Copyright O

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Luis Fernando

cerri

edição 20ÌÌ Brasil
Printed in Brazìl

Impresso no

Sumário

Todos os direitos reservados à EDITORA !'GV A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação do copyright (Lei no 9.610/98).
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emìtidos neste

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Este livro Íoi editado segundo as normas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, aProvado pelo Decreto Legisìativo ns 54, de Ì8 de abril de 1995, e promuÌgado Pelo Decreto nq 6.581, de 29 de setembro de 2008. COORDËNADORES DA COLEçÃO: Marieta de Moraes Ferreira e Renato Franco PREPARAçÀO DE ORIGINAIS: Sandfa FTanK REVISÃo: Fatima Caroni, Marco Antônio Corrêa e Adriana AÌves DIAGRAMAçÃO, PROJETO GRÁFlCO E CAPA: dUdCSigN

lntrodução
Capítulo
O
1

Ficha catalográflca elaborada pela Biblioteca Mario Henrique Simonsen/FGV

que é a consciência histórica

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27
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Cerri, Luis Fernando Ensino de história e consciência histórica / Luís Fernando Janeiro : Editora FGV 201 I I 18 p. (Coleção FGV de bolso. Serie História)

Cerri.

Rio de

t onsciência histórica, fenômeno humano ( ,ìpturando a consciência histórica
I

)idática da história, uma disciplina de investigação do uso
47

Inclui bibliograÍia.
ISBN: 978-85-225-0882-2

.,ocÌal da história l. Historiografra. I.
CDD Ëundação Cetu-

l. História

Estudo e ensino. 2. Didática.

lio VaÌgas. II. Título. IÌL Serie.

Capítulo 2
Conscientização histórica?
l't'nsar historicamente  consciência histórica é histórica... e múltipla

-

907

57
59
B3

Editora FGV
Rua JornaÌista orlando Dantas,

l7

222t1-olo I Rio

de Janeiro, RJ ] Brasil

capítulo

3

Teìs.: OSOO-021 7177 1 2r-3799-4427

Consequências para a prática do profissional de história
I nsinar história para quê, afinal?

105
108

Fax: 2l-t799-4430 editora@fgv.br I pedidoseditora@)fgvbr

www.fgv br/editora

( onsciência histórica e o problema dos conteúdos

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FGV de Bolso

do romantismo, do racionalismo, da perspectiva do progress(, (ainda que em última instância), imponha a nós, profesìores, uma concepção de tempo, de identidade e de humanidadc que não se encaixa nas visões das novas gerações, marcadas por perspectivas de futuro (e, portanto, de tempo, de identidade e de humanidade) distintas. pode ser que venha daí a

Capítulo

1

O que é a consciência histórica #
.ï i.

dificuldade de diaÌogar com a vivência dos indivíduosjovens em convivência com suas comunidades concretas. O conceito de consciência histórica é ligado, ainda segundo Rúsen, à mudança de paradigma da didática da história nos anos I960, de acordo com a qual o foco da disciplina passa d<r ensino para a aprendizagem histórica, e propõe outra mudança no nosso modo de ver o "fazer" da disciplina na escoÌa. Sc

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o ensino da história implica o gerenciamento dos objetivos curriculares e das concepções de tempo e de história que os alunos já trazem consigo desde fora da escola, então o professor de história definitivamente não é um tradutor de conhecimento erudito p.ara o conhecimento escolar, um simplificador de conteúdos. É, sim, um inteÌectu al capaz de identificar os quadros de consciência histórica subjacentes aos sujeitos do processo educativo - inclusive o seu próprio - e de assessorar a comunidade na compreensão crítica do tempo, da identidade e da açào na hislória. Por fim, com este pequeno livro temos por objetivo contribuir para a visão de novos quadros de anáÌise da reaÌidade escolar por parte do professor, entendendo-o política e teoricamente como um intelectual, academicamente procurando
promover uma maior aproximação entre a teoria da história em processo de reflexão didática e a prática cotidiana do ensino.

,;:::ï::,'i:;i":::.'i,,:"#:*":::,ï;:';."
nós existìmos. Num certo tempo existìrá um

homem, uma uez que pLantamos oliueiras para ele
e desejamos que usuJrua do

horto."

Agnes Heller

Até que ponto o passado participa do presente? O século XIX foi muito profícuo na produção de utopias, ou seja, de projeções de organizações sociais futuras desejáveis,
baseadas no que as pessoas eram capazes de perceber do sen-

tido dos homens no tempo. Os revolucionários desse século foram pessoas acostumadas a pensar a criação histórica, ou seja, a capacidade de produzir, primeiro nos planejamentos e depois na prâtica, novas configurações da economia, da sociedade, da cultura, da política, tornando reais as especulações utópicas dentro dos mais diversos entendimentos do

iaÌ de uÌtrapassar sua própria época. de vista o peso do passado. que necessita ciclicamente da intervenção do Estado). não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim dos condicionamentos e deierminaçòes sobre a ação histórica pressuposto que nos interessa mais diretamente nesse morncnto é o de que. Mesmo entendida como realização humana. no sentido de um autor cujas contribuições guardam o poten_ c. em vez da história como cumprimen_ to de desígnios sobrenaturais de uma ou mais divindades. inatingível. dezoito brumário de Luis Bonaparte. seja inaugurando. mesmo os dotados de enorme poder sobre os outrãs homens. e que foram classificadas lrelo polissêmico nome de "socialismo real" (o meio-irmão do "capitalismo real".fazem parte das características de sua obra. em uma frase tão citada de os homens fazem a sua própria história. corroborando. entendida Ìaicamente. Por isso é que afirma. Mas certamente foi essa a perspectiva que impulsionou uma grande parte dos estudos de história e possibilitou um grande desenvolvimento da disciplina. descrever. Talvez essa perspectiva não tenha sido suficientemente cclnsiderada nas sociedades contemporâneas que tentaram ser outra coisa que não capitalistas. a história apa_ rece aí como movimento cuja síntese escapa ao controle dos . mas é nos campos da teoria da história e de sua didática que se coÌocam com maior premência. pois as respostas põem na berÌinda o próprio significado de produzir história e ensiná-la: por que. mas nem por isso eÌe p. rrosso seus agentes. de forma didá_ tica. no momento mesmo de criar algo totaÌmente novo. A tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadeÌo o cérebro dos vivos. Quanto haverá. estu_ dar a sociedade que viria a ser um exácicio constante de es_ quadrinhar o futuro . respondendo a que necessidades.ca-se conforme a ut1\ízação que fazemos dele? Que fundo de verdade haverá na anedota de que o passado é mais imprevisível do que o futuro? Qual a relação cntre o tempo e a imagem que temos de nós mesmos? Quando se mexe no passado.FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica que viria a ser o progresso. Mas o Nesta formulação de Marx estão contidos. alguns pressupostos que ultrapassam a obra marxiana e a tradição marxista. seja apenas participando da ãelimitãção des_ se campo do saber. que criativa. socor_ remo-nos das imagens e falas do passado. Temos aí a história como obra humana.idl. como matéria-prima para a sua t riação. ligadas e trans_ (Marx. e inscrevem_se entre as bases da ciência histórica em construção no século XIX. A criação e mesmo a reprodução são possíveis como rccriação do que já existiu: o totalmente novo. desde quando. no agir sobre o mundo e ser sujeito da lristória. o que se livra tle todas as amarras do tempo permanece como especulação O mitidas pelo passado. de passado em nosso presente e em futuro? Em que medida o futuro jâ estâ comprometido pelas condições dadas pelo passado e peÌas soÌuções que demos no presente? O passado (ou a nossa imagem de passado) é estável ou modifi. sob aquelas com que se defrontam diretamente. para quem. mas não a Íazem como querem. 196Ì:Ì99) E. o passado e suas projeções de futuro são tudo o que t'stá à disposição do homem. mesmo que coÌetivamente organizados. aindã que não nãs seja dado ignorar a sua historiiidadà. então. Imaginar. mexe-se também na identidade coletiva? Essas questões sempre se colocam para quem atua na produção e divuÌgação do conhecimento histórico. Marx tornou_se um clássico.

das coisas que chamam á .o_po. mas também semelhanças.com seu aspecto tripÌo. (Aron. mas apenas a sociedade europeia teria uma consciência propriamente hisIririca. visando uma maior sistematização sobre .nem poderia ser esgotar o tema ou Í. enfim.. r'specificidades.iuì qrr" existe hoje em torno da hislórla? para que a mobiÌização de empresarial de distribuição do conhecimento 11 ::-pt"*o nrstorlco. significação essencialmente humana do devir . nas mais diversas mídias? Sobretudo.r e. Na conferência 'A noção de sentido da história". vai da produção de_ textos especializados . a distribuição e o consumo de história se eÌevaram a níveis industriais. se vê simultaneamente afetada por contradições: no ìnterior de cada um de seus elementos e entre esses eÌementos.ornecer um painel representativo ou exaustivo. apesar de seus pro'olemas: Esta consciência de Europa .r o problema ou utilizam-se da expressão ou da noção. aÌém de conteúdos digitais ( ()nìum a todos os que se utiÌizam da expressão.consciência a his_ tór}. cientistas sociais. .dud"s. Pelo contrário. com o tempo tem um papel muito imporiante .o. traçando um paineÌ de como diferentes historiadores.i. compondo um ensaio sobre como diferentes sentidos (no sentido "vetorlial" do termo) são atribuídos ao processo histórico. Ìiberda( de na história.e suas impticações sobré o fazer atual da história nos múltipÌos espaços que ela ocupa. Nas últimas décadas é possível perceber um esforço assis_ temático. em nossos tempos a produção.o. É em busca dessas diferenças.FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica à iua divu"lgação no sistema escolar? InegaveÌmente.-p.":t". por uma filosofia . entendida como uma das expressões principais da existência humana. I984:105) intituÌado "consciência histórica.rr. ou.ssas questões porLeio do instrumento conceituaÌ de Aron toma a consciência histórica predominantemente como uma espécie de consciência política.. que não é necessariamente mediada por uma preparação intelectual específica.rá pu_ norama. que nos propomos . às vezes ela é relacionada a reaÌidades muito diferentes explic".rrgurroì desfazer é que o conceito de consciência histórica que estamos tentando . o primeiro possível .. juntamente com os autores com os quais dialogaremos. fiìósofos e tendências das ciências humanas buscam a lógica da evolução histórica. mas recompor e procu_ rar alinhavar a contribuição de diferentes autores. descontínuo e geograficàmente descentralizado movimento social do conhecimento histórico não faia conta da estrutura tradicional imaginamos. )u mesmo excludentes entre si. seja constante em todas . originários de diferentes Ìugares. ainda. de 1957.que. qrJ.. ao lado de quem o fazemos? eual o sentido. aqui seja :"{. Embora aÌgum tipo de preocupação com a representação da coletivid"dï .r criar um diálogo com diferentes autores que tomam em cont. reconstrução científica do passado. que vai de editoras de livros acadêmicos a livros de divulgação para o grarde púbÌico. uma perspectiva de compreensão do fenômeno da consciência histórica. a história ou a ríIaçao com o passado.ro t.ainda que esteja em vias de se converter em consciência histórica da humanidade no século XX.c1". l(aymond Aron aponta que toda sociedade seria portadora de rrrna consciência histórica em sentido amplo. como contÌa o qu^e ou quem. O objetivo deste capítulo nã9 é_ ..rorru atenção e mobilizam nosso dinheiro na sociedade moderna. estamos buscando pensar. do não desprezíveÌ investimento . Pelo contrário. tanto fisicos quanto epistemológicos.

por definição. titui o aparecimento de uma tomada de consciência histórica cons_ Ocorre que o personagem que Gadamer chama ora de hornem contemporâneo. Assim. ora de homem moderno. é uma forma de conhecer à qual é preciso chegar. o que o fiÌósofo chama de consciência histórica é algo restrito.quejá foram suficientemente questionadas pelas ciências sociais . 1998:Ì8). e o atributo que ele confere a ela mais adiante ("uma posição reflexiva com relação a tudo o que é transmitido pela tradição") assevera sua condição de estágio atingido por alguns seres ou subgrupos humanos (Gadamer. portanto. ou se estamos tratando de um nível específico de saber que não é imediatamente característico de toàa a huma_ nidade. em outros termos.. para ele. Um primeiro aspecto a considerar é se a consciência his_ tórica é um fenômeno inerente à existência humana ou se é uma característica específica de uma parcela da humanidade. provaveÌmente a mais importante revolução pela qual privilégio do homem moderno de tcr pÌena consciência da passamos desde o início da época modernu. é um homem . A circunscrição que o adjetivo estabelece exclui todos aqueles que não tenham passado pelo processo histórico chamado de modernização. ou se apenas recentemente a aÌcançaram.problemai epistemológicos das ciências humanas". em contraposição à consciência histórica. e. A segunda opinião é considerada pelo filósofo Hans-Georg Gadamer no desenvolvimento de sua conferência . de saber_se estando no mundo. no sentido geral de autoconsciência. heterogêneas. uma inconsciência ou uma alienação histórica. e nesse caso aÌgo inerente ao existir pensando e sabendo. Nèsse sËgundo caso haveria. Portanto. [. sem a possibilidade de uma postura reflexiva sobre o que eÌa transmite.inclusive o ensino -. Outra forma de pensar esse tema e perguntar se os homens são dotados de al_ guma forma de consciência histórica desde que se organizam em grupos. 1998:17) . (Gadamer. e não se refere ao homem em geral. Desse modo.. se estamos tratando de um componente da própria consciên_ cia. essa parte da humanidade está alijada das "subversões espirituais da nossa êpoca" e amarrada à tradição... [. não desprezíveis camadas sociais dos países centrais e imensas massas nos países periféricos vegetariam num estado de miserável inconsciência da história. pensar um papel vanguardista para o conhecimento histórico e seu processo de distribuição pelos setores não acadêmicos das sociedades . também equacionados como características restritas a uma parcela da população mundial. no sentido de tomada de consciência. que são. taÌvez mesmo um fardo que jamais se impôs a nenhuma geração anterior.FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica ou teoria da história complexamente elaborada e sistematica_ mente aprendida.rdjetivado.] A consciência histórica que caracteriza o homem contemporâneo é um privi_ Ìégio. Essa perspectiva permite. numa obra de "conscientização" histórica. É inevitáveÌ que se lembrem os conceitos de "cultura" e de "civilização" . a uma parte de suas organizações políticas . sendo ignorantes da historicidade do presente e submetidas ao dogma das opiniões cultural e tradicionalmente consideradas corretas.como armadilhas do pensamento que acabam por justificar uma postura de superioridade de algumas sociedades sobre outras.. ou que tenham permanecido refratários a ele. uma meta ou estado a ser alcançado.] Entendemos por consciência histórica o his_ toricidade de todo o presente e da reÌatividade de toda opinião. inclusive. mesmo dentro de sociedades modernas. Ou.

o âmbito do pensamento. deixa de significar um referencial seguro. 1989:50). que é a ideia de que a consciência histórica é um estágio ao qual se chega principalmente por conta de um processo de modernização de todos os âmbitos da vida humana. ou pelas classes sociais ou mesmo nações "modernizadas". fenômeno humano Em suma. mente destinadas à produção do conhecimento histórico (universidades. ou erudito) e o conhecimento das massas sobre a história é dada por um sistema de sentido único. "a disponibilidade e o talento do historiador para compreender o passado. relativizando a ideia de liberdade individual e. Na opinião do autor. ou seja. assumindo o modelo de Gadamer. Consciência histórica. de uma parte de seu ser" (Ariès. por conta do processo de modernização. em que o ato de Outra vertente pode ser encontrada nas teorias da história de dois pensadores razoavelmente distantes em termos de for- mação e espaço de exercício da atividade intelectual: Agnes Heller e Jôrn Rüsen. Mas destaque-se que. movem-se de seus lugares físicos. a classes sociais ou a indivíduos mais ou menos prepara- Também Phillipe Ariès fala em tomada de consciência da história no texto 'A história marxista e a história conserva- . talvez mesmo 'exótico' . no qual o saber qualitativamente superior flui das instituições sociaÌ- ensinar se resume a um sujeito " cheio" que preenche com seu conhecimento um sujeito "vazio". dora (Ariès. Gadamer também talha a noção de "senso histórico". para que não sobrecarreguemos um só aspecto. tendo a nossa vida atual como parâmetro. o autor passa a tratar da especialidade acadêmica. ou científico. a permeabilidade entre o conhecimento especializado (ou acadêmico. os indivíduos são desterrados. Ariès chega a um ponto parecido com o de Gadamer. fornecendo-lhe o aconchego identitário. mas principalmente o âmbito cultural. De posse do senso histórico é possível ao indivíduo considerar o passado sem julgáìo. a regiões do planeta. Por outros caminhos. o nível de saber e de estruturas de pensamento que é detido pelos especialistas. e não mais do "homem moderno" ou das subversões espirituais de sua época.) para instituições de divulgação ou de ensino que atingem a população não especiaÌista e permitem-Ìhe alcançar . institutos etc. o aprendiz que reproduz o saber do mestre.pelo menos de forma razoável .FGV de Bolso T i Ensino de história e consciência histórica Por outro lado. na qual as referências são escassas ou inexistentes.cÌássico. cuja principal característica é a relação impositiva entre o saber e o não saber. Trata-se do modelo educacional e mais propriamente do modelo didático . nesse ponto. Não por acaso esse modelo se aproxima também do que Habermas chama de razão têcnica. ao mesmo tempo. 1989). mas uma das condições da existência do pensamento: não está restrita a um período da história. o que desencadeia esse novo estágio é a percepção de que a história das pequenas comunidades que "protegiam" o indivíduo. a partir do próprio contexto em que ele emerge". através de um rompimento com a dimensão tradicional. e não apenas de agente dela. Para ambos a consciência histórica não é meta. possibilitando o surgimento de uma "curiosidade da história como de um prolongamento de si mesmo. Essa tomada de consciência histórica é cntendida no sentido de que o indivíduo passa a aperceber-se da sua condição de determinado pela história. sociais e culturais originais para uma nova situação.

Segundo Rüsen (2OOIa:7 8). que indicam a inserção da consciência em diferentes contextos da trajetória da humanidade. na historicidade intrínseca à própria vida humana prática. que se enraiza na ideia de que alguém estava aqui e não está mais. Mobilizar a própria consciência histórica não é uma opção. por sua vez. Embora seja teoricamente imaginável estar na corrente temporaÌ sem atribuir sentido a ela. Agir (incÌuindo deixar-se estar e ser objeto da ação de outrem) só ocorre com a existência de objetivos e intenções. seja ele distante ou imediato.. através do presente. velhice são as balizas que oferecem aos seres humanos a noção do tempo e de sua passagem. do que está por vir no que já foi vivido. acerca do que sejam eles próprios e seu mundo. A base do pensamento histórico.ì luz do presente e na expectativa do futuro. . Essa base é compartilhada pelo reitor da Universidade de Berlim e pela criança aborígine na Austrália. portanto. a diferença entre tempo como intenção e tempo como experiência compõe uma tensão dinâmica que. Essa historicidade consiste no fato de que os homens. já que deixar dè agir reveÌa igualmente uma interpretação. o homem tem que agir intencionalmente. para os cluais e necessária a interpretação: há um "superávit de intcncionaÌidade" com o qual o homem se coloca para além do que ele e o seu grupo são no presente imediato. mas como toda produção de conhecimento que envoÌva indivíduos e coletividades em função do tempo. Com isso pode-se inferir que o pensamento histórico vinculado a uma prática disciplinar no âmbito do conhecimento acadêmico não é uma forma qualitativamente diferente de enfocar a humanidade no tempo. antes de qualquer coisa. Neste ponto.FGV de Bolso T Ensino de história e consciência histórica dos para a reflexão histórica ou social geral. Para esta avtoÍa. É expressivo o títuÌo do terceiro capítulo do livro de HelÌer (1993) que esta_ mos utilizando neste texto: 'A consciência histórica cotidiana como fundamento da historiografia e da filosofra da história. com os demais homens e consigo mesmos. Nesse sentido a consciência histórica pode ser entendida como uma característica constante dos grupos humanos. têm metas que vão além do que é o caso. para isso. é um processo em que continuamente o passado é interpretado . Para Rüsen. Agir.his_ tória" não é entendida como disciplina ou área especializada do conhecimento. antes de ser cultural ou opcional. a consciência não - histórica não e algo que os homens podem ter ou ela é algo universaÌmente humano. mas sim uma perspectiva mais complexa e especializada de uma atitude que. Na prática também não há opção de atribuir ou não significado ao tempo que passamos ou que passa por nós. . movimenta o grupo. pois. A consciência histórica enraiza-se. e só pode agir no mundo se o interpretar e interpretar a si mesmo de acordo com as intenções de sua ação e de sua paixão. dada necessariamente junto com a intencionalidade da vida prática dos homens. no diálogo com a natureza. por maiores que sejam as suas diferenças culturais. enfim. é cotidiana e inseparavelmente ligada ao fato de estar no mundo. e de que eu estou aqui. tanto Heller quanto Rüsen advogam que o pensar historicamente é um fenômeno. é natural: nascimento. Assim. vida. cotidiano e inerente à condição humana. mas não estarei mais um dia) e é composta de diversos estágios. na origem.. não é possível agir no mundo sem essa atribuição de sentido. morte. juventude. a consciência histórica é inerente ao estar no mundo (desde a percepção da historicidade de si mesmo. mas uma necessidade de atribuição de significado a um fluxo sobre o quaÌ não tenho controle: a transformação.. continua_ mente.

e pode ser entendida como pcrcepção e a significação do tempo só podem ser coÌetivas. a consciência histórica precisará. ir além é evitar que o desenvolvimento econômico ilimitado. enfim. sofridos. ou. O que varia são as formas de apreensão dessa historicidade.. de modo que a lcsultem num enfraquecimento do grupo e coÌoquem a sua sobrevivência em risco.rs seguintes palavras: 'A historicidade de um único homem irrrplica a historicidade de todo o gênero humano. à ideia de responsabilidade pelo planeta todo. tomando-se em referência aos demais. para quem a coletividade é que possibiÌita o surgimento da ideia de passagem do tempo e de finitude do indivíduo tli. Na definição desse autor. o conjunto dos pontos de vista que estão na base das decisões sobre os objetivos.]" (Heller. tornado modo de vida de classes sociais e países inteiros. pertencente ou não pertencente ao grupo..r genética. de forma tal que possam orientar. integrando as rlimensões do passado (de onde viemos). O plural é . a historicidade é a própria condição da existência humana. as perspectivas de atribuição de sentido à experiência temporal. I lcller. e podemos defini-la como o conjunto de ideias [á que a biologia. Para Heller. ao desencantamento na interpretação da história. ou um significado construído sobre a existência do grupo no tempo. (Rüsen. intencionaÌmente. é aÌgo que nos constitui enquanto espécie. metafísico ou transcendente à consciência da historicidade de todos os elementos da vida humana. cultivar esse fator de modo . mas que são naturais e. sendo a morte o exemplo mais significativo.r permitir uma coesão suflciente para que os conflitos não [. os homens precisam estabelecer a ligação (ìuc os define como um grupo. ou seja. e mais especificamente . também.. Uma versão. as diferentes respostas mostram diversas situações (HeÌler chama de está- . desequilibre o ambiente e inviabilize a vida humana na Terra. dar respostas aos fenômenos que não são intencionais. a consciência histórica é um fenômeno do mundo vital.] a suma das operações mentais com as quais os homens interpretam sua experiência da evolução temporal de seu mundo e de si mesmos. Durante a Revolução IndustriaÌ ir além significava superar a escassez de bens e capitaÌ. sua vida prâtica no tempo. seja ele uma pequena comunidade ou uma nação) que tornam possíveÌ uma clelimitação básica para o pensamento humano nós e eles -. Para aÌém disso. que não são subjetivos. Antes de ser algo ensinado ou pesquisado. e do futuro (para onde vamos) é o elemento principal rla ligação que se estabelece entre os indivíduos. traduz esse princípio com . 1993:15).FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica O mundo é histórico porque queremos ir aÌém do que temos e somos.rrrlerior ao singular [. juntamente com a antropologia têm mostrado que não existe fundamento para pensar uma identidade "sanguínea" entre as pessoas que formam um grupo. Do mito. pensando em termos do Protocolo de Kyoto. ou. Na atualidade.rnte da continuidade do grupo. e o que denota o movimento da história da identidade ê a variação da resposta a ela. 2}0la57) Dessa forma. I'lm comunidade. A essa ligaçìo temos chamado identidade.. imediatamente ligada com a prática. a operação mental constituinte da consciência histórica é o estabelecimento do sentido da experiência no tempo. nos termos de Rüsen. a pergunta identitária não muda. portanto. do presente (o que somos). dominando a natureza. A consciência histórica pressupõe o indivíduo existindo em grupo.

# ..p. sejam resultado de um projeto de dominação mais ou menos explícito ou conscienie) é dc tentativas de sobrevivência de outras articulações de respostas às perguntas identitárias.d.ï". Nos termos de Rüsen..FGV de Boíso Ensino de história e consciência histórica (." às condiçòes do grupo qrre teïhamos em teta.. oi sãr urio.tiur. v1 Ì-ore s q u e o sp universaÌ.rr. u.ï.o_o como o legirimador. u ni versi da des.. interpretar u Mais compÌexos d.'. significados de gira em torno dessa produção colocado' do pressuposto ãspecialmente o passado.. Á obra organizada por Hobsbawm e Ranger lida com a utilização de imagens que se referem a um passado longínquo.. exercida por.:ïrr. identiÍicado à tradição.ãã.ïiro r."'irltïj. por exemplo. e seu uso para a integração social e legitimação institucional.. ..rr: crise de sua homogeneidade: os Estados-nação.r-. Para os autores.ìo estabeÌecidas as ria s. .ï_ entar aidentida_ de . a articulação <los elementos da consciência histórica torna-se arma no campo de batalha de definição dos rumos da coletividade' É dentro dessa perspectiva que podemos traçar uma ponte entre esse assunto e as obras A invenção das tradições (Hobsbawm e Ranger. a preocupaçào obras. e assimpor diante. Com isso. . p..1""?ï'. obr. igreja s.. compÌexos efeito éa prêi"d.rpo purru gios) em que se encontram os fundamentos da identidadc cada grupo.á....ï . #J#ï"art::ïr. passa a ser .ruação estava principaÌmenre na narrativa ao ..nd. 1997). qr" .1ïilÍï:ï. para o tempo. tradição inventada é ím conjunto de práticas que estabelece uma continuidade em relaçáo a um passado histórico considerado apropriado . (e."ï em particuÌar. ...:T.b.'_.s que rornam os grupos de pertencimento mais extensos .rtdamenrc) esrabeÌecime"ro o1]o:l.. ..:::i.ïïï: rï..:ï:::ïï3'#ï:ïlï_o'i. a temática as Em ambas dos feitos se faz a história".". r r 5iÏ n l.aÌém de seus fins especifico.".. _ìr. de suas relaçòes ffi ïì.T ï#rïï j ï: :.r: sÌm. . .'ï:ËïJ#'. $ï.of. nas quais o pressuposto é o de que a história não decorre imediatamente das ações humanas. se para a comu"-lL"O.j:.r.:::. ij:. ciência:.. Diante passado quaì de ou nãã cabe uma busca de autenticidade.... 2008) e As inuenções da história (Bann... _ .i. tareta .. Ligadias a .ú.À ã..':á orga_ nizadas para esse fim.. Decorrã d hi". As_ pii_itirr" .1 :l:ï ". .ü. mas e mediada por uma produção das narrativas.*.irito fundador e na memória de seus bre pela tradição oraÌ (mas também :*plid"r f"Sdl *.irrtáriruãu .ïïr". e da vo"resgatado" erro do seria mais "verdadeiro" pata ser história' pela ragem destruidora que é o tempo.ír..:ïiJ.o_ .. r.::.p.. i.. na maior parlc "-"r Ë ipá " ": i..quiluri Produzir a identidaá.." dela uma cons_ ciência histórica específica .Ìé. qualquer grupo humano que pretenda sua continuidade..A.instltuiçO"r-ro. o trabalho de contínua formaçào para uma identidade histórica geralmente se estabelece em torno da educação para generalizat as formas dominantes de consciência histórica (sejam elas resuÌtado de uma síntese harmônica entre os grupos.u^. das lembranças.._.illl:lti"t-ttida ...J::::nff escrever. pïl :.^da existênii._ . d" dos casos. Mas outro ". .. geralmente surgem a partir da incorporação (consenruaÌ ou pela força) de grupos diferentes.lu é um dacro essencjaÌ a ome).ïïiill.. Desse modo.' peras ima..r" de gestos riruais.. J.r . orientadas por intené perceber "como ções. primirivame"r. clt.iut_ente ..

AÌém disso..ìdo: mais que isso. 'Ialvez o mais expressivo em Hobslr.1r1.r io passado. isso coÌoca o conhecimento"histórico numa em que a história poderia discernir o certo e o errado. é também uma invenção retorica. vantagens por parte de grupos dominantes. direitos. e Ranger precisa ser reconhecida. mexida por interesses datãdos que a constroem como se ela fosse mais antiga do que realmËn_ te é) acaba por ser entendida . mas na busca de como as pessoas lograram o preenchimento de suas necessidades contemporâneas e de piojetos de futuro.inga. Assim. nós somos celtas e franceses.lrslrrrcida pararetifr.hntretanto.\ l)rocesso de criação de referenciais históricos de identificação rlt' grupos nacionais ou regionais. . no mínimo. Folha: Por que a senhora apoia Le Pen? Charlotte: Porque eu sou francesa.... Após milhares de anos..-ã faÌsa consciência. Os celtas eram um grande povo que vivia aqui antes da invasão romana. po.'. com bases econômicas) no . discur.. ordens.. o papel do historiador deve ser o de compreender que . autor de Homo ludens . Um exemplo extremamente eloquente pela acumulação de nrlerenciais históricos é reproduzido a seguir: o depoimento tlc Charlotte. mas sim ideológìca. em função da Revolução IndustriaÌ ou do êxodo ruraÌ e ur_ banização..lc' consciência histórica.-. . exempÌo.r. com gestos e objetos que não têm função prática.câ-la e substituí-la pela narcativa corret. Ela tàmbém é dotada de um caráter simbóÌico e ritual. o termo "invenção" pressupõe uma criação a partir do nada..rrt' história é o modo pelo qual a cultura lida com o seu prónarrativa histórica 1.lt' histórias é aparte mais importante da autocompreensão e . sou de origem celta. invenção por trás da máscara da tradição.g"ites i está sustentado na transformação de algo que é reÌativamente novo em aÌgo que teria uma existência imemoriaÌ. Bann afrrma .. é um elemento ativo e bastante dinâur( () na definição de papéis e posições sociais.rr pela ciência.r\s. Evidentemente. car o brilho e o caráter seminaÌ da coletânea. . Essa riiualização natura_ liza e facilita a incorporação dã novas práticas. .. Queremos permanecer celtas. O mecanismo da tradição inventada recurso áe manuteíção ou disputa por bens.r rrtocriação humanas.. justificativas e assim por diante.. O autor deitaca que a tra_ A crítica que Bann faz do Ìivro organizado por Hobsbawm it'clade em outra condição que meramente o saber sobre o l. mas esses riscos e^implíciios nao podem ser eÌencados o próprio Bann o afirma _ para oÍus_ dição inventada (ou seja.FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica peÌos seus formuladores (Hobsbawm e Ranger. em vez de separar a . .o-o . sua orientação vai no sentido da busca do uso que os indivíduos fazem de discursos ou representações sobre a história.rwm seja dimensionar a importância das relações de poder (principalmente político e social. que são uma constante em sociedades que se moderniz"-. uma eleitora de Jean-Marie Le Pen por ocasião rlo segundo turno das eÌeições presidenciais francesas de2OO2.15 n2 filosofia da história em nosso século . 20Og:9).r 1rrópria retidão de uma narrativa. e corre-se o risco de imagìnar o papel do historiador crítico como o de simplesmente desmasiuìu. ou que. Acompanhando Johan lltrrt. submetidos o. . 'fanto a contribuição de Hobsbawm na "Introdução" de invenção das tradições quanto os posicionamentos críticos tlt' Bann trazem vários elementos para pensarmos o conceito . não necessariamente em busca da verdade do que ocorreu. chancelada pelo Estado .uma das mais importantes . De fato. e invenção . Ërr_ caixa com uma tal antiguidade.

dotada de um significado eipecífico. Ninguém controÌa mais nada. ou seja. as questões políticas atuais não podem ser pÌenarÌìente respondidas sem essa relação crítica com o passado. Para ela. . da rroção de que a história tem uma história. anterior à distinção entre experiência e interpretação.FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica Folha: Como a senhora descreveria Le pen? é o único que reaÌmente defende o povo francês hoje. segundo Agnes Heìler. e a coloca em sua fala para sustentar uma escoÌha política que pretende responder a problemas do presente. das propostas poli licas de restrição da imigração e dos direitos dos imigrantes. De volta ao tema da invenção das tradições. como um processo de ampÌiação do tempo que se pode conceber. O silêncio dos historiadores sobre essa discrepãncia até então deixava entender que a história possível na escoÌa seria .r historiografia no campo da autoconsciência das narrativas rr.. A 23) CharÌotte escolhe uma seleção .. estamos entre Charlotte: Ele bárbaros. formados num ensino de história fundado no século XIX. que lcva também à ideia de uma raça francesa homogênea descentlcnte dos ancestrais gauleses. será o caos na França. entre outras formas. que se chocam com a primeira perspectiva e nào se inscrevem nela.rtr chegam para a consciência histórica da maior parte dos íì.rrrrpliando o abismo entre a reflexão historiográfica e o ensino . Suzanne Citron sustenta que o estatuto da história na França oscila entre a lenda. por exemplo. e que os avanços . l'ortanto. e isso não se deve apenas ao fato de qúe. as demandas e disputas de cada um dos momentos presentes. É absurdo o que acontece hoje. mas que não se assume como tal. doadora dos direitos do homem ao mundo. podemos considerar a contribuição de Hobsbawm além do aspecto da inÍluência das relações de poder na contínua reelaboração da consciência histórica. um fato elementar c genérico da consciência.do seu próprio passado e do passado francês . sempre refletindo. autêntica ou abusiva. Também fala exceÌente francês. p. para pensarmos a noção de tradição dentro dela.. mas principalmente de uma ligação passado-presente-futuro que é conitruída.. Não se trata de uma operação falsa ou verdadeira.l. tem uma ótima oratória. estavam muito próximos da comemoração do bicentenário da RevoÌução Francesa.5 maio 2OO2. (Folha de S. na França a história nacional está sempre na ordem do dia. tais como identificados pela entrevistada.llx'nas aquela mesma.Paulo. [. Do contrário. Sua obra procura desmitificar as ideias de uma França rrrra e indivisível. Citron fala em consciência histórica e consciência lr istoriográfica para afirmar a ausência patente.] Le Pen é Vercingentorix [.lt'história. mais que o passado. Isso corresponderia aos primeiros estágios da consciência histórica. que acabará sendo incorporada r'omo forma de legitimação. e . o imaginário arcaico (lue quase chega às nostalgias de uma religião da França. Segundo Citron (1987). resultado do casamento entre cientificismo e nacionalismo.e dar uma contribuição. Para Rüsen a tradição seria uma espécie de préhistória da consciência histórica. inconsciente de sua propfia história. Os eventos públicos que envolvem o tema da nação e da identidade francesa fo_ ram bastante comuns desde fins do século XVIII e início do século XIX. plcexistente ao seu espaço geopolítico. naquele momento.rnceses. as mitologias nacionais consagradas pela escoìa e as novas perspectivas de pesquisa historiográfica. a perspectiva de desenvolvimento da consciência histórica ao Ìongo do tempo pode ser descrita. na França.] EÌe é o único capaz d. A entrevistada não representa um caso isolado.

por exemplo. r'cjeitado por Stephen Bann. analisados por outros autores na coletânea de Hobsbawm e Ranger. o ser humano já se pauta por um passado que se oferece a ser lembrado e considerado sem mediação da narrativa. de análise das ideoÌogias. I'cnsar a consciência histórica como um universal antropologico. e que aparecem como dados. como portadores da força da obviedade. mesmo que a intenção do agir seja superá-los. um dado que pode ser atribuído a todas .. 2OOla:77). As instituições seriam exemplos de tradição nesse sentido de elementos que se impõem para o presente por serem a sedimentação de muitas ações passadas.r'rrr imaginar que o estudioso fala a partir de um Ìugar imune . não implica assumir que todos os seres lrrrmanos sejam dotados de uma consciência histórica idênti. Ao agir.u gumento. sem deixar de lembrar a necessidade de superar a rtlcia de mera indicação de falsidade ou verdade nos estudos . outro componente do processo de significação do tempo por parte do grupo.rrc abordam os processos de consoÌidação de conjuntos de rìììgens e ideias legitimadoras.rções famiÌiares ou as práticas de relação com a transcen. por exemplo).('gundo Rüsen e HeÌler.r diferenciação entre o que autenticamente é tradição e o (lilc se apresenta falsamente como se o fosse.r ideologia como processo de organização e hierarquização de rtlcias dentro do ampÌo universo no qual elas estão disponír. campo esse que . a amplitude do tempo é tão compacta que se vive imediatamente o tempo que decorre da origem. antes do trabalho interpretativo da consciência histórica. diante dessas consirlt'rações (e da areia movediça de um relativismo histórico e r u ltural). decorrerá daí um campo de estudos caracterizado 1't'l. a tarefa crítíca da história. mas para já podemos adiantar um .. que tem estudos lì. '.FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica cuja representação interfere nas formas da organização social: nos primeiros grupos humanos. E também não se anula. daquilo clue era chamado. VoÌtaremos a esse ponto mais adiante. quer dizer. mas vaÌe como presente puro e simples. uidade. mas tão somente marcar a sua relevância e proÍr. O fato de que todos os grupos têm. Não é nossa intenção resolver .. da cosmogonia. Aprofundaremos melhor esse ponto no próximo capítulo.. Diante dessa consideração é possivel pensar que fica invalidada a construção de Rüsen. Trata-se. na verdade. Tais estudos superam a perspectiva . Se considerarmos essa pos. ('rÌì que verificaremos as distinções da consciência histórica .r csse processo.ilrilidade.lit'otômica entre consciência e Íalsa consciência ao imaginar . na atemporalidade do óbvio" (Rüsen. ( . Ou então se pode pensar que de fato existe um elemento tradicional e "pré-histórico" na consciência histórica.rnquilidade). que se oferece como antecedendo e transcendendo a interpretação pela consciência histórica. um conjunto de elementos em que "o passado não é consciente como passado. E mesmo atradição. o que dá força redobrada às invenções interpretativas do passado que ( )rìscguem passar-se por tradição.<'is.rs pessoas em todas as sociedades (como a formação de assor r. na verdade. para definir as que são úteis e as que não são plausíveis. como elementos anteriores à narrativa.r.'ssc impasse.rstante interessantes. antes da década de 1990 (com relativa tr.li'ncia. é apenas falsamente um dado e é. A relação interessante a traçar com o texto de Hobsbawm é a ideia de que mesmo esse elemento "pré-histórico" não está a salvo da interpretação e da invenção intencionadas: a diferença é que muitos desses elementos oferecem-se como tradição. É nesta chave de compreensão que se apresentam os objetos de referência à identidade escocesa ou os rituais da monarquia inglesa.

dos mesmos indivíduos nos ( | uais essas perspectivas convivem. aparece uma lógica que define o funcionamento dos clilos. É possíveÌ mesmo a inexistência de uma narrativa dãr o. pelo contrário. que funciona ('omo o Ìegitimador da existência do grupo (Heller. objetos. ou seja. "negros. e cada uma delas terá um uso distinto em sua sociedade e na estruturação dos diversos papéis sociais e condutas pes_ soais... Mas o que ocorre é que todas essas narrativas ou representações dão uma dimensão do tempo e de seus efeitos iobre a vida. quan_ do esses eram atributos somente do povo europeu.ìnas pode ser percebido por diversos elementos. Capturando a consciência histórica O espaço que a consciência histórica ocupa nas relações hurÌì. bem como um (ou mais) mito de origem.cas (o Big Bang). em vez d. em sociedades que não tomam o tempo de forma linear e sim cíclica. pois dela deriva uma série de outros acontecimentos no campo do pensamento.-. ideias. de suas reÌações hierárquicas. Quando se afirma que apenas a consciência histórica moderna pode ser realmente definida como consciência his_ tórica porque suas características internas a diferenciam de toda forma anterior de representação do tempo e orientação temporaÌ. que autoriza a pesquisa com células-tronco. que aprova a "guerra contra o terror" (na verdade contra povos inteiros) por questões mais emocionais e preconceituosas itlcntidade coletiva.igerrc como as anteriores. como. por exemplo.e rr-u orig. nos conceitos de civilização e de cultura do século XIX. Dessa consciência fazem parte as imagcns. na maior parte dos casos. objetos e vaÌores que um grupo acredita fazerem parte de seus atributos exclusivos e excÌudentes. constructos de memória histórica (a origem do tira_ sil devido ao seu descobrimento peÌa frota do rei d.científico'. por (luc racionais. Manueì capitaneada por Cabral) ou teorias científ.. mas sim o fato de serem profundamente heterogêneas e marcadas peÌa con_ neira em todas as sociedades. O que parece mais importante nas sociedades modernas não é o pretenso fato de que elas sejam caracterizadas pela pre_ dominância da consciência histórica moderna. Nesse caso. e este pode ser percebido indiretamente pelos resuÌtados da identidade coÌetiva.. Em suma. tudo o que permite que digamos nós e eles compõe a identidade coÌetiva ou social. um dos primeiros atos na conquista de um povo é darlhe um nome que não seja aqueÌe pelo qual os indivíduos se conhecem. ao modo tradicional.ou . ideias. os relatos de ori_ gem podem ser narrativas míticas (Adão e Eva no Éden. a consciência histórica ocupa um lugar específico. muitas vezes. mas. ficamos com a impressão de que já vimos isso antes. e essa identidade é composta da consciência de diversos elementos: familiaridades e estranhamentos.\ FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica 4T relatos de sua origem não conduz a que todos esses relatos sejam essenciaÌmente iguais ou sejam usados da mesma ma_ exemplo). Em outras palavras. O primeiro de todos esses elementos é o nome da coÌetividade. valores que os participantes julgam ser ()s seus atributos específicos (sendo que o primeiro deles é o nome). Ë não se trata apenas de uma mesma sociedatlt'ocidental. tudo aquilo que possibitita que tligamos nós (e eles). ipal (e provavelmente aquele do quaÌ os demais derivam) é a vivência de muitos modos de produção de sentido histórico concomitantemente: do modo "racional. 1993:i6) c. mas o prin_ . e. Por isso. a consciência histórica constitui a parte preponderante da resposta à pergunta: quem somos nós? Nas reÌações humanas.

é denominado "escala de atitudes" . aÌém de fornecer informa. ainda. Os professores responderam a questões de contextualização do indivíduo nos países. perguntas acerca de reações pessoais ao simular situações do passado (como casamentos fbrçados. questões relativas à formação acacÌêmica.rl)r'oveitamento das aulas de história assistidas.rlrrrros responderam assinaÌando um dos itens de uma escala da elaboração.lt Íuturo.rs da história e assuntos ou temas históricos. concepções . seja ele "primitivo" ou "moderno. Os alunos. Da mesma forma. definido após várias reuniões entre as dezenas de pesquisadores de todã a Europa.r ( ()ncepção que têm da história e de sua importância. tidade e legitima a forma de vida do grupo no presente). em estatística.l. organizad.rvaliação de fatores de mudanças históricas atuais e futuras. Constituiu_se de pesquisa.. Um mito de origem (no sentido de um evento naturafizad. aplicação e tabuÌação de um questionário para alunos e outro para professores. Havia. e essa captação deve sãr possíveÌ Ëm diversos Ìuga_ res.rri" tensa pesquisa no formato de suruey.rvaliação e imagens atribuídas aos períodos e personagens da lristória. . "indeciso" e "discorrlo". descrição e . conhecimentos cronológicos.. é preciso que eÌa seja captáveÌ por instrumentos vaÌoração que ia de "concordo totalmente" a "discordo t.) e procurou identificar e avaliar sua aplicação nas opiniões emitiàas por jovens de l5 anos e seus professores em 25 países europeus.FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica consciência. passando por "concordo"..'. com identidades sociais e fundamentos culturais diferenãs.()('s para contextualizar cada indivíduo. particularidades curriculares no ensino da história. definido de modo autônomo. signiÍìcado de religião e de política para a vida cotidiana do professor. conceitos de nação. interesse por perío. experiência docente em anos.foi o projeto youth and History. Ìidera_ Um dos exemplos mais interessantes de pesquisa sobre consciência histórica . conhecimento . cre.o grau de consciência da reÌaçao entre_o passado.embora esse não fosie séu objetivo único ou principal . . .rr "cscala de Likert". por cxcmplo). O questionário organizou vários temas que se desdobra_ ram em perguntas apresentadas como afirmações às quais os cm geral. De quaÌquer modo. mais IsraeÌ e Palestina.ll dos por Magne Angvik e Bodo von Borries. o eue.rImente". fãl pes_ quisa teve por base o conceito de consciência hiíórica ide_ finida sumariamente como . é oitro componente dã identidade social. responderam sobre . posicionamentos políticos controversos quanto a questões prementes nos países ou na Europa . a construção da autodetermina_ ção passa obrigatoriamente peÌo estabeÌecimento ou restabe_ Ìecimento de um nome própiio. preservação de patrimônio histórico.. Responderam também sobre causas das mudanças rro Leste europeu. scu posicionamento político.o . que depende de uma operação úistórica da como reaÌ e não questionado socialmente que define a iden_ "índios". o presente e o futuro.libilidade em fontes de conhecimento histórico. expectativas de futuro pessoal e de futur o cla Europa (um dos motivos principais da pesquisa foi a produção de conhecimento útil para sobre o processo de uniÍicação da Europa) e motivos da divisão das sociedades em . num totaÌ de 32 miÌ entrevistàos.. . fatores de composição da nacionalidade e da soberania sobre um território. avaliação da capacidade intelectual dos alunos. o desafio que se coloca é: se a consciência _ histórica existe. lasses.ainicialmente "*por pesquisadores que atuam na interface de preocupações entre a história e a educação da AÌemanha e Noruega.t.

Uma hipótese considerável . Essa investigação foi inicialmente intitulada ". O trabalho de análise desses resultados confirmou algumas hipóteses e características. posteliormente incluiu o Uruguai e passou-se a chamar o projeto rnais simplesmente de "Jovens e a história".FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica períodos da história enfatizados. métodos de ensino aprendizagem. Essa rro e distância chega às raias da esquizofrenia quando falamos de .lt'cspecialistas em educação instalados na burocracia estataÌ . uma equipe de pesquisadores brasiÌeiros. como também é limitada a influência dos currículos oficiais de história sobre o trabalho do professor e seu resultado. até certo ponto previsíveis. l)esde 2006. conceitos mais importantes ensinados. que são muito mais restritos do que poderíamos supor diante do investi- da aprendizagem de história na escola. e a história vivida e relembrada pela comunidade e transmitida entre gerações dentro das famílias. rrr relação a esse tópico é a de que a função social do ensino .r história transcende os projetos contemporâneos e liga-se a rrrna necessidade de perpetuação do grupo (Estado nacional) sobre a qual a capacidade de influência do debate contempor. vem procurando .l. A pesquisa permite concluir que os elementos narrativos constantes dos currículos oficiais ou da formação que os professores recebem não se reproduzem necessariamente na aprendizagem dos alunos. sem esquecer que o questionário destinado aos aÌunos envolve também uma sórie de perguntas para identificação social e cultural do respondente. limitada. do ensino de história. Assim. principais problemas do ensino de história no país segundo a visão do professor. e em 1'. Outro aspecto considerável refere-se à "modernização" dos processos de ensino e aprendizagem em história. fatores de mudança histórica que considera mais relevantes e projeção de futuro quanto a fatores de mudança histórica. o que nos conduz à concÌusão de que a formação histórica dos alunos depende apenas em parte da escola.rneo é restrita. trouxe dados significativos para a reflexão sobre educação. incluindo aí a escola e os alunos que se relacionam com essas esferas. ensino de história e consciência histórica.lovens brasileiros e argentinos diante da história". r. O primeiro dado é que a influência do professor de história sobre as opiniões históricas do aluno é.rdaptar o questionário europeu às realidades sul-americanas t' aplicar esse questionário em algumas amostras. a história oficial.rrt's. No instrumento .rrticular do ensino da história. Carretero (2007) confirma algumas das hipóteses e constatações que esses estudos puderam esboçar.rdaptado concentramos as categorias de questões que se reÍôrem a componentes da consciência histórica. interesse dos alunos. Um dos itens principais é a distância entre a histórla ensinada na escola. argcntinos e uruguaios. é comum encontrarmos opiniões divergentes sobre a história no âmbito oficiaÌ. no mínimo. Os resultados da pesquisa foram dispostos em dois voÌumes de planilhas de dados. como um projeto piloto. objetivos do ensino da história. bem como várias outras sobre a realidade do ensi- histórica dos alunos. por outro lado. da família e do meio imediato em que o aÌuno vive se quisermos alcançar a relação entre a história ensinada e a consciência rr('rìto em formação de professores a partir de novas concePo mesmo valendo para o esforço . st'us projetos de mudança de rumo do ensino em geral. cont€údos e técnicas. da qual faço parte. Embora não focado no conceito de consciência histórica. e precisamos considerar com interesse cada vez maior o papel dos meios de comunicação de massa.

Carretero aponta que áscolas'de rlrrs textos iniciais. Um exemplo das reflexões em torno do conceito de cons_ c_iência histórica é a percepção das suas ligações com o tema da linguagem.to de juigamento moral. dialogando com os alunos . um ato de discrimina_ ção racial. presente e futuro) e nos modos de dizer e de produzir senticlo usados pelos sujeitos. por exempÌo.. Afinal. Esses dad<_rs aparecem. um dos resultados típicos do lrrncionamento da consciência histórica. por outro Ìado. tanto no que se lt'lere a estrategias de comunicação quanto de decodificação (' rìegociação de informações e ideias novas.oficiaÌ ou "doméstica.. De um modo geral. aportando novos elementos (como textos e informat.tics atinentes ao tema) e possibilitando a reescrita do texto' Ncssa reescrita foi possíveÌ perceber as formas pelas quais . Após uma primeir.liscriminação participava. A in_ vestigação de Lima (2007:35-36) se deu através do estímuÌo a alunos do ensino fundamental (5a e Sa séries) para lidar com a interpretação do presente (no caso.rlrrrros foi rica pela capacidade de mobilizar tanto elemen- países do Leste europeu entre o pós-guerra e a queda do muro de Berlim acaba por desvanecer-se rãpidamente após o fim do domínio soviético. Didática da história: uma disciplina de investigação do uso social da história Rüsen argumenta que o desafio metodológico da pesquisa da consciência histórica começa a ser enfrentado com a elaboração de modelos teóricos.l.ris imediatos de identidade nacional (porque o acusado de . O estudo dos textos produzidos por alunos foi feito com base em um quadro tlc categorias organizadas nos três eixos temporais (passado.s alunos reestruturam seus textos iniciais. Outra frente significativa no estudo da consciência his_ tórica tem sido a dos estudos quaÌitativos baseados em um o estudo de Carretero está Ìonge de apontar que a história . e da discussão da profundidáde temporal desse evento no presente.o se afer_ rou à consciência e à identidade das pessoas.ores.r reflexão linguística e histórica. . no momento. de um time de futelrol argentino jogando contra um time brasileiro) e ainda um .FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica a história marxista pró-soviética ensinada nas grupos sociais ou países inteiros dominados por outros. cada aluno revelava suas formas de conceber e se relacionar com o tempo. a boa pesquisa come- . a dinâmica da pesquisa proporcionou a ampliação ... amplamente noticiado à êpoca. quando o Ìeitor se detém nas reflexões de Lev Vi_ gotsky sobre a relação entre Ìinguagem e consciência. por exemplo.seja irrelevante. entre jogadores de equipes diferentes em uma partida de futeboÌ). conduzinão à reescrita grup^o menor de sujeitos participantes. ensinada eles próprios escreveram.rul. que são capazes de aprofundar noções importantes de como o fenômeno opera em detalhes. como é o caso da Estônia.s históricos (a escravidão e o racismo) quanto elementos rrr. Foi a anáìise dessas estratégias que mais de perto permitiu a análise dos elementos e dos deslocamentos da consciência histórica dos alunos.r cscrita. Anali_ t.r1r".r. o que demonstrarìa que eÌa pó. emÌextos que sando os casos dos Estados Unidos e do México. tanto nos processos de sua constituição quan_ to na possibilidade de estudá-la. mostra como esse assunto tem sido decisivo no contexto de realinhamento das identidades nos processos de transformação ligados à globalização intensificada dos anos 1990. Ao exercitar sua competência narrativa. A situação proposta para o trabaÌho dos .

Não toda l. foice e martelo. Para encontrar o objeto. Só a definição teórica do objeto não nos permite investigá-lo. mas de autoconsciência. Pedro a cava' l. em termos de '. a narrativa oferece uma saída.rrrativas. de demarcar um território empírico. E não sc trata de uma narrativa quaÌquer. empÍrico e normativo. enfocarnos suas manifestações. As narrativas não são apenas verbalizadas. dizendo um modo um pouco diferente. já que estamos falando de faiores mentais. para a pesquisa da consciência histórica. Soihet e Gontijo' 2O07:15). transmissão e recepção do conhecimento histórico. A e como se atinge o objeto. lrmbora se trate de apenas uma das formas de representa(. po.r levantando uma espada). mas de narrativas que st: refiram a processos reais (e não fictícios). que delineia "um conjunto de fenômenos histórico-culturais representativos do modo como uma sociedade ou determinados grupos lidam com a temporalidade (passado-presente-futuro) ou promovem usos do passado" (Abreu.. palavras (Bastilha. de percepção das diferenciações temporais. As formas pelas quais as narrativas são usadas (e rr. Registre_ -se a dificuldade de Ìistar evidências típicas e não amÈíguas de manifestações da consciência histórica. Narratida vida momentos . que são abreviações rr. que traz implicita uma teoria sobre a quaÌ importa ter consciência.Ì cssa estrutura. l'()r'que é um dos produtos que resultam de sua produção de .rl. na quaì os sujeitos Íazem suas sín_ teses entre objetivo e subjetivo. O t. mas a envolve: o tempo significado é a experiência pensada em função do tempo como expectativa e -perspectiva. Auschwitz) e . segundo Rúsen.lrrt'r rrrientar elementos e

.irnbolos (cruz. mas especificamente prática. suástica). como jiafirmamos.io apenas feitas) vão demonstrar a incorporação de deterrrrinados padrões normativos da consciência histórica.. dificeis de investigar porque não são reconhecíveis obviamente como fatos.f () histórica. mas taml. experiência do tempo que passou p?r processo de significação). r('(()rte empírico.r (' orientação são os termos contíguos quando entramos na Ir. que tenham por objetivo e terminalidade o estabelecimento de uma "moral da história". é "narrativa". de acordo com a natureza do tempo experienciado.t'ntido. tanto na história narrada quanto na história vivida no Presente. como tempo significádo ça peÌa boa pergunta.rrsca de evidências empíricas da consciência histórica. O objeto de uma pesquisa so_ bre a consciência historica pressupOe refletir so^b. Não se trata de modeÌos 'que criamos para encaixar os dados empíricos a contragosto ãestes. frãta_ie. A consciência histórica não é definida aqui como conquista particuÌar. (ou. Para Flores (2OO7)._o técnico consciência histórica está baseada em padrões comunicativos. mas como aquisição cuìturaÌ eÌementar e geral. Para esses Íenômenos construiu-se o conceito de cultura histórica.ìlquer narratíva.t'rn condensadas em imagens (o príncipe d. a expressão cultura histórica traduz a perspectiva de articulação entre os processos históricos em si e os processos de produção. Falar em consciência histórica impÌica uma definição propo_ sitadamente muito ampla de histórà.turrto.mória. com_ pondo um sistema dinâmico. Exercendo a função de m. da teoria que articula a pergunta da pesquisa. uma conclusão necessária (mesmo que subjacente) tlue oriente/justifique a ação dos sujeitos..FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica a consciência histórica produz uma estrutura unificada de pensamento num modo de consciência que é adequado ao reÌacionamento dos sujeitos com a histórà.e'o que é a que orienta ou ' (lu. 1Consciência histórïca não é memória. Tempo não quer dizer passado.

tlor do mundo. Isso coloca questões referentes ao método. pois. mais que isso.rlrcres históricos além destes dois... principalmente porque o conceito de consr. trouxeram uma série de dados que tanto confirmaram a viabilidade do conceito para expÌicar os acontecimen_ tos. Diante disso.] uma discipÌina .1trc é viabili zada por . or i. ao buscar recolher empiricamente dados da consciência histórica.rrlcs de informação. Em primeiro lugar. a ideia de consciência histórica reforça a tese de que a história na escola é um tipo de conhecimento histórico qualitativamente diferente daquele conhecimento produzido pelos especialistas acadêmicos. quanto impuseram novos problemas para as reflexões didáticas da história..FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica A discussão teórica sobre a consciência histórica e as breves pinceladas sobre alguns resultados de projetos como o youth and History coÌoca elementos importantes para pensarmos a agenda educativa e de pesquisa sobre o ensino da história.'rn da história [. compreendia-se a aprendizagem ( ()mo um elemento dependente do ensino formal da disciplirra. pode-se dizer que..r da história. a circulação e o uso dos significados atribuídos ao grupo no tempo. 2001a:5I).lt'diferentes lugares no campo das ciências da história e da . it'ntífica específica que se ocupe do ensino e da aprendizar. o conhecimento histórico acadêmico logrou tornar-se a principal referência para o pensar historicamente da sociedade.onjunto dessas considerações cristaliza-se na ideia de distrrrção em essência entre a história da escola e a história aca.. viabíliza ao mesmo tempo . da história como disciplina especializada. para garantir maior aprendizagem por parIt' clos alunos. seleção de conteúdos e os fundamentos da história ensinada na escoÌa.ris de uma década por estudiosos do ensino da história ao r.]: a didática da história" (Rüsen. e não a forma de fazêlo. Finalidades.t intos são motivos suficientes para considerar a distinção já vem sendo feito há ' ntlLì esses saberes históricos. e. por causa da diferença qualitativa entre a história ( r('rìcia e a história escolar. Para Rüsen. Essa ideia desenvolve-se em diversos países e a partir .uma mudança de paradigma na didát it..r que o conhecimento histórico produzido academicamente Consequentemente ganha força a recusa de um modelo em tem na escola e nos meios de divuÌgação científica uma correia de transmissão e simplificação de seus enunciados.lt'rnica. Após dois séculos de "combates pela história". a didática da história tambem se distingue rle uma disciplina científica do ensino (cujo resultado é um . I. mas o momento exige que se reconheça que não é o único. são ambos apenas parcelas do grande movimento social que é pensar historicamente. como rn. entre outros rrrol ivos. sob pena de limi_ tar a percepção dos fenômenos que envolvem o surgimento.. a aprendizagem não (' um processo dominado pelo ensino escolar. nesse sentido. ao desenvolver-se. que logo se evìdencia quando se promove a reflexão sobre os fundamentos do ensino escolar de maneira análoga à que se faz com a outros ' r('rìcia histórica ajuda a perceber a presença de muitos . entre o ensinar e o aprender história na univer_ sidade e na escola há uma diferença qualitativa. procedimentos de trabaÌho e resultados . ensino e aptendizagem passam a ser cntendidos como processos significativamente autônomos. Ao compreender que. ( ) ..lr. e rìue não são compreendidos somente um em função do outro. Tacitamente. mas ocorre em rclação dialética com ele. Novamente citando Rüsen. rlucação e. e necessária "[. que até então vinha sendo entendida como o r'onjunto dos estudos que permitiriam aprimorar as formas de t rrsinar história.

a dinâmica social (o orrtro é a dinâmica epistemológica) . mas sim no campo da é ensinado (estudando currículos. ainda.29). fica mais clara a ideia de alguns valores que sejam con.lcm censurar os interesses de pesquisa. e suas formas autônomas de geração de sentido histórico). tendo uma série de metal que podem ser sintetizadas na indagação "sobre o carâter efetivo.rrkr da história no contexto sociaì. ou seja. Embora esta ideia nos seja estranha rrrrm país em que o acesso ao conhecimento histórico tem .FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica conjunto de métodos e técnicas que permitem transmitir um dado conhecimento de quem o tem para quem é priva_ do dele). para Rüsen) e os interesses de pes(luisa dos historiadores. sobre as Ìógicas internas. Nesse espaço epistemológico tem cãndi_ da educação. e não apenas aqueÌes p_ensados para e a partir da escola. poss! vel e necessário de processos de ensino e aprendizageÁ e de processos formativos da história. Cabe-nos aqui fazer as devidas ressalvas de que não se po. embora dialogue com ela).r consciência histórica (Bergmann. colocando em questão os descolamentos 1r. de uma didática da história. história ções de permitir que todos os estudos históriõs. o conteúdo e os efeitos rl.. tendo no horizonte que . Tal papel é estudar rrrn dos componentes de seu avanço .l. Bergmann propõe que a esse campo .r-u "o-ò essa disciplina que estuda a aprendizapem histórica. l99O:. que seria uma disciplina interna à ciência da história. a uma reflexão sobre o que lristtirial se preocupa com a formação. l)ara Bergmann. pelo menos entre os que veem na democracia um r. revistas de histórias em quadrinhos etc.. a didática da história tem um papel tliante da ciência histórica como um todo.rrrhecimento histórico. circulação e utilização sociaÌ de conhecimentos históricos como seu objeto de estudo. permitindo evitar-se o caminho que l('va a um conhecimento definido como uma "especialização t'sotérica" que só pode circular entre os iniciados nela. por fim.rz todo o sentido numa Alemanha com cicatrizes (e algumas Íi'r idas abertas) da passagem do nazismo por sua identidade . entre outros autores.r'nsuais. condições.r pesquisa histórica seja atribuída a investigação do signifir.e mesmo a escoÌa. programas e manuais.ignificado um esforço de libertação em relação a projetos polrt icos e pedagógicos de controle da população por uma elite. Como aprendizagem ultrapassa em muito a sala de aula de histó_ ria.). e passa cada vez mais a caractàrizar_r.. ssc conhecimento vai servir como base de identidade sociaÌ r'(ìue precisa de estudos que produzam saberes e instrumenrrrs de intervenção no sentido de influenciá-la para valores (luc sejam consensuais. sejam submËtidos a uma reflexão didática. Nesse sentido [a diáática da . por exemplo. e ao ser realizado por historiadores esse estudo não se encaixa em nenhum àos campos da historiografia (porque não é. sobre o que deveria ser ensinado (em função das necessidades e características mínimas de cada sociedade.rlor universal. inte_ resses e necessidades sociais quanto ao ensino e à aprendi_ zagem de conhecimentos históricos que ocorre na atualidade e. (l<lnsciente do caráter coletivo e identitário do uso do . A discussão sobre consciência histórica coloca_noi ain_ da diante da necessidade de dar continuação à proposição de Klaus Bergmann e de Jorn Rüsen.ocial.rssíveis de ocorrer entre as necessidades sociais (carências tlc orientação no tempo.. l. a didática da história acaba assumindo a produção. sob pena de perder teoria da história. de modo a investigar rr que motiva socialmente a produção e os rumos do conher irnento histórico.. filmes. . mas também séries de televisão.

Essa abordagem é mais profícua para enca_ ra_r o dilema que o "youth and History" evidencioú _ d" qr. inclusive. A pesquisa "youth and Historyi é .. de modo a compreender a educação histórica como um processo que não pode ser encarado como dentr<l da redoma da sala de aula. e não com a . frrmeza e clareza. mas também não se pode imaginar que uma atividade susten_ tada pela sociedade não atenda às necessidades de conheci_ mento dela. de modo que o professor possa colocar_se .exemplo dessa ampliação do campo de atuação. e não é capaz de equacionar a dinâmica da mudança na educação histórica. Para a própria metodologia do ensino é saudáveÌ essa perspectiva.rror"ì da disci_ pÌina.rrrlc dela com serenidade.1rìo. é diferente do que fúncionários do Ministério da Educação e acadêmicos formadores de profes_ sores apregoam.rção de insegurança perante uma realidade que lhe tira . os conhecimentos e opiniões que circulam em suas famílias. a metodoÌogia do ensino da história torna-se apenas uma das preocupações da didática da história..r. ou com o desalento de um João Batista que clama no ( l{ s('rto. cujos resultados reforçam. O estabeÌecimento de uma tensão entre dois polos . na igreja ou outras instituições que frequentam e nos meios de comunicação de massa aos quais têm acesso.lr. i as inter_relações que promovem entre si e com o conhecimento erudito ou o escoÌar. Os problemas e as potencialida_ des do ensino-aprendizagem de história não estão restritos à relação professor-aluno na classe..tem sido o gerador de angústias que se des_ dobram na rebeÌdia ou na apatia entre os põf.um ensino de história ideaÌ e um ensino de história reaÌ ou possível . que. por sua vez. a história que o aluno usa é diferente daqueÌa que o profesior ensina.FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica os aspectos que potencializam os avanços do conhecimento. . a necessidade de pensar L pesquisar os conheci_ mentos históricos em todo o tecido social. Na proposição de BergmatTn.r'ns. mas envoÌvem o meio em que o aluno e o professor vivem.

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.irnbolos (cruz. mas especificamente prática. suástica). como jiafirmamos.io apenas feitas) vão demonstrar a incorporação de deterrrrinados padrões normativos da consciência histórica.. dificeis de investigar porque não são reconhecíveis obviamente como fatos.f () histórica. mas taml. experiência do tempo que passou p?r processo de significação). r('(()rte empírico.r (' orientação são os termos contíguos quando entramos na Ir. que tenham por objetivo e terminalidade o estabelecimento de uma "moral da história". é "narrativa". de acordo com a natureza do tempo experienciado.t'ntido. tanto na história narrada quanto na história vivida no Presente. como tempo significádo ça peÌa boa pergunta.rrsca de evidências empíricas da consciência histórica. O objeto de uma pesquisa so_ bre a consciência historica pressupOe refletir so^b. Não se trata de modeÌos 'que criamos para encaixar os dados empíricos a contragosto ãestes. frãta_ie. A consciência histórica não é definida aqui como conquista particuÌar. (ou. Para Flores (2OO7)._o técnico consciência histórica está baseada em padrões comunicativos. mas como aquisição cuìturaÌ eÌementar e geral. Para esses Íenômenos construiu-se o conceito de cultura histórica.ìlquer narratíva.t'rn condensadas em imagens (o príncipe d. a expressão cultura histórica traduz a perspectiva de articulação entre os processos históricos em si e os processos de produção. Falar em consciência histórica impÌica uma definição propo_ sitadamente muito ampla de histórà.turrto.mória. com_ pondo um sistema dinâmico. Exercendo a função de m. da teoria que articula a pergunta da pesquisa. uma conclusão necessária (mesmo que subjacente) tlue oriente/justifique a ação dos sujeitos..FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica a consciência histórica produz uma estrutura unificada de pensamento num modo de consciência que é adequado ao reÌacionamento dos sujeitos com a histórà.e'o que é a que orienta ou ' (lu. 1Consciência histórïca não é memória. Tempo não quer dizer passado.

tlor do mundo. Isso coloca questões referentes ao método. pois. mais que isso.rlrcres históricos além destes dois... principalmente porque o conceito de consr. trouxeram uma série de dados que tanto confirmaram a viabilidade do conceito para expÌicar os acontecimen_ tos. Diante disso.] uma discipÌina .1trc é viabili zada por . or i. ao buscar recolher empiricamente dados da consciência histórica.rrlcs de informação. Em primeiro lugar. a ideia de consciência histórica reforça a tese de que a história na escola é um tipo de conhecimento histórico qualitativamente diferente daquele conhecimento produzido pelos especialistas acadêmicos. quanto impuseram novos problemas para as reflexões didáticas da história..FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica A discussão teórica sobre a consciência histórica e as breves pinceladas sobre alguns resultados de projetos como o youth and History coÌoca elementos importantes para pensarmos a agenda educativa e de pesquisa sobre o ensino da história.'rn da história [. compreendia-se a aprendizagem ( ()mo um elemento dependente do ensino formal da disciplirra. pode-se dizer que..r da história. a circulação e o uso dos significados atribuídos ao grupo no tempo. 2001a:5I).lt'diferentes lugares no campo das ciências da história e da . it'ntífica específica que se ocupe do ensino e da aprendizar. o conhecimento histórico acadêmico logrou tornar-se a principal referência para o pensar historicamente da sociedade.onjunto dessas considerações cristaliza-se na ideia de distrrrção em essência entre a história da escola e a história aca.. viabíliza ao mesmo tempo . da história como disciplina especializada. para garantir maior aprendizagem por parIt' clos alunos. seleção de conteúdos e os fundamentos da história ensinada na escoÌa.ris de uma década por estudiosos do ensino da história ao r.]: a didática da história" (Rüsen. e não a forma de fazêlo. Finalidades.t intos são motivos suficientes para considerar a distinção já vem sendo feito há ' ntlLì esses saberes históricos. e. por causa da diferença qualitativa entre a história ( r('rìcia e a história escolar. Para Rüsen. Essa ideia desenvolve-se em diversos países e a partir .uma mudança de paradigma na didát it..r que o conhecimento histórico produzido academicamente Consequentemente ganha força a recusa de um modelo em tem na escola e nos meios de divuÌgação científica uma correia de transmissão e simplificação de seus enunciados.lt'rnica. Após dois séculos de "combates pela história". a didática da história tambem se distingue rle uma disciplina científica do ensino (cujo resultado é um . I. mas o momento exige que se reconheça que não é o único. são ambos apenas parcelas do grande movimento social que é pensar historicamente. como rn. entre outros rrrol ivos. sob pena de limi_ tar a percepção dos fenômenos que envolvem o surgimento.. a aprendizagem não (' um processo dominado pelo ensino escolar. nesse sentido. ao desenvolver-se. que logo se evìdencia quando se promove a reflexão sobre os fundamentos do ensino escolar de maneira análoga à que se faz com a outros ' r('rìcia histórica ajuda a perceber a presença de muitos . entre o ensinar e o aprender história na univer_ sidade e na escola há uma diferença qualitativa. procedimentos de trabaÌho e resultados . ensino e aptendizagem passam a ser cntendidos como processos significativamente autônomos. Ao compreender que. ( ) ..lr. e rìue não são compreendidos somente um em função do outro. Tacitamente. mas ocorre em rclação dialética com ele. Novamente citando Rüsen. rlucação e. e necessária "[. que até então vinha sendo entendida como o r'onjunto dos estudos que permitiriam aprimorar as formas de t rrsinar história.

a dinâmica social (o orrtro é a dinâmica epistemológica) . mas sim no campo da é ensinado (estudando currículos. ainda.29). fica mais clara a ideia de alguns valores que sejam con.lcm censurar os interesses de pesquisa. e suas formas autônomas de geração de sentido histórico). tendo uma série de metal que podem ser sintetizadas na indagação "sobre o carâter efetivo.rrkr da história no contexto sociaì. ou seja. Embora esta ideia nos seja estranha rrrrm país em que o acesso ao conhecimento histórico tem .FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica conjunto de métodos e técnicas que permitem transmitir um dado conhecimento de quem o tem para quem é priva_ do dele). para Rüsen) e os interesses de pes(luisa dos historiadores. sobre as Ìógicas internas. Nesse espaço epistemológico tem cãndi_ da educação. e não apenas aqueÌes p_ensados para e a partir da escola. poss! vel e necessário de processos de ensino e aprendizageÁ e de processos formativos da história. Cabe-nos aqui fazer as devidas ressalvas de que não se po. embora dialogue com ela).r consciência histórica (Bergmann. colocando em questão os descolamentos 1r. de uma didática da história. história ções de permitir que todos os estudos históriõs. o conteúdo e os efeitos rl.. tendo no horizonte que . Tal papel é estudar rrrn dos componentes de seu avanço .l. Bergmann propõe que a esse campo .r-u "o-ò essa disciplina que estuda a aprendizapem histórica. l99O:. que seria uma disciplina interna à ciência da história. a uma reflexão sobre o que lristtirial se preocupa com a formação. l)ara Bergmann. pelo menos entre os que veem na democracia um r. revistas de histórias em quadrinhos etc.. a didática da história tem um papel tliante da ciência histórica como um todo.rrrhecimento histórico. circulação e utilização sociaÌ de conhecimentos históricos como seu objeto de estudo. permitindo evitar-se o caminho que l('va a um conhecimento definido como uma "especialização t'sotérica" que só pode circular entre os iniciados nela. por fim.rz todo o sentido numa Alemanha com cicatrizes (e algumas Íi'r idas abertas) da passagem do nazismo por sua identidade . entre outros autores.r'nsuais. condições.r pesquisa histórica seja atribuída a investigação do signifir.e mesmo a escoÌa. programas e manuais.ignificado um esforço de libertação em relação a projetos polrt icos e pedagógicos de controle da população por uma elite. Como aprendizagem ultrapassa em muito a sala de aula de histó_ ria.). e passa cada vez mais a caractàrizar_r.. ssc conhecimento vai servir como base de identidade sociaÌ r'(ìue precisa de estudos que produzam saberes e instrumenrrrs de intervenção no sentido de influenciá-la para valores (luc sejam consensuais. sejam submËtidos a uma reflexão didática. Nesse sentido [a diáática da . por exemplo. e ao ser realizado por historiadores esse estudo não se encaixa em nenhum àos campos da historiografia (porque não é. sobre o que deveria ser ensinado (em função das necessidades e características mínimas de cada sociedade.rlor universal. inte_ resses e necessidades sociais quanto ao ensino e à aprendi_ zagem de conhecimentos históricos que ocorre na atualidade e. (l<lnsciente do caráter coletivo e identitário do uso do . A discussão sobre consciência histórica coloca_noi ain_ da diante da necessidade de dar continuação à proposição de Klaus Bergmann e de Jorn Rüsen.ocial.rssíveis de ocorrer entre as necessidades sociais (carências tlc orientação no tempo.. l. a didática da história acaba assumindo a produção. sob pena de perder teoria da história. de modo a investigar rr que motiva socialmente a produção e os rumos do conher irnento histórico.. filmes. . mas também séries de televisão.

Essa abordagem é mais profícua para enca_ ra_r o dilema que o "youth and History" evidencioú _ d" qr. inclusive. A pesquisa "youth and Historyi é .. de modo a compreender a educação histórica como um processo que não pode ser encarado como dentr<l da redoma da sala de aula. e não com a . frrmeza e clareza. mas também não se pode imaginar que uma atividade susten_ tada pela sociedade não atenda às necessidades de conheci_ mento dela. de modo que o professor possa colocar_se .exemplo dessa ampliação do campo de atuação. e não é capaz de equacionar a dinâmica da mudança na educação histórica. Para a própria metodologia do ensino é saudáveÌ essa perspectiva.rror"ì da disci_ pÌina.rrrlc dela com serenidade.1rìo. é diferente do que fúncionários do Ministério da Educação e acadêmicos formadores de profes_ sores apregoam.rção de insegurança perante uma realidade que lhe tira . os conhecimentos e opiniões que circulam em suas famílias. a metodoÌogia do ensino da história torna-se apenas uma das preocupações da didática da história..r. ou com o desalento de um João Batista que clama no ( l{ s('rto. cujos resultados reforçam. O estabeÌecimento de uma tensão entre dois polos . na igreja ou outras instituições que frequentam e nos meios de comunicação de massa aos quais têm acesso.lr. i as inter_relações que promovem entre si e com o conhecimento erudito ou o escoÌar. Os problemas e as potencialida_ des do ensino-aprendizagem de história não estão restritos à relação professor-aluno na classe..tem sido o gerador de angústias que se des_ dobram na rebeÌdia ou na apatia entre os põf.um ensino de história ideaÌ e um ensino de história reaÌ ou possível . que. por sua vez. a história que o aluno usa é diferente daqueÌa que o profesior ensina.FGV de Bolso Ensino de história e consciência histórica os aspectos que potencializam os avanços do conhecimento. . a necessidade de pensar L pesquisar os conheci_ mentos históricos em todo o tecido social. Na proposição de BergmatTn.r'ns. mas envoÌvem o meio em que o aluno e o professor vivem.

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