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APRENDENDO A LER RAPIDAMENTE Como ler com qualidade e mais rapidez tornando seus momentos de leitura realmente prazerosos

e com maior aprovetamento
Fábio MINI CURSO DE LEITURA DINÂMICA © 2009 pescadordearroba do site pescadordearroba
por Joaquim

http://pescadordearroba.com/ Você sempre quis ler mais rápido e com mais aproveitamento, certo? Achava que isso era apenas para mestres e doutores do aprendizado? Ou que fosse mentira de anunciantes gananciosos interessados no seu dinheiro? Para sua agora você tem em mãos uma ferramenta poderosa para dar velocidade à sua leitura. Este livro de exercícios irá te ajudar a desenvolver a tão sonhada técnica dos maiores campeões de leitura dinâmica do mundo. Faça todos os exercícios com o máximo de esforço e empenho possível. Estabeleça uma como reduzir pela metade o tempo gasto com cada texto. Somente assim voê atingirá o objetivo final: MAIS VELOCIDADE NA LEITURA
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surpresa

COMO FUNCIONA Em cada página você encontra um texto com assuntos diversificados e ao pé dá página uma tabela com espaços em branco para anotação de quantas vezes foram feitos os exercícios. Também um espaço para colocar o tempo gasto em cada leitura. Notará que a cada exercício concluído terá diminuído o tempo gasto na leitura. Importante: ao ler tente sempre olhar as palavras por entre as linhas, esse é o grande segredo da Leitura Dinâmica. Isso faz com que não se perca tanto tempo lendo palavra por palavra. Amplia seu campo de visão e condiciona você a fazer poucas paradas de olho. Cuidado: tome cuidado com a subvocalização, ou seja, a pronúncia mental das palavras. Apenas passe os olhos pelas palavras sem pronunciá-las. Use um lapis entre os dentes para evitar movimentar os lábios enquanto ler. Procure um ambiente agradável e quieto para a prática diária dos exercícios. Não desista: a maioria das pessoas desistem rapitamente por não verem resultados tão imediatos. Lembre-se que no que se refere a Leitura Dinâmica, não será possível atingir a excelência sem muito esforço e dedicação. Reconpesa: verá que valeu a pena e que foi muito recompensador investir tanto esforço. Somente quem já possui a habilidade de ler dinâmicamente pode falar da alegria e das vantagens de ter se dedicado tanto para alcançar esse grande feito. Agora corajem e bons estudos.

Número de palavras 351
Violência contra as mulheres — um problema mundial DIA 25 de novembro é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher. Esse dia foi reconhecido oficialmente pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1999 a fim de conscientizar as pessoas da violação dos direitos das mulheres. Por que isso foi considerado necessário? Em muitas culturas, as mulheres são encaradas e tratadas como cidadãs de classe inferior. O preconceito contra elas está profundamente arraigado. A violência contra as mulheres, em todas as suas formas, é um problema contínuo, mesmo nos países considerados desenvolvidos. De acordo com o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, “a violência contra as mulheres é um problema mundial que atinge todas as sociedades e culturas e afeta as mulheres, independentemente da sua raça, etnia, origem social, nascimento ou qualquer outra condição”. Radhika Coomaraswamy, ex-Relatora Especial das Nações Unidas da Comissão dos Direitos Humanos, referindo-se à violência contra as mulheres, disse que, para a grande maioria delas, esse tipo de violência é “um tabu, algo que a sociedade Marque aqui / / / / / / / / / / finge não ver e uma realidade vergonhosa”. Estatísticas divulgadas por uma organização de vitimologia, na Holanda, indicam que 23% das mulheres em um país sul-americano, ou cerca de 1 em cada 4, sofrem alguma forma de violência doméstica. Do mesmo modo, o Conselho da Europa calcula que 1 em cada 4 mulheres européias sofre violência doméstica durante sua vida. De acordo com o Ministério do Interior Britânico, na Inglaterra e no País de Gales, num ano recente, em média duas mulheres por semana foram mortas pelo parceiro, atual ou anterior. A revista India Today International, relatou que “para as mulheres da Índia, o medo é um companheiro constante e o estupro é o estranho que talvez tenham de encarar em qualquer esquina, rua, lugar público e a qualquer momento”. A Anistia Internacional descreve a violência contra mulheres de todas as idades como “o mais comum dos desafios aos direitos humanos” de hoje em dia. Será que as estatísticas acima refletem a atitude de Deus para com as mulheres? Essa pergunta será considerada no próximo artigo. / / / / / / / / /

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Número de palavras 366
Navegar pelos remansos de Kerala IMAGINE-SE navegando numa linda casa flutuante toda mobiliada, que pode conduzi-lo pelos deltas de 44 rios. Isso é possível nos 900 quilômetros de remansos — trechos fluviais com pouca correnteza — do Estado de Kerala, no sudoeste da Índia. É uma experiência divertida e única; é como ser carregado no colo da natureza. À medida que o barco lentamente continua o trajeto, é impossível não ficar admirado com as lagoas cercadas de coqueiros, os exuberantes arrozais verdes, os lagos naturais e os canais artificiais. Sim, foi provavelmente por causa desses remansos que a revista National Geographic Traveler alistou Kerala como “um dos 50 ‘destinos que as pessoas devem visitar antes de morrer’”. Outro aspecto imperdível são as pessoas que moram nas margens dos muitos canais. Elas lembram da época em que não havia turistas nem hotéis cinco estrelas na vizinhança. Apesar disso, a vida delas não mudou muito. Embora algumas estejam empregadas nos recéminstalados hotéis e em outros estabelecimentos turísticos, em geral sua cultura e rotina continuam as mesmas. Cuidam de seus arrozais e coqueirais, complementando a renda e a alimentação diária com a pesca e a venda de peixes. Pesca nos remansos Aqui, a pesca faz parte da vida. Algo dificilmente visto em outro lugar são mulheres pescando o karimeen, apenas com as mãos. Essa espécie de peixe é uma exclusividade dos remansos de Kerala e é considerada uma iguaria por indianos e por estrangeiros. As mulheres andam devagar no meio dos remansos à procura dos peixes, com suas vasilhas flutuando atrás delas. Ao ver as mulheres se aproximarem, os peixes nadam para o fundo e escondem a cabeça na lama. Mas elas não se deixam enganar. Com seus pés sensíveis, localizam os peixes. Daí, rapidamente se abaixam até o fundo e, apenas com as mãos, apanham de surpresa sua vítima, que fica se debatendo enquanto é colocada nas vasilhas flutuantes. Assim que pescam uma quantidade suficiente de peixes, as mulheres retornam às margens, onde compradores as aguardam ansiosamente. Os peixes maiores e mais caros vão para os hotéis cinco estrelas, para a alegria das pessoas ricas; os menores servem de deliciosa refeição para os de poucos meios.

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Número de palavras 548
Uma criatura magnífica Antes, havia tigres-siberianos espalhados pela Coréia, norte da China e Mongólia, até a região do lago Baikal, na Rússia. Mas, há cem anos, seu número vem diminuindo. O último refúgio desses animais é uma isolada cadeia de montanhas ao norte de Vladivostok, Rússia, perto do mar do Japão. Os tigres se identificam pelo cheiro que exalam, e isso permite aos machos procurarem as fêmeas quando é tempo de acasalar. Nascem dois ou três filhotes por ninhada, cegos e se contorcendo. Os filhotes de tigre-siberiano nunca ronronam, como fazem os gatinhos, mas emitem suaves rosnados ao beber o leite da mãe. Mamam por cinco ou seis meses, até começarem a comer carne. No início, eles acompanham a mãe nas caçadas, mas só estão prontos para caçar sozinhos aos 18 meses de idade. Os tigres jovens permanecem com a mãe por até dois anos. Daí, separam-se dela e estabelecem o próprio território. Na natureza, alguns desses tigres ficam bem grandes. Os machos podem pesar cerca de 270 quilos e medir mais de 3 metros, da cabeça à ponta da cauda. Os tigres são bem preparados para enfrentar invernos frios e com muita neve. Uma pelagem grossa cobre seu corpo, e as enormes patas são revestidas de pêlos, que os ajudam a andar na neve. Os tigres-siberianos têm um padrão de listras escuras sobre o pêlo laranja. Cada tigre tem listras exclusivas que os diferenciam de outros tigres, assim como as impressões digitais das pessoas. Na Marque aqui / / / / / / / / / / floresta, em geral é difícil ver um tigre quando está parado, por causa de suas marcas e cores. Mas, numa área aberta no inverno, ele se contrasta nitidamente com a neve. Essa visibilidade no inverno não passa despercebida ao único predador do tigre, o homem. Sobrevivência ameaçada Para sobreviver, o tigre-siberiano precisa matar grandes animais, incluindo cervos, alces e javalis. Mas essas presas estão escassas nas regiões selvagens do leste da Sibéria. Uma área florestal de cerca de mil quilômetros quadrados talvez forneça caça só para quatro ou cinco tigres. Assim, eles precisam de território suficiente para que possam sobreviver na natureza. Por muitos anos, as imensas florestas inacessíveis da Sibéria foram o território ideal para esses grandes tigres. Os humanos, que constituem a única ameaça real à existência dos felinos, raramente se aventuravam a ir lá. Mas, em tempos recentes, serrarias de outros países têm derrubado muitas árvores dessas florestas. À medida que as árvores desaparecem, o mesmo acontece com os cervos, alces e javalis, e também com os tigres-siberianos. Para o número desses tigres não diminuir ainda mais, o governo russo mantém extensas reservas naturais, como a Reserva Natural de Sikhote Alin. Mas, quando saem delas, os tigres se expõem a caçadores clandestinos envolvidos no comércio de itens exóticos. Dentes, garras, ossos e peles de tigre, incluindo os de filhotes, são vendidos por preços altos.

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Número de palavras 419
Viagem no “trem-bala” do Japão AO CHEGARMOS na estação de Tóquio, abrimos caminho por entre as multidões até à plataforma. Esta destina-se especialmente ao Shinkansen, ou trem da Nova Linha-Tronco, conhecido pelos estrangeiros como “trem-bala”. Queremos visitar Quioto hoje; assim, tomaremos o trem Shinkansen “Hikari”, o expresso “super-leve”. Em curto tempo, nosso trem apinhado chega, uma longa faixa branca, de 400 metros, enfeitada por uma carroçaria azul — realmente aerodinâmico. Sua frente arredondada parece-se a uma saliência de botão, com faróis dianteiros de ambos os lados, como dois olhos brilhantes. Em questão de minutos, o trem fica inteiramente vazio, tendo saltado até 1.400 pessoas. Em alguns minutos mais, as serventes apanham pequena quantidade de lixo deixada pelos passageiros, e anuncia-se que podemos entrar. Reservamos nossas poltronas no dia anterior, na nossa estação suburbana do metrô. Isto só levou cerca de um minuto. As reservas para o inteiro sistema japonês de trens expressos são feitas por computador, de modo que, quando diz ao funcionário no guichê qual o trem desejado, o computador imprime seu bilhete para esse trem ou, se não houver lugares disponíveis, fornece-lhe informação sobre qual é a próxima reserva que lhe é mais conveniente. E, se disser que ela lhe serve, o computador imediatamente lhe prepara o bilhete. Também, vários dos 16 vagões possuem “lugares livres”, de modo que poderá entrar na fila para obter tais lugares caso não tenha feito reserva. Ficamos contentes de ter obtido poltronas do lado direito do trem, pois teremos excelente vista do monte Fuji. Este trem corre tão perto do monte que a gente sente como se pudesse alcançá-lo e tocá-lo. Observe as ótimas poltronas — três de um lado e duas do outro, com cortinas azuis e limpas toalhinhas para sua cabeça. Nos dois “vagões verdes” especiais existem até poltronas reclináveis de luxo. Enquanto esperamos a partida do trem, deixe-me contar-lhe algo sobre o mesmo. O Shinkansen começou a operar em 1964, com uma linha curta de cerca de 515 quilômetros de Tóquio a Osaca. Daí, em 1972, a linha foi estendida até Ocaiama e, em 1975, até Quiuxu, perfazendo um total de 1.176 quilômetros. Este trem aerodinâmico pode alcançar uma velocidade de 286 quilômetros horários. Mas, numa viagem regular, como a nossa, de hoje, viajaremos a 210 quilômetros horários — ainda assim, mui rapidamente. Os trens convencionais costumavam levar seis horas e 50 minutos na viagem de Tóquio a Osaca, mas, nesta velocidade, levam-se apenas três horas. Pode-se entender, então, por que este trem é apelidado de “trem-bala”.

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Número de palavras 434
A captura de tubarões — enquanto se dorme

O BRADO alarmante de “TUBARÃO!” geralmente faz com que as pessoas mais corajosas corram em busca de abrigo. Para nós, pescadores das Índias Ocidentais, contudo, tal brado amiúde pode significar que teremos carne à mesa e considerável lucro. Capturar um destes comedores de gente, porém, não é tarefa fácil. Estou convencido, após 32 anos em que ganho meu pão como pescador, que o meio mais seguro é o que chamo de meu “método adormecido”. É um modo de se capturar um tubarão enquanto se dorme. Permitame explicá-lo. Há alguns anos, comecei a pescar com armadilhas feitas de fios de arame esticados sobre uma armação de madeira. Elas têm formato hexagonal e são construídas com entradas afiladas, pelas quais os peixes e outras criaturas marinhas entram e ficam enredadas. Tendo, em geral, um diâmetro de 1 metro, as armadilhas são ancoradas por meio duma pedra pesada. Deposito-as a cerca de 3 quilômetros da costa, ao largo da minha ilha natal de Anguilla, no Mar das Caraíbas. No entanto, eu enfrentava contínuo problema com os tubarões grandes. Eles golpeavam minhas armadilhas, destruindoas; daí, os tubarões se deliciavam com os peixes soltos. Tubarões menores às vezes penetravam pelas entradas destas armadilhas e devoravam seu conteúdo.

Frustrado depois de aguardar várias horas, certa noite, para pegar um desses ladrões numa isca de linha, comecei a raciocinar: Por que não colocar uma armadilha para o Sr. Tubarão e apanhá-lo com facilidade, enquanto eu mesmo durmo tranqüilamente em casa? Inventei um plano para isso, mas meu sócio pescador mostrou-se cético. Conhecendo a natureza violenta do Sr. Tubarão, sob circunstâncias normais, meu colega achou que seria muito melhor não arriscarmos o pescoço em troca de alguns peixes poupados. Certo, porém, que as coisas não eram tão arriscadas como ele imaginava, comecei a juntar o equipamento para executar meu plano. Armadilha Simples, Porém Eficaz A armadilha em si era muito simples. Envolvia um pedaço de cabo de aço de 6 metros, de 3/16 de polegada ou 0,5 cm de diâmetro, preso a uma pedra que pesava 18 quilos. Amarrei a outra ponta do cabo a um grande pedaço de madeira que serviria de bóia. Na outra ponta desta bóia de madeira, prendi uma outra medida deste mesmo cabo de aço. Em sua ponta, havia grande anzol com peixe servindo de isca. Daí, lancei a pedra ao fundo do mar, perto de minhas armadilhas (4 metros abaixo da superfície), deixando a bóia flutuando sobre a água. Em seguida, comecei a remar lentamente para a praia, mais confiante do que nunca de boa pesca, caso o Sr. Tubarão viesse sondar minhas armadilhas.

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Número de palavras 418
“Que horas são?”

“QUE horas são?” “Exatamente 8,30”, foi a resposta. “Muito obrigado, tenho de pegar um trem, e meu relógio parou.” Atualmente, esta consciência precisa do tempo é considerada corriqueira. Contudo, em grande parte da história humana, a preocupação com segundos, minutos e até mesmo horas, era desconhecida. Com o tempo, porém, fizeram-se esforços de medir curtos períodos de tempo. Sem dúvida o instrumento mais primitivo de medição do tempo, feito pelo homem, era o relógio solar. Sua desvantagem básica é bem expressa pelo provérbio: “Faça como o relógio solar. Só conte os dias ensolarados.” No que tangia a maior fidedignidade, era necessário um medidor de tempo que pudesse funcionar sem o benefício do bom tempo. O relógio de água, mais tarde chamado de clepsidra, satisfez tal necessidade. À medida que a água fluía de um vaso, por meio de pequena abertura, para um cilindro, a água que subia gradualmente no cilindro fornecia a base da leitura da hora. O relógio de areia ou ampulheta operava segundo este mesmo princípio. Ainda é ocasionalmente usado como relógio para cozer ovos. Daí, havia o relógio de óleo. O óleo servia de combustível para uma lâmpada, e podia-se medir o tempo pela quantidade de óleo usada. Tanto os relógios de areia como de óleo tinham suas limitações. Por um lado, não funcionavam devidamente quando movidos de um lado para outro. Com o passar do tempo, os homens começaram a reconhecer que havia necessidade de um Marque aqui / / / / / / / / / /

relógio portátil que continuasse a medir o tempo. Isto se tornou possível com a descoberta do relógio de rodas, o próximo passo no aperfeiçoamento da medição de tempo. O Relógio de Rodas Grandes relógios de rodas são mencionados na Divina Comédia, de Dante, escrita no século 13. Tais relógios foram usados de modo extensivo no século 14. Os primeiros relógios portáteis podem ser remontados ao mecânico Peter Henlein, de Nurembergue, Alemanha. Por volta de 1500, aperfeiçoou o primeiro relógio de bolso. Funcionava por 40 horas e assinalava cada hora. Desde então, muitos aperfeiçoamentos foram feitos. Aperfeiçoaram-se a fidedignidade e exatidão, diminuiu-se o peso e introduziu-se a produção em massa. Em resultado, o relógio veio a gozar de uso universal. Mas, exatamente quão preciso pode ser um relógio de rodas? Choques, mudanças de temperatura, erros de posição e os do isocronismo influem na exatidão. O que é considerado um relógio de rodas de muita exatidão é um que varia não mais de 0,6 dum segundo por dia, numa mudança de temperatura de um grau centígrado.

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Número de palavras 418
Enfrentar a hipoglicemia O PACIENTE consulta seu médico, queixando-se de saúde ruim. Ele se sente “abatido”, fraco, e com tonturas. Também se tornou mais nervoso e irritadiço, ultimamente, e sente maior ansiedade e temores. Às vezes, seu coração bate depressa, e começa a suar frio. O que tem de errado? Tal pessoa poderá ser uma dentre milhares de pessoas que apresentam hipoglicemia. Este é o termo médico para o quadro clínico comumente conhecido como “pouco açúcar no sangue”. No entanto, os sintomas são tão variados que ela poderá ser confundida com outras moléstias. E, ao mesmo tempo, muitas outras moléstias podem ser confundidas com ela. Exatamente o que é hipoglicemia, e como pode ser identificada com maior certeza? O que a provoca? Que se pode fazer para enfrentá-la? Corpo Precisa de Açúcar O corpo precisa de correta quantidade de açúcar, para gozar de boa saúde. O açúcar fornece a energia para as células do corpo. Quando a taxa de açúcar no sangue é baixa demais, em resultado de um de muitos quadros clínicos, então surge uma emergência para o corpo, e ele reage em conformidade. O sistema nervoso central — o cérebro e a medula espinhal — é gravemente afetado pela baixa taxa de açúcar no sangue. Sem tal “combustível”, o cérebro não consegue funcionar; sem isso, não há vida. Mas que tipo de açúcar exige o corpo? O açúcar no sangue mencionado é chamado glicose. Não se trata da mesma coisa que o açúcar comum de mesa, e é apenas a metade tão doce. Onde é que o corpo obtém a glicose, de modo que a corrente sangüínea possa levá-la às células do corpo? O corpo obtém a glicose dos carboidratos, uma das três classes principais de alimentos essenciais à vida, as outras duas sendo as proteínas e as gorduras. Alguns carboidratos são açúcares simples que são facilmente absorvidos pela corrente sangüínea quando se come. Exemplo disto é um açúcar levemente doce, presente no xarope de milho. O açúcar comum de mesa também é um carboidrato, mas precisa ser digerido (decomposto) pelo corpo, de modo que se fabrique dele a glicose. O corpo também produz glicose à base de outros carboidratos, encontrados em alimentos tais como o arroz, a aveia, o feijão-de-lima, o pão branco e o pão integral, e as ameixas. Tais alimentos contêm todos alta dose de carboidratos. Outros que também possuem significativa quantidade de carboidratos incluem o milho, a batata, a banana, a maçã, a laranja e as toranjas ou grapefruits.

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Número de palavras 439
Mamão — fruta muito apreciada A FRUTA conhecida no Brasil como mamão tem, em outras partes, diferentes nomes. Em regiões das Antilhas é conhecida como fruta bomba. Os mexicanos a mencionam como melon zapote, e os australianos e ilhéus dos Mares do Sul como papaya. Outros, porém, preferem o seu nome latino, Carica papaya. Seja qual for seu nome local, poderá encontrá-la, ou a qualquer de suas cerca de 20 espécies, apenas nas regiões tropicais e em certas regiões subtropicais livres de geada, inclusive no Havaí, em Formosa, na Queensland e no sul da Flórida, EUA. São frutas suculentas, em forma de melão, trazendo certos benefícios à saúde. Um tanto parecidas aos cantalupos, arredondadas e em forma de pera, pesam até 11 quilos cada uma, tendo de 7,5 a 50 centímetros de comprimento, e crescem em cachos de 30 ou mais frutas, diretamente do tronco do mamoeiro. Esta planta se parece a pequena palmeira, encimada de folhas, mas sem ramos laterais, e atinge uma altura média de três a quatro metros. Embora tenha aparência duma árvore, trata-se realmente duma planta herbácea de caule cilíndrico, oco, ao invés de totalmente lenhoso. Alguns a chamam de “planta gigante”. Suas folhas, profundamente lobuladas, fazem-nos lembrar as folhas de figueira ou do ácer, embora as do mamoeiro às vezes meçam 60 centímetros de envergadura, e surjam de ramos ocos. Marque aqui / / / / / / / / / / Os mamoeiros atingem seu pleno tamanho em menos de um ano. O desenvolvimento começa a partir das sementes pretas, redondas, enrugadas, mucilaginosas, encontradas no fruto oco. E os mamoeiros se dispõem a dar frutos em qualquer época do ano. Usualmente o mamoeiro é fêmea, sempre produzindo abundantes frutos arredondados. Mas há também mamoeiros-machos, com flores bissexuais, que produzem frutos cilíndricos sustentados por longos pedúnculos. Podem viver cinco anos ou mais. Embora o mamão seja similar ao melão no sabor e formato, a casca é macia. Passa do verde ao amarelo quando amadurece, em cerca de nove meses. A polpa da fruta é usualmente amarelada ou alaranjada, às vezes tem cor de salmão, e tem cerca de 2,5 centímetros de espessura. Possui muito pouca fibra, e seu sabor caraterístico, diferente de qualquer outra fruta, é ligeiramente adocicado, com agradável sabor almiscarado. Gostaria de provar o mamão como parte do café da manhã ou como sobremesa? Alguns o apreciam cru — naturalmente maduro — com ou sem açúcar, ou limão. Muitos brasileiros o preferem na salada de frutas, junto com bananas, mangas e abacaxis. Ou o transformam em deliciosa vitamina por misturarem a polpa madura num liqüidificador com abacaxi e outras frutas. Outros preferem o mamão como doce, preparando-o por cozer frutas verdes e adicionar açúcar e, talvez, coco ralado.

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PARABENS !!!
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