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Promover a Saúde: As Doenças do Nosso Tempo

Código IEFP: MÓDULO C10 (Programa de Cidadania e Mundo Actual / Sociedade) Autor(a): Filipa oa!uim

Competências Visadas
• Demonstrar sentido de responsabilidade na promoção da saúde da pessoa e da comunidade. • Demonstrar apreço pelo seu próprio corpo e pela promoção da saúde individual. • Reconhecer a importância da prevenção no combate a diferentes doenças. • Compreender a necessidade de uma alimentação equilibrada. • Reconhecer consequências do consumo do tabaco !lcool e estupefacientes. • Compreender a importância do aconselhamento e do planeamento familiar na redução de riscos de maternidade não dese"ada. • Reconhecer comportamentos suscept#veis de evitar a propa$ação de doenças se%ualmente transmiss#veis &D'(). • Reconhecer o papel das or$ani*aç+es da sociedade civil e das entidades de protecção da saúde na prevenção de riscos e no combate , doença.

Objectivos de Aprendizagem
• Compreender a importância para a saúde da manutenção de uma boa hi$iene corporal. • -dentificar diferentes formas de prevenção de doenças. • .ustificar a importância da vacinação na prevenção de doenças infecto/conta$iosas. • -dentificar os sintomas de doenças relacionadas com as alteraç+es dos h!bitos alimentares. • 0%plicar os efeitos do consumo de !lcool tabaco e outros estupefacientes. • 0numerar medidas para desencora"ar o consumo de !lcool tabaco e estupefacientes. • -dentificar os diferentes tipos de dro$as l#citas e il#citas. • -ndicar formas individuais e colectivas de combater o consumo de dro$as. • Compreender a importância e referir formas de planeamento familiar. • Referir os m1todos de prevenção das doenças se%ualmente transmiss#veis. • Conhecer as entidades que prestam de cuidados de saúde de acordo com as diferentes doenças. • Referir o papel de or$ani*aç+es não $overnamentais na promoção da saúde.

Conteúdos
• 'aúde como direito da humanidade. • Dever pessoal de promoção da saúde o 2 ima$em do corpo o 3i$iene pessoal o 4acinação o 5eri$os da automedicação • Desvios alimentares6 obesidade bulimia e anore%ia. • Consumo de !lcool e tabaco. • Consumo de dro$as l#citas e il#citas. • 'e%ualidade e planeamento familiar. • Doenças se%ualmente transmiss#veis. • -nstituiç+es de prestação de cuidados de saúde. • 7r$ani*aç+es da sociedade civil no dom#nio da saúde.

Indice
Competências 4isadas..................................................................................................................... 8

....................................................7b"ectivos de 2prendi*a$em.................................................................8 Conteúdos.................................................................................................: 7R.............................................................................................................................. G 2 ima$em do corpo........................... G 4estu!rio e Calçado.............................................................................D 3i$iene Corporal................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................G 4acinação...................................................................................................... HH Desvios alimentares6 obesidade bulimia e anore%ia................................ H8 Fulimia............................................................................................................................................................................... D 5ele........................................................................ E Foca e Dentes...................... D 7lhos.................................................................................................... E 51s.................................................................................. H8 7besidade....................................2<-=2>?7 @A<D-2B D0 '2CD0............................................................................................................................................................... E @ãos e Anhas................................................................................................................ D <ari*............................................ G 5eri$os da automedicação................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 9 -ndice...................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... E 7uvidos.................................................HH Jactores facilitadores......................................H8 2nore%ia...... H9 ................................................: Dever pessoal de promoção da saúde.......................................... H8 Caracter#sticas principais da bulimia6.....................................HI 0m caso de dúvida....................... 9 'aúde como direito da humanidade.................................................................................................................................................................................................................................................................. D Cabelo.............................................................................................................

............H: 5eri$os do !lcool............................................................ 8G (oma nota6.8I 2rti$o Correio da @anhã............................................................................................................................57R(A.....................................................................................H9 2spectos psicoló$icos da 2nore%ia...........HL Fulimia...................... comidaK....................................89 Como se determina que se est! perante uma contra/ordenação ou um crimeK.......................................................................8M 2s relaç+es amorosas.. 8D 2 vulnerabilidade na vivência da se%ualidade............2'......................9L ...............................................................................................................8E 7 preservativo...................................................................................................... 8H B0..................................................................................................Caracter#sticas principais da anore%ia6....................... 8L to%icodependente 6...........................................................................................................................................H9 2spectos psicoló$icos da 7besidade...................................................................................................................................................................................... 9H 7s outros m1todos contracetivos se$uros......................................................................................H: 0studo sobre o Consumo de Nlcool (abaco e Dro$as O 0C2(DP8IHH.........................................................8I 0studo sobre o Consumo de Nlcool (abaco e Dro$as O 0C2(DP8IHH...............8L consumo ocasional6 ................................................................................................................................................................................................................................................ HM Consumo de !lcool e tabaco....................................................................................................................................................................................... 8M 'e%ualidade e planeamento familiar.................. HL Como tratar os transtornos alimentares.....................98 5laneamento familiar..................................................8M 7 saud!vel e o patoló$ico.................................................................... HE Consumo de dro$as l#citas e il#citas......................................................... 99 Doenças se%ualmente transmiss#veis................................................8L <o caso de contra/ordenação o que aconteceK.................................H9 5orque tanta ocorrência de distúrbios relacionados .....................................................HM 2uto percepção.......................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................A0'2 '7FR0 2' DR7...........

.........................................................Joi fundada a D de 2bril de HGLE com o ob"ectivo de apoiar a cooperaçãointernacional para a melhoria das condiç+es de saúde.......... 2s acç+es da 7@' prendem/se com o controlo de epidemias o empre$o de ..................................................9E Fiblio$rafia... 9G Saúde como direito da humanidade ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE 7r$ani*ação @undial de 'aúde uma instituição especiali*ada das <aç+es Anidas................................................-nstituiç+es de prestação de cuidados de saúde........................................

5ara que estas funç+es se verifiquem 1 fundamentalque a pele este"a limpa.enebra. 5ara manter a pele limpa 1 essencial6 • • • • • • • (omar banho diariamenteQ <ão tomar banho com !$ua muito quente nem durante muito tempoQ 0vitar esfre$ar demasiado a peleQ Asar sabãoPsabonete para eliminar a su"idade hidratar e prote$erQ Retirar todos os restos de espuma que se encontram no corpoQ @anter uma hi$iene #ntima cuidadaQ 'ecar muito bem todas as partes do corpodepois do banho tendo muita atenção aosp1s umbi$o ouvidos e pre$as. 2 instituição 1financiada pelas contribuiç+es anuais dos estados/membros e tem sede em .medidas de quarentena a estandardi*ação de medicamentos a re$ulamentação sanit!ria e o planeamentoe a e%ecução de campanhas de vacinação rastreio e prevenção de doenças nomeadamente atrav1s da informação prestada . Cabelo • • • • • R importante ser lavado frequentementeQ Deve/se usar um champS adequado a cada tipo decabeloQ Devem/se reali*ar duas lava$ensQ 2pós cada lava$em o cabelo deve ser seco epenteadoQ 'ecar o cabelo6 o Com o secador a 8I cm de distância e não muito quenteQ o Com a toalha sem fa*er muita força Olhos • Tuando um pó ou outro ob"ecto estranho Uentra noolho deve lavar/se com muita !$ua e não esfre$ar osolhos com os dedosQ . Dever pessoal de promoç o da saúde Higiene Corporal !ele FUNÇÕES: • 5rotecçãoQ • RespiraçãoQ • Re$ulação da temperatura do corpoQ • 'ensibilidade&calor frio pressão ou dor)Q • 0liminação &transpiração).s populaç+es.

o 2 escova de dentes6 o R pessoal e intransmiss#velQ o Deve ser trocadas de 9 em9 meses ou sempre que ospêlos este"am deformados Ouvidos Deve/se limpar a parte e%terna do ouvidoQ • • • 5ode/se usar !$ua e sabãoQ 5odem/se utili*ar $otas dissolventespara eliminar o cerúmen &cera dosouvidos)Q 2s correntes de ar poderão provocarinfecç+es. 2ssim6 • • • 2s narinas devem estar completamente desentupidasQ Deve/se redobrar os cuidados em caso de constipaçãoQ Consultar o m1dico sempre que se verifiquem alteraç+es #oca e Dentes 2 lava$em dos dentes e boca 1 indispens!vel paraque a pessoa se sinta bem &bom h!lito). Bo$o deveestar sempre limpo e desentupido. 2 hi$iene do nari* consiste em6 @antê/lo de modo a que se"a poss#vel a respiração. $ os e %nhas • Cuidadosa ter com as mãos e unhas6 .2 sua hi$iene deve/se reali*ardo canto interno para oe%terno utili*ando/sebastante !$ua. Deve/se6 • • • • • 0vite comer doces entre as refeiç+esQ 0scovar os dentes com pasta de dentes após as refeiç+es de 9 a M min não esquecendo de lavar a l#n$uaQ 0scovar os dentes pelo menos duas ve*es ao diaQ Asar fio dentalQ 'empre que poss#vel ir ao dentista &pelo menos uma ve* por ano).lu* solar do que .• • Deve/se evitar ambientes com muito fumoQ <ão se deve ler ou reali*ar actividades que e%i"ammuito esforço dos olhos &deve/se dar preferência . "ariz R o principal ór$ão da respiração. artificial e evitar os locais poucoiluminados).

• • • • • Atili*ar sabãoPsabonete e !$ua em quantidadesuficienteQ 2s unhas devem estar curtas aparadas e limpasQ 'ecar bem as mãos no fim de cada lava$emQ Bavar sempre antes e depois das refeiç+es depois deir .s *onas interdi$itais). casa de banho e de todas as actividades quepossam causar su"idadeQ Atili*ar creme hidratante quando a pele ficademasiado seca. actividadeque se vai reali*ar 7 calçado deve permitir o are"amento dos p1sQ 7s dedos não devem estar demasiado comprimidosQ Deve encontrar/se sempre limpo tanto e%teriormente como interiormente. Vacinaç o 2 vacinação 1 uma forma de fortalecer o or$anismo contra determinadas infecç+es. Constitui uma das maiores vitórias da medicina e muitos de nós não estar#amos vivos se não fosse a vacinação. 7s seus princ#pios emp#ricos "! são conhecidos h! muito tempo embora só recentemente tenham sido utili*ados de forma moderna e massiva. !&s 7s p1s devem ser lavados diariamente een%u$ados devidamente &dar especialimportância . 2s unhas devem estar limpas e pequenas eserem cortadas a direito a fim de evitar que seencravem. 2s roupas interiores necessitam ser lavadas sempre que usadas enquantoque as roupas e%teriores não necessitam de lava$ens tão frequentesQ Devem/se evitar os lenços de pano dando preferência aos lenços de papel descart!veisQ 2 roupa deve ser sempre bem a"ustada ao corpo e adequada . <o final desse ano iniciou/se a vacinação em massa contra a poliomielite re$istando/se então 8G8 casos da doençaQ no ano se$uinte re$istaram/se apenas H9 casos o que tradu* uma redução de G:WX 0m HG:: efectuou/se a vacinação em massa das crianças contra a difteria e a tosse convulsa re$istando/se nesse ano HIHI casos de difteria e GD9 casos de tosse convulsaQ no ano se$uinte após a vacinação . A imagem do corpo Vestu'rio e Calçado Finalidades do vestuário: • • • • • • • • 5rote$er o or$anismo contra as radiaç+es solaresQ 2sse$urar ao or$anismo protecção contra osfactores a$ressivos do meioQ Conservar o calor natural do corpo. 0m 5ortu$al administram/se vacinas desde o in#cio do s1culo V-V desi$nadamente a anti/ variólica mas foi apenas a partir de HG:M com a criação do 5ro$rama <acional de 4acinação &5<4) que os $anhos em saúde foram si$nificativos.

!erigos da automedicaç o <ão 1 por acaso que o curso de medicina 1 tão e%i$ente. prescrição de medicamentos. 2s doenças abran$idas estão eliminadas ou controladas tendo/se evitado milhares de casos de doença e centenas de mortes sobretudo em crianças que teriam ocorrido na ausência de vacinação. 0sta doença que durante muitos s1culos matou milh+es de pessoas foi considerada eliminada em HGDE e erradicada em HGEIQ o último caso de doença ocorreu na 0tiópia em HGDD. 'e at1 quem estudou para isso pode cometer erros ima$ine o ser humano comum que pouco ou nada sabe relativamente .re$istaram/se apenas LDG casos da primeira doença e LG9 da se$unda ou se"a uma redução de MIWX 7utra vitória enorme da vacinação ainda mais espectacular a n#vel mundial foi a erradicação da var#ola. Ama ve* que o medicamento errado tem por ve*es o poder de matar uma pessoa. 'ó porque determinado medicamento funcionou com ovi*inho o mesmo princ#pio não tem de se aplicar a cada individuo. 2ssim sendo aqui fica uma lista dos principais peri$os da automedicação6 • • • 2 utili*ação incorrecta de certos medicamentos pode a$ravar a doença e camuflar determinados sintomas 2 combinação inadequada de dois ou mais medicamentos pode potenciar ou anular a acção de um deles ou dos dois Reacç+es al1r$icas dependência e at1 mesmo a morte são al$uns dos peri$os da automedicação . 2s vacinas inclu#das no 5<4 são muito importantes para a 'aúde 5ública e permitem combater as se$uintes doenças6 • • • • • • • • • • • • Difteria Doença invasiva por 3aemophilus influen*ae b Doença invasiva por <eisseria menin$itidis C &menin$ite C) 3epatite F 5apeira &trasorelho ou parotidite epid1mica) 5oliomielite &paralisia infantil) Rub1ola 'arampo (1tano (osse convulsa &coqueluche ou pertussis) (uberculose 4#rus do 5apiloma 3umano &desde 7utubro de 8IIE). Desde HG:M em 5ortu$al foram vacinados mais de sete milh+es de crianças e v!rios milh+es de adultos atrav1s do 5<4 que 1 universal e $ratuito.

'endo que na maior parte das ve*es esses casos resultam de acidentes.'ão doenças muito $raves do foro psicoló$ico comconsequências $rav#ssimas a n#vel6 • Da saúde • Relacionamento pessoalQ • 2ctividades do dia a diaQ 7s distúrbios alimentares ocorrem predominantementenos pa#ses industriali*ados .(m caso de dúvida 2 verdade 1 que e%istem inúmeros medicamentos considerados YinofensivosZ que podem ser facilmente comprados sem receita m1dica. Relativamente aos medicamentos de prescrição m1dica este apenas podem ser prescritos por um m1dico após a avaliação do estado de saúde do doente. 2l1m disso quando for a uma consulta não se esqueça de di*er ao m1dico em questão &caso não se"a o seu m1dico de fam#lia) quais os medicamentos que costuma tomar. Não dei e o destino por mãos al!eias 2 maior parte dos casos de into%icação atrav1s de medicamentos ocorre com crianças. "ais vale prevenir do #ue remediar Como "! deve ter percebido são v!rios os peri$os relacionados com a automedicação. 2ssim sendo 1 muito importante que os medicamentos se"am devidamente $uardados em locais onde as crianças não lhes consi$am ter acesso. 0sta 1 uma questão muito importante uma ve* que os medicamentos podem rea$ir adversamente em con"unto ou podem anular a sua acção De !io alimen"are # o$e idade% $&limia e anore'ia( Caracteri*am/se fundamentalmente por alteraç+essi$nificativas do comportamento alimentar. 'e achar que e%iste a m#nima possibilidade de risco para si consulte o seu m1dico de fam#lia antes de começar a tomar esse medicamento. 5or ve*es dependendo dos sintomas o farmacêutico 1 capa* de lhe fa*er um dia$nóstico correcto e de lhe dar a medicação aconselhada para o seu caso. 5or isso na altura de comprar o medicamento que considera aconselhado para si peça a opinião do farmacêutico. 5ara evitar estes acidentes não dei%e os medicamentos em $avetas em cima de mesas ou dentro de potes. 5or isso sempre que poss#vel opte por consultar o seu m1dico de fam#lia. Tualquer lu$ar de f!cil acesso pode tornar/se um verdadeiro peri$o. 2l1m disso antes de começar a tomar um novo medicamento 1 muito importante que leia primeiro o folheto com as indicaç+es e efeitos secund!rios.

 -n$estão de uma quantidade de alimentos definitivamente maior do que a maioria das pessoas comeria em situação similar. Caracter+sticas principais da bulimia.2fecta predominantemente os adolescentes com maiorrisco de incidência entre os HL/HE anos podendoiniciar/se mais cedoQ 0mbora se"a predominante no se%o feminino sur$etamb1m no se%o masculino &HIW) )actores *acilitadores 2spectos sócio/culturais • • • • • • • @odelo ideal de sucesso @oda 5uberdade Jactores de stress6 @orte ou doença de familiarQ -nsucesso escolarQ Conflito con"u$al dos paisQ 3abitualmente ocorrem nos . . 0stando acima de 9I você est! obeso. E emplo: Di$amos que você tem H :Mm de altura e pesa DI\$.ovens6 • • • • Com uma auto/estima bai%aQ Com dúvidas acerca do seu valor pessoal compadr+es elevados de e%i$ência e responsabilidadeQ -nse$uros e sem confiança em si própriosQ Com dificuldades em estabelecer relaç+es com osoutrosQ Obesidade 7besidade 1 o acumulo e%cessivo de tecido adiposo no or$anismo ou se"a 1 o e%cesso de $ordura. Calculamos assim6 divide/se o peso pela altura ao quadrado. H :M % H :M ] 8 D8 DI ^$P8 D8]8M D #ulimia 2 bulimia 1 identificada quando a pessoa provoca vomito para se livrar do alimento in$erido. Ama forma de identificar se você est! com e%cesso de $ordura 1 usar o -@C O [ [ndice de massa corporal O se estiver acima de 9I 1 considerado obeso.  'entimento de falta de controle sobre o comportamento alimentar.

Anore-ia 2nore%ia 1 identificada quando a pessoa não come. 2 comida 1 a primeira forma de contato com o mundo. R o famoso "e"um eterno. idade e altura. R por isso que a comida não pode ser considerada causa do problemas mas sempre um sintoma. 2 bulimia que 1 quando a pessoa provoca vomito 1 mais peri$oso do que anore%ia porque pode provocar desequil#brio de sódio e pot!ssio no or$anismo podendo at1 che$ar ao ponto da parada card#aca. 2 . 5or quêK 5orque não trataram a causa dessa obesidade que não 1 a comida 1 a compulsão por comida. De tanto provocar vomito acaba eliminando mais sódio e pot!ssio do que poderia. 0 assim relacionamos comida com afeto. R quando a $ente aprende a receber e $ostar de receber afeto. Aspectos psicol1gicos da Obesidade Ama pesquisa publicada pela revista Y4iver mente e c1rebroZ di* que EEW das pessoas que fa*em cirur$ia de redução de estoma$o en$ordam novamente.  @edo intenso de $anhar peso ou en$ordar  5erturbação no modo de vivenciar o peso  <as mulheres ausência de pelo menos três ciclos menstruais 5ode ser ou não do tipo Compulsão periódicaP pur$ativo onde h! o comportamento de comer compulsivamente e de pur$ação. 0la passa a ser simbólica. 'ó consideramos um quadro clinico de bulimia ou anore%ia quando este comportamento est! li$ado ao controle do peso. 2 comida representa afeto. 2 alimentação 1 o momento no qual o bebê recebe calor toque e o cheiro da pessoa que o alimenta. Caracter+sticas principais da anore-ia. (anto a pessoa que tem bulimia como a que tem anore%ia tem medo mórbido ou se"a e%a$erado de en$ordar. 0ssa 1 a causa da obesidade.  Recusa a manter o peso corporal em um n#vel i$ual ou acima do m#nimo adequado . !or. Am sintoma muito si$nificativo que revela como a pessoa se relaciona com o mundo e com ela mesmo.ue tanta ocorrência de distúrbios relacionados / comida0 Desde que o bebê nasce o mundo literalmente entra pela boca. D! pra entender porque tanta $ente come por carência afetiva. 2 partir da# a comida nunca mais ser! apenas uma alimento. Comportamento compensatório inadequado e recorrente com o fim de prevenir o aumento de peso como indução de vSmito uso indevido de la%antes diur1ticos "e"uns etc.

0les querem ser Yema$recidosZ ou se"a querem que o outro o ema$reça. (em que haver trabalho psicoló$ico. -sto porque sua ima$em corporal interna est! distorcida. 2 diferença 1 que os santos "e"uavam por um ideal coletivo. Tuando você come para aliviar as an$ustias a obesidade 1 só uma parte dos problemas a outra parte 1 essa depressão que te leva a comer. Bembram dos 'antos que "e"uavamK 2 'anta Catarina de 'iena e 1 famosa por "e"uar. 0le apenas acredita que 1 a única forma aceit!vel de ser 1 ser ma$ro muito ma$ro. 2 questão sempre ser! como permanecer ma$ro. -sso demonstra que a pessoa entende qual 1 o seu problema. 2 psicoterapia terapia lhe oferece a oportunidade de pensar diferente6 Y4ocê 1 dono e senhor dos seus atos e sentimento. Jaça você com que eu ema$reçaZ. R a cabeça que fa* com que a pessoa en$orde não 1 o estoma$o. R como che$ar na frente do m1dico e di*er6 Yeu não me sinto capa* de fa*er al$o por mim mesmo. 0 o m1dico fa* isso mesmo d! rem1dios ou re$ime ou opera só não muda a cabeça da pessoa. <ão sei o que me fe* che$ar a isso mas $ostaria de descobrir e mais $ostaria de reverter este processoZ. R o único ob"etivo do anor1%ico. Tuando se fa* um re$ime não basta ema$recer só o corpo tem que ema$recer tamb1m a cabeça. R muito bom quando aparece al$u1m em meu consultório di*endo6 Y7lha eu sou obeso. (emos que considerar os aspectos ps#quicos. . 'er o mais ma$ro poss#vel. R como uma reli$ião particular. 2s anor1%icas "e"uam por um ideal individual. (odo re$ime ema$rece. #ulimia Caracteri*ada pela compulsividade 7 bul#mico que 1 a pessoa que indu* o vSmito após comer tem outra caracter#stica principal / a compulsividade. R interessante de observar que o próprio anor1%ico nem sempre se acha bonito sendo ma$ro assim. 0 não 1 para ser bonito. R por isso que o tratamento deve acompanhado por psicólo$os. 0le não se retrai socialmente e ao contrario da pessoa anor1%ica 1 participativo e ativo se%ualmente. 'e estão descontrolados a $ente pode realinhar as coisas de forma que você perceba o papel da comida e assim aprender a eliminar suas an$ustias sem precisar comer compulsivamente sem compensar seu sentimento comendo feito um loucoXZ Aspectos psicol1gicos da Anore-ia 2 pessoa anor1%ica que 1 a pessoa que não come fa* "e"um eterno se fecha nela mesma ne$a seu próprio corpo e at1 sua própria se%ualidade. 'eu problema não 1 a comida 1 o YporqueZ come tanto. <a terapia psicoló$ica a postura 1 outra. (odo. @uitas ve*es as pessoas só procuram o tratamento m1dico porque não querem ema$recer. 0ssa reli$ião 1 manter seu corpo o mais ma$ro poss#vel.causa 1 psicoló$ica 1 comportamental.

2 primeira coisa que se fa* com o bebê 1 dar comida chupeta ou colocar al$o na boca dele. 'e acham $ordas mesmo que os ossos este"am aparecendo sob a pele. Auto percepç o -nfeli*mente nosso c1rebro não 1 eficiente para perceber o mundo ele tamb1m ima$ina muita coisa que não 1 verdade. 7 obeso tem compulsão por comida a anor1%ica tem compulsão pelo "e"um e o bul#mico tem compulsão por indu*ir o vomito. Como tratar os transtornos alimentares 2 boa noticia 1 que isso não precisa continuar eternamente assimX 4ocê pode fa*er a YReestruturação Co$nitivaZ atrav1s de psicoterapia. tentação de um doce. 'ão os adultos que ensinam os bebes ou se"a condicionam os bebes a suprir suas carências com comida. 0%cesso de comida e e%cesso de re$ime 7besidade anore%ia e bulimia são transtornos de e%cessos / o e%cesso de comida ou o e%cesso de re$ime. 7 pior o que demonstra claramente seu estado de esp#rito6 2s anor1%icas se van$loriam de seus sintomas. 0las tem fobia de comida. . Descobrindo onde est! a ansiedade que lhe fa* a$ir compulsivamente descobrindo formas de se compensar saudavelmente e reaprender a lidar com a comida. 2 compulsão 1 o ponto em comum. 0ssa obsessão por um corpo esbelto 1 reforçada pelo ideal de bele*a que est! na m#dia o tempo todo. Bembra do que falei dos bebês que praticamente só conhecem o mundo atrav1s do que lhe entra pela boca. DuvidaK 7 que você fa* quando um bebe choraK Bo$o verifica se ele est! com fome. 2prendemos a ter o controle sobre o mundo usando a comida. 2 anor1%ica que "! est! ma$rinha sequinha se olha no espelho e vê co%as $rossas barri$uda. 0sse condicionamento que a $ente tra* desde o berço acaba determinando a forma de lidar com a comida para o resto da vida. <o caso dos transtornos alimentares a pessoa ima$ina seu corpo de uma forma muito distante da realidade. (em mil truques para se livrar da comida "o$am a comida de seu prato fora sem que nin$u1m ve"a. GMW dos anor1%icos são mulheres.iselesZ e Y<aomisZ empurraram a id1ia de um corpo ma$1rrimo.'ão duas doenças que parecem ser tão similares &anore%ia e bilimia) mas tem personalidades e posturas tão diferentes diante da vida. 5ortanto a $ente aprende desde que nasce que a comida supre nossas e%i$ências. Reaprender a lidar com seu corpo e sua auto/estima. <a pessoa depressiva a ima$inação corre pra tudo que pode dar errado. 0 se colocam triunfantes porque as outras pessoas são fracas não são resistentes como ela. 0las se sentem fortes porque conse$uem resistir . Tuando o bebê nasce mal en%er$a pois ainda est! desenvolvendo seus sentidos e todas as suas necessidades são satisfeitas atrav1s de comida. (odas as Y.

Reali*a/se desde HGGM com a periodicidade de L anos e destina/se a acompanhar a evolução dos consumos de substâncias psicoactivas pelos alunos de H: anos a n#vel europeu e a partir de 8II9 alar$ou/se a cada um dos $rupos et!rios dos H9 aos HE anos em 5ortu$al. 7 que essas pessoas não sabem 1 que os !cidos do estoma$o quando passam pela boca durante o vomito acabam estra$ando os dentes provocam ulceras no esSfa$o e problemas cardiovasculares. Come um pão inteiro com mantei$a. 7 bul#mico tem fases onde passa fome e fases de comilança compulsiva. Caracteri*aram/se principalmente os consumos de !lcool tabaco dro$as atrav1s das prevalências de consumo &percenta$ens de consumidores) / ao lon$o da vida &e%perimentação) últimos H8 meses &consumo recente) e nos últimos 9I dias &consumo actual) O das frequências de consumo &n` de ocasi+es) das quantidades de substâncias consumidas e das idades de iniciação aos consumos. 4er$onha de ter comido.5ercebeu o e%cesso de controle que essa pessoa precisa para se sentir se$uraK (odo e%cesso 1 pre"udicial. Tuem provoca vSmitos fa* isso por ver$onha. -sso 1 compulsão.rupo 5ompidou do Conselho da 0uropa e do 70D(/ 7bservatório 0uropeu da Dro$a e da (o%icodependência. 2 n#vel europeu 1 coordenado por F"orn 3ibel do C2</ 'u1cia. 'ão tamb1m analisadas percepç+es atitudes e crenças que constarão do relatório final. <ão d! pra acreditar que essa pessoa 1 feli* com essa auto ima$em tão deturpada. Conta com o apoio do . 4er$onha de ter sentido fome. 2 amostra de cada um dos $rupos et!rios en$lobou cerca de 8III alunos. 'ão aqueles momentos de ataque a um bolo inteiro. <a evolução da dimensão e dos padr+es de consumo de 8II9 para 8IHH salienta/se6 . 0m 5ortu$al a recolha de dados do estudo de 8IHH decorreu em @aio de 8IHH tendo sido inquiridos mais de H9III alunos do ensino público do D` ao H8` anos de escolaridade do ensino re$ular e profissional. 0ssa alimentação com e%cesso 1 uma forma de se livrar da solidão do va*io interior e vencer esse estado de tensão que 1 insuport!vel. Con &mo de )lcool e "a$aco( (studo sobre o Consumo de 2lcool3 4abaco e Drogas 5 (CA4D67899 7 estudo de que se apresentam ho"e os resultados enquadra/se no 0'52D / 0uropean 'chool 'urve_ on 2lcohol and other Dru$s um pro"ecto da responsabilidade de uma rede de investi$adores independentes que em cada pa#s são apoiados por instituiç+es nacionais de referência na !rea do !lcool ePou das dro$as para que possa ser reali*ado. 0m 5ortu$al a coordenação 1 de Jernanda Jei"ão do -D( -5. 2 divul$ação dos resultados do relatório europeu em que participaram 9M pa#ses est! prevista para @aio de 8IH8. (ira a pessoa do equil#brio ps#quico.

$elativamente aos %onsumos de ta&a%o: a Decr1scimo na percenta$em de consumidores nos alunos mais "ovens &H9 e HL anos) e nos mais velhos &HE anos) $lobalmente e de modo semelhante nos rapa*es e nas rapari$asQ os valores situam/se entre os HDW aos H9 anos e os :HW aos HE anosQ . a 2umento da frequência dos episódios de embria$ue* a partir dos HM anosQ a Decr1scimo na percenta$em de consumidores de cerve"a entre os alunos de H9 e HL anos e estabilidade nos outros $rupos et!rios acompanhado de aumento das quantidades de cerve"a consumida pelos alunos dos H9 aos HM anos e decr1scimo nos alunos dos H: aos HE anosQ a Decr1scimo das percenta$ens de consumidores de vinho em todos os $rupos et!rios mas aumento das percenta$ens dos que consumiram vinho na última ocasião de consumoQ a Bi$eiro aumento das percenta$ens de consumidores de bebidas destiladas mas aumento muito relevante nas quantidades destas bebidas consumidas pelos alunos dos H: aos HE anosQ a 2s idades de iniciação aos consumos das diversas substâncias e da ocorrência de embria$ue* não apresentaram alteraç+es relevantes de 8IID para 8IHH. 5ortanto em s#ntese relativamente ao !lcool h! a reter particularmente entre os alunos dos H: aos HE anos um acentuar dos consumos mais intensivos &mais quantidades de destiladas e mais embria$ue* / mais alunos e maior número de ocorrências) al1m de aumentos maiores entre as rapari$as do que entre os rapa*es.$elativamente aos %onsumos de ál%ool: a Decr1scimo na percenta$em de e%perimentação em todos os $rupos et!rios $lobalmente e de modo semelhante nos rapa*es e nas rapari$asQ os valores situam/se entre os 9DW aos H9 anos e os GHW aos HE anosQ a Decr1scimo na percenta$em de consumidores recentes &últimos H8 meses) em todos os $rupos et!rios $lobalmente e de modo semelhante nos rapa*es e nas rapari$asQ os valores situam/se entre os 8DW aos H9 anos e os EDW aos HE anosQ a Decr1scimo na percenta$em de consumidores actuais &últimos 9I dias) em todos os $rupos et!rios $lobalmente e de modo semelhante nos rapa*es e nas rapari$asQ os valores situam/se entre os H9W aos H9 anos e os DIW aos HE anosQ a 2umento das percenta$ens de alunos que "! se embria$aram e dos que o fi*eram nos 9I dias anteriores ao estudo a partir do $rupo et!rio dos HM anos sendo os aumentos mais acentuados para as rapari$asQ as prevalências de embria$uês ao lon$o da vida situam/se entre os EW aos H9 anos e os MLW aos HE anos e nos Yúltimos 9I diasZ entre os 8W aos H9 anos e os 89W aos HE anos. 5ara al1m disso conv1m ainda salientar as elevados percenta$ens de consumidores com idades entre os H9 e os HM anos.

!erigos do 'lcool 2 in'estão de ál%ool representa v!rios peri$os para a saúde e não só pois um indiv#duo quando in$ere !lcool fica incapacitado de reali*ar tarefas manuais ou intelectuais com competência.a 2umento relevante nas percenta$ens de consumidores actuais &com consumos nos 9I dias anteriores ao estudo) nos alunos de HM anos ou mais com aumentos li$eiramente maiores nas rapari$asQ os valores situam/se entre os HHW aos H9 anos e os LEW aos HE anosQ a 0m todos os $rupos et!rios a iniciação aos consumos fe*/se mais tarde do que em 8IID em especial para as rapari$asQ os valores situam/se entre os MW aos H9 anos e os 9LW aos HE anosQ 5ortanto em conclusão menos e%perimentação de tabaco e in#cio mais tarde mas mais consumidores actuais. 5re"udica o seu "ul$amento e os torna insens#veis ao peri$o correm riscos desnecess!rios e podem causar acidentes a si próprios e aos outros. 'ur$em então complicaç+es $raves como hepatite alcoólica cancro do f#$ado e doenças do sistema nervoso. 0m locais frios fa* com que a pessoa se sinta quente de modo que o peri$o de morrer de frio 1 muito maior. <o entanto a maioria dos alcoólicos são consumidores crónicos isto 1 a in$estão di!ria de !lcool tornou/se um v#cio sem o qual o indiv#duo não pode passar. 7s male()%ios do ta&a%o tambem são sentidos nos não fumadores. 7 fumador morre cada ve* mais cedo pois sofre de doenças cardiovasculares e contrai cancros diversos como o da boca larin$e e do pulmão. 7 %onsumo de ta&a%o afecta os nervos e fa* com que o ritmo card#aco se"a irre$ular encolhe os pequenos vasos san$u#neos na pele e aumenta a pressão arterial. 0m pequenas quantidades o !lcool provoca descontracção e euforia e fa* com que as pessoas façam e di$am coisas tolas. 2o aumentar a dose in$erida a perda de controlo 1 cada ve* maiorQ se o consumo for e%cessivo num curto espaço de tempo pode levar ao estado de coma e . morte. . 7utras complicaç+es $raves para a fam#lia e sociedade são a violência f#sica e verbal que o !lcool e%erce sobre os que rodeiam o alcoólico o peri$o de condução de ve#culos sob o efeito do e%cesso de !lcool provocando acidentes de viação e faltas ao trabalho. 7 cancro do pulmão 1 a principal consequência do consumo do tabaco. 7s fumadores passivos são pessoas não fumadoras mas que trabalham ou convivem com fumadores ao inalarem esse fumo contraem bronquites asma e tamb1m cancro do pulmão. 2l$umas pessoas em ve* de $astarem o dinheiro para alimentação roupa e abri$o para si ou para a sua familia $astam/no em !lcool e podem mesmo at1 roubar para o conse$uir a fim de comprar bebidas alcoólicas. Peri'os do %onsumo de ta&a%o 7 tabaco tal como o !lcool tem consequências $raves na saúde do indiv#duo. J!/los sentir fortes quando são fracos por isso eles tentam fa*er coisas que são dif#ceis de fa*er e que não o fariam se estivessem sob o efeito do alcool. 7 !lcool afecta principalmente o c1rebro.

Dro$as l#citas são aquelas permitidas por lei as quais são compradas praticamente de maneira livre e seu com1rcio 1 le$al. . . Bevam cerca de HM se$undos para che$arem ao c1rebro &crac^ ecstas_ coca#na maconha B'D etc. Dependendo da nature*a e composição das mesmas elas podem a$ir em determinados locais ou no or$anismo como um todo.)Q h! ainda o $rupo dos opi!ceos onde encontra/se a hero#na a qual compromete a maioria das funç+es do corpo humano. 0stas por1m se in$eridas em quantidade moderada não representam nenhuma ameaça para o ser humano. 5or esta ra*ão 1 cada ve* mais necess!rio que nos locais públicos como caf1s restaurantes cinemas e centros comerciais respeitem os Direitos do <ão Jumador. 2s dro$as são substâncias capa*es de produ*ir alteraç+es nas sensaç+es f#sicas ps#quicas e emocionais. (oda dro$a tem seus efeitos por1m eles não se manifestam da mesma maneira em todos os or$anismos especialmente porque cada dro$a tem sua contra/indicação. 'endo assim ener$1ticos caf1 refri$erantes chocolates dentre muitos outros alimentos contêm substâncias que podem ser consideradas dro$as pois alteram de al$uma maneira as sensaç+es de quem as in$ere. Dro$as são substancias capa*es de alterar o funcionamento do or$anismo humano. 3! dois $randes $rupos de dro$as que não as a$rupam se$undo as suas caracter#sticas mas se$undo as convenç+es e e%i$ências sociais. 2l$umas pessoas acham imposs#vel quebrar o h!bito de fumar. 2s dro$as ainda se dividem quanto ao seu efeito no or$anismo humano6 dro$as depressoras são as que causam efeitos semelhantes aos da depressão &!lcool cola de sapateiro loló lança/ perfume tranqbili*antes e rem1dios para dormir)Q dro$as estimulantes como o nome di* causam o aumento da adrenalina uma sensação de alerta o aumento dos batimentos card#acos e podem levar at1 ao ataque card#aco.! entre as principais dro$as il#citas estão a maconha a coca#na o ecstas_ o crac^ a hero#na etc.7 fumo irrita as passa$ens de ar e causa tosse crSnica cancro e pode mesmo levar ! morte. 'ão eles o $rupo das dro$as l#citas e o $rupo das dro$as il#citas. 'e no entanto são demasiadamente utili*adas por al$u1m podem causar uma leve dependência e problemas de saúde futuros. 5odem ser utili*adas para curar doenças ou obter pra*er. 0 o pior de tudo 1 que o h!bito fa* com que se"a dif#cil parar de fumar de modo que para parar de fumar tabaco só com esforço persistencia e muita vontade. <ão falamos aqui do tabaco do !lcool e dos esteróides &bomba) os quais são respons!veis por diversas outras doenças atualmente devido . Dro$as il#citas são as cu"a comerciali*ação 1 proibida pela "ustiça estas tamb1m são conhecidas como Ydro$as pesadasZ e causam forte dependência. 0las são utili*adas para diversos fins desde a anti$uidade. $rande incidência de uso destas dro$as. 0%istem ainda outras substâncias que causam dependência mas que são vendidas livremente para outros fins como a cola de sapateiro e o h_pnol. 0ntre as dro$as l#citas estão os medicamentos em $eral &os quais só são permitidos sob prescrição m1dica) o !lcool e o ci$arro al1m dos alimentos "! citados. 3! diversas outras dro$as que tamb1m são utili*adas da mesma maneira e al$umas delas ainda nem são conhecidas pelo minist1rio da saúde e pelas autoridades "udiciais.

Con &mo de droga l*ci"a e il*ci"a Com e%ceção das dro$as que são utili*adas para fins medicinais as demais em nada contribuem para o crescimento e desenvolvimento das pessoas como seres humanos.s dro$as o fato de se sentirem so*inhos ou perdidos sem muitas e%periências de vida e sem boas referências para descobrirem que caminho querem se$uir. 5or esse motivo 1 preciso uma campanha de conscienti*ação constantes al1m de ser e%tremamente necess!rio o atendimento de fam#lias carentes para que elas possam ter condiç+es de manterem/ se e não ca#rem em doenças como a depressão que levam naturalmente ao uso das dro$as. 2l1m dos pre"u#*os no âmbito da saúde do indiv#duo que são irrepar!veis e muitas ve*es incontrol!veis h! um pre"u#*o imensur!vel no que di* respeito . 0ssa batalha não 1 simples e não se resolve apenas com informaç+es b!sicas como estas a respeito do uso de dro$as mas "! 1 um começo. (emos que encarar que qualquer pessoa pode cair nessa YciladaZ e que para evitarmos maiores danos temos que ser e%emplos de pessoas que não precisam fa*er uso desses artif#cios para ser bem/sucedidos pessoal e profissionalmente. 0sse 1 um dos principais motivos de "ovens do mundo inteiro recorrerem . 2 condição social do indiv#duo 1 influente e contribui para o uso ou não das dro$as pois na maioria das ve*es estas são consideradas uma fu$a da realidade que essas pessoas enfrentam e por isso se torna tão freqbente o seu uso. vida social familiar emocional e psicoló$ica da pessoa. (studo sobre o Consumo de 2lcool3 4abaco e Drogas 5 (CA4D67899 $elativamente *s dro'as: − Cannabis: / Diminuição &H9 e HL anos) ou estabili*ação &HM aos HE anos) da percenta$em de e%perimentação &lon$o da vida) de cannabis entre os alunos mais "ovensQ os valores situam/se entre os 8W aos H9 anos e os 8EW aos HE anosQ / 2umento da percenta$em de consumidores recentes &últimos H8 meses) mas decr1scimo acentuado na frequência dos consumos em todos os $rupos et!rios e mais acentuado nas rapari$as do que nos rapa*esQ os valores situam/se entre os HW aos H9 anos e os 8MW aos HE anosQ / 2l$umas variaç+es em ambos os sentidos nas percenta$ens de consumidores actuais &últimos 9I dias) mas com decr1scimo acentuado na frequência de consumos em ambos os se%osQ os valores situam/se entre os HW aos H9 anos e os H:W aos HE anosQ a Relativamente aos estimulantes e aos alucino$1nios houve6 / 0stabilidade ou decr1scimo nas percenta$ens de consumidores de 0cstas_ em todos os $rupos et!rios com e%cepção dos alunos de H: anos que aumentouQ / 2umento relevante nas percenta$ens de e%perimentação de anfetaminas entre os alunos mais "ovens &H9 aos H:) e decr1scimo nos mais velhos &HD e HE anos)Q . Am outro fator importante 1 a formação individual que cada um deve receber enquanto ser humano.

lobalmente os resultados apontam para a necessidade de investir na prevenção dos consumos de !lcool / em particular dos consumos intensivos &H: aos HE anos) e dos consumos entre os mais "ovens &consumo le$almente proibido at1 aos H: anos) / do consumo re$ular de tabaco e da e%perimentação de dro$as estimulantes &em particular as anfetaminas) e dos alucino$1nios. . e%perimentação de hero#na houve estabilidade na percenta$em de e%perimentação em todos os $rupos et!rios com e%cepção dos HM anos &aumento) e HD anos &decr1scimo) o mesmo sucedendo com a e%perimentação de dro$as in"ectadas. 0m s#ntese as percenta$ens de e%perimentação de todas estas substâncias situa/se entre o H MW e os 9W com e%cepção das anfetaminas que se situam entre os 9 e os LW e das dro$as in"ectadas que são inferiores a HW./ Bi$eiro aumento nas percenta$ens de e%perimentação de coca#na entre os alunos mais "ovens &H9 aos HM) e decr1scimo nos mais velhos &HD e HE anos)Q / 0stabilidade na e%perimentação dos co$umelos alucino$1nicos entre os mais novos &H9 e HL anos) aumento nos alunos dos HM e H: anos e decr1scimo nos alunos mais velhos HD e HE anosQ / 0stabilidade na e%perimentação de B'D ente os alunos mais novos &H9 e HL anos) e aumento nos alunos mais velhos &HM aos HE anos). a Tuanto . . Ar"igo Correio da Man+.

desmoti+ados.ado decorreu a !arc$a Glo.. Porto e oim. presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência. de%ende "ue a introdu@ão de um <it de despistagem de drogas nas escolas portuguesas é importante: .lin$a' João Goulão.ém "ue // por cento dos alunos do 9': iclo. recon$ece alguns .Os )o+ens %icam ap2ticos. João Goulão.. )2 não estamos a %alar da droga dos $ippies mas sim de uma su.is para %ins terapêuticos' .' João Goulão contrapEe: .=s e+idências "uetemos FI4!5G é "ue de 677/ para 6778 os )o+ens estão a consumir menos'.Toxicodependência: Proposta de médico especialista Consumo de drogas detectado na escola O presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT). relati+o a 6778 e di+ulgado recentemente' O documento re+ela tam.ilitar a)uda a consumidores. sem +ontade ou paciência para estudar. e os $2.ra).erali&a@ão da can2. su. de as escolas portuguesas %a&erem despistagem do consumo de drogas' (Penso "ue.Perdem a coragem e têm +ergon$a de pedir a)uda' Ou então não têm consciência de "ue a droga pode destruir uma pessoa'. ASSOCIAÇÕES DE PAIS A FAVOR O presidente da on%edera@ão das =ssocia@Ees de Pais ( on%ap)..is H a droga mais utili&ada em todo o !undo e a partir da "ual se produ& $axixe e mari)uana H é o tetra$idrocana.ém pelos estudantes. entre os /6 e os /0 anos.Penso "ue existem alternati+as. disse ao ! "ue não recusa # partida a proposta. =l. apresentada pelo médico !anuel Pinto oel$o.is tin$a dois a três por cento de TI e $o)e em dia tem cerca de 67 por cento.inol (TI )' . mas sim a)ud2>los' ?eria um pretexto para "ue outros não se deixem con+encer. e se %or assumido no sentido de possi.Portugal podia adoptar o modelo da 5scandin2+ia e criar <its de despistagem de droga em regime de con%idencialidade nas escolas' = ideia não é ir atr2s dos alunos..o %a& se %or aliciado. não descartaria essa $ip-tese(. garante !anuel Pinto oel$o. disse ao ! o médico !anuel Pinto oel$o' .ino =lmeida di& "ue muitas +e&es os estudantes não têm coragem de denunciar o "ue se passa: . ex>respons2+el por cl*nicas de desa. se o pro)ecto %or en"uadrado num programa espec*%ico discutido na comunidade educati+a e tam. experimentaram droga pelo menos uma +e&' .)ecti+o a promo@ão da saAde e o apoio aos )o+ens'. di&endo "ue . ou se)a. segundo o In"uérito 4acional em !eio 5scolar (I4!5). =l.m miAdo de /6 anos não pode ter +ontade de %umar Bc$arrosC.itua@ão e recupera@ão de drogas' .Os nossos %il$os têm "ue ser %eli&es ao di&erem BnãoC.oa.m "uarto dos alunos dos /0 aos /1 anos )2 consumiram drogas e outras su. +e)o com . disse ao ! !anuel Pinto oel$o. desde "ue ten$a como o.ino =lmeida.ene%*cios.st3ncia "ue pEe as pessoas doentes.ons ol$os esta ideia. ?alienta ainda "ue é preciso alterar mentalidades: . omo pai.st3ncias psicotr-picas. na "ual se apelou # li. outro tipo de %2rmacos "ue podem e+entualmente acarretar os mesmos .al pela !ari)uana.ene%*cios do uso da can2.. A!EF"CIOS DA CA#$%IS A& E#'A O princ*pio acti+o da can2. adiantando "ue a legali&a@ão desta planta não é indispens2+el' 4este s2.. no 9': iclo.is' SAI%A AIS K8 mil alunos (66 por cento do total) do 5nsino ?ecund2rio admitiram ao !inistério da ?aAde "ue pelo menos uma +e& ao longo da +ida consumiram drogas' 5sse +alor desce. para D9 mil alunos (// por cento)' . admitiu. s.I2 97 anos a can2. a%irmou' .itos saud2+eis de+em ser +alori&ados'.entre /111 e 6779 $ou+e um aumento de DD por cento nos alunos com /8 anos a consumir drogas. em 691 cidades (incluindo Jis.

an%etaminas ou J?D' . no estado norte>>americano do pr-ximo ano tornar o.LI4= O teste %unciona como os exames de gra+ide&' =tra+és da an2lise de uma amostra de urina é poss*+el sa.cm"ornal.er. suor e sali+a apura consumo até dois dias' J2 no ca.ptP olorado. 3415444 0sta lei distin$ue o consumo e a posse para consumo do tr!fico sendo o consumo penali*ado &por coimas e outras medidas uma ve* que a substância permanece ile$al) e o tr!fico .4%<%(SA SO#. consumiam drogas' OJOL=DO = escola secund2ria de Nattle !ountain. em de& minutos. De%reto+.( AS D./0 mil alunos repartidos pelo 5nsino ?ecund2rio e 9': iclo disseram )2 ter experimentado algum tipo de drogas duras. pretende no :(I !O. .` 9IP8III que ddefine o re$ime "ur#dico aplic!vel ao consumo de estupefacientes e substâncias psicotrópicas bem como a protecção sanit!ria e social das pessoas que consomem tais substâncias sem prescrição m1dicad.%l. /0123 2t1 8III para al1m da Cannabis ser considerada ile$al o seu consumo era considerado crime.ser+at-rio 5uropeu da Toxicodependência e Droga recomenda di2logo de pais e %il$os' Fonte: http6PPccc. $ero*na. dro$ad.elo # +enda por cem euros' =TO 17 DI=? =n2lise da urina. o munic*pio de !ilão con+idou 90 mil pais a ad"uirirem gr2tis nas %arm2cias um <it para sa.rigat-ria a despistagem de drogas' #O'AS O!PL=L 4= 45T Pais podem comprar na internet testes de an2lise de ca. se $ou+e consumo e de "ue tipo' !IJMO 5m !ar@o. entre os /9 e /8 anos. como coca*na.` HMPG9 que drevê a le$islação de combate .ei n-.er se os %il$os. 7 consumo foi finalmente descriminali*ado em 5ortu$al atrav1s da Bei n.O<AS 2 Cannabis 1 uma das substâncias que constam da (abela -/C da lista de substâncias controladas presentes no Decreto/Bei n.ei n-.elo atinge 17 dias' !=I? DIPJOGO O.

tabela --/2 ane%a ao decreto/lei.criminali*ado..ei n-.aneiro que aprova o re$ime "ur#dico aplic!vel ao tr!fico e consumo de estupefacientes e substâncias psicotrópicas acrescentando as sementes de cannabis não destinadas a sementeira e a substância 5@@2 .s tabelas ane%as ao decreto/lei . 2s quantidades de referência estão estimuladas em o equivalente para HI dias de consumo para todas as substâncias. /615440 2ltera pela d1cima terceira ve* o Decreto/Bei n. 2# atrav1s de uma entrevista avalia/se se se trata de um consumo ocasional ou to%icodependente. / se não houver re$isto pr1vio o processo 1 suspendido provisoriamenteQ / se se tratar de uma reincidência então ser!s alvo de uma sanção6 . Como se determina .ue acontece0 2 pol#cia identifica/te revista/te apreende a substância e elabora um auto de ocorrência. 7 auto de ocorrência 1 então enviado para a CD( e no pra*o m!%imo de D8h ter!s que comparecer na respectiva CD(.ei n-. 0m relação ao que são consideradas doses di!rias a Bei 9IP8III remete para a 5ortaria n` GLPG: &arti$o G`) sendo as quantidades de referência &para distin$uir entre posse para consumo e tr!fico) HI ve*es as quantidades di!rias que constam na se$uinte tabela6 .aneiro que aprova o re$ime "ur#dico aplic!vel ao tr!fico e consumo de estupefacientes e substâncias psicotrópicas acrescentando novas substâncias . 2l1m da quantidade h! outros ind#cios que podem contribuir para a distinção de um processo de contra/ordenação ou crime nomeadamente o dinheiro a apresentação da substância em pequenas doses os antecedentes entre outros. 6715443 D1cima alteração ao Decreto/Bei n. 2bai%o destas quantidades 1 normalmente considerado contra/ordenaçãoQ acima destas quantidades aumenta a possibilidade de ser considerado crime por tr!fico de estupefacientes. 2penas ser!s detido se não tiveres nenhum elemento de identificação.` HMPG9 de 88 de . 2 detenção neste caso "ustifica/se para $arantir a tua comparência perante a Comissão de Dissuasão da (o%icodependência &CD(). consumo ocasional. 2 lei refere que da aquisição e a detenção para consumo próprio das substâncias referidas no número anterior não poderão e%ceder a quantidade necess!ria para o consumo m1dio individual durante o per#odo de HI diasd.` HMPG9 de 88 de ..ue se est' perante uma contra=ordenaç o ou um crime0 7 principal factor a ter em conta na hora de distin$uir uma contra/ordenação de um crime 1 a quantidade de substância il#cita encontrada na posse do indiv#duo. "o caso de contra=ordenaç o3 o .

7 modo como a pessoa se envolve na relação e a interferência de fatores f#sicos ePou ps#quicos pode desencadear a n#vel consciente ou inconsciente obst!culos produ*indo e%periências menos positivas. / se não houver re$isto pr1vio e aceitares submeteres/te a tratamento o processo 1 suspendido provisoriamenteQ se não quiseres fa*er tratamento então ser!s alvo de uma sanção ou em alternativa prestação de trabalho a favor da comunidade. falta de apetite muito embora o corpo este"a basicamente saud!vel. .udici!ria Se'&alidade e planeamen"o -amiliar( O saud'vel e o patol1gico As diversas (ormas de viver a se ualidade 2 se%ualidade 1 uma função bioló$ica tão natural quanto a alimentação e o sono. De modo semelhante ao permitir que a se%ualidade se desenvolva de forma natural e descontraidamente os nossos corpos respondem adequadamente sem qualquer esforço consciente da nossa parte. 'abemos que se nos sentirmos bem descontra#dos funcionamos naturalmente e conse$uimos apreciar as coisas boas da vida. to-icodependente ./ coimaPadmoestação ou como alternativa prestação de trabalho a favor da comunidade / imposição de medida de acompanhamento / sanção não pecuni!ria6 proibição de e%ercer profissão ou actividadeQ interdição de frequência de certos lu$aresQ apresentação periódica em lu$ar a desi$nar pelo CD(. 5ara mais informação sobre le$islação em 5ortu$al consulta o site da 5ol#cia . (emos mais dificuldade em perceber que esses mesmos fatores influenciam a relação com o outro e com a se%ualidade. (odos nós aceitamos que uma alimentação pouco cuidada press+es ansiedade ou mau humor são fatores que podem condu*ir . / se houver re$isto pr1vio e aceitares tratamento o processo suspende/se bem como a determinação da sançãoQ se não te quiseres submeter a tratamento ter!s que te apresentar nos 'erviços de 'aúde &melhorar condiç+es sanit!rias) ou ser!s alvo de uma medida de acompanhamento6 proibição de e%ercer profissãoPactividadeQ interdição da frequência de certos lu$aresQ proibição de acompanhar alo"ar ou receber certas pessoasQ interdição de ausência para o estran$eiro sem autori*ação.

calma e rela%amento dese"!veis situação que pode facilmente contribuir para que o rapa* e"acule antes de o dese"ar ou que tenha dificuldades na ereção ou ainda que a rapari$a não atin"a um n#vel de pra*er satisfatório ou que sinta dores durante a relação se%ual. 5or fim devemos sempre ter em conta que quando nos sentimos Yem bai%oZ se"a porque nos sentimos doentes ou porque estamos preocupados com al$um aspeto da nossa vida 1 natural que a nossa capacidade de resposta se%ual este"a diminu#da e não e%ista tanto dese"o. importante = ter uma atitude in(ormada e positiva em relação * se ualidade- . <ão $ostares de partes do teu corpo sentires/te pouco atraente pouco confiante quanto aos teus atributos f#sicos ou se"a teres atitudes ne$ativas em relação . 2ssim não se cria um ambiente favor!vel . . • 7 !lcool os medicamentos e outras dro$as podem interferir ne$ativamente na resposta se%ual. tua autoima$em são preocupaç+es muito frequentes nos "ovens e podem refletir/se na forma de estar na intimidade na descontração necess!ria para que a relação aconteça naturalmente e proporcione e%periências a$rad!veis. . ansiedade e an$ústia. 2 n#vel se%ual a perda de ereção no homem e a diminuição do dese"o se%ual na mulher são os problemas se%uais mais frequentes. 7s "ovens debatem/se frequentemente com a questão da privacidade.s tarefas que e%i$em mais atenção como condu*ir. Ja*er amor na casa do namoradoPa sempre com receio que possa aparecer al$u1m pode ser desa$rad!vel.8uais os pro&lemas #ue podem pertur&ar a viv9n%ia da se ualidade: 2 falta de compreensão ou falta de informação sobre a se%ualidade não saber o que esperar ou o que fa*er na relação se%ual ePou informação incorreta baseada muitas ve*es em crenças e preconceitos. R preciso tempo para encontrar a intimidade e a e%pressão natural das sensaç+es se%uais. Dêem a vocês próprios espaço para rela%ar para se descontra#rem e usufru#rem do momento. se%ualidade6 • • • ter medo de sentir dor durante a relação se%ualQ não ter confiança no m1todo contracetivo utili*adoQ não haver um conhecimento adequado acerca dos m1todos contracetivosQ ter permanente receio de uma $ravide* não dese"ada e de cont!$io de uma infeção se%ualmente transmiss#vel. 2 sua influência varia em função do tipo de substância da sua quantidade e da frequência com que 1 consumida. 2 in$estão moderada de !lcool por e%emplo pode proporcionar descontração e rela%amentoQ em e%cesso incapacita as pessoas para tarefas tão simples como andar at1 . 2s atitudes ne$ativas face . 7s problemas na relação podem afetar ne$ativamente a se%ualidade &se o rapa* ou a rapari$a se sente ma$oado ou desrespeitado a intimidade vai ficar naturalmente pre"udicada). 2 pressa pode condu*ir . #ue (a<er--Jalar acerca dos teus dese"os an$ústias e dúvidas 1 o primeiro passo para uma se%ualidade saud!vel.

.As relaç>es amorosas 2s primeiras relaç+es amorosas podem ser muito intensas.. 2 escola o teu diaOa/dia as complicaç+es de ontem dissiparam/se. 5asso a passo a ver$onha esfuma/se as brincadeiras e os cochichos dos ami$os são menos frequentes.! não têm ver$onha de dar as mãos em público. Cada minuto saboreado at1 ao último se$undo. (rocar car#cias bei"os e abraços. mundo lá (ora pou%o importa #uando estão >untos7s ami$os ficaram l! atr!s.oana que se apai%onou pelo Bu#s e o @i$uel que anda atr!s da 5atr#ciaK 2s car#cias não têm nome o amor não tem se%o nem $1nero e as relaç+es amorosas são encontros de dese"os e pessoas.. 2quela = a pessoaX Tuando finalmente conse$uiste conquistar o tal rapa*. fala com aquela rapari$a..! não 1 novidade a . 'ão e%periências ini$ual!veis. Descobrem que estão apai%onados um pelo outro e at1 com al$uns receios "! conse$uem falar disso.. tarde......d. 2 vo* dos teus pais est! lon$e flutuas. 0sta 1 uma etapa repleta de surpresas de e%periências fascinantes... 7 @i$uel $osta do Bu#s a 5atr#cia sente/se atra#da pela Catarina. 4ocês estão suspensos num olhar que dura eternamente. 7u ser! o 5edro que ama o David e a . a talXXX (iveste a cora$em de a convidar para ir ao cinema ou vais sair com ele no s!bado .. 4ão "untos no autocarro aproveitam todos os minutos para estarem so*inhos inventando mil e um prete%tos. 'ão cúmplices completam/se conhecem/se melhor do que nin$u1m. Cada momento deve ser vivido em pleno. 'em pressas ou ansiedades sem correrias e press+es... .. 'aboreiam as sensaç+es e conversam sobre ir mais lon$e sobre a primeira relação se%ual. Che$aste . 'o*inhos descobrem o corpo um do outro. 1 tão dif#cil falar conti$o so*inhaXd. 5or ve*es os ami$os ainda te causam mais ansiedade as ami$as querem novidades. dentão "! dormiste com ela.oana namora com o 5edro o David anda com a Jilipa. . 5erdeste a timide* por uns instantes apanhaste as ami$as dela ausentes por um minuto e lanças um sorriso bonito carinhoso e inventas um irónico e simp!tico6 d7l!X as tuas ami$as abandonaram/te. Tuando com al$um receio se tocam acariciam e%plodem as emoç+es as sensaç+es o dese"o. lon$e mesmo que este"am sentados na mesa ao vosso lado. . 0 +oil2XXX Conversam trocam CD emprestam livros.... 7u finalmente apanhaste o teu vi*inho a entrar no pr1dio e d7l!X sabes que ouvimos o mesmo $1nero de música.Kd ou dcomo foiKd (ens vontade di*er que não 1 assim tudo tem o seu tempo e que esta fase não 1 uma passa$em para a relação se%ual. Descobrem o pra*er do toque das car#cias das bocas e dos bei"os.

R pra*er dese"o e%citação. 7 amor a atração e o dese"o são vividos de uma maneira arrebatadora forte e eterna. • 7 risco de uma infeção se%ualmente transmiss#vel6 utili*a sempre preservativo. <ão esqueças que o preservativo tamb1m prote$e de uma $ravide* não dese"ada podes solucionar dois problemas de uma só ve*. 7 in#cio da vida se%ual 1 uma aventura fant!stica para qual te deves preparar an$ústias medos e receios que fa*em parte do teu crescimento..Ama relação amorosa não 1 um preliminar do se%o.uvenil A vulnerabilidade na vivência da se-ualidade Al'uns ris%os #ue podes evitar--2 adolescência 1 uma fase da vida em que ocorrem $randes oportunidades mas tamb1m al$uns comportamentos de risco. 7 YriscoZ de não saber dar um bei"o a ansiedade da primeira relação se%ual o risco de uma $ravide* não dese"ada o risco de uma infeção se%ualmente transmiss#vel riscos e mais riscos... Com o despertar das hormonas começam inúmeras alteraç+es6 1 o corpo que muda de dia para dia a vo* que se altera as ancas que alar$am os pelos que crescem. De repente começas a olhar de maneira diferente para o&a) cole$a da carteira ao lado o&a) ami$o&a) que te acompanha a casa todos os dias parece/te mais bonito&a) e at1 sonhas com ele&a). Bembra/te que não basta utili*!/lo de ve* em quando um único contacto se%ual sem preservativo pode condu*ir a uma infeção se%ualmente transmiss#vel &e e%istem v!rias não 1 só o 4-3P '-D2).   'aúde e 'e%ualidade . R crescer ser feli* amar ser amado. 0ste pode ser um dos primeiros riscos do qual não temos por ve*es uma noção real. evitando as • 7 risco de uma $ravide* não dese"ada6 podes evit!/lo procurando informação sobre a efic!cia dos m1todos contracetivos e escolhendo o mais adequado para ti. 0 prontoX 0st!s apai%onado&a)X Joste apanhado&a) nas $arras do amorX 0ntão entras numa Ymontanha russa Y. R na adolescência que despertamos para as primeiras pai%+es. R uma descoberta a dois do corpo do dese"o da e%citação se%ual do carinho da ternura dos afectos. 2quela 1 a pessoa que queremos amar para o resto da nossa vida com ela queremos ser feli*es para sempre e temos a sensação que o amor de tudo nos prote$er!. Tuando finalmente conse$ues conquistar o $rande amor da tua vida sur$em outras preocupaç+es. 'er! que ele &a) $osta de mimK 7 que quis ele&a) di*er com aquiloK Como posso conquist!/lo&a)K Como posso atra#/lo&a)K 7 amor 1 um desafio mas que vale a pena viver.s ve*es sem direcção. . <o amor sentimo/nos $randes invulner!veis e capa*es de vencer tudo... Am caminho ..

Preservativo (eminino . 'er inteli$ente 1 estar bem informado evitando os riscos. R um bom m1todo contracetivo efica* pr!tico e se$uro. 8ue %uidados devo ter %om os preservativos: 2 fim de utili*ar um preservativo com mais se$urança 1 necess!rio observar al$uns cuidados tais como6 • 7 estado de conservação da embala$emQ . • 0 sobretudo não conheceres o teu corpo e nem saberes como ele funciona.s ve*es não sabemos) pelo que o preservativo tem um papel fundamental nesta prevenção. R um m1todo de barreira efica* que evita a entrada dos espermato*óides e de a$entes infeciosos na va$ina. O preservativo Preservativo mas%ulino . Tualquer tipo de pr!tica se%ual não prote$ida constitui um risco de cont!$io de infeç+es se%ualmente transmiss#veis quando uma das pessoas est! infetada &e .. 'er adolescente 1 procurares a tua independência a tua maneira de estar a tua companhia o teu pra*er a tua autonomia não si$nifica que tenhas de correr riscos desnecess!rios. 7 preservativo deve ser %olo%ado no p=nis ere%to antes de #ual#uer %onta%to 'enital isto porque mesmo antes da e"aculação e%iste a produção do l#quido pr1/e"aculatório &que pode "! conter espermato*óides).Relativamente aos riscos que corremos 1 necess!rio teres em atenção e refletires melhor sobre al$umas situaç+es6 • 5ensar que só acontece aos outros e que o amor de tudo te defendeQ • 5ensar que o que ouviste di*er se aplica tamb1m a ti e não esclareceres as tuas dúvidas com um t1cnicoQ • 5ensar que ser diferente 1 estranho crime ile$al e fa* mal. venda nas farm!cias embora se este"am a reali*ar esforços nesse sentido contudo e%iste nos centros de saúde ou em al$umas associaç+es. preservativo mas%ulino 1 constitu#do por um inv?lu%ro de láte &borracha fina) pr1/lubrificado ou em poliuretano ultrafino que vem enrolado e funciona como uma barreira f#sica que impede os fluidos $enitais de entrarem em contacto com a va$ina o ânus ou a boca evitando assim uma $ravide* ou a transmissão de infecç+es. 5rote$erX Atili*a o preservativo em todas as tuas pr!ticas se%uais. preservativo (eminino 1 um m1todo contracetivo que foi criado para ser colocado no interior da va$ina... 2mar tamb1m 1.. 0ste preservativo não est! atualmente .

• Nota: para uma boa utili*ação do preservativo dever!s ler o folheto informativo que acompanha a embala$em.o rebentar.)al. .s preservativos são e(i%a<es: 'im os preservativos quando usados corretamente e de forma re$ular são muito efica*es. <o entanto al$umas falhas de fabrico embala$em transporte ou utili*ação podem diminuir a sua efic!cia. @omo %olo%ar o preservativo: Para %olo%ar %orretamente o preservativo = ne%essário estar atento aos se'uintes passos: • Colocar o preservativo quando o p1nis estiver em ereção e antes de qualquer contacto $enitalQ 'e$urar com os dedos a ponta do preservativo O reservatório ou depósito do esperma O para e%pulsar o ar &o ar em e%cesso pode fa*er com este rebente)Q Colocar e desenrolar o preservativo ao lon$o do p1nis at1 . Tuando o preservativo falha aumenta o risco de contra#res uma -'( ePou a possibilidade de uma $ravide*.ar/ R importante di*er que os preservativos não rompem. • • • • . A o úni%o m=todo %ontra%etivo #ueB para al=m de prote'er de uma 'ravide< indese>adaB tam&=m prote'e das in(eçCes se ualmente transmiss)veis- O (ue )a*er no caso do +reser.• • • • • • Certificação de qualidadeQ 5ra*o de validadeQ Conservação das embala$ens dos preservativos em lu$ares frescos e afastados do sol directoQ 2brir a embala$em com cuidado &sem utili*ar ob"etos cortantes e evitar que as unhas rompam o preservativo)Q Atili*ar o preservativo apenas uma ve*Q <ão esquecer de usar sempre preservativos de marca conhecida isto porque os preservativos de marcas desconhecidas podem não estar certificados ou aprovados pela Defesa do Consumidor e pelas normas da Anião 0uropeiaQ Tualquer medicamento que se aplique no p1nis ou na va$ina poder! afetar o preservativoQ em caso de dúvida fala com o m1dico. baseQ 4erificar se o depósito do preservativo se encontra va*io para receber o espermaQ 'e for necess!rio uma lubrificação adicional deve/se apenas utili*ar lubrificantes . base de !$uaQ 2pós a e"aculação deve/se retirar o preservativo com cuidado dar um nó e deit!/lo no li%o.ati.rom+er.

ati.ati.s HG6II e aos s!bados das HI6II .5ara evitares uma $ravide* podes re%orrer * %ontra%eção de emer$ência no pra*o de H8I horas após a relação se%ual devendo ser usada o mais pró%imo da relação quanto poss#vel. 'e este tipo de preservativo estiver de acordo com as normas e%i$idas são se$uros tal como os restantes.uvenil do -5. Onde +osso ad(uirir +reser.ovens.os/ 5odes adquiri/los $ratuitamente nos Centro de 'aúde e nos Centros de 2tendimento a . 5odes compr!/los nas farm!cias nos supermercados nas m!quinas que se encontram nas discotecas bares e centros comerciais &nestes casos deves ter atenção ao per#odo de validade dos preservativos e se estas m!quinas estão no e%terior ou se"a e%postas ao calor).ati.abinetes de saúde .s HD6II).os com sabores e aromas s0o e)ica*es/ Deves estar atento&a) relativamente a este ponto visto que al$uns preservativos com aromas são de fantasia e poderão não $arantir uma proteção efica*. . 'e tiveste relaç+es se%uais sem proteção ou se tens dúvidas sobre a efic!cia do preservativo que utili*aste podes %onta%tar6 • • • • • Centro de 'aúde Centro de 2tendimento a . . O +reser. Tuando se e%perimenta v!rias marcas &com e sem lubrificante) e as reaç+es al1r$icas se mantêm o melhor ser! adquirir preservativos de poliuretano.ovens .abinetes de 2tendimento na !rea da 'e%ualidade e 5laneamento Jamiliar da 25J Bi$ar para a 'e%ualidade em Binha6 EIE 88 8II9 &se$unda a se%ta/feira das HI6II .o +ode causar alergia/ 2pesar de não ser uma situação comum e%istem pessoas que fa*em aler$ia ao l!te% ePou ao lubrificante dos preservativos. Os +reser. A utili<ação %orreta e re'ular do preservativo = um sinal de responsa&ilidade- 4oma nota.

utros m=todos %ontra%etivos para al=m da p)lula e do preservativo 1ual o m2todo contraceti. R importante pensares sobre o que queres e sentes6 procura dentro de ti a resposta para saber se de fato dese"as iniciar a tua vida se%ual se est!s preparado&a) e informado&a) acerca da contraceção. 5ara al1m da p#lula e do preservativo &acerca dos quais podes encontrar informação noutros conteúdos deste portal) podes ainda recorrer a uma diversidade de alternativas tais como6 • • • • • • • • • • 7 Dispositivo intrauterino &D-A)Q 2 Contraceção hormonal O -mplanteQ 2 Contraceção hormonal / 2nel 4a$inalQ 2 Contraceção hormonal O 2desivo (ransd1rmicoQ 2 Contraceção hormonal in"et!velQ 7 Diafra$ma &não comerciali*ado em 5ortu$al)Q 7 0spermicidaQ 2 Contraceção Cirúr$icaQ 7s @1todos naturaisQ 2 2bstinência 'e%ual.Os outros m&todos contracetivos seguros . 'e dese"as en$ravidar então dever!s procurar um m1dico e só interromper o m1todo contracetivo mediante aconselhamento deste. . 0star informado&a) e pensar sobre o assunto 1 importante para que possas viver uma e%periência a$rad!vel e $ratificante de modo a que tudo corra bem.o mais e)ica*/ Tuando tiveres relaç+es se%uais 1 importante que o faças de forma se$ura e informada. 5or outro lado 1 muito importante que se"a vivido de um modo respons!vel e natural a fim de evitares infeç+es se%ualmente transmiss#veis ou uma $ravide* que não dese"as nesse momento. -sto fa* parte do teu crescimento e far! parte da pessoa que 1s e ser!s.

reprodução tendo em conta a idade da mulherQ D!/se informação completa isenta e com fundamento cient#fico sobre os m1todos contraceptivos. . se%ualidadeQ -nformar e aconselhar sobre a saúde se%ual e reprodutivaQ Redu*ir a incidência das infecç+es de transmissão se%ual as suas consequências nomeadamente a infertilidadeQ Redu*ir a mortalidade e a morbilidade materna perinatal e infantilQ 5ermitir ao casal decidir quantos filhos quer se os quer e quando os quer ou se"a planear a sua fam#liaQ 5reparar e promover uma maternidade e paternidade respons!velQ @elhorar a saúde e o bem/estar da fam#lia e da pessoa em causa. se%ualidade e . 8uais são os o&>e%tivos do planeamento (amiliar: • • • • • • • 5romover comportamentos saud!veis face . #ue = uma %onsulta de planeamento (amiliar: R uma consulta que se destina a apoiar e a informar os indiv#duos ou casais para que estes possam planear uma $ravide* no momento mais apropriado proporcionando/lhes a possibilidade de viverem a sua se%ualidade de forma saud!vel e se$ura. #ue se (a< na %onsulta de planeamento (amiliar: • • • • 2 avaliação do estado de saúde da mulher ou do casal estimando/se se necess!rio a eventual e%istência de riscos ou doenças para a mãe ou para o futuro beb1Q 0sclarecem/se dúvidas sobre a forma como o corpo se desenvolve e o modo como funciona em relação . #ue = o planeamento (amiliarB #uais são os seus o&>e%tivos e os seus destinatários7 planeamento familiar 1 uma forma de asse$urar que as pessoas têm acesso a informação a m1todos de contracepção efica*es e se$uros a serviços de saúde que contribuem para a vivência da se%ualidade de forma se$ura e saud!vel..laneamen"o -amiliar . 7 contraceptivo escolhido 1 fornecido $ratuitamente nos serviços públicosQ D!/se informação e acompanhamento tendo em vista uma futura $ravide* &fertilidade e infertilidade)Q . . 2 pr!tica do planeamento familiar permite que homens e mulheres decidam se e quando querem ter filhos assim como pro$ramem a $ravide* e o parto nas condiç+es mais adequadas.

7s "ovens têm ainda ao seu dispor os serviços dos . 5esquisas afirmam que a contaminação de pessoas mono$âmicas e não/fi1is portadoras de D'( tem aumentado em resultado da contaminação ocasional do companheiro&a) que pode contrair a doença em relaç+es e%tra/con"u$ais.uvenil ou Centros de 2tendimento a . • • • • • • • • • Fact1rias Cancro mole &3aemophilus ducre_i) Clam#dia &Chlam_dia trachomatise) . 2l$uns $rupos principalmente os reli$iosos afirmam que a castidade a abstinência se%ual e a fidelidade con"u$al poderiam bastar para evitar a disseminação de tais doenças. .onorreia &<eisseria $onorrhoeae) '#filis &(reponema pallidum) 4a$inose bacteriana &.ranuloma in$uinale &Dovania $ranulamatis) . Jun$os .ovens &C2. 'e%ualidade .nde posso mar%ar uma %onsulta de planeamento (amiliar: <o centro de saúde da *ona de residência ou em qualquer outro que tenha $abinete de atendimento bem como em al$uns hospitais e maternidades. A %onsulta de planeamento (amiliar = 'ratuita: 'im a consulta 1 $ratuita nos serviços públicos. (odavia as campanhas pelo uso do preservativo nem sempre conse$uem redu*ir a incidência de doenças se%ualmente transmiss#veis.• • Ja*/se o rastreio do cancro $inecoló$ico e das doenças de transmissão se%ualQ -nforma a"uda a prevenir a dia$nosticar ou a tratar as infecç+es de transmissão se%ual como a hepatite F a s#filis o herpes $enital e a sida. 0%ame de 5apanicolau.abinetes de 2poio .uventude. Doen/a e'&almen"e "ran mi *!ei ( Doenças se%ualmente transmiss#veis ou -nfecção se%ualmente transmiss#vel conhecida popularmente por D'( são patolo$ias anti$amente conhecidas como doenças ven1reas.) das Dele$aç+es Re$ionais do -nstituto 5ortu$uês da . 7 uso de preservativo &camisinha) tem sido considerado como a medida mais eficiente para prevenir a contaminação e impedir sua disseminação. 'ão doenças infecciosas que se transmitem essencialmente &por1m não de forma e%clusiva) pelo contato se%ual.ardnerella va$inalis) @icro$rafia mostrando o efeito citop!tico do v#rus da 3erpes. 4!rios tipos de a$entes infecciosos &v#rus fun$os bact1rias e parasitas) estão envolvidos na contaminação por D'( $erando diferentes manifestaç+es como feridas corrimentos bolhas ou verru$as.

2s mulheres representam um $rupo que deve receber especial atenção uma ve* que em diferentes casos de D'( os sintomas levam tempo para tornarem/se percept#veis ou confundem/se com as reaç+es or$ânicas comuns de seu or$anismo. 2ssim a transmissão do v#rus . <um caso a primeira recomendação 1 procurar um m1dico que far! dia$nóstico para que se"a preparado um tratamento. Certas D'( quando não dia$nosticadas e tratadas a tempo podem evoluir para complicaç+es $raves como infertilidade infecç+es neonatais malformaç+es con$ênitas aborto câncer e a morte. Neste per)odoB os indiv)duos in(etados %om o DEFB são %!amados de seropositivos- @omo se transmite o DEF: 7 v#rus 4-3 en%ontra+se prin%ipalmente no san'ueB no s=menB no l)#uido pr=+e>a%ulat?rioB nos (luidos va'inais de pessoas in(etadas e no leite materno .in(?%itos ( 2u%iliares &CDLf) que são utili*ados pelo v#rus para se replicar. . Depois de entrar nas c1lulas o 4-3 começa a a$ir e inte$ra/se no códi$o $en1tico das c1lula infetadas &2D<). 2 automedicação 1 altamente peri$osa pois pode at1 fa*er com que a doença se"a camuflada. (amb1m h! o controle de cura ou se"a uma reavaliação cl#nica. DEF1SEDA . As %=lulas atin'idas pelo v)rus são os . #ue = o DEF: . 0ste v)rus pode permane%er Gadorme%idoH no or$anismo sem manifestar sinais e sintomas durante al$um tempo.• • • • • • • • • • • Candid#ase &Candida albicans) 4#rus 3epatite 3erpes simples 3-4 ou '-D2 354 @olusco conta$ioso 5arasitas 5iolho/da/púbis 5roto*o!rios (ricomon#ase &(richomonas va$inalis) 2l$umas D'(es são de f!cil tratamento e de r!pida resolução quando tratadas corretamente contudo outras são de tratamento dif#cil ou permanecem latentes apesar da falsa sensação de melhora. Am indiv#duo infetado pelo 4-3 pro$ressivamente revela/se d=&ilB (rá'ilB podendo %ontrair ou desenvolver in(eçCes muito variadas. DEF a%tua nas %=lulas do sistema imunitário &respons!vel pela defesa do corpo). DEF = um v)rus &desi$nado por 4-3H e 4-38) que ata%a e destr?i o sistema imunitário do nosso or$anismo isto 1 destrói os mecanismos de defesa que nos prote$em das doenças. -sso e%i$e da mulher em especial aquelas com vida se%ual ativa independente da idade consultas periódicas ao serviço de saúde.

E istem 3 tr9s (ormas de transmissão: / I San'ue 2 prin%ipal causa de transmissão ocorre atrav1s da partil!a de a'ul!asB serin'as e ob"etos utili*ados no consumo de dro$as que possam conter san$ue contaminado. @omo não se transmite: • • • • • 7 4-3 não se transmite atrav1s de contactos sociais6 aperto de mão toque abraço bei"o socialQ (amb1m não se transmite atrav1s de alimentos ou !$uaQ 0spirros ou tosseQ 5icadas de insetosQ 5iscinas ou casas/de/banho. 7utros ob"etos que contenham san$ue não devem ser partilhadosX R o caso das lJminas de &ar&earB pier%in'sB instrumentos de tatua'em e de (urar as orel!as e al'uns utens)lios de mani%ura e1ou pedi%ura2tualmente todo o san$ue usado nas trans(usCes san'u)neas = testado antes de ser utili*ado pelo que não se deve ter medo destas situaç+es. 5or isso 1 importante que faças o teste da '-D2 se pretendes en$ravidar ou se est!s $r!vida. (amb1m 1 poss#vel ocorrer a transmissão durante o parto atrav1s do san$ue perdido das secreç+es va$inais ou durante a amamentação.só pode ocorrer se estes fluidos corporais entrarem diretamente em contato com o corpo de outra pessoa pela via se%ual ePou san$u#nea. . <os dias de ho"e e iste medi%ação que a"uda um indiv#duo seropositivo a retardar o aparecimento da '-D2 conse$uindo uma melhor qualidade de vida. @uitas ve*es basta uma relação se%ual não prote$ida para podermos ser infetados. #ue = ser seropositivo: Ser seropositivo não si'ni(i%a ter SEDA mas simB #ue se = portador do v)rus e que o sistema imunit!rio começou a produ*ir anticorpos que são detet!veis atrav1s da reali*ação de um teste espec#fico. Por issoB prote'e+te sempreM 3 I Nravide< 7 4-3 pode ser transmitido da mãe para o seu &e&= durante a 'ravide<B o parto e1ou o aleitamento. Dar san'ue tamb1m não 1 um problema "! que 1 utili*ado material descart!vel e esterili*ado. . Tuando a mãe 1 seropositiva ou se"a 1 portadora do 4-3 as terapêuticas anti/retrov#ricas ministradas durante a $ravide* redu*em consideravelmente a probabilidade do beb1 nascer infetado. 5 I $elaçCes se uais e se%reçCes se uais Kl)#uido pr=+e>a%ulat?rioB esperma e se%reçCes va'inaisL 2s se%reçCes se uais de uma pessoa infetada mesmo que aparentemente saud!vel e com Ybom aspetoZ podem transmitir o 4-3 sempre que e%ista uma relação ou contacto se%ual &va$inal oral ou anal) sem proteção.

#ue = a SEDA: 2 SEDA &'#ndrome da -munodeficiência 2dquirida) = uma doença %ausada pelo DEF &4#rus da -munodeficiência 3umana) e est! relacionada com a de$radação pro$ressiva do sistema imunit!rio podendo ter v!rios anos de evolução. 7 teste deve ser sempre repetido quando tiverem passado 9 meses do comportamento de risco. 0sta an!lise deteta os anticorpos que o sistema imunit!rio do or$anismo produ* contra o v#rus ou mesmo o próprio v#rus. 7s dados mostram que todos t9m de se prevenir6 homens e mulheres casados ou solteiros "ovens e idosos todos independente de cor raça situação económica ou orientação se%ualX Podem ser in(etadas todas as pessoas #ue ten!am %omportamentos de ris%o:  5r!ticas se%uais desprote$idasQ  5artilha de ob"etos que possam conter san$ue &a$ulhas e serin$as lâminas entre outros) 5ra saberes se est! infetado o dia'n?sti%o a reali*ar 1 feito atrav1s de análises san'u)neas espec#ficas para o 4-3.8uando um indiv)duo = in(etado %om o DEFB torna+se seropositivo e pode in(etar outras pessoas se tiver %omportamentos de ris%o- @omo prevenir o %ontá'io do DEF:  Atili*ando o preservativoB mas%ulino ou (eminino em todas as relaç+es se%uaisQ  Não partil!ando o&>etos que possam ter estado em contato com san$ue nomeadamente a'ul!as e serin'as &bem como todo o material envolvido na preparação da in"eção) lJminas de &ar&earB es%ovas de dentesQ  . ris%o de %ontá'io de uma mãe seropositiva para o seu beb1 pode ser diminu#do si$nificativamente reali*ando terapêutica adequada durante a $ravide* e evitando o aleitamento materno. . 8uando = #ue se pode (a<er o teste: 2 colheita de san$ue para o teste deve ser efetuada num pra<o de O a P semanas ap?s um %onta%to de ris%oAs primeiras análises a uma pessoa infetada pelo v#rus podem dar um resultado ne$ativo se o cont!$io for recente e se não tivermos em conta o Gper)odo de QanelaH. . In)orma30o: 7 per#odo de tempo em que a pessoa foi infectada pelo 4-3 mas não lhe são detetados quaisquer anticorpos chama/se Yper#odo de .anelaZ. 8uem = #ue pode ser in(etado pelo DEF: @omo sa&er se está in(etado: 7 cont!$io por 4-3/'ida não = restrito aos %!amados G'rupos de ris%oZ. Ama ve* instalado o v)rus invade e destr?i um %erto t ipo de %=lulas do san$ue &os Binfócitos (L) que são respons!veis pela defesa do nosso or$anismo contra as infeç+es.

nde posso o&ter mais in(ormaçCes: 2tualmente e%istem diversos serviços de despiste &anónimos confidenciais e $ratuitos) que efetuam esta an!lise sem necessidade de te identificares ou apresentares qualquer tipo de documento ou relatório m1dico.o de c&idado de a1de • • Centro de 'aúde Centro de 2tendimento a . #ue #uer di<er a si'la SEDA: S1S)ndrome O refere/se ao $rupo de sintomas que coletivamente caracteri*am uma doença. #ue são as doenças oportunistas: .in!a KP4P 555 443 ). ED1Emunode(i%i9n%ia O quer di*er que a doença 1 caracteri*ada pelo enfraquecimento do sistema imunit!rio.ovens . DEF a(eta o sistema imunitário debilitando/o e tornando mais f!cil outros a$entes infeciosos alo"arem/se no or$anismo provocando doenças que se tornam dif#ceis de tratar. 8uais os sintomas mais evidentes da doença: São vários e não são espe%)(i%os da SEDA isto 1 podem ser comuns a outras doenças.. Fi%ar in(etado ou não %om o v)rus do DEF depende de tiM Depende do #ue (a<esB não de #uem =sM In "i"&i/0e de pre "a/.ân$lios inflamados em diferentes partes do corpo 5erda ine%plic!vel de peso Cansaço muito $rande e sem ra*ão aparente 5erturbaç+es respiratórias e tosse seca 2parecimento de manchas vermelhas na pele Jun$os &candid#ase). . (ais como6 • • • • • • . 2s mais usuais são6 5neumonia (uberculose 'arcoma de \aposi &cancro da pele e mucosas). . 'ão os @entros de A%onsel!amento e Deteção Pre%o%e do DEF K@ADL5ara mais informaç+es telefona para a Se ualidade em . <o caso da '-D2 pode incluir o desenvolvimento de determinadas infeç+es e tumores tal como a diminuição de determinadas c1lulas do sistema imunit!rio &de defesa). A1Ad#uirida O quer di*er que a doença não 1 heredit!ria e que se desenvolve após o contacto com um a$ente infeccioso &o 4-3).

euroclini%.$ov.s HD6II).ptP . .uvenil do -5.brP http6PPcuidadossaude.comP http6PPccc.com.or$Plei/portu$uesa/sobre/as/dro$asP http6PP"uventude.infoescola.abinetes de saúde . #ibliogra*ia http6PPccc.ptP http6PPccc.m$mlisboa.• • • .cm"ornal.%l.scribd.dependencias.abinetes de 2tendimento na !rea da 'e%ualidade e 5laneamento Jamiliar da 25J Bi$ar para a 'e%ualidade em Binha6 EIE 88 8II9 &se$unda a se%ta/feira das HI6II .marisapsicolo$a.comP http6PPccc.portaldasaude.ptP http6PPccc.com.ptP http6PPccc.comP http6PPccc.s HG6II e aos s!bados das HI6II .ptP http6PPpt.