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TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA

E HIGIENE NO TRABALHO

SEGURANÇA DO TRABALHO
II Parte

FORMADOR:

Luís Eduardo Pires
Julho de 2012

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO

LINHAS ORIENTADORAS DO PROGRAMA
 Avaliação e controlo de riscos associados a:

 Armazenagem, utilização e eliminação de produtos químicos

perigosos: riscos, medidas preventivas e de proteção e legislação
aplicável;  Atividades e operações particularmente perigosas, (ex.:

soldadura, trasfega de líquidos inflamáveis, processamento de produtos químicos, trabalhos em espaços confinados, trabalhos hiperbáricos, trabalhos em altura).
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LINHAS ORIENTADORAS DO PROGRAMA
 Avaliação e controlo de riscos específicos:

 Riscos da eletricidade: técnicas de avaliação de riscos, medidas

preventivas e de proteção e legislação aplicável;

Riscos de emissão e dispersão de produtos tóxicos: técnicas de avaliação de riscos, medidas preventivas e de proteção; legislação e normalização.

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LINHAS ORIENTADORAS DO PROGRAMA
 Metodologias para conceção de listas de verificação a partir de

diplomas legais, normas técnicas, códigos de boas práticas,
informação técnica, manuais de instruções dos equipamentos... (ex.: por sector de atividade, por tipo de risco, por profissão, por operação, por componente material do trabalho).

 Instrumentos de deteção e de medição de leitura direta no domínio
da segurança (explosímetros, detetores de gases e vapores,

manómetros ...) e seus princípios de funcionamento.
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I PARTE
Avaliação e controlo de riscos associados à: ARMAZENAGEM, utilização e eliminação de produtos químicos perigosos: riscos, medidas preventivas e de proteção e legislação aplicável Armazenagem, utilização e eliminação de produtos químicos perigosos: riscos, medidas preventivas e de proteção e legislação aplicável
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Avaliação e controlo de riscos associados a:
1.1 ARMAZENAGEM

Boas práticas de armazenamento dos produtos e matérias-primas, associadas à edificação de armazéns

com

características

técnicas

devidamente

dimensionadas, permitem evitar

muitos tipos de

acidentes de ordem técnica e humana.

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Avaliação e controlo de riscos associados a:

ARMAZENAGEM: Localização e Acessos A localização de um armazém deve evitar a proximidade de:

 Casas,

escolas,

hospitais,

áreas

comerciais

e

zonas

densamente habitadas.

Devem situar-se, de preferência, em:  Locais isolados ou destinados ao desenvolvimento de

atividades industriais

evitando-se assim também as zonas

propícias a inundações, fogos e outras catástrofes naturais.
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Avaliação e controlo de riscos associados a:

ARMAZENAGEM: Localização e Acessos Numa situação ideal, os armazéns devem estar :

 Isolados a uma distância mínima de 10 metros de outros locais
que o rodeiam.

 Os acessos aos armazéns devem poder ser realizados pelo menos através de duas entradas.

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Avaliação e controlo de riscos associados a:

ARMAZENAGEM: Instalações Materiais de construção  Evitar materiais combustíveis; - O betão armado é a construção mais aconselhável para armazéns, devido às suas características de alta resistência ao

calor.
- A utilização de vigas de madeira maciça é a 2ª melhor alternativa, devido ao seu lento processo de combustão e grande estabilidade estrutural, comparada a uma estrutura metálica sem proteção.
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com argamassa). por exemplo. não é aconselhável.II Parte 10 . embora incombustível.  A construção metálica não protegida.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Instalações  Os elementos de aço que suportam grandes cargas devem estar protegidos do calor (isolados. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . uma vez que o aço começa a perder sua estabilidade estrutural sensivelmente a partir dos 550 C (facilmente alcançáveis num incêndio).

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Instalações Pavimentos  Impermeáveis.  Acabamento liso (para facilitar a limpeza e lavagem).II Parte 11 .  Material antiderrapante (redução do risco de queda). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Instalações Ventilação  Natural. sempre que possível: proporcionada por aberturas situadas na parte superior e inferior das paredes e/ou no teto (a abertura inferior deve estar situada a um nível superior ao do muro de retenção).II Parte 12 .  Todas as aberturas devem ser concebidas para evitar a entrada de aves (através de uma grelha por exemplo).

é recomendável deixar um espaço livre (sensivelmente 1 metro) entre a parte mais alta dos produtos e o teto.II Parte 13 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Instalações Ventilação  Para que haja uma boa circulação de ar. assim como entre as mercadorias e as paredes. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 14 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  A iluminação natural pode ser melhorada com a colocação de telhas / placas de fibrocimento transparentes no teto.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Instalações Iluminação  Preferencialmente mista – natural e artificial.

II Parte 15 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Instalações Iluminação  A iluminação artificial deve ser instalada por cima dos corredores e a uma altura de pelo menos 1 metro sobre o mais alto produto armazenado. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . de forma a prevenir danos e eventuais acidentes durante as operações mecânicas de manuseamento.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . para que o sistema de proteção contra descargas atmosféricas não perca a sua eficácia.  É necessário ter em consideração a resistência da Terra no local.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Instalações Protecção contra descargas atmosféricas  Todos os armazéns devem estar equipados com um sistema de proteção contra descargas atmosféricas (pára-raios) devidamente dimensionado de acordo com as características do local e das instalações a proteger.II Parte 16 .

 Devem estar situadas a uma distância máxima de 30 m de qualquer ponto interior do armazém (para evitar que alguém fique retido no interior). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 17 .  Devem estar bem sinalizadas.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Instalações Saídas de emergência  Devem existir saídas para utilização exclusiva em caso de emergência. de modo na serem facilmente identificadas por qualquer pessoa que esteja no local.

 Devem permitir uma abertura fácil a partir do interior (barras antipânico). de forma a ser possível sair destas instalações sem passar pelo armazém principal. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Os escritórios e lavabos devem estar distanciados da parte principal do armazém.II Parte 18 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Instalações Saídas de emergência  Nunca deverão estar obstruídas por qualquer tipo de mercadoria ou equipamento.

II Parte 19 .  Fato de 2 peças.  Coletes de alta visibilidade.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Vestuário e EPI’s O pessoal do armazém deve receber roupa de trabalho apropriada ao tipo de tarefas que desempenham normalmente:  Bata. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Capacete. tais como:  Luvas .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Vestuário e EPI’s Devem ainda ter acesso a outros EPI’s de que necessitem pontualmente para realização de uma dada tarefa.  Calçado com biqueira de aço.II Parte 20 .

II Parte 21 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Controlo do acesso Nos armazéns de forma geral. devem ser tomadas medidas de segurança para impedir o acesso não autorizado ao armazém. Existem algumas medidas para controlo do acesso: Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . uma vez que pessoas estranhas ao serviço podem colocar em causa todos os procedimentos de segurança.

II Parte 22 . 2 – Manter as portas e janelas do armazém e dos escritórios fechadas à chave fora das horas de trabalho.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Controlo do acesso 1 – Utilização de cartões de banda magnética durante as horas de trabalho (estes devem conter algumas instruções gerais de segurança relacionadas com a organização da emergência do edifício). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Controlo do acesso 3 – Manter as chaves do armazém guardadas no escritório ou portaria (não devem estar acessíveis a qualquer pessoa).II Parte 23 . devidamente etiquetadas e de fácil acesso em caso de emergência. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . etiquetagem e/ou fichas técnicas dos mesmos.II Parte 24 . quantidade. deve ter-se o cuidado de Identificar todos os produtos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Receção e expedição Generalidades da atividade  Durante a receção no armazém. far-se-á a catalogação das mercadorias e devem ser conferidos com os documentos de transporte.  Numa fase seguinte.

 Se surgirem situações de etiquetas danificadas ou ausentes. os produtos devem ser postos de lado e sujeitos a uma inspeção para posteriormente lhes serem colocadas novas etiquetas ou fichas de identificação.II Parte 25 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . As embalagens e paletes danificadas ou com fugas devem ser separadas das restantes.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Receção e expedição  O bom estado das embalagens e paletes deve ser sempre verificado.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . etc. violadas.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Receção e expedição  Rejeitar e inspecionar embalagens que apresentem defeitos.  Embalagens que se apresentem sem o respetivo rótulo ou que apresentem sinais de corrosão. nomeadamente:  Embalagens danificadas..II Parte 26 .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 27 .  Mercadorias que apresentem defeitos visíveis ou cujas características sejam suscetíveis de colocar em causa a segurança e saúde dos trabalhadores que as manuseiam no processo de armazenamento e transporte.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Receção e expedição  Mercadorias cujo prazo de validade esteja expirado.

II Parte 28 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . equipamentos e utensílios.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Receção e expedição  Deve-se considerar determinados aspetos na receção e expedição de mercadorias:  Condições de higiene dos veículos de transporte (especialmente se se tratar de produtos alimentares).  Higienizar corretamente os locais. especialmente quando se manipulam alimentos ou produtos químicos.

etc. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . botas com biqueira de aço. ex. capacete. fato de trabalho.: luvas de proteção mecânica.. consoante o tipo de produtos manuseados.II Parte 29 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Receção e expedição  Proceder à carga e descarga de mercadorias de forma cuidadosa de modo a não danificar embalagens e produtos.  Utilização de EPI’s por parte dos trabalhadores que manuseiam as mercadorias.

 Verificar a compatibilidade das condições ambientais relativas ao tipo de mercadoria transportada e/ou armazenada (ex. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 30 . humidade).TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Receção e expedição  Condições de acondicionamento das cargas. temperatura.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM: Receção e expedição  Armazenar rapidamente (prazo máximo de 30 minutos após a descarga) as matérias-primas cuja conservação dependa diretamente do frio de câmaras frigoríficas.II Parte 31 .  Verificar a separação de produtos por classes nos veículos de transporte e posteriormente no armazém.

II Parte 32 . Formação Os funcionários de armazéns terão que ter formação a este nível e ter conhecimento prévio das condições ideais de armazenamento e manuseamento para cada produto especificamente. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . em compartimentos diferentes.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Segregação e Separação dos produtos Definição o armazenamento de determinado tipo de produtos é feito à parte dos restantes.

etc. bebidas. corrosivos. rações para animais e outros produtos tais como têxteis..) Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . combustíveis. tabaco.II Parte 33 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Segregação e Separação dos produtos Produtos tóxicos O armazenamento determinados produtos químicos. não deve ser efetuado no mesmo armazém que os produtos alimentares. etc. tóxicos. Os diversos produtos químicos devem ser armazenados por grupos de acordo com a sua categoria de perigosidade (ex. inflamáveis.

 Operações de carga e descarga.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Perigos e riscos mais comuns  Queda de mercadorias. colisões e perfurações). queda ao mesmo nível).  Trabalhos em ambientes térmicos adversos (stress térmico. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . fadiga física.  Movimento de veículos (choques.  Colapso de estruturas.  Queda em altura.II Parte 34 .

 Empilhar firmemente as mercadorias em prateleiras ou nos “racks” com os artigos mais pesados na parte inferior. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Medidas de prevenção  Queda de mercadorias.II Parte 35 .  Assegurar que as prateleiras são capazes de suportar as cargas a que estão submetidas e que estão devidamente fixadas no solo. colapso de estruturas e queda em altura.

de modo a permitir o acesso seguro às mercadorias. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Medidas de prevenção  Assegurar que as prateleiras e “racks” se encontram protegidas contra choques mecânicos.  Organizar corretamente o material nas prateleiras.  Utilizar escadas certificadas e verificar regularmente o seu estado de conservação.II Parte 36 .

de modo a permitir o acesso seguro às mercadorias.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Medidas de prevenção  Assegurar que as prateleiras e “racks” se encontram protegidas contra choques mecânicos.II Parte 37 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Organizar corretamente o material nas prateleiras.  Utilizar escadas certificadas e verificar regularmente o seu estado de conservação.

colisões e perfurações)  Delimitar no pavimento a zona de circulação de veículos e a zona destinada ao trabalho e circulação de peões.II Parte 38 .  Restringir o acesso às áreas perigosas tais como: zonas de carregamento e descarregamento de mercadorias.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Medidas de prevenção  Movimento de veículos (choques.  Se possível estipular sentidos únicos de circulação. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Medidas de prevenção  Verificar o estado de conservação dos veículos com regularidade e proceder a reparações quando necessário. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . sinal sonoro para a manobra de marcha- atrás).  Dotar os veículos de buzina.II Parte 39 . luzes indicadoras de marcha e outros sinais sonoros que indiquem determinadas manobras perigosas (ex.  Assegurar que as prateleiras e “racks” se encontram protegidas contra choques mecânicos acidentais.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Medidas de prevenção  Operações de carga e descarga  Treino e formação dos funcionários responsáveis pela movimentação de máquinas e mercadorias.II Parte 40 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . veículo desligado quando parado).  Movimentar os equipamentos sem efetuar movimentos bruscos.  Prever procedimentos ou dispositivos para impedir o movimento prematuro dos veículos (ex.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Medidas de prevenção  Manter os garfos dos empilhadores e porta paletes em bom estado de conservação para que possam suportar convenientemente as mercadorias.  Manter os garfos dos empilhadores em baixo.II Parte 41 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 42 .  Prever procedimentos ou dispositivos para impedir o movimento prematuro dos veículos (ex. veículo desligado quando parado).TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Medidas de prevenção  Assegurar que a movimentação das mercadorias só é efetuada depois da carga devidamente fixa.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 43 .  As câmaras frigoríficas devem possuir um dispositivo que permita a abertura a partir do interior.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Medidas de prevenção  Trabalhos em ambientes térmicos adversos (stress térmico.  O acesso a estes locais só deve ser permitido a pessoas autorizadas. fadiga física. queda ao mesmo nível).

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Fornecer aos trabalhadores calçado anti-derrapante e vestuário apropriado ao tipo de ambiente em que trabalham.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Medidas de prevenção  Manter as portas das câmaras frigoríficas fechadas para evitar a acumulação de gelo e humidade no chão (se se verificar a cumulação de gelo.II Parte 44 . deve-se removê-lo com frequência).

reduzir o tempo de trabalho e aumento do tempo de repouso.  Efetuar a rotação dos trabalhadores.II Parte 45 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ARMAZENAGEM : Medidas de prevenção  Se houver necessidade. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Produto Frágil!). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Utilizar proteções para as prateleiras. “racks” e estantes de modo a evitar a queda das mercadorias.II Parte 46 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Regras gerais de segurança na Armazenagem  Respeitar sempre as indicações presentes na caixa e no rótulo (ex. ao choque ou impacto inadvertido com os garfos do empilhador ou porta paletes. devido por exemplo.

para propiciar melhores condições de acesso e movimentação.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Regras gerais de segurança na Armazenagem  A largura dos corredores deve ser fixada de acordo com a severidade de incêndio máxima previsível (corredores de 2. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .5m são adequados).II Parte 47 .  Os produtos armazenados nunca devem obstruir os equipamentos de proteção contra incêndios. os corredores deverão confluir nas portas do edifício.  Sempre que possível.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Regras gerais de segurança na Armazenagem  Deverá ser assegurado um mínimo de 60 cm entre as paredes do edifício e as mercadorias armazenadas.II Parte 48 . para facilitar o armazenamento das mercadorias e o combate a incêndios utilizando os meios manuais de extinção.  A altura de empilhamento das diversas mercadorias não deve ultrapassar a parte inferior das vigas da estrutura do teto. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

ventiladores ou luminárias) que possam despoletar o início de um incêndio.II Parte 49 . .  As mercadorias deverão ficar afastadas pelo menos 1 m de qualquer elemento que possa produzir calor (tubagens.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Regras gerais de segurança na Armazenagem  Deve ser mantido espaço de 1. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .Estes elementos devem estar protegidos contra possíveis impactos das mercadorias (para evitar a sua rutura e os riscos daí resultantes).00 metro entre o deflector do chuveiro automático (sprinkler) e o topo da pilha de material.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: COMENTAR AS IMAGENS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 50 .

II Parte 51 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: COMENTAR AS IMAGENS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

PORTARIA N. DE 14 DE SETEMBRO: Limitações à comercialização e utilização de substâncias e preparações perigosas. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .º 232/94. de 14 de Setembro. DE 28 DE OUTUBRO: Estabelece as normas técnicas do Decreto-Lei n.º 968/94.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos DIPLOMAS LEGAIS das Substâncias Perigosas DECRETO-LEI N.II Parte 52 .º 232/94.

DE 11 DE DEZEMBRO: Aprova o Regulamento para a Notificação de Substâncias Químicas e para a classificação. (ver: Regulamento (CE) n.º do Decreto-Lei n.º 732-A/96.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos DIPLOMAS LEGAIS das Substâncias Perigosas PORTARIA N. de 22 de Abril.II Parte 53 .º 1 do artigo 8. PORTARIA N. embalagem e rotulagem de substâncias perigosas.º 431/96.º 82/95.o 1272/2008 do Parlamento Europeu e do Conselho. DE 2 DE SETEMBRO: Regulamenta o n. de 16 de Dezembro de 2008) Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

de 11 de Dezembro. DE 22 DE AGOSTO: Altera a Portaria n.º 732-A/96. (ver: Regulamento (CE) n. embalagem e rotulagem de Substâncias perigosas. DE 2 DE NOVEMBRO: Classificação. de 11 de Dezembro.o 1272/2008 do Parlamento Europeu e do Conselho. DECRETO-LEI N. DECRETO-LEI N. de 16 de Dezembro de 2008) Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .º 209/99.º 195-A/2000.II Parte 54 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos DIPLOMAS LEGAIS das Substâncias Perigosas DECRETO-LEI Nº 330-A/98.º732-A/96. DE 11 DE JUNHO: Altera os anexos I e VI da Portaria n.

º1 do artigo16.II Parte 55 . de 22 de Agosto. com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 330-A/98.º 732-A/96. pelo Decreto-Lei n. EXISTE NOVA LEGISLAÇÃO (ver: Regulamento (CE) n. de 11 de Dezembro (n. VI e IX).º 209/99. de 16 de Dezembro de 2008) Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . de 2 de Novembro.º 222/2001. e pelo Decreto-Lei n. DE 8 DE AGOSTO: Altera a Portaria n. V.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos DIPLOMAS LEGAIS das Substâncias Perigosas DECRETO-LEI N. de 11 de Junho.º 195-A/2000.o 1272/2008 do Parlamento Europeu e do Conselho.º e anexos I.

º 732-A/96.º 154-A/2002. de 11 de Dezembro. Embalagem e Rotulagem de Substâncias Perigosas. DECRETO-LEI N.º 732-A/96. e os anexos I e X do Regulamento para a Notificação de Substâncias Químicas e para Classificação.II Parte 56 .de 11 de Dezembro. aprovado pela Portaria n. com as alterações já introduzidas por outros diplomas legais. DE 11 DE JUNHO: Altera a Portaria n.º 72/2003.º 82/95 de 22 de Abril. DE 14 DE ABRIL: É alterado o Decreto-Lei n. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos DIPLOMAS LEGAIS das Substâncias Perigosas EXISTE NOVA LEGISLAÇÃO DECRETO-LEI N.

DE 21 DE OUTUBRO: Altera o n. DE 17 DE FEVEREIRO: Regulamento dos Centros Integrados de Recuperação. relativo à aproximação das disposições legislativas.º 82/95.º 260/2003.º do Decreto-Lei n. DECRETO-LEI N.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos DIPLOMAS LEGAIS das Substâncias Perigosas DECRETO-LEI N.º 2 do artigo 2.II Parte 57 .º 172/2009. regulamentares e administrativas respeitantes à classificação. Valorização e Eliminação de Resíduos Perigosos – CIRVER. embalagem e rotulagem das substâncias perigosas. de 22 de Abril. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

relativo à classificação. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .º 1272/2008 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos DIPLOMAS LEGAIS das Substâncias Perigosas REGULAMENTO (CE) N. DE 16 DE DEZEMBRO DE 2008.º .II Parte 58 e altera o Regulamento (CE) n. rotulagem e embalagem de substâncias e misturas.º 67/548/CEE e n.º 1999/45/CE. que altera e revoga as Diretivas n. 1907/2006.

DE 16 DE DEZEMBRO DE 2008.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos REGULAMENTO (CE) N.º 1272/2008 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO.II Parte 59 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Até essas datas as substâncias e as misturas são classificadas.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos NOTA IMPORTANTE Regulamento (CE) n. rotuladas e embaladas de acordo com a legislação antiga.º 1272/2008 Os símbolos a seguir apresentados e segundo o Regulamento (CE) Nº 1272/2008 só se aplicam obrigatoriamente às substâncias a partir de 1 de Dezembro de 2010 e às misturas a partir de 1 de Junho de 2015.II Parte 60 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos SIMBOLOS ANTIGOS DE ACORDO COM ALEGISLAÇÃO ANTERIOR Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 61 .

º 1272/2008 Uma vez que os produtos químicos podem envolver potenciais efeitos adversos para os seres humanos e para o meio ambiente. vários países e organizações regulamentaram a sua classificação (identificação das propriedades perigosas) e rotulagem.II Parte 62 .NOVOS SIMBOLOS Regulamento (CE) n.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos PRODUTOS QUÍMICOS . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Rotulagem e Embalagem de substâncias e misturas químicas (Regulamento CRE) introduz.II Parte 63 . baseado no Sistema Mundial Harmonizado das Nações Unidas (GHS da ONU).º 1272/2008 O Regulamento (CE) n. um novo sistema de classificação e rotulagem de produtos químicos.º 1272/2008.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos Regulamento (CE) n. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . relativo à Classificação. do Parlamento Europeu e do Conselho. de 16 de Dezembro de 2008. em todo o espaço da União Europeia.

vai ser aplicado progressivamente para os produtos que misturam várias substâncias perigosas.II Parte 64 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos Regulamento (CE) n. até 2015. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . como a acetona e o amoníaco e.º 1272/2008 Este regulamento já está em vigor para os produtos puros. como a maioria dos produtos de limpeza.

II Parte 65 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos Regulamento (CE) n.º 1272/2008 Princípios Básicos do Regulamento CRE O Regulamento CRE aborda os perigos inerentes às substâncias e misturas químicas e o modo como informar terceiros sobre os mesmos. cabendo à indústria identificar os respectivos perigos antes da sua colocação no mercado e classificá-las em conformidade. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos Regulamento (CE) n. ela deverá ser acompanhada de uma ficha de dados de segurança e rotulada de maneira que os trabalhadores e os consumidores tenham conhecimento dos seus efeitos.º 1272/2008 Principias Básicos do Regulamento CRE No caso de uma substância ou mistura ser considerada perigosa.II Parte 66 . antes de a manusear.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos Regulamento (CE) n. caracterizados por um fundo branco e um bordo vermelho.º 1272/2008 Principias Básicos do Regulamento CRE Este regulamento introduz ainda novos pictogramas de aviso. enquanto que os antigos símbolos da UE têm o fundo laranja com um bordo preto.II Parte 67 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

(irritantes. tóxicos). comburentes.(inflamáveis.(ex: toxicidade aquática aguda). PERIGOS PARA O MEIO AMBIENTE .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos Regulamento (CE) n. corrosivos. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .º 1272/2008 No Regulamento CRE.II Parte 68 . explosivos. PERIGOS PARA A SAÚDE . substâncias/misturas auto-reactivas). mutagénicos. nocivos. foram definidos três tipos de perigos principais: PERIGOS FÍSICOS .

ácidos fortes ou alcalis.II Parte 69 . mesmo que ligeiro e curto. Podem causar graves queimaduras na pele.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CORROSIVOS Regulamento (CE) n. estraga numerosos materiais. Exemplo de produtos: Alguns produtos de limpeza. hidróxido de soda (soda cáustica) Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .º 1272/2008 As substâncias corrosivas provocam danos graves nos tecidos vivos e atacam igualmente outros materiais. como por exemplo os têxteis. nas membranas mucosas e nos olhos. É necessário o uso de óculos e roupa protectora adequada. O contacto.

da temperatura (fonte de calor). fricção. da sua reacção com outras substâncias. de choques e de fricções. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Exemplo de produtos: TNT (trinitroglicerina) Raro em casa.º 1272/2008 Produtos podem explodir em caso de aquecimento. contacto com uma faísca ou em reacção com outras substâncias.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos EXPLOSIVOS Regulamento (CE) n.II Parte 70 . choque. Uma explosão é uma combustão muito rápida que depende das características da substância.

II Parte 71 .º 1272/2008 Produtos gasosos que se encontram sob-pressão:  Gases comprimidos. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Gases dissolvidos.  Gases líquidos.  temperatura crítica. é necessário que as seguintes informações estejam disponíveis:  a pressão de vapor a 50 ºC.  o estado físico a 20 ºC à pressão ambiente.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos GÁS SOBRE-PRESSÃO Regulamento (CE) n. Para este grupo de gases.  Gases líquidos refrigerados.

Substâncias extremamente inflamáveis sobre a acção de uma chama ou de uma faísca. parafina. aerossol. mas sim procurar a ajuda de um profissional (médico. Exemplo de produtos: éter. líquido para acendalhas. solventes como a gasolina. produtos petroquímicos. centro antiveneno). Não induzir o vómito em caso de ingestão. Não provocar chamas ou faísca. hospital. ou outra fonte de calor. Não deitar pelos esgotos.II Parte 72 . essência de terebintina. A embalagem deve estar hermeticamente fechada e deve ser mantida em local fresco e devidamente ventilado.º 1272/2008 inflamável” este pictograma vem acompanhado com a palavra “Perigo”. acendalhas. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . mesmo abaixo dos 0 ºC.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos INFLAMÁVEL “Muito Regulamento (CE) n.

prolongado ou repetido com substâncias irritantes provoca inflamação na pele. ingestão ou contacto com a pele.II Parte 73 Luís Eduardo Pires . Exemplo de produtos: Tricloroetano. ou seja as substâncias nocivas são perigosas para a saúde por inalação. nos olhos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos IRRITANTE OU NOCIVO Regulamento (CE) n. nas narinas.º 1272/2008 Indicação de perigo. nos pulmões e vias respiratórias. O contacto imediato. Xi ou Xn Exemplo de produtos: lixívia Segurança no Trabalho .

ricas em oxigénio. Ou seja: O efeito oxidante pode provocar ou agravar um incêndio. aceleram a combustão doutros produtos. Exemplos de produtos: pastilhas de lixívia. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .º 1272/2008 Estas substâncias.II Parte 74 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos OXIDANTE / COMBURENTE Regulamento (CE) n.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Qualquer contacto com o corpo humano deve ser evitado. evitar comer. Deve-se lavar as mãos após a manipulação dos recipientes destes produtos.II Parte 75 . Produto extremamente perigoso que pode provocar danos irreparáveis e até causar a morte. No caso de se sentir mal. Ventilar bem os locais. Entretanto. beber.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos TÓXICO Regulamento (CE) n.º 1272/2008 «Altamente tóxico» se o pictograma vem acompanhado da palavra «Perigo». fumar ou tocar nos lábios ou olhos. Perigos graves se inalados. procurar imediatamente ajuda médica. se ingeridos ou por contacto.

Este último é uma recordação que posologia prescrita pelo médico deve ser respeitada e que existe contra-indicações.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos TÓXICO Regulamento (CE) n. etc. Observação: Não é necessário confundir esta marca de perigo com o rótulo à cabeça de morte redondo presente sobre as embalagens de numerosos medicamentos. agentes de branqueamento.º 1272/2008 Exemplos de produtos: veneno para roedores. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . detergentes da loiça.II Parte 76 . Efeitos indesejáveis podem manifestar-se. herbicidas. desinfectantes.

º 1272/2008 MUTAGÉNICO OU CARCINOGÉNICO DE CATEGORIA 3 (MUTA CAT 3 OU CARC CAT 3) Por ser tóxico.II Parte 77 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos Regulamento (CE) n. pode induzir malformações em fetos. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . alterar o funcionamento de certos órgãos ou provocar insuficiência respiratória.

e podem causar efeitos nefastos.º 1272/2008 Substâncias tóxicas para os organismos aquáticos. Mais frequente nas explorações agrícolas e nas indústrias. a flora.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos PERIGO AMBIENTAL Regulamento (CE) n. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Uma vez mais muito raro numa casa.II Parte 78 . imediatos ou diferidos para o ambiente aquático ou não aquático. a fauna. Estas substâncias podem danificar a camada de ozono. tetracloreto de carbono . Exemplo de produtos: mercúrio.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CONCEITO Sob o ponto de vista genérico.II Parte 79 . manipulação e presença de substâncias químicas. quer no estado puro. quer formando misturas (preparações químicas). utilização. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . os riscos dos produtos químicos perigosos podem referir-se tanto à segurança como à saúde dos trabalhadores e estão relacionados com o fabrico.

º 732-A/96. de 16 de Dezembro de 2008) podem definir-se como: SUBSTÂNCIAS E PREPARAÇÕES Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . e pela nova legislação (Regulamento (CE) n.º 1272/2008 Os produtos químicos englobam as substâncias e preparações químicas que. do Parlamento Europeu e do Conselho.º 1272/2008. de 11 de Dezembro). nos termos da legislação “ainda” vigente (Portaria n.II Parte 80 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos DEFINIÇÕES Regulamento (CE) n.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .Extremamente inflamáveis.II Parte 81 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CRITÉRIOS GERAIS DE CLASSIFICAÇÃO Os produtos químicos perigosos são classificados de acordo com as: Propriedades físico-químicas: Explosivos – Comburentes – Inflamáveis .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CRITÉRIOS GERAIS DE CLASSIFICAÇÃO Propriedades toxicológicas: Tóxicos . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .Muito Tóxicos – Nocivos – Irritantes – Sensibilizantes e Os que provocam efeitos graves para a saúde em caso de exposição prolongada.II Parte 82 .

Com efeitos tóxicos na reprodução. Efeitos no ambiente: Perigosos para o ambiente aquático.II Parte 83 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CRITÉRIOS GERAIS DE CLASSIFICAÇÃO Efeitos específicos na saúde humana: Carcinogénicos – Mutagénicos . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Perigosos para o ambiente não aquático.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Em consequência das suas propriedades físicoquímicas ou reatividade química determinantes da sua perigosidade.II Parte 84 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS Os riscos das substâncias e preparações químicas perigosas dependem de: Fatores intrínsecos aos próprios produtos químicos.

dos equipamentos e das instalações. como.II Parte 85 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . por exemplo deficiências da organização.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS Fatores extrínsecos Relativos à insegurança com que estes se utilizam.

II Parte 86 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS Comportamentos humanos inadequados Gerados basicamente por um desconhecimento da perigosidade do produto ou processo químico em questão. e por falta de formação que permita adotar procedimentos de trabalho seguros. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .Emissão resultante de atividades profissionais .II Parte 87 .Manutenção.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS A ―utilização de produtos químicos no trabalho‖ compreende a: Produção – Manipulação – Armazenagem – Transporte Eliminação e tratamento de resíduos . reparação e da limpeza do material e dos recipientes utilizados.

II Parte 88 . Riscos de intoxicação e Riscos para o ambiente. Riscos de irritação e de queimaduras por contacto.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS Os produtos químicos podem ser analisados de acordo com os diferentes tipos de riscos e em especial com as suas consequências: Riscos de explosão e de incêndio. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 89 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos RISCOS DE EXPLOSÃO E DE INCÊNDIO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . podem desencadear-se incêndios e explosões quando da presença de substâncias inflamáveis.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos RISCOS DE EXPLOSÃO E DE INCÊNDIO Devido às características físico-químicas dos produtos químicos.II Parte 90 . explosivas e comburentes.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 91 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos RISCOS DE EXPLOSÃO E DE INCÊNDIO Em consequência de desprendimento de calor e devido à incompatibilidade química de algumas substâncias pode dar-se a inflamação ou explosão dos reagentes e dos produtos da reação libertando matérias muito tóxicas.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos RISCOS DE EXPLOSÃO E DE INCÊNDIO Quando um produto inflamável. dito combustível.II Parte 92 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . se encontra ao mesmo tempo em presença dum produto comburente e duma fonte de energia ou de calor. existe o risco de explosão e de incêndio.

II Parte 93 . em especial para os líquidos. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . é a temperatura mais baixa a partir da qual se desprendem quantidades suficientes de vapores que se inflamam na presença de uma fonte de energia de ativação externa.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos RISCOS DE EXPLOSÃO E DE INCÊNDIO Os riscos de inflamação ou de explosão dependem das propriedades físicas do produto e do seu ponto de inflamação que.

as substâncias e preparações líquidas podem classificarse em: (Anexo VI da Portaria n.II Parte 94 . de 11 de Dezembro): Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .º 732-A/96.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos RISCOS DE EXPLOSÃO E DE INCÊNDIO Conforme o seu ponto de inflamação.

II Parte 95 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . a temperatura de início de ebulição) não exceda 35ºC.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos EXTREMAMENTE INFLAMÁVEIS  As substâncias e as preparações líquidas cujo ponto de inflamação seja inferior a 0ºC e cuja temperatura de ebulição (ou.  As substâncias e preparações gasosas inflamáveis em contacto com o ar a temperatura e pressão normais. no caso de um intervalo de ebulição.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos FÁCILMENTE INFLAMÁVEIS As substâncias e as preparações sólidas que possam inflamar-se facilmente por breve contacto com uma fonte de ignição e que continuem a arder ou a ser consumidas depois do afastamento dessa fonte. As substâncias e preparações líquidas cujo ponto de inflamação seja inferior a 21ºC mas que não sejam extremamente inflamáveis. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 96 .

finalmente.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos FÁCILMENTE INFLAMÁVEIS As substâncias e preparações que. um litro/kg/h). inflamar-se em contacto com o ar à temperatura ambiente. em contacto com a água ou com o ar húmido. libertem gases extremamente inflamáveis em quantidades perigosas (no mínimo.II Parte 97 . As substâncias e preparações que possam aquecer e. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . sem qualquer fornecimento de energia.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos INFLAMÁVEIS  As substâncias e preparações líquidas cujo ponto de inflamação seja igual ou superior a 21ºC e inferior ou igual a 55 ºC.II Parte 98 .

II Parte 99 . líquidas. mesmo sem a intervenção do oxigénio do ar e em determinadas condições deflagram ou explodem em caso de confinamento parcial. pastosas ou gelatinosas que podem reagir exotermicamente e com rápida libertação de gases. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos EXPLOSIVAS As substâncias e preparações sólidas.

dão origem a uma reação fortemente exotérmica.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos COMBURENTES As substâncias e preparações que.II Parte 100 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . em contacto com outras. especialmente com as inflamáveis.

e adotar procedimentos corretos de evacuação. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 101 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO Atuar ao nível da conceção e métodos de funcionamento das instalações. de maneira a eliminar vapores. gases ou poeiras inflamáveis.

com especial incidência nas medidas destinadas a evitar descargas electrostáticas.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO Eliminar ou controlar as fontes de ignição.II Parte 102 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . sobretudo nas operações de trasfega.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 103 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO Efetuar a separação das instalações e/ou processos em que se utilizem produtos químicos inflamáveis das zonas de armazenagem e dos locais onde estejam presentes pessoas. Instalar dispositivos para detetar aumentos da pressão nos recipientes e de sistemas automáticos de redução de gases. destinados a evitar explosões.

II Parte 104 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO Reduzir ao mínimo as quantidades presentes no local de trabalho e separar os produtos químicos incompatíveis entre si. como por exemplo. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ferramentas que não produzam chispas sobretudo quando se trabalha com material inflamável a baixa temperatura. Utilizar vestuário e equipamento adequado.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO Atender à incompatibilidade de certos produtos químicos com a água. pois podem libertar-se produtos inflamáveis. Manter os produtos químicos oxidantes afastados dos inflamáveis e combustíveis.II Parte 105 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . devido à sua reatividade e à sua tendência de gerar calor.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . para as quais existem detetores (explosímetros) para avaliar a sua perigosidade.II Parte 106 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO Conceber vias de acesso adequadas à zona de armazenagem. Medir as atmosferas inflamáveis.

pois os seus vapores e todo o líquido ardem facilmente se na sua proximidade existe um foco de ignição.II Parte 107 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO Fechar sempre os recipientes que contém produtos inflamáveis. Instalar dispositivos elétricos que devem ser antideflagrantes e com ligação á terra.

Proibir fumar.II Parte 108 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO Instalar sinalização de segurança adequada e introduzir equipamento apropriado na deteção e/ou extinção de incêndios. que deve estar sempre em bom estado de funcionamento e de fácil acesso.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCOS DE IRRITAÇÃO E DE QUEIMADURAS POR CONTACTO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 109 .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . cuja ação sobre o organismo se manifesta localmente mediante irritação forte com reações inflamatórias da pele e das mucosas ou destruição dos tecidos com os quais estão em contacto direto.II Parte 110 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCOS DE IRRITAÇÃO E DE QUEIMADURAS POR CONTACTO  São riscos provocados por substâncias irritantes e corrosivas.

forma de apresentação e concentração.II Parte 111 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCOS DE IRRITAÇÃO E DE QUEIMADURAS POR CONTACTO  Os ácidos e bases são muito corrosivos e podem provocar queimaduras químicas graves.  O indicador de acidez ou de alcalinidade de uma substância é o pH. O carácter corrosivo de uma substância depende do seu tipo. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . estado.

com bacias de retenção.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCOS DE IRRITAÇÃO E DE QUEIMADURAS POR CONTACTO  Fechar sempre os recipientes. e em recipientes de pequena capacidade o mais perto possível do solo.  Colocar os produtos corrosivos separados. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . pois em caso de derrame de produtos corrosivos podem ocorrer acidentes graves.II Parte 112 . depois de extraída a quantidade necessária.

II Parte 113 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCOS DE IRRITAÇÃO E DE QUEIMADURAS POR CONTACTO  Instalar duches de emergência e lava-olhos para minimizar as consequências resultantes de projeções e salpicaduras em operações manuais.

 Lavar a cara e as mãos depois da utilização.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCOS DE IRRITAÇÃO E DE QUEIMADURAS POR CONTACTO  Evitar manipular produtos químicos irritantes ou corrosivos. sem equipamento de proteção individual adequado (ex.II Parte 114 .: luvas e óculos de proteção). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 115 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCO DE INTOXICAÇÃO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCO DE INTOXICAÇÃO A exposição dos trabalhadores à ação contaminante dos produtos químicos perigosos pode provocar intoxicações agudas ou crónicas. absorção cutânea e/ou ingestão.II Parte 116 . quando da penetração no organismo por inalação.  Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Tóxicos sistémicos. Alergizantes e sensibilizantes.II Parte 117 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCO DE INTOXICAÇÃO As intoxicações podem manifestar-se de maneira diferente provocando efeitos: Asfixiantes. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Anestésicos e narcóticos. Carcinogénicos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCO DE INTOXICAÇÃO Pneumoconióticos.II Parte 118 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . mutagénicos e tóxicos na reprodução.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCO DE INTOXICAÇÃO Os parâmetros de referência mais significativos para conhecer a toxicidade de uma substância são: A dose letal (DL 50) por via oral ou via cutânea (quantidade de substância ingerida ou absorvida pela pele que provoca a morte em 50% dos animais em estudo). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 119 .

II Parte 120 . causa a morte a 50% deles). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . presente no meio ambiente duma povoação de animais em estudo.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCO DE INTOXICAÇÃO A concentração letal (CL 50) – (concentração que.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCO DE INTOXICAÇÃO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 121 .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . condições de exposição e características das substâncias.II Parte 122 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCO DE INTOXICAÇÃO A resposta do organismo perante uma determinada substância tóxica depende da pessoa.

CARACTERÍSTICAS DAS SUBSTÂNCIAS Propriedades físico-químicas. distribuição e eliminação. líquido. sexo. etc. peso. sólido.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCO DE INTOXICAÇÃO INDIVIDUO Vias de penetração. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 123 . condições fisiológicas. tamanho das partículas). Forma de apresentação (gás. Idade.

…entre outras substancias). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Fatores ambientais (H.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS RISCO DE INTOXICAÇÃO CONDIÇÕES DE EXPOSIÇÃO Concentração da substância. T.II Parte 124 . Tempo de exposição.

nomeadamente trabalhando em meios isolados.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO RISCO DE INTOXICAÇÃO Atuar ao nível da conceção e métodos de funcionamento das instalações.II Parte 125 . Modificar impedindo e a corrigir o processo do produtivo. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . formação contaminante.

II Parte 126 . Automatizar o processo para evitar a manipulação direta contaminante . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO RISCO DE INTOXICAÇÃO Substituir uma substância tóxica por outra menos tóxica.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO RISCO DE INTOXICAÇÃO Introduzir ventilação geral e/ou extracção localizadas adequadas. diminuindo o tempo de exposição aos contaminantes químicos. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . e reduzir a um mínimo absolutamente necessário o número de trabalhadores expostos. Alterar a organização do trabalho.II Parte 127 .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . permitam detetálas rapidamente e circunscrever a área contaminada.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO RISCO DE INTOXICAÇÃO Introduzir equipamentos e sistemas de trabalho que.II Parte 128 . em caso de fugas.

beber e fumar em zonas Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Proibir comer. contaminadas.II Parte 129 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO RISCO DE INTOXICAÇÃO Armazenar os produtos tóxicos em locais bem ventilados.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO RISCO DE INTOXICAÇÃO Usar EPI’S. até que os riscos sejam eliminados ou reduzidos a níveis considerados inofensivos para a saúde dos trabalhadores. ou ainda como complemento do EPC. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 130 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO RISCO DE INTOXICAÇÃO Usar EPI’S. ou ainda como complemento do EPC. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . até que os riscos sejam eliminados ou reduzidos a níveis considerados inofensivos para a saúde dos trabalhadores.II Parte 131 .

ou no ar exalado.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO RISCO DE INTOXICAÇÃO Além do controlo ambiental da exposição (higiene no trabalho) é necessário fazer o controlo biológico.II Parte 132 . urina). que implica medição e avaliação dos contaminantes em fluidos biológicos (sangue. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 133 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos RISCO PARA O AMBIENTE Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

armazenam eliminam resíduos de produtos químicos perigosos. transportam. provocando contaminação do meio ambiente.II Parte 134 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos RISCO PARA O AMBIENTE São os riscos potenciais de indústrias e que produzem. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . a médio e longo prazo. contaminação humana. danos na camada do ozono e provavelmente.

Tratar e eliminar corretamente os resíduos perigosos.II Parte 135 . Reduzir o consumo de matérias – primas. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . líquidos e sólidos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos MEDIDAS DE PROTECÇÃO RISCO PARA O AMBIENTE Armazenar adequadamente. Diminuir o volume dos resíduos gasosos.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos ROTULAGEM Nome da substância ou designação comercial da preparação. Origem da substância ou preparação (nome e morada completa do fabricante.II Parte 136 . importador ou distribuidor). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos ROTULAGEM A embalagem deve conter. respetiva recuperação e eliminação.II Parte 137 . quando atribuído. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Poderá conter: conselhos úteis para a gestão dos resíduos.  Quantidade do conteúdo. as indicações seguintes:  Número CE. de maneira legível.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos ROTULAGEM Nota: O rótulo deve ser fixado solidamente. aderindo em toda a sua superfície à embalagem e de modo a que possa ser lido horizontalmente quando a embalagem estiver colocada na sua posição normal. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 138 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 139 .

Manter afastado de qualquer chama ou fonte de ignição .08 José Manuel Gomes dos Santos.II Parte 140 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos Acetona C3H6O M=58.não fumar. Lda ABSOLVE Nome da substância ou preparação química Nome e endereço do responsável pela colocação do produto no mercado Símbolos de perigo e seu significado Riscos específicos e conselhos de segurança (frases R e S) R11: Facilmente inflamável. Xi Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . F S15-16: Manter afastado do calor.

II Parte 141 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA (ver: Regulamento (CE) n.o 1272/2008 do Parlamento Europeu e do Conselho.º 732-A / 96. Requisito cumprido através da entrega Luís Eduardo Pires da FICHA DE SEGURANÇA Segurança no Trabalho . de 16 de Dezembro de 2008) PORTARIA n. de 11 de Dezembro A entidade responsável pela comercialização de substâncias perigosas deve fornecer ao utilizador dessas substâncias informações indispensáveis à promoção da saúde e segurança no local de trabalho.II Parte 142 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA (ver: Regulamento (CE) n.o 1272/2008 do Parlamento Europeu e do Conselho.º 732-A / 96.II Parte 143 . de 11 de Junho (alteração da marca CEE para CE) pelo Decreto-Lei 330-A/98. altera e adita frases de segurança e normaliza formatações) Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . de 2 de Novembro (adita 2 frases de risco. de 11 de Dezembro Posteriormente alterada: pelo Decreto-Lei 209/99. de 16 de Dezembro de 2008) PORTARIA n.

º 98/24/CE.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA DIRETIVAS COMUNITÁRIAS Diretiva n.II Parte 144 . de 7 de Abril Relativa à proteção da segurança e saúde dos trabalhadores contra os riscos ligados à exposição a agentes químicos no trabalho Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 145 . de 29 de Maio e n.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA DIRETIVAS COMUNITÁRIAS Diretivas n.º 91/322/CEE. de 8 de Junho Estabeleceram valores limite de exposição profissional a determinados agentes químicos Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .º 2000/39/CE.

Composição/informação sobre os componentes. 5. Identificação da substância e da empresa. 3. 2.II Parte 146 . 4.Medidas de combate a incêndios. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA 1.Identificação dos perigos.Primeiros socorros.

Manuseamento e armazenagem. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 147 . Estabilidade e reatividade. 9.Medidas a tomar em caso de fugas acidentais. Propriedades físicas e químicas.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA 6. 8. 7.Controlo da exposição/proteção individual. 10.

13. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Informações relativas à eliminação. 16. Informação ecológica. Outras informações. 15. Informações referentes ao transporte. Informações sobre regulamentação. Informação toxicológica. 12.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA 11.II Parte 148 . 14.

 Cria a partir da Ficha de Segurança original uma mais sintética e apelativa de forma a ser consultada rápida e facilmente.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos O Serviço de Segurança e Higiene: Trabalha e resume a informação proveniente do fabricante. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 149 .

II Parte 150 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos EM SUMA: DEVE-SE EMPLEMENTAR MEDIDAS DE PREVENÇÃO E PROTECÇÃO: 1) PREVENÇÃO TÉCNICA 2) PREVENÇÃO MÉDICA 3) FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 151 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos EM SUMA A PREVENÇÃO DEVE INCIDIR : NA PREVENÇÃO MÉDICA VIGILÂNCIA DA SAÚDE  Exames de saúde de admissão para avaliar o estado de saúde do trabalhador e algum tipo de sensibilidade alérgica. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

as características da exposição. a atividade profissional e o próprio trabalhador Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 152 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos EM SUMA A PREVENÇÃO DEVE INCIDIR : NA PREVENÇÃO MÉDICA VIGILÂNCIA DA SAÚDE Exames periódicos conforme o agente.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: Armazenamento/ Utilização de Produtos Químicos Perigosos EM SUMA A PREVENÇÃO DEVE INCIDIR : NA PREVENÇÃO MÉDICA VIGILÂNCIA DA SAÚDE Exames ocasionais sempre que o médico o entenda. na sequência do aparecimento de um problema na saúde do trabalhador Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 153 .

II Parte 154 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO TRABALHOS EM ALTURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

soterramentos e eletrocussões. É importante salientar que é desaconselhável tentar encontrar soluções tipo para cada tipo de situação. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA As maiores percentagens de acidentes mortais na construção civil ocorrem devido a QUEDAS EM ALTURA. pois é necessário um conhecimento profundo dos perigos envolvidos e das suas implicações.II Parte 155 .

Abril de 2004.II Parte 156 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA As quedas em altura são a causa de mais de metade das mortes que ocorrem na construção civil em Portugal. nº 2. Segundo a revista Prevenir. ocorrem com maior frequência nas seguintes situações: Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

pelos vãos das escadas e caixas de elevador sem proteção.II Parte 157 . pelas bordaduras das lajes sem guarda-corpos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA 1. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . NA CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO DE EDIFÍCIOS Por aberturas não protegidas nos pavimentos e paredes. por trabalhos em coberturas devido à fragilidade do material.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA 2. por tropeçamento ou escorregamento na plataforma devido a materiais e produtos derramados.II Parte 158 . por rotura da plataforma devido a sobrecarga. por desmoramento do andaime devido a deficiência no dimensionamento ou na amarração. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . NO TRABALHO EM ANDAIMES E OUTRAS PLATAFORMAS DE TRABALHO Por falta de guarda-corpos e rodapés.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA 3. NA MONTAGEM E DESMONTAGEM DE ANDAIMES Por falta de um plano adequado ou por utilização de trabalhadores não especializados para o efeito. NOS ACESSOS E SAÍDA DOS ANDAIMES E OUTRAS PLATAFORMAS DE TRABALHO EM ALTURA Por falta de condições de segurança das escadas de acesso. 4. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . 5.II Parte 159 . NA UTILIZAÇÃO DE ESCADAS Por não estarem devidamente apoiadas. posicionadas e fixadas.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA A falta ou ineficácia das proteções coletivas em aberturas de paredes e pisos. escadas. fazem parte da lista das principais causas das quedas.II Parte 160 . Assim e nesta situação em concreto podemos destacar as seguintes razões: Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . etc…. nos acessos e andaimes assim como no perímetro de rampas e desníveis tais como bordos de taludes e placas.

devido : à quantidade insuficiente de proteções.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA FALTA DE PROTEÇÃO. PROTEÇÃO PARCIAL. devido :  à inexistência de equipamento de proteção no estaleiro. aos trabalhadores retiraram uma parte da proteção e não foi reposta.II Parte 161 . não é possível proteger todos os locais com risco de queda. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

devido:  à escolha incorreta do equipamento ou tipo de proteções.  devido ao mau estado das proteções.  à montagem incorreta das proteções.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA INEFICÁCIA DA PROTEÇÃO. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 162 .

II Parte 163 . as proteções são retiradas pelo pessoal para permitir ou facilitar a execução de determinadas tarefas e. não as voltam a repor. por desleixo ou ignorância.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA Em muitos casos. deixando uma área desprotegida e de grande risco. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . qualquer falha que detete dada a provável gravidade das consequências que resultam da falta destas proteções. de imediato.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA Estes comportamentos devem ser ―combatidos‖ com FORMAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO e o encarregado deve estar constantemente atento à falta destas proteções.II Parte 164 . mandando corrigir.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA A escolha dos equipamentos e métodos de trabalho é. delegada nos subempreiteiros que utilizam em obra os seus próprios equipamentos (escadas. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . andaimes e até proteções coletivas) e que por vezes são incompatíveis com as operações a desenvolver ou com os equipamentos de outros subempreiteiros que efetuam operações adjacentes.II Parte 165 . em muitos casos.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA É muito importante para a prevenção de acidentes que os equipamentos sejam compatíveis e selecionados de acordo com as necessidades das operações que se vão desenvolver.II Parte 166 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

escadas. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . andaimes.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA Todos os subcontratados devem ser informados previamente. tendo em conta o planeamento da obra. dos tipos e quantidades dos equipamentos de proteção coletiva. que vão necessitar. plataformas de trabalho….II Parte 167 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA Existe situações em que as proteções existem mas. quando solicitadas. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . a sua eficácia não corresponde ao que é esperado. Isto deve-se a deficiências de montagem e/ou mau estado dos equipamentos de proteção.II Parte 168 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA As razões de má montagem são devidas a: andaimes mal apertados ou bainhas demasiado largas ou insuficiente cobertura em esquinas.II Parte 169 . ângulos redondos…ou outros pontos difíceis de cobrir devido às dimensões e geometria dos elementos horizontais. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

estas proteções têm de cobrir totalidade da área a proteger. sem deixar espaços por onde seja possível passar um corpo.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA Para garantir a sua eficácia. Estes equipamentos só devem ser montados sob orientação de uma chefia que conheça bem os requisitos de montagem destes equipamentos.II Parte 170 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

os que se danifiquem ou deteriorem.II Parte 171 . de imediato.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA Os equipamentos devem ser mantidos em boas condições e deve existir sempre um stock de proteções disponível para substituir. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . nos seus acessos ou na proximidade de taludes ou negativos (buracos) existentes no piso.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA Os equipamentos de proteção coletiva contra quedas em altura têm por objetivo: evitar as quedas a nível diferente dos trabalhadores. ou circulam em locais elevados. mesmo que seja em operações ocasionais e de curta duração.II Parte 172 .

II Parte 173 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . as redes horizontais e as redes inclinadas ou tipo forca. Os que limitam as consequências da queda são. redes verticais e redes tipo ténis. por exemplo.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA Os equipamentos que evitam a queda são os guardacorpos. por exemplo.

II Parte 174 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . sendo constituídos por diversos elementos montados no local e que.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA GUARDA-CORPOS São proteções coletivas contra quedas em altura de utilização mais vulgar em obras de construção de edifícios. devem garantir a estabilidade e resistência necessária e ter dimensões que assegurem o seu objetivo (impedir a queda de pessoas). no seu conjunto. São robustos e baratos.

85 m. pelo menos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA GUARDA-CORPOS O parágrafo único do artigo 40º do Decreto nº 41821. com secção transversal de 0. estabelece que: ―Os guarda-corpos.14 m.II Parte 175 . A altura dos guarda-cabeças nunca será inferior a 0. de 11 de Agosto de 1958.” Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . não podendo o vão abaixo deles ultrapassar a medida de 0. serão postos à altura mínima de 1 m acima do pavimento.30 m2.

de 3 de Fevereiro (Estabelecimentos Industriais) faz idêntica imposição: “As aberturas existentes nos pavimentos dos locais de trabalho ou de passagem devem ser resguardadas com coberturas resistentes.14 m.9 m e rodapés com a altura mínima de 0.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA GUARDA-CORPOS O artigo 12º da portaria nº 53/71.” Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ou com guarda-corpos colocados à altura de 0.II Parte 176 .

apesar da sua desadequação como medida preventiva eficaz pois. no caso da Portaria nº 53/71) permite facilmente a passagem de um corpo adulto de boa constituição. em caso. a abertura permitida de 85 cm (ou de 76 cm.II Parte 177 . de queda por escorregamento.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA GUARDA-CORPOS Estas imposições legais mantêm-se em vigor. por exemplo.‖ Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 178 . utiliza-se uma barreira intermédia colocada a uma altura de 45 a 50 cm.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA GUARDA-CORPOS Na prática. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Esta barreira intermédia é usualmente exigida pelas entidades oficiais (ACT – Autoridade para as Condições de Trabalho).

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA GUARDA-CORPOS Uma outra omissão legislativa importante é a não referência à resistência (e solidez) mínima adequada para um guarda-corpo cumprir eficazmente a sua função. a legislação Espanhola impõe uma resistência mínima de 150 Kg por metro linear. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Por exemplo.II Parte 179 .

II Parte 180 . devem estar em bom estado. desempenadas e isentas de nós e pregos. O rodapé (no Decreto nº 41821 designado de guardacabeças) pode ser constituído por prancha de madeira com 15 cm de altura também solidamente fixada aos montantes.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA GUARDA-CORPOS As pranchas de madeira. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . quando utilizadas como elementos horizontais.

II Parte 181 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA GUARDA-CORPOS O erro mais vulgar na montagem de guarda-corpos é deixar aberturas (por onde passar um corpo) em esquinas. remates e ângulos. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

devem ser fixados com um ou dois pregos de forma a realçar a solidez do conjunto. os horizontais no caso de serem constituídos por pranchas de madeira. os montantes devem ser colocados a uma distância de cerca de 50 cm da esquina. os elementos verticais devem ficar bem ajustados e.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA GUARDA-CORPOS A figura seguinte exemplifica a forma correta de montar um guarda-corpos a proteger uma esquina. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 182 .

II Parte 183 . 2005) Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . devem ser unidos com abraçadeiras apropriadas ou outro acessório que garanta a solidez da fixação. Figura – Remate dos Elementos Horizontais em Esquina Fonte: (Pinto.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA GUARDA-CORPOS Se forem metálicos.

são constituídas uma rede de malha quadrada.II Parte 184 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA De utilização menos comum que os guarda-corpos. ligadas por nós e suportadas por corda perimetral amarrada a outros elementos de ancoragem. constituída por cordas de fibras sintéticas. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

para alturas superiores.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA São usadas para limitar as quedas pessoas. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . O desnível máximo permitido para a queda de pessoas é de 6 m pois. a eficácia da proteção não é garantida. quer de materiais.II Parte 185 .

Existem vários tipos de redes mas. têm que satisfazer requisitos básicos: Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . para garantirem a integridade física dos trabalhadores que protegem.II Parte 186 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA As redes devem ser instaladas por equipas especializadas ou por trabalhadores com formação adequada.

Toda a queda deve ser amparada pela rede.II Parte 187 . O INRS (Institute National de Recherche et de Securité) desenvolveu uma curva da dita trajetória. a rede tem de ficar saliente em torno da área que pretende proteger.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA 1. Assim. com uma largura que é função da velocidade inicial e da altura da queda. A trajetória de queda de um corpo é representada por uma parábola. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . devido ao efeito conjunto da força da gravidade e da componente horizontal da velocidade inicial.

Curva de trajetória Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA Figura .II Parte 188 .

é essencial controlar os seguintes fatores: a) que o conjunto da rede e dos suportes que sustentam consigam suportar e absorver a energia do impacto. Para tal.II Parte 189 . A queda sobre a rede não provoque danos físicos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA 2. b) que os materiais que vão caindo sobre a rede vão sendo retirados. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO

Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA

REDES DE SEGURANÇA
c) que a rede (por baixo) não esteja demasiado próxima de
obstáculos, de forma a não permitir o embate do corpo

em qualquer objeto quando sofrer a deformação devido
ao impacto do corpo.

Luís Eduardo Pires

Segurança no Trabalho - II Parte

190

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA

REDES DE SEGURANÇA
As redes devem estar devidamente certificadas de acordo
com os requisitos das normas: -- EN 1263-1 Safety nets Part 1: Safety requirements, test

methods;
-- EN 1263-2 Safety nets Part 2: Safety requirements for the positioning limits.
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
191

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO

Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA

REDES DE SEGURANÇA
Devido ao ambiente e condições em que são utilizadas
(agressões ambientais e projeções de materiais) devem ser

constantemente vigiadas, devendo haver um responsável
designado para essa tarefa.

Luís Eduardo Pires

Segurança no Trabalho - II Parte

192

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA

REDES DE SEGURANÇA
As agressões ambientais são devidas à temperatura (calor
e frio) e principalmente aos raios ultravioleta que degradam

as fibras provocando a perda das suas características
mecânicas (perda de 50% da resistência de rotura à tração

no primeiro ano de uso, das fibras em poliamida).

Luís Eduardo Pires

Segurança no Trabalho - II Parte

193

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO

Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA

REDES DE SEGURANÇA
O envelhecimento devido aos raios UV é, normalmente,
“acompanhado” de perda de cor.

Para utilizações em ambientes com atmosferas mais
agressivas (fábricas, por exemplo) que possam afetar

negativamente o desempenho das redes, devem ser
selecionadas redes fabricadas com fibras que resistam a esses agentes.
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
194

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO

Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA

REDES DE SEGURANÇA
O óxido de ferro é particularmente agressivo para este tipo
de fibras pelo que todas as peças metálicas de amarração e

ancoragem que estejam em contacto com as redes devem ser
galvanizados (ou sujeitas a outros tratamentos anti

oxidantes).

Luís Eduardo Pires

Segurança no Trabalho - II Parte

195

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO

Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA

REDES DE SEGURANÇA
Dois outros tipos de agressões relativamente vulgares em
obras de construção são a queda de elementos (peças ou

materiais) com arestas vivas e os trabalhos de soldadura.
O corte ou queima das fibras provocam perdas de resistência

localizadas mas que afetam o comportamento da rede
podendo, em casos extremos, provocar a perda total da eficácia protetiva.
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA

REDES DE SEGURANÇA
De entre os fatores mais usuais de má utilização das
redes, destacam-se:

 Altura de queda excessiva;
 Não proteger toda a zona de trabalho;

 Não colocar rede nas esquinas;
Deixar ―buracos‖ na área protegida devidos a recortes nas fachadas;
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA

REDES DE SEGURANÇA
Deixar ―buracos‖ na área protegida devidos a má união
entre módulos;

Materiais que caem e são deixados sobre a rede;
Mau estado das redes;

Mau estado da corda perimetral;
Corda perimetral com emendas;

Luís Eduardo Pires

Segurança no Trabalho - II Parte

198

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA Devem ser tomados os seguintes cuidados básicos para garantir a eficácia e a vida útil expectável: Armazená-las em locais secos e protegidas da luz (preferencialmente dentro de sacos que as protejam da luz e poeiras). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 199 . Os trabalhadores que as colocam devem usar arnês anti-queda.

Protegê-las das projeções de materiais incandescentes (com mantas ignífugas. Fechar todos os ―buracos‖ atando os módulos entre si. por exemplo).II Parte 200 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA Colocá-las o mais próximo possível do plano de trabalho (de forma a diminuir a altura da queda). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA Retirar imediatamente todos os materiais caídos. Substituir imediatamente o módulo de rede que apresente cortes ou sinais de envelhecimento. Deslocá-las acompanhando os trabalhos (antecipando- os). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 201 .

comercial ou industrial). encontram-se basicamente quatro tipos de redes.II Parte 202 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA TIPOS DE REDES Procurando no mercado os equipamentos disponíveis. para aplicação na construção de edifícios (sejam de utilização residencial.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES HORIZONTAIS São utilizadas para proteger trabalhos que decorram em coberturas de naves industriais ou comerciais ou outras operações em que seja necessário proteger uma área extensa. usualmente no interior das edificações. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 203 .

2005) .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES HORIZONTAIS Têm vulgarmente 8 metros de largura e são fixadas aos pilares (ou outros elementos estruturais) pela corda perimetral.II Parte 204 Fonte: (Pinto. fixada a suportes próprios. A ligação entre a corda perimetral e o suporte é efetuada por mosquetões. espaçados entre si de 1 metro. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

montadas em suportes metálicos instalados no bordo da laje com recurso a um suporte de garra com uma abertura máxima de 80 cm. A articulação do suporte permite adotar três posições de montagem: Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES HORIZONTAIS E INCLINADAS São as de utilização mais comum e flexível.II Parte 205 .

II Parte 206 . cujo risco é superior nas operações de cofragem/descofragem. Tem por objetivo principal limitar a queda de materiais.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES HORIZONTAIS E INCLINADAS Posição A Com uma ligeira inclinação relativamente à posição vertical. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

nesta posição protege dois pisos. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES HORIZONTAIS E INCLINADAS Posição C Com uma pequena inclinação de 10º a 15 º relativamente à horizontal. a rede sobressai 3 m da estrutura. Tendo em consideração a curva da queda definida pelo INRS (Institute National de Recherche et de Securité). Tem por objetivo principal limitar as consequências da queda de pessoas.II Parte 207 . Neste posição.

2005) Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES HORIZONTAIS E INCLINADAS Fonte: (Pinto.II Parte 208 .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES HORIZONTAIS E INCLINADAS Para assegurar a eficácia deste tipo de rede é importante que a rede seja montada.II Parte 209 . em todo o perímetro da 1ª laje da construção. quando se iniciarem os trabalhos ao nível da 2ª laje. de acordo com as instruções do fabricante.

sendo aconselhável que a rede seja montada na 3ª laje quando se iniciarem os trabalhos na 4ª laje e assim sucessivamente. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES HORIZONTAIS E INCLINADAS A rede na primeira laje protege os trabalhos que decorrem na 2ª e 3ª lajes.II Parte 210 .

Tal como. fixada a suportes próprios. nas redes horizontais. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . são fixadas aos pilares (ou outros elementos estruturais) pela corda perimetral.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES VERTICAIS Para assegurar a sua eficácia. A ligação entre a corda perimetral e o suporte é efetuada por mosquetões. devem ficar bem esticadas e cobrindo totalmente a abertura. espaçados entre si de 1 m.II Parte 211 .

a altura do plano de trabalho e o bordo inferior deve dispor de espaço livre que permita o alongamento da rede devido ao impacto.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES VERTICAIS TIPO FORCA O bordo superior é fixado em consolas tipo forca. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . no mínimo em 1 m. e o inferior é fixado a um suporte ancorado à laje.II Parte 212 . O bordo superior deve exceder.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES VERTICAIS TIPO FORCA È o tipo de rede mais adequado para proteger os trabalhos na laje de cobertura. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 213 .

devido talvez à menor flexibilidade da sua utilização ou por a proteção que proporcionam poder ser assegurada por outro tipo de equipamentos (guarda-corpos. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 214 . por exemplo).TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES VERTICAIS TIPO FORCA Existem outros tipos de redes cuja utilização é menos usual.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES VERTICAIS TIPO FORCA É o caso das redes tipo ténis que são montadas na vertical. impedindo a queda em altura. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . no piso que se pretender proteger. em situações semelhantes às dos guarda-corpos.II Parte 215 .

2005) Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA REDES VERTICAIS TIPO FORCA Fonte: (Pinto.II Parte 216 .

BONS EXEMPLOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 217 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA .

II Parte 218 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA .BONS EXEMPLOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 219 .BONS EXEMPLOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA .BONS EXEMPLOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 220 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA .II Parte 221 .MAUS EXEMPLOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA .MAUS EXEMPLOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 222 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA .II Parte 223 .MAUS EXEMPLOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

MAUS EXEMPLOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA .II Parte 224 .

II Parte 225 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA .MAUS EXEMPLOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

MAUS EXEMPLOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA .II Parte 226 .

II Parte 227 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA Qual a melhor proteção coletiva para as três situações que se seguem? Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 228 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 229 .

II Parte 230 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ALTURA REDES DE SEGURANÇA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 231 .

II Parte 232 . Não está equipada ou desenhada para ocupação contínua. 3. 2. É suficientemente grande para permitir a entrada de alguém para executar trabalhos. Tem meios limitados ou restritos para entrar e sair. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS CONCEITO Espaço Confinado é uma área que reúne os seguintes critérios: 1.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS CONCEITO OU SEJA: Só se considera espaço confinado aquele que reunir simultaneamente os 3 critérios.II Parte 233 .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .é a pessoa que tem a responsabilidade de monitorizar e observar o trabalho no exterior do espaço confinado.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS DEFINIÇÕES Autorização de Entrada .é um documento escrito com a identificação dos perigos associados a cada tipo de espaço confinado.II Parte 234 . Observador .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS DEFINIÇÕES Tempo de trabalho máximo .é qualquer situação anormal dentro dos Espaços confinados. Emergência .O Período máximo de trabalho nos Espaços Confinados sem intervalo é de 1 hora. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ou na sua envolvente. que pode ser perigoso para o colaborador que está no interior do Espaço Confinado.II Parte 235 .

5% de oxigénio por volume. Atmosfera enriquecida em oxigénio .5% de oxigénio por volume.II Parte 236 .Contém mais que 23.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS DEFINIÇÕES Oxigénio insuficiente na atmosfera .contém menos que 19. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO
De forma a eliminar ou reduzir a possibilidade de ocorrer acidentes/incidentes de trabalho em Espaços Confinados, existe um conjunto de medidas a atender.

ANTES DURANTE DEPOIS
da realização dos trabalhos!
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
237

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO

ANTES
1 - Designar quem terá as funções de observador do trabalho Funções do Observador Assinar a autorização de entrada como observador;

Luís Eduardo Pires

Segurança no Trabalho - II Parte

238

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO

ANTES
Reportar quaisquer problemas com o equipamento de

segurança ao seu supervisor directo e / ou ao departamento
responsável;

Afixar a licença de entrada no local onde o trabalho está a
ser executado;  Assegurar que todas as instruções de segurança estão a ser seguidas durante o trabalho;
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
239

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO

ANTES
Monitorizar exclusivamente o trabalho do exterior dos

Espaços confinados, mantendo sempre contato com os
colaboradores dentro dos Espaços confinados;  Efectuar o alerta em caso de qualquer situação de emergência.

Luís Eduardo Pires

Segurança no Trabalho - II Parte

240

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO

ANTES
2 - Assegurar que executante e observador tiveram formação específica A realização de trabalhos em espaços confinados só deve

ser executada por colaboradores que tenham formação
específica:

- de Trabalho em Espaços Confinados;
- na tarefa a executar.
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
241

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO

ANTES
Aspectos importantes a abordar na formação: 1 - Conhecimento dos perigos que podem ocorrer; 2 - Sintomas e consequências da exposição;

3 - Efeitos comportamentais devido à exposição;
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
242

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO

ANTES
Aspectos importantes a abordar na formação: 4 - Manutenção do contato com os colaboradores que entram no espaço confinado; 5 - Manuseamento e manutenção do equipamento de

segurança.
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
243

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO

ANTES
A formação deve ser dada:  periodicamente;  sempre que o processo sofra alterações; após a ocorrência de uma situação anormal durante a realização do trabalho;

Luís Eduardo Pires

Segurança no Trabalho - II Parte

244

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO

ANTES
A formação deve ser dada:  antes do início do trabalho (caso de colaboradores

pertencentes a empresas contratadas).  pelo responsável dos trabalhos ou pelos Bombeiros.
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
245

 Químicos tóxicos (irritação.II Parte 246 .Identificar os perigos Perigos existentes ou que se poderão verificar no decorrer dos trabalhos: Visibilidade reduzida.  Saliências no acesso (riscos físicos). explosão).TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES 3 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Chão inclinado. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Deficiência de oxigénio.  Ruído.II Parte 247 . atmosfera).  Parede tipo funil.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES Quente ou Frio (superfícies.  Existência de Metano.  Inundação.

II Parte 248 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES NOTA IMPORTANTE Se os riscos se mostrarem inaceitáveis o trabalho deve ser cancelado até que seja segura a entrada no espaço confinado. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Preparar. vedar e sinalizar a área circundante do Espaço confinado tiveram formação específica Preparar a entrada e trabalhos a desenvolver: Conteúdos escorridos.II Parte 249 trabalho revista com todos os . descarregados.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES 4 . neutralizados Sequência de participantes Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES Contador de gás calibrado.  Sistemas eléctricos / pneumáticos / mecânicos testados Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Procedimentos de emergência definidos.II Parte 250 .  Formação de participantes confirmada.

II Parte 251 .Avaliar a atmosfera existente Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES 5 .

O equipamento de monitorização de gases deverá ser testado e os valores registados.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES 6 .Garantir que o equipamento de monitorização se encontra devidamente calibrado calibração deverá ser efectuada de acordo com as indicações do fabricante.II Parte 252 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 253 . Durante a realização do trabalho.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES O equipamento de monitorização só deve ser utilizado por colaboradores que tiveram formação para o efeito. o equipamento de monitorização deverá ser colocado de forma a accionar o alarme quando as condições atmosféricas atingirem os seguintes níveis de perigo: Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

5% ou acima dos 23. Concentração de Gases Explosivos ou inflamáveis >10% LEL.5%.II Parte 254 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES Concentração de oxigénio na atmosfera abaixo de 19. Concentração de sulfureto de hidrogénio >10ppm. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Concentração de monóxido de carbono na atmosfera > 25ppm.

II Parte 255 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES Qualquer outra condição da atmosfera que possa ser um perigo imediato para a saúde ou vida do colaborador. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .Assegurar que todo o equipamento de segurança está disponível e em bom funcionamento.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES 7 .II Parte 256 .  Luvas de borracha.  Arneses. EPI’s:  Óculos.  Capacete.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Máscara (protecção contra poeiras.  Botas de borracha e com biqueira de aço.  Acolchoado para Ombros / joelhos / cotovelos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES EPI’s: Luvas (com protecções nos dedos contra ferimentos mecânicos).  Protecção do corpo impermeável.II Parte 257 . respiração).

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Bancada com tripé com cabo de segurança.  Ferramentas duplamente isoladas.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES Outros equipamentos: Lâmpada portátil à prova de explosão.  Ferramentas anti-faísca.  Aparelho respiratório autónomo.  Interruptor de circuito com ligação à terra.II Parte 258 .

Autorização de entrada deve ser solicitada aos responsáveis (ex. fazer aprovar e assinar uma autorização de entrada. Departamento de Segurança e Higiene no Trabalho e Manutenção) devendo ser acompanhada de um resumo das actividades a desenvolver.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES 8 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 259 .Preencher.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES Deve conter as seguintes informações: a) Nomes de quem vai executar o trabalho e do observador.II Parte 260 .  Devem assinar a autorização de entrada. sendo de evidenciar que ambos:  Devem ter tido formação. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES Deve conter as seguintes informações: Devem estar fisicamente aptos. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 261 . nomeadamente o colaborador que entra no espaço confinado para executar o trabalho necessário.

qualquer outro perigo conhecido para a saúde e segurança).II Parte 262 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES Deve conter as seguintes informações: b) Perigos identificados (ex. atmosfera potencialmente perigosa. configuração interna na qual a pessoa que entra possa ficar presa ou sofrer alguma lesão.

d) Método de comunicação entre o colaborador no interior do espaço confinado e o observador: (visual. corda. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . outro).TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES Deve conter as seguintes informações: c) Equipamentos de segurança requeridos. voz.II Parte 263 . rádio.

f) Registo dos testes periódicos à atmosfera. g) Procedimento e contactos de emergência.II Parte 264 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO ANTES Deve conter as seguintes informações: e) Acções de preparação necessárias. h) Espaço adicional para registo de anomalias. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

2. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Utilizar todos os EPI’s obrigatórios face à situação.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO DURANTE 1. Utilizar adequadamente outros equipamentos de segurança (caso sejam necessários). usar fósforos ou isqueiros. 3. Não fumar.II Parte 265 .

II Parte 266 .Avaliar periodicamente a atmosfera existente no espaço confinado.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO DURANTE 4 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

O colaborador que entra no espaço confinado deve sair de imediato se surgir qualquer situação fora do normal ou se sentir indisposto.II Parte 267 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO DURANTE 5 .

II Parte 268 .  posteriormente deve conduzir a emergência caso tenha formação e equipamento disponível.Em caso de emergência o observador deve:  1º pedir apoio (os contactos devem constar na autorização de trabalho). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO DURANTE 6 .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 269 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO DEPOIS 1. para posterior análise e correcção. 2. Registar na autorização de entrada todos os desvios detectados durante os trabalhos. Repor a situação original após a finalização dos trabalhos.

Arquivar a autorização de entrada e outros documentos relativos aos trabalhos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS MEDIDAS PREVENTIVAS E DE PROTECÇÃO DEPOIS 3. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 270 .

VALAS.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO TRABALHOS DE ESCAVAÇÕES.II Parte 271 . ENTIVAÇÕES E EXPLOSÕES NA CONSTRUÇÃO CIVIL Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

 Escavações.  Andaimes – falta de acessos seguros.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.falta de proteção contra quedas.  Falta de proteção da cabeça. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES PRINCIPAIS FALHAS DE SEGURANÇA NA “CONSTRUÇÃO CIVIL”  Falta de proteção contra quedas.II Parte 272 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . VALAS.  Andaimes .

II Parte 273 .  Inspecções feitas por pessoas incompetentes e não certificadas profissionalmente.  Andaimes – Plataformas mal colocadas. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES PRINCIPAIS FALHAS DE SEGURANÇA NA “CONSTRUÇÃO CIVIL”  Falta de formação.  Falta de formação para o risco de queda. VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. estas são mal projetadas . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES PRINCIPAIS FALHAS DE SEGURANÇA “NAS ESCAVAÇÕES”  Falta de proteção dos trabalhadores nos sistemas utilizados.II Parte 274 .  Maus acessos ou falta deles e em relação às saídas.

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Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES, VALAS, ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES

PRINCIPAIS FALHAS DE SEGURANÇA “NAS ESCAVAÇÕES”
 Inspecções feitas por pessoas incompetentes e não

certificadas profissionalmente;  Falta de protecção contra quedas de material e equipamento;

Luís Eduardo Pires

Segurança no Trabalho - II Parte

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Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES, VALAS, ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES

LEGISLAÇÃO
Decreto nº 41 821 de 11 de Agosto de 1958
Regulamento de Segurança no Trabalho da Construção Civil Titulo V - Escavações  Capitulo I - Disposições Comuns  Capitulo II - Obras auxiliares, equipamento e a sua utilização Secção I - Entivações
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
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LEGISLAÇÃO
NOTA:
O Decreto nº 41 821, de 11 de Agosto de 1958. continua em vigor, uma vez que: O Decreto-Lei nº 273/2003, de 29 de Outubro:  Procede à revisão da regulamentação das condições de segurança e de saúde no trabalho em estaleiros temporários ou móveis, constante do Decreto-Lei nº 155/95, de 1 de Julho, mantendo as prescrições mínimas de segurança e saúde no trabalho estabelecidas pela Directiva nº 92/57/CEE, do Conselho, de 24 de Junho.  Mantém, até à entrada em vigor do novo Regulamento de Segurança para os Estaleiros da Construção, o Regulamento de Segurança no Trabalho da Construção Civil, aprovado pelo Decreto nº 41 821, de 11 de Agosto de 1958 e a Portaria nº 101/96, de 3 de Abril, sobre as prescrições mínimas de segurança e de saúde nos locais e postos de trabalho dos estaleiros temporários ou móveis.

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Segurança no Trabalho - II Parte

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ESCAVAÇÕES
Acto ou efeito de escavar; cava. (de escavar e do latim
Excavatione).
(Dicionário ―Editora‖, Porto Editora – 5ª Edição.)

Movimentação de terras, com remoção das mesmas, podendo ser levada a cabo ao nível do plano de trabalhos ou em profundidade.
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(Segurança na Construção – Glossário – ACT)

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ESCAVAÇÕES
De acordo com a sua estabilidade os trabalhos de
escavações podem agrupar-se em dois grandes grupos: 1. Escavações feitas com uma geometria, que associada às

características geológicas e geotécnicas do terreno, não
necessitam de trabalhos de contenção;

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ESCAVAÇÕES
2. Escavações feitas recorrendo à aplicação de todas as técnicas de suporte de terras desenvolvidas pelo Homem.

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A GEOTECNIA
É um ramo da Engenharia que agrupa três disciplinas que se preocupam com a caracterização do comportamento dos terrenos:  Mecânica dos Solos;  Mecânica das Rochas;  Geologia da Engenharia.
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O QUE É O SOLO?
O solo é uma mistura de rocha, água, ar e de uma grande variedade de outras substâncias. Para a Engenharia Civil, o solo é entendido como um conjunto de partículas não cimentadas ou francamente cimentadas, resultantes da desagregação de material rochoso.
Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho - II Parte
282

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O QUE É O SOLO?
Este tipo de ligações, designa-se por coesão, a qual é condicionada essencialmente pela quantidade de água no solo.

Luís Eduardo Pires

Segurança no Trabalho - II Parte

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TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . VALAS.5 newton/m² ou maior.É exemplo deste solo o barro. . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES TIPOS DE SOLO TIPO A É um solo de consistência média com uma força de compressão de 1.II Parte 284 .

Ter sido anteriormente mexido. devido ao trânsito.II Parte 285 . por exemplo. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES TIPOS DE SOLO TIPO A Nota: Este tipo de solo não pode apresentar os seguintes indícios: Fissuras. Estar exposto a vibrações.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. Ter sido sujeito a outros factores que alteram a sua classificação. VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

se apresentarem fissuras ou se estiveram sujeitos a vibrações.É exemplo deste solo a lama ou o lodo. Este tipo de solo também inclui os solos de tipo A. VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .5 e 1. . assim como os solos de rocha que não são estáveis. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES TIPOS DE SOLO TIPO B É um solo de pouca consistência com uma força de compressão compreendida entre 0.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.II Parte 286 .5 newton/m² .

II Parte 287 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES TIPOS DE SOLO TIPO C É um solo de pouca consistência com uma força de compressão compreendida de 0. .5 newton/m² ou menos. VALAS.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. Inclui também solos submersos.É exemplo deste solo a areia e a gravilha. solos encharcados e rocha submersa que não seja estável.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. permanecendo intacto. VALAS.II Parte 288 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ROCHA ESTÁVEL É um material mineral sólido natural que pode ser escavado verticalmente.

II Parte 289 . VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES PRINCIPAIS TIPOS DE ESCAVAÇÕES TRINCHEIRA OU VALA Escavação longa com largura e profundidade variável.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES GALERIA / TUNEL Escavação subterrânea horizontal ou inclinada. que estabelece a ligação entre os poços de uma mina. Pode ser realizada por meio de explosivos ou por meio de equipamentos mecânicos. VALAS.II Parte 290 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES OUTROS TIPOS Todas as outras escavações efectuadas pelo homem.II Parte 291 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . VALAS.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. como por exemplo as escavações a céu aberto para a construção de caves e outros tipos de infra-estruturas.

ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ACIDENTES MORTAIS POR TIPO DE OBRA 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 1990 1991 1992 1993 POR SOTERRAMENTO. Vala/Trincheira Túnel/Galeria Outros tipos Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. VALAS.II Parte 292 .

 Esmagamento por queda de objectos.PRINCIPAIS PERIGOS  Desmoronamento.  Queda de pessoas e veículos para a escavação.  Fumos tóxicos.  Explosões.  Perigo para o público em geral.  Implicações em estruturas vizinhas.  Incêndios. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ESCAVAÇÕES . VALAS.II Parte 293 .  Electrocussão por contacto com cabos subterrâneos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES PODE-SE CONSIDERAR UMA ESCAVAÇÃO UM ESPAÇO CONFINADO?  Quando temos uma atmosfera com menos de 19.5% de oxigénio. que não somente: Gás natural – Proveniente de fugas. Quando existirem outros gases na atmosfera da escavação.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.II Parte 294 . Metano – Proveniente de matérias em decomposição. VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 295 . Intercepção de trincheiras – os cantos têm menor suporte e estabilidade. Choque e vibrações – originados pelo equipamento em movimento. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES PRINCIPAIS CAUSAS DE DESMORONAMENTO Sobrecarga – motivada pelo peso dos equipamentos. VALAS. materiais.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. trânsito. etc. outras construções.

VALAS. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES PRINCIPAIS CAUSAS DE DESMORONAMENTO Posição elevada do nível freático.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. Levantamento do fundo.II Parte 296 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . Existência de blocos de pedra no meio do solo.

ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES CENÁRIOS DE ROTURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . VALAS.II Parte 297 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES CENÁRIOS DE ROTURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 298 . VALAS.

Nota: Escavações superiores a 6 metros de profundidade requerem um sistema de protecção desenhado por um Engenheiro. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . VALAS. Entivações Escudos ou caixas de trincheiras. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES PRINCIPAIS MEIOS DE PROTECÇÃO NAS ESCAVAÇÕES Taludes. Socalcos.II Parte 299 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ESCOLHA DE SISTEMA DE PROTECÇÃO Depende do sítio. das condições e das circunstâncias.II Parte 300 . Depende dos sistemas disponíveis. Depende do destino do trabalho em questão. VALAS.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

(Dicionário ―Editora‖.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.II Parte (Segurança na Construção – Glossário – IDICT) 301 . O ângulo de estabilização de um talude varia. VALAS. rampa. Fosso. escarpa.) Superfície inclinada de uma escavação ou aterro. Porto Editora – 5ª Edição. muro. mas também com o teor da água. declive. de acordo com o ângulo de atrito interno dos materiais. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES TALUDES Inclinação que se dá à superfície de um terreno. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES INCLINAÇÃO DOS TALUDES DE ACORDO COM OS TIPOS DE SOLO Tipo de solo ou de rocha Rocha estável Tipo A Tipo B Tipo C Luís Eduardo Pires Inclinação máxima admissível para escavações com menos de 6.II Parte 302 . VALAS.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.5 metros Vertical (90º) ¾ para 1 (53º) 1 para 1 (45º) 1 ½ para 1 (34º) Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES EXEMPLOS DE TALUDES POR TIPO DE SOLO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 303 . VALAS.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.  Valorizar a informação relativa aos riscos mais importantes para o trabalho em causa.MEDIDAS PREVENTIVAS  Antes do início dos trabalhos procurar obter toda a informação pertinente (seguir o procedimento indicado para a escavação a céu aberto).II Parte 304 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES VALAS . VALAS.

Não permitir a colocação de materiais ou sobrecargas a uma distância do coroamento inferior a 1/3 da profundidade da escavação. a uma distância razoável dos bordos.II Parte 305 . uma valeta impermeável destinada a desviar as águas da chuva ou outro tipo de ocorrências.MEDIDAS PREVENTIVAS Logo depois da marcação no terreno da zona a escavar abrir. VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES VALAS .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 306 . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES VALAS . VALAS. Prover passadiços dotados de guarda-corpos e rodapé para colocar nas zonas de passagem em valas de comprimento superior a 15 metros.MEDIDAS PREVENTIVAS Colocar a entivação de tal modo que sobressaia pelo menos 15 cm acima da cota superior do terreno criando assim um rodapé a toda a volta da abertura.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

II Parte 307 . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES VALAS .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.MEDIDAS PREVENTIVAS Colocar guardas a toda a volta da escavação e reforçar com sinalização luminosa de balizamento os locais em que haja circulação nocturna de veículos ou pessoas. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . VALAS.

VALAS.5 metros.MEDIDAS PREVENTIVAS Dotar a escavação com acessos (que poderão ser escadas de mão) e colocá-los na abertura de modo a assegurar caminhos de fuga suficientes.II Parte 308 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES VALAS .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. de tal modo que a distância máxima a percorrer na vala para atingir uma escada não seja superior a 7.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. VALAS. de um poço. etc.II Parte 309 . Porto Editora – 5ª Edição.) Escoramento de sustentação provisória de terras em valas ou trincheiras. de stipare. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ENTIVAÇÕES Revestir de tábuas as paredes de uma mina.. (Dicionário ―Editora‖. Do latim – instipare. Luís Eduardo Pires (Segurança na Construção – Glossário – IDICT) Segurança no Trabalho .

ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ENTIVAÇÃO DE ACORDO COM O DECRETO Nº 41821 Corrimão Guarda Prumo/ estaca ou prancha Estronca Cinta Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. VALAS.II Parte 310 .

II Parte 311 .º do Dec. VALAS.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.Quando a profundidade < 5 m Metal . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES MATERIAIS MAIS UTILIZADOS De acordo com o art. 70. 41821 Madeira .Quando a profundidade > 5 m Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

80 Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . 72.80 - - 10x15 1. VALAS.80 Pouca Consistência 5x15 0.20 1.90 10x15 1.20 1.20 10x15 1.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.80 Sem Consistência 5x15 Continuo 10x15 1.20 m e 3 m NATUREZA DO SOLO Consistência Média PRUMOS Secção Cm Espaçamento m CINTAS Secção Cm Espaçamento m Secção Cm ESTRONCAS Espaçamento vertical m Espaçamento horizontal m 5x15 1.º do DL n.20 10x15 1.20 1. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS MADEIRAS Art.º 41 821 – Tabela para profundidades entre 1.II Parte 312 .

Devem passar 45 cm acima do lado vertical da vala Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 313 . REGRAS .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. preparadas para resistir a desmoronamentos. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ESCUDOS OU CAIXAS PARA TRINCHEIRAS São estruturas pré – montadas.Devem estar fixas na vala . VALAS. protegendo os trabalhadores.

VALAS.II Parte 314 . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ESCUDOS OU CAIXAS PARA TRINCHEIRAS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES COLOCAÇÃO DO ESCUDO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . VALAS.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.II Parte 315 .

II Parte 316 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. VALAS. tal como já foi referido. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES SOCALCOS Simples ou múltiplos Os ângulos dependem do tipo de solo.

II Parte 317 . VALAS.UTILIZAÇÃO DE DIVERSOS MÉTODOS DE SEGURANÇA EM CONJUNTO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES SOCALCOS .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . VALAS. Realizar um plano de emergência. retirando ou escorando tudo o que possa ser fonte de perigo. Contactar os serviços responsáveis para localizar instalações subterrâneas na zona da escavação.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ESCAVAÇÕES MEDIDAS PREVENTIVAS – “ANTES DE ESCAVAR”  Limpar toda a área. Classificar o tipo de solo.II Parte 318 .

ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ESCAVAÇÕES MEDIDAS PREVENTIVAS – “DURANTE OS TRABALHOS”  Utilizar material adequado e em boas condições.  Não sobrecarregar os taludes. 77. 79.II Parte 319 . (art.  Prevenir os desabamentos. os produtos das escavações não podem ser colocados a menos de 0.º). (art.º).60 m do bordo da escavação. usando os meios de protecção.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 320 .  Verificar as condições ambientais e ventilar sempre que necessário. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ESCAVAÇÕES MEDIDAS PREVENTIVAS – “DURANTE OS TRABALHOS”  Colocar corrimões ou outro tipo de protecção para evitar a queda de pessoas e equipamento para a escavação.

(art. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Garantir uma supervisão adequada da escavação. como por exemplo chuvas fortes. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ESCAVAÇÕES MEDIDAS PREVENTIVAS – “DURANTE OS TRABALHOS” Ter em atenção as condições climatéricas.º).  Sempre que necessário construir passadiços para os veículos. VALAS.II Parte 321 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. 73.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.  Zelar pela protecção do público. etc. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ESCAVAÇÕES MEDIDAS PREVENTIVAS – “DURANTE OS TRABALHOS” Garantir acessos adequados através de escadas ou rampas. uma escada em cada troço de 15 metros.II Parte 322 . na abertura da trincheira haverá.( Capítulo IV). VALAS. colocando sinalização. construindo barreiras e passadiços. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .90 m para fora da borda superior. pelo menos. (secção III ). a qual sairá 0.

VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Não colocar motores de combustão dentro.II Parte 323 . ou perto das escavações. Parar de trabalhar caso a inspecção mostre que a escavação não é segura. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES ESCAVAÇÕES MEDIDAS PREVENTIVAS – “DURANTE OS TRABALHOS” Uma pessoa competente deve inspeccionar as escavações no começo de cada turno. depois de qualquer incidente ou acidente.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. VALAS. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES O IDEAL!!! Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 324 .

rápida e violenta. EXPLOSIVO Substância química instável capaz de libertar energia e de produzir fragmentação. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES EXPLOSÕES EXPLOSÃO Ato ou efeito de explodir. acompanhada de grande elevação da temperatura e de libertação abundante de gases. reação química.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 325 .

 Não explodir. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.PRINCIPAIS PERIGOS  A explosão pode ocorrer inopinadamente.  Desabamento de outras estruturas.  Projeção de materiais a grandes alturas e distâncias. VALAS. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES EXPLOSÕES . por efeito das vibrações.II Parte 326 .

 Se existir a possibilidade de ocorrência de muitas vibrações deve-se efetuar testes nas estruturas vizinhas.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.II Parte 327 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . VALAS. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES MEDIDAS DE PREVENÇÃO .  Deve ser realizado um levantamento de tudo o que circunda a área da explosão.ANTES DE EXPLODIR  Deve ser efetuado um plano de operação e de segurança. incluindo serviços subterrâneos.

II Parte 328 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .  Deve-se criar limites de segurança.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. Nunca < a um raio de 100 m. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES MEDIDAS DE PREVENÇÃO . das medidas a tomar devido às vibrações. medido do centro da explosão. VALAS.ANTES DE EXPLODIR  Deve-se avisar as populações.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.II Parte 329 .MEDIDAS DE PREVENÇÃO MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA O FOGO  Deve-se afastar os explosivos de toda a fonte de chama ou calor. VALAS. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES EXPLOSIVOS .

II Parte 330 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . VALAS. nomeadamente na zona do ―tubo-de-escape‖.  Devem estar protegidos contra a emissão de faíscas.MEDIDAS DE PREVENÇÃO TRANSPORTE DE EXPLOSIVOS  Os veículos utilizados devem ter a caixa de transporte forrada a madeira. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES EXPLOSIVOS .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 331 .  O veículo tem que ser identificado. VALAS.MEDIDAS DE PREVENÇÃO TRANSPORTE DE EXPLOSIVOS  Devem ser transportados sozinhos.  Tem que estar equipado com um extintor de pó químico ABC. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES EXPLOSIVOS .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.

MEDIDAS DE PREVENÇÃO ARMAZENAMENTO  Deve existir um inventário atualizado dos explosivos.(First ln — First Out) (o 1.  Deve-se seguir as instruções de armazenamento inscritas nas caixas.º a sair do armazém).TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .º a entrar é o 1.II Parte 332 .  Deve-se usar o sistema FIFO .  Devem estar fechados. VALAS. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES EXPLOSIVOS .

As instalações devem ser à prova de fogo e de bala. Os detonadores nunca são armazenados juntamente com os explosivos. As instalações devem ser secas e ventiladas e relativamente frescas.MEDIDAS DE PREVENÇÃO ARMAZENAMENTO Não se deve utilizar material metálico para executar a abertura e transporte das caixas. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 333 . VALAS.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES EXPLOSIVOS .

MEDIDAS DE PREVENÇÃO NA UTILIZAÇÃO Só uma pessoa competente e habilitada deve manusear os explosivos e preparar as zonas a explodir.II Parte 334 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES EXPLOSIVOS . VALAS.

MEDIDAS DE PREVENÇÃO DEPOIS DE EXPLODIR Desligar o explosor dos fios.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.II Parte 335 . VALAS.  Deixar passar tempo por forma a que o fumo e o pó deixem a zona da explosão. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES EXPLOSIVOS .  O responsável pela explosão deve inspeccionar a zona para verificar se todos os explosivos rebentaram.

principalmente nas escavações.MEDIDAS DE PREVENÇÃO DEPOIS DE EXPLODIR  O responsável deve recolher todos os fios e cargas não utilizadas. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . para determinar a segurança da restante obra.  Deve-se inspeccionar a zona. ENTIVAÇÕES E EXPLOÇÕES EXPLOSIVOS .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: ESCAVAÇÕES.II Parte 336 . VALAS.

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II Parte 355 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 1 – DEFINIÇÃO A soldadura tem por objectivo unir duas peças metálicas de modo permanente.II Parte 356 . Esta união pode ser obtida recorrendo a duas técnicas:  através da fusão das duas peças metálicas na zona de contacto.  adicionando um material (solda) na zona a unir.

2ª .II Parte 357 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS A soldadura é precedida de duas etapas essenciais: 1ª .PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES.TRATAMENTO DE SUPERFÍCIES. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

: desengordurar.PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES Objectivo principal: eliminar as impurezas que se encontram na superfície das peças.II Parte 358 . Métodos utilizados: Dependem do material da peça.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª . transformação). conversão. diminuir a rugosidade. proteger) e dos tratamentos posteriores (revestimento. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . do objectivo do tratamento (ex.

polimento. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . decapagem e protecções temporárias.PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES Tipos de preparação: lixagem. desengorduramento.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª .II Parte 359 .

 Os métodos utilizados nesta operação são mecânicos e podem ser realizados recorrendo a lixas ou escovas.II Parte 360 .  Visa desbastar a peça de forma a conferir-lhe um determinado aspecto ou rugosidade.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES a) LIXAGEM  É na maioria das vezes a primeira operação.

II Parte 361 .PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES b) POLIMENTO É utilizado para conferir um acabamento mais fino e específico à peça após esta ter passado por um processo de lixagem. melhorar as propriedades do material e dar brilho. Através do polimento pode-se: desbastar a peça. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . diminuir a rugosidade superficial.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª .

vibratório. electrolíticos e químicos. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . existindo diversos métodos: calçamento.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª .PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES b) POLIMENTO  É uma operação mais complexa que a lixagem. mecânico.II Parte 362 .

óleos.  É feito obrigatoriamente sempre que a peça metálica passe por um processo de revestimento da sua superfície. resíduos de polimento. poeiras. etc.II Parte 363 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . resíduos de soldadura.PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES c) DESENGORDURAMENTO  Tem como objectivo limpar totalmente a superfície das peças de gorduras.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª . lubrificantes.

do material e de tratamentos subsequentes.  Podem ser utilizados 3 tipos de agentes: solventes orgânicos (hidrocarbonetos clorados). soluções alcalinas e emulsões. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 364 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª .PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES c) DESENGORDURAMENTO O método de desengorduramento utilizado depende do estado da peça.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª . ultra-sons e electrólise. projecção do solvente sobre a peça.PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES c) DESENGORDURAMENTO Os métodos possíveis são: imersão em substância líquida ou em vapor (a quente ou a frio). Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 365 .

II Parte 366 .PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES d) DECAPAGEM  Tem por objectivo eliminar os óxidos que se formam na superfície das peças metálicas para que os tratamentos posteriores (ex. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª . aplicação de um revestimento) tenham uma aderência perfeita e homogénea.

II Parte 367 .PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES d) DECAPAGEM Existem 3 métodos: decapagem mecânica (conseguida através da projecção de jactos de areia ou granalha de decapagem com jacto abrasivo ).TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª . (granalha de aço é um dos mais importantes materiais Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 368 .PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES d) Decapagem Existem 3 métodos: decapagem electroquímica (as peças são mergulhadas numa solução e podem ser o ânodo. decapagem química (as peças são mergulhadas em soluções específicas).TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª . o cátodo ou ser atravessadas por uma corrente alternada).

rasuras.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª .PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES e) Protecções Temporárias Tem por objectivo conferir um certo grau de isolamento à superfície da peça para se evitarem agressões exteriores tais como abrasão. corrosão. etc. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 369 .

PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES e) Protecções Temporárias Processo utilizado quando as peças necessitam de ser armazenadas temporariamente.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . transportadas ou simplesmente quando existe um espaço de tempo de espera entre várias etapas do processo de fabrico.II Parte 370 .

por imersão ou pulverização ou sob a forma de filme.PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES e) Protecções Temporárias A aplicação das protecções temporárias pode ser feita utilizando diversas substâncias.. sendo aplicadas com pincel. solventes. tais como óleos.II Parte 371 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . termo adesivos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª . etc.

por imersão ou pulverização ou sob a forma de filme. tais como óleos. sendo aplicadas com pincel.PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES e) Protecções Temporárias A aplicação das protecções temporárias pode ser feita utilizando diversas substâncias.II Parte 372 .. termo adesivos.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA 2 – ETAPAS ESSENCIAIS 1ª . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . etc. solventes.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 373 .

II Parte 374 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 375 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 376 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 377 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 378 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 379 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 380 .

II Parte 381 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 382 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 383 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 384 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 385 .

II Parte 386 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 387 .

II Parte 388 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 389 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 390 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 391 .

II Parte 392 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 393 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 394 .

II Parte 395 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 396 .

II Parte 397 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: SOLDADURA Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 398 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 399 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 400 .

II Parte 401 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 402 .

II Parte 403 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 404 .

II Parte 405 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 406 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 407 .

II Parte 408 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 409 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 410 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 411 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 412 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 413 .

II Parte 414 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 415 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 416 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 417 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 418 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 419 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 420 .

II Parte 421 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 422 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 423 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 424 .

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Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS

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Segurança no Trabalho - II Parte

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Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS

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Segurança no Trabalho - II Parte

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Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS

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Segurança no Trabalho - II Parte

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Avaliação e controlo de riscos associados a: RISCOS DOS COMBUSTÍVEIS

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TRABALHOS HIPERBÁRICOS

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Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS

TRABALHO HIPERBÁRICO É toda a atividade que se desenvolve a pressões superiores à
pressão atmosférica (1 Bar).

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Segurança no Trabalho - II Parte

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II Parte 434 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS ENQUADRAMENTO JURIDICO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS ENQUADRAMENTO JURIDICO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 435 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O AMBIENTE HIPERBÁRICO ALGUMAS ÁREAS DO TRABALHO  AS TUNELADORAS DE CÂMARA FECHADA (TBS)  OS CAIXÕES DE AR COMPRIMIDO  O MERGULHO PROFISSIONAL Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 436 .

II Parte 437 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS TUNELADORAS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS TUNELADORAS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 438 .

II Parte 439 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS TUNELADORAS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 440 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS TUNELADORAS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 441 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS TUNELADORAS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS Extrato da tabela de descompressão inserida no Decreto-Lei nº 49/82 de 18 de Fevereiro Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 442 .

II Parte 443 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS OS CAIXÕES DE AR COMPRIMIDO Faseamento executivo Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS TUBULÕES A AR COMPRIMIDO Utilização do ar comprimido. como método de estabilização da escavação e contenção de afluência de água ao interior da mesma Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 444 .

II Parte 445 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 446 .

II Parte 447 . Robert Boyle físico e químico (1627 – 1691) Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . a pressão é inversamente proporcional ao volume.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Lei de Boyle Num gás ideal. ou seja. a pressão diminui para metade. se por exemplo o volume do gás duplicar.

* Temperatura Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL P x V = Constante * V = Constante * P Considera-se um gás ideal como sendo uma aproximação da realidade.II Parte 448 . não existindo forças de interação entre elas. dado que um gás ideal é constituído por partículas sem volume.

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . A proporção com que ocorre essa variação na solubilidade com a pressão é específica de cada gás e é constante a uma dada temperatura. Essa relação entre solubilidade de um gás e a pressão é chamada constante de Henry.II Parte 449 . físico e químico (1775-1836) A solubilidade dos gases nos líquidos aumenta com o aumento da pressão.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Lei de Henry William Henry.

II Parte 450 .1936 Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Teoria da descompressão John Scott Haldane Fisiologista 1860 .

II Parte 451 . Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . a pressão do azoto no ar respirado é superior à pressão do azoto dissolvida no corpo do mergulhador. para dissolvido no corpo (pressão menor). O azoto passa de dissolvido no ar (pressão superior).TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Teoria da descompressão/ CONCEITOS Na imersão para um mergulho profundo.

À diferença entre a pressão do azoto dissolvida no corpo e a pressão envolvente dá-se o nome de Gradiente de Pressão.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Teoria da descompressão/ CONCEITOS Durante a subida. O azoto dissolve-se fora dos tecidos. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . a pressão do azoto dissolvida nos tecidos do corpo passa a ser superior à pressão do meio envolvente. no ar respirado e é libertado do corpo.II Parte 452 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Teoria da descompressão/ CONCEITOS Se o Gradiente de Pressão excede limites aceitáveis.II Parte 453 . formando-se bolhas de azoto. o azoto dissolvido é libertado da solução de uma forma mais rápida do que o corpo pode eliminar através da respiração e circulação sanguínea. causando assim a doença Descompressiva. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL COORDENAÇÃO DA SEGURANÇA DE UMA OPERAÇÃO DE TRABALHO SUBAQUÁTICO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 454 .

II Parte 455 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL ENQUADRAMENTO JURÍDICO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL ENQUADRAMENTO JURÍDICO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 456 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL ENQUADRAMENTO JURÍDICO Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 457 .

Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . manutenção de: Pontes. estruturas portuárias. barragens. inspeção. diques. descargas de barragens etc.II Parte 458 . túneis. Etar’s. depósitos de água. galerias. construção.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL ÁREAS DE ACTIVIDADE Fiscalização. emissários.

barragens.II Parte 459 . emissários. descargas de barragens etc.TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL ÁREAS DE ACTIVIDADE Fiscalização. manutenção de: Pontes. Etar’s. túneis. construção. diques. galerias. estruturas portuárias. depósitos de água. Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho . inspeção.

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL ESTUDO DE CASO Intervenção no tanque primário (resíduos sólidos) de uma ETAR Objetivo Substituição de uma comporta de abertura e fecho do tanque de receção de resíduos sólidos Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 460 .

II Parte 461 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 462 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 463 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

II Parte 464 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 465 .

II Parte 466 .TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS O MERGULHO PROFISSIONAL Bibliografia -TRABALHOS HIPERBÁRICOS Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 467 .

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Avaliação e controlo de riscos associados a: TRABALHOS HIPERBÁRICOS FIM DA PARTE .I Luís Eduardo Pires Segurança no Trabalho .II Parte 468 .