CURSO PARA DISCIPULADORES

“Indo, portanto, fazei discípulos...” (Mt 28:19-20). “... com vistas ao aperfeiçoamento dos santos” (Ef 4:12).

ESBOÇO DE DISCIPULADO por Rev. Aziel Caetano da Silva Rev. Ewerton arcelos !o"as#i"i

I$re%a &res'iteriana de &orto (el#o )ltima revis*o +,-./-+../

Intro !"#o
0 1ue 2 discipulado3 45 com certeza uma diversidade de opini6es 1uanto ao prop7sito e modo de realiz58 lo. 9ual o tempo apropriado para realizaç*o de um Curso de Discipulado e 1ual o n)mero de liç6es 2 ideal3 0u ainda, 1uais as discuss6es se dar*o $eralmente em torno do conte)do das liç6es e m2todos de aplicaç*o. !odavia, A preocupaç*o principal 1ue devemos ter 1uanto ao discipulado, se 2 1ue estamos sendo 'í'licos ou n*o na nossa concepç*o. &recisamos partir do modelo apresentado por :esus ;em'ora n*o se%a o primeiro modelo apresentado na í'lia< 1ue 2 o mestre dos mestres. :esus teve um minist2rio onde ensinou multid6es, mas concentrou a sua mensa$em nos seus discípulos, formando a 'ase para a continuidade do seu minist2rio a partir do discipulado. Sendo esta a principal ordem dada aos seus discípulos antes da sua ascens*o ;=ateus +>.?>8+.@ =c A.?B<. A I$re%a necessita res$atar o discipulado. !anto um conceito, como uma pr5tica correta de discipulado evidenciar5 a sa)de espiritual da i$re%a. 0 pastor luterano Cietric# on#oeffer notou tristemente 1ue
em tudo 1ue se$ue, 1ueremos falar em nome de todos a1ueles 1ue est*o pertur'ados e para os 1uais a palavra da $raça se tornou assustadoramente vazia. &or amor a verdade, essa palavra tem 1ue ser pronunciada em nome da1ueles de entre n7s 1ue recon#ecem 1ue, devido D $raça 'arata, perderam o discipulado de Cristo, e, com o discipulado de Cristo, a compreens*o da $raça preciosa. Simplesmente por n*o 1uerermos ne$ar 1ue %5 n*o estamos no verdadeiro discipulado de Cristo, 1ue somos, 2 certo, mem'ros de uma i$re%a ortodoEamente crente na doutrina da $raça pura, mas n*o mem'ros de uma $raça do discipulado, há que se fazer a tentativa de compreender de novo a graça e o discipulado em sua verdadeira relação mútua. :5 n*o ousamos mais fu$ir ao pro'lema. Cada vez se torna mais evidente 1ue o pro'lema da I$re%a se cifra nissoF como viver #o%e uma vida crist*.?

Este 2 o modelo Bí lico onde 2 possível desenvolver o car5ter de Cristo na vida dos envolvidos. Con#ecer a Ceus por meio de :esus, e $lorifica8lo num relacionamento construtivo como I$re%a. Gesse relacionamento construtivo o alvo 2 preparar discípulos para um envolvimento nos minist!rios e departamentos da igre"a, proporcionando um fortalecimento qualitativo, que resultará naturalmente na multiplicação de outros discípulos.

A D$f%n%"#o $ D%&'%(!)* o
Ser discípulo 2 muito mais do 1ue ser um mero aprendiz tempor5rio. =. ernouilli o'serva 1ue “o discípulo tem em comum com o aluno o fato de rece'er um ensino, mas o primeiro compromete8se com a doutrina do mestre.”+ =as ser discípulo n*o se resume ao eEercício intelectual “2 importante recon#ecer 1ue a c#amada para ser discípulo sempre inclui a c#amada para o serviço.” A A definiç*o 1ue adotamos nesse tra'al#o 2 a mesma usada por Cavid HornfieldF o discipulado n*o 2 um pro$rama. G*o 2 uma s2rie de m7dulos. G*o 2 um livro de iniciaç*o doutrin5ria. G*o 2 apenas um encontro semanal. G*o 2 um novo sistema de culto nos lares. Discipulado ! uma relação comprometida e pessoal, onde um discípulo mais maduro a"uda outros discípulos de #esus Cristo a apro$imarem%se mais d&le e assim reproduzirem. 4 0 discipulador n*o 2 simplesmente um professor. Ele 2 al$u2m 1ue al2m de informar tam'2m coopera na formaç*o espiritual do seu aprendiz, tornando8se referIncia para o discípulo. =as, devemos sempre lem'rar 1ue nenhum discipulador ! modelo de perfeição, mas sim, um modelo de transformação, mostrando 1ue assim como o discípulo, ele tam'2m est5 num processo, 1ue a cada dia su'ir5 um de$rau na a'sorç*o do car5ter de Cristo. Com este sincero o'%etivo ele poder5 identificar8se com o discípulo. Se$uindo o eEemplo de &auloF '...não que o tenha "á rece ido, ou tenha o tido a perfeição( mas prossigo para conquistar aquilo para o que tam !m fui conquistado por Cristo #esus) ;Jp A.?+, ARA<. :o#n Sittema nos lem'ra 1ue discipular 2 “reproduzir a si mesmo e sua f! na vida de outros.”K Evidentemente n*o podemos confundir, por1ue o Sen#or :esus eEi$e 1ue façamos discípulos dele e n*o nossos. Govamente podemos citar Sittema o'servando 1ue “esse processo re1uer o desenvolvimento de um relacionamento de confiança, de eEemplo, de revelaç*o do nosso coraç*o e da nossa f2 ao discípulo 1ue, por sua vez deve imitar o padr*o de f2 do seu mestre.”/
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Cietric# on#oeffer, Discipulado ;S*o Leopoldo, Ed. Sinodal, ?MMK<, p. ?>. on#oeffer ;?M./8?MBK< foi um %ovem pastor luterano 1ue durante a +a Nuerra =undial protestou contra o re$ime Gazista. Joi preso e morto aos AM anos, num campo de concentraç*o alem*o. Curante sua pris*o escreveu v5rias cartas e livros na 5rea de !eolo$ia &astoral, 1ue foram preservados e al$uns se encontram traduzidos para o portu$uIs. + :.:. (on Allmen, ed., *oca ulário Bí lico ;S*o &aulo, AS!E, ?M,+<, pp. ?.>8?.M. A Colin rown, ed., Dicionário +nternacional de ,eologia do -ovo ,estamento ;S*o &aulo, Ed. (ida Gova, ?M>?<, vol. ?, p. ///. B Cavid Hornfield, .!rie /rupos de Discipulado ;S*o &aulo, Editora SE&AL, ?MMB<, vol. ?, p. /. K :o#n Sittema, Coração de 0astor ;S*o &aulo, Ed. Cultura Crist*, +..B<, p. ?,A. / :o#n Sittema, Coração de 0astor, p. ?,A. 2

.ransformador . fala o que conv!m 4 sã doutrina . > AntOnio Carlos J. Ed. de =enezes.@ ?A. A Escritura relata 1ue “:esus su'iu a um monte e c#amou a si a1ueles 1ue ele 1uis. .+/8+. GI(<.?8+@ + !m +. B*rn*/0 $ S*!)o R Atos M. de tal forma 1ue o discípulo se capacita para ensinar a outros. 0 fiel discípulo de :esus forma outros discípulos.?A@ ?K.?8A. pois l#e seria )til para o minist2rio do ap7stolo. tomando al$u2m nascido de novo em Cristo.??.A.enhor não viva a contender e sim deve ser rando para com todos.. p. os enviasse a pre$ar” . ARA<. ter se ape$ado Ds suas vidas. 1. 3 . e investido tempo com elas. ?/.3t$o R Atos ?/.+ !m +F+. Escol#eu doze. BK. -$&!& $ o tr$%n*. com certeza se$uiu8se a partir daí. A1ui vemos num primeiro momento :o*o =arcos sendo o'%eto de contenda entre &aulo e arna'2.D%&'+(!)o for. o discipulado 2 muito mais do 1ue simplesmente passa$em de informação4 antes 2 formação. atrav!s de muitas testemunhas. ARA<. de =enezes comenta 1ue “a evan$elizaç*o 2 fruto de uma vida com Ceus. 0 discipulado n*o pode ser apenas uma etapa antes do Catec)menos. B*rn*/0 $ -o#o M*r'o& R Atos ?A. pois n*o forma.. +. ARA<. em virtude de ter a'andonado uma miss*o rec2m8iniciada. Este princípio acontece em conse1QIncia da o'ediIncia ao claro ensino da Escritura 1uanto ao crescimento do Corpo de Cristo. pois &aulo %5 no final do seu minist2rio se diri$e a !im7teo com essas palavras 'e o que de minha parte ouviste. apenas informa. isso mesmo.+<. de modo 1ue Ceus usou a sua vida como eEemplo3 &odemos apenas mencionar os se$uintes teEtos 'í'licosF +de. LifeSaT. ou se%a. Pma pessoa 1ue n*o evan$eliza nem testemun#a o 1ue Ceus fez na sua vida n*o se converteu. 9uantas pessoas foram transformadas por Ceus em crentes maduros e multiplicadores. $raças ao fato de vocI. 2.+ Geste teEto de Atos verificamos 1ue &aulo tomou esse %ovem discípulo e o fez acompan#58lo. transmite a homens fi!is e tam !m id2neos para que instrua a outros). n*o sa'emos eEatamente se #5 implicaç6es 1uanto a esta ordem na lista.Atos ++. mas no versículo A vemos am'os sendo separados pelo Espírito Santo e pelos irm*os e mandados %untos para sua primeira miss*o.”> Analisaremos al$uns eEemplos deste princípio 'í'licoF 1. na 1ual o mestre reproduz no discípulo a plenitude de vida 1ue ele pr7prio tem em Cristo. ! necessário que o servo do . Cepois lemos arna'2 tomando :o*o =arcos e fazendo o mesmo 1ue fizera anteriormente com &aulo..+ !m +F+B. os 1uais vieram para %unto dele. um dia. o Cristo .*n o %&'+(!)o& AntOnio Carlos J. onde arna'2 est5 enca'eçando esta lista e Saulo 2 o )ltimo da lista.K<. p.=t +>F?M8+. fazei discípulos de todas as naç1es. para 1ue estivessem com ele. ou est5 desviado dos camin#os do Sen#or”. mas 1ue necessitava de a%ustes em seu car5ter crist*o. (emos a1ui 1ue apesar de todo con#ecimento 'í'lico 1ue &aulo possuía .!t +F?. no templo e de casa em casa. & todos os dias. portanto.$nto o& o.A< ele a$ora precisava de al$u2m 1ue o apoiasse e 1ue o colocasse em condiç6es de servir a i$re%a. 1ue o período de discipulado %5 dava seus primeiros frutos.8AM@ + !m B. elo 4orizonte.$ 0 Sen#or :esus constantemente pre$ou Ds multid6es. ensinando%os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado .=c AF?A8?B. Atos. &or fim vemos &aulo %5 no final do seu minist2rio recomendando a !im7teo 1ue l#e enviasse :o*o =arcos. Luis Aran$uren comenta 1ue a relaç*o entre o discipulador e o aprendiz est5 “'aseada no modelo de Cristo e seus discípulos. um período de discipulado. Luis Aran$uren. & o que da minha parte ouviste atrav!s de muitas testemunhas isso mesmo transmite a homens fi!is e tam !m id2neos para instruir a outros . Gesse direcionamento arna'2 foi peça fundamental. pois o 1ue temos visto em muitas i$re%as 2 apenas uma transmiss*o de liç6es 1ue n*o c#e$a a ser um verdadeiro discipulado. P*!)o $ 2%.. mas o seu ensino foi direcionado aos seus discípulos. (emos a1ui. 4. apto para instruir . Discipulado . atizando%os. ARA<. Go capítulo ?A vemos Lucas mostrando uma lista de profetas e mestres. desi$nando8os ap7stolos. +. &ara n7s.. 5anual 0rático do &vangelista .u.S*o &aulo. por!m. ARA<. 3ra. não cessavam de ensinar e de pregar #esus.At KFB+. Go primeiro teEto vemos arna'2 tomando &aulo consi$o e o apoiando em um momento 1ue enfrentava a oposiç*o dos irm*os 1ue n*o acreditavam em &aulo. .

. !odavia. para 1ue n*o caia na futilidade e n*o perca o seu prop7sito de $lorificar a Ceus. Em nosso relacionamento necessitamos 1ue vocI ten#a um comportamento aprovado pelo =estre. /.. Identifi1ue os dons 1ue o Espírito Santo l#e deu e use8os no serviço e edificaç*o dos irm*os. pois Ele 2 fiel D Sua Aliança conti$o. contudo. Este%a atento a1uilo 1ue a &alavra de Ceus tem a dizer. Se%a #umilde em pedir perd*o e disposto em perdoar. ?. !odavia. visando a reeducaç*o para uma vida transformada. A so'er'a 2 essencialmente competitiva e ofensiva. 4umil#e8se diante de Ceus na1ueles momentos de crise e desespero. mas. o discipulado deve continuar. Se%a sincero em desa'afar os desafetos e pro'lemas nos aconsel#amentos.$nto& &*! 76$%& (amos refletir a respeito do 1ue vocI tem 1ue ser e fazer como mem'ro do Corpo de Cristo e discipulador. Cuide 'em da sua família. Escrevendo aos Jilipenses o ap7stolo eEi$e 1ue “o 1ue tam'2m aprendestes. Eis al$umas delasF ?. +. A. Conse1Qentemente a formaç*o de um car5ter crist*o. ?+. 0'edeça sempre a &alavra de Ceus. ?. e vistes em mim. Anseie ardorosamente andar dentro da vontade de Ceus para 1ue vocI este%a na Sua presença aprovado.. 1ue vocI como servo do Sen#or. ?>. ?M. &aulo fez a ousada declaraç*o aos crentes da i$re%a de Corinto “sede meus imitadores. Com o discipulado a i$re%a cresce espiritual e numericamente. e rece'estes.Cremos 1ue um discípulo de :esus n*o pode ser formado. passam a n*o ter mais a mesma disposiç*o de aprender. ap7s o curso de Catec)menos. ARA<. 5%6$n o r$)*'%on*. ele 2 como uma corda trançada de v5rios fios. +.uns aos outros< no Corpo de Cristo.. 'uscando o arrependimento sincero. 4 . C#ore l5$rimas de 1ue'rantamento e n*o de amar$ura. >. isso praticai@ e o Ceus da paz ser5 convosco” . O . pelo contr5rio. ?A. 'uscando respostas na sa'edoria da &alavra de Ceus. ARA<. G*o desista do seu compromisso com o Sen#or.L. na educaç*o. no poder do Espírito. Huiper..Nrand Rapids.L. Se vocI 1uer ensinar. +.? Co ??F?. na arte. para 1ue consi$a viver efetivamente vocI necessita praticar a mutualidade da comun#*o . ?/. em apenas 6 meses. ?M>K<.Jp BFM. na economia. &l Cuerpo /lorioso de Cristo . M R. A eEperiIncia tem mostrado 1ue muitos dos 1ue s*o rece'idos como mem'ros de uma i$re%a local.. de su'meterem8se a um discipulado mais maduro. Cese%e crescer e servir com efic5cia e aceitaç*o diante de Ceus. &elo discipulado ensinamos as pessoas a recon#ecer a so'erania de Cristo so're todas as esferas da vida #umana. 9uando necess5rio 'us1ue auEílio pastoral para aconsel#amento. tam'2m sofre uma desaceleraç*o. EEercite uma vida de oraç*o contínua. e at2 1ue se%a rece'ido como mem'ro. ent*o deve ser eEemplo. ??. 0u se%a. &ermita8se ser pastoreado. Gunca se%a or$ul#oso. A intimidade com Ceus 2 o eEercício do relacionamento 1ue Ele eEi$e. p. deve viver para influenciar positivamente a vida do novo discípulo. G*o perca a ternura.E. A. deiEando os resultados para Ceus. e ouvistes. K. Cultive uma vida de santificaç*o pessoal. B. contri'ua com críticas construtivas. Com temor aceite a repreens*o dos seus pecados. B. A amar$ura mata o vi$or espiritual e nos torna indiferentes com a santidade.ot%6o o D%&'%(!)* o 0 prop7sito do Ciscipulado 2 um s7. Ao aplicar o discipulado apresentamos o evan$el#o da salvaç*o aos eleitos de Ceus proporcionando a oportunidade para 1ue o Espírito Santo apli1ue a $raça irresistível. ++K. Aprenda na &alavra de Ceus acerca do sentido e prop7sito da sua vida. Evan$elizar 2 compartil#ar :esus. . como tam'2m eu sou de Cristo” . inclusive na ciIncia. n*o #5 pro'lema al$um 1ue em / meses de discipulado o discípulo in$resse numa sala de Catec)menos. !. M ?. Se%a produtivo. M. ?K. &odemos mencionar os elementos 1ue somam ao principal motivo. G*o se%a uma oposiç*o re'elde D liderança da i$re%a. G*o eEiste re'an#o de uma ovel#a s7. Atrav2s do discipulado preciosas vidas s*o li'ertas das trevas e do poder de Satan5s para luz do reino do Jil#o de Ceus. Estas atri'uiç6es ser*o para vocI contínuos desafios como um discipulador. na política e na recreaç*o. &odemos classificar al$umas su$est6es. ?B. e o seu crescimento espiritual 1ue at2 ent*o era not5vel.

todavia. &ortanto. pouca ou muita eEperiIncia de vida. U necess5rio redefinir palavras com fidelidade a Escritura. perd*o. E6*n9$)%. Cevemos nos per$untar 1ue mudanças Ceus tIm feito na vida de outras pessoas atrav2s da min#a vida3 1. e tantas outras palavras c#aves 1ue preparam o evan$elizado para rece'er a verdade inte$ral para a sua vida. 1uando num serm*o o Cr. 1.. entretanto. O O/8$t%6o o D%&'%(!)* o Cremos 1ue o o'%etivo $eral do discipulado de certa forma %5 foi mostrado na introduç*o e definiç*o./ro& !n& o& o!tro& . c2u. &essoas 1ue demonstram o amor de Cristo.%..Nl KF?A<.*"#o ($)* *. Cultura Crist*..Nl /F+<. :o#n R.Rm >F+M<.?? A í'lia afirma 1ue os crist*os so'revivem e crescem nos relacionamentos m)tuosF M$. 0 c#amado mission5rio de As#'el N. Importando uns com os outros .” ?. U possível 1ue no decorrer dos estudos se descu'ra 1ue o discípulo carre$a consi$o uma car$a enorme de conceitos estran#os e talvez anticrist*os 1ue rece'eu em sua formaç*o.? Co ??FAA<. A santificaç*o 2 pro$ressiva. Amando cordialmente uns aos outros . +.?B-?.Rm ?AF><. Lon$e disso. Simonton ocorreu no Semin5rio !eol7$ico &rinceton . seremos um pouco mais específicos 1uanto ao o'%etivo.Rm ?KF. ?.At +. Go discipulado crist*o. Esta divis*o 2 imprescindível para prosse$uirmos com as outras duas se$uintes. U did5tico por1ue se prop6e a esta'elecer as doutrinas fundamentais so're o trino Ceus. Servindo uns aos outros .Casa Editora &res'iteriana. 2.:o ?. mediante a insensatez dessa mensa$em. >. :o#n R. 0 prop7sito essencial 1ue envolve todos os demais 2 a $l7ria de Ceus.S. p. Amando uns aos outros . 5 . Esperando uns pelos outros .Rm ?KF?B<.0s /FA.S. eEpiaç*o. Diário . Saudando uns aos outros .<. !endo o mesmo sentir uns para com os outros . Edificando uns aos outros .B+8B. se relacionar*o mel#or . 0 papel do discipulado 2 eEplicar o “por1uI” desse cuidado e comun#*o. Cecidimos n*o sa'er mais nada e. Ed./. 1ue se preocupam umas com as outras.F+. =as sim. pecado.<. Ceus salva a1ueles 1ue nele crIem. ?. ?. (ivemos numa sociedade p7s8moderna onde n*o 'asta apenas dizerF arrependa%se e creia em Cristo.<.Rm ?+F?/@ ?KFK<. s*o pessoas 1ue cuidam umas das outras. ?+. a sua vinda ! certa( e ele descerá so re n9s como a chuva ser2dia que rega a terra) . +.Rm ?+FK< ?. crist*os comprometidos e #umildes o suficiente para recon#ecer 1ue ainda necessitam de transformaç*o. M. inferno. Antes.Rm ?BF?M<. 4onrando uns aos outros .&-738( como a alva. ensinamos a completa implicaç*o da cruz. Stott comenta 1ue no evan$elismo proclamamos a loucura do Cristo crucificado.Rm ?+F?. Simonton. Conse1Qentemente. A transformaç*o pessoal atrav2s de relacionamentos ocorre 1uando o amor de Ceus 2 manifestado atrav2s dos seus fil#os . 0 profeta 0s2ias disse “conheçamos e prossigamos em conhecer ao . ?? A. ?M>+<. n*o deiEamos a cruz para tr5s. ??. incluindo nossa suprema $lorificaç*o. Admoestando uns aos outros . K. n*o 2 al$o a ser aplicado apenas a um crist*o menos eEperiente@ ou com pouca idade.8+A<.-?>KK<.* $ A evan$elizaç*o eficaz acontece atrav2s da amizade. C#arles 4od$e “falou da necessidade a'soluta de instruir os pa$*os antes de poder esperar 1ual1uer sucesso na propa$aç*o do Evan$el#o e mostrou 1ue 1ual1uer esperança de convers6es 'aseada em o'ra eEtraordin5ria do Espírito Santo comunicando a verdade diretamente n*o 2 'í'lica. In&tr!%r (*r* $6*n9$)%. ARA<.? Co ?+F+K<. p. /.K<. EEiste uma le$ítima diferença entre evan$elismo e discipulado. ao levar pessoas D maturidade. Levando a car$a uns dos outros . . ou com pouco ou muito tempo de i$re%a. 3 chamado para líderes cristãos . Stott. A.Rm ?+F?. KA. $raça.N.*"#o $ '*r7t$r Como vimos na definiç*o.*r Al$uns c#amam de pr!%evangelismo a instruç*o de doutrinas '5sicas da f2 crist*. a 1ual 2 a sa'edoria de Ceus. Acol#endo uns aos outros . o 1ue 2 a í'lia. :or. B.K. este aspecto do o'%etivo ser5 o de implantar no discípulo um car5ter 1ue mais se aproEime da imagem de #esus Cristo .<.S*o &aulo. 0 pr28evan$elismo 2 ao mesmo tempo did5tico como apolo$2tico.Rm ?/F?/<.

<. ARA<. pois o novo convertido desempen#ar5 como nen#um outro a tarefa de trazer pessoas para ouvir a mensa$em de Cristo. &elo contr5rio. deiEando os resultados para Ceus. tin#a paz por toda a :ud2ia. Cr$&'%. Lawrence 0. p.eologia da &ducação Cristã ..? :o ?F. mas teremos convertidos atraídos pela livre $raça de Ceus.. 9uando a i$re%a eEala discípulos.!$ KF?/< Sendo #ospitaleiros uns com os outros . portanto. al2m do resultado positivo 1ue a comun#*o pode produzir no coraç*o do visitante. ser5 tam'2m um forte instrumento de evan$elizaç*o. ?/. Pr$(*ro (*r* o& . e 2 o campo de adestramento para o desenvolvimento dos discípulos.F?A8?><. A mente desocupada 2 produtiva oficina do dia'oV Gen#um minist2rio .Ef BF+@ Cl AF?A<.%n%&t0r%o& no Cor(o $ Cr%&to 0s minist2rios na i$re%a local s*o diversos e tam'2m diversos os dons. Se os $rupos de discipulado estiverem a'ertos a visitantes. . Em nome de Cristo. +M.. no poder do Espírito. A doutrina da predestinaç*o n*o anula a responsa'ilidade da pre$aç*o.!$ KF?/<. 9uantas pessoas se converteram atrav2s da sua evan$elizaç*o3 U triste sa'er 1ue #5 crist*os 1ue nunca levaram nin$u2m a Cristo. ?B. Consolando uns aos outros . pessoas 1ue ser*o tratadas no seu car5ter e transformadas para $l7ria de Ceus. no conforto do Espírito Santo.? Co MF?M<. U comprovado por pes1uisas?A 1ue nos primeiros meses de convers*o o potencial evan$elístico do crist*o 2 muito mais a$uçado.<. Pm minist2rio depende do outro. ?M/M. Ao discipular apresentamos o evan$el#o da salvaç*o aos eleitos de Ceus proporcionando a oportunidade de 1ue o Espírito Santo apli1ue a $raça irresistível.?K/. sendo livre de todos.* !r$'%.<.?A. multiplicaç*o dos discípulos de Cristo. Evan$elizar 2 compartil#ar :esus. na verdade. A Escritura declara 1ue “somos em'aiEadores em nome de Cristo.:o ?FB+<. mas ser5 eficiente somente nos eleitos de Ceus. Confessando pecados uns aos outros . ?K. 5ultiplicaci9n de Discípulos . o Ciscipulado deve visar tam'2m os demais minist2rios dentro da I$re%a. Ap7s terminar a eEposiç*o da doutrina da predestinaç*o em Romanos .Ef BFA+<. Nalil2ia e Samaria. 0rando uns pelos outros . Casa autista de &u'licaciones. AW ed. +.”?+ . A $(to * visão $ D%&'%(!)* o ?+ ?A SaTlon =oore. Somos cooperadores desta maravil#osa o'ra de reconciliaç*o. ?>. a fim de $an#ar o maior n)mero possível” . 6 . fiz8me escravo de todos.S*o &aulo. crescia em n)mero” .capítulos >8M<.0r%'o n*t!r*) Pma i$re%a local saud5vel naturalmente desenvolve e cresce. Su%eitando8se uns aos outros . A i$re%a atual tem $radativamente perdido a noç*o de 1ue cada crist*o 2 um ganhador de almas.<. ?M>?<. Sendo 'eni$nos uns para com os outros . At2 a mesmo a eEpress*o ganhador de almas soa um tanto 1ue estran#o aos nossos ouvidos p7s8modernos. ?. 0 ap7stolo :o*o relata 1ue Andr2 ap7s con#ecer pessoalmente a :esus foi em 'usca de seu irm*o Sim*o e “o levou a :esus” .+ Co KF+.? !s BF?>@ KF??. =as #aver5 tam'2m. como se Ceus eEortasse por nosso interm2dio. 4. Ef BF??8?+ Pr%n'+(%o& (*r* D%&'%(!)* or$& 1. na se1QIncia &aulo comenta so're a necessidade a'soluta de se pre$ar o evan$el#o a todos . SaTlon =oore afirma 1ue “a evan$elizaç*o 2 o meio 1ue proporciona convertidos. evitando a ociosidade e outros pro'lemas conse1Qentes. A $raça 2 suficiente a todos. e. ?M.serviço< 2 superior ao outro.Rm ?. a fim de ocuparem outros lu$ares na I$re%a de :esus.$nto $&(%r%t!*) Esta divis*o se refere principalmente a formaç*o de líderes 1ue estar*o discipulando no futuro. !odos os minist2rios cooperam entre si.$nto n!.?B<. edificando8se e camin#ando no temor do Sen#or. Ric#ards. Lucas narra 1ue “a i$re%a. U 7'vio 1ue 1uem realiza a so'renatural o'ra re$eneradora 2 o Espírito Santo.At MFA?.El &aso. !eremos como um resultado natural um n)mero maior de mem'ros envolvidos na evan$elizaç*o. mas Ceus decidiu c#amar pecadores perdidos atrav2s de pecadores perdoados. ro$amos 1ue vos reconcilieis com Ceus” . p.Ef KFA+<. ela ! a garantia de 1ue a nossa evan$elizaç*o n*o ser5 infrutífera. Ediç6es (ida Gova. eleitos para a $l7ria eterna. A.? &e BFM< !endo comun#*o uns com os outros . Esta eEpress*o 2 uma menç*o D declaraç*o do ap7stolo &aulo 1ue disseF “por1ue. pois. mas era um termo muito comum at2 o fim do s2culo ?M. ent*o inala convertidos. Suportando uns aos outros .

o 1ual poder5 ver na pr5tica o fruto do seu tra'al#o. 0 princípio a ser se$uido a1ui entre discipulador e discípulo 2 o da “identificaç*o”. deve ser lem'rado 1ue a1ueles discipulados ser*o pessoas 1ue. =as deve ser al$u2m 1ue se preocupe em ser fiel D1uilo 1ue 2 'í'lico e lute por isso. eEpressando esse sentimento atrav2s deF aconselhamento. p. 9ue n*o ven#a pelo seu or$ul#o ini'ir o crescimento do discípulo. P=&. <. &ara n7s este fator motivador 2 a verdade 'í'lica so're discipulado confirmada e estimulada pela iluminaç*o do Espírito Santo. 9ual a importXncia disso3 Neor$e arna diz 1ue a vis*o 2 a “força impulsora por tr5s da atividade de um líder ou $rupo de pessoas motivadas. sendo sensível aos pro'lemas e necessidades do discípulo. "á vimos que pessoas auto%suficientes não t:m característica de ovelha. causar5 uma confus*o na mente do discípulo tornando8o um crente inst5vel . U uma força interior 1ue $uia o indivíduo atrav2s de dificuldades imprevistas ou estimula a a$ir 1uando eEausto ou #esitante em dar o pr7Eimo passo rumo a meta a ser alcançada. t$&t$. &or2m.!t +F??8?K<. onde o discipulador dever5 identificar8se com tais pessoas e seus pro'lemas. com conceitos errados e costumes 1ue dever*o ser tra'al#ados atrav2s de um acompan#amento sincero. &ois ele vI nessa vis*o al$o essencial D vida da I$re%a. se ocorrer do respons5vel pela implantaç*o do discipulado vier a desistir do tra'al#o. muitas vezes. 9ue se a$rade em ver o desenvolvimento de seus discípulos.professores. 0 discipulador deve entre$ar o discípulo aos cuidados de todos os recursos da i$re%a. =uitas vezes o discípulo ser5 acometido de desXnimo. deve ter um comportamento pastoral. Se necess5rio encamin#a8la ao pastor da i$re%a. Ceve ser al$u2m 1ue ten#a “sede de Ceus”. este n*o sentir5 se$urança em ser pastoreado. para aprender. m)sica. e aos s7cios da sociedade interna 1ue mais se identifi1ue com ele . Cursos de treinamento comoF visitaç*o #ospitalar. 9uem sa'e ?B Neor$e arna. n*o a'andonar5 a id2ia e nem o tra'al#o. tam'2m ser5 a'sorvido pelo desXnimo do seu discípulo. =at2rias avulsas doutrin5rias . D$6$ &$r $. Cursos de aperfeiçoamento de líderes . P&A<. S*/$r o!6%r 0 discipulador 2 uma pessoa 1ue sa'e dar a oportunidade para 1ue outros falem. oração e outros tipos de a"uda.$nto /+/)%'o> o!tr%n7r%o U imprescindível 1ue o discipulador ten#a tal con#ecimento. . 2 necess5rio 1ue ele este%a envolvido intelectualmente. 4. caso assuma totalmente este minist2rio. na sua vida em primeiro lu$ar. a1uele 1ue tem a vis*o. deve ter um profundo senso de equipe. 3 5ar.Ef2sios B. superintendentes e secret5rios de E C<. Editora :PER&. etc. ?MMA<. n*o falte aos compromissos e s7 desmar1ue em casos totalmente incontorn5veis.(7t%'o 0 discipulador deve ter facilidade para desenvolver um relacionamento pessoal. feridas. pois o discípulo estar5 adentrando a uma denominaç*o confessional. n*o deiEando de confrontar o 1ue est5 errado. . pro'lem5ticas. 0 discipulador-discipulando dever5 estar participando dos cursos oferecidos na i$re%a. 7 . e1uili'rando para n*o tomar uma posiç*o le$alista . pois 2 um minist2rio de formaç*o de vidas. &recisa estar disposto a ter uma amizade sincera com o seu discípulo e tra'al#ar continuamente para esse fim. SAJ. Pma das coisas mais necess5rias para 1ue a i$re%a local evite a paralisia e a rotina 2 ter uma vis*o nitidamente do por1uI e para 1uI ela eEiste.K. vIm para a i$re%a.%&&o A1uele 1ue assume o minist2rio do discipulado deve estar consciente da $rande responsa'ilidade 1ue est5 assumindo. emocionalmente e voluntariamente com a vis*o. Em outras palavras. !ais comoF curso de Catec)menos.(ro. Este compromisso pode ser deleitoso. aos di5conos. 1. mas sim de lo o.CE&AL@ Evan$elismo EEplosivo@ minist2rio infantil@ treinamento p.!n=o Isto envolve muito mais do 1ue ser simplesmente um crente “'onzin#o”.S*o &aulo. Pr$(*ro $ 'on=$'%. e caso o discipulador n*o ten#a determinaç*o e compromisso. &or isso tam'2m.oferecidas em m7dulos na Escola Cominical ou no estudo 'í'lico semanal<.%n*"#o $ 'o. Caso ensine doutrinas 1ue n*o coadunem com todo o corpo doutrin5rio da denominaç*o. D$t$r.P&4.. se necessário. 2.eting na +gre"a . Bo.??8?/<.”?B 9uando se tem a vis*o deste minist2rio.U necess5rio 1ue o discipulador ten#a realmente a'sorvido a vis*o do discipulado e n*o simplesmente concordado com sua efic5cia. Caso o discipulador n*o se identifi1ue com o pro'lema do discípulo. orar e envolver8se. Caso vocI ten#a al$uma d)vida 1uanto al$uma doutrina procure o seu pastor e recorra para pes1uisa ao con#ecimento e 'i'lioteca teol7$ica 1ue ele e a i$re%a tIm. comprometendo assim o o'%etivo do discipulado. Isto deve ser feito com amor. &ortanto.

. .$no& 0 Ciscipulado encamin#a para a classe de Catec)menos. Se o discípulo for analfa'eto3 Leia para ele a liç*o e os versículos 'í'licos. G*o aparente estar ouvindo. G*o permita 1ue o seu desXnimo te conta$ie. Se caso vocI desco'rir 1ue al$um dos seus parentes. Somente n*o #aver5 a necessidade de se completar a liç*o podendo ser usada apenas a revista do discipulador.ouvir. 0s livros s*o importantes para mim 1uando 1uero aprender. < Nosto de conversar com al$u2m 1ue con#ece so're o assunto 1ue me interessa. e aprender a ler. ol#ar e me envolver com coisas pr5ticas. CC ou vídeos educativos. Se os fil#os atrapal#arem. D%&'%(!)* o $ no6o& 'on6$rt% o& U necess5rio discipular os novos convertidos para acelerar o processo de maturidade e firmeza na f2. Evite este trIs errosF ?. ou con#ecidos tem o interesse de estudar a í'lia n*o perca a oportunidade de oferecer o Ciscipulado. as suas repetidas visitas a i$re%a demonstra um certo interesse. ele levaria muito tempo. Con#eça a capacidade de assimilaç*o do seu aprendiz. Converse com ele talvez se%a mel#or esperar um tempo oportuno. Estes dois pro'lemas s*o solucionados atrav2s do Ciscipulado. se for dese%o sincero do aluno. Se 1uiser estudar tudo de uma vez3 0 princípio a ser se$uido 2 1ue ele aprenda. e isto n*o vier a causar mais males do 1ue 'em. Int$r$&&* o& (*r* o '!r&o $ C*t$'C. +. Se al$u2m de sua família for contra ao estudo 'í'lico3 !en#a em tudo a pr5tica da paciIncia e sa'edoria. G*o i$nore o 1ue est5 sendo falado. tam'2m o tem com a sua I$re%a. ?. 1. ou por n*o encontrarem acol#ida na comun#*o na i$re%a de ori$em. &rovavelmente esta pessoa aceitar5 o curso. como se fosse o dono da verdade. 4. =as incentive o discípulo a estudar. mas n*o o seu fim. < Eu leio muito. pois.<. Neralmente os novos convertidos saem para outras denominaç6es por causa da confus*o doutrin5ria 1ue sofrem. ou para servir em outro departamento dentro da i$re%a. . < Eu aprendo ao fazer. < Eu n*o ten#o um padr*o definido de aprendiza$em. desli$ando8se mentalmente da conversa. Se o discípulo se mostrar desinteressado3 G*o desista facilmente dele. sem “ouvir” os sentimentos 1ue est*o por tr5s delas. sa'er5 1ue deve fazer o discípulo pensar e n*o dar respostas prontas. A classe de Catec)menos deve ser vista como uma se1QIncia natural do Ciscipulado. 2.* $ D%&'%(!)* o * %9r$8* Ap7s o t2rmino do Curso do Discipulado e o Catecúmenos o indivíduo estar5 pronto para preparar e discipular outros. &$r7 %&'%(!)* oA 1. Int$9r*"#o no (ro9r*. B!$. por serem pe1uenos3 8 .=t +>F?M8+. Co. 0vel#a $era ovel#aV S%t!*"D$& $)%'* *& no %&'%(!)* o Al$umas per$untas devem ser levantadas por serem circunstXncias possíveis de acontecerem. . G*o $osto de ler. devemos conscientizar o novo convertido de sua necessidade de assumir um compromisso completo. 0u. 0 discípulo precisa aprender 1ue ele iniciou a aprender. ent*o dI continuidade aos estudos. A evan$elizaç*o n*o 2 al$o 1ue deve ser feita somente com a1ueles 1ue vem D i$re%aV 0 mandamento do Sen#or :esus 2 “indo por todo mundo” . para 1ue ten#a o privil2$io de ler a &alavra de Ceus. e ao certificarmos de 1ue o aluno realmente fez seu compromisso de salvaç*o com Cristo. A1uele 1ue tem compromisso com Cristo. ami$os. . 0 Ciscipulado tem se mostrado eficaz em integrar e vacinar os novos convertidos contra os famosos “pescadores de a1u5rio”. G*o ouça as palavras.o 6o'@ *(r$n $A . provavelmente. A eEperiIncia tem nos mostrado 1ue al$uns levam anos para estarem prontos para a evan$elizaç*o sem o discipulado. D%&'%(!)* o $ 6%&%t*nt$& 'ont+n!o& Cevemos aproveitar as oportunidades e oferecer o Curso de Discipulado D1ueles 1ue est*o visitando a nossa i$re%a com certa fre1QIncia. Go processo de aprendiza$em. “Eu aprendi para ensinar”. < Raramente leio. < Jre1Qentemente ouço fitas. Se esper5ssemos 1ue este novo convertido aprendesse so're a vida crist*. apenas vindo D i$re%a nos cultos. A.

comprometa8se em responder8l#e no pr7Eimo estudoV E corre atr5s do pastor. ou de al$umas crenças .<. < 8azão da -ossa =!. a liç*o 'í'lica propriamente dita e os conceitos transmitidos. Cesafie o aluno. sendo este a força educacional mais poderosa com 1ue a Educaç*o Crist* pode recorrer. =esmo 1ue o discípulo ten#a disponi'ilidade de tempo.eologia do 5inist!rio 0essoal . e mau #umor transmitem muitas mensa$ens ne$ativas 1ue poder*o pre%udicar o Ciscipulado.*n*%& Estes encontros devem ser num dia e #ora 1ue se%am pr7prios tanto para o discipulador como para o $rupo de discipulado. n*o ten#a pressa de terminar. Sou pecador a. Crer e confiar s7 no perd*o de Cristo c. Lawrence 0. a fazer um compromisso com o Sen#or :esus. !odavia. En'ontro& &$. O M0to o o D%&'%(!)* o 0 m2todo 2 a forma como desenvolveremos na pr5tica o discipulado. ou material de apoio os se$uintes livrosF ?. ter5 um car5ter formal e informal. Ediç6es (ida Gova. n*o se deve passar de uma per$unta para a outra at2 1ue se certifi1ue 1ue o aluno compreendeu 'em o assunto e o teEto 'í'lico. =in#as virtudes-'oas o'ras s*o insuficientes '. +. a um pe1ueno $rupo. . !estemun#a de :eov5. 9ue mensa$em vocI ac#a 1ue ele est5 passando atrav2s do currículo oculto3 Cuidado com a sua aparIncia pessoalV Roupa indecente. K. prossi$a a liç*o se1Qencialmente. &le precisa fazer a. 9uanto a revista. Arrepender dos seus pecados '. &or m2todo informal entendemos o 1ue 2 c#amado currículo oculto.Se ele for adepto de al$uma reli$i*o. &recisamos ter consciIncia de como estamos ensinando. Ric#ards. EEemploF Supon#amos 1ue um pastor est5 ensinando so're relacionamento entre irm*os.eologia Concisa. p. &ac"er. B. A. portanto. =as ao mesmo tempo. Nr5ficos. .S*o &aulo. em toda oportunidade. &reciso con#ecer mais de :esus c. se #ouver uma distXncia temporal muito $rande. A liç*o anterior deve estar fresca o suficiente para fazer a ponte com a liç*o 1ue ser5 estudada. arreiras. ou prefere manter uma lin$ua$em met7dica e formal. A pessoa n*o est5 divorciada de sua mensa$em. :. pode acontecer 1ue o discípulo n*o consi$a fazer a li$aç*o de um assunto com o outro. e est5 falando so're a necessidade de n*o termos 'arreiras 1ue nos afastem. Jazer8se mem'ro da i$re%a B!*nto *o . n*o eEerça a sua “ac#olo$ia”. 9 . I$re%a (7Rosa.cat7lico. ou indiretamente a al$uma doutrina de sua crença mostre a incoerIncia entre a afirmaç*o 'í'lica e a sua reli$i*o. As liç6es s*o se1Qenciais. etc. por1ue nem sempre o tema 1ue ser5 discutido no dia atender5 a necessidade dos discípulos na1uele momento . 0'serve a'aiEo como 2 simples evitar id2ias erradas e encamin#58lo a salvaç*oF ?<&le precisa reconhecer +. Cronolo$ias e Ilustraç6es. en1uanto os outros est*o sentados. am'os devem ter a mesma vers*o da í'lia para se evitar a confus*o de diver$Incia de traduç6es. dentro de uma pe1uena sala. ou apostila usada. 1.*t$r%*) $ $&t! o Se possível. A í'lia de Estudo de Nene'ra. espírita. se ele fizer al$uma per$unta 1ue vocI n*o sai'a responder. Apenas su$erimos 1ue os discipuladores possuam como recurso. se o teEto 'í'lico fizer menç*o direta. Ad*o Carlos Gascimento. ?M>. Se$undo. 0 reve Catecismo de Sestminster. tam'2m advindos da í'lia.<3 &rimeiro. diferenças de dons. pois devemos ter sensi'ilidade e fleEi'ilidade nestas diretrizes. Como Estudar e Compreender a í'lia !oda R =apas.I.?K/. &referencialmente deve8se limitar a estudar uma liç*o por vez. devemos lem'rar 1ue elas n*o s*o en$essadas. 0 teEto-livreto usado para o estudo ser5 definido pelo Consel#o-pastor da i$re%a. !erceiro. ?K Lawrence 0. 0 m2todo formal 2 o ensino o'%etivo. #i$iene. etc. Ric#ards define currículo oculto como 'todos os elementos de qualquer situação de relacionamento entre crentes que ap9iam ou ini em o processo de transformação)?K &or isso 2 muito importante como discipuladores e discípulos atentarmos para o nosso testemun#o inte$ral diante do discípulo 'pois as nossas atitudes podem falar mais alto do que nossas palavras). Apresentaremos a$ora al$umas diretrizes pr5ticas a respeito dos encontros de discipulado. prefere falar atr5s de um p)lpito. como #ierar1uias.

mas apenas usando o referencial do nosso Sen#or.Ef B. Lo'*) Ceve ser um local cOmodo onde #a%a li'erdade de eEpress*o. o tra'al#o eclesi5stico se at2m a um pe1ueno $rupo de líderes. Al2m de aprimorar a vis*o do tra'al#o em e1uipe. 2 necess5rio 1ue o m5Eimo se%a de doze discípulos. onde poder5 desenvolver8se um maior vínculo de intimidade entre o discípulo e o discipulador. e outros novos convertidos vir*o como conse1QIncia dessa maturidade. pois se sentir5 incapaz de orar como o seu discipulador. e a convicç*o de 1ue nunca desenvolveremos relacionamentos em um $rup*o. !udo o 1ue 2 'í'lico 2 ade1uado. por isso. Caso n*o se%a possível. #oras. Coordenar o minist2rio de discipulado como metas dos outros minist2rios e departamentos da i$re%a. a sua manutenç*o e continuidade depende da1ueles 1ue est*o en$a%ados neste serviço. e se en$a%ar*o no pro$rama como discipuladores. Al2m do mais. o'servando sempre o fator de faiEa et5ria.*n=o o Er!(o Ceve ser pe1ueno. 0 discípulo n*o pode ser intimidado a eEpor as suas conclus6es. =omento para testemun#o. 0 pastor coordenando os $rupos de formaç*o de líderes estar5 mais livre para pastorear o re'an#o. Indispensavelmente a liderança da igre"a deve estar preparada para equipar os santos . oportunidade para o discípulo apresentar possíveis pro'lemas e momento para eEercer pastoreio. Con')!&#o (imos nesse pro$rama 1ue os princípios transmitidos aos discipuladores s*o tam'2m apresentados aos novos convertidos. caso necess5rio mar1ue outro #or5rio para conversar individualmente a respeito do pro'lema. e entre os participantes do $rupo. Aperfeiçoar continuamente o material de estudo do discipulado. evitando possíveis constran$imentos. podendo c#e$ar ao m5Eimo de ?FA. tam'2m poder5 ser uma dupla de %ovens. Ceve8se neste ponto lem'rar sempre da definiç*o e do o'%etivo do discipulado. Supervisionar o tra'al#o de todos os $rupos de discipulado. 1ual1uer 1ue se%am as liç6es. 0 pe1ueno $rupo propicia um am'iente onde o 'instruir%vos e admoestai%vos mutuamente) .* o $n'ontro o D%&'%(!)* o 0 pro$rama poder5 ter duraç*o de ? #ora. onde at2 ent*o. posteriormente. corri$indo os desvios. para 1ue as liç6es se a%ustem a este prop7sito.(o: 0 discipulador dever5 aprender a distri'uir de maneira proveitosa cada parte do pro$rama do encontro. Em primeiro lu$ar teremos um $rupo de discipuladores formados. o primeiro $rupo de novos convertidos formados depois destes. procurar ser o mais a'ran$ente possível no lin$ua%ar usado. podendo em reuni6es peri7dicas com os discipuladores. caso perce'a 1ue al$um discípulo est5 enfrentando al$um pro'lema. A. ser informado a respeito das ovel#as 1ue carecem de um cuidado mais específico. 0s pastores n*o s*o permanentes numa i$re%a local. 1.Cl A. o'servando o tra'al#o do outro. podendo fazer críticas e dando id2ias 1ue possam mel#orar este tra'al#o. D%&tr%/!%"#o o t$. =anter clara a vis*o do minist2rio. mas. Caso #a%a mais de um.casados< 1uando possível. U importante lem'rar 1ue o alvo n*o 2 apenas a multiplicaç*o de convers6es. K. favorecendo a se1QIncia do pro$rama de Ciscipulado. %5 ser*o discipulados dentro desta vis*o. mas os minist2rios o s*o. evitando com isso um futuro constran$imento 1uando c#e$ar o momento do discípulo orar. 10 . caso ten#a um n)mero reduzido de líderes discipuladores. +. 1ue principalmente da maturidade e crescimento dos crist*os convertidos. 2*. Pr$&$r6*n o o . 0s discipuladores devem se$uir as se$uintes su$est6es para 1ue o minist2rio n*o se torne eEtintoF ?.2. 1ue provavelmente n*o foram discipulados. &eriodicamente desafiar novos discipuladores. Pro9r*. ou afinidade entre discipulador e discípulo.?/<. 0s discipuladores de preferIncia devem ser um casal .??8?A<. Co. por2m. fazer aplicaç*o D vida pessoal ou do $rupo. por2m. Constar5 deF Or*"#o: Go caso de discipulado para novos convertidos. dever5 or$anizar o tempo para 1ue possa dedicar maior atenç*o D1uele discípulo. um. n*o como um n)mero místico ou ca'alístico. U tempo de repensarmos a forma da i$re%a.(*rt%)=*r: Ciscutir a liç*o. Se possível o encontro deve ocorrer na casa dele. por2m. 0 discipulado 2 um dever de cada crist*o. sempre #aver5. B. (imos 1ue em cada encontro ser5 um instrumento de formaç*o e transformaç*o. 0 fato de serem duplas favorecer5 a visita ou o discipulado a mul#eres ou famílias.%n%&t0r%o $ D%&'%(!)* o 0 minist2rio de Ciscipulado n*o pode estar vinculado a al$um pastor. 4. deve8se o'servar com atenç*o se nen#um discípulo est5 ficando de fora da conversa. L%"#o: 0 estudo 'í'lico indutivo se$uido pela revista do aluno. deve8se ter o cuidado de sempre pensar em termos pr5ticos.

&rovavelmente vocI ouvir5 ar$umentos do tipo “a#V papel aceita 1ual1uer coisaV”. estando sempre preparados para responder a todo a1uele 1ue vos pedir raz*o da esperança 1ue #5 em v7s” .<. ?.. Co. clara. Começaremos a nossa %ornada de estudos analisando primeiramente o 1ue 2 a í'lia. M 11 . para mel#or preservaç*o e propa$aç*o da verdade. insuficiente.tudies in . suficiente e inspirada &alavra de Ceus. em vosso coraç*o.? &e AF?K<. sendo ela a nossa )nica fonte e re$ra de f2 e pr5tica. ?/ Lorraine oettner. a sa'edoria e o poder de Ceus. a nossa f2 ser5 vazia de si$nificado tornando o nosso Cristianismo numa reli$i*o confusaV Estaremos 'aseando a nossa convicç*o a respeito da í'lia so're cinco declaraç6es 1ue caracterizam a í'lia como sendo a 0alavra de Deus. &ara isso 2 necess5rio sa'ermos o 1ue 2 a í'lia. . em diversos tempos e diferentes modos. como Sen#or.. dizendo 1ue “a resposta 1ue dermos D per$unta Yo 1ue 2 CristianismoZ3 depender5 amplamente do conceito 1ue sustentarmos da Escritura”. Gossa fonte de con#ecimento 2 a &alavra de Ceus. :5 1ue eles . D$f%n%"#o * o!tr%n*: a Escritura Sa$rada 2 a inerrante. Conf%&&#o $ :0 $ F$&t.1 Ainda 1ue a luz da natureza e as o'ras da criaç*o e da providIncia de tal modo manifestem a 'ondade.%n&t$r I. ele n*o nos servir5 para nada. revelar8se e declarar D sua I$re%a a1uela sua vontade@ e depois.oda a &scritura ! inspirada por Deus e útil para o ensino. A í'lia 2 nossa )nica fonte e re$ra de f2 e pr5tica. A liderança deve preparar os crentes para 1ue cumpram este minist2rio de Ciscipulado. c#eio de erros. foi i$ualmente servido fazI8la escrever toda. sem inspiraç*o.a liderança< n*o possuem todos os dons necess5rios para 1ue o corpo cumpra as suas funç6es.0 pastor e os demais líderes das i$re%as devem e1uipar o povo de Ceus.&#iladelp#ia. tendo cessado a1ueles anti$os modos de revelar Ceus a sua vontade ao seu povo. para a repreensão.heolog> . para a educação na "ustiça. ou. U indispens5vel termos convicç*o do 1ue estaremos aprendendo. !#e &res'Tterian and Reformed &u'l. ent*o. Isto torna indispens5vel a Escritura Sa$rada. e 1ual a Sua vontade para todo ser #umano. Gecessitamos ter convicç*o so're 1ual fundamento estamos crendo e estaremos ensinando.+ !m AF?/8?. a fim de que o homem de Deus se"a perfeito e perfeitamente ha ilitado para toda oa o ra . contudo n*o s*o suficientes para dar a1uele con#ecimento de Ceus e da sua vontade necess5rio para a salvaç*o@ por isso foi o Sen#or servido. Lorraine oettner nos adverte. para a correção.o * o!tr%n* * E&'r%t!r* S*9r* * . 1ue os #omens ficam inescus5veis. ?M/. Ela 2 o nosso o'%eto de estudo para con#ecermos verdadeiramente 1uem 2 o nosso Ceus. ARA<. e impossível de ser entendido. 1< Se aceitarmos 1ue a í'lia 2 um mero livro de reli$i*o. A(@n %'$ 1 U. para o mais se$uro esta'elecimento e conforto da I$re%a contra a corrupç*o da carne e malícia de Satan5s e do mundo. Atrav2s dela o Sen#or se d5 a con#ecer de um modo especial. “por1uI a í'lia 2 sua )nica re$ra de f23” 0 ap7stolo &edro nos ordena “santificai a Cristo. r$&!. p.

inclusive. =esmo #avendo na í'lia a diversidade liter5ria. Nreat Commission &u'lications. isto n*o anula 1ue ela ten#a fonte numa )nica mente. processo #umano. em seus escritos inspirados perce'emos. e os defeitos de seus #5'itos de pensar e de seu estilo s*o t*o 7'vios em seus escritos como o s*o outras 1uais1uer de suas características pessoais. &!*& $')*r*"D$& &o/r$ * &*)6*"#o $ &*nt%f%'*"#o A essIncia da revelaç*o 'í'lica 2 acessível ao #omem independentemente do seu nível cultural .Sl ?MF. A diferença n*o 2 a falta de evidIncias . A A A A í'lia 2 plenamente inspirada pelo Espírito Santo. A B+/)%* 0 no&&* Cn%'* font$ $ r$9r* $ f0 $ (r7t%'* Somente a Escritura Sa$rada 2 autoridade a'soluta. mais ou menos l7$ico. p.?<. Somente a Escritura Sa$rada re$e as min#as decis6es. Suas emoç6es e ima$inaç6es eEercitam8se espontaneamente e manifestam8se como co8fator nas suas composiç6es. G*o 2 re1uisito necess5rio ser formado em teolo$ia para se interpretar a í'lia.tudies in .+ &e ?F?M8+?@ Rm ??FAA8A/<. ?> Calvin HnoE Cummin$s. no momento do re$istro da revelaç*o.:o*o +. A. e o processo de composiç*o 1ue l#es deu ori$em era.. mas escreveu atrav2s deles . num conteEto #ist7rico real. A diferença 2 1ue para al$uns n*o foi dado o Espírito Santo para capacit58los ver a verdade da evidIncia 'í'lica. 1. &s oços de . Livre eEame D interpretaç*o das ?. anulando a sua li'erdade. mas afetou or$anicamente o seu autor. 4od$e. nem mesmo rece'er uma ordenaç*o oficial para isto. 0s escritores de todos os livros eram #omens. 1ue eles foram influenciados pelo condicionamento situacional em 1ue estavam vivendo.+. A B+/)%* 0 ()$n*.+ &e ?F?/8+?<.Suwanee.B<. K. de pensar. estendeu8se n*o somente aos seus pensamentos $erais. Recol#e o seu material de todas as fontes 1ue l#e s*o acessíveis R da eEperiIncia e o'servaç6es pessoais. isto n*o si$nifica 1ue cada um 2 livre para interpret58la do modo 1ue l#e for mais conveniente. 0 Espírito de Ceus n*o inspirou os autores como se fossem m51uinas. &ES. p. caracteristicamente. para destinat5rios e prop7sitos definidos. Cummin$s o'serva 1ue como pode al$u2m ler as reivindicaç6es da Escritura como sendo a &alavra de Ceus e estudar a evidIncia de tais reclames. +. Somente na Escritura Sa$rada encontro a verdadeira sa'edoria. de anti$os documentos e de testemun#o contemporXneo. e 1ue o Espírito Santo se%a o seu autor prim5rio . lin$Qística. Cada autor viveu numa situaç*o social específica.heolog>. Escreveram impelidos por impulsos #umanos. com e atrav!s de sua personalidade. mas a$iu em.. 12 . S*o espiritualmente mortos@ n*o podem ouvir a voz de Ceus falando em todos os limites.eologia . todavia. conferindo8l#es uma revelaç*o autorizada de Ceus. de um modo em tudo semel#ante ao efeito 1ue o car5ter de 1uais1uer outros escritores produz nas suas o'ras. Confessing Christ . Arran%a seu material com referIncia ao fim especial 1ue tem em vista@ e de princípios e fatos tira inferIncias se$undo o seu pr7prio modo. Go ato da inspiraç*o o Espírito n*o anulou o escritor. Somente a Escritura Sa$rada determina os meus relacionamentos.. e estilo pr7prio de cada autor. . í'lia 2 clara em suas declaraç6es so're salvaç*o e santificaç*o@ í'lia 2 inerrante em todas as suas afirmaç6es. mas tam'2m a todas as palavras 1ue eles usaram. Cada um deles enEer$a o seu assunto do seu ponto de vista individual. em ocasi6es especiais e com fins determinados.<. ?? ?M A. M.FA. 0 Cr. A B+/)%* 0 ')*r* $. responsa'ilidade e capacidades mentais.A. B. somente para re%eitar a í'lia como inspirada por Ceus3 0utros lIem e crIem com uma convicç*o ina'al5vel 1ue a í'lia 2 a inspirada &alavra de Ceus.1? 2. Psam a lin$ua$em e os modismos pr7prios da sua naç*o e classe social. foi de fato o 1ue Ceus disse. As características pessoais do modo de pensar e sentir dos escritores operaram espontaneamente na sua atividade liter5ria e imprimiram car5ter distinto em seus escritos. Ent*o. por 1ue muitas pessoas n*o se su'metem a esta autoridade3 Calvin H. !odos devem ter livre acesso ao seu estudo e interpretaç*o. 0s escritores foram os instrumentos de Ceus no sentido de 1ue a1uilo 1ue eles disseram. í'lia 2 suficiente para nos ensinar tudo em mat2ria de f2. Lorraine oettner. !odavia. escrevendo com preocupaç6es particulares. a &alavra de Ceus. As limitaç6es de seu con#ecimento pessoal e de seu estado mental em $eral. Eles s*o espiritualmente o'scurecidos e pre%udicados@ n*o podem ver a verdade. 4od$e descreve como a inspiraç*o ocorreu so're os autores.@ Lucas ?/FA?<. de modo 1ue os pensamentos 1ue Ceus dese%ou revelar8nos foram conduzidos com infalível eEatid*o.$nt$ %n&(%r* * ($)o E&(+r%to S*nto Cremos 1ue a Escritura Sa$rada 2 plenamente inspirada. mas cada palavra ori$inal 1ue os autores usaram.@ Sl ??MF?A.S*o &aulo. 18 Isto si$nifica 1ue o Espírito Santo eEerceu so'eranamente uma influIncia suficiente e completa estendendo8se a todas as partes das Escrituras. G*o foram inspirados apenas os seus pensamentos. Somente a Escritura Sa$rada define min#as convicç6es doutrin5rias. =as por1ue a í'lia tem toda esta autoridade3 A resposta 2 simplesF ela 2 a &alavra inspirada por Ceus. Esta inspiraç*o se estende n*o somente ao teEto. elas s*o no sentido estrito. ?/. de modo 1ue as revelaç6es vieram a n7s por interm2dio da mente e da vontade de #omens. A. +.A. Somente a Escritura Sa$rada molda o meu comportamento. p. 19 1. Esta influIncia do Espírito Santo 1ue envolveu os escritores sacros.

mesmo 1uando trata de assuntos 2ticos. ap7s a +.ola . Dogmatic .e at2 al$uns pastores< afirmam 1ue a Escritura Sa$rada tam'2m cont2m erros.<.. mas ela somente ter5 certeza a'soluta do seu dever pessoal de o'edecer D &alavra de Ceus se for iluminada pelo Espírito Santo .. e perderia toda a sua autoridade.S*o &aulo. nada mais acrescentaremos . ?M>. +. Nrifos meus. +A citado por S. e 1ue eles foram preservados livres de todo erro. . ent*o Ceus n*o poderia condenar os pecadores 1ue ouvem a sua &alavra. +. mas durante toda a sua vida.eologia .criptura .!.?/+A8?/. todavia. ?MM><.Sl ?+F/<3 Ceus mentiu. ela n*o est5 ne$ando uma capacidade do n*o convertido de entender os assuntos naturais e 2ticos de 1ue a í'lia fala. fazendo com 1ue os seus escritos fossem plenamente autInticos e divinos.Gas#ville. !odavia. ?A.@ !t ?F+@ 4' /F?><3 Go mínimo.<. p. . livros do Govo !estamento. a &alavra de Ceus 2 a revelaç*o da vontade de Ceus.FK@ :o ?BFAK@ ? !s +F?A<. Ed.CJS I.eologia . 0 n)mero de livros 1ue o nosso Sen#or dese%ou dar8nos 2 somente este. Ceus so'eranamente n*o poderia livrar os seus a$entes escritores de errarem3 Como poderíamos aceitar a autoridade da í'lia. Cultura Crist*. +.S*o &aulo. . o real si$nificado de uma passa$em 'í'lica .@ ? :o BF?@ Ap ++F?><.. mas ela cont2m a #ist7ria da raça #umana.<.S*o &aulo. Ed.F?.?<.S*o &aulo. p. 0 fato.agradas citado no ApIndice de SaTne Nrudem. p. al$uns incr2dulos . envolvendo tanto os pensamentos. $eo$r5fico.$nto 'o. ou científico. to *& *& &!*& *f%r. (ida Gova.<. viva de modo a$rad5vel a Ceus.B 13 .+.istemática . +? &aulo An$lada. movidos pelo Espírito Santo. servindo e adorando80 aceitavelmente . Ser5 1ue por mais ímpia 1ue se%a a pessoa ela pode ale$ar incapacidade de entender a lei de Ceus3 Se a &alavra de Ceus fosse a'solutamente o'scura.N. +?. p.criptura < Doutrina 8eformada das &scrituras. n*o si$nifica 1ue os outros dos seus escritos tam'2m se%am inspirados.+ !m AF?/8?.F?8?.>< o'servou 1ue “os escritores sacros foram movidos e inspirados pelo Espírito Santo.. &or eEemplo. inspirada por um Ceus verdadeiro. estas pessoas ao ne$arem a inerrXncia das Escrituras est*o fazendo da mente #umana um padr*o de verdade mais elevado do 1ue a pr7pria &alavra de Ceus. Psemos de eEemplo os “dez mandamentos” .Ap ++F?>8?M<. o n*o convertido 2 capaz de entendI8los.Escrituras si$nifica 1ue 1ual1uer pessoa pode verificar. n*o deve ser eEi$ido de pessoa al$uma 1ue se%a crido como arti$o de J2 ou %ul$ado como eEi$ido ou necess5rio para a salvaç*o. ou errou em al$uma de suas informaç6es3 Seria a per$unta mais sensata a se fazer. vol. 1ue ale$a ser a verdade. 0 1ue encontramos na í'lia s*o “aparentes contradiç6es”. 0s reformadores criam firmemente nela. +B AM Arti$os de J2 da Reli$i*o An$licana. &aulo escreveu ?A dos +. n*o si$nifica 1ue ela n*o se%a real.22 !udo o 1ue 2 necess5rio para a salvaç*o e uma vida de o'ediIncia 2 inteli$ível para 1ual1uer pessoa. nem por ela se pode provar. A B+/)%* 0 %n$rr*nt$ $. de 1ue n*o consi$a entender uma verdade. p.+<. ela seria al$o n*o confi5vel.*"D$& &or ter sido escrita por #omens su%eitos aos e1uívocos. A B+/)%* 0 &!f%'%$nt$ (*r* n!tr%r o no&&o r$)*'%on*.” 21 Se a í'lia contIm al$um erro #ist7rico. . 1ue podem ser coerentemente #armonizadas com uma interpretaç*o cuidadosa . =as. Editora 0s &uritanos. pois n*o poderíamos c#am58la de &alavra de CeusV =as a Escritura autentica a si mesma como inerrante . !#omas Gelson &u'lis#ers.criptura < Doutrina 8eformada das &scrituras . ++ :o#n =acArt#ur. 0s ?@ artigos de =! da 8eligião <nglicana eEprime este tema de forma mui precisa ao declarar 1ue “as Escrituras Sa$radas contIm todas as coisas necess5rias para a salvaç*o@ de modo 1ue tudo o 1ue nela n*o se lI. =esmo se os ar1ue7lo$os encontrassem uma outra epístola do ap7stolo &aulo n*o a aceitaríamos como parte da &alavra de Ceus. .ola .Gm +AF?M@ + Sm .. e 1ue ama a verdade.heolog> . ten#o 1ue considerar a limitaç*o do meu con#ecimento e a fali'ilidade de min#a mente em pensar corretamente. por2m. !odos os #omens precisam da direç*o do Espírito Santo para o correto entendimento e o'tenç*o da verdadeira f2. como poderemos ter certeza de 1ue n*o ter5 erros morais . >/. elas s*o suficientemente claras para serem compreendidas mesmo por a1ueles 1ue tiveram pouca formaç*o escolar.istemática . :r. se a sua &alavra estivesse c#eia de erros .. S#edd.? Co +F?B'<. por1ue se discernem espiritualmente” . MMM +K &aulo An$lada. . como a lin$ua$em.. 2. ensinar a verdade. A doutrina da inerrXncia n*o 2 recente como al$uns pensam.. p. Pm anti$o te7lo$o c#amado Jrancis !urrentin . Afirma8se. C#arles 4od$e. U verdade 1ue elas re1uerem estudo cuidadoso. 4a$nos.:s +AF?B@ Sl ?+F/@ &v A. . usando responsavelmente as re$ras corretas da #ermenIutica. D$!&. 20 G*o se ne$a 1ue as Escrituras conten#am muitas coisas de difícil entendimento.”24 Ga í'lia o #omem encontra tudo o 1ue precisa sa'er e tudo o 1ue necessita fazer a fim de 1ue ven#a a ser salvo. Ed. . A í'lia 2 completa em seus // livros.4' /F?>@ :o ?. pois eles poderiam ale$ar 1ue nada entendemV A Escritura tem em si mesma uma clareza 1ue $arante a inteli$i'ilidade da sua mensa$em. 21 !oda verdade necess5ria para a nossa salvaç*o e vida espiritual 2 ensinada tanto eEplícita como implicitamente na Escritura.ola . 9uando a Escritura fala 1ue o #omem natural “n*o pode entendI8las. ou afirmaç6es incompreendidas. 1ue em todas as coisas necess5rias D salvaç*o. a descriç*o $eo$r5fica de lu$ares específicos e muitos outros assuntos.. 2 inspirado. 0 1ue os autores escreveram. ?. arti$o (I so're <s &scrituras .<.F?. &or eEemplo.F+>@ :o ?. 4.EE +.? !s +F?A@ ? &e ?F++8+K<. a narraç*o de culturas de povos anti$os.

em reaç*o a esta postura protestante. por uma e1uipe de aproEimadamente . Catecismo da +gre"a Cat9lica. ?MM.C.&. como se cont2m na vel#a ediç*o (ul$ata.L[[< 2 a traduç*o $re$a do Anti$o !estamento feita entre +.C. +> 4erminsten =.B-?KB/ no Decreto Concernente 4s &scrituras Can2nicas o clero romano decidiu 1ueF Se al$u2m n*o rece'er como sa$rados e canOnicos os livros do Anti$o e do Govo !estamento. Somente a í'lia 2 a nossa )nica fonte e re$ra de f2 e pr5tica e n*o novas profecias . <.$nto L%6ro& * L$% NInesis L%6ro& J%&t3r%'o& :osu2 :uízes Rute ? Samuel + Samuel ? Reis L%6ro& Po0t%'o& :7 Prof$t*& M*%or$& Isaías Prof$t*& M$nor$& 0s2ias :oel Am7s 0'adias :onas =i1u2ias \Eodo Levítico +/ +. O 'Inon *& E&'r%t!r*& 0 cXnon 2 a coleç*o de livros recon#ecidamente inspirados e autorizados por Ceus. G*o podemos acrescentar nada D í'lia ..convers*o. Confiss*o de J2 de Sestminster I. A B+/)%* GC*t3)%'*H 0 %f$r$nt$ * B+/)%* GProt$&t*nt$HA A resposta 2 um “sim” e um “n*o”. p. 1ue circulavam entre os %udeus.. portanto.A. :udite. n*o fazem parte do cXnon da Escritura@ e. Ed.. Assim. +M A Septua$inta . n*o si$nifica 1ue a inspiraç*o estava inerente D sua pessoa de tal modo. n*o s*o de nen#uma autoridade na I$re%a de Ceus..C. Sim. II.!o'ias. Em outras palavras a *ulgata Aatina 2 uma traduç*o de outra traduç*o e n*o do ori$inal. livros<. a. A. ?M/ e +?A. mas isto. se%a an5tema.somente a Escritura< como )nica re$ra de J2. 2?At2 a Reforma do s2culo [(I o con%unto de livros da í'lia era aceito como sendo de apenas // livros. Como #erdeiros da Reforma a nossa convicç*o encontra8se eEpressa na Confiss*o de J2 de Sestminster da se$uinte formaF 0s livros comumente c#amados ap7crifos. &or 1ue eEistem tantas í'lias diferentes3 Seria mais correto per$untarmos “por1ue eEistem tantas traduç6es diferentes3” G*o eEistem í'lias diferentes.2< ou al$umas falassem coisas 1ue contradizem as demaisV 0 1ue ocorre 2 1ue as Sociedades í'licas. A.. Em'ora a traduç*o foi realizada D partir do teEto #e'raico. ?MM><. A primeira diferença 2 1uanto D sua traduç*o 1ue difere tanto das vers6es evan$2licas. ? e + =aca'eus.<. cap.os // livros<. d.< recon#ecer al$uns livros como inspirados al2m dos // aceitos.<. n*o sendo de inspiraç*o divina.C. Ent*o. a partir da Septua$inta 29 e n*o do teEto #e'raico ori$inal. < +nspiração e +nerrBncia das &scrituras Cma 0erspectiva 8eformada . A *ulgata Aatina 2 uma traduç*o em latim da í'lia feita em A>+8A>A d.ve%a so're teoria de lin$Qística<. Rece'emos somente estes como sendo a &alavra de Ceus. na BW sess*o de .Ct BF+@ ?+FA+@ &v A. Gorman Neisler ] Silliam GiE. e ape$ando8se ao n)mero de livros do Anti$o !estamento #e'raico .S*o &aulo. somente foi preservado por causa de sua inspiraç*o. A se$unda diferença 2 1ue as “ í'lias Cat7licas” possuem .8B+. =as. 1ue se dedicam D traduç*o deste t*o precioso livro. ela endossou todos os livros ap7crifos 1ue esta traduç*o contin#a. foram acrescentados v5rios outros livros reli$iosos e escritos em $re$o. 14 . nem de modo al$um podem ser aprovados nem utilizados sen*o como escritos #umanos. A classificaç*o 2 como se$ue a'aiEoF O Ant%9o 2$&t*. %udeus. certamente 1ue escreveu muito mais do 1ue apenas estas epístolas.>-. Eclesi5stico. pois #5 de fato pelo menos duas diferenças 1ue podem ser claramente o'servadas.leia todo o Sl ??M<. 0s protestantes começaram a declarar sola . livros a mais . 28 Esta decis*o da I$re%a Cat7lica Romana implicou 1ue ao adotar a *ulgata Aatina como teEto padr*o oficial. Cultura Crist*.S*o &aulo. 1ue sempre escrevia inspirado. e conscientemente os condenar. como se al$umas fossem mais completas do 1ue outras. Salmos &rov2r'ios :eremias Lamentaç6es A1ui me refiro entre os // livros conforme encontrados nas traduç6es adotadas pelos protestantes. inteiros e em todas as suas partes. (ida. a ?K. iv.Ct +MF+M@ Rm ?+F?8+?<.A. Ceus 1uer 1ue descu'ramos o 1ue crer ou fazer se$undo a sua vontade somente na Escritura Sa$rada .?KBK8?K/A d. G*o eEiste nen#uma revelaç*o moderna 1ue deva ser e1uiparada D autoridade da &alavra de Ceus.FK8/@ Ap ++F?>8?M<. como entre as cat7licas.AM livros< e do Govo !estamento $re$o . Sa'edoria. 0 tradutor da *ulgata Aatina foi SofrOnio Eus2'io :erOnimo . 2 'om lem'rarmos 1ue tudo o 1ue nos foi deiEado .AB. art. aruc< e al$uns acr2scimos nos livros de Ester e Caniel. a I$re%a Cat7lica Romana decidiu no Concílio de !rento . p. pp. sendo 1ue ele mesmo 1uestionava o acr2scimo de livros na nova traduç*o latina 1ue n*o faziam parte do teEto #e'raico. BA. adotam diferentes teorias de traduç*o . &arte I.+. da Costa.criptura . . +ntrodução Bí lica . A sua divis*o em nossa í'lia se encontra de modo liter5rio e n*o cronol7$ico. Ed.

1uando.. +.o $6o . nada fazendo sen*o 0 1ue nos foi ordenado na í'lia do Crist*o..ola . . nada aceitando sen*o 0 1ue nos foi ensinado. Ao mesmo tempo 1ue ensino tam'2m aprendo. (erificar 1ual 2 a forma liter5ria . 9uem. 15 . Em resumo veremos al$uns princípios de interpretaç*o.. nada amando sen*o 0 1ue nos foi prescrito.$ *(roL%. o t$Lto ?. aonde. usos e costumes. su'stantivos. Ler repetidas vezes at2 entender 'em. o 1uI. (erificar o conteEto $eralF $eo$rafia. +?. poesia.o *o t$Lto $ (ro'!r$ *& r$&(o&t*& no (r3(r%o 'ont$Lto ?. n*o 1uerem ser criticados por ela. por1uI.narrativa. 4umildade para recon#ecer 1ue posso estar vivendo de forma errada. 1uanto. Co. P$r9!nt$ o . con%unç6es.11 A(@n %'$ 2 Pr%n'+(%o& /7&%'o& (*r* * %nt$r(r$t*"#o * B+/)%* A 4ermenIutica í'lica 2 a ciIncia e arte de interpretar a í'lia. K. A í'lia 2 autoridade in1uestion5velV A1ueles 1ue criticam ne$ativamente a Escritura. etc. #ist7ria. etc. +. 1ue cuidadosamente o'servados nos livrar5 de dizermos o 1ue a í'lia n*o dizV 1. A? Citado em ruce ic"el.7L%. ed. (erifi1ue o uso da $ram5ticaF ver'os. 4enrT . mas. (erificar as divis6es naturais. 1. e prontificar8me em mudar. nada odiando sen*o 0 1ue nos foi proi'ido.$nto E6*n9$)=o& =ateus =arcos Lucas :o*o L%6ro J%&t3r%'o Atos dos Ap7stolos E(+&to)*& P*!)%n*& Romanos ? Coríntios + Coríntios N5latas Ef2sios Jilipenses Colossenses ? !essalonicenses + !essalonicenses ? !im7teo + !im7teo !ito Jilemom A!tor $&'on=$'% o 4e'reus E(+&to)*& E$r*%& !ia$o ? &edro + &edro ? :o*o + :o*o A :o*o :udas L%6ro Prof0t%'o Apocalipse de :o*o Certamente aprenderemos muito. etc.< B. Smit# escreveu um poema 1ue poderíamos usar para resumir o 1ue falamos at2 a1ui a respeito da Escritura Sa$radaF Aprendamos sempre com a í'lia na m*o 0 1ue nos foi entre$ue. p. /. O/&$r6*r /$. Com reverIncia e dese%o sincero de aprender. . 2. Limitar o teEto e assunto a ser estudado. pronomes. em tudo eEaminandoF o que a &scrituras diz3 0 pastor pres'iteriano rev.G)meros CeuteronOnio + Reis ? CrOnicas + CrOnicas Esdras Geemias Uster Eclesiastes Cantares Eze1uiel Caniel Gaum 4a'acu1ue Sofonias A$eu ^acarias =ala1uias O Ko6o 2$&t*. A. par5'ola. como. onde. profecia. (erificar o conteEto pr7EimoF o teEto anterior e posterior.criptura.*r o t$Lto ?.

U claramente inteli$ível a todos M.o * f0 (r$&/%t$r%*n* Esta parte do nosso curso tem o o'%etivo de fornecer ao estudante um resumo da f2 reformada t*o conciso e preciso 1uanto possível.. U a especial revelaç*o de Ceus A. 0 1ue o autor 1uis dizer para a sua 2poca3 A intenç*o do autor determina o si$nificado do teEto. isto 2. ou se%a. ?. +. Al$o para crer e crescer. 0 1ue este teEto nos diz #o%e3 !odo teEto cont2m princípios universais. Al$o para corri$ir a$ora. +. K. !odos os teEtos 1ue tratam do mesmo assunto devem ser usado para lançar luz so're a passa$em o'scura. t$Lto o/&'!ro 0 %nt$r(r$t* o ($)o . U suficiente para a nossa salvaç*o 16 . A(@n %'$ 1 Cr$. U inspirada ver'al. U dada atrav2s de #omens escol#idos e capacitados . U. Al$um motivo de louvor e $ratid*o. +. este es'oço foi preparado para facilitar a pes1uisa e esclarecer a d)vida numa se1QIncia simples e l7$ica de proposiç6es. uma mensa$em para todos os povos de todas as 2pocas.$n&*9$. Co. 9uais foram as conse1QIncias da aç*o3 4. &ara uma r5pida verificaç*o do 1ue cremos e confessamos como I$re%a &res'iteriana. B. 9uem 2 o persona$em principal3 A. U inerrante em cada uma das suas declaraç6es >. U cessada a transmiss*o desta revelaç*o especial K. em nossos sím olos de f!. A.$r !. 9ual foi o resultado da mensa$em na1uela 2poca3 B. ?. Al$o para plane%ar produzir no reino de Ceus a m2dio e lon$o prazo. plen5ria e or$anicamente pelo Espírito /. A í'lia interpreta a si mesmaV . Pro'!r$ f*..o&: r$&!. A o!tr%n* *& E&'r%t!r*& S*9r* *& ?. $&/o"o o t$Lto ?.. Al$o para pedir a Ceus. U a &alavra de Ceus +.*%& ')*ro ?. B!*nto M . G*o devemos isolar o teEto do seu conteEto #ist7rico ori$inal. U iluminada pelo Espírito para o nosso entendimento espiritual ?.o (r*t%'*r o $n&%no /+/)%'o ?. 9uem foram os leitores ori$inais3 Cada livro tem os seus destinat5rios. 0 1ue estava fazendo3 B. U completo o seu conte)do ??. +. EEtraia os outros assuntos do teEto 1ue tam'2m est*o presentes e procure entender a sua relaç*o. 9ual a Infase do teEto. U uma revelaç*o #ist7rico8pro$ressiva B. a sua mensa$em central3 K.+.o& $ 'onf$&&*. <. us1ue a id2ia central da passa$em. A.

?A.$. ?B. U iniciada em n7s na re$eneraç*o . todos tIm direito ao livre eEame U necess5rio traduzi8la em lín$ua vern5culo U autoridade final em toda discuss*o U a nossa )nica fonte e re$ra de f2 e pr5tica A o!tr%n* o S$r $ *& o/r*& $ D$!& ?. U sofredor das conse1QIncias do seu pecado >.. U Ceus8#omem +. todavia. U uma )nica família em v5rias raças A o!tr%n* * P$&&o* $ o/r* $ -$&!& Cr%&to ?. %usto. U proclamada pelo sincero c#amado do evan$el#o >. U eEercida na Aliança com o &ai. U o perfeito Sacerdote 1ue intercede por n7s ?. U nosso =ediador na Gova Aliança >.. ou se%a. U verdadeiro #omem em toda a sua constituiç*o B. infinito. ?. ?K.. U o prometido &rofeta 1ue nos traz a &alavra do &ai M. U santo. s5'io. U perfeito. U familiarizada na adoç*o ??.. U aplicada em n7s pelo Espírito Santo /. eterno A. U criado D ima$em de Ceus +. U providente em todas as suas o'ras M. U p)'lica. U encarnado da vir$em =aria por o'ra so'renatural do Espírito K. U impec5vel. pode realmente ser tentado /. U comprovada pela santificaç*o ?+.?+. verdadeiro em seu Ser K. U $arantida pela $raciosa e livre eleiç*o de Ceus A. U plane%ada na eternidade +. U consumada na $lorificaç*o. imut5vel. no Espírito Santo K. U limitada a eEpiaç*o em seu prop7sito de salvar somente os eleitos ?A.. U esperado o seu retorno físico num futuro n*o revelado A o!tr%n* * S*)6*"#o ?. U verdadeiro Ceus em todos os seus atri'utos A. Jil#o e Espírito Santo +. independente. U um s7 Ceus em trIs &essoasF &ai. U continuada at2 o fim pela preservaç*o na poderosa $raça ?A. 'ondoso. U escravo do pecado e perdeu o seu livre8ar'ítrio /. U possível con#ece8lo suficientemente /. U a'solutamente so'erano so're tudo e todos A o!tr%n* o Jo. U nosso suficiente e definitivo sacrifício ?+. U pessoal em toda relaç*o com a sua criaç*o B. U fundamentada na o'ra eEpiat7ria de Cristo B. U nosso )nico representante diante de Ceus . ou de preparar8se para isso M. U impossível compreende8lo eEaustivamente . U incapaz de se salvar. U intercessor eficaz D destra do &ai ?B... por meio do Jil#o. U evidenciada pela f2 e arrependimento M. U seu o completo controle de tudo o 1ue acontece no universo ?. U constituído corpo e alma A. U ordenado formar uma famíliaF #omem e mul#er B.. U criador de todas as coisas em seu estado de perfeiç*o >. U declarada na %ustificaç*o ?. U maldito e condenado por causa do seu pecado ?. ap7s o %uízo final 17 . U imputado o seu pecado so're toda a sua descendIncia . U o so'erano Rei 1ue inau$ura o Reino de Ceus so're n7s ??. U decaído em pecado K.

. U purificada pela %usta aplicaç*o da Cisciplina ?. U o comunicador dos nossos dons ??.o& A'ont$'%. U 1uem nos convence do pecado. U o consolador prometido procedente do &ai e do Jil#o A. U ansiada a restauraç*o de toda a criaç*o ?. Cese%ar ser usado pelo Sen#or R Is /F> +. U $racioso o $alard*o 1ue os salvos rece'er*o ?+. U testemun#a da $l7ria de Ceus ??.. U visível pela confiss*o p)'lica de f2 em Cristo B.. U pessoal na sua realizaç*o A.. M. U inevit5vel o %ul$amento de todos os #omens >. U a$ente 1ue torna real a nossa comun#*o com toda a I$re%a A o!tr%n* * I9r$8* ?. U adoradora do so'erano Ceus !rino ?B. por1ue nos d5 n*o s7 a c#ance de aconsel#ar e fortalecer os 1ue est*o fracos na f2 ou doentes. U cooperadora em toda o'ra do Reino de Ceus A o!tr%n* o& N)t%. !er um compromisso com CeusF A+ Es'oço de visitaç*o preparado pelo Rev. U a'solutamente certa a vit7ria so're o mal e seus a$entes .%58ainda8n*o< o Reino de Ceus +. U cele'rada a comun#*o da presença espiritual de Cristo na Santa Ceia. U $overnada pela pluralidade de pres'íteros numa i$re%a local ?K. U serva num mundo corrompido pelo pecado ?A. U o $lorioso corpo de Cristo +. de evan$elizar e aproEimar de Ceus a1ueles 1ue est*o sem Cristo em seus coraç6es. 1. U 1uem nos 'atiza no Corpo de Cristo ?+. U o pen#or e selo da nossa salvaç*o M...%n%&t0r%o $ 5%&%t*"#o ?. santa e universal K. Crescer continuamente em :esus Cristo R Jp AF?+8?B B.F?. mas n*o consumado . mas. U a consumaç*o final de toda o'ra da providIncia ??. U testemun#a da o'ra de Cristo em nosso favor K. U comunicadora do Evan$el#o da salvaç*o ?+. U 1uem frutifica as virtudes da santificaç*o ?. U real o lu$ar de puniç*o eterna 1ue os condenados sofrer*o M. !er uma vida coerente com a pre$aç*o R ? Co ??F?@ + !s AFM A. U pura pela fiel pre$aç*o da &alavra de Ceus /.A o!tr%n* o E&(+r%to S*nto ?. U selado na Aliança o crente e a sua descendIncia pelo 'atismo >. R$O!%&%to& (*r* o %nt$9r*nt$ o . U esperado o retorno físico de Cristo :esus K. tam'2m. U composta de todos os eleitos de Ceus A. U verdadeiro Ceus em todos os seus atri'utos +.$nto& ?. U inau$urado. U universal em sua eEtens*o B. U 1uem testifica em nosso coraç*o a filiaç*o >. 18 . U verdadeira a promessa da ressurreiç*o final /. altazar Lopes Jernandes. U una. da %ustiça e do %uízo . U a1uele 1ue internaliza em n7s a o'ra da salvaç*o /. U 1uem nos ilumina para o correto entendimento da &alavra de Ceus B. U eterna a #a'itaç*o de Ceus com o seu povo escol#ido A(@n %'$ 4 M%n%&t0r%o B*rn*/0 8 minist2rio de visitaç*o 8 12 A visitaç*o 2 de $rande importXncia dentro da i$re%a. K. Jazer a visita numa atmosfera de amizade e amor R &v ?. U confirmada pura pelo correto eEercício dos Sacramentos .

=t +>F?>8+. n*o priorit5rias para dedicar8me mais a este minist2rio3 8 Estou disposto a estudar a &alavra de Ceus. (ocI est5 ali para ser 'enç*o e n*o maldiç*o. ??. G*o tente resolver pro'lemas al2m de sua capacidade. G*o trate de interesses pr7prios na visita. Go 1ue estiver ao meu alcance tentarei instruir e aconsel#arei o meu discípulo em suas d)vidas e pro'lemas. Cuidado com a direç*o da conversa.. 19 . deiEando os resultados para Ceus. para n*o ser inconveniente.*n$nt$ o %&'%(!)* or ?. tam'2m sou discípulo e estou no processo do sa'er em amor. Comprometo8me de ser eEemplo de transformaç*o de vida para os meus discípulos. Acredito 1ue cada vida a mim confiada 2 importante para Ceus. Creio 1ue ao discipular apresento o evan$el#o da salvaç*o aos eleitos de Ceus proporcionando a oportunidade para 1ue o Espírito Santo apli1ue a $raça irresistível. A&($'to& E$r*%& * 6%&%t*"#o no& )*r$& ?. :amais espal#e as confidIncias . =ostre sempre um interesse sincero e puro pela pessoa visitada. n*o monolo$ueV K. o 1ue n*o sou'er resolver encamin#arei ao pastor para um acompan#amento ade1uado. Ap7s ouvir a pessoa. +. visando a reeducaç*o para uma vida transformada.&v ?. Cispon#o8me a ensinar a &alavra de Ceus com inte$ridade de vida e fidelidade D verdade. ?A. ?. Entretanto. >.. n*o tentarei inventar uma. mas. =eu o'%etivo n*o 2 aumentar o n)mero de mem'ros da min#a i$re%a.%&&o ($r. comprometo8me em fazer discípulos tendo Cristo como mestre. M. e na angústia se faz o irmão .. pois. M. 1ue Ceus modifi1ue 5reas de min#a vida 1ue ainda ten#o pro'lemas3 8 Estou disposto a renunciar a mim mesmo para 1ue Cristo se%a evidenciado3 2. Encamin#e8o ao pastor. conduzir o discípulo a aumentar o seu amor por Cristo como o seu Salvador.pro'lemas< 1ue o visitado confiou a vocI. /.<. Comprometo8me em estudar as Escrituras a fim de estar preparado a dar raz*o da nossa f2. .(ro. Assumo a responsa'ilidade de comunicar8l#es a vis*o de discipuladoF um discípulo formando discípulos. 8 8 A(@n %'$ . medi1ue com a &alavra de Ceus. ou D %unta diaconal. /. no poder do Espírito. $uardando si$ilo e preservando a sua di$nidade. Em o'ediIncia a $rande comiss*o . Evan$elizar 2 compartil#ar :esus. mas com #umildade 'uscarei aprender para ensinar somente a verdade. Cuidado com coment5rios a respeito dos o'%etos da casa. K. Curante a semana ore pela pessoa visitada. B. Co. G*o deve ser demorada. usando o medicamento certo. de fato. . ?B. Se%a #umilde e n*o se altere com opini6es contr5rias as suas. B. A. Jale sempre com amor. Lem're8seF &m todo tempo ama o amigo. Avisar a visita com antecedIncia. CeiEe 1ue a pessoa visitada tam'2m fale.Estou disposto a empre$ar tempo neste minist2rio3 Estou disposto a a'rir m*o de atividades pessoais. e espere o resultado de Ceus. ?+. >. preparar8me mel#or para isso3 8 Cese%o. Cialo$ue com ela. +. Se possível 'us1ue orientaç*o pastoral. Se%a discreto e fiel D pessoa para poder a%ud58la.< ordenada por nosso Sen#or :esus.F?. A. A visita deve ter um o'%etivo. 9uando n*o sou'er a resposta de 1ual1uer 1uest*o 1ue se%a.

+.S*o &aulo. ?MM><. ed. Nreat Commission &u'lications. recon#ecendo serem instituídas por Ceus para o meu 'em e de todo o corpo de Cristo. Colin rown. Ed. ?M>?<. ?M. +. Cultura Crist*. vol. __________________. .ola . &aulo An$lada. Ed.S*o &aulo..criptura .S*o &aulo.L. Diário .<. en1uanto elas permanecerem fi2is D Escritura Sa$rada.. Dicionário +nternacional de . +ntrodução Bí lica . . &l Cuerpo /lorioso de Cristo .<. Ed. ?MMA<.S*o &aulo. Ed. 5anual 0rático do &vangelista . 3 0astor 5estre . Ed.eting na +gre"a .+<. +.S.eologia . ?MM><. Editora :PER&. .. . Luis Aran$uren. A..S*o Leopoldo... ?MMM<. Cavid Hornfield. +. (ida Gova. +. Dogmatic . :o#n R. Ed. da Costa. ed. (ida Gova.&#iladelp#ia. Su'meto8me Ds autoridades de nossa i$re%a.<.?<. :r.S*o &aulo. Confessing Christ . Lawrence 0.<.eologia da &ducação Cristã .istemática . !. ?MM. !#omas Gelson &u'lis#ers. R. Ed. +.B<. Cultura Crist*.S*o &aulo. .A.S*o &aulo. Discipulado . ?. AS!E. ?MM><. Discípulos 7o"e ..eologia do 5inist!rio 0essoal .S*o &aulo.+<..S*o &aulo. +. ?M>.Nrand Rapids. 5ultiplicaci9n de Discípulos . 20 . +. &s oços de . Sproul. S#edd.S*o &aulo.Gas#ville. Calvin HnoE Cummin$s. +.N.?<. Simonton. 0s &uritanos. 8edesco rindo o 5inist!rio 0astoral .eologia do -ovo .B<. ?M>.?. Casa autista de &u'licaciones. &ES. Ediç6es (ida Gova..+<. Catecismo da I$re%a Cat7lica . :r. *oca ulário Bí lico . Cultura Crist*.!.S*o &aulo..S*o &aulo. 4od$e. elo 4orizonte. Editora SE&AL.S*o &aulo. Neor$e arna. . Ed. Cultura Crist*.ola . Ed. :. SaTne Nrudem. !#e &res'Tterian and Reformed.heolog> .S*o &aulo.K<.eologia .E.S*o &aulo. :o#n =acArt#ur. +. Ed.L. ?M>K<.tudies in .A<. de =enezes. (ida. . ?MMK<. A.C. Sinodal.S*o &aulo. R. Ediç6es (ida Gova.eologia .:.heolog> . vol.S*o &aulo.. . 3 chamado para líderes cristãos . 3 5ar. ?M>?<.ransformador . ... Discipulado .istemática .El &aso. Ed.S*o &aulo. Ed.K<. SaTlon =oore. AW ed.Rio de :aneiro. ?M/. 4erminsten =. :o#n =acArt#ur.Suwanee.<. &eter S#ite.. S. < +nspiração e +nerrBncia das &scrituras Cma 0erspectiva 8eformada .. ?MMB<. Ediç6es LoTola.&. ?. C#arles 4od$e. :o#n Sittema. 4a$nos. LifeSaT.!rie /rupos de Discipulado . ?M>+<.criptura < Doutrina 8eformada das &scrituras .Casa Editora &res'iteriana. ?MM><. Ric#ards. Gorman Neisler ] Silliam GiE. Cultura Crist*. ?M/M. Editora Atos. B%/)%o9r*f%* AntOnio Carlos J. Stott. Cultura Crist*.N. (on Allmen. Cultura Crist*.estamento . Cietric# on#oeffer. +. Confiss*o de J2 de Sestminster .. Huiper. ed. Ed.S*o &aulo..<. Coração de 0astor . Lorraine oettner. C&AC.S*o &aulo.A<...