You are on page 1of 15

Sigilação (Sigilo

)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A Sigilação é uma técnica usada na Magia do Caos. Baseia-se no fato de que, se voc conseguir atingir seu su!consciente com um dese"o, ele se manifestar# de modo positivo, ou se"a, se reali$ar#. %ara enganar o su!consciente, o mago transmuta seu dese"o em uma coisa, um s&m!olo, e o lan'a em gnose para que este a"a no real sens&vel. (oi aperfei'oado a partir dos estudos de Austin Osman )pare, principalmente, e Aleister Cro*le+. %ossui muitas vers,es diferentes, principalmente em rela'-o ao lan'amento, mas em sua maioria s-o validas.

Índice

. Método o ... Cria'-o
o

../ 0an'amento

• •

/ 1er tam!ém 2 0iga',es e3ternas

Método
Criação
O primeiro passo para a cria'-o do sigilo é resumir seu dese"o em uma frase, de forma clara, sem muitos detal4es, como por e3emplo: 56uero din4eiro para comprar meu apartamento até meu anivers#rio em 7aneiro de /8..5, podemos resumir esta frase para 5din4eiro para o apartamento5. Agora deve-se retirar as letras repetidas, espa'os e acentos, resumindo a frase para 59:;<=>O%A?M5. =ssas letras ent-o devem ser dispostas de qualquer maneira, a fim de se criar um s&m!olo elegante, agrad#vel ao magista. O importante é ter afinidade com o sigilo que cria, e n-o o fa$er de qualquer forma. Como em toda a Magia do Caos, o mel4or a se fa$er é desenvolver uma técnica pessoal para a cria'-o destes sigilos. %ode-se retirar ou modificar o que se quiser no s&m!olo, primando a perfei'-o e eleg@ncia. A !om frisar que o s&m!olo n-o pode ter liga'-o nen4uma com o intento, "# que o o!"etivo da constru'-o do sigilo é tornar seu dese"o algo palp#vel e que possa passar ao inconsciente sem ser perce!ido, de modo a modificar a realidade em fun'-o do dese"o do mago. ;o momento da especifica'-o do intento, é !om ser consciente dos meios para o!ter o resultado dese"ado. 9essa forma, alterar o intento de 56uero din4eiro para comprar meu apartamento até meu anivers#rio em 7aneiro de /8..5 para 56uero din4eiro para comprar meu apartamento com o din4eiro da venda de meus livros até meu anivers#rio em 7aneiro de /8..5 pode aumentar a efetividade do sigilo.

isso permitira que o sigilo passe do consciente para o su!consciente de modo desperce!ido. a enciclopédia livre.=squema rBstico para e3emplificar a constru'-o do sigilo. porém a tradicional é feita da seguinte forma: enquanto visuali$a o sigilo deve-se afastar da mente todo e qualquer pensamento. mais uma ve$ lem!rando que a e3peri ncia pessoal é imprescind&vel. mas é necess#rio para que o dese"o se manifeste. C=ste e3emplo é para a frase 56uero ingressos para o s4o* de >ock do dia /D5. =vitar a ansiedade constante por resultados pode ser dif&cil. ApFs o lan'amento. rela3amento ou se3o. C>edirecionado de GnoseE Parte da série sobre Gnosticismo %roto-gnFsticosG=3pandirH %rimFrdios do gnosticismoG=3pandirH . Gnosticismo Origem: Wikipédia. O lan'amento pode ser feito "unto com outras atividades como camin4adas. o dese"o e a e3pectativa de resultados devem ser afastados da mente. principalmente em rela'-o ao dese"o e assim criar um 5v#cuo5 em sua mente.E Lançamento <# variadas formas de lan'amento de um sigilo.

n-o 4# te3tos gnFsticos até 4o"e desco!ertos que se"am anteriores ao cristianismoV O estudo do gnosticismo e do cristianismo primitivo da Ale3andria rece!eram um forte impulso a partir da desco!erta da Bi!lioteca de .: (gnostikismós)T de KLMNPS (gnosis): Ucon4ecimentoU.. pode falar-se em um gnosticismo pag-o e em um gnosticismo crist-o. (gnostikos): aquele que tem o con4ecimentoE é um con"unto de correntes filosFfico-religiosas sincréticas que c4egaram a mimeti$ar-se com o cristianismo nos primeiros séculos de nossa era Csendo ele muitas ve$es referenciado como 5A Alta ?eologia5E. 9ualismo e Monismo • • 2 Conceitos e termos V =scolas gnFsticas o o o V. em . ainda que o pensamento gnFstico mais significativo ten4a sido alcan'ado como uma vertente 4eterodo3a do cristianismo primitivo.Inosticismo sir&aco-eg&pcioG=3pandirH Inosticismo persaG=3pandirH Inosticismo medievalG=3pandirH Inosticismo crist-oG=3pandirH ConceitosG=3pandirH vJe Gnosticismo Cdo grego KLMNOPQPNRFST transl..eoplatonismo e Inosticismo . vindo a ser declarado como um pensamento 4erético apFs uma etapa em que con4eceu prest&gio entre os intelectuais crist-os./ Inosticismo s&rio-eg&pcio V.ag <ammadi. O gnosticismo foi inicialmente definido no conte3to crist-o/ 2 em!ora alguns estudiosos sup.WVX.X Índice • • .em que o gnosticismo se desenvolveu antes ou foram contempor@neos do cristianismo.. 9e fato. Inosticismo persa V.2 )eitas e grupos gnFsticos • X . O termo 5Inosticismo5 / Caracter&sticas gerais o /.

es e3ternas O termo "Gnosticismo" :rineu.. 0iga'.W . n-o apenas 1alentim.8 Bi!liografia ..[ até Apocalipse /:/WE.. especialmente de :rineu de 0+on.D More usou o termo gnosticisme para descrever a 4eresia em ?iatira CApocalipse /:.. >ela'..W28 Y. no mesmo sentido que seu contempor@neo <enr+ <ammond usou a e3press-o gnostick-heresi. =sta Bltima e3press-o vem da literatura 4eresiolFgica do in&cio do Cristianismo./ 9epois da desco!erta de !i!lioteca de . (ilosofia grega antiga e gnosticismo  X. e é uma cita'-o do aviso do apFstolo %aulo contra 5o!"e'.ag <ammadi.o X..2 5Inosticismo5 como uma categoria potencialmente fal4a • • • • • D Inosticismo no )éculo ZZ: [ 1er tam!ém W >efer ncias . )éculo :ZZ até .[ :sto ocorre no conte3to do tra!al4o de :rineu Contra Heresias. quem usou pela primeira ve$ o termo 5gnFstico5 para descrever as 4eresias O termo 5gnosticismo5 n-o aparece em fontes antigas.es de uma falsa ci ncia5 em : ?imFteo Y:/8. .es filosFficas entre o neoplatonismo e o gnosticismo • Y =studos so!re o gnosticismo o o o Y. Cem grego: ἔ\]^_`S Qaὶ ἀLaOb`cὴ OῆS d]efMLgR`e ^LhN]MST elenchos kai anatrope tes pseudonymou gnoseosE onde o termo 5falsamente c4amado con4ecimento5 Cpseudonymos gnosisE a!range v#rios grupos.WVX Y.Y o termo foi cun4ado por <enr+ More em um coment#rio so!re os )ete selos do Apocalipse.

/X..2.../8 • .. >ousseau e 0.es de :rineu. 4# semel4an'as suficientes para "ustificar uma caracteri$a'-o geral. )Fcrates e o "ovem estrangeiro em Político C/X[eE. mas Clemente de Ale3andria no 0ivro D de seu #tromata fala do 5culto5 CgnostikósE crist-o em !ons termos. n-o pode significar 5mais gnFstico5 como um nome. tradutores da edi'-o francesa C. O demiurgo gnFstico apresenta semel4an'as com as figuras de %lat-o em "imeu e $ %ep&blica. O uso do termo Inosticismo como uma categoria geral é pro!lem#tico "# que mesmo :rineu e seus sucessores constru&ram uma Bnica tipologia para os v#rios grupos 4o"e e3istentes e co!ertos por este termo. 9urante o %er&odo 4elen&stico..o entanto.Y Características gerais .. 9outreleau..o primeiro caso. <aer. =sse deus criador é comumente referido como o demiourgós.W ..ag <ammadi. inferior ou falso.8 A prefer ncia de %lat-o pelo termo 5aprendido5 é !astante t&pico nos te3tos cl#ssicos.. os setianos ou !ar!elognFsticos usam o termo gnostikos a si mesmos. . O termo 5gnosticismo5 ainda tem sido aplicado a muitas seitas modernas que t m acesso aos arcanos inici#ticos. Alguns estudiosos. como usado na compara'-o de 5pr#tico5 CpraktikosE e 5intelectual5 CgnostikósE o di#logo entre %lat-o. =ste segundo deus é um deus menor. . =stas caracter&sticas s-o particulares ao gnosticismo crist-o Cde forma antaginica ou n-o j figura de CristoE: • A estimativa do mundo.es do demiurgo como tendo a forma de um le-o. o 9emiurgo é uma figura central. o termo passou tam!ém a ser associado a mistérios grecoromanos. o!struindo a verdadeira compreens-o 4istFrica.es..V Mais tarde <ipFlito usou 5aprendeu5 CgnostikosE de Cerinto e dos e!ionistas enquanto =pif@nio usa o mesmo termo somente para grupos espec&ficos.Y..O significado comum de gnostikós em te3tos gregos cl#ssicos é 5aprendido5 ou 5intelectual5.X . evidentemente.. enquanto sua men'-o de 5seita intelectual5 CAdv. O ad"etivo n-o é usado no o!o "estamento.X. como em .-o e3iste um sistema gnFstico Bnico e uniforme. Os ensino evolui avan'a ao caracteri$ar que o gnosticismo admite muitas e3ce'. .. que é uma ilus-o e depois emana'-o a partir do Bnico minada ou fonte. possivelmente. por e3emplo A. neste Bltimo. O uso de gnostikós em rela'-o j 4eresia origina com as interpreta'.[ A introdu'-o de um deus criador distinto ou demiurgo. !enévolo na medida do que o limite material permitir.. ......WDVE.E é uma designa'-o espec&fica. a descri'-o de um dese"o 5leonino5 no modelo de pisqu de )Fcrates tem semel4an'a com as descri'./ consideram que :rineu js ve$es usa gnostikos para significar simplesmente 5intelectual5. 0onge de tra$er uma clarifica'-o torna ainda mais impreciso o conceito.. como uma fal4a ou produto de um 5erro5.D . O uso de :rineu por um ad"etivo comparativo 5mais aprendido5 ou 5mais con4ecedor5 CgnostikeronE. um criador !enevolente do universo que tra!al4a para tornar o universo t-o !enevolente quanto poss&vel dentro do que as limita'. devido ao que precede. tornando-se sininimo do termo grego musterion. lem!rando que nem todo sistema inclui todos os elementos e nesses termos..es da matéria permitir-o. os seguidores das Marcellinas. a passagem relevante de $ %ep&blica foi encontrada dentro da Bi!lioteca de . mas.2 =ntre os grupos que :rineu identificou como 5intelectual5 CgnostikosE... .

em ve$ de dualista. mas atri!u&da a um 5erro de percep'-o5 que foi sim!oli$ado m&tica e poeticamente como o ato da cria'-o material. 7esus foi considerado um m(iha kdaba ou 5falso messias5. como o terceiro fil4o de Ad-o e =va. O con4ecimento era o con4ecimento do verdadeiro sel). %osteriormente.es caFticas desses Bltimos. os sistemas gnFsticos s-o vagamente descritos como sendo de nature$a 5dualista5 . os 1alentinianos "# tem menos motivos para tratar a realidade f&sica com o igual despre$o que os gnFsticos )etianistas./W . Os papéis de alguns seres mais familiares.[ Conceitos e termos ./Y /D Monismo quali icado Onde se discute se a segunda entidade é divina ou semi-divina. correspondentemente. seu lugar no %leroma e um retorno de l#/V .ormalmente. a malevol ncia do demiurgo é mitigadaT sua cria'-o de uma materialidade fal4a n-o é devido j falta de qualquer moral de sua parte. Outras tradi'. =laine %agels afirma que 5gnosticismo 1alentiniano G. )op4ia e o 9emiurgo . a do 4omem e do mundo5/X Dualismo radical Ou dualismo a!soluto. e. como a figura de salva'-o. n-o como sendo uma su!st@ncia separada do divino. ao final do qual o reino da lu$ prevale'a so!re as trevas.es gnFsticas reunidas....esses mitos. como 7esus Cristo.es do mito gnFstico 1alentiniano sugerem para alguns que a sua compreens-o do universo pode ter sido monista. Os elementos das vers./2 9ese"o de con4ecimento especial e &ntimo dos segredos do universo.. . O manique&smo conce!e dois reinos anteriormente coe3istentes de lu$ e de escurid-o que se envolveram em um conflito. =ntre os mande&stas. O con4ecimento n-o era apenas o meio de salva'-o.ote que o te3to a seguir é formado por resumos das v#rias interpreta'. o que significa que eles t m a vis-o de que o mundo é composto ou e3plic#vel através de duas entidades fundamentais.[ Como tal. A tradi'-o 1alentiniana conce!e materialidade. • Dualismo e Monismo . alguns elementos de lu$ tornaram-se presos dentro de trevas. era a Bnica real salva'-o. mas devido a sua imperfei'-o em contraste com as entidades superiores de que ele n-o tem con4ecimento.es identificam Maniqueu e )ete. o propFsito da cria'-o material é decretar o lento processo de e3tra'-o destes elementos individuais./. que perverteu os ensinamentos que l4e foram confiados por 7o-o Batista.// .H difere essencialmente do dualismo5/[ enquanto que de acordo com )c4oedel: 5um elemento padr-o na interpreta'-o do 1alentinianismo e formas semel4antes de gnosticismo é o recon4ecimento de que eles s-o fundamentalmente monistas5.• 7esus é identificado por alguns gnFsticos como uma encarna'-o do )er )upremo para tra$er a gn'sis para a terra. <ans 7onas escreve: 5A caracter&stica fundamental do pensamento gnFstico é o dualismo radical que rege a rela'-o de 9eus e do mundo. postula duas for'as divinas co-iguais. devido js a'. A salva'-o gnFstica era da ignor@ncia e n-o do pecado.

9emiurgo. !em e mail.geralmente originadas dentro do cristianismo . literalmente. lu$ e som!ra com as mesmas palavras e o mesmo empen4o2Y . %orque os gnFsticos do segundo e terceiro séculos . $ion teleos Cgrego: 5O %erfeito Aeon5E. que tam!ém é con4ecido por nomes como Minada. Os gnFsticos eram dualistas religiosas. pl. Os gnFsticos identificaram o 9emiurgo com 7eov# dos 4e!reus.es ou identidades atri!u&dos a eles em cada uma. mas pode 4aver algumas diferentes fun'. pessoas ou povoE e ourgos.. de d1mios do povo. tra!al4ador Cergon. 5alguém com 4a!ilidade espec&fica5. 9este ser inicial. 5magistrado5E seria qualquer um dos seres que foram criados "untamente como mundo material por uma divindade su!ordinada c4amada o 9emiurgo CCriadorE.o gnosticismo. Arconte 1er artigo principal: Arconte CgnosticismoE !rconte no singular.DWV 9emiurgo 1er artigo principal: 9emiurgo O termo 9emiurgo deriva da forma latini$ada do termo grego d1miourgos CfmRP`eb^nSE. 2[ 2W . .o pneuma Calma racionalE seria adicionada por 9eus.consideravam o mundo material como definitivamente mal ou como o produto de erro.-. ἄb_`LO]ST 5alto oficial5.geralmente compartil4am os temais centrais entre os v#rios sistemas. kon 1er artigo principal: Aeon CgnosticismoE =m muitos sistemas gnFsticos.es ocorreram. B+t4os Cgrego: *+.es de um deus superior. 5artes-o5. A!ra3as l A!rasa3 1er artigo principal: A!ra3as A!ra3as ou A!rasa3 é o nome gnFstico para o semideus que governa o 2YXo aeon. os arcontes eram vistos como for'as maléficas2X . os aeons s-o v#rias emana'. ou gnose. o 9emiurgo era capa$ de dotar o 4omem apenas com psiqu Calma sens&velE . que considerou que a matéria é m# e o esp&rito !om e que a salva'-o é alcan'ada através do con4ecimento esotérico. . popular Cd1mos. 2/ de quem sucessivos pares de Aeons emanam. Cem grego: ἄb_ML. a esfera final e mais alta. 7ung c4amou A!ra3as de 5o realmente terr&vel5 por sua 4a!ilidade em gerar verdade e falsidade. tra!al4oE2D . tam!ém um Aeon. uma série de diferentes emana'. Cem grego: fmRP`eb^nSE /$urora do 0undo/ de William Blake. em!ora alguns identifiquem seu nBmero como sendo trinta2V . Os demonologistas crist-os colocam A!ra3as no mesmo patamar de deminios. 5c4efe5. 9e acordo com os gnFsticos. frequentemente em pares masculino-feminino c4amados de si$&gias22 T o nBmero destes pares varia de te3to para te3to. o 9emiurgo n-o é 9eus mas o arconte ou c4efe da ordem dos esp&ritos inferiores ou éons. come'ando em alguns te3tos gnFsticos com o 4ermafrodita Bar!elo28 2.UprofundidadeUE e muitos outros Cve"a o artigo principalE.

. Ocasionalmente é referenciada pelo equivalente 4e!reu $cham'th CἈ_aRhrE e como Prouneikos Csb`gLPQ`S. a =scola %ersa ou do 0este e da =scola )&rio-=g&picia. no sentido de 5unidade Bltima e indivis&vel5. do grego monosV.os relatos antigos das doutrinas de %it#goras. VV Gnosticismo "ersa .Inose 1er artigo principal: Inose Inose vem da palavra grega gnosis C^LῶNPSE 5con4ecimento5 significando o con4ecimento direto so!re o divino que por si sF prov a salva'-o Cassim conquistando o codinome de 5Alta ?eologia5E. 5A 0i!idinosa5E. como tam!ém no cristianismo Ccomo em 2Pois nele habita corporalmente toda a plenitude da 3i!indade4 CColossenses /:WEE. So"#ia é uma figura feminina.ag <ammadi. . Assim. monas.oiva de CristoE e o =sp&rito )anto da ?rindade. a gnosis e3istia no @m!ito da cosmologia. an#loga j alma 4umana e simultaneamente um dos aspectos femininos de 9eus.so!re 5quem éramos. para onde fomos lan'ados. )op4ia 1er artigo principal: )op4ia CgnosticismoE #ophia Cem grego: o`pqaE é aquilo que detém o 5s#!io5 CN`pnST 5sofFs5E.como no princ&pio de arquétipo todos os nBmeros e multiplicidades s-o derivadosV/ . do mito. %ara os gnFsticos antigos.os te3tos da Bi!lioteca de . o que é o nascimento e o que é renascimento5. Os gnFsticos afirmam que ela é a si$&gia de 7esus Cve"a a . a gnose n-o era apenas a ilumina'-o mas viria acompan4ada por uma compreens-o . da antropologia e da pr#tica usada dentro de seus grupos. $scolas gn%sticas As escola gnFsticas podem ser definidas como sendo mem!ros de duas vertentes. )op4ia é o mais !ai3o dos Aeons ou a e3press-o antrFpica da emana'-o da lu$ de 9eusV2 . do que estamos li!ertos. %leroma 1er artigo principal: %leroma Pleroma Cc\mbMRaE geralmente se refere j totalidade dos poderes de deus. .a tradi'-o gnFstica. o que nos tornamos. para onde estamos indo. onde est#vamos. ocorre como o nome da unidade a partir do qual .como e3pressado nos %esumos de ?eFdoto de Bi$@ncio. aparece !em cedo na 4istFria da filosofia grega. O termo significa 5plenitude5 e é usado em v#rios conte3tos teolFgicos crist-os: tanto gnFsticos em geral. .V8 Minada 1er artigos principais: Minada CgnosticismoE e <enosis 9o latim monad.

0ani6ueísmo. =m!ora acredite-se que a maior parte das =scrituras dos manique&stas ten4a se perdido. ou 50ivro Caninico de Ora'-o5 e o sidra ḏ-iahia. assim como nfase no !atismo se tornou parte do cerne de suas cren'as.VV • 0andeísmo é ainda praticado por pequenos grupos no sul do :raque e na prov&ncia iraniana do Cu$ist-o. n-o apenas emana'. O te3to principal é con4ecido como Ien$w >a!!w e tem trec4os identificados pelos estudiosos como tendo sido copiados "# no século :: dC. =3iste tam!ém o 6olastw. Bacia do ?arim 1er artigos principais: Mande&smo e Manique&smo A =scola %ersa possui tend ncias dualistas mais f#ceis de serem demonstradas e que refletem a influ ncia das cren'as dos $oroastras Cseguidores de uoroastroE persas. 7esus ou Maomé. Aparecendo na Ba!ilinia.Yx/DY d. )uas cren'as e pr#ticas tam!ém tem poucas so!reposi'. Assim como no manique&smo. os mandeanos n-o acreditam em Moisés. foi fundado pelo profeta Mani C/. =sses movimentos s-o considerados pela maioria dos estudiosos como religi. a desco!erta de uma série de documentos originais a"udou a lan'ar alguma lu$ so!re o assunto. seus escritos foram produ$idos originalmente em dialetos aramaicos locais e s-o representativos das cren'as e formas mais antigas do gnosticismo. apesar de certos la'os com o CristianismoVX . vma quantidade significativa das =scrituras originais Mandeanas so!reviveram até a era moderna. 7o-o Batista eventualmente se tornaria uma figura c4ave nesta religi-o.)acerdotes manique&stas escrevendo em suas mesas.C. =m!ora a origem e3ata deste movimento n-o se"a con4ecida.E. %reservados agora em Colinia.es fundadas por eles.es com as religi.es do Cristianismo ou do 7uda&smo.es. 4# uma inscri'-o em 0&ngua sogdiana no painel central. Manuscrito de t4oc4o. que representa toda uma tradi'-o religiosa e que agora est# quase e3tinto. Aleman4a. o 50ivro de 7o-o Batista5. o Code7 0anichaicus Coloniensis contém • . que significa 5Con4ecimento da 1ida5. O nome do grupo deriva do termo 0and5 d-Heyyi.

algo oposto j ideia mais comum de que o mal seria uma for'a equivalente ao !em. . retratam a cria'-o como uma série de emana'. est-o movimentos relativamente modernos que incluem elementos de am!as as categorias. entre as e3ce'. Menandro . os "udeus e os pag-os est-o envolvidos no mesmo erro quando adora este 9eus. %ois ele os leva para perdi'-o através dos dese"os que l4es ensinou5. os "udeus e seus sacerdotes. Como resultado desta cren'a. %ortanto. Gnosticismo sírio&egí"cio 1er artigo principal: Inosticismo sir&aco-eg&pcio As doutrinas da escola s&rio-eg&pcia tendem ao monote&smo e. Seitas e gru"os gn%sticos 5A morte de )im-o Mago5 na CrFnica de . os !ogomilos e os carpocracianos. • Simão Mago e 0arci9o de #inope: am!os tin4am tend ncias gnFsticas.es de uma for'a Bnica primal. =ssas escolas usam os termos 5!em5 e 5mal5 como relativos e autodescritivos.ou proto-gnFsticos. Como disse Mani.es !enévolas.es. crist-os. =las s-o derivadas de influ ncias platinicas que. Am!os desenvolveram um consider#vel con"unto de seguidores. como os c#taros. e 5A o Príncipe das "re!as que falou com Moisés. O pupilo de )im-o Mago.principalmente informa'. eles podem ser descritos como pseudo. 4# uma tend ncia em en3ergar o mal em termos materiais e desprovido de inten'.es !iogr#ficas so!re o profeta e alguns detal4es so!re seus ensinamentos. mas as ideias que eles apresentaram estavam ainda em forma'-oT por isso. 5O 9eus verdadeiro n-o tem nada a ver com o mundo material e o cosmos5.urem!erg C/8iber Chronicarum/.VW2E. em geral.VY VD .

Cerinto ensinava os crist-os a o!servar a lei "udaicaT seu demiurgo era sagrado e n-o inferiorT e acreditava na segunda vinda de Cristo. )e os c#taros possu&am ou n-o uma influ ncia 4istFrica direta do antigo Inosticismo ainda é tema disputado. que emergiu durante o %rimeiro :mpério BBlgaro entre W/D e WD8. $lbigenses ou $lbigensianosE s-o tipicamente vistos como imitadores do Inosticismo. <# pouca evid ncia so!re a nature$a deste grupoT porém.C. assim como =saB. tam!ém acusado por fontes medievais como sendo gnFstica e quasi-manique&sta. Car"ocracianos. veneravam Caim. que acredita-se ser uma deriva'-o dos . e se espal4ou pela =uropa. que como o nome implica.• de Antioquia tam!ém pode ser inclu&do neste grupo. Marci-o é popularmente identificado como gnFstico. um grupo adocionista. 'ogomilos.eoplatonismo e Inosticismo e .88 d. uma seita li!ertina que acreditava unicamente no =vangel4o dos <e!reus. pois dado que o corpo é intrinsecamente mau. • • • • • • • *eo"latonismo e Gnosticismo 1er artigos principais: . é preciso denegri-lo com atitudes imorais Cve"a li!ertinismoE. ao contr#rio dos gnFsticos. Como gnFstico. Cerinto mostrou Cristo como um esp&rito celeste separado do 4omem 7esus e citou o 9emiurgo como criador do mundo material. Cerinto Cca: . a s&ntese Cno sentido do sincretismoE entre o %aulicianismo Arm nio e o movimento reformista da :gre"a Ortodo3a BBlgara. é poss&vel inferir que eles acreditavam que indulg ncia no pecado era a c4ave para a salva'-o. assim c4amados por reverenciarem a serpente do I nesis como um fonte de con4ecimento. )ua gnosis era um ensinamento secreto atri!u&do a um apFstolo. uma seita li!ertina gnFstica. C)taros CCathari. Cainitas.eoplatonismo e Cristianismo +iloso ia grega antiga e gnosticismo 1er artigo principal: Academia de %lat-o . O itas.E. O nome UcainitaU n-o é utili$ado aqui no sentido !&!lico de 5descendentes de Caim5 Cque segundo a B&!lia foram e3terminados no 9ilBvioE. %orém. Coré e os sodomitas. porém a maior parte dos estudiosos n-o entende assimV[ .icola&tas UPaulicianos. =les floresceram entre YX8 e [D/ na Arm nia e nas prov&ncias Cou temasE orientais do :mpério Bi$antino. em!ora alguns acreditem que numa transfer ncia de con4ecimento dos !ogomilosX8 . Alguns estudiosos acreditam que a %rimeira =p&stola de 7o-o foi escrita em resposta a CerintoVW . 'or(oritas. o fundador de uma escola 4erética com elementos gnFsticos.

no mesmo tratado. Ofitas ou aos grupos sect#rios c4amados de 4erético por (&lon de Ale3andriaX2 XV ?e3tos setianos tardios como uostrianos e AlFgenes criam so!re as imagens de te3tos setianos mais antigos mas utili$am 5um grande fundo de conceitua'-o filosFfica derivada do platonismo contempor@nea. %or esta ra$-o. como o Apocalipse de Ad-o mostram sinais de ser pré-crist-o e se concentram em )ete.o entanto.D.ag <ammadi que lan'am alguma lu$ so!re alguns dos coment#rios mais intrigantes feitos por %lotino e %orf&rio so!re os gnFsticos.elaç-es ilos% icas entre o neo"latonismo e o gnosticismo Os InFsticos emprestaram v#rias déias e termos do platonismo. mas todas as novidades que acrescentaram para criar uma filosofia original. apenas para que am!os o cristianismo e o platonismo os re"eitassem se voltassem contra eles.XD O estudo so!re o gnosticismo tem avan'ado muito desde a desco!erta e a tradu'-o dos te3tos de . %orf&rio em $ !ida de Plotino esta!elece uma diferen'a entre os genu&nos seguidores de Cristo e um outro grupo de mesclava a filosofia CgnosisE com elementos crist-os e %lotino é antaginico a esta situa'-o ao di$er 5=les CgnFsticosE tiraram algumas ideias de %lat-o. possivelmente sincréticaXY que incorporou elementos do platonismo e do cristianismo j medida que crescia. %arece claro que os gnFsticos )etianistas e 1alentinianosX[ tentaram 5se esfor'ar para uma concilia'-o e mesmo afilia'-o5 com filosofia antiga final.XW mas foram re"eitados por alguns neoplatinicos. serE. Audianos. Bor!oritas.a verdade.2-/Y. =stes primeiros )etianistas podem ser id nticos ou relacionados com a .XX . no século ::X. . incluindo conceitos como 4ipFstase Ca realidade. o Médio platonismo e as escolas ou academias de pensamento neopitagFricas e isto parece ser verdade em am!os os gnFsticos do )etianismo e os do 1alentianismo. parece que os te3tos posteriores continuam a interagir com o platonismo. :nflu ncias prov#veis incluem %lat-o. =stratiinicos e outros. eles e3i!em uma profunda compreens-o dos termos filosFficos gregos e do idioma grego koiné em geralT utili$am conceitos filosFficos gregos em todo o seu te3to. s-o fora da verdade5Y8 .ag <ammadi e é 5a mesma doutrina encontrada nos coment#rios aninimos em %arm nides C(ragmento Z:1E que s-o atri!u&dos por <adot a %orf&rio e tam!ém.a$arenos. e demiurgo C9eus criadorE. a doutrina do 5um Bnico formado por tr s5 Ca trindadeE é encontrada no te3to de AlFgenes. a e3ist nciaE. . o terceiro fil4o de Ad-o e =va. alguns estudiosos preferem falar de 5gnosis5 ao se referir js idéias do século : que mais tarde evolu&ram para o gnosticismo e reservar o termo 5gnosticismo5 para a s&ntese dessas ideias em um movimento coerente. su!st@ncia.néadas de %lotino Y. O %rof. ousia Cess ncia. (i!ionitas. 7o4n ?urner acredita que este duplo ataque levou j fragmenta'-o do )etianismo em numerosos grupos menores como Arcinticos. . %arece que o )etianismo come'ou como uma tradi'-o pré-crist-. ?e3tos anteriores. %lotino critica o elitismo ao di$er que os gnFsticos 5visam j forma'-o de . como %lotino. os neoplatinicos do século :::. Cmédio platonismo tardioE com vest&gios de conteBdo crist-o 5.D. %orf&rio e Amélio da ?oscana atacam os )etianistas. como desco!erto na Bi!lioteca de . X/ Além disso. a encontramos na . se compararmos diferentes te3tos setianistas uns aos outros em uma tentativa de criar uma cronologia do desenvolvimento do )etianismo durante os primeiros séculos. . Mais importante ainda.As primeiras origens do Inosticismo s-o o!scuras e ainda contestadas. Bons e3emplos incluem te3tos como a <ipFstase dos Arcontes C5>ealidade dos Iovernantes5E ou %rotenoia ?rimFrfica C5O primeiro pensamento em tr s formas5E. as vers. incluindo %lotino.es a"udam a distinguir os diferentes tipos dos primeiros gnFsticos.5X/ .

O estudo gnosticismo requer muito cuidado com a precis-o e a verdade das fontes so!re o assunto . :rineu.es sociais so!re os gnFsticos. Os outros registros s-o descri'. fariam mel4or se despre$assem a dos meninos e das mul4eres. com certe$a %lotino levou algum tempo.5Y/ .isto é. a maior parte da literatura gnFstica consiste de pseudoep&grafos . %lotino assevera que a moral dos gnFsticos é inferior j de =picuro o qual 5aconsel4a procurar a satisfa'-o no pra$ar5 e ainda adverte que a doutrina é temer#ria porque ridiculari$a a virtude e sF pensa em interesses prFprios.Y2 $studos so(re o gnosticismo Clemente de Ale3andria foi um cr&tico dos gnFsticos. sem e3ce'-o tivessem sido li!ertinos. em especial de 1alentim A dif&cil o!ter informa'. . que as doen'as eram consideradas seres Cou o!rasE de entidades demon&acas pelo gnFsticos de sua época.uma doutrina especial5. 5)F a ple!e ignara se dei3a iludirC.na maior parte 4eresiFlogos. Outro ep&teto dado por %lotino aos gnFsticos é o de c4arlat-es ao 5se vangloriaram em poder e3pulsar doen'as com fFrmulas5 e ainda segundo %lotino. para n-o sucum!irem j incontin ncia5. )eu estilo é frequentemente irinico visto que seu o!"etivo n-o é descrever. ele encontrou entre seus ouvintes sect#rios do gnosticismo com os quais discutia seus pontos de vista. ao c4egar em >oma. A preciso o!servar que se os gnFsticos. "# que levava uma vida de virtudesY. %lotino nunca os teria admitido.es graves.E as doen'as n-o s-o algo demon&aco. %lotino repreende os gnFsticos por desfigurarem a filosofia de %lat-o e apesar de sempre sereno em suas e3posi'.es !reves e preconceituosas da doutrina e pr#tica gnFsticos feitas por advers#rios crist-os.. )ete ou o ApFstolo 7o-o: essa conven'-o liter#ria n-o dei3a muito espa'o para a descri'-o so!re as atividades sect#rias. mas destruirYV .es fala de modo #spero: 56uando esses gnFsticos afirmam que despre$am a !ele$a terrena. Clemente de Ale3andria e <ipFlito de >oma s-o o e3emplo de descri'-o franca e constantemente 4ostil. o!ras atri!u&das j uma figura respeitada do passado tal como Ad-o. %ara c4egar a essas acusa'..

ag <ammadi e consequentemente da 0&ngua copta.// até 0123 Antes da desco!erta de . 9ei3ando de lado as quest. O estudo do Inosticismo atualmente se fa$ imposs&vel sem o total con4ecimento dos escritos de .es do século ::: foi recentemente questionado tam!ém. e 5gnosis5 universalmente. em Messina. que foi descrito como 5o con4ecimento dos mistérios divinos para uma elite5.es com o Bltimo mencionado acima.YW %ermanece como conven'-o atual usar 5gnosticismo5 em um sentido 4istFrico. mas poucos entraram em acordo so!re o que e3atamente constituia o 5con4ecimento5. enquanto 5gnosis5 seria um termo universal de um sistema de con4ecimento retido 5para uma elite privilegiada5. :t#lia.o entanto. todos concordaram que o con4ecimento era centralmente importante para a vida. GumH conceito de gnose tin4a sido criado por Messina e este era quase inutili$#vel em sentido 4istFrico5. YY "Gnosticismo" como uma categoria "otencialmente al#a =m .ag <ammadi. em . so! a influ ncia da filosofia grega. 9igno de nota é o livro da autoria de Mic4ael Allen Williams %ethinking /<nosticism/: $n $rgument )or 3ismantling a 3ubious Category.. a evid ncia de movimentos gnFsticos era apenas vista através do testemun4o dos 4eresiologistas da igre"a primitiva. O 5modelo 4istFrico da igre"a5. "# que o termo 4istFrico 5gnosticismo5 era uma constru'-o inteiramente moderna. representado por Adolf von <arnack entre outros. e use 5gnosis5 para definir uma concep'-o de con4ecimento que transcende os tempos.Y[ =stas fal4as significam que os pro!lemas relativos a uma defini'-o e3ata do gnosticismo ainda persistem.ag <ammadi. restrito a significar os movimentos gnFsticos prevalentes no século :::. este esfor'o no sentido de dar clare$a na verdade criou mais confus-o conceitual. .YX .Século .5 y0arkschies. De"ois da desco(erta de (i(lioteca de *ag 4ammadi5 0167 O estudo do gnosticismo e do cristianismo primitivo da Ale3andria rece!eu um forte impulso a partir da desco!erta da Bi!lioteca de . foi decidido que 5gnosticismo5 seria um termo 4istoricamente espec&fico.Y[ . enquanto o novo termo universal /gnosis/ foi um termo 4istFrico: 5alguma coisa estava sendo c4amada de 5gnosticismo5 que os teFlogos antigos tin4am c4amado de5 gnosis5. em que o autor e3amina os termos pelos quais o o gnosticismo est# definido como categoria e compara estas . viu o gnosticismo como um desenvolvimento interno da igre"a. a concep'-o unit#ria que a proposta de Messina pressupis n-o e3istiu. o uso de 5gnosticismo5 para designar uma categoria de religi.o documento final de Messina a proposta foi 5pela aplica'-o simult@nea dos métodos 4istFricos e tipolFgica5 para designar 5um determinado grupo de sistemas do segundo século depois de Cristo5 como 5gnosticismo5.a antiguidade.<nosis: $n =ntroduction.WYY..WVX. A 5proposta cautelosa5 alcan'ada na confer ncia so!re o gnosticismo é descrita por Marksc4ies: 5. foi reali$ada uma confer ncia so!re sistema da gnosisYD . p: >? =m ess ncia.

sem que essas suposi'. o que preparou o camin4o para o gnosticismo para as massas no século seguinte.es do dualismo. até mesmo figuras como <erman Melville e W. com Al!ert Camus e Allen Iins!erg sendo mais moderadamente influenciados. a fim de refletir com mais precis-o os movimentos que o comp. o que alterou a forma como o gnosticismo passou por v#rios sucessores diretos Cprincipalmente (a!re des =ssarts como "au #ynésius e 7oann+ Bricaud como "au @ean ==E e que.[DX por Blavatsk+ e o tra!al4o de seu aluno I. como William Blake. ainda est# ativo até os dias de 4o"e.D8 Williams argumenta que as !ases conceituais so!re as quais a categoria Inosticismo se apoia s-o os restos da agenda dos 4eresiologistas. zeats foram mais tangencialmente influenciados.e matéria . %4ilip t.DV .Y vma série de pensadores do século .>.DX A desco!erta e a tradu'-o da Bi!lioteca de .Y 7ules 9oinel 5resta!eleceu5 uma :gre"a InFstica. %ensadores que foram fortemente influenciados pelo gnosticismo neste per&odo incluem <ans 7onas. apesar de pequeno. 9ick e <arold Bloom.es com o conteBdo dos te3tos gnFsticos reais Ca !i!lioteca de .W. B.D/ Gnosticismo no Século //.[W8. Williams revela a nature$a dB!ia da categFria 5gnosticismo5 e conclui que o termo precisa ser su!stitu&do.em.DV A funda'-o da )ociedade ?eosFfica em .es ten4am sido 5devidamente testadas5.ag <ammadi depois de . O c4amado gnosticismo moderno se desenvolveu a partir das origens no Ocultismo do século ZZ onde =lip4as 0ev+ tr#s todo o espectro de assuntos do gnosticismo j tona por meio da discuss-o da ca!ala "udaica. Art4ur )c4open4auerD2 ..) Mead Ctradutor especiali$ado em te3to gnFsticos e 4erméticosE. Ao tentar fa$er isso.WVX teve um enorme impacto so!re o gnosticismo desde a )egunda Iuerra Mundial.Fdio e anticosmismoD.suposi'. na (ran'a. Muita nfase tem sido colocada so!re as percep'. =m ess ncia. tornou o gnosticismo acess&vel ao pB!lico fora da academia. em . apesar de 4o"e e3isterem meios de se verificar sua precis-o.. corpo . a defini'-o interpretativa do gnosticismo que foi criado pelos esfor'os antaginicos dos 4eresiologistas da igre"a primitiva foi retomado por estudiosos modernos e refletido em um 5defini'-o categFrica5.ag <ammadi recémrecuperada foi de import@ncia central para o argumentoE. Al!ert %ike e Madame Blavatsk+ estudaram o pensamento gnFstico e3tensivamente e foram influenciados por ele.