças óbvias e fundamentais).16.16 . Em relação à categoria M1: O «modelo» abrange o conjunto de veículos que não diferem no que se refere aos seguintes aspectos essenciais. pelo menos: • O fabricante. 2. • Motor (de combustão interna: eléctrico/híbrido). Fig.10 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .Comparação entre modelos diferentes 2.Definição de modelo de veículo 1. como mostra a figura 2.Classificação de Veículos Automóveis 2.3 . • A designação de modelo do fabricante.

berlina bicorpo. 2. • Eixos motores (número. veículos para vários fins].3 vezes a mais baixa). Fig.Comparação entre variantes diferentes Classificação e Características de Veículos Ligeiros 2.11 .2 vezes a mais baixa). descapotável. • Motor. • Eixos direccionais (número e posição). • Diferença de cilindrada superior a 20% (a mais elevada é superior a 1. • Princípios de funcionamento. posição e interligação). coupé. carrinha (break). • Número e disposição dos cilindros.17 . como mostra a figura 2.17. • Diferenças de potência superiores a 30% (a mais elevada é superior a 1. pelo menos: • Estilo da Carroçaria [por exemplo.Classificação de Veículos Automóveis Por «variante» de um modelo entende-se o conjunto de veículos dentro de um modelo que não diferem no que se refere aos seguintes aspectos essenciais. berlina tricorpo.

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Outras características relativas a pesos 1 . compreendendo todos os acessórios para os quais não esteja prevista uma excepção. com excepção dos ciclomotores. f) «Peso bruto» o conjunto da tara e da carga que o veículo pode transportar. de veículos de um ou mais eixos à retaguarda. sem passageiros nem carga. excepto águas residuais. d) «Dimensões máximas autorizadas» as dimensões máximas para a utilização de um veículo previstas na secção seguinte. o peso do guia (75 kg).O peso bruto no eixo ou eixos motores de um veículo ou conjunto de veículos não pode ser inferior a 25% do peso bruto do veículo ou conjunto de veículos. lubrificantes.O peso bruto que incide sobre o eixo da frente não pode ser inferior a 20% ou 15% do peso bruto total.Para efeitos do disposto no presente Regulamento.1 . j) «Lotação» o número de passageiros que o veículo pode transportar. no caso dos veículos pesados de passageiros. triciclos e quadriciclos. Artigo 12.Características Regulamentares dos Veículos 3 . devendo ainda ser considerado. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3. 90% do total de combustível. h) «Peso bruto rebocável» a capacidade máxima de carga rebocável dos veículos a motor e tractores agrícolas. e) «Tara» o peso do veículo em ordem de marcha. motociclos. largura e altura do contorno envolvente de um veículo. i) «Dimensões» as medidas de comprimento. entende-se por: a) «Veículo a motor» qualquer veículo provido de um motor de propulsão que circule na via pública pelos seus próprios meios.Definições 1 .º . conforme se trate. 2 .Características regulamentares dos veículos 3. incluindo o condutor.1 . g) «Peso bruto por eixo» o peso resultante da distribuição do peso bruto por um eixo ou grupo de eixos. 100% dos outros fluídos. quando esta seja obrigatória e. o condutor (75 kg).º 203/2007 Regulamento que fixa os pesos e as dimensões máximos autorizados para os veículos em circulação Artigo 2.º . com o líquido de arrefecimento. ferramentas e roda de reserva. respectivamente.Limites de peso Do Decreto-Lei n. se estiver previsto um lugar específico para o mesmo.

em metros.º 18º Travões Os travões dos veículos automóveis devem ter a eficiência bastante para. em condições ideais.1.O valor do peso bruto máximo. entre os eixos extremos do veículo. tem de se imobilizar numa distância máxima igual à dada pelas fórmulas apresentadas. rodando o veículo em patamar à velocidade de V [km/h[. após carroçamento. 3. excepto no caso dos veículos com caixa aberta ou betoneira.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .Nos veículos ligeiros de mercadorias com quadro-cabina separados. b) O travão de estacionamento deve fazer parar o veículo numa distância máxima de V2/50 [m]. como mostra a figura 3. em toneladas. Qualquer veículo em andamento.Características Regulamentares dos Veículos 3 . Fig. 3. de um veículo a motor de quatro eixos não pode exceder cinco vezes o valor da distância. consoante o tipo de travão utilizado.Travão de disco 3.1 . o imobilizarem nas condições seguintes: a) O travão de serviço deve fazer parar o veículo numa distância máxima de V2/100 [m].Travões Do Regulamento do Código da Estrada art. a carga útil não pode ser inferior a 10% do peso bruto. 4 .2 .

7 70.9 16.3 . 3.2 25 27.1 .7 46 57.Tabela de distâncias de travagem (em segurança) A tabela 3.5 78 93 123 208 Distância total percorrida até à paragem (em metros) 18.5 Durante a travagem 10 16.9 23 25 29.7 85.4 41 52 64.2 245.7 18.7 19.1 .2.5 14.4 22.1 13.8 50 Distância percorrida Durante o tempo de reacção 8.1 23. Graf.4 38.5 35.4 101 118 152.7 20. 3.4 12.1 mostra a distância de travagem consoante a velocidade do veículo.1 mostra a relação entre a velocidade e distância percorriga até parar.2 37.Distâncias de travagem Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3.1 .Distância de travagem consoante a velocidade do veículo O gráfico 3.6 33. por um veículo no momento da travagem.5 40 50 60 70 80 90 100 110 120 140 180 Tab.2 31.3 26.6 16.8 30. Velocidade em Km/h Velocidade em metros por segundo 11.3 10.Características Regulamentares dos Veículos 3.

Características Regulamentares dos Veículos

3.2.2 - Classificação das deficiências em função da eficiência de TRAVAGEM
Do Despacho DGV n.º 5392/99 ( 2ª Série ) do anexo n.º1

Classificação das deficiências

2 - Desempenho e eficiência dos travões de serviço: 2.1 - Comportamento funcional (aumentando na força de travagem progressivamente até ao valor máximo): • Força de travagem inadequada de uma ou mais rodas. ................................................ tipo 2 • A força de travagem de qualquer roda inferior a 70% do valor máximo registado na outra roda do mesmo eixo (registo automatizado dos valores)................................ tipo 2 • No caso de o eixo de travagem ser efectuada em estrada, o desvio do veículo em relação a uma linha recta é excessivo..................................................................... tipo 2 • Inexistência de variação gradual da força de travagem (trepidação ou bloquea mento brusco)................................................................................................................ tipo 2 • Tempo de resposta anormal na operação de travagem de qualquer roda.................... tipo 2 • Flutuação excessiva da força de travagem devida à existência de discos empe nados ou de tambores ovalizados................................................................................. tipo 2

2.2 - Eficiência: • Para ligeiros: Inferior a 25%. ..........................................................................................................tipo 3 Entre 25% e 50% (exclusive)................................................................................... tipo 2

4. Desempenho e eficiência do travão de estacionamento: 4.1 - Desempenho: travão inoperativo num dos lados........................................................... tipo 2 4.2 - Eficiência: inferior a 16% (registo automatizado dos valores)........................................ tipo 2

3.4

Classificação e Características de Veículos Ligeiros

Características Regulamentares dos Veículos

3.2.3 - cálculo matemático do valor da eficiência de travagem
Do Despacho DGV n.º 5392/99 ( 2ª Série ) anexo n.º1 II – Cálculo matemático do valor da eficiência de travagem – a eficiência de travagem, deve estar relacionada com a massa máxima autorizada ou, no caso dos semi-reboques, com a soma das cargas máximas autorizadas, por eixo. A determinação do valor da eficiência de travagem é baseada na seguinte expressão matemática:

F E (%) = ______ x 100 P x 9,81
em que:

E = valor da eficiência (em percentagem) F = soma das forças máximas de travagem medidas em cada roda durante o ensaio (Newton) P = massa do veículo no momento do ensaio (kg)

3.3 - Rodados
Do Regulamento do Código da Estrada art.º 19

Rodados
1. Quando o número de rodados for de três, um à frente e dois à retaguarda, considerar-se-á como distância entre eixos a distância entre o eixo do primeiro rodado e o meio dos eixos dos rodados da retaguarda. Havendo dois rodados à frente e um à retaguarda, a distância entre o eixo do primeiro rodado e o da retaguarda. Se o número de rodados for de quatro, dois à frente e dois à retaguarda, será considerada como distância entre eixos a distância entre o primeiro eixo da frente e o meio dos eixos da retaguarda. 2. O peso bruto que incide sobre o rodado dianteiro não poderá ser inferior a 20 por cento ou 15 por cento do peso bruto total, conforme os veículos tiverem à retaguarda, respectivamente, um ou mais eixos.

3.4 - Caixas
Do Regulamento do Código da Estrada art.º 19

Caixas
3. Quaisquer que sejam as dimensões das caixas dos veículos automóveis ou dos reboques não devem as mesmas prejudicar as suas boas condições de equilíbrio. Nos automóveis pesados a linha vertical que passa pelo centro da gravidade da caixa deve estar situada à frente do eixo da retaguarda e a uma distância deste não inferior a 5 por cento de distância entre os eixos. Nos automóveis ligeiros bastará que a referida linha não fique situada à retaguarda do eixo traseiro (figura 3.2).

Classificação e Características de Veículos Ligeiros

3.5

Características Regulamentares dos Veículos

5. Nos automóveis destinados ao transporte simultâneo de carga e passageiros o comprimento do leito da caixa reservado ao transporte das mercadorias não poderá ser inferior a 40 por cento da distância entre eixos. 6. Nos automóveis de carga e reboques de caixa aberta, os taipais não podem ter altura inferior a 45 cm e, quando abertos, devem ficar perpendiculares ao solo. 7. A altura interior das caixas fechadas dos veículos dos tipos «ambulância» e «funerário» não poderá ser inferior a 120 cm. Nos automóveis ligeiros do tipo misto esta altura não poderá ser inferior a 115 cm, sendo 90 cm do tecto do assento ao leito da caixa. 8. As caixas fechadas dos automóveis pesados destinados ao transporte de passageiros deverão ser estanques ao vento e à chuva. 9. Igualmente os automóveis pesados de passageiros poderão ter degraus transversais situados no leito da caixa, devendo a sua altura estar compreendida entre 15 cm e 25 cm. Contudo, se houver um degrau situado junto à ultima fila de bancos, deverá ter uma altura inferior a 20 cm e uma profundidade mínima de 30 cm. Este degrau não será considerado para efeito de verificação da altura interior do veículo. 10. O orifício de enchimento do reservatório do combustível deve ficar situado no exterior da caixa.

Fig. 3.2 - Veículo ligeiro (menor que 3,5 t) com um caixa frigorifica

3.6

Classificação e Características de Veículos Ligeiros

7 . dever-se-á poder assentar sobre eles uma superfície rectangular com as dimensões mínimas de 38 cm x 20 cm. medidas nas condições atrás referidas..G. Nos automóveis mistos com peso bruto superior a 2500 kg. forem considerados indispensáveis. a altura ao solo do primeiro degrau de acesso não poderá exceder 43 cm. pela D. A porta deverá permitir ao condutor ver do seu lugar.Características Regulamentares dos Veículos 3. através dela.6 . situada à direita do condutor e pelo mesmo comandada do seu lugar.3 . c) O ferramental e acessórios que. o pavimento.º 30 Disposições especiais aplicáveis a automóveis utilizados em transportes públicos de passageiros 1.º 21 Portas e janelas 5. b) Extintores de incêndio em condições de imediato funcionamento colocados em locais bem visíveis e de fácil alcance. Fig.Veículo ligeiro utilizado em transporte de passageiros Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3. Nos veículos automóveis destinados unicamente ao transporte de crianças haverá uma única porta para entrada e saída destas.Disposições especiais aplicáveis em transportes públicos de passageiros Do Regulamento do Código da Estrada art.Portas e Janelas Do Regulamento do Código da Estrada art.5 . Em qualquer caso. 3. a altura de quaisquer outro degrau de acesso não poderá ser superior a 30 cm e a sua profundidade não será inferior a 20 cm. Os automóveis ligeiros (figura 3.3). 3. e pesados utilizados em transportes públicos de passageiros devem ter: a) Pelo menos uma roda completa de reserva em condições de imediata utilização.V.

pelo menos. 2 portas. é obrigatória a instalação. de um sistema de iluminação que nos automóveis pesados será permanente e deverá permitir a fácil leitura em todos os lugares sem. no interior dos automóveis utilizados no transporte público de passageiros.4).Dimensões dos veículos Do Decreto-Lei n. Os veículos a que o presente artigo se refere deverão dispor de. Os veículos a que este artigo se refere deverão estar sempre em perfeito estado de asseio e conservação.º . Deverão ainda ser convenientemente iluminados os degraus a que se refere o n. 2. medido nos termos do n. os veículos das categorias I e II com uma lotação superior a 17 lugares deverão possuir 2 portas no painel lateral direito destinadas à entrada e saída de passageiros.º 5 do artigo 21. c) Dispositivos de selagem aduaneira e sua protecção. Os veículos das categorias I e II com lotação superior a 60 lugares deverão dispor de pelo menos.8 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .Dispositivos não tomados em consideração na medição do comprimento.7 . podendo ser ambas de serviço ou uma de serviço e outra de emergência. porém. considerarse-ão como porta dupla a que tiver um espaço livre mínimo de 120 cm. tanto interior como exteriormente. no entanto.Características Regulamentares dos Veículos Exceptuam-se do disposto nas alíneas a) e c) deste número os automóveis pesados de passageiros da categoria I.º. prejudicar a boa visibilidade do condutor ou dos condutores de outros veículos que por ele passem. 3. 3.E.º 5 do artigo 21.º 99/2005 (Secção II) Artigo 5. todas no painel direito. b) Chapas de matrícula à frente e à retaguarda (figura 3.º do C.º. Além dos dispositivos luminosos exigidos no artigo 30. para este efeito. 4. Na medição do comprimento dos veículos não são tomados em consideração os seguintes dispositivos: a) Limpa-pára-brisas e dispositivos de lavagem do pára-brisas. 3. d) Dispositivos de fixação dos oleados das coberturas das caixas e sua protecção. 3 portas de serviço.

4 .9 . 3. 3. f) Espelhos retrovisores ou outros dispositivos auxiliares de visão para a retaguarda (figura 3.Posição das matrículas nos veículos e) Luzes. Fig.5).5 .Características Regulamentares dos Veículos Fig.Espelhos rectovisores Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3.

Fig.Tubos de admissão de ar h) Batentes para caixas amovíveis. 3. Fig.7). 3.6 . i) Degraus e estribos de acesso (figura 3.Degraus atrás e lateral j) Borrachas.10 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .7 .Características Regulamentares dos Veículos g) Tubos de admissão de ar (figura 3.6). 3.

c) Dispositivos de fixação de oleados e sua protecção.11 .Plataforma elevatória Fig. 3. 3. em ordem de marcha. rampas de acesso e outros equipamentos semelhantes.Dispositivos não tomados em consideração na medição da largura Na medição da largura dos veículos não são tomados em consideração os seguintes dispositivos: a) Luzes.8 e 3. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3.9).Engates do veículo motor Artigo 6.9 . b) Dispositivos de selagem aduaneira e sua protecção.8 . Fig. d) Dispositivos de controlo da pressão dos pneus.º . e) Elementos flexíveis dos sistemas antiprojecção. f) Espelhos retrovisores. desde que não constituam saliência superior a 200 mm (figuras 3.Características Regulamentares dos Veículos l) Plataformas elevatórias.

Artigo 7. h) Partes deflectidas das paredes laterais dos pneus imediatamente acima do ponto de contacto com o solo. 3. 5 .Os cubos das rodas e as lanternas dos veículos de tracção animal podem sobressair até ao limite de 200 mm sobre cada uma das faces laterais.Nos automóveis equipados com caixas especiais.Outras características relativas a dimensões 1 . 4 .12 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . com excepção dos formados por veículos a motor das categorias europeias M1 ou N1 ou tractores agrícolas. 6 .º 851/94 Regulamenta as características das luzes dos veículos Artigo 1. ou que incluam reboques das categorias europeias O1 ou O2.º . 3.Características das luzes dos veículos Da Portaria n. um dispositivo destinado a iluminar a estrada ou emitir um sinal luminoso.Todos os acessórios móveis devem ser fixados de forma a evitar que.Características Regulamentares dos Veículos g) Degraus e estribos retrácteis. Artigo 11.5 mm. Os dispositivos de iluminação da chapa de matrícula da retaguarda e os reflectores são igualmente considerados como luzes.Dispositivos não tomados em consideração na medição da altura Na medição da altura dos veículos não são tomados em consideração as antenas de comunicação e os pantógrafos na sua posição mais elevada. desde que os cantos posteriores e anteriores das rampas se apresentem arredondados com um raio não inferior a 5 mm e as arestas sejam boleadas com um raio não inferior a 2. nenhuma parte do veículo pode passar além de um plano vertical paralelo à face lateral do mesmo e distando desta 1200 mm quando o veículo descreve uma curva com o ângulo de viragem máximo das rodas directrizes.º .º .Para efeitos do disposto na presente portaria entende-se: a) «Luz».Nos conjuntos veículo a motor-reboque.Por despacho do director-geral de Viação são fixados os valores máximos que as caixas podem exceder relativamente à largura dos rodados mais largos. i) Nos veículos das categorias europeias M2 e M3. rampas de acesso em ordem de marcha. plataformas de elevação e outro equipamento semelhante que não ultrapasse 10 mm em relação à face lateral do veículo. em caso de oscilação. a distância entre o eixo da retaguarda do veículo a motor e o eixo da frente do reboque não deve ser inferior a 3 m. 7 .8 . passem além do contorno envolvente dos veículos.

possuindo superfícies iluminantes total ou parcialmente comuns e um mesmo invólucro.13 .11 .Luzes de estrada mais luzes de cruzamento f) «Luz de cruzamento (médios)». d) «Luzes incorporadas». os dispositivos que tenham superfícies iluminadas distintas. sem encandear nem incomodar indevidamente os condutores que venham em sentido contrário ou os outros utentes da estrada. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3. a luz que serve para iluminar a estrada para a frente do veículo. e) «Luz de estrada (máximos)». como mostra a figura 3.11.10 . As luzes de presença da frente tomam a designação de «mínimos». as luzes que servem para indicar a presença e a largura do veículo quando visto de frente e da retaguarda. 3. mas uma fonte luminosa e um invólucro comuns. Fig.Luzes de cruzamento g) «Luzes de presença».10. os dispositivos que tenham fontes luminosas distintas ou uma fonte luminosa única que funcione em diferentes modos. c) «Luzes combinadas». como mostra a figura 3. 3. a luz que serve para iluminar a estrada a uma grande distância para a frente do veículo. mas o mesmo invólucro. os dispositivos que tenham superfícies iluminantes e fontes luminosas distintas. Fig.Características Regulamentares dos Veículos b) «Luzes agrupadas».

Características Regulamentares dos Veículos h) «Luz indicadora de mudança de direcção». a luz que serve para indicar a outros utentes da estrada que se encontram atrás do veículo que o condutor deste está a accionar o travão de serviço (figura 3. o funcionamento simultâneo de todos os indicadores de mudança de direcção destinado a assinalar que o veículo representa nomeadamente um perigo especial para os outros utentes da estrada (figura 3.14 .13 . a luz que serve para indicar aos outros utentes da estrada que o condutor tem a intenção de mudar de direcção para a direita ou para a esquerda (figura 3. j) «Luz de travagem».Luzes indicadores de mudança de direcção ou avisadoras de perigo i) «Luzes avisadoras de perigo». Fig.Luzes de marcha atrás 3.14 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . 3. Fig.12 .13).14).Luzes de travagem k) «Luz de marcha atrás».12). 3. Fig.12). 3. a luz que serve para iluminar a estrada para a retaguarda do veículo e para avisar os outros utentes da estrada que o veículo faz ou vai fazer marcha atrás (figura 3.

16 . chamando especial atenção para as suas dimensões.Luzes de nevoeiro da frente o) «Luz delimitadora».15 . destinando-se a completar. Fig. 3. para determinados veículos automóveis e reboques. em caso de nevoeiro intenso ou outras situações de redução significativa da visibilidade (figura 3. 3. as luzes de presença e da retaguarda de veículos.17).15). a luz que serve para melhorar a iluminação da estrada em caso de nevoeiro ou outras situações de redução significativa da visibilidade (figura 3.Luzes de nevoeiro da retaguarda n) «Luz de nevoeiro da frente».17 .16). Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3. Fig. o dispositivo que serve para assegurar a iluminação do espaço destinado à chapa de matricula da retaguarda (figura 3.Características Regulamentares dos Veículos l) «Luz da chapa de matricula». a luz que serve para tornar mais visível o veículo quando visto da retaguarda. Fig.Luzes da chapa de matricula m) «Luz de nevoeiro da retaguarda».15 . a luz destinada a indicar a largura total do veículo. 3.

Características Regulamentares dos Veículos p) «Luz de presença lateral». Artigo 2.18. um dispositivo que serve para indicar a presença de um veículo por reflexão da luz proveniente de uma fonte luminosa.Reflectores r) «Avisador de accionamento».19). Fig.20): a) As luzes de mínimos deverão apresentar uma intensidade tal que sejam visíveis de noite e por tempo claro a uma distância mínima de 150 m. 3.Os veículos automóveis e reboques devem possuir à frente luzes de presença (mínimos) com as seguintes características (figura 3.16 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .Luzes de presença dianteiras 3. estando o observador colocado perto da referida fonte luminosa (figura 3.18). 3. a luz que serve para indicar a presença do veículo quando visto de lado (figura 3. uma luz que indica que um dispositivo foi posto em acção.19 . Fig.20 .º . não ligada a esse veículo.Luzes de presença lateral q) «Reflector». 3. Fig.

Artigo 3. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3. f) Deve existir avisador de accionamento. e) Devem estar orientadas para a frente. c) Cor da luz emitida – branca. que poderá no entanto ser dispensado se estas luzes acenderem simultaneamente com as do painel de instrumentos. • Nos reboques. d) Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: Em largura (com excepção dos motociclos): • Devem estar situadas a uma distância máxima aos bordos que limitam as dimensões máximas do veículo de 400 mm. Em comprimento: • Devem estar colocadas na frente do veículo. 3. • Se a forma do veículo não permitir respeitar a altura máxima de 1550 mm. • Reboques de largura superior a 1600 mm ou sempre que a sua largura seja superior à do veículo tractor – duas luzes. • Devem estar situadas a uma distância mínima do plano longitudinal de simetria do veículo de 300 mm. Em altura: • Devem estar colocadas a uma altura ao solo que não exceda 1550 mm. aquele valor será alterado para 2100 mm.21): a) Número: • Automóveis ligeiros e pesados – duas luzes. • Motociclos – uma luz. • Reboques – duas luzes. devem estar situadas a uma distância máxima aos bordos que limitam as dimensões máximas do veículo de 150 mm. não intermitente.Características Regulamentares dos Veículos b) Número: • Automóveis ligeiros e pesados – duas luzes.17 .Os veículos automóveis e reboques devem possuir à retaguarda luzes de presença com as seguintes características (fig.º . • Motociclos – uma luz.

Deve existir avisador de accionamento.Luzes de presença traseiras b.º . Artigo 4. Cor da luz emitida . pelo menos 100 metros. Devem estar orientadas para a frente. 3.22): a) Os máximos devem emitir um feixe luminoso que atinja. 3. os veículos automóveis devem possuir à frente luzes de estrada (máximos) com as seguintes características (figura 3. Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: Em largura (com excepção dos motociclos): • Devem estar situadas a uma distância máxima aos bordos que limitam as dimensões máximas do veículo de 400 mm. • Devem estar situadas a uma distância mínima do plano longitudinal de simetria do veículo de 300 mm. Esta luz será instalada do lado esquerdo sempre que o carro esteja colocado à frente ou à retaguarda do motociclo. não intermitente. • Se a forma do veículo não permitir respeitar a altura máxima de 1550 mm. c.vermelha.18 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . Em altura: • Devem estar colocadas a uma altura ao solo que não exceda 1550 mm. que poderá no entanto ser dispensado se estas luzes acenderem simultaneamente com as do painel de instrumentos. • Nos reboques. Fig.21 .Com excepção dos tractores agrícolas. devem estar situadas a uma distância máxima aos bordos que limitam as dimensões máximas do veículo de 150 mm. d. aquele valor será alterado para 2100 mm. Em comprimento: • Devem estar colocadas na frente do veículo. de noite e por tempo claro. e.Características Regulamentares dos Veículos Os motociclos com carro lateral terão na parte superior direita deste uma luz que emita luz branca para a frente e luz vermelha para a retaguarda.

Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3. com as seguintes características (figura 3. por forma a não causar encandeamento aos demais utentes das vias públicas. • Motociclos: uma luz.º . c) Cor da luz emitida: branca ou amarela.Luzes de estrada Artigo 5. directa ou indirectamente.Para além das luzes referidas no número anterior.22 . Em altura: • Nenhuma especificação especial. os veículos automóveis devem possuir luzes de cruzamento (médios). Fig.19 .23): a) Devem emitir um feixe luminoso que. 3. projectando-se no solo. incómodo ao condutor. f) Deve existir um avisador de accionamento. o ilumine eficazmente numa distância de 30m.Características Regulamentares dos Veículos b) Número: • Automóveis ligeiros e pesados: duas luzes. d) Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: Em largura: • Nenhuma especificação em especial. Em comprimento: • Devem ser colocadas na frente do veículo e montadas de tal modo que a luz emitida não cause. • Motociclos – uma luz. qualquer que seja a direcção em que transitem. através dos espelhos retrovisores ou outras superfícies reflectoras do veículo. e) Devem estar orientadas para a frente. b) Número: • Automóveis ligeiros e pesados – duas luzes.

permitam que o feixe luminoso emitido tenha um alcance superior no seu lado direito.24): a) Número: • Automóveis ligeiros e pesados – duas luzes. Os reboques ficam dispensados das luzes de travagem.Com excepção dos tractores agrícolas e reboques agrícolas. Em comprimento: • Devem estar colocadas na frente do veículo e montadas de tal modo que a luz não cause. Em altura: • Devem estar colocadas a uma altura ao solo compreendida entre 500 mm e 1200 mm.23 . através dos espelhos retrovisores e ou outras superfícies reflectoras do veículo. Fig. • Reboques – duas luzes. e) Pode existir um avisador de accionamento. sempre que forem claramente visíveis as do veículo a que vão atrelados. rápida e segura da sua orientação. 3. d) Devem estar orientadas para a frente. os veículos automóveis e reboques devem possuir à retaguarda luzes de travagem com as seguintes caracterís ticas (figura 3.Luzes de cruzamento Artigo 6. incómodo ao condutor. apresentando uma montagem tal que permita uma regulação fácil.Características Regulamentares dos Veículos c) Cor da luz emitida – branca ou amarela.20 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . directa ou indirectamente.º . 3. • Motociclos – uma luz. d) Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: Em largura: • Nenhuma especificação em especial. evitando o encadeamento. Podem ser utilizadas luzes médias assimétricas que.

24 . d) Devem estar orientadas para a retaguarda.Luzes de travagem Artigo 7. b) Para além das luzes referidas na alínea anterior. • Se a forma do veículo não permitir respeitar a altura máxima de 1550 mm. se com esta estiver agrupada ou incorporada. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3. Em altura: • Devem estar colocadas a uma altura ao solo compreendida entre 350 mm e 1550 mm. c) Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: Em largura (com excepção dos motociclos ou quando exista luz de travagem suplementar): • Devem estar situadas a uma distância mínima do plano longitudinal de simetria do veículo de 300 mm. é permitida a montagem nos veículos automóveis ligeiros e pesados de luzes indicadoras de mudança de direcção laterais. aquele valor será elevado para 2100 mm. acendendo sempre que seja utilizado o travão de serviço dos veículos automóveis ou motociclos e. • Reboques – duas luzes. Fig. Em comprimento: • Devem estar colocadas na retaguarda do veículo. aquela distância pode ser reduzida para 200 mm.Os veículos automóveis ligeiros e pesados e seus reboques devem possuir luzes indicadoras de mudança de direcção. a sua intensidade deve ser superior à da luz vermelha a que se refere o número 3 da presente portaria. quando de cor vermelha. • Quando a largura total do veículo for inferior a 1300 mm. 3.Características Regulamentares dos Veículos b) Cor da luz emitida – vermelha ou alaranjada.25: a) Número: • Automóveis ligeiros e pesados – quatro luzes. com as seguintes características.21 .º . como mostra a figura 3.

22 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . Em comprimento: • Nos veículos automóveis ligeiros e pesados devem estar colocadas duas à frente e duas à retaguarda do veículo. • Se a forma da carroçaria não permitir respeitar a altura máxima de 1900 mm. Todas as luzes indicadoras de mudança de direcção situadas no mesmo lado do veículo serão ligadas e desligadas pelo mesmo comando e devem apresentar intermitência síncrona. aquele valor deve ser elevado para 2300 mm. Em altura: • Devem estar colocadas a uma altura ao solo compreendida entre 350 mm e 1900 mm. • Nos reboques devem estar colocadas na retaguarda do veículo. g) Deve existir um avisador de accionamento óptico ou acústico. • Para o lado – laranja. f) A ligação das luzes indicadoras de mudança de direcção será independente de qualquer outra luz. • Devem estar situadas a uma distância mínima do plano longitudinal de simetria do veículo de 300 mm. i) Em veículos históricos. 3. dotados de luz continua de cor laranja colocada uma de cada lado do veículo. • Para a retaguarda – vermelha ou laranja.Características Regulamentares dos Veículos c) Cor da luz emitida: • Para a frente – branca ou laranja. d) Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: Em largura: • Devem estar situadas a uma distância máxima aos bordos que limitam as dimensões máximas do veículo de 400 mm. o comando das luzes indicadoras de mudança de direcção do veículo tractor deve poder igualmente accionar as luzes indicadoras de mudança de direcção do reboque. • Quando a largura total do veículo for inferior a 1300 mm. os indicadores de mudança de direcção poderão ser constituídos por dois braços móveis com o comprimento mínimo de 15cm. e) A luz emitida deve ser intermitente. h) Nos veículos automóveis adaptados para atrelar um reboque. aquela distância pode ser reduzida para 200 mm.

23 .Características Regulamentares dos Veículos j) Nos motociclos que possuam luzes de mudança de direcção.25 .26): a) Número: • Automóveis ligeiros e pesados – uma ou duas luzes. 3.25).º .Luzes de mudança de direcção Artigo 8. • Reboques – uma ou duas luzes. com excepção do que se refere ao posicionamento em largura (figura 3. os veículos automóveis e reboques matriculados após 27 de Maio de 1990 devem possuir luzes de nevoeiro à retaguarda. deve estar situada do lado esquerdo do plano longitudinal médio do veículo. estas deverão respeitar as disposições aplicáveis constantes no presente número. d) Devem estar orientadas para a retaguarda. c) Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: Em largura: • Quando a luz de nevoeiro for única. • A distância entre qualquer luz de nevoeiro à retaguarda e a luz de travagem mais próxima deve ser superior a 100 mm. Em comprimento: • Devem estar à retaguarda. com as seguintes características (figura 3. Em altura: • Devem estar colocadas a uma altura ao solo compreendida entre 250 mm e 1000 mm. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3.Com excepção dos motociclos. b) Cor da luz emitida – vermelha. tractores e reboques agrícolas. Fig.

c) Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: Em largura: • O ponto da superfície iluminante mais afastado do ponto longitudinal médio do veículo não deve encontrar-se a mais de 400 mm da extremidade da largura total do veículo. Em comprimento: • Devem estar colocadas na frente do veículo. por reflexão.24 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . ou ainda uma combinação dessas luzes. directa ou indirecta. devendo poder ligar-se ao mesmo tempo que as luzes máximos. • Motociclos – uma ou duas luzes. 3. a incidência do feixe luminoso exceder os 30 m. g) As luzes a que se refere este número devem obedecer ao modelo aprovado nos termos da regulamentação em vigor para a aprovação de componentes. médios e de nevoeiro à frente. devendo possuir as seguintes caracterís ticas (figura 3. Fig. estiverem em serviço. não podendo ser homologado ou matriculado qualquer veículo se as luzes de nevoeiro nele instaladas forem de modelo não aprovado. 3.Luzes de nevoeiro à retaguarda Artigo 9.Os veículos automóveis podem igualmente dispor de luzes de nevoeiro à frente. b) Cor da luz emitida – branca ou amarela. ou de máximos ou de nevoeiro à frente. não podendo. independente e não intermitente. f) Deve existir um avisador de accionamento da luz. não podendo a luz emitida causar encadeamento ao condutor do veículo da frente. em caso algum. sob a forma de um indicador luminoso de cor âmbar. as quais podem substituir ou completar as luzes de médios.Características Regulamentares dos Veículos e) Só devem poder ligar-se quando as luzes de médios.º .27): a) Número: • Automóveis ligeiros e pesados – duas luzes.26 . no espelho retrovisor ou em quaisquer outras superfícies reflectoras do mesmo.

Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3. f) A existência de um avisador de accionamento da luz. Fig.27 . não podendo a sua orientação variar em função da viragem de direcção. não podendo contudo ser combinadas com outras. 3. todos os veículos de largura superior a 2.25 .Características Regulamentares dos Veículos Em altura: • Devem estar colocadas no mínimo a 250 mm acima do solo e nenhum ponto da superfície iluminante se deve encontrar acima do ponto mais alto da superfície iluminante da luz de cruzamento (médios).Luzes de nevoeiro à frente Artigo 10. deve ser sob a forma de um indicador luminoso de cor verde. c) Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: Em largura: • Devem estar instaladas o mais próximo possível das arestas exteriores extremas dos veículos.º . destinadas a assinalar a sua largura. d) Devem estar orientadas para a frente do veículo. é de instalação facultativa. b) Cor da luz emitida – branca à frente e vermelha à retaguarda. sob a forma de um indicador luminoso. Em comprimento: • Nenhuma especificidade especial. quando instalado. com as seguintes características: a) Número: • Em todos os veículos – duas visíveis da frente e duas visíveis da retaguarda. mas. sem encadear os condutores que circulam no sentido oposto.10m deverão possuir luzes delimitadoras dos mesmos. g) As luzes de nevoeiro podem estar agrupadas com qualquer outra luz.Com excepção dos tractores e reboques agrícolas. e) Devem ser ligadas e apagadas separadamente das luzes de máximos e das de médios ou de uma combinação destas.

º . à retaguarda. posicionamento e orientação devem obedecer ao especificado para as luzes indicadoras de mudança de direcção no n. d) Devem estar orientadas de tal forma que as luzes cumpram as condições de visibilidade para a frente e para a retaguarda. c) Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: 3.º .Características Regulamentares dos Veículos Em altura: • Devem ser colocadas à altura máxima que permita respeitar o estabelecido para o seu posicionamento em largura e seja compatível com a forma ou aspectos funcionais do veículo e a instalação simétrica das luzes. d) O avisador de accionamento é de instalação obrigatória e de cor vermelha e intermitente.º 7.26 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . e) Quando um veículo automóvel estiver equipado para atrelar um reboque.Os veículos automóveis e reboques podem dispor.Os sinais luminosos destinados a assinalar a mudança de direcção. com as seguintes características (figura 3. podendo funcionar em conjunto com o ou os avisadores de mudança de direcção. poderão ser utilizados em funcionamento simultâneo como luzes avisadoras de perigo. • Contudo. previstos no n. c) O accionamento destas luzes deve ser obtido através de um comando distinto que permita a intermitência síncrona de todas as luzes indicadoras de mudança de direcção. de luzes de marchaatrás. f) As luzes avisadoras de perigo devem poder funcionar mesmo se o dispositivo que comanda a marcha ou a paragem do motor se encontrar numa posição tal que a marcha seja impossível. b) Cor da luz emitida – branca. a colocar do mesmo lado do veículo. Artigo 12. o comando das luzes avisadoras de perigo deve poder igualmente accionar as luzes avisadoras de perigo do reboque. Artigo 11. à frente nos veículos automóveis não deverão ser colocadas a altura inferior à do ponto mais elevado da superfície transparente do pára-brisas.28): a) Número: • Em todos os casos – uma ou duas luzes.º 7.º. cor da luz emitida.º da presente portaria. b) Devem emitir uma luz intermitente com uma frequência de 90+30 ciclos por minuto. devendo apresentar as seguintes características: a) O número. poderão estar reunidas num único dispositivo. e) A luz visível da frente e a luz visível da retaguarda.

b) Relativamente ao seu número. e) Devem estar orientadas para a retaguarda.Luzes de marcha atrás Artigo 13.Características Regulamentares dos Veículos Em largura: • Nenhuma especificação especial. Fig. 20 m.27 . só podendo acender se a marcha-atrás estiver engatada e se o dispositivo que comanda a marcha ou a paragem do motor se encontrarem em posição tal que o funcionamento do motor seja possível. 3.º . apresentando um alcance não superior a 10 m. devendo ser accionada conjuntamente com estas.O número de matrícula inscrito à retaguarda dos veículos automóveis ou reboques deve ser iluminado por uma luz com as seguintes características: a) Deve permitir a fácil leitura do número de matricula a uma distância de.28 . Não deve acender-se ou ficar acesa se uma ou outra das condições acima referidas não for cumprida. d) Devem ser fixas e insusceptíveis de provocar encadeamento. c) Cor da luz emitida – branca. devem ser tais que o dispositivo possa assegurar a correcta iluminação do espaço da chapa de matricula. d) Deve possuir uma ligação eléctrica funcional com as luzes de presença. Em comprimento: • Devem estar colocadas na retaguarda do veículo. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3. posicionamento e orientação. Em altura: • Devem estar colocadas a uma altura ao solo compreendida entre 250 mm e 1200 mm. pelo menos.

3. c) Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: Em largura (com excepção dos motociclos): • Devem estar situados a uma distância máxima aos bordos que limitam as dimensões máximas do veículo de 400 mm. Em altura: • Devem estar colocados a uma altura ao solo compreendida entre 350 mm e 1200 mm.Características Regulamentares dos Veículos Artigo 16.º .Reflectores 3.29): a) Número: • Automóveis ligeiros e pesados – dois reflectores. • Quando a largura total do veículo for inferior a 1300 mm.Os veículos automóveis devem possuir à retaguarda reflectores não triangulares. • Motociclos – um reflector. d) Devem estar orientados para a retaguarda. Fig. Em comprimento: • Devem estar colocados na retaguarda do veículo. b) Cor do reflector – vermelha. aquela distância pode ser reduzida para 200 mm. • Devem estar situados a uma distância mínima do plano longitudinal de simetria do veículo de 300 mm.29 . com as seguintes características (figura 3.28 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .

• No caso dos reboques. c) Deve ser respeitado o seguinte posicionamento: Em largura: • Devem estar situados a uma distância máxima aos bordos que limitam as dimensões máximas do veículo de 400 mm. sendo colocados com um dos vértices para cima e o lado oposto horizontal.º . c) Devem respeitar o seguinte posicionamento: Em largura: • Devem estar situados a uma distância mínima do plano longitudinal de simetria do veículo de 300mm. Artigo 18. • Quando a largura total do veículo for inferior a 1300 mm.29 . b) Cor do reflector – vermelha.Os reboques. Em altura: • Devem estar colocados a uma altura ao solo compreendida entre 350 mm e 1200 mm. podem os mesmos ser colocados em dispositivo amovível fixado à estrutura do veículo. d) Devem estar orientados para a retaguarda. semi-reboques.Os reboques e semi-reboques devem possuir à frente reflectores não triangulares. aquela distância pode ser reduzida para 200mm. • Devem estar situados a uma distância mínima do plano longitudinal de simetria do veículo de 300 mm. aquela distância máxima será de 150 mm. com as seguintes características: a) Número – dois reflectores. máquinas agrícolas e industriais automotrizes ou rebocadas devem possuir à retaguarda reflectores triangulares.Características Regulamentares dos Veículos Artigo 17. Em comprimento: • Devem estar colocados na retaguarda do veiculo. e) Sempre que as características dos veículos não permitam a montagem dos reflectores de acordo com o estabelecido anteriormente. b) Cor do reflector – incolor ou branca.º . com as seguintes características: a) Número – dois reflectores. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3.

não podendo ser objecto de quaisquer interferências que reduzam a sua intensidade luminosa..Características Regulamentares dos Veículos • Quando a largura total do veículo for inferior a 1300 mm. aquela distância pode ser reduzida para 200 mm. Em altura: • Devem estar colocados a uma altura ao solo compreendida entre 350 mm e 1500 mm.A coloração. as luzes não poderão ter intensidade susceptível de causar encadeamento. d) Sempre que as características dos veículos não permitam a montagem dos reflectores de acordo com o estabelecido anteriormente.30 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .As luzes devem ser emitidas por dispositivos bem regulados e limpos. não deverá resultar de pintura ou aplicações superficiais nos dispositivos luminosos.º .Todos os veículos automóveis que transitem com reboque deverão possuir sistema de iluminação do sinal de reboque colocado no tejadilho. Artigo 27.º . bem como dos casos especiais autorizados pela D.Todas as luzes referidas anteriormente devem obedecer à convenção de cores e possuir as correspondentes tonalidades bem definidas e uniformes. a orientação das luzes deve ser horizontal. tornando-o visível nos dois sentidos de trânsito à distância mínima de 100 m. Artigo 23. com as seguintes caracteristicas: a) A luz deve iluminar apenas o sinal. podem os mesmos ser colocados em dispositivo amovível fixado à estrutura do veículo.º do presente diploma. devem estas ser da mesma cor e de igual intensidade. quando exigida. Artigo 24. Artigo 26.º .V. mas ser propriedade dos elementos transparentes ou trans lúcidos utilizados.Em todos os casos de obrigatoriedade de instalação de duas luzes do mesmo tipo. Em comprimento: • Devem estar colocados na frente do veículo. Artigo 19.Sem prejuízo do disposto na alínea d) do n. 3. Artigo 28. b) Cor da luz emitida – branca.Com excepção das luzes de máximos.º .º .º 5.G.º . devendo estar colocadas simetri camente em relação ao plano longitudinal médio do veículo. Artigo 25.º .

6 mm nos relevos principais (figura 3. Fig. 1.Pneu novo e pneu gasto Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3.Pneus e suas características Do Decreto Regulamentar n. Os automóveis ligeiros e os reboques de peso bruto não superior a 3500 kg não podem transitar na via pública sem que o piso de todos os seus pneus. apresente em toda a circunferência da zona de rodagem desenhos com uma altura de. 3. 3.Nos casos de tractores agrícolas e máquinas em que a localização e as distâncias estabelecidas no presente diploma se mostrem incompatíveis com as suas características.30).º .º 1. a D. pelo menos. quando obrigatório.31 . incluindo o de reserva.G.V.Características Regulamentares dos Veículos Artigo 29. poderá autorizar soluções especificas que se mostrem adequadas.9 .30 .º 7/98 Artigo 6.

Fig. a qual cobre cerca de três quartos da largura desta superfície. 3. 4. pode apresentar no piso ou nas partes laterais lesões que atinjam a tela ou a ponham a descoberto (figura 3. toque no solo. Nos veículos a que se refere o artigo anterior nenhum pneu. 1 mm nos relevos principais (figura 3.32 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .Pneus com lesão na parte lateral 3. Entende-se por relevos principais os relevos largos situados na zona central da superfície de rodagem. quando obrigatório.32 .Características Regulamentares dos Veículos 2. Fig. Os motociclos.32). incluindo o de reserva. incluindo o de reserva. Artigo 7. pelo menos. 3.Pneu novo e pneu gasto 3.31). a pressão normal e em alinhamento recto e em patamar. Considera-se zona de rodagem a zona do pneu que. não podem transitar na via pública sem que o piso de todos os seus pneus. bem como os automóveis e os reboques não abrangidos pelos disposto no número anterior. quando obrigatório.31 . apresente em toda a circunferência da zona de rodagem desenhos com altura de.º 1.

O disposto nos artigos 6. Fig. DGV 33/96 . 2. 2. anexo ao Decreto n.º 1.1. No entanto.º 14/89.Características Regulamentares dos Veículos 2. abrir novos desenhos para além da base daqueles. São excluídas as lesões meramente puncturais ou de pouca importância. Artigo 8. a medida da largura dos pneumáticos constante do campo «Pneumáticos» corresponderá à largura mínima permitida (figura 3. Anotação da largura dos pneumáticos nos livretes dos veículos automóveis e reboques Direcção-Geral de Viação Desp.33 .33 . nos veículos a que se refere o número anterior não podem os respectivos pneus apresentar à vista qualquer parte das telas.33). Artigo 9. O disposto no número anterior não é aplicável aos pneus destinados aos automóveis e reboques que estejam nas condições fixadas no n. por fabrico ou imposição legal.º não é aplicável aos veículos que.º 1. É proibido reabrir nos pneus os desenhos originais. Indicação do tipo de pneumáticos Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3.considerando necessário estabelecer um critério uniforme para a anotação da largura dos pneumáticos nos livretes.º 54/CEE/ONU. bem como transaccionar por qualquer forma.º e 8.º 3.8 do Regulamento n. aplicar e utilizar pneus nestas condições ou consentir na sua utilização. de 18 de Abril. nem aos reboques que lhes estejam atrelados. 3. determina-se: 1. não possam exceder a velocidade de 20 km/h.Livrete. Nos livretes dos veículos automóveis e reboques.

34 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . O número da direita informa que o diâmetro da jante é de 13 polegadas.5 mm ALTURA =70x175/100 3. 3.Vista em corte de um pneu com as respectivas dimensões As dimensões dos pneus vêm inscritos no seu flanco. Pode ver-se um exemplo: 175 / 70 R 13 Está-se na presença de um pneu com uma largura de 175 mm.Características Regulamentares dos Veículos 2.34 Ranhuras do piso Piso Corda Zona inferior da parede lateral Altura da secção (II) Parede lateral Diâmetro exterior (D) Tela Carcaça Diâmetro exterior (D) Talão Diâmetro nominal da jante (d) Largura da jante (A) Largura da secção (B) Largura total Fig. como mostra a figura 3. 3. A letra R indica o tipo de construção (radial). Sempre que o fabricante estabelecer limites para a largura dos pneumáticos a instalar nos veículos. O valor máximo admissível da largura do pneumático deverá garantir que o mesmo não faça saliência relativamente ao contorno envolvente do veículo aprovado. Características Dimensionais. deverão os mesmos constar nos livretes em anotações especiais. ALTURA/175x100 = 70% ALTURA = 122.34 . com uma relação entre a altura e largura de 70%.

35 . 3.36 . como mostra a figura 3. O índice indicado de 85 corresponde a 515 kg. • Ex. As referências ao peso que se vêm no pneu são indicadas por meio de dois algarismos. 195/60 R14 85.35 .Tipo de informação encontrada num pneu Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3.Tipo de informação encontrada num pneu Índices de Carga e Velocidade O peso máximo que pode suportar um pneu também é indicado pelo fabricante. como mostra a figura 3.36.35. como mostra a tabela 3.1. Fig. 3.Características Regulamentares dos Veículos Fig.

Este índice vem indicado através de uma letra. Fig.36 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . como mostra a tabela 3.37. 165/70 R13 79T. como mostra a figura 3. • Ex.1.37 . O índice T indica-nos uma velocidade máxima de 190 km/h.Tipo de informação encontrada num pneu 3.Características Regulamentares dos Veículos A velocidade a que pode circular um pneu também vem expressa na banda lateral deste. 3.

1 . 3. em km/h 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 265 272 280 290 300 307 315 325 335 345 355 365 375 387 400 412 425 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 437 450 462 475 487 500 515 530 545 560 580 600 615 630 650 670 690 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 1150 1180 1215 1250 1285 1320 1360 1400 1450 1500 1550 1600 1650 J K L M N P Q R S T H V W Y VR ZR 100 110 120 130 140 150 160 170 180 190 210 240 270 300 >210 >240 Tab. carga (kg) Vel.Características Regulamentares dos Veículos Índice Carga por Índice Carga Índice de carga pneu (kg) de carga Por pneu de (kg) carga Carga por pneu (kg) 710 730 750 775 800 825 850 875 900 925 950 975 1000 1030 1060 1090 1120 Índice Carga Índice de de por pneu veloc.37 .Correspondencia entre o códigos existentes nos pneus e os valores em unidades conhecidas Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3.

.

em nome da qual o veículo for matriculado e que. O adquirente ou a pessoa a favor de quem seja constituído direito que confira a titularidade do documento de identificação do veículo deve. mudança de residência ou sede. deve comunicar tal facto à autoridade competente para a matrícula. 4. O vendedor ou a pessoa que. 7. na qualidade de proprietária ou a outro título jurídico. o seu duplicado ou a sua substituição. nos termos e no prazo referidos no número anterior. Fig. 6. sendo responsável pela sua circulação.Identificação de veículos Do Código da Estrada art. dele possa dispor. No caso de alteração do nome ou da designação social.1). singular ou colectiva. 5. É titular do documento de identificação do veículo a pessoa.1 . donde consta as características que o permitam identificar (figura 4. o respectivo titular deve requerer. 4. transfira para outrem a titularidade de direito sobre o veículo. consoante os casos. Só a autoridade competente para a emissão do documento de identificação do veículo pode nele efectuar qualquer averbamento ou a pôr carimbo. comunicar tal facto à autoridade competente para a matrícula. a qualquer título jurídico.Livrete 2. requerendo o respectivo averbamento.Identificação de Veículos 4 .1 .º 118 Identificação do veículo 1. Quando o documento de identificação do veículo se extraviar ou se encontrar em estado de conservação que torne ininteligível qualquer indicação ou averbamento. no prazo de 30 dias a contar da aquisição ou constituição do direito. Por cada veículo matrículado deve ser emitido um documento destinado a certificar a respectiva matrícula. 3. deve o titular do documento de identificação do veículo comunicar essa alteração no prazo de 30 dias à autoridade competente. identificando o adquirente ou a pessoa a favor de quem seja constituído o direito. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 4.

Definições: a) Número do quadro: este número identifica o construtor (XXX). se sanção mais grave não for aplicável por força de outra disposição legal. b) Número de série : últimos 8 caracteres do número do quadro. de acordo com a norma ISO 3779 deve ser constituído por 17 caracteres (XXX YYYYYY ZZZZZZZZ).2 .1.ºs 3.º 5392/99 ANEXO N.ºs 5 e 6 é sancionado com coima de 30 a 150 euros. Cada veículo matriculado deve estar provido de chapas com o respectivo número de matrícula. 4. 4. c) Chapa do construtor: chapa de identificação colocada pelo fabricante ou seu mandatário fixada numa peça não susceptível de ser substituída durante a normal utilização do veículo (figura 4. d) Localização do número do quadro: o número do quadro lê-se na chapa do construtor e deve estar gravado na metade direita do veículo.Identificação colocada nos veículos Do Despacho N.2 . nos termos fixados em regulamento. 9. características gerais do modelo (YYYYYY) e o número de série do veículo (ZZZZZZZZ).Chapa do construtor com informação sobre o veículo Classificação e Características de Veículos Ligeiros 4. 7 e 8 e quem colocar em circulação veículo cujas características não confiram com as mencionadas no documento que o identifica é sancionado com coima de 120 a 600 euros. numa peça que normalmente não é substituída no decurso da utilização normal do veículo. Quem infringir o disposto nos n. Fig.Identificação de Veículos 8. 4. em local facilmente acessível. Quem infringir o disposto nos n.º10 Identificação de veículos I. 10.2).

3 . 8.3). importação. montagem ou fabrico podem delas sair com dispensa de matrícula. são fixados em regulamento.3 . singular ou colectiva. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 4. os motocultivadores e os tractocarros estão sujeitos a matrícula são fixados em regulamento.º 117º Matrícula . Exceptuam-se do disposto no número anterior os veículos que se desloquem sobre carris e os reboques cujo peso bruto não exceda 300 kg. A entidade competente deve organizar. nos termos fixados em regulamento. A matrícula do veículo deve ser requerida à autoridade competente pela pessoa. um registo nacional de matrículas. 7. importação ou introdução no consumo em território nacional. bem como as características da respectiva chapa. Fig. O processo de atribuição e a composição do número de matrícula. Os veículos a motor e os reboques que devam ser apresentados a despacho nas alfândegas pelas entidades que se dediquem à sua admissão. que proceder à sua admissão.Vários tipos de matriculas 2. salvo quando se tratar de ciclomotor ou veículo agrícola.Obrigatoriedade de matrícula 1. 3. Quem puser em circulação veículo não matriculado nos termos dos números anteriores é sancionado com coima de 600 a 3 000 euros. casos em que a coima é de 300 a 1 500 euros. 5. 4. nas condições fixadas em diploma próprio. Os veículos a motor e os seus reboques só são admitidos em circulação desde que matriculados. 6. salvo o disposto nos nºs 2 e 3 (figura 4. 4.Identificação de Veículos Do Código da Estrada art. Os casos em que as máquinas agrícolas e industriais.

impossibilidade de leitura ou divergência de qualquer dos caracteres constituintes do número de série.º 22/95 Número de Quadro Fig. correspondente à sua área. 2. Constituindo o número do quadro o elemento fundamental de identificação dos veículos e tornandose necessário uniformizar os procedimentos a adoptar nos casos em que se levantem dúvidas na identificação dos veículos através deste elemento. 4. o veículo não será aprovado. devendo a entidade inspectora comunicar tal facto ao serviço regional desta Direcção Geral. nomeadamente as constantes do livrete. 4.4 . Sempre que se verifique a ausência.4 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . Os veículos só poderão ser aprovados em inspecção desde que exista total coincidência entre o número de série inscrito no livrete e o verificado no veículo. pela semelhança gráfica dos caracteres constantes no número de série e os indicados no livrete. com as ressalvas do n. 3. determina-se: 1.º 267/93 de 11 de Março estabelece que.4).2 . sempre que se verifiquem alterações das características dos veículos.Identificação de Veículos 4.Indicação do número de quadro do livrete O n. Ficam excepcionados do referido no número anterior. deverão os veículos ser reprovados em inspecção.Identificação de veículos através do livrete Do Despacho DGV n.º 4 da Portaria n. os casos de divergência de caracteres em que manifestamente se verifique tratar-se de lapso.º 3 do presente despacho (figura 4.

6 .Número de quadro do veículo ilegível 5. 4. Fig. impossibilidade de leitura ou divergência de um dos caracteres referentes aos restantes elementos do número do quadro (nomeadamente Identificação Mundial do Construtor .6). mas exista chapa de construtor com a indicação daquele número.Identificação de Veículos 4.WMI . Na ficha de inspecção deverá ser assinalado o número completo verificado no veículo. inscrições e fixação original.Indicação do número de quadro em falta no livrete 6. Sempre que se verifique a ausência. encontrando-se no veículo o número VIN completo (WMI + VDS + VIS .Secção informativa do veículo/Número de série) não devem os veículos ser reprovados por tal motivo. poderá tal elemento ser utilizado para a identificação do veículo. Em todos os casos em que não seja possível localizar gravação do número do quadro. 4.5 . desde que exista correspondência entre o número de série constante do livrete e o número de série verificado no veículo (figura 4. Fig.5 . nem assinalada a necessidade de regularização de tal situação. apresentando constituição. Nos casos em que se verifique constar no livrete apenas a indicação de um número de série. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 4.ou Secção Descritiva do Veículo .5).VDS) não determinará tal facto a reprovação do veículo em inspecção (figura 4.

Mensalmente os centros de inspecção deverão remeter aos serviços regionais da área. qualquer divergência entre o número do quadro verificado no veículo e o constante do livrete. Sempre que se verifique a ausência do número do quadro ou divergência para além do referido anteriormente. através da indicação dos dois números referidos anteriormente. nomeadamente pela qualidade e uniformidade das marcações ou condições de fixação e origem da chapa do construtor.6 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . Sem prejuízo do disposto nos números anteriores. deverão os veículos ser reprovados em inspecção. deverá ser assinalada na ficha de inspecção periódica. listagem com a indicação da matrícula de todos os veículos reprovados por questões relacionadas com o número do quadro. 9. 8. bem como da necessidade da regularização dessa situação junto desta Direcção Geral. 4. ou existam indícios de viciação ou fraude.Identificação de Veículos 7.

1). Fig.1 .Documento único automóvel 5 . criando o certificado de matrícula.1 .º 178-A/2005 de 28 de Outubro O presente decreto-lei aprova o projecto «Documento único automóvel».Documento único automóvel Decreto-Lei n. que agrega a informação anteriormente constante do título de registo de propriedade e do livrete do veículo (figura 5.Documento único Classificação e Características de Veículos Ligeiros 5. 5.

excepto para motociclos. pelo menos. (D. b) A letra «P». em corpo grande. (C. precedidas dos respectivos códigos comunitários harmonizados: (A) Número de matrícula. (C. com dispositivo de engate.A primeira página do certificado de matrícula deve conter as informações seguintes: a) A menção «República Portuguesa».5.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .1. b) Não ser o proprietário do veículo.1. d) A menção «Certificado de matrícula». Especificações do certificado de matrícula em papel: 2.O certificado de matrícula deve igualmente conter as informações seguintes.4 .2 .1 . código (C.1. (F) Massa: (F. f) A indicação do número do documento. (D. e) A menção «Comunidade Europeia». podendo esta menção apresentarse a uma distância adequada. 2. b) Marca de água. c) A indicação das autoridades competentes.3 . ou d) Impressões fluorescentes. (B) Data da primeira matrícula do veículo.1) Titular do certificado de matrícula: (C. 5. 2.2) Outro(s) nome(s) ou inicial(ais) (quando aplicável).Sem prejuízo da possibilidade de a entidade emissora introduzir elementos de segurança adicionais.º 2. como sinal distintivo de Portugal. 2. (E) Número de identificação do veículo.3) Morada em Portugal na data de emissão do documento.4) Se as informações do n. Versão (se disponível). c) Não estar identificado no certificado de matrícula como proprietário do veículo. em maiúscula. o papel utilizado para o certificado de matrícula deve ser protegido contra a falsificação por meio da utilização de.3) Denominação(ões) comercial(ais). (D) Veículo: (D. duas das técnicas seguintes: a) Grafismos. noutras línguas da Comunidade Europeia.2).1) Marca.2) Modelo: Variante (se disponível). (C.1) Massa máxima em carga tecnicamente admissível. no caso de um veículo tractor de qualquer categoria que não a categoria M1 (quilograma). 2.As dimensões totais do certificado de matrícula não devem exceder as dimensões do formato A4 (210mm×297mm) ou de um desdobrável de formato A4. O certificado de matrícula pode ser emitido em papel ou sob a forma de cartão inteligente. não constarem do certificado de matrícula.1) Apelido(s) ou denominação comercial. (C) Dados pessoais: (C. impressa em corpo pequeno. referência do facto de o titular do certificado de matrícula: a) Ser o proprietário do veículo. (G) Massa do veículo em serviço com carroçaria e.Documento único automóvel ANEXO 1. c) Fibras fluorescentes.

os novos dados pessoais correspondentes podem ser inseridos com os códigos (C.8). código (C. (C.5). ou 2. incluindo o lugar do condutor.1) Apelido(s) ou denominação comercial. (R) Cor do veículo.1). (S) Lotação: (S.1). (C. (F) Massa: (F. (U) Nível sonoro: (U.1) Cilindrada (em centímetros cúbicos). (F. (P.2). (O) Massa máxima rebocável tecnicamente admissível: (O. quando aplicável.4.4. e 2. (P) Motor: (P.7) e (C. (N. (N.2) Eixo 2 (em quilogramas).2) Reboque sem travão (em quilogramas). (C. Neste caso devem ser desagregados de acordo com as referências constantes dos n.5.3. (C. (T) Velocidade máxima (em km/h). (J) Categoria do veículo.3). código (C. (L) Número de eixos. (C.4) Eixo 4 (em quilogramas).os 2.4.3 . 2. caso não seja ilimitada. código (C. (N.6).3) Pessoa singular ou colectiva autorizada a utilizar o veículo em virtude de um direito legal que não a propriedade do veículo: (C. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 5.2) Potência útil máxima (em kW) (se disponível).5.2).O certificado de matrícula pode ainda incluir os seguintes dados.1) Eixo 1 (em quilogramas).1) Estacionário [em dB(A)]. quando aplicável.3) Morada em Portugal na data de emissão do documento. (P.2. (M) Distância entre eixos (em milímetros). (C.3) Eixo 3 (em quilogramas).8) Se a alteração dos dados pessoais a que se referem os n. precedidos dos respectivos códigos comunitários harmonizados: (C) Dados pessoais: (C. (O. código (C. (N. (P.3).4).2) Outros(s) nome(s) ou inicial(ais) (se aplicável).3. (C. (I) Data da matrícula a que se refere o certificado.4) Regime nominal (em min-1). código (C. (C.5) (C.3) Tipo de combustível ou fonte de energia.3) Massa máxima em carga admissível do conjunto em serviço em Portugal.2) Massa máxima em carga admissível do veículo em serviço em Portugal.3) Morada em Portugal na data de emissão do documento. 2.7) ou (C.5) Número de identificação do motor.1) Número de lugares sentados.5) Eixo 5 (em quilogramas).Documento único automóvel (H) Validade da matrícula. código (C. (K) Número de homologação do modelo (se disponível).2) Proprietário do veículo (repetir o número de vezes correspondente ao número de proprietários): (C. quando aplicável. não der lugar à emissão de um novo certificado de matrícula. código (C. (Q) Relação potência/peso (em kW/kg) (apenas para os motociclos).1) Apelido(s) ou denominação comercial.5.3. (S. quando aplicável.6) (C.1) Reboque com travão (em quilogramas). 2.2.2) Outro(s) nome(s) ou inicial(ais) (se aplicável). (P) Motor: (P.5 .2. distribuição entre os eixos da massa máxima em carga tecnicamente admissível: (N.2) Número de lugares em pé (se aplicável). 2. (N) No caso dos veículos com massa total superior a 3500 kg.os 2.5.

6) Coeficiente de absorção corrigido no caso dos motores diesel (em min-1). (V.1 . sendo alternativamente possível a transição do verde para o branco.os 2. O nome da autoridade competente.». a letra «P».5.5) Partículas no caso dos motores diesel (em g/km ou g/kWh).1.5 do presente anexo. O número sequencial e inequívoco do documento.3) NOx (em g/km ou g/kWh).os 2. (V. referência da versão aplicável por força da Directiva n. (V. e) No canto inferior esquerdo da face do cartão deve ser impresso um símbolo representativo de uma roda.2) HC (em g/km ou g/kWh).Formato do cartão e dados legíveis a olho nu: a) O cartão com circuito integrado deve ser concebido de acordo com as normas constantes do n. como sinal distintivo de Portugal. A menção «República Portuguesa».6 . num rectângulo azul e rodeada por 12 estrelas amarelas.1.1.3 e 2.7) CO2 (em g/km). aos códigos de identificação.2) Regime do motor (em min-1). em língua portuguesa: A menção «Comunidade Europeia». c) Pode ser incluída. (V. designadamente acrescentando. (V. conforme figura seguinte: 5. Especificações do certificado de matrícula sob a forma de cartão inteligente: 3. c) A frente e o verso do cartão devem ter impressos. d) A cor de base do cartão é o verde (Pantone 362). d) Os dados referidos na alínea anterior devem ser legíveis a olho nu. na frente do cartão. b) A leitura dos dados armazenados no cartão deve poder ser efectuada com a ajuda de equipamentos de leitura de uso corrente.Os dados de base devem incluir.4. códigos nacionais adicionais.2. impressa em corpo grande. entre parêntesis. 3. (V.4 e 2.1 . (W) Capacidade do(s) depósito(s) de combustível (em litros). (U. (V.2 .º 70/220/CEE ou da Directiva n. b) Na zona acima do circuito integrado. a menção.º 3.º 88/77/CEE. pelo menos. o seguinte: a) À direita do circuito integrado.As entidades emissoras podem incluir no certificado de matrícula informações complementares. 3. (V. A menção «Certificado de matrícula». em língua portuguesa: «O presente documento deve ser exibido mediante pedido de qualquer pessoa com poderes para o efeito.4) HC+NOx (em g/km). os dados especificados nos n.9) Indicação da classe ambiental de homologação CE.Bloco de dados de base: 3. (V) Gases de escape: (V. tal como para os cartões tacográficos. no bordo inferior e em corpo pequeno.1 .1) CO (em g/km ou g/kWh).4 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . sendo a altura mínima dos caracteres de seis pontos.Documento único automóvel (U. conforme estabelecido nos n. 2.8) Consumo de combustível em ciclo combinado (em l/100 km). em maiúscula. a branco.Modelo do cartão: 3.3) Em circulação [em dB(A)].

(C. (E) Número de identificação do veículo: (F. podendo os códigos comunitários harmonizados ser acompanhados de códigos nacionais.6: (A) Número de matrícula (número oficial da autorização).5. quando aplicável). e do n.1) Número de lugares sentados. b) Acessoriamente.2) Modelo (variante/versão.6. (K) Número de homologação do modelo (se disponível): (P. (C.1.4. referidos abaixo.Bloco de dados específicos: 3.2) Outro(s) nome(s) ou inicial(ais) (quando aplicável).4): (D.1) Titular do certificado de matrícula: (C.º 2.1.º 2. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 5.2 .1) Apelido ou denominação comercial. as informações seguintes: a) O nome da autoridade competente.3) Denominação(ões) comercial(ais).3.º 2.4. (S.2).Documento único automóvel 3. (P.1. no verso do cartão.1 . (P. (G) Massa do veículo em serviço com carroçaria e. b) Não ser o proprietário do veículo.3) Tipo de combustível ou fonte de energia.1.º 2.5 . (H) Prazo de validade da matrícula. incluindo o lugar do condutor. conforme definido nas secções (A) e (B). b) O nome da autoridade emissora do certificado de matrícula (opcional).º 2.1. conforme indicado no n.3) Morada em Portugal de matrícula na data de emissão do documento.1) Cilindrada (centímetros cúbicos). Dados pessoais: (C. (Q) Relação potência/peso (kW/kg) (apenas para os motociclos): (S.4) Se as informações especificadas no n. podem ser acrescentados. referência do facto de o titular do certificado de matrícula: a) Ser o proprietário do veículo.º 2.º 2. 3. conforme indicado no n.O bloco de dados específicos deve conter.. as informações seguintes: a) Os restantes dados especificados no n. d) Os dados do n. no verso do cartão. não constarem do certificado de matrícula. no caso de um veículo tractor de qualquer categoria que não a categoria M1 (quilogramas). (I) Data da matrícula a que se refere o presente certificado.1) Massa máxima em carga tecnicamente admissível.6: Dados do veículo (tendo em conta as notas do n.3.3 .1. (D. (B) Data da primeira matrícula do veículo. (C.2) Potência nominal (kW). (D. na frente do cartão. c) Não estar identificado no certificado de matrícula como proprietário do veículo. com os códigos harmonizados. código (C. os dados complementares constantes do n. excepto para os motociclos (quilogramas). podendo os códigos comunitários harmonizados ser acompanhados de códigos nacionais.1) Marca.. c) O número sequencial e inequívoco do documento. com dispositivo de engate.5.O bloco de dados específicos deve conter.º 2. caso não seja ilimitado.2) Número de lugares em pé (quando aplicável).

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Na face exterior da bolsa figurará. 6.O triângulo de pré-sinalização. Fig.Triângulo de pré-sinalização 2. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 6. As diferentes partes que o constituem devem assegurar uma boa estabilidade sobre a via pública e não podem ser separáveis.º 418/90 Define as características a que devem obedecer os dispositivos de pré-sinalização I.1). 2.5 O sistema de apoio do dispositivo deve garantir. Configuração .Características dos dispositivos de pré-sinalização 6 .2 Os elementos ópticos do triângulo de pré-sinalização não devem ser facilmente desmontáveis. A abertura ao meio e as bandas fluorescentes são limitadas por contornos triangulares equiláteros concêntricos (figura 6.4 Do triângulo de pré-sinalização fará parte obrigatoriamente a bolsa onde será colocado quando fora de serviço. Características Técnicas 1.1 .3 O triângulo de pré-sinalização e o suporte não devem apresentar nem ângulos nem arestas vivas. 2. Estrutura: 2. colocada a uma certa altura em relação ao solo. em autocolante ou outro tipo de gravação. 2. aberto no meio. 2.1 . quando em serviço que o plano do elemento reflector fique perpendicular ao pavimento. a indicação esquemática do modo de instalação e montagem do triângulo de pré-sinalização. composta por uma banda catadióptrica exterior e por uma banda fluorescente interior.Características dos dispositivos de pré-sinalização Da Portaria n.1 A construção do triângulo de pré-sinalização deve ser tal que em condições de utilização normal (na via pública e em transporte no veículo) se mantenham as características exigidas e o seu bom funcionamento seja assegurado. é constituído por uma faixa vermelha. para protecção contra os choques e os agentes exteriores.

3.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .2). 3. 3.Características dos dispositivos de pré-sinalização 3.2 A banda catadióptrica colocada ao longo do bordo do triângulo tem uma largura constante compreendida entre 25 mm e 50 mm. terá um lado de comprimento máximo de 70 mm. 3. 6. No último caso a superfície exposta do duporte deve ser de cor vermelha. 3.7 A parte central do triângulo.2 . 3. não necessariamente de cor vermelha. com 5 mm de largura máxima. os lados do triângulo têm um comprimento de 500 mm + 50 mm (Fig.Forma e dimensões do triângulo de pré-sinalização e do suporte 6. 3.5 A superfície fluorescente será contígua aos elementos catadióptricos. entre a superfície catadióptrica e a superfície fluorescente. aberta. não necessariamente de cor vermelha. Dimensões: 3.3 Entre o bordo exterior do triângulo e a banda catadióptrica pode existir uma bordadura.6 Admite-se igualmente uma bordadura.1 De acordo com o desenho em anexo. Fig.4 A banda catadióptrica pode ser contínua ou não. É disposta simetricamente em relação aos três lados do triângulo e tem uma superfície mínima de 315 cm2. de 5 mm de largura máxima. 6.8 A distância entre a superfície de apoio e o lado inferior do triângulo de pré-sinalização não deve ser superior a 300 mm.

Colete Retrorreflector Assim: Manda o Governo. regulamentado pela Portaria n. para efeitos do disposto no Decreto-Lei n. aprovado pelo Decreto-Lei n.º 44/2005. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 7. devendo satisfazer os requisitos estabelecidos numa das seguintes normas harmonizadas: a) NP EN 471 — vestuário de sinalização de grande visibilidade.Coletes retrorreflectores Portaria n.º Os coletes retrorreflectores são considerados equipamentos de protecção individual. 3.º 128/93. e do n. Fig. sempre que seja exigida a utilização de triângulo de pré-sinalização de perigo. cuja utilização se encontra prevista no n.º 1131/93. perante outros em circulação.Coletes retrorreflectores 7 .º O presente regulamento estabelece as características dos coletes retrorreflectores. de 23 de Fevereiro. pelo Ministro de Estado e da Administração Interna.º O uso de coletes que não contenham a marca de conformidade prevista nas normas referidas no artigo anterior é equiparado à sua não utilização.º 5 do artigo 88. de 3 de Maio. nos termos conjugados da alínea b) do n.1 .º 2 do artigo 4. o seguinte: 1.º 311-D/2005 de 24 de Março Considerando que o aumento da visibilidade dos condutores. ou b) NP EN 1150 — vestuário de protecção/vestuário de visibilidade para uso não profissional/ métodos de ensaio e requisitos.º do Decreto-Lei n. como mostra a figura 7.º do Código da Estrada. 7.º 114/94. 2.1 . é uma forma de aumentar essa segurança.º 4 do artigo 88. de 14 de Novembro.1. na última redacção conferida.o do Código da Estrada. de 22 de Abril. o Código da Estrada consagra a obrigatoriedade de utilização de colete retrorreflector.

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4 do Regulamento de Transporte de Doentes.1) Pelo menos um portátil. apto a combater incêndio de motor ou da cabina. os seguintes veículos: a) Ambulâncias: As ambulâncias estão obrigadas a possuir um extintor de pó quimico de 1 kg.Extintor de incêndio Classificação e Características de Veículos Ligeiros 8. com capacidade mínima de 2 kg de pó.2) Capacidade mínima de 2 kg de pó (ou equivalente) para outros agentes aceitáveis.2. Tornando-se necessário que os centros de inspecção de veículos façam aplicação uniforme das condições necessárias esclarece-se que: Estão obrigados a possuir com as características que se indicam. alterado pelo Decreto-Lei nº 76/2000.1 .2. de 9 de Maio. de 27 de Abril.5 t. de 31 de Dezembro.2) Pelo menos um portátil apto a combater incêndio de pneus/travões ou a carga. Fig. Se o veículo dispuser de dispositivo automático de combate a incêndio do motor. deve ser adaptado também ao combate de incêndio na cabina. nos termos do nº 14.1) Capacidade mínima de 6 kg de pó (ou equivalente) para veículos de peso bruto superior a 3. b. aprovado pelo nº 1 da Portaria nº 439/1993.Esclarecimentos sobre extintores de incêndio Circular ITVA nº 23/2002 O artigo 30º do Regulamento do Código da Estrada estabelece que os veículos automóveis ligeiros e pesados afectos ao transporte público de passageiros devem ter extintores de incêndio (fig.1 . da Portaria nº 977/1987. o qual deve ter: b. Este marginal exige que veículo que transporte matérias perigosas deve ter dois extintores: b.1) prontos a funcionar e colocados em local de alcance fácil.Esclarecimentos sobre extintores de incêndio 8 . b. b) Veículos de transporte de mercadorias perigosas: Os tipos de extintores a utilizar constam do marginal 10 240 RPE. 8. 8.

• Possuir agentes de extinção de fogo que não libertem gases tóxicos.Os automóveis pesados de passageiros devem estar equipados com um extintor de incêndio. de 24 de Novembro). colocado na zona central do veículo. 4 . • Ostentar uma marca de conformidade com uma marca reconhecida pelo IPQ (conforme previsto no quadro de entidades ou serviços competentes indicados na Portaria nº 1106-C/1997. 3 .2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . deve existir ainda um outro extintor no piso superior. 2 . c) Veículos de transporte público de passageiros. colocado próximo do banco do condutor. 6 . 5 . B e C e ter capacidade não inferior a 4 kg. entende-se por: a) Extintor portátil: aparelho destinado a ser transportado e utilizado manualmente.Esclarecimentos sobre extintores de incêndio Os extintores devem ainda: • Estar munidos de solo de chumbo. no caso de existir. pode ser dirigido para o fogo. para além do extintor referido no número anterior deve existir um outro colocado na metade posterior do veículo. só com lotação sentada. obstrução visual impossível de remover. • Ostentar uma inscrição que indique a data em que deve ser feita a próxima inspecção ao extintor.Os extintores devem ser adequados para fogos das classes A.Nos automóveis pesados de passageiros das categorias II e III. 8.Quando o veículo for de dois pisos.Os extintores devem estar colocados de forma claramente visível e a sua localização estar assinalada através de setas indicadoras adequadas. Despacho nº 15680/2002 de 10 de Julho 1 . contendo um agente extintor que.Para efeitos do presente despacho. por acção de uma pressão interna. b) Agente extintor: substância contida no extintor que provoca a extinção do fogo.

Sistemas de segurança 9 .Cintos de Segurança em veículos automóveis Circular ITVA nº 29/2003 Tendo em vista harmonizar a actuação dos centros de inspecçäo no que se refere aos cintos de segurança da retaguarda dos veículos de passageiros. matnculados pela primeira vez a partir de 1-1-1998. 2.Sistemas de segurança 9.1 . Os refendos veículos podem ser identificados através do respectivo livrete dado que. podem apresentar nos lugares da retaguarda (laterais ou centrais) cintos de segurança subabdominais. apesar de possuírem a classificaçäo de “passageiros”. matriculados inicialmente como veículos de mercadorias. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 9. Os automóveis ligeiros de passageiros resultantes da transformaçäo de veículos de mercadorias.1 . informa-se o seguinte: 1. não apresentam no campo “Aprovação” a indicação de uma homologaçäo comunitária (exemplo. e9*08/14*0514) nem de Variante ou Versão.

Fig. 9.Cintos de Segurança .Categoria M1 9.Sistemas de segurança A figura 9.1 mostra a aplicação dos cintos de segurança para a categoria M1.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .1 .

9.Sistemas de segurança A figura 9.Categoria N1 Classificação e Características de Veículos Ligeiros 9.2 .3 . Fig.2 mostra a aplicação dos cintos de segurança para a categoria N1.Cintos de Segurança .

*** em que apenas se substituiu a sigla da entidade de homologação. .*** em que: C . apesar de possuírem a classificaçäo de “passageiros”. devem ser anotados na ficha de inspecção com uma deficiência do tipo 2.T.T. não apresentam no campo “Aprovação” a indicação de uma homologaçäo comunitária (exemplo. e9*08/14*0514) nem de Variante ou Versão. de 16 de Março.C . Marcas de homologação nacionais: Os primeiros cintos homologados em Portugal foram-no pela Direcção-Geral de Transportes Terrestres (D.2 . 1. 9. todos os veículos cujos equipamentos ou acessórios não estejam homologados ou não tenham marca de homologação quando obrigatória.G. Os automóveis ligeiros de passageiros resultantes da transformaçäo de veículos de mercadorias. Daí que a marca de homologação respectiva tivesse o formato: D. todos os cintos de segurança ou todos os sistemas de retenção em conformidade com um tipo homologado devem ostentar uma marca de homologação.G.C .G.T.3 .T. 2.T.V.Marcas de homologação Circular ITVA nº 16/2001 Anexo IV De acordo com o Despacho nº 5392/1999. 9.4 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .043 Posteriormente os cintos vieram a ser homologados pela D.Cintos de segurança nos bancos da retaguarda em veículos da categoria N1 transformados em veículos da categoria M1 Circular ITVA nº 7/2005. Por outro lado.G. e a marca de homologação dos cintos passou a ter o seguinte formato: D.V. . podem apresentar nos lugares da retaguarda (laterais ou centrais) cintos de segurança subabdominais.T. Durante as inspecções deverá ser analisado se o cinto instalado está devidamente homologado a nível nacional ou internacional (normas CEE e ECE/ONU). de 5 de Maio 1. .cinto *** .número de homologação por exemplo o último cinto homologado com esta marca foi: D.). Os refendos veículos podem ser identificados através do respectivo livrete dado que.G.Sistemas de segurança 9. matnculados pela primeira vez a partir de 1-1-1998.C .

.quando o cinto possuir retractor (existem quatro tipos de retractores) m . o último cinto homologado segundo as normas nacionais tinha a marca: D.cinto de segurança munido de dispositivo pretensor 3 .5 .caracteres de identificação do país comunitário que fez a homologação tipo .quando o cinto dispuser de dispositivo pretensor n.h.Homologação de Cinto de Segurança Classificação e Características de Veículos Ligeiros 9.Sistemas de segurança À presente data.quando possuir absorvedor de energia r .cinto especial ZA. B ou S.h.C .3 .número de homologação A figura 9.032 2.cinto subabdominal S .número de homologação Códigos dos tipos de cintos: O código começa por uma letra: A .quando o cinto possuir retractor de bloqueamento de emergência de sensibilidade múltipla p .retractor de bloqueamento de emergência N .V.retractor de bloqueamento automático 4 .G. seguido por: e .tipo de cinto n. 9.limiar de reacção mais elevado p . Fig. . .3 mostra a marca de homologação de um cinto de segurança de três pontos de fixação (tipo A) munido de um retractor do tipo 4m (r4m) de sensibilidade múltipla (m) e homologado na Espanha sob o número 0416117.cinto de três pontos B . em que: Id .h. ZB ou ZS . Marca de homologação europeia (CEE): A marca de homologação CEE apresentará o seguinte formato: tipo e Id n.cinto do tipo A. que faz parte do sistema de retenção.

Marca de homologação ECE/ONU: A marca de homologação segundo as normas do “Economic Commission for Europe” (ECE) das Nações Unidas (ONU) apresenta o seguinte formato: tipo (E Id.6 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .identificação do país que aprovou o cinto n.número da homologação Se (E 4) 0322439 O exemplo anterior significa: Um cinto de segurança do tipo especial (S) com um absorvedor de energia (e) aprovado nos Países Baixos (E 4) com o número 0322439.) n. . em que: E .Sistemas de segurança 3. 9.h. .homologação ECE/ONU (ver códigos dos tipos de cintos segundo a norma europeia) Id.h.

especialmente.º e 25. o condutor não deve diminuir subitamente a velocidade do veículo sem previamente se certificar de que daí não resulta perigo para os outros utentes da via. 2. Sem prejuízo do disposto nos artigos 24. fazer parar o veículo no espaço livre e visível à sua frente.Velocidade 10 . executar as manobras cuja necessidade seja de prever e.º 27.º e de limites inferiores que lhes sejam impostos.º 24. (tabela 10. Do Código da Estrada art. nomeadamente para os condutores dos veículos que o sigam. Salvo em caso de perigo eminente. à intensidade do trânsito e a quaisquer outras circunstâncias relevantes.Velocidade Do Código da Estrada art. às condições meteorológicas ou ambientais. O condutor deve regular a velocidade de modo que. Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de 120 a 600 euros. em condições de segurança.º Limites gerais de velocidade 1. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 10.º Princípios gerais 1.1 . 3. à carga transportada.1). atendendo às características e estado da via e do veículo. os condutores não podem exceder as seguintes velocidades instantâneas (em quilómetros/hora). possa.

10.Velocidade Dentro das localidades CICLOMOTORES E QUADRICICLOS MOTOCICLOS: • De cilindrada superior a 50 cm e sem carro lateral • Com carro lateral ou com reboque • De cilindrada não superior a 50 cm TRICICLOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS E MISTOS: • Sem reboque • Com reboque AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE MERCADORIAS: • Sem reboque • Com reboque AUTOMÓVEIS PESADOS DE PASSAGEIROS: • Sem reboque • Com reboque AUTOMÓVEIS PESADOS DE MERCADORIAS: • Sem reboque ou com semi-reboque • Com reboque TRACTORES AGRÍCOLAS OU FLORESTAIS Máquinas agrículas.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . motocultivadores e tractocarros MÁQUINAS industriais Sem matrícula Com matrícula 3 3 Auto-estradas Vias reservadas a automóveis e motociclos Restantes vias públicas 40 - - 45 50 50 40 50 120 100 100 100 80 90 90 70 60 80 50 50 120 100 100 80 90 70 50 50 110 90 90 80 80 70 50 50 100 90 90 90 80 70 50 40 30 20 90 80 - 80 70 - 80 70 40 20 30 40 80 70 30 70 Tab.1 .Limites geral de velocidade em km/h 10.

4. não podendo. caso em que é sancionado com coima de 30 a 150 euros. 3. neste caso. Tratando-se de automóvel.Carta de Condução Do Código da Estrada art. Quem infringir o disposto no n. sendo este superior. salvo se os apresentar no prazo de 8 dias à autoridade indicada pelo agente de fiscalização.º Carta de Condução 1.1 . quadriciclo. 2.º Documentos de que o condutor deve ser portador 1. quando obrigatória nos termos legais.1. 5. o peso bruto do reboque exceder a tara do veículo tractor. Tratando-se de velocípede ou de veículo de tracção animal. triciclo.Documentos de que o condutor deve ser portador 11. com peso bruto do conjunto não superior a 3500 kg. b) Documento de identificação do veículo. automóveis ligeiros ou conjuntos de veículos compostos por automóvel ligeiro e reboque de peso bruto até 750 kg ou. o respectivo condutor deve ser portador de documento legal de identificação pessoal.Documentos de que o condutor deve ser portador Do Código da Estrada art. habilita a conduzir uma ou mais das seguintes categorias de veículos: A. motociclo.2. o condutor deve ainda ser portador dos seguintes documentos: a) Título de registo de propriedade do veículo ou documento equivalente. c) Certificado de seguro. b) Título de condução. ciclomotor. como mostram as figuras 11. com ou sem carro lateral. Sempre que um veículo a motor transite na via pública o seu condutor deve ser portador dos seguintes documentos: a) Documento legal de identificação pessoal. motociclos de cilindrada superior a 50 cm3. ou reboque. 11.º 123. B. A carta de condução. c) Ficha de inspecção periódica do veículo.1 e 11. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 11.º 85. tractor agrícola ou florestal.ºs 1 e 2 é sancionado com coima de 60 a 300 euros.º 3 é sancionado com coima de 30 a 150 euros. O condutor que se não fizer acompanhar de um ou mais documentos referidos nos n.

desde que o peso bruto do conjunto não exceda 1 200 kg e o peso bruto do reboque não exceda a tara do veículo tractor. automóveis pesados de mercadorias. 11. automóveis pesados de mercadorias cujo peso bruto não exceda 7 500 kg. o peso bruto do conjunto não exceda 12 000 kg. o peso bruto do reboque não exceda a tara do veículo tractor e o reboque não seja utilizado para o transporte de pessoas. a que pode ser atrelado reboque de peso bruto até 750 kg. B1. C+E. comulativamente. automóveis pesados de passageiros. a que pode ser atrelado um reboque de peso bruto até 750 kg. conjuntos de veículos compostos por veículo tractor da categoria D e reboque com peso bruto superior a 750 kg.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . D+E. conjuntos de veículos compostos por veículo tractor da subcategoria D1 e reboque com peso bruto superior a 750 kg. automóveis pesados de passageiros com lotação até 17 lugares. D1. Os titulares de carta de condução válida para veículos da categoria A ou da subcategoria A1 consideram-se habilitados para a condução de: a) ciclomotores ou motociclos de cilindrada não superior a 50 cm3. incluindo o do condutor. 3. C. C1. a que pode ser atrelado reboque de peso bruto até 750 kg. b) triciclos.Documentos de que o condutor deve ser portador B+E. a que possa ser atrelado um reboque de peso bruto até 750 kg. C1+E. As categorias referidas no número anterior podem compreender subcategorias que habilitam à condução dos seguintes veículos: A1. motociclos de cilindrada não superior a 125 cm3 e de potência máxima até 11 kW. 2. desde que. D. conjuntos de veículos compostos por um automóvel ligeiro e reboque cujos valores excedam os previstos para a categoria B. conjuntos de veículos compostos por veículo tractor da categoria C e reboque com peso bruto superior a 750 kg. triciclos e quadriciclos. conjuntos de veículos compostos por veículo tractor da subcategoria C1 e reboque com peso bruto superior a 750 kg. D1+E.

Modelo comunitário de carta de condução Classificação e Características de Veículos Ligeiros 11. 11. tractocarros e máquinas industriais ligeiras.Carta de condução Fig.1 . Os titulares de carta de condução válida para veículos da categoria B consideram-se também habilitados para a condução de (figuras 11.2 . motocultivadores.Documentos de que o condutor deve ser portador 4.3 . triciclos e quadriciclos. c) Ciclomotores de três rodas. b) Máquinas agrícolas ou florestais ligeiras. Fig.1 e 11. 11.2): a) Tractores agrícolas ou florestais simples ou com equipamentos montados desde que o peso máximo do conjunto não exceda 6 000 kg.

5. conduzir o veículo agrícola ou florestal de categoria para a qual a mesma licença não confira habilitação é sancionado com coima de 120 a 600 euros. desde que o peso bruto do conjunto não exceda 3 500 kg. 3. 7. Motocultivadores com reboque ou retrotrem e tractocarros de peso bruto não superior a 2500 kg. c) Máquinas agrícolas ou florestais ligeiras e tractocarros de peso bruto superior a 2 500 kg.º Licença de condução 1. Quem.Documentos de que o condutor deve ser portador 11. Tractores agrícolas ou florestais com ou sem reboque e máquinas agrícolas pesadas. Os titulares de licença de condução de veículos agrícolas válida para veículos da categoria III consideram-se habilitados para a condução de veículos das categorias I e II. 6. 11. III. As licenças de condução a que se refere o n.º 124. A licença de condução de veículos agrícolas habilita a conduzir uma ou mais das seguintes categorias de veículos: I.º 2 do artigo 122. 2. b) De veículos agrícolas. b) Tractores agrícolas ou florestais com reboque ou máquina agrícola ou florestal rebocada. A licença de condução referida na alínea a) do número anterior habilita a conduzir ambas as categorias de veículos nela averbadas. II. 4. sendo titular de licença de condução de veículos agrícolas. desde que o peso bruto do conjunto não exceda 6 000 kg. Os titulares de licença de condução de veículos agrícolas válida para veículos da categoria I consideram-se habilitados para a condução de máquinas industriais com peso bruto não superior a 2 500 kg.º são as seguintes: a) De ciclomotores e de motociclos de cilindrada não superior a 50 cm3.2 .: a) Tractores agrícolas ou florestais simples ou com equipamentos montados. Os titulares de licença de condução de veículos agrícolas válida para veículos da categoria II consideram-se habilitados para a condução de veículos da categoria I.4 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .Licença de condução Do Código da Estrada art.

por cada veículo inspeccionado. Pode determinar-se a sujeição dos veículos referidos no número anterior a inspecção extraordinária nos casos previstos no n. nos termos fixados em regulamento.Inspecções e emissão da ficha de inspecção Do Código da Estrada art. determina-se que a comprovação da realização das inspecções periódicas é efectuada através da emissão. na via pública. Os veículos a motor e os seus reboques podem ser sujeitos. da ficha de inspecção e vinheta.º 26 433-A/2000 /2ª Série) Emissão de Ficha de Inspecção No artº 8. b) Atribuição de matrícula. uma ficha de inspecção contendo os seguintes elementos: a) Identificação da entidade inspectora. aprovar os modelos e o conteúdo desses documentos. d) Verificação periódica das suas características e condições de segurança.º . Classificação e Características de Veículos Ligeiros 12. A falta a qualquer das inspecções previstas nos números anteriores é sancionada com coima de 250 a 1 250 euros. após reparação em consequência de acidente. 2.Inspecções e emissão da ficha de inspecção 12 . pelo inspector que realizou a inspecção e em papel destinado à impressão por laser.º 116.Por cada veículo sujeito a inspecção periódica é emitida. de 16 de Dezembro. de harmonia com a alínea c) do nº 4 do artigo 5º do mesmo diploma. nomeadamente em consequência de alteração das caracaterísticas construtivas ou funcionais do veículo. No nº 3 do mesmo artigo está previsto que a aprovação nas inspecções extraordinárias e nas inspecções de atribuição de nova matrícula é comprovada através do respectivo certificado. para verificação das respectivas condições de manutenção. f) Controlo aleatório de natureza técnica.1 . a inspecção para: a) Aprovação do respectivo modelo. Nesses termos determina-se: 1 . b) Numeração sequencial. e) Verificação das características construtivas ou funcionais do veículo. c) Aprovação de alteração de características construtivas ou funcionais. Do Despacho DGV n. nos termos de diploma próprio. ou de outras causas.º e ainda quando haja fundadas suspeitas sobre as suas condições de segurança ou dúvidas sobre a sua identificação. Compete ao director-geral de Viação.º do Decreto-Lei nº 554/99. pela entidade titular do centro de inspecção. 3.Inspecções 1.º 5 do artigo 114.

determina-se: 1. A emissão informatizada do novo modelo de ficha de inspecção. Fig. e) Observações complementares.Modelo de ficha de inspecção Fig. Nos termos do artigo 15. preenchido e assinado pelo inspector credenciado que a realizou ou. 2. em cada centro de inspecções. deve ter por base: a) Um relatório de inspecção.Inspecções e emissão da ficha de inspecção c) Identificação do veículo. h) Data limite da próxima inspecção. 12.2). 12.º 550/99. b) Um sistema de consulta e registo informatizados com acesso directo e personalizado para o inspector. O modelo de impresso para o relatório de inspecção deve ser criado pela entidade autorizada detentora do centro de inspecções que dele deve dar conhecimento formal à DGV antes de o pôr em aplicação (fig.1 mostra o modelo de impresso destinado à ficha de inspecção.1 .2 . de 15 de Dezembro. f) Resultado final da inspecção. A figura 12.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . i) Código do inspector. j) Assinatura do inspector. d) Pontos observados onde se registem deficiências e respectiva classificação.º do Decreto-Lei n. g) Data da inspecção.Relatório de inspecção de viatura 12. 12.

Relatório de inspecção de viatura (cabeçalho) b) Relativamente à inspecção: • Motivo da inspecção. Devem constar do relatório os seguintes elementos: a) Relativamente ao veículo.3 .2 ou 3). conter um campo adequado para o inspector anotar eventuais comentários sobre a inspecção ao veículo.3 . ainda. • Categoria. como mostra a figura 12. pesados e reboques. • Concelho de residência do proprietário. O referido impresso deve facilitar as observações e o registo das verificações feitas pelo inspector e a recolha de dados para a emissão da ficha de inspecção e registos de controle.º 59/92. • Número da ficha de inspecção emitida.Inspecções e emissão da ficha de inspecção 3. • Código do inspector credenciado. O modelo do impresso deve.3: • Matrícula. • Deficiências observadas cuja correcção seja obrigatória e grau atribuído (tipos 1. • Combustível. • Tipo. • Resultado da inspecção. Classificação e Características de Veículos Ligeiros 12. • Ano de matrícula. Estes elementos devem constar convenientemente codificados nos termos previstos no Despacho DGV n.   Fig 12. diferenciando-se relativamente às observações e verificações próprias dos veículos ligeiros. • Assinatura do inspector. • Marca e modelo. • Observações e verificações feitas pelo inspector nos termos do Despacho nº 1165/2000 de 11 de Março.

b) Ripómetro. No caso de ser utilizado o desacelerógrafo deve ser também anexada a folha de registo respectiva e justificada. 12.Inspecções e emissão da ficha de inspecção 4. 6. no relatório. antes de ser posto em aplicação. a utilização deste equipamento. Anexos ao referido relatório devem constar os talões de registo das verificações efectuadas com os seguintes equipamentos: a) Frenómetro. próximo do veículo. Estes talões devem ser rubricados pelo inspector.b) deve contemplar as possibilidades de consulta. 5. acompanhada da explicação do seu conteúdo. sobre os aspectos técnicos que possam ter causado as deficiências observadas. c) Analisador de gases ou opacímetro.4 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . registo e controle equivalentes às do sistema baseado em relatório e dele deve ser dado conhecimento formal à Direcção-Geral de Viação.   7. O inspector antes de iniciar uma inspecção deve dispor de: a) livrete do veículo. A entrega da ficha de inspecção e a devolução do livrete e do título de registo de propriedade deve ser feita pelo inspector. 8.a) ou acesso fácil. b) título de registo de propriedade.º 18. O sistema de acompanhamento e registo informáticos referido em 1. c) impresso referido no n.º 3 já com as indicações relativas ao veículo e ao motivo da inspecção como referido em 3. à consulta informatizada destas indicações e aos meios de registo adequados.º da referida Portaria 1165/2000. nomeadamente. O relatório e talões anexos e todos os dados informatizados devem ser de acesso fácil ao inspector para efeitos de consulta com vista a eventuais informações técnicas aos serviços da Direcção-Geral de Viação e devem ser arquivados nos termos do n.

posição de marcha.Zona de velocidade controlada f) O desrespeito das regras e sinais relativos a distância entre veículos. Fig.Contra Ordenações Graves Do Código da Estrada art.º São graves as seguintes contra-ordenações: a) O trânsito de veículos em sentido oposto ao legalmente estabelecido. início de marcha. quando praticado pelo condutor de motociclo ou de automóvel ligeiro. inversão do sentido de marcha.1 . 13. b) O excesso de velocidade praticado fora das localidades superior a 30 km/h sobre os limites legalmente impostos. e) O trânsito com velocidade excessiva para as características do veículo ou da via.Contra Ordenações 13. sem prejuízo do estabelecido nas alíneas b) ou c). Classificação e Características de Veículos Ligeiros 13. ou superior a 20 km/h. marcha atrás e atravessamento de passagem de nível. ou superior a 10 km/h.1 . d) O excesso de velocidade superior a 20 km/h sobre os limites de velocidade estabelecidos para o condutor ou especialmente fixados para o veículo. mudança de direcção ou de via de trânsito.1). cedência de passagem.º 145. c) O excesso de velocidade praticado dentro das localidades superior a 20 km/h sobre os limites legalmente impostos. quando praticado por condutor de outro veículo a motor. quando praticado pelo condutor de motociclo ou de automóvel ligeiro.Contra-ordenações 13 . ultrapassagem. para as condições atmosféricas ou de circulação ou nos casos em que a velocidade deva ser especialmente moderada (figura 13.1 . quando praticado por condutor de outro veículo a motor.

2). i) A não cedência de passagem aos peões pelo condutor que mudou de direcção dentro das localidades. p) O transporte de passageiros menores ou inimputáveis sem que estes façam uso dos acessórios de segurança obrigatórios. l) A condução sob influência de álcool. bem como o desrespeito pelo trânsito dos mesmos nas passagens para o efeito assinaladas (figura 13. de auscultadores sonoros e de aparelhos radiotelefónicos. h) O desrespeito das regras de trânsito de automóveis pesados e de conjuntos de veículos. 13. quando a taxa de álcool no sangue for igual ou superior a 0. m) A não utilização do sinal de pré-sinalização de perigo e das luzes avisadoras de perigo.Passadeira j) O trânsito de veiculos sem utilização das luzes referidas no nº1 do artº 61º . durante a marcha do veículo. em auto estradas ou vias equiparadas. nas condições previstas no mesmo nº. 13. n) A utilização.5 g/l e inferior a 0.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . Fig.2 . o) A paragem e estacionamento nas passagens assinaladas para a travessia de peões.8g/l.Contra-ordenações g) A paragem ou o estacionamento nas bermas das auto-estradas ou vias equiparadas. bem como o trânsito de motociclos e de ciclomotores sem utilização das luzes de cruzamento. salvo nas condições previstas no nº2 do artº 84º.

c) A não utilização do sinal de pré-sinalização de perigo. i) A infracção prevista na alínea b) do artigo anterior. a menos de 50 metros dos cruzamentos e entroncamentos. quando o excesso de velocidade for superior a 60 km/h ou a 40 km/h. j) A infracção prevista na alínea l) do artigo anterior.2 g/l. fora das localidades. bem como a infracção prevista na alínea c) do mesmo artigo. vias equiparadas e vias com mais de uma via de trânsito em cada sentido. f) A utilização. l) O desrespeito da obrigação de parar imposta por sinal regulamentar dos agentes fiscalizadores ou reguladores do trânsito ou pela luz vermelha de regulação do trânsito. de noite. ou quando o condutor for considerado influenciado pelo álcool em relatório médico. d) A utilização dos máximos de modo a provocar encandeamento. por locais diferentes dos acessos a esses fins destinados. bem como o trânsito nas bermas. respectivamente. curvas ou lombas de visibilidade insuficiente e. respectivamente. quando o excesso de velocidade for superior a 40 km/h. e a infracção prevista na alínea d).Contra Ordenações Muito Graves Do Código da Estrada art. g) As infracções previstas na alínea a) do artigo anterior quando praticadas em auto-estradas. nas faixas de rodagem.2. e) A entrada ou saída das auto-estradas ou vias equiparadas. quando a taxa de álcool no sangue for igual ou superior a 0. a paragem ou o estacionamento nas faixas de rodagem das auto-estradas ou vias equiparadas. h) As infracções previstas nas alíneas f) e j) do artigo anterior quando praticadas nas auto-estradas ou vias equiparadas. bem como a falta de sinalização de veículo imobilizado por avaria ou acidente. b) O estacionamento. em auto-estradas ou vias equiparadas. em auto-estradas ou vias equiparadas. ainda. fora das localidades.Contra-ordenações 13.º São muito graves as seguintes contra-ordenações: a) A paragem ou o estacionamento nas faixas de rodagem.º 146.8 g/l e inferior a 1.3 . Classificação e Características de Veículos Ligeiros 13. dos separadores de trânsito ou de aberturas eventualmente neles existentes. quando excesso de velocidade for superior a 40 km/h ou a 20 km/h.

q) O abandono pelo condutor do local do acidente nas circunstâncias referidas no n. ou mínima de dois meses e máxima de dois anos.3 .3).Substâncias psicrotópicas n) O desrespeito pelo sinal de paragem obrigatória nos cruzamentos. 13. respectivamente. entroncamentos e rotundas. 13. e refere-se a todos os veículos a motor. 3.Contra-ordenações m) A condução sobre influência de substâncias psicotrópicas (figura 13. Se a responsabilidade for imputada a pessoa singular não habilitada com título de condução ou a pessoa colectiva. p) A condução de veículo de categoria ou subcategoria para a qual a carta de condução de que o infractor é titular não confere habilitação. A sanção de inibição de conduzir tem a duração mínima de um mês e máxima de um ano .3 . 2. consoante seja aplicável as contra-ordenações graves ou muito graves.4 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .º 2 do artigo 89. a sanção de inibição de conduzir é substituída por apreensão do veículo por período idêntico de tempo que aquela caberia.º 13. Fig. A sanção acessória aplicável aos condutores pela prática de contra ordenações graves ou muito graves previstas no código da estrada e legislação complementar consiste na inibição de conduzir. º 1.INIBIÇÃO DE CONDUZIR Do código da estrada art º 147. o) A transposição ou a circulação em desrespeito de uma linha longitudinal contínua delimitadora de sentidos de trânsito ou de uma linha mista com o mesmo significado.

Edições Júlio Reis CEPRA . Legislação Complementar.Colecção Formação Modular Automóvel Classificação e Características de Veículos Ligeiros C. Código de Infracções e tudo sobre Direito Rodoviário .Regulamentos.Elementos de Instrução .BIBLIOGRAFIA Código da estrada .1 .Rodas e Pneus .

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DOCUMENTOS DE SAÍDA .

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................................................................ colocando uma cruz (X) no quadradinho respectivo 1 – Automóvel é um veículo com motor de propulsão............................................................................................................................ Classificação e Características de Veículos Ligeiros S........................... .............................................. Para cada exercício indique a resposta que considera correcta..... N3......................................... N1 ............................................................................. d) Cat................................................................. b) Cat....... 3 – Um reboque com massa máxima em carga tecnicamente admissível de 2 t é da categoria: a) Cat.............................. sem sujeição a carris e tem: a) Tara superior a 750kg e velocidade máxima superior a 90km/h ...................... dotado de pelo menos quatro rodas............. d) Cat..................................................1 ....... b) Tara superior a 400kg e velocidade máxima superior a 90km/h........................... O3 ........................................... O2 .... .................................................................................................................... 2 – Um veículo destinado ao transporte de mercadorias............................................. c) Cat................. são apresentadas 4 (quatro) respostas das quais apenas 1 (uma) está correcta......... N2...Pós-teste PÓS-TESTE Em relação a cada uma das perguntas seguintes......... pela sua função........................... d) Tara superior a 550kg e velocidade máxima superior a 25km/h...... O1 ....................... ................................................................................................................................ M2....................................................... M3.... b) Cat.............................. c) Tara superior a 750kg e velocidade máxima superior a 25km/h. que se destina.............................. a transitar na via publica................ ............................................ com massa máxima em carga tecnicamente admissível de 5 t é da categoria: a) Cat................................ c) Cat........................

...............................................................................................2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros ................................................................................................................................................................................................... b) 7........................... b) 40%........................................................... d) 375kg............................................................................................ c) 19 t..................................................................................................................................................... c) 50%............................................................................................................................................... d) 65% ......... c) 250kg ........................................................... d) 30% .................................................................................................. b) 25% do peso bruto total ......................................................................... S.......................................................5 t........................... b) 20%........................................................................ 7 – Qual a eficiência mínima que o travão de serviço de um ligeiro misto sem deficiência deve atingir no frenómetro? a) 25%............................................................................................................................................................................................................................................ 5 – Qual a percentagem mínima do peso bruto total que incide sobre o eixo da frente não motor de um veículo com um eixo à retaguarda? a) 15%...................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 6 – Qual o peso bruto mínimo que incide sobre o eixo ou eixos motores de um veículo ou conjunto de veículos? a) 20% do peso bruto total.......................................................................Pós-teste 4 – Um veículo com dois eixos pode atingir um peso bruto máximo de: a) 3 t......................................................................................................................................... d) 26 t..................................................................................... c) 25%........

.......................................................... 10 – Determine qual das eficiências corresponde ao veículo que atingiu 981N na soma das forças máximas de travagem medidas em cada roda e tem no momento do ensaio uma massa de 1000kg.................................................................................................... d) 30m ...........................3 ............................................................................................................................................... a uma distância de: a) 25m.................................................................................................................................................................................................................................................................... 9 – O travão de serviço deve fazer parar o veículo que circula a 50 km/h numa distância máxima de: a) 15m......... c) 50%..................................................... d) 50m................................................................................................................................................................................................................................................ b) 20% .......... c) 30%........ c) 45m............................................................................................................................................................................................Pós-teste 8 – A diferença da força de travagem máxima entre rodas do mesmo eixo não pode ser superior a: a) 10%............................................................................................................................ b) 20m................................................. b) 30% ..................................................... b) 30m...................................................................................................................................................................................... 11 – O feixe de luz projectado no solo pelas luzes de cruzamento devem iluminar........................................................................................... c) 25m.......................................... a) 10%......................................................................................................................................................................... d) 40% .................................................................................................................... eficazmente e sem provocar encadeamento............................ Classificação e Características de Veículos Ligeiros S................................................................................................................................................................................................ d) 70% ..................................................................................

......................6mm incluindo o de reserva quando obrigatório................6mm excluindo o de reserva quando obrigatório.4mm incluindo o de reserva quando obrigatório................................. a largura dos pneumáticos que consta no livrete corresponde: a) À largura máxima permitida............. d) 1...................................................... b) 1. tenham na circunferência da zona de rodagem uma altura mínima dos relevos principais de: a) 1.....................Pós-teste 12 – A chapa de matricula colocada na retaguarda do veículo deve ser iluminada por uma luz branca que a torne legível a uma distância mínima de: a) 10m......................................... d) 25m................................................................................................................................................................................................................... b) 15m......................................................................... 15 – Os primeiros caracteres do número de quadro indica-nos: a) O número de série do veículo.................................................................................................. c) O número que identifica o construtor.................................................................. d) As características gerais do modelo ............................................................................................................................................................................................................................. 14 – Se não existir qualquer anotação especial.... b) O número do motor....................................................................................................................................................4 Classificação e Características de Veículos Ligeiros ................................. c) 1................................. b) À única largura permitida......................... d) À largura mínima desde que não ultrapasse o contorno do veículo..................... c) 20m.................. c) À largura mínima ..................................................................................................................................... S...................... 13 – Os veículos ligeiros e os reboque de peso bruto inferior 3500kg podem circular desde que todos os pneus.............................................4mm excluindo o de reserva quando obrigatório.............................................................................................................................................................................................................................................

............ b) ≥ 100 cm........................................................................... b) A utilização dos máximos de modo a provocar encadeamento.................................................................................................................... c) Regloscópio............................................................................................................... b) Ripómetro ...................................... .................................... d) ≥ 180 cm.......................................................................................... c) Mínimo 1 mês e máximo 1 ano............................................. 17 – Qual a altura interior das caixas fechadas dos veículos tipo ambulância: a) ≥ 120 cm......................... c) ≥ 150 cm................................................................................ ................... ....................................................... .................................. c) A paragem ou o estacionamento nas bermas das auto-estrada ... d) Uma faixa vermelha composta por uma banda catadióptrica interior e uma banda florescente exterior.. Classificação e Características de Veículos Ligeiros S..................................................Pós-teste 16 – O triângulo de pré-sinalização é constituído por: a) Uma faixa amarela rectroreflectora.......................................................................................................................................................................................................... d) Analisador de gases ou opacímetro ......... d) Mínimo 6 meses e máximo 2 anos................... .......................................................................................................................... b) Mínimo 2 meses e máximo 2 anos................ c) Uma faixa vermelha composta por uma banda catadióptrica exterior e uma banda florescente interior..................5 ......................................................................... ...................... .......................................................................................................................................................................................... 18 – Qual o equipamento que não necessita de fornecer talão de registo das verificações efectuadas? a) Frenómetro.................................................................... 20 – Qual é a sanção acessória de inibição de conduzir aplicável às contra ordenações muito graves: a) Mínimo 1 mês e máximo 2 anos................................................ b) Uma faixa vermelha e amarela florescente............................................ d) A condução sob influência do álcool ............................................................................................................................................................................................................. 19 – Qual das contra-ordenações é muito grave?: a) O trânsito de um veículo em sentido oposto ao legalmente estabelecido.. ...........................................................................................................................................................................................................

Corrigenda do Pós-teste

CORRIGENDA DO PÓS-TESTE

Nº DA QUESTÃO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

RESPOSTA CORRECTA d) c) c) c) b) b) c) c) c) c) b) c) c) c) c) c) a) c) c) b)

S.6

Classificação e Características de Veículos Ligeiros

ANEXOS

Anexos

Classificação das deficiências observadas nas inspecções de veículos
Despacho nº 5392/1999, de 16 de Março
Anexo I - Sistemas de Travagem. 1 - Estado mecânico de funcionamento 1.1 - Veios de excêntricos dos travões e alavanca de travão Difíceis de movimentar Desvio da sede Forte desgaste ou com folga 1.2 - Estado e curso do pedal do travão Curso excessivo, reserva de curso insuficiente O travão recupera com dificuldade Superfície anti-escorregamento do pedal de travão inexistente, mal fixada ou gasta 1.3 - Bomba de vácuo ou compressor e depósito Tempo demasiado longo para atingir a pressão de serviço e assegurar uma travagem eficaz Pressão insuficiente para assegurar uma travagem repetida (pelo menos duas aplicações de travão) após indicação de pressão baixa (situação de perigo) Fuga de ar causadora de uma queda de pressão significativa ou fugas de ar perceptíveis Perdas de óleo excessivas no compressor 1.4 - Indicação de pressão (manómetro) ou indicador Funcionamento defeituoso do indicador do manómetro 1.5 - Válvula manual de travagem Fissurada ou danificada, forte desgaste Funcionamento defeituoso da válvula de comando Pouca fiabilidade no accionamento da válvula ou da haste respectiva Fugas no sistema, ligações mal fixadas Mau funcionamento 1.6 - Travão de estacionamento, alavanca de comando e dispositivo de bloqueio Fixação de posição da alavanca, insuficiente Desgaste excessivo no pivot da alavanca ou no mecanismo da cremalheira Curso excessivo ou afinação incorrecta 1.7 - Válvulas de travagem (de comando, descarga rápida, reguladoras de pressão, etc) Danificadas, descarga excessiva estanquicidade insuficiente (fugas de ar) Fixação ou suporte defeituoso Perdas de fluído de travões 1.8 - Cabeças de acoplamento para os travões dos reboques e semi-reboques Torneiras ou válvulas autovedantes defeituosas Fixação ou montagem defeituosa Estanquicidade insuficiente 1.9 - Depósitos de pressão Danificado, corroído ou com fugas Dispositivo de purga inoperativo Fixação inoperativa ou incorrecta 1.10 - Dispositivo de assistência à travagem e bomba central (sistemas hidráulicos) Dispositivo de assistência à travagem deficiente Dispositivo de assistência à travagem ineficaz Tipo 2 2 2 2 2 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 2 2 3 2 1 2 2 3

Classificação e Características de Veículos Ligeiros

A.1

17 .Tubagem flexível dos travões Risco de falha ou de rotura Danificada demasiado curta ou torcida Fugas nos tubos ou nas ligações Deformação dos tubos sob pressão 1.16 . fissuras.13 .Cabos dos travões e comandos Cabos danificados Desgaste ou corrosão excessivos Falta dos dispositivos de segurança nas juntas dos cabos ou das hastes Guias dos cabos defeituosas ou mal fixadas Fixação insuficiente dos cabos Entrave ao movimento do sistema de travagem Movimento anormal das alavancas.Anexos Bomba central com fugas Bomba central defeituosa Bomba central solta Quantidade insuficiente de fluído de travões Tampão do reservatório da bomba central em falta Luz indicadora do fluído dos travões acesa ou defeituosa Funcionamento defeituoso do dispositivo indicador do nível de fluído dos travões 1.Cilindros dos travões (incluindo travões de molas e cilindros hidráulicos) Fissurados ou danificados Com fugas Montagem inadequada ou deficiente Corrosã o excessiva Curso excessivo do mecanismo de diafragma Curso excessivo do embolo Protecção anti-poeira inexistente ou danificada 1.19 .12 . etc Chapa mal fixada (protecção) 1.11 .15 .18 .Tambores e discos dos travões Desgaste excessivo.Alavancas excêntricas de afinação automática Mecanismo gripado Movimento anormal indicando desgaste excessivo ou má afinação Funcionamento defeituoso 1.Tubagem rígida dos travões Risco de falha ou de rotura Fugas nos tubos ou acoplamentos Danificada ou excessivamente corroída Deficientemente apertada 1. gorduras.Sistemas retardadores (para os veículos equipados com este tipo de dispositivo) Mal montado ou ligação deficiente Funcionamento defeituoso A. tirantes ou articulações que revelem afinação incorrecta ou desgaste excessivo 1.2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros 3 2 3 1 1 1 1 2 3 2 2 2 2 3 2 3 2 2 2 2 1 2 2 2 2 2 3 2 3 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 2 2 2 2 .Compensador automático de travagem em função da carga Montagem ou ligações defeituosa Afinação incorrecta Mecanismo gripado ou inoperativo Inexistente 1. fracturas ou outros defeitos comprometedores da segurança Tambores ou discos engordurados por óleo.Cintas / calços dos travões Ausência de calços Desgaste excessivo Atacados por óleo ou gorduras 1.14 .

Anexos Ausência de revestimentos térmicos Posicionamento inadequado 1.Eficiência Para reboques e semi-reboques : Inferior a 20% Para ligeiros e pesados de passageiros : Inferior a 25% Para os restantes veículos : Inferior a 20% 4 .Comportamento funcional (aumentando a força de travagem progressivamente até ao valor máximo) Força de travagem inadequada de uma ou mais rodas A força de travagem de qualquer roda inferior a 70% do valor máximo registado na outra roda do mesmo eixo (registo automatizado dos valores) No caso do ensaio de travagem ser efectuado em estrada.1 .Sistema ABS (Sistema de travagem anti-bloqueio) Funcionamento deficiente Montagem incorrecta Mau funcionamento do indicador luminoso 2 .1 .Desempenho e eficência do travão de estacionamento 4.2 .Eficiência: Inferior a 16% ( registo automatizado dos valores) 5 .Desempenho Travão(s) inoperativo(s) num dos lados Força de travagem da roda menos travada do eixo.3 .2 . inferior a 70% do esforço máximo da outra roda Progressividade irregular na travagem (bloqueamento) Sistema automático de travagem do reboque inoperativo 3.20 .2 .Desempenho: Travão inoperativo num dos lados 4.Eficiência Para reboques e semi-reboques matriculados antes de Janeiro de 1989 Inferior a 20% Entre 20% e 40% (exclusive) Para reboques e semi-reboques matriculados a partir de Jan de1989 Inferior a 20% Entre 20% e 43% (exclusive) Para pesados de mercadorias e tractores Inferior a 20% Entre 20% e 45% (exclusive) Para ligeiros Inferior a 25% Entre 25% e 50% (exclusive) Para pesados de passageiros Inferior a 25% Entre 25% e 50% (exclusive) 3-Desempenho/eficência do travão de emergência (se existir um sistema separado) 3.Desempenho do retardador ou do travão de escape Não modulável (retardador) Funcionamento defeituoso 2 2 2 2 1 2 2 2 2 2 2 3 2 3 2 3 2 3 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros A.1 . o desvio do veículo em relação a uma linha recta é excessivo Inexistência de variação gradual da força de travagem (trepidação ou bloqueamento brusco) Tempo de resposta anormal na operação de travagem de qualquer roda Flutuação excessiva da força de travagem devida à existência de discos empenados ou de tambores ovalizados 2.Desempenho e eficiência dos travões de serviço 2.

Barras de direcção. nomeadamente. fissuras 4 .Volante e coluna de direcção Folga radial no volante.Caixa de direcção Fixação deficiente Fuga de fluído Guarda-pós ausente ou em mau estado Mau estado geral exterior. tirantes e rótulas Deformações soldaduras ou fissuras Folgas exageradas nas rótulas ou ausência de guarda-pós (c) Mau estado dos guarda-pós Limitador de direcção inexistente ou mal regulado (quando especificado) 5 .Alinhamento de direcção Desvio superior a 10 m/km (a) Desvio superior a 5 m/km e inferior ou igual a 10 m/km (a) 2 .Direcção e Volante 1 .Direcção assistida Funcionamento incorrecto (c) Fuga de fluído Tipo 2 1 2 2 2 2 2 2 2 1 1 2 2 2 1 2 2 1 Notas complementares: (a) O ensaio é feito no ripómetro com pressão correcta dos pneus e o volante solto. (b) Detectáveis sem recurso a meios auxiliares.Anexos Anexo II . superior e 1/8 de volta (45º) Folga axial no volante com batimento Resistência ao movimento Existência de deformações soldaduras ou fissuras (b) Folga nos cardans ou uniões elásticas deterioradas Má fixação do sistema de volante e coluna 3 . Resultado dos ensaios Do registo de resultados deve constar: a) O desvio (m/km) b) Data e hora do ensaio A.4 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . (c) A verificação é feita com o motor em funcionamento.

nomeadamente. deformem ou interfiram com a visibilidade para o condutor Objectos ou autocolantes não regulamentares no pára-brisas ou em qualquer outro componente que interfira com a visibilidade (a) Ausência de pálas de sol Funcionamento deficiente das pálas de sol 2 .Sistema de limpa vidros Ausência ou não funcionamento de qualquer elemento Funcionamento deficiente ou escovas em mau estado Limpa pára-brisas com dimensões ou características não regulamentares 5 .Anexos Anexo III . os relativos a seguro.Visibilidade Autocolantes na área de varrimento das escovas do limpa pára-brisas ou alterações no vidro que reduzam. 1 .Lava vidros Funcionamento deficiente Tipo 2 1 2 1 2 2 2 2 2 2 2 2 1 2 1 Notas complementares: (a) Excepto os que estão regulamentarmente colocados.Visibilidade.Vidros Vidros inexistentes ou partidos (b) Vidros não homologados Vidros com películas não regulamentares 3 . Classificação e Características de Veículos Ligeiros A. inspecção e impostos. 2) Não reduza a resistência do vidro.5 . (b) Não se considera partido um vidro que apresente fenda com dimensão que: 1) Não reduza nem interfira com o campo de visibilidade do condutor.Espelhos retrovisores Ausência de retrovisores Retrovisores não homologados Espelhos deteriorados ou com visão deficiente Sistema de regulação deficiente 4 .

do mesmo tipo. Reflectores e Equipamento eléctrico 1 . ao não funcionamento de uma delas é atribuído deficiência de grau 1. de mudança de direcção.Instalação eléctrica Mau estado da cablagem Fixação deficiente de cablagem Bateria e ligações em mau estado Tipo 2 2 2 2 1 2 1 2 2 2 1 1 2 2 1 2 2 1 2 2 2 1 1 1 2 2 2 1 2 2 2 2 1 1 Notas Complementares: (a) Nos casos em que exista mais que uma luz (ou reflector).Luzes de presença. avisadoras de perigo e sinalização lateral (a) Ausência ou não funcionamento Montagem ou cor não regulamentares Mau estado ou partidos Fixação deficiente Eficácia reduzida ou nula Funcionamento deficiente Terceira luz de travagem não homologada ou mal colocada 3 .Luzes de marcha atrás Funcionamento incorrecto Colocação não regulamentar Cor não regulamentar Orientação incorrecta provocando encandeamento Funcionamento não dependente da marcha atrás 5 . Luzes. delimitadoras.Luzes de nevoeiro à frente e à rectaguarda Deteriorada.Anexos Anexo IV .6 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . partidos ou fixação deficiente Funcionamento incorrecto ou eficácia nula à retaguarda Dependência de funcionamento não regulamentar Orientação alta 4 . de chapa de matrícula.Equipamento de Iluminação.Todas as luzes e reflectores incluindo as placas reflectoras Não homologados ou sem marca de homologação quando obrigatória 8 . de travagem. (b) Excepto a ausência no caso de luzes de nevoeiro à frente A.Reflectores e placas reflectoras (a) Ausência ou deteriorados Colocação não regulamentar 7 . ausência ou não funcionamento Funcionamento incorrecto Montagem ou cor não regulamentar Projectores não homologados Má fixação ou deficiente regulação Alinhamento incorrecto (orientação alta) Alinhamento incorrecto (orientação baixa) Diferença entre intensidade luminosa de luzes do mesmo tipo superior a 50% 2 .Luzes de estrada (máximos) e de cruzamento (médios) Deteriorados. ausência ou não funcionamento (b) Montagem ou cor não regulamentar Mau estado.Luzes do painel de instrumentos Não funcionamento de luzes indicadoras de máximos Não funcionamento de luzes indicadoras 6 .

Anexos Anexo V .Barras de torção Elementos de fixação patidos fissurados ou desapertados Barra partida ou soldada Montagem incorrecta 3 . deficiente Fugas de ar Veículo desnivelado Componentes em mau estado ou defeituosos Pressão de funcionamento insuficiente Tipo 2 2 2 2 2 2 1 2 2 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 2 1 2 2 2 2 1 2 2 2 2 2 2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros A. casquilhos ou cavilhas com desgaste ligeiro Lâminas partidas.1 .Sistemas Pneumáticos e hidroelásticos 5.Molas (de lâmina e helicoidais) e barras de torção 2. Rodas e Pneus. soldadas ou fortemente oxidadas Lâminas pasmadas (com inversão de curvatura) Lâminas pasmadas (sem inversão de curvatura) Batentes em falta.1 .Sistemas pneumáticos Ligação à carroçaria.Eixos traseiro e dianteiro Deformações.Braços de suspenção e barras estabilizadoras 4. fissurados ou desapertados Olhais.Braços de suspensão Braços de suspensão danificados ou fissurados Rótulas dos braços de suspensão com folgas Veios ou casquilhos dos braços de suspensão com folgas Deficiente fixação dos braços de suspensão à carroçaria Guarda-pós em mau estado ou inexistentes Braços esticadores com folga (tensores) 5 . partidos ou em mau estado 2. Transmissão 1 . ou ao eixo.Eixos.Mola de lâminas Braçadeiras desapertadas ou partidas Ponto de mola desapertado ou partido Brincos ou apoios partidos.7 .3 .2 . Suspensão.Barras estabilizadoras Ausência quando prevista Elementos ou casquilhos de fixação da barra estabilizadora com folga/fissurados Barra estabilizadora soldada ou fissurada Montagem incorrecta da barra estabilizadora Guarda-pós da barra estabilizadora inexistentes ou em mau estado 4.Molas helicoidais Mola partida ou soldada Molas do mesmo eixo com diâmetros de arame diferentes Molas pasmadas Montagem ou fixação incorrecta Batentes ou apoios em falta ou mau estado 2.Amortecedores Ausência Fuga de óleo Suporte partido ou fissurado Montagem incorrecta Danos exteriores 4 .2 .1 . soldaduras ou fissuras Fixações deficientes ao chassis 2 . casquilhos ou cavilhas com desgaste Olhais.

800 kg. ou diâmetro) não de acordo com o pneu 8 . expressa nos registos informatizados do respectivo equipamento.Ensaio de eficiência para veículos ligeiros (a) Diferença de eficiência entre duas rodas do mesmo eixo superior a 30 % Suspensão anormalmente ruidosa 7 .Transmissão Guarda-pós em mau estado Rolamentos ou uniões com folga exagerada Elementos de fixação ou protecções deficientes Fuga de fluído lubrificante Nota complementar: a)Aplicável a veículos ligeiros cuja tara ou peso bruto não ultrapassem 2. 2 2 2 2 1 2 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 1 2 2 1 A.Rolamentos das rodas Folga excessiva Fuga de lubrificante 10 . mais que um tipo de pneu Profundidade das ranhuras do piso inferior aos valores mínimos legais Cortes ou fissuras que ponham à vista ou alcançam a carcaça Pisos com sinais de reabertura de ranhuras (salvo em pneus regrovable) Deformações convexas (salientes) na superfície das paredes laterais Falta das marcações regulamentares incluindo a da homologação Dimensão não contemplada no livrete e diâmetro exterior diferente em mais de 5% Largura inferior à que consta do livrete Capacidade de carga incorrecta Categoria de velocidade incorrecta Sentido ou posição de montagem incorrecto Impossibilidade de manutenção da pressão correcta do ar 9 .Sistemas hidroelásticos Fugas de óleo Incorrecto funcionamento do comando manual Montagem incorrecta de componentes 6 . ovalisados) Dimensão (largura e. A medição dos valores relativos da eficiência.2 .Anexos 5. furos.Jantes Mais de um tipo de jantes no mesmo eixo Deformações localizadas que não ponham em causa o equilíbrio da roda nem a montagem do pneu Deformações localizadas que ponham em causa o equilíbrio da roda ou a montagem do pneu Empeno Fissuras Soldaduras de recuperação Corrosão excessiva Fixação com deficiência de carácter permanente (ex.Pneus Mais que um tipo de estrutura dos pneus No mesmo eixo.8 Classificação e Características de Veículos Ligeiros . deve constar dos relatórios de inspecção a partir de 1 de Julho de 1999.

1 .9 .Suporte da roda de reserva Ausência ou fixação deficiente 1.1 .Cabine e carroçaria 2. ou ineficientes Limpeza insuficiente que dificulte as observações e verificações do inspector 1. etc.) Dispositivo de ligação eléctrica ausente ou defeituoso Dispositivo de ligação eléctrica mal colocado ou mal fixado 2 . partidos ou deteriorados Ausência de dístico identificativo GPL Reservatório de GPL não regulamentar nomeadamente ausência de chapa de características 1. dimensões ou fixação não regulamentares Empeno.Anexos Anexo VI .4 .Estado geral Corrosão média ou profunda em elemento resistente Corrosão superficial em elemento resistente Deformação num elemento resistente Deformação com arestas vivas Saliências agressivas não regulamentares (frisos.2 .Reservatório e tubagens de combustível Fugas de combustível Tampão inadequado Tampão ausente Reservatório danificado Montagens ou fixações não regulamentares Tubagem ou elementos de fixação deformados.Dispositivos anti-encastramento (lateral e retaguarda) Ausência ou forma.2 . desgaste ou reparações precárias Ligação deficiente ao quadro (aperto. soldaduras deficientes ou fendas 1.Fixação da bateria Aperto deficiente Fixação deficiente ou suporte corroído 2.Fixação do motor Tipo 2 3 2 2 1 2 1 2 2 3 1 2 2 2 1 2 2 2 1 2 2 2 2 1 2 1 2 2 2 1 1 1 2 1 2 1 2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros A.Fixação Elementos de ligação ou fixação deteriorados ou incorrectos 2.) Corrosão profunda em longarina ou travessa. etc. exteriores ou interiores interiores Pára-choques em mau estado (sem saliências agressivas) Comando ou funcionamento deficiente para abertura e fecho de vidros Protecção (pintura) deficiente ou incompleta 2.Quadro e “Chassi” 1.3 . ou outros acessórios).5 .Dispositivo de reboque Montagem ou dispositivo não regulamentar ou com folgas.3 .4 . reforço.Portas e fechos (inclui tampas de motor e bagageira) Dificuldade de abertura ou fecho Mau funcionamento que ponha em causa a segurança 2.Estado geral Deformação ou empeno no quadro (longarinas ou monobloco) Longarina fendida Ligação deficiente em longarina ou travessas (soldadura.Quadro e Acessórios do Quadro 1 . empeno. fissuras.5 . parafusos. ou em elementos de fixação Corrosão média em quadro de estrutura simples (chassi) Corrosão média em quadro monobloco Corrosão superficial em quadro monobloco Palas anti-projecção inexistentes quando obrigatórias.

10 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .Anexos Apoio deteriorado ou ineficiente 2.Degraus e estribos Danificados ou com superfície do revestimento pouco aderente Ausência 2 1 2 2 1 1 2 1 2 A.7 .9 .Bancos Mecanismo de regulação do banco do condutor não funcional ou com revestimento em mau estado Fixação deficiente ou estrutura deformada 2.Antepara Ausentes ou não regulamentares Fixação deficiente ou deteriorada 2.Piso do habitáculo e do compartimento de carga Mau estado sem perigo Mau estado com perigo 2.6 .8 .

Cintos de segurança Falta de um ou mais cintos de segurança Fixações deficientes ou precintas deformadas ou gastas.Tacógrafo Ausência quando obrigatório Ausência da chapa de instalação.Todos os equipamentos e acessórios Não homologados ou sem marca de homologação quando obrigatória Tipo 2 2 2 2 1 2 1 2 2 2 2 1 1 2 2 1 2 1 2 2 1 2 1 2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros A. quando obrigatório Ausência de selagem.Limitador de velocidade Ausência da chapa de instalação. não adequado ou com prazo de validade ultrapassado Fixação deficiente ou local de fixação inadequado (bem visível e fácil acesso) 3 .Anexos Anexo VII .Triângulo de pré-sinalização Ausência ou não funcionalidade Não homologado ou não aprovado Mau estado geral 5 . ausência de selagem ou controlo caducado Funcionamento deficiente 11 .11 .Calços de roda Ausência quando obrigatória (de acordo com RPE) 7 .Caixa de ferramenta Ausência quando regulamentada ou incompleta Ausência ou não funcionamento Avisador pneumático sem comutação para avisador de utilização urbana Funcion amento deficiente 9 .Extintor Ausência.Equipamentos Diversos 1 .Caixa de primeiros socorros Ausência quando regulamentada 6 . ou mau funcionamento dos fechos Pretensor ou absorvedor de energia que já tenha sido activado 2 .Velocímetro e conta-quilómetros Ausência ou com escala em milhas Funcionamento deficiente 10 . quando prevista 12 .Dispositivos anti-roubo Ausência quando obrigatório Funcionamento deficiente 4 .

Para veículos matriculados a partir de 01-10-1986 Teor CO superior a vol% 5.0 m -1 e inferior a 3.2 .5 m-1 e inferior a 5.5 e inferior a 1 vol.12 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .m.Perturbações 1 . % inclusivé Valor de fora do intervalo 1 + 0.3.m.Emissões de escape para motores com ignição por compressão (Gasóleo) 3.1.0 m-1 inclusivé 3.Anexos Anexo VIII .Motores de aspiração natural Opacidade superior a 4.Deficiências gerais Fugas nas condutas ou silenciador Ausência de silenciador Reparações precárias ou suportes deficientes Montagem deficiente 2 .) Teor CO superior a 0.% 7 inclusivé 2.2.5 m-1 Opacidade superior a 3.5 m -1 e inferior a 3.5 inclusivé 2.03 (excepto quando indicação em contrário do construtor) 2.6 vol.1 .5 m-1 3. % 7 Teor CO superior a vol % 5.0 m-1 Tipo 2 2 1 2 2 1 2 1 2 2 1 2 1 2 2 2 2 2 2 1 2 1 2 1 2 2 A.Para veículos matriculados a partir de 01-01-1993 Com o motor em marcha lenta Teor CO superior a 0.0 m-1 Opacidade superior a 4.5 Teor CO superior a vol% 3.% Teor CO superior a 0.Para veículos matriculados antes de 01-01-1993 Com o motor em marcha lenta Teor CO superior a vol.% 1 Teor CO superior a vol % 0.5 e inferior a vol% 5.0 m-1 Opacidade superior a 2.3 vol % Valor de fora do intervalo 1 + 0.Para veículos matriculados antes de 01-10-1986 Teor CO superior a vol.1.Emissões de escape para motores de ignição por faísca (Gasolina) 2.3 vol % e inferior a 0.1.1 .3.6 vol. % inclusivé Com o motor moderadamente acelerado ( rotações > 2000 r.1. % Com o motor moderadamente acelerado ( rotações > 2000 r.0 m-1 inclusivé 3.2.5 vol.5 m-1 inclusivé 1 3.1 .Teor CO e medições 2.2 .Motores sobrealimentados Opacidade superior a 3.5 m -1 Opacidade superior a 4 m-1 e inferior a 4.Para veículos matriculados a partir de 01-01-1993 3.1 .Para veículos matriculados antes de 01-01-1980 3.2 .5 e inferior a vol.Motores sobrealimentados Opacidade superior a 3.2 .Para veículos matriculados a partir de 01-01-1980 3.Motores sobrealimentados Opacidade superior a 5.5 vol % 2.2 .2.p.Motores de aspiração natural Opacidade superior a 3.Emissões controladas .2 .1.03 (excepto quando indicação em contrário do construtor ) 3 .p.Motores de aspiração natural Opacidade superior a 2.2 .Para veículos matriculados a partir de 01-01-1993 Teor CO superior a 3.1 .1 .3 .5 m-1 inclusivé 3.Emissões não controladas Teor de CO 2.3 .1 . ) Teor CO superior a 0.2.

13 .Anexos 4 .Emissões relativas ao óleo de lubrificação Emissões generalizadas de óleo (“motor babado”) Emissões pequenas de óleo em juntas secundárias Emissões de óleo do carter. em juntas a ele associadas directamente. ou grandes emissões localizadas Emissões de vapores. de óleo provenientes do carter ou do reservatório de óleo 2 1 2 2 Classificação e Características de Veículos Ligeiros A.

Controle Suplementar de Veículos de Transporte Público 1 . ou não sinalizado.Cortinas ou dispositivos equivalentes Ausência ou mau estado de conservação 9 .Iluminação interior Deficiências em elementos do sistema de iluminação interior 5 .Ventilação e aquecimento Falta ou mau funcionamento do desembaciador de pára-brisas Deficiências em elementos do sistema de ventilação Falta ou funcionamento deficiente do sistema de ar condicionado 3 . em portas com abertura pneumática ou hidráulica Falta de martelos 2 .Saídas de emergência Não regulamentares Sinalização incorrecta ou ilegível Sinalização pouco visível Falta do comando de emergência.Sinalização informativa interior Ausência ou indicação em local não regulamentar da lotação Ausência ou indicação não regulamentar dos lugares cativos 2 2 1 2 1 1 1 2 2 2 1 2 2 2 2 1 2 1 1 1 A.Bancos Disposição não regulamentar ou fixação deficiente dos bancos Mau estado de conservação da estrutura ou revestimento dos bancos 4 .Sinalização acústica ou luminosa para paragem Ausência Mau funcionamento 10 .Roda de reserva Ausência 8 .Anexos Anexo IX .Publicidade Colocação não regulamentar de paineis publicitários Objectos publicitários que interfiram com a visibilidade do condutor 6 .Limpeza Falta de asseio ou conservação de elementos no interior ou exterior 7 .14 Classificação e Características de Veículos Ligeiros .

Outras divergências que ponham em causa a identificação Tipo de veículo divergente Tipo de caixa divergente do indicado no livrete Divergência do combustível indicado no livrete Modelo ou cilindrada de motor diferente do indicado no livrete Divergência do reservatório de GPL do indicado no livrete Outras divergências.Anexos Anexo X . de qualquer elemento ou deterioração que impossibilite a leitura Deterioração que não dificulte a leitura Falta de indicação de P. nomeadamente a cor Tipo 2 2 2 1 2 1 1 2 2 2 1 1 1 2 2 2 2 2 1 Classificação e Características de Veículos Ligeiros A.15 . (com dispositivo de reboque) Divergência de dimensões dos pneumáticos 3.Chapas de matrícula Número ou data não correspondente ao livrete Sem marca de homologação. ou viciação.R.1 . dimensões não regulamentares ou com arestas agressivas Fixação incorrecta Materiais deformados sem arestas vivas ou deteriorados 2 .Número de quadro Ausência de gravação no quadro e na chapa do construtor Ausência de gravação com identificação na chapa do construtor Divergência ou impossibilidade de leitura de qualquer caractere Divergência ou impossibilidade de leitura do número de série Indícios de alteração ou viciação 3 .Identificação do Veículo 1 .B.Livrete Indícios de alteração.