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Bruxaria Tradicional e Bruxaria Neopagã, ou "Wicca" As Diferenças Por: Robin Artisson Tradução: u!

ron"#abriel $eisner

%onte: &o'epage of t(e )lan Droen *+++,angelfire,co'-+.-clanndroen-(allpage,(t'l/ &01T2R0A A Bruxaria Neopagão, ou "Wicca", te.e o seu in!cio nos anos 34 e 54 co' os escritos de #erald B, #ardner, Apesar de afir'ar 6ue era 'e'bro de u' co.en "tradicional" 6ue ele encontrou no sul da 0nglaterra, falta' e.id7ncias da .eracidade desta (ist8ria, e se o "co.en" 6ue ele 'enciona era aut7ntico, então pela sua pr8pria descrição eles parece' ter sido u' grupo ecl9tico de 'açons, (er'etistas, rosacru:es e ocultistas e não .erdadeiras bruxas "tradicionais", ;s seus pr8prios registros das ati.idades e crenças-pr<ticas do grupo teste'un(a' isso, Não (< d=.idas de 6ue esta organi:ação tin(a tend7ncias e a'biç>es de "re.i.er" a Antiga Arte, 'as isto os coloca na categoria de "pagãos reconstrucionistas" e não de "Bruxas Tradicionais" Wicca, no seu credo 'oderno e na sua estrutura ritual, le'bra 'uito forte'ente u'a .ersão descristiani:ada da ;rde' da Aurora Dourada *#olden Da+n/, co' 'uitas adiç>es t(el7'icas e teos8ficas, assi' co'o 'ateriais ob.ia'ente e'prestados de Aleister )ro+le? e da ;T;, Todas essas fontes, as personalidades en.ol.idas, florescera' na re.i.ificação do ocultis'o da pri'eira 'etade do s9culo .inte e 9 do 'eio do s9culo .inte 6ue a Wicca data, A Wicca rei.indica "descender espiritual'ente" das antigas religi>es pagãs, 'as o fato 9 o de 6ue a sua estrutura ritual e a sua teologia não sustenta' 6uase nen(u'a se'el(ança co' nen(u'a cultura nati.a pagã aut7ntica da @uropa, A Bruxaria Tradicional, por outro lado, refere"se As crenças e pr<ticas de fa'!lias e organi:aç>es secretas da Arte 6ue antecede' o s9culo .inte, Nor'al'ente, apesar de a doutrina e as pr<ticas da Bruxaria Tradicional tere' ra!:es e' te'pos 'uito antigos, o te'po 'ais long!n6uo 6ue a 'aior parte das organi:aç>es tradicionais pode' se datar co' algu'a exatidão 9 o s9culo BC, @ntretanto, o folclore e a (ist8ria do s9culo BB e' diante teste'un(a' pr<ticas si'ilares A6uelas trans'itidas (oDe pelas bruxas tradicionais, %;R$AE0DAD@ Wicca te' u'a estrutura 'uito for'al, baseada no 'odelo de "tr7s graus" de iniciação, u' e'pr9sti'o 8b.io da $açonaria, A religião +iccan 9 'uito (ier<r6uica, co' deslu'brantes t!tulos de "Alto 1acerdote, Alta 1acerdotisa" e se'el(antes e 9 nor'al'ente orientado para o lado %e'inino, &< apenas duas "tradiç>es" reais de Wicca,,, #ardneriana *a original/ e Alexandrina,,, $as desde a explosão do interesse pelo oculto nos dois lados do AtlFntico, 'uitas tradiç>es "ecl9ticas" surgira', representando 6uase todo tipo de distorção cultural e 'etaf!sica 6ue .oc7 pode i'aginar *Wicca )elta, %aer? Wicca, Wicca 1axGnia, Wicca DiFnica etc, etc,/ Na Bruxaria Tradicional, nor'al'ente, não (< u'a "estrutura" de grupo clara'ente definida, 1e (<, 9 apenas li'itada a u'a região, e usual'ente não 9 r!gida co'o a Wicca, T!tulo não são tão utili:ados, e 6uando o são, eles ainda são infor'ais co'parados A 7nfase da Wicca e' t!tulos, ;s grupos tradicionais da Arte pode' ter u'a liderança, 'as esta pode tanto ser 'asculina 6uanto fe'inina, e o seu poder co'o "cabeça" de u' grupo não 9 o poder exercido pela "Alta 1acerdotisa" e pelo "Alto 1acerdote" da Wicca, )on(eci'etno, experi7ncia e a disposição de

i.#0A N@W A#@ A Wicca te' 'uitos conceitos "ne+ age" no seu cFnon 6ue si'ples'ente não encontra' lugar no contexto (ist8rico ou cultural da Antiga Arte @urop9ia. A .el ser c(a'ado As . M.erdade 9 6ue en6uanto 'uitos +iccans abrira' 'ão da crença no "fogo do inferno e danação eterna" co'o u'a barreira para as suas aç>es negati.oção di<rias ou no 'onote!s'o ne+" age. @n6uanto 6ue 'uitos po. . a 'aioria dos rituais são espontFneos e 'uito 'enos estruturados do 6ue na Wicca..ser. Hno". Não existe nen(u' traço de u'a crença co'o essa na Arte Tradicional ou e' algu' siste'a de crenças nati. 'uitos +iccans acredita' 6ue este "Deus" e esta "Deusa" são eles 'es'o aspectos de u'a unidade di.ro 6ue produ: "bruxas instantFneas" publicados pela Ee+ell?n. 6ue a'eaça co' u'a retribuição tripla pela negati.ia'ente A 'ão. . Al9' do 'ais.ente.e:es". ou u' incr!. A .el pessoal. &< for'as rituais.ino 9 c(a'ado de "duote!s'o" e não te' precedentes ne' na antiga @uropa. Assi'..T@L1$. DH. Alguns destes conceitos estão listado abaixo: JAR$A: este conceito (indu-budd(ista foi le. e não a egolatria.as. "Todos os Deuses são u' Deus e todas as Deusas são u'a Deusa. 'as elas são 'uito parciais.idade dos outros." @ste reducionis'o di. o progresso de u'a pessoa 9 $H0T.aria de alguns poucos 'eses a u' ano ou dois.el. 'uito be' adaptado facilitar as consci7ncias dos usual'ente ex"cristãos con... @les acredita. a Wicca aceita isso co'o u'a lei f!sica e i'ut<.s rituais e ritos da Wicca ta'b9' tende' a ser 'uito for'ais e escritos pre.el'ente de u'a fonte teos8fica.el.ertidos A Wicca.ersão ne+"age do $onote!s'o.ersal. T@. ou por 6ual6uer pessoa na Terra. "n!.e:es de ". 6uase ao ponto filos8fico de transcend7ncia e poder uni. . Não (< a crença na Arte Tradicional de "d9bitos K<r'icos" ou de "Kar'a carrega pela pessoa" de. na 6ual u'a pessoa pode ser "u' Alto 1acerdote de terceiro grau" no espaço 6ue . 9 claro.indades sendo "'aiores" do 6ue outras.e:es aparece ta'b9' na Arte Tradicional. 'as "Kar'a" ne' 9 citado.E. algu'as for'as at9 'uito antigas. por6ue . .ando direto a u'a . u'a crença 'oderna.s diferentes deuses e deusas cultuados pelos nossos ancestrais europeus. A Arte Tradicional aceita isso. 0sto 9 ..a' e' 'uitos Deuses ou e' Deuses locais. en6uanto 6ue na Bruxaria Tradicional.ir são fatores decisi. &< algu'as crenças agora *assi' co'o nos te'pos antigos/ de algu'as di.: A crença +iccan deter'ina 6ue (< apenas dois seres di.ado para a Wicca por #ardner. pro. eles a substitu!ra' para "lei tr!plice". ou 'es'o 'ais r<pido ele te' e' 'ãos u' li.oc7 o fa:. nos le. "Destino" 9 u' conceito i'portante.ina incognisc!.. A id9ia 9 a de 6ue não 9 co'o . 'as na for'a de 'ist9rios e não na de. Na Arte Tradicional. 0sto As .erdade para 'uitas Bruxas Tradicionais.oc7 fa: algo. 'uito abertas e si'ples.ido As suas aç>es. ne' nas crenças das bruxas tradicionais. atra. Ii. u' "deus" e u'a "deusa".a. 'ais lento do 6ue na Wicca..er a .inos. Nossos ancestrais europeus era' Polite!stas. 'as si'. dadas por poderes de do outro 'undo.. Na Arte Tradicional.9s do te'po.ida.o"europeu sobre. de fato.os e' 'uitas 9pocas e lugares t7' a'eaçado poetica'ente as pessoas co' a id9ia de 6ue as suas aç>es retornarão a elas "'ultiplicadas 'uitas .erdade são geral'ente experi7ncias 6ue acontece' a u' n!.os para a 'aior parte dos l!deres de grupos tradicionais. são considerados co'o "aspectos" ou "'anifestaç>es" destes dois seres. aprendi:ado e experi7ncia são cruciais para u' "progresso" genu!no e "iniciaç>es" de ." A E@0 TRLPE0)@: @sta estran(a noção não te' base na (ist8ria ou na realidade.erdadeira crença da Arte Tradicional a respeito desses assuntos era' e são 'uito diferentes dos conceitos orientais de "Kar'a.el interno" do ritual te' 'ais 7nfase do 6ue o externo no trabal(o tradicional. a coleção de t!tulos e a fo'e de poder.

id7ncias 6ue sugere' 6ue os bret>es nati. e' especial. e não para "lei". A 9tica na Antiga Arte 9 co'pleta'ente a'b!gua e regida pelas circunstFncias.ais/. apenas u' . A Arte Tradicional 9 bastante orientada para a fa'!lia e para a %9.os *6ue precedera' e' 'uito os celtas na .s +iccans trata' esta "Rede" co'o se fosse u'a lei c8s'ica i'ut<. isso teria 6ue ser feito de for'a econG'ica. então parar a6uele 6ue est< causando a a'eaça 9 a prioridade. MT0)A A religião Wicca te' u'a "Rede" ou "regra de ouro" 6ue for'a a base da 9tica +iccan.a' os solst!cios e os e6uin8cios nos te'pos pr9"cristãos. a 'aior parte das pessoas antiga'ente era' co'pleta'ente iletradas.i.. . @ntretanto. #erald #ardner. danos e feridas fa:e' parte de n8s. %@1T0IA01 . a . D@ 1. ou da nature:a. 'as 9 si'ples'ente co'o as coisas são. $as para a religião +iccan 9 u' dog'a irre'o. pelos druidas "re. M 'uito co'u' e' c!rculos +iccanos se ou. ter e. "Rede" 9 u'a pala.id7ncias escritas do 6ue ..alistas" ro'Fnticos da 0nglaterra. &< u' te'po e u' espaço para cada u'a das 6ualidades. (u'anos. tudo isso existe na nature:a.ocar.ra anglo"saxã para "consel(o". en6uanto 6ue outra tradição poder< celebrar os fluxos solares.el.. Al9' disso. não obser. @ntretanto.oca.. influenciado por outros ocultistas. de Tradição para Tradição e de pessoa para pessoa. 9 o 6ue as bruxas tradicionais farão e não nen(u'a i'posição 9tica contra isso. os 6uatro festi. neste caso.erno.. 0sso 9 dif!cil para ne+"agers entendere'. Negar 6ual6uer lado seu. entre os praticantes tradicionais da Arte 1ecreta. esta 9 u'a in.as inerentes A nature:a. os Dias 1agrados celebrados são diferentes de região para região.$BRA1: Eixo. se eles fore'.. Atente para isso.el. os dias sagrados são se'pre regulados pelos fluxos da nature:a e são diferentes dependendo de para onde . os solst!cios e os e6uin8cios tende' a não ser. As 6uatro datas dos antigos celtas *1a'(ai'.oc7 fosse pego." @sta 9 u'a boa sugestão e 9 basica'ente u'a refor'ulação da "regra de ouro" Dudaico"cristã.ida. Danos e feridas. ela dita o seguinte: "faça o 6ue 6uiser. N8s 'ata'os plantas e ani'ais para co'7"los.!.ais de col(eita. 'as os antigos celtas não tin(a' u' calend<rio 8ctuplo.e: o "ED1" seDa algo real.entado de "oito sab<s" para a Wicca.E0IR.ocaç>es de "Pan. calend<rio +iccano 9 di. não 9 "boa" ou "'<". 6uando na realidade. Na Bruxaria Tradicional.. Beltane etc. a 6ual eu irei discutir depois. A Arte. 6ue trouxe este conceito in./ pode' ser ainda seguidos e' alguns lugares. $ata'os as bact9rias da <gua para beb7"la.en sinta"se A . tal. @les não tin(a' ne' ao 'enos 6uatro estaç>es.oc7 fa:ia era u'a sentença de 'orte se . A Antiga Arte era principal'ente passada adiante oral'ente e se fosse escrita. )o' nen(u' respeito A cultura ou (erança fa'iliar e co' nen(u'a autenticidade ou contexto (ist8rico.enção 'oderna. e n8s. Assi'.oc7 for. por exe'plo. &< e.a.inda para as 0l(as BritFnicas/ o fa:ia'.ir in.. M neste t8pico 6ue o assunto "seriedade e autenticidade" torna"se 'ais tenso. 'as nos Antigos Dias. no. 9 a'bas as coisas. 'as. os dois solst!cios e os dois e6uin8cios. Eillit( e %re?a" ou de 6ual6uer outro conDunto de deuses e deusas 6ue o co..erão e u' in. @ste assunto todo acaba sendo u'a outra negação +iccan das tre. 1e isso significar preDudicar algu9'.ido e' oito sab<s *festi. e o poder 6ue ela in.ontade para in.ais celtas. desde 6ue não preDudi6ue a nada ne' ningu9'.a'ente. T(or. Na Wicca. a Arte Tradicional não te' tal regra. . 1e algu9' a'eaçar a fa'!lia ou a %9..s celtas. H'a tradição agr!cola ir< seguir os fluxos de plantação e col(eita e celebrar festi. 9 afastar"se do 'ist9rio central: o da totalidade. Iida ali'enta a . so'os partes dela.

tais co'o As )la.as.1" D@ TRABAE&.ia' os deuses e o uni. ta'b9' ressuscitadas e usadas pela #olden Da+n. por tr<s disso. @sta . 9 co'u'. A Wicca tende a ignorar estas tre.os da terra.ida. do seu po.o e da sua (ist8ria. @les tende' a ser coisas co'o .el co'o u' lugar de poder positi. A Nature:a 9 tanto ben9. psicologica'ente. deter'ina' o contexto cultural da tradição. Wicca aparece co'o u'a religião de "sinta"se be'" e "bondade e lu:".er traços disso e' alguns tradicionalistas influenciados pelo pensa'ento oriental ou (er'9tico. Bruxas tradicionais tende' a não usar conDuntos for'ais de instru'entos. apesar de tere' certos i'ple'entos.is!. "c!rculo '<gico" traçado 9 baseado nos c!rculos '<gicos de con(ecidos gri'8rios de Alta $agia. $uitas tradiç>es da Arte Tradicional das 0l(as BritFnicas te' u' senti'ento Anglo"1axão ou #er'Fnico-N8rdico e. co'o u'a realidade dos dias 'odernos. 'artelos. representando os 6uatro ele'entos (er'9ticos. nor'al'ente . tanto nos te'pos antigos 6uanto agora.ola 6uanto cruel.el ru'o A realidade. 6ue os "instru'entos" usados pelos +iccans seDa' a Taça. Tradiç>es escocesas e irlandesas te' a ser *ob.isão de "a bondade e a lu:.er real'ente pr8xi'os A Nature:a. @sta 9 u' postura i'perdoa. e dos po. $as a 'aioria das tradiç>es não o fa:. a %aca e o Bastão. assi' co'o no 'undo natural. 9 ta'b9' 8b. &< u'a escuridão inerente A Nature:a. As "in. 9 absoluta'ente co'o os nossos ancestrais . na nature:a pessoal dos esp!ritos e dos deuses e ta'b9' dos seres (u'anos. co' a sua fixação e' co'o são "'ara.7e' as coisas.o e repleto de esp!ritos pronta'ente dispostos a nos auxiliar. Algu'as tradiç>es ta'b9' não . .. 9 co'o as bruxas tradicionais . "0N1TRH$@NT.a'ente usado pela #olden Da+n. pedras.ocaç>es dos 6uadrantes" são baseadas na 'agia enoc(iana de Po(n Dee.!culas de 1alo'ão. algu'as tradiç>es ta'b9' usa' facas. @sp!ritos destruti. siste'a de 6uatro ele'entos NO. Na Arte Tradicional.i. dando e tirando. ta'b9' extensi. c(ifres..el'ente ne+"age e 'ostra u'a total falta de seriedade e contexto cultural. #eral'ente. para cidadãos 'odernos dos centros urbanos 6ue nunca .orar os seus fil(os 6uanto a ger<"los. espel(os. especial'ente nas 0l(as BritFnicas. Algu'as tradiç>es da Wicca tenta' unir"se a apenas u'a cultura de deuses e u' conceito religioso.NDAD@ @ EHN A Wicca. NO.i. co' o seu estilo 'oderno e seguidores 6uase se'pre urbanos.os e danosos são fatos da . e o fato de 6ue a "deusa" est< tão propensa a de. a culta dos po.assouras. @ste 9 passo ad'ir<. caldeir>es. falta A Wicca tal base. dependendo da tradição. perdeu 'uito da sua conexão co' a Nature:a e co' a Terra. 0sso por6ue a Arte Tradicional 9 parte da terra. B. crFnios *(u'anos ou de ani'ais/.isão co'pleta'ente desbalanceada. cordas." 0sto fa: sentido. preferindo a .ia'ente/ estrita'ente c9lticas.os de algu'as geraç>es atr<s. .enerando a sua Deusa da Nature:a co'o u'a figura 'aternal e 'uito a'<.crença +iccana de 6ue os deuses e as deusas são todos "u' s8" fa: co' 6ue os +iccan ac(e' 6ue eles te' o direito de alegre'ente c(a'ar 6ual6uer co'binação de deuses 6ue eles 6ueira'. conc(as. 'as se' nen(u' si'bolis'o ne+"age. os instru'entos usados pelas bruxas tradicionais não le'bra' os "intru'entos de trabal(o" da Wicca. Absoluta'ente ade6uado para u' siste'a '<gico baseado na #olden Da+n co'o o 6ue a Wicca sustenta. apesar de poder (a.el e i'aginando o 'undo in.enciara' as dificuldades de se . 1endo u'a in. o Pent<culo.ersos e NO.enção 'oderna e u'a 'escla de id9ias ocultas orientais e ocidentais.il(osos" e "lindos" a Nature:a e os outros 'undos. u'a 'e'8ria fa'iliar da cultura celta.io.

el 'ais ele. . Atra.. para "falar a l!ngua dos dias 'odernos.ra "bruxa" . 'as isto 9 ta'b9' u' 'ist9rio 'el(or con(ecido pelas tradiç>es 6ue ensina' isso. .ra 'uito feita.ia'ente. para . 'as isso . "BRHSA" Alguns +iccans sensacionalistas nunca se cansa' de c(a'ar a si 'es'o de "bruxos*as/". assi' co'o n8s. @las As .i.oc7 não precisa "consagr<"la. para o (orror do p=blico e o deleite da i'prensa. 6ue não guarda' 6uase nen(u'a se'el(ança co' os '9todos da Wicca.ra "bruxa". 'anc(ou a pala. apesar de naturalista. te'po se 'o.ado de exist7ncia e . não tão larga'ente 6uanto na Wicca.ra "bruxa" para auxiliar a co'unicação entre eles e o 'undo ne+"age.ra "bruxa" for usada 9 por u'a escol(a pessoal ou de u' grupo." Não i'porta da onde .. estes são os "ele'entos" necess<rios nos trabal(os 'ais tradicionais.s c!rculos não são traçados e usados larga'ente.e' ou o 6ue ela u' da significou.ra e a corro'peu para u' ter'o de per.e:es se di:e' "da arte". .el. . AEM$"I0DA A Wicca acredita fir'e'ente no 'odelo oriental &indu-Budd(ita de "reencarnação" e de e. existe a i'ortalidade. .a." Ioc7 apenas a (abita." $as se a pala. destinada a ser u' insulto e e' te'pos passados u'a acusação cri'inal s9ria. ter'o tradicional para traçar o c!rculo 9 "andar e' c!rculo" e fre6Rente'ente (< certos lugares da nature:a 6ue são suficientes para o trabal(o '<gico.ocados para sustentar o c!rculo e o fogo ritual 9 aceso.. T@R$. u'a al'a pode atingir u' n!. pelo 'enos. de u'a exist7ncia espiritual de todas as coisas. )o'o a nature:a 9 . a igreDa cristã.olução espiritual." uando c!rculos precisa' ser traçados. u'a renasci'ento na sua fa'!lia ou clã pode ser poss!. .e e' c!rculos e da 'es'a for'a ob. Algu'as .. se' a necessidade de traçar u' "c!rculo. $uitas bruxas tradicionais não usa' a pala.utros +iccans ac(a' 6ue "bruxo*a/" 9 u'a pala.9s de ceri'Gnias tradicionais. 'as 9 'isterioso.eis.aria de lugar para lugar. preferindo c(a'ar a si 'es'as co'o ". (< algu'a noção de 6ue a al'a ou esp!rito possa entrar e' outra fase de exist7ncia ap8s a 'orte e isto geral'ente anuncia u' retorno ao poder da terra. &< u'a noção be' definida. Po.ia'ente fa: o poder da nature:a e assi' a . A id9ia 9 a de 6ue a Terra D< 9 sagrada. incluindo os seres (u'anos.i. 'as "bruxa" era e 9 u'a pala. "Pellars" ou usa' algu' outro ter'o.enerada e' 'uitos n!. .usa' 6ual6uer tipo de instru'entosQ . Na Arte Tradicional.ida e a 'orte são 'ist9rios confundidos co' este fluxo. Deste estado.e: anuncie u' retorno de fa:er parte da di'ensão espiritual da Nature:a.i. Nos dias 'odernos.oc7 acredita 6ue a rai: da pala. .er co' os ancestrais e tornar"se u' esp!rito guardião ou tal. eles são feitos atra.s esp!ritos da terra são ta'b9' os esp!ritos dos 'ortos e então a Nature:a 9 .o" ou então não te' nen(u' no'e especial co' o 6ual se auto" deno'inar.ra pesada e di:e' apenas "+iccan.e:es os esp!ritos dos 6uatro reinos ou "direç>es" são c(a'ados.s esp!ritos da Terra são in.9s da aplicação de alguns ritos da Antiga Arte. .. .ersidade satFnica.er entre a ")o'pan(ia .culta" ap8s a sua 'orte..b. entre outras. este 9 'ais e'pr9sti'o teos8fico tra:ido por #ardner ou outros escritores +iccans. alguns tradicionalistas co'eçara' a usar a pala.