A RESPOSTA DE DEUS PARA FOME DO ESPÍRITO

O espírito do homem sente sua condição órfã.
Jesus veio para responder a esse choro do espírito, esse choro por um Pai, esse choro
por redenção dos poderes que nos cercam e nos seguram em escravidão.
Os quatro Evangelhos foram escritos na esfera da razão.
ão havia nenhuma suspeita da !evelação que "eus estava para dar a Paulo em
nenhum deles.
Eles viram os milagres. Eles viram o #omem Jesus preso. Eles O viram levado a corte.
Eles ouviram a sentença pronunciada a Ele.
Eles O viram ir com os soldados, suportando $ua cruz para a colina da morte % &olgota.
Eles O viram pregado na cruz.
Eles viram a cruz levantada.
Eles viram o sangue derramando das feridas em $uas mãos e p's.
Eles O ouviram gritar, ()eu "eus, )eu "eus, por que )e desamparaste*(
Eles puderam ver os pregos segurando $eu corpo que tremia no madeiro.
Eles O viram morrer.
)as eles não puderam ver a trag'dia em $ua alma.
Eles não puderam ver $eu espírito feito pecado.
Eles não puderam ver o espírito dei+ar o corpo e ir ao lugar de sofrimento so, o
domínio do príncipe das trevas.
Eles não puderam v-./o enquanto Ele sofria at' que os clamores de Justiça fossem
encontrados.
Eles não puderam v-./o quando Ele foi Justificado, tendo pagado a penalidade da
transgressão do homem.
Eles não puderam v-./o quando Ele se tornou o Primeiro ascido dos mortos. Esse foi
o nascimento de seu espírito da morte espiritual.
Eles não puderam v-./o quando Ele encontrou o advers0rio, o conquistou, e o despo1ou
de sua autoridade.
Eles não puderam v-./o at' Ele voltar a $eu corpo e dar a imortalidade a Ele, rompendo
as trancas da morte e permanecendo perante eles $enhor a,soluto de $atan0s, da morte e
do t2mulo.
Ele teve que dizer3 45enham me toquem, um espírito não tem carne e ossos(, perante os
sentidos eles puderam entender o fato de $ua !essurreição.
Ele comeu pei+e e pão na presença deles para provar que Ele havia ressuscitado dentre
os mortos.
Ele apareceu entre eles por quarenta dias, então, do )onte das Oliveiras Ele ascendeu e
uma hoste de an1os O escoltou at' o 6rono de "eus onde se sentou a "estra do Pai
como nosso )ediador, 7ntercessor, 8dvogado e $enhor.
9aseado nessa o,ra, não vista por olhos humanos,não sentidos pelos sentidos humanos,
mas dada a nós na !evelação do apóstolo Paulo % 9aseado ela, o espírito do homem
pode ser recriado, li,erto da prisão que o segurava por todo esse tempo.
Essa coisa marcante ' chamada de ovo ascimento.
Eu não conheço outro título que se1a tão sugestivo.
5oc- aceita Jesus :risto como seu $alvador, O confessa como $enhor3 e "eus o recria,
d0 a seu espírito sua atureza.
$eu espírito agora ' feito 5ivo em :risto.
5oc- se torna uma ova :riação, criado em :risto.
8gora os ,enefícios disso são dados a voc-.
8gora seu espírito pode ter comunhão com "eus.
8gora seu espírito pode gozar de algo que sua mente, a filha de seus sentidos na pode
entender.
ós viemos a pró+ima fase desse milagre.
$ua mente, que tem sido dominada pelos sentidos, rece,endo todo esse conhecimento
atrav's dos centros nervosos, est0 sendo renovada atrav's da Palavra. Então Ela est0
vivendo em comunhão com seu espírito recriado.
Eu espírito est0 ganhando ascend-ncia so,re suas faculdades racionais.
$eus sentidos estão tomando seus devidos lugares.
5oc- p;e a coroa so,re o seu espírito.
O seu espírito se torna o senhor de seu ser.
8nteriormente seu corpo físico tinha sido o mestre.
Pelo ovo ascimento, $eu espírito vem a si mesmo.
5oc- não est0 vivendo pelo conhecimento dos sentidos, mas voc- est0 vivendo pela
Palavra de "eus.
8s Palavras de Jesus< 4em s=de pão viver0 o homem, mas de toda Palavra que sai da
,oca de "eus(, estão se tornando uma realidade.
5oc- diz, 46ua Palavra ' mais preciosa do que meu alimento necess0rio(.
5oc- se alimenta da Palavra, voc- medita ela at' Ela se tornar uma parte de seu ser.
8 coisa mais miraculosa so,re isso ' que seu intelecto pode ser frutificado quando voc-
l- algumas seç;es da Escritura, e contudo seu espírito se alimenta "ela, e voc- se torna
forte e vigoroso em sua vida espiritual como resultado.
E>PE!7?:78 @ O )E/#O! P!OAE$$O!
ov B, CDE F<GE P)
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Genre: History
Autor: E!"!#E$%O$
E>PE!7?:78 @ O )E/#O! P!OAE$$O!(
Este ' o $logan do conhecimento dos sentidos.
45er ' crer( ' um outro favorito.
!evelação ou f' parece inacredit0veis e impossíveis ao homem que tem somente
conhecimento dos sentidos.
$e eu não sou,esse que o homem ' um espírito e foi criado para ser companhia de "eus,
eu estaria sem esperança3 mas eu sei que seu espírito ' faminto por "eus, e se ou não ele
10 pode interpretar a longa e continua Insia em seu ser por algo que parece inalcanç0vel,
não faz nenhuma diferença.
Eu sei que sua Insia ' por "eus.
Ela pode gui0.lo ao salão de dança.
Ela pode guia.lo a ,e,er.
Ela pode lev0.lo a todos os tipos de e+cessos que nunca foram respondidos ao grito de
seu ser.
)as se a mensagem certa ' dada ao homem, seu espírito vir0 ao lugar de ascend-ncia e
o,rigar0 suas faculdades racionais a escutar.
ós temos falhado em reconhecer esse fato tremendo.
#0 dois tipos de :onhecimento.
Jm tipo de conhecimento vem do espírito do homem e o outro com seus sentidos.
ós não temos perce,ido que a fome do espírito ' tão real quanto a fome física ou
mental.
ós não temos perce,ido que a 9í,lia ou o :onhecimento da !evelação foi dado pelo
8utor primeiramente para responder ao choro do espírito e satisfazer a fome do espírito.
Jesus sa,ia disso, pois Ele disse,(em só de pão viver0 o homem, mas de toda Palavra
que sai da ,oca de "eus(.
Jesus não veio ministrar somente ao corpo do homem, mas ministrar ao seu espírito.
Os milagres que fez na esfera dos sentidos foram para provar aos homens da esfera dos
sentidos que Ele era "eus.
!evelação ou :onhecimento da A' est0 na esfera acima do conhecimento dos sentidos.
@ difícil para as pessoas do conhecimento dos sentidos entender isso.
Por e+peri-ncias eles aprendem muito, e ' difícil vir a eles agora com &raça
6odo o conhecimento dos sentidos vem por o,ras.
:onhecimento da &raça vem por A'.
@ tão revolucion0rio que ' difícil para eles entenderem.
:onhecimento dos sentidos veio completamente por o,ras difíceis, e sacrifícios.
O homem que su,iu ao topo no mundo dos negócios, no mundo profissional ou no
mundo criativo e inventivo, sa,e que cada passo de seu progresso foi por negação de
mesmo e tra,alho duro.
8gora eu venho at' ele com algo superior a qualquer coisa que ele 1amais conheceu na
esfera dos sentidos. Eu o digo que ' tudo de graça, na ,ase da f'.
Ele não ' u insignificante, ele ' um homem honesto.
Ele olha para mim surpreso e diz, (Pode ser(. $e eu o,tivesse esse conhecimento
espiritual atrav's do mesmo canal de tra,alho duro, eu poderia aceitar isso, mas voc-
est0 me pedindo para aceitar por f' algo que eu não posso raciocinar.
4Eu não posso entender isso. 5oc- me diz que Jesus era uma encarnação3 que "eus foi
manifesto em carne(.
4Eu não posso entender isso. 5oc- me diz que Jesus era uma encarnação3 que "eus que
"eus foi manifesto em carne(.
47sso ' contr0rio a qualquer coisa que eu 10 conheci(.
45oc- me disse que "eus fez :risto ser pecado com meu pecado3 que Ele sofreu em
meu lugar. Eu não posso entender isso(.
4ão h0 nenhum ponto de contato com os sentidos(.
45oc- me diz que Ele ressuscitou dentre os mortos. 7sso est0 inteiramente fora da
e+peri-ncia humana ou do conhecimento dos sentidos(.
45oc- est0 me pedindo para crer em algo que não d0 ao conhecimento dos sentidos uma
,ase para ser construído(.
4Eu creio nas coisas que eu velo, que eu posso ouvir, que eu posso sentir, que eu posso
provar ou cheirar. Eu creio em coisas materiais, porque eu posso senti.las e v-.las. )as
eu não consigo crer em "eus porque eu não poso v-.lo. Ele não fala comigo(.
45oc- me pede para crer em milagres. )ilagres estão fora do conhecimento dos
sentidos(.
O conhecimento dos sentidos diz que a f' não pode produzir milagres como cura de
doenças e resta,elecimento de ossos.
ão ' racion0vel.
Então, eu pergunto ao meu amigo conhecimento dos sentidos se ele pode ver o 8mor.
Ele deve reconhecer ele não consegue ver o 8mor.
Ele pode ver o feito do 8mor, mas ele não pode ver o 8mor.
8mor ' do espírito.
O 8mor não pertence K esfera da razão.
O 8mor não veio das avenidas dos sentidos.
O 8mor não produzido por sentir, ouvir ou ver LEu estou falando so,re o 8mor divino.
O que geralmente chamamos de amor físico ou amor dos sentidos nada mais ' que
pai+ão criativaM nós estamos lidando agora com coisas espirituais.
O 8mor ' do seu espírito.
5oc- não pode ver o ódio.
5oc- não pode senti.lo, nem ouvi.lo.
:ontudo ele ' uma das forças mais poderosas do mundo.
5oc- não pode ver, nem ouvir, nem sentir o pensamento, mas voc- sa,e que ele ' uma
realidade.
5oc- não pode ver a imaginação, contudo ela pode tomar figuras da razão que podem
ser postas em uma tela, ou pode traduzi.las nas mais ,elas harmonias.
5oc- não pode ver alguns dos quais chamamos fenNmenos naturais.
5oc- não pode ver o vento, mais pode sentir o efeito dele.
5oc- não pode ver a gravidade. 5oc- pode sentir o efeito dela.
5oc- não pode ver a consci-ncia, a voz do seu espírito, mas voc- pode sentir o efeito
dela.
5oc- v- h0 muito pouco das maiores coisas da vida que os sentidos registram.
Eles registram os efeitos, mas eles não podem entender o fato, a realidade.
"eus ' um espírito. O homem ' um espírito.
Eles pertencem K mesma classe de ser.
O espírito do homem ' o eu verdadeiro.
$eus sentidos são só servos deste homem real.
$uas faculdades racionais são servas desse homem real3 o espírito.
8s escrituras o chamam de 4O #omem Oculto do :oração(.
)eu corpo físico contata com coisas físicas.
)inha mente contata pensamentos.
)eu espírito pode contatar "eus.
8 razão ' a luz que ' espalhada pelo óleo dos sentidos.
:onsci-ncia ' voz do espírito.
:i-ncia nada mais ' que, que fatos que os sentidos desco,riram.
8 ci-ncia se tornou o deus do mundo escol0stico.
@pocas atr0s os sentidos construíram deuses da mata, da pedra, do ouro, porque eles
eram famintos por "eus.
O homem ' ainda faminto por deus, mas agora no lugar de construir ídolos de madeira,
e pedra, e metal, ele os constrói do conhecimento dos sentidos.
Ele ainda est0 adorando as o,ras de suas mãos.
Ele não tem culpa.
$ua ci-ncia não e+plica a razão para a :riação, nem a razão para o homem e a ci-ncia
não pode desco,rir o espírito, nem pode encontrar vida.
Ela pode ver o efeito do espírito, o efeito da vida.
8 ci-ncia não pode responder o porque do seu homem nem para onde ele ir0.
8 ci-ncia não pode responder a essa pergunta de longa 'poca por "eus, nem a f'
inconsciente do homem em uma vida al'm do t2mulo.
8 ci-ncia, como a conhecemos ho1e, ' a filha cega dos sentidos."EJ$ @ J)
E$PO!76O
Jesus disse a mulher de amaria, 4"eus ' um Espírito, e aqueles que o adoram, devem o
adorar em espírito e em verdade(.
O homem não poderia adorar a "eus em espírito ao menos que fosse um espírito. 6em
difícil para nós nos tornarmos consciente de espíritos, perce,er que coisas espirituais
são tão reais quanta as coisas materiais.
ós aceitamos o fato que "eus ' um Espírito, mas nós nunca perce,amos as
implicaç;es que atam esse fato.
Jm espírito tem uma personalidade, mas não necessariamente um corpo físico. 8n1os
são espíritos, demNnios são espíritos.
ós não podemos visualizar seres espirituais.
ão podemos ver o espírito não mais do podemos ver a mente.
ão podemos ver a força que levanta a mar'.
ós podemos ver os resultados dela.
"eus ' um Espírito, e como um Espírito, Ele criou su,stancias materiais.
$a,emos que Ele não ' somente um Espírito. )as Ele ' um Espírito de amor.
$a,emos que Ele ' um Espírito de A'.
$a,emos que Ele falou ao universo para e+istir com uma Palavra, e Ele regrar o
universo pela 4Palavra do $eu poder(.
$a,emos que o homem ' um espírito, que ele pertence a classe de e+ist-ncia de "eus,
que Ele ' eterno, que Ele pode viver em um corpo. Ele ' capaz de participar de atureza
de "eus, e seu maior desenvolvimento vem em comunhão com "eus.
$a,emos que ele era para preencher um lugar no :oração de "eus.
"eus o quis, o amou, o dese1ou para dar sua atureza a ele.
$a,emos que as coisas espirituais são tão reais quanto Ks coisas materiais. $a,emos que
desde que o homem ' um espírito, as maiores força nele são espirituais.
8mor e ódio, esperança e f' são forças espirituais.
Essas forças são forças que governam o mundo.
os sa,emos que quando o homem caiu no 1ardim, foi uma queda da presença de "eus,
e das coisas espirituais para as físicas. Puando ele dei+ou a presença de "eus, ele ficou
dependente dos cinco sentidos para sua sustentação e proteção.
$eu corpo imediatamente se tornou a fonte de todo o seu conhecimento.
Esse conhecimento ' o,tido por contato com coisas físicas, ou coisas que afetam os
sentidos, tais como a comida que ele prova, a fragrIncia das flores que ele cheira, e os
sons que ele escuta.
Ele protege a si mesmo, se alimenta e se veste atrav's dos cuidados desses sentidos.
O conhecimento que ele tem ho1e veio at' ele atrav's do contato desses cinco canais
com as coisas materiais.
ós sa,emos um outro fato<
"eus não pode ser encontrado ou conhecido pelos sentidos.
Ele, sendo um ser espiritual, pode somente revelar.se a espíritos.
Ele pode revelar.se a nosso espírito atrav's da Palavra.
Por e+emplo, nós ouvimos algu'm ler a Palavra de "eus. 8quilo que ' lido ' pesado e
medido por nosso intelecto, mas de alguma forma, que ' ine+plic0vel para a razão, Ela
afeta nossos espíritos. Ela responde uma necessidade.
Por ouvir 8 Palavra, nosso espírito muda. Essa mudança ' chamada de ovo
ascimento.
8ntes de nascermos de novo, nossas mentes não estavam em harmonia com nosso
espírito regenerado.
8gora que nossos espíritos foram recriados, nossas mentes se tornam renovadas pela
Palavra.
8gora os dois, nosso espírito e nossa mente são trazidos a harmonia.
ós temos que conhecer o Pai tão realmente em nossos espíritos, assim como nos
conhecemos coisas físicas atrav's de nossos sentidos.
A' no Pai e em coisas espirituais se torna tão forte e ,em definida como a f' em coisas
naturais.
$a,emos que podemos nos apro+imar de nosso Pai e encontra./o, que Ele ouvira nossa
oração. 8ssim como sa,emos que o sol ,rilhar0.
$a,emos que $ua Palavra se tornar0 a,solutamente verdadeira em nossas vidas.
8s coisas espirituais são tão reais quanto Ks coisas físicas.
Aome espiritual e sede espiritual não podem ser satisfeitas com filosofia ou metafísicas.
Elas podem encontrar o intelecto, mas vir0 a hora que o espírito gritar0 por causa de sua
fome.
Jma das coisas que aprendemos na oração pelos doentes ' que pessoas que estão
doentes no espírito estão tam,'m doentes no corpo.
8 doença física partir0 quando nós podemos trazer a perfeita cura para nosso corpo.
ós encontramos que medo e d2vida são doenças espirituais e sua reação so,re o
espírito ' similar e a reação do cIncer 6.9 e outras doenças mortais no corpo.
$a,emos que tão logo que trazemos perfeita segurança de que a doença foi posta em
:risto e a mente vier a concordar com o espírito, cura ' inevit0vel.
8/&J$ A86O$ $O9!E O E$PO!76O #J)8O
Podem e+istir cientistas na esfera do espírito assim como na esfera dos sentidos.
$empre foi muito difícil para homens da razão aceitar coisas espirituais.
Eles o contam que não podem acreditar em milagres, eles são não científicos.
7sso ' porque eles vivem na esfera de seus corpos físicos.
O conhecimento dos sentidos não pode encontrar "eus e não O conheceria se tivesse O
encontrado.
8 razão sa,e como a :riação veio a e+istir, não sa,e porque ela veio a e+istir.
Ela não conhece a origem da 5ida, /uz, )ovimento ou gravidade.
O cientista espiritual não negocia com teorias.
Ele trata com fatos.
8 maior parte do progresso dos cientistas da razão ' no Imago das especulaç;es.
Qs vezes ele ' capaz de fazer suas teorias se tornarem realidades.
O cientista espiritual provou que h0 um "eus. Ele sa,e disso.
Ele encontrou esse "eus, e O conhece.
Ele trata só com fatos averiguados.
Ele encontrou a razão para a :riação.
Ele sa,e porque a :riação veio a e+istir.
Ele sa,e a razão para o homem.
Ele solucionou aquele pro,lema difícil.
Ele encontrou a Aonte da 5ida.
Ele encontrou que o homem ' um ser espiritual na classe de "eus, ele ' eterno, ele
originalmente tinha um corpo eterno.
Ele foi feito para viver com "eus eternamente.
Ele encontrou que esse homem est0 na classe de "eus, criado para que possa rece,er em
seu espírito a atureza de "eus.
@ um fato infeliz que o espírito do homem tem rece,ido tão ouça atenção.
ós gastamos centenas de milh;es de dólares treinando os corpos dos homens.
ós gastamos milh;es incont0veis educando suas mentes. )as nenhuma cadeira em
alguma instituição 10 dedicou a cultura e desenvolvimento do espírito homem.
8qui estão alguns fatos so,re o espírito humano<
Ele ' a fonte de 8mor. O 8mor não ' filho da razão, ou conhecimento dos sentidos.
8mor nasce no espírito do homem.
8lgo que ' freqRentemente confundido com 8mor ' a mera atração de se+o. Essa ' uma
atração física que tem a ver com os cinco sentidos.
)as o 8mor ' o filho do espírito humano.
Ele ' a sede, a fonte da 5ida. @ K parte do homem que rece,e a 5ida Eterna de "eus.
Ele não pode ser achado no corpo humano mas ele est0 l0.
Originalmente o espírito dominou o corpo físico e dominou as avenidas as quais a
mente rece,eu seu conhecimento.
o principio o espírito humano governou as faculdades racionais humanas.
$a,edoria vem do espírito humano.
Ele ' a fonte de $a,edoria.
8 razão não h0 nada mais que conhecimento.
:onhecimento ' algo que os sentidos 1untam do mundo material ao redor deles e das
forças desse mundo material.
8 capacidade de usar o conhecimento sa,iamente ' algo espiritual.
@ a $a,edoria que vem do espírito humano.
A' nasce do espírito humano.
"escrença ' a filha dos sentidos.
7sso ' muito sugestivo.
5oc- não pode desenvolver sua f' atrav's das faculdades racionais, não importa quanto
voc- tente fazer isso.
A' nasce no espírito humano.
)edo e coragem são am,as forças espirituais.
Eles v-m da mesma fonte.
8legria e Paz não são atri,utos mentais.
Eles são espirituais.
O espírito humano deu nascimento as maiores forças na civilização.
&l G<S, 4O fruto do espírito ' 8mor, 8legria, Paz(. Esse ' o fruto do espírito recriado,
não o fruto do Espírito $anto, porque o Espírito $anto não frutifica, Ele somente
frutifica atrav's dos ramos da videira, o corpo de :risto.
8 !ealidade da !edenção
Oct FD, CDE F<TG P)
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Genre: History
Autor: E! "! #enyon
!edenção tem sido uma palavra teológica Uque tem estadoV nas mentes da maioria dos
crentes.
ós conhecemos a palavra grega. ós conhecíamos seu significado literal, mas nós não
conhecíamos o novo significado que o Pai colocou nesta palavra. )uitas das palavras
gregas usadas no grego cl0ssico t-m agora um novo e mais rico significado na
!evelação Paulina, e assim nós vamos estudar a !edenção, talvez, a partir de um Ingulo
novo. ós começaremos com !omanos F<SB< W)as agora a 1ustiça de "eus sem a lei '
manifestada, sendo testemunhada pela lei e pelos profetasW Lv. Xing JamesM.
/em,re.se de que a palavra chave para a carta aos !omanos ' 4Justiça(, ou 4a
ha,ilidade para estar na presença do Pai sem qualquer sentimento de culpa ou
inferioridade( % permaneça l0 sem condenação ou sem o sentimento da consci-ncia de
pecado.
8 !azão
7sso não poderia acontecer enquanto nós estiv'ssemos de,ai+o do domínio do inimigo.
ão poderia acontecer enquanto a natureza daquele inimigo estivesse em nossos
espíritos3 portanto, teria que vir uma !edenção Uque nos li,ertasseV da natureza de
$atan0s e uma !edenção Uque nos li,ertasseV do medo de $atan0s e das suas o,ras.
"essa forma, o Espírito, atrav's do 8póstolo, fala.nos que uma Justiça de "eus foi
desco,erta, que veio K luz, e que aquela Justiça vem ao homem pela f' em Jesus :risto,
e essa Justiça pertence a todos aqueles que reconhecem a :risto como $alvador e O
confessam como seu $enhor. Eles são livremente 1ustificados nos domínios da graça,
pela !edenção que "eus operou em :risto.
8quela !edenção est0 ,aseada no fato de "eus ter colocado em Jesus nossos pecados e
enfermidades % no fato de que W8quele que não conheceu pecado, "eus o fez se tornar
pecado, para que n=Ele nós pud'ssemos nos tornar a Justiça de "eusW Lv. Xing JamesM.
8 !ealidade da !edenção Lcont.M
Ele 8niquilou O Pecado
Ele não só se tornou 8quele que carregou nossos pecados, mas tam,'m "eus aceitou
$eu sacrifício su,stituto em nosso favor. Ele foi entregue por causa das nossas
transgress;es, pois "eus O fez pecado com nossos pecados. Ele ressuscitou dos mortos
porque Ele tinha aniquilado o pecado3 Ele tinha satisfeito as reivindicaç;es da Justiça.
"epois daquilo Ele foi vivificado no espírito, ou se1a, recriado. Ele foi o primog-nito
dentre os mortos. "epois daquilo, Ele foi declarado Justo e fez uma ova :riação pela
vida de "eus a Ele dada. Então, Ele se encontrou com o 8dvers0rio em seu próprio
reino e despo1ou.lhe a autoridade, e tomou dele o domínio que ele tinha so,re o mundo.
Puando Jesus ressurgiu dos mortos, Ele o fez não apenas porque venceu $atan0s. Era
como se nós, individualmente, tiv'ssemos sido os vencedores, como se nós tiv'ssemos
estado l0 naquela região escura e tiv'ssemos vencido $atan0s, tomado.lhe a autoridade e
ressurgido dos mortos. Então :risto ressurgiu dos mortos e a !edenção se tornou um
fato resolvido, um assunto encerrado.
8gora voc- pode compreender Ef'sios B<Y< Wno qual temos a !edenção, pelo $eu
sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da $ua graça, que "eus
a,undantemente derramou so,re nós em toda a sa,edoria e prud-nciaW.
Em Puem ós 6emos
ote cuidadosamente< WEm Puem nós temosW. 7sso significa que, em :risto, nós temos
Lpresente do indicativoM nossa !edenção Uque nos dei+aV fora da mão do inimigo, assim,
$atan0s não tem nenhum domínio so,re nós. ós temos nossa !edenção do pecado Unós
fomos redimidos do pecadoV e de seu 1ulgamento. WO pecado não dominar0 so,re nós3
porque nós entramos no reino da graça pelo ovo ascimentoW L!omanos Z<BT,
vig'sima tradução do $'culoM. :olossenses B<BF,BT< WEle nos li,ertou da autoridade das
trevas e nos transportou para o reino do Ailho do $eu amor3 em Puem nós temos nossa
!edenção3 a remissão dos nossos pecadosW Lv. Xing JamesM.
ote, com muita cautela, que nós fomos li,ertos da autoridade de $atan0s. Ele não tem
nenhum domínio so,re nós. ão dei+e a opinião dos teólogos afastar a realidade deste
fato. 5oc- est0 !edimido. $atan0s não tem mais nenhum direito de reinar so,re ti, assim
como o Aaraó do Egito não tinha o direito de, na Palestina, reinar so,re o 7srael li,erto.
ós fomos li,ertos da autoridade de $atan0s, e nós fomos transportados para o reino do
Ailho do $eu amor. 6odo o nosso ser est0 agora em :risto, o Ailho do $eu amor, em
Puem nós temos nossa !edenção. Essa !edenção ' nossa da mesma maneira que ' seu
o dinheiro que voc- tem em sua carteira, o qual voc- honestamente ganhou. 8gora esta
!edenção do domínio de $atan0s ' um fato ocorrido no presente do indicativo, para que
agora voc- tenha esta !edenção.
Jma Eterna !edenção
#e,reus [<BB,BS< WPuando, por'm, veio :risto como $umo $acerdote dos ,ens 10
realizados, mediante o maior e mais perfeito ta,ern0culo, não feito por mãos, quer dizer,
não desta criação, não por meio de sangue de ,odes e de ,ezerros, mas pelo $eu próprio
sangue, entrou no $anto dos $antos, uma vez por todas, tendo o,tido Eterna !edençãoW.
o d'cimo capítulo Ude #e,reusV ' dito que Ele não só o,teve para nós uma Eterna
!edenção, mas tam,'m que Ele se sentou K "estra da )a1estade nas 8lturas. Ele levou
o $eu sangue para dentro do $anto dos $antos, e nossa !edenção foi selada. ossa
!edenção passou pelo crivo do $upremo 6ri,unal do Jniverso e este 6ri,unal declarou
que todos aqueles que aceitaram a Jesus como $alvador e O confessaram como $enhor
poderiam entrar na Aamília de "eus e ser livres da condenação.
$atan0s est0 derrotado eternamente. 8quela !edenção ' uma Eterna !edenção. "eus a
operou em $eu Ailho. 8quele Ailho satisfez as reivindicaç;es da Justiça. 8quele Ailho
est0 sentado na posição de :a,eça da ova :riação K "estra do Pai, e a ova :riação
est0 livre do domínio de $atan0s. :risto ' o :a,eça. 5oc- desfrutar0 dos seus direitos
nesta !edenção quando voc- conhecer a realidade desta !edenção.
#e,reus [<BG< WE, por esta causa, Ele ' o )ediador de uma ova 8liança, para que,
intervindo uma morte para a !edenção da transgressão que estava so, a Primeira
8liança, aqueles que t-m sido chamados possam rece,er a promessa da eterna herançaW
Lv. Xing JamesM.
@ muito importante que nós sai,amos que a morte de :risto naquela :ruz e o $eu
sacrifício su,stituto não só supriram nossas necessidades, mas tam,'m tomaram de
volta e cancelaram todas as notas promissórias daquela Primeira 8liança, de forma que
todo homem, que acreditou no sangue de touros e ,odes e estava co,erto por aquele
sangue, foi perfeitamente redimido pelo sangue de Jesus levado para dentro do $anto
dos $antos. Eles foram redimidos como servos3 nós somos redimidos como filhos.
#e,reus [<SZ< Wagora, por'm, ao se cumprirem os tempos Lou onde os tempos se
encontramM UEleV se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si
mesmo, o pecadoW.
Enquanto qualquer indivíduo tiver Uou considerarV a sua !edenção como uma teoria ou
como uma doutrina, isso não lhe trar0 nenhum senso da realidade, mas, no momento
que ele olha para o alto e diz< WPai, eu 6e agradeço pela minha perfeita !edenção, a qual
me garante que este meu corpo não est0 mais de,ai+o do domínio de $atan0s, que
minha mente e sentimentos não mais estão a ser dominados pelo 8dvers0rio3 Eu sou
livre, e por 6ua graça eu não serei novamente su,metido ao 1ugo de escravidãoW % então
ela Utua !edençãoV se torna real.
8 ova :riação
Enquanto o :ristianismo era para mim simples perdão dos pecados com uma
1ustificação teológica, não havia em tal concepção nenhum senso da realidade3 mas
quando eu sou,e que Jesus foi recriado e quando leio< W6u 's )eu Ailho, Eu, ho1e, 6e
gereiW, eu sei que "eus O ressuscitou dentre os mortos para que 1amais voltasse K
corrupção L8tos BF<FF.FGM.
:olossenses B<BE< WEle ' a :a,eça do corpo, da 7gre1a. Ele ' o princípio, o primog-nito
de entre os mortos, para em todas as cousas ter a primaziaW.
5e1a ,em, Jesus, com nosso pecado, foi feito pecado. Ele se tornou nosso su,stituto.
ós morremos com Ele. ós fomos sepultados com Ele. ós fomos 1ulgados com Ele.
Ele foi para o lugar para o qual nós deveríamos ter ido, e Ele l0 sofreu at' que fossem
cumpridas as reivindicaç;es da 1ustiça que eram contr0rias a nós, at' que todas as
reivindicaç;es fossem satisfeitas. Então a sepultura não mais O pNde segurar.
7 Pedro F<BE declara que Ele foi vivificado no espírito, quer dizer, não do Espírito
$anto, mas $eu próprio espírito3 porque Ele tinha morrido no espírito e $eu corpo tinha
se tornado mortal, portanto, Ele teve que ser vivificado.
7 6imóteo F<BZ declara que Ele foi 1ustificado em espírito. 8gora nós entendemos o
)ilagre da $ua su,stituição, pois, quando Ele foi recriado, nós, na mente da Justiça,
Utam,'mV fomos recriados.
Ef'sios S<BD< WPois somos feitura dele, criados em :risto Jesus para ,oas o,ras, as quais
"eus de antemão preparou para que and0ssemos nelasW.
8quela ova :riação teve lugar assim como teve lugar a !edenção. ossa ova
:riação se tornou um fato na mente da Justiça no momento em que Ele foi vivificado no
espírito.
Então, antes que Ele ressuscitasse dentre os mortos, Ele, como nosso $u,stituto, venceu
$atan0s. "epois que $atan0s foi vencido, sua autoridade que,rada, Jesus ressuscitou
dentre os mortos e ,radou a $eus discípulos, W$a2do.vos a todos UPaz se1a convoscoVW.
Então Ele disse a )aria< Wão me toques, porque eu ainda não su,i para o Pai< )as vai
at' )eus irmãos, e dize.lhes< Eu su,o para )eu Pai e vosso Pai3 para )eu "eus e vosso
"eusW Lv. Xing JamesM. isto nós temos o tra,alho su,stituto de "eus em :risto de
fazer o homem natural uma ova :riação.
8gora nós compreendemos João F<F.E. Jesus disse a icodemos< Wse algu'm não nascer
de novo, não pode ver o reino de "eusW. Ele indagou de Jesus< W)as como pode ser
isso*W. Jesus respondeu< WPuem não nascer da 0gua e do Espírito não pode entrar no
reino de "eusW.
\gua, sem d2vida alguma, significa a Palavra. 8ssim, se um homem ' nascido da
Palavra e do Espírito, ele entra no !eino de "eus.
5e1a ,em, a diferença entre o nascimento natural e o ovo ascimento ' que um deles
' físico, e o outro, espiritual. @ seu espírito humano que ' recriado.
8gora voc- volta para 77 :oríntios G<BY, Wportanto se qualquer homem est0 em :risto,
ele ' uma ova :riação, as coisas velhas 10 passaram Uou 10 morreramV3 eis que se
tornaram novasW Lv. Xing JamesM. 8qui est0 uma descrição da ova :riação que ' a nós
desvelada em !omanos Z<B.BZ, onde nós temos o lado 1urídico do ovo ascimento.
O /ado 5ital
Este homem que est0 em :risto ' uma ova :riação, uma nova esp'cie. Ele rece,eu em
seu espírito a atureza e a 5ida de "eus. Puando isso aconteceu, a velha natureza, que
o tinha dominado, faleceu, e uma ova atureza teve lugar. WE todas estas coisas são de
"eus, o qual nos reconciliou consigo atrav's de :risto e nos tem dado este minist'rio da
reconciliação para um mundo perdidoW L77 :oríntios G<BE % v. Xing JamesM.
)as note cuidadosamente que este homem est0 em :risto. Ele aceitou a :risto como
seu $alvador e O confessou como seu $enhor L!omanos BD<[.BDM. 77 Pedro B<T diz que
Ele nos fez Wparticipantes da atureza "ivinaW. 7 João G<BF< WEstas cousas vos escrevi, a
fim de sa,erdes que tendes a 5ida Eterna, a vós outros que credes em o ome do Ailho
de "eusW.
5oc- pode ver que a ova :riação ' trazida K e+ist-ncia pela 5ida e atureza de "eus,
e esta ova :riação est0 K espera de cada homem não.salvo. 8 o,ra foi aceita, foi
consumada por Jesus quando Ele se sentou K direita do Pai. 8 o,ra não terminou na
:ruz. Ela começou na :ruz, mas foi consumada quando o sangue foi aceito e quando
:risto se sentou UK destra do PaiV.
@ necess0rio que nós notemos Ef'sios S<E,[< WPorque pela graça sois salvos, mediante a
f'3 e isto não vem de vós3 ' dom de "eus3 não de o,ras, para que ningu'm se glorieW.
8 ova :riação não passa por nosso arrependimento, ou pela nossa rendição, ou pelo
confessar de nossos pecados, mas vem pela graça pura e simples. 6udo que nós fazemos
' aceitar este fato. Ela ' nossa, ' um dom fundamentado em termos 1urídicos.
O que ' graça* @ amor desvelado Uou reveladoV em nossa !edenção. @ o coração
faminto de "eus assumindo os pecados do homem3 sim, assumindo a responsa,ilidade
da criação do homem, agindo como se Ele fosse culpado de todo pecado que o homem
cometeu.
8gora nós compreendemos &0latas Z<BG, WPois nem a circuncisão ' coisa alguma, nem a
incircuncisão, mas o ser ova :riaturaW.
enhuma o,ra que o homem pudesse fazer teria algum valor. Por que* Porque todo
homem estava espiritualmente morto, e as coisas ,oas que ele faria para a si mesmo se
redimir seriam as o,ras de um homem espiritualmente morto.
)as "eus entrou no !eino dos $entimentos na pessoa de $eu Ailho, e aquele Ailho se
torna pecado em nosso favor, assume tudo aquilo que o homem 10 tinha feito e que
sempre foi, e satisfaz as reivindicaç;es da 1ustiça, satisfaz a necessidade do homem
caído.
Então Ele se senta K "estra do Pai, e envia o Espírito $anto, O qual condena pela
Palavra os homens, e os recria.
8 !evelação da &raça
Ele deu a Paulo a !evelação da $ua &raça. Esta revelação ' um desvelamento da
terminada O,ra de :risto, a qual ' consumada no ovo ascimento.
:ompreenda que todos os planos de "eus foram a nós desvelados na Primeira 8liança.
Ele Uo homemV est0 apontando para o grande evento, quando "eus, em ,ases 1urídicas,
puder dar a este homem $ua Própria atureza e fazer d=Ele Udo homemV uma ova
:riação. 5oc- pode ver como o perdão de pecados não resolveria a situação, como a
confirmação de uma criança por um sacerdote não poderia resolver a situação. @
necess0rio que ha1a uma ova :riação. 8quela criança tem que rece,er 5ida Eterna, a
atureza de "eus, pois o homem natural est0 sem "eus. Ele est0 sem esperança, e Ele
est0 no mundo. Ele ' governado por $atan0s.
@ muito importante que nós entendamos a diferença entre perdão e a remissão dos
pecados. Jm homem rece,e remissão dos pecados quando ele asce de ovo. Ele pode
rece,er perdão dos pecados depois que Ele ascer de ovo toda vez que Una freqR-ncia
em queV Ele pecar.
/em,re.se de 7 João B<[< W$e confessarmos os nossos pecados, Ele ' fiel e 1usto para nos
perdoar os pecados e nos purificar de toda in1ustiçaW.
!edenção ' por "eus
Oct FD, CDE F<F[ P)
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Category: Books
Genre: History
Autor: E!"!#E$%O$
Puando contemplamos aquele quadro horrível resultante da o,ra consumada de $atan0s,
nossos coraç;es clamaram em desespero< 4Puem 1amais poder0 suprir a necessidade do
homem numa situação crítica como esta*(
&raças a "eus, h0 uma resposta.
Puando "eus viu a condição do homem, começou um plano para sua redenção. Ele
sa,ia que o homem não poderia mais se apro+imar dEle. 8ssim primeiramente deu a
8liança 8,raImica.
Puando os descendentes de 8,raão se tornaram uma nação, "eus deu.lhes com a
8liança 8,raImica a /ei da 8liança, o sacerdócio da 8liança a propiciação da
8liança ,os sacrifícios e as ofertas da 8liança.
6udo isto foi dado para preparar o povo.
"aquele povo viria o "eus.#omem encarnado o qual que,raria em primeiro lugar o
poder de $atan0s3 redimiria o homem de sua escravidão, restaurando.o em sua 1ustiça,
para que pudesse estar na presença do Pai numa posição segura e quiç0 melhor do que a
que 8dão tinha com Ele antes da queda. E não apenas isso, mas tiraria do homem todo
sentimento de culpa e o pecado.
Em segundo lugar, aniquilaria o domínio de $atan0s completa e totalmente3 assim que,
mesmo para o seu mais vil escravo haveria oportunidade de ser restaurado em 1ustiça
para poder gozar de uma vida de vitória so,re o seu antigo opressor e dominador,
$atan0s.
Este "eus.#omem, encarnado, tinha de fazer um sacrifício completo e perfeito, para
que "eus não apenas restaurasse legalmente ao homem a sua 1ustiça, que uma vez fora
perdida, e lhe concedesse completa redenção, mas tam,'m fazer algo grandioso que
desafiaria a imaginação humana, isto ', fazer do homem uma ova :riatura.
O qu-*
7sto mesmo "eus faz do homem uma ova :riação.
"eu.lhe $ua própria natureza no momento em que retira dele aquela natureza servil,
temerosa e pecaminosa, que ' a natureza de $atan0s.
$im, a maravilhosa e gloriosa natureza de "eus ocupa o seu lugar, at' aquele dia
quando estivermos em $ua presença, so, a luz fulgente de $ua graça e amor.
ós nos a,rimos para Ele, assim como uma rosa se a,re para o sol, at' que a plenitude
de $eu amor venha inundar o nosso ser para então fluir de volta para Ele, nosso Pai
maravilhoso.
os somos $eus filhos queridos.
/eitor, voc- est0 diante do milagre dos milagres, a graça de "eus3 que restaura a raça
humana perdida e a tira da esfera do orgulho, da fraqueza e do medo, para o reino da f',
do amor e da vida de "eus.
Ele não apenas nos restaura legalmente em 1ustiça mas legalmente nos redime,
legalmente nos faz nova criação, e legalmente d0 o Espírito $anto para cada homem que
se torna nova criação. O grande e poderoso Espírito que levantou Jesus da morte pode
realmente fazer de nossos corpos, $eu lar. 8t' que o nosso coração sussurrando a
melodia vai aos poucos cantando suavemente, at' que por fim irrompa num cIntico
1u,iloso< ()aior ' 8quele que est0 em mim, do que aquele que est0 no mundo.(
as asas deste cIntico saímos fora do domínio da razão e da lógica, e por meio da A'
nos elevamos para o domínio do amor onde a f' prevalece e onde Jesus ' $enhor.
"eus não fez apenas isto, mas nos deu direito legal de usar $eu nome para e+pulsarmos
$atan0s, impor as mãos so,re os enfermos para serem curados e tam,'m para
frustrarmos os desígnios de $atan0s.
$im nós temos esse ome. Esse ome nos faz como Jesus quando voc- vive neste
ome e anda nesse ome, o dia,o não distingue voc- de Jesus. 5oc- fica parecido com
Ele. 5oc- est0 vestido com sua 1ustiça e est0 cheio da $ua vida.
5oc- tem o nome dEle estampado so,re voc-.
8h] mas Ele fez ainda mais do que isto.
Ele nos deu a !evelação. os a chamamos de 48 Palavra(, e esta Palavra ' a Palavra do
Espírito.
O grande e poderoso Espírito que, levantou Jesus da morte, veio para ha,itar em voc-.
8gora atrav's de l0,ios humanos, o Espírito $anto e+punha a espada da Palavra e vence
os e+'rcitos do inferno.
5oc- ' de fato Ailho de "eus, chamado para comunhão com Jesus :risto, com 1ustiça e
li,erdade restauradas, com os privil'gios de uma ova :riação ha,itada pelo Espírito
$anto, e tendo dentro de si a Palavra 5iva de "eus.
5oc- tem uma comunhão mais rica do que a que 8dão teve ou sonhou ter.
E este corpo que $atan0s tornou mortal, rece,er0 a imortalidade quando Jesus voltar, e
nunca mais morrer0.
8 morte não nos pode mais ameaçar ou nos encher de temor.
Estamos completos em toda plenitude de "eus.
Pue glória não ser0 quando os portais de p'rola se a,rirem, e nós, $eus s2ditos
queridos, $eus amados servos e eternos redimidos, contemplarmos nosso $enhor
assentado so,re o trono dos s'culos.
8 !E5E/8^_O "8 JJ$67^8
ós entendemos que 1ustiça significa a capacidade de ficar na presença de "eus Pai sem
o senso de culpa ou inferioridade.
Esta tem sido a questão das 'pocas.
O dese1o de se livrar da consci-ncia do pecado tem dado nascimento a todas as maiores
religi;es do mundo.
O sr. EudH, copiando #agel, confiantemente LaudaciosamenteM declara que "eus não '
uma pessoa, e que satan0s não ' uma pessoa. Então, não e+istindo "eus e nem dia,o,
não poderia haver pecado.
$e não houvesse pecado, não poderia e+istir 1ulgamento por causa do pecado. $e não
houvesse pecado e temor ao 1ulgamento, não haveria.
ossa declaração de que a mar' não cresce, não impede isso de crescer. 8 declaração da
Ailosofia de que "eus não ', não impede "eus de ser. "eus '. $atan0s '. O pecado '.
)as "eus tem tratado do pro,lema do pecado no $eu Ailho. Ele tem aniquilado o
pecado pelo sacrifício do filho. Ele tem feito isso possivelmente nos fundamentos legais
para o homem que est0 morto espiritualmente, em união com satan0s, tornar.se uma
nova criação por rece,er a grande natureza e vida de "eus.
Esta vida e natureza de "eus ' a 1ustiça . consequentemente, o homem que tem rece,ido
a natureza de "eus tem automaticamente se tornado 1ustiça de "eus em :risto.
Ele pode at' não sa,er disso, ele pode at' não levar vantagem disso, mas isso ' verdade.
O domínio da consci-ncia do pecado so,re a igre1a tem promovido....., crescido, e feito
uma realidade pelos ministros que tem pregado o pecado ao inv's de pregar :risto e a
nova criação.
8 consci-ncia do pecado veio com a queda quando o homem se tornou participante da
morte espiritual.
"esde as 'pocas do universo o homem tem estado so,re frustrante maldição da morte
espiritual que deu nascimento a consci-ncia do pecado.
O homem morto espiritualmente não pode ficar na presença de "eus.
ós vemos como "eus ilustrou este fato na 8ntiga 8liança.
O sumo.sacerdote ia ao $anto dos $antos uma vez a cada ano, e então somente quando
o sangue era aspergido. O sumo sacerdote não ia ao /ugar $anto para adorar, mas para
fazer uma e+piação ......... anual pelos mortos espiritualmente de 7srael.
"eus enviou $eu Ailho ao mundo para tornar.se encarnado, para tornar.se eternamente
unido com a humanidade.
Este Ailho foi a cruz pela determinada permissão de "eus, tornou.se pecado, pegou
nosso lugar como um su,stituto. Então Ele venceu o inimigo e fez a 1ustiça disponível
ao homem.
Jma redenção que não fizesse do homem 1usto seria uma mentira. 8t' que um homem
se1a 1usto e conheça isso, satan0s reina so,re ele, o pecado e a doença são seus senhores.
)as no instante que ele sa,e que ' a 1ustiça de "eus em :risto e sa,e o que a 1ustiça
significa, satan0s ' derrotado.
8 7gre1a não tem falado at' mesmo so,re uma 1ustiça limitada. 7sso tem uma
1ustificação teológica que não encontra a saída. 8 redenção de "eus em :risto ' a
solução. Ela faz do homem um espírito dominante onde ele tem servido como um
escravo na fraqueza. :omo poderemos o,ter esta 1ustiça que nos dar0 perfeita
comunhão com o Pai, que nos dar0 uma consci-ncia de dominarmos so,re as forças das
trevas*
Essa 1ustiça vem a nós por aceitarmos Jesus :risto como $alvador e confessarmos o $eu
senhorio so,re as nossas vidas.
Puando sa,emos que Jesus morreu pelos nossos pecados de acordo com as Escrituras,
que ao terceiro dia Ele ressuscitou e depois guardou o pecado e conseguiu o direito de
1ustiça como nosso su,stituto3 quando sa,emos isso e O aceitamos como nosso
$alvador e O confessamos como $enhor, neste momento rece,emos a natureza de "eus
e nos tornamos a 1ustiça de "eus em :risto. S :oríntios G.SB, 48quele que não
conheceu pecado algum, "eus O fez pecado em nosso favor, para que pud'ssemos nos
tornar a 1ustiça de "eus nEle(.
6emos nos tornado a 1ustiça de "eus em :risto.
Esta 1ustiça não ' uma e+peri-ncia, apesar de dar nascimento a muitas e+peri-ncias
maravilhosas.
@ a natureza do Pai concedida a nós.
Esta natureza só ganha ascend-ncia em nós se sa,ermos o que "eus diz que somos %
senhores, vencedores]
!E8/7"8"E "8 O58 :!78^8O P8!6E B
ov FD, CDE S<DD P)
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Genre:
Re&igion '
S(iritua&ity
Autor: E!"!#E$%O$
!ealidades da ova :riação
Jma revelação d !edenção
Por E. ` . XenHon
$um0rio
Primeiras palavrasaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
8 razão porque
B. 8 Palavra 5iva
S. 6ratando a Palavra como se ela fosse um livro comum
F. Os quatro evangelhos em contraste com as Epístolas Paulinas
T. Paulo so,re oração
G. :risto na luz da revelação Paulina
Z. O que a ressurreição nos deu
Y. 4Em quem nós temos(
E. O aspecto /egal e 5ital da !edenção
[. Possuindo com Ele
BD. 8 lei da 5ida
BB. 8 )ente !enovada
BS. "eus reproduzindo Ele mesmo em nós
BF. /imitando "eus em os
BT. O que ós ousamos confessar so,re ós mesmos
BG. O que o 8rrependimento significa
BZ. 6endo nossa própria vida de A'
BY. 8s limitaç;es de Jesus
BE. O derrotado $atan0s
B[. O Aim da :ondenação
SD. 8ndando como mero #omem
SB. :rendo na $ua $u,stituição
SS. O descanso da !edenção
SF. 4Est0 consumado(
ST. Jesus na destra do Pai
SG. Porque o homem natural não pode conhecer a ele mesmo
SZ. 8lguns fatos so,re Pentecoste
SY. O que 5oc- tem feito com o amor*
bltimas Palavras
Primeiras Palavras
Jma s'rie mensagens das !ealidades da ova :riação.
Poucos estudos nos grandes temas.
7nvestigaç;es so,re o 4#omem interior do :oração(.
ós temos esta,elecido o segredo que os psicólogos por um longo tempo tem
procurado.
Ele ' 4O homem interior(3 ' o espírito LhumanoM recriado3 ' a parte do homem com que
"eus lida.
Jma investigação na vida de amor dos filhos do 8mor, onde o 4homem oculto do
coração( domina o e+terior ou homem visível dos sentidos.
5oc- encontrar0 algumas sugest;es so,re o com,ate do espírito LhumanoM recriado com
os sentidos que governam este homem e+terior.
7sto ' realmente uma desco,erta do que nós somos em :risto ho1e3 do que Ele diz que
nós somos3 o que Ele tem feito por nós no $eu grande tra,alho !edentivo.
Estas mensagens são ,asicamente das Epístolas.
Elas não estão completas, mas são sugest;es para provocar voc- a estudar mais
profundamente estas riquezas escondidas.
ós temos tomado conhecimento que uma pessoa não pode conhecer o encarnado como
nós temos visto Ele nos quatro evangelhos, a menos que nós tenhamos uma
oportunidade de conhec-./o pessoalmente nas epístolas.
os Evangelhos Ele ' o solit0rio homem da &alil'ia, o humilde desconhecido que
findou $ua caminhada terrestre no :alv0rio.
as Epístolas Ele ' o !essurreto, 6riunfante, o 5encedor da morte, do pecado e do
"ia,o.
Ele ' o !edentor da #umanidade, que tem reunido as e+ig-ncias da Justiça e satisfez
cada clamor contra a humanidade.
Ele fez possível a ova :riação, uma nova raça de homens, que pode se levantar na
Presença de "eus sem o senso de culpa, condenação ou inferioridade.
8 razão porque
8s epístolas Paulinas devem sempre ser colocadas como um tra,alho de um super g-nio
ou uma divina revelação.
Elas revelam o que aconteceu na cruz e o que sucedeu durante os tr-s dias e tr-s noites
at' o #omem ser levantado da morte.
enhuma pessoa poderia compreender o grande fato da $u,stituição nos quatro
evangelhos.
ingu'm pode achar a !evelação da ova :riação3 nem podemos desco,rir o
minist'rio de Jesus na destra do Pai.
Os quatro Evangelhos nos dão uma visão do conhecimento dos sentidos do #omem.
O povo encontrava.se na presença dos $eus milagres, com uma consci-ncia que eles
estavam na presença de "eus.
Eles O chamavam, o Ailho de "eus.
Eles viam Ele dominar $atan0s e os demNnios, mas não havia sugestão de que Ele
estava fazendo Eles dominadores de "emNnios, da morte e das doenças.
O que Ele dizia para eles em consideração a isto era co,erto LocultoM porque eles eram
espiritualmente incapazes de compreender realidades espirituais.
Eles ainda não tinham e+perimentado o desconhecido fenNmeno do ovo ascimento.
Então a revelação Paulina ' um golpe de mestre da divina graça.
Ela permite.nos entrar no interior segredo de "eus do poderoso propósito da
Encarnação.
os Evangelhos Jesus age como "eus, fala como "eus, morre como "eus, e vence a
morte como "eus.
Ele era "eus manifesto na carne na sua caminhada terrestre e era "eus no Espírito no
$eu sacrifício su,stitution0rio.
a mão direita de "eus Ele tem um corpo glorificado e ' o :a,eça da ova :riação.
5oc- desco,rir0 que Ele fez um perfeito tra,alho para nós e o Espírito atrav's da
palavra faz um perfeito tra,alho em nós assim como Jesus est0 ho1e na mão direita do
Pai fazendo um perfeito tra,alho por nós.
:apítulo B
8 P8/85!8 5758
Nossa atitude com respeito à Palavra determina o lugar que
Deus ocupará em nossa vida diária.
A Palavra deveria ser sempre o Pai falando para nós.
Ela nunca deveria ser como uma mensagem de um livro
comum.
Esta Palavra foi designada pelo Pai para tomar o lugar de
Jesus na sua ausência.
Quando Ele di! "# Pai! Ele mesmo ama você$! esta % uma
mensagem pessoal para seu cora&'o.
Quando o (en)or di novamente! "se um )omem me ama!
guardará min)a palavra* E o Pai e Eu o amaremos e faremos
nossa morada com ele$! isto deveria ser como se você fosse a
+nica pessoa no mundo.
,sto % assim como se você estivesse sentado nos p%s de Jesus!
e Ele ol)asse em seu rosto e dissesse! "# Pai e Eu viremos e
faremos nossa morada com você$.
"N'o este-a desanimado! porque Eu (ou teu Deus$.
"Eu serei tua for&a* Eu fornecerei para você min)a própria
)a.ilidade$.
Quando fraquea vier! lem.re/se que Eu (ou a for&a da sua
vida.
Quando você precisar de finan&as! lem.re/se que Eu disse!
"meu Pai sa.e que você tem necessidade de todas estas
coisas$.
0ocê pode murmurar para o seu próprio cora&'o! "meu Pai
suprirá cada uma das min)as necessidades. Ele con)ece
min)as necessidades e me ama. Ele e eu somos um$.
A palavra do )omem % costumeiramente morta antes que a
impressora ten)a terminado seu tra.al)o. Poucas palavras de
um )omem vivem após uma gera&'o! mas a palavra de Deus %
diferente! Ela está impregnada com a própria vida de Deus! Ela
% eterna.
1e.reus 2.34/35 nos dá uma ilustra&'o6 78radu&'o de 9offatt:
"Porque o ;ogos de Deus % uma coisa viva! ativa! e mais
cortante que qualquer espada de dois gumes! penetrando
e<atamente na divis'o da alma e esp=rito! -untas e medulas! //
e<aminando os pensamentos e planos do cora&'o. * todas
mentiras esclarece e e<p>e ante os ol)os dAquele com quem
nós temos que prestar contas$.
Esta % uma das mais notáveis declara&>es so.re a Palavra nas
Epistolas de Paulo.
Perce.a no verso 356 " .
De quem ele está falando? A Palavra viva @ # ;ogos.
"E todas mentiras esclarece e e<p>e ante os ol)os dAquele
com quem nós temos que prestar contas$.
A Palavra se torna uma personalidade* Ela tornou/se Aristo
mesmo.
Nosso contato com o mestre! ent'o! % atrav%s da (ua Palavra.
E você perce.eu! "os ol)os Dele$.A Palavra ent'o tem ol)os.
Ela vê nossa conduta! nossa atitude com respeito a Ela. Ela %
viva.
Qu'o profundamente isto no afetaria.
Eu seguro em min)as m'os um livro que tem a própria 0ida de
Deus nele! um livro que e<amina min)a conduta* que me
-ulga.
Bm livro que alimenta meu )omem interior @ meu esp=rito
7)umano:.
Ele comunica 7concede: C% para meu esp=rito 7)umano:!
constrói amor dentro dele.
8in)a sido certamente muito dif=cil para alguns de nós
compreender o fato de que durante o 3D s%culo! a ,gre-a Arist'
n'o tin)a o Novo 8estamento.
A primeira epistola que Paulo escreveu para os
8essalonicenses foi o come&o do Novo 8estamento! ele
escreveu setenta anos depois de sua convers'o.
3 8s 4.35! "A ra'o porque eu tam.%m dou incessantemente
gra&as a Deus! % porque ! quando vocês ouvem de mim a
Palavra falada de Deus! vocês rece.em Ela n'o como palavra
de )omem!mas como % na verdade a Palavra de Deus! que ela
mesma tra.al)a efetivamente em vocês que crêem$.
7AonE.eare:
Perce.a Ela era "A Palavra Calada$ isto era tudo que eles
tin)am! se Paulo dava Ela! ou Pedro! ou Jo'o ou alguns dos
apóstolos.
Ela era Deus falando atrav%s de lá.ios )umanos.
Ela n'o tin)a sido colocada ainda na forma escrita.
Agora você pode entender mel)or Atos 3F.4G falando do
grande reavivamento em Hfeso.
;ucas usou esta e<press'o6 "ent'o poderosamente crescia e
prevalecia$.
Esta era a Palavra Calada.
A revela&'o Paulina era só con)ecida por aqueles que tin)am
ouvido Ele.
#s outros apóstolos n'o tin)am tido ela. Eles tin)am o que o
Esp=rito dava a eles para satisfaer a emergência da )ora.
,sto % um fato que o Aristianismo % o que a Palavra di so.re
Ieden&'o! so.re o Aorpo de Aristo! ou a Nova Aria&'o.
Nós nos tornamos como Aristo à medida que a Palavra
predomina em nós.
A Palavra % Aristo revelado.
A Palavra % Deus presente conosco! falando a mensagem viva
do Amor de Deus Pai.
A Palavra % sempre agora.
Ela % a (ua Palavra para mim )o-e.Ela % sua vo! sua ultima
mensagem.
Ela tornou/se 0iva no meu cora&'o que eu a-o amorosamente
so.re Ela.
Ela tornou/se 0iva nos lá.ios do Amor.
Ela n'o tem poder nos lá.ios daqueles cu-as vidas est'o fora
do comun)'o com Ele! que vive no dom=nio da ra'o.
(ua Palavra fa nossos minist%rios ilimitados.
(ua Palavra % o que Ele %.
Ela % a vontade do Pai.
Ela % a mente do Pai.
Ela mostra o camin)o para o Pai.
A Palavra % o Pai falando.
0ocê perce.e que Ela sempre % no tempo presente.
A Palavra % o p'o do A%u! comida para nosso esp=rito
7)umano:.
9t 2.2! "Nem só de p'o vive o )omem! mas de toda palavra
que procede da .oca de Deus$.
Jr 3J.3K di! "8uas palavras foram ac)adas e Eu as comi! tuas
palavras foram para mim alegria e regoi-o do meu cora&'o$.
Jó fala/nos de qu'o preciosa a Palavra era para ele. Jó 45.346

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