Automaçao em Caldeiras&Turbinas

a Vapor 1
Automação Industrial em
unidades de refino
Aulas 5 e 6
Caldeiras & Turbinas a Vapor
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a Vapor 2
Objetivos
Apresentação de uma caldeira de geração de
vapor;
Controles típicos de uma caldeira;
Apresentação de uma turbina a vapor
Controles típicos de uma turbina a vapor
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a Vapor 3
Caldeiras
Apresentação de uma caldeira
de geração de vapor
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a Vapor 4
Caldeiras
Uma caldeira é composta de dois sistemas básicos
separados: um é o sistema água-vapor (lado de água
da caldeira) e outro o sistema de gás combustível
(ar-gás de combustão);
A entrada do sistema vapor-água é a água. Essa
água recebe calor através de uma barreira de metal
sólido e é convertida em vapor, saindo da caldeira
nesse estado físico;
As entradas do sistema combustível-ar são o gás
combustível e o ar de combustão;
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a Vapor 5
Caldeiras
Tipos de caldeiras:
Fogotubular
Aquatubular
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a Vapor 6
Caldeiras
Caldeira Fogotubular e caldeira aquatubular
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a Vapor 7
Caldeiras
Fogotubular – gases de combustão passam
por dentro dos tubos da caldeira; a água
passa por fora;
Até 10 toneladas de vapor, pressão até 10
kgf/cm2
Água pelo casco, gases de combustão pelo tubo
(feixe)
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a Vapor 8
Caldeiras
Esquema básico de um caldeira fogotubular
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a Vapor 9
Caldeiras
Caldeira FogoTubular
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a Vapor 10
Caldeiras
Caldeira FogoTubular
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a Vapor 11
Caldeiras
Aquatubular – água passa por dentro dos
tubos da caldeira; os gases de combustão
passam por fora;
Tubulão superior em 50% de água
Tubulão inferior em 100% de água
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a Vapor 12
Caldeiras
Esquema básico de uma caldeira aguatubular
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a Vapor 13
Caldeiras
Com o aquecimento, a água circula resfriando os tubos,
aquecendo-se e liberando vapor no tubulão superior;
A medida que ocorre a liberação do vapor, adiciona-se
água no tubulão superior através da válvula LV.
A água fria adicionada no tubulão superior desce
(downcomers – tubulões de descida) para o tubulão
inferior e a quente sobe (riser – tubulões de subida) para o
tubulão superior, devido a diferença de densidade (efeito
termossifão);
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a Vapor 14
Caldeiras
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a Vapor 15
Caldeiras
O vapor gerado é saturado; Para obtenção de vapor
superaquecido (acima da temperatura de saturação) é
necessário a instalação de superaquecedores (serpentinas de
aquecimento)
O vapor superaquecido aumenta a disponibilidade de energia e
permite aumentar o rendimento das turbinas a vapor em função
do maior salto entálpico disponível;
Caso a caldeira gere vapor superaquecido e se deseje vapor
saturado, pode-se usar dessuperaquecedores que consistem de
injeção de água atomizada no vapor para resfriamento do
mesmo;
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a Vapor 16
Caldeiras
Controles nas caldeiras
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a Vapor 17
Caldeiras
Controle de combustão:
similar a estratégia de controle apresentada para
o forno (limites cruzados) com a diferença que o
controlador primário normalmente é pressão de
vapor, ao invés de temperatura;
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a Vapor 18
Caldeiras
Controle de nível da caldeira
Medição da PV - Nível
A medição de nível pode ser corrigida por pressão no caso de
caldeiras de alta pressão;
Essa necessidade pode surgir pelo fato de, na temperatura de
saturação do vapor, a densidade da água depende da pressão da
caldeira;
Variando a densidade da água, a medição de nível sofre
influência;
Estratégia com antecipação
A antecipação (feed-forward) pode ser pela vazão de saída do
vapor (mais comum) ou, em caso de caldeiras que tenham
variação rápida de carga, pela soma da vazão de vapor com a
derivada da pressão de vapor;
No caso de antecipação pela vazão de saída de vapor, o ganho
estático do feed-forward será unitário pois a caldeira fica sendo
um simples balanço de massa;
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a Vapor 19
Caldeiras
Medição do nível
Instrumentação - Nível 20
Caldeiras
Medição do nível
Instrumentação - Nível 21
⇒Nível no mínimo:
Pd = PH – PL = (y+z)+ Po – ((d+z)+Po)= (y-d)
⇒Nível no máximo
Pd = PH – PL = (y+z+x)+ Po – ((d+z)+Po)= (y+x-d)
Caldeiras
Medição do nível
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a Vapor 22
Caldeiras
Efeito de expansão no nível (swell):
Caso a carga da caldeira seja aumentada (aumento da vazão
de gás combustível), a concentração de bolhas de vapor
abaixo da superfície de água crescerá, ocasionando uma
variação da proporção volumétrica na mistura vapor-água
(aumento fase vapor) e um decréscimo na densidade média
da mistura.
Como a massa de água e vapor é constante (nesse primeiro
momento) mas a densidade média da mistura decresceu
(M=ρV), o resultado será um aumento imediato no volume
da mistura vapor água.
Com isso, há um aumento imediato no nível de água do
tubulão superior, ainda que não tenha sido colocada água
adicional ao sistema.
Esse efeito de aumento súbito de nível na água do tubulão
superior ocasionado pelo aumento da taxa de vaporização, é
conhecido como expansão.
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a Vapor 23
Caldeiras
Efeito contração (shrink)
Efeito idêntico ao de expansão, ocorrendo
na redução de carga (diminuição da vazão
de gás combustível);
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a Vapor 24
Caldeiras
Resposta inversa no nível com a adição de água de caldeira ao
sistema
Ao adicionarmos água fria à caldeira, a densidade
aparente da água no tubulão de vapor aumenta
(vapor/água diminui).
Como a massa se mantém constante, o volume de líquido
diminui, o que leva a uma indicação de diminuição de
nível momentânea.
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a Vapor 25
Caldeiras
Controle de nível
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a Vapor 26
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a Vapor 27
Turbinas a vapor
Ciclo de Rankine
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a Vapor 28
Turbinas a vapor
Princípio de funcionamento
Equipamento que converte a energia entálpica
do vapor super aquecido em movimento
mecânico;
W: potência (linear com a vazão)
m: vazão mássica
h
1
: entalpia do vapor na admissão
h
2
: entalpia do vapor na descarga
( )
2 1
. .
h h m W − =
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a Vapor 29
Turbinas a vapor
O componente básico da turbina é o rotor. O vapor em expansão
provoca uma força tangencial que impulsiona a roda, fazendo-a
girar;
Essa energia mecânica é transferida via eixo a um compressor,
bomba ou gerador;
Essa transformação é realizada em duas etapas:
Na primeira etapa a energia interna do vapor é convertida em
energia cinética:
O vapor ao escapar por um bocal de perfil especial (expansor) ganha
energia cinética (perde pressão mas aumenta a velocidade)
No rotor propriamente dito a velocidade é convertida em trabalho
mecânico;
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a Vapor 30
Turbinas a vapor
As turbinas a vapor podem ser classificadas quanto a pressão
de vapor na exaustão:
Turbina de contrapressão: quando o vapor de descarga
tem pressão superior à pressão atmosférica
Turbina de condensação: quando é previsto um
condensador na saída da turbina
Vantagens das turbinas a vapor:
Rendimentos superiores a outras máquinas térmicas
Operações simples, precisas e confiáveis
Mesmo em potências elevadas, não apresentam
dificuldades relacionadas com a sua partida, a não ser a
necessidade de se garantir um aquecimento e dilatação
uniformes nas máquinas;
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a Vapor 31
Turbinas a vapor
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a Vapor 32
Turbinas a vapor
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a Vapor 33
Turbinas a vapor
Tipos de turbinas a vapor:
Turbinas simples – uma entrada e uma saída;
Turbinas de extração simples – existe uma sangria de vapor em
um estágio intermediário para o processo;
Turbinas de extração dupla – existe duas sangrias de vapor em
dois estágios intermediários para o processo;
Turbinas de indução – a entrada do vapor para a turbina acontece
em dois estágios diferentes (ex: entrada do vapor de alta pressão
e entrada de vapor de média pressão);
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a Vapor 34
Turbinas a vapor
Componentes de uma turbina
Carcaça
Expansor (estator): peça de seção variável que reduz a pressão e
aumenta a velocidade do vapor
Conjunto rotativo (rotor)
Sistema de vedação: evita escapamento de vapor ou entrada de
ar
Sistema de segurança: sensores e dispositivos instalados para
garantir a segurança da turbina
Válvula de controle de admissão de vapor
Válvula de controle de extração
Atuadores
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a Vapor 35
Turbinas a vapor
Atuadores
Responsáveis pela atuação sobre a válvula parcializadora de
vapor;
Conversores de corrente em pressão hidráulica ou pneumática
Hidráulicos – maior precisão; óleo isento de contaminantes;
Pneumáticos – pouco usados; baixo custo; alimentação
pneumática confiável;
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a Vapor 36
Turbinas a vapor
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a Vapor 37
Turbinas a vapor
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a Vapor 38
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a Vapor 39
Turbinas a vapor
Controle de uma
turbina a vapor
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a Vapor 40
Turbinas a vapor
Controle da turbina a vapor
Controle de velocidade (gerador)
Controle de pressão de descarga ou sucção do compressor
Controle da pressão de saída do vapor nas turbinas de contrapressão -
quando o vapor de descarga tem pressão superior à pressão atmosférica
O controle é feito manipulando-se as válvulas de admissão de vapor.
Essas válvulas são comandadas por dispositivos denominados
governadores;
Em turbinas de uso especial usam-se múltiplas válvulas em paralelo
(válvulas de sobrecarga). Cada válvula alimenta um grupo de expansores
diferentes, podendo ser fechadas total ou parcialmente. Permitem um
controle mais preciso;
Em turbinas de uso geral, utiliza-se uma única válvula de controle na
admissão para todos os grupos de expansores – mais comum;
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a Vapor 41
Turbinas a vapor

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a Vapor 42
Turbinas a vapor
Válvulas de controle de extração
Algumas turbinas possuem retirada parcial de vapor
(extração), em um estágio intermediário entre o estágio de
admissão e o de descarga.
Essa retirada acontece a uma pressão intermediária entre a
sucção e a descarga que pode variar com as condições de
operação da turbina. Como normalmente se deseja uma
pressão constante na saída da extração para uso no processo ou
no acionamento de máquinas menores, é instalada uma válvula
controlada pela pressão do vapor extraído, sendo denominada
de extração controlada ou automática;
Mapa de Extração: Potência X Consumo de Vapor
Alguns Mapas colocam como Fluxo total de vapor admitido X
Potência da turbina
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a Vapor 43
Turbinas a vapor
Controle de Extração
Controle de extração
As válvulas de controle de extração funcionam de maneira
semelhante às válvulas de controle de admissão, só que
controladas pela pressão do vapor extraído, através do
controlador de pressão de extração e não pela velocidade
da turbina;
Assim, em qualquer aumento incipiente da pressão de
extração, seja causado por flutuação da solicitação de
potência ou do consumo de vapor extraído, o controlador
de pressão de extração comandará uma abertura maior da
válvula de extração, permitindo um fluxo maior de vapor
para a descarga da máquina e, em conseqüência, um fluxo
menor para a extração, o que restabelecerá a pressão no
nível controlado. Em caso de diminuição de pressão
acontecerá o inverso;
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a Vapor 44
Controle de extração
Duas variáveis determinam a condição operacional de uma
turbina com extração: a carga (P) e a demanda de vapor
extraído (QE):
QT=QE+QC;
QC: vazão de exausto; QE: vazão de extração; QT: vazão
total;
Abertura da válvula de extração: aumento de QC e
diminuição de QE
Fechamento da válvula de extração: diminuição de
QC e aumento de QE
Turbinas a vapor
Controle de Extração
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a Vapor 45
QE constante:
Se P diminui, QC deve diminuir para que a potência total
desenvolvida diminua;. O sistema de controle de
extração deverá agir simultaneamente sobre as válvulas
de controle de extração e sobre as válvulas de controle
de admissão para manter QE constante e diminuir a
potência desenvolvida pela turbina. Essa atuação é feita
através do fechamento da válvula de admissão e de
extração;
Quando a carga da turbina diminui, a velocidade da mesma
tende a aumentar; Esse aumento leva ao fechamento das
válvulas de admissão e fechamento da válvula de extração
(para compensar o fechamento das válvulas de admissão e
manter QE constante, pois, o fechamento da válvula de
extração tende a aumentar QE);
Turbinas a vapor
Controle de Extração
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a Vapor 46
P constante:
Se QE diminui, QC deve aumentar para compensar a diminuição
de QE, mantendo a potência constante. Esse aumento de QC
deve ser menor que a diminuição da vazão de extração, para que
a potência desenvolvida seja a mesma, porque o salto de entalpia
entre admissão e descarga é maior que o salto de entalpia entre
admissão e extração e, portanto, uma mesma vazão de vapor
desenvolve uma potência maior quando evolui da admissão à
descarga da turbina (vazão de exausto) do que quanto trabalha
apenas da admissão até o estágio onde é feita a extração (vazão
extraída). Em conseqüência, a vazão total de vapor admitida
(QT) deve diminuir. O sistema de controle de extração deverá
agir simultaneamente sobre os controles de admissão e de
extração;
Quando o consumo de vapor de extração diminuir, a vazão de
extração também diminui (carga P constante), a pressão no
estágio de extração aumenta. Esse aumento de pressão aumenta a
abertura da válvula de extração (que aumenta QC e diminui QE) e
fecha as válvulas de admissão para compensar o aumento de QC;
Turbinas a vapor
Controle de Extração
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a Vapor 47
Turbinas a vapor
Consumo de vapor X Potência
Curva de Performance da Turbina – Linha de Willans
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a Vapor 48
Turbinas a vapor
Mapa de Extração da Turbina
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a Vapor 49
Turbinas a vapor
Em um diagrama de extração uma família de retas paralelas, uma
para cada vazão de extração (QE), permitem obter a vazão total de
vapor admitido (QT) necessária para cada situação operacional da
turbina, definida pela carga P e pela vazão de extração;
Cada uma destas retas paralelas é na realidade uma linha de Willans
da turbina para uma determinada vazão de extração;
Se toda potência fosse desenvolvida pela vazão de extração, os
estágios situados após a extração ficariam ociosos, causando um
aumento significativo na temperatura, com risco para as palhetas.
Para evitar este risco, é necessário que se mantenha sempre um fluxo
mínimo de vapor para estes estágios finais, de maneira a não
permitir que a temperatura de suas palhetas ultrapasse um valor
máximo compatível com sua resistência mecânica (limitação
metalúrgica) – linha de vazão de exausto mínima;
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a Vapor 50
Turbinas a vapor
Em uma turbina com extração controlada, quando a potência
desenvolvida aumenta, com a vazão de vapor extraído constante, a
vazão total de vapor e a vazão de exausto tendem a aumentar até que
a vazão de exausto atinja a capacidade máxima dos estágios finais da
turbina. Em função desta capacidade máxima, surge, no diagrama de
extração, a linha de fluxo de exausto máximo. Se a capacidade
máxima dos estágios finais da turbina for excedida, as válvulas de
controle de extração, por estarem totalmente abertas, não
conseguirão manter constante a pressão na extração, que subirá. Por
essa razão, a linha de fluxo de exausto máximo é também conhecido
como limitante de pressão;
Um outro limitante para o diagrama de extração é a linha de fluxo
admitido máximo, que surge em função da vazão máxima de vapor
que pode ser admitido pela turbina, com as válvulas de controle de
admissão totalmente abertas;
Outro limitante que surge no diagrama de extração é função da
potência máxima desenvolvida pelo gerador elétrico no caso de
acionamento de gerador;
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a Vapor 51
Turbinas a vapor
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a Vapor 52
Turbinas a vapor
PEAK 150
Sistema de Controle Woodward – Controle de velocidade e extração
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a Vapor 53
Turbinas a vapor
O controle digital PEAK 150 é dedicado ao controle de turbina a vapor. É
capaz de controlar de forma precisa a velocidade da turbina, recebendo um
set point remoto (4-20mA) de controle de velocidade;
Microprocessador 16 bit/12 MHz
Instalação em áreas classificadas - Classe I, Div 2, Grupo C & D;
Comandos raise e lower no painel local;
Entradas e saídas digitais/analógicas
Realiza teste de trip de sobrevelocidade;
Habilitado a receber dois pick-up’s de velocidade com seleção por “high-
selector”entre os sensores;
Programador manual para configuração do controlador (rotação nominal,
rotação de overspeed, rampa de aceleração, etc);
Comunicação RTU-Modbus;
Invólucro Nema 4 ou Nema 4x (atmosfera corrosiva);
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a Vapor 54
Turbinas a vapor
PEAK 505
Instalação em áreas classificadas;
Configuração via teclado;
Partida a quente e a frio com rampas programáveis - Previsão de
configuração de duas rampas diferentes, permitindo passagem pela
velocidade crítica de forma mais rápida;
Habilitado a receber dois pick-up’s de velocidade com seleção por “high-
selector”entre os sensores;
Controle de velocidade para turbinas a vapor de pequeno e médio porte.
Controle de simples extração ou indução, ou de contra-pressão.
Microprocessador de 32 bit.
Comunicação em Modbus (duas portas seriais).
Configuração programável em campo.
Teclado e display frontal.
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a Vapor 55
Turbinas a vapor
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a Vapor 56
Turbinas a vapor
PEAK 5009
Igual ao PEAK 505 mas com previsão de tripla redundância;
Substituição dos cartões “a quente”;
Scan rate determinístico: algumas variáveis podem ser
aquisitadas com maior freqüência (velocidade, por ex); Controle
de velocidade tolerante a falha.
Simples falha não causa a parada da turbina.
Controle configurável em campo.
Arquitetura 32 bit.
Sistema operacional multitarefa em tempo real
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a Vapor 57
Turbinas a vapor
Peak 5009
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a Vapor 58
Turbinas a vapor
PEAK 505CC-2
Igual ao PEAK 505 mas com previsão de
controle anti-surge;
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a Vapor 59
Turbinas a vapor
Controle 505CC-2 da Woodward
21
System Overview
Extraction
Steam
Exhaust
Steam
Inlet
Steam
MPU
Recycle
Vavle 1
Recycle
Valve 2
PT
PT
FT
FT
PT
HP
Act
LP
Act
PT
Recycle Valve No. 1
Recycle Valve No. 2
No. 2 Discharge Pressure
No. 1 Suction Flow
No. 1 Discharge Pressure
Side Discharge Flow
No. 1 Suction Pressure
Speed Input
Extraction/Admission Input
LP Actuator
HP Actuator
Inlet Pressure Signal
505CC-2
Integrated
Steam Turbine
&
Compressor
Control
T&T
Valve
PT
PT Exhaust Pressure Input
Compressor
Steam
Turbine
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a Vapor 60
Turbinas a vapor
Sistemas de Parada De
Uma Turbina a Vapor
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a Vapor 61
Turbinas a vapor
A maneira usual de parar uma turbina a vapor é pelo
fechamento rápido de uma válvula, chamada válvula
de bloqueio automático, colocada em série com a
válvula de controle de admissão, o que corta
totalmente a admissão de vapor para a turbina;
Essa válvula é também conhecida como válvula de
desarme rápido ou válvula de trip;
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a Vapor 62
Turbinas a vapor
Proteção por sobrevelocidade
de uma turbina a vapor
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a Vapor 63
Turbinas a vapor
Normalmente, o sistema de
proteção é feito de duas formas:
Proteção mecânica
Detecção de sobrevelocidade por sensor
mecânico – baseado no aumento da força
centrífuga na condição da velocidade de trip;
Proteção eletrônica
Protech 203 da Woodward – votação 2 em 3;
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a Vapor 64
Turbinas a vapor
Protech 203
Reparo On-line
Tempo de resposta total de 40 ms ou
menor
Segurança por chave
Capacidade de teste On-line
Conformidade com API 612
Tecnologia Digital
Lógica de votação dois-de-três
Configurável pelo usuário
Confiabilidade e repetibilidade
incomparáveis
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a Vapor 65
Turbinas a vapor
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a Vapor 66
Turbinas a vapor
Automação de uma
turbina a vapor
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a Vapor 67
Turbinas a vapor
Garantir lubrificação adequada
Garantir circulação da água de refrigeração
Drenar condensado em todos os pontos durante o aquecimento
Armar segurança
Abrir válvula de exaustão
Inicializar condensador e vapor de selagem, caso necessário
Aquecer
Colocar em giro lento usando desvio (by-pass) da válvula de
admissão
Verificar operação do governador
Partir, abrindo a válvula de admissão e fechando o desvio
Para partida da turbina a vapor é necessário observar
os seguintes passos:
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a Vapor 68
Turbinas a vapor
A parada também pode ser manual ou automática.
Para realizar a parada de uma turbina a vapor de
pequeno porte, observar os seguintes passos:
Fechar a válvula de admissão
Drenar condensado em todos os pontos
Fechar válvula de exaustão
No caso das turbinas de maior porte, observar a seqüência de
desligamento dos sistemas auxiliares de acordo com o tipo da
turbina
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a Vapor 69
Turbinas a vapor
Intertravamento de uma
turbina a vapor
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a Vapor 70
Turbinas a vapor
Intertravamentos usuais:
Alta velocidade
Vibração excessiva
Deslocamento axial do conjunto rotativo
Baixa pressão de óleo
Nível de óleo alto ou baixo
Alta temperatura nos mancais
Alta temperatura do vapor de saída
Alta pressão do vapor de descarga
Alta pressão do vapor de extração
Baixa vazão de vapor na admissão
Baixa vazão de vapor exausto