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BEATRIZ DE CASTRO FERNANDES TELES CAMILLA COSTA DO VAL MARIANA GONÇALVES DO AMARAL RAFAELLA AMARAL GOMES RIBEIRO VICTOR

MAX MELLO

SACOLAS ECOLÓGICAS

Niterói 2012

BEATRIZ DE CASTRO FERNANDES TELES CAMILLA COSTA DO VAL MARIANA GONÇALVES DO AMARAL RAFAELLA AMARAL GOMES RIBEIRO VICTOR MAX MELLO SACOLAS ECOLÓGICAS Trabalho apresentado. como parte da nota na primeira avaliação da disciplina Biotecnologia Geral. ministrada pelo professor Alexsandro Bona Niterói 2012 . a Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense.

os recursos naturais estão ficando escassos para a demanda humana no planeta #eve$se pensar em responsabilidade ambiental e iniciar a mudança. precisar)amos de * planetas para produ&ir tudo o (ue eles consomem +odemos constatar (ue os peixes estão acabando. as "reas agricult"veis estão diminuindo por causa da seca causada pelo efeito estufa gerado pela poluição humana .. o mundo est" mudando.erde3 e empresas privadas iniciaram pro4etos de sacolas ecol5gicas (ue tem como principal ob4etivo a mudança do uso das sacolas pl"sticas convencionais. anos para se decompor /rgãos ambientais como A FU0. distribu)das principalmente por supermercados e lo4as.Resu ! Entramos em um novo s!culo. por sacolas oxi$biodegrad"veis e sacolas retorn"veis . alterar os padr%es de produção e consumo para padr%es sustent"veis ou nossos descendentes serão penali&ados pelo nosso estilo de vida 'e todos os humanos consumissem tanto (uanto os norte$americanos.E1#E 2Fundação .isando a diminuição do impacto ambiental causado pelos pl"sticos. (ue demoram at! -.

Su "ri! 1. M#t'ri#s (#s S#$!%#s E$!%ó&i$#s ) A i(! (e Mi%*! ) C#+# (e A. +l"stico convencional feito a partir da nafta 9 g"s natural e o pl"stico feito a partir do etanol da cana de aç:car . +l"stico hidro$biodegrad"vel 2biodegrad"vel3 e +l"stico <. S#$!%#s E$!%ó&i$#s 2.erde= 8. +ro4eto sacola retorn"vel $ +ro4eto >ata ?iliar FU0.E1#E 9. 'acolas 1etorn"veis no Brasil e no >undo $ 'ão +aulo pelo banimento das sacolas pl"sticas de uso :nico $ Banimento e taxação @@ ?onclusão @A Bibliografia .-$#r $ 6uro 0egro 7 * 6 (ue ! oxi$biodegrad"vel8 As embalagens oxi$biodegrad"veis A origem das sacolas biodegrad"veis 6. Benef)cios do uso da sacola retorn"vel @.

não ! muito dif)cil encontrar benef)cios para as sacolas retorn"veis Uma fam)lia (ue usa @. na decomposição emitem g"s carbono. o dinheiro da compra de sacolas retorn"veis ! empregado no plantio de "rvores (ue. sacolas pl"sticas por ano.. elas redu&em o uso e o contato com o pl"stico 6 uso das sacolas retorn"veis redu&D • • • 6s gastos energ!ticos da produção de sacolas pl"sticasE A poluição produ&ida durante a produção das sacolas pl"sticasE 6 uso das sacolas de papel. cu4a fabricação envolve o corte de "rvoresE Em alguns casos. sacolas pl"sticas por ano. produto natural biodegrad"vel. sacolas pl"sticas por semana. recolhem o g"s$carbFnico da nature&a Ao ad(uirir as sacolas retorn"veis. poder" ser decomposto em mat!rias orgGnicas atrav!s de processos naturais. caso passe a usar sacolas retorn"veis #essa forma. um recurso não renov"vel e cu4a exploração e refino tra&em grandes danos ao nosso meio$ambiente As sacolas descartadas demoram cerca de -. pois assim evitamos o uso das sacolas de pl"sticos (ue são feitas de petr5leo. sacolas pl"sticas por mBs. o consumidor est" a4udando a neutrali&ar as emiss%es de g"s carbono no ar A produção de sacolas pl"sticas e dos demais derivados desse segmento (ue são consumidos diariamente.S#$!%#s E$!%ó&i$#s 6 uso de sacolas ecol5gicas ! essencial para o meio ambiente. preservando do planeta 6s materiais biodegrad"veis não se acumulam nas cadeias alimentares e desaparecem do ambiente com relativa rapide& . *C. em tecido de algodão cru. anos para serem decompostas pela ação da nature&a As sacolas retorn"veis são as substitutas naturais das sacolas pl"sticas nesses tempos de buscas por tecnologias verdes Assim. (ue contribui para o aumento da temperatura da terra A sacola retorn"vel. *. deixa de fa&B$lo ao ad(uirir e passar a usar uma sacola retorn"vel #e& fam)lias deixam de descartar * C. por sua ve&..

.. ao utili&ar sacolas retorn"veis contribui$se para um planeta mais limpo. misturado com um pol)mero biodegrad"vel 6 milho ! esmagado e transformado em farinha Então. este composto mant!m as propriedades t)picas de pl"sticos derivados do petr5leo. podemos di&er (ue utili&ando a sacola de cana$de$aç:car a redução das emiss%es de ?6A ! de @. protege$se os mananciais e o pr5prio ser humano >at!rias das 'acolas Ecol5gicas ) A i(! (e Mi%*! As sacolas são feitas de amido de milho 6 amido vem em grãos. em seguida.J Ksso não significa (ue essas f"bricas de sacos não emitem di5xido de carbono. mas considerando todo o ciclo de fabricação. anos para se decompor .ri$e/#ter*!useC!!0ers E$!1i%#+. e. com isso pode demorar os mesmo -. ela ! cortada e 4" sai com a alça 6 teste comprova a resistBncia da sacola de amido Usando t!cnica de compostagem. passam por um processo de fermentação ?onvertido em "cido l"tico. protege$se os animais marinhos e silvestres da ingestão e sufocamento com o pl"stico. onde recebe impressão do logotipo #epois.#este modo. composto (ue ser" usado para fabricar as sacolas biodegrad"veis A produção ! feita em uma enorme m"(uina de . a planta absorve pelo menos a mesma (uantidade de di5xido de carbono (ue ! gerada durante a sua produção L no centro da cana$de$aç:car (ue acontece a produção de polietileno. do crescimento da cana$de$aç:car at! a fabricação do saco. o material se decomp%e em seis meses I" a decomposição natural ocorre em um ano e meio ) C#+# (e A. Hg de bobina por hora A bobina vai para outra m"(uina. formando o biopol)mero de milho.-$#r 'egundo o estudo reali&ado pela . o primeiro biopl"stico não poluente recicl"vel Al!m disso. dia e noite 'ão @. metros de altura 6 amido ! derretido e sai inflado como um balão $ as duas metades da sacola 6 e(uipamento trabalha sem parar. o amido ! separado.. ! a(uecido e moldado.

livrarias entre outras (ue vem adotando as sacolas oxi$biodegrad"veis como uma maneira de diminuir o uso de sacolas pl"sticas onde -MJ lixo pl"stico ! composto por embalagens usadas uma s5 ve& e N disto ! proveniente do uso dom!stico O" uma estimativa de (ue mundo consome @ milhão de sacos pl"sticos por minuto.onde esses são os respons"veis por permitir (ue o pl"stico se oxide em um tempo estimado de 7 a @C meses.bilhão por dia e mais de . ou se4a o e(uivalente de di5xido de carbono emitido por todos os carros na cidade de 'ão +aulo O 2ue ' !3i1i!(e&r#("4e% 5 L um tipo de pl"stico tamb!m conhecido pelos especialistas como 6B+ (ue cont!m em sua composição tanto combust)veis f5sseis (uanto aditivos anti$oxidantes e pr5$ oxidantes . existem tamb!m os pl"sticos desenvolvidos a partir do ouro negro 6utra pes(uisa demonstrou a (ue existe a possibilidade de se utili&ar uma bact!ria espec)fica para a geração de biopl"sticos e tamb!m o uso de res)duos de madeira para a criação de pl"sticos para embalagem A pes(uisa ainda afirma (ue se AM milh%es de domic)lios usarem estes sacos de lixo limpo. anos >uitas ve&es confundimos sacolas biodegrad"veis com as oxi$biodegrad"veis embora ambas possuam em comum apenas a função de ser uma sacola suas composiç%es e degradaç%es são completamente distintas As sacolas biodegrad"veis são feitas com mat!rias orgGnicas permitindo a degradação a partir de micro$organismos e necessitam de um meio ativo para (ue tal reação possa acontecer 4" as oxi$ biodegrad"veis fa&em a propaganda de (ue não ! necess"rio um meio ativo e oxidação do pol)mero e feita por conta dos aditivos mas h" controv!rsias para essa tese As e 1#%#&e+s !3i)1i!(e&r#("4eis Atualmente h" diversas redes de supermercados.. diferente das sacolas feitas apenas com pl"stico 2combust)veis f5sseis 3as (uais demoram cerca de *-. seria como economi&ar mais de @@A mil toneladas de ?6A.) Our! +e&r! A cana não ! a :nica alternativa ecologicamente correta. o (ue significa (uase @.

principal empresa (ue comerciali&a a t!cnica no pa)s. graus ?elsius Tais condiç%es promovem uma reação foto(u)mica em parceria com os aditivos usados na fabricação do pl"stico oxi$biodregad"vel iniciando a oxidação. s5 (ue invis)vel e. pois micro$organismos s5 conseguem degradam mat!ria orgGnica >uitos especialistas como Oaroldo >attos de Temos professor de Engenharia Ambiental da UF1I. mais dif)cil de combaterD o <farelo pl"stico= 6u se4a.-. (ue tamb!m ! danosa ao meio ambiente.. pioramos a situaçãoV. as sacolas pl"sticas convencionais S por outra. portanto. (ue concluiD U'ubstitu)mos uma poluição vis)vel S ou se4a. mais de um bilhão de sacos pl"sticos são distribu)dos pelos supermercados no Brasil Embora se4a feito um marHeting muito positivo sobre as sacolas oxi$ biodegrad"veis essas tem muitos pontos negativos tanto em sua composição (uanto em sua degradação Essas sacolas como foi dito acima possuem aditivos (ue são respons"veis por acelerar a oxidação de mol!culas de pol)meros tais aditivos são +#P$ O. al!m de não resolver o problema. essa reação pode liberar metais pesados dependendo dos aditivos utili&ados podendo causar ainda mais danos ao meio ambiente . afirma O" tamb!m estudos (ue condenam não apenas o fato do pl"stico se oxidar e se transformar fisicamente em part)culas menores como foi dito pelo especialista mas o motivo pelo (ual essa reação se inicia 6s fabricantes alegam (ue a reação de oxidação não necessita de agentes ativos mas estudos recentes comprovam (ue para iniciar a tal reação do pl"stico ! necess"rio a presença da lu& solar e uma temperatura espec)fica de *. mas com outra forma f)sica 'e fosse biodegrad"vel contaria com a participação de micro$organismos a (ual não ocorre nesse processo e tamb!m não haveria pl"stico apenas mat!rias orgGnicas. B#A ou dAQ segundo os fabricantes e a associação internacional de 6xi$ biodegradabilidade 26R6BK63 O" divergBncias de opini%es (uanto as oxi$biodegrad"veis atualmente oxo$ biodegradable +lastics Knstitute S associação internacional respons"vel pela implantação dessa tecnologia na ind:stria mundial S e da 1E' Brasil. bilh%es por ano. a cada mBs. defendem o pl"stico oxi$biodegrad"vel (ue de fato não se biodegrada pois sua composição feita por aditivos oxidam o pl"stico (uebrando$o em diversos pedaços (ue continuam existindo mas são invis)veis a olho nu 0o fim das contas o pl"stico não foi degradado ainda esta presente no ambiente.

com estudo de uma resina com base de amido. sua mat!ria prima era o etanol. um subproduto do petr5leo ou pelo g"s natural A nafta ! a principal mat!ria$prima da cadeia produtiva da petro(u)mica e do pl"stico no Brasil. ap5s muitas pes(uisas foram aprimorando tais resinas at! (ue essas ficassem sem (ual(uer tipo de pol)mero apenas com mat!ria orgGnica 6 fato de essas sacolas serem denominadas de biodegrad"veis e por(ue são degradadas por micro$organismos 4" (ue sua mat!ria prima não constitui pol)meros algum apenas mat!ria orgGnica pura (ue pode ser facilmente digerida por micro$ organismos sem produ&ir (ual(uer res)duo agressivo ao meio ambiente Elas são uma 5tima solução para substituir sacolas pl"sticas e redu&ir produção e emissão de pol)meros ?omo ainda faltam muitos estudos para implementar outras tecnologias no local de pl"stico em produtos de limpe&a. propagandas televisionadas entre outros A !ri&e (#s s#$!%#s Bi!(e&r#("4eis As sacolas biodegrad"veis são feitas com amido de milho. batata e fibra de coco e tem um custo mais alto do (ue as demais sacolas embora tenha a compensação de não poluir o meio ambiente ?omeçaram a ser implementadas a partir dos anos de @WW. seguida do g"s natural A nafta passa inicialmente por um processo .-$#r Puando o pl"stico foi criado. foi trocada pela nafta. mas por motivos econFmicos.A partir de todos os dados apresentados podemos nos perguntar se realmente as sacolas oxi$biodegrad"veis são uma boa sa)da para redução do pl"stico emitido no meio ambiente ou podem ser apenas uma maneira de ma(uiar a(uilo (ue não (ueremos ver 5 A solução para o problema mencionado acima seria o uso de sacolas biodegrad"veis no lugar de oxi$biodegrad"veis e das sacolas pl"sticas convencionais. pro4etos comunit"rios. mandioca. bele&a pacotes de biscoitos e etc as sacolas biodegrad"veis 4" fa&em parte de um começo das mudanças (ue serão importantes no futuro .%"sti$! $!+4e+$i!+#% 6eit! # 0#rtir (# +#6t# 7 &"s +#tur#% e ! 0%"sti$! 6eit! # 0#rtir (! et#+!% (# $#+# (e #. mas tal (uestão não ! tão f"cil como imaginamos tem (ue haver um incentivo do governo em conscienti&ar a população Essa conscienti&ação pode começar com palestras nas escolas.

rios.%"sti$! :Ver(e. a ind:stria do pl"stico vem procurando uma nova mat!ria prima. como em cima de "rvores. propeno e arom"ticos A proporção da nafta em relação ao petr5leo bruto ! de 7 a -J do volume processado 6 restante são outros subprodutos 6 pl"stico. tais como eteno. e recentemente.%"sti$! *i(r!)1i!(e&r#("4e% 81i!(e&r#("4e%9 e . processar e finalmente. foi uma grande ferramenta para a evolução humana. mares. a BrasHem inventou o pseudo pl"stico verde como ! chamado por eles. em muitos casos. 6utro tipo de pl"stico (ue muitos falam ! o pl"stico biodegrad"vel ou como tecnicamente ! chamadoD hidro$biodegradavel Ele deve ser compostado 4unto com res)duos orgGnicos. o (ual ! produ&ido a partir de etanol da cana de aç:car A diferença entre o pl"stico convencional feito a partir da nafta 9 g"s natural e o pl"stico feito a partir do etanol da cana de aç:car ! nenhuma 6 tempo para decomposição dos dois pl"sticos ! idBntico A :nica vantagem (ue existe sobre o pl"stico convencional ! sua fonte renov"vel. utili&ar em sacolas pl"sticas por meia hora e deixar para nossos descendentes resolver o problema causado por este res)duo A terra f!rtil e a "gua pot"vel deste planeta estão sendo exauridos pela grande (uantidade de seres para alimentar e saciar a sede 6utro problema deste tipo de pl"stico ! (ue (uando ! descartado em local impr5prio. (ue resulta nos petro(u)micos b"sicos. visto (ue seu ciclo de vida ! tão longo (uanto o pl"stico originado do petr5leo . por exemplo. en(uanto o petr5leo não ! Em contrapartida. não renov"vel. desde (ue foi inventado. fa&er o pl"stico para. em especial na "rea de sa:de ?om o crescente aumento do preço do barril de petr5leo. ele continuar" por centenas de anos nestes locais. ou mistos . temos (ue utili&ar dois recursos naturais cada ve& mais escassos S terra f!rtil e "gua limpa $ para plantar a cana de aç:car.chamado cra(ueamento. nos lagos. restos de alimentos e vai ser digerido pelos microorganismos Alguns destes pl"sticos podem ser de origem renov"vel.

mas com tempo de vida :til controlado. g"s A7 ve&es mais potente como efeito estufa. consumem mais mat!ria prima e energia tanto na produção. poderemos di&er se o Upl"stico verdeV tem sua utilidade. aumentando a temperatura do planeta sem ter uma utilidade para a humanidade +lantar cana e (ueimar a nafta ! no m)nimo il5gico #a(ui a alguns anos. visto (ue o petr5leo ! a nossa matri& energ!tica global e continuar" sendo por mais alguns anos ?aso pl"sticos deixem de ser produ&idos a partir do etanol. a nafta S sub$ produto do refino do petr5leo S ser" (ueimada nas refinarias. evitando$se assim os danos ambientais causados pelos pl"sticos convencionais abandonados no meio ambiente e (ue l" ficam por s!culos Oo4e ainda não ! o momento certo para a utili&ação do pseudo pl"stico verde. o resultado ser" metano. (uando a matri& mundial de energia for deslocada do petr5leo para outro produto. podendo ter seu ciclo de vida :til controlado. coletado e reciclado. o (ue ! um contra$senso. degradar e posteriormente se biodegradar caso não tenha sido reutili&ado. pode receber este aditivo e ser tornar um pl"stico menos agressivo ao meio ambiente. (uanto no transporte E se forem degradados por micro$organismos anaer5bicos 2sem a presença do ar3. tecnicamente chamado de pl"stico oxi$ biodegrad"vel >esmo o pseudo pl"stico verde da BrasHem. destruir um produto. re(uer modificação de m"(uinas e processos para ser produ&ido Embalagens pl"sticas produ&idas com os hidro$biodegrad"veis são mais espessas. apesar de (ue plantar pl"stico ! um crime contra a humanidade Ainda depositamos nossas esperanças no pl"stico de algas . al!m de ser explosivo 6 terceiro tipo de pl"stico ! o pl"stico convencional feito a partir do petr5leo. desde (ue este4a em ambiente de compostagem ou biologicamente ativo 6 seu maior problema ! o preço elevado da mat!ria prima para sua confecção Al!m disto.Alguns produtos fabricados com este tipo de pl"stico recebem certificaç%es de aprovação para uso em compostagem industrial controlada +l"sticos hidro$ biodegrad"veis não podem ser reciclados 4unto com o pl"stico convencional A vantagem deste tipo de pl"stico ! (ue ter" uma vida curta no meio ambiente.

substituir no m)nimo @. açougue. a cada ano.. onde ! poss)vel levar uma sacola para tra&er as compras L mais barato para o comerciante e ! melhor para o planeta. feira. contaminando rios e oceanos.. pois o custo ambiental ! muito baixo Fam)lia de * pessoas de classe m!dia usa @ . matando animais (uando da sua ingestão.r!>et! M#t# Ci%i#r F?NVERDE A FU0. (ue replanta as matas ciliares da cidade de >aring" A FU0.E1#E s5 planta "rvores nativas e frut)feras nativas de no m)nimo um metro e meio de altura 6 ob4etivo do pro4eto. feira. farm"cias. padaria. etc..rojeto Sacola Retornável 'acola retorn"vel ' # s!%u. v)deolocadoras. tamb!m chamada de sacola permanente para a4udar a comprar as arvores (ue são plantadas no +ro4eto >ata ?iliar FU0. farm"cia. etc Essas sacolas convencionais podem demorar at! -..E1#E.. videolocadora. (ue ! banir as sacolas de compra de uso :nico A sacola retorn"vel ! a solução para as compras em supermercado.<! 0#r# ! 0r!1%e # (#s s#$!%#s (e $! 0r# (e 0%"sti$! $!+4e+$i!+#%= >esmo depois do pro4eto de sacolas oxi$biodegrad"veis.E1#E desenvolveu e produ& a sacola retorn"vel. sacolas por ano S no supermercado. por confundirem a sacola com alimento . sacolas por ano . açougue. anos para sumirem na nature&a. estão pensando no pr5ximo passo do pro4eto.J das sacolas pl"sticas oxi$biodegrad"veis por sacolas retorn"veis no com!rcio Be+e6@$i!s (! us! (# s#$!%# ret!r+"4e% $ 1esponsabilidade ambiental $ Encerra a atividade de plastificador do planeta $ Ao utili&ar @ sacola retorn"vel vocB deixa de utili&ar aproximadamente -.

anos S estar" capturando carbono da atmosfera S#$!%#s Ret!r+"4eis +! Br#si% e +! Mu+(! S<! . tais como r"fia não laminada. higieni&adas e reutili&adas novamente por muitas outras ve&es A .E1#E. (ue est" aumentando a temperatura da terra 6 dinheiro arrecadado com a venda da sacola retorn"vel ! utili&ado na compra. muito bem representada pelas sacolas pl"sticas de uso :nico. com "rvores nativas de aproximadamente @.metros de altura (ue. anos. tecido de 4uta e tecido de +ET reciclada .icBag ! a pioneira e a l)der mundial na fabricação e na distribuição de sacolas retorn"veis e personali&adas em r"fia laminada Trabalha tamb!m com novas mat!rias. poluindo e matando todos os seres vivos 'acolas retorn"veis ! a melhor solução para a humanidade e o planeta Economi&am recursos naturais e evitam a contaminação do planeta Elas podem ser utili&adas por muitas ve&es. plantio e manutenção de "rvores (ue a4udam a diminuir a (uantidade de carbono no planeta As "rvores são utili&adas no pro4eto mata ciliar FU0. são descartadas ap5s meia hora de uso e ficam no planeta por -.. (ue ! um g"s do efeito estufa. (ue demoram um segundo para serem produ&idas.#u%! 0e%! 1#+i e+t! (#s s#$!%#s 0%"sti$#s (e us! -+i$! 6s habitantes do estado de 'ão +aulo estão ho4e na chamada era do consumo sustent"vel. algodão..*. deixando para tr"s a sociedade voltada para o descarte..$ Economi&a recursos naturais e energia para a fabricação de bilh%es de sacolas pl"sticas todos os anos $ Ao ad(uirir as sacolas retorn"veis est" a4udando a neutrali&ar suas emiss%es de carbono A produção de sacolas pl"sticas e a dos demais produtos (ue consumimos diariamente emitem carbono. durante seu crescimento S no m)nimo durante A. replanta as margens dos rios. (ue desde A. n"ilon.

3. bilh%es no n:mero de sacolas pl"sticas descartadas no Estado. mil t de pl"stico Ksso representa cerca de * bilh%es de sacolas 2@W@ unidades por pessoa. 2antes da lei ele era de 7AC3 6s recursos arrecadados com a taxa foram usados para pes(uisar novas formas de reciclagem e redu&ir o volume de lixo produ&ido A iniciativa irlandesa foi seguida por B!lgica.<! 0o ano passado a Kt"lia se tornou o primeiro pa)s europeu a proibir a distribuição de sacolas pl"sticas não biodegrad"veis Fora do bloco.-A3 cinco anos depois.mil libras 21Y @* -. W. n:mero bem inferior ao do Estado de 'ão +aulo B#+i e+t! e t#3#.@. entre os (uais regi%es da ?hina. obtendo uma redução de W-J no consumo do produto Em cerca de um ano.7M3 por sacola. em março de A.6s supermercados de 'ão +aulo distribu)ram gratuitamente sacolas pl"sticas at! o inicio de abril deste ano Essa medida trar" uma redução de at! .centavos de euro 21Y . Emirados Xrabes e Bangladesh S este :ltimo ap5s descobrir (ue as sacolas pl"sticas foram as respons"veis por entupimentos de bueiros (ue causavam diversas inundaç%es 0o 1eino Unido. segundo estimativa da Apas 2Associação +aulista de 'upermercados A A'+A' tamb!m estuda a possibilidade de emprestar sacolas reutili&"veis para consumidores (ue forem aos supermercados. Oolanda e o +a)s de Gales S (ue tamb!m implantou uma multa de .3 para supermercados (ue distribu)rem sacolas pl"sticas gratuitamente . geralmente feitas de pl"stico ou tecido #iversos pa)ses da Europa 4" trabalham individualmente na redução das sacolas pl"sticas 'egundo o 5rgão executivo da União Europeia. 1uanda. a proibição entrou em debate no governo em A. A. Espanha. pa)ses do bloco 4ogam fora anualmente C.. 'om"lia.. Uganda.. outros pa)ses ou regi%es do mundo tamb!m adotaram a medida. PuBnia. (uando o consumo do produto se elevou -J ap5s uma se(uBncia de trBs anos em (ueda I" nos EUA.... as chamadas UecobagsV. Xfrica do 'ul. Tan&Gnia.@.A. (uando o governo identificou (ue o consumo anual per capita das sacolas pl"sticas subiu de A@ para 7.J dos consumidores passaram a usar sacolas não descart"veis Essa cobrança foi elevada para . segundo estimativa de A. a legislação varia de cidade para cidade A Krlanda implantou uma taxa de .AA centavos de euro 21Y .@.. 0oruega..

ao comprar uma sacola retorn"vel.J de todo o lixo gerado diariamente em (ual(uer local do pa)s e. como citado acima A partir dessa medida. pois alem de vocB deixar de emitir carbono ao não utili&ar mais sacolas pl"sticas convencionais. vocB est" contribuindo diretamente para a diminuição desse impacto.Alguns pa)ses e cidades 4" restringiram a distribuição de sacolas de polietileno. a reciclagem das sacolas de pl"stico de uso :nico ! pr5xima de &ero Al!m disso. lembre$se. estes pa)ses encontraram formas de substituir o uso destas sacolas C!+$%us<! Usar sacola retorn"vel significa banir sacola pl"stica de uso :nico. (ue por sua ve& significa diminuir em @. vocB est" a4udando no plantio de "rvores nativas da mata ciliar .

&r"&lo%"' ()essado em: *+ maio"*.)i)lovivo.)om..^_^.+3"sa)olas4 o5i&iode%radaveis4%an am4espa)o4mas4polemi)a4)on!inua"' Acessado emD AW maio9A.elisil.@A .maio9A. maio9A.@@9@@9A79CW @@@*9sacola$ ecologica$feita$cana$acucar$nova$opco$embalagem$verde html[ Acessado emD A. ?ristina 'acolas 1etornaveis e seus melhores benef)cios para a sociedade #ispon)vel emD DZ httpD99\\\ ciadasembalagens com br9noticias9C.)om.Bi1%i!&r#6i# FUNVERDE. maio9A.@A /0/12V0V2.$unverde. #!bora 6 pl"stico oxibiodegrad"vel ! uma boa opção8 #ispon)vel emD ZhttpD99planetasustentavel abril com br9noticia9desenvolvimento9plasticooxibiodegr adavel$uso$sacola$plastica$descartavel$-*MM.p p[ Acessado emD A.-* ETK'KT #ispon)vel emD Z !!p:""###.@ shtml[ Acessado emD AW maio9A. #ispon)vel e DD Z !!p:""###.&r"sa)olas.@@9. Disponível em:< !!p:""###. Fundação Verde.p p"-.$as$ sacolasretornaveis$e$os$seus$melhores$beneficios$para$a$sociedade html[ Acessado emD AW maio9A.e)olo%i)as.@A '+KT]?6.@A ?+i4ersi# Br#si% 'acola ecol5gica feita de cana$de$aç:carD nova opção de embalagem verde #ispon)vel emD ZhttpD99noticias universia com br9desta(ue9noticia9A.or%.M9empresas$investem$em$ alternativas$sustentaveis$para$sacolas$plasticas html[ Acessado emD A.@A BAT#6.@A +EG0 T. Empresas investem em alternativas <sustent"veis= para sacolas pl"sticas #ispon)vel em D ZhttpD99g@ globo com9economia9pme9noticia9A.&r"no!i)ia.