RELATÓRIO ANUAL

DE AVALIAÇÃO DA ACTIVIDADE DAS NO ANO DE

CPCJ 2009

COMISSÃO NACIONAL DE PROTECÇÃO DAS CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO

Relatório anual de avaliação da actividade das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens

2009

www.cnpcjr.pt Rua Castilho • Nº 24 7ºEsq 1250-069 Lisboa Telefone 21 311 49 00 • Fax 21 310 87 59

Í

N D I C E

Nota Preambular .............................................................................................................. 5 Sumário Executivo........................................................................................................... 9

PARTE 1 - MEIOS LOGÍSTICOS..............................................................................................20
Instalações e mobiliário ................................................................................................ 20 Equipamento informático.............................................................................................. 22 Outros equipamentos de telecomunicações ............................................................... 24 Viaturas para deslocações............................................................................................ 26 Apoio administrativo ..................................................................................................... 27 Apoios complementares disponibilizados pelo Município ......................................... 28 Apoio de outras entidades ............................................................................................ 30 Fundo de Maneio ........................................................................................................... 31 Síntese............................................................................................................................ 33

PARTE 2 - FUNCIONAMENTO DA CPCJ -MODALIDADE ALARGADA ............... 35
Composição da Comissão na modalidade Alargada .................................................. 37 Presidência das CPCJ ................................................................................................... 37 Organização da comissão alargada CPCJ................................................................... 41 Instrumentos Orientadores da acção das CPCJ ......................................................... 45 Balanço da Actividade das CPCJ ................................................................................. 45 Síntese............................................................................................................................ 53

NOTA PREAMBULAR
PARTE 3 - FUNCIONAMENTO DA CPCJ -MODALIDADE RESTRITA.................. 55
Composição da comissão restrita................................................................................ 54 Funcionamento da comissão restrita........................................................................... 56 Organização do trabalho processual ........................................................................... 59 Relacionamento com o Ministério Público .................................................................. 65 Sintese............................................................................................................................ 74

4

PARTE 4 - AVALIAÇÃO DA ACTIVIDADE PROCESSUAL DAS CPCJ ................. 77
Análise do fluxo processual global nacional............. .................................................. 78 Entidades sinalizadoras ............................................................. ....................................87 Caracterização das crianças e jovens....................................... ....................................88 Caracterização do agregado das crianças e jovens................. ....................................97 Problemáticas ........................................................................... ....................................103 Medidas ..................................................................................... ....................................111 Análise dos processos reabertos.................................................... .............................114 Análise dos processos arquivados................................................. .............................117 Apoios Economicos .................................................................................................... 120 Autorização na participação artes e espectaculos.................................................... 123 Sintese..............................................................................128Erro! Marcador não definido.

PARTE 5 - AVALIAÇÃO O DA ARTICULAÇÃO ENTRE A CNPCJR E AS CPCJ124
Acompanhamento das CPCJ ...................................................................................... 124 Site da CNPCJR ........................................................................................................... 128 Formação proporcionada pela CNPCJR .................................................................... 130 Propostas das CPCJ.................................................................................................. 1319 Sintese.......................................................................................................................... 142

ANEXOS

As CPCJ. pela primeira vez. em consonância com a centralidade que ocupam na concepção do sistema. para o progresso. no pensamento e acção. numa manifestação de adesão ao sistema e revelando maturidade e sentido de responsabilidade. Pode dizer-se que estamos face ao . do projecto correspondente a uma nova cultura da criança. em continuidade do verificado nos três anos anteriores. do relatório anual.NOTA PREAMBULAR 5 Nota Preambular A avaliação anual da actividade das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) constitui um contributo imprescindível para o desenvolvimento da missão. vêm fazendo um notável esforço para corresponder aos objectivos dessa avaliação. recolha de dados pelo recurso aos elementos disponibilizados através do sistema de informatização dos processos das CPCJ. que está a desenvolver-se em conformidade com um percurso de aperfeiçoamento da sua eficácia e de esforço para que se implemente de forma generalizada e com qualidade. que o sistema de promoção e protecção lhes atribui. todas as CPCJ instaladas elaboraram o seu relatório. sendo de salientar que. Assim sucedeu também com a avaliação da actividade em 2009. de contribuírem de forma muito significativa. traduzida numa cada vez mais rápida e aperfeiçoada interiorização e concretização dos seus direitos. pela Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco. recolhendo e transmitindo os dados necessários à elaboração e publicação. Houve.

por outro. princípios. o seu estudo e análise. sendo promissor o trabalho de implementação e adaptação que as Comissões vêm efectuando. Aí se promovem vários objectivos: Sensibilizar as Entidades representadas nas Comissões para a sua cabal correspondência à honra e às responsabilidades que essa representação implica. Elaborado o relatório. fortalecer os aspectos criativos e os factores desencadeantes de progressos no sistema de promoção e protecção e. avultam os que são proporcionados por quatro actividades que se têm revelado de muito interesse e impacte: . tanto quanto possível.Os encontros distritais de trabalho com as Comissões de Protecção que a Exma. Entre esses outros elementos. em que participa também a Comissão Nacional de Promoção e Protecção das Crianças e Jovens em Risco. que experienciam na própria sessão. Sensibilizar os adultos para o respeito e a 6 . e ainda da observação e acompanhamento da sua intervenção concreta. há já quatro anos. Incentivar as Comissões de Protecção a colocarem todas as questões que pretendam abordar e discutir e abrir uma consequente reflexão. a exigência e a esperança com que o seu trabalho é acompanhado. para que. se extraiam leituras quantitativas e qualitativas que contribuam para uma perspectiva crítica abalizada que concorra para. Essas leituras têm. Exprimir o respeito. por um lado. particularmente no que respeita à efectivação dos seus direitos à palavra e à participação. para que se reforcem os estímulos apropriados a superar os aspectos que contrariam o seu espírito e a cultura que pressupõe ou atrasam a concretização dinâmica e generalizada dos valores. a nível interno e externo. a consideração. que se cruzar e complementar com a consideração e avaliação de todo um outro conjunto de elementos que são proporcionados por diferentes formas de escuta das Comissões de Protecção e de outros agentes do sistema.NOTA PREAMBULAR «ano zero» dos relatórios fundados em elementos recolhidos através do sistema de informatização. missão e visão que o inspiram e caracterizam. impõe-se a sua divulgação e. com regularidade. Estimular crianças e jovens a interiorizar e a exercitar a sua cidadania. naturalmente. Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação vem promovendo.

empenho e esperança. o novo sentido de responsabilidade e a ambição de novos e mais justos futuros compatíveis com a formidável aquisição civilizacional que o nosso tempo nos proporciona – o reconhecimento da criança como Sujeito de direito.NOTA PREAMBULAR promoção do exercício desses direitos pelas crianças e jovens. o escrito e a utilização do «sítio» da Comissão Nacional. . com seriedade. serena e com a perspectiva de procura incessante de progressos na efectivação dos valores e princípios que inspiram e orientam a intervenção dos actores do Sistema. Afigura-se-nos que estamos num momento crucial da evolução do Sistema de Promoção Protecção. . num esforço notável e bem sucedido. pela Comissão Nacional. em complemento do apoio com outros meios. ou em que estas colaboram activamente. por outro. de Dirigentes de Serviços Públicos e Instituições públicas e privadas a quem compete. com a intervenção activa. . para além dos Membros das Comissões de Protecção.O acompanhamento das Comissões de Protecção pela Equipa Técnica de Apoio à Comissão Nacional que. Insere-se nesse processo de «balanço» e «projecto» a avaliação propiciada pelo presente relatório. no presente e no futuro. promovidas. em conformidade com a nova cultura.A cooperação frequente de elementos da Comissão Nacional em numerosas iniciativas de informação. sensibilização e discussão de temas. 7 . pelas Comissões de Protecção. o telefónico. nomeadamente o electrónico. por um lado. tão relevantes para uma cidadania activa. vem intensificando. o acompanhamento presencial. descentralizadamente. em muitas localidades.As reuniões de trabalho organizadas. integrar as Comissões de Protecção através dos representantes por si indicados. objectiva. que nos impõe uma reflexão transparente e profunda sobre os importantes caminhos já trilhados e os que se impõe percorrer. intervir como Entidades com Competência em Matéria de Infância e Juventude e. tanto quanto possível.

No que respeita aos meios informáticos. designadamente no domínio do respeito pela privacidade das pessoas e eliminando a falta ou deficiências de mobiliário que garanta a segurança dos processos. o que é incompatível com o carácter reservado dos processos. tendo em vista o princípio do seu carácter reservado.NOTA PREAMBULAR 8 Sumário executivo Ao nível do apoio logístico. no entanto. no acesso directo e na identificação exterior. nomeadamente no seu uso exclusivo. e à dotação de cada comissão com o número de computadores indispensável ao processamento célere dos respectivos procedimentos. nomeadamente no que respeita a alguns casos de utilização de computadores partilhada com outros serviços. ao projecto. verificam-se deficiências. No ano de 2009 praticamente a totalidade das CPCJ referiu acesso à Internet e dispõe de caixa de correio electrónico. ultrapassar rapidamente. salientam-se melhorias no que respeita às instalações disponibilizadas às CPCJ. ainda de informatização a dos Contudo. a necessidade de generalizar essas melhorias. Vem ganhando . em execução. promovendo a qualidade das instalações. facto tanto mais relevante quanto este equipamento é indispensável processos. Persiste. todas as CPCJ dispõem de computador.

porém. A disponibilidade de meios de comunicação. os relatórios dão notícia de algumas limitações no que respeita à disponibilização desse apoio ou da insuficiência do tempo a ele atribuído. na modalidade de telefone e telemóvel próprios. telemóvel e fax. com repercussões negativas na funcionalidade da comissão. embora se refiram ainda algumas limitações. sendo porém ainda necessário eliminar o número de casos de utilização não exclusiva de fax. O mesmo se verifica quanto à disponibilidade de fax. denotam-se melhorias. ligadas sobretudo aos constrangimentos da sua não utilização exclusiva. Referem. regista também neste ano melhorias face ao ano anterior. Quanto a outros apoios. Regista-se uma larga maioria de opiniões positivas das comissões relativamente ao acesso à utilização de viatura. A maioria das comissões de protecção tem uma opinião positiva sobre o conjunto dos apoios prestados pelo Município. salienta-se a disponibilização. em respeito pelo princípio pelo carácter reservado dos processos. Já no que respeita à disponibilidade de técnicos pelas autarquias. Quanto ao apoio administrativo. ainda algumas necessidades não satisfeitas no que respeita: à disponibilização de viatura.SUMÁRIO EXECUTIVO também relevância ano após ano. Os Municípios são a entidade que mais disponibiliza os seus recursos de transporte às CPCJ. técnicos para reforço do apoio às CPCJ. equipamento informático. a disponibilização de uma página na Internet ainda que não seja incluída num domínio exclusivo. que se tem mostrado do 9 . telefone. pela Segurança Social.

P. de acordo com o . Tendo em vista a superação destas dificuldades. o ISS. Quanto ao apoio de outras entidades. a entre outros: a de 10 elaboração avaliação necessidades/problemáticas e a dinamização de parcerias. anual de destacando-se. facilitar os procedimentos de utilização. o Município assume maior relevância ao nível da presidência das CPCJ. Somente cerca de metade das comissões reúne o plenário da modalidade alargada no mínimo de 2 em 2 meses. Relativamente ao fundo de maneio.SUMÁRIO EXECUTIVO maior relevo para a sua funcionalidade. Ganha relevância a figura dos membros cooptados no que refere às nomeações para o cargo de Secretário. A maioria das CPCJ organiza o trabalho da modalidade alargada por grupos para assuntos do plano específicos. emitiu orientações aos seus serviços no sentido de. intervenção. Este reforço técnico também se verificou nas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira. e do serviço social e psicologia (secretário). à semelhança dos anos anteriores. Na analise do funcionamento da CPCJ na modalidade alargada. destaca-se que apenas uma parte das CPCJ dele dispõe. Comparativamente ao ano de 2008. No que diz respeito à formação académica dos membros que exercem a função de presidente e de secretário. Destaca-se ainda que a maioria dos presidentes das CPCJ estão no seu primeiro mandato. regista-se uma prevalência da pedagogia e do serviço social (presidente). sem prejuízo da observância dos requisitos legais. regista-se que uma parte ainda relevante de CPCJ refere não o utilizar e que o mesmo não está disponível nas suas instalações. regista-se uma aumento dos apoios das IPSS. I.

na proximidade local. Os principais factores positivos decorrentes da actividade das CPCJ centram-se na intervenção interdisciplinar/trabalho em parceria. Ao nível dos aspectos positivos decorrentes da 11 implementação do plano de acção. sobressaem a visibilidade das CPCJ junto da comunidade. pedagogia. o que representa uma melhoria significativa face a 2008. O trabalho de intervenção com as famílias é destacado como uma boa prática. na multidisciplinaridade e na intervenção precoce. a melhor organização interna do trabalho desenvolvido pelas CPCJ e a maior sensibilização da comunidade para a problemática das crianças e jovens em risco e em perigo. tal como em 2009. . psicologia e direito). falta de priorização do trabalho por parte dos serviços. Na composição das comissões na modalidade restrita destacam-se. O maior número de elementos presentes na modalidade restrita são os elementos cooptados. As reuniões em plenário da modalidade alargada têm lugar em horário laboral estando o período de funcionamento definido na maioria das CPCJ.SUMÁRIO EXECUTIVO estipulado na lei. A quase totalidade das comissões dispõe de regulamento interno e 86% elaboraram plano de acção. as áreas de serviço social e pedagogia. indisponibilidade dos técnicos. As razões apontadas para o não cumprimento da periodicidade estabelecida remetem para a indisponibilidade dos membros e para a sobrecarga de trabalho. São também relevantes os representantes dos Municípios (em especial técnicos de serviço social. Os principais constrangimentos confirmam as tendências dos anos anteriores: escassez de respostas sociais.

sobretudo nas áreas do direito e da Psicologia A grande Maioria das CPCJ dispõe de um horário de funcionamento definido O regime de permanência é assegurado pelo telemóvel e pelo reencaminhamento de chamadas para a GNR e PSP. recorrem com frequência ao gestor de caso e a grupos de trabalho. quinzenalmente. disponibilidade de tempo e no serviço de origem. em harmonia com a orientação da CNPCJR e com o disposto no art. Em 2009 aumentou o número de comissões que adoptaram este procedimento. Face à comunicação de uma situação de perigo. Ao nível da organização processual. área geográfica. sobretudo. Verifica-se também que a maioria das comissões instaura um processo de promoção e protecção por criança/jovem. 97o n. nas problemáticas.º1. a maior parte das CPCJ instaura um processo de promoção e protecção. . A maioria dos representantes exerce as suas funções a tempo parcial. Cerca de metade das CPCJ teve solicitações no regime de permanência em valor semelhante a 2008. continuando as comissões a apontar a necessidade de reforço técnico. reunindo no mínimo.SUMÁRIO EXECUTIVO Ministério da Educação (essencialmente pedagogia)e Segurança Social (sobretudo técnicos de serviço social). em especial nos dias úteis fora do horário de funcionamento e sem variação significativa ao longo do ano. Os critérios de distribuição do trabalho processual assentam. A maioria das comissões na modalidade restrita cumprem a 12 periodicidade das reuniões de plenário definida por lei.

seguida da visita domiciliária. O envolvimento de outras entidades foi muito reduzido na fase da audição. Na esmagadora maioria destas situações os pais estão presentes. 66896 processos. sendo mais significativo nas fase de celebração do acordo e da sua assinatura.SUMÁRIO EXECUTIVO Para o contacto com os pais a forma mais utilizada foi a escrita. no momento da audição da família e da celebração do acordo. estão presentes. quando questionadas sobre a sua participação nas reuniões. as mesmas referiram a participação na modalidade alargada e na modalidade restrita. Na maioria das CPCJ. designadamente para apoio em diligências processuais. Os contactos entre as CPCJ e o Ministério Público ocorrem com maior frequência por iniciativa das CPCJ. As crianças entre os 7 e os 12 anos estiveram presentes com muito menor frequência nestas ocasiões. A actividade processual das CPCJ foi em 2009 (volume processual global) de. mais 237 processos do que os acompanhados em 2008. As CPCJ fazem uma avaliação positiva dos contactos com o Ministério público e cerca de três quartos considera-os suficientes. As crianças estão presentes menos vezes na audição inicial e mais nas outras fases. 2 elementos da sua modalidade restrita. A grande maioria das CPCJ tem um interlocutor do Ministério Público. estando em curso diligências para apurar o motivo desta ocorrência. 13 .

É de assinalar que. O número de processos activos ascendeu a 35025 processos. Após o início da intervenção. maioritariamente. registando um ligeiro decréscimo relativamente ao seu valor em 2008. Após análise preliminar. que as . Este elevado número de processos permite constatar que há processos que se mantêm activos para além do ano em que foram instaurados. um aumento de 93 processos face ao ano anterior. No que respeita aos escalões etários das crianças e jovens 14 acompanhadas pelas CPCJ.4% que no ano anterior. verifica-se que o escalão mais representativo é o dos 11 aos 14 anos. processos. parte destes processos. seguido do escalão dos 0 aos 5 anos. 4079 reaberturas. Verifica-se relativamente a 2008. Em todos os escalões etários regista-se a predominância do sexo masculino relativamente ao sexo feminino. Considerando os processos instaurados. dos concelhos da competência territorial das CPCJ. em 2009. pelo segundo ano consecutivo. registaram-se. As Autoridades policiais são a segunda entidade sinalizadora. foram instaurados 28401 processos. mais 2. foram arquivados liminarmente.SUMÁRIO EXECUTIVO O total de processos transitados de anos anteriores ascende a 34416. As crianças são naturais. 24073 foram arquivados. Assim. Relativamente aos processos reabertos. 7798. o que representa um decréscimo de 3%. os Estabelecimentos de ensino são a entidade sinalizadora que mais se destaca. o número de processos instaurados diminuiu comparativamente ao ano anterior.

No conjunto de todas as problemáticas regista-se a Negligência como a principal ocorrência. No escalão etário dos 6 aos 10 anos destacam-se a Negligência. Exposição a modelos de comportamento desviante e os Maus tratos psicológicos/abuso emocional. não frequentam nenhum tipo de ensino. seguido da Exposição . o Abandono escolar regista um valor muito próximo. em oposição verificou-se um decréscimo nas crianças de outros concelhos e dos PALOPS. seguindo-se a Exposição a modelos de comportamento desviante e os Maus tratos psicológicos / abuso emocional. seguida da exposição a modelos de comportamento desviante.9% das crianças ou jovens apresentam algum tipo de deficiência. sendo que a maioria das crianças e Jovens dos restantes escalões frequenta o ensino regular. dos Maus tratos psicológicos / abuso emocional .SUMÁRIO EXECUTIVO crianças naturais de outros países registaram um aumento significativo. O acompanhamento materno é a inserção pré-escolar. As CPCJ indicaram que 0. mais 15 representativa no escalão dos 0 aos 5 anos. encontrando-se em idade escolar. No escalão etário dos 0 aos 5 anos a problemática mais diagnosticada é a Negligência. O grupo de crianças e jovens que. também no escalão dos 11 aos 14 anos a Negligência apresenta o valor mais elevado. regista um aumento no escalão etário dos 6 aos 10 anos. do abandono escolar e dos Maus tratos físicos. nos outros escalões etários assinala-se relativamente a 2008 um decréscimo. À semelhança dos escalões etários dos 0-5 e dos 6-10 anos.

por ordem 16 decrescente. Em todos os escalões etários a medida mais aplicada foi o Apoio junto dos pais. O número de crianças e jovens que vive em famílias monoparentais feminina aumentou. predominam as medidas meio natural de vida. designadamente da medida de Apoio junto dos pais. os seguintes: a ausência de situação de perigo. ao abrigo do disposto no decretolei n. o montante total atribuído ascendeu a . a excepção verifica-se no escalão 18-21 anos. onde o acolhimento institucional e ao apoio para a autonomia de vida registam valores significativos. Já no escalão etário de mais de 15 anos o Abandono escolar regista um valor superior às restantes problemáticas. a remessa a tribunal e a sinalização a CPCJ competente. de 17 de Janeiro. Seguindo a tendência de anos anteriores. A grande maioria das crianças e jovens vive com a sua família biológica. As principais causas do arquivamento liminar foram. O peso relativo do acolhimento familiar e do Acolhimento Institucional decresce em percentagem do total de medidas aplicadas.º 12/2008. seguida da medida de Apoio junto de outros familiares.SUMÁRIO EXECUTIVO a modelos de comportamento desviante. As CPCJ atribuíram apoios económicos. a maioria dos processos reabertos tem como causa de reabertura a reincidência da situação de perigo anteriormente verificada. Ao nível das medidas aplicadas. No que respeita ao Arquivamento após intervenção podem referir-se 2 causas principais: Ausência de situação de perigo por esta não subsistir e a Cessação da medida de promoção e protecção aplicada.

313. O peso relativo dos apoios económicos prestados a crianças com a medida de apoio junto dos pais foi maior. correspondendo. Relativamente ao ano anterior. Na avaliação da articulação com a CNPCJR. globalmente positiva. (muito boa qualidade. maioritariamente. O acompanhamento telefónico foi considerado 17 . tanto nos apoios regulares com nos apoio pontuais. verifica-se uma diminuição dos pedidos de autorização (iniciaram-se 42 processos em 2009. três revogações de autorização e sete indeferimentos. a apoios económicos regulares. havendo aspectos em que deve ser melhorada. A grande maioria das CPCJ refere a necessidade de uma maior regularidade do acompanhamento presencial. ou suficiente). em comparação com 123 processos iniciados em 2008). A opinião sobre a frequência do encontro anual foi considerada suficiente. sobressaindo a proposta de calendarização de reuniões de acompanhamento individualizado entre o Gabinete Técnico de Apoio à CNPCJR e as CPCJ. Durante o ano de 2009 as comissões movimentaram 59 processos de autorização para a participação de menores de 16 anos em espetáculos e outras actividade Nesses processos. as comissões de protecção deliberaram por 56 ocasiões. sendo considerada eficaz e útil ou como cumprindo o essencial. sendo a sua a qualidade avaliada como globalmente positiva. a opinião da maioria das CPCJ sobre o acompanhamento que lhes é proporcionado foi. à semelhança da manifestada em 2008.SUMÁRIO EXECUTIVO 601. correspondendo a 46 autorizações.45 €.

O site é avaliado positivamente nos 4 itens considerados . Os instrumentos de apoio disponibilizados pela CNPCJR foram considerados suficientes pela maioria das CPCJ. sempre que 18 . enquanto a qualidade foi referida como positiva (muito boa. boa. Comentam algumas destas CPCJ que o fórum integrante do site deve ser melhorado nos aspectos da acessibilidade e da extensão dos conteúdos. verifica-se um aumento da consulta com carácter diário.SUMÁRIO EXECUTIVO suficiente. Já no que toca ao acompanhamento presencial. De salientar que o acompanhamento presencial faz-se intensivamente e possível.design. ou suficiente). boa ou suficiente). as comissões apontam para a necessidade o reforço desse acompanhamento. A quase totalidade das CPCJ já consultou o site. Algumas sugestões. enquanto foi positiva a avaliação da sua qualidade (muito boa. apontam para o alargamento do número de participantes. relativamente a 2008. conteúdos. relativas à realização do encontro anual. sendo que. de acordo com os meios disponíveis. utilidade e navegabilidade. A tendência mais notória das sugestões das CPCJ vai no sentido de que o site inclua mais informação e seja mais actualizado.

segundo a legislação em vigor. ceder instalações. essenciais à garantia da qualidade da intervenção. apoio administrativo e outros meios logísticos e materiais de apoio.SUMÁRIO EXECUTIVO 19 Parte 1 MEIOS LOGÍSTICOS Para que a CPCJ possa realizar as suas funções cabe ao Município.º 562/2001. . Por sua vez o Estado responsabiliza-se pela transferência de verbas que se destinam a apoiar os Municípios no cumprimento dessa obrigação. de 22 de Junho). conforme Protocolo de cooperação celebrado com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (Despacho conjunto n. O valor desta comparticipação tem como referência a população residente no concelho com idade inferior a 15 anos e o volume processual de cada comissão.

o tipo de utilização. esse valor era de 59. 57. . A comparação entre o ano de 2008 e 2009 exige cuidado. uma vez que o universo de respostas é diferente. Gráfico1: Condições oferecidas pelas instalações utilizadas pelas CPCJ sim não Utilização exclusiva 161 118 Acesso directo do exterior 190 88 Identificação exterior 226 55 CPCJ que enviam dados: Utilização exclusiva das instalações e Acesso directo do exterior: 287. Assim. em 2008. designadamente. CNPCJR No que respeita à autonomia das instalações. Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens no ano de 2009.7% das Comissões referem que já dispõem de instalações exclusivamente para seu uso.9%. Em 2008. a acessibilidade.MEIOS LOGÍSTICOS 20 Instalações e mobiliário A maioria das comissões de protecção avaliou as suas instalações de acordo com alguns critérios. a garantia de privacidade de quem contacta com a CPCJ e a forma como estão identificadas no exterior. responderam a esta questão 277 Comissões. Identificação exterior: 287.

21 Gráfico 2:Opinião das CPCJ à cerca garantia de privacidade oferecida pelas respectivas instalações. 80. Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens no ano de 2009. enquanto que. Apesar dos diferentes universos. em 2008. 279. Em 2008.7% (88). Novamente a comparação entre o ano de 2008 e 2009 exige cuidado. 281. As instalações com acesso directo do exterior promovem a privacidade de quem a elas acede. responderam a esta questão 278 CPCJ.7% (52) das Comissões referiram que as suas instalações não garantiam a privacidade. SIM NÃO 55 226 CPCJ que enviam dados: 281. refere que as suas instalações não dispõem deste tipo de acesso. Destas. uma vez que o universo de respostas é diferente.MEIOS LOGÍSTICOS enquanto que.6% (55). enquanto que.4% das Comissões de Protecção considera que as instalações de que dispõem garantem aquela privacidade. Mantém-se inalterado o número de CPCJ que considera que as suas instalações respeitam a privacidade das pessoas: 226.33. Neste domínio regista-se uma ligeira melhoria relativamente a 2008 . CNPCJ Relativamente à garantia da privacidade que as instalações oferecem a quem a elas se desloca. grande parte (278) das CPCJ caracterizaram as suas instalações quanto a este aspecto. em 2009. Assim. em 2009. há menos 5 CPCJ que assinalam dispor de instalações para uso exclusivo (166 em 2008 – 161 em 2009). 18. refere o inverso.6% (93) . 31. 19. No ano de 2009.

MEIOS LOGÍSTICOS
A identificação das instalações foi caracterizada por 281 CPCJ. Em 2009, 80,4% (226) das CPCJ responderam que as suas instalações estão identificadas. Apesar da melhoria registada ao longo dos anos, as boas condições de utilização das instalações ainda não são generalizadas, podendo em alguns casos condicionar a aplicação do princípio da privacidade consagrado na Lei de Protecção.

22

Equipamento informático
É de assinalar que, à semelhança do ano anterior, todas as comissões de protecção referem dispor de computador, instrumento fundamental ao exercício das suas atribuições, tendo em conta, nomeadamente, o plano, em execução, de informatização dos processos. Esta realidade foi possível graças ao empenho dos Municípios e do Instituto da Segurança Social, I.P., que assumiu o encargo com a aquisição de um computador e de uma impressora pelos Municípios que o desejaram.

MEIOS LOGÍSTICOS
Gráfico 3:Condições referentes ao equipamento e funcionalidades informáticas
sim não

23

Utilização exclusiv a do computador

238

41

Ligação à internet

278

1

Programa de gestão processual

234

45

Endereço electrónico

278

3

Página oficial

154

125

CPCJ que enviam dados: Existência de computador: N=278; Forma de utilização: 279 Ligação à Internet: 279; Existência de programa/base de dados: 279; Existência de endereço electrónico: 281; Existência de página oficial:279. Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009), CNPCJR

Relativamente ao equipamento informático a realidade revelada pelo relatório demonstra os significativos progressos verificados, mas também a necessidade da sua rápida acentuação nos seguintes aspectos: • A utilização partilhada de computadores com outras entidades, em percentagem de 14,7% (41), superior à de 13,5% assinalada em 2008; • A insuficiência do número de computadores disponíveis, assinalada por 66 comissões, correspondente à percentagem de 24,1%, superior à de 23,8% registada em 2008. As comparações com o ano de 2008 exigem cuidado porque, apesar das diferentes percentagens, existe menos uma CPCJ a partilhar o seu computador com outra entidade; • O acesso à Internet, de que apenas uma CPCJ não dispôs, em percentagem de 0,4 %, inferior à verificada em 2008 (2,8%).

MEIOS LOGÍSTICOS
• O contacto por endereço electrónico de que 3 comissões não dispuseram em 2009, na percentagem de 1,1%, inferior à registada em 2008 (1,4%). Em 2009, 44,8% (125) das comissões de protecção não dispunham de página electrónica, valor que representa uma ligeira melhoria face a 2008, 46,4%

24

Outros equipamentos de telecomunicações
Em 2009 verificaram-se melhorias quanto à disponibilidade de telefone, telemóvel e fax, registando-se as seguintes percentagens relativamente às verificadas em 2008: • • • Telefone exclusivo - 181 comissões (64,6%); em 2008 - 63,6%; Telemóvel – 176 comissões (62,4%); em 2008 - 58,6%; Fax exclusivo – 156 comissões (55,9%); em 2008 - 51,3%

O gráfico seguinte representa a disponibilidade de telefone cruzada com a disponibilidade de telemóvel.

MEIOS LOGÍSTICOS
Gráfico 4: Condições referentes à utilização do telefone e do telemóvel

25

1 1 7

64

35 22 1 1

31

Co m telemó vel 1 81

Sem telemó vel

Co m telemó vel 33

Sem telemó vel

Co m telemó vel 66

Sem telemó vel

TELEFONE EXCLUSIVO

TELEFONE DIRECTO

TELEFONE INDIRECTO

CPCJ que enviam dados: 280 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009), CNPCJR -

Relativamente ao uso de fax verifica-se que 44,1% (123) ainda não dispõe deste recurso de forma exclusiva, o que representa uma ligeira melhoria relativamente ao ano de 2008 (48,7%). O grupo das CPCJ que não possui fax exclusivo divide-se entre as que, apesar disso, têm acesso directo ao fax, 23,4 % (65) e as que não têm esse recurso de forma directa 20,5%( 57). Assinale-se a relevância do uso exclusivo de um aparelho de fax considerando, não só a necessidade de receber e enviar informação de carácter urgente, como a necessidade de respeitar o carácter reservado de todas as informações que chegam à CPCJ ou são por esta transmitidas.

pese embora este valor constitua um ligeiro decréscimo percentual relativamente ao ano de 2008. tem este recurso para uso exclusivo. fax ou telemóvel. Das CPCJ que referem dispor de viatura. que 6. no ano de 2009. CNPCJR - Não deixa de ser relevante registar que.8 % (210). 8.2% (26). o que representa uma ligeira melhoria face ao valor registado em 2008. à semelhança dos anos anteriores.2%. 77. considera que a disponibilidade é suficiente para as suas necessidades. um aumento face ao verificado naquele ano (267).6%). representa. .8% (19) das CPCJ refere não dispor de telefone directo.2% (23). 77. em termos numéricos.MEIOS LOGÍSTICOS Gráfico 5: Condições referentes à utilização do fax 156 26 Nº de CPCJ 65 57 Fax Exclusivo Fax Directo Sem Fax Exclusivo ou Directo CPCJ que enviam dados: 277 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). a grande maioria das CPCJ refere poder dispor de viatura. No ano de 2008 a percentagem foi de. Viaturas para deslocações No ano de 2009.7% (270). a maioria das Comissões de Protecção. (98. 9. Relativamente ao tempo de utilização da viatura. 95.

enquanto que. . regista-se uma ligeira melhoria neste aspecto.8%(70) ainda não disponham desse apoio. Assim. Na maioria das CPCJ a entidade cedente do Apoio Administrativo é o Município 95.2%. No entanto. nesse ano. 212). com prejuízo das suas funções. Forças de Segurança 5. O grupo mais relevante de outras entidades que cedem igualmente transporte para apoio às necessidades da CPCJ são: Segurança Social 8. em 96. embora.1% (13) e a Saúde. 24.93%.9% (248) dos casos.3 % (202). Apoio administrativo A maioria das comissões dispõe de apoio administrativo (75. Este facto implica o desempenho das tarefas administrativas pelos elementos da comissão.MEIOS LOGÍSTICOS Gráfico 6: Utilização de viatura por parte das CPCJ 244 27 Nº de CPCJ 26 12 Utilização não exclusiva Não dispõe de Viatura Utilização exclusiva CPCJ que enviam dados: 281 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2008). apenas 74. visto que.59%(22). 1. em 2008. a viatura é cedida à CPCJ pelo Município. esse valor era de 89.8% dispunha deste apoio.2%(3). CNPCJR A cedência de viaturas por parte dos Municípios para o uso das CPCJ foi reforçada no ano de 2009. em relação a 2008.

65%). conferências e seminários. 82.8% (231). pelo menos. considera que é suficiente o apoio que recebe do Município para a elaboração de material de divulgação valor próximo do valor registado em 2008 (80. aquisição de publicações técnicas e participação em acções de formação. 85. CNPCJR - Em 2009.3 % das CPCJ referem que o Município disponibiliza.MEIOS LOGÍSTICOS 28 Apoios complementares disponibilizados pelo Município Para além dos apoios previstos na Lei de Protecção. os Municípios prestam outros apoios complementares. A maioria das CPCJ. Gráfico 7: Cedência de técnicos por parte do Município SIM NÃO 40 233 CPCJ que enviam dados: 279 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). quer ao nível do suporte financeiro para a elaboração de material de divulgação. mais um técnico. . quer ao nível da cedência de técnicos.

56. 66.MEIOS LOGÍSTICOS Gráfico 8: Outros apoios complementares do Município Suficiente 33 15 29 Insuficiente Inexistente 68 106 27 16 Nº de CPCJ 231 156 185 Elaboração de material de divulgação Aquisição de publicações Participação em acções de técnicas formação CPCJ que enviam dados: Elaboração material de divulgação: 279 Aquisição publicações técnicas:278. a aquisição de publicações técnicas. . São também avaliados positivamente outros apoios prestados pelo Município pela maioria das Comissões de Protecção. designadamente.1% (185). Participação acções formação:280 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).1% (156) e o apoio financeiro para a participação em acções de formação.

6% (16). Mobiliário. Apoio técnico. referem ter recebido apoio das seguintes entidades: Segurança Social 24. Equipamento Informático. Centro de Saúde 15. Telefone e fax.3% (18) IPSS 13. 81 Comissões (29. por ordem decrescente: Viatura de uso exclusivo. Apoio de outras entidades Para além do apoio prestado pelo Município. verifica-se que as CPCJ consideram ter necessidade de outros apoios. Melhoria de instalações.3% (11).MEIOS LOGÍSTICOS Gráfico 9: Necessidades ainda não satisfeitas pelo Apoio Logístico do Município 30 CPCJ que enviam dados: 183 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). Apoio Administrativo. a . Santa Casa da Misericórdia 9. Telemóvel.3%(18). Instalações Próprias. CNPCJR Apesar do apoio já prestado pelos Municípios e à semelhança de anos anteriores. indicam-se essas prioridades. Apoio Financeiro. Seguidamente.2%).6% (29). Escolas do concelho 15.

tal como consta no gráfico seguinte. Instituto de Acção Social dos Açores e Centro de Segurança Social da Madeira.P.9% (7). Despacho normativo no 29/2001. Gráfico 10: Entidade que colaboraram com as CPCJ 31 CPCJ que enviam dados: 277 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009)..MEIOS LOGÍSTICOS PSP 8. CNPCJR Como factor muito relevante de apoio. IP)1 para suporte de despesas ocasionais e de pequeno montante que se revelem necessárias no decurso da intervenção junto das crianças e jovens. GNR 5. I.5% (10). I. de 30 de Junho. e sempre que não seja possível a utilização dos recursos formais das entidades representadas nas CPCJ. 1 Cf. .9 % (7) e Juntas de freguesia 5. de técnicos de reforço nas Comissões com maior volume processual. Fundo de Maneio O fundo de maneio consiste numa verba disponibilizada pelos serviços locais do Instituto da Segurança Social. destaca-se a colocação pelo Instituto de Segurança Social. suas famílias ou detentores da guarda de facto.6%(9). outras entidades 7.P. (ISS.

6%(75) das Comissões referem não ter utilizado o fundo de maneio.7%(50) entre 0% e 25% (47).MEIOS LOGÍSTICOS Gráfico 11: Utilização do fundo de maneio por parte das CPCJ De 75% a 100% De 50% a 75% De 25% a 50% De 0% a 25% Não utilizam 0 10 20 30 40 50 60 70 11 32 50 75 80 53 32 Nº de CPCJ CPCJ que enviam dados: 287 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). 3.0% (212) das CPCJ. informaram tê-lo utilizado 76. CNPCJR Relativamente a este apoio.3 % (32) utilizou entre 25% e 50%.74%). . 17. percentagem ligeiramente superior à verificada em 2008 (73. 11.4 % (11) utilizou entre 50% e 75%. Os montantes do fundo de maneio foram utilizados nas seguintes percentagens: 18.8% (53) utilizou entre 75% e 100%. Cerca de 26.

a disponibilização de uma página na Internet ainda que não seja incluída num domínio exclusivo. Persiste. no acesso directo e na identificação exterior. No ano de 2009 praticamente a totalidade das CPCJ referiu acesso à Internet e dispõe de caixa de correio electrónico. No que respeita aos meios informáticos. de informatização dos processos. O mesmo se verifica quanto à disponibilidade de fax. designadamente no domínio do respeito pela privacidade das pessoas e eliminando a falta ou deficiências de mobiliário que garanta a segurança dos processos. promovendo a qualidade das instalações. no entanto. A disponibilidade de meios de comunicação. salientam-se melhorias no que respeita às instalações disponibilizadas às CPCJ. a necessidade de generalizar essas melhorias. regista também neste ano melhorias face ao ano anterior. na modalidade de telefone e telemóvel próprios. e à dotação de cada comissão com o número de computadores indispensável ao processamento célere dos respectivos procedimentos. todas as CPCJ dispõem de computador. Regista-se uma larga maioria de opiniões positivas das comissões relativamente ao acesso à utilização de viatura. Contudo. o que é incompatível com o carácter reservado dos processos. tendo em vista o princípio do seu carácter reservado.MEIOS LOGÍSTICOS 33 Síntese Ao nível do apoio logístico. nomeadamente no seu uso exclusivo. facto tanto mais relevante quanto este equipamento é indispensável ao projecto. a ultrapassar rapidamente. em respeito pelo princípio pelo carácter reservado dos processos. embora se refiram ainda algumas limitações. ligadas sobretudo aos . em execução. verificam-se ainda deficiências. Vem ganhando também relevância ano após ano. nomeadamente no que respeita a alguns casos de utilização de computadores partilhada com outros serviços. sendo porém ainda necessário eliminar o número de casos de utilização não exclusiva de fax.

ainda algumas necessidades não satisfeitas no que respeita: à disponibilização de viatura. A maioria das comissões de protecção tem uma opinião positiva sobre o conjunto dos apoios prestados pelo Município. Já no que respeita à disponibilidade de técnicos pelas autarquias. 34 . Relativamente ao fundo de maneio. Este reforço técnico também se verificou nas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira. Referem. facilitar os procedimentos de utilização. denotam-se melhorias. com repercussões negativas na funcionalidade da comissão. salienta-se a disponibilização. equipamento informático.MEIOS LOGÍSTICOS constrangimentos da sua não utilização exclusiva. destaca-se que apenas uma parte das CPCJ dele dispõe. que se tem mostrado do maior relevo para a sua funcionalidade. sem prejuízo da observância dos requisitos legais. Tendo em vista a superação destas dificuldades. regista-se uma aumento dos apoios das IPSS. emitiu orientações aos seus serviços no sentido de. Os Municípios são a entidade que mais disponibiliza os seus recursos de transporte às CPCJ. porém. I.P. Comparativamente ao ano de 2008. técnicos para reforço do apoio às CPCJ. Quanto ao apoio de outras entidades. telemóvel e fax. os relatórios dão notícia de algumas limitações no que respeita à disponibilização desse apoio ou da insuficiência do tempo a ele atribuído. Quanto ao apoio administrativo. pela Segurança Social. o ISS. Quanto a outros apoios. regista-se que uma parte ainda relevante de CPCJ refere não o utilizar e que o mesmo não está disponível nas suas instalações. telefone.

O modelo de organização da comissão. . a definição e implementação do plano de acção e o tipo de articulação das CPCJ com outros parceiros da comunidade. pelo que a forma como decorrem os seus trabalhos e como está organizada contribuem decisivamente para a concretização deste objectivo.MEIOS LOGÍSTICOS 35 Parte 2 FUNCIONAMENTO DA CPCJ NA MODALIDADE ALARGADA A CPCJ na sua modalidade alargada tem o relevante papel desenvolver acções de promoção dos direitos e de prevenção das situações de risco e perigo para a criança e jovem. são aspectos de grande interesse para a análise da forma como a modalidade alargada desenvolve a sua acção. a aprovação e alterações ao regulamento interno. a periodicidade e horário das reuniões.

há 16.9 por CPCJ. 286 CPCJ identificaram os elementos que compõem a modalidade alargada.1%(34 CPCJ). por ordem decrescente.8% (1006). por ordem decrescente. 0. o que significa que.2 membros por CPCJ.1%) e no RSI (31. Serviço Social – 17. 7 elementos 1. 1 elementos 2. é de: 2 elementos 4.2% (515).7%(2) um elemento e 2.5% (300) e a Sociologia – 3. representa 3. Foram identificados 4637 membros desta modalidade de funcionamento. 3 elementos 3.7%(41 CPCJ).2%(13 CPCJ). • As valências técnicas mais representadas. 5 elementos 3.7%(8 CPCJ).1%) membros da modalidade alargada acumulam esta representação com a participação em parcerias locais. em média. Saúde – 8.8%(9 CPCJ).5%(50) CPCJ tem 2 elementos.8%(20 CPCJ).MODALIDADE ALARGADA 36 Composição da Modalidade Alargada Em 2009.1% (144) • 1813 (39. • Que o número de elementos cooptados ascende a 1113. Relativamente à representação nesta modalidade destaca-se: • Em 73. 9 elementos 0. .8%(42 CPCJ). Destaca-se a participação no CLA’s (49. Direito – 6. em média. o que.4% (387). 10 elementos 1. O número de cooptados na modalidade alargada.3% (800).2%(25 CPCJ). 4 elementos 3.2%(47 CPCJ).3%(18) tem 3 elementos. 8 elementos 0. 6 elementos 1.1%(6) não tem a indicação de qualquer elemento.9%(32 CPCJ). Psicologia 11. são: Pedagogia – 21.4%(210) das CPCJ estão indicados os 4 cidadãos eleitores designados pela Assembleia Municipal (6.3%(15 CPCJ). 17. 0 elementos 2.6%).

elaborar o Relatório Anual de Actividades e autorizar a consulta dos processos de promoção e protecção. orientar e coordenar as suas actividades. por um período de 2 anos. promover a execução das suas deliberações.MODALIDADE ALARGADA 37 Presidência das CPCJ O presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens é eleito pelo plenário da comissão alargada. CNPCJR À semelhança dos anos anteriores. Gráfico 12: Entidades que assumiram a presidência da CPCJ 160 140 120 100 80 60 40 20 0 Segurança Social Ministério da Saúde Santa Casa da Misericórdia de Associação de Pais Município/Freguesia Ministério da Educação Elementos Cooptados Cidadãos Eleitores Associação Desportiva. de acordo com a legislação em vigor.1%). renovável até ao limite de 6 anos consecutivos. valor um pouco superior ao registado em . Forças de Segurança Associação de Jovens/Serviços da IPSS/ONG (actividade de IPSS/ONG (actividade de 34 151 Nº de CPCJ 28 26 17 7 6 3 2 2 2 1 0 CPCJ que enviam dados: 279 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). maioritariamente. por representantes do Município (54. o cargo de presidente é ocupado. presidir às reuniões da Comissão nas modalidades Alargada e Restrita. de entre todos os seus membros. A este compete representar a comissão.

valor ligeiramente inferior ao ano de 2008 (57. por ordem decrescente. pelo contrario.2% (140) das CPCJ os presidentes cumprem o seu 1º mandato. o presidente cumpre o 2º mandato.1 % (6). Em 15.MODALIDADE ALARGADA 2008(52. 0.5% (7). é ligeiramente superior ao registado em 2008 (28.1% (17).4% (96) das CPCJ. 0. Ministério da Saúde 2.7% (2). Os representantes das restantes entidades assumem a presidência num número bastante inferior registando-se.2% (34).3% (26).0% (28). Cidadãos eleitores 5. IPSS/ONG (actividades de carácter institucional) 2. valor que. 0.3%).3%). Associação Pais. Associação Desportiva.4% (43) das CPCJ o presidente cumpre o 3º mandato. Santa Casa da Misericórdia Lisboa 0.2%). Forças de Segurança. .7% (2). as seguintes percentagens: Elementos Cooptados 12. CNPCJR Em 50.7% (2). Segurança Social 10. Para 34. Educação 9.4% (1) Gráfico 13: Mandato do presidente 140 38 96 43 1º Mandato 2º Mandato 3º Mandato CPCJ que enviam dados: 279 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).

MODALIDADE ALARGADA Gráfico 14: Valência do elemento que desempenha o cargo de Presidente da CPCJ 39 CPCJ que enviam dados: 287 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).5 % (18) e Saúde 5.2% (72). Psicologia.1% (25). CNPCJR Quanto à área de formação académica dos presidentes das comissões.4% (23). destacam-se: Serviço Social. 8. Sociologia 6. Direito 9. O Secretário é designado pelo presidente. Pedagogia.8% (82). 26. 29.8% (16). . de entre todos os membros da CPCJ. substituindo-o nos seus impedimentos.

. Freguesia – 24.(9).7 institucional) 2.4%(1). Segurança social .MODALIDADE ALARGADA Gráfico 15: Entidades que assumiram as funções de secretário da CPCJ 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Segurança Social Ministério da Saúde Santa Casa da Misericórdia de Município/Freguesia Associação de Pais Forças de Segurança Ministério da Educação Elementos Cooptados Cidadãos Eleitores Associação Desportiva. Associação Desportiva e as Associações de Jovens – 0. Ministério da Educação – 13. por ordem decrescente de frequência.2% (12). IPSS/ONG (actividades de carácter não Forças Segurança .4.3.12.3% (69). Associação de Pais .7%(39).7 %(2).5% (13). %(2). Cidadãos eleitores 4. Município/ J. Santa Casa da Misericórdia – 0. Associação de Jovens/Serviços da IPSS/ONG (actividade de IPSS/ONG (actividade de 13 12 9 7 7 2 2 1 1 39 36 86 69 40 CPCJ que enviam dados: 287 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). CNPCJR As entidades representadas pelo membro designado como secretário são.5%(7).7% (36).5%(7).2% . Ministério da Saúde . IPSS/ONG (actividades de carácter institucional) .3 % (86).2.0. as seguintes: Elementos cooptados – 30.

9%(11). Psicologia – 20. Saúde . Direito – 5.6 %(13).6% (38) das CPCJ a formação académica do Secretário não é identificada. Em 13.0%(14).4. CNPCJR Os membros que exercem a função de Secretario da CPCJ têm as seguintes formações académicas: Serviço social . Sociologia . uma das formas de organização possíveis para o desenvolvimento da actividade da comissão na modalidade alargada é a constituição de grupos de trabalho conforme os temas escolhidos segundo o plano de actividades. obrigatório por lei. Organização da comissão alargada CPCJ Para além do funcionamento em plenário.4% (99).MODALIDADE ALARGADA Gráfico 16: Valência do elemento que desempenha o cargo de Secretário da CPCJ 0 Serviço Social Psicologia Pedagogia Outra (para além do Direito Sociologia Saúde 14 13 11 56 49 38 50 100 99 150 41 CPCJ que enviam dados: 287 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).3.5% (49). .35.0% (56). Pedagogia – 17.

MODALIDADE ALARGADA Gráfico 17. Gráfico 18: Temáticas abordadas pelos grupos de trabalho da modalidade alargada CPCJ que enviam dados: 286 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). Avaliação de necessidades/problemáticas . Dinamização de parcerias . As restantes organizam o seu trabalho de forma diversa. CNPCJR As temáticas abordadas pelos grupo de trabalho são diversas registando-se.36.29. os seguintes valores percentuais: Sensibilização/divulgação do trabalho .8 %(84). CNPCJR A constituição de grupos de trabalho conforme os temas escolhidos segundo o plano de actividades foi a opção adoptada por 66.9% (192) das CPCJ. Elaboração do plano anual de intervenção . .63.6 %(106). Modelo de organização da Comissão Alargada 42 CPCJ que enviam dados: 287 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).1 %(178). por ordem decrescente.99 % (104).37.

37. o elevado volume de trabalho da modalidade restrita .29. CNPCJR Quanto à periodicidade das reuniões na modalidade alargada os dados revelam o seguinte: • • • 41.5%(27).3 % (7). 3. Em comparação com 2008.2 % (40). o facto de se organizar por grupos de trabalho . Supervisão .5 %(7). 54. Diagnóstico do funcionamento da CPCJ . Regulamento interno 20.12.14.1 %(82).8% (118) reuniu de 2 em 2 meses.6 %(58).18. o pouco envolvimento da comissão alargada .8 %(24). Gráfico 19: Periodicidade das reuniões da Comissão na modalidade Alargada 43 CPCJ que enviam dados: 282 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).5. Parte das CPCJ que não cumprem a periodicidade máxima de 2 meses apontam as seguintes razões: a Indisponibilidade dos membros .20. regista-se um aumento do número de CPCJ que reúne com uma periodicidade superior a 2 meses (+ 4.28.3.8 % (36).5 %(10).82%(3).6% (10) realizou reuniões mensais. Formação .2.6% (154) reuniu com periodicidade superior a 2 meses. .9%( 50). Outros temas .6%).7. o facto de considerarem que não se justifica . a acumulação de representações em parcerias .MODALIDADE ALARGADA Respostas Sociais/Recursos .1 %(79).

MODALIDADE ALARGADA Gráfico 20: Horário das reuniões da Comissão na modalidade Alargada 44 CPCJ que enviam dados: 283 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). CNPCJR As reuniões da modalidade alargada ocorrem. Em 10. em horário laboral. Gráfico 21: Existência de período de funcionamento definido Sim Não 33 237 CPCJ que enviam dados: 270 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).7%(251. .8%). na maioria dos casos 88. valor idêntico ao registado no ano de 2008 (87. CNPCJR O período de funcionamento das reuniões da modalidade alargada está definido em 87.9%(31) das CPCJ as reuniões realizam-se em horário pós-laboral .8% (237) das CPCJ.

6%(219)).4% (56) das comissões.9 vezes). tendo a maioria das CPCJ reunido menos de 6 vezes (79. convocação de reuniões.8% (274) dispõe de regulamento interno aprovado em plenário da modalidade alargada. por ano 3. . os procedimentos logísticos e de organização (nomeadamente.MODALIDADE ALARGADA Gráfico 22: Reuniões realizadas em 2009 219 45 Nº de CPCJ 56 Menos de 6 reuniões 6 ou + reuniões CPCJ que enviam dados: 275 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). realizaram-se. elaboração e actas). regime de faltas. na medida em que são formalizadas as competências das modalidades de funcionamento. o acompanhamento e distribuição de processos e a atribuição e gestão do fundo de maneio e das verbas decorrentes do protocolo de cooperação. CNPCJR No ano em avaliação. em média. Tal como se verificou em anos anteriores.8 reuniões. Para 20. a quase totalidade das comissões 97. decorreram seis ou mais reuniões durante o ano (em média 6. Instrumentos Orientadores da acção das CPCJ A definição e aprovação do regulamento interno revelam-se fundamental para a estruturação da actividade das comissões.

. para 86. − maior visibilidade das CPCJ junto da comunidade .2%(180). a percentagem de CPCJ que elaboraram o Plano de Acção registou um aumento significativo: de 81. atendendo às problemáticas e aos recursos existentes na área geográfica em que exerce a sua competência. instrumento de planeamento anual das actividades e acções a realizar no ano seguinte.57. registados em 2008.5%(161). − melhor organização interna do trabalho .2 % (163.1% em 2009.63. Gráfico 23: Aspectos positivos decorrentes da implementação do Plano de Acção 46 CPCJ que enviam dados relativamente a cada uma das categorias: 285 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).56. com base nas necessidades diagnosticadas. CNPCJR Em comparação com 2008.6%(113). − melhor gestão dos recursos e serviços existentes ao nível da comunidade 39. O subgrupo de CPCJ que procedeu à planificação anual das suas actividades identifica os seguintes aspectos positivos: − maior sensibilização da comunidade para a problemática das crianças/jovens em risco .5% (181).MODALIDADE ALARGADA De igual importância se reveste o plano de acção.6%.) − o maior comprometimento dos membros da CPCJ .63.

47 Balanço da actividade das CPCJ O balanço da actividade baseia-se. 4 0 CPCJ que enviam dados: 285 As CPCJ pontuaram de 1 a 3 as categorias de factores positivos Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). CNPCJR Entre os factores positivos considerados mais relevantes pelas CPCJ. Gráfico 24: Factores positivos decorrentes do trabalho da CPCJ 1ª 2ª 3ª 0 Intervenção interdisciplinar / trabalho em parceria 50 90 100 67 150 52 200 250 Proximidade local e conhecimento da realidade por parte da CPCJ Multidisciplinaridade do trabalho da CPCJ / complementaridade de saberes Intervenção precoce (atempada) Sensibilização/envolvimento da comunidade face à problemática da infância / juventude Reconhecimento da CPCJ ao nível da comunidade 91 67 51 66 85 47 66 30 29 25 25 42 18 28 41 Reconhecimento da CPCJ ao nível das entidades nela representadas 14 25 22 Nº de referências Outro.8% (8) aponta outras razões mas não as especifica. sobressaem: . tal como em anos anteriores. na identificação dos factores positivos e boas práticas decorrentes do trabalho da CPCJ.MODALIDADE ALARGADA Um grupo de 2. assim como dos constrangimentos sentidos em termos do seu funcionamento no ano de avaliação.

2% (61) Gráfico 25: Boas práticas decorrentes do trabalho da CPCJ "1" 0 Articulação com outros serviços da comunidade Trabalho com as famílias Diagnóstico de necessidade e promoção junto das entidades 38 48 "2" 50 89 "3" 100 150 200 250 300 108 72 172 84 110 76 22 Articulação inter-CPCJ 13 28 45 0 4 Outras 3 CPCJ que enviam dados: 286 As CPCJ pontuaram de 1 a 3 as categorias de boas práticas Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). CNPCJR .3% (92) − Reconhecimento da CPCJ ao nível da comunidade 8.2%(209) − Proximidade local e conhecimento da realidade por parte da CPCJ .8% (87) − Reconhecimento da CPCJ ao nível das entidades nela representadas .9.MODALIDADE ALARGADA − Intervenção interdisciplinar / trabalho em parceria .21.2%(209) − Multidisciplinaridade do trabalho da CPCJ / complementaridade de saberes .1% (198) − Intervenção precoce (atempada)12.6.20.7%(125) − Sensibilização/envolvimento da comunidade face à problemática da infância / juventude .21.

salientam-se: Insuficiência de disponibilidade dos membros da CPCJ.5%(184).6%(175) .MODALIDADE ALARGADA Ao nível das boas práticas decorrentes da intervenção das CPCJ. 17. escassez de respostas sociais 18. 18.3%(270) e 31. Gráfico 26: Dificuldades relativas ao funcionamento das CPCJ 1ª Opçã o 2ª Opçã o 3ª Opçã o 49 Viatura de uso exclusivo Equipamento Informático Telefone e fax Melhoria de instalações Instalações Próprias Mobiliário Apoio Administrativo Apoio técnico Telemóvel Apoio Financeiro Outra Maior disponibildade de viatura 3 9 4 3 3 14 14 14 4 5 17 17 23 17 21 34 14 12 10 4 8 8 6 5 2 2 5 4 4 5 3 12 7 2 3 1 Documentação técnica 1 4 0 Formação 1 2 1 Apoio Informático 10 0 10 20 30 40 50 60 CPCJ que enviam dados: 277 As CPCJ pontuaram de 1 a 3 as categorias de dificuldades sentidas Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). CNPCJR No que se refere às dificuldades de funcionamento. que representam respectivamente 31. .1%(269). destaca-se: o trabalho com as famílias e a articulação com outros serviços da comunidade.0%(179) e a ausência de priorização do trabalho por parte das entidades de origem.

entre outros: a elaboração do plano anual de intervenção. As razões apontadas para o não cumprimento da periodicidade estabelecida remetem para a indisponibilidade dos membros e para a sobrecarga de trabalho. o que representa uma melhoria significativa face a 2008. e do serviço social e psicologia (secretário). a melhor organização interna do trabalho desenvolvido pelas CPCJ e a maior sensibilização da comunidade para a problemática das crianças e jovens em risco e em perigo.MODALIDADE ALARGADA 50 Síntese À semelhança dos anos anteriores. Destaca-se ainda que a maioria dos presidentes das CPCJ estão no seu primeiro mandato. A maioria das CPCJ organiza o trabalho da modalidade alargada por grupos para assuntos específicos. Ao nível dos aspectos positivos decorrentes da implementação do plano de acção. o Município assume maior relevância ao nível da presidência das CPCJ. As reuniões em plenário da modalidade alargada têm lugar em horário laboral estando o período de funcionamento definido na maioria das CPCJ. A quase totalidade das comissões dispõe de regulamento interno e cerca de 86% elaboraram plano de acção. regista-se uma prevalência da pedagogia e do serviço social (presidente). sobressaem a visibilidade das CPCJ junto da comunidade. Somente cerca de metade das comissões reúne o plenário da modalidade alargada no mínimo de 2 em 2 meses. de acordo com o estipulado na lei. . destacando-se. No que diz respeito à formação académica dos membros que exercem a função de presidente e de secretário. Ganha relevância a figura dos membros cooptados no que refere às nomeações para o cargo de Secretário. a avaliação de necessidades/problemáticas e a dinamização de parcerias.

na 51 multidisciplinaridade e na intervenção precoce. Os principais constrangimentos confirmam as tendências dos anos anteriores: escassez de respostas sociais. na proximidade local. O trabalho de intervenção com as famílias é destacado como uma boa prática.MODALIDADE ALARGADA Os principais factores positivos decorrentes da actividade das CPCJ centram-se na intervenção interdisciplinar/trabalho em parceria. falta de priorização do trabalho por parte dos serviços. . indisponibilidade dos técnicos.

forma de contacto com representantes legais da criança/jovem e presença dos elementos da comissão na modalidade restrita na celebração dos acordos de promoção e protecção). disponibilidade de tempo para o trabalho na CPCJ e necessidades ao nível do reforço técnico). iii) organização do trabalho processual (periodicidade das reuniões.MODALIDADE ALARGADA 52 Parte 3 FUNCIONAMENTO DA CPCJ NA MODALIDADE RESTRITA A análise do funcionamento da CPCJ na modalidade restrita inclui um leque diversificado de aspectos desde: i) composição da equipa técnica (áreas de formação. iv) articulação estabelecida com o Ministério Público. ii) horário de funcionamento e os meios utilizados para assegurar o atendimento em permanência. . critérios de distribuição do trabalho processual.

6%( 306). Esta situação foi atenuada graças à colocação de elementos de reforço técnico.8%(280) Ministério da Saúde . Ministério da Educação . .1% (129) existem 4 das 5 valências indicadas pela lei. enquanto 26. Esta percentagem regista um aumento face àquela que se verificou em 2008 (26. Por ordem decrescente. Em 46.55% (714) dos elementos que integram a modalidade restrita. a saúde e o direito.MODALIDADE RESTRITA 53 Composição da comissão restrita No cumprimento do previsto na lei. À semelhança dos anos anteriores. IPSS/ONG (Actividades de carácter institucional) representam 6.1% (121) e as restantes entidades representam menos de 5 %. As Forças de segurança 5.11. os membros cooptados correspondem a 31.6% (294) Segurança Social . as restantes entidades mais representadas são: Município/ J. CNPCJR No ano de 2009 verifica-se que 22.6%(233).8%(75) tem 3.7%).11. a modalidade restrita da comissão deve ser composta por uma equipa interinstitucional e interdisciplinar. as valências de serviço social.9. incluindo. Freguesia -12.4%(158).8 % (66) das CPCJ têm na composição da modalidade restrita pelo menos um elemento daquelas 5 valências. Gráfico 27: Nº de Valências mínimas presentes na modalidade restrita CPCJ que enviam dados: 280 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). sempre que possível. com o objectivo de garantir uma maior eficácia ao nível da intervenção. psicologia e educação.

MODALIDADE RESTRITA Gráfico 28: Elementos presentes na CPCJ modalidade restrita 54 CPCJ que enviam dados: 280 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).3 %(476).1 %(377. Psicologia .4 %. CNPCJR Considerando a totalidade dos elementos de cada CPCJ na modalidade restrita regista-se a seguinte distribuição de valências: Serviço social .3%(686). 13.16. Saúde . . Pedagogia . Na área do Direito registam-se 6.29. Outras valências não especificadas.20.10.7%(320).(244).2 %(146) e da Sociologia 3.9 %(91).

2197). As restantes entidades disponibilizam 14% do total de horas.5.1 % (3594 horas) – relativos a 287 elementos.37. Social.17. 11.MODALIDADE RESTRITA Gráfico 29: Disponibilidade semanal dada pelos serviços de origem aos técnicos Tempo inteiro Tempo parcial 161 55 2197 CPCJ que enviam dados: 280 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).6% (4411 horas). No que respeita ao número de horas dedicado ao exercício de funções na modalidade restrita. .2%.1% (1273 horas) relativas a 227 profissionais. Município/ J. representando menos de 5% do total de horas cada.9% (9501 horas) relativas a 744 elementos. CNPCJR À semelhança de anos anteriores a quase totalidade dos membros da modalidade restrita exerce funções a tempo parcial (93. Freguesia 15.1% (2791 horas) – 279 elementos.273 elementos. Ministério da Educação . destacam-se: elementos cooptados . Seg. e Ministério da Saúde .

valores idênticos aos registados em 2008. Funcionamento da comissão restrita Conforme estatui a alínea a) do n. 86 CPCJ identificaram as seguintes razões principais: a valência não está presente na composição da CPCJ. CNPCJR O número médio de horas disponibilizado a cada um dos membros representantes variou entre as 15. a importância dessa valência para o trabalho directo com as famílias.º2 do art. a necessidade de apoio jurídico.MODALIDADE RESTRITA Gráfico 30: Disponibilidade total de horas por entidade relativamente ao total de horas disponíveis em todas as CPCJ 56 CPCJ que enviam dados: 280 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).º 21º da Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo. compete à comissão na modalidade restrita.3 horas. Quando questionadas sobre a razão da solicitação de mais reforço técnico. nomeadamente: atender e informar .9 horas e as 4.

enquanto 2. apreciar liminarmente as situações de que tenha conhecimento. é essencial que se possa dispor de um horário de funcionamento definido. Destas. acompanhar e rever as medidas de promoção e protecção e informar semestralmente a comissão alargada. solicitar a participação dos membros da comissão alargada nos processos sempre que tal se mostre necessário. como o contacto com as crianças e suas famílias. proceder à instrução de processos. sem o qual fica comprometido o trabalho da CPCJ.6%(7) CPCJ referem outra situação.MODALIDADE RESTRITA as pessoas que se dirigem à CPCJ. CNPCJR O horário de funcionamento foi referido por 270 CPCJ. Para o desenvolvimento das acções que se enquadram nesta lista de competências. Gráfico 31: Horário de funcionamento da CPCJ na modalidade restrita 57 CPCJ que enviam dados: 270 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). decidir. 88. em especial as que respeitam à natureza essencial das suas funções. . 9.2% (25) das CPCJ não definiram horário. solicitar parecer e colaboração de técnicos ou de outras entidades públicas ou privadas.2 % (238) tem um horário de funcionamento definido.

assinale-se que este meio não permite actuação imediata.8 % (93). Com menor expressão surge o sistema de “voice-mail “com possibilidade de deixar uma mensagem gravada na CPCJ 8. “voice-mail”/reencaminhamento de chamadas para entidades de 1ª linha. as CPCJ utilizaram os seguintes meios: telemóvel . Linhas de Emergência e Hospitais/Centros de Saúde – 33.48.MODALIDADE RESTRITA Gráfico 32: Meios utilizados para assegurar o atendimento em permanência 58 CPCJ que enviam dados: 271 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2008). CNPCJR Para assegurar o funcionamento em regime de permanência. . PSP. As CPCJ indicaram ainda outras formas de garantir o regime de permanência que representaram 9.5%(26) dos registos. nomeadamente GNR.0 % (132).8% (24).

6% (144) ou semanal 38. referem as seguintes razões: reduzido volume processual ou reúnem quando necessário .MODALIDADE RESTRITA Gráfico 33: Atendimento em permanência aos dias úteis e ao fimde-semana em função dos meses do ano 59 CPCJ que enviam dados: 287 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). no mínimo.6% ).9% (126) refere ter recebido solicitações para intervir fora do período normal de expediente. com periodicidade quinzenal 51. CNPCJR Apenas uma parte das CPCJ. As comissões que não reúnem com esta periodicidade (8. não se registando variações mensais assinaláveis.8%.9% (251) cumpre o estipulado por lei no que respeita à periodicidade das reuniões da modalidade restrita. a quase totalidade das CPCJ 89. O número total de solicitações recebidas por estas CPCJ foi de 4626.3% (107). reunindo. Estas solicitações ocorrem mais frequentemente nos dias úteis (62. Tal valor constitui um aumento significativo em comparação com 2008 da ordem dos 12. Organização do trabalho processual Tal como verificado em 2008. 43.63% (24)).

2% (123).7% (230). CNPCJR As CPCJ na modalidade restrita adoptam diversas formas de organização do trabalho processual. Gráfico 35: Organização do trabalho processual da comissão na modalidade restrita CPCJ que enviam dados: 285 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).MODALIDADE RESTRITA Gráfico 34: Periodicidade das reuniões da comissão na modalidade restrita 60 CPCJ que enviam dados: 279 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). as seguintes metodologias de trabalho: • • Gestor de caso 80. Equipas de Trabalho 43. nomeadamente. as mais comuns são as equipas de trabalho. CNPCJR O trabalho processual das comissões de protecção é organizado utilizando. o gestor de caso entre outras. .

sem diferenças substanciais no que respeita à sua relação com as formas de organização mais frequentes. acompanhamento e execução da medida de promoção e protecção.9%. valência técnica e disponibilidade dos membros. regista-se. tal como mostra o gráfico seguinte O processo de promoção e protecção (PPP) inicia-se com a recepção de comunicações escritas ou verbais ou através de factos de que a CPCJ tenha conhecimento.6%(4).5%(16). nas problemáticas que motivaram as situações de perigo. no gráfico anterior. o serviço. 61 Atendendo ao facto de algumas CPCJ utilizarem mais do que uma destas metodologias de trabalho. sobretudo. as combinações possíveis: Apenas através da figura do gestor – 48.3%(102). apenas outra forma – 0.2 %(119).4%(1) Gráfico36: Formas de distribuição dos processos em função do tipo de organização do trabalho na CPCJ CPCJ que enviam dados: 285 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). Equipas e ainda outra forma de organização – 1. a comissão na modalidade restrita deverá proceder à apreciação liminar dessas situações de perigo sinalizadas. No cumprimento do consignado por lei. . Gestor.MODALIDADE RESTRITA • Outras formas 3.0%(5). CNPCJR Os critérios subjacentes à distribuição dos processos incidem. Apenas Equipas – 6. à instauração de processo sempre que justificável e à consequente aplicação. Gestor e outra forma de organização – 2. Gestor e Equipas de trabalho – 41. área geográfica.

Constitui orientação da CNPCJR que a abertura de um processo por mais do que uma criança/jovem só suceda nos termos previstos no art.º 97º n.º 80º da LPCJP. representantes legais ou detentores da guarda de facto da criança/jovem. para a obtenção do consentimento para a intervenção da CPCJ. devem ser efectuadas no âmbito de um processo já instaurado. as diligências sumárias a que alude o art. Esta diferença de procedimentos tem tendência a decrescer.1% de CPCJ que antes de instaurar um processo procedem a uma avaliação preliminar da situação de perigo. quando indispensáveis e legítimas.9%) e em 2007(79. à semelhança do que já vinha a ser registado em anos anteriores. CNPCJR Em 2009. mercê da orientação da CNPCJR (emitida em 2006) que.º 1. n. Igualmente.º1 . constitui orientação da Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco que. As CPCJ que assim procedem representam 83. em obediência ao disposto no art. percentagem comparativamente maior que a verificada em 2008( 81.6%) Paralelamente.MODALIDADE RESTRITA Gráfico 37: Procedimentos face à abertura de um PPP 62 CPCJ que enviam dados: 285 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). em observância do disposto no art.2%(237). da LPCJP. os pais. Verifica-se que a maioria das comissões instaura um processo de promoção e protecção por criança/jovem. se deve privilegiar . existem 18. estipula que os processos devem ser instaurados logo após a sinalização e.º 94º da mesma Lei.º 97º. voltou a aumentar o números de CPCJ que instaura um processo de promoção e protecção face a uma comunicação de perigo.

CNPCJR Pela análise do gráfico verifica-se que o contacto por escrito representa a forma de contacto mais frequente 82.6%(93).8 % (106). Gráfico 38: Primeiro contacto com pais/representantes legais ou detentor da guarda. É importante referir que a forma de contacto com os pais está necessariamente ligada à natureza e urgência da situação de perigo comunicada. O contacto por agentes da comunidade foi mais frequentemente escolhido como 4ª forma de contacto em 52. A visita domiciliária segue em segundo lugar com 40. preferencialmente com técnicos que já acompanham a situação.MODALIDADE RESTRITA o contacto pessoal e a visita domiciliária.2 % (130) das CPCJ. A visita domiciliária constitui a forma de contacto a privilegiada para as situações de perigo mais graves. designadamente para a vida e integridade física.4% (230). numa sequência de opções 1ª em frequência 0 50 2ª em frequência 100 3ª em frequência 4ª em frequência 150 5ª em frequência 200 250 63 300 Por telefone 14 81 93 63 Por escrito 230 22 13 7 Através de visita domiciliária 25 106 88 40 Através dos agentes da comunidade 4 51 60 130 Outros meios: 4 60 3 CPCJ que enviam dados: 285 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). . seguida do contacto pelo telefone 36.

95. Celebração do acordo .2 % (260). Assinatura do acordo .94. celebração do acordo de promoção e protecção e na sua assinatura é de crucial importância para todo o processo de intervenção.91. CNPCJR A presença dos pais.63.MODALIDADE RESTRITA Gráfico 39: Elementos presentes no momento da audição da criança e jovem.95.Pais. representantes legais ou detentores da guarda de facto das crianças/jovens.96. celebração do APP e assinatura do acordo 64 CPCJ que enviam dados: 285 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). A frequência relativa às presenças destas pessoas nos vários momentos foi assinalada pelas CPCJ. Assinatura do acordo .4 % (272) . as crianças com 12 ou mais anos nos momentos de audição. Para além destes é importante que esteja presente o gestor de caso se estiver indicado ou de outros responsáveis pelo acompanhamento da situação. Assim: .Criança com idade igual ou superior a 12 anos: Audição . . representante legal ou detentor da guarda de facto Audição .4 % (269).4% (272 CPCJ).9% (182). Celebração do acordo .8% (276). não difere daquela verificada em 2008.

“representar as crianças e os jovens em perigo.a lei de protecção consagra a sua participação.9%(145) respectivamente.15. requerendo providências tutelares cíveis e usando quaisquer meios judiciários necessários à promoção e defesa dos seus direitos e à sua protecção”. 43.87. Relativamente às crianças entre os 7 e os 12 anos registaram-se as seguintes percentagens: audição . fiscalizando a sua actividade processual e promovendo os procedimentos judiciais adequados”.4% (44).9% (14) sendo mais frequente. como é natural. 65 Relacionamento com o Ministério Público De acordo com o consignado na Lei de Promoção e Protecção “o Ministério Público acompanha a actividade das comissões de protecção.5%(7) Apesar da legitimidade para a intervenção não estar dependente da oposição das crianças desta idade – sem prejuízo desta ser relevante se a criança tiver maturidade para entender o sentido e alcance da intervenção .16. celebração do acordo . propondo acções.MODALIDADE RESTRITA .Gestor de caso Audição .9%(125) e 50. .7% (264) Celebração do acordo .0 % (268) Assinatura do acordo . É também da sua competência. nas fase de: celebração do acordo e da sua assinatura.88% (48).96. designadamente através da audição e presença nos actos processuais acima referidos.4% (249) Na fase da audição o envolvimento de outras entidades foi muito reduzido 4. apreciando a legalidade e a adequação das decisões.94. assinatura do acordo – 2.

Das 254 (90. CNPCJR Obrigatoriamente todas as CPCJ têm um interlocutor Ministério Público designado embora 29 afirmem desconhece-lo.7%) CPCJ que afirmam ter interlocutor. quando questionadas sobre a sua participação nas reuniões. embora 30.0%(85).4%(86). . estando em curso diligências para apurar o motivo desta ocorrência.MODALIDADE RESTRITA Gráfico 40: Existência de interlocutor designado pelo MP e sua participação nas reuniões da CPCJ sim 29 não 66 197 254 198 86 85 Existência de interlocutor designado pelo MP Participação do MP nas reuniões da Modalidade Restrita Participação do MP nas reuniões da Modalidade Alargada CPCJ que enviam dados: 283 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). as mesmas referiram a participação na modalidade alargada 30. tenham referido a sua participação nas reuniões da modalidade restrita.

6 contactos em média por CPCJ) e Outros motivos 12.7 % (2. enquanto que em 36.5 contactos por CPJC).4%. CNPCJR Dos 10719 contactos registados entre as CPCJ e o Ministério Público.7% dos casos. esclarecimentos de ordem jurídica .3 contactos médios por CPCJ). conclui-se que. (em média 11.6% (2. Os motivos dos contactos estabelecidos com o Ministério Público por iniciativa da CPCJ revelam uma frequência idêntica aos assinalados no ano de 2008 e foram os seguintes: Orientação para diligências processuais .47.26. a iniciativa foi do Ministério Público. Convite para a participação em pelo menos uma reunião da CPCJ na modalidade Alargada 22.6 .0% (6.5 contactos por CPJC). a iniciativa foi comissões. ( em média 7.1% (6. em 63.2 % (4. Procedimentos de Urgência .9 contactos em média por CPCJ) Os contactos estabelecidos por iniciativa do Ministério Público tiveram os mesmos motivos: Orientação para diligências processuais – 37.15.8 contactos médios por CPCJ).0 contactos médios por CPCJ). Convite para a participação em pelo menos uma reunião da CPCJ na modalidade Alargada 6.3%.MODALIDADE RESTRITA Gráfico Tipo de articulação e meios de contacto entre a CPCJ e o MP 67 CPCJ que enviam dados: 283 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). esclarecimentos de ordem jurídica . Procedimentos de Urgência -7.3% (3.6.7% (1.4%.0 contactos médios por CPCJ).

Os contactos pessoais assumem um menor peso relativo já que constituem 15. 46.7 % (11. CNPCJR As CPCJ tendem a recorrer mais aos contactos telefónicos.MODALIDADE RESTRITA contactos em média por CPCJ) e Outros motivos 18. 71. Gráfico 43: Avaliação da frequência dos contactos estabelecidos com MP CPCJ que enviam dados: 282 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). CNPCJR A avaliação por parte das CPCJ da frequência dos contactos estabelecidos é positiva.8 % (653) pelo do Ministério Público.0% (2617). com 77. Gráfico 42: Formas de contacto entre a CPCJ e o MP 68 CPCJ que enviam dados: 283 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).8 % (3923). enquanto que o Ministério Público opta com mais frequência por um contacto escrito. .0 %(218) de CPCJ a afirmarem ter sido suficiente.7 contactos em média por CPCJ).7% (1331) do total dos contactos estabelecidos pela CPCJ e 13.

.. reuniões mais frequentes se possível com um calendário definido para a discussão de situações mais complexas e a avaliação de procedimentos nos processos de promoção e protecção. designadamente. Verifica-se a necessidade de partilhar as 69 problemáticas/constrangimentos da intervenção.MODALIDADE RESTRITA Algumas CPCJ (41) sugerem melhorias na articulação com o Ministério Público.

reunindo no mínimo. A maioria das comissões na modalidade restrita cumprem a periodicidade das reuniões de plenário definida por lei. O maior número de elementos presentes na modalidade restrita são os elementos cooptados. em especial nos dias úteis fora do horário de funcionamento e sem variação significativa ao longo do ano. continuando as comissões a apontar a necessidade de reforço técnico. em harmonia com a orientação da CNPCJR e com o .MODALIDADE RESTRITA 70 Síntese Na composição das comissões na modalidade restrita destacam-se. Cerca de metade das CPCJ teve solicitações no regime de permanência em valor semelhante a 2008. São também relevantes os representantes dos Municípios (em especial técnicos de serviço social. recorrem com frequência ao gestor de caso e a grupos de trabalho. A maioria dos representantes exerce as suas funções a tempo parcial. disponibilidade de tempo e no serviço de origem. tal como em 2009. pedagogia. Os critérios de distribuição do trabalho processual assentam. sobretudo nas áreas do direito e da Psicologia A grande Maioria das CPCJ dispõe de um horário de funcionamento definido O regime de permanência é assegurado pelo telemóvel e pelo reencaminhamento de chamadas para a GNR e PSP. quinzenalmente. a maior parte das CPCJ instaura um processo de promoção e protecção. Face à comunicação de uma situação de perigo. área geográfica. Ao nível da organização processual. sobretudo. as áreas de serviço social e pedagogia. nas problemáticas. Ministério da Educação (essencialmente pedagogia)e Segurança Social (sobretudo técnicos de serviço social). psicologia e direito).

Os contactos entre as CPCJ e o Ministério Público ocorrem com maior frequência por iniciativa das CPCJ. As CPCJ fazem uma avaliação positiva dos contactos com o Ministério público e cerca de três quartos de entre estas considera-os suficientes. O envolvimento de outras entidades foi muito reduzido na fase da audição. 71 . Verifica-se também que a maioria das comissões instaura um processo de promoção e protecção por criança/jovem. seguida da visita domiciliária. Em 2009 aumentou o número de comissões que adoptaram este procedimento.MODALIDADE RESTRITA disposto no art. sendo mais significativo nas fase de celebração do acordo e da sua assinatura. A grande maioria das CPCJ tem um interlocutor do Ministério Público.º1. As crianças estão presentes menos vezes na audição inicial e mais nas outras fases. Para o contacto com os pais a forma mais utilizada foi a escrita. quando questionadas sobre a sua participação nas reuniões. 97o n. no momento da audição da família e da celebração do acordo. estão presentes. 2 elementos da sua modalidade restrita. As crianças entre os 7 e os 12 anos estiveram presentes com muito menor frequência nestas ocasiões. as mesmas referiram a participação na modalidade alargada e na modalidade restrita. designadamente para apoio em diligências processuais. Na esmagadora maioria destas situações os pais estão presentes. estando em curso diligências para apurar o motivo desta ocorrência. Na maioria das CPCJ.

em 2009. analisar com maior detalhe alguns dados. bem assim.MODALIDADE RESTRITA 72 Parte 4 AVALIAÇÃO DA ACTIVIDADE PROCESSUAL DAS CPCJ O Modelo de Recolha de Dados (MRD). Seguidamente. instrumento de suporte à recolha de informação relativa aos processos de promoção e protecção das CPCJ. e à semelhança dos anos anteriores. tem sofrido algumas alterações desde 2006. visaram. Estas alterações que consistiram na desagregação das variáveis relativas aos escalões etários das crianças ou jovens. recorreu-se à extracção de elementos estatísticos por via da aplicação informática de gestão processual das CPCJ. procede-se à caracterização das crianças e jovens com processo de promoção e protecção e. necessariamente. que ser tido em consideração nas comparações com os dados dos anos anteriores. Num primeiro momento serão apresentados os números relativos aos fluxo processual das CPCJ. dos seus agregados familiares em função dos processos instaurados no ano de 2009. Igualmente terá que ser tomado em consideração o facto de. Este facto terá. pela primeira vez. atendendo: . nomeadamente.

O quadro seguinte permite a análise comparativa com os dados do fluxo processual existente desde 2002.ACTIVIDADE PROCESSUAL • • 73 às entidades sinalizadoras das situações de perigo. instaurados e reabertos) e arquivados (liminarmente e após a intervenção) durante o ano em avaliação. nível de escolaridade. naturalidade e problemáticas que motivaram a intervenção da CPCJ. Quadro 1: Fluxo processual nas CPCJ (2002/2009) N. sendo que 4 não reuniam os requisitos normativos para a apresentação do MDR. A situação dos processos relativos a artes e espectáculos é objecto de tratamento específico Análise do fluxo processual global O fluxo processual global refere-se ao total de processos acompanhados – volume processual global(processos transitados. em termos de género. às características sociográficas das crianças e jovens acompanhadas pelas CPCJ. tendo em conta o número de CPCJ existentes.º CPCJ enviaram o existentes MRD (a) (b) (c) Volume Global (a+b+c) Arquivados Arquivados Liminarmente (d) (e) Total Arquivados (d+e) 2002 2003 216 239 172 201 9445 12719 754 823 2033 3632 1981 2922 4014 6554 . idade.º CPCJ Transitados Instaurados Reabertos N. • à caracterização do meio familiar e social destas crianças e jovens. seu contexto social. em termos do tipo de agregado em que vivem. Por último. grupos etários das famílias seu grau de instrução e situação perante o trabalho. os motivos da reabertura e arquivamento dos processos. No final do ano de 2009 existiam 291 CPCJ. são retratadas às medidas de promoção e protecção aplicadas pelas CPCJ. designadamente por terem sido instaladas no segundo semestre e por não ter sido publicada a respectiva portaria de instalação.

no entanto. concluímos que se verificou um aumento de 3. quer pela duração das medidas. instaurados e reabertos durante o ano em avaliação) excede em 237 (0. no entanto o número de processos declarados apresenta uma divergência de 495 processos. para além do ano em que foram instaurados. quer pela altura do ano em que são instaurados. Salienta-se. O número de processos transitados de anos anteriores ascende a 34416 processos. o que é justificável.35%) processos o total registado em 2008. Quando comparamos o número de processos transitados com o valor registado em 2008. . Constata-se.1%. registando-se um valor superior ao dos processos instaurados no ano em avaliação.8%). estando em curso diligências para apurar da razão dessa discrepância relativamente às comissões em que ela se verifica (esta diferença ascendeu a 719 processos no ano de 2008).2%). que há processos que se mantêm activos. O volume processual global (que resulta da soma dos processos transitados. assim. CNPCJR Em 2009.ACTIVIDADE PROCESSUAL 2004 2005 2006 2007 2008 2009 252 265 269 280 282 291 204 254 269 280 282 287 23712 30320 33394 34416 11991 12654 25209 29547 29279 28401 1038 816 2026 3141 3986 4079 50947 63008 66659 66896 3100 2868 6326 8543 9221 7798 3135 2213 12654 20352 22527 24073 6235 5081 18980 28895 31748 31871 74 CPCJ que enviam dados: 287 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). inferior ao registado entre 2007 e 2008 (9. as CPCJ registaram um volume processual global de 66896 processos. Este aumento é. O número de processos indicados pelas CPCJ como transitados em 2009 deveria corresponder ao numero de processos activos em Dezembro de 2008 (34911 processos). no entanto. que este aumento é consideravelmente inferior em comparação ao verificado entre 2007 e 2008(5.

1 49. no entanto que este aumento é consideravelmente inferior ao registado entre 2007 e 2008 (21. Os processos reabertos (4079) registaram no corrente ano.ACTIVIDADE PROCESSUAL Relativamente aos processos instaurados é de assinalar que. um aumento de 93 processos face ao ano anterior.2%). o número de processos instaurados diminuiu comparativamente ao ano anterior.1 51. salienta-se. O peso relativo das diferentes categorias no volume processual global é o seguinte: Gráfico 44: Peso relativo dos tipos de processos no volume processual global nos anos de 2006 a 2009 2006 50.5 46.5 48.3% dos processos reabertos. pelo segundo ano consecutivo. e da necessidade de afastar a criança ou jovem da mesma.9 43. este valor assume especial relevância devido à reincidência da mesma situação de perigo ou da ocorrência de uma nova. é possível constatar que em 2006. tendo diminuído a sua importância nos últimos anos. foram instaurados 28401 processos. o que representa um decréscimo de 3%. CNPCJR Analisando o gráfico. foi o ultimo ano em que se observou maior relevância dos processos instaurados no volume processual global.9 42.1 Transitados Instaurados Reabertos CPCJ que enviam dados: 287 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). Assim.4 2007 2008 2009 75 46. Quando comparamos este valor com o do ano transacto. Em sentido oposto assistimos a um aumento dos processos transitados e reabertos no total do volume processual. .5 4 5 6 6. verifica-se um aumento de 2.

registando um aumento de 0. Já os processos arquivados após intervenção apresentam um valor absoluto de 24073. deste tipo de arquivamento. Tal poderá estar associado ao aperfeiçoamento das sinalizações que são comunicadas às CPCJ. constata-se que após um aumento percentual do arquivamento liminar.3 33.4% relativamente a 2008. em 2009 observa-se um decréscimo. desde 2006 a 2008. CNPCJR Analisando a tipologia dos processos arquivados desde 2006.4% do que em 2008. menos 18.4 36. Gráfico 45: Peso relativo do tipo de arquivamento no volume processual global nos anos de 2006 a 2009 2006 2007 2008 2009 62. O número de processos activos (resultado da subtracção ao volume processual global do total de processos arquivados) totaliza 35025 processos.7 Arquivados Liminarmente Arquivados Activos CPCJ que enviam dados: 287 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2008).8 12.1 52.8 24.6 13.4% relativamente a 2008. que representa um aumento de 2.ACTIVIDADE PROCESSUAL O total de processos arquivados atingiu o valor de 31860. sendo este o volume processual que transita para o ano de 2010. O gráfico seguinte permite verificar o peso relativo dos tipos de arquivamento no volume global desde 2006. No que concerne o arquivamento após .7 54.4 13.4 52. Os processos arquivados liminarmente atingiram o valor de 7798.8 11.0 76 32.

Porto menos 2. Leiria menos 10.0 1 5.0 -1 5. Castelo Branco.0 -6.6 3.0 4. Guarda menos 10. Viseu .0 -2.3% (-61).0 -1 1 .0 Coimbra Evora Castelo Branco Beja Bragança Braga Aveiro Açores Faro Portalegre Porto Santarem Madeira Guarda Setubal Viana do Castelo Vila Real Lisboa Leiria CPCJ que enviam dados: 287 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2207 e 2008).3%(80).1%(555).6 2.4 -10.0 5.9 -5.ACTIVIDADE PROCESSUAL intervenção das CPCJ temos assistido a um aumento deste tipo de arquivamento considerando o volume processual global do ano.1 5. No gráfico seguinte analisa-se a variação percentual do volume processual global em cada Distrito e Região Autónoma relativamente ao ano de 2008. Setúbal menos 6.3 -1 0.7%(76).3%(-28) de processos.8 10.9 -3.9 1 . menos 15% ( -132) processos. por ordem decrescente do número de processos: Aveiro menos 11.4 3.9%(341). Évora menos 19. 77 Gráfico 46: Comparação entre o Volume Processual Global 2008 e 2009 por Distrito e Região Autónoma 20.4%(413).3 -20.7 -15.9%(336). CNPCJR Da análise do gráfico verifica-se que 10 distritos registaram variações negativas no volume processual Global.0 8.0 -1 9. Vila Real menos 7.0 1 0.0 -1 .1 15.9 -7.0 0. Viana do Castelo menos 3%(44) e Coimbra com menos 1.1 -1 0.4 6.

sendo a maior variação registada em Faro 16. Açores 8. Lisboa.8%. Por ordem . Braga. Madeira. 6. 5.6%.1%.6%. Beja.4%. 2. Analisa-se.ACTIVIDADE PROCESSUAL Os restantes distritos e Regiões autónomas registaram aumentos no volume processual global. 4. CNPCJR Da análise do gráfico é possível verificar quais as percentagens em relação ao volume processual global dos processos transitados. 10. Portalegre. Gráfico 47: Análise do impacto de dos Processos Transitados.0%.8% (476) seguido em ordem decrescente por: Santarém. 15. de seguida o impacto do tipo de processos (transitados.6%. destacam-se o distrito da Guarda com 67. verificando-se que: o Relativamente aos processos transitados.9%. instaurados e reabertos. 3. 3. Viseu. instaurados e reabertos) no volume global processual de cada região ou distrito.1% e a Região Autónoma dos Açores com 62% do total de processos.1% e Bragança. Instaurados e Reabertos no volume processual global por Região/Distrito 78 CPCJ que enviam dados: 287 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens ( 2008).

O número total de crianças acompanhadas pelas CPCJ foi de 67117.4% (28426) a processos instaurados e 6. Embora com percentagens inferiores. pois é possível um processo abranger mais do que uma criança ou jovem. nos termos do artigo 80º da Lei de Protecção.8% e a Região Autónoma da Madeira com 50.1%(4087) a processos reabertos. destacam-se os distritos de Beja com 50.3%). Santarém (10.1% do volume processual global. Braga. 42. Aveiro. Portalegre e Coimbra. salienta-se os distritos de Viseu com 9.5% (34608) correspondem a processos transitados. Com menor valor percentual. Porto. Setúbal. 79 . O número de crianças e jovens acompanhados pelas CPCJ é algo superior ao número de processos. o Quanto aos processos instaurados.5%). com valores superiores a 10% do volume processual global os Distritos de: Portalegre (11. Bragança.4% do total de processos. mas significativas.5% e Leiria com 8. Viana do Castelo e Vila Real.9%) e Coimbra (10.ACTIVIDADE PROCESSUAL decrescente e com um impacto de mais de metade dos processos evidenciam-se: os distritos de Leiria. Castelo Branco. o No que respeita aos processos reabertos os destacam-se. das quais 51. mas com maior incidência dos processos instaurados no volume processual global destacam-se os Distritos de Faro.

O escalão etário dos 11 aos 14 anos regista a diferença mais significativa (1549): 54. por ordem decrescente.3% (16091) do total.8%(15746).3%(15464) e finalmente o escalão dos 15 aos 21 anos – 22. sendo que. Em todos os escalões etários há uma maior prevalência de crianças sexo masculino.2% (8820) no sexo masculino e 45. CNPCJR Quando consideradas o total das crianças e jovens acompanhados pelas CPCJ. verifica-se que o escalão etário mais representativo é o dos 11 aos 14 anos. 25. no conjunto dos dois sexos. .8% (7271) no feminino. o escalão etário dos 6 aos 10 anos. sendo. atinge 26.ACTIVIDADE PROCESSUAL Gráfico 48: Distribuição das crianças ou jovens acompanhados em função do sexo e escalão etário M 8183 7563 8381 7083 F 8820 7271 7195 6597 80 0 aos 5 anos 6 aos 10 anos 11 aos 14 anos 15 aos 21 anos CPCJ que enviam dados: 274 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). deste grupo 7571 crianças tem entre 0 e 2 anos. sendo 885 do sexo masculino e 947 do sexo feminino. Segue-se a escalão etário dos 0 aos 5 anos 25. deste grupo 1832 jovens tem entre 18 e 21 anos. Com pouca diferença percentual surge.6%(13792) jovens. caracterizadas quanto ao sexo e idade. 3929 do sexo masculino e 3642 do sexo feminino.

4 4873 16.8 7.9 3.2 5.0 5.3 3.0 4.2 4.3 3775 16. Esta entidade registou um aumento de 1% relativamente a 2008. CNPCJR Os estabelecimentos de ensino destacam-se como a principal entidade sinalizadora.3 2.8 4.1 1.6 2.9 2.1 4.1 1. As Autoridades policiais são a segunda entidade sinalizadora.2 44 0.8 5212 17.º % 4843 21.4 1. foram caracterizadas as entidades que sinalizadoras para 94% (26701).3 5.4 102 0.2 22950 100 29088 100 29320 100 26701 100 CPCJ que enviam dados: 274 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).6 3.º % 2008 N.5 3.1 3.9 1.6 1.6 2081 2067 2426 1484 1385 1300 1242 1333 953 966 628 313 455 466 156 7.4 8.4 107 0. representando 18.3 3.9%.2 3.9 5.8 4.1 0.4 0.0 1.3% das sinalizações.1 4.4 3.8 5.6 1.4 0.9 5.8 1.7 4. relativamente à percentagem verificada no ano de 2008.1 0. com 22.8 6802 23.1 6347 21.1 4.2 5949 22.2 2.9 2.3 9.7 2.4 51 0.8 5.3 5.1 7.3 4 4.3 0.8 2055 2115 2654 1414 1131 1633 1113 1213 1204 1079 690 325 267 686 182 7.8 8.5 2343 1878 1581 1547 1412 1324 1146 909 857 768 528 446 440 378 120 8.6 0.4 4.1 7 8.ACTIVIDADE PROCESSUAL 81 Entidades Sinalizadoras Do total de 28401 processos instaurados. .2 4.7 1. Quadro 2: Processos Instaurados: entidades sinalizadoras das situações de perigo às CPCJ (2006/2009) Entidades sinalizadoras Estabelecimento de Ensino Autoridades Policiais Pais Estabelecimento de Saúde Outra CPCJ Vizinhos e Particulares Ministério Público Familiares A própria CPCJ Outra entidade Serviços de Segurança Social Instituições de apoio à infância/ juventude Tribunais Projectos/Programas CLA/NLI (RSI) Autarquias Próprios Instituto de Reinserção Social TOTAL 2006 N.8 5031 18. Tal constitui um ligeiro decréscimo de 0.8 1557 1924 1849 1111 1091 1213 915 957 1193 817 671 255 195 305 177 6.º % 2007 N.8% do total.º % 2009 N.

cerca de três quartos (70.º 5113 2234 17615 24962 2007 % 20. Quadro 3: Processos Instaurados: formas de sinalização das situações de perigo às CPCJ (2006/2009) 2006 Sinalizações Em presença Por telefone Por escrito TOTAL N. . 28426.6 100 N. foram caracterizadas 25244 (88.9 70. totalizam percentagens bastante inferiores todas abaixo dos 9%.5 8. e comparativamente a 2008. os Pais destacam-se por ter registado um aumento percentual de 1.7% mantendo o terceiro lugar.8 10 71.6%) das sinalizações foram efectuadas por escrito.5 9.º 3981 1961 13735 19677 % 20.2 10 69. CNPCJR À semelhança de 2008.8 70. quanto ao género e à idade.º 5463 2906 20726 29095 2008 % 18.º 4935 2488 17837 25260 2009 % 19. Caracterização das crianças e jovens No conjunto das crianças e jovens com processos instaurados em 2009.2 100 N.ACTIVIDADE PROCESSUAL As restantes entidades sinalizadoras.6 100 82 CPCJ que enviam dados: 272 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2008).8 100 N.8%). No entanto.

ACTIVIDADE PROCESSUAL Gráfico 49: Evolução da distribuição dos processos instaurados em função do sexo da criança ou jovem M F 83 53.9 52. CNPCJR As crianças beneficiárias da intervenção são. na sua maioria.1 53.1% a percentagem de crianças do sexo feminino. Neste escalão etário. .1 46. do sexo masculino 52. sendo de 47.1% (7358). CNPCJR O escalão etário mais representativo do total de crianças e jovens caracterizadas com processos instaurados é o escalão dos 0 aos 5 anos 29.8 52. Gráfico 50: Distribuição das crianças ou jovens dos processos instaurados em função do sexo e escalão etário CPCJ que enviam dados: 279 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).9 47.9%.2 46.1 2006 2007 2008 2009 CPCJ que enviam dados: 279 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).9 47.

7%(4983) do total de crianças e jovens com processos instaurados em 2009. mantendo-se a tendência de um numero ligeiramente superior de crianças do sexo masculino 2057 e 1803 respectivamente. 84 .ACTIVIDADE PROCESSUAL 3917(15. Seguem por ordem decrescente os escalões: 11 aos 14 anos com 26.8%(6267) e dos 15 aos 17 com19.3% (6636).5%) crianças tem entre 0 e 2 anos e 3441(13.6%). dos 6 aos 10 anos com 24.

9 47.2 46. tendo em conta a variação de categorias acima descrita. O escalão 6 aos 10 anos não mostra nenhuma variação significativa ao longo dos anos em analise.2 29.9 47. No sentido inverso. tendo registado no corrente ano o seu valor percentual mais baixo.1 13.7 52.1 18.3 12.8 13.º % 2009 N.1 46.1 11.5 53.3 15.1 14. Quadro 5: Processos Instaurados: naturalidade das crianças/jovens (2006/2009) Naturalidade 2006 N.5 13.º 4281 3935 8216 3818 3481 7299 4462 3503 7965 2725 2609 5334 15286 13528 28814 2008 % 14.4 12 26.2 9.3 24.4 26.5 13.4 9.7 14.8 100 N.9 12. O escalão 11 aos 14 anos.1 25.3 10.6 9.6 19.7 7.9 13.4 30.º 3860 3498 7358 3411 2856 6267 3509 3127 6636 2566 2417 4983 13346 11898 25244 2009 % 15.2 27.9 13.7 28.1 100 N.7 14. CNPCJR Na comparação com os anos anteriores é possível constatar que o escalão 0 aos 5 anos tem sido sempre onde mais incidiu a intervenção das CPCJ tendo registado um ligeiro decréscimo de 2006 a 2008.3 13.º % 2008 N.7 9.º % .1 100 0a5 6 a 10 11 aos 14 15 aos 17 * TOTAL CPCJ que enviam dados: 279 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).1 16 13.6 31.9 29. em 2009.5 24.º 3645 3268 6913 3029 2651 5680 3620 2959 6579 1766 1735 3501 12060 10613 22673 2006 % 16.3 19 52.5 9.3 53.º 4045 3660 7705 3387 2967 6354 3718 3095 6813 2494 2402 4896 13644 12124 25768 2007 % 15. mostra uma tendência decrescente.º % 2007 N.9 100 N.4 11. no escalão 15 aos 17 anos observa-se uma tendência para o aumento do numero de processos instaurados neste escalão.7 25.ACTIVIDADE PROCESSUAL 85 No quadro seguinte registam-se os valores por escalão etário e sexo desde 2006. e. aumentado ligeiramente. embora com pouca oscilação.5 11.5 12. Quadro 4: Processos Instaurados: caracterização por sexo e idade das crianças/jovens (2006/2009) Escalões etários Sexo M F Total M F Total M F Total M F Total M F Total N.1 29 7.

No entanto. o peso desta origem relativamente às restantes decresceu.7 3.2 20.9%. Assim.7 2.6 1. 20. o mesmo acontecendo à representatividade do número de crianças oriundas de outros concelhos e das crianças oriundas dos PALOPs. o número de crianças oriundas de outros países registou uma subida de 13. representando em 2009.9 19. CNPCJR As CPCJ identificaram a naturalidade de 23114 das crianças e jovens com processos instaurados. 61. À semelhança dos anos anteriores.8 20.9 5.5 1. as crianças com origem noutros Países registou um aumento muito significativo relativamente ao ano de 2008.7 100 16814 4774 438 1277 23303 72. a grande maioria das crianças e jovens com processos instaurados são naturais dos concelhos da competência territorial das CPCJ.6 6.0%( 14096). Pelo contrario.6 100 86 CPCJ que enviam dados: 271 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2006 a 2008).7 100 14096 3847 413 4758 23114 61.5 100 19694 5480 734 1857 27765 70. .6% do total.0 16.ACTIVIDADE PROCESSUAL Concelho da CPCJ Outros concelhos PALOP Outros países TOTAL 14363 3751 333 700 19147 75 20 1.

4 20. as CPCJ identificaram o tipo de apoio sócio-educativo relativamente a 5378 (73.7 18. A tipologia de inserção pré-escolar mais representativa nesta escalão etário é o acompanhamento materno.ACTIVIDADE PROCESSUAL 87 Gráfico 51: Processos Instaurados: situação face à inserção pré-escolar das crianças até aos 5 anos (2008/2009) 2008 35 27.5 14. de 43.8 9.6 7.1% face ao ano de 2008.4 6. CNPCJR Do total de 7358 crianças caracterizadas com idades compreendidas entre os 0 e os 5 anos. Segue-se o Jardim de Infância e o Pré escolar com.5 20.9 26. Outra situação .5%(1477) que regista um decréscimo face a 2008. um aumento de 9. 27.6% relativamente àquele ano.4 2009 Jardim/préescolar creche/infantário Em casa com a família alargada Em casa com a mãe Ama CPCJ que enviam dados: 263 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2008).1%).3 5.5 7.

9 6.5 1.6 7.3 2.3 0.8 5.2 359 5659 68 29 37 252 89 4471 361 352 5853 164 655 283 3049 266 1380 34 22 4093 490 73 132 820 257 1730 188 388 11 5 15605 5.5 5.2 0.2 7.6 0.5 0.5 7.3 0.1 3.1 7.7 3.9 6.2 17.5 0.4 39 4.8 82.5 7.2 100 2.1 100 1.º Crianças em idade não escolar Crianças dos 0 aos 5 Em casa com a mãe Em casa com a família alargada Ama creche/infantário Jardim/pré-escolar Outra situação Crianças dos 6 aos 10 Em casa com a mãe Em casa com família alargada Ama Pré-escolar Não frequenta Frequência do 1ºciclo 1ºciclo completo Frequência do 2º ciclo Jovens dos 11 aos 14 Crianças e Jovens em idade escolar Não frequenta Frequência do 1ºciclo 1ºciclo completo Frequência do 2º ciclo 2º ciclo completo Frequência do 3º ciclo 3ºciclo completo Frequência do ensino secundário Jovens com mais 15 anos Não frequenta Frequência do 1ºciclo 1ºciclo completo Frequência do 2º ciclo 2º ciclo completo Frequência do 3º ciclo 3ºciclo completo Frequência do ensino secundário Ensino secundário completo Frequência do Ensino Superior TOTAL crianças e Jovens em idade escolar TOTAL 221 4618 64 22 22 217 119 3764 177 233 5186 177 646 376 2720 252 987 20 8 2947 370 57 57 675 276 1143 122 218 22 7 12751 4.4 4.4 100 2.8 0.8 83 4 6.9 5.4 88 18197 22215 26376 17965 CPCJ que enviam dados: 263 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2008).7 20.3 13.4 0. CNPCJR - .3 3.8 3.ACTIVIDADE PROCESSUAL Quadro 6: Processos Instaurados: situação face à inserção pré-escolar e escolar das crianças com processos instaurados (2006/2009) 2006 N.9 23 9.8 0.5 100 0.4 0.2 4.8 5.2 0.4 100 12 1.4 0.9 19.4 0.5 12.4 100 1.1 5446 1943 595 411 2276 % 100 36 11 7.4 6.4 1.5 100 10.8 11 0.6 0.0 1.5 42 2007 N.3 53.2 100 13 1.4 24.2 4.9 1.4 12.7 0.2 20 6.3 100 2.4 0.0 0.6 82 3.3 0.8 5 100 3.5 0.4 14.6 9.5 4.9 1.1 4.9 53.5 23.7 42 2008 N.8 50.3 52.6 5.º 7482 2621 715 545 1550 1562 489 6583 32 15 8 231 119 5466 266 446 7365 213 748 168 3962 395 1780 62 37 4946 508 121 59 883 290 2331 187 545 14 8 18894 % 100 35 9.2 6.º 6610 2466 633 380 2772 % 100 37 9.4 100 8.5 1.2 2009 N.2 2.8 11.3 0.7 2.7 4.2 0.3 20.8 52.9 47.9 24.5 1.5 5.6 79 6.4 18.1 3.3 42 4.9 10.º 5378 1477 401 293 1013 1420 774 4406 102 34 8 12 169 3621 184 276 4532 98 347 178 2436 266 1130 58 19 3649 311 37 55 472 247 1843 194 490 15 15 12587 % 100 27.2 0.8 26.8 100 2.5 0.

.6%). Já o escalão dos 6 aos 10 anos regista um aumento relativamente a 2008 de 42%. também a escalão etário 11 aos 14 anos sofreu relativamente a 2008 um decréscimo na ordem dos 54. registou um decréscimo percentual relativamente a 2008 de 38. CNPCJR A análise do grupo de crianças e jovens que não frequentam nenhum tipo de ensino. exige-se um estudo aprofundado das respostas. 4. Embora este escalão seja o mais representativo. com 53.8%.4%.8% (311) do total. Gráfico 52: Crianças que não frequentam nenhum tipo de ensino em função da escalão etário 2006 2007 2008 2009 490 370 311 213 164 98 508 89 169 119 89 119 177 6 aos 10 anos 11 aos 14 anos 15 ou mais anos CPCJ que enviam dados: 263 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2008). Considerando a grandeza das variações verificadas.ACTIVIDADE PROCESSUAL É de referir que no ano de 2008 foi acrescentada a categoria Jardim/ Pré-escolar que recebeu parte do número de processos que estavam a ser categorizados em Creche/infantário. permite verificar que o escalão etário mais representativo é a dos 15 ou mais anos. (578.

3 3.9 7.2 4.ACTIVIDADE PROCESSUAL Quadro 7: Tipologia de ensino frequentado pelas crianças com processos instaurados 2007 Tipo de Ensino Ensino regular sem apoio com apoio educativo Ensino Especial Ensino Recorrente Ensino técnico-profissional Curso Profissional Outros Programas TOTAL 90 2008 % 81.3 100 CPCJ que enviam dados: 264 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). CNPCJR A maioria das crianças e jovens com processos instaurados.1% das crianças e jovens.9 3.2 1.2 0. Com apoio educativo.2 5. Salienta-se ainda o ensino tecnico-profissional que comparando com 2008 aumentou.8 2.8 8.4 2.3 100 Nº 11939 1301 313 52 328 256 415 14604 Nº 14874 1663 385 63 599 418 998 19000 Nº 11494 1018 318 27 632 421 470 14380 % 79.9 2.1 2. surgem 7.2 2.8 100 2009 % 78.9% (11494) frequenta o ensino regular.1 0.4 2.8 2 0. 79. sem apoio educativos. .3 8.

No ano de 2009 as CPCJ caracterizaram o agregado 18919 (66. As crianças e jovens cujo agregado é composto pelo seu representante legal representam 3. a grande maioria das crianças caracterizadas vive com a sua família biológica.2%(47). Legal facto . segue-se uma análise do agregado com quem vivem. idêntico ao de 2008.ACTIVIDADE PROCESSUAL 91 Caracterização do agregado Após a caracterização da criança ou jovem acompanhado. [83. valor percentual ligeiramente superior a 2008 (3. Gráfico 53: Processos Instaurados: agregados familiares com quem vivem as crianças e jovens 15774 1577 183 biológica (pai.2%. CNPCJR À semelhança do ano anterior. 604).6%) das crianças a quem instauraram processos de promoção e protecção. Família com relação de Criança / 47 cargo de si 604 Representante Quem detem 734 parentesco a guarda de Família sem parentesco relação de Jovem a Família próprio mãe) CPCJ que enviam dados: 251 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).4 %(15774)].2%(604) do total. O número de crianças/jovens a cargo de si próprios apresenta um valor relativo de 0.

Seguese a Família Monoparental Feminina. Quadro 8: Processos Instaurados: tipos de famílias com quem vivem as crianças e jovens (2006/2009) 2006 2007 % 47. foram caracterizadas 17836(62.4 11.1 0.7 0.4 21.3 0.º 2331 % 8.º 1966 % 9.5%.5% (8649). este valor aumentou para mais do dobro comparando com 2008(1.6 0.8 23.7 9.8 23 3.1 10. Relativamente ao tipo de família com quem vivem as crianças.6 0.2 0.1 2009 N. Este número encontra justificação no número de situações comunicadas ao abrigo do Plano de Intervenção Imediata.7 3.º 10478 635 5145 804 2096 2616 45 147 318 58 22330 % 46.3 100 92 Tipos de Família Família Nuclear Família Monoparental Com Filhos Sem Filhos Feminina N.3 3. CNPCJR Em 2009 verifica-se a predominância da família nuclear com filhos .º 13047 617 5839 855 2392 2776 41 146 429 76 26218 2008 % 49.7 1.2 0.4 22.3 12.0 9.º 8522 437 3923 664 1675 2185 65 181 358 52 18016 Masculina Família Reconstituída (pais com filhos de outras uniões) Família Alargada (mais que 1 geração) Família Adoptiva Família de Acolhimento Casa de Acolhimento Temporário/ Centro de acolhimento Criança/ jovem vivendo sozinho TOTAL CPCJ que enviam dados: 251 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).2 0.4 2 1 100 N.8%) crianças e jovens.3 100 N. que visa detectar as crianças que se encontram acolhidas em instituições sem a indispensável medida de protecção.3 1.7%( 298). 382).3 100 N.º 1925 % 8.7 3.4 0. corresponde a 1.6 9. com 23.9 2.48.9 2008 N.9%(734) do total de crianças caracterizadas.º 8649 498 4225 540 1774 1711 34 58 298 49 17836 2009 % 48.2 2.ACTIVIDADE PROCESSUAL O agregado composto por pessoas que detêm a guarda de facto da criança ou jovem representa 3.º 3032 % 9.9 9.8 2.5 2. Quadro 9: Processos Instaurados: escolaridade de ambos os responsáveis pelo agregado com quem vivem as crianças e jovens (2006/2009) 2006 Escalões etários S/ Escolaridade N.3 9.6 1.6 0. O número de crianças que reside em Casa de acolhimento temporário/Centro de acolhimento.7 0.7% do total das caracterizações.5 2007 N.1 .

À semelhança dos anos anteriores.5 1460 327 722 4. estas não são exclusivas de contextos de exclusão ou de meios sociais pouco favorecidos.º % . Quadro 10: Processos Instaurados: evolução anual da situação perante o trabalho de ambos os responsáveis pelo agregado com quem vivem as crianças e jovens (2006/2009) 2006 Escolaridade N.4 1 2. Assim.8 7725 37.º % 2007 N. o que significa que embora as situações de perigo acompanhadas pelas CPCJ sejam predominantes entre os agregados familiares com baixa escolaridade.5 1.6 4 0. 26.2 1068 276 449 4. verifica-se uma baixa incidência dos responsáveis pelos agregados familiares das crianças e jovens com bacharelato ou curso superior (1. ainda. CNPCJR Os dados do quadro evidenciam que os responsáveis pelos agregados familiares das crianças e jovens acompanhadas pelas CPCJ apresentam níveis de escolaridade muito baixos.9%).3 9214 35.2 3458 14.8 % (2561) apenas sabe ler e escrever.3 2561 10. 32.º % 2008 N. evidenciam que a maioria tem como principal meio de subsistência os rendimentos provenientes do trabalho – 57.3 4388 13. Este baixo nível de escolaridade assume relevância pela presumível dificuldade dos pais em acompanharem de forma adequada o percurso escolar dos seus filhos.2 7636 32. os dados do quadro 15.4 3362 12.2 11013 33.2 4882 23.6 6315 26.7 25 8489 25.9 3759 11.2 1.7% (6315) tem o 2º ciclo completo e 10.6 1123 251 647 4.3 1 2.9 20702 100 26158 100 33190 100 23688 100 CPCJ que enviam dados: 251 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).7 93 2693 10.8%.6 6537 1984 833 189 350 9. De referir.ACTIVIDADE PROCESSUAL Sabe ler e Escrever 1º Ciclo Completo 2º Ciclo Completo 3º Ciclo Completo Ensino Secundário Curso Formação Profissional Bacharelato/ Curso Superior TOTAL (N) 2773 13.º % 2009 N.1% (1925) dos pais sem qualquer grau de escolaridade. a percentagem de 8.9 1. No que diz respeito à situação perante o trabalho dos responsáveis pelos agregados familiares das crianças e jovens com processos instaurados pelas CPCJ.2% (7636) dos responsáveis pelas crianças e jovens têm o 1º ciclo completo.

7 4.4% de outro tipo de rendimentos.6 0.3 13.6 40.7% dos responsáveis pelo agregado vive do Rendimento Social de Inserção.9 13.9 2.º 876 205 489 884 146 2225 727 5552 2007 % 15.º 1553 252 466 969 166 2439 845 6690 2008 % 23.1 13. 0.6 0.8 100 N. etc. Por último. ou seja.1 14.6 12.8 2.8 16.9 100 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). 1.6 94 TOTAL 20993 100 27498 100 32170 100 22318 100 CPCJ que enviam dados: 251 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). invalidez.8 16.8 15.6% destes agregados vive sem qualquer rendimento ou suporte pecuniário.6 100 N.3 0.5 2. relativo aos tipos de doença que afectam os responsáveis pelo agregado. sobrevivência.3 8.).0 3.5 3. 4.6 16255 3717 1737 834 200 173 51 915 3616 59.4 2.7 0.5 36.2 0.1 4.9 5.9 0. sobrevivência) Subsídio de desemprego Subsídios eventuais Bolsa de formação Rendimentos mobiliários /imobiliários Outros rendimentos Sem rendimento 11869 1487 793 2921 176 220 29 862 2636 56.6% de bolsas de formação e 11.2 17974 4716 2102 1069 247 384 39 1011 4628 55. enquanto que 2. predominância do .7 6.ACTIVIDADE PROCESSUAL Rendimento do trabalho Rendimento Social de Inserção (RSI) Pensão (social.1 12.8 7 14.1 0. CNPCJR Os dados do quadro 18. evidenciam a tendência registada em anos anteriores.9% de subsídios eventuais.8 1 0. invalidez.1 11.6 34.5 12. CNPCJR Por outro lado verifica-se que 16.1 3.9 14.3 3 0.8 4.7 8.8% de pensões (social.1% de famílias que beneficiam do subsídio de desemprego.2 3.º 539 73 262 656 114 1084 403 3131 2009 % 17.8 1.1 3.2 3.2 2. Quadro11: Processos Instaurados: situação de doença de ambos os responsáveis pelo agregado com quem vivem as crianças e jovens (2006/2009) 2006 Situação face à saúde Doença Física Doença Infecto-contagiosa Deficiências Cognitivas Doença Mental Incapacidade motora/ sensorial Alcoolismo Toxicodependência N.º 670 135 270 777 104 2031 638 Total 4625 % 14.5 2.8 13.5 7.1 100 N.8 3.2 43.4 21.9 1.5 6.4 12906 3731 1069 909 195 359 16 2549 584 57. os dados obtidos apontam ainda para 4.1 13.

5%). Gráfico 54: Processos Instaurados: existência de problemas sociais no meio social envolvente aos agregados familiares 9942 95 4359 Tem problemas sociais identificados Não tem problemas sociais identificados CPCJ que enviam dados: 251 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). Faremos de seguida a sua caracterização. O meio social é fundamental para o desenvolvimento e plena integração da criança e do jovem na comunidade que o rodeia. A segunda problemática mais assinalada é a doença mental (21%).º % N. a maioria das crianças e jovens estão inseridos em agregados que habitam em territórios sem problemas sociais identificados [69. CNPCJR De acordo com o gráfico seguinte.9%).2%) e da toxicodependência (12.º % . Contudo. que cerca de 30. Quadro 12: Processos Instaurados: situação face ao alojamento dos agregados familiares (2006/2009) 2006 2007 2008 2009 Condições de Alojamento N. seguida da doença física (17.5% das crianças e jovens (4359) residem em meios com problemas sociais. tendo em conta as condições de alojamento e de acessibilidades.5%(9942)]. regista-se.º % N.6%) enquanto situação de doença mais diagnosticada.º % N. Este valor é inferior ao verificado em 2008 (36.ACTIVIDADE PROCESSUAL Alcoolismo (34.

Foram caracterizadas 25335 (89.1%) crianças e jovens quanto às principais situações de perigo motivadoras da intervenção. ou seja.4 100 96 CPCJ que enviam dados: 251 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).8 100 15268 557 99 267 18 407 16616 91. Os dados obtidos evidenciam ainda famílias a viver em condições muito precárias.3 3.7 3.6%) e sem residência (0.4 0.3 0.4 1.1%).6 100 18424 637 88 363 51 783 18424 90. mantêm-se praticamente inalterados.2 3.4 0.6 0.9 3.9 0.6%).4 0.ACTIVIDADE PROCESSUAL Casa Parte da casa Quarto / pensão Barraca Sem residência Outro TOTAL 15192 569 78 377 73 270 16559 91. continuando a revelar que a quase totalidade dos agregados familiares responsáveis pelas crianças e jovens vivem em casa própria ou arrendada [91.9% (15268)].8 0.1 2.5 2.5 1.8 100 23588 876 118 495 60 453 25590 92.4 1. . os dados do quadro 12.2 1. quarto ou pensão (0.6 1. Problemáticas Neste ponto proceder-se-á à caracterização das problemáticas das crianças e jovens com processos instaurados no ano de 2009. CNPCJR Relativamente às condições de alojamento.1 0. em barracas (1.6 3.

2%(9168).0 % (12). CNPCJR No conjunto de todas as problemáticas regista-se a Negligência como a principal. Problemas de saúde.7 % (179). . Com valores bastante menos representativos registam-se as problemáticas: Prática de facto qualificado como crime.8 % (194).9 %(493). Abandono 2. 36. os Maus tratos psicológicos / abuso emocional (3554) e o abandono escolar (3544) e dos Maus tratos físicos. Corrupção de menores 0. seguida por ordem decrescente: exposição a modelos de comportamento desviante 17. 7% (1777).1 % (26).6 % (156).4%(4397). Pornografia infantil 0. Mendicidade. Exercício abusivo de autoridade 0. com o mesmo valor percentual .5 %(883). 0.1 % (535). 0. Uso de estupefacientes 1%(264).4 % (93) Exploração do trabalho infantil 0.1 % (34).14%. Abuso sexual 1. Ingestão de bebidas alcoólicas 0. 3.ACTIVIDADE PROCESSUAL Gráfico 55: Problemáticas mais relevantes no total de processos instaurados 97 CPCJ que enviam dados: 273 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).1 % (26) e Prostituição infantil 0.

Problemáticas Crianças e 0 aos 5 6 aos 10 11 aos 14 » 15 Nacional Jovens M F 7193 M F 6338 M F 6624 M F 5180 25335 100 Negligencia Exposição a modelos de comportamento Desviante Maus tratos psicológicos Abandono Escolar Maus tratos físicos Pratica Facto Qualificado Crime Abandono Abuso Sexual Droga Mendicidade Ingestão de Bebidas Problemas de Saúde Exercício abusivo de Autoridade Exploração do trabalho infantil Corrupção de menores Pornografia Infantil Prostituição infantil 1956 666 597 265 4 83 38 13 40 11 21 12 0 1 0 0 1880 582 539 235 3 90 76 10 34 10 11 10 3 1 1 1 3836 1248 1136 500 7 173 114 23 74 21 32 22 3 2 1 1 1383 1126 593 588 309 293 90 81 41 3 26 13 22 12 0 2 0 0 526 519 254 223 14 48 109 2 22 8 11 16 3 0 1 0 2509 944 869 1119 628 473 1107 405 416 563 516 104 129 150 5 48 21 33 28 3 2 1 0 811 718 213 236 315 55 22 55 19 32 33 10 9 0 4 1 77 54 121 15 23 26 17 6 8 1 5 3 1813 1101 821 1529 449 392 109 143 70 42 58 50 16 17 1 9 4 473 537 450 479 218 272 798 654 110 202 263 117 75 11 129 12 46 22 8 8 12 2 3 49 75 37 18 33 19 19 3 9 13 4 1010 929 490 1452 312 380 124 86 166 30 79 41 27 11 21 15 7 9168 4397 3554 3544 1777 883 535 493 264 194 179 156 93 34 26 26 12 36.1 0.7 0. A terceira causa de intervenção das CPCJ são os Maus tratos psicológicos / abuso emocional. Em oposição.0 7.4 0.6 0.0 3.0 0.1 1.0 14. .8 0.0 CPCJ que enviam dados: 273 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).2 17.9 1. CNPCJR Analisando as cinco problemáticas mais incidentes observa-se que a Negligência diminui a sua incidência no sentido inverso da idade. sendo no escalão dos 0 aos 5 anos onde apresenta maiores valores. com menor incidência no grupo dos 15 aos 17 anos.ACTIVIDADE PROCESSUAL 98 Quadro13: Problemáticas identificadas em processos instaurados em ordem decrescente de frequência por escalão etário.5 2.1 0. A Exposição a modelos de comportamento Desviante é a segunda causa que motiva a intervenção das CPCJ.4 14. esta problemática mostra uma tendência de incidência inversa à idade. apresentando os valores mais elevados no escalão 0 a 5 anos. esta problemática apresenta uma distribuição semelhante pelos vários escalões etários. o escalão 15 aos 17 é o que apresenta os valores mais baixos sendo mesmo o único escalão onde esta problemática não é a mais registada.1 0.

Na análise da sua incidência é possível constatar que apresenta o maior número de registos dos 11 aos 14 anos. verifica-se que o Abandono escolar regista uma maior incidência no sexo masculino para todos os escalões etários. o escalão etário dos 6 aos 10 anos. na medida em que qualquer tipo de mau trato físico nesta idade pode remeter para situações de grau de perigosidade muito elevada. onde apresenta o maior valor para o sexo masculino.ACTIVIDADE PROCESSUAL O Abandono escolar é a quarta causa que motiva a intervenção das CPCJ. Os Maus-tratos físicos são a quinta causa que motiva a intervenção das CPCJ. Importa reter os potenciais significados atribuídos ao escalão etário dos 0 aos 5 anos (500). ocorrido nestas idades. igualmente. seguido do escalão 15 anos ou mais anos. médio ou a longo prazo. que é no escalão 11 aos 14 anos onde as situações de abandono escolar do sexo masculino apresentam o seu valor máximo. ao implicar a frequência do 1º Ciclo do Ensino Básico. Ao cruzar a variável sexo com a idade. apresentando o seu valor máximo no escalão 11 aos 14 anos. Constata-se. 99 . com grande impacto quer a curto. Em termos de escolaridade. confere pertinência aos dados de abandono escolar.

2. 6. Bastante menos representativos são os Maus tratos físicos. CNPCJR No escalão etário dos 0 aos 5 anos a problemática mais diagnosticada é a Negligência.4% (173).3 (3836).8% (1136). 1. o Abuso sexual. Com uma incidência menor.ACTIVIDADE PROCESSUAL Gráfico 56: Processos Instaurados: principais problemáticas no escalão etário dos 0 aos 5 anos M 19561880 10 F 666 582 597 539 265 235 83 90 38 76 40 34 comportamento Maus tratos Abandono Abuso Sexual CPCJ que enviam dados: 273 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).17. com 53.95% (500). assinale-se a exposição a modelos de comportamento desviante . por contrariarem a tendência e apresentarem valores superiores nas crianças do sexo feminino. o Abandono. Na analise do cruzamento dos escalões etários com o sexo destaca-se as problemáticas abandono e o abuso sexual.4% (1248) e os Maus tratos psicológicos / abuso emocional 15.6% (114) e a Mendicidade 1% (74). Mendicidade Negligencia Maus tratos Exposição a modelos de psicologicos Desviante fisicos .

sendo superior no sexo feminino.5 % (1107). as problemáticas diagnosticadas em maior percentagem são: Negligência .39. CNPCJR Nas crianças ou jovens com idades compreendidas entre os 6 aos 10 anos. o Abandono 2 %( 129) e a pratica de facto qualificado como crime 1.6 % (2509).6%(104). Exposição a modelos de comportamento desviante – 17. Maus tratos físicos – 8. Com menor expressão o Abandono escolar . à excepção é a problemática do Abuso sexual em que é significativa a diferença entre sexos.ACTIVIDADE PROCESSUAL Gráfico 57: Processos Instaurados: principais problemáticas no escalão etário dos 6 aos 10 anos M 1383 1126 10 F 593 526 588 519 309 254 293 223 41 109 81 48 90 14 comportamento Abandono Maus tratos Abuso Sexual Pratica Facto Abandono Negligencia psicologicos Exposição a modelos de Desviante Qualifiicado Maus tratos Escolar fisicos CPCJ que enviam dados: 273 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). Mantendo-se a incidência verificada em 2008.2.4 % (150).8 % (563).7 % (1119) e os Maus tratos psicológicos/abuso emocional – 17. o Abuso sexual . Crime .8. Em todas as problemáticas se verifica um predomínio do sexo masculino relativamente ao feminino.1% (516).

Maus tratos psicológicos/abuso emocional 12.6. a prevalência do sexo masculino neste escalão. No entanto. o Abandono escolar regista um valor muito próximo.4% (821). à excepção das seguintes problemáticas: Maus tratos psicológicos/abuso emocional.6% (392). CNPCJR Também no escalão dos 11 aos 14 anos a Negligência apresenta uma maior percentagem de incidência face às restantes problemáticas .ACTIVIDADE PROCESSUAL Gráfico 58: Processos Instaurados: principais problemáticas no escalão etário dos 11 aos 14 anos M 944 869 811 718 628 473 405 416 315 213 236 77 121 22 55 54 10 F Abandono comportamento Maus tratos Pratica Facto CPCJ que enviam dados: 273 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).16. onde se registam valores superiores para as crianças e jovens do sexo feminino. Maus tratos físicos e do abuso sexual. 23.1 % (1529) correspondendo ao maior valor desta problemática relativamente a todos os escalões etários analisados.2%(143)e o Abandono . A análise da incidência das problemáticas por sexo permite verificar.4% (1813). São valores igualmente significativos os seguintes: Exposição a modelos de comportamento desviante . dos Maus tratos físicos . Abuso Sexual Negligencia Exposição a modelos de psicologicos Desviante Qualifiicado Maus tratos Abandono Escolar fisicos Crime .6% (1101).8% (449).27.2%(109).2. do Abuso sexual . Prática de facto qualificado como crime .

CNPCJR Nos jovens com idade igual ou superior a 15 anos. com uma percentagem de 28% (1452). Abandono Escolar Crime fisicos . a exposição a modelos de comportamento desviante.ACTIVIDADE PROCESSUAL Salienta-se ainda a problemática. no escalão etário de 15 ou mais anos. A prática de facto qualificado como crime. o consumo de estupefacientes e o Abandono são mais frequentes no sexo masculino. por ser onde a discrepância entre sexos se mostra mais acentuada. a Negligência. os Maus tratos psicológicos e os maus tratos físicos são mais frequentes nas crianças do sexo feminino. Gráfico 59: Processos Instaurados: principais problemáticas escalão dos 15 anos ou mais anos M 798 654 537 473 450 479 272 263 117 110 10 F 218 202 129 37 75 49 Abandono comportamento Pratica Facto Maus tratos Droga Negligencia Exposição a modelos de psicologicos Qualifiicado Maus tratos Desviante CPCJ que enviam dados: 273 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). o abandono escolar é a problemática mais relevante. Em dissonância com os outros escalões etários. sendo a sua incidência maior nos jovens do sexo masculino. com 315 jovens do sexo masculino e apenas 77 do sexo feminino. Prática de facto qualificado como crime.

7 4.3 0.7 11.1 1.6 7.0 0.6% (26285).3 0. verifica-se que a grande maioria das medidas aplicadas pelas CPCJ correspondem a medidas em meio natural de vida.6 1.9 100.0 15-17 anos nº 2100 1768 3868 249 251 500 23 58 81 35 80 115 17 21 38 195 314 509 5111 % 41.7 4.3 77.3 6.7 11.0 51.7 3.6 2.0 1.7 3.5 3.1 0.6 6.2 0.2 5.6 35.7 11.6 0.1 0. Destas.9 5.2 5.2 3.5 11.5 8. Seguida.5 13.9 100.7 0.3 0.6 9.7 3.4 0.6 0.0 11-14 anos nº 3548 2683 6231 473 458 931 51 52 103 6 3 9 25 26 51 367 375 742 8067 % 44.7 1.4 0.5 1. Quadro 14: Medidas aplicadas às crianças/jovens por sexo e escalão etário em 2009 0-5 anos nº M Apoio Pais Medidas em Meio Natural de Vida F Total M Apoio Familiares F Total M Confiança a pessoa F Idónea Total M Autonomia F Total Medida de Colocação Acolhimento Familiar M F Total Acolhimento Institucional M F Total 3173 2961 6134 578 513 1091 47 48 95 0 0 0 31 26 57 275 272 547 7924 % 40.4 0.7 0.9 4.9 0.0 18 .6 6.5 1.4 77. 76. regista-se que em todos os escalões etários a medida mais aplicada foi o Apoio junto dos pais.5 0.3 0.0 0.0 6-10 anos nº 3118 2594 5712 464 408 872 64 76 140 0 0 0 29 35 64 306 264 570 7358 % 42. em ordem decrescente: apoio junto de outros familiares.4 35.0 0.2 0.0 0.2 4.6 1.3 0.0 0.6 0.0 76.1 10.7 100.9 4.4 0.5 0.8 4.5 4.7 26.0 33.7 100 CPCJ que enviam dados: 265 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). CNPCJR Analisando as medidas aplicadas pelas CPCJ a nível nacional.9 0.4 0.9 1.0 0.5 6.8 0.9 9.4 0.6 % (22229).2 8.2 100.8 0.8 1.4 7.ACTIVIDADE PROCESSUAL 10 Medidas Analisam-se agora as medidas aplicadas pelas CPCJ no ano de 2009.4 0.6 75.9 0.5 0.1 34. confiança a pessoa idónea e com igual percentagem acolhimento familiar e do apoio para a autonomia de vida.9 0.4 0. 90.0 0.2 25. destaca-se o Apoio junto dos pais.8 6.3 0.6 4.3 77.7 14.0 37.0 100.0 nº 12080 10149 22229 1785 1653 3438 190 237 427 74 117 191 104 110 214 1207 1303 2510 29009 Total % 41.0 6. . acolhimento institucional.4 6.21 anos nº 141 143 284 21 23 44 5 3 8 33 34 67 2 2 4 64 78 142 549 % 25.0 0. À semelhança de 2008.3 0.2 12.3 5.

6%(6134).2 29. 25.8 35.5 19.3 1.7 28.7%(1091) seguido dos 11 aos 14 anos. O apoio junto de outros familiares é segunda medida mais aplicada.6 17. 1.0 25. 14. 17.6 29.4 27.2 31. CNPCJR A aplicação da medida de Apoio junto dos pais foi mais frequente no escalão etário dos 11 aos 14 anos 28% (6231).7 32. do escalão dos 6 aos 10 anos 25.3% (44).3 1. 27.7 22.1%(931) e dos 6 aos 10 anos.4 14.3%(284).6 25.21 anos 10 60.0 0. seguido do escalão etário dos 0 aos 5 anos 27.ACTIVIDADE PROCESSUAL Gráfico 60: Peso relativo dos escalões etários em cada tipo de medida aplicada 0-5 anos 6-10 anos 11-14 anos 15-17 anos 18 .9 Apoio junto dos Pais Apoio junto de Confiança a 0.0 Apoio para a Autonomia de Vida 4.5% (500) e no escalão etário dos 17 aos 21 anos. O acolhimento institucional é a terceira medida mais aplicada pelas CPCJ no ano de 2009. tendência que se verifica para os escalões etários dos 0 aos 5 anos.6% (742) do total desta medida.4%(872).0 1.8 20.8 27.8 22. esta medida ocupa o terceiro lugar no total de medidas aplicadas.1 24.4%(3868) e por último o escalão dos 18 aos 21 anos com 1.7 Acolhimento Familiar Acolhimento Institucional outros familiares pessoa Idónea CPCJ que enviam dados: 265 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).3 5.9 23. 31. Nos escalões dos 15 aos 17.1 26.1 21. sendo no escalão 11 aos 14 anos onde se registam 29.9 17. do escalão dos 15 aos 17anos.7 1.7%(5712). .

seguida por ordem decrescente dos escalões etários dos 0 aos 5 26. com 22. dos 11 aos 14 anos. Em quarto lugar no total das medidas aplicadas.8 %(38) e.1% (67) e dos 11 aos 14 anos com 4.3%(509) e por ultimo o escalão etário dos 18 aos 21 anos. A escalão etário dos 11 aos 14 anos. 10 . dos 15 aos 17 anos. seguido do escalão 18 aos 21 anos 35. A medida de apoio para a autonomia de vida foi maioritariamente aplicada no escalão 15 aos 17 anos. surge a confiança a pessoa idónea. 0. 60.6%(57). do escalão etário 0 aos 5 anos com 21.2%(95). registase um maior predomínio do escalão etário dos 6 aos 10 anos que representa 32.7%(142).9%(64). 19%(81) e por ultimo do escalão etário dos 18 aos 21 anos com 1.7%. dos 15 aos 17 anos 17.7%.9% (8) do total. do escalão dos 15 aos 17 anos com 20. com 5.(570).8%(140) do total da medida. dos 18 aos 21 anos (49).8%(547).7% (9).ACTIVIDADE PROCESSUAL seguida por ordem decrescente do escalão etário 6 aos 10 anos. A medida de acolhimento familiar foi aplicada com maior frequência no escalão etário dos 6 aos 10 anos29. temos a medida de acolhimento familiar (214) e de Apoio para a autonomia de vida (191).1% (103) é a segunda mais prevalente nesta medida de promoção e protecção. 23.8%(51). por ultimo. 24.2% (115). seguido dos 0 aos 5 anos 22. Com a mesma percentagem.

2 0. um aumento de 93 processos face ao ano anterior.8 1 1.4 79. verifica-se um aumento de 2. institucional a pessoa de outro dos pais idónea de vida familiar familiar 7. no sentido oposto assistimos a uma diminuição da aplicação da medida de acolhimento institucional.7 10.9 10. que regista no ano de 2009 o seu valor mais baixo.2 .4 6. salienta-se.5 Acolhimento Apoio para autonomia Confiança CPCJ que enviam dados: 265 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).4 0. nos processos instaurados no ano em avaliação. desde 2006. Análise dos processos reabertos Sempre que ocorram novos factos que justifiquem a necessidade de proteger uma criança ou jovem de uma situação de perigo.6 6. no entanto que este aumento é consideravelmente inferior ao registado anteriormente (21. Quando comparamos este valor com o do ano transacto.4 80. Os processos reabertos (4079) registaram no corrente ano.5 1.ACTIVIDADE PROCESSUAL Gráfico 61: Medidas aplicadas em processos instaurados (2006/2009) 2006 79.2%).3 1.6 0.4 Apoio junto Apoio junto Acolhimento 1.7 0. um processo de promoção e protecção arquivado pode ser reaberto.8 0.3% dos processos reabertos.6 6.7 81 2007 2008 2009 10 9.4 0. CNPCJR Na analise do total de medidas aplicadas.7 0.8 10. salienta-se um aumento percentual da aplicação da medida de apoio junto dos pais ao longo dos anos.

0 -3.ACTIVIDADE PROCESSUAL Gráfico 62: % entre os anos 2008 e 2009 dos processos reabertos 1 38.7 1 5. Com um aumento na ordem dos 68. CNPCJR Da comparação entre valores registados nas Regiões Autónomas e nos Distritos nos anos de 2008 e 2009.0 28. com menos 56.3% reaberturas.9 -1 6.7 68.3 2.0%. Viseu Castelo Branco com um aumento de 2.8 -26.0 -40.8 -20.1 -23.0%).8%.8 .3 -30.0 100.8% o distrito da Guarda.6%). com menos 23.1 -35.3 20.0 40.0 21 .0 60. Aveiro (21. com menos 26.6 31 1 1 . Embora com menor valor percentual.0 -60.5%) e Portalegre (116.0 -1 1 .7%).2%.7 -56.7 120.3%).3%). o (31.0 -1 1 .5 10 140. o distrito de Viana do Castelo. com menos 16. constatamos um aumento muito significativo do numero de processos reabertos nos Distritos de Vila Real (138.4%.1%.3 2. segue-se por ordem decresceste: o distrito de Braga com menos 35. Destaca-se ainda pela diminuição significativa do numero de processos reabertos o Distrito de Évora. mas ainda significativo.7%.0 80. Lisboa Leiria (28. segue-se por ordem decrescente. o distrito de Faro.7%). o distrito de Beja.0 1 1 6. Açores Aveiro (15.0 0. a região autónoma da Madeira com menos 30.4 Coimbra Castelo Branco Portalegre Santarem Evora Guarda Madeira Porto Faro Setubal Viana do Castelo Bragança Vila Real Beja Braga Lisboa Leiria CPCJ que enviam dados: 249 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). Coimbra (11. Santarém (2.7%) e Viseu .2 -7.

7 62. CNPCJR . apenas 74. 7660 (98. tendo caracterizado. Quadro 15: Razões para a reabertura dos processos pelas CPCJ (2006/2009) 2006 Razões de Reabertura Nova situação Reincidência da mesma situação Outras N.8%. .2 35. a Comissão de Protecção pode decidir o arquivamento imediato do caso quando se verifique manifesta desnecessidade de intervenção. com menos 7. o distrito de Setúbal. o distrito de Bragança.2 10 TOTAL 1399 100 2172 100 3766 100 3020 100 CPCJ que enviam dados: 249 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2008).1 N.º 1625 2141 % 43.9% e a região autónoma dos Açores.1% (3020) foram caracterizados quanto ao motivo da reabertura. a maioria dos processos reabertos tem como causa de reabertura a reincidência da situação de perigo anteriormente verificada. com menos 11.3%.1 56. com menos 3.1%%. Tendo por referência os processos reabertos indicados no volume processual global 4079. No ano de 2009 as CPCJ arquivaram liminarmente 7798 processos.ACTIVIDADE PROCESSUAL distrito do Porto.2% (1818).8 60. Seguindo a tendência de anos anteriores. 60.º 830 1342 2007 % 38.2%) quanto ao seu fundamento.8%(1202). com menos 11. Análise dos processos arquivados Após apreciação liminar das situações de que tenha conhecimento.º 1202 1818 % 39.9 2009 N.2 61.8 2008 N.º 38 870 491 % 2. enquanto que os processos reabertos por novas situações representam 39.

seja por as entidades com competência em matéria de infância e juventude não terem esgotado a sua capacidade operativa.1 100 2007 N.3 25.º 2235 7433 1472 621 % 17.2 100 2008 N.2 1191 10.5 1. CNPCJR O arquivamento liminar ocorre.3 8.9 6.1%).7 58.4 23.7 15.1 Sinalização a CPCJ competente Devolução para entidade com competência em matéria de infância e juventude TOTAL 773 10.6 1862 16. não subsistência de motivo (perigo) que legitime a intervenção da CPCJ (22.6 23.º % 11 31.9 Causas de Arquivamento (após intervenção) Ausência de situação de perigo Já não subsiste Não se confirma N.6 5837 52.1%).5 22 1716 22.7 3294 50.7 13.5 100 104 924 1.1 21. falta de legitimidade para intervir por ausência de consentimento (20. nomeadamente. Quando comparados estes valores com o ano de 2008.º 1593 1361 1428 94 776 342 5594 % 28.6 1.6 1 13. seja por ausência de confirmação da situação de perigo que legitime a sua actuação (33.8 11. verifica-se que não revelaram diferenças muito significativas Quadro 17: Causas do arquivamento dos processos pelas CPCJ após intervenção (2006/2009) 2006 2007 % N.4 12. Da incompetência territorial e respectiva remessa do processo à Comissão de protecção competente (12.7 4.º 755 11.5 24.7 613 9. a remover a criança ou jovem da situação de perigo em que se encontra (10.8 12.7 1578 20.4%).9 7.4 789 7.º % 2008 N.6 2009 N.5 54.4%). de forma adequada e suficiente.º 2319 8207 1835 1141 % 15.º 2928 2038 2190 91 1226 783 9256 % 2009 N.1 Finalização do prazo/prorrogação da medida Revisão da decisão que ponha termo à medida .5%).6 2565 33.1 7660 100 CPCJ que enviam dados: Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2008).5 1057 16.6%) ou oposição da criança ou jovem (1.ACTIVIDADE PROCESSUAL Quadro 16: Causas do arquivamento liminar dos processos pelas CPCJ (2006/2009) 2006 Causas de Arquivamento liminar Ausência de Não se confirma situação de Já não subsiste perigo Remetido a Tribunal Ausência consentimento para intervenção Oposição da criança/jovem com 12 ou mais anos N. por 4 ordens de razão: • Incompetência material da Comissão para intervir.º 2294 1644 1801 147 586 1156 7628 % 30.3 7.

seguido por ordem decrescente: Revisão da decisão que ponha termo à medida 4.7 1594 24.2 5. Nesta última categoria salienta-se que o arquivamento por o Jovem atingir a maioridade ou 21 anos caso tenha solicitado a continuação da medida (5.4% (175) e Decisão de confiança administrativa ou judicial de colocação sob guarda de pessoa idónea seleccionada para adopção 0.4 22 673 175 0.6 129 1.6 900 16.5 164 2.arquivados na CPCJ (2006/2009) 2006 2007 N.ACTIVIDADE PROCESSUAL Decisão de confiança administrativa ou judicial de colocação sob guarda de pessoa idónea seleccionada para adopção Jovem atinja maioridade ou 21 anos caso solicitado continuação da medida Decisão em procedimento cível que assegure o afastamento da situação de perigo 11 77 514 204 1.1 12 0.º % 2008 N.7 232 3.7 % (2235).8%(7433) ou por não se confirmar 17.3%) é o que regista maior número de processos (673).6 67 1.2(22).º % Causas de remessa Ausência de acordo de promoção e protecção Retirada do consentimento para a intervenção Arquivamento na CPCJ por envio a Oposição da Criança/Jovem com 12 ou mais anos tribunal Oposição do Ministério Público à decisão da CPCJ Apensação ao Processo Judicial Situações em que considerem adequado o encaminhamento para adopção Não cumprimento reiterado do acordo de promoção e protecção Comunicação a Tribunal Indisponibilidade de meios para aplicar/executar a medida Ausência de decisão CPCJ após 6 meses de conhecimento da situação N.7 110 2 108 1.3 497 7.7 1472 21. seja por a já não subsistir 58.9% (621).6 3.7 117 1.2 569 7.2 340 4.3 7.3 1.9 110 1.0 Remissão a CPCJ competente 1324 23.9 362 4.8 47 1088 352 0. Quadro 18: Processos Remetidos .7 13 0.1 127 2. 76.3 571 7.5% (2963) das situações. A Cessação da medida de promoção e protecção aplicada foi causa de arquivamento após intervenção em 23. CNPCJR No que respeita ao arquivamento após a intervenção das CPCJ.4 499 7.4 1653 24 1985 25.3 2.3 189 2.9 1759 22.5 8.4 TOTAL 6514 100 11123 100 14989 100 12631 100 CPCJ que enviam dados: 242 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2008).8 1306 23.3 633 11.9 3.2 235 4.4 501 7.7 171 2.4 374 5.4 .6 49 0.1 60 958 426 0.2 7.º % 2009 N.2 179 2.8 1847 28.1 1577 22.4 1774 23 1209 18.1 8 0.º % 411 7.2 8 0.5 % (9668) dos processos são arquivados por Ausência de situação de perigo. Decisão em procedimento cível que assegure o afastamento da situação de perigo 1.

40. Estes apoios são pagos pelos serviços distritais da segurança social. previstas nos artigos 39.3 338 4. de 17 de Janeiro. ISS. Relativamente as comunicações das situações processuais ao Ministério Público. tendo como fundamento a .6 5586 100 6890 100 7715 100 6563 100 CPCJ que enviam dados: 242 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2008). daquele decreto-lei. define-se o Apoio económico. ao agregado familiar com quem reside. para a manutenção da criança ou do jovem. predomina a retirada do consentimento para a intervenção (28. etc.4 433 6. CNPCJR Ao nível das várias causas de arquivamento após intervenção nas CPCJ por remessa ao Tribunal.º da Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo.7%) Salienta-se o valor residual das comunicações por Ausência de decisão CPCJ após 6 meses de conhecimento da situação(1%). estabelece o regime de execução das medidas de promoção e protecção das crianças e jovens em perigo em meio natural de vida. No artigo 13.) TOTAL 11 363 6. educação. Em 18.º.5 435 6. A ausência de acordo de promoção e protecção (7.1%). IPSS.º. Apoios económicos O Decreto-Lei n. tem maior expressão o incumprimento reiterado do acordo de promoção e protecção (24. como um dos apoios que podem ser atribuídos às crianças a quem foram aplicadas medidas em meio natural de vida.3%) e a indisponibilidade de meios da CPCJ para aplicar ou executar a medida (5.ACTIVIDADE PROCESSUAL Remissão às entidades de 1ªinstância (Saúde.º. 43. não existindo diferenças significativas com os anos anteriores.4 % dos arquivamentos na CPCJ procedeu-se à remessa do processo de promoção e protecção para as CPCJ com competência territorial.º e 45. de remessa ao Tribunal.6%) surge como o segundo motivo.º 12/2008.

105 atribuiu apoios económicos. Os apoios económicos prestados a crianças com a medida de apoio junto dos pais foi mais frequente – 78.9% (10880). CNPCJR A maior parte destes apoios. em função das necessidades das crianças ou jovens. enquanto os restantes 19%(2615) foram aplicados pontualmente.3% (2803). Analisando o carácter regular ou pontual dos apoios em função das medidas aplicadas. As medidas em meio natural de vida às quais estiveram associados estes apoios foram o Apoio junto dos pais. o Apoio junto de outro familiar. regista-se que na medida de apoio junto dos pais foram mais frequentes os apoios regulares. tiveram um carácter regular. Do total de CPCJ. a que correspondem 13787 crianças e jovens.ACTIVIDADE PROCESSUAL necessidade de garantir os cuidados adequados ao desenvolvimento integral da criança ou jovem. a Confiança a pessoa idónea e o Apoio para autonomia de vida. Os apoios prestados no caso das medidas de apoio junto de outro familiar surgem em segundo lugar com 20. Gráfico63: Apoios económicos prestados a crianças e jovens em função das medidas aplicadas Apoio Regular 8298 Apoio Pontual 11 2582 2782 21 Apoio junto dos pais Apoio junto de outro familiar 34 4 58 8 Confiança a pessoa idónea Apoio para autonomia de vida CPCJ que atribuíram apoios: 105 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009). . 81% (11172).

803 38 66 13.313. 57.397.844.º 2.45€. 8.6% (551).4% respeitante a apoios económicos regulares.3%(187.37 € 49.105.553. com menor peso.366.46 € 19.595. segue-se o Apoio junto de outros familiares.37 €).2%(49.78 € 184.880 2.45 € 11 CPCJ que atribuíram apoios: 105 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).4% de apoios pontuais). é de referir que o montante total disponibilizado ascendeu a 601.802.41 € 601.80 € 1.63 € N. A medida à qual esteve associado um montante mais elevado de apoio foi o Apoio junto dos pais.397.6% (246) em contraste dos 13. Relativamente à medida de apoio de junto de outro familiar.4% (38) com um carácter pontual. A situação inverte-se no caso da medida de Confiança a pessoa idónea.20 € 738.40 € 21.01 € 187.0%(153).966. CNPCJR Considerando o total de crianças beneficiárias de apoio económicos.799. 13787.6% é prestado a titulo pontual.782 34 58 TOTAL 11.105.686.413.615 Apoio Pontual Montante 15.582 21 4 8 2.313.298 2.66 € 20.41 €) e de Confiança a pessoa idónea.966.626.º 10. uma vez que a maior parte dos apoios prestados tem carácter pontual.3%(20. a tendência para os apoios regulares ainda é maior . 3.01 € 579.2% (343.787 TOTAL Montante 343.º Apoio junto dos pais Apoio junto de outro familiar Confiança a pessoa idónea Apoio para autonomia de vida 8.ACTIVIDADE PROCESSUAL 62. . enquanto 3.23 € 3. 31.01 €). A parte mais significativa deste montante.82 € N. Os jovens (39) que receberam apoio económico no âmbito da medida de Apoio para autonomia de vida receberam maioritariamente apoios regulares.172 Montante 328. 82. Quadro 19: Montante dos Apoios económicos prestado a crianças e jovens com medidas aplicadas em meio natural de vida Apoio Regular N. a medida de apoio para autonomia de vida.66 €) e.1% (32).57 € 47.044.844.86. (37. 96. 90.

ACTIVIDADE PROCESSUAL 11 Participação em Artes e Espectáculos Em 2004. cantor. modelo ou manequim. publicado através da Lei/2009. foi atribuída uma nova competência às Comissões de Protecção de Crianças e Jovens. de 12 de Fevereiro. referem-se à Lei nº 105/2009. finalmente. dançarino. para aqueles casos em que as crianças participam esporadicamente nas actividades em causa. do artº 2º. às quais se incumbiu de autorizar ou não a participação de crianças menores de 16 em espectáculos e outras actividades de natureza cultural. passando a vigorar o disposto na Lei nº 105/2009. de 29 de Julho. o legislador aproveitou para proceder a pequenas alterações no que respeita a esta matéria. . designadamente como actor. processualmente menos exigente. músico. apenas a partir dos 12 anos e desde que não se incluam na categoria anteriormente referida – ver nº 3 do artº 2º. aprovado pela Lei nº 99/2003. na sequência da regulamentação do Código do Trabalho. foi previsto um regime diferente. procedeu-se à previsão de sanções a serem aplicadas no caso de incumprimento desta lei – ver nº 4. concretizada através da publicação da Lei nº 35/2004. de 14 de Setembro. tendo-se clarificado que está totalmente vedada a participação de crianças em actividades que envolvam animais. substância ou actividade perigosa que possa constituir risco para a sua segurança ou saúde – ver nº 2 do artº 2º2. a ser possível participar em espectáculos que envolvam animais. As principais alterações incidem nas actividades proibidas às crianças. de 14 de Setembro. Havendo a necessidade de regulamentar o novo texto do Código do Trabalho. de 27 de Agosto. figurante. bastando uma 2 Todos os artigos referidos daqui em diante. e. artística ou publicitária.

ACTIVIDADE PROCESSUAL
mera comunicação à comissão de protecção de crianças e jovens, desde que preenchidos determinados pressupostos – ver nºs 1 e 2 do artº 5º. Quadro 20: Decisões e Deliberações de pedidos para a participação de menores em espectáculos e outras actividade
Decisões/Deliberações

11

Renovações da autorização Revogações da autorização

Indeferimentos

Autorizações

CPCJ de:

Região / Distrito

Ovar
Distrito de Aveiro

Aveiro Coimbra

Coimbra
Distrito de Coimbra

Amadora Lisboa Lisboa (centro) Lisboa Lisboa (norte) Lisboa Lisboa (ocidental) Lisboa Lisboa (oriental) Lisboa Loures Lisboa Mafra Lisboa Odivelas Lisboa Oeiras Lisboa Torres Vedras Lisboa Vila Franca de Xira Lisboa
Distrito de Lisboa

Monforte
Distrito de Portalegre

Portalegre Santarém Setúbal Setúbal Setúbal Setúbal Setúbal Nacional

Santarém
Distrito de Santarém

Alcochete Almada Moita Montijo Setúbal
Distrito de Setúbal

1 1 1 1 1 6 3 3 5 9 1 1 4 1 1 35 1 1 3 3 1 1 1 1 1 5 46

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 2 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 3

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 2 8 0 3 0 3 0 5 0 9 0 1 5 6 0 4 0 2 0 2 7 44 0 1 0 1 0 3 0 3 0 1 0 1 0 1 0 1 0 2 0 6 7 56

Total

ACTIVIDADE PROCESSUAL
Durante o ano de 2009 deram entrada 41 pedidos de autorização para a participação de crianças menores de 16 anos em actividades de ligadas às artes e espectáculos. Atendendo a que tinham transitado do ano anterior 18 processos, concluímos que as comissões movimentaram 59 processos de autorização. Nesses processos, as comissões de protecção deliberaram por 56 ocasiões, correspondendo a 46 autorizações, três revogações de autorização e sete indeferimentos. A autorização não corresponde ao final do processo, uma vez que este se mantém pendente enquanto a actividade autorizada perdura, havendo necessidade de se requerer a renovação da autorização da actividade em causa ao fim de 9 meses. A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens pode também alterar as condições de prestação da actividade ou revogar a autorização anteriormente deliberada. Daí que só 35 processos tenham sido arquivados ainda no ano de 2009. Assim, transitam para o ano de 2009 21 processos. Destes, 15 correspondem a situações que a comissão continuará a acompanhar a actividade da criança, e 21 a processos onde, ainda, não ocorreu qualquer decisão. Quando confrontados os valores do volume processual global (60), com o valor do total de processos arquivados e dos que transitaram para 2009 (no total 156), verificamos existem 4 processos cuja situação não foi caracterizada.

11

ACTIVIDADE PROCESSUAL
Quadro 21: Processos de autorização para a participação de menores em espectáculos e outras actividade
Processos transitados
Com decisão Sem Decisão

11

Nº de Processos

Processos Findos

Processos Pendentes
Com decisão Sem decisão 1 1 0 0 0 2 3 1 1 2 0 0 0 1 0 2 12 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 2 0 0 30 0 0 0 0 0 0 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 11

CPCJ de:

Processos iniciados Volume de Processos Global Com autorização Com revogação de autorização com indeferimento

Total

Total

Ovar Distrito de Aveiro Coimbra Distrito de Coimbra Amadora Cascais Lisboa (centro) Lisboa (norte) Lisboa (ocidental) Lisboa (oriental) Loures Mafra Odivelas Oeiras Torres Vedras Vila Franca de Xira Distrito de Lisboa Monforte Distrito de Portalegre Vila Nova de Gaia Distrito do Porto Santarém Distrito de Santarém Alcochete Almada Moita Montijo Setúbal Distrito de Setúbal Viana do Castelo Distrito de Viana do Castelo

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3 0 0 0 0 0 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 6

0 0 0 0 0 4 4 0 0 1 0 0 0 0 1 1 11 0 0 2 2 0 0 0 0 0 1 1 2 0 0 30

0 0 0 0 0 4 4 0 0 1 3 0 0 0 1 1 14 0 0 2 2 0 0 0 0 0 1 1 2 0 0 36

1 1 1 1 1 2 9 2 3 1 6 0 6 0 1 1 32 1 1 0 0 3 3 0 0 1 1 1 3 1 1

1 1 1 1 1 6 13 2 3 2 9 0 6 0 2 2 46 1 1 2 2 3 3 0 0 1 2 2 5 1 1

0 0 1 1 0 4 0 1 2 4 9 1 0 3 1 0 25 0 0 2 2 0 0 0 1 1 0 0 2 0 0 60

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 5 0 0 0 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 10

0 0 1 1 0 4 0 1 2 4 9 1 5 3 1 0 30 0 0 2 2 0 0 0 1 1 0 0 2 0 0 70

Total 1 1 0 0 0 2 8 1 1 2 0 0 0 1 0 2 17 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 2 1 1 41

Nacional

83 119

ACTIVIDADE PROCESSUAL
Os requerimentos para autorização deste tipo de actividades foram apresentados em 23 Comissões de Protecção de Crianças e Jovens. A nível nacional, a comissão que movimentou mais processos de autorização foi a CPCJ Lisboa Central (13), seguida das comissões de Loures (9), Cascais (6) e Odivelas (6). Relativamente ao ano anterior, verifica-se uma diminuição dos pedidos de autorização (iniciaram-se 42 processos em 2009, em comparação com 123 processos iniciados em 2008).

11

verifica-se que o escalão mais representativo é o dos 11 aos 14 anos. Este elevado número de processos permite constatar que há processos que se mantêm activos para além do ano em que foram instaurados. registando um ligeiro decréscimo relativamente ao seu valor em 2008. O total de processos transitados de anos anteriores ascende a 34416.4% que no ano anterior. Assim. o número de processos instaurados diminuiu comparativamente ao ano anterior. É de assinalar que. Considerando os processos instaurados. foram arquivados liminarmente. os Estabelecimentos de ensino são a entidade sinalizadora que mais se destaca.ACTIVIDADE PROCESSUAL 12 Síntese O volume processual global atingiu. 66896 processos. em 2009. Em todos os escalões etários regista-se a predominância do sexo masculino relativamente ao sexo feminino. As Autoridades policiais são a segunda entidade sinalizadora. seguido do escalão dos 0 aos 5 anos. . Após o início da intervenção. parte destes processos. processos. registaram-se. mais 237 processos do que os acompanhados em 2008. 7798. foram instaurados 28401 processos. um aumento de 93 processos face ao ano anterior. Relativamente aos processos reabertos. mais 2. 24073 foram arquivados. o que representa um decréscimo de 3%. em 2009. O número de processos activos ascendeu a 35025 processos. 4079 reaberturas. pelo segundo ano consecutivo. Após análise preliminar. No que respeita aos escalões etários das crianças e jovens acompanhadas pelas CPCJ.

dos Maus tratos psicológicos / abuso emocional . Já no escalão etário de mais de 15 anos o Abandono escolar regista um valor superior às restantes problemáticas. mais 12 representativa no escalão dos 0 aos 5 anos. O acompanhamento materno é a inserção pré-escolar. seguindo-se a Exposição a modelos de comportamento desviante e os Maus tratos psicológicos / abuso emocional. que as crianças naturais de outros países registaram um aumento significativo. No conjunto de todas as problemáticas regista-se a Negligência como a principal ocorrência. em oposição verificou-se um decréscimo nas crianças de outros concelhos e dos PALOPS. regista um aumento no escalão etário dos 6 aos 10 anos. o Abandono escolar regista um valor muito próximo. No escalão etário dos 0 aos 5 anos a problemática mais diagnosticada é a Negligência. nos outros escalões etários assinala-se relativamente a 2008 um decréscimo. seguido da Exposição a modelos de comportamento desviante. não frequentam nenhum tipo de ensino. À semelhança dos escalões etários dos 0-5 e dos 6-10 anos. dos concelhos da competência territorial das CPCJ. do abandono escolar e dos Maus tratos físicos. Verifica-se relativamente a 2008. . Exposição a modelos de comportamento desviante e os Maus tratos psicológicos/abuso emocional. também no escalão dos 11 aos 14 anos a Negligência apresenta o valor mais elevado. O grupo de crianças e jovens que. seguida da exposição a modelos de comportamento desviante.ACTIVIDADE PROCESSUAL As crianças são naturais. As CPCJ indicaram que 0. sendo que a maioria das crianças e Jovens dos restantes escalões frequenta o ensino regular. encontrando-se em idade escolar. maioritariamente.9% das crianças ou jovens apresentam algum tipo de deficiência. No escalão etário dos 6 aos 10 anos destacam-se a Negligência.

45 €. Em todos os escalões etários a medida mais aplicada foi o Apoio junto dos pais. 12 .ACTIVIDADE PROCESSUAL Ao nível das medidas aplicadas. seguida da medida de Apoio junto de outros familiares. O peso relativo dos apoios económicos prestados a crianças com a medida de apoio junto dos pais foi maior. maioritariamente. onde o acolhimento institucional e ao apoio para a autonomia de vida registam valores significativos.. correspondendo. correspondendo a 46 autorizações.313. As CPCJ atribuíram apoios económicos.º 12/2008. Durante o ano de 2009 as comissões movimentaram 59 processos de autorização para a participação de menores de 16 anos em espetáculos e outras actividade Nesses processos. o montante total atribuído ascendeu a 601. a maioria dos processos reabertos tem como causa de reabertura a reincidência da situação de perigo anteriormente verificada. ao abrigo do disposto no decreto-lei n. designadamente da medida de Apoio junto dos pais. O número de crianças e jovens que vive em famílias monoparentais feminina aumentou. a excepção verifica-se no escalão 18-21 anos. A grande maioria das crianças e jovens vive com a sua família biológica. tanto nos apoios regulares com nos apoio pontuais. predominam as medidas meio natural de vida. No que respeita ao Arquivamento após intervenção podem referir-se 2 causas principais: Ausência de situação de perigo por esta não subsistir e a Cessação da medida de promoção e protecção aplicada. por ordem decrescente. as comissões de protecção deliberaram por 56 ocasiões. As principais causas do arquivamento liminar foram. os seguintes: a ausência de situação de perigo. a apoios económicos regulares. O peso relativo do acolhimento familiar e do Acolhimento Institucional decresce em percentagem do total de medidas aplicadas. Seguindo a tendência de anos anteriores. a remessa a tribunal e a sinalização a CPCJ competente. de 17 de Janeiro. três revogações de autorização e sete indeferimentos.

ACTIVIDADE PROCESSUAL Relativamente ao ano anterior. verifica-se uma diminuição dos pedidos de autorização (iniciaram-se 42 processos em 2009. em comparação com 123 processos iniciados em 2008). 12 .

compete à CNCPCJR “acompanhar e apoiar as comissões de protecção. deverá “proporcionar formação e informação adequadas no domínio da promoção dos direitos e da protecção das crianças e jovens em perigo. Para tal.ACTIVIDADE PROCESSUAL 12 Parte 5 AVALIAÇÃO DA ARTICULAÇÃO ENTRE A CNPCJR E AS CPCJ A importância de perspectivar a forma como as CPCJ avaliam a articulação estabelecida com a Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR) prendese com as próprias atribuições definidas na legislação vigente. Partindo da avaliação da articulação estabelecida com a CNPCJR. . permitindo-lhes melhorar a qualidade do seu desempenho”. apreciar e responder às solicitações que lhe sejam apresentadas pelas comissões de protecção. formular orientações e emitir directivas genéricas relativamente ao exercício das competências das comissões de protecção. serão de seguida expostas as propostas elencadas pelas comissões ao nível do acesso a acções de formação e do melhoramento do apoio a prestar pela CNPCJR. Com efeito. promover e dinamizar as respostas e programas adequados ao desempenho das competências das comissões de protecção”.

.ARTICULAÇÃO CNPCJR E CPCJ 125 Acompanhamento das CPCJ A maioria. Gráfico 63: Avaliação global da articulação estabelecida entre a CNPCJR e as CPCJ CPCJ que enviam dados: 2 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).9%(34) considera que o acompanhamento da CNPCJR “deverá melhorar para ser eficaz”. 84. quanto à frequência e qualidade. sendo eficaz e útil” (43. as seguintes as dimensões: Encontro anual.5%)“ e “cumpriu no essencial havendo aspectos a melhorar” 41. foram analisadas. Cerca de 11. Acompanhamento telefónico.9%. das CPCJ tem uma opinião positiva relativamente ao acompanhamento prestado pela CNPCJR . As opiniões subdividem-se entre as categorias “globalmente positivo. CNPCJR Ao nível da articulação estabelecida com o Gabinete Técnico de Apoio à CNPCJR. Instrumentos de apoio e Acompanhamento presencial.4(118).

2% (201) CPCJ.0% (30) insuficiente. Acompanhamento presencial:242. CNPCJR O Encontro Anual – A frequência do encontro anual é suficiente para 78.5% (64) das CPCJ o acompanhamento telefónico teve qualidade suficiente enquanto que para 11.ARTICULAÇÃO CNPCJR E CPCJ Gráfico 64: Frequência de articulação com a CNPCJR 126 CPCJ que enviam dados: Encontro anual:261. a considera boa. qualificado quanto à frequência como suficiente 84.3% (18) insuficiente.3% (231). 16. à semelhança de anos anteriores.0% (52) muito boa. . Para 23. 55. Instrumentos /documentos de apoio 263. Quanto à qualidade pode dizer-se que globalmente foi positiva. O acompanhamento telefónico proporcionado pela CNPCJR foi. 21. 45.2% (137) das CPCJ.2(123) das CPCJ a considera boa. sendo que. Acompanhamento telefônico:265 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).5% (41) considera o encontro de qualidade suficiente e 7. sendo que. 20.2% (55) muito boa. A sua qualidade é globalmente positiva.

Acompanhamento telefônico: 272 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).1% (210). a frequência do acompanhamento presencial é insuficiente sendo a sua qualidade avaliada como insuficiente. No que respeita ao acompanhamento presencial.8%) . por 41. CNPCJR Igualmente. Instrumentos /documentos de apoio 258. 78. A qualidade foi classificada globalmente como positiva (88%).ARTICULAÇÃO CNPCJR E CPCJ Gráfico 65: Avaliação da qualidade da articulação da CNPCJR com as CPCJ 127 CPCJ que enviam dados: Encontro anual: 248. os instrumentos de apoio disponibilizados pela CNPCJR foram considerados suficientes pela maioria das CPCJ. a situação inverte-se. Acompanhamento presencial: 220.4% (91) das CPCJ. quanto à qualidade: 50.5% (167) das CPCJ. Para 65. regista-se uma melhoria significativa em comparação com 2008 (quanto à frequência: 71. Apesar disso.9%.

que apresentava em 2008 um valor de 54. para 42. . CNPCJR Todas as comissões já consultaram o site.31%(110) em 2009 .ARTICULAÇÃO CNPCJR E CPCJ 128 Site da CNPCJR O site da CNPCJR -Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco.9% em 2008.pt. Através deste meio são divulgadas acções e informações do âmbito da intervenção das CPCJ. A periodicidade dessa consulta regista alterações muito significativas no que respeita à frequência diária que passa de um valor de 26.cnpcjr. www. é uma ferramenta informática de enorme valia para todo o Sistema de Protecção à Infância e Juventude e em especial para as CPCJ. A periodicidade semanal. em 2009. Gráfico 66: Periodicidade de consulta do site CPCJ que enviam dados: 260 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).6%. regista. um valor inferior de 41.9%(109).

À semelhança dos anos anteriores. Utilidade. 52. 3. CNPCJR A maioria das CPCJ avalia o site da CNPCJR como bom nos quatro parâmetros: Design 65. 27. sendo que 17. Navegabilidade.4%(37) destas CPCJ o considera muito bom. A este respeito não se registam diferenças relevantes sobre a apreciação feita pelas CPCJ em outros anos. Navegabilidade 55.1%(156). Referem-se aspectos com a melhoria da navegabilidade da aplicação informática da base de dados e informatização processual constante do site.2%(58) – suficiente.279 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).ARTICULAÇÃO CNPCJR E CPCJ . Utilidade. . todas as CPCJ dispõem de palavra passe para aceder à área restrita de trabalho do site.bom .9 %(156). 280. A tendência mais notória das sugestões vai no sentido de que se melhore o acesso a todas as partes do site e que este inclua mais informação e seja actualizado com maior frequência.280.3%(7) insuficiente. A grande maioria das CPCJ considera o fórum positivo.1%(111). Conteúdos 55.0 % (140). 96%(206) .0%(182).Gráfico 62: Avaliação do site da CNPCJR 129 CPCJ que enviam dados: Design. Conteúdos. Também todas as CPCJ acederam ao fórum disponível nessa área restrita. 40.280. Um grupo de 44 CPCJ apresenta sugestões sobre possíveis reformulações do site da Comissão Nacional.

. 20.8%. CNPCJR Relativamente à qualidade. enquanto 13 CPCJ. 8. qualidade . a classificada como Insuficiente.7%(81) como Boa.285 Fonte: Relatórios de Actividades das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (2009).se que 709 membros das CPCJ participaram em acções de formação.Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco. É de referir que está em desenvolvimento um plano de formação generalizado a todas as Comissões de Protecção que terá início em Setembro de 2010.3% (30) classifica-a como Muito boa. 54. Gráfico 68: Avaliação da frequência e qualidade das acções de formação desenvolvidas pela CNPCJR 140 Nº de CPCJ 72 81 30 24 13 Suficiente Insuficiente Muito Boa Boa Suficiente Insuficiente CPCJ que enviam dados: frequência –212. verifica.2% (24) Suficiente.ARTICULAÇÃO CNPCJR E CPCJ 130 Formação proporcionada pela CNPCJR No que respeita às acções de formação organizadas pela CNPCJR . 16.

De notar que muitas das sugestões correspondem à continuidade do que se vem praticando. Regista-se também a sugestão da implementação da videoconferência como forma de melhorar o acompanhamento às CPCJ. Instrumentos / documentos de apoio à actividade da CPCJ (95). Propostas ao nível de Encontro de avaliação No que respeita à realização do encontro anual. Acompanhamento presencial (146).ARTICULAÇÃO CNPCJR E CPCJ 131 Propostas das CPCJ As CPCJ sugeriram: acções de formação a desenvolver (160). A diversificação das metodologias de trabalho e das temáticas abordadas continua a ser uma sugestão de algumas CPCJ embora isso já corresponda a um permanente esforço da CNCPCJR. enquanto outras reclamam mais espaço no encontro para discussão entre CPCJ. . Algumas CPCJ sugerem a inclusão e debate de estudos de caso. sobressaindo a proposta de calendarização de reuniões de acompanhamento individualizado entre o Gabinete Técnico de Apoio à CNPCJR e as CPCJ. Acompanhamento telefónico (69) e Encontro Anual (989). Algumas CPCJ propõem a ajuda às CPCJ para colocarem em marcha procedimentos de auto e hetero-avaliação. algumas sugestões apontam para alargamento do número de participantes/membros de cada CPCJ no Encontro Anual. Propostas ao nível do suporte técnico a prestar pela CNPCJR A grande maioria das CPCJ refere à necessidade de uma maior regularidade do acompanhamento presencial.

Ficha de Processo Familiar – 12. Apoio Administrativo (organização. informática).ARTICULAÇÃO CNPCJR E CPCJ 132 Propostas ao nível de formação técnica As CPCJ apontam necessidades de formação onde sobressai a Educação parental.6% (90). Planeamento Estratégico / Definição de objectivos – 35. elaboração de acordo de promoção e protecção e metodologias de intervenção. .31.7% (133) relativo ao total de CPCJ.3% (38). tais como: aumento do Fundo de Maneio e possibilidade de o mesmo ser acumulável de mês para mês ao longo do ano. referida por 65. Problemáticas .9% (37). Enquadramento legal – 38. Outras sugestões registadas foram: a aplicação informática.6% (110).2% (83). Respostas sociais – 29. Propostas ao nível de dos instrumentos de apoio Relativamente aos instrumentos de apoio à actividades foram expressas algumas opiniões de forma pontual. Por ordem decrescente de referencias registam-se ainda como preferências os seguintes temas (cada CPCJ referiu mais do que uma preferência): Metodologias de trabalho – 46.8% (62).13. elaboração de documentos mais explícitos sobre a aplicação informática.96% (188).1% (100). Organização/funcionamento da CPCJ – 21. prevenção primária.

(muito boa qualidade.ARTICULAÇÃO CNPCJR E CPCJ 133 Síntese A opinião da maioria das CPCJ sobre o acompanhamento que lhes é proporcionado pela CNCPCJ foi. relativamente a 2008. O site é avaliado positivamente nos 4 itens considerados . sendo que. utilidade e navegabilidade. Os instrumentos de apoio disponibilizados pela CNPCJR foram considerados suficientes pela maioria das CPCJ. verificase um aumento da consulta com carácter diário. boa ou suficiente). ou suficiente). de acordo com os meios disponíveis. globalmente positiva. A tendência mais notória das sugestões das CPCJ vai no sentido de que o site inclua mais informação e seja mais actualizado. .design. Já no que toca ao acompanhamento presencial. enquanto foi positiva a avaliação da sua qualidade (muito boa. O acompanhamento telefónico foi considerado suficiente. enquanto a qualidade foi referida como positiva (muito boa. boa. sobressaindo a proposta de calendarização de reuniões de acompanhamento individualizado entre o Gabinete Técnico de Apoio à CNPCJR e as CPCJ. A quase totalidade das CPCJ já consultou o site. sendo a sua a qualidade avaliada como globalmente positiva. conteúdos. A grande maioria das CPCJ refere a necessidade de uma maior regularidade do acompanhamento presencial. ou suficiente). A opinião sobre a frequência do encontro anual foi considerada suficiente. as comissões apontam para a necessidade o reforço desse acompanhamento. De salientar que o acompanhamento presencial faz-se intensivamente e sempre que possível. à semelhança da manifestada em 2008. sendo considerada eficaz e útil ou como cumprindo o essencial. havendo aspectos em que deve ser melhorada. Comentam algumas destas CPCJ que o fórum integrante do site deve ser melhorado nos aspectos da acessibilidade e da extensão dos conteúdos.

relativas à realização do encontro anual.ARTICULAÇÃO CNPCJR E CPCJ Algumas sugestões. 134 . apontam para o alargamento do número de participantes.

ARTICULAÇÃO CNPCJR E CPCJ 135 ANEXOS .

Roque do Pico Santa Cruz da Graciosa Santa Cruz das Flores Velas Vila do Porto Vila Franca do Campo Total Região/Distrito Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores Açores 145 23 0 25 12 26 213 20 23 600 78 207 500 16 14 2 20 17 53 1994 99 10 0 49 10 12 97 27 26 309 27 54 244 6 12 4 10 23 86 1105 14 2 0 7 0 0 4 3 8 13 7 6 13 3 1 0 4 0 31 116 258 35 0 81 22 38 314 50 57 922 112 267 757 25 27 6 34 40 170 3215 0 4 0 7 14 0 6 2 0 24 6 2 73 6 6 0 2 5 38 195 24 15 0 23 8 21 90 17 17 348 39 56 262 10 20 5 14 18 53 1040 24 19 0 30 22 21 96 19 17 372 45 58 335 16 26 5 16 23 91 1235 .Fluxo Processual 2009 136 Região Autónoma dos Açores Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Angra do heroísmo Calheta (Açores) Corvo Horta Lages das Flores Lages do Pico Lagoa Madalena Nordeste Ponta Delgada Povoação Praia da Vitória Ribeira Grande S.

Fluxo Processual 2009 137 Distrito de Aveiro Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Águeda Albergaria-a-Velha Anadia Arouca Aveiro Castelo de Paiva Espinho Estarreja Ílhavo Mealhada Murtosa Oliveira de Azeméis Oliveira do Bairro Ovar S. João da Madeira Santa Maria da Feira Sever do Vouga Vagos Vale de Cambra Total Região/Distrito Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro Aveiro 65 40 37 80 522 59 124 68 112 85 34 226 37 203 183 438 22 40 64 2439 111 38 22 29 219 24 84 75 161 23 28 139 39 217 107 276 23 49 40 1704 29 2 2 36 37 5 11 16 26 3 13 20 3 16 2 61 5 12 10 309 205 80 61 145 778 88 219 159 299 111 75 385 79 436 292 775 50 101 114 4452 5 23 0 8 66 10 32 28 91 1 16 35 11 4 9 81 4 6 0 430 117 26 27 44 477 28 63 45 113 43 27 149 33 193 101 323 12 47 79 1947 122 49 27 52 543 38 95 73 204 44 43 184 44 197 110 404 16 53 79 2377 .

Fluxo Processual 2009 138 Distrito de Beja Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alvito Barrancos Beja Castro Verde Cuba Ferreira do Alentejo Mertola Moura Odemira Ourique Serpa Vidigueira Total 0 0 107 11 1 17 13 65 56 5 3 3 281 4 2 90 14 14 12 11 68 70 12 13 13 323 0 0 1 0 3 6 0 0 15 7 0 0 32 4 2 198 25 18 35 24 133 141 24 16 16 636 0 0 3 0 3 5 12 4 30 7 1 0 65 0 0 27 16 3 20 2 39 41 9 0 4 161 0 0 30 16 6 25 14 43 71 16 1 4 226 .

Fluxo Processual 2009 139 Distrito de Braga Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Amares Barcelos Braga Cabeceiras de Basto Celorico de Basto Esposende Fafe Guimarães Povoa de Lanhoso Terras de Bouro Vieira do Minho Vila Nova de Famalicão Vila Verde Vizela Total 129 852 324 125 114 60 105 286 100 37 35 301 130 53 2651 62 240 480 81 47 56 134 363 36 20 24 136 139 62 1880 18 7 6 7 3 9 32 40 7 0 19 10 10 10 178 209 1099 810 213 164 125 271 689 143 57 78 447 279 125 4709 25 4 96 7 12 17 81 19 4 6 5 8 16 28 328 87 324 255 21 32 31 61 367 55 13 36 125 120 30 1557 112 328 351 28 44 48 142 386 59 19 41 133 136 58 1885 .

Fluxo Processual 2009 140 Distrito de Bragança Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alfândega da Fé Bragança Carrazeda de Ansiães Freixo de Espada à Cinta Macedo de Cavaleiros Miranda do Douro Mirandela Mogadouro Torre de Moncorvo Vila Flor Vimioso Vinhais Total 9 151 9 10 47 18 58 3 5 5 2 9 326 11 71 8 2 65 20 64 7 15 9 7 8 287 0 4 1 0 3 0 4 0 3 1 0 0 16 20 226 18 12 115 38 126 10 23 15 9 17 629 1 9 1 0 40 5 42 0 13 2 0 0 113 14 109 10 3 34 5 30 4 2 10 0 5 226 15 118 11 3 74 10 72 4 15 12 0 5 339 .

Fluxo Processual 2009 141 Distrito de Coimbra Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Arganil Cantanhede Coimbra Condeixa-a-Nova Figueira da Foz Góis Lousã Mira Miranda do Corvo Montemor-o-Velho Oliveira do Hospital Pampilhosa da Serra Penacova Penela Soure Tábua Vila Nova de Poiares Total 33 156 220 17 139 11 13 61 18 55 31 10 56 14 19 60 21 934 41 92 324 36 146 11 35 32 21 67 30 6 24 24 31 34 31 985 10 40 74 4 17 1 8 3 1 5 22 1 15 2 3 12 8 226 84 288 618 57 302 23 56 96 40 127 83 17 95 40 53 106 60 2145 14 19 125 3 56 0 12 16 13 31 8 0 39 0 1 2 19 358 15 98 255 27 117 1 8 23 8 24 17 8 13 11 32 63 21 741 29 117 380 30 173 1 20 39 21 55 25 8 52 11 33 65 40 1099 .

Fluxo Processual 2009 142 Distrito de Évora Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Évora Reguengos de Monsaraz Viana do Alentejo Total 100 16 11 127 81 24 16 121 4 0 3 7 185 40 30 255 32 6 5 43 82 18 12 112 114 24 17 155 .

António Total 135 0 0 204 134 115 313 141 183 102 60 52 1439 112 0 35 266 56 148 256 233 197 139 100 77 1619 35 0 0 23 5 2 57 20 49 41 13 14 259 282 0 35 493 195 265 626 394 429 282 173 143 3317 0 0 11 79 2 82 53 109 3 32 0 32 403 190 0 11 73 40 43 186 113 223 167 62 49 1157 190 0 22 152 42 125 239 222 226 199 62 81 1560 .Fluxo Processual 2009 143 Distrito de Faro Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Albufeira Alcoutim Aljezur Faro Lagoa (Algarve) Lagos Loulé Olhão Portimão Silves Tavira Vila Real de Stº.

Fluxo Processual 2009 144 Distrito de Guarda Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Aguiar da Beira Almeida Celorico da Beira Figueira Castelo Rodrigo Fornos de Algodres Gouveia Guarda Meda Pinhel Sabugal Seia Trancoso Vila Nova de Foz Côa Total 5 16 28 13 12 14 85 3 38 65 158 21 8 466 3 6 10 10 15 20 53 4 7 13 42 6 12 201 0 0 0 2 1 0 1 2 0 4 11 2 4 27 8 22 38 25 28 34 139 9 45 82 211 29 24 694 0 2 4 0 4 6 24 2 5 20 34 5 7 113 2 5 15 8 12 7 36 4 7 35 75 9 15 230 2 7 19 8 16 13 60 6 12 55 109 14 22 343 .

Fluxo Processual 2009 145 Distrito de Leiria Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alcobaça Alvaizere Ansião Batalha Bombarral Caldas da Rainha Castanheira de Pêra Figueiró dos Vinhos Leiria Marinha Grande Nazaré Óbidos Pedrogão Grande Peniche Pombal Porto de Mós Total 83 34 46 30 68 138 1 27 616 214 91 63 11 112 73 16 1623 70 13 36 68 33 114 2 7 256 130 33 23 12 43 54 32 926 37 7 0 13 13 13 0 16 51 35 8 3 2 17 10 0 225 190 54 82 111 114 265 3 50 923 379 132 89 25 172 137 48 2774 13 8 11 26 6 0 0 14 24 0 18 0 5 6 6 0 137 95 19 3 43 26 152 1 12 387 183 44 55 6 58 35 28 1147 108 27 14 69 32 152 1 26 411 183 62 55 11 64 41 28 1284 .

Fluxo Processual 2009 146 Distrito de Lisboa Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alenquer Amadora Arruda dos Vinhos Azambuja Cadaval Cascais Lisboa (centro) Lisboa (norte) Lisboa (ocidental) Lisboa (oriental) Loures Lourinhã Mafra Odivelas Oeiras Sintra Ocidental Sintra Oriental Sobral de Monte Agraço Torres Vedras Vila Franca de Xira Total 93 647 32 91 68 352 982 726 211 647 502 66 280 447 381 936 642 35 160 389 7687 130 673 36 66 36 455 690 575 323 526 816 81 179 417 419 552 600 34 143 472 7223 10 10 5 29 10 65 43 83 12 84 172 1 23 21 116 45 39 8 24 113 913 233 1330 73 186 114 872 1715 1384 546 1257 1490 148 482 885 916 1533 1281 77 327 974 15823 5 67 3 40 5 273 329 475 73 294 350 28 48 210 59 100 160 19 52 109 2699 102 387 29 85 55 175 797 154 181 399 466 70 197 321 309 559 350 20 138 354 5148 107 454 32 125 60 448 1126 629 254 693 816 98 245 531 368 659 510 39 190 463 7847 .

Fluxo Processual 2009 147 Região Autónoma da Madeira Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Calheta (Madeira) Câmara de Lobos Funchal Machico Ponta do Sol Porto de Moniz Porto Santo Ribeira Brava S. Vicente Santa Cruz Santana Total 23 101 289 108 12 9 42 25 30 167 19 825 9 108 520 56 17 14 29 19 25 133 28 958 9 27 32 5 5 2 6 5 0 24 4 119 41 236 841 169 34 25 77 49 55 324 51 1902 0 2 274 14 10 4 7 25 7 8 12 363 3 119 201 18 9 9 18 9 17 145 18 566 3 121 475 32 19 13 25 34 24 153 30 929 .

Fluxo Processual 2009 148 Distrito de Portalegre Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alter do chão Arronches Avis Campo Maior Castelo de Vide Crato Elvas Gavião Monforte Nisa Ponte de Sór Portalegre Sousel Total 0 5 20 13 5 5 41 17 23 18 56 76 10 289 0 7 9 26 7 8 112 7 18 10 60 33 25 322 0 0 1 0 0 0 16 4 1 5 32 19 0 78 0 12 30 39 12 13 169 28 42 33 148 128 35 689 0 0 0 8 2 0 63 5 12 3 20 5 0 118 0 0 14 14 1 7 93 10 10 18 81 33 7 288 0 0 14 22 3 7 156 15 22 21 101 38 7 406 .

Fluxo Processual 2009 149 Distrito de Porto Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Amarante Baião Felgueiras Gondomar Lousada Maia Marco de Canaveses Matosinhos Paços de Ferreira Paredes Penafiel Porto Central Porto Ocidental Porto Oriental Povoa do Varzim Santo Tirso Trofa Valongo Vila do Conde Vila Nova de Gaia Total 121 128 179 461 131 447 192 431 107 372 190 224 282 420 176 178 125 220 287 1334 6005 131 85 97 485 198 201 173 467 108 211 245 387 336 338 182 122 91 196 267 622 4942 10 22 1 64 12 24 36 2 12 12 9 25 3 31 17 3 5 45 27 72 432 262 235 277 1010 341 672 401 900 227 595 444 636 621 789 375 303 221 461 581 2028 11379 7 35 5 0 11 125 14 40 20 13 6 73 131 40 5 1 21 74 8 144 773 18 86 84 602 177 81 167 389 81 176 193 319 192 215 155 120 12 178 227 696 4168 25 121 89 602 188 206 181 429 101 189 199 392 323 255 160 121 33 252 235 840 4941 .

Fluxo Processual 2009 150 Distrito de Santarém Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Abrantes Alcanena Almeirim Alpiarca Benavente Cartaxo Chamusca constância Coruche Entroncamento Ferreira do Zezere Golegã Mação Ourém Rio Maior Salvaterra de Magos Santarém Sardoal Tomar Torres Novas Vila Nova da Barquinha Total 160 11 58 17 54 152 32 28 25 95 31 15 31 119 81 69 258 53 175 57 34 1555 69 44 78 33 56 83 29 19 42 45 25 10 22 95 70 87 187 14 167 119 19 1313 21 1 26 10 8 36 4 2 10 18 10 23 12 14 15 18 100 0 4 14 1 347 250 56 162 60 118 271 65 49 77 158 66 48 65 228 166 174 545 67 346 190 54 3215 53 1 34 13 4 17 6 2 9 4 10 0 3 27 15 11 69 2 23 64 0 367 109 37 57 34 53 112 26 11 24 8 29 23 25 80 82 95 191 23 159 30 11 1219 162 38 91 47 57 129 32 13 33 12 39 23 28 107 97 106 260 25 182 94 11 1586 .

Fluxo Processual 2009 151 Distrito de Setúbal Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alcácer do Sal Alcochete Almada Barreiro Grândola Moita Montijo Palmela Santiago do Cacém Seixal Sesimbra Setúbal Sines Total 30 48 460 157 34 309 186 281 65 433 73 1110 48 3234 41 40 484 225 87 251 164 213 39 331 128 310 45 2358 3 5 142 2 28 68 10 25 13 35 22 36 33 422 74 93 1086 384 149 628 360 519 117 799 223 1456 126 6014 22 5 131 33 17 277 11 14 26 16 36 116 13 717 11 53 451 184 87 166 171 240 51 468 45 340 94 2361 33 58 582 217 104 443 182 254 77 484 81 456 107 3078 .

Fluxo Processual 2009 152 Distrito de Viana do Castelo Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Arcos de Valdevez Caminha Melgaço Monção Paredes de Coura Ponte da Barca Ponte de Lima Valença Viana do Castelo Vila Nova de Cerveira Total 47 30 25 43 54 24 56 45 347 53 724 47 39 36 56 14 36 102 40 208 25 603 11 5 3 4 2 1 8 4 32 3 73 105 74 64 103 70 61 166 89 587 81 1400 20 10 1 5 4 1 11 3 98 4 157 33 22 18 73 10 36 33 15 192 40 472 53 32 19 78 14 37 44 18 290 44 629 .

Fluxo Processual 2009 153 Distrito de Vila Real Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alijo Boticas Chaves Mesão Frio Mondim de Basto Montalegre Murça Peso da Régua Ribeira de Pena Santa Marta de Penaguião Valpaços Vila Pouca de Aguiar Vila Real Total 46 0 51 13 22 24 16 115 17 17 13 41 88 463 14 2 81 16 30 13 3 41 9 25 19 25 110 388 0 0 13 4 1 4 2 12 0 1 4 19 2 62 60 2 145 33 53 41 21 168 26 43 36 85 200 913 2 0 25 0 2 9 5 7 0 12 8 18 8 96 31 0 30 13 24 20 8 62 9 4 12 45 89 347 33 0 55 13 26 29 13 69 9 16 20 63 97 443 .

Fluxo Processual 2009 154 Distrito de Viseu Processos de Promoção e Protecção CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Armamar Carregal do Sal Castro Daire Cinfães Lamego Mangualde Moimenta da Beira Mortágua Nelas Oliveira de Frades Penalva do Castelo Resende S. Pedro do Sul Sátão Santa Comba Dão Sernancelhe Tabuaço Tarouca Tondela Vila Nova de Paiva Viseu Vouzela Total 53 20 20 95 48 29 43 6 43 12 39 23 8 13 19 25 20 28 18 66 20 302 5 955 22 27 38 67 52 52 20 1 32 29 14 21 28 15 35 13 5 28 17 36 11 276 7 846 25 6 13 11 10 14 1 1 8 20 3 10 0 1 1 4 0 20 2 2 3 27 6 188 100 53 71 173 110 95 64 8 83 61 56 54 36 29 55 42 25 76 37 104 34 605 18 1989 4 17 6 25 21 29 2 1 5 15 3 16 5 1 4 11 0 4 4 23 2 37 1 236 52 19 33 55 62 25 9 1 38 16 10 16 8 20 24 14 6 39 15 32 17 381 14 906 56 36 39 80 83 54 11 2 43 31 13 32 13 21 28 25 6 43 19 55 19 418 15 1142 . João da Pesqueira S.

Fluxo Processual 2009 155 Processos de Promoção e Protecção Região/Distrito Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Açores Aveiro Beja Braga Bragança Castelo Branco Coimbra Évora Faro Guarda Leiria Lisboa Madeira Portalegre Porto Santarém Setúbal Viana do Castelo Vila Real Viseu Total 1994 1105 2439 1704 281 323 2651 1880 326 287 399 297 934 985 127 121 1439 1619 466 201 1623 926 7687 7223 825 958 289 322 6005 4942 1555 1313 3234 2358 724 603 463 388 955 846 34416 28401 116 3215 309 4452 32 636 178 4709 16 629 50 746 226 2145 7 255 259 3317 27 694 225 2774 913 15823 119 1902 78 689 432 11379 347 3215 422 6014 73 1400 62 913 188 1989 4079 66896 195 430 65 328 113 87 358 43 403 113 137 2699 363 118 773 367 717 157 96 236 7798 1040 1235 1947 2377 161 226 1557 1885 226 339 280 367 741 1099 112 155 1157 1560 230 343 1147 1284 5148 7847 566 929 288 406 4168 4941 1219 1586 2361 3078 472 629 347 443 906 1142 24073 31871 .

Roque do Pico Santa Cruz da Graciosa Santa Cruz das Flores Velas Vila do Porto Vila Franca do Campo Total 145 23 0 31 12 26 213 20 23 600 80 207 500 16 14 2 20 17 53 2002 99 10 0 49 10 12 97 27 26 309 27 54 244 6 12 4 10 23 86 1105 14 2 0 7 0 0 4 3 8 13 7 6 13 3 1 0 4 0 31 116 258 35 0 87 22 38 314 50 57 922 114 267 757 25 27 6 34 40 170 3223 0 4 0 7 14 0 6 2 0 24 6 2 73 6 6 0 2 5 38 195 24 15 0 23 19 21 90 17 17 348 39 56 262 10 20 5 14 18 53 1051 24 19 0 30 33 21 96 19 17 372 45 58 335 16 26 5 16 23 91 1246 .CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 156 Região Autónoma dos Açores Numero de Crianças e Jovens CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Angra do heroísmo Calheta (Açores) Corvo Horta Lajes das Flores Lajes do Pico Lagoa Madalena Nordeste Ponta Delgada Povoação Praia da Vitória Ribeira Grande S.

João da Madeira Santa Maria da Feira Sever do Vouga Vagos Vale de Cambra Total 65 40 37 80 522 67 134 68 112 85 34 226 37 203 183 438 22 40 64 2457 111 38 22 29 219 24 84 75 161 23 28 139 39 217 107 276 23 49 40 1704 29 2 2 36 37 5 11 16 26 3 13 20 3 16 2 61 5 12 10 309 205 80 61 145 778 96 229 159 299 111 75 385 79 436 292 775 50 101 114 4470 5 23 0 8 66 10 32 28 91 1 16 35 11 4 9 81 4 6 0 430 117 26 27 44 477 28 63 45 113 43 27 149 33 193 101 323 12 47 79 1947 122 49 27 52 543 38 95 73 204 44 43 184 44 197 110 404 16 53 79 2377 .CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 157 Distrito de Aveiro Numero de Crianças e Jovens CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Águeda Albergaria-a-Velha Anadia Arouca Aveiro Castelo de Paiva Espinho Estarreja Ílhavo Mealhada Murtosa Oliveira de Azeméis Oliveira do Bairro Ovar S.

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 158 Distrito de Beja Numero de Crianças e Jovens CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alvito Barrancos Beja Castro Verde Cuba Ferreira do Alentejo Mertola Moura Odemira Ourique Serpa Vidigueira Total 0 0 107 11 1 23 13 65 56 5 0 3 284 4 2 90 14 14 21 11 68 70 12 14 24 344 0 0 1 0 3 8 0 0 15 7 3 0 37 0 2 198 25 18 52 24 133 141 24 17 27 661 0 0 3 0 3 5 12 4 30 7 1 1 66 0 0 27 16 3 32 2 39 41 9 0 4 173 0 0 30 16 6 37 14 43 71 16 1 5 239 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Braga Numero de Crianças e Jovens 159 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Amares Barcelos Braga Cabeceiras de Basto Celorico de Basto Esposende Fafe Guimarães Povoa de Lanhoso Terras de Bouro Vieira do Minho Vila Nova de Famalicão Vila Verde Vizela Total 129 852 324 125 114 60 105 286 100 37 35 301 130 53 2651 62 240 480 81 47 56 134 363 36 20 24 136 139 62 1880 18 7 6 7 3 9 32 40 7 0 19 10 10 10 178 209 1099 810 213 164 125 271 689 143 57 78 447 279 125 4709 25 4 96 7 12 17 81 19 4 6 5 8 16 28 328 87 324 255 21 32 31 61 367 55 13 36 125 120 30 1557 112 328 351 28 44 48 142 386 59 19 41 133 136 58 1885 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Bragança Numero de Crianças e Jovens 160 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alfândega da Fé Bragança Carrazeda de Ansiães Freixo de Espada à Cinta Macedo de Cavaleiros Miranda do Douro Mirandela Mogadouro Torre de Moncorvo Vila Flor Vimioso Vinhais Total 9 151 9 10 47 18 60 3 5 5 2 9 328 11 71 8 2 65 20 64 7 15 9 7 8 287 0 4 1 0 3 0 6 0 3 1 0 0 18 20 226 18 12 115 38 130 10 23 15 9 17 633 1 9 1 0 40 5 42 0 13 2 0 0 113 14 109 10 3 34 5 30 4 2 10 0 5 226 15 118 11 3 74 10 72 4 15 12 0 5 339 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Castelo Branco Numero de Crianças e Jovens 161 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Castelo Branco Covilhã Fundão Idanha-a-Nova Oleiros Proença-a-Nova Sertã Vila de Rei Total 205 77 85 14 0 8 10 0 399 102 90 71 5 1 6 13 9 297 30 5 12 0 0 1 1 1 50 337 172 168 19 1 15 24 10 746 23 34 18 0 0 1 5 6 87 142 85 64 3 0 7 10 2 313 165 119 82 3 0 8 15 8 400 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Coimbra Numero de Crianças e Jovens 162 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Arganil Cantanhede Coimbra Condeixa-a-Nova Figueira da Foz Góis Lousã Mira Miranda do Corvo Montemor-o-Velho Oliveira do Hospital Pampilhosa da Serra Penacova Penela Soure Tábua Vila Nova de Poiares Total 33 156 220 17 139 11 13 61 18 55 31 10 56 14 19 60 21 934 41 92 324 36 146 11 35 32 21 67 30 6 24 24 31 34 31 985 10 40 74 4 17 1 8 3 1 5 22 1 15 2 3 12 8 226 84 288 618 57 302 23 56 96 40 127 83 17 95 40 53 106 60 2145 14 19 125 3 56 0 12 16 13 31 8 0 39 0 1 2 19 358 15 98 255 27 117 1 8 23 8 24 17 8 13 11 32 63 22 742 29 117 380 30 173 1 20 39 21 55 25 8 52 11 33 65 41 1100 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Évora Numero de Crianças e Jovens 163 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Évora Reguengos de Monsaraz Viana do Alentejo Total 100 16 11 127 81 24 16 121 4 0 3 7 185 40 30 255 32 6 5 43 82 18 12 112 114 24 17 155 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Faro Numero de Crianças e Jovens 164 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Albufeira Alcoutim Aljezur Faro Lagoa (Algarve) Lagos Loulé Olhão Portimão Silves Tavira Vila Real de Stº. António Total 135 0 0 204 134 115 313 141 188 102 60 52 1444 112 0 35 266 56 148 256 233 197 139 100 77 1619 35 0 0 23 5 2 57 20 49 41 13 14 259 282 0 35 493 195 265 626 394 434 282 173 143 3322 0 0 6 79 2 82 53 109 3 32 0 32 398 190 0 11 73 40 43 187 113 223 167 62 49 1158 190 0 17 152 42 125 240 222 226 199 62 81 1556 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito da Guarda Numero de Crianças e Jovens 165 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Aguiar da Beira Almeida Celorico da Beira Figueira Castelo Rodrigo Fornos de Algodres Gouveia Guarda Meda Pinhel Sabugal Seia Trancoso Vila Nova de Foz Côa Total 5 16 28 13 12 14 85 3 38 65 158 22 8 467 3 6 10 10 15 20 53 4 7 13 42 6 15 204 0 0 0 2 1 0 1 2 0 4 11 2 4 27 8 22 38 25 28 34 139 9 45 82 211 30 27 698 0 2 4 0 4 6 24 2 5 20 34 5 7 113 2 5 15 8 12 7 36 4 7 35 75 9 15 230 2 7 19 8 16 13 60 6 12 55 109 14 22 343 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Leiria Numero de Crianças e Jovens 166 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alcobaça Alvaizere Ansião Batalha Bombarral Caldas da Rainha Castanheira de Pêra Figueiró dos Vinhos Leiria Marinha Grande Nazaré Óbidos Pedrogão Grande Peniche Pombal Porto de Mos Total 83 34 46 30 68 138 3 27 616 214 91 63 11 112 73 16 1625 70 13 36 68 33 114 3 7 256 130 33 23 12 43 54 32 927 37 7 0 13 13 13 0 16 51 35 8 3 2 17 10 0 225 190 54 82 111 114 265 6 50 923 379 132 89 25 172 137 48 2777 13 8 11 26 6 0 0 14 24 0 18 0 5 6 6 0 137 95 19 3 43 26 152 3 12 387 183 44 55 6 58 35 28 1149 108 27 14 69 32 152 3 26 411 183 62 55 11 64 41 28 1286 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Lisboa Numero de Crianças e Jovens 167 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alenquer Amadora Arruda dos Vinhos Azambuja Cadaval Cascais Lisboa (centro) Lisboa (norte) Lisboa (ocidental) Lisboa (oriental) Loures Lourinhã Mafra Odivelas Oeiras Sintra Ocidental Sintra Oriental Sobral de Monte Agraço Torres Vedras Vila Franca de Xira Total 96 647 32 91 68 352 982 726 211 647 502 66 280 447 381 936 642 35 160 389 7690 130 673 36 66 36 455 690 575 323 526 816 81 179 417 419 552 600 34 143 472 7223 10 10 5 29 10 65 43 83 12 84 172 1 23 21 116 45 39 8 24 113 913 236 1330 73 186 114 872 1715 1384 546 1257 1490 148 482 885 916 1533 1281 77 327 974 15826 5 67 2 40 5 273 329 475 73 294 350 28 48 210 59 100 160 19 52 109 2698 105 387 29 85 55 175 797 154 181 399 466 70 197 321 309 559 350 20 138 354 5151 110 454 31 125 60 448 1126 629 254 693 816 98 245 531 368 659 510 39 190 463 7849 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Região Autónoma da Madeira Numero de Crianças e Jovens 168 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Calheta (Madeira) Câmara de Lobos Funchal Machico Ponta do Sol Porto de Moniz Porto Santo Ribeira Brava S. Vicente Santa Cruz Santana Total 23 101 289 127 12 9 42 25 30 167 19 844 9 108 520 56 17 14 29 19 25 133 28 958 9 27 32 6 5 2 6 5 0 24 4 120 41 236 841 189 34 25 77 49 55 324 51 1922 0 2 274 14 10 4 7 25 7 8 12 363 3 119 201 20 9 9 18 9 17 145 18 568 3 121 475 34 19 13 25 34 24 153 30 931 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Portalegre Numero de Crianças e Jovens 169 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alter do chão Arronches Avis Campo Maior Castelo de Vide Crato Elvas Gavião Monforte Nisa Ponte de Sór Portalegre Sousel Total 0 5 20 13 5 5 41 17 23 18 56 76 10 289 0 7 9 26 7 8 112 7 18 10 60 33 25 322 0 0 1 0 0 0 16 4 1 5 32 19 0 78 0 12 30 39 12 13 169 28 42 33 148 128 35 689 0 0 0 8 2 0 63 5 12 3 20 5 0 118 0 0 14 14 1 7 93 10 10 18 81 33 7 288 0 0 14 22 3 7 156 15 22 21 101 38 7 406 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito do Porto Numero de Crianças e Jovens 170 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Amarante Baião Felgueiras Gondomar Lousada Maia Marco de Canaveses Matosinhos Paços de Ferreira Paredes Penafiel Porto Central Porto Ocidental Porto Oriental Povoa do Varzim Santo Tirso Trofa Valongo Vila do Conde Vila Nova de Gaia Total 161 128 179 461 131 447 192 456 107 372 190 224 282 420 176 191 157 220 299 1334 6127 131 85 97 485 198 201 173 467 108 211 245 387 336 338 182 122 91 196 267 622 4942 10 22 1 64 12 24 36 2 12 12 9 25 3 31 17 3 5 45 27 72 432 302 235 277 1010 341 672 401 925 227 595 444 636 621 789 375 316 253 461 593 2028 11501 7 35 5 0 11 125 14 40 20 13 13 73 131 40 5 1 21 74 8 144 780 18 86 84 602 177 81 167 389 81 176 193 319 192 215 155 120 12 178 227 696 4168 25 121 89 602 188 206 181 429 101 189 206 392 323 255 160 121 33 252 235 840 4948 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Santarem Numero de Crianças e Jovens 171 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Abrantes Alcanena Almeirim Alpiarca Benavente Cartaxo Chamusca constância Coruche Entroncamento Ferreira do Zezere Golegã Mação Ourém Rio Maior Salvaterra de Magos Santarém Sardoal Tomar Torres Novas Vila Nova da Barquinha Total 160 11 58 17 54 152 32 28 25 95 31 15 31 119 81 69 258 53 175 57 34 1555 69 44 78 33 56 83 29 19 42 45 25 10 22 95 70 87 187 14 167 119 19 1313 21 1 26 10 8 36 4 2 10 18 10 23 12 14 15 18 100 0 4 14 1 347 250 56 162 60 118 271 65 49 77 158 66 48 65 228 166 174 545 67 346 190 54 3215 53 1 34 13 4 17 6 2 9 4 10 0 3 27 15 11 69 2 23 64 0 367 109 37 57 34 53 112 26 11 24 8 29 23 25 80 82 95 191 23 159 30 11 1219 162 38 91 47 57 129 32 13 33 12 39 23 28 107 97 106 260 25 182 94 11 1586 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Setubal Numero de Crianças e Jovens 172 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alcácer do Sal Alcochete Almada Barreiro Grândola Moita Montijo Palmela Santiago do Cacém Seixal Sesimbra Setúbal Sines Total 30 48 460 157 34 309 186 281 65 433 73 1110 48 3234 41 40 484 225 87 251 164 213 39 331 128 310 45 2358 3 5 142 2 28 68 10 25 13 35 22 36 33 422 74 93 1086 384 149 628 360 519 117 799 223 1456 126 6014 22 5 131 33 17 277 11 14 26 16 36 116 13 717 11 53 451 184 102 166 171 240 51 468 45 340 94 2376 33 58 582 217 119 443 182 254 77 484 81 456 107 3093 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Viana do Castelo Numero de Crianças e Jovens 173 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Arcos de Valdevez Caminha Melgaço Monção Paredes de Coura Ponte da Barca Ponte de Lima Valença Viana do Castelo Vila Nova de Cerveira Total 47 30 25 43 54 24 56 45 347 53 724 47 39 36 56 14 36 102 40 208 25 603 11 5 3 4 2 1 8 4 32 3 73 105 74 64 103 70 61 166 89 587 81 1400 20 10 1 5 4 1 11 3 98 4 157 33 22 18 73 10 36 33 15 192 40 472 53 32 19 78 14 37 44 18 290 44 629 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Vila Real Numero de Crianças e Jovens 174 CPCJ de: Transitados Instaurados Reabertos Global Arquivados liminarmente Arquivamento Total de Arquivados Alijo Boticas Chaves Mesão Frio Mondim de Basto Montalegre Murça Peso da Régua Ribeira de Pena Santa Marta de Penaguião Valpaços Vila Pouca de Aguiar Vila Real Total 46 0 51 13 22 24 16 120 17 17 13 41 88 468 14 2 81 16 30 13 3 41 9 25 19 25 110 388 0 0 13 4 1 4 2 12 0 1 4 19 2 62 60 2 145 33 53 41 21 173 26 43 36 85 200 918 2 0 25 0 2 9 5 7 0 12 8 18 8 96 31 0 30 13 24 20 8 62 9 4 12 45 89 347 33 0 55 13 26 29 13 69 9 16 20 63 97 443 .

CRIANÇAS E JOVENS Acompanhados 2009 Distrito de Viseu Numero de Crianças e Jovens Arquivados Total de Reabertos Global Arquivamento liminarmente Arquivados 25 6 13 11 10 14 1 1 8 20 3 10 0 1 1 4 0 20 2 2 3 27 6 100 53 71 173 110 95 64 8 83 61 56 54 36 29 55 42 25 76 37 104 34 609 18 4 17 6 25 21 29 2 1 5 15 3 16 5 1 4 11 0 4 4 23 2 37 1 52 19 33 55 62 25 9 1 38 16 10 16 8 20 24 14 6 39 15 32 17 381 14 56 36 39 80 83 54 11 2 43 31 13 32 13 21 28 25 6 43 19 55 19 418 15 175 CPCJ de: Armamar Carregal do Sal Castro Daire Cinfães Lamego Mangualde Moimenta da Beira Mortágua Nelas Oliveira de Frades Penalva do Castelo Resende S. Pedro do Sul Sátão Santa Comba Dão Sernancelhe Tabuaço Tarouca Tondela Vila Nova de Paiva Viseu Vouzela Transitados Instaurados 53 20 20 95 48 29 43 6 43 12 39 23 8 13 19 25 20 28 18 66 20 306 5 22 27 38 67 52 52 20 1 32 29 14 21 28 15 35 13 5 28 17 36 11 276 7 . João da Pesqueira S.

4 0.7 0.0 7.0 0.5 2.9 1.4 14.0 6 aos 10 7193 3836 1248 1136 0 500 7 173 114 23 74 21 32 22 3 2 1 1 M 593 588 309 293 90 81 41 3 26 13 22 12 0 2 0 0 F 526 519 254 223 14 48 109 2 22 8 11 16 3 0 1 0 6338 1383 1126 11 aos 14 M F 6624 1813 1101 821 1529 449 392 109 143 70 42 58 50 16 17 1 9 4 M » 15 F 473 537 450 479 218 272 798 654 110 202 263 117 75 11 129 12 46 22 8 8 12 2 3 49 75 37 18 33 19 19 3 9 13 4 M 1956 666 597 0 265 4 83 38 13 40 11 21 12 0 1 0 0 F 1880 582 539 0 235 3 90 76 10 34 10 11 10 3 1 1 1 2509 944 869 1119 628 473 1107 405 416 563 516 104 129 150 5 48 21 33 28 3 2 1 0 811 718 213 236 315 55 22 55 19 32 33 10 9 0 4 1 77 54 121 15 23 26 17 6 8 1 5 3 .2 17.0 14.0 3.2009 0 aos 5 Problemáticas Crianças e Jovens Negligencia Exposição a modelos de comportamento Desviante Maus tratos psicológicos Abandono Escolar Maus tratos físicos Pratica Facto Qualificado Crime Abandono Abuso Sexual Droga Mendicidade Ingestão de Bebidas Problemas de Saúde Exercício abusivo de Autoridade Exploração do trabalho infantil Corrupção de menores Pornografia Infantil Prostituição infantil 176 Nacional 5180 1010 929 490 1452 312 380 124 86 166 30 79 41 27 11 21 15 7 25335 9168 4397 3554 3544 1777 883 535 493 264 194 179 156 93 34 26 26 12 100 36.1 1.1 0.8 0.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS COM PROCESSOS INSTAURADOS .6 0.1 0.1 0.

PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .5 3.8 15.0 480 177 Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Abandono Escolar Maus tratos fisicos Exposição a modelos de comportamento Desviante Maus tratos psicologicos Abandono Pratica Facto Qualifiicado Crime Abuso Sexual Droga Mendicidade Exercicio abusivo de Autoridade Problemas de Saude Pornografia Infantil Prostituição infantil Ingestão de Bebidas Corrupção de menores Exploração do trabalho infantil M F 311 174 137 .0 7.0 0.4 3.1 0.0 0.6 10.2 0.9 0.3 0.2009 Região autónoma dos Açores Total mais de Total 0 aos 5 Total 6 aos 10 517 27 36 53 38 24 0 9 1 4 0 1 2 1 0 0 0 11 30 17 12 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 25 23 21 12 0 8 1 3 0 1 2 1 0 0 0 57 56 53 8 4 12 1 6 4 1 1 0 1 0 0 M 13 39 28 23 7 4 5 0 2 0 1 1 0 1 0 0 F 14 18 28 30 1 0 7 1 4 4 0 0 0 0 0 0 286 149 137 Total 11 a 14 607 143 63 47 42 13 27 14 1 7 5 3 2 1 0 0 0 M 91 45 28 21 5 25 5 0 4 3 2 2 1 0 0 0 F 496 239 128 111 105 52 152 18 19 21 8 2 9 1 3 2 1 0 0 0 0 0 67 55 22 29 33 8 16 2 2 1 0 3 1 0 0 15 M 53 89 30 25 12 10 31 2 10 1 1 0 0 3 1 0 0 F 52 63 37 30 10 19 2 6 6 1 1 1 0 0 0 0 0 Total 2100 941 322 223 211 155 74 64 43 19 19 11 6 5 5 2 0 0 100% 44.0 2.2 0.3 10.9 0.5 0.

1 0.1 0.0 0.9 0.6 2.0 19.7 0.7 2.2 12.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .2009 Distrito de Aveiro Total mais de 178 Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Abandono Escolar Maus tratos físicos Maus tratos psicológicos Abandono Pratica Facto Qualificado Crime Abuso Sexual Droga Mendicidade Ingestão de Bebidas Problemas de Saúde Exercício abusivo de Autoridade Prostituição infantil Exploração do trabalho infantil Corrupção de menores Pornografia Infantil Total 0 aos 5 1120 M F 632 339 293 241 118 123 89 73 39 1 14 2 9 9 6 3 1 1 0 0 54 44 22 1 3 0 5 4 2 2 0 1 0 0 35 29 17 0 11 2 4 5 4 1 1 0 0 0 Total 6 aos 10 1090 M F 499 264 235 194 124 73 106 112 38 9 36 1 2 7 6 6 0 1 0 0 34 56 59 25 7 8 0 2 1 3 0 0 1 0 0 70 39 50 53 13 2 28 1 0 6 3 6 0 0 0 0 Total 11 a 14 1090 M F 908 378 200 178 175 207 128 196 116 75 89 36 45 29 11 5 4 5 7 2 1 0 0 38 46 20 38 2 8 1 3 3 4 0 1 0 0 79 164 37 43 16 7 27 3 4 1 2 3 2 0 0 0 59 45 37 60 17 31 20 11 13 5 2 1 1 0 15 M 83 72 23 14 21 48 1 25 8 4 7 1 0 1 0 0 F 92 92 36 31 16 12 16 6 12 7 6 4 2 0 1 0 Total Distrital 4208 1684 806 536 329 319 150 115 96 45 36 31 30 21 5 4 1 0 100% 40.7 7.5 0.0 80 267 166 101 .1 0.6 3.7 0.3 1.8 7.

7 0.1 0.6 31.6 2.0 0.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .4 2.9 3.0 0.9 0.0 0.0 0.7 4.3 2.5 0.1 16.2 0.0 .2009 Distrito de Beja Total mais de 179 Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Abandono Escolar Maus tratos psicológicos Maus tratos físicos Droga Pratica Facto Qualificado Crime Abuso Sexual Ingestão de Bebidas Problemas de Saúde Mendicidade Abandono Corrupção de menores Exercício abusivo de Autoridade Exploração do trabalho infantil Pornografia Infantil Prostituição infantil Total 0 aos 5 105 60 33 6 3 0 0 0 0 2 1 0 0 0 0 0 0 M 33 20 6 2 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 F 27 13 0 1 0 0 0 0 1 1 0 0 0 0 0 0 Total 6 aos 10 118 44 49 9 7 6 0 0 2 0 0 1 0 0 0 0 0 0 M 26 28 5 2 3 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 F 18 21 4 5 3 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 11 a 14 112 24 24 31 5 4 5 9 6 3 0 0 1 0 0 0 0 0 M 15 13 17 3 4 3 7 3 3 0 0 0 0 0 0 0 0 F 9 11 14 2 0 2 2 3 0 0 0 1 0 0 0 0 0 90 19 26 31 3 1 6 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 15 M 9 12 15 1 0 4 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 F 10 14 16 2 1 2 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 Total Distrital 425 147 132 71 21 14 11 10 9 4 3 2 1 0 0 0 0 0 100% 34.

PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS - 2009

Distrito de Braga
Total mais de Total 0 aos 5 Total 6 aos 10 876 M F 91 21 47 26 10 7 16 0 3 2 0 0 0 0 1 0 381 208 173 201 110 51 30 57 1 37 9 4 13 4 0 1 0 0 0 0 17 31 1 22 2 1 10 2 0 1 0 0 0 0 13 26 0 15 7 3 3 2 0 0 0 0 0 0 88 69 26 18 22 0 7 7 1 4 0 0 1 0 30 41 43 16 11 6 0 4 5 1 4 0 0 0 0 Total 11 a 14 907 M F 639 321 180 141 163 198 111 149 60 62 45 14 15 5 8 7 4 4 10 4 1 0 83 28 33 44 8 4 2 3 7 1 2 2 1 0 0 87 129 66 135 32 29 1 6 11 3 5 0 3 2 8 3 1 0 63 48 24 11 8 30 2 9 9 4 0 2 2 0 15 M 64 67 59 33 20 21 6 0 20 2 5 8 1 0 2 0 0 F 99 62 76 30 28 3 5 8 10 0 4 1 3 0 0 2 0 Total Distrital 3322 1378 759 335 241 236 96 80 54 39 30 27 14 13 10 6 4 0 100% 41,5 22,8 10,1 7,3 7,1 2,9 2,4 1,6 1,2 0,9 0,8 0,4 0,4 0,3 0,2 0,1 0,0

180

Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas
Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Abandono Escolar Maus tratos psicológicos Maus tratos físicos Pratica Facto Qualificado Crime Abandono Abuso Sexual Droga Mendicidade Ingestão de Bebidas Exploração do trabalho infantil Problemas de Saúde Pornografia Infantil Exercício abusivo de Autoridade Prostituição infantil Corrupção de menores

900

M

F

513 249 264 231 128 103

PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS - 2009

Distrito de Bragança
Total mais de

181

Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas
Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Abandono Escolar Maus tratos físicos Maus tratos psicológicos Exercício abusivo de Autoridade Abandono Pratica Facto Qualificado Crime Mendicidade Abuso Sexual Exploração do trabalho infantil Ingestão de Bebidas Corrupção de menores Droga Pornografia Infantil Problemas de Saúde Prostituição infantil

Total 0 aos 5 136 85 10 10 7 6 7 0 8 2 1 0 0 0 0 0 0 M 41 8 5 4 4 5 0 2 1 0 0 0 0 0 0 0 F 44 2 5 3 2 2 0 6 1 1 0 0 0 0 0 0

Total 6 aos 10 163 78 17 6 15 26 5 9 2 3 0 2 0 0 0 0 0 0 M 29 10 4 4 11 4 6 2 2 0 1 0 0 0 0 0 0 F 49 7 2 11 15 1 3 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0

Total 11 a 14 170 44 45 37 14 2 11 3 8 3 1 0 2 0 0 0 0 0 M 19 30 21 5 1 8 2 6 0 0 0 2 0 0 0 0 0 F 25 15 16 9 1 3 1 2 3 1 0 0 0 0 0 0 0 137 35 21 43 6 9 7 5 6 0 1 1 2 1 0 0 0 0

15 M 15 12 22 2 2 4 4 5 0 1 0 0 0 0 0 0 0 F 20 9 21 4 7 3 1 1 0 0 1 2 1 0 0 0 0

Total Distrital 606 242 93 86 45 44 29 24 16 14 4 4 4 1 0 0 0 0 100% 39,9 15,3 14,2 7,4 7,3 4,8 4,0 2,6 2,3 0,7 0,7 0,7 0,2 0,0 0,0 0,0 0,0

PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS - 2009

182

Distrito de Castelo Branco
Total mais de

Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas
Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Abandono Escolar Maus tratos psicológicos Maus tratos físicos Abandono Pratica Facto Qualificado Crime Abuso Sexual Problemas de Saúde Droga Mendicidade Exploração do trabalho infantil Ingestão de Bebidas Corrupção de menores Exercício abusivo de Autoridade Pornografia Infantil Prostituição infantil

Total 0 aos 5 194 130 26 26 7 1 0 1 0 2 1 0 0 0 0 0 0 M 68 12 10 1 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 F 62 14 16 6 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0

Total 6 aos 10 178 108 22 12 23 6 5 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 M 54 14 7 11 4 2 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 F 54 8 5 12 2 3 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0

Total 11 a 14 163 70 32 22 15 14 5 1 0 1 1 1 1 0 0 0 0 0 M 38 21 10 5 8 3 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 F 32 11 12 10 6 2 0 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 177 52 27 43 11 7 5 14 6 7 2 1 1 1 0 0 0 0

15 M 26 12 25 4 3 3 13 0 3 1 0 1 0 0 0 0 0 F 26 15 18 7 4 2 1 6 4 1 1 0 1 0 0 0 0

Total Distrital 712 360 107 77 75 34 16 15 8 8 5 4 2 1 0 0 0 0 100% 50,6 15,0 10,8 10,5 4,8 2,2 2,1 1,1 1,1 0,7 0,6 0,3 0,1 0,0 0,0 0,0 0,0

PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS - 2009

Distrito de Coimbra
Total mais de

183

Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas
Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Maus tratos psicológicos Abandono Escolar Maus tratos físicos Pratica Facto Qualificado Crime Abandono Mendicidade Abuso Sexual Droga Problemas de Saúde Ingestão de Bebidas Exercício abusivo de Autoridade Exploração do trabalho infantil Prostituição infantil Corrupção de menores Pornografia Infantil

Total 0 aos 5 463 89 49 34 1 8 10 4 2 0 0 1 0 0 0 0 M 48 29 19 0 2 4 1 1 0 0 1 0 0 0 0 F 41 20 15 1 6 6 3 1 0 0 0 0 0 0 0 265 133 132

Total 6 aos 10 492 77 68 18 47 8 7 11 13 0 4 0 0 2 0 0 0 M 35 42 11 24 8 5 7 1 0 2 0 0 2 0 0 0 F 42 26 7 23 0 2 4 12 0 2 0 0 0 0 0 0 237 132 105

Total 11 a 14 533 77 62 92 44 23 7 9 10 2 5 8 2 0 1 0 0 M 45 25 58 18 21 4 6 3 1 4 3 1 0 1 0 0 F 32 37 26 2 3 3 7 1 1 5 1 0 0 0 0 456 65 56 27 16 18 5 5 20 7 7 2 1 0 0 0 191 102 89 108

15 M 51 31 25 79 13 12 12 5 0 12 5 2 1 0 0 0 0 F 57 34 31 40 14 4 6 0 5 8 2 5 1 1 0 0 0

Total Distrital 1944 801 308 235 229 152 48 40 35 32 24 16 15 5 3 1 0 0 100% 41,2 15,8 12,1 11,8 7,8 2,5 2,1 1,8 1,6 1,2 0,8 0,8 0,3 0,2 0,1 0,0 0,0

34 119

2 1.5 3.9 0.9 0.8 30.0 0.0 0.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .0 8.1 2.4 0.0 .4 0.4 0.8 0.7 2.2009 Distrito de Évora Total mais de 184 Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Abandono Escolar Exposição a modelos de comportamento Desviante Abandono Mendicidade Exploração do trabalho infantil Maus tratos psicológicos Maus tratos físicos Abuso Sexual Pratica Facto Qualificado Crime Droga Ingestão de Bebidas Problemas de Saúde Corrupção de menores Exercício abusivo de Autoridade Pornografia Infantil Prostituição infantil Total 0 aos 5 73 51 12 0 7 0 0 2 0 0 0 0 1 0 0 0 0 M 25 8 0 5 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 F 26 4 0 2 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 Total 6 aos 10 33 28 1 2 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 M 17 1 1 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 F 11 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 11 a 14 39 12 17 0 3 0 5 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 M 7 11 0 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 F 5 6 0 2 0 4 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 78 9 49 5 5 0 1 3 0 2 2 1 1 0 0 0 0 0 15 M 5 31 1 4 0 0 3 0 0 1 1 1 0 0 0 0 0 F 4 18 4 1 0 1 0 0 2 1 0 0 0 0 0 0 0 Total Distrital 223 100 67 19 8 7 6 5 4 2 2 1 1 1 0 0 0 0 100% 44.0 0.6 3.

9 6.0 0.9 1.2 3.5 9.0 185 175 109 .1 0.2 0.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .2 1.6 0.2009 Distrito de Faro Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Abandono Escolar Exposição a modelos de comportamento Desviante Maus tratos psicológicos Maus tratos físicos Pratica Facto Qualificado Crime Abandono Droga Problemas de Saúde Abuso Sexual Mendicidade Pornografia Infantil Ingestão de Bebidas Exercício abusivo de Autoridade Corrupção de menores Exploração do trabalho infantil Prostituição infantil 73 39 22 0 7 0 0 3 1 0 0 0 0 0 0 36 23 11 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 37 16 11 0 3 0 0 3 1 0 0 0 0 0 0 Total 0 aos 5 331 186 M 99 F 87 Total 6 aos 10 352 147 53 60 44 28 2 4 1 3 4 5 1 0 0 0 0 0 M 70 28 30 22 21 2 3 1 3 0 4 0 0 0 0 0 0 F 77 25 30 22 7 0 1 0 0 4 1 1 0 0 0 0 0 Total 11 a 14 456 59 91 46 30 23 10 6 8 4 2 2 0 0 0 0 0 M 31 52 19 17 20 4 6 5 0 2 2 0 0 0 0 0 F 28 66 39 27 13 3 6 0 3 4 0 0 0 0 0 0 0 Total » 15 248 26 86 61 8 6 24 6 16 6 5 0 1 2 1 0 0 0 M 12 50 33 2 3 18 5 16 3 0 0 1 2 0 0 0 0 F 14 36 28 6 3 6 1 0 3 5 0 0 0 1 0 0 0 Total Distrital 1387 418 314 285 137 86 49 27 23 17 16 8 4 2 1 0 0 0 100% 30.7 1.3 0.6 20.0 0.5 1.1 0.1 22.

4 7.0 13.0 0.0 3.9 5.3 14.0 0.3 0.9 0.8 4.2009 Distrito de Guarda Total mais de 186 Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Abandono Escolar Exposição a modelos de comportamento Desviante Maus tratos físicos Maus tratos psicológicos Abandono Pratica Facto Qualificado Crime Abuso Sexual Ingestão de Bebidas Problemas de Saúde Exercício abusivo de Autoridade Exploração do trabalho infantil Droga Mendicidade Corrupção de menores Pornografia Infantil Prostituição infantil Total 0 aos 5 139 89 18 8 12 10 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 M 34 10 4 7 4 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 F 55 8 4 5 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 6 aos 10 186 84 19 28 18 12 15 6 3 0 1 0 0 0 0 0 0 0 M 45 8 15 7 4 7 4 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 F 39 11 13 11 8 8 2 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 11 a 14 194 75 30 25 14 12 9 10 6 4 2 2 3 2 0 0 0 0 M 45 16 14 7 6 3 10 3 2 2 1 0 0 0 0 0 0 F 30 14 11 7 6 6 0 3 2 0 1 3 2 0 0 0 0 174 52 48 22 9 5 6 12 12 3 2 2 0 0 1 0 0 0 15 M 23 27 14 4 1 1 10 1 2 2 1 0 0 1 0 0 0 F 29 21 8 5 4 5 2 11 1 0 1 0 0 0 0 0 0 Total Distrital 693 300 97 93 49 41 40 28 21 7 6 4 3 2 2 0 0 0 100% 43.4 0.0 0.3 0.0 .6 0.1 5.0 1.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .

0 3.9 0.2 0.8 0.0 187 .9 6.3 2.5 0.4 27.2009 Distrito de Leiria Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Abandono Escolar Maus tratos psicológicos Maus tratos físicos Abandono Abuso Sexual Pratica Facto Qualificado Crime Ingestão de Bebidas Mendicidade Problemas de Saúde Droga Exercício abusivo de Autoridade Exploração do trabalho infantil Pornografia Infantil Corrupção de menores Prostituição infantil 41 25 22 10 0 4 3 5 3 1 2 0 0 0 20 13 13 3 0 3 1 3 2 0 0 0 0 0 21 12 9 7 0 1 2 2 1 1 2 0 0 0 Total 0 aos 5 718 376 226 M 201 127 F 175 99 Total 6 aos 10 688 321 195 21 56 49 12 14 1 4 4 3 2 4 2 0 0 0 M 171 103 12 33 28 7 1 1 3 3 2 0 4 0 0 0 0 F 150 92 9 23 21 5 13 0 1 1 1 2 0 2 0 0 0 Total 11 a 14 633 238 156 78 45 34 16 16 25 6 9 6 2 1 1 0 0 0 M 128 80 47 20 19 6 1 22 2 2 3 0 1 1 0 0 0 F 110 76 31 25 15 10 15 3 4 7 3 2 0 0 0 0 0 Total mais de 15 472 104 120 99 24 18 33 11 19 16 7 6 8 6 0 1 0 0 M 47 61 60 5 6 19 1 18 10 3 4 6 3 0 1 0 0 F 57 59 39 19 12 14 10 1 6 4 2 2 3 0 0 0 0 Total Distrital 2511 1039 697 198 166 126 83 51 45 30 23 20 15 12 5 1 0 0 100% 41.8 1.8 7.0 1.2 0.0 0.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .6 0.6 5.0 0.

1 0.4 0.9 9.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .6 0.8 0.0 188 .7 10.6 2.4 0.1 0.9 19.8 0.5 2.2 5.7 0.7 11.2009 Distrito de Lisboa Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Abandono Escolar Maus tratos psicológicos Maus tratos físicos Pratica Facto Qualificado Crime Abuso Sexual Abandono Mendicidade Problemas de Saúde Droga Ingestão de Bebidas Corrupção de menores Exercício abusivo de Autoridade Pornografia Infantil Exploração do trabalho infantil Prostituição infantil 432 256 6 88 83 21 15 22 11 0 8 0 0 0 221 138 4 23 42 12 8 12 4 0 4 0 0 0 211 118 2 65 41 9 7 10 7 0 4 0 0 0 Total 0 aos 5 3282 1600 740 M 835 393 F 765 347 Total 6 aos 10 3059 1157 649 232 360 322 63 98 83 32 21 1 17 5 19 0 0 0 M 627 359 122 199 194 55 27 43 15 12 1 12 5 11 0 0 0 F 530 290 110 161 128 8 71 40 17 9 0 5 0 8 0 0 0 Total 11 a 14 2975 790 519 547 289 295 277 73 63 33 36 24 10 1 7 3 8 0 M 426 301 289 139 158 221 16 35 12 25 18 4 0 3 3 4 0 F 364 218 258 150 137 56 57 28 21 11 6 6 1 4 0 4 0 Total mais de 15 2672 519 457 629 224 227 317 47 74 9 23 38 28 47 13 13 4 3 M 238 216 338 100 88 230 6 45 2 11 27 21 27 7 1 1 0 F 281 241 291 124 139 87 41 29 7 12 11 7 20 6 12 3 3 Total Distrital 11988 4066 2365 1408 1305 1100 663 306 303 95 95 85 66 53 47 16 12 3 100% 33.5 0.

3 1.0 10.2009 Região Autonoma da Madeira Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Maus tratos psicológicos Exposição a modelos de comportamento Desviante Maus tratos físicos Abandono Escolar Pratica Facto Qualificado Crime Ingestão de Bebidas Abuso Sexual Droga Abandono Exploração do trabalho infantil Prostituição infantil Exercício abusivo de Autoridade Problemas de Saúde Corrupção de menores Mendicidade Pornografia Infantil 0 0 5 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3 0 2 0 0 0 0 0 0 0 Total 0 aos 5 445 253 115 37 33 M 108 60 17 23 F 145 55 20 10 Total 6 aos 10 414 184 114 41 46 15 3 0 4 1 6 0 0 0 0 0 0 0 M 88 58 27 31 5 3 0 4 0 3 0 0 0 0 0 0 0 F 96 56 14 15 10 0 0 0 1 3 0 0 0 0 0 0 0 Total 11 a 14 533 148 96 91 54 69 36 13 8 8 6 1 1 1 1 0 0 0 M 89 59 50 20 43 30 8 0 6 1 1 1 0 1 0 0 0 F 59 37 41 34 26 6 5 8 2 5 0 0 1 0 0 0 0 Total mais de 15 388 89 49 80 50 71 18 11 5 11 2 1 1 0 0 0 0 0 M 51 22 41 25 35 8 6 1 8 1 1 0 0 0 0 0 0 F 38 27 39 25 36 10 5 4 3 1 0 1 0 0 0 0 0 Total Distrital 1780 674 374 249 183 155 57 24 22 20 16 2 2 1 1 0 0 0 100% 37.1 0.1 0.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .1 0.0 0.1 0.3 1.2 1.0 189 .2 1.1 0.7 3.0 14.0 0.3 8.9 21.9 0.

5 0.2 0.7 2.1 1.2 3.4 5.8 4.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .1 23.5 0.2009 Distrito de Portalegre Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Abandono Escolar Maus tratos físicos Problemas de Saúde Abandono Maus tratos psicológicos Ingestão de Bebidas Abuso Sexual Pratica Facto Qualificado Crime Droga Exercício abusivo de Autoridade Pornografia Infantil Exploração do trabalho infantil Mendicidade Corrupção de menores Prostituição infantil 4 0 9 4 4 3 1 1 0 1 0 1 0 0 0 0 7 2 1 1 0 0 0 0 0 1 0 0 4 0 2 2 3 2 1 1 0 1 0 0 0 0 Total 0 aos 5 113 71 14 M 30 8 F 41 6 Total 6 aos 10 107 54 24 3 11 2 2 5 2 1 1 0 2 0 0 0 0 0 M 32 12 1 7 0 1 3 0 1 1 0 2 0 0 0 0 0 F 22 12 2 4 2 1 2 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 11 a 14 104 30 32 11 7 8 5 0 4 2 3 0 0 1 1 0 0 0 M 12 14 6 5 1 5 0 2 0 1 0 0 0 0 0 0 0 F 18 18 5 2 7 0 0 2 2 2 0 0 1 1 0 0 0 Total mais de 15 104 25 30 22 3 8 0 7 2 3 2 2 0 0 0 0 0 0 M 12 15 17 0 0 0 4 2 1 0 1 0 0 0 0 0 0 F 13 15 5 3 8 0 3 0 2 2 1 0 0 0 0 0 0 Total Distrital 428 180 100 36 25 18 16 16 12 9 7 3 2 2 1 1 0 0 100% 42.7 0.0 0.2 0.4 8.0 190 .8 2.6 0.7 3.

3 0.4 15.5 0.5 1.7 1.4 0.5 0.1 17.9 7.2009 Distrito de Porto Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Maus tratos psicológicos Abandono Escolar Exposição a modelos de comportamento Desviante Maus tratos físicos Abuso Sexual Pratica Facto Qualificado Crime Abandono Droga Problemas de Saúde Mendicidade Exercício abusivo de Autoridade Ingestão de Bebidas Pornografia Infantil Exploração do trabalho infantil Prostituição infantil Corrupção de menores 149 147 25 2 26 1 5 14 6 0 0 0 0 2 84 96 11 2 18 1 3 7 3 0 0 0 0 1 65 51 14 0 8 0 2 7 3 0 0 0 0 1 Total 0 aos 5 1802 996 429 M 483 219 F 513 210 Total 6 aos 10 2055 960 446 131 219 166 45 32 25 2 7 10 7 2 2 1 0 0 M 490 210 69 134 98 12 29 18 2 4 3 3 1 2 1 0 0 F 470 236 62 85 68 33 3 7 0 3 7 4 1 0 0 0 0 Total 11 a 14 2179 712 326 511 306 161 42 49 27 16 12 3 5 5 2 1 1 0 M 398 159 292 183 86 8 45 12 13 6 2 3 3 0 0 0 0 F 314 167 219 123 75 34 4 15 3 6 1 2 2 2 1 1 0 Total mais de 15 2044 573 205 627 291 131 41 52 42 33 14 4 7 17 3 2 2 0 M 297 92 368 159 53 7 45 26 25 5 2 1 14 1 0 0 0 F 276 113 259 132 78 34 7 16 8 9 2 6 3 2 2 2 0 Total Distrital 8080 3241 1406 1269 965 605 153 135 120 52 38 31 25 24 7 4 3 2 100% 40.0 191 .6 0.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .0 0.9 1.1 0.0 0.3 0.7 11.

4 18.0 0.0 0.0 0.2 0.5 16.0 0.0 0.0 192 .0 0.0 0.0 0.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .2 16.0 0.0 0.9 20.0 0.2009 Distrito de Santarem Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Exercício abusivo de Autoridade Abandono Escolar Corrupção de menores Droga Abandono Abuso Sexual Exploração do trabalho infantil Exposição a modelos de comportamento Desviante Ingestão de Bebidas Maus tratos físicos Maus tratos psicológicos Mendicidade Negligência Pornografia Infantil Pratica Facto Qualificado Crime Problemas de Saúde Prostituição infantil 51 50 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 34 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 51 16 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 0 aos 5 300 193 M 189 F 4 Total 6 aos 10 332 183 38 40 65 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 M 182 7 0 39 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 F 1 31 40 26 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 11 a 14 314 109 87 68 48 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 M 108 5 2 32 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 F 1 82 66 16 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total mais de 15 267 47 122 65 33 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 M 47 23 5 27 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 F 0 99 60 6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total Distrital 1213 532 247 224 196 14 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 100% 100% 43.2 1.

2009 Distrito de Setubal Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Abandono Escolar Maus tratos físicos Maus tratos psicológicos Pratica Facto Qualificado Crime Abuso Sexual Abandono Problemas de Saúde Droga Ingestão de Bebidas Exploração do trabalho infantil Mendicidade Exercício abusivo de Autoridade Corrupção de menores Pornografia Infantil Prostituição infantil 118 57 0 21 29 19 0 0 0 4 1 0 0 0 67 28 0 4 12 13 0 0 0 0 1 0 0 0 51 29 0 17 17 6 0 0 0 4 0 0 0 0 Total 0 aos 5 1246 741 256 M 399 141 F 342 115 Total 6 aos 10 1284 583 246 150 127 92 12 32 15 15 0 1 2 9 0 0 0 0 M 328 131 92 76 55 10 11 8 9 0 0 0 7 0 0 0 0 F 255 115 58 51 37 2 21 7 6 0 1 2 2 0 0 0 0 Total 11 a 14 1538 407 294 485 105 66 67 36 28 20 11 8 10 0 0 1 0 0 M 209 169 267 52 31 53 10 16 10 8 3 6 0 0 0 0 0 F 198 125 218 53 35 14 26 12 10 3 5 4 0 0 1 0 0 Total mais de 15 1144 153 297 413 73 47 69 18 17 16 21 15 1 0 4 0 0 0 M 84 161 190 26 25 60 5 7 9 14 11 1 0 1 0 0 0 F 69 136 223 47 22 9 13 10 7 7 4 0 0 3 0 0 0 Total Distrital 5212 1884 1093 1048 423 262 148 107 89 70 32 24 13 13 5 1 0 0 100% 36.2 0.1 8.0 2.0 0.0 20.8 2.7 1.1 0.1 5.5 0.2 0.3 0.1 1.0 0.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .0 193 .6 0.1 21.

1 0.7 1.3 20.0 194 .5 0.8 2.4 2.8 1.7 6.1 0.5 0.0 0.4 8.4 0.PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS .0 0.2009 Distrito de Viana do Castelo Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Maus tratos psicológicos Abandono Escolar Maus tratos físicos Abandono Pratica Facto Qualificado Crime Abuso Sexual Droga Ingestão de Bebidas Exercício abusivo de Autoridade Problemas de Saúde Exploração do trabalho infantil Pornografia Infantil Corrupção de menores Mendicidade Prostituição infantil 19 1 0 6 0 0 3 0 0 0 0 0 0 11 0 0 4 0 0 3 0 0 0 0 0 0 8 1 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 0 aos 5 310 186 66 29 M 101 35 18 F 85 31 11 Total 6 aos 10 347 184 67 35 12 26 9 3 9 0 0 2 0 0 0 0 0 0 M 106 35 25 7 8 5 1 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 F 78 32 10 5 18 4 2 5 0 0 2 0 0 0 0 0 0 Total 11 a 14 352 138 79 32 45 19 12 16 3 1 5 0 1 0 1 0 0 0 M 77 40 17 25 5 4 14 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 F 61 39 15 20 14 8 2 2 0 5 0 1 0 1 0 0 0 Total mais de 15 327 111 61 23 46 22 16 18 5 19 2 0 2 2 0 0 0 0 M 56 27 16 25 9 7 11 0 14 2 0 2 0 0 0 0 0 F 55 34 7 21 13 9 7 5 5 0 0 0 2 0 0 0 0 Total Distrital 1336 619 273 119 103 86 38 37 23 20 7 5 3 2 1 0 0 0 100% 46.2 0.9 7.

PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS - 2009

Distrito de Vila Real
Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas
Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Abandono Escolar Maus tratos físicos Maus tratos psicológicos Droga Abandono Problemas de Saúde Mendicidade Ingestão de Bebidas Abuso Sexual Pratica Facto Qualificado Crime Exercício abusivo de Autoridade Exploração do trabalho infantil Corrupção de menores Pornografia Infantil Prostituição infantil 10 6 0 4 3 0 1 2 0 0 0 0 0 0 3 4 0 2 2 0 0 1 0 0 0 0 0 0 7 2 0 2 1 0 1 1 0 0 0 0 0 0 Total 0 aos 5 185 132 27 M 67 15 F 65 12 Total 6 aos 10 235 151 40 5 7 11 0 3 3 10 1 3 0 1 0 0 0 0 M 81 21 4 3 5 0 1 1 6 1 1 0 1 0 0 0 0 F 70 19 1 4 6 0 2 2 4 0 2 0 0 0 0 0 0 Total 11 a 14 226 133 20 36 10 12 5 5 1 0 2 1 0 0 1 0 0 0 M 81 6 22 4 9 4 0 0 0 2 0 0 0 1 0 0 0 F 52 14 14 6 3 1 5 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 Total mais de 15 230 63 35 78 8 6 19 5 5 1 4 0 6 0 0 0 0 0 M 32 13 39 4 2 13 3 3 0 3 0 6 0 0 0 0 0 F 31 22 39 4 4 6 2 2 1 1 0 0 0 0 0 0 0 Total Distrital 876 479 122 119 35 35 24 17 12 11 8 6 6 1 1 0 0 0 100% 54,7 13,9 13,6 4,0 4,0 2,7 1,9 1,4 1,3 0,9 0,7 0,7 0,1 0,1 0,0 0,0 0,0

195

PROBLEMÁTICAS CRIANÇAS ACOMPANHADOS - 2009

Distrito de Viseu
Problemáticas Crianças e Jovens Acompanhadas
Negligência Exposição a modelos de comportamento Desviante Maus tratos psicológicos Abandono Escolar Maus tratos físicos Abuso Sexual Abandono Droga Ingestão de Bebidas Pratica Facto Qualificado Crime Exercício abusivo de Autoridade Exploração do trabalho infantil Mendicidade Pornografia Infantil Problemas de Saúde Corrupção de menores Prostituição infantil 40 4 6 0 0 1 1 0 0 0 0 0 0 19 0 4 0 0 1 1 0 0 0 0 0 0 21 4 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Total 0 aos 5 498 310 52 84 M 163 29 47 F 147 23 37 Total 6 aos 10 510 249 62 104 32 39 12 4 0 3 0 3 0 1 0 1 0 0 M 147 30 60 14 20 5 3 0 3 0 1 0 0 0 1 0 0 F 102 32 44 18 19 7 1 0 0 0 2 0 1 0 0 0 0 Total 11 a 14 487 156 93 78 84 38 8 12 1 4 6 3 1 3 0 0 0 0 M 77 44 38 45 21 1 9 1 3 5 1 1 2 0 0 0 0 F 79 49 40 39 17 7 3 0 1 1 2 0 1 0 0 0 0 Total mais de 15 512 117 130 56 105 29 17 10 23 8 7 6 3 0 1 0 0 0 M 62 73 24 61 6 4 5 17 6 4 2 2 0 0 0 0 0 F 55 57 32 44 23 13 5 6 2 3 4 1 0 1 0 0 0 Total Distrital 2007 832 337 322 221 146 41 32 24 15 14 13 4 4 1 1 0 0 100% 41,5 16,8 16,0 11,0 7,3 2,0 1,6 1,2 0,7 0,7 0,6 0,2 0,2 0,0 0,0 0,0 0,0

196

MEDIDAS APLICADAS - 2009

Região Autonoma dos Açores
0 aos 5
F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 185 231 416 23 38 61 1 5 6 0 0 0 0 1 1 16 15 31 515 26,4

197
15 aos 21
132 177 309 7 12 19 2 0 2 6 3 9 1 1 2 33 32 65 406 20,8

6 aos 10
175 198 373 20 28 48 3 2 5 0 0 0 0 0 0 9 13 22 448 23,0

11 aos 14
187 305 492 16 16 32 3 3 6 0 0 0 2 1 3 20 27 47 580 29,8

Total
679 911 1590 66 94 160 9 10 19 6 3 9 3 3 6 78 87 165 1949 100,0

%
34,8 46,7 81,6 3,4 4,8 8,2 0,5 0,5 1,0 0,3 0,2 0,5 0,2 0,2 0,3 4,0 4,5 8,5 100,0

MEDIDAS APLICADAS - 2009

Distrito de Aveiro
0 aos 5
F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 187 228 415 47 59 106 4 3 7 0 0 0 0 1 1 29 29 58 587 28,4

198
15 aos 21
143 162 305 25 20 45 4 7 11 8 6 14 2 2 4 44 29 73 452 21,9

6 aos 10
149 200 349 33 40 73 7 9 16 0 0 0 2 1 3 21 35 56 497 24,1

11 aos 14
173 212 385 29 23 52 4 6 10 0 1 1 0 2 2 38 40 78 528 25,6

Total
652 802 1454 134 142 276 19 25 44 8 7 15 4 6 10 132 133 265 2064 100,0

%
31,6 38,9 70,4 6,5 6,9 13,4 0,9 1,2 2,1 0,4 0,3 0,7 0,2 0,3 0,5 6,4 6,4 12,8 100,0

8 91.2009 Distrito de Beja 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 17 28 45 2 3 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 2 52 22.0 % 38.8 11 aos 14 28 33 61 2 0 2 1 0 1 0 0 0 0 0 0 2 1 3 67 29.9 0.9 0.0 0.7 2.0 0.3 6 aos 10 18 38 56 0 2 2 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 59 25.9 100.0 .2 3.3 1.3 3.0 0.6 1.0 2.MEDIDAS APLICADAS .3 Total 88 121 209 4 5 9 2 0 2 0 0 0 0 0 0 6 3 9 229 100.0 0.9 0.4 52.0 0.7 199 15 aos 21 25 22 47 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3 1 4 51 22.0 0.

7 3.7 2.8 0.MEDIDAS APLICADAS .8 1.9 7.5 1.3 11 aos 14 201 289 490 46 54 100 3 8 11 0 0 0 10 8 18 26 23 49 668 24.2 1.1 200 15 aos 21 172 169 341 23 16 39 2 0 2 5 1 6 3 0 3 11 15 26 417 20.5 40.8 100.2 2.0 Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % .1 0.2009 Distrito de Braga 0 aos 5 F 333 371 704 65 57 122 5 4 9 0 0 0 15 13 28 18 27 45 908 33.0 % 35.0 0.5 6.2 0.2 6 aos 10 266 268 534 55 70 125 12 11 23 0 0 0 14 12 26 20 19 39 747 27.1 5.0 75.4 Total 972 1097 2069 189 197 386 22 23 45 5 1 6 42 33 75 75 84 159 2740 100.6 0.2 14.

7 9.9 100.4 0.4 5.4 0.6 22.0 0.0 66.4 33.3 8.MEDIDAS APLICADAS .5 11 aos 14 36 50 86 3 7 10 0 0 0 0 1 1 1 0 1 20 20 40 138 29.8 14.4 0.4 3.4 0.0 Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % .4 0.2009 Distrito de Bragança 0 aos 5 F 41 33 74 7 7 14 0 0 0 0 0 0 0 0 0 10 8 18 106 22.0 % 33.3 201 15 aos 21 28 30 58 2 5 7 0 1 1 0 1 1 1 1 2 27 5 32 101 21.0 0.4 0.2 6 aos 10 54 44 98 4 8 12 0 1 1 0 0 0 0 1 1 11 8 19 131 27.0 0.0 Total 159 157 316 16 27 43 0 2 2 0 2 2 2 2 4 68 41 109 476 100.

8 0.6 0.5 11 aos 14 49 5 54 0 5 5 0 4 4 0 0 0 59 5 64 1 0 1 128 26.0 .0 0.4 100.6 5.0 5.0 % 38.2 3.4 41.9 Total 182 16 198 0 24 24 3 22 25 2 2 4 200 23 223 2 0 2 476 100.0 5.8 42.MEDIDAS APLICADAS .1 202 15 aos 21 34 3 37 0 6 6 0 6 6 2 2 4 49 5 54 0 0 0 107 22.2009 Distrito de Castelo Branco 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 55 5 60 0 4 4 0 5 5 0 0 0 51 8 59 1 0 1 129 27.4 0.0 0.6 4.4 0.5 6 aos 10 44 3 47 0 9 9 3 7 10 0 0 0 41 5 46 0 0 0 112 23.0 4.4 0.3 0.8 46.

2 0.0 .7 86.9 5.0 0.6 7.9 6 aos 10 85 131 216 10 15 25 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 1 3 244 24.3 3.2009 Distrito de Coimbra 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 103 117 220 10 10 20 0 0 0 0 0 0 2 0 2 7 2 9 251 25.9 0.3 47.9 0.0 % 38.MEDIDAS APLICADAS .3 0.2 2.6 11 aos 14 123 129 252 8 6 14 0 1 1 0 0 0 0 0 0 6 7 13 280 28.0 3.2 Total 380 473 853 33 36 69 0 3 3 9 0 9 2 0 2 27 29 56 992 100.0 0.0 0.7 2.6 100.3 203 15 aos 21 69 96 165 5 5 10 0 2 2 9 0 9 0 0 0 12 19 31 217 21.3 0.0 0.

9 11 aos 14 9 16 25 1 4 5 0 0 0 0 0 0 0 0 0 6 0 6 36 22.7 0.0 % 27.9 6.9 4.1 6 aos 10 5 18 23 1 1 2 0 1 1 0 0 0 0 0 0 1 2 3 29 17.2009 Distrito de Évora 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 25 27 52 5 4 9 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 4 5 66 40.0 .9 0.2 11.1 67.2 3.MEDIDAS APLICADAS .0 0.4 100.5 1.1 2.0 1.8 40.0 7.9 1.2 Total 45 65 110 8 10 18 4 2 6 0 3 3 0 0 0 12 13 25 162 100.7 204 15 aos 21 6 4 10 1 1 2 4 1 5 0 3 3 0 0 0 4 7 11 31 3.4 8.0 15.0 0.

1 0.9 % 32.9 87.9 2.4 5.2009 Distrito de Faro 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 121 126 247 15 19 34 1 0 1 0 0 0 1 1 2 9 13 22 306 26.3 71.6 7.2 0.4 3.9 .9 205 15 aos 21 58 68 126 11 4 15 2 1 3 7 5 12 0 1 1 9 3 12 169 16.5 2.3 0.8 11 aos 14 146 175 321 14 13 27 1 0 1 0 0 0 1 2 3 9 7 16 368 32.4 0.3 0.0 39.8 2.MEDIDAS APLICADAS .9 1.9 6 aos 10 101 136 237 18 8 26 2 1 3 0 0 0 0 0 0 13 14 27 293 25.1 0.6 0.4 Total 363 447 810 54 29 83 7 3 10 14 10 24 1 4 5 40 27 67 999 87.3 4.

6 1.2 100.2009 Distrito da Guarda 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total 40 25 65 4 6 10 1 0 1 0 0 0 0 0 0 6 5 11 87 18.1 206 15 aos 21 35 47 82 2 2 4 0 1 1 2 3 5 0 2 2 18 10 28 122 25.2 4.0 66.4 8.1 4.8 13.5 0.0 0.0 Total 145 173 318 20 21 41 3 3 6 2 3 5 1 3 4 63 44 107 481 100.0 .2 0.5 11 aos 14 30 50 80 4 3 7 1 1 2 0 0 0 1 0 1 22 18 40 130 27.0 % 30.MEDIDAS APLICADAS .1 36.4 6 aos 10 40 51 91 10 10 20 1 1 2 0 0 0 0 1 1 17 11 28 142 29.1 22.6 0.4 0.6 1.6 0.1 9.2 0.

8 1.4 61.7 0.9 Total 706 897 1603 135 575 710 45 20 65 24 20 44 4 1 5 107 77 184 2611 100.0 34.2 0.8 2.2 1.2 22.2009 Distrito de Leiria 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 103 125 228 21 22 43 6 3 9 1 2 3 0 0 0 15 16 31 314 12.4 5.0 % 27.0 27.0 0.9 0.0 .6 6 aos 10 420 532 952 88 532 620 24 11 35 12 10 22 2 1 3 59 43 102 1734 66.4 11 aos 14 62 62 124 8 4 12 6 0 6 9 6 15 1 0 1 18 5 23 181 6.2 4.9 7.0 207 15 aos 21 121 178 299 18 17 35 9 6 15 2 2 4 1 0 1 15 13 28 382 19.5 0.7 0.MEDIDAS APLICADAS .1 2.0 100.

0 8.7 208 15 aos 21 297 309 606 52 52 104 13 6 19 11 18 29 1 0 1 49 34 83 842 43.9 7.0 0.3 14.MEDIDAS APLICADAS .2 0.5 39.2 0.0 % 35.3 100.0 .2 6 aos 10 433 471 904 69 471 540 17 11 28 0 0 0 2 0 2 45 48 93 1567 31.9 2.3 0.6 11 aos 14 408 502 910 127 115 242 14 10 24 0 1 1 0 0 0 47 45 92 1269 25.6 Total 1614 1778 3392 314 333 647 59 42 101 11 19 30 3 1 4 194 184 378 4552 100.2 1.1 74.1 0.7 0.1 4.5 6.3 4.2009 Distrito de Lisboa 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 476 496 972 66 96 162 15 15 30 0 0 0 0 1 1 53 57 110 1275 25.4 0.

7 209 15 aos 21 92 88 180 10 9 19 0 0 0 2 1 3 1 1 2 15 6 21 225 11.9 40.0 .7 0.5 100.1 0.1 0.7 72.6 0.5 0.2 Total 373 476 849 50 156 206 6 1 7 2 1 3 8 8 16 55 33 88 1169 100.9 11 aos 14 99 148 247 9 15 24 2 0 2 0 0 0 0 3 3 20 10 30 306 26.3 13.7 2.8 7.7 1.0 % 31.3 0.5 6 aos 10 84 112 196 11 112 123 3 0 3 0 0 0 4 1 5 10 12 22 349 29.MEDIDAS APLICADAS .6 4.2 0.3 17.2009 Região Autónoma da Madeira 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 98 128 226 20 20 40 1 1 2 0 0 0 3 3 6 10 5 15 289 24.6 0.4 4.

3 6.0 0.7 100.0 % 32.0 14.3 210 15 aos 21 16 24 40 1 4 5 1 0 1 0 2 2 0 0 0 3 4 7 55 2.0 70.3 0.2009 Distrito do Portalegre 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 26 27 53 7 4 11 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 4 6 70 23.0 .3 2.3 4.0 0.0 20.7 1.7 0.7 6.0 1.MEDIDAS APLICADAS .8 6 aos 10 26 33 59 5 33 38 2 2 4 0 0 0 0 0 0 0 1 1 102 34.7 0.7 38.0 0.7 0.3 Total 98 114 212 18 42 60 3 2 5 0 2 2 1 0 1 7 13 20 300 100.0 11 aos 14 30 30 60 5 1 6 0 0 0 0 0 0 1 0 1 2 4 6 73 24.

0 .1 0.2 0.7 0.7 19.0 100.2 0.4 3.9 5.0 0.0 % 32.3 0.6 4.3 6 aos 10 422 508 930 69 508 577 10 8 18 0 0 0 4 6 10 39 64 103 1638 31.2009 Distrito de Porto 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 531 482 1013 82 85 167 8 10 18 0 0 0 0 1 1 43 47 90 1289 24.MEDIDAS APLICADAS .3 13.2 Total 1715 1992 3707 279 715 994 38 29 67 15 3 18 12 11 23 190 226 416 5225 100.7 211 15 aos 21 265 337 602 60 41 101 14 3 17 15 3 18 4 3 7 42 38 80 825 42.3 0.8 38.3 0.3 11 aos 14 497 665 1162 68 81 149 6 8 14 0 0 0 4 1 5 66 77 143 1473 28.6 1.3 8.1 70.

1 0.4 1.1 212 15 aos 21 82 138 220 10 26 36 3 2 5 15 5 20 2 0 2 19 5 24 307 15.0 .6 40.1 0.0 5.0 % 28.7 16.7 2.2009 Distrito de Santarem 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 90 113 203 32 28 60 0 2 2 0 0 0 0 0 0 10 3 13 278 20.5 0.6 Total 396 560 956 79 232 311 5 10 15 15 5 20 2 0 2 51 28 79 1383 100.4 0.0 0.7 100.5 69.MEDIDAS APLICADAS .8 6 aos 10 123 149 272 18 149 167 1 3 4 0 0 0 0 0 0 8 7 15 458 33.1 3.1 5.1 1.8 22.1 11 aos 14 101 160 261 19 29 48 1 3 4 0 0 0 0 0 0 14 13 27 340 24.4 0.7 1.

7 3.3 5.2 0.0 .3 1.9 71.0 Total 791 847 1638 132 320 452 17 8 25 13 5 18 3 1 4 84 75 159 2296 100.0 0.7 13.1 0.2 3.1 0.3 6.9 100.7 0.6 0.2009 Distrito de Setubal 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 211 200 411 34 51 85 4 1 5 0 0 0 0 0 0 15 17 32 533 23.8 0.3 6 aos 10 172 208 380 28 208 236 4 1 5 0 0 0 0 0 0 18 26 44 665 29.2 213 15 aos 21 175 170 345 25 26 51 3 2 5 13 5 18 0 1 1 27 8 35 455 23.0 11 aos 14 233 269 502 45 35 80 6 4 10 0 0 0 3 0 3 24 24 48 643 28.MEDIDAS APLICADAS .9 19.7 0.0 % 34.5 36.

0 % 28.2009 Distrito de Viana do Castelo 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 64 77 141 12 14 26 1 1 2 0 0 0 2 5 7 1 4 5 181 23.8 1.9 15.7 8.4 Total 225 296 521 38 117 155 4 6 10 3 2 5 9 15 24 35 29 64 779 100.5 3.2 214 15 aos 21 33 52 85 8 6 14 1 2 3 2 1 3 1 4 5 17 12 29 139 7.2 100.1 6 aos 10 66 83 149 7 83 90 1 1 2 0 0 0 4 3 7 3 2 5 253 32.9 0.0 19.1 4.9 38.4 0.3 0.9 4.2 1.5 0.0 66.3 0.6 1.5 11 aos 14 62 84 146 11 14 25 1 2 3 1 1 2 2 3 5 14 11 25 206 26.0 .9 3.MEDIDAS APLICADAS .

0 6 aos 10 62 52 114 5 52 57 0 0 0 0 0 0 0 0 0 11 4 15 186 27.0 0.1 15 aos 21 102 116 218 11 68 79 1 0 1 0 0 0 0 4 4 21 12 33 335 17.3 0.8 100.5 4.0 5.6 16.6 0.3 0.0 0.3 215 Total 230 258 488 25 85 110 4 0 4 0 0 0 2 5 7 37 29 66 675 100.6 11 aos 14 40 64 104 6 16 22 1 0 1 0 0 0 0 4 4 10 8 18 149 22.0 .2009 Distrito de Vila Real 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 55 51 106 5 8 13 1 0 1 0 0 0 2 1 3 7 7 14 137 20.7 1.1 38.3 3.3 9.6 0.2 72.0 0.2 % 34.MEDIDAS APLICADAS .7 12.0 0.

1 11 aos 14 83 117 200 12 9 21 1 0 1 0 0 0 1 1 2 9 7 16 240 21.0 6 aos 10 99 135 234 16 20 36 3 3 6 0 0 0 0 0 0 15 14 29 305 27.0 5.6 0.1 3.1 % 33.1 0.5 0.4 1.6 0.7 8.MEDIDAS APLICADAS .2009 Distrito de Viseu 0 aos 5 F Apoio junto dos pais M Total F Apoio junto de outro familiar M Total F Confiança a pessoa idónea M Total F Apoio para a Autonomia de vida M Total F Acolhimento familiar M Total F Acolhimento institucional M Total Total % 100 122 222 19 15 34 2 1 3 0 0 0 0 2 2 14 13 27 288 25.0 5.4 1.9 100.7 44.3 15 aos 21 98 123 221 10 19 29 2 0 2 4 3 7 5 2 7 20 8 28 294 26.6 216 Total 380 497 877 57 63 120 8 4 12 4 3 7 6 5 11 58 42 100 1127 100.6 10.7 0.1 77.0 .8 57.4 0.3 0.

REABERTURAS .2009 2007 CPCJ : Açores Aveiro Beja Braga Bragança Castelo Branco Coimbra Évora Faro Guarda Leiria Lisboa Madeira Portalegre porto Santarém Setúbal Viana Vila Real Viseu Nacional Total Reincidência Nova situação Total 217 2008 2009 Nova situação Total Reincidência Nova situação Reincidência 61 85 23 151 7 41 102 20 102 16 108 395 87 15 245 138 299 34 14 63 2006 30 56 20 116 5 32 36 13 63 15 58 299 54 12 179 102 179 20 11 43 1343 31 41 7 75 2 13 66 7 39 1 50 164 39 4 66 48 148 14 3 30 848 120 253 42 283 18 49 190 16 351 16 174 564 131 36 463 377 448 87 26 136 3780 75 154 30 183 13 21 109 12 179 11 94 324 65 18 295 228 167 63 16 86 2143 45 99 12 100 5 28 81 4 172 5 80 240 66 18 168 149 281 24 10 50 1637 89 242 28 155 15 45 182 7 133 27 205 640 60 62 278 179 356 70 59 188 3020 54 96 20 106 8 26 113 7 80 17 123 377 44 33 180 124 213 38 38 121 1818 35 146 8 49 7 19 69 0 53 10 82 263 16 29 98 55 143 32 21 67 1202 .

5 64.5 2.4 79.9 95.0 80.7 84.5 100.4 51.5 6.9 5.8 3.8 10.8 9.3 3.1 70.8 6.1 5.3 87.2009 Reabertos % no VPG do distrito 218 Reabertos VPG Reabertos % de caracterizados caracterizados Açores Aveiro Beja Braga Bragança Castelo Branco Coimbra Évora Faro Guarda Leiria Lisboa Madeira Portalegre Porto Santarém Setúbal Viana do Castelo Vila Real Viseu 116 309 32 178 16 50 226 7 259 27 225 913 119 78 432 346 422 73 62 188 4078 89 242 28 155 15 45 182 7 133 27 205 640 60 62 278 179 356 70 59 188 3020 76.0 51.1 50.7 78.5 .8 2.8 90.5 87.0 5.4 100.9 8.1 93.6 6.7 7.2 100.0 74.2 6.REABERTURAS .7 10.9 7.1 3.3 11.0 91.4 95.0 3.

º 205 332 93 9 34 17 690 Beja N.º 63 31 N.º 102 31 116 10 38 49 346 219 Évora N.º 359 126 121 6 36 44 692 Viana N.º 210 120 202 7 13 84 636 Santarém Setúbal N.º 74 50 Nº 2565 1716 1578 12 76 104 1 1 3 6 20 10 924 773 Sinalização a CPCJ competente Devolução para entidade com competência em matéria de infância e juventude TOTAL 95 236 7660 .º 176 90 34 4 18 27 349 N.ARQUIVAMENTO LIMINAR .º 90 192 N.º 198 99 Açores Aveiro Causas de Arquivamento liminar Ausência de Não se confirma situação de Já não subsiste perigo Ausência consentimento para intervenção Remetido a Tribunal Oposição da criança/jovem com 12 ou mais anos N.2009 Castelo Bragança Branco Coimbra N.º 71 21 70 2 5 17 186 N.º 149 27 102 13 26 7 324 Guarda N.º 81 13 Porto N.º 26 3 4 0 4 6 43 Faro N.º 55 37 56 15 3 5 25 1 0 2 Sinalização a CPCJ competente Devolução para entidade com competência em matéria de infância e juventude TOTAL 386 110 Leiria Lisboa Madeira Portalegre Ausência de situação de perigo Remetido a Tribunal Causas de Arquivamento liminar Não se confirma Já não subsiste Ausência consentimento para intervenção 21 Oposição da criança/jovem com 12 ou mais anos 0 4 11 130 530 26 684 446 2601 53 7 18 3 363 14 0 1 1 110 N.º 57 20 16 3 10 6 112 N.º 493 422 N.º 72 51 24 5 3 1 156 Vila real N.º 8 3 13 1 4 8 37 N.º 48 30 Viseu Nacional N.º 28 18 6 0 0 6 58 Braga N.

º 59 83 Porto N.º 643 1143 Madeira N.º 1 46 18 5 Coimbra N.º 12 122 Portalegre N.º 38 265 53 6 Faro N.º 65 242 76 175 Leiria Causas de Arquivamento (após intervenção) Ausência de situação de perigo Não se confirma Já não subsiste Finalização do prazo/prorrogação da medida Revisão da decisão que ponha termo à medida Decisão de confiança administrativa ou judicial de colocação sob guarda de pessoa idónea seleccionada para adopção Jovem atinja maioridade ou 21 anos caso solicitado continuação da medida Decisão em procedimento cível que assegure o afastamento da situação de perigo TOTAL N.º 348 637 Vila Real N.º 177 641 58 8 Bragança N.º 59 577 Nacional N.º 174 820 32 34 Beja N.º 169 425 Lisboa N.º 63 482 27 55 Aveiro N.º 14 48 12 0 Braga N.º 9 73 21 19 Castelo Branco N.º 50 379 Setúbal N.º 274 1069 Santarém N.2009 Açores Causas de Arquivamento (após intervenção) Ausência de situação de perigo Não se confirma Já não subsiste Finalização do prazo/prorrogação da medida Revisão da decisão que ponha termo à medida Decisão de confiança administrativa ou judicial de colocação sob guarda de pessoa idónea seleccionada para adopção Jovem atinja maioridade ou 21 anos caso solicitado continuação da medida Decisão em procedimento cível que assegure o afastamento da situação de perigo TOTAL N.º 1 46 18 5 Guarda N.º 50 133 28 24 Évora N.ARQUIVAMENTO APÓS INTERVENÇÃO .º 18 80 20 31 220 Cessação da medida de promoção e protecção aplicada 0 92 3 40 0 1 0 15 1 5 0 4 0 6 0 13 0 6 1 17 4 42 1 9 2 0 0 7 0 8 723 1145 76 908 130 239 76 382 Viana Castelo N.º 2235 7433 Cessação da medida de promoção e protecção aplicada 76 33 391 75 110 31 15 44 223 43 179 113 79 67 19 15 67 3 26 10 1472 621 4 35 3 184 1 12 0 3 2 102 1 25 1 68 1 17 1 19 3 9 22 673 16 29 2 0 19 6 22 2 5 1 175 758 2468 290 204 1732 753 1222 361 228 685 12631 .º 11 122 Viseu N.

º 10 26 7 0 3 8 34 7 0 9 2 106 Évora N.º 27 134 17 0 22 7 80 32 4 89 42 454 Beja N. educação.º 499 1847 179 12 232 117 1594 374 67 1209 433 6563 Causas de remessa Arquivamento na CPCJ por envio a tribunal Ausência de acordo de promoção e protecção Retirada do consentimento para a intervenção Oposição da Criança/Jovem com 12 ou mais anos Oposição do Ministério Público à decisão da CPCJ Apensação ao Processo Judicial Situações em que considerem adequado o encaminhamento para adopção Não cumprimento reiterado do acordo de promoção e protecção Indisponibilidade de meios para aplicar/executar a medida Ausência de decisão CPCJ conhecimento da situação após 6 meses de N.º 95 195 31 2 29 10 199 47 16 140 19 783 Santarém N.º 6 9 4 6 3 2 15 2 5 6 9 67 Castelo Branco N. IPSS. ISS.º 1 4 0 0 1 1 6 2 0 5 0 20 Braga N. etc.ARQUIVAMENTO REMESSAS .º 10 12 2 0 5 4 39 2 4 17 5 100 Viseu N.º 21 79 0 0 3 8 110 0 1 32 5 259 Bragança N.º 3 16 0 0 1 0 17 4 0 13 1 55 Causas de remessa Arquivamento na CPCJ por envio a tribunal Ausência de acordo de promoção e protecção Retirada do consentimento para a intervenção Oposição da Criança/Jovem com 12 ou mais anos Oposição do Ministério Público à decisão da CPCJ Apensação ao Processo Judicial Situações em que considerem adequado o encaminhamento para adopção Não cumprimento reiterado do acordo de promoção e protecção Indisponibilidade de meios para aplicar/executar a medida Ausência de decisão CPCJ conhecimento da situação após 6 meses de N.º 11 67 6 0 16 4 65 23 0 46 10 248 Viana Castelo N.º 4 81 16 0 7 0 64 13 1 82 0 268 Remissão a CPCJ competente Remissão às entidades de 1ªinstância (Saúde.º 4 7 0 0 0 2 14 3 0 2 4 36 Faro N. ISS.º 0 30 6 2 0 5 19 6 3 1 0 72 Coimbra N. etc.) TOTAL Comunicaçã o a Tribunal Leiria Lisboa N.º 140 236 11 0 47 10 271 57 0 126 39 937 Vila Real N.2009 Açores Aveiro N. IPSS.º 7 61 10 0 5 4 45 13 8 38 7 198 Nacional N.º 0 27 2 0 2 0 14 5 0 17 1 68 Porto N.º 31 62 4 0 10 8 69 28 1 58 22 293 221 Guarda N.º 14 79 2 0 10 5 61 10 10 10 4 205 Portalegre N. educação.º 107 564 48 0 34 28 376 64 5 377 250 1853 Madeira N.º 6 53 4 0 17 3 53 38 2 83 4 263 Setúbal N.º 2 105 9 2 17 8 43 18 7 58 9 278 Remissão a CPCJ competente Remissão às entidades de 1ªinstância (Saúde.) TOTAL Comunicaçã o a Tribunal .

7º 1250-069 Lisboa Tel.pt Agradecimentos: À ETIC pela imagem.: 213 114 900 Fax: 213 108 759 www.Ficha Técnica Uma edição da Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco Rua Castilho nº 24. e elaborada no âmbito do trabalho curricular dos alunos daquela escola Trabalho elaborado por: Equipa Técnica de Apoio à Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco Dora Alvarez Laura Santos Maria do Céu Costa Noémia Bandeira Paulo Macedo Ricardo Carvalho Data da Edição Junho 2010 .cnpcjr. cedida graciosamente.