FEIRA CIENTÍFICA

ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
VANTAGENS
1. EXCELENTES PROPRIEDADES DE USINAGEM
• Alta velocidade de corte, 5 vezes mais rápido que a do aço;
• Tempo de usinagem muito mais curto;
• Menor desgaste;
• Maior vida útil às ferramentas de corte.
• Resistente a corrosão
2. BAIXO PESO
• A densidade do Alumínio equivale a 1/3 do peso do aço
3. ALTA CONDUTIVIDADE TÉRMICA
• 4 vezes maior do que a do aço;
• Reduz a formação de tensões residuais internas.
4. ALTA CONDUTIVIDADE ELÉTRICA
• 10 vezes maior que a do aço;
• Permite a usinagem do alumínio por erosão;
• APLICAÇÕES •
• Ferramentas;
Moldes e Matrizes de PET, PP, PVC e ABS; •
Indústria Bélica; •
Trocadores de Calor; •
Moldes de protótipos; •
Meios de Transporte: Como elementos estruturais em •
aviões, barcos, automóveis, bicicletas, tanques, blindagens
e outros; na Europa têm sido utilizado com frequência
para formar caixas de trens.
Embalagens: Papel de alumínio, latas, embalagens Tetra •
Pak e outras.
Construção civil: Janelas, portas, divisórias, grades e •
outros.
Bens de uso: Utensílios de cozinha, ferramentas e •
outros.
Transmissão elétrica: Ainda que a condutibilidade •
elétrica do alumínio seja 60% menor que a do cobre, o
seu uso em redes de transmissão elétricas é compensado
pelo seu menor custo e densidade, permitindo maior
distância entre as torres de transmissão.
Recipientes criogênicos até -200ºC. •
Alumínio
SUSTENTABILIDADE
Incentivo para se consumir mais alumínio
A reciclagem de Alumínio é o processo pelo qual ele pode ser reutilizado em determinados
produtos, após ter sido inicialmente produzido. O processo resume-se no derretimento do
metal, o que é muito menos dispendioso e consome muito menos energia do que produzir
o Alumínio através da mineração de bauxita. A mineração e o refino deste requerem
enormes gastos de eletricidade, enquanto que a reciclagem requer apenas 5% da energia para
produzi-lo. Por isto, a reciclagem tornou-se uma atividade importante para esta indústria.
O Alumínio pode ser reciclado tanto a partir de sucatas geradas por produtos de vida
útil esgotada, como de sobras do processo produtivo. O alumínio reciclado pode ser obtido
a partir de esquadrias de janelas, componentes automotivos, eletrodomésticos, latas de
bebidas, entre outros. A reciclagem não danifica a estrutura do metal, que pode ainda ser
reciclado infinitamente e reutilizado na produção de qualquer produto com o mesmo nível
de qualidade de um alumínio recém produzido por mineração.
Pelo seu valor de mercado, a sucata de Alumínio permite a geração de renda para milhares
de famílias brasileiras envolvidas da coleta à transformação final da sucata. Desta forma, a
reciclagem do Alumínio gera benefícios para o país e o meio ambiente, além de ser menos
custoso de obter do que através da sua produção por mineração.
BENEFÍCIOS
1 - Econômicos:
• Fonte de renda para diversos tipos de mão-de-obra;
• Injeção de recursos na economia local;
• Grandes investimentos não são necessários;
• Economia considerável de energia elétrica.
2 - Sociais:
• Diminuição da quantidade de lixo nos aterros sanitários;
• O meio ambiente é menos agredido;
• Colaboração com o crescimento da consciência ecológica;
• Estímulo da reciclagem de outros materiais;
• Áreas carentes são beneficiadas com o aumento de renda.
3 - Políticos:
• Ajuda na composição do lixo urbano;
• Colaboração no estabelecimento de políticas de destino de resíduos sólidos;
• Adaptável a realidades de diferentes tipos e tamanhos de cidades.
O alumínio, por suas excelentes propriedades físico-químicas – entre as quais se destacam o baixo peso
específico, a resistência à corrosão, a alta condutibilidade térmica e elétrica e a infinita reciclagem -
apresenta uma ampla variedade de utilização, que o torna o metal nãoferroso mais consumido no mundo.
metálico no fundo da célula e o
oxigênio liberado reage com o ânodo
de carbono, formando dióxido de
carbono. A Figura 2 mostra o diagrama
de uma célula de redução e a Figura 3,
uma instalação típica de sala de cubas
de redução. Em números redondos,
são necessários 5 kg de bauxita para
produzir 2 kg de alumina e 1 kg de
alumínio primário.
Ponto de fusão
O alumínio possui ponto
de fusão de 660ºC
(quando na pureza de
99,80%), o que é
relativamente baixo
comparado ao do aço,
que é da ordem de
1570°C. Ligas de
alumínio, devido à
presença de outros metais, possuem,
em geral, um ponto de fusão mais baixo
que o alumínio puro. Por exemplo,
a liga 6060 (com ±2% de elementos de
liga) funde-se entre 600ºC e 650ºC,
enquanto a liga 7075 (com ±10% de
elementos de liga) funde-se entre
475ºC e 640ºC.
Peso específico
A leveza é uma das principais
características do alumínio. Seu peso
específico é de cerca de 2,70 g/cm³,
aproximadamente 35% do peso do aço
e 30% do peso do cobre. Essa
característica, aliada ao aumento da
resistência mecânica por adição de
elementos de liga/tratamentos térmicos,
torna o alumínio o metal de escolha
para a indústria aeronáutica
e de transportes.
Características
mecânicas
O alumínio
comercialmente puro
tem uma resistência
à tração de
aproximadamente 90
MPa. Sua utilização
como material
estrutural nesta
condição é um tanto limitada, mas
através do trabalho a frio, sua
resistência mecânica pode ser
praticamente dobrada. Aumentos
maiores na sua resistência podem ser
obtidos com pequenas adições de
outros metais como elementos de liga,
tais como: silício, cobre, manganês,
magnésio, cromo, zinco, ferro etc.
Como o alumínio puro, as “ligas nãotratáveis”
podem também ter sua
resistência aumentada pelo trabalho
a frio. E as “ligas tratáveis” podem ainda
apresentar aumento de resistência
através de tratamento térmico, tanto que
hoje algumas ligas podem ter
resistência à tração de
aproximadamente 700 MPa.
É possível obter-se uma grande
variedade de características
mecânicas ou têmperas em ligas de
alumínio, através das várias
combinações de trabalho a frio e de
tratamento térmico, que serão tratadas
em capítulos específicos.
O alumínio e suas ligas perdem parte
de sua resistência a elevadas
temperaturas, embora algumas ligas
conservem boa resistência em
temperaturas entre 200ºC e 260ºC.
Em temperaturas abaixo de zero,
entretanto, sua resistência aumenta
sem perder a ductilidade e a
tenacidade, tanto que o alumínio é um
metal particularmente utilizado em
aplicações a baixas temperaturas.
Resistência à corrosão
Quando o alumínio líquido é exposto
à atmosfera, forma-se imediatamente
uma fina e invisível camada de óxido,
a qual protege o metal de oxidações
posteriores. Essa característica de autoproteção
dá ao alumínio uma elevada
resistência à corrosão.
A menos que seja exposto a uma
determinada substância ou condição
agressiva que destrua essa película de
óxido de proteção, o metal fica
totalmente protegido contra a corrosão.
O alumínio é altamente resistente ao
tempo, mesmo em atmosferas
industriais, que freqüentemente
corroem outros metais. É também
resistente a vários ácidos.
Os álcalis estão entre as poucas
substâncias que atacam a camada de
óxido e, conseqüentemente, podem
corroer o alumínio. Embora o metal
possa seguramente ser usado na
presença de certos álcalis moderados
com a ajuda de inibidores, em geral o
contato direto com substância alcalina
deve ser evitado.
Algumas ligas são menos resistentes à
corrosão do que outras,
particularmente certas ligas de elevada
resistência mecânica. Tais ligas podem
ser efetivamente protegidas da maioria
das influências corrosivas, através do
revestimento das superfícies expostas
com uma fina camada de alumínio puro
ou ligas de alta resistência à corrosão.
A pintura da superfície seria a
alternativa mais simples.
Uma palavra de alerta deve ser
mencionada com relação às
características de resistência à
corrosão do alumínio. Contatos diretos
com alguns metais devem ser evitados
na presença de um eletrólito, caso
contrário, a corrosão galvânica do
Ponto de fusão
O alumínio possui ponto
de fusão de 660ºC
(quando na pureza de
99,80%), o que é
relativamente baixo
comparado ao do aço,
que é da ordem de
1570°C. Ligas de
alumínio, devido à
presença de outros metais, possuem,
em geral, um ponto de fusão mais baixo
que o alumínio puro. Por exemplo,
a liga 6060 (com ±2% de elementos de
liga) funde-se entre 600ºC e 650ºC,
enquanto a liga 7075 (com ±10% de
elementos de liga) funde-se entre
475ºC e 640ºC.
Peso específico
A leveza é uma das principais
características do alumínio. Seu peso
específico é de cerca de 2,70 g/cm³,
aproximadamente 35% do peso do aço
e 30% do peso do cobre. Essa
característica, aliada ao aumento da
resistência mecânica por adição de
elementos de liga/tratamentos térmicos,
torna o alumínio o metal de escolha
para a indústria aeronáutica
e de transportes.
Características
mecânicas
O alumínio
comercialmente puro
tem uma resistência
à tração de
aproximadamente 90
MPa. Sua utilização
como material
estrutural nesta
condição é um tanto limitada, mas
através do trabalho a frio, sua
resistência mecânica pode ser
praticamente dobrada. Aumentos
maiores na sua resistência podem ser
obtidos com pequenas adições de
outros metais como elementos de liga,
tais como: silício, cobre, manganês,
magnésio, cromo, zinco, ferro etc.
Como o alumínio puro, as “ligas nãotratáveis”
podem também ter sua
resistência aumentada pelo trabalho
a frio. E as “ligas tratáveis” podem ainda
apresentar aumento de resistência
através de tratamento térmico, tanto que
hoje algumas ligas podem ter
resistência à tração de
aproximadamente 700 MPa.
É possível obter-se uma grande
variedade de características
mecânicas ou têmperas em ligas de
alumínio, através das várias
combinações de trabalho a frio e de
tratamento térmico, que serão tratadas
em capítulos específicos.
O alumínio e suas ligas perdem parte
de sua resistência a elevadas
temperaturas, embora algumas ligas
conservem boa resistência em
temperaturas entre 200ºC e 260ºC.
Em temperaturas abaixo de zero,
entretanto, sua resistência aumenta
sem perder a ductilidade e a
tenacidade, tanto que o alumínio é um
metal particularmente utilizado em
aplicações a baixas temperaturas.
Resistência à corrosão
Quando o alumínio líquido é exposto
à atmosfera, forma-se imediatamente
uma fina e invisível camada de óxido,
a qual protege o metal de oxidações
posteriores. Essa característica de autoproteção
dá ao alumínio uma elevada
resistência à corrosão.
A menos que seja exposto a uma
determinada substância ou condição
agressiva que destrua essa película de
óxido de proteção, o metal fica
totalmente protegido contra a corrosão.
O alumínio é altamente resistente ao
tempo, mesmo em atmosferas
industriais, que freqüentemente
corroem outros metais. É também
resistente a vários ácidos.
Os álcalis estão entre as poucas
substâncias que atacam a camada de
óxido e, conseqüentemente, podem
corroer o alumínio. Embora o metal
possa seguramente ser usado na
presença de certos álcalis moderados
com a ajuda de inibidores, em geral o
contato direto com substância alcalina
deve ser evitado.
Algumas ligas são menos resistentes à
corrosão do que outras,
particularmente certas ligas de elevada
resistência mecânica. Tais ligas podem
ser efetivamente protegidas da maioria
das influências corrosivas, através do
revestimento das superfícies expostas
com uma fina camada de alumínio puro
ou ligas de alta resistência à corrosão.
A pintura da superfície seria a
alternativa mais simples.
Uma palavra de alerta deve ser
mencionada com relação às
características de resistência à
corrosão do alumínio. Contatos diretos
com alguns metais devem ser evitados
na presença de um eletrólito, caso
contrário, a corrosão galvânica do
alumínio pode surgir na região da área
de contato. Quando houver
necessidade de se unir o alumínio com
esses metais, recomenda-se o
isolamento da área com pinturas
betuminosas ou materiais isolantes.
Na série galvânica, mostrada na
tabela ao lado, qualquer material tende
a ser corroído através do contato com
qualquer outro metal inferior a ele.
Apesar da sua baixa posição na série,
o aço inoxidável pode ser seguramente
acoplado ao alumínio em vários
ambientes porque o aço é altamente
polarizado. Em ambientes com
elevados teores de cloretos, o aço
inoxidável pode causar substancial
corrosão de contato no alumínio.
O alumínio puro possui um coeficiente
de dilatação térmica linear de
0,0000238 mm/ºC, na faixa de 20ºC
a 100ºC. Este coeficiente é
aproximadamente duas vezes o do aço.
Porém, devido ao baixo módulo de
elasticidade do alumínio, induzem-se
menores tensões na estrutura do
alumínio, com a variação de
temperatura, que na do aço.
O Processo de Produção
Tudo começa com um punhado
de terra
Esse tipo de terra é conhecido como minério
de bauxita. Se você olhasse para um carregamento
de 4 toneladas dessa terra e alguém perguntasse,
“o que você pode fazer com isso?”—
muitos pensariam, “não muito. Talvez um pequeno
aterro”.
O pó e o metal
Mas de 4 toneladas de bauxita, é possível obter
cerca de 2 toneladas de alumina — óxido
branco de alumínio em forma de pó. Não é fácil.
A tecnologia é complexa e o equipamento volumoso.
Mas a Alcoa aprimorou o processo de refino
ao ponto de conseguir o melhor rendimento
com um mínimo impacto ambiental. A partir
de 2 toneladas de alumina é possível extrair aproximadamente
uma tonelada de alumínio.
1- Mineração
Bauxita é um mineral rico em óxido de alumínio,
formado durante milhões de anos pela
alteração química de rochas contendo silicatos
de alumínio. Foram primeiramente encontradas
na França e, posteriormente, em diversas
regiões do planeta. Atualmente as principais
reservas estão localizadas no Caribe, Austrália,
África e América do Sul.
2- Refino
Para se transformar em alumina a bauxita é
triturada e misturada a uma solução de soda
cáustica. Depois a mistura é bombeada para
containers onde permanece sob alta pressão
e é aquecida. O óxido de alumínio, dissolvido
pela soda cáustica é separado da solução,
lavado e aquecido para separar-se da água.
O elemento assim obtido é um pó branco,
semelhante ao açúcar, chamado alumina ou
óxido de alumínio (Al2O3 ).
3- Aalumina
Aluminas químicas são usadas em purificação
de água e também na produção de tijolos
refratários, cerâmicas, adesivos, catalizadores
e retardantes de chamas para incorporação
em plásticos e outros elementos.
4- Redução
A alumina transforma-se em alumínio ao
passar por um processo de redução eletrolítica.
Nele a alumina é dissolvida em banho de
criolita, dentro de grandes células revestidas
de carbono chamadas cubas.
Em seguida uma poderosa corrente elétrica é
conduzida através do banho, separando o alumínio
da solução. Por meio de um sifão o alumínio
é então retirado.
5- Alumínio
Das cubas de redução o alumínio retirado
pelo sifão é levado para fornos onde é acrescido
de outros metais (anteligas), adquirindo
propriedades específicas para determinados
usos.
O metal, purificado em processo de fundição
é colocado em moldes ou vasado diretamente
em lingotes. Formulações posteriores
são usadas para transformar o alumínio em
ligas dando-lhe características específicas
para fundidos, laminados, forjados, perfilados
ou extrudados — possibilitando a produção
de milhares de itens, desde latinhas para
bebidas até cabines para aviões a jato.
6- Reciclagem
Material de valor na cadeia de consumo, o alumínio
oferece um poderoso incentivo econômico
para a reciclagem. Das cerca de 100 bilhões
de latinhas de bebidas produzidas anualmente
nos E.U.A., aproximadamente 2/3 retornam
para reciclagem.
O mesmo ocorre com 85-90% do alumínio
utilizado em veículos.
Todos ganham. Como os veículos que utilizam
mais alumínio pesam menos, gastam
menos combustível, reduzindo a emissão de
gases. A reciclagem também reduz em 95% a
energia necessária para produzir um novo alumínio
a partir da bauxita, energia que pode
ser então utilizada em outro tipo de consumo.
O aumento espetacular no consumo
de alumínio é prova do que este
metal significa na indústria moderna.
O alumínio segue o ferro/aço entre os
metais de maior consumo anual,
sendo
o mais importante dos metais não
ferrosos. A variedade de usos do
alumínio está relacionada com suas
O Processo de Produção
Tudo começa com um punhado de terra. Esse tipo de terra é conhecido como minério de bauxita. Se você olhasse para um carregamento de 4 toneladas dessa
terra e alguém perguntasse, “o que você pode fazer com isso?”— muitos pensariam, “não muito. Talvez um pequeno aterro”.
Mas de 4 toneladas de bauxita, é possível obter cerca de 2 toneladas de alumina — óxido branco de alumínio em forma de pó. Não é fácil. A tecnologia é
complexa e o equipamento volumoso. A partir de 2 toneladas de alumina é possível extrair aproximadamente uma tonelada de alumínio.
1- Mineração
Bauxita é um mineral rico em óxido de alumínio,
formado durante milhões de anos pela alteração
química de rochas contendo silicatos de alumínio.
Foram primeiramente encontradas na França e,
posteriormente, em diversas regiões do planeta.
Atualmente as principais reservas estão localizadas no
Caribe, Austrália, África e América do Sul.
2- Refino
Para se transformar em alumina a bauxita é triturada e
misturada a uma solução de soda cáustica. Depois a
mistura é bombeada para containers onde permanece
sob alta pressão e é aquecida. O óxido de alumínio,
dissolvido pela soda cáustica é separado da solução,
lavado e aquecido para separar-se da água. O elemento
assim obtido é um pó branco, semelhante ao açúcar,
chamado alumina ou óxido de alumínio (Al2O3 ).
3- A alumina
Aluminas químicas são usadas em purificação de água
e também na produção de tijolos refratários, cerâmicas,
adesivos, catalizadores e retardantes de chamas para
incorporação em plásticos e outros elementos.
4- Redução
A alumina transforma-se em alumínio ao passar por um
processo de redução eletrolítica. Nele a alumina é
dissolvida em banho de criolita, dentro de grandes
células revestidas de carbono chamadas cubas.
Em seguida uma poderosa corrente elétrica é conduzida
através do banho, separando o alumínio da solução.
Por meio de um sifão o alumínio é então retirado.
5- Alumínio
Das cubas de redução o alumínio retirado pelo sifão é
levado para fornos onde é acrescido de outros metais
(anteligas), adquirindo propriedades específicas para
determinados usos.
O metal, purificado em processo de fundição é
colocado em moldes ou vasado diretamente em
lingotes. Formulações posteriores são usadas para
transformar o alumínio em ligas dando-lhe
características específicas para fundidos, laminados,
forjados, perfilados ou extrudados — possibilitando a
produção de milhares de itens, desde latinhas para
bebidas até cabines para aviões a jato.
6- Reciclagem
Material de valor na cadeia de consumo, o alumínio
oferece um poderoso incentivo econômico para a
reciclagem. Das cerca de 100 bilhões de latinhas de
bebidas produzidas anualmente nos E.U.A.,
aproximadamente 2/3 retornam para reciclagem. O
mesmo ocorre com 85-90% do alumínio utilizado em
veículos. Todos ganham. Como os veículos que
utilizam mais alumínio pesam menos, gastam menos
combustível, reduzindo a emissão de gases. A
reciclagem também reduz em 95% a energia
necessária para produzir um novo alumínio a partir
da bauxita, energia que pode ser então utilizada em
outro tipo de consumo.
Bibliografia Atualizado em 06/11/2012
http://www.abal.org.br/servicos/biblioteca/fundamentos.asp
http://pt.scribd.com/doc/111463390/41577433-as-Consequencias-Da-Utilizacao-Do-Aluminio
http://www.alcoa.com/brazil/pt/custom_page/about_aluminum.asp
Pelo altíssimo consumo e por
terem um ciclo de vida útil mais
curto que o de outros produtos
de alumínio, as latas são
disparado as campeãs da
reciclagem no Brasil: aqui se
reaproveitam 98,3% delas, o que
faz do país o líder mundial na
atividade há dez anos
consecutivos, segundo a
Associação Brasileira do
Alumínio (Abal). Através do
esforço de catadores formais e
informais, o Brasil reciclou 2
milhões de latinhas por hora no
ano passado, sendo a maioria
delas descartada em São Paulo,
onde existem milhares de
catadores informais - de certo
modo, um retrato da pobreza e
da falta de trabalho formal que
leva pessoas a adotar essa
atividade como profissão.
A ERA DA ALTA
TECNOLOGIA
Versátil, abundante, leve, resistente,
de muito boa aparência, fácil de
trabalhar e montar, indefinidamente
reciclável, o alumínio é, também,
notável por suas propriedades
criogênicas, sendo excelente
condutor de eletricidade e calor; não
magnético e excelente refletor de luz
e calor. O seu amplo leque de
propriedades destacam-se no pela
diversidade de uso. Sua versatilidade
o faz o segundo metal mais
importante para a indústria moderna,
substituindo desde elementos frágeis
como o papel até elementos de alta
resistência como o aço.
É, entretanto, no segmento das
indústrias de alta tecnologia, que o
alumínio adquire extraordinária
importância. Em ligas especiais ele é
cada vez mais utilizado na produção
de itens de primeira linha.
NA INDÚSTRIA
HIGH TECH
Os projetos Ferrari e Audi (fotos
acima) utilizam alumínio em ligas de
alta resistência, na construção dos
chassis e outros componentes.
É também cada vez mais expressiva
a participação do alumínio no setor
aeroespacial e de forjados,
substituindo com vantagem
elementos tradicionais.
O alumínio foi descoberto por Sir Humphrey Davy em
1809, tendo sido isolado pela primeira vez em 1825 por
H. C. Oersted. Porém, apenas em 1886 foi desenvolvido
um processo industrial econômico de redução. Neste ano,
dois cientistas trabalhando independentemente, Charles
MartinHall, nos Estados Unidos, e Paul Louis Héroult, na
França, inventaram o mesmo procedimento eletrolítico
para reduzir a alumina.
O procedimento Hall-Héroult é o que se usa atualmente e
consome cerca de 14,8 kWhcc (média brasileira) para a
produção de um quilo de alumínio primário. O elemento
“alumínio” é abundante na crosta terrestre na forma
de óxido de alumínio (Al2O3) e as reservas minerais são
quase ilimitadas. O minério industrial mais importante é a
“bauxita”, com um teor de óxido de alumínio entre 35% a
45%; suas jazidas localizam-se principalmente nas
regiões tropicais e, no Brasil, concentram-se na área
amazônica. O Brasil tem vocação para produção de
alumínio, pois além da abundante reserva de bauxita (o
Brasil detém a terceira maior reserva de bauxita do
mundo), tem um alto potencial de geração de energia
hidrelétrica, que é um insumo primordial para obtenção do
alumínio primário através da eletrólise, conforme já
mencionado.
Para a transformação da bauxita, o processo químico
denominado Bayer é o mais utilizado na indústria do
alumínio. Neste processo, a alumina é dissolvida em soda
cáustica e, posteriormente, filtrada para separar todo o
material sólido, concentrando-se o filtrado para a
cristalização da alumina. Os cristais são secados e
calcinados para eliminar a água, sendo o pó branco de
alumina pura enviado à Redução para obtenção de
alumínio, através de eletrólise, processo conhecido como
Hall-Héroult, conforme já mencionado.
As principais fases da produção de alumina, desde a
entrada do minério até a saída do produto, são: moagem,
digestão, filtração/evaporação, precipitação e calcinação.
No processo de eletrólise, para obtenção do alumínio, a
alumina é carregada de forma controlada, em um eletrólito
fundido, formado por sais de criolita e fluoreto de alumínio.
A passagem de corrente elétrica na célula eletrolítica
promove a redução da alumina, decantando o alumínio
metálico no fundo da célula e o oxigênio liberado reage
com o ânodo de carbono, formando dióxido de carbono.
Em números redondos, são necessários 5 kg de bauxita
para produzir 2 kg de alumina e 1 kg de alumínio primário.
As operações de alumina têm
um fluxograma de certa
complexidade, que pode ser
resumido em um circuito
básico simples (veja figura à
esquerda)
A Figura à direita mostra o diagrama de
uma célula de redução
O alumínio pode ser fundido
por qualquer método
conhecido; pode ser laminado
em qualquer espessura até
folhas mais finas que as de
papel; chapas de alumínio
podem ser estampadas,
cunhadas, repuxadas e
corrugadas.
O alumínio pode ser
extrudado numa infinidade de
perfis de seção transversal
constante e degrande
comprimento.
O metal pode ser, também,
forjado ou impactado.
DIEGO BARBOSA S. DA SILVA
FABIANO FERREIRA DA SILVA
JOBSON DE OLIVEIRA
MARCOS DOS SANTOS ALVES
NAOR RIBEIRO DE FREITAS
RODRIGO AVALLONE
ROGER JANEZ ARANTES
Série A - 2º Semestre
PROF. NAIM ATHIE
PROFa. VANESSA
3799569985
3715647599
3728721412
4211807573
4211750479
3715681068
4251861124
Obtenção do alumínio e de
produtos semi-acabados
As operações que envolvem a transformação do
alumínio, desde o metal virgem ou lingote de liga até
as formas usuais requeridas pela indústria, podem ser
convenientemente agrupadas sob várias condições.
Hoje, os Estados Unidos e o Canadá são os maiores
produtores mundiais de alumínio. Entretanto, nenhum deles
possui jazidas de bauxita em seu território, dependendo
exclusivamente da importação. O Brasil tem a terceira maior
reserva do minério no mundo, localizada na região
amazônica, perdendo apenas para Austrália e Guiné. Além
da Amazônia, o alumínio pode ser encontrado no sudeste
do Brasil, na região de Poços de Caldas (MG) e Cataguases
(MG). A bauxita é o minério mais importante para a
produção de alumínio, contendo de 35% a 55% de óxido de
alumínio.