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Língua Portuguesa e Literatura Profª.

Maria Inês Sabino Guimarães
Coesão e Coerência Textuais I. outras. ssim, os termos vão !ormando uma oração, e as oraç"es vão #onstituir per$odos. Essa união ou ligação entre os elementos de um texto deve apresentar um sentido l%gi#o, #oerente& para isso é ne#ess'rio o(servar as relaç"es sem)nti#as existentes entre eles. *a verdade, +' uma relação de depend,n#ia entre os termos e as oraç"es que se esta(ele#e pela #oordenação ou su(ordinação das idéias. -m texto torna.se (em #onstru$do e #oeso quando usamos os elementos gramati#ais ou #oesivos /#on0unç"es, pronomes, preposiç"es e advér(ios1, no interior das !rases, de !orma adequada. Se esses elementos de ligação !orem mal empregados, o texto não apresentar' noção de #on0unto, ou ainda, sua linguagem se tornar' am($gua e in#oerente. 2ortanto, a #oesão re!ere.se à !orma ou à super!$#ie de um texto. Ela é mantida através de pro#edimentos gramati#ais, isto é, pela es#ol+a do #one#tivo adequado na #onexão dos diversos enun#iados que #omp"em um texto. COESÃO O texto é produzido através da organização de palavras que se unem, adequadamente, umas às

3eia o tre#+o a seguir e o(serve os elementos de #oesão empregados pelo autor. 45E.6E, S7S 8O9 #asa inteligente imaginada no 8I6 ser' impregnada por #)meras de v$deo, mi#ro!ones, tel"es, #aixas a#:sti#as e sensores que !arão parte da de#oração. s #)meras, por exemplo, serão a#ionadas por um #omputador #entral para re#on+e#er #ada um dos mem(ros da !am$lia e rastre'.los em suas aç"es nos di!erentes #;modos. *ão (astasse, o sistema #ompreender' sinais manuais e gestos de #omando dos o#upantes da #asa, tais #omo não e O<. #omandos de voz. través dos mi#ro!ones, o #omputador distinguir' igualmente ssim, por exemplo, o !il+o mais vel+o, ao deitar.se na #ama para dormir, simplesmente /2eter 8oon. Isto7, @A.BB.BAAC1. DB1 O primeiro per$odo do texto é #omposto, e suas oraç"es apare#em ligadas pelo que, pronome relativo, elemento #oesivo dessa su(ordinação. parte da de#oração?. D@1 lo#ução >por exemplo?, no segundo per$odo, ini#ia um es#lare#imento em relação ao que !oi dito anteriormente, dando #ontinuidade à idéia ini#ial do texto. 5epresenta tam(ém outro elo ou elemento de #oesão entre as oraç"es. E' a preposição >para?, logo em seguida />para re#on+e#er #ada um...?1 expressa a oração su(ordinada ad0etiva introduz uma expli#ação= >...que !arão

dir'= >Computador, me a#orde às sete da man+ã?.

. as palavras >através? e >assim? /#one#tivos1 #omeçam uma seqH. a #oer.se um terr$vel advers'rio. COE5I*CI #oer. pois o #omuputador tornou.se. II. DF1 6am(ém a #on0unção e /#oordenada1 introduz a idéia de a#rés#imo /.los em suas aç"es. seria in#oerente se a#res#ent'ssemos o seguinte tre#+o= >O pro0eto da #asa inteligente mostra que o avanço te#nol%gi#o vem pre0udi#ando a vida +umana. mpliando as idéias vistas no texto anterior /> (re.te Sésamo9?1. ou se0a. o desemprego passou a representar um dos grandes dramas da so#iedade moderna. Com isso. logi#amente.n#ia em relação ao tema desenvolvido ini#ialmente.n#ia de valor ilustrativo.!inalidade no uso das #)meras. *ão +avendo o emprego #orreto dos elementos de ligação /#one#tivos1 !altar' a #oesão e. ao #onte:do. 2or isso é importante a es#ol+a adequada dos #one#tivos que serve de elo entre os termos e as oraç"es. Essa oração vem su(ordinada ou ligada à oração anterior. em que o autor imagina o surpreendente avanço te#nol%gi#o modi!i#ando nossas #asas. 8oderna1. 5e!ere. porque o texto lido men#iona 0ustamente os (ene!$#ios do #omputador nas atividades +umanas..?e rastre'. e não sua utilização #omo !orma de pre0udi#ar o tra(al+o do +omem. a expressão dessas idéias não teriam sentido ou #oer. dessa !orma. nessa #asa do !uturo. ssim.n#ia resulta da relação +armoniosa entre os pensamentos ou idéias apresentadas num texto so(re um determinado assunto. à seqH.. /Extra$do do 8anual de 5edação& autora= 3eila 3auar Sarmento. e gestos de #omando dos o#upantes da #asa?. su(stituindo o +omem em quase todas as !unç"es.n#ia ordenada das opini"es ou !atos expostos.n#ia ao texto.. o(servou que as idéias desse par'gra!o são in#oerentes.1 DG1 *as oraç"es que seguem. #on!irmando as idéias apresentadas #om exemplos. .? Jo#. na produção de um texto. #+amada de prin#ipal. Ed. O emprego desses elementos #oesivos d' ao texto uma estrutura #lara e #ompreensiva.