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ESTUDO SETORIAL TURISMO

2005
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Índice
1 – INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 3 1.1.– Um breve histórico do Setor ........................................................................ 3 2 – APOIO GOVERNAMENTAL ................................................................................. 4 2.1.– O Governo Federal ........................................................................................ 4 2.2.– O Governo Estadual ...................................................................................... 4 3 – CAPTAÇÃO DE NEGÓCIOS PARA O TURISMO ................................................ 4 3.1.– Incentivos fiscais ............................................................................................ 4 3.2.– Linhas de Crédito ........................................................................................... 5 4 – O TURISMO E O MERCADO IMOBILIÁRIO....................................................... 6 5 – O VALOR DO TURISMO....................................................................................... 6 6 – O TURISMO CEARENSE....................................................................................... 6 6.1.– Macrorregiões Turísticas do Estado ............................................................ 7 6.2.– As formas de turismo exploradas no Ceará ................................................ 8 6.3.– Potencial Turístico das Macrorregiões Cearenses................................... 11 7 – ASPECTOS ECONÔMICOS E FINANCEIROS DOS PÓLOS TURÍSTICOS ONDE O SEBRAE/CE ATUA .................................................................................... 13 8 – EVOLUÇÃO DA REDE HOTELEIRA NO CEARÁ............................................. 19 9 – O PROGRAMA DE TURISMO DO SEBRAE NO CEARÁ.................................. 20 9.1 – Objetivo ......................................................................................................... 20 9.2 - Público-Alvo .................................................................................................. 20 9.3– Municípios atendidos ................................................................................. 20 10 – OS PROJETOS DO PROGRAMA....................................................................... 20 11– DESAFIOS ........................................................................................................... 20 12– NÍVEIS DE GERENCIAMENTO......................................................................... 21 13 – ENTIDADES PARCEIRAS................................................................................. 21 14 – FICHA TÉCNICA DOS PROJETOS ................................................................... 22

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1 – INTRODUÇÃO 1.1.– Um breve histórico do Setor O turismo é o setor de maior e mais estável crescimento da economia mundial, emprega 204 milhões de pessoas (10% dos trabalhadores do planeta), sua taxa de crescimento supera a do PIB mundial e contribui com 6% dos impostos pagos; o setor deve crescer 7,5% a.a. nos próximos 10 anos, movimentando cerca de U$ 3,4 trilhões (10,9% do PIB mundial). Em relação ao Brasil, na última década, recebemos, em média, 5 milhões de turistas estrangeiros/ ano, que deixaram no País aproximadamente US$ 4 bilhões/ ano e o turismo interno gerou US$ 13 bilhões/ ano. O parque hoteleiro brasileiro atualmente é composto por cerca de nove mil estabelecimentos hoteleiros, totalizando 400.000 Uhs, metade das quais na região Sudeste, especialmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro; 25% se distribui pelos estados do Nordeste.

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1.– O Governo Federal O Brasil reúne 1. de inclusão social e de competitividade para as diversas regiões do Estado.– Incentivos fiscais 4 . – Desenvolver pelo menos 3 destinos turísticos por Estado. A missão da Secretaria do Turismo do Estado . O governo federal implantou o Plano Nacional de Turismo. – Atrair 9 milhões de visitantes estrangeiros por ano. geração de emprego.– O Governo Estadual A Política do Turismo O turismo é considerado um fator de desenvolvimento econômico. – Aumentar o volume de transporte aéreo doméstico de 35 milhões de passageiros transportados para 65 milhões ao ano. responsabilidade social e ambiental. 2. o Estado desenvolve uma política de captação de investimento turístico que oferece aos empreendedores incentivos estruturais tais como: acesso. mantendo e estimulando a competitividade econômica. social e ambiental e a rentabilidade dos investimentos públicos e privados.2. além de gerir o apoio logístico às empresas para programa de treinamento de recursos humanos. – Promover o turismo como instrumento para maior igualdade social. impactos sobre demanda por matérias-primas e insumos locais e serviços. ponderados os seguintes aspectos: valor a ser investido. – Exportar US$ 8 bilhões em serviços de turismo por ano. comunicação e abastecimento d’água até o limite do local a ser beneficiado.650 municípios turísticos integrados a um programa governamental de investimentos. localização. que tem como objetivos: – Desenvolver produtos de qualidade que levem em conta as diversidades regionais. 3. desenvolvido em parceria com a OMT (Organização Mundial de Turismo). 3 – CAPTAÇÃO DE NEGÓCIOS PARA O TURISMO Os acessos às linhas de crédito e aos incentivos fiscais são facilidades que viabilizam os investimentos para o turismo. – Tornar os destinos turísticos brasileiros mais acessíveis. que resulte em uma sociedade com distribuição de riqueza mais eqüitativa e desenvolvida. Metas até 2007: – Gerar 1.2 milhões de novos empregos no setor.SETUR é consolidar o Ceará como um destino turístico nacional e internacional. culturais e naturais do Brasil. Para tanto.2 – APOIO GOVERNAMENTAL 2.1. em número compatível com as necessidades reais.

conforme Legislação Municipal. Previsão de desembolso anual: R$ 47.IPTU para um período máximo de até 10 anos. Municípios – isenção parcial do Imposto sobre Serviços . 5 . Banco do Nordeste do Brasil S/A–BNB Orçamento anual de R$ 3 bilhões. 3. o Programa de Apoio ao Turismo Regional – PROATUR.3 bilhões. Estado – Fundo de Desenvolvimento Industrial – FDI. Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste – FNE.União – Fundo de Investimentos do Nordeste – FINOR. refere-se às linhas de crédito concedidas a empreendimentos turísticos. inclusive 4 de carência. • Finalidade: investimento fixo e capital de giro. Programa de Apoio ao Turismo – PROATUR. Detalhamos abaixo. por intermédio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social -BNDES. • Garantias: reais (hipoteca e penhor) mínimos de 130%. relacionados abaixo. • Diferencial: bônus de adimplência de 15 a 25%. Atua diretamente no diferimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços .BB: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social –BNDES.ICMS. • Prazos: até 12 anos.2. incidente sobre máquinas e equipamentos importados.ISS e Imposto Predial e Territorial Urbano . Oferece apoio financeiro através de liberação de recursos e/ou subscrição de ações ou debêntures. Fundo de Amparo ao Trabalhador . à título de ilustração.– Linhas de Crédito Os financiamentos. Banco do Nordeste do Brasil BNB e Banco do Brasil . Operacionalizado por 170 bancos públicos e privados.FAT.

Muitas destinações foram criadas para atender a demanda cada vez mais crescente. dentre muitos outros. onde estão sendo explorados diversos outros setores acessórios para a atividade como padarias. acreditamos que a demanda para toda a oferta em construção possa ser criada em função da infraestrutura e da oferta existentes. do Grupo Oásis. que deverão lançar novos empreendimentos até 2007. um segmento da economia que se fortalece e que leva consigo os demais setores envolvidos a crescer juntamente. serviços de limpeza e segurança. A hospitalidade do povo. 6 – O TURISMO CEARENSE O Ceará oferece uma diversidade de paisagens: Praias. este percentual foi de 35%. em Beberibe. envolvendo capital português. em Camocim e o projeto do Complexo Hoteleiro Vale das Nascentes.há 6 anos este número era inexpressivo. serras e cidades históricas se mesclam para formar uma das mais belas paisagens do Brasil. o Complexo Parque das Falésias. que em quatro anos quintuplicou o número de portugueses com imóveis no Brasil. o projeto do Complexo Turístico Praia do Farol. Mas não é só o cenário que encanta. Há seis protocolos de intenção assinados com o governo estadual. associadas a um competente trabalho de marketing. que 40% dos imóveis residenciais vendidos no Ceará em 2004 foram para estrangeiros e que no Rio Grande do Norte. 5 – O VALOR DO TURISMO Entre as diversas formas de se fomentar a economia de um país podemos destacar o turismo como uma das atividades que mais tem crescido nos últimos anos.4 – O TURISMO E O MERCADO IMOBILIÁRIO Em relação ao mercado de imóveis residenciais turísticos. destes espaços de consumo especializados para o turismo. Finalizando. bares. a qual vem se consolidando em diversos países. sertões. na Praia das Fontes. 6 . desenvolvimento uma localidade e as atividades econômicas ditas acessórias do turismo. O turismo tem um papel muito importante na transformação dessas destinações. Como conseqüência. Quanto aos empreendimentos imobiliários turísticos. a culinária especial e a cultura rica e original fazem do Ceará um destino turístico irresistível. por necessidade. representando um aporte inicial de US$ 500 milhões. restaurantes. o Projeto Fortim. os valores de venda estão diretamente ligados ao sucesso dos empreendimentos hoteleiros. houve um significativo aumento do número de vôos regulares e charters da Europa para as capitais nordestinas. os últimos levantamentos nos mostram que 5% dos europeus que visitam o Brasil são proprietários de imóveis próprios . É. entre eles o Projeto Turístico Praia Bela Resort Village em Aquiraz.

que contam com um povo acolhedor e a cozinha típica do sertão nordestino e trazem em suas construções arquitetônicas a marca da história do Ceará. 6. a vegetação de caatinga e os extensos açudes. falésias.Sua orla marítima. Praias urbanizadas. com 573 quilômetros de extensão. como Jericoacoara e Canoa Quebrada.– Macrorregiões Turísticas do Estado Mapa 01. o governo decidiu agrupar os municípios que possuem características comuns. uma das maiores do País. criando as "macrorregiões 7 . inúmeras trilhas perfeitas para longas caminhadas entre paisagens que misturam o clima árido. As regiões serranas são ideais para o turismo ecológico. a costa cearense é rica em dunas. O sertão ocupa 57% do território cearense e oferece atrativos diferentes tais como formações rochosas únicas que garantem a prática de esportes radicais.1. tudo rodeado pela exuberância da vegetação local. As cidades. coqueirais e enseadas de água doce. um dos últimos redutos da Mata Atlântica brasileira. como vôo livre e rappel. Cidades como Ubajara e Guaramiranga possuem áreas de proteção ambiental.Macrorregiões Turísticas do Estado do Ceará Para estimular o turismo no Estado. Nas serras existem climas ameno e natureza. como Iguape e Icaraí. O Ceará oferece também paisagens surpreendentes. fazem o contraponto ideal com paraísos.

Jet Ski e Iatismo. Sertão Central e Araripe-Cariri. No Pecém a costa cearense oferece vários pontos favoráveis ao esporte. É conhecido também pelas condições propícias para a prática do vôo de Cross Country.Pecém. Lagoa do Banana. Camocim e Pentecoste. 6.Piauí . Litoral Oeste / Ibiapaba . Vôlei de Praia. facilita a vida dos visitantes. Os roteiros são muitos e variados. Gijoca. mostrando quais os principais lugares para a prática das diversas modalidades de turismo: esportivo.Juazeiro do Norte. interligando o litoral. Em Quixadá é referência nacional em campeonatos de vôo livres. torpedeado durante a Segunda Guerra Mundial. A iniciativa garante a exploração sustentável do turismo. Onde são explorados os diversos tipos de turismo esportivo: Automobilismo Fortaleza Metropolitana . Em conjunto. Litoral Leste-Chapada do Apodi.Açude Orós. centros e corredores turísticos. ecológico. as serras e o sertão do Ceará. Parque Estadual Marinho da Risca do Meio. Motocross Araripe / Cariri . Litoral Oeste-Serra da Ibiapaba. Ski Bunda. É um dos melhores locais do mundo para a competição de vôo livre. Lá é possível mergulhar entre os destroços do navio Pecém. Litoral Oeste / Ibiapaba . garantindo que todas as regiões entrem na rota dos turistas. Serras Úmidas-Baturité. Além disso. Fortaleza Metropolitana . a praia é considerada uma das melhores do mundo para prática do windsurf. A Praia do é um destes locais. Oeste / Ibiapaba .Enseada do Mucuripe. Mergulho Fortaleza Metropolitana .Fortim. Figura entre os pontos mundiais de vôo livre com maior preferência dos pilotos europeus e americanos.Maranhão..Cauípe.turísticas". serras e sertão. religioso. elas aglutinam regiões.Trilhas Ceará .. sertão e serras) oferece para os turistas uma combinação perfeita de aventura e ecologia em modalidades tão diferentes quanto windsurf. Ski Aquático.2.– As formas de turismo exploradas no Ceará Turismo Esportivo Para os amantes da natureza e dos esportes. de praias. Em Jericoacoara para quem gosta de encarar ondas fortes. Lagoa do Uruaú.Autódromo Internacional Virgílio Távora. rappel ou montanhismo. Praia Mansa. As serras são ideais para a prática de montanhismo e trilhas. Pesca 8 . Esportes de Praia / Náuticos. ideal para quebra de recordes por sua grande incidência de térmicas. A diversidade de terrenos e climas (praias. Litoral Leste / Apodi . o Ceará é um verdadeiro desafio. Araripe / Cariri . Ao todo são seis macrorregiões turísticas: Fortaleza-Região Metropolitana.Naufrágios em Fortaleza. Fleixeiras.

Surf Fortaleza Metropolitana . Ubajara e Viçosa do Ceará.Praia do Futuro. Taíba. Tianguá. Turismo Ecológico Ecoturismo contempla um segmento da atividade turística que utiliza. Lagoa do Banana. cultural e social permitindo aos municípios e regiões avançar na capacidade produtiva favorecendo a melhoria das condições de vida da população. Ibiapina.Mucuripe. Litoral Oeste / Ibiapaba . Sertão Central . Nova Olinda e Santana do Cariri. Icaraí de Amontada. Pólo de Ecoturismo do Extremo Litoral Oeste Municípios de Acaraú. Gijoca. Litoral Oeste / Ibiapaba .Porto das Dunas.Serra da Meruoca. Fleixeiras.Fortaleza Metropolitana . Prainha.Cauípe. Camocim e Pentecoste. Pólo de Ecoturismo do Extremo Litoral Leste Municípios de Aracati. Litoral Oeste / Ibiapaba . Mulungu. Pólo de Ecoturismo do Cariri Municípios de Barbalha. Cruz.Serra de Baturité.Sertão Central Municípios de Quixadá e Quixeramobim. Vôo Livre Serras Úmidas . Icaraí e Taíba.Especialmente na Sabiaguaba e Praia Mansa. o patrimônio natural. Missão Velha. Sertão Central . São Benedito.Morro Branco. Parque Nacional de Ubajara. Pólo de Ecoturismo da Ibiapaba Municípios de Carnaubal. Jardim. Porto das Dunas. Palmácia e Redenção. Araripe / Cariri . Litoral Leste / Apodi . Ponte Metálica e Barra do Ceará.Paracuru. Barroquinha. Paracuru. Ipu.Serra de Maranguape. Guaramiranga.Canoa Quebrada. Camocim.com prioridade e estrutura nas praias de Pacheco. Guaraciaba do Norte. Praia de Iracema e Praia do Futuro.Serra Grande. de forma sustentável. Iguape. Pacoti. Trilhas Ecológicas Pólo de Ecoturismo da Serra de Baturité Municípios de Aratuba. Cumbuco.Pólo de Ecoturismo do Sertão Central. Trecking Litoral Oeste / Ibiapaba . Juazeiro do Norte. Serras Úmidas .Açude Orós. Litoral Leste / Apodi . Crato. Baturité.Quixadá . Barra do Ceará. Litoral Leste / Apodi . Prainha.Quixadá. Turismo Religioso Mapa 01 . Fortim e Icapuí.Roteiros da fé 9 . Camocim e Jeri. Litoral Oeste / Ibiapaba . Gijoca e Itarema. Fortim e Canoa Quebrada. Windsurf Fortaleza Metropolitana . Área de abrangência dos pólos de ecoturismo Pólo de Ecoturismo "Vale Monumental do Ceará" .

Juazeiro é tomada por multidões de fiéis que vêm de todo o Brasil. a religiosidade é marcada pela figura do padre Cícero Romão Batista. destacam-se os municípios de Juazeiro do Norte e Canindé como os principais e maiores centros de peregrinação. as duas cidades recebem anualmente milhares de pessoas de todo o País. Cada município guarda com carinho e devoção a data do seu santo protetor. Em Juazeiro. na região do Cariri. Nas datas comemorativas do nascimento e morte de Padre Cícero. A cidade abriga uma estátua de 25 metros do padre. as igrejas são parte fundamental da vida cotidiana. o mês de outubro é reservado para os festejos em homenagem a São Francisco.A religiosidade do cearense está em cada detalhe da sua vida. Em Canindé. Nas cidades. Diante do exposto. 10 . um homem cultuado como santo popular em todo o Nordeste.

restaurantes.148 habitantes no território 22. Morro Branco (Beberibe) e Canoa Quebrada (Aracati). casas de espetáculos. : Guaraciaba do Norte. As 26 cidades abrigam pousadas charmosas e algumas das praias mais encantadoras do Ceará. Municípios Potenciais. as praias desta macrorregião são ideais para quem procura tranqüilidade de dia e diversão à noite. 588. formado por enseadas e foz de rios. A costa possui um recorte singular. sertão e serras se fundem para formar um dos cenários mais belos do Estado. : Beberibe. : Icapuí. incluindo a capital. respectivamente). é o portão de entrada do Ceará. Viajando para o interior o turista encontra uma região de grande apelo ecológico.01% do Estado. : Chorozinho. os pescadores. : Granja. (9. : Sobral. falésias de areia colorida. : Taíba. teatros. : Jaguaribe Longe dos grandes centros urbanos. Para quem gosta de conforto a região possui uma costa bastante urbanizada. na Serra da Ibiapaba. que abriga um dos últimos resquícios de Mata Atlântica do Brasil. Municípios Potenciais: Camocim.550 hectares. verdadeiro cartão postal que ainda conserva o ar primitivo de seus primeiros colonizadores. o Parque possui uma infra-estrutura invejável para o turismo ecológico. como Caponga (Cascavel). Litoral leste / Apodi A MRT do Litoral Leste/Apodi compreende: 26 municípios. O turista pode conciliar a viagem de negócios com um bom passeio pelas praias e pontos turísticos.3. O destaque é para o Parque Nacional de Ubajara. na divisa com o Piauí. São 90 quilômetros de belas praias como Iguape (Eusébio). : Fortim. : Ipu. No interior. São 190 quilômetros de costa. Os 11 . A orla também favorece a prática de esportes náuticos. : Paracuru.2 a 30. Icaraí. Litoral Oeste / Ibiapaba APA (Área de Proteção Ambiental): Decreto Federal de 1996. a orla desta macrorregião é ideal para o lazer. coqueirais e a pesca da lagosta. Localizado na Serra da Ibiapaba. Esta é a maior macrorregião do Ceará e a que apresenta a maior diversidade de paisagens. : Aracati.– Potencial Turístico das Macrorregiões Cearenses Fortaleza Metropolitana Formada por nove municípios. : Amontada. existem serras como as de Maranguape e Pacatuba. onde sobressaem a presença de dunas móveis. Também é ideal para a realização de eventos e feira de negócios. : Cascavel. que inclui visitas a cavernas. que apresentam trechos de Mata Atlântica e são muito usadas para caminhadas em contato com a natureza. Cumbuco (Caucaia) e Praia do Futuro (Fortaleza). : Jericoacoara. Mar.3% e 15. : Acaraú. : Ubajara e Viçosa do Ceará.6. A praia mais conhecida é a de Jericoacoara. : Cruz. museus e parques temáticos (existem três nos litorais de Cumbuco e Porto das Dunas). Conhecida com Costa do Sol Nascente. com área de 1.00 km². : Itapipoca. Esta macrorregião é especialmente forte no turismo de lazer.592. pela ocorrência de bares. trilhas no meio do mato e banhos em rios e lagoas de águas cristalinas.

A cidade de Canindé abriga uma das maiores procissões do País. ela conta com temperaturas variando entre 20 e 22º C. . que possui inscrições rupestres de valor arqueológico. : Icó. A fauna e a flora são presenças constantes entre os municípios. cheias de trilhas para serem descobertas pelos turistas. um convite à exploração botânica. : Juazeiro do Norte. : Baturité. : Crato. os municípios também oferecem um bom atrativo. canyons e gigantescos monólitos. região de caatinga com duas belas áreas de proteção ambiental. como a Pedra do Letreiro. em homenagem a São Francisco das Chagas. sertões de Salgados.083. Localizada a cerca de 100 quilômetros de Fortaleza. Localizado entre Quixeramobim e Quixadá. Situados no centro do Estado. : Quixadá Este é o território do turismo ecológico e rural. o que a torna um roteiro único para quem quer entrar em contato com a natureza. com seus cactus e bromélias. Cascavel e Icapuí. São dezenas de quedas d'água. A extraordinária beleza do local deve-se à vegetação de caatinga. Longe dos centros urbanos e 600 metros acima do nível do mar. O cenário é dominado por três regiões: sertões dos Inhamuns. a existência de montanhas faz desta região uma das melhores do Brasil para a prática do vôo livre.turistas podem apreciar a culinária especializada em lagosta e os passeios entre as dunas e as fontes de água doce. : Guaramiranga O clima agradável é o maior atrativo dos 13 municípios que integram esta macrorregião. Ideal para caminhadas. Para quem gosta de arquitetura antiga. área de vegetação 12 . com roteiros de banhos e pesca. O lado cultural também é forte. Araripe / Cariri APA (Área de Proteção Ambiental): Decreto Federal de 1997. os 20 municípios do Sertão cearense apresentam algumas das mais belas formações rochosas do País. : Canindé. (chapada do Araripe). trilhas. Serras Úmidas / Baturité Municípios Potenciais. : Barbalha. a região apresenta uma excelente qualidade de ar. o Vale possui trilhas percorrem os seus 100 mil hectares. onde está o Orós. O vale do rio Jaguaribe é outra boa dica. música e um patrimônio arquitetônico que se coloca entre os mais bem cuidados do Ceará Sertão Central Municípios Potenciais.000 hectares. um dos maiores açudes das Américas.9 mil hectares de florestas ainda virgens. e ao relevo. Além disso. Uma simples caminhada revela cavernas. o Vale é considerado o mais importante ecossistema preservado do semi-árido nordestino. : Santana Composta por 47 municípios abrange todo o sul do Ceará. e a Chapada do Araripe. com área de 1. Município Potenciais. com o Roteiro de Engenhos e Casas de Farinha e o Roteiro de Núcleos Históricos de Aracati. A área de proteção ambiental desta macrorregião possui 32. As cidades abrigam festivais de teatro. lagoas. O turismo religioso é outro destaque. como a Pedra da Galinha Choca (Quixadá) e o Vale Monumental. fontes de água mineral e um trecho de Mata Atlântica.

casa própria.3 2 293. por dia.9 4 60. Para os turistas interessados em arqueologia.9 e Ibiapina (10.00 124.densa e de grandes reservatórios de água mineral.54 Viçosa Ceará 4.50 246.00 116.86. de R$ 33. a média de permanência dos turistas é de 6.5 milhão de pessoas que vão rezar para o Padre Cícero. A cidade de Juazeiro do Norte recebe anualmente cerca de 1. a região possui um importante patrimônio.9 4 34.47 25.Pacote (R$) . dentre outras acomodações extra-hoteleiras. percebe-se que os gastos por visitantes diferem de um município do Pólo para outra. dado o fato de a maioria dos entrevistados se hospedar em casa de parentes/amigos. o fluxo de visitantes também precisa ser considerado para uma análise macro econômica do impacto do turismo no município e no Pólo. contando com dois aeroportos que atendem a macrorregião.41) e Ibiapina (R$ 18. É importante frisar que os gastos per capita/dia não devem ser analisados isoladamente.82 1 O gasto per capita é encontrado baseado na soma dos gastos totais. destacam-se como as cidades que atraem turistas com o maior gasto per capita/dia. têm os menores números. ou seja: Ipú.86 Ipú Ubajara Guaraciab a Norte 5.60 439. pois além do aspecto econômico e financeiro. como dinossauros.O turismo religioso é a marca desta macrorregião.65 102. 63 33.3 6 10.5) o de maior.00 91.93 97. 13 . Enquanto as cidades de Guaraciaba do Norte (R$ 19. Santana do Cariri concentra um dos maiores sítios de fósseis do mundo.01 dias. R$ 52.3 9 146. Cada visitante gasta um valor médio.Aspectos Econômicos e Financeiros do Pólo Ibiapaba Itens Pólo Ibiapina São Benedit o 10.19 Carnauba l 5. Porém.30 420.23 202.29 229. A infra-estrutura é boa. sendo que o município que apresenta a menor permanência é de Ubajara de 1. Tabela 15 . Ubajara e Carnaubal. 63 54.4 5 53.82 e R$ 45.90 151.58 7.00 136. dividida ainda pelo total de pessoas incluídas nestes gastos.58).29 45. que por natureza viajam desacompanhados. Conforme análise da Tabela.0 7 52.47 19.7 7 44.58.0 7 29. O turismo cultural e científico tem um destaque especial.361.52 49.50 318. Valor considerado relevante.0 0 186. os quais apresentam respectivamente. onde já foram localizados plantas e animais pré-históricos.0 7 124.15 37.80 196.Total (R$) .13 Tiangu á 3. faz necessário destacar a incidência de visitantes no Pólo motivados por negócios.56 1.00 229. Dois museus na região abrigam um grande acervo de fósseis. 7 – ASPECTOS ECONÔMICOS E FINANCEIROS DOS PÓLOS TURÍSTICOS ONDE O SEBRAE/CE ATUA Pólo Ibiapaba: No Pólo de Ibiapaba. R$ 49.01 240.5 4 19.Outros (R$) Gasto per capita/Dia (R$) * 6. divididos pela permanência.41 Permanência (dias) .

09.39 1.1 Juazeiro 3. lazer.Pacote (R$) .09 26. com R$ 30.98 325.2 Barbalha 5.4 dias no local visitado.Pessoas Estão Incluídas Gastos 1. o fluxo de visitantes. Desta forma.0 325.19 179. os turistas do Pólo permaneceram 4.00 140.Velha 5.2 1.53 2.09 2. alimentação.58 113.86 129. A Tabela 15 ainda apresenta os locais com maiores gastos por visitante: 14 . Um índice justificável. O estudo aponta também.61 2.9 158.7 304. do município.28 101.Aspectos Econômicos e Financeiros Itens Permanência (dias) .66 por dia.5 308.31. são compatíveis com a realidade dos visitantes. tem-se que os valores gastos na região.8 Araripe 3. é a cidade que apresenta maior índice de visitantes.2 1.82 1. Pólo Baturité Em média. Referindo-se aos gastos.31 98. que cada visitante do Pólo.Total (R$) .2 1.67 25. hospedagem.19 158.4 1.6 1.37 28.73 23.44 1. dentre outros.4 Crato 5.66 2.73 182.04 1.28 24. embora tenha turistas com menor renda e gasto per capta.22 148. Considerando a conjuntura do Pólo associada ao perfil dos visitantes (pessoas simples e renda mensal modesta). por conta das grandes romarias.Olinda 7. ressalta-se que. A pesquisa aponta ainda. pois além do aspecto econômico e financeiro. também precisa ser considerado para uma análise macro econômica do impacto do turismo no município e no Pólo.4 M.2 181.1 1. símbolo. Tabela 15 .98 27. Gasto per capita/dia = (Gasto total/Permanência média/Pessoas nos gastos). sobretudo.7 Jardim 3.Outros (R$) Gasto per capita/Dia (R$) Pessoas nos Incluídas Gastos Pólo 4. que a cidade com o maior gasto per capita/dia por visitante.5 N.73 S.73 141. foi Barbalha.4 dias no local visitado. compras.37 304. Enquanto Juazeiro do Norte foi o município do Pólo com o menor gasto per capita/dia (R$ 23.0 1. Juazeiro do Norte.4 241.1 141.50 1. levando-se em conta a composição dos gastos com transporte.4 246.3 382.16 30. os turistas do Pólo permanecem 3.Cariri 7.2 Pólo Cariri Conforme a Tabela 15. observa-se que a média per capta/dia no Pólo é de R$ 30. em média.19 27.57 200.3 Fonte: Pesquisa Direta (SEBRAE/CE).6 30.1 1. Os gastos per capita/dia não devem ser analisados isoladamente.31 67. gastou um valor médio de R$ R$ 26. se considerada a pequena distância entre os municípios e Fortaleza.61).

16 1. (Nota: o gasto per capita/dia é encontrado baseado na soma dos gastos totais. Considerando este universo. em média. Tabela 15 .Aspectos Econômicos e Financeiros Itens Permanência (dias) Gastos Per Capita (R$) .00 72. Apesar desta afirmação. Enquanto.31 1.8 154.Outros (R$) Gasto Per Capita/Dia (R$) Pessoas Incluídas nos Gastos 185. Conforme dados do período em estudo.70 24.1 33.524. Tabela 15 .5 Redenção 3. R$ 3. ficou identificado que a maioria dos visitantes (51.63 e R$ 6.4 27.22 62. o gasto per capita/dia é extremamente baixo. para melhor trabalhar as estratégias de atração de visitantes. o fluxo de visitantes também precisa ser considerado para uma análise macro econômica do impacto do turismo no município e no Pólo.33. pelo grande percentual de visitantes que se acomodam em casa de parentes ou amigos.4 91. Vale ressaltar que o gasto per capita/dia não deve ser analisado isoladamente. Apesar dos visitantes do Pólo apresentarem uma renda mensal média de R$ 1.84 1. pois além do aspecto econômico e financeiro. em parte. os visitantes de Guaramiranga gastam valores modestos no local de apenas R$ 38. conforme demonstrado na Tabela).Aspectos Econômicos e Financeiros Itens Pólo Quixadá Quixeramobim Banabuiu 15 .39 2.60 27.Total (R$) . precisam ser observadas com cautela por parte de investidores e dos organismos fomentadores do turismo.51 118.Pacote (R$) .0 Pólo 3.62 30. tais como: Redenção e Palmácia.29 92.40 50.00 41. respectivamente.0 3. Pólo Sertão Central Na Tabela 14. dividida ainda pelo total de pessoas incluídas nestes gastos. os turistas de Banabuiu (R$ 210.3 dias.17 28. conforme demonstrado na Tabela 15.85) gastaram relativamente mais que os de Quixadá (R$ 100.Apesar de despontar como a cidade de maior gasto per capita/dia.8 Fonte: Pesquisa Direta (SEBRAE/CE). Tal fato pode ser justificado.4 Aratuba 2.10 1.0 118.71 118.07 38. divididos pela permanência. o tempo médio de permanência foi de 5.88 105.30) e de Quixeramobim (R$ 91.40 14.84.81 (conforme Tabela 10). pois além do aspecto econômico e financeiro.52 15. somaram R$ 18.63 2.70 22.52 118.8 Baturité 3.8 94. Os gastos per capita/dia dos entrevistados do Pólo.51 33. outras cidades ainda apresentam gastos per capita inferiores. valores considerados irrisórios.57. os gastos per capita/dia não devem ser analisados isoladamente.57 2.06 2.6 Guaramiranga Mulungu 2.56).60 3.5 Pacoti 3. Gastos Per Capita/dia = (Gasto Total/Permanência Média/Pessoas nos Gastos). cujos gastos são de.92%) pernoitaram no Pólo.8 Palmácia 3. aumentando as perspectivas de crescimento e consolidação do turismo na região. Informações como estas.2 223.51 6.89 66. o fluxo de visitantes também precisa ser considerado para uma análise macro econômica do impacto do turismo no município do Pólo.

37 1.30 16.3 5. Gastos per capita/dia = (Gasto total/Permanência média/Pessoas nos Gastos).56 91.56 14.2 Fonte: Pesquisa Direta (SEBRAE/CE).85 31.3 116.Outros Gasto Per capita/Dia (R$) Pessoas Incluídas no Gasto 5.30 100.1 4.Permanência (dias) Gastos per capita (R$) .58 18.Total .88 1.33 1.5 210.85 210.Pacote .58 116. 16 .9 91.2 5.4 100.94 1.

tanto os que pernoitam como os que não permanecem para pernoitar no destino. dada a localização desses municípios ser num corredor turístico (CE – 020). Considerando este universo. Os gastos per capita/dia não devem ser analisados isoladamente.15). Ao avaliar o gasto per capita/dia dos turistas. ficou identificado que a maioria dos visitantes (97.69.52 47. Tabela 16 .18 1.82 10.134.Pacote (R$) .56%) pernoitam no Pólo. Tabela 15 . conforme demonstrado na Tabela). o fluxo de visitantes também precisa ser considerado para uma análise macro econômica do impacto do turismo no município e no Pólo. Pólo Litoral Oeste Na Tabela 15.71). mais do que os de Beberibe (R$ 22.90 119. Icapuí (R$ 16. divididos pela permanência.20 5.42%) pernoitam no Pólo.18) e Fortim (R$ 10.5 17 . Em média. dada a proximidade com os outros locais e a facilidade de acesso.8 5.2 6.21 139.2 dias.12).Aspectos Econômicos e Financeiros Itens Pólo Beberibe Fortim Aracati Icapuí Tempo de Permanência (dias) Gastos per capita (R$) .23 46. Média considerada satisfatória.79 28. o tempo médio de permanência é de 6. Considerando este universo. gastaram individual e diariamente. Intra Pólo.36 92.82 118.96) gastam relativamente mais que os de Jijoca (R$ 1.50 5.80 118.38 72. pois além do aspecto econômico e financeiro.87 19.06 27. Em relação aos gastos per capita/dia do Pólo.Total (R$) .27 142.10 148. dividida ainda pelo total de pessoas incluídas nestes gastos. identificou-se que a maioria dos visitantes (82. Os gastos per capita/dia dos entrevistados do Pólo. onde a tendência é que a permanência no destino seja baixa. vale lembrar que a média foi considerada baseada na informação de todos os visitantes.15 1.Outros (R$) Gasto Per Capita/Dia (R$) Pessoas Incluídas Gastos 5. o tempo médio de permanência é de 5. conforme demonstrado na Tabela 16.12 1.367.53 148.90 1.80 Fonte: Pesquisa Direta (SEBRAE/CE).Pólo Litoral Leste Na Tabela 14. conforme demonstrado na Tabela 15.14 22. pois além do aspecto econômico e financeiro. o fluxo de visitantes também precisa ser considerado para uma análise macro econômica do impacto do turismo no município e no Pólo.53 16. somam R$ 119. Outro aspecto a ser observado é que esses gastos não devem ser analisados isoladamente.04 170.90).Aspectos Econômicos e Financeiros Itens Pólo Jijoca Camocim Permanência (dias) 6. (Nota: o gasto per capita é encontrado baseado na soma dos gastos totais.36 1.38 2. os turistas de Camocim (R$ 1.36. constata-se que os entrevistados apresentaram uma média de R$ 19. os turistas de Aracati (R$ 28.80 7. Gastos Per Capita/dia = (Gasto total/Permanência média/Pessoas nos Gastos).21 dias.

69 1.70 1.96 944.16 1.18 1.Outros Gasto Percapita/Dia R$ Pessoas Estão Incluídas Gastos 1.71 725.Gastos per capita R$ .34 834.134.251.96 138.57 119.Total .53 409.70 1. 18 .80 Fonte: Pesquisa Direta (SEBRAE/CE).Pacote .77 416.367. Gastos per capita/dia = (Gasto total/Permanência média/Pessoas nos Gastos).18 98.00 423.

632.6 49.455 54. A movimentação turística no Estado (incluindo o turismo interno).033 54.787 nos demais municípios (interior).9 265.4%. As taxas de crescimento dos fluxos de hóspedes no mês de abril.654 58.7 4.766 65.290 106.369 77.441 106.335 73.5%) e os Flats (9.743 50.418 40.9% no período em relação ao mesmo período de 2004.324 72.1% no mesmo período.086 70.291 39.250 Hóspede/ Perm.7 241. apresentado uma variação de 6.2 Uhs 6. No período em análise.8 43.6 4. considerando os 82 municípios turísticos.8 – EVOLUÇÃO DA REDE HOTELEIRA NO CEARÁ A Demanda Turística via Fortaleza acumulada no período janeiro a abril de 2005 cresceu de 12.474 29.8 Aeroporto Demanda Total Embarques Desembarques Movimentos 42.1 46.012 55.318 63.664 38. A componente Demanda Hoteleira cresceu de 13.246 108.4 4.9 243. no período janeiro a abril de 2005.511 141.715 50.758 65.8 43.4 296.073 122.500 104. Rede Hoteleira Ano Taxa Demanda Ocupação 20.176 68.8 48. no período de janeiro a abril 2005.145 55.8 4.3% em relação a taxa média de ocupação verificada no mesmo período de 2004.9%.7% em relação ao período anterior.258 68.7 243.4%). A variação na movimentação total foi de 9.4 41.2 4. segundo os meios de hospedagem.490 62.3% em relação ao mesmo período de 2004.7 50.4 3.711 132. MH (dias) 136.9 3.983 61.702 115.1 4.4% e o número de vôos (pousos) cresceu 12. o Movimento de Passageiros no Aeroporto Pinto Martins cresceu 16.033 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Fonte: SETUR/CE A Oferta Hoteleira de Fortaleza expressa em Uhs.420 39. O Desembarque de Passageiros cresceu 18.734 10. em relação aos valores apresentados no mesmo período do ano anterior.494 9.4%. 19 .525 134. O Desembarque de Passageiros Internacionais no aeroporto cresceu 18.273 87.650 8.028 10.055 78.495 30.005 60.045 110.669 7.439 64.256 127.7%.9 50. foram as seguintes: Hotéis (10.158 10.709 79.8 296.025 6.943 6.131 52.486 42.970 turistas.5 264.993.393 68.7 3. Albergues (-13.7%). cresceu 2.7% e a média de hóspedes por estabelecimento cresceu em 15.4 49.379 151.4 268. calculada em 59.096 56.9%.310 54.838 107. Pousadas (12.241 129.003 5.230 103.5 193.183 via Fortaleza e 1.9%). sendo 639. A Taxa de Ocupação da Rede Hoteleira de Fortaleza. foi de 63.5 3. apresentou no período de janeiro a abril 2005 um total de 2.

Jijoca. Ubajara. lançado recentemente.3– Municípios atendidos Camocim. Chaval. Araripe. em última análise. restaurantes. atividades complementares e demais empreendedores que compõem o roteiro integrado de turismo.CEPIMA • Turismo em Fortaleza • Turismo Metropolitano • Turismo na Ibiapaba • Turismo no Cariri • Turismo no Litoral Leste • Turismo no Maciço de Baturité • Turismo no Sertão Central 11– DESAFIOS • Geração de oportunidade de trabalho e de renda • Aumento da participação da micro e pequena empresa na produção nacional • Sustentabilidade do negócio • Fomento ao Desenvolvimento do Turismo • Gestão do Conhecimento e das Informações • Qualidade do Produto Turístico • Estruturação e Diversificação da Oferta Turística 20 .9 – O PROGRAMA DE TURISMO DO SEBRAE NO CEARÁ Programa Sebrae de Turismo foi alinhado ao Plano Nacional de Turismo. Fortim. Quixadá e Quixeramobim 10 – OS PROJETOS DO PROGRAMA • Roteiro Turístico Integrado . Tianguá. Aracati e Icapuí. Aracati. Guaraciaba do Norte e Carnaubal. 9. Aratuba. Guaramiranga.1 – Objetivo Intensificar ações voltadas para o fomento do setor. O objetivo é ir ao encontro das diretrizes que o governo federal instituiu. Ipú. Crato. já que o plano nacional mantém a linha de desenvolvimento do setor com enfoque no fortalecimento do social e na melhoria da gestão dos pequenos negócios. pelo Ministério do Turismo. pousadas. Trairi. agências de viagem. São Benedito. Pacoti e Palmácia. em Brasília. Banabuiu. Santana do Cariri e Jardim. são duas das principais missões do Sebrae. Viçosa do Ceará. que. Baturité. Beberibe. 9. Barbalha.Público-Alvo Empresários de hotéis. Mulungu. Paracuru. focando na qualificação do profissional de turismo e na comercialização de produtos e serviços 9. Juazeiro do Norte. Ibiapina. Redenção.2 . Missão Velha.

responsáveis pela orientação do projeto. colaborar para o bom relacionamento institucional com os demais parceiros. responsável pela implementação do projeto. 13 – ENTIDADES PARCEIRAS Governo do estado do Ceará Prefeituras Municipais SETUR/CE: SECULT/CE: AHTRA: SENAC: AHPTA: 21 .12– NÍVEIS DE GERENCIAMENTO Nível Local Núcleo Gestor – constituído por representantes das entidades parceiras financiadoras . que além de integrar esforços da organização para apoiar tecnicamente e financeiramente o programa. responsável pela implementação das ações sob a responsabilidade de sua instituição. Gestor do Projeto – executivo. análise dos resultados. discussão dos problemas de execução e identificação de suas soluções. integração das ações. Nível Estadual Gestor Estadual – executivo. com dedicação integral. Responsável pela Execução – atuante em cada parceiro. com dedicação integral. negociação com parceiros e obtenção dos resultados. responsável pela coordenação estadual do programa. em articulação com o gerente do projeto.

Taxa de Ocupação. integrando-o a outros roteiros.Deficiência na comercialização do destino. Padrão de Organização Grupo Objetivo Geral Promover a competitividade dos equipamentos e incrementar a comercialização do destino junto aos atuais e novos mercados emissores. Desafios Título 1 . 2 . 6 . 3 .Agências/operadoras comercializando o destino. 5 . Forma de Superação Estimular a formatação de novos produtos. Resultado Implantar 15 novas oportunidades de negócios relacionados a cadeia produtiva até 2007. 4 . estimular e instrumentalizar os empreendedores a participares das entidades associativas.14 – FICHA TÉCNICA DOS PROJETOS Turismo no Sertão Central Público Alvo Empresários de fazendas-hotéis.Baixa integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e desta com as demais atividades econômicas da região. Desenvolver ações (seminários. pousadas.Insuficiente conhecimento técnico/gerencial/administrativo da atividade pelos gestores.Novos negócios. Ampliar em 10% a taxa de ocupação dos meios de hospedagem até 2007. Promover ações de qualificação dos gestores.Baixo nível organizacional e associativo dos empreendedores. turismo no meio rural. Ações Ação Descrição 22 . Ampliar em 20% o número de agências/operadoras que comercializam o destino. apoiar iniciativas das associações multisetoriais) que estimulem a integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e as demais atividades econômicas da região. Apoiar ações de comercialização. 7 . Desenvolver ações que visem a melhoria na ambientação/tamatização e serviços ofertados pelos equipamentos. 3 .Deficiência nas instalações físicas e serviços ofertados pelos diversos equipamentos.Existência de um pequeno número de produtos formatados.Falta de compreensão pelos Desenvolver ações que estimulem a mudança empreendedores dos princípios que norteiam o de mentalidade dos empreendedores. restaurantes e demais empreendedores que compõem a atividade turística da região. hotéis. Sensibilizar. 2 . workshops. Resultados Finalísticos Indicador 1 .

capacitação voltada para área de higiene e manipulação de alimentos para o setor turístico. 99 .Incluidas para o processo de orçamentação capacitação voltada para a melhoria da gestão dos meios de hospedagem e restaurantes.Seminários 23 . bolsas e encontros de negócios.Consultoria tecnológica 102 . nacional e internacional)que visem a divulgação.Palestras/Seminários Setoriais/Encontros/Oficinas. Realizar e apoiar essas ações visando a inserção e consolidação dos destinos no mercado local.capacitação tecnológica 104 . promoção e comercialização dos destinos. regional. Promover a discussão acerca de temas relacionados a necessidade e interesse dos empresários/profissionais do setor. 4 . nacional e internacional)que visem a divulgação. Palestras voltadas para o trade turístico do Sertão Central com foco no associativismo e empreendedorismo. 2 .Consultoria gerencial 103 .Capacitação. seminários voltados para o trade turístico do Sertão Central com foco no associativismo e empreendedorismo.1 .Palestras 105 . consultoria voltada para a melhoria da gestão dos meios de hospedagem e restaurantes. consultoria voltada para área de técnicas e produção de alimentos. tecnológica e associativa visando a melhoria na gestão das empresas e o fortalecimento da cultura associativa.Missão Empresarial.Outras Ações . Outras Ações . 5 . 6 . visitas orientadas. promoção e comercialização dos destinos.capacitação gerencial 101 . regional. perfil dos turistas e demanda.Estudos e pesquisas. 7 . Levantar informações sobre a ocupação dos equipamentos. nacional e internacional.Consultorias. regional. Realizar visitas de empresários a eventos e destinos (local. Realizar consultorias na área gerencial e tecnológica para as empresas e apoiar a elaboração de planos de marketing para os grupos/associações dos destinos atendidos. Realizar cursos na área gerencial.Realizar e apoiar feiras e eventos.SIORC 100 .Workshops. 3 . Apoiar a participação dos empresários em eventos (local.

Desenvolver ações (seminários.Baixo nível organizacional e associativo dos empreendedores. 2 .Deficiência na comercialização do destino junto aos mercados emissores. 4 . workshops. 7 . pousadas.Existência de um pequeno número de produtos formatados. atividades complementares e demais empreendedores que compõem o roteiro integrado de turismo da região. tecnológica 24 .Taxa de Ocupação 2 .Insuficiente conhecimento técnico/gerencial/administrativo da atividade pelos gestores.Capacitação Descrição Realizar cursos na área gerencial. Realizar ações que visem sensibilizar os empreendedores para a importância da prática do turismo sustentável. 6 . restaurantes.Baixo nível de conscientização dos empreendedores em relação as questões ambientais. estimular e instrumentalizar os empreendedores a participares das entidades associativas.Novos negócios Resultado Ampliar em 10% a taxa de ocupação dos meios de hospedagem até 2007. apoiar iniciativas das associações multisetoriais) que estimulem a integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e as demais atividades econômicas. Promover ações de qualificação dos gestores. Resultados Finalísticos Indicador 1 . Estimular e apoiar ações de comercialização do destino e de seus produtos nos mercados emissores. Promover ações que sensibilizem e estimulem uma maior participação da comunidade na atividade turística. ofertando serviços de qualidade. Sensibilizar. Forma de Superação Diagnosticar a situação atual dos negócios em implantação identificados no roteiro turístico integrado e estimular o seu pleno funcionamento. Padrão de Organização Grupo Objetivo Geral Inserir o Maciço de Baturité em novos mercados emissores e consolidá-lo nos atuais. Ações Ação 1 .Turismo no Maciço de Baturité Público Alvo Empresários de hotéis. Desafios Título 1 . 5 . 3 .Baixa integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e desta com as demais atividades econômicas da região.A comunidade regional ainda não percebe a importência do seu envolvimento no desenvolvimento da atividade turística. Implantar 20 novas oportunidades de negócios relacionados a cadeia produtiva do turismo até 2007.

capacitação voltada para gestores de empreendimentos turísticos na área gerencial.Consultorias. Promover a discussão acerca de temas relacionados a necessidade e interesse dos empresários/profissionais do setor. bolsas e encontros de negócios. Apoiar a participação dos empresários em eventos (local.Palestras/Seminários Setoriais/Encontros/Oficinas.Estudos e pesquisas. Levantar informações sobre a ocupação dos equipamentos. Outras Ações .Realizar e apoiar feiras e eventos.SIORC 100 . Realizar consultorias na área gerencial e tecnológica para as empresas e apoiar a elaboração de planos de marketing para os grupos/associações dos destinos atendidos.capacitação gerencial 103 . nacional e internacional)que visem a divulgação. nacional e internacional.Missão Empresarial.Capacitação tecnologica 104 .e associativa visando a melhoria na gestão das empresas e o fortalecimento da cultura associativa.palestra 105 .Outras Ações . perfil dos turistas e demanda. nacional e internacional)que visem a divulgação.Workshops. promoção e comercialização dos destinos. palestras voltada para o trade turístico do Maciço de Baturite com foco no associativismo e empreendedorismo Seminários voltados para o trade turístico do Maciço de Baturite com foco no associativismo e empreendedorismo 4 .Incluidas para o processo de orçamentação Ação desenvolvida para alocar despesas de viagens dos técnicos responsáveis pelo projeto. visitas orientadas. 2 . promoção e comercialização dos destinos. regional. Consultorias voltadas para área de melhoramento de produção e técnicas de manipulação de alimentos.Consultoria tecnológica 102 . Realizar visitas de empresários a eventos e destinos (local. regional. 6 .acompanhamento e monitoramento de projetos 101 .Seminário 25 . 5 . 7 . 99 . 3 . regional. capacitação voltada para área de produção e técnicas de manipulação de alimentos. Realizar e apoiar essas ações visando a inserção e consolidação dos destinos no mercado local.

Desafios Título 1 . restaurantes.Capacitação Descrição Realizar cursos na área gerencial.Taxa de Ocupação 2 . estimular e instrumentalizar os empreendedores a participares das entidades associativas. Resultado Ampliar em 13% a taxa de ocupação dos meios de hospedagem até 2007. pousadas. tecnológica 3 .Insuficiente conhecimento técnico/gerencial/administrativo da atividade pelos gestores. Promover ações de qualificação dos gestores Desenvolver ações (seminários.Imcompatibilidade entre a qualidade dos serviços ofertados e a expectativa do cliente.Turismo no Litoral Leste Público Alvo Empresários de hotéis.Baixa integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e desta com as demais atividades econômicas da região. 3 . 5 . apoiar iniciativas das associações multisetoriais) que estimulem a integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e as demais atividades econômicas. Realizar ações que visem sensibilizar os empreendedores para a importância da prática do turismo sustentável. Ampliar em 30% o número de associados em entidades que representem os pequenos equipamentos turísticos. ofertando serviços de qualidade. 26 . workshops. 6 . Resultados Finalísticos Indicador 1 . agências de viagem.Operadoras comercializando o destino. 7 . Estimular e apoiar ações de comercialização do destino e de seus produtos nos mercados emissores. 4 . Ações Ação 1 . barracas de praia e demais empreendedores que compõem a atividade turística da região. Sensibilizar.Participação em entidades associativas. Inserir o destino no portfólio de comercialização das operadoras dos principais pólos emissores. 2 .Existência de um pequeno número de produtos formatados.Baixo nível organizacional e associativo dos empreendedores. Padrão de Organização Grupo Objetivo Geral Apoiar a consilodação dos destinos tradicionais da região e inserir no mercado novos produtos.Deficiência na comercialização do destino junto aos mercados emissores.Baixo nível de conscientização dos empreendedores em relação as questões ambientais. Apoiar ações que visem a melhoria dos serviços ofertados. Forma de Superação Estimular a formatação de novos produtos.

Promover a discussão acerca de temas relacionados a necessidade e interesse dos empresários/profissionais do setor. promoção e comercialização dos destinos.Workshops.Missão Empresarial. Capacitação de gestores na área de produção de alimentos. nacional e internacional)que visem a divulgação. Outras Ações . bolsas e encontros de negócios. 6 .Outras Ações . Realizar visitas de empresários a eventos e destinos (local. nacional e internacional. visitas orientadas.Curso Gerencial 104 . 2 . Realizar e apoiar essas ações visando a inserção e consolidação dos destinos no mercado local. Levantar informações sobre a ocupação dos equipamentos.Capacitação Tecnológica 106 . gestão e outros.Incluidas para o processo de orçamentação Capacitar gestores nas áreas de gestão de pessoas. regional. Capacitar gestores com informações tecnológicas para melhor desempenho das negócios turísticos. regional. Capacitar gestores e manipuladores de alimentos. 5 .Consultoria Gerencial 105 .Curso tecnológico 103 . formação de lideranças. Capacitar gestores com informações gerenciais para melhor desempenhos dos pequenos negócios turísticos.Oficina Tecnológica 102 . Capacitar gestores na área tecnológica para um melhor desempenho do s negócios turísticos.Estudos e pesquisas. promoção e comercialização dos destinos. etc. 3 .Consultorias.Consultoria Tecnológica 27 . perfil dos turistas e demanda. 99 . 7 .Realizar e apoiar feiras e eventos.Palestras/Seminários Setoriais/Encontros/Oficinas. regional.SIORC 100 .e associativa visando a melhoria na gestão das empresas e o fortalecimento da cultura associativa. 4 . Realizar consultorias na área gerencial e tecnológica para as empresas e apoiar a elaboração de planos de marketing para os grupos/associações dos destinos atendidos. nacional e internacional)que visem a divulgação. Capacitar gestores nas áreas de empreededorismo.Oficina Gerencial 101 . Apoiar a participação dos empresários em eventos (local.

Baixo nível organizacional e associativo dos empreendedores. Padrão de Organização Grupo Objetivo Geral Inserir o destino Cariri em novos mercados emissores e consolidá-lo nos atuais. agências de viagem. Promover ações que sensibilizem e estimulem uma maior participação da comunidade na atividade turística. 4 . estimular e instrumentalizar os empreendedores a participares das entidades associativas. restaurantes. pousadas.Taxa de Ocupação 2 .Atuação deficiente no segmento de turismo de eventos.Operadoras comercializando o destino. Resultados Finalísticos Indicador 1 . Inserir o destino no portfólio de comercialização das operadoras dos principais pólos emissores. apoiar iniciativas das associações multisetoriais) que estimulem a integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e as demais atividades econômicas.A comunidade regional ainda não percebe a importância do seu envolvimento no desenvolvimento da atividade turística. Resultado Ampliar em 10% a taxa de ocupação dos meios de hospedagem até 2007. ofertando serviços de qualidade.Insuficiente conhecimento técnico/gerencial/administrativo da atividade pelos gestores. 6 .Atrativos turísticos trabalhando isoladamente em função dos seus dirigentes não estarem conscientes que estes compõem um roteiro turístico integrado. Promover ações de qualificação dos gestores. Sensibilizar. ecoturismo e cultural que possibilitariam uma alavancagem na atividade turística. Desafios Título 1 .Turismo no Cariri Público Alvo Empresários de hotéis. Ações Ação Descrição 28 . Apoiar na definição e execução de uma estratégia de atuação do destino nesses segmentos. Forma de Superação Desenvolver ações que apóiem a relação de complementariedade dos atrativos turísticos vendendo o destino como um todo.. 5 . atividades complementares e demais empreendedores que compõem o roteiro integrado de turismo da região. 7 . Desenvolver ações (seminários. workshops. 3 .Baixa integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e desta com as demais atividades econômicas da região.Deficiência na comercialização do destino junto aos mercados emissores. 2 . Estimular e apoiar ações de comercialização do destino e de seus produtos nos mercados emissores.

Capacitação.Estudos e pesquisas. bolsas e encontros de negócios.Consultoria gerencial 103 . Promover a discussão acerca de temas relacionados a necessidade e interesse dos empresários/profissionais do setor. 3 .Missão Empresarial. Realizar cursos na área gerencial. Seminário direcionado ao trade turítico do Cariri com foco no associativismo e empreendedorismo. Levantar informações sobre a ocupação dos equipamentos. regional. 99 . Realizar consultorias na área gerencial e tecnológica para as empresas e apoiar a elaboração de planos de marketing para os grupos/associações dos destinos atendidos.Palestra 29 .capacitação tecnológica 102 . promoção e comercialização dos destinos. nacional e internacional)que visem a divulgação.Palestras/Seminários Setoriais/Encontros/Oficinas. perfil dos turistas e demanda. 2 . Apoiar a participação dos empresários em eventos (local. palestras direcionadas ao trade turístico do cariri com foco no associtivismo.Seminário 106 . 7 . ação desenvolvida para alocar despesas de viagem dos técnicos responsáveis pelo projeto. visitas orientadas. regional. tecnológica e associativa visando a melhoria na gestão das empresas e o fortalecimento da cultura associativa.capacitação gerencial 101 . promoção e comercialização dos destinos. 5 .Consultoria tecnólogica 104 . Realizar visitas de empresários a eventos e destinos (local. nacional e internacional)que visem a divulgação.SIORC 100 .Incluidas para o processo de orçamentação capacitação para gestores de negócios turísticos. 6 .acompanhamento e monitoramento das ações do projeto 105 . 4 . Outras Ações .Outras Ações . Consultoria voltada para orientação de empresários sobre aspectos gerenciais. Consultoria voltada para orientação da melhoria de processos e técnicas.1 .Consultorias. regional.Realizar e apoiar feiras e eventos.Workshops. capacitação para a melhoria dos processos e técnicas dentro do empreendimentos turísticos. Realizar e apoiar essas ações visando a inserção e consolidação dos destinos no mercado local. nacional e internacional.

Desafios Título 1 . 2 . estimular e instrumentalizar os empreendedores a participares das entidades associativas. 3 . Forma de Superação Estimular a formatação de novos produtos. tecnológica e associativa visando a melhoria na gestão das empresas e o fortalecimento da cultura associativa. Sensibilizar. workshops.Baixa integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e desta com as demais atividades econômicas da região. Realizar consultorias na área gerencial e tecnológica para as empresas e apoiar a elaboração de planos de marketing para os 2 . Descrição Realizar cursos na área gerencial. Promover a discussão acerca de temas relacionados a necessidade e interesse dos empresários/profissionais do setor. 5 . 4 . Resultado Ampliar em 10% a taxa de ocupação dos meios de hospedagem até 2007. restaurantes e demais empreendedores que compõem a atividade turística da região.Baixo nível organizacional e associativo dos empreendedores.Capacitação.Consultorias. Resultados Finalísticos Indicador 1 . Promover ações de qualificação dos gestores.Novos negócios.Taxa de Ocupação 2 . 3 . pousadas.Deficiência nas instalações físicas e serviços ofertados pelos diversos equipamentos.Turismo na Ibiapaba Público Alvo Empresários de hotéis. 30 . Implantar 20 novas oportunidades de negócios relacionados a cadeia produtiva do turismo até 2007.Insuficiente conhecimento técnico/gerencial/administrativo da atividade pelos gestores. apoiar iniciativas das associações multisetoriais) que estimulem a integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e as demais atividades econômicas.Palestras/Seminários Setoriais/Encontros/Oficinas. Desenvolver ações (seminários. incrementando a comercialização do destino junto aos atuais e novos mercados emissores. Desenvolver ações que visem a melhoria na ambientação e serviços ofertados pelos equipamentos.Existência de um pequeno número de produtos formatados. Ações Ação 1 . Padrão de Organização Grupo Objetivo Geral Promover a competitividade dos equipamentos turísticos.

visitas orientadas.Capacitação tecnológica 102 .Incluidas para o processo de orçamentação capacitação direcionada para gestores de negócios turísticos visando um melhor gerenciamento dos negócios.Consultoria tecnológica 103 . capacitação voltada para área de produção e técnicas de manipulação de alimentos. Palestras voltadas para o trade turistico da serra de Ibiapaba com foco no empreendedorismo e associativismo Seminários voltados para o trade turistico da serra de Ibiapaba com foco no empreendedorismo e associativismo.Missão Empresarial. promoção e comercialização dos destinos. 99 . Realizar e apoiar essas ações visando a inserção e consolidação dos destinos no mercado local. Levantar informações sobre a ocupação dos equipamentos. regional.Seminários 31 .Consultoria gerencial 104 . 4 . nacional e internacional)que visem a divulgação. nacional e internacional.grupos/associações dos destinos atendidos. promoção e comercialização dos destinos.Workshops. Realizar visitas de empresários a eventos e destinos (local.Realizar e apoiar feiras e eventos. nacional e internacional)que visem a divulgação.SIORC 100 .Outras Ações . 6 .palestras 106 . Outras Ações . bolsas e encontros de negócios. Apoiar a participação dos empresários em eventos (local. Consultoria voltada para o melhoramento da gestão nos meios de hospedagem e restaurantes. 7 . perfil dos turistas e demanda.Estudos e pesquisas. regional.Acompanhamento e monitoramento de ações 105 . 5 .Capacitação gerencial 101 . regional. Consultoria voltada para área de produção e técnicas de manipulação de alimentos. Ação desenvolvida para alocar despesas de viagem dos técnicos responsáveis pelo projeto.

Insuficiente conhecimento técnico/gerencial/administrativo da atividade pelos gestores. Sensibilizar. Resultados Finalísticos Indicador 1 . 3 . Desenvolver ações que visem a melhoria na ambientação e serviços ofertados pelos equipamentos.Capacitação.Novos negócios. Desafios Título 1 . 5 . Padrão de Organização Grupo Objetivo Geral Consolidar Taíba e as praias do município de Trairí como novos destinos turísticos junto aos seus principais mercados emissores. Promover ações de qualificação dos gestores. 2 .Baixo nível organizacional e associativo dos empreendedores. Apoiar ações de comercialização. Promover a discussão acerca de temas relacionados a necessidade e interesse dos empresários/profissionais do setor. 3 . Desenvolver ações (seminários. estimular e instrumentalizar os empreendedores a participares das entidades associativas.Existência de um pequeno número de produtos formatados. Realizar consultorias na área gerencial e 2 .Deficiência na comercialização do destino. Resultado Ampliar em 13% a taxa de ocupação dos meios de hospedagem até 2007.Taxa de ocupação. 4 . Implantar 20 novas oportunidades de negócios relacionados a cadeia produtiva do turismo até 2007. 2 . restaurantes. workshops.Palestras/Seminários Setoriais/Encontros/Oficinas. tecnológica e associativa visando a melhoria na gestão das empresas e o fortalecimento da cultura associativa. Forma de Superação Estimular a formatação de novos produtos. barracas de praia e demais empreendedores que compõem a atividade turística da região. 6 . 32 .Baixa integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e desta com as demais atividades econômicas da região. pousadas.Deficiência nas instalações físicas e serviços ofertados pelos diversos equipamentos. Ações Ação 1 .Consultorias.Turismo Metropolitano Público Alvo Empresários de hotéis. Descrição Realizar cursos na área gerencial. apoiar iniciativas das associações multisetoriais) que estimulem a integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e as demais atividades econômicas.

7 . 5 .Outras Ações . Levantar informações sobre a ocupação dos equipamentos. 6 . regional. Ação criada para alocar despesas de viagens dos técnicos responsáveis pelo projeto.SIORC 100 . 4 . nacional e internacional)que visem a divulgação. nacional e internacional. capacitação direcionada para o melhoramento da produção e de técnicas na área de produção de alimentos Plaestras direcionadas ao trade turítico de Trairi e da praia da Taíba com foco no associativismo e empreendedorismo.Palestras 104 . regional. Ação criada para alocar despesas de viagens dos técnicos responsáveis pelo projeto.Consultoria Tecnológica 101 . Outras Ações .Oficina tecnológica 103 . capacitação direcionada para gestores de empreendimentos turísticos. Apoiar a participação dos empresários em eventos (local. perfil dos turistas e demanda.Workshops.tecnológica para as empresas e apoiar a elaboração de planos de marketing para os grupos/associações dos destinos atendidos.Oficina gerencial 102 .Realizar e apoiar feiras e eventos. promoção e comercialização dos destinos.Seminário 105 . bolsas e encontros de negócios. Seminário direcionado ao trade turístico de Trairi e da praia da Taíba com foco no associativismo e empreendedorismo.Estudos e pesquisas. 99 . visitas orientadas.Acompanhamento e monitoramento das ações do projeto 33 .Missão Empresarial. promoção e comercialização dos destinos. Realizar e apoiar essas ações visando a inserção e consolidação dos destinos no mercado local. nacional e internacional)que visem a divulgação.Acompanhemento e monitoramento das ações do projeto 106 . regional. Realizar visitas de empresários a eventos e destinos (local.Incluidas para o processo de orçamentação Capacitar gestores na área de manipulação para o melhor desempenho dos negócios turísticos.

barracas de praia e empreendedores ligados a atividade turística. apoiar iniciativas das associações multisetoriais) que estimulem a integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e as demais atividades econômicas. como negócios.Baixa integração entre os elos da cadeia produtiva do turismo e desta com as demais atividades econômicas da cidade. Desafios Título 1 . tecnológica e associativa visando a melhoria na gestão das empresas e o fortalecimento da cultura 2 . Padrão de Organização Grupo Objetivo Geral Contribuir no posicionamento do destino fortaleza nos segmentos de eventos.Baixa diversidade de roteiros e atrativos turísticos.Deficiência no acesso dos pequenos equipamentos turísticos aos compradores dos seus serviços. pousadas. 2 . restaurantes. agências de viagem. 34 . 150 novas empresa atendidas até 2007. 3 . negócios e esportes e apoiar sua consolidação no de lazer. Sensibilizar. 6 .Taxa de ocupação. Forma de Superação Apoiar a formatação de novos produtos.Turismo em Fortaleza Público Alvo Empresários de hotéis. eventos e esportes. 3 .Acesso a programas de qualidade do SEBRAE.Deficiência na comercialização do destino nos seus segmentos potenciais. Desenvolver ações (seminários. Ampliar em 5% a taxa de ocupação dos meios de hospedagem até 2007. Promover ações de qualificação dos gestores. estimular e instrumentalizar os empreendedores a participarem das entidades associativas.Capacitação. 4 .Baixo nível organizacional e associativo dos empreendedores. estimulando a melhoria dos serviços e melhorando as condições de recepção para os turistas. empresas organizadoras de eventos. Resultado Ampliar em 30% o número de associados em entidades que representem os pequenos equipamentos turísticos. workshops. Resultados Finalísticos Indicador 1 . 5 .Insuficiente conhecimento técnico/gerencial/administrativo da atividade pelos gestores.Participação em entidades associativas. Apoiar ações de comercialização nesses segmentos. Ações Ação 1 . Descrição Realizar cursos na área gerencial. Estimular o associativismo como forma de acessar o mercado.

nacional e internacional)que visem a divulgação. Realizar e apoiar essas ações visando a inserção e consolidação dos destinos no mercado local. Palestras voltadas para o trade turistico de Fortaleza com foco no empreendedorismo e associativismo Seminários voltados para o trade turistico de Fortaleza com foco no empreendedorismo e associativismo Oficinas voltadas para o melhoramento da gestão nos meios de hospedagem e restaurantes. 7 . promoção e comercialização dos destinos. Ação desenvolvida para alocar despesas de viagem com os técnicos responsáveis pelo projeto. Promover a discussão acerca de temas relacionados a necessidade e interesse dos empresários/profissionais do setor. Realizar consultorias na área gerencial e tecnológica para as empresas e apoiar a elaboração de planos de marketing para os grupos/associações dos destinos atendidos.Consultoria tecnologica 102 . Levantar informações sobre a ocupação dos equipamentos. 4 . perfil dos turistas e demanda. Realizar visitas de empresários a eventos e destinos (local.Missão Empresarial. regional.Realizar e apoiar feiras e eventos.Workshops.Outras Ações .acompanhamento e monitoramento das ações 107 . visitas orientadas. 6 . regional. consultoria voltada para área de produção e técnicas de manipulação de alimentos. nacional e internacional)que visem a divulgação. Apoiar a participação dos empresários em eventos (local. Outras Ações .Seminários 104 . 99 . bolsas e encontros de negócios.Consultorias.Estudos e pesquisas.consultoria gerencial 101 . promoção e comercialização dos destinos.Palestras/Seminários Setoriais/Encontros/Oficinas. regional.associativa.capacitação gerencial 35 . oficinas voltadas para área de produção e técnicas de manipulação de alimentos tendo como público alvo o gestor. 5 .SIORC 100 . nacional e internacional.palestras 103 .Incluidas para o processo de orçamentação Consultoria voltada para o melhoramento da gestão nos meios de hospedagem e restaurantes. 2 . 3 .Oficina tecnológica 106 . capacitação para gestores de negócios turísticos na área de hospedagem e restaurantes.Oficina gerencial 105 .

turismo. 2005 Revista Turismo .cidadeinternet.br revistaturismo.br www.com.br/ www.com.capacitação Tecnologica capacitação voltada para área de produção e manipulação de alimentos BIBLIOGRAFIA: Nádia Timm Web Site .Os Efeitos da Sazonalidade na Exploração do Fenômeno Turístico www.com/ 36 .gov.ce.guiace.novomapa.108 .