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ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES E TESES

MDT

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA BIBLIOTECA CENTRAL EDITORA DA UFSM

ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES E TESES

MDT

8ª edição

Santa Maria, 2012

ISBN: 978-85-7391-166-4 1.818:004 Ficha catalográfica elaborada por Maristela Eckhardt . 2012.7 cm. Editora da UFSM. Atualização e Revisão Bibliográfica Débora Floriano Dimussio Análise.818 001. : il. Título: MDT. 21 x 29. Referências bibliográficas I. 72 p. dissertações e teses : MDT / Universidade Federal de Santa Maria. Apresentação gráfica 5. – Santa Maria : Ed. Pró-Reitoria de PósGraduação e Pesquisa Estrutura e apresentação de monografias. II. Título. Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa.CRB-10/737 Universidade Federal de Santa Maria . – 8. . Monografia 3. CDU 001. Revisão e Editoração do Texto Maristela Bürger Rodrigues Tagiane Mai (bolsista) Capa e Tratamento de Imagens Monike Elen Borsoi U58e Universidade Federal de Santa Maria. Tese 4. Biblioteca Central. da UFSM. ed. Normas técnicas ABNT 6.4 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA Reitor Felipe Martins Müller Vice-Reitor Dalvan José Reinert Diretor da Editora Honório Rosa Nascimento Conselho Editorial Cezar De David Doris Pires Vargas Bolzan Honório Rosa Nascimento Leandro Cantorski da Rosa Lenine Ribas Maia Marcos Martins Neto Maristela Bürger Rodrigues Milton Luiz Wittmann Raquel Trentim Oliveira Renato Santos de Souza Sara Teresinha Corazza Análise. Dissertação 2.

....................................................... Anexo F – Lista de tabelas .......................................................... Anexo B – Folha de rosto ....................................................................................................................................... Anexo J – Miniaturas .......................... Anexo G – Exemplo de resumo .......... Anexo H – Modelo de lombada da capa de Monografias.................................................................................................................................................. Anexo C – Folha de ficha catalográfica /dados de direitos autorais .............. 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 ............................ Dissertações e Teses................................................. Anexo I – Recomendações ........................................... Anexo E – Folha de epígrafe ..............................................5 LISTA DE ANEXOS Anexo A – Capa ......................................................................................................................................................................... Anexo D – Folha de aprovação ................

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..............................................................2 Glossário ............................................5 Alinhamento .......12 Abreviaturas e siglas .1................................................... 2..........................2 Formas de apresentação gráfica geral ......4 Errata ..................2................................................... 1.........8 Numeração de ilustrações.................................. 2..1............................. 4............................. 2................................................................1 Estrutura física ....................................................................................................1 Referências ............ 3 ELEMENTOS TEXTUAIS ........................................................................ 1......................................................2 Margens .................................... 3.................................. 3..1 Capa .................... 2........................... 1........................1...................................................10...................10 Resumo em língua estrangeira ....................................................................2 Citações e referências bibliográficas ...8 Epígrafe .........................................................2 Capítulos temáticos .....................1........3 Ficha catalográfica ...............1.........14 Ilustrações ......2.......................... 1...........1........................ 1.................................................................. 1............................................. 4............ 1....................................................................1 Introdução ...................... 2..............................................................2........................................................................7 Agradecimentos ..............13 Equações e fórmulas ...........................................................................................2....1.......................................................10 Citações ..... 2.3 Fonte ..2............................................................... 2........................................................................................................... fórmulas e tabelas ......................................2............................................ equações.................................3 Artigos científicos ..........................................................................................................2.....................................................................1 Regras gerais ............................... 1...... 09 11 12 13 13 14 15 15 16 16 17 18 18 18 20 21 23 24 24 25 25 27 27 28 28 29 29 30 31 31 31 31 32 32 33 35 35 36 36 36 37 38 39 39 39 ....................... 1.... 1...1.......................................................................................................................................................................10......................................................................................................................12 Sumário ...... 2 CARACTERIZAÇÃO DE ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ...... 1..............2.................................... 1.....................2............................2.... 2...................................2 Desenvolvimento .................................. 3.......................................11 Formas de indicação das fontes das citações em notas de rodapé ou finais .............................................................................................................2......2 Folha de rosto ......................................................................2...................................................................2....................4 Espaçamentos .....................................5 Folha de aprovação .......................9 Notas de rodapé ......2..........3 Conclusão ...................1 Formato e impressão ..... 1...................................................................................................... 1..........9 Resumo...............................................................................................................................................................................................11 Listas ...............................................................................................................................................................2............................................................................ 1.........2................... 2.......................................................... 3................................................... 1...............................1...... 1 ASPECTOS BÁSICOS PARA A APRESENTAÇÃO ESCRITA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS ......................................................................................7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO ..... 2................................................ 1.................................. 1...........6 Paginação ...1 Caracterização dos elementos pré-textuais ...1.....................1.........2.......................................... 3....... 2......................7 Numeração das seções e alíneas .......................................2.............. 2.2......2..................................... 3............... 2...................... 1.......................... 4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS ............................15 Tabelas e quadros .........................................................................6 Folha de dedicatória ...................................1.1 Capítulos fixos ...........................

...5......5....................................................................... 4.......1......................1 Autor pessoal .....4................................2.............................................. 4.................................................................5........................ ANEXOS .....5 Editora ....7 Descrição física ......................................................5.....................1................................................5...........................................8 4...................2 Procedimentos para entrega do material eletrônico ............ 4..........6 Data ............ 4..................... 4........................... 5......2 Títulos e subtítulos ......................5.......1............... 4...........................6 Exemplos de referências ............................................. 4........................5............................... 4..........5.......................... 4............. 4.................................................................................................3 Apêndice ......................2 Autor entidade ..................................................1 Procedimentos para entrega do material impresso .......4.......................3 Sem local ...........................................................................................................................................................................................................................................................................................................8 Séries e coleções ............... 5.............................................................................5................................................... REFERÊNCIAS ................................................ 4..............5.............................5....................................4......................4 Anexo .........................................................................................5...5......................1 Autoria ..... 5 PROCEDIMENTOS PARA ENTREGA DO ORIGINAL .......................................3 Publicação na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações .........................................2.......... 4.................................... 40 40 40 40 40 42 42 42 42 43 43 43 43 44 44 44 44 45 47 47 47 48 57 57 57 58 59 61 ..2..........................................................2 Mais de um local .................................5...... 5..................... 4...................................................................1 Homônimos de cidades .......................1 Títulos longos .............................3 Dois títulos do mesmo autor reunidos na mesma publicação ......................................................................3 Edição .................... 4......................9 Notas .....................................................................5..5.......................................... 4................. 4.......2 Obras sem título . 4.....5............ 4.....5........ 4................................................................................... 4.....5 Transcrição dos elementos das referências bibliográficas (regras gerais de apresentação das referências bibliográficas) ............................................................................... 4......................4 Local ......................................................................................................................................3 Autoria desconhecida ................

e aos novos formatos de apresentação dessa produção. para os casos omissos. dissertações e teses. na experiência das universidades brasileiras e nos parâmetros internacionais. sugere-se a utilização de ferramentas disponíveis na Internet. Na confecção deste manual. com a preocupação de também oferecer orientações adaptadas às áreas do conhecimento. como. entre outros. à nova forma de disponibilização da produção científica. foram consideradas as recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e. A Comissão responsável pela 8a edição da MDT preocupou-se em oferecer ao leitor um manual prático e objetivo quanto à forma de tratar os conteúdos e regras metodológicas.9 INTRODUÇÃO O presente Manual de Estrutura e Apresentação de Monografias. Considera-se importante que a prática acadêmica da UFSM mantenha uma identidade e unificação de procedimentos de apresentação escrita de trabalhos científicos. pautado tanto pelas necessidades cotidianas e eventuais do ato de produzir conhecimento e de sua orientação. monografias. Mendeley. resenhas e similares. no âmbito da UFSM. abrangendo os elementos gráficos de organização e redação de artigos científicos. Este documento engloba também a orientação de outros trabalhos acadêmicos. por meio da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações. trabalhos de iniciação científica. tais como: trabalho final de graduação. . à autonomia dos regimentos dos programas de Pós-Graduação e dos Cursos de Graduação. por exemplo. tratam desse tema. fundamentados na legislação nacional. Nesse sentido. a Comissão apresenta algumas sugestões baseadas em experiências e contribuições daqueles que. foram introduzidas revisões e atualizações à edição anterior. Para a referenciação das fontes informacionais. o EndNote Web. Dissertações e Teses (MDT) tem como objetivo orientar e definir a forma de apresentação de trabalhos científicos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). como pela atualização das normas referentes à apresentação de trabalhos científicos.

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devendo expressar conhecimento do assunto escolhido.11 1 ASPECTOS BÁSICOS PARA A APRESENTAÇÃO ESCRITA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS A Universidade Federal de Santa Maria adota a língua oficial do Brasil. f) resenha: pode ser crítica ou científica e informativa. com o objetivo de reunir. módulo. 2003a. técnicas. Aconselha-se que o número máximo de páginas não ultrapasse trezentas. Sugere-se que a monografia não exceda oitenta páginas. curso. Sugere-se que esse tipo de trabalho não ultrapasse o número de cento e cinquenta páginas. são definidos pela ABNT da seguinte forma: a) monografia: trata-se de um estudo que versa sobre um assunto/tema. métodos. aceitos e/ou publicados. Os trabalhos científicos. que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina." (ABNT. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador. seguindo uma metodologia. A chamada resenha crítica ou científica requer um conhecimento aprofundado da obra/autor e da temática por ela . processos e resultados nas diversas áreas de conhecimento. estudo independente. p. b) dissertação: é um documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. c) tese: é um documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único bem delimitado. o português. conforme as regras dos periódicos aos quais foram submetidos. d) artigo científico: "parte de uma publicação com autoria declarada. e) trabalhos acadêmicos ou similares: documento que representa o resultado de estudo. programa e outros ministrados. resultantes de pesquisa. elaborado com base em investigação original. analisar e interpretar informações. como idioma para a redação de MDT e permite a utilização de artigos integrando o trabalho científico (MDT) em outros idiomas. que apresenta e discute idéias. de forma que evidencie o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É mais um trabalho de assimilação de conteúdos e de prática de iniciação na reflexão científica. 2).

.]” (ABNT.1 Estrutura física A estrutura física de um trabalho científico. 2003d. sobre o autor e para quem ela é indicada. compreende três elementos: a) pré-textuais: são elementos que antecedem o texto com informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho. em sua caracterização geral. metodologia. 1. tal resenha é usada pelas editoras ou periódicos de divulgação.12 abordada por parte do resenhista. A resenha informativa é um breve comentário geral da obra. c) pós-textuais: complementam o trabalho. p. Geralmente.. 1). A disposição desses elementos é dada no quadro 1. g) resumo informativo: “informa ao leitor finalidades. b) textuais: constituem o núcleo do trabalho. resultados e conclusões do documento [. (continua) Estrutura Elemento Capa Lombada Folha de rosto Errata Folha de aprovação Dedicatória Agradecimento Epígrafe Resumo e Abstract do trabalho Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos Lista de anexos e apêndices Sumário Apresentação em capítulos e em artigos Obrigatória Obrigatória1 Obrigatória Opcional Obrigatória Opcional Opcional Opcional Obrigatória Opcional Opcional Opcional Opcional Opcional Obrigatória Pré-textuais .

2004). digitados em cor preta (com exceção das ilustrações.13 (conclusão) Estrutura Elemento Introdução (apresentação do trabalho no todo) Desenvolvimento2 Conclusão Referências3 Glossário Apêndice Anexo Índice Apresentação em capítulos e em artigos Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Opcional Opcional Opcional Opcional Textuais Pós-textuais Quadro 1 – Disposição de elementos Fonte: ABNT (2005. O capítulo 3 aborda esse assunto com mais detalhes. em ambos os casos. a seguir descritas.0 x 29. 3 As referências dos artigos serão apresentadas conforme exigência do periódico ao qual será submetido o artigo. 1. A impressão de trabalhos com até 100 páginas será feita utilizando-se apenas uma das faces da folha. razão pela qual pode ser utilizado papel com gramatura de 75 gramas.1 Formato e impressão Os textos devem ser apresentados em papel branco.2. formato A4 (21. que podem ser coloridas). No entanto. 2005). o papel deverá ser de 90 gramas. as referências da apresentação do trabalho no todo. 1 Embora na ABNT conste que a lombada é um elemento opcional. 3). Os elementos pré-textuais. devem ser impressos em apenas uma das faces da folha (com exceção da folha de rosto das teses e dissertações.2 Formas de apresentação gráfica geral Quanto às formas de apresentação gráfica. nesta MDT será elemento obrigatório e seguirá a NBR 12225 (ABNT. ou seja. . da discussão e da conclusão serão elencadas ao final do trabalho. conforme determinado no capítulo 4. 2 O desenvolvimento apresenta subdivisões diferenciadas de acordo com as especificidades das áreas de conhecimento. p. com todos os elementos. o artigo deverá ser transcrito na íntegra. 1. que conterá.7 cm). Para trabalhos com mais de 100 páginas. já que serão utilizados os dois lados da folha. esta MDT adota as recomendações da NBR 14724 (ABNT.

orientação retrato. 3 3 3 3 2 2 3 3 2 2 2 2 (a) Normal (b) Margens espelho Figura 1 – Margens para folha A4: (a) normal.14 obrigatoriamente. d) inferior: 2 cm. que serão impressos nos dois lados da folha. devem ser impressos nas duas faces da folha. laser ou em padrão equivalente. A impressão de trabalhos acadêmicos deve ser feita em impressoras jato de tinta. nos trabalhos com mais de 100 páginas. conforme figura 1b: a) interna: 3 cm. c) superior: 3 cm. orientação retrato. b) direita: 2 cm. que serão impressos em apenas uma das faces da folha. páginas normal. d) inferior: 2 cm. e das listas e sumário cujos indicadores ultrapassarem os limites da página). b) externa: 2 cm. c) superior: 3 cm. devem apresentar as seguintes margens espelho.2. conforme figura 1a: a) esquerda: 3 cm. devem apresentar as seguintes margens. 1.2 Margens Os trabalhos com até 100 páginas. Os trabalhos com mais de 100 páginas. Os elementos textuais e pós-textuais. a ficha catalográfica no seu verso. (b) margens espelho .

i) títulos de tabelas e ilustrações: tamanho 12. excetuando-se a primeira letra. do título até a tabela. h) títulos das seções terciárias e sucessivas: seguem as regras da seção secundária. que deve estar em maiúscula. c) legendas de tabelas e ilustrações (informações adicionais ou explicativas e fonte de origem da tabela ou ilustração): tamanho 10. letras maiúsculas. f) títulos das partes e/ou capítulos (seção primária) e títulos sem indicativos numéricos: tamanho 14. e) notas de rodapé: tamanho 10. da ilustração até o título. do título da ilustração até sua legenda ou fonte.15 1. listas. d) referências: espaço simples dentro da mesma referência e dois espaços simples entre uma e outra. notas de rodapé e os resumos extensos em vernáculo e em língua estrangeira: espaço simples. excetuando-se a primeira letra. por um espaço 1. por um espaço 1. b) sumário. anexos e apêndices: tamanho 12. letras minúsculas. c) títulos das seções e subseções: devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços 1. negrito. Arial. que deve estar em maiúscula. citações longas. e) ilustrações e tabelas: devem ser separadas do texto que as precede e que as sucede por dois espaços 1. da tabela até a fonte. sem negrito. f) legendas e fontes de tabelas e ilustrações com duas linhas ou mais: espaço simples. observar os seguintes espaçamentos: a) texto normal: 1. utilizar as seguintes configurações de fonte: a) Times New Roman.2.5. porém não são apresentadas em negrito. 1.5. d) citações longas (mais de três linhas): tamanho 10.4 Espaçamentos Para formatar o trabalho. g) títulos das seções secundárias.5. negrito.5 de seu título. letras minúsculas.3 Fonte Para formatar o trabalho.2. por um espaço simples. b) texto: tamanho 12. . Liberation Sans ou similar.5. por um espaço simples.

h) legendas (fontes e notas) de tabelas e ilustrações: preferencialmente à esquerda.2. A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual. No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume.6 Paginação Todas as folhas do trabalho a partir da folha de rosto devem ser contadas sequencialmente. anexos e apêndices: preferencialmente à esquerda. partindo da margem esquerda. e) títulos sem indicativos numéricos (erratas.5 Alinhamento Observar os seguintes alinhamentos: a) texto: justificado. e sua paginação deve dar segmento à do texto principal. com parágrafo justificado. no canto superior direito da folha. com parágrafo justificado. 1. ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha.2). i) tabelas e ilustrações: centralizadas na página. d) títulos das partes e/ou capítulos (seção primária): centralizados ou alinhados à esquerda. conforme a estrutura do texto desta MDT. ilustrações. c) recuo de parágrafo para citação direta com mais de três linhas: 4 cm.2. em algarismos arábicos. f) títulos das seções secundárias e subseções: à esquerda. referências etc. a entrelinha deve ser simples. as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua. sumário. a 2 cm da borda superior. b) recuo de primeira linha do parágrafo: 1. Neste caso.): centralizado.25 cm. resumo. As folhas iniciais de capítulos e partes são contadas. a numeração contínua aplica-se a todos os tipos de desenvolvimento (3. mas não numeradas. . Havendo apêndice e anexo. 1. listas. deve ser mantida uma única sequência de numeração das folhas. g) títulos das tabelas. do primeiro ao último volume.16 g) títulos de tabelas e ilustrações: quando o título ocupar mais de uma linha. mas não numeradas. No caso das teses e dissertações com mais de 100 folhas. a numeração será por página.

1.7 Numeração das seções e alíneas Deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. segundo NBR 14724 (2005. excetuando o número da página. conforme definido no item 1. 2003b): a) o trecho final da seção correspondente.2. termina em dois-pontos. que deve ser 12.1.2.1 2.1.3 (alíneas “f” a “h”).1 Seção quaternária 1. hífen. b) o conteúdo da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto e vírgula.1 2. Os títulos das seções primárias (partes e capítulos).1. seguidas de parênteses. de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT. por serem as principais divisões do texto.1. sempre na página da direita. Os títulos devem ser destacados gradativamente.1 As alíneas são usadas para indicar itens importantes que não possuam título.1.1.1 2. no texto. 2) recomenda que a numeração progressiva seja limitada até a seção quinária e que não sejam utilizados ponto. d) as letras indicativas das alíneas são reentradas em relação à margem esquerda. e o destaque na configuração da fonte deve ser repetida no sumário. 9). .1. anterior às alíneas. p.1 Seção quinária 1. deverão iniciar em folha distinta. A NBR 6024 (2003b.1.17 1. Exemplo: SEÇÃO PRIMÁRIA 1 2 Seção secundária 1. c) as alíneas são ordenadas alfabeticamente. por letras minúsculas. p. A disposição gráfica das alíneas obedece às seguintes regras de apresentação. posicionado sob a primeira letra do texto da alínea correspondente e dele separado por um espaço de caractere. e) a alínea pode ser subdivida em subalíneas.1 2.1.1 Seção terciária 1.1. Estas devem começar por travessão (Ctrl + sinal de menos).1. travessão ou qualquer sinal após o indicativo de seção ou de seu título.

10 Citações São menções. ou seja. comentários. 1993. citação da fonte. Pode ser: – citação direta curta. de informações extraídas de outras fontes.9 Notas de rodapé As notas de rodapé têm a função de informar dados que não possam ser incluídos no texto. fórmulas e tabelas A numeração de ilustrações. 12-13). complementação de ideias. As notas1 deverão ser digitadas dentro das margens. partindo da margem esquerda. fonte tamanho 12. p. explanações e traduções. Exemplo: _____________ 1 As notas de rodapé também podem ser notas explicativas. ou notas de referência. ficando separadas do texto por um espaço simples e por um filete de 3 cm. equações.2. em notas ou em rodapé. No caso de trabalhos elaborados na forma de artigos científicos. com menos de três linhas: deve ser escrita normalmente dentro do texto.2. mas termina com vírgula. 1. equações. usam-se aspas simples. Podem ser: a) citação direta: transcrição textual (literal) de parte da obra do autor consultado. fórmulas e tabelas deve ser feita com algarismos arábicos. ano e página entre parênteses). de modo crescente. Tabela 1 ou Tabela 1.1). podendo ser subordinada ou não a capítulos ou seções do documento (por exemplo. o conteúdo também começa com letra minúscula. esclarecimentos. de forma direta ou indireta (síntese das ideias).8 Numeração de ilustrações. Se existirem mais subalíneas. Devem ser separadas do título por travessão (IBGE. que deve aparecer no texto. a numeração será independente do trabalho no todo. entre aspas duplas e com a indicação da fonte (autor. cada artigo terá numeração própria.2. . opiniões do autor. no texto. 1. como: as fontes de origem do documento.18 f) as linhas seguintes do texto da subalínea devem iniciar sob a primeira letra do próprio texto. 1. Para indicar citação no interior da citação.

p. 1988.. ou em nota de rodapé. Deshpandé e Webster (1989.. cujo original não se conseguiu ter acesso. 213) ou .. b) citação indireta: texto baseado na obra do autor consultado. porém. ou "[. – citação direta longa. 84) afirma que. 63) diz que “o papel de Pessoa na história da poesia é o exercício de extrema lucidez sobre as falácias do sujeito”. se encontrando em um determinado elemento. indo de ‘o que acontece’ para o ‘por que acontece’”. p. 1998. p. mas do qual se tomou conhecimento por citação em outro trabalho. em notas no final da parte ou capítulo. assim como a paranóia.. Exemplos: Carmagnani (1994 apud CARVALHO.] . Exemplo: Assim como a condensação no trabalho do sonho. 1995. ou. com indicação da fonte da citação junto ao texto." (VIANNA. para que não se perca o contexto da obra original. fortemente. 1997. p. aqueles fatores de divergência acabam redundando em convergências. ainda. 164 apud SEGATTO. o deslocamento onírico. com mais de três linhas: deve ser destacada com recuo de 4 cm da margem esquerda. lembrando que há no Brasil uma tradição em debater questões do ensino superior. com letra menor que a do texto utilizado (fonte 10) e sem aspas. Os vários deslocamentos acabam.. sem negrito e sem itálico) e do autor da obra consultada. a estilização literária enfatiza o aspecto da convergência. p. Nas referências bibliográficas (no final do trabalho e/ou em rodapé). 100). 13) destacam “já ser tempo de se ir além das explanações estruturais da gestão de marketing. (FONSECA. seguido da expressão apud (em fonte normal do texto. enfatiza os fatores de divergência.. isto é. somente se menciona o nome do autor da obra consultada. c) citação de citação: é a menção de um texto.19 Exemplos: Gonçalves (1995. isto é. a não utilização deste tipo de citação. Exemplo: Rocha (1997) analisa a proposta de Rui Barbosa. Recomenda-se. p. A indicação da fonte é apresentada pelo nome do autor original.

p. após o sobrenome do autor em caixa alta. e) informação verbal de palestras. Recomenda-se a utilização de ferramentas disponíveis na Internet.. Ex..2.: (LOPES.1 Regras gerais Devem ser indicadas as supressões. b) interpolações. deve-se acrescentar a expressão grifo do autor no local indicado anteriormente. 2001) sobre a Revolução Farroupilha vinculam esse fato histórico ao processo de formação dos estados nacionais no espaço fronteiriço platino e à influência do Direito das Gentes.: (LOPES. se houver coincidência de sobrenomes de autores. usam-se três pontos entre colchetes para suprimir a parte. comentários. setembro de 2009.]: caso não sejam necessárias todas as palavras ou argumentos de uma citação. separada por vírgula. p. Campo Grande.10. Quanto à autoria dos documentos. ênfases ou destaques. após o texto. acrescentam-se as iniciais de seus prenomes. 1. deve-se destacá-los e incluir a expressão grifo nosso entre parênteses.: (LOPES. se mesmo assim existir coincidência. Ex. Esta pode vir inclusive no início e no final do texto. o ano. colocam-se os prenomes por extenso na citação e repete-se o acréscimo do prenome na referência bibliográfica correspondente. . c) ênfase ou destaque: grifo. ______________ 3 ]: quando são inseridas informações Palestra apresentada por José da Silva na 10ª Reunião Anual dos Diretores de Escolas. a página. comunicações: inserir. 2000.20 As ideias desenvolvidas por Padoin (2000 apud CHIARAMONTE. grifo nosso). 2000. 225. No caso de ênfase a trechos da citação. Ex. traduções e informações verbais da seguinte forma: a) supressões [. no rodapé da página. como o EndNote Web. No caso de o destaque ter sido feito pelo autor da obra. interpolações. 225. p. debates. tradução nossa). entre outros. 2000. 225. acréscimos ou comentários [ no interior das citações diretas. d) traduções: incluir a expressão tradução nossa no final dos dados da citação dentro de parênteses quando for o caso. Mendeley. grifo do autor). o termo (informação verbal)3 e. para a formatação das citações e referências. a fonte da informação. negrito ou itálico.

após a data e sem espacejamento. 1995) (CRUZ. 225). Exemplo: De acordo com Reeside (1927a) . O direito na história. em ordem alfabética. 1997).. seguido da data de publicação do documento e da página de citação. (REESIDE. 2000. 1927b) As citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria. J. 1965) As citações de diversos documentos de um mesmo autor. 1999. Exemplo: Ela polariza e encaminha.. Na lista de referências: LOPES.. R. 1991.10. Exemplos: No texto: A chamada “pandeclística havia sido a forma particular pela qual o direito romano fora integrado no século XIX na Alemanha em particular. C... 1958) ou (BARBOSA. PAIVA. SILVA. ou . p. .” (LOPES. COSTA.2 Citações e referências bibliográficas A indicação da fonte é composta pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de cada entidade responsável. CORREA. de L. 1997. as necessidades de todos. em ordem alfabética. 2000) As citações indiretas de diversos documentos de vários autores. repetir a letra minúscula também na lista de referências. 1998. são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas.21 Exemplo: (BARBOSA. São Paulo: Max Limonad. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. (FONSECA. mencionados simultaneamente. 2000. têm as suas datas separadas por vírgula. 1997. 1989. Exemplos: (DREYFUSS. Cássio. devem ser separadas por ponto e vírgula. sob a forma de “demanda coletiva”.2. 1. publicados em um mesmo ano.

p.. B. METZ. p. que conduziria à captação de recursos privados como [. 1995. 2-5...]” (COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Na lista de referências: BRASIL. Brasília. J.. Petrópolis. Learning in adulthood: a comprehensive guide. n.22 No texto: Bobbio (1995. 34). Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. 1976.. Na lista de referências: COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. 1995). METZ. p. 1992. Plano diretor da reforma do aparelho do Estado.. R. S. N. No texto: “O mecanismo proposto para viabilizar esta concepção é o chamado Contrato de Gestão. San Francisco: Jossey-Bass. O positivismo jurídico: lições de Filosofia do Direito. DF. Editorial: Teologia e Literatura. A união europeia. que “os juristas [. J.]” (BRASIL. São Paulo: Ícone. Na lista de referências: BOBBIO. No texto: Merriam e Caffarella (1991) observam que a localização de recursos tem um papel crucial no processo de aprendizagem autodirigida. nos lembra.. Na lista de referências: JOSSUA. Concilium. . com muita propriedade. P. 1992. 1976. 3). No texto: De fato. “semelhante equacionamento do problema conteria risco de se considerar a literatura meramente [.. 5.]” (JOSSUA. p. Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias.. 1995. 30). Na lista de referências: MERRIAM. 115. CAFFARELLA. ao comentar esta situação.. 1991. v. sem quaisquer restrições [.]”. No texto: “Comunidade tem que poder ser intercambiada em qualquer circunstância.

23 1.2.11 Formas de indicação das fontes das citações em notas de rodapé ou finais A numeração das notas é feita com algarismos arábicos e deverá ser única e consecutiva para cada capítulo ou parte, aparecendo, no caso de rodapé, na mesma página que trouxer o texto citado. A primeira menção de uma nota de fonte deverá apresentar todos os elementos essenciais da referência; nas indicações posteriores, utilizam-se os seguintes recursos: a) Ibidem (Ibid.= na mesma obra): só é usado quando se fizerem várias citações de uma mesma publicação, variando apenas a paginação. Exemplo:
1 2

CHIARAMONTE, 1998, p. 145. Ibid., p. 190.

b) Idem (Id.= do mesmo autor): substitui o nome, quando se tratar de citação do mesmo autor, mas obra diferente. Exemplo:
1 2

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2001, p. 7. Id., 2002, p. 5.

c) Opus citatum (op. cit.= na obra citada): é usado em seguida do nome do autor, referindo-se à obra citada anteriormente, na mesma página, quando houver intercalações de outras notas. Exemplo:
1 2 3

HOBSBAWN, 1999, p. 87. ANDERSON, 2000, p. 73. HOBSBAWN, op. cit., p. 91.

d) Loco citato (loc. cit.= no lugar citado): é empregado para mencionar a mesma página de uma obra já citada, quando houver intercalações de outras notas de indicação bibliográfica. Exemplo:
1 2 3

SPONCHIADO, 1996, p. 27. SILVA, 2001, p. 63. SPONCHIADO, loc. cit.

e) Passim (aqui e ali; em vários trechos ou passagens): é usado quando se quer fazer referência a diversas páginas de onde foram retiradas as ideias do autor, evitando-se a indicação repetitiva dessas páginas. Indica-se a página inicial e a final.

24 Exemplo:
THOMPSON, 1990, p. 143-211 passim.

f) Apud (citado por): é a menção de um texto a cujo original não se conseguiu ter acesso, mas do qual se tomou conhecimento por citação em outro trabalho. Indicar o sobrenome do autor da citação e, entre parênteses, o ano da publicação original, a expressão “apud”, o sobrenome do autor consultado, a data da obra consultada e a página onde consta a citação. Exemplo: Carmagnani (1994 apud CARVALHO, 1998, p. 84)

As expressões constantes nas alíneas a), b) e c) de 1.2.11 só podem ser usadas na mesma página ou folha da citação a que se referem.

1.2.12 Abreviaturas e siglas

Sempre que aparecer no texto, pela primeira vez, a forma completa do nome precede a sigla ou a abreviatura, que deverá estar entre parênteses, conforme NBR 15287 (ABNT, 2006, p. 6). Exemplos: Imprensa Nacional (Impr. Nac.) Associação Brasileira de Ensino de Engenharia (ABENGE)

1.2.13 Equações e fórmulas

Quando aparecem na sequência normal do texto, é aconselhado o uso de uma entrelinha maior, que abranja todos os seus elementos (índices, expoentes etc.). Quando apresentadas fora do texto normal, deverão ser centralizadas e, se necessário, numeradas (item 1.2.8). Caso fragmentadas em mais de uma linha, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de operação. Exemplos: x2 + 2x + 4 = 0 (1)

x2 + 2x + x2 + x+y-z+x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x+ 2x + 4 = 0 (2)

25 1.2.14 Ilustrações

As ilustrações compreendem imagens visuais, tais como: mapas, fotografias, desenhos, organogramas, quadros, esquemas, diagramas, gráficos e plantas. São numeradas conforme item 1.2.8. A identificação da ilustração aparece na parte inferior, precedida da palavra designativa (ex.: Figura), seguida de seu número de ordem, de travessão, do título e/ou legenda explicativa e da fonte, se necessário. A ilustração deve ser apresentada após sua citação no texto, dentro do mesmo item ou subitem, o mais próximo possível do trecho a que se refere, conforme o projeto gráfico permita. Se o espaço da página não permitir, a ilustração deve aparecer na página seguinte, mas o texto prossegue, normalmente, no restante da página anterior. Deixa-se um espaço de duas linhas entre o texto e a ilustração. Após a ilustração, o texto se instala duas linhas abaixo da legenda (item 1.2.4). A chamada da ilustração, no texto, será feita pela indicação da palavra correspondente ao tipo de ilustração (Figura, Quadro, Fotografia, Mapa etc.), seguida do respectivo número. Exemplos: Exemplo 1: Abaixo da ilustração: Figura 25 – Numeração sequencial Figura 3.1 – Numeração por seção Exemplo 2: Chamada no texto: ... na figura 25 ou (Figura 25) ... ... na figura 3.1 ou (Figura 3.1) ... ou ou

1.2.15 Tabelas e quadros

A tabela é a forma não-discursiva de apresentar informações, das quais o dado numérico se destaca como informação central (IBGE, 1993). O quadro é outro elemento que contém informações textuais, agrupadas em colunas, seguindo as regras da ilustração. Na identificação de tabelas, devem aparecer os seguintes dados: título, cabeçalho, fonte (caso seja outra que não o próprio trabalho), notas, chamadas. A estrutura da tabela, constituída de traços, é delimitada por linhas. Não se devem delimitar (ou fechar) por traços verticais os extremos da tabela, à direita e à esquerda. Deve-se separar o cabeçalho do conteúdo por linhas simples. Os traços verticais serão usados quando houver dificuldade na leitura de muitos dados.

.. acima do cabeçalho.... repete-se o cabeçalho do quadro. assim como as notas eventuais..2...26 As regras de numeração de tabelas ou quadros encontram-se no item 1....1 – Agrupamento de informações . Exemplo 2: A 10 50 B 20 60 C 30 70 D 40 80 E 50 90 Quadro 1. o número e o cabeçalho das tabelas devem ser repetidos em todas as páginas que forem ocupadas pela tabela e. visto que são ilustrações.. b) o título. Para quadros. nas tabelas. quando citadas. respectivamente. por tratar-se de ilustração.... a não ser na última página.. deve obedecer aos seguintes critérios: a) não ser delimitada por traço horizontal na parte inferior.. após um espaço simples do fio ou linha de fechamento da tabela. posteriormente. para ser dobrada. Y... As fontes.. a fonte e as notas serão apresentados somente no final.. Exemplo 1: Tabela 1 – Dados tratados estatisticamente A Total. aparecem.. seguido de travessão. O título da tabela é colocado na parte superior... no caso dos quadros. após um espaço simples do título do quadro.... o título Quadro é colocado na parte inferior... a impressão poderá ser feita em folha A3.. Quando uma tabela ou quadro ocupar mais de uma página...1. entre parênteses. Em razão das dimensões da tabela ou quadro. escritos em letras minúsculas. para a primeira página. X.. continuação e conclusão.. c) as páginas devem ser identificadas com os termos continua.. ou reduzida mediante fotocópia...14.. as páginas intermediárias e a última página. conforme o item 1.. precedido da palavra Tabela e de seu número de ordem.... como nas demais ilustrações.. como exemplificado na seção 1... porém o título... Tabelas e quadros devem ser centrados na página..8. Total 36 10 26 a 6 01 05 b 8 02 06 c 10 03 07 d 12 04 08 Fonte: Dados hipotéticos para fins de exemplificação... alinhados à margem direita. e nos quadros. o número..2..

2.ufsm. Lista de Abreviaturas e Siglas. .ODT (Formato Aberto de Documento ODF – NBR 26300). Figura 2 – Da esquerda para a direita. Folha de Aprovação. .27 2 CARACTERIZAÇÃO DE ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Os elementos pré-textuais compreendem as seguintes partes de uma MDT: Capa (elemento externo). conforme o disposto na ABNT (2005. Lista de Símbolos.br/prpgp) nos formatos . Folha de Rosto. 3). p. . Abstract. Lista de Ilustrações. Para a sua elaboração. Lombada (elemento externo). Resumo. Lista de Anexos e Apêndices e Sumário. mas os espaços e formatos devem ser mantidos.DOC (Documento do MS Word). sequência dos elementos pré-textuais Fonte: Adaptação de parte do quadro 1 desta MDT. PDF (Formato de Documento Portátil).1 Caracterização dos elementos pré-textuais Os exemplos da estruturação e distribuição dos elementos pré-textuais estão na página da UFSM (http://www. Epígrafe. . os exemplos devem ser substituídos. Folha de Agradecimentos.RTF (Formato de Texto Rico). Lista de Tabelas e Quadros. como se observa na figura 2. Folha de Dedicatória. Errata.

em letras minúsculas e em negrito. 2. negrito e fonte tamanho 16. As capas a serem entregues às bibliotecas central e setorial devem ser feitas em papel cartão de alta densidade. Times New Roman. o nome da instituição a que é submetida. maiúsculas e negrito. fonte 12. deverá ser em fonte Arial. com as mesmas informações da capa dura.5. fonte 16.1 Capa A capa é obrigatória e deve conter as informações apresentadas conforme Anexo A. em minúsculas. posicionado três espaços simples abaixo da margem superior e entrelinha de 1.1. escrito em fonte tamanho 18. em letras minúsculas. O cabeçalho inicia na margem superior da folha. fica posicionado a doze espaços simples abaixo do título ou subtítulo. a área de concentração e o grau (em negrito): a quatro espaços simples abaixo do nome do autor. O nome do autor aparece a sete espaços simples abaixo do grau. Para a graduação. com gravações impressas em cor preta. em fonte tamanho 14. redigido em fonte tamanho 14. O título da MDT deve ser posicionado a dez espaços simples abaixo do cabeçalho. descritos abaixo e apresentados no Anexo B: a) título: em letras maiúsculas. não devendo ultrapassar três linhas. b) subtítulo: caso tenha subtítulo. entrelinhas simples e em forma de texto centralizado. O título não deve ultrapassar três linhas. maiúsculas e em negrito. entrelinha de 1.1. revestidas em vinil azul escuro e com gravações douradas. o objetivo. o Programa deve ser substituído pelo Departamento de ensino e o Curso. Os demais exemplares a serem entregues podem ter capa mole (papel dúplex ou cartolina branca). Libertation Sans ou similar (a mesma escolhida para o corpo do trabalho). devendo conter os dados básicos necessários à identificação do trabalho. em maiúsculas. negrito e fonte tamanho 14. c) nome do autor: em fonte tamanho 14. a fim de viabilizar o projeto gráfico. apresenta-se o grau da MDT. negrito. A nove espaços simples abaixo do título. O local e ano ficam junto à margem inferior da página e são escritos em minúsculas. e o alinhamento é centralizado.5. Times New Roman. O tipo de letra é a Arial.2 Folha de rosto A folha de rosto é o elemento que abre a MDT. centralizado. do Centro e do Programa de Pós-Graduação. contendo os seguintes elementos: o nome da Universidade. d) a natureza. . negrito e fonte tamanho 14. este deve ser precedido de dois-pontos. Libertation Sans ou similar (a mesma escolhida para o corpo do trabalho).28 2.

Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Química. da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM. Figura 3 – Folha de rosto e registro de especificação do trabalho acadêmico 2. A elaboração da ficha catalográfica de teses e dissertações. como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Química. Na figura 3. em fonte tamanho 14 e em letras minúsculas. Consiste em uma lista de páginas e linhas em que ocorrem erros. também conhecida como Catalogação na Fonte. Arial.29 e) nome do orientador: a seis espaços simples abaixo do item e. RS). estado e país): são indicados a um espaço simples acima do ano.1.4 Errata É elemento opcional acrescido ao trabalho depois de impresso e inserido após a folha de rosto. g) local (cidade. No caso das monografias e outros trabalhos acadêmicos. é colocado o ano. respectivamente. junto à margem inferior da página. Liberation Sans ou similar (o mesmo escolhido para o corpo do trabalho) e a fonte deve ser de tamanho apropriado para conter o máximo de informações possíveis no interior da ficha.1. Área de Concentração em Química Nuclear. f) ano: por último. a ficha não é obrigatória e não faz parte dos serviços oferecidos pelas bibliotecas da UFSM. seguida das devidas correções. faz parte dos serviços bibliotecários oferecidos pelo Sistema de Bibliotecas da UFSM à comunidade acadêmica da universidade. . não sendo inferior a 8. devendo ser elaborada mediante as regras do Código de Catalogação Anglo-Americano e posicionada na metade inferior do verso da folha de rosto.3 Ficha catalográfica A ficha catalográfica é obrigatória para as teses e dissertações. O tipo de letra é o Times New Roman. podem-se ver o modelo e exemplo. 2.

em tamanho 14. negrito. Curso ou Departamento em que se realizaram os estudos e o trabalho.. Liberation Sans ou similar. deve ser o orientador do trabalho. para todos eles. a expressão “elaborada por”. deverá estar escrito o título da MDT (no máximo. Mestre ou Doutor e o nome do campo profissional) aparecerão três espaços simples abaixo do nome do autor(a). com letras maiúsculas e minúsculas e espaçamento simples. aprova a. não mais em negrito.. em tamanho 14 e em negrito. obrigatoriamente. Caso tenha havido trabalho de coorientação. Colocar a expressão Comissão Examinadora dois espaços simples abaixo com alinhamento centralizado. com três linhas). Todo esse texto deverá ser composto em letras minúsculas da fonte Times New Roman.30 Exemplo: Página 14 ERRATA Linha 2 Onde se lê espaco Leia-se espaço 2.” (especificar o título Especialista. a seguinte frase: A Comissão Examinadora. mas em letras minúsculas. Arial. o nome do Centro de Ensino e o do Programa. abaixo assinada. a figurarem na Comissão . demarcado a partir do eixo vertical da página – de cima para baixo. Dois espaços simples abaixo dessa informação. com a mesma fonte e com o mesmo tamanho. Os nomes dos componentes da Comissão Examinadora aparecem a dois espaços simples abaixo. a titulação e a instituição de origem. será grafada. o mesmo procedimento deverá ser adotado para o segundo e terceiro nomes. Os demais nomes da Comissão Examinadora serão relacionados abaixo. Na linha seguinte. em letras maiúsculas. O corpo do texto contém os seguintes elementos: Universidade Federal de Santa Maria. mantendo a mesma fonte. Quatro espaços simples abaixo. tamanho 14. Os dizeres “como requisito parcial para obtenção do grau de. com a mesma fonte. o texto inicia na margem superior e apresenta-se centralizado. Três espaços simples abaixo. aparecerá o nome do(a) autor(a)..5 Folha de aprovação Na folha de aprovação. em tamanho 12 e em negrito. logo abaixo do último nome do professor. porém não mais em negrito. (especificar tipo de MDT).1. entrelinha simples. negrito e espaçamento simples. indicando-se. O primeiro nome é do presidente da Comissão que. isto é.. deverá ser grafado. As palavras Presidente/Orientador devem ser escritas entre parênteses.

no máximo. excepcionalmente. É uma condensação do conteúdo e deve expor as finalidades. iniciadas em letras . nome do orientador. Na última linha da página. três palavras-chave. explicativos e hierárquicos. sinceros. no mínimo. 2. a metodologia. Abaixo deste.31 Examinadora. aperfeiçoamento.1. com temática relacionada ao assunto da MDT.1. deverão constar. nome do curso ou programa. 2.7 Agradecimentos Elemento opcional. seguida da indicação de autoria. 2. no qual são destacados os elementos significativos e as novidades. O ideal seria que todas as informações básicas referentes ao trabalho (título. dirigido àquelas pessoas/entidades que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho. o resumo poderá ser escrito. em fonte 14. nome do autor. É preciso que os resumos tenham.6 Folha de dedicatória É um elemento opcional em que o autor presta homenagem ou dedica o seu trabalho. acrescentar. propriamente dito) se alojassem em uma única página. Podem também constar epígrafes nas folhas de abertura das seções primárias.1. local e data de defesa e o resumo. No Anexo D. precisos. no qual o autor apresenta uma citação. nome da instituição e centro de ensino. 2. é apresentado um modelo de Folha de Aprovação. Os agradecimentos devem ser curtos. o nome da cidade e a data (dia. 250 palavras para monografias (trabalhos de conclusão de curso de graduação. mês e ano) em que a MDT foi apresentada/defendida.1. os resultados e as conclusões da MDT em parágrafo único. especialização) e até 500 palavras para dissertações e teses. apenas.8 Epígrafe É um elemento opcional.9 Resumo O resumo é a recapitulação concisa do texto do trabalho. em letras de tamanho inferior às do corpo do texto e com entrelinhamento simples. Em face disso.

conforme diretrizes das publicações às quais forem submetidos. 2. Lista de Ilustrações. mesmo que. A um espaço de 1. Liberation Sans ou similar. indicar os que estão contidos nos artigos com numeração própria.5 abaixo.: Tabela 1 –). fonte Times New Roman. cada termo separado dos demais por ponto. Para a MDT com artigos científicos no desenvolvimento do trabalho. desenhos.10 Resumo em língua estrangeira O resumo em língua estrangeira. tamanho 14. tabelas etc. Para trabalhos elaborados na forma de artigos científicos. localizado na margem superior da página. Quando os indicadores de uma das listas ultrapassarem os limites da página. O título Lista deverá ser escrito em letras maiúsculas.1. em negrito e centrado (ex. É preciso lembrar-se de dar créditos aos autores das fotografias. o resumo do trabalho no todo. primeiramente. haverá. digitado em folha separada. haja uma só tabela. a Lista de Apêndices. símbolos e abreviaturas). Arial.32 maiúsculas. por fim. na página referente à Lista de Tabelas. ilustrações.11 Listas O penúltimo item dos elementos pré-textuais são as listas: Lista de Tabelas. é colocado o título do elemento listado. após. completandose com pontilhado até a indicação da página. Deve ser seguido das palavras-chave. localizada junto à margem direita. Ver exemplo no Anexo F. Ver modelo no Anexo G. preferencialmente em inglês. A sistemática estabelece que se utilize uma página para cada lista. a primeira letra das palavras que iniciam a segunda e demais linhas deverão ser posicionadas abaixo da primeira letra do título. e os resumos dos artigos. de acordo com as diretrizes desta publicação. . 2. mas não é necessário incluí-los na lista. Em seguida.: LISTA DE TABELAS). e finalizadas também por ponto. o seu respectivo número e o travessão (ex. usar-se-á o seu verso para a continuação. devem-se indicar. é obrigatório e deve ter as mesmas características do resumo em língua vernácula. deverá estar escrita a palavra que indica o tipo de elemento listado. obrigatoriamente. por exemplo. os elementos do trabalho no todo e. Listas de Reduções (siglas. Lista de Anexos e.1. apresentados no texto. Caso o título ocupe duas ou mais linhas.

junto à margem superior da folha. Os números das páginas são alinhados pela margem direita inferior. a exemplo das listas. excetuando-se a primeira letra. observar o sumário desta publicação. Os títulos principais são apresentados em letras maiúsculas. adotar a mesma regra e inserir o sumário completo do trabalho também no segundo volume. As demais subdivisões do subtítulo são em minúscula.3. O título SUMÁRIO deve ser centrado. O subtítulo. Quando os indicadores do sumário ultrapassarem os limites da página. usar-se-á o seu verso para continuação.33 2. em letras maiúsculas. tamanho 14 e em negrito. 2003c. . seções e outras partes da MDT que o sucedem. É o último elemento pré-textual e deve incluir o conteúdo de todo o trabalho. 2).2. fonte 12 e em negrito. na mesma ordem e grafia em que o conteúdo é apresentado. Para trabalhos organizados em forma de artigos científicos. verificar item 3.12 Sumário O Sumário compreende a enumeração das principais divisões. "Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário. que deve estar em maiúscula e não em negrito. em letras minúsculas. No caso de haver mais de um volume. Como modelo. fonte 14 e em negrito. acompanhado do respectivo número da página. O alinhamento de todas essas divisões e subdivisões é junto à margem esquerda." (ABNT.1. p.

34 .

em torno da qual o argumento é construído pelo desenvolvimento de tese e hipóteses. na prática. a problemática. a justificativa. b) para literatura. a introdução deverá apresentar o trabalho no todo. Quanto aos tempos verbais. Não deverá apresentar resultados nem conclusões. preferencialmente. Quanto à forma de redação dessas partes constituintes do texto. Exemplo: Procurou-se. A narrativa. os objetivos. uma descrição representa o momento em que o escritor transporta algo que existe em uma dimensão espacial para uma dimensão temporal – algo que surge “ao vivo em sua totalidade em um único tempo. o texto argumentativo compõe-se. o referencial teórico e uma síntese relacionando as partes constituintes do trabalho. (ABREU. verifica-se. no entanto. Aconselha-se que o texto da MDT seja redigido. em situações concretas. na descrição escrita. Deve ser utilizado o modo indicativo. de um relatório e/ou de uma experiência científica). no qual devem constar a delimitação do tema. metodologia e resultados: pretérito perfeito. que. quando não for de caráter literário. p. sugere-se: a) introdução: presente. Abreu (1989) observa que. necessariamente. cartas. Justifica. desenvolvimento e conclusão. três tipos: argumentativo. d) conclusão: presente ou pretérito perfeito. Já a descrição não ocorre em estado puro: vincula-se. Na verdade. No caso das teses e dissertações com artigos científicos no lugar dos capítulos. trata-se etc. Para Abreu (1989). a uma narração ou a uma argumentação.35 3 ELEMENTOS TEXTUAIS Parte do trabalho em que é apresentado e desenvolvido o objeto de estudo. pode resumir-se a um simples relato em ordem cronológica (é o que ocorre na redação de uma ata. o modo argumentativo incide sempre sobre a relação tema/problema. os especialistas têm apontado. aos pedaços”. monografias científicas. 1989. c) comentários: pretérito imperfeito. relatórios. no dia a dia. no estilo impessoal. e suas citações devem estar referenciadas no final do trabalho. tradicionalmente. sendo composto de três partes fundamentais: introdução. nos aparece. ofícios.1 Introdução É o primeiro capítulo da MDT. o modo argumentativo está muito presente e se manifesta sob a forma de redações escolares. petições judiciais e editoriais de jornais. com o narrativo e descritivo. . narrativo e descritivo. 7). 3.

bem como sua análise e discussão. os aparelhos. O capítulo resultados e discussão apresenta os resultados alcançados ao longo da pesquisa. capítulos temáticos e artigos científicos. Esse registro deverá conter. Sua divisão deverá valorizar os resultados e a discussão da problemática proposta.1 Capítulos fixos Nessa forma de apresentação. a descrição do objeto de estudo.36 3. de acordo com a especificidade da área de estudo. e os demais . sobretudo. A discussão e interpretação analítica dos resultados fundamentam-se em fatos amparados por conhecimentos científicos. de acordo com a área e/ou regulamento do programa: capítulos fixos.2 Desenvolvimento Parte principal do texto (não um capítulo) que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. coleta de dados. 3. bem como sua fundamentação e conhecimentos teórico e específico.2.2. A revisão bibliográfica trata das questões de bibliografia que fundamentam a pesquisa. O desenvolvimento pode ser organizado e apresentado de três formas principais. conforme NBR 14724 (ABNT. materiais ou fontes utilizados e os procedimentos seguidos. 2005). o desenvolvimento é subdividido em três capítulos definidos: revisão bibliográfica. a planificação e descrição da análise estatística e validação. sua classificação. não há normalização geral que defina o número de capítulos. métodos e técnicas (materiais e métodos ou metodologia) e resultados e discussão.2 Capítulos temáticos Nessa forma de apresentação de trabalhos científicos. da problemática ou hipóteses estabelecidas. 3. O capítulo métodos e técnicas diz respeito à(s) forma(s) de levantamento dos dados. em razão dos objetivos propostos. demonstrando que o autor conhece as formas como o tema em estudo foi e vem sendo conduzido. servindo de suporte para a metodologia e a discussão. bem como os fundamentos de sua abordagem. O primeiro capítulo ou capítulos iniciais compreende(m) a revisão bibliográfica. Sua subdivisão varia em razão da forma de abordagem do tema e do método. etapas.

...... discussão e conclusão......... Conclusão.................... Quanto à estrutura do trabalho nesse formato........... da apresentação..... do resumo.............. os elementos textuais serão constituídos em função das normas específicas do periódico............................................................ com a finalidade de integrar e discutir os resultados dos artigos como um todo...................................... Introdução........... denominado discussão.................................... podendo ser redigidos em outra língua e conforme as normas do periódico de interesse (essas normas deverão ser entregues com as cópias do trabalho na secretaria do respectivo programa..................................................... Resultados e discussão.............. Abstract... pelo menos.... identificando os elementos pelos títulos e subtítulos......... para o formato de artigos independentes: INTRODUÇÃO........... Material e métodos..................................... se houver..................... Este capítulo virá logo após os artigos e antes da conclusão.. aceitos para publicação ou publicados em periódicos indexados...... para serem anexadas ao processo) e critérios específicos definidos nos cursos/programas de pós-graduação....................2.................................................................... Resultados e discussão...................................................................................... Literatura citada – Referências bibliográficas . Material e métodos..................................................................................3 Artigos científicos O desenvolvimento ou elementos textuais neste tipo de formato compreende(m) artigos a serem submetidos.. deve constar.... ARTIGO 2 – TÍTULO..................... Na monografia e dissertação... Considerando que cada artigo deve conter a lista de referências respectivas do artigo... Para os trabalhos que contiverem pelo menos dois artigos...... Abstract............ ARTIGO 1 – TÍTULO....................... Introdução..................................... 3. segundo a disposição sequencial do texto........................... Resumo.......................... na tese. abrangendo a metodologia............ não é necessário repeti-la na lista de referências do final do trabalho... pelo menos dois............. Neste caso.. Resumo.... ...................................... Esta contemplará as citações...... os resultados e a discussão... conforme exemplos a seguir........ Exemplo 1: No sumário...37 capítulos temáticos desenvolvem o aprofundamento do assunto................ será exigido um capítulo............. um artigo e..................................... adotar a formatação do periódico e incluir os artigos sem numeração no sumário e nas listas.

........... 3............. REFERÊNCIAS......................... Tabela – 2.................... ........... Exemplo 2: Para as listas no formato de artigos independentes..................................................... a numeração deve seguir as seções do texto................ Tabela – 3 .................................................... DISCUSSÃO.........3 Conclusão Parte final do texto.......... Tabela – 2 .... na qual são apresentadas as conclusões do trabalho e em que medida os objetivos propostos foram alcançados.................................................................... Literatura citada – Referências bibliográficas ............. DISCUSSÃO Tabela – 1 ....................... ANEXOS.............................................. Tabela – 2................. Tabela – 1................... CONCLUSÃO...38 Conclusão................... ARTIGO 2 Tabela – 1........................... Quando as dissertações ou teses contiverem dois ou mais artigos............................................ ARTIGO 1 Tabela – 1....................... deve haver uma conclusão geral... Poderá conter sugestões e recomendações para novas pesquisas........... Tabela – 2......................

Sugere-se que sejam usadas ferramentas de referenciação disponíveis na Internet. sendo reunidas no final do trabalho (após o capítulo CONCLUSÃO) em uma única lista em ordem alfabética. mesmo que mencionado em nota de rodapé. Os artigos apresentarão suas listas de referências específicas. acompanhadas das respectivas definições. entre outros.39 4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Os elementos pós-textuais complementam o trabalho. apresentada no final do trabalho.2 Glossário É opcional. apêndice. Importante salientar que todos os títulos referenciados devem ter sido citados no texto. 4. em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simples (1. São constituídos por referências. se houver. 2002a).1 Referências Elemento obrigatório que consiste em um “conjunto padronizado de elementos descritivos retirados de um documento que permite sua identificação individual” (ABNT. de forma a se identificar cada documento. As referências devem ser alinhadas somente à margem esquerda do texto.4) ou um duplo (ABNT. Mendeley. glossário. é o de ordem alfabética. como o EndNote Web. 4. Consiste em uma lista. 2002a. adotado por esta MDT. p.2. em ordem alfabética. discussão e conclusão. incluirá as fontes das citações do resumo. transcrição de elementos das referências. anexo. da apresentação. A lista de referências de trabalhos com o formato de artigos científicos. de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro utilizadas no texto. O sistema de ordenação das referências. conforme as regras de normalização para submissão em periódico científico da área. 2). .

1 Autoria 4. Recomenda-se o mesmo padrão para abreviação de nomes e sobrenomes usados na mesma lista de referências. que serve de fundamentação. . São Paulo: Hucitec.5. pelo último sobrenome. abreviado(s) ou não. Os anexos são também identificados por letras maiúsculas consecutivas. comprovação e ilustração. 1996. seguido.40 4. a seguir. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. D. de modo geral. travessão e pelos respectivos títulos. a fim de complementar sua argumentação. para apresentação dos elementos que compõem as referências aplicam-se a todos os tipos de documentos e seguem a NBR 6023 (ABNT.4 Anexo Elemento opcional que consiste em um texto ou documento não elaborado pelo autor.5 Transcrição dos elementos das referências bibliográficas (regras gerais de apresentação das referências bibliográficas) Os padrões. p. sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. é um elemento opcional que consiste em um texto ou documento elaborado pelo autor. 1).5. p.1 Autor pessoal Indica(m)-se o(s) autor(es). a) um autor: BRESSAN. em letras maiúsculas. após vírgula. travessão e pelos respectivos títulos (ABNT.1. 2002a). Exemplo: Anexo A – Modelos de elementos pré-textuais 4. Exemplos: Apêndice A – Avaliação de produtos cerâmicos Apêndice B – Dimensões de produtos cerâmicos 4. pelo(s) prenomes(s) e outros sobrenomes.3 Apêndice Segundo a ABNT (2005. Gestão natural da natureza. 2005. 2). 4. tudo em negrito.

[1983].). d) mais de três autores: indica-se apenas o primeiro autor. BELINAZO. SOBRAL. ou. P. MEHELER.. M. São Paulo: Atlas. de. Exemplo: BAILY.. S. 1/2. Tecnologia. e) coordenador/organizador: quando a obra resultar da contribuição de vários autores. Dendrologia dos angiospermas: myrtales. conforme aparecem no documento. R. Santa Maria: Ed. São Paulo: Atlas. 1997. c) três autores: todos devem ser mencionados na mesma ordem em que aparecem na publicação. que se manterá no singular mesmo que exista mais de um responsável. N. b) dois autores: havendo dois autores. Análise do custo de energia consumida para aquecer água em uma residência para banho de seus habitantes. J. A divina comédia. seguido da abreviação do tipo de responsabilidade (organizador. Santa Maria. C. separados por ponto e vírgula. 1997. 1999.: Outros tipos de responsabilidades (tradutor etc. Globalização e identidade nacional. et al. 1998. C. projetos de pesquisa científica). Compras: princípios e administração. em casos específicos (por exemplo. Obs. . J. out. Exemplo: DANTE ALIGHIERI.41 PINHO FILHO... 2002. 1995.. 27-36. Londres: MIT Press. ed. (Coord. da UFSM. quando a menção de todos os autores for indispensável para indicar autoria. podem-se indicar todos os nomes. R. a entrada é dada pelo responsável. J. seguido de espaço. seguido de espaço. B. Criação de abelhas. Exemplo: BELINNAZO. M. Cognition on cognition. n. 2. os nomes destes devem ser separados por ponto e vírgula. J. H. p.). Exemplos: BARROSO. São Paulo: Círculo do Livro. Exemplo: MARCHIORI. FRANCK. Cuiabá: Sebrae. DENARDIN. L. Tradução prefácio e notas: Hernani Donato. v. coordenador) entre parênteses. seguido da expressão et al.) podem ser acrescentados após o título. 3. (Ed.

A supressão deve ser indicada por reticências. 4. 1999. ed. Prefeitura.) têm entrada. congressos etc. BRASIL.2 Autor entidade As obras de responsabilidade de entidades (órgãos governamentais. O título deve ser grafado em letras minúsculas. Não se usa destaque na fonte do subtítulo. 1976. empresas. Caderno Economia. Santa Maria. 2000.1 Títulos longos Podem-se suprimir palavras. separados por dois-pontos. Exemplos: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA.1. associações. exceto as iniciais da primeira palavra e dos nomes próprios. 1808-1983. A Razão.2 Títulos e subtítulos O título e o subtítulo (se for usado) devem ser reproduzidos tal como figuram no documento. Rio de Janeiro.5.550/87. 1983. São Paulo: Cortez. Exemplo: . Regime jurídico dos funcionários da Câmara Municipal de Niterói: Resolução 1.5. de modo geral. p. J. Exemplo: SEVERINO. Exemplo: FALTA de chuva provoca perdas em várias culturas. que devem ser em maiúsculas. Ministério da Fazenda. 4. 2. grifo ou itálico) usado para destacar o título da obra deve ser uniforme em todas as referências. 4. destacando-se a primeira palavra em letras maiúsculas. Metodologia do trabalho científico: diretrizes para o trabalho didático científico na universidade. Ministro da Fazenda.42 4. Santa Maria. NITERÓI (RJ).5. A. 1988. O recurso tipográfico (negrito. 15/16 jan. pelo seu próprio nome.1. Planejamento estratégico do PGP-1999-2001. desde que não altere o sentido.3 Autoria desconhecida A entrada é feita pelo título. Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. por extenso.5.2. 13. Niterói.

1. V. (Org. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências. dentistas. 3rd impr. 1989). 4. LAKATOS. 1990.5.. Economics of international trade.4 Local Indicar a cidade de publicação. 4.. São Paulo: Atlas.. B.5. deve-se atribuir palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento entre colchetes. Brasília.. São Paulo: Círculo do Livro. Bibliotecon. A criança: perguntas e respostas: médicos. Brasília. H. 1948. 207 p. Títulos de periódicos podem ser abreviados conforme NBR 6032 (ABNT. Exemplos: KILLOUGH. Material cartográfico: alguns conceitos básicos. 2./dez. New York: McGraw-Hill. 4. A. da USP. Exemplo: CARIBE. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQÜICULTURA. 1978. 2. Dr. p. Os artistas do crime. Recife. Carlos da Silva Lacas. MARCONI.). E.3 Dois títulos do mesmo autor reunidos na mesma publicação Registrar os dois títulos separados por ponto e vírgula. Técnicas de pesquisa. U.43 GONÇALVES.2. Prefácio do Prof. Tradução de Alba Igrejas Lopes e Luiz Corção. jul. 2nd ed. O jogo do assassino. Exemplo: . psicólogos. 153. Paginações opostas. ed. v.5.3 Edição Transcrever abreviando-se os numerais ordinais e a palavra edição no idioma do documento. M. Exemplo: MARSH. de C. 1971. R. DF. M.. professores.5. [1981]. n. São Paulo: Cultrix: Ed. 4.2. 1980. técnicos. 1987. R. E. [Trabalhos apresentados]. 5. 317-325. P.2 Obras sem título Quando não existir título.

5. 2 v. FLORES. SP: IDE.].]: Ex. M. Cálculo de geometria analítica.. Karina: a história de uma mesma mulher. L.. [S. 4. 1995. da C.4. mas puder ser identificado. A.4. Q. 1979. Não sendo possível determinar o local. [Belo Horizonte]: Fundação Christiano Ottoni. indicar o primeiro local. 1994. Bianca. Exemplo: SWOKOWSKI. entre colchetes [s. 2. E. V. MORENO. .5 Editora Observar os seguintes itens: a) abreviam-se os prenomes e suprimem-se as designações jurídicas e comercias (exemplo 1). b) havendo mais de uma editora em cidades diferentes. M.l.1 Homônimos de cidades Para evitar ambiguidade.] (exemplo 3).2 Mais de um local Se houver mais de um local para uma só editora. OCCHIUTTO. Exemplo: CAPALBO. ed. Exemplos: CASOS reais de implantação de TQC. abreviada e entre conchetes [S.4. usar a expressão sine nomine abreviada. c) se a editora não puder ser identificada.44 RABERTTI. Araras.5. 4.3 Sem local Se o local não constar na publicação. Clara. OS GRANDES clássicos da poesia lírica.5.. Libris. 11 p. L. 4. 1981. 4. Nota: na obra aparece: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – etc. 1998. Campinas: Cati. usar a expressão sine loco. E. indicá-lo entre colchetes. R.n. São Paulo: Makron Books. M. W. 2 v. citar as duas separadas por ponto e vírgula (exemplo 2).l. Normas para referências bibliográficas.5. acrescentar a indicação do estado.

São Paulo: E. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.n. 5. G.]. e a do final da referência é a data da folha de aprovação. São Paulo: Paulinas. Brasília. Eu e a escola. Exemplo: CIPOLLA. mencionar entre colchetes: [S. Nota: na publicação consta Edgard Blucher. 1995-1997.] (exemplo 4).: s. NASSIF. R.l. dissertações ou outros trabalhos acadêmicos. quando o responsável pela autoria e pela editora for o mesmo. 1997. c1993. S. Exemplos: 1) CAMPOS. 1993. e) se a editora também for autora da obra. sem espaçamento ou pontuação entre os respectivos algarismos. Compêndio de homeopatia. DIONNE. a data mencionada após o título é a da defesa. Exemplos: BULGARELLI.45 d) se o local e editora não puderem ser identificados na publicação. 2a série. A história de Mirador.5. incorporações e cisões de sociedades. FRANCO. I. 3) 4) 5) 4.n. não será indicada a editora (exemplo 5). portanto. ed.). Belo Horizonte: Ed.l. GONÇALVES. B. DF: [s. A data é elemento essencial da referência. Discursos: de outubro de 1992 a agosto de 1993. de M. isto é.n. W. São Paulo: Atlas.6 Data Indicar sempre em algarismos arábicos. C. São Paulo: Robe. 2 v. 2) LAVILLE. Fusões. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. (Coord. Blucher. seja de publicação. M.. M. da UFMG. 2000. de apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico ou outra. 2002. J. 1993.]. Rio de Janeiro. F. NBR 6023: informações e documentação: referências: elaboração. Exemplo: . Fundamentos da química orgânica. deve-se indicar uma. de copirraite. 1999.: s. de impressão. Em teses. Porto Alegre: Artes Médicas. [S.

Italiano genn. Sept. 18). 261 f. 1983. [1989?] data provável. nov. p. nov. ago. mayo jun. magg. Exemplo: Na citação: Florenzano ([1993]. New Scientist. 158. levando-se em consideração o seguinte: [19--] século certo. set. abr.134. p. n. n. . jul. dic. Santa Maria. A. Dec. May 1998. Se nenhuma data puder ser determinada. p. Alemão Jan. marzo abr. conforme grafados abaixo. 383 p. Português jan. Este procedimento aplica-se também para as fontes das citações. Mar. Okt. out. OCHERT. Dicionário de idéias semelhantes. sett. ott. 71-78. 32-35./jun. nov. Oct. [1993]. Nov. [1993].46 DZIEKANIAK. Apr. p. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção)–Universidade Federal de Santa Maria. Sistema de gestão para Biblioteca Universitária (SGBU). S. déc.. 2003. 2. agosto sept. oct. não indicada no item.]” (FLORENZANO. Feb. apr. févr. de. März Apr. Inglês Jan. fev. jan. May June July Aug. Nov. Deconstructing DNA. 1. 11. giugno luglio ag. febbr. mar. [1989] data certa. indicar os meses de forma abreviada no idioma da publicação. Ciência & Trópicos. 18) descreve “[. Em publicações periódicas. oct. Na referência: FLORENZANO.. dez.]” ou “[. mar. 2003. Exemplos: MAURA. Sept. E. [19--?] século provável. [198-] década certa.. mars avril mai juin juil. Feb. V. C. Mai Juni Juli Aug. jul. nov. Espanhol enero feb. Dez. New Jersey. dic Francês janv. Direito de habitação nas classes de baixa renda. v. registrar uma data aproximada entre colchetes. ou estações do ano. maio jun. Rio de Janeiro: Ediouro. août sept. Recife. v. A..

Que é ética. 4. entre parênteses. 1978.5. existência de material ilustrativo e dimensões para formatos excepcionais. MARINS. São Paulo: Centro Brasileiro de Classificação de Doenças. Brasília. La controversia entre universalismo y particularismo en la filosofia de la cultura. N. 3. o(s) título(s). como elemento complementar de uma publicação. . clínica. Rio de Janeiro: PUC. MARQUES. C. M. CHEMELLO.47 MANSILLA. 117) 4. n. Mimeografado. LANZELOTTE.]. Massa calcificada da vaso-faringe. 4. Lãs. R.n. G. Exemplos: LAURENTI. 1993.5. v. 24. Revista Latino-americana de Filosofía. 200 p. primavera 1998. São Paulo: Rabe. A.8 Séries e coleções Quando a publicação pertencer a uma série ou coleção. T. 1986. 2 v. Produção e perspectivas do ouro brasileiro. inclui paginação. Exemplo: VALLS. OLIVEIRA.9 Notas São informações complementares indicadas no final da referência. J. São Paulo: Brasiliense. 2. Banco de dados e hipermídia. 61 f. Mortalidade pré-natal. 61 p. 23. Radiologia Brasileira. 1999. M. São Paulo. L. O método científico: teoria e prática.. São Paulo: Harbra. GALLIANO. n. G. L.. Exemplos: BENEZ.. (Coleção Primeiros Passos. A. São Paulo: Global.. ed. C.7 Descrição física A descrição física. H. pode-se transcrever. DF: Embrapa. Aves: criação. Buenos Aires. R. PEIXES do Pantanal: agenda 1999. M. ed. il. 1979.. 1993. 82 p. teoria. Paginação irregular. linhas e retalhos.5. P. F. 9. 1999. 1991. 2000. da numeração em algarismos arábicos. C. separado(s) por vírgula. S. No prelo. Não paginado. 16 cm x 23 cm. Rio de Janeiro: [s.

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da. módulo biblioteca.n. SILVA. Campina Grande: [s. Direção de Bruno de André. Escrito e dirigido por Steve Gordon. Oscar de melhor canção e ator coadjuvante. 35 mm. Garcia.]. A. 1 escultura variável. R. 1 fotografia. C. 2 cassetes sonoros. Tremel e M. 1977. . 1980.]: Emi-Odeon. a Internet]. Escultura para viajar. Santa Maria.. * Entrevistas: SQUIER. 2008. Intérpretes: Dudley Moore. * Esculturas: DUCHAMP.br/artigo/squier-entrevista. 40 min). 1 cassete sonoro (ca. color. * DVD ARTHUR: o milionário sedutor. L. * Filmes: A ORIGEM dos andamentos. M. John Gielgud et al. L.html>.51 * Dissertações: FERNANDES. * Fitas cassete: NUNES. * Fotografias: KOBAYASHI. Produzido por Robert Greenhut. * Folhetos e livretes: BRAGA SOBRINHO. Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI-SP.. Acesso em: 4 jul. com materiais especiais. Banco de dados do programa SIE. color. C. 2008. As forças da natureza [S. São Paulo: SENAI-SP. 1999. 38 p. 16 cm x 56 cm. Doença dos xavantes. 19). E. 1 bobina cinematográfica (12 min). 61 f. son... K. Liza Minelli. 2000. FREIRE. (Documentos. Música de Burt Bacharach. 1918. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr.1991]. [Entrevista disponibilizada em 3 de setembro de 1999. aplicáveis à geomática. color. 1991. L. Distribuição dos algodoeiros no nordeste do Brasil.odontologia. 1 DVD (97 min). Dissertação (Mestrado em Geomática)–Universidade Federal de Santa Maria. São Paulo: Escola de Comunicação e Artes da USP. 1983. Entrevistadores: V. I.l. 1980. Disponível em: <http://www. M.com.

9. Porto Alegre: CORAG. Código Civil.000. DF. 8 dez. [São Paulo]: Atlas. 53-72. 49. BARROS. etc.. 1980. Estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação.unirio. Disponível em: <http://www. 1999. Leis. 2001. Lei n.br>. ed.): BRASIL. 1995. 19. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (Brasil). Acesso em: 12 ago. 1999. ago. * Homepages: UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Decisões Administrativas. 9 abr. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. Constituição (1988). de 1512-1998. 2010. Viçosa. Constituição do Estado do Rio Grande do Sul. p. n. Disponível em: <http://www.. [1996]. Decreto n. DF. Histórico. 1 videocassete (52 min). 133 p. São Paulo: Saraiva. 1 globo. R. p.780. color.in. MG: Centro de Promoções Técnicas. Rio de Janeiro.52 * Globo: GLOBO terrestre. São Paulo: Saraiva. v. 12-13. color. p. n. maio 1985. RIO GRANDE DO SUL. 2010. Poder Executivo. * Legislação em meio eletrônico: BRASIL. Câmara de Educação Superior.asp?ld=LEI%209887>. Brasília. BRASIL.205 de 29 de abril de 1975.br/mp_leis/leis_texto. Resolução n. Fixa o coeficiente de atualização monetária previsto na lei 6. * Gravações de vídeo: TECNOLOGIA de aplicação de defensivos agrícolas: módulo I. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor.gov. BRASIL. Brasília. son. G. 139. 13. primeiro dec. de 7 de dezembro de 1999. 30 cm de diâm. São Paulo. Constituição (1989). Direção de Jershon Morais. 1995. Acesso em: 22 dez. de.215 de 30 de abril de 1985. VHS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 3 de abril de 2001. Escala 1: 63. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988: atualizada até a Emenda Constitucional n.887. v. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados. 21. 11. 466-468. São Paulo. ed. 20. Portarias. 46. 1989. * Legislação (compreende Constituição. 1999. Altera a legislação tributária federal. . 91. Seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.

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7. * Monografias: LAGO. 1980. 5. . André Aspa. Rio de Janeiro. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. 30-36.edu> em 10 maio 2001. Int. B. S. * Obras mediúnicas: LUCIUS (Espírito). 17-19. Rio de Janeiro. Medidor digital multisensor de temperatura para solos. 2 abr. ed.54 * Mensagem recebida via lista de discussão: NELSON-STRAUSS. * Partituras musicais: VILLA-LOBOS. 2002. M. fev. Monografia (Especialização em Engenharia de Segurança)–Universidade Federal de Santa Maria. 1/2. EMBRAPA. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Bachianas brasileiras n. C. 1999. H. Domingo. p. 26 jun. ano 26. Paulo Estevão Cruvinel. G. n. * Patentes: COMMODITIES TRADING AND DEVELOPMENT LIMITED. SEKEFF. São Paulo: Vida e Consciência. 1 partitura (6 p. Pesquisa Veterinária Brasileira. [Psicografado por] Zíbia Gasparetto. Fotossensibilização em bovinos causada por Ammi majus (Umbiliferae) Rio Grande do Sul.). p. 2002. Processo e instalação para alcalinizar e pasteurizar as sementes de cacau antes de seu esmagamento. [1998]. Mensagem recebida da lista IAML-L <IAML-L@cornell. 1991. Rio de Janeiro: FBN/DIMAS. Rio de Janeiro./94 a set./96. 11. et al. 1996. 1989. PI 8903105-9. v. n. 30 maio 1995. PI 8002165. * Normas técnicas: ABNT. 527. BR n. O emprego dos sonhos. 1980. 1344. 15. no período de set. Unidade de Apoio. BR n. Chicago Symphony Orchestra Archive’s Online Catalog. C13 A 23G 1/02. 75 f. Análise dos acidentes de trabalho com menores de 19 anos na região de Santa Maria. Quando chega a hora. n. 25 nov. B. * Periódicos: (artigo) MENDEZ. 1980: 25 nov. Revista da Propriedade Industrial. 1996. SP). Rio de Janeiro. 3 fev. 22 p. Santa Maria. Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos. p.

Voleibol. M. 1 disquete 5 ¼. o periódico ainda é corrente. [O espaço após o hífen significa que a obra não foi encerrada. Em busca da China moderna. São Paulo. p. 1999. M. São Paulo. Santa Maria. n. São Paulo. Não paginado. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria. Cometa: divindade momentânea ou bola de gelo sujo? Ciência Hoje. v. mimeografado. Versão 1. 1 original de arte. 2001. objeto desta. 1/2. ano 5. MATSUDA. 1995/1996. mimeografado. Controle de estoque.: Referencia-se a resenha. 1984. p. Edição especial. 2. 5. Biblioteca Central. n. 1972. Cadernos de Campo. Santa Maria: UFSM. 1989. Coleção particular.55 (coleção) REVISTA DO CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS. n. Resenha de: SPENDE. Santa Maria. n. 1986. * Resenhas: Obs. Semestral. 3 p. Resenha de: SANTOS. 5/6. Cometas: do mito à ciência. 255-258. * Polígrafos e apostilas: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA./jun. seguida da expressão “Resenha de:” e a referência da obra. M. 40 cm x 50 cm. Em busca da China moderna. set. 38. 1979. Regulamento de empréstimo. óleo sobre tela. (fascículo com título próprio) As 500 maiores empresas do Brasil. Centro de Educação Física e Desportos. 30. * Programas de computador: BIBLIOTECA BRASILEIRA DE PROGRAMAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. LANNA. D.3. * Regulamentos: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA. jan. São Paulo: Companhia das Letras. Sistema operacional MS-DOS e manual de codificação. T. * Pinturas: MATTOS. 20. [198-]. 1987.. v. v.] (fascículo) REVISTA DO CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS. . Conjuntura Econômica. abr. P. J. 1987. Paisagem-Quatro Barras. Rio de Janeiro. C. 9. São Paulo: Ícone.

* Teses: ALMEIDA. Acesso em: 8 mar. Corte estratigráfico do sítio arqueológico Guará I. Lisboa: Priberam Informática. n. * Selos: NATAL: 2000 anos do nascimento de Jesus Cristo. 283312. Separata de: Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. J. Bulletin. Y. 49-62. * Textos em meio eletrônico: POLÍTICA.futuro. v. RAMOS. Qualidade e produtividade em sala de aula: um enfoque nas relações interpessoais. .). 1999.usp. (Ed. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção)–Universidade Federal de Santa Maria. 36.56 * Resumos e índices: SCHUKKEN.pt/dlDLPO>. São Paulo: USP. * Separatas de periódicos: LIMA. Acesso em: 20 ago. 312. substituindo-se a expressão “In:” por “Separata de:”. (Brasil 2000) Valor: R$ 0. 1994.. p. QUEIROS. A. p. 2000. 33 mm x 38 mm. R. C. et al. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. 2002. 1993. L.bibvirt. J. Disponível em: <http://www. color. jul. de. Separata de: DIAS. 64. p. 131-135.br/>. A relíquia. 2. 1. M. Química e sociedade: a presença da Química na atividade humana. * Slides (diapositivos): PEROTA. Arte de Thereza Regina Barja Fidalga. Lisboa: Escolar. p. 1 selo. M. [Rio de Janeiro]: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.27. Disponível em: <http://www. 1999. A.. R. 1990. 246 f. Resumo publicado no Vet. T. Canadian Journal of Veterinary Research. * Separatas: Obs. Dynamics and regulation of bulk milk somatic cell counts. 1989. 57. In: BIBLIOTECA virtual do estudante brasileiro. Moléculas da vida. color. Otawa. LOBO. 1999. 1998. 1 diapositivo. n. E. v. 1998./Apr. 1976. Santa Maria.priberam. A vida desconhecida do revolucionário alagoano Padre Caldas./set. Rio de Janeiro. Mar.: Separatas de monografias são referenciadas como monografias consideradas em parte. v.

com.PDF ou outro programa equivalente. no mínimo. nos links de “Disponibilização de Teses e Dissertações On. no menu “Formulários”. A cópia eletrônica deve ser fiel à impressa. O invólucro do CD deve estar identificado com o nome do autor. A autorização para publicação na WEB deve conter o prazo de restrição parcial ou total do conteúdo. A Biblioteca Central. Havendo necessidade de converter o texto para PDF. como fiel depositária e levando em consideração a existência do material eletrônico.Line”. digitados em fontes aprovadas nesta MDT. em arquivo único. tamanho 12. No caso de cópias digitalizadas de algumas páginas. a fim de respeitar o período para obtenção de patente. conforme o original impresso. O arquivo completo não deve ultrapassar 50 mb. bem como a tramitação completa da documentação estão disponíveis no site da PRPGP. do orientador. Expirando esse período. do título do trabalho e do programa de pós-graduação. a Biblioteca Central oferece este serviço. uma delas será direcionada para a Biblioteca Setorial da unidade universitária do curso.1 Procedimentos para entrega do original impresso Os formulários para entrega do original impresso e a tramitação completa da documentação estão disponíveis no site da PRPGP. no menu “Formulários”. . o original será publicado na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD). a qual também será depositária de apenas uma cópia em capa dura. e não deve conter chaves (senhas) que impeçam o acesso ao conteúdo. O arquivo digital do original completo deve ser entregue em programa de editoração de texto e outra cópia em . 5.2 Procedimentos para entrega do original eletrônico Os formulários para entrega do arquivo digital (autorização para publicação na WEB e a declaração de que não há problemas com direitos autorais). estas serão incorporadas ao arquivo único. não reterá mais duas cópias em capa dura em seu acervo. dessa forma. nos links das “Bancas Examinadoras”.57 5 PROCEDIMENTOS PARA ENTREGA DO ORIGINAL 5.

. as teses e dissertações serão incluídas na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFSM.58 5. juntamente com a autorização para publicação na WEB e declaração de que a publicação não infringe direitos autorais de qualquer editora.ufsm.3 Publicação na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações Logo após a entrega do arquivo digital em CD à Biblioteca Central pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. O endereço eletrônico para conferência da publicação na BDTD da UFSM é www.br/bdtd.

. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. 2005. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro. ______. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. ______. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ______. Rio de Janeiro. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. São Paulo: Ática. Rio de Janeiro. S. 2002b. ed. 2003c. 2003b. Rio de Janeiro. A. 2003d. Rio de Janeiro. NBR 6028: resumos. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. ______. Normas de apresentação tabular. IBGE. 2004.59 REFERÊNCIAS ABREU. 2003a. ______. 1989. Rio de Janeiro. 1993. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. ABNT. ______. 1989. ______. NBR 6032: abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas. NBR 12225: títulos de lombada. ______. Curso de redação. Rio de Janeiro. 3. Rio de Janeiro. 2002a.

60 .

61 ANEXOS .

62 .

63 Anexo A – Capa .

64 Anexo B – Folha de rosto .

n. Biblioteca Central da UFSM (acrescentar quando for bibliotecário da instituição) _________________________________________________________________________ © 2010 Todos os direitos autorais reservados a Fulano de Tal.65 Anexo C – Folha de ficha catalográfica/dados de direitos autorais Ficha catalográfica elaborada por Nome do(a) bibliotecário(a) e número do CRB. Santa Maria. 2010.ufsm. Endereço: Rua Doze.br . E-mail: ufesme@ct. A reprodução de partes ou do todo deste trabalho só poderá ser feita mediante a citação da fonte. Fax (0xx) 32251144. CEP: 97110-680 Fone (0xx)55 32225678. RS. Bairro da Luz.

66 Anexo D – Folha de aprovação .

(Erico Verissimo) .67 Anexo E – Folha de epígrafe Precisamos dar um sentido humano às nossas construções. E. ao sucesso nos estiver deixando cegos. saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu. quando o amor ao dinheiro.

.......... Tabela 6 – Efeitos de diferentes condições reacionais no rendimento das 1...... Tabela 7 – Reação das N-Tosil--fenetilaminas com a-cloro-a-metiltio acetato de etila . Tabela 10 – Dados espectrais de RMN de 1H e 13C............................ 2......... 3........................................... Rendimentos na preparação das N-sulfonil--fenetilaminas ................. Tabela 5 – Reação de a-cloro-a-fenilseleno acetato de etila com alcenos ........................................ 4tetra-idroisoquinolinas .................... Reação de a-cloro-a-fenilseleno ésteres com éteres enólicos de silício ..... 3..................................4-dimetoxi-N-sulfonil--fenetililamina com diferentes acloro-a-fenilseleno ésteres com éteres eólicos de silício ................................................ 2...................... dos compostos obtidos na reação entre a-cloro-a-fenilselênio propionato de etila e -fenetilaminas ......................... Tabela 9 – Dados espectrais de RMN de 1H e 13C das 1.............................................................. 12 18 21 23 30 34 39 41 45 61 ....................................................... 4... tetraidroisoquinolinas obtidas da reação entre a-cloro-a-fenilselênio propionato de eltila e -fenetilaminas ..........68 Anexo F – Lista de tabelas LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Tabela 2 – Tabela 3 – Tabela 4 – Reação de Pictet-Spengler via uso de a-cloro-a-metiltio acetato de etila ............................................................ Tabela 8 – Reação de 3........... Reação de a-cloro-a-fenilseleno acetato de etila com compostos aromáticos ...................

69 Anexo G – Exemplo de resumo RESUMO Dissertação de Mestrado Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção Universidade Federal de Santa Maria REPENSANDO O ENSINO DO ENGENHEIRO CIVIL PARA O SÉCULO XXI. mas interligadas. do MEC. O trabalho está dividido em sete capítulos tratando respectivamente de: revisão de literatura (Desafios da Engenharia Civil. O modelo da linguagem de engenharia – derivado de modelo para a linguagem verbal – é tomado como guia e referência para avaliar currículo pleno de curso de engenharia civil. nos tópicos de estudo e conteúdos básicos aplicáveis e profissionalizantes a todos os cursos de engenharia. recomendados por comissão. das contribuições. às cargas horárias de disciplinas teóricas e práticas e à proporcionalidade de matérias do currículo relacionadas com as três distintas. Trajetos da Engenharia Civil no Brasil. de coleta e análise de dados (A grade curricular do Curso de Engenharia Civil quanto às novas propostas de diretrizes curriculares e quanto às Humanidades. Palavras-chave: Ensino. Uma proposta estrutural para a linguagem da engenharia). . áreas do conhecimento: Ciências. ENFATIZANDO O PREPARO PARA ATIVIDADE PROJETUAL NA CONSTRUÇÃO CIVIL E SUA FORMAÇÃO SOCIAL AUTORA: FABIANE VIEIRA ROMANO ORIENTADOR: LUIZ VIDAL NEGREIROS GOMES Data e Local da Defesa: Santa Maria. procurou-se ressaltar a importância do papel das disciplinas projetuais nas atividades que caracterizam a prática da edificação/construção civil bem como a formação humanística de engenheiros com base nos aspectos pedagógicos. Perfil profissional do engenheiro civil em tempos modernos). de especialistas de ensino em engenharia. Engenharia Civil. Humanidades e Tecnologias. 20 de junho de 2003. Por meio desse modelo linguístico. Este trabalho apresenta um modelo estrutural para os elementos que compõem o uso da “linguagem da engenharia civil”. e das considerações da autora sobre os seus achados. às Ciências e às Tecnologias. seja com respeito às diretrizes curriculares. Definições da palavra “engenharia”. Formação Social.

70 Anexo H – Modelo de lombada da capa de Monografias. Dissertações e Teses Texto neste sentido PPGMV/UFSM. RS SOUZA. Maria Verônica Mestre 2003 Deixar espaço de 4 cm para etiqueta de lombada. .

para que não se perca o contexto da obra original. Facilita a disposição dos títulos. equacionando os espaços abaixo da linha central. o EndNote Web. como. – Para a referenciação das fontes informacionais. legendas e fontes.71 Anexo I – Recomendações RECOMENDAÇÕES – Evitar as linhas órfãs. ajustar o tamanho de tabelas e ilustrações formando um padrão que deverá ser seguido em todo o trabalho. – Sempre que possível. podem-se diminuir os espaços acima ou abaixo dos itens. A regra determina que o título deve constar acima nas tabelas e abaixo nas ilustrações. Caso seja adotado o critério à esquerda. – O espaço de entrelinhas apontado nas folhas pré-textuais tem por objetivo equilibrar a mancha gráfica. . – Não serão aceitas fotocópias de nenhum conteúdo. O material deve ser digitalizado e incorporado ao trabalho. somente contar e seguir a numeração. de forma que mantenham a proporcionalidade dos espaços e a marca visual dos exemplos. – Embora não sejam obrigatórias as listas de ilustrações e tabelas. – Recomenda-se. – Recomenda-se evitar o término de uma seção com ilustração – nessa situação. deixar o verso em branco e não numerar a página. usar em todo o texto. podendo ser alterada conforme a necessidade. a fim de inserir todos os nomes até o espaço da data de forma equilibrada. a não utilização do tipo citação de citação (apud). O mesmo se for adotado o critério centralizado. – Se o tamanho da figura ou tabela impedir a impressão no verso em virtude da qualidade gráfica. Para folha de aprovação com um número maior de componentes da banca. – Verificar se o trabalho está de acordo com o checklist inicial de formatação e estrutura disponível nos sites da Pró-Reitoria e da Biblioteca Central. Mendeley. por exemplo. ajustando a formatação. fortemente. por exemplo. – Não há rigor com relação à padronização do alinhamento dos títulos das tabelas e ilustrações. entre outros. usar texto. procede-se da mesma forma. recomenda-se inserir as listas para facilitar a busca dentro do texto. o título for muito extenso e ainda houver um subtítulo. Se. sugere-se a utilização de ferramentas disponíveis na Internet.

72 Anexo J – Miniaturas .