NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

Regras para Fabria!"es
Te#"$ Pr$p$s"a
12.1.1. Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem referências técnicas,
princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade
física dos traal!adores e estaelece re"uisitos mínimos para a pre#enção de acidentes e
agra#os $ saúde nas fases de pro%eto, faricação e utili&ação de m'"uinas e
e"uipamentos de todos os tipos, e ainda $ sua importação, comerciali&ação, exposição e
cessão a "ual"uer título, em todas as ati#idades econ(micas, sem pre%uí&o da
oser#)ncia do disposto nas demais Normas Regulamentadoras * NR apro#adas pela
+ortaria n, -.21., de / de %un!o de 101/, nas normas técnicas oficiais #igentes e na sua
ausência as normas internacionais aplic'#eis.
12.1.1.1. Entende2se como fase de utili&ação o transporte, montagem, instalação,
preparação, a%uste da m'"uina ou e"uipamento.
12.1.2. 3s disposiç4es desta Norma referem2se a pro%eto, faricação e #enda m'"uinas e
e"uipamentos no#os, exceto nos itens em "ue !ou#er menção específica "uanto $ sua
aplicailidade.
12.1.-. 3s disposiç4es sore segurança em m'"uinas e e"uipamentos contidas nas
demais Normas Regulamentadoras se aplicam a todos os setores econ(micos
12.1... 5ão consideradas medidas de proteção, a ser adotadas as medidas de proteção
coleti#a6
12%2 &isp$si'(es Gerais
12.2.1. 3s m'"uinas autopropelidas agrícolas, florestais e de construção em aplicaç4es
agro2florestais e respecti#os implementos de#em atender ao disposto no 3nexo 78 desta
Norma.
12.2.2. 3s m'"uinas e e"uipamentos estacion'rios de#em possuir medidas pre#enti#as
"uanto $ sua estailidade, de modo "ue não asculem e não se deslo"uem
intempesti#amente por #iraç4es, c!o"ues, forças externas pre#isí#eis, forças din)micas
internas ou "ual"uer outro moti#o acidental.
12.2.- 3 concepção de m'"uinas e e"uipamentos de#e oser#ar o princípio da fal!a
segura, as do processo, a apreciação do risco e o estado da técnica.
12.2.-. 3s m'"uinas autopropelidas não contempladas no item 12.2.1 de#em atender ao
disposto nos suitens 12.1.1, 12.1.1.1, 12.1.2, 12.1.-, 12.1.., 12.../, 12...0, 12.9.1,
12.9.1.1, 12.9.0, 12.9.1:, 12.9.12, 12.9.1;, 12.9.19, 12./.1, 12.0.1, 12.0.2, 12.11.1,
12.12.1, 12.12.2, 12.1-.1, 12.1..1, 12.1..2, 12.1..-, 12.1..9, 12.19.1, 12.19.1.1,
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12.19.1.2, 12.11.2, 12.11.2.1, 12.11.2.2, 12.1/...- e itens e suitens 1;, 1;.1 e 1;.2 do
3nexo 78 desta Norma.
12%) Arra!*$ +,si$ e i!s"a-a'.$
12.-.1. Nas m'"uinas e e"uipamentos m<#eis "ue possuem rodí&ios, pelo menos dois
deles de#em possuir tra#as.
12%/% &isp$si"i0$s e-1"ri$s%
12...1. =s sistemas elétricos das m'"uinas e e"uipamentos de#em ser pro%etados de
modo a pre#enir, por meios seguros, os perigos de c!o"ue elétrico, incêndio, explosão e
outros tipos de acidentes, conforme pre#isto na NR21:.
12...2. Nas m'"uinas e e"uipamentos em "ue a falta ou a in#ersão de fases da
alimentação elétrica puder ocasionar riscos, de#e !a#er dispositi#o "ue impeça a
ocorrência de acidentes.
12...-. =s sistemas elétricos das m'"uinas e e"uipamentos "ue este%am ou possam estar
em contato direto ou indireto com 'gua ou agentes corrosi#os de#em ser pro%etadas com
meios e dispositi#os "ue garantam sua lindagem, estan"ueidade, isolamento e
aterramento, de modo a pre#enir a ocorrência de acidentes
12..... =s condutores de alimentação elétrica das m'"uinas e e"uipamentos de#em
atender aos seguintes re"uisitos mínimos de segurança>
a? oferecer resistência mec)nica compatí#el com a sua utili&ação6
? possuir proteção contra a possiilidade de rompimento mec)nico, de contatos
arasi#os e de contato com lurificantes, comustí#eis e calor6
c? locali&ação de forma "ue nen!um segmento fi"ue em contato com as partes m<#eis ou
cantos #i#os6
d? ser constituídos de materiais "ue não propaguem o fogo, ou se%a, autoextinguí#eis.
12...;. =s painéis elétricos de alimentação das m'"uinas e e"uipamentos de#em atender
aos seguintes re"uisitos mínimos de segurança>
a? possuir porta de acesso, mantida permanentemente fec!ada6
? possuir sinali&ação "uanto ao perigo de c!o"ue elétrico e restrição de acesso por
pessoas não autori&adas6
c? possuir proteção e identificação dos circuitos6 e
d? atender ao grau de proteção @8+? ade"uado em função do amiente de uso.
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12...9. 3s ligaç4es e deri#aç4es dos condutores elétricos das m'"uinas e e"uipamentos
de#em ser feitas mediante dispositi#os apropriados e conforme as normas técnicas
oficiais #igentes, de modo a assegurar resistência mec)nica e contato elétrico ade"uado.
12...1 5ão proiidas nas m'"uinas e e"uipamentos>
a? a utili&ação de c!a#es tipo faca nos circuitos elétricos6 e
? a existência de circuitos elétricos com partes energi&adas expostas.
12.../. 3s aterias de#em atender aos seguintes re"uisitos mínimos de segurança>
a? estar locali&adas de modo "ue sua manutenção e troca possam ser reali&adas
facilmente a partir do solo ou de uma plataforma de apoio6
? ser construídas e fixadas de forma a não !a#er deslocamento acidental6 e
c? ter o terminal positi#o protegido, a fim de pre#enir contato acidental e curto2circuito.
12%2% &isp$si"i0$s 3e par"i3a4 ai$!a5e!"$ e para3a%
12.;.1.1 =s dispositi#os de partida, acionamento e parada das m'"uinas e e"uipamentos
de#em ser pro%etados, selecionados e instalados de modo "ue>
a? não se locali&em em suas &onas perigosas6
? possam ser acionados ou desligados em caso de emergência por outra pessoa "ue
não se%a o operador6
c? impeçam acionamento ou desligamento in#olunt'rio pelo operador ou por "ual"uer
outra forma acidental6
d? não acarretem riscos adicionais6
12.;.1.2 =s comandos de partida ou acionamento das m'"uinas e e"uipamentos de#em
possuir dispositi#os "ue impeçam seu funcionamento autom'tico ao serem energi&adas.
12.;.2. Auando for utili&ado dispositi#o de acionamento imanual, #isando a manter as
mãos do operador fora da &ona de perigo, este de#e atender, oser#adas as normas
técnicas oficiais #igentes, aos seguintes re"uisitos mínimos>
a? ter relação entre os sinais de entrada e saída, de modo "ue os sinais de entrada
aplicados a cada um dos dois atuadores do imanual de#em %untos iniciar o sinal de
saída6
? possuir atuação síncrona, ou se%a, um sinal de saída de#e ser gerado somente "uando
os dois atuadores do imanual forem atuados com um retardo de tempo menor ou igual a
:,;s @meio segundo?6
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c? terminar o sinal de saída "uando !ou#er desacionamento de "ual"uer dos atuadores
do imanual6
d? tornar possí#el o reinício do sinal de saída somente ap<s a desati#ação dos dois
atuadores do imanual6
e? estar so monitoramento autom'tico por interface de segurança6
f? exigir uma atuação intencional a fim de minimi&ar a proailidade de operação
acidental6 e
g? possuir distanciamento e arreiras entre os atuadores para dificultar a urla.
12.;.-. Nas m'"uinas e e"uipamentos operados por dois ou mais dispositi#os de
acionamento imanual, a atuação síncrona é re"uerida somente para cada um dos
dispositi#os de acionamento imanual e não entre dispositi#os diferentes, "ue de#em
manter simultaneidade entre si.
12.;... = dispositi#o de acionamento imanual de#e ser posicionado a uma dist)ncia
mínima da &ona de perigo, le#ando em consideração>
a? a forma, a disposição e o tempo de resposta do dispositi#o de acionamento imanual6
? o tempo m'ximo necess'rio para a paralisação da m'"uina ou e"uipamento, ou para a
remoção do perigo, ap<s o término do sinal de saída do dispositi#o de acionamento
imanual6 e
c? a utili&ação pro%etada para a m'"uina ou e"uipamento.
12.;.;. = dispositi#o de acionamento imanual m<#el instalado em pedestal de#e>
a? manter2se est'#el em sua posição de traal!o6 e
? possuir altura compatí#el com o alcance do operador em sua posição de traal!o.
12.;.9. Nas m'"uinas e e"uipamentos cu%a operação re"ueira a participação de mais de
uma pessoa, o número de dispositi#os de acionamento imanual simult)neos de#e
corresponder ao número de operadores expostos aos perigos decorrentes de seu
acionamento, de modo "ue o ní#el de proteção se%a o mesmo para cada traal!ador
12.;.9.1. Be#e !a#er seletor, com lo"ueio, do número de dispositi#os de acionamento
imanual em utili&ação, "ue impeça a sua seleção por pessoas não autori&adas
12.;.9.2. = circuito de acionamento de#e ser pro%etado de modo a impedir o
funcionamento dos dispositi#os de acionamento imanual !ailitados pelo seletor
en"uanto os demais dispositi#os plug'#eis não !ailitados não forem desconectados.
12.;.9.-. Auando utili&ados dois ou mais dispositi#os de acionamento imanual
simult)neos, de#em possuir sinal luminoso "ue indi"ue seu funcionamento.
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12.;.1. 3s m'"uinas e e"uipamentos pro%etadas e faricados para permitir a utili&ação de
#'rios modos de comando ou de funcionamento "ue apresentem ní#eis de segurança
diferentes, de#em possuir um seletor "ue atenda aos seguintes re"uisitos>
a? possiilidade de lo"ueio em cada posição, impedindo a sua mudança por pessoas
não autori&adas6
? correspondência de cada posição a um único modo de comando ou de funcionamento6
c? modo de comando selecionado com prioridade sore todos os outros sistemas de
comando, com exceção da parada de emergência6 e
d? seleção #isí#el, clara e facilmente identific'#el.
12.;./. 3s m'"uinas e e"uipamentos, cu%o acionamento por pessoas não autori&adas
possam oferecer risco $ saúde ou integridade física de "ual"uer pessoa, de#em possuir
sistema "ue possiilite o lo"ueio de seus dispositi#os de acionamento.
12.;.0. Be#em ser inclusas no pro%eto da m'"uina e e"uipamento, "uando necess'rias,
medidas adicionais de alerta, como sinal sonoro, #isual, ou dispositi#os de
telecomunicação, considerando as características de operação.
12.;.1:. = pro%eto da m'"uina e e"uipamento de#e pre#er "ue "uando for utili&ado
controle sem fio, e em caso de perda de comunicação, de#e ocorrer a parada autom'tica
das funç4es perigosas e a m'"uina de#er' entrar em estado seguro.
12.;.1:.1. 3s m'"uinas e e"uipamentos comandados por radiofre"uência, infra#ermel!o
ou outras tecnologias de#em possuir proteção contra interferências acidentais.
12.;.11. =s componentes de partida, parada, acionamento e controles "ue comp4em a
interface de operação das m'"uinas e e"uipamentos faricados a partir de 2. de Carço
de 2:12 de#em>
a? possiilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência, "uando
aplic'#el, conforme item 12.1 e seus suitens6 e
? operar em extraaixa tensão de até 2;DE3@#inte e cinco #olts em corrente alternada?
ou de até 9:DEE @sessenta #olts em corrente contínua?, ou ser adotada outra medida de
proteção contra c!o"ues elétricos, conforme Normas Fécnicas oficiais #igentes.
12.;.12. G permitida a parada controlada do motor, desde "ue não !a%a riscos decorrentes
de sua parada não instant)nea.
12%6% Sis"e5as 3e seg7ra!'a
12.9.1. 3s &onas de perigo das m'"uinas e e"uipamentos de#em possuir sistemas de
segurança, caracteri&ados por proteç4es fixas, proteç4es m<#eis e dispositi#os de
segurança interligados, "ue garantam proteção $ saúde e $ integridade física dos
traal!adores.
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12.9.1.1. 3 adoção de sistemas de segurança, em especial nas &onas de operação "ue
apresentem perigo, de#em considerar as características técnicas da m'"uina ou
e"uipamento e do processo de traal!o e as medidas e alternati#as técnicas existentes,
de modo a atingir o ní#el necess'rio de segurança, em conformidade com as
determinaç4es desta Norma.
12.9.2. =s sistemas de segurança de#em ser selecionados, instalados e mantidos de
modo a atender aos seguintes re"uisitos>
a? ter categoria de segurança conforme pré#ia apreciação de riscos pre#ista nas normas
técnicas oficiais #igentes6
? estar so a responsailidade técnica de profissional legalmente !ailitado, com
respecti#a 3notação de Responsailidade Fécnica do Eonsel!o Regional de Engen!aria
e 3gronomia * 3RFHERE36
c? possuir conformidade técnica com o sistema de comando a "ue são integrados6
d? não permitir a urla6
e? ser mantidos so #igil)ncia autom'tica, ou se%a, monitoramento, de acordo com a
categoria de segurança re"uerida, exceto para dispositi#os de segurança exclusi#amente
mec)nicos6
f? impedir o reinicio autom'tico das funç4es perigosas ap<s terem sido atuados6 e
g? paralisar os mo#imentos perigosos
12.9.-. =s sistemas de segurança, se indicado pela apreciação de riscos, de#em exigir
rearme @IresetJ? manual.
12.9.-.1. Bepois "ue um comando de parada ti#er sido iniciado pelo sistema de
segurança a condição de parada de#e ser mantida até "ue existam condiç4es seguras
para o rearme
12.9... +ara fins de aplicação desta Norma, considera2se proteção o elemento
especificamente utili&ado para pro#er segurança por meio de arreira física, podendo ser>
a? proteção fixa, "ue de#e ser mantida em sua posição de maneira permanente ou por
meio de elementos de fixação "ue s< permitam sua remoção ou aertura com o uso de
ferramentas6 e
? proteção m<#el, "ue pode ser aerta sem o uso de ferramentas, geralmente ligada por
elementos mec)nicos $ estrutura da m'"uina ou e"uipamento, ou a um elemento fixo
pr<ximo, e de#e se associar a dispositi#os de intertra#amento
12.9.;. =s componentes relacionados aos sistemas de segurança e comandos de
acionamento e parada das m'"uinas, inclusi#e de emergência, de#em garantir a
manutenção do estado seguro da m'"uina ou e"uipamento "uando ocorrerem flutuaç4es
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no ní#el de energia além dos limites considerados no pro%eto, incluindo o corte e
restaelecimento do fornecimento de energia.
12.9.9. 3 proteção de#e ser m<#el "uando o acesso a uma &ona de perigo for re"uerido
uma ou mais #e&es por turno de traal!o.
12.9.1 3s proteç4es m<#eis de#em>
a? ser associadas a dispositi#os de intertra#amento "uando sua aertura não possiilitar o
acesso $ &ona de perigo antes da eliminação do risco6 e
? ser associadas a dispositi#os de intertra#amento com lo"ueio "uando sua aertura
possiilitar o acesso $ &ona de perigo antes da eliminação do risco.
12.9./. 3s m'"uinas e e"uipamentos dotados de proteç4es m<#eis associadas a
dispositi#os de intertra#amento de#em>
a? operar somente "uando as proteç4es esti#erem fec!adas6
? paralisar suas funç4es perigosas "uando as proteç4es forem aertas durante a
operação6 e
c? garantir "ue o fec!amento das proteç4es por si s< não possa dar inicio $s funç4es
perigosas.
12.9.0. =s dispositi#os de intertra#amento com lo"ueio associados $s proteç4es m<#eis
das m'"uinas e e"uipamentos de#em>
a? permitir a operação somente en"uanto a proteção esti#er fec!ada e lo"ueada6
? manter a proteção fec!ada e lo"ueada até "ue ten!a sido eliminado o risco de lesão
de#ido $s funç4es perigosas da m'"uina ou e"uipamento6 e
c? garantir "ue o fec!amento e lo"ueio da proteção por si s< não possa dar inicio $s
funç4es perigosas da m'"uina ou e"uipamento
12.9.1:. 3s transmiss4es de força e os componentes m<#eis a elas interligados,
acessí#eis ou expostos, de#em possuir proteç4es fixas, ou m<#eis com dispositi#os de
intertra#amento, "ue impeçam o acesso por todos os lados
12.9.11.1. Auando utili&adas proteç4es m<#eis para o enclausuramento de transmiss4es
de força "ue possuam inércia, de#em ser utili&ados dispositi#os de intertra#amento com
lo"ueio
12.9.11.2. = eixo cardã de#e possuir proteção ade"uada, em toda a sua extensão, fixada
na tomada de força da m'"uina desde a cru&eta até o acoplamento do implemento ou
e"uipamento.
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12.9.12. 3s m'"uinas e e"uipamentos "ue podem oferecer risco de ruptura de suas
partes, pro%eção de materiais, partículas ou sust)ncias, de#em possuir proteç4es "ue
garantam a saúde e a segurança dos traal!adores.
12.9.12.1. 3s proteç4es de#em ser pro%etadas, construídas e instaladas de modo a
atender aos seguintes re"uisitos>
a? cumprir suas funç4es apropriadamente durante a #ida útil estimada da m'"uina ou
e"uipamento, ou possiilitar a reposição de partes deterioradas ou danificadas6
? ser constituídas de materiais resistentes e ade"uados $ contenção de pro%eção de
peças, materiais e partículas6
c? ser firmemente fixadas e garantir estailidade e resistência mec)nica compatí#eis com
os esforços re"ueridos6
d? não criar pontos de esmagamento ou agarramento com partes da m'"uina ou
e"uipamento, ou com outras proteç4es6
e? não possuir extremidades e arestas cortantes ou outras saliências perigosas6
f? resistir $s condiç4es amientais do local onde estão instaladas6
g? impedir "ue seus dispositi#os de intertra#amento possam ser urlados6
!? proporcionar condiç4es de !igiene e limpe&a6
i? impedir o acesso $ &ona de perigo6
%? ter seus dispositi#os de intertra#amento protegidos, no "ue for possí#el, contra su%idade,
K? ter ação positi#a, ou se%a, atuação de modo positi#o6 e
l? não acarretar riscos adicionais.
12.9.1-. Auando a proteção for confeccionada com material descontínuo, de#em ser
oser#adas as dist)ncias de segurança para impedir o acesso $s &onas de perigo,
conforme pre#isto no 3nexo 8, item I3J.
12.9.1.. 5empre "ue forem utili&ados sistemas de segurança, inclusi#e proteç4es
distantes, com possiilidade de alguma pessoa ficar na &ona de perigo, de#e ser adotada
uma das seguintes medidas adicionais de proteção coleti#a para impedir a partida da
m'"uina en"uanto !ou#er pessoas nessa &ona>
a? sensoriamento da presença de pessoas6
? proteç4es m<#eis ou sensores de segurança na entrada ou acesso $ &ona de perigo,
associadas a rearme @IresetJ? manual
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12.9.1..1. 3 locali&ação dos atuadores de rearme @IresetJ? manual de#e permitir uma
#isão completa da &ona protegida pelo sistema.
12.9.1..2. Auando não for possí#el o cumprimento da exigência do item 12.9.1..1, de#e
ser adotado o sensoriamento da presença de pessoas nas &onas de perigo com a
#isuali&ação ostruída, ou a adoção de sistema "ue exi%a a ida $ &ona de perigo não
#isuali&ada, como, por exemplo, duplo rearme @IresetJ?.
12.9.1..-. Be#e !a#er dispositi#os de parada de emergência locali&ados no interior da
&ona protegida pelo sistema, em como meios de lierar pessoas presas dentro dela
12.9.1;. 3s proteç4es tamém utili&adas como meio de acesso por exigência das
características da m'"uina ou e"uipamento de#em atender aos re"uisitos de resistência e
segurança ade"uados a amas as finalidades.
12.9.19. 3s proteç4es, dispositi#os e sistemas de segurança de#em integrar as m'"uinas
e e"uipamentos e não podem ser considerados itens opcionais para "ual"uer fim
12%8% &isp$si"i0$s 3e para3a 3e e5erg9!ia
12.1.1 3s m'"uinas e e"uipamentos de#em ser e"uipados com um ou mais dispositi#os
de parada de emergência, por meio dos "uais possam ser e#itadas situaç4es de perigo
latentes e existentes.
12.1.1.1. =s dispositi#os de parada de emergência não de#em ser utili&ados como
dispositi#os de partida ou de acionamento.
12.1.1.2. Excetuam2se da origação do suitem 12.1.1 as m'"uinas e e"uipamentos
manuais, as m'"uinas autopropelidas e a"uelas nas "uais o dispositi#o de parada de
emergência não possiilita a redução do risco.
12.1.2. =s dispositi#os de parada de emergência de#em ser posicionados em locais de
f'cil acesso e #isuali&ação pelos operadores em seus postos de traal!o e por outras
pessoas, e mantidos permanentemente desostruídos.
12.1.-. =s dispositi#os de parada de emergência de#em>
a? ser selecionados, montados e interconectados de forma a suportar as condiç4es de
operação pre#istas, em como as influências do meio6
? ser usados como medida auxiliar, não podendo ser alternati#a a medidas ade"uadas
de proteção ou a sistemas autom'ticos de segurança6
c? possuir acionadores pro%etados para f'cil atuação do operador ou outros "ue possam
necessitar da sua utili&ação6
d? pre#alecer sore todos os outros comandos6
e? pro#ocar a parada da operação ou processo perigoso em período de tempo tão
redu&ido "uanto tecnicamente possí#el, sem pro#ocar riscos suplementares6
Elaborado pela CNI, FIESP, FIRJAN e ABIMAQ Página 9
f? ser mantidos so monitoramento por meio de interface de segurança, com categoria de
segurança definida por pré#ia apreciação de riscos pre#ista nas normas técnicas oficiais
#igentes6
12.1... Auando usados acionadores do tipo cao, de#e2se>
a? utili&ar c!a#es de parada de emergência "ue traal!em tracionadas, de modo a
cessarem automaticamente as funç4es perigosas da m'"uina em caso de ruptura ou
afrouxamento dos caos6
? considerar o deslocamento e a força aplicada nos acionadores, necess'rios para a
atuação das c!a#es de parada de emergência6 e
c? oedecer $ dist)ncia m'xima entre as c!a#es de parada de emergência recomendada
pelo faricante.
12.1.;. 3s c!a#es de parada de emergência de#em ser locali&adas de tal forma "ue todo
o cao de acionamento se%a #isí#el a partir da posição de desacionamento da parada de
emergência.
12.1.9. 3 parada de emergência de#e exigir rearme, ou reset manual, a ser reali&ado
somente ap<s a correção do e#ento "ue moti#ou o acionamento da parada de
emergência, "uando assim re"uerido pela apreciação de risco.
12.1.9.1. 3 locali&ação dos acionadores de rearme de#e permitir uma #isuali&ação
completa da &ona coerta pelo dispositi#o de parada de emergência e "ue não se locali&e
em &ona perigosa.
12%:% Mei$s 3e aess$ per5a!e!"es
12./.1. 3s m'"uinas e e"uipamentos de#em, se necess'rio, ser pro%etadas, construídas e
instaladas permitindo acessos permanentemente fixados e seguros a todos os seus
pontos de operação ou para "uais"uer outras inter#enç4es !aituais nas m'"uinas e
e"uipamentos, como aastecimento, preparação, a%uste, inspeção, limpe&a e
manutenção.
12./.1.1. Eonsideram2se meios de acesso ele#adores, rampas, passarelas, plataformas
ou escadas de degraus.
12./.1.2. Esgotadas as possiilidades de aplicação do suitem 12./.1.1, poder' ser
utili&ada escada fixa tipo marin!eiro.
12./.1.-. = emprego dos meios de acesso de#e considerar o )ngulo de lance conforme
Ligura 1 do 3nexo 888.
12./.2. =s locais ou postos de traal!o acima do piso em "ue !a%a acesso de
traal!adores, para operação ou "uais"uer outras inter#enç4es !aituais nas m'"uinas e
e"uipamentos, como aastecimento, preparação, a%uste, inspeção, limpe&a e
manutenção, de#em possuir plataformas de traal!o est'#eis e seguras.
Elaborado pela CNI, FIESP, FIRJAN e ABIMAQ Página 10
12./.-. 3s passarelas, plataformas, rampas e escadas de degraus de#em>
a? propiciar condiç4es seguras de traal!o, circulação, mo#imentação e manuseio de
materiais6
? ser dimensionadas, construídas e fixadas de modo seguro e resistente, de forma a
suportar os esforços solicitantes e mo#imentação segura do traal!ador6
c? ter pisos e degraus constituídos de materiais ou re#estimentos antiderrapantes6
e? ser locali&adas e instaladas de modo a pre#enir riscos de "ueda, escorregamento,
tropeçamento e dispêndio excessi#o de esforços físicos pelos traal!adores ao utili&'2las.
12./... = guarda corpo de#e ser pro%etado de forma a não permitir a "ueda de o%etos,
"uando a apreciação de riscos determinar.
12./.;. 3s proteç4es tamém utili&adas como meio de acesso por exigência das
características da m'"uina ou e"uipamento de#em atender aos re"uisitos de resistência e
segurança ade"uados a amas as finalidades.
12./.9. Be#e !a#er proteção no fundo dos degraus da escada, ou se%a, nos espel!os,
sempre "ue uma parte saliente do pé ou da mão possa contatar uma &ona perigosa.
12%;% <$5p$!e!"es press7ri=a3$s
12.0.1. Be#em ser adotadas medidas de proteção das mangueiras, tuulaç4es e demais
componentes pressuri&ados su%eitos a e#entuais impactos mec)nicos e outros agentes
agressi#os, "uando !ou#er risco.
12.0.2. 3s mangueiras, tuulaç4es e demais componentes pressuri&ados de#em ser
locali&ados ou protegidos de tal forma "ue uma situação de ruptura destes componentes
ou #a&amentos de fluidos, não possa ocasionar acidentes.
12.0.- +ara mangueiras cu%a pressão de traal!o se%a superior a cin"uenta ar o perigo
de Ic!icoteamentoJ de#e ser pre#enido por proteç4es fixas eHou meios de fixação como
correntes ou caos ou suportes.
12.0.-.1. 3dicionalmente, a relação entre a pressão de traal!o e a pressão de ruptura da
mangueira de#e ser no mínimo de -,;.
12.0.-.-. 3lternati#amente, para pre#enir o Ic!icoteamentoJ, podem ser utili&adas
mangueiras e terminais "ue pre#inam o rasgamento da mangueira na conexão e a
desmontagem não intencional, utili&ando2se mangueiras no mínimo com duas tramas de
aço e terminais flangeados, ou conformados ou roscados, sendo #etada a utili&ação de
terminais com anel de penetração * anil!as.
12.0.-... 3s mangueiras utili&adas nos sistemas pressuri&ados de#em possuir indicação
da pressão m'xima de traal!o admissí#el especificada pelo faricante da mesma.
Elaborado pela CNI, FIESP, FIRJAN e ABIMAQ Página 11
12.0... =s sistemas pressuri&ados das m'"uinas de#em possuir meios ou dispositi#os
destinados a garantir "ue>
a? a pressão m'xima de traal!o admissí#el nos circuitos não possa ser excedida6 e
? "uedas de pressão progressi#as ou ruscas e perdas de #'cuo não possam gerar
riscos de acidentes.
12.0.;. Auando as fontes de energia da m'"uina forem isoladas, a pressão residual dos
reser#at<rios e de dep<sitos similares, como os acumuladores !idropneum'ticos, não
pode gerar risco de acidentes.
12.0.9. Em sistemas pneum'ticos e !idr'ulicos "ue utili&am dois ou mais est'gios com
diferentes press4es como medida de proteção, a força exercida no percurso ou circuito de
segurança 2 aproximação * não pode ser suficiente para pro#ocar danos $ integridade
física dos traal!adores, oser#adas as normas técnicas oficiais #igentes
12%1> ? Tra!sp$r"a3$res 3e 5a"eriais
12.1:.1. =s mo#imentos perigosos dos transportadores contínuos de materiais de#em ser
protegidos, especialmente nos pontos de esmagamento, agarramento e aprisionamento
formados pelas esteiras, correias, roletes, acoplamentos, freios, roldanas, amostradores,
#olantes, tamores, engrenagens, cremal!eiras, correntes, guias, alin!adores, região do
esticamento e contrapeso e outras partes m<#eis acessí#eis durante a operação normal.
12.1:.1.1 =s transportadores contínuos de correia cu%a altura da orda da correia "ue
transporta a carga este%a superior a 2,1: m @dois metros e setenta centímetros? do piso
estão dispensados da oser#)ncia do item 12.1:.1., desde "ue não !a%a pre#isão de
circulação nem permanência de pessoas nas &onas de perigo.
12.1:.2.1. =s transportadores cu%a correia ten!a largura de até 192 mm @setecentos e
sessenta e dois milímetros? podem possuir passarela em apenas um dos lados, de#endo2
se adotar o uso de plataformas m<#eis ou ele#at<rias para "uais"uer inter#enç4es e
inspeç4es.
12.1:.2. =s caos de aço, correntes, eslingas, ganc!os e outros elementos de suspensão
ou tração e suas conex4es de#em ser ade"uados ao tipo de material e dimensionados
para suportar os esforços solicitantes.
12.1:.-. 3 pre#isão da permanência e a circulação de pessoas sore os transportadores
contínuos de#em ser reali&adas por meio de passarelas com sistema de proteção contra
"uedas, conforme item 12./.-
12.1:... =s transportadores contínuos acessí#eis aos traal!adores de#em possuir, ao
longo de sua extensão, dispositi#os de parada de emergência "ue possam ser acionados
em todas as posiç4es de traal!o.
12.1:.;. =s transportadores contínuos de correia de#em possuir dispositi#os "ue
garantam a segurança em caso de fal!a durante sua operação normal e interrompam seu
Elaborado pela CNI, FIESP, FIRJAN e ABIMAQ Página 12
funcionamento "uando forem atingidos os limites de segurança, conforme especificado
em pro%eto, e de#em contemplar, no mínimo, as seguintes condiç4es>
a? desalin!amento anormal da correia6 e
? sorecarga de materiais
12.1:.9. 3s m'"uinas e e"uipamentos tracionados de#em possuir sistemas de engate
padroni&ado para reo"ue pelo sistema de tração, de modo a assegurar o acoplamento e
desacoplamento f'cil e seguro, em como a impedir o desacoplamento acidental durante
a utili&ação
12.1:.9.1. 3 indicação de uso dos sistemas de engate padroni&ado mencionados no item
12.1:.9 de#e ficar em local de f'cil #isuali&ação e afixada em local pr<ximo da conexão.
12.1:.9.2. =s e"uipamentos tracionados, caso o peso da arra do reo"ue assim o exi%a,
de#em possuir dispositi#o de apoio "ue possiilite a redução do esforço e a conexão
segura ao sistema de tração.
12%11% Aspe"$s erg$!@5i$s
12.11.1 =s faricantes de#em pro%etar as m'"uinas e e"uipamentos assegurando as
condiç4es mínimas de segurança e saúde dos operadores atentando para os postos de
traal!o e a posição ade"uada durante a reali&ação das tarefas na ma"uina e
e"uipamento de forma a não proporcionar incomodo, fadiga e tensão física le#ando em
consideração os seguintes princípios de ergonomia>
a? considerar as diferenças morfol<gicas, de força e resistência dos operadores6
? pre#er um espaço suficiente para permitir o mo#imento das diferentes partes do corpo
do operador6
c? e#itar "ue o ritmo de traal!o se%a determinada pela ma"uina ou e"uipamento6
d? e#itar uma #igil)ncia "ue exi%a uma concentração prolongada6
e? adaptar a interface !omemHm'"uina $s características pre#isí#eis dos operadores.
12.11.2. 3 m'"uina e e"uipamento de#e ser pro%etada e faricada com iluminação
interna, adaptada $s operaç4es sempre "ue, apesar da existência de iluminação no
amiente de traal!o, a falta de iluminação possa pro#ocar riscos.
12.11.2.1 3 iluminação interna de#e ser pro%etada e faricada de modo "ue não !a%a
&onas de somra incomodas, encadeamentos de efeitos estroosc<picos perigosos sore
os elementos m<#eis.
12%12 Ris$s A3ii$!ais
12.12.1. +ara fins de aplicação desta Norma, de#em ser considerados os seguintes riscos
adicionais>
Elaborado pela CNI, FIESP, FIRJAN e ABIMAQ Página 13
a? sust)ncias perigosas "uais"uer, se%am agentes iol<gicos ou agentes "uímicos em
estado s<lido, lí"uido ou gasoso, "ue apresentem riscos $ saúde ou integridade física dos
traal!adores por meio de inalação, ingestão ou contato com a pele, ol!os ou mucosas6
? radiaç4es ioni&antes geradas pelas m'"uinas e e"uipamentos ou pro#enientes de
sust)ncias radiati#as por eles utili&adas, processadas ou produ&idas6
c? radiaç4es não ioni&antes com potencial de causar danos $ saúde ou integridade física
dos traal!adores6
d? #iraç4es6
e? ruído6
f? temperaturas extremas
g? comustí#eis, inflam'#eis, explosi#os e sust)ncias "ue reagem perigosamente6 e
!? superfícies a"uecidas acessí#eis "ue apresentem risco de "ueimaduras causadas pelo
contato com a pele.
12.12.2. 3s m'"uinas e e"uipamentos "ue utili&em, processem ou produ&am
comustí#eis, inflam'#eis, explosi#os ou sust)ncias "ue reagem perigosamente de#em
oferecer medidas de proteção contra sua emissão, lieração, comustão, explosão e
reação acidentais, em como a ocorrência de incêndio
12%1)% Ma!7"e!'.$4 i!spe'.$4 prepara'.$4 a*7s"e4 repar$ e -i5pe=a%
12.1-.1 = pro%eto e faricação da m'"uina de#e garantir "ue, "uando ocorrer a
manutenção, inspeção, preparação, a%uste, reparo, limpe&a e outras inter#enç4es "ue se
fi&erem necess'rias, com as m'"uinas e e"uipamentos parados, ocorram os seguintes
procedimentos>
a? isolamento e descarga de todas as fontes de energia das m'"uinas e e"uipamentos,
de modo #isí#el ou facilmente identific'#el por meio dos dispositi#os de controle ou
indicadores6
? lo"ueio mec)nico e elétrico na posição IdesligadoJ ou Ifec!adoJ de todos os
dispositi#os de corte de fontes de energia, a fim de impedir a reenergi&ação, e sinali&ação
com cartão ou eti"ueta de lo"ueio contendo o !or'rio e a data do lo"ueio, o moti#o da
manutenção e o nome do respons'#el6
c? medidas "ue garantam "ue $ %usante dos pontos de corte de energia não exista
possiilidade de gerar risco de acidentes6
d? sistemas de retenção com tra#a mec)nica, para e#itar o mo#imento de retorno
acidental de partes asculadas ou articuladas aertas das m'"uinas e e"uipamentos.
12%1/% Si!a-i=a'.$
Elaborado pela CNI, FIESP, FIRJAN e ABIMAQ Página 14
12.1..1. 3s m'"uinas e e"uipamentos de#em possuir sinali&ação de segurança para
ad#ertir os traal!adores e terceiros sore os riscos a "ue estão expostos, as instruç4es
de operação e manutenção e outras informaç4es necess'rias para garantir a integridade
física e a saúde dos traal!adores.
12.1..1.1. 3 sinali&ação de segurança compreende a utili&ação de cores, símolos,
inscriç4es, sinais luminosos ou sonoros, entre outras formas de comunicação de mesma
efic'cia
12.1..1.2. 3 sinali&ação de segurança de#e ter características de durailidade
compatí#eis com a #ida útil estimada da m'"uina e e"uipamento.
12.1..2. 3 sinali&ação de segurança de#e>
a? ficar destacada na m'"uina ou e"uipamento6
? ficar em locali&ação claramente #isí#el6 e
c? ser de f'cil compreensão.
12.1..-. 3s cores, símolos, inscriç4es e sinais luminosos e sonoros de#em seguir os
padr4es estaelecidos pelas normas técnicas oficiais #igentes e, na ausência ou omissão
destas, pelas normas técnicas internacionais aplic'#eis
12.1.... 3s inscriç4es das sinali&aç4es das m'"uinas e e"uipamentos de#em>
a? ser escritas na língua portuguesa 2 Mrasil6 e
? ser legí#eis.
12.1..; 3s inscriç4es e símolos de#em ser utili&ados nas m'"uinas e e"uipamentos
para indicar as suas especificaç4es, limitaç4es técnicas e perigos.
12.1..;.1. 3s inscriç4es e símolos de#em indicar claramente o risco e a parte da
m'"uina ou e"uipamento a "ue se referem, e não de#e ser utili&ada somente a inscrição
de IperigoJ.
12.1..9. Be#em ser adotados, sempre "ue necess'rio, sinais ati#os de a#iso ou de alerta,
tais como sinais luminosos e sonoros intermitentes, "ue indi"uem a iminência de um
acontecimento perigoso, como a partida ou a #elocidade excessi#a de uma m'"uina ou
e"uipamento, de modo "ue>
a? se%am emitidos antes "ue ocorra o acontecimento perigoso6
? não se%am amíguos6
c? se%am claramente compreendidos e distintos de todos os outros sinais utili&ados6 e
d? possam ser recon!ecidos pelos traal!adores.
Elaborado pela CNI, FIESP, FIRJAN e ABIMAQ Página 15
12.1..1. Exceto "uando !ou#er pre#isão em outras Normas Regulamentadoras, de#em
ser adotadas as seguintes cores para a sinali&ação de segurança das m'"uinas e
e"uipamentos>
a? preferencialmente amarelo> proteç4es fixas e m<#eis, exceto "uando os mo#imentos
perigosos esti#erem enclausurados na pr<pria carenagem ou estrutura da m'"uina ou
e"uipamento, ou "uando a proteção for faricada de material transparente ou translúcido6
? amarelo> componentes mec)nicos de retenção, gaiolas de escadas, corrimãos e
sistemas de proteção contra "uedas6
c? a&ul> comunicação de paralisação e lo"ueio de segurança para manutenção.
12.1../. 3s m'"uinas e e"uipamentos faricados a partir da #igência desta Norma de#em
possuir em local #isí#el as seguintes informaç4es indelé#eis>
a? ra&ão social, EN+N e endereço do faricante ou importador6
? informação sore tipo, modelo e capacidade6
c? número de série ou identificação, e ano de faricação6
d? número de registro no ERE3 da empresa, faricante ou importador6
e? peso da m'"uina ou e"uipamento.
12.1..0. +ara ad#ertir os traal!adores sore os possí#eis perigos, de#em ser instalados,
se necess'rios, dispositi#os indicadores de leitura "ualitati#a ou "uantitati#a ou de
controle de segurança.
12.1..0.1. =s indicadores de#em ser de f'cil leitura e distinguí#eis uns dos outros.
12%12 ? Ma!7ais
12.1;.1. 3s m'"uinas e e"uipamentos de#em possuir manual de instruç4es fornecido
pelo faricante ou importador, com informaç4es relati#as $ segurança em todas as fases
de utili&ação.
12.1;.2. =s manuais das m'"uinas e e"uipamentos faricados ou importados a partir da
#igência desta Norma de#em conter as seguintes informaç4es>
a? ra&ão social, EN+N e endereço do faricante ou importador6
? tipo, modelo e capacidade6
c? número de série ou identificação e ano de faricação6
d? normas oser#adas para o pro%eto e faricação da m'"uina ou e"uipamento6
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e? descrição detal!ada da m'"uina ou e"uipamento e seus acess<rios6
f? diagramas, inclusi#e circuitos elétricos, em especial a representação es"uem'tica das
funç4es de segurança6
g? definição da utili&ação pre#ista para a m'"uina ou e"uipamento6
!? dados sore as exposiç4es geradas, como ruído, #iração, radiação, gases, #apores e
poeiras, "uando estes elementos possam afetar a segurança e a saúde de operadores ou
outras pessoas6
i? definição das medidas de segurança existentes e da"uelas a serem adotadas pelos
usu'rios6
%? especificaç4es e limitaç4es técnicas para a sua utili&ação com segurança6
K? riscos "ue podem resultar de adulteração ou supressão de proteç4es e dispositi#os de
segurança6
l? riscos "ue podem resultar de utili&aç4es diferentes da"uelas pre#istas no pro%eto6
m? procedimentos para utili&ação da m'"uina ou e"uipamento com segurança6
n? procedimentos e periodicidade para inspeç4es e manutenção6
o? procedimentos a serem adotados em situaç4es de emergência6
p? indicação da #ida útil da m'"uina ou e"uipamento e dos componentes relacionados
com a segurança6
"? orientaç4es gerais sore descarte ou sucateamento seguro das m'"uinas,
e"uipamentos, componentes e acess<rios.
r? orientaç4es de segurança para mo#imentação !ori&ontal e #ertical da m'"uina.
12%16% Pr$*e"$4 +abria'.$4 i5p$r"a'.$4 0e!3a4 -$a'.$4 -ei-.$4 ess.$ a A7a-A7er
","7-$ e e#p$si'.$%
12.19.1. = pro%eto de#e considerar a segurança intrínseca durante as fases de faricação,
utili&ação e sucateamento da m'"uina ou e"uipamento, por meio das referências técnicas
indicadas nesta Norma, a serem oser#adas para garantir a saúde e a integridade física
dos traal!adores.
12.19.1.1 = pro%eto das m'"uinas ou e"uipamentos faricados ou importados ap<s a
#igência desta Norma de#e pre#er meios ade"uados para o seu le#antamento,
carregamento, instalação, remoção e transporte.
12.19.2. G proiida a faricação, importação, comerciali&ação, leilão, locação, cessão a
"ual"uer título e exposição de m'"uinas e e"uipamentos "ue não atendam ao disposto
nesta Norma, "ue ten!am como destinação o mercado nacional.
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12%18% O7"r$s reA7isi"$s espe,+i$s 3e seg7ra!'a%
12.11.1. =s acess<rios e ferramental utili&ados pelas m'"uinas e e"uipamentos de#em
ser ade"uados $s operaç4es reali&adas.
12.11.2. 3s m'"uinas e e"uipamentos tracionados de#em possuir sistemas de engate
padroni&ado para reo"ue pelo sistema de tração, de modo a assegurar o acoplamento e
desacoplamento f'cil e seguro, em como a impedir o desacoplamento acidental durante
a utili&ação.
12.11.2.1. 3 indicação de uso dos sistemas de engate padroni&ado de#e ficar em local de
f'cil #isuali&ação e afixada em local pr<ximo da conexão.
12.11.2.2. =s e"uipamentos tracionados, caso o peso da arra do reo"ue assim o exi%a,
de#em possuir dispositi#o de apoio "ue possiilite a redução do esforço e a conexão
segura ao sistema de tração.
12.11.-. +ara fins de aplicação desta Norma os anexos são origaç4es complementares,
com disposiç4es especiais ou exceç4es a um tipo específico de m'"uina ou e"uipamento,
além das %' estaelecidas nesta Norma, sem pre%uí&o ao disposto em Norma
Regulamentadora específica.
Elaborado pela CNI, FIESP, FIRJAN e ABIMAQ Página 18