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PREFEITURA MUNICIPAL DE JACARAÚ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

I OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA - 2011
Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor)
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I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011
Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor)
1. ABERTURA DA AULA/ ACOLHIMENTO
2. CONTEXTUALIZAÇÃO

PAUTA

3. APRESENTAÇÃO DOS DESCRITORES

4. A OFICINA NA PRÁTICA

5. SUGESTÕES E ENCAMINHAMENTOS

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o Distrito Federal e os Municípios.  Nesse contexto:   Surge o IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica.  Um Plano de Metas foi criado para estabelecer as diretrizes para a União. os Estados. Surge a prova Brasil 2005. em regime de colaboração. 3 .I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) e Jocélio Coutinho (Professor) Contextualização  PDE – Plano de Desenvolvimento da Educação.

I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) e Jocélio Coutinho (Professor) Contextualização  A PROVA BRASIL AVALIA:    Competências construídas. E Detectam dificuldades na Aprendizagem. 4 . Habilidades observadas.

5 . mas a educação básica focaliza a competência leitora.  IMPORTANTE:  São várias as competências necessárias à cidadania. depois dos avanços recentes e da reflexão sobre os direitos individuais consagrados na Constituição Federal de 1988.I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) e Jocélio Coutinho (Professor) Contextualização  Direito ao aprendizado:  “O direito à Educação. que durante longos anos no Brasil significou o direito de matrícula em alguma escola. significou hoje o direito ao aprendizado.

dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).  2005 – Paralelamente à avaliação do Saeb. pelo MEC. nasce a PROVA BRASIL.I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) e Jocélio Coutinho (Professor) Contextualização  Dados e fatos de destaque:  1997 – Foram desenvolvidas as Matrizes de Referência com descrição das competências e habilidades que os alunos deveriam dominar em cada série avaliada. 6 .  2001 – As Matrizes de Referência foram atualizadas em razão d ampla disseminação.

7 .I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) e Jocélio Coutinho (Professor) Contextualização  Matrizes de Referência:  É o referencial curricular do que será avaliado em cada disciplina e série informando as competências e habilidades esperadas dos alunos.  As Matrizes do SAEB e da PROVA BRASIL:  Têm por referência os Parâmetros Curriculares Nacionais.

8 . diretamente. das competências já adquiridas e que se transformam em habilidades. apoiando-se em conhecimentos. mas sem se limitar a eles” (competência é diferente de conhecimento).  ILUSTRAÇÃO  Habilidades:  Refere-se ao plano objetivo e prático do saber fazer e decorrem.I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) e Jocélio Coutinho (Professor) Contextualização  Competência (na perspectiva de Perrenoud):  Capacidade de agir eficazmente em um determinado tipo de situação.

Esta é requisito básico para que a pessoa ingresse no mundo letrado.  ILUSTRAÇÃO 9 . para que possa construir seu processo de cidadania e. para que consiga se integrar à sociedade de forma ativa e a mais autônoma possível. de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). deve estar voltado para a função social da língua.I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) e Jocélio Coutinho (Professor) Contextualização  Aprendizado em Língua Portuguesa:  O ensino de Língua Portuguesa. ainda.

 Tipos Textuais:  Conjunto de estruturas linguísticas utilizadas no plano composicional do texto. ILUSTRAÇÃO 10 .I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) e Jocélio Coutinho (Professor) Contextualização  Texto:  Realização discursiva do gênero.  Gênero discursivo:  Pertencem a diversos tipos de discursos associados a vastos setores de atividade social.

I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) e Jocélio Coutinho (Professor) Contextualização  Os diferentes usos da Língua:  “O controle entre a concepção tradicional e a chamada discursivo-interacionista da língua pode nos ajudar a compreender melhor o processo de aprendizagem de Língua Portuguesa. 11 .

Implicações do suporte.Relação entre Textos. Tópico II . Tópico VI – Variação Linguística 12 . Tópico V – Relações entre recursos expressivos e efeitos de sentido. Tópico III . do gênero e ou/ do Enunciador na compreensão do texto.Coerência e coesão no processamento do texto.Procedimentos de leitura. Tópico IV .MATRIZ DE REFERÊNCIA DE LÍNGUA PORTUGUESA Tópico I .

Tópico I – Procedimentos de Leitura Descritores Localizar informações explícitas em um texto Inferir o sentido de uma palavra ou expressão Inferir uma informação implícita em um texto Identificar o tema de um texto Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato D1 D3 D4 D6 D14 13 .

Tópico II – Implicações do Suporte.). do Gênero e/ou Enunciador na Compreensão do Texto Descritores Interpretar texto com auxilio de material gráfico diverso (propaganda. foto etc. Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros D5 D12 14 . quadrinhos.

Tópico III – Relação entre Textos Descritores Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema. em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido Reconhecer posições distintas entre das ou mais opiniões relativas ao mesmo fato ou ao mesmo tema D20 D21 15 .

Tópico IV – Coerência e Coesão no Processamento do Texto Descritores Estabelecer relações entre partes de um texto. relações identificando marcadas por conjunções. repetições ou D10 D11 D15 Identificar a tese de um texto substituições que D7 contribuem a a tese e os argumentos oferecidos para D8 Estabelecer relaçãopra entre continuidade de um sustentá-la textoa tese de um texto Identificar D9 Identificar o conflito D 16 . texto. identificando Tópico IVou – Coerência e que contribuem pra a repetições substituições Coesão no Processamento continuidade de um texto D2 do Texto Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa Descritores Estabelecer relação causa/consequência entre partes e Estabelecer relações D elementos do texto entre partes de um 2 Estabelecer lógico-discursivas presentes no texto. advérbios etc.

identificando determinada palavra ou expressão repetições ou substituições que Reconhecer o efeito de sentido contribuem pra a decorrente da exploração de recursos ortográficos e/ou morfossintáticos continuidade de um texto D16 D17 D18 D19 Identificar o conflito D 17 .Tópico V – Relações entre Recursos Expressivos e Efeitos de Sentido Descritores Tópico IV – Coerência e Coesão no Processamento Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados do Texto Identificar oDescritores efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações Estabelecer relações D entre partes de um 2 Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de uma texto.

identificando repetições ou substituições que contribuem pra a continuidade de um texto D13 Identificar o conflito D 18 .Tópico VI – Variação linguística Descritores Tópico IV – Coerência e Coesão no Processamento do Texto Identificar as marcas linguísticas que evidenciam o Descritores locutor e o interlocutor Estabelecer relações D entre partes de um 2 texto.

I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor) Muito obrigado pela atenção! 19 .

Pensar e raciocinar .I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor) ILUSTRAÇÃOES  OBJETIVOS DO ENSINO DE LÍNGUA MATERNA:     Desenvolver a competência comunicativa. Dominar a norma culta ou padrão. Conhecera língua como instituição social. 20 .

10). 2002. p. 634). 1998. de frases escritas”(FERREIRA. “é o modo de toda e qualquer comunicação transmitida por sinais. Implicações pedagógicas.I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor) ILUSTRAÇÃOES  TEXTO .CONCEPÇÕES E IMPLICAÇÕES:  “Conjunto de palavras. inclusive lingüísticos” (SCHIDT. p. apud KOCH.   21 .

I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor) ILUSTRAÇÃOES  LEITURA . 2001. de compreensão de expressões formais e simbólicas. 14-15) 22  “Processo  Resultado . p. mas conhecendoas” (FERREIRA.CONCEPÇÕES E IMPLICAÇÕES  “Ato de percorrer com a vista (o que está escrito) proferindo ou não as palavras. p. P. 1998. 391). entre o que o leitor já sabe e o que ele retira do texto (FULGÊNCIO E LIBERATO. 1994. 30). não importando por meio de que linguagem” (MARTINS.

– Leitura através dos sentimentos.  Emocional  Racional – Leitura reflexiva 23 .I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor) ILUSTRAÇÃOES  NÍVEIS DE LEITURA – De acordo com MARTINS (1994) são três:  Sensorial – Leitura através dos cinco sentidos.

seu terraço – o sítio das avencas de minha mãe -.) Na verdade. no Recife. p.I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor) ILUSTRAÇÃOES  NÍVEL SENSORIAL: “Me vejo na casa mediana em que nasci. o quintal amplo em que se achava. 14). aquele mundo especial se dava a mim como o mundo de minha atividade perceptiva.. rodeada de árvores. seu sótão.. seu corredor. seus quartos..(. tudo isso foi o meu primeiro mundo. 24 .) A velha casa. 2001. (.. por isso mesmo como o mundo de minhas primeiras leituras” (FREIRE.

que a madrugada semiclareada viesse chegando. das formas mais diversas – gemendo a dor de suas culpas.. As almas penadas precisavam da escuridão ou da semi-escuridão para aparecer.I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor) ILUSTRAÇÃOES  NÍVEL EMOCIONAL: “Me refiro a meu medo das almas penadas cuja presença entre nós era permanentemente objeto das conversas dos mais velhos. p.. que a noite se fosse. 25 . no tempo de minha infância. (. esperava que o tempo passasse.) Me lembro das noites em que. trazendo com ela o canto dos passarinhos “manhecedores”. gargalhando zombeteiramente. pedindo oração ou indicando esconderijos de botijas. envolvido no meu próprio medo. 14). 2001. (FREIRE.

2001. p. 15). em que me fui tornando íntimo do meu mundo.I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor) ILUSTRAÇÃOES  NÍVEL RACIONAL: “Na medida. 26 . os meus temores iam diminuindo” (FREIRE. em que melhor o percebia e o entendia na “leitura” que dele ia fazendo. porém.

argumentativos (opinião). descritivos (espaço). em geral. Heterogeneidade tipológica – ocorre quando os gêneros textuais são constituídos por dois ou mais tipos.I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor) ILUSTRAÇÃOES  Tipos de texto (Ingedore. expositivos (exposição) ou injuntivos (instrução). p. Os tipos são designados como narrativos (tempo). 2006. 119-120): Os gêneros são formados por sequências diferenciadas denominadas tipos de textuais. 27 .

 Revista eletrônica.  Relatos de experiência  Publicação em Seminário  Dicionário de Termos Regionais. 28 .  Jornal Mural.  Marcar Novo Encontro.  Simulado da Prova Brasil.  Escolha de Gêneros e outros materiais de suporte.I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor) SUGESTÕES E ENCAMINHAMENTOS  Concurso de Produção de Textos.

 Escolha de Gêneros e outros materiais de suporte.  Relatos de experiência  Publicação em Seminário  Dicionário de Termos Regionais.  Marcar Novo Encontro.  Jornal Mural.I OFICINA DE LINGUA PORTUGUESA – 2011 Ministrantes: Émerson Felipe (Supervisor) Jocélio Coutinho (Professor) SUGESTÕES E ENCAMINHAMENTOS  Concurso de Produção de Textos.  Revista eletrônica. 29 .  Simulado da Prova Brasil.