Funções da linguagem Estamos imersos em meio a um cotidiano estritamente social, no qual nos interagimos com nossos semelhantes por

meio da linguagem. A mesma permite-nos revelarmos nossos sentimentos, expressarmos nossas opiniões, trocarmos informações no intuito de ampliarmos nossa visão de mundo, dentre outros benef cios. A cada mensagem que enviamos ou recebemos, se!a esta de nature"a verbal ou não verbal, estamos compartilhando com um discurso que se pauta por finalidades distintas, ou se!a, entreter, informar, persuadir, emocionar, instruir, aconselhar, entre outros prop#sitos. $ ob!etivo de qualquer ato comunicativo est% vinculado & intenção de quem o envia, no caso, o emissor. 'essa forma, de acordo com a nature"a do discurso presente na relação emissor ( interlocutor, a linguagem assume diferentes funções, todas elas portando-se de caracter sticas espec ficas, conforme analisaremos adiante) Função emotiva ou expressiva *esta, h% um envolvimento pessoal do emissor, que comunica seus sentimentos, emoções, inquietações e opiniões centradas na expressão do pr#prio +eu,, levando em consideração o seu mundo interior. -ara tal, são utili"ados verbos e pronomes em ./ pessoa, muitas ve"es acompanhados de sinais de pontuação, como retic0ncias, pontos de exclamação, bem como o uso de onomatopeias e inter!eições. 1oneto de Fidelidade 'e tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal "elo, e sempre, e tanto 2ue mesmo em face do maior encanto 'ele se encante mais meu pensamento. 2uero viv0-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento E assim, quando mais tarde me procure 2uem sabe a morte, ang3stia de quem vive 2uem sabe a solidão, fim de quem ama Eu possa me di"er do amor 4que tive5) 2ue não se!a imortal, posto que 6 chama 7as que se!a infinito enquanto dure.

ou se!a.= milhões de acessos em pouco mais de um m0s de funcionamento. hinos e m3sicas cl%ssicas contempor9neas. verificar se o receptor est% recebendo a mensagem de forma aut0ntica. . Fsto G.Ludo bem. Função metalingu stica A linguagem tem função metalingu stica quando o uso do c#digo tem por finalidade explicar o pr#prio c#digo. *ela. ou ainda visando prolongar o contato. 1ão -aulo.8amos ao cinema ho!eK . ra"ão pela qual os verbos são retratados na :/ pessoa do singular. e voc0K . alguns g0neros do cotidiano !ornal stico. pinturas de 8an Dogh e de Eeonardo da 8inci. o internauta pode ler gratuitamente <>> obras liter%rias com mais de ?@ anos de exist0ncia. => de de". 1ua predomin9ncia at6m-se a textos cient ficos.atar Fei!ão . $iI.-rometo pensar no assunto. . Ao telefone 4-rontoI AlJI5 e em outras situações em que se testa o canal de comunicação 4Est% me ouvindoK5. de =@@H. o emprego dos verbos no modo imperativo. documentos oficiais e correspond0ncias comerciais. na qual o discurso visa persuadi-lo. biblioteca digital do 7inist6rio da Educação.AlJI . recebeu <. Metorno mais tarde para decidirmos o hor%rio. B% tamb6m partituras de Ceethoven. t6cnicos ou did%ticos. conferindo-lhe total impessoalidade por parte do emissor. como a 7onalisa. Função f%tica $ ob!etivo do emissor 6 estabelecer o contato. !% de dom nio p3blicoA . condu"indo-o a assumir um determinado comportamento. Função referencial ou denotativa $corre quando o ob!etivo do emissor 6 tradu"ir a realidade visando & informação.8in cius de 7oraes Função apelativa A 0nfase est% diretamente vinculada ao receptor. A linguagem neste caso 6 essencialmente ob!etiva.<< publicações de ci0ncias sociais e uma de exatas.ultura na tela $ portal dom nio p3blico. B% o predom nio de expressões usadas nos cumprimentos como) bom dia. . A presente modalidade encontra-se presente na linguagem publicit%ria de uma forma geral e tra" como caracter stica principal.omo vaiK .atar fei!ão se limita com escrever) .

palha e eco. *o meu caminho parei. !oga-se fora o que boiar. de quebrar dente. no intuito de selecionar as palavras e recombin%-las de acordo com seu prop#sito. Noão . que coragem 'eus me deuI $uvi cantar de alegria. . pedra ou indigesto. Encontra-se permeada nos poemas e.erto não.erto. =. -ara o que todos deploram. .!oga-se os grãos na %gua do alguidar e as palavras na folha de papelA e depois. $ra. isca-a como o risco. soprar nele. toda palavra boiar% no papel. . %gua congelada. . a 0nfase encontra-se centrada na elaboração da mensagem.anção $uvi cantar de triste"a. e !ogar fora o leve e oco. por chumbo seu verbo) pois para catar esse fei!ão. por6m não me comoveu. açula a atenção. nesse catar fei!ão entra um risco) o de que entre os grãos pesados entre um grão qualquer. B% um certo cuidado por parte do emissor ao elaborar a mensagem. quando ao catar palavras) a pedra d% & frase seu grão mais vivo) obstrui a leitura fluviante. um grão imastig%vel. flutual. na prosa e em an3ncios publicit%rios. em alguns casos.abral de 7elo *eto Função po6tica *esta modalidade.

O.. .horei.. Fechei os olhos.ec lia 7eireles .7eu coração fe"-se noite.P .