Ainda que a palavra πνεῦμα (pneuma) em algumas passagens da Sagrada Escritura designa o ser espiritual de Deus ou um poder impessoal

do mesmo, contudo, é fácil provar por numerosas passagens que o Espírito Santo é uma pessoa divina distinta do Pai e do Filho.

a)

b)

c)

O Espírito Santo é pessoa real. Provas disto são a fórmula trinitária do batismo (Mt 28,19), o nome de Paráclito (= consolador, advogado), que não pode referir-se senão a uma pessoa (Jo 14,16 e 26; 15,26; 16,27; cf. 1Jo 2,1, onde Cristo é chamado de “nosso Paráclito” = advogado, intercessor diante do Pai), e igualmente o fato de que ao Espírito Santo são aplicados atributos pessoais, por exemplo: sem mestre da verdade (Jo 14,26; 16,13), dar testemunho de Cristo (Jo 15,26), conhecer os mistérios de Deus (1 Cor 2,10), predizer acontecimentos futuros (Jo 16,13; At 21,11) e instituir bispos (At 20,28). O Espírito Santo é uma pessoa distinta do Pai e do Filho. Prova disto é a fórmula trinitária do batismo, a aparição do Espírito Santo no batismo de Jesus sob um símbolo especial e, sobretudo, o discurso de despedida de Jesus, onde o Espírito Santo se distingue do Pai e do Filho, já que estes são os que o enviam, e ele, o enviado ou dado (Jo 14,16 e 26; 15,26). O Espírito Santo é pessoa divina. São aplicados a ele indistintamente os nomes de “Espírito Santo” e de “Deus”: At 5,3s: “Ananias, porque Satanás se apoderou de teu coração, movendo-te a enganar ao Espírito Santo? Não mentiste aos homens, mas a Deus”; cf. 1 Cor 3,16; 6,19s. Na fórmula trinitária do ba tismo, o Espírito Santo é equiparado ao Pai e ao Filho, que realmente são Deus. Ao Espírito Santo também são aplicados atributos divinos. Ele possui a plenitude do saber: é mestre de toda verdade, prediz as coisas futuras (Jo 16,13), perscruta os mais profundos arcanos da divindade (1 Cor 2,10) e foi Ele quem inspirou os profetas no Antigo Testamento (2 Ped 1,21; cf. At. 1,16). A virtude divina do Espírito Santo se manifesta no prodígio da encarnação do Filho de Deus (Lc 1,35; Mt 1,20) e no milagre de Pentecostes (Lc 24,49; At 2,2-4). O Espírito Santo é o divino dispensador da graça: concede os dons extraordinários da graça (1 Cor 12,11) e a graça da justificação no batismo (Jo 3,5) e no sacramento da penitência (Jo 20,22); cf. Rom 5,5; Gal 4,6; 5,22.

Ainda que a palavra πνεῦμα (pneuma) em algumas passagens da Sagrada Escritura designa o ser espiritual de Deus ou um poder impessoal do mesmo, contudo, é fácil provar por numerosas passagens que o Espírito Santo é uma pessoa divina distinta do Pai e do Filho.

a)

b)

c)

O Espírito Santo é pessoa real. Provas disto são a fórmula trinitária do batismo (Mt 28,19), o nome de Paráclito (= consolador, advogado), que não pode referir-se senão a uma pessoa (Jo 14,16 e 26; 15,26; 16,27; cf. 1Jo 2,1, onde Cristo é chamado de “nosso Paráclito” = advogado, intercessor diante do Pai), e igualmente o fato de que ao Espírito Santo são aplicados atributos pessoais, por exemplo: sem mestre da verdade (Jo 14,26; 16,13), dar testemunho de Cristo (Jo 15,26), conhecer os mistérios de Deus (1 Cor 2,10), predizer acontecimentos futuros (Jo 16,13; At 21,11) e instituir bispos (At 20,28). O Espírito Santo é uma pessoa distinta do Pai e do Filho. Prova disto é a fórmula trinitária do batismo, a aparição do Espírito Santo no batismo de Jesus sob um símbolo especial e, sobretudo, o discurso de despedida de Jesus, onde o Espírito Santo se distingue do Pai e do Filho, já que estes são os que o enviam, e ele, o enviado ou dado (Jo 14,16 e 26; 15,26). O Espírito Santo é pessoa divina. São aplicados a ele indistintamente os nomes de “Espírito Santo” e de “Deus”: At 5,3s: “Ananias, porque Satanás se apoderou de teu coração, movendo-te a enganar ao Espírito Santo? Não mentiste aos homens, mas a Deus”; cf. 1 Cor 3,16; 6,19s. Na fórmula trinitária do batismo, o Espírito Santo é equiparado ao Pai e ao Filho, que realmente são Deus. Ao Espírito Santo também são aplicados atributos divinos. Ele possui a plenitude do saber: é mestre de toda verdade, prediz as coisas futuras (Jo 16,13), perscruta os mais profundos arcanos da divindade (1 Cor 2,10) e foi Ele quem inspirou os profetas no Antigo Testamento (2 Ped 1,21; cf. At. 1,16). A virtude divina do Espírito Santo se manifesta no prodígio da encarnação do Filho de Deus (Lc 1,35; Mt 1,20) e no milagre de Pentecostes (Lc 24,49; At 2,2-4). O Espírito Santo é o divino dispensador da graça: concede os dons extraordinários da graça (1 Cor 12,11) e a graça da justificação no batismo (Jo 3,5) e no sacramento da penitência (Jo 20,22); cf. Rom 5,5; Gal 4,6; 5,22.

Ainda que a palavra πνεῦμα (pneuma) em algumas passagens da Sagrada Escritura designa o ser espiritual de Deus ou um poder impessoal do mesmo, contudo, é fácil provar por numerosas passagens que o Espírito Santo é uma pessoa divina distinta do Pai e do Filho.

a)

b)

c)

O Espírito Santo é pessoa real. Provas disto são a fórmula trinitária do batismo (Mt 28,19), o nome de Paráclito (= consolador, advogado), que não pode referir-se senão a uma pessoa (Jo 14,16 e 26; 15,26; 16,27; cf. 1Jo 2,1, onde Cristo é chamado de “nosso Paráclito” = advogado, intercessor diante do Pai), e igualmente o fato de que ao Espírito Santo são aplicados atributos pessoais, por exemplo: sem mestre da verdade (Jo 14,26; 16,13), dar testemunho de Cristo (Jo 15,26), conhecer os mistérios de Deus (1 Cor 2,10), predizer acontecimentos futuros (Jo 16,13; At 21,11) e instituir bispos (At 20,28). O Espírito Santo é uma pessoa distinta do Pai e do Filho. Prova disto é a fórmula trinitária do batismo, a aparição do Espírito Santo no batismo de Jesus sob um símbolo especial e, sobretudo, o discurso de despedida de Jesus, onde o Espírito Santo se distingue do Pai e do Filho, já que estes são os que o enviam, e ele, o enviado ou dado (Jo 14,16 e 26; 15,26). O Espírito Santo é pessoa divina. São aplicados a ele indistintamente os nomes de “Espírito Santo” e de “Deus”: At 5,3s: “Ananias, porque Satanás se apoderou de teu coração, movendo-te a enganar ao Espírito Santo? Não mentiste aos homens, mas a Deus”; cf. 1 Cor 3,16; 6,19s. Na fórmula t rinitária do batismo, o Espírito Santo é equiparado ao Pai e ao Filho, que realmente são Deus. Ao Espírito Santo também são aplicados atributos divinos. Ele possui a plenitude do saber: é mestre de toda verdade, prediz as coisas futuras (Jo 16,13), perscruta os mais profundos arcanos da divindade (1 Cor 2,10) e foi Ele quem inspirou os profetas no Antigo Testamento (2 Ped 1,21; cf. At. 1,16). A virtude divina do Espírito Santo se manifesta no prodígio da encarnação do Filho de Deus (Lc 1,35; Mt 1,20) e no milagre de Pentecostes (Lc 24,49; At 2,2-4). O Espírito Santo é o divino dispensador da graça: concede os dons extraordinários da graça (1 Cor 12,11) e a graça da justificação no batismo (Jo 3,5) e no sacramento da penitência (Jo 20,22); cf. Rom 5,5; Gal 4,6; 5,22.

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