IDENTIFICAÇÃO

IDENTIFICAÇÃO
E. W. Kenyon
Título original: Identification
Kenyon Gospel Publishers, 1981
Tradutor desconhecido
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S#$#%&'(#S &% )%*%+(% e-books eang"licos
CONTRA-CAPA
' que significa ,dentificação- Significa nossa completa união com #le em
Seu sacrif.cio de substituição.
' ensinamento de identificação " o lado legal da redenção. ,sso desenda
para n/s o que &eus fez em 0risto por n/s, desde o tempo que #le foi a cruz, at"
sentar-se a destra do )ai.
0risto se tornou um conosco em pecado, para que nos tornemos um com
#le em 1ustiça.
#le se tornou como n/s "ramos para que pud"ssemos ser como #le " agora.
23 uma 1unção dupla4 % )rimeira, Sua 1unção com o nosso pecado e a
5umanidade na cruz6 Segundo, nossa 1unção com #le em Sua gl/ria no trono.
No fato da ,dentificação, n/s temos uma das coisas mais ricas fases da
redenção.
7uando essas erdades realmente gan5arem ascend!ncia em n/s, elas nos
farão super-5omens espirituais. ,sso " um desendamento do que n/s somos em
0risto, como o )ai nos ! no 8il5o.
Ser3 o fim da fraqueza e fal5a. Não 5aer3 mais luta por f", pois, todas as
coisas são nossas. Não 5aer3 mais oração por poder, pois ele est3 em n/s. Não
5aer3 mais a terr.el escraidão da consci!ncia do pecado, pois n/s somos a
1ustiça de &eus em 0risto.
ÍNDICE
,ntrodução..................................................................................9
% *ei de ,dentificação................................................................:
0rucificado com 0risto..............................................................;
#le foi feito pecado..................................................................<=
#le foi feito doente...................................................................<>
N/s morremos com #le............................................................<9
N/s fomos enterrados com #le................................................>=
#le sofreu.................................................................................>>
+iificados com #le.................................................................>9
#le foi feito ?usto.....................................................................>@
#le enceu Satan3s...................................................................A=
(essuscitados com #le.............................................................A>
' Sumo Sacerdote....................................................................A9
0risto sentou............................................................................A@
*iberando a capacidade de &eus dentro de n/s.......................AB
)erseguição satCnica aos 1ustos................................................D9
' con5ecimento de Sua ontade..............................................D@
Eendo sua pr/pria f"................................................................9=
,dentificação de %mor..............................................................99
0onclusão.................................................................................:=
,dentificado..............................................................................:<
INTRODUÇÃO
N/s estamos lidando com o quase descon5ecido fato de nossa identificação
com 0risto.
,mediatamente oc! pergunta, F' que significa ,dentificação-G
Significa nossa união completa com #le em Seu sacrif.cio Substitutio.
)or eHemplo, este termo " usado4 “Eu fui crucificado com Cristo”. #sta " a
nossa identificação com 0risto em Sua crucificação.
#u morri com 0risto.
#u fui sepultado com 0risto.
#u me tornei io com 0risto.
%gora eu estou sentado com #le.
#sta pequena preposição “com” " a c5ae que tem destrancado uma
erdade a muito tempo escondida a qual " de importCncia ital para n/s.
's primeiros dois ou tr!s cap.tulos deste lireto o guiarão a uma sala de
uma maior reelação de &eus conectada com a Noa 0riação.
Capítulo 1
A LEI DE IDENTIFICAÇÃO
' ensinamento de identificação " o lado legal da nossa redenção.
,sso reela a n/s o que &eus fez em 0risto por n/s, desde que #le foi a
cruz, at" quando se sentou a destra do )ai.
' lado ital da redenção " o que o #sp.rito Santo, atra"s da )alara, est3
fazendo em n/s agora.
+3rias ezes )aulo usa a preposição “com” em coneHão com Seu
ensinamento substitutio.
I3latas >.>=, F#u fui crucificado com 0ristoG.
#ntão ele nos conta que F#le $orreu com 0ristoG, que F#le 8oi Sepultado
com 0ristoG.
,sto nos d3 a c5ae que destranca os grandes ensinamentos de identificação.
0risto se tornou um conosco em pecado, para que nos tornemos um com
#le em 1ustiça.
#le se tornou como n/s "ramos, para que se1amos assim como #le " agora.
#le se tornou um conosco na morte, para que se1amos um com #le em ida.
23 uma união dupla4 )rimeira, Sua união com o nosso pecado na cruz6
Segunda, nossa união com #le em Sua gl/ria no trono.
#f"sios >.:, F# 1untamente com #le, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos
lugares celestiais em 0risto ?esusG.
#le se tornou como n/s "ramos, para que nos tornemos como #le ".
#le morreu para nos fazer ier.
#le foi feito pecado para nos fazer 1ustos.
#le se tornou fraco para nos fazer fortes.
#le sofreu ergon5a para nos dar gl/ria.
#le foi ao inferno para nos lear para o 0"u.
#le foi condenado para nos 1ustificar.
#le foi feito doente para que a cura pudesse ser nossa.
#le foi eHpulso da presença de &eus para nos fazer bem-indos l3.
No fato da ,dentificação n/s temos uma das mais ricas fases da (edenção.
Capítulo 2
CRUCIFICADO COM CRISTO
7uando )aulo disse, “Eu fui crucificado com Cristo”, significou que #le
tin5a sido 1ulgado, condenado, eHpulso, despo1ado, pregado na cruz.
S/ de pensar na crucificação para um 1udeu, e especialmente para um
fariseu, trazia um senso de ergon5a e 5orror.
7uando Saulo de Earso identificou-se com o 5omem, ?esus, ' aceitou
como seu Salador e ' confessou como seu Sen5or, naquele momento ele se
tornou um 5omem crucificado para o poo 1udeu.
#le se tornou um )3ria J5omem desprezado ou repelido pela sociedadeK.
Não " de se admirar que ele disse em I3latas :.<D que o mundo 5aia sido
crucificado para ele, e ele 5aia sido crucificado para o mundo.
' mundo foi despo1ado para )aulo.
Não 5aia mais nen5uma ilusão.
#le não podia mais ser enganado.
#le con5ecia a crueldade disso.
#le sentiu o c5icote sobre suas costas.
#le lembrou-se das pedradas que o deiHaram inconsciente.
#le lembrou que em cada lugar que ele foi, ele encarou a raia, amargura e
ine1a dos 5omens.
#le foi despo1ado para o mundo.
Não 5aia nada nele que o mundo dese1asse.
%quele 1udeuzin5o, com sua mensagem poderosa, e seu tremendo poder de
oração, 5aia sido crucificado para o mundo.
N/s entendemos o que a crucificação realmente significa.
)aulo iu sua ,dentificação com 0risto em Sua 0rucificação.
N/s sabemos que a crucificação não significa morte. Significa união com
0risto em Sua desgraça e sofrimento.
(omanos :.: diz, FSabendo isto4 que foi crucificado com #le o nosso el5o
5omem, para que o corpo do pecado se1a destru.do, e não siramos o pecado
como escraosG.
% crucificação aponta o camin5o para a morte.
No grande argumento do #sp.rito sobre nossa ,dentificação com 0risto ele
disse que o nosso el5o 5omem, este 5omem escondido do coração, nosso
esp.rito, o erdadeiro 5omem que estaa c5eio com a morte espiritual, a natureza
satCnica, foi pregado na cruz em 0risto.
0risto foi l3, não por #le mesmo, não como um m3rtir, mas como um
substituto.
8omos pregados na cruz com 0risto.
8omos crucificados com #le.
' ob1etio da crucificação, na mente da multidão, era se lirar daquele
5omem que ela odiaa.
Na mente da 1ustiça isso significaa Sua ,dentificação com a 5umanidade
no seu pecado e sofrimento, e nossa identificação com #le em Sua crucificação.
Capítulo 3
ELE FOI FEITO PECADO
No grande drama de nossa (edenção, tão logo 0risto foi pregado na cruz,
com Sua coroa de espin5os, e com a multidão errante que o cercaa, a 1ustiça
começou a fazer sua obra por tr3s dessas cenas.
's 5omens e mul5eres que com a razão cercaam a cruz s/ podiam er o
5omem f.sico, ?esus, pendurado l3.
&eus podia er Seu esp.rito.
's an1os podiam er Seu esp.rito.
's demônios podiam er o erdadeiro 5omem, escondido naquele corpo.
#ntão eio a terr.el 5ora quando > 0or.ntios 9.>< se realizou, F%quele que
não con5eceu pecado, #le ' fez pecado por n/s, para que, n#le, fôssemos feitos a
?ustiça de &eusG.
,sa.as 9A.9, F#le foi traspassado pelas nossas transgressões e mo.do pelas
nossas iniqLidades, o castigo que nos traz a paz estaa sobre #le, e pelas Suas
pisaduras fomos sarados. Eodos n/s and3amos desgarrados como oel5a, cada
um desiaa pelo seu camin5o, e ?eo3 fez cair sobre #le a iniqLidade de todosG.
Naquela terr.el cruz, #le não s/ se tornou pecado, mas #le se tornou
maldição, pois em I3latas A.<A nos conta, F0risto nos redimiu da maldição da lei,
tendo se tornado maldição por n/s6 pois est3 escrito, maldito " todo aquele que for
pendurado no madeiroG, Ja palara FnosG, l3 se refere aos 1udeusK.
#le eio como um 1udeu sob a )rimeira %liança para redimir todos aqueles
que estaam sob aquela %liança da $aldição da *ei.
7uando #le estaa pendurado na cruz, #le não era somente pecado, mas
#le era maldição.
23 alguma admiração em que &eus irou as costas para #le-
23 alguma admiração em que ?esus c5orou em Sua agonia, “Meu Deus,
meu Deus, porque Me desamparaste?”
#le leou o lugar do pecador em 1ulgamento.
Eodas as forças da escuridão ' assolaam.
#le foi o nosso Substituto do pecado.
' pecado não foi acrescentado. ' pecado não foi posto em Sua conta. #le
se tornou pecado.
Nossos sentidos se embaraçam sobre esse surpreendente pensamento.
N/s não podemos entender isso.
Somente nossos esp.ritos podem sondar as profundezas de Sua agonia.
+oc! pode ouir )aulo c5orar, J8ilipenses A.<=, F)ara ' con5ecer, e o
poder da Sua ressurreição, e a comun5ão dos Seus sofrimentos, conformando-me
com #le na Sua morteGK.
% oração de )aulo surpreende qualquer um.
#le queria compartil5ar nas agonias da morte de 0risto.
#le queria ter comun5ão com Seus sofrimentos.
$as )aulo não podia fazer isso.
Ningu"m podia fazer isso.
Nen5um an1o podia.
#ra o pr/prio trabal5o de &eus que podia fazer.
7uando #le entregou Seu 8il5o para a morte, #le desendou um amor
indescrit.el.
Capítulo 4
ELE FOI FEITO DOENTE
' pr/Himo passo neste terr.el drama " encontrado em ,sa.as 9A.A-9 J(.+,
$argK.
F#ra desprezado e o mais re1eitado entre os 5omens6 5omem de dores e que
sabe o que " padecer, e como um de quem os 5omens escondem o rosto, era
desprezado, e d#le não fizemos caso. 0ertamente #le tomou sobre Si as nossas
enfermidades e as nossas dores leou sobre Si, e n/s ' reput3amos por aflito,
ferido de &eus e oprimidoG.
,sso não foi o que os soldados romanos nem o que a multidão furiosa
fizeram. ,sso foi o que &eus fez.
,sso nos c5oca quando n/s percebemos que #le foi acometido, ferido de
&eus com nossas enfermidades e pecado.
8oram colocadas sobre #le as enfermidades e doenças da raça 5umana.
,sa.as 9A.<=, FEodaia, agradou a ?eo3 mo!-*o, fazendo-' enfermarG.
#le não estaa apenas feito pecado e separado de Seu )ai at" Seu coração
quebrado c5orar “Meu Deus, meu Deus, porque Me desamparaste?” $as as
enfermidades da raça 5umana ca.ram sobre #le.
,sa.as 9>.<D J$argin, 0ross-(eference MibleK.
F0omo muitos pasmaram a ista d#le pois o Seu aspecto estaa mui
desfigurado, mais do que outro qualquer, e a Sua apar!ncia, mais do que dos
outros fil5os dos 5omensG.
%quilo foi sofrimento espiritual.
8oi quando o 5omem oculto do coração se tornou não somente pecado, mas
doença.
8oi o lado espiritual da agonia na cruz.
8oi quando o nosso pecado e doenças foram lançados sobre #le.
Seu esp.rito foi feito pecado.
Seu esp.rito foi feito doença.
Se o coração pudesse somente entender isso que #le foi feito pecado, e que
fomos identificados com #le na cruz, então n/s poder.amos entender a realidade
de Sua obra de Substituição.
#sta erdade tem sido uma doutrina ao in"s de uma realidade para a
maioria de n/s.
#le não somente pôs nossos pecados sobre #le, mas #le nos pôs n#le.
' 5omem inteiro foi enolido neste sacrif.cio N Seu esp.rito, alma e Seu
corpo.
8omos pregados na cruz com #le e n#le.
Nossas doenças foram parte d#le.
7uando o coração recon5ecer isto, ser3 o fim do dom.nio da doença.
)ois se #le foi feito doente com a nossa doença, satan3s não tem direito
legal de por doenças em n/s, e no Nome de ?esus podemos nos libertar do poder
de Satan3s.
+erdadeiramente, n/s temos corpos mortais, mas este corpo mortal " c5eio
com a ida de &eus.
> 0or.ntios 9.D, F)ara que o que " mortal, possa ser absorido pela idaG.
(omanos :.<D, F' pecado não ter3 dom.nio sobre /sG. 'u literalmente,
F' pecado não ser3 sen5or sobre /sG.
Nem a doença e a dor serão sen5ores sobre n/s.
+emos agora que se satan3s, perdeu seu dom.nio, ele não pode pôr doenças
em n/s.
#ntendemos que a doença " espiritual. #la " manifesta em nosso corpo
f.sico como uma enfermidade. ' mundo ! a doença nos nossos corpos, &eus !
a doença em nossos esp.ritos. &eus nos cura atra"s da )alara.
O a )alara que cura os nossos esp.ritos.
O a )alara que nos recria.
O a )alara que produz f".
O a )alara que nos reela o que somos realmente em 0risto N Noas
0riações.
O a )alara, então, que traz cura para nossos esp.ritos doentes.
% enfermidade " uma condição espiritual manifestada no corpo f.sico.
Se #le foi feito pecado, se #le leou o nosso pecado, n/s não precisamos
ser dirigidos por isso.
Se #le foi feito doente com a nossa doença e se #le leou nossas doenças e
enfermidades, não precisamos ser dirigidos pela doença e enfermidade.
N/s, com nossas doenças e enfermidades, fomos pregados na cruz em
0risto.
7uando recon5ecemos isto, não mais iremos lutar por f", por 1ustiça, e
santidade porque saberemos que fomos pregados na cruz e morremos com #le,
fomos sepultados com #le, sofremos com #le, fomos iificados com #le, fomos
1ustificados com #le e finalmente nos sentamos com #le. ' programa inteiro
deste sacrif.cio de Substituição " feito real em n/s pelo #sp.rito atra"s da
)alara. Eodas essas coisas são nossas agora. #f"sios <.A.
Capítulo
N!S MORREMOS COM ELE
?esus morreu duas ezes na cruz.
#u sabia disso por muitos anos, mas, eu não tin5a nen5uma eid!ncia das
#scrituras sobre isso.
Pm dia, eu descobri ,sa.as 9A.B, a resposta para a min5a longa procura.
F&esignaram-l5e a sepultura com os perersos, mas com o rico estee nas Suas
mortesG.
% palara “morte” est3 no plural no 5ebraico.
$uitos de oc!s que possuem M.blias com interpretações nas margens
perceberão isso.
7ue ?esus morreu duas mortes na cruz4 #le morreu espiritualmente antes de
morrer fisicamente.
#m ?oão <=.<; #le disse que ningu"m poderia tirar a Sua ida.
#le não podia ser morto6 #le não podia morrer.
)or que- )orque Seu corpo não era mortal.
?esus tin5a um corpo como o de %dão antes de pecar.
#ra um perfeito, corpo 5umano, não era mortal, nem imortal.
#ra um corpo que não podia morrer at" que o pecado possu.sse o Seu
esp.rito.
#m outras palaras, ?esus tee que morrer espiritualmente antes.
Se o corpo de ?esus tiesse sido como o seu e o meu, então, #le não era
&eidade, #le não era um Substituto, e #le não morreu por nossos pecados6 #le
meramente morreu como um m3rtir.
$as, se #le tin5a um corpo como o corpo do primeiro 5omem, %dão, que
não era mortal, não su1eito a morte Jquer dizer su1eito a satan3sK, então #le era
&eidade.
No nosso último cap.tulo n/s imos o 5omem pregado na cruz de 0risto.
Neste n/s emos a raça 5umana morta com o crucificado.
)aulo diz, FSe 13 morremos com 0risto, cremos que tamb"m com #le
ieremosG. (omanos :.; e > Eim/teo >.<<
Nessas #scrituras n/s percebemos que n/s morremos com 0risto quando
#le morreu.
#le foi o nosso Substituto.
N/s "ramos um com #le na cruz.
N/s "ramos um com #le em Sua morte.
#le morreu sob nosso 1ulgamento, em nosso lugar.
#le morreu porque #le foi feito pecado.
Se n/s ' aceitamos, não pode 5aer nen5um 1ulgamento para n/s.
,sa.as 9A.<=-<>, FEodaia, ao Sen5or agradou mo!-*o, fazendo-'
enfermar, quando #le der a Sua alma como oferta pelo pecado, er3 a Sua
posteridade e prolongar3 os seus dias6 e a ontade do Sen5or prosperar3 nas suas
mãos, #le er3 o fruto do penoso trabal5o de sua alma e ficar3 satisfeito6 o meu
Sero, o ?usto, com o seu con5ecimento, 1ustificar3 a muitos, porque as
iniqLidades deles lear3 sobre si. )or isso, l5e darei muitos como sua parte, e com
os poderosos repartir3 #le o despo1o, porquanto o derramou a sua alma na morte,
foi contado com os transgressores6 contudo, leou sobre si o pecado de muitos e
pelos transgressores intercedeuG.
,sso parece com a reelação de )aulo, não parece-
% reelação paulina " o desendamento do que aconteceu desde o tempo
que ?esus foi feito pecado na cruz, at" sentar-se a destra de &eus.
#m nen5um outro lugar n/s podemos encontrar esse con5ecimento.
,sso " Substituição.
,sso " ,dentificação absoluta.
,sso " uma parte da grande erdade Substitutia em profecia.
#le esaziou a Sua ida para a morte.
%tra"s dessa morte n/s fomos feitos ios.
8oi o nosso pecado que ' matou.
O a Sua 1ustiça que nos d3 ida.
#le bebeu o c3lice da morte, para que bebamos o c3lice da ida.
Naquele minist"rio poderoso antes de se leantar dos mortos, #le destruiu
sen5orio da morte.
7uando a morte ' matou, ela matou a si mesma.
#le enceu o pecado, quando #le o permitiu enc!-*o.
#le enceu satan3s, quando #le deiHou satan3s gan5ar o dom.nio sobre #le.
#le enceu a doença, quando #le deiHou a doença tomar possessão d#*e.
#le se tornou um com satan3s na morte espiritual, para nos fazer um com
&eus na ida espiritual.
F%quele que não con5eceu o pecado, #le o fez pecado por n/s, para que,
n#le, fôssemos feitos 1ustiça de &eus, n#leG J> 0or.ntios 9.><K.
#le se tornou um conosco em fraqueza, pecado, doença e morte espiritual,
para nos fazer um com #le mesmo em 1ustiça, saúde perfeita e comun5ão com o
)ai.
#le se tornou prisioneiro da morte para nos libertar.
Na mente da 1ustiça, n/s morremos para o pecado e seu dom.nio quando
n/s morremos com 0risto.
F%quele que morreu est3 1ustificado do pecadoG. J(omanos :.@K
#le est3 lire do sen5orio da morte espiritual.
2aia na mente de &eus na crucificação, uma perfeita identificação de
0risto conosco e na ressurreição e no noo nascimento, uma identificação perfeita
de n/s em 0risto.
%ssim como ?esus enceu a morte se submetendo a ela n/s na Noa
0riação encemos satan3s submetendo-nos ao sen5orio de ?esus.
N/s e nossas doenças foram postas n#le, e se tornaram uma parte d#le
quando #le foi feito pecado com nosso pecado.
N/s estamos curados por nos tornar-mos participantes de Sua natureza.
&oença e enfermidade não pertencem a Noa 0riação.
O uma coisa anormal na mente do )ai um fil5o de &eus estar doente.
N/s morremos com #le.
N/s morremos para o dom.nio do pecado.
N/s morremos para o dom.nio da doença.
N/s morremos para o dom.nio das circunstCncias e dos 53bitos.
< )edro >.>D, se torna uma realidade.
F0arregando #le mesmo em Seu corpo sobre o madeiro, os nossos pecados,
para que n/s, mortos para os pecados, iamos para a 1ustiça, por Suas c5agas,
fostes saradosG.
,sso " identificação, nossa eHpl.cita identidade com #le no pecado e no
1ulgamento na cruz.
“Que nós morremos para os pecados”, Sua morte e a nossa morte são
id!nticas.
#sta não " Sua morte f.sica.
,sto " espiritual.
#le morreu duas ezes l3.
#le participou de nossa morte espiritual. N/s "ramos eHplicitamente um
com #le naquele 1ulgamento.
“Para que pudéssemos viver para a justiça”, ou, para que pud"ssemos
participar de Sua 1ustiça como #le participou de nossos pecados, para que
pud"ssemos ser 1ustos assim como #le se tornou pecado com os nossos pecados.
#ntão a pr/Hima marail5osa afirmação4 “Peas !uas pisaduras, fostes
sarados”.
#le não s/ tee nossa natureza pecaminosa, mas #le tee nossas doenças.
#le tomou posse de nossas doenças, #le as leou quando #le leou o
pecado.
F)or Suas pisaduras somos curadosG.
,sto " emocionante. %ssim que JcomoK #le leou nosso pecado e nossas
enfermidades tornando-se pecado e enfermidade por n/s, então somos
participantes de Sua 1ustiça e cura quando aceitamos Sua obra por n/s.
0risto morreu uma ez por todas como nosso substituto do pecado.
#le, no 1ulgamento, cumpriu a eHig!ncia da 1ustiça por n/s.
#le os leou com #le quando #le foi ao lugar da substituição, ao lugar do
1ulgamento, ao lugar do sofrimento.
#stou conencido de que o )ai nos ol5a em 0risto como perfeitos, assim
como a obra consumadora de 0risto " perfeita.
#le iu que nossa união com satan3s era uma união perfeita.
Oramos um com o diabo.
#le pôs nossa morte espiritual em 0risto.
#f"sios >.<=, F)ois somos feituras d#le criados em 0risto ?esusG.
#sta obra foi feita pelo grande mestre feitor, 0risto, antes d#le leantar dos
mortos.
' )ai nos ! agora em toda nossa beleza e perfeição em 0risto.
#sta beleza " toda d#*e mesmo. #le nos fez para agradar Seu pr/prio
coração.
$orremos uma ez por todas em 0risto.
$orremos para o dom.nio de satan3s.
$orremos para os el5os 53bitos que nos aprisionaam.
Não precisamos morrer noamente.
% teoria de nosso morrer dia ap/s dia com 0risto em da el5a ersão,
“Estou crucificado”, que " uma incorreta tradução.
% passagem em < 0or.ntios <9.A< est3 falando da i!ncia de )aulo na
presença da morte f.sica, a espera de ser lançado aos leões na arena.
$orremos uma ez com 0risto.
%gora iemos com #le, reinamos com #le.
Sua perfeita (edenção " nossa.
Sua perfeita ?ustiça " nossa.
Eudo o que #le " e fez " nosso.
Eudo o que somos " d#le.
' )ai nos fez um com #le mesmo em 0risto.
Capítulo "
N!S FOMOS ENTERRADOS COM ELE
N/s imos como #le se tornou pecado com o nosso pecado, como #le se
tornou nosso Substituto, carregando nossas doenças.
N/s ' imos sobre absoluto dom.nio e poder do aders3rio na cruz.
N/s ' imos lear a cruz carregando nossas doenças e pecados enquanto
#le era leado em nosso lugar de confinamento.
N/s podemos er a gratificação de satan3s.
N/s podemos er a grande celebração no inferno quando satan3s trouHe
?esus, dentro da prisão.
*eia %tos >.>D, >@, A<-A>.
+oc! lembra como os filisteus regozi1aram sob Sansão, e com que alegria
eles o ac5aram e o prenderam indefeso.
7ue dia de gala dee ter sido no inferno quando %quele que 5aia
leantado *3zaro dos mortos, que 5aia destru.do o poder da morte e doença, que
5aia dominado os entos e as ondas, alimentado o faminto, eHpulsado demônios,
e derrotado satan3s em combate aberto, foi encido e feito um com o diabo.
#le foi feito doente.
#les podiam er n#le todas as doenças das "pocas.
7ue momento terr.el dee ter sido.
7uando os disc.pulos retiraram Seu corpo da cruz, embalsamaram, e
puseram no túmulo de ?os", quão pouco eles apreciaram o que #le tin5a feito, e o
que o Seu sofrimento foi.
7uão pouco o mundo apreciou onde ?esus estaa e o que #le estaa
fazendo.
#les puseram o Seu corpo num túmulo, e o goerno romano o selou e
eniou guardas para igiar para que o corpo de ?esus não fosse roubado.
#les ' ouiram gritar, F$eu &eus, meu &eus, porque me desamparaste-G
&eus desamparou %quele que eles amaam.
#les 5aiam perdido toda esperança. #les pensaam que era #le que ia
redimir ,srael.
)or tr!s dias e tr!s noites o 0ordeiro de &eus foi nosso Substituto no
inferno.
#le estaa l3 por n/s.
#le estaa l3 esperando at" que os clamores de 1ustiça estiessem
plenamente con5ecidos.
0omo uma 5ora que nunca 5aia sido, e nunca poder3 ser de noo.
Ein5a que 5aer um encontro adequado da penalidade, das transgressões da
raça 5umana, e #le as encontrou.
#le se tornou um com satan3s quando #le se tornou pecado, assim como
agora n/s nos tornamos um com #le quando n/s somos recriados.
Capítulo #
ELE SOFREU
#le suportou tudo aquilo que a 5umanidade podia sofrer. #ra a &eidade
sofrendo pela 5umanidade.
' salmo oitenta e oito na M.blia 0ross-(eference diz4 F#le foi posto na
mais profunda coa, coa de abismo, nos lugares escuros, em densas treasG.
' s"timo ers.culo, Fsobre mim pesa a tua ira6 tu me abates com todas as
tuas ondas. #u ten5o c5amado pelo $eu &eus dia e noite e tu não me ouesG.
' terceiro ers.culo diz4 F05eio de problemas, pesado com maus. Eu $e
leaste ao S5eol, o reino da morte. #u $e tornei um 5omem sem &eusG.
' coração não pode entender isso.
% mente fica muda na presença de uma erdade como essas.
' d"cimo quinto ers.culo, F%ndo aflito e prestes a eHpirar desde moço,
sob o peso dos teus terrores, estou desorientado. )or sobre $im passaram as tuas
iras, os teus terrores deram cabo de $im. #les me rodeiam como 3gua, de
cont.nuo, a um tempo me circundam. )ara longe de $im afastaste amigo e
compan5eiro6 os meus con5ecidos são treasG.
QUATRO ATRIBUTOS DIVINOS VISTOS NO INFERNO
N/s amos para a parte mais eHtraordin3ria do sofrimento de 0risto.
#le gritou, F+oc! mostrar3 marail5as aos mortos- %queles que estão
enganados se leantarão e o louarão-G
*3 embaiHo, naquele lugar 5orr.el, &eus mostrou Suas marail5as aos
mortos.
SEU PODER FOI EXPOSTO
#le os deiHou er o terror do pecado e a absoluta ?ustiça de &eus.
SEU AMOR FOI EXPOSTO
$ais do que isso, #le mostrou a bondade do amor de &eus. #le disse, “"
#ondade de !eu amor ser$ mostrada na seputura?”
SUA ETERNA FIDELIDADE EXPOSTA
F# Sua 1ustiça na terra do esquecimento-G
#les iram ?esus, que 5aia sido feito pecado, feito como um 1usto assim
como #le era antes de ser feito pecado.
#m !-*o feito 1usto, satan3s testemun5ou o fato de que a 1ustiça se fez
poss.el para a 5umanidade na noa criação.
0risto foi iificado l3 na esfera da morte.
#le foi c5amado F' primeiro dentre os mortosG.
&eus disse a #le, FEu Os o meu 8il5o, 5o1e Ee gereiG.
's eH"rcitos do inferno ' iram sair da morte. #les testemun5aram o
triunfo de &eus, e a gl/ria de nosso incompar3el 0risto.
Não foi bom para #le nos d3 esta figura gr3fica somente de Sua morte e
sofrimento, mas do Seu triunfo e gl/ria-
&urante toda a eternidade, nos arquios da suprema corte do unierso,
5aer3 registros da isita do 8il5o ao inferno, da derrota de satan3s e da legal
redenção do 5omem.
#les ' iram cancelar d#le mesmo os principados e potestades.
#les ' iram paralisar a capacidade de morte de satan3s.
#les ' iram conquistar as 5/stias do l.der negro.
#les ' iram despo1ar satan3s da autoridade e do dom.nio o qual ele
roubou de %dão no 1ardim.
#les ' iram leantar da morte, um encedor.
#les sabiam que isso era a it/ria da noa criação.
#les nos !em iificados com #le, 1ustificados com #le, ressurretos com
#le, feitos itoriosos com #le.
%pocalipse <.<@-<; foi Sua canção de it/ria.
F#u Sou o primeiro e o último, e %quele que ie, estie morto, mas eis
que estou io pelos s"culos dos s"culos e ten5o as c5aes da morte e do 2adesG.
Capítulo $
%I%IFICADOS COM ELE
0olossenses >.<A, F# /s outros, que est3eis mortos pelas ossas
transgressões, e pela incircuncisão da ossa carne, os deu ida 1untamente com
#le, perdoando todos nossos delitosG.
#f"sios >.9, F# estando n/s mortos em nossos delitos, nos deu ida
1untamente com 0ristoG.
#ste " o coração da (edenção.
(omanos :.9, F)orque, se fomos unidos com #le na semel5ança de Sua
morte, certamente, o seremos tamb"m na semel5ança da Sua ressurreiçãoG.
%qui testemun5amos o milagre das eternidades. ,sso aconteceu naquela
prisão subterrCnea da morte. ?esus foi iificado.
%tos <A.AA, F0omo &eus a cumpriu plenamente a n/s, seus fil5os,
ressuscitando a ?esus como tamb"m est3 escrito no Salmo segundo6 Eu Os o $eu
8il5o, #u 5o1e Ee gereiG.
)aulo, pelo #sp.rito, nos deu 0olossenses <.<;, F#le " a cabeça do corpo,
da ,gre1a. #le " o princ.pio, ' )(,$'IQN,E' &#NE(# 'S $'(E'S, para em
todas as coisas ter a primaziaG.
#le foi morto com a nossa morte. #le morreu duas ezes4
#S),(,EP%*$#NE# e 8,S,0%$#NE#.
< )edro A.<;, F)ois tamb"m 0risto morreu, uma única, pelos pecados, o
1usto pelos in1ustos, para conduzir-os a &eus6 morto, sim na carne, mas
iificado no Jou SeuK esp.ritoG.
7ue transformação dee ter acontecido.
0omo dee ter sacudido a fundação daquele lugar 5orr.el quando eles '
iram iificado, quebrar as prisões da morte espiritual, e arremessou as forças da
morte que ' 5aiam assolado na cruz.
%gora n/s podemos entender #f"sios >.<=, FSomos feitura d#le, criados em
0risto ?esusG.
7uando n/s fomos criados- Na mente da ?ustiça foi quando ?esus foi
recriado l3 embaiHo.
8oi quando a ,gre1a foi realmente nascida de &eus.
A FÉ DE DEUS NA OBRA DE SEU FILHO
&eus " um &eus de f". #le contou as coisas que não eram como se fossem.
*3 embaiHo no inferno #le nos contou 1ustos, contou-nos ios.
#le nos contou noas criações. Seus fil5os e fil5as antes de ir o &ia de
)entecostes e o primeiro contingente do 0orpo de 0risto que eio a eHistir.
#le contou as coisas que não eram como se 13 fossem, e elas se tornaram.
' momento que n/s ' aceitamos como nosso Salador e Sen5or, este noo
nascimento " feito uma realidade em n/s.
Capítulo &
ELE FOI FEITO 'USTO
+oc! percebeu no último cap.tulo que #le foi iificado, e que fomos
iificados com #le na mente da ?ustiça.
#sta ida era a natureza do )ai e quando #le recebeu esta natureza #le se
tornou 1usto mais uma ez.
#le foi feito pecado.
No momento que #le foi iificado, &eus ' 1ustificou.
#le foi declarado 1usto porque #le satisfez a reiindicação de 1ustiça. #le
cumpriu toda eHig!ncia da suprema corte do Pnierso que era contra a raça
5umana.
#le foi feito 1usto com a ida de &eus assim como somos feitos 1ustos na
noa criação.
#le foi feito tão 1usto que não 5oue traço de pecado ou de doenças que
tin5am se tornado uma parte d#le no seu terr.el 1ulgamento.
#le foi feito tão 1usto, que #le pôde entrar na presença do )ai sem senso de
pecado ou culpa ou inferioridade.
7uando #le foi feito pecado #le gritou, F$eu &eus, meu &eus, porque me
desamparastes-G
7uando #le foi iificado &eus disse a #le, “%u és o Meu fi&o, &oje %e
'erei”.
#le permaneceu perante as 5/stias angelicais como 1usto, como puro como
se #le nunca tiesse sido feito pecado.
No momento que #le foi feito 1usto, #le foi o absoluto monarca do
unierso.
#le foi o mestre do submundo. #le foi o mestre de satan3s.
&esde que #le estaa morto espiritualmente, c5eio de pecado, satan3s
mandaa n#le.
$as quando #le foi feito 1usto, #le se tornou o mestre dominante e
soberano do inferno.
Se #le foi feito 1usto, então todos n/s que ' aceitamos como nosso
Salador, ' confessamos como nosso Sen5or e recebemos ida eterna somos
automaticamente feitos 1ustos naquele momento, e podemos dominar as forças do
inferno no Seu nome.
O tudo pela graça N não por obras. Somos feituras d#le, criados em 0risto
?esus.
Somos criados na 1ustiça e santidade da erdade. #f"sios D.>D.
% mesma ida eterna ou natureza de &eus que fez ?esus 1usto foi concedida
a n/s no Noo Nascimento.
8oi alguma marail5a aquilo que o #sp.rito disse atra"s de ?oão, “"ssim
como Ee é, somos nós neste mundo”.
%gora podemos entender > 0or.ntios 9.><, F%quele que não con5eceu
pecado #le ' fez pecado por n/s6 para que pud"ssemos nos tornar a ?ustiça de
&eus n#leG.
(omanos A.>:, F)ara que #le pudesse ser 1usto e 1ustiça daquele que tem f"
em ?esusG JEradução *iteralK.
&eus se tornou a 1ustiça de &eus, e no momento que aceitamos 0risto como
Salador, confessamos #le como nosso Sen5or, e cremos que &eus o ressuscitou
dos mortos, #le se torna a nossa 1ustiça.
%ssim como &eus se torna a 1ustiça de ?esus, #le se torna a 1ustiça da Noa
0riação.
%ssim como #le se torna a ida de ?esus, #le se torna a ida da Noa
0riação.
#ssa erdade reolucionar3 a ,gre1a quando ela compreender isso.
#f"sios >.:, F# 1untamente com #le, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos
lugares celestiais em 0risto ?esusG.
,sto nunca poderia ter sido uma parte da reelação ano menos que oc!
fosse tão 1usto quanto #le foi.
+oc! não ! a eHpl.cita intrepidez que isso l5e d3 na presença de toda sorte
de doenças, ou de satan3s mesmo-
+oc! pode er que coragem isso d3 quando oc! entra em Sua presença-
' sentido da 1unção com #le " tão real quanto Seu senso de 1unção foi
conosco quando #le foi feito pecado e doença.
+amos nos leantar e tomar nossos lugares como encedores, como
conquistadores.
+amos em frente e fazer a obra que ?esus começou a fazer quando #le
estaa aqui.
Capítulo 1(
ELE %ENCEU SATAN)S
#ste foi o maior eento das eternidades.
' fil5o eterno foi 1ustificado. +iificado em esp.rito e despo1ou os
principados e potestades, fazendo deles um s5oR abertamente, triunfando sobre
eles.
#le triunfou sobre satan3s.
#le enceu as 5ostes do inferno.
#le despo1ou satan3s da autoridade e dom.nio que ele tin5a de %dão na
queda.
+oc! estaa com #le quando a batal5a aconteceu.
+oc! foi identificado com #le.
%ssim como oc! foi identificado com #le, quando #le foi crucificado,
quando #le morreu, quando #le foi sepultado, quando #le foi iificado, quando
#le foi 1ustificado, oc! estaa com #le naquela it/ria sobre o aders3rio.
8oi sua it/ria, não d#le.
#le não precisaa lutar aquela batal5a, #le fez isso por oc!.
7uando #le enceu o aders3rio e o despo1ou de sua autoridade, na mente
do )ai, foi como se oc! tiesse feito isso.
+oc! " o mestre Jsen5orK de satan3s, assim como ?esus foi quando #le
ressuscitou dos mortos.
%ssim como ?esus enceu o aders3rio durante Sua camin5ada na terra,
oc! pode enc!-lo 5o1e.
,sso significa dom.nio sobre todas as obras de satan3s.
,sso significa que oc! " esperado para fazer as obras que ?esus começou.
8oi o fim da derrota e da fal5a.
8oi o in.cio de uma noa era.
O tempo de apreciarmos o que &eus fez por n/s em 0risto.
O tempo de alorizarmos o que significa ser um membro do 0orpo de
0risto, de alorizarmos a posição na qual #le nos colocou e a autoridade que #le
nos deu no Nome de ?esus.
7uando #le derrotou satan3s, foi nossa it/ria.
N/s somos agora os encedores 1ustos.
N/s somos os sen5ores JmestresK de satan3s.
N/s agora reinamos como reis no reino da ida atra"s de ?esus 0risto,
nosso Sen5or ressurreto.
Satan3s não pode mais ter dom.nio sobre n/s.
&oença est3 sobre os nossos p"s.
N/s somos fil5os da noa criação.
Não 53 algum problema de f".
N/s somos seus fil5os, todas as coisas são nossas.
< 0or.ntios A.><, FEodas as coisas são suaG.
N/s não precisamos ter f" pelas coisas que são nossas.
+amos agradec!-*o e ir em frente e curtir a abundCncia desta marail5osa
redenção.
Capítulo 11
RESSUSCITADOS COM ELE
% ressurreição do Sen5or ?esus " a proa da derrota de satan3s, da redenção
do 5omem e do direito legal de &eus fazer o crente uma Noa 0riação.
#f"sios <.@ se sobressai com sugestiidade e conforto peculiar.
FNo qual temos a redenção, pelo sangue, a remissão dos pecados, segundo
a riqueza de sua graçaG.
N/s temos nossa redenção. Não " algo que n/s temos que orar ou pedir.
No momento que n/s somos nascidos de noo, neste momento, a redenção
" nossa.
' dom.nio sobre n/s acaba.
Nossa ida de seridão e medo tem que terminar.
#ssa redenção " de acordo com as riquezas de Sua graça.
N/s somos lires.
Nestes cap.tulos pr"ios n/s temos tido a oportunidade de er a abundCncia
e riquezas da graça do )ai em Sua obra substitutia em 0risto.
#f"sios >.:, F# 1untamente com #le, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos
lugares celestiais em 0risto ?esusG.
N/s fomos crucificados com #le, mortos com #le, sepultados com #le,
sofremos com #le, fomos 1ustificados com #le, iificados com #le, encemos
satan3s com #le, e ressuscitamos 1untos com #le.
% ressurreição de ?esus " a proa de nossa it/ria sobre o aders3rio.
O a proa que não pode ser negada. 0ada pessoa que aceita 0risto como
Salador, na mente de &eus " um encedor sobre o aders3rio.
Eão poucos dos fil5os do )ai tem isto esta poderosa erdade, que a nossa
it/ria estaa na it/ria de 0risto.
7uando ?esus quebrou as grades da morte, enceu satan3s e o pecado, foi a
nossa it/ria.
0olossenses A.<, “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com
Cristo(((” N/s fomos ressuscitados 1untamente com 0risto.
Na mente do )ai isso foi nossa tradução do reino das treas para o reino do
8il5o do Seu amor.
8oi a nossa redenção.
N/s quebramos o dom.nio de satan3s sobre nosso corpo, alma e esp.rito em
0risto.
$as, talez a maior mensagem de nossa perfeita it/ria sobre o aders3rio
" encontrada em #f"sios <.<B->>, F# qual a suprema grandeza do Seu poder para
com os que cremos, segundo a efic3cia da força e do Seu poder6 o qual eHerceu
#le em 0risto, ressuscitando-' dentre os mortos e fazendo-' sentar a Sua direita
nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e dom.nio,
e de todo nome que se possa referir não s/ no presente s"culo, mas tamb"m no
indouro. # pôs todas as coisas debaiHo dos p"s e, para ser o cabeça sobre todas
as coisas o deu a ,gre1aG.
% mesma capacidade que fez o corpo morto de ?esus se reanimar e se
enc5er com imortalidade est3 5o1e no crente.
N/s 5o1e somos mais do que encedores por causa da ida de &eus que foi
dada a n/s em nossa Noa 0riação.
O a capacidade de &eus reelada na ressurreição que balançou as fundações
do inferno, então 5o1e, quando os crentes sabem que eles ressuscitaram 1untos
com 0risto, eles sabem que eles são encedores em todo campo e sobre todas as
circunstCncias, e que podem continuar de triunfo a triunfo.
&eus leantou o crente acima de toda regra e autoridade e poder e dom.nio,
não somente nesta "poca, mas, naquela que 53 de ir.
#le pôs todas as coisas em su1eição debaiHo dos p"s dos crentes.
#le deu 0risto que " a cabeça do 0orpo para ser mestre sobre todas as
forças do unierso.
?esus deu ao crente um direito legal para o uso de Seu nome.
#le realmente o deu o poder de procuração para que então no Nome de
?esus todo demônio e todo poder obedeça este Nome, nos l3bios do crente.
Não 53 algo tão dif.cil para &eus.
% capacidade de &eus " a capacidade que #le nos d3, então Sua
ressurreição " a proa de nosso direito de reinar sobre satan3s e os demônios.
#le ressuscitou porque #le enceu satan3s em nosso lugar, para que não
i!ssemos mais com medo das forças inis.eis das treas.
Capítulo 12
O SUMO SACERDOTE
#m $ateus >;.:, o an1o disse as mul5eres que foram terminar o
embalsamamento de ?esus naquela man5ã do &ia do Sen5or, “Ee n)o est$ aqui*
ressuscitou, como tin&a dito( +inde ver onde Ee ja,ia”.
#le morreu como um cordeiro. #le ressuscitou o Sen5or %lto Sacerdote da
Noa 0riação.
+oc! se lembra de ?oão >= quando $aria ' iu. 7uando ela descobriu
quem #le era, ela prostrou-se aos Seus p"s.
#le disse4 FNão me deten5a6 porque ainda não subi para meu )ai, mas ai
ter com os meus irmãos e dize-l5es6 subo para meu )ai e osso )ai, para meu
&eus e osso &eusG.
' que #le quis dizer-
#le quis dizer o que n/s lemos em 2ebreus B.<<-<>, F7uando por"m, eio
0risto como Sumo sacerdote dos bens 13 realizados, mediante o maior e mais
perfeito tabern3culo, não por mãos, quer dizer, não desta criação, não por meio de
sangue de bode e bezerros, mas pelo seu pr/prio sangue, entrou no Santo dos
santos, uma ez por todas, tendo obtido eterna redençãoG.
0omo o %lto Sacerdote, #le pegou Seu pr/prio sangue e carregou ao
celestial Santo dos santos e l3 apresentou a &eus.
,sso foi aceito, e aquele selo ermel5o est3 sobre o documento de nossa
(edenção.
' sangue de ?esus 0risto, 8il5o de &eus " a testemun5a eterna de Sua obra
consumada para n/s, do nosso direito legal a ida eterna, e filiação com todos os
priil"gios.
0om base no sangue n/s somos mais do que encedores.
Satan3s não tem nen5um dom.nio sobre n/s. Seu dom.nio est3
eHplicitamente quebrado.
%s proas dessa it/ria estão constantemente perante o )ai.
2ebreus @.>>, F)or isso mesmo, mesmo, ?esus tem se tornado fiador de
superior aliançaG.
Se oc! est3 em grae perigo, ou satan3s est3 pressionando duramente
sobre oc!, oc! c5ama a atenção do )ai para os seus direitos que são garantidos
por causa daquele sangue.
%pocalipse <>.<<, F#le pois, o enceram por causa do sangue do 0ordeiro
e por causa da palara do testemun5oG.
+oc! tem um direito legal ao Nome de ?esus que eHpulsa demônios e
quebra o poder de satan3s.
?oão <:.>A, FSe pedirdes alguma coisa ao )ai, #le o-la conceder3 em $eu
nomeG.
Eodas as coisas são poss.eis a oc!, porque oc! est3 na fam.lia. +oc!
tem a proteção perfeita que o sangue garante.
Capítulo 13
CRISTO SENTOU
' cl.maH da (edenção foi o sentar do Sen5or ?esus.
&epois de ter sido feito pecado, depois de ter pago a penalidade do nosso
relacionamento com satan3s, depois de ter sofrido tudo que a 1ustiça eHigia de
n/s, então 0risto, conosco, leantou-se dos mortos.
N/s ressuscitamos com #le.
#le declarou que n/s fomos assentados 1untos com 0risto.
#f"sios >.:, F#, 1untamente com #le, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos
lugares celestiais em 0risto ?esusG.
#sta foi a maior 5onra que &eus 13 outorgou ao 5omem.
' fil5o tornou-se um 5omem, identificou-se com a raça 5umana, lirou a
raça 5umana da autoridade de satan3s e carregou o Seu sangue at" o Santo dos
Santos para fazer a redenção eterna.
#ntão, #le sentou a destra da $a1estade nas alturas.
N/s temos um 5omem sentado a destra de &eus.
#le " nosso representante. #le est3 l3 para nos representar.
#ste " o eento supremo da (edenção, um 5omem sentado a destra de
&eus, e este 5omem " a cabeça do noo corpo, a ,gre1a.
23 alguma marail5a quando #le diz, FMendito o &eus e )ai de nosso
Sen5or ?esus 0risto que nos tem abençoado com toda sorte de benção espiritual
nas regiões celestiais em 0ristoG J#f"sios <.AK.
N/s não somente estamos sentados na mais alta posição do unierso, mas,
tamb"m n/s fomos abençoados com toda sobre de benção que " necess3ria para
manter nosso lugar como membros do Seu glorioso 0orpo.
Na mente de &eus, cada um de n/s est3 em 0risto agora. #le nos ! n#le.
7uando n/s amos ao trono da graça em oração, " como se ?esus estiesse
indo l3, pois, n/s amos em Seu Nome.
0olossenses A.A, F)orque morrestes, e a ossa ida est3 oculta 1untamente
com 0risto, em &eusG.
N/s estamos escondidos do aders3rio, mas, estamos is.eis ao )ai.
2ebreus B.>D, F)orque 0risto não entrou em santu3rio feitos por mão,
figura do erdadeiro, por"m, no mesmo 0"u, para comparecer, agora, por n/s,
diante de &eusG.
#le est3 l3 a destra do )ai como %quele que nos ama, como nosso Sen5or,
como %quele que nos amou e deu a Si mesmo por n/s.
N/s podemos er que nossa redenção " uma coisa completa e acabada.
Se 0risto sentou-se a destra de &eus, " porque o )ai ' aceitou e aceitou o
que #le fez por n/s.
' fato de que #le est3 sentado l3, " o selo de nossa aceitação no %mado.
Capítulo 14
LI*ERANDO A CAPACIDADE DE DEUS DENTRO DE N!S
% coisa mais emocionante que eu 13 aprendi sobre (edenção " a
marail5osa capacidade de &eus que est3 no crente.
N/s temos a ida de &eus em n/s.
F#, assim, se algu"m est3 em 0risto, " noa criação, as coisas antigas 13
passaram6 eis que se fizeram noasG J> 0or.ntios 9.<@K.
)erceba cuidadosamente que o crente " uma noa criação.
#le " criado em 0risto ?esus.
#le " o acabamento de &eus.
#ssa noa criação se tornou uma realidade para ele porque ele recebeu a
ida e a natureza de &eus.
< ?oão 9.<A, F#stas coisas os escrei, a fim de saberdes que tendes a ida
eterna, a os outros que credes em o Nome do 8il5o de &eusG.
+oc! pode er agora o que oc! tem dentro de oc!, se oc! " Seu fil5o, a
ida e natureza de &eus.
> )edro <.D nos diz que n/s nos tornamos participantes da natureza de
&eus.
F)elas quais nos tem sido doadas as suas preciosas e mui grandes
promessas, para que por elas os torneis co-participantes da natureza diina,
lirando-os da corrupção das paiHões que 53 no mundoG.
?esus enfatiza isso por Sua ilustração, “Eu !ou a videira, vos sois os
ramos” J?oão <9.9K.
' ob1etio de Sua inda foi para que ten5amos ida, e a ten5amos em
abundCncia.
?oão <=.<=, F#u im para que ten5am ida e a ten5am em abundCnciaG.
+oc! recebeu a ida eterna.
#sta ida eterna " a natureza do )ai como reelada em 0risto.
0omo um ramo da ideira, a mesma ida que est3 manifesta na ideira est3
fluindo atra"s de oc! e frutificando.
O a ida da ideira em oc! que produz frutos de amor, de f", e de alegria.
VOC TEM A PALAVRA DE DEUS HABITANDO EM VOC
0olossenses A.<:, F2abite ricamente, em /s a palara de 0ristoG.
' que ela est3 fazendo l3- #la est3 admoestando, est3 educando, est3
treinando, est3 corrigindo, est3 construindo f" e amor dentro de seu esp.rito.
%tos >=.A>, F%gora, pois, encomendo-os ao Sen5or e a )alara da Sua
graça, que tem poder para os edificar e dar 5erança entre todos os que são
santificadosG.
O a )alara que fortalece.
O a )alara que faz oc! con5ecer sua 5erança.
O a )alara que reela a oc! seu relacionamento com &eus )ai.
O a )alara que faz oc! con5ecer seus direitos e priil"gios em 0risto.
+oc! se lembra de que foram as palaras de 0risto que curaram muitas das
pessoas que ieram at" #le.
#le disse que eram as palaras de Seu )ai.
% reelação )aulina são as palaras do )ai sobre ?esus.
7uando oc! diz que " uma noa criação criado em 0risto ?esus, as
palaras do )ai estão eHpressando um fato atra"s de seus l3bios.
7uando oc! diz, “Em -ome de .esus, doença, pare de e/istir”, oc! est3
usando as palaras do )ai que #le falou atra"s dos l3bios de ?esus.
7uando oc! aançar com seus direitos de 1ustiça e começar a dar frutos,
serão o mesmo tipo de frutos que ?esus deu em Sua camin5ada na terra.
?ustiça significa a capacidade de ficar na presença do )ai sem o sentido de
culpa ou inferioridade.
#ssa 1ustiça se torna sua atra"s da obra de 0risto terminada.
(omanos D.>9, F' qual foi entregue por causa das nossas transgressões e
ressuscitou por causa da nossa 1ustificaçãoG.
7uando a ida de &eus " liberada, a capacidade de &eus como se reelada
na )alara " liberada.
Nos contam que 53 bastante poder em um 3tomo para impulsionar um
grande naio no oceano.
Se o poder que est3 inestido na ida de &eus que est3 em oc!, e o poder
que est3 inestido na )alara de &eus Jaquela )alara que falou e fez um
PniersoK fossem liberados em oc!, as coisas aconteceriam, não aconteceriam-
' ob1etio desta pequena mensagem " deiHar oc! saber que &eus quer ser
lire em oc!.
VOC TEM O NOME DE !ESUS
+oc! con5ece ?oão <D.<A-<D, F# tudo quanto pedirdes em $eu nome, isso
farei, fim de que o )ai se1a glorificado no 8il5o. Se me pedirdes alguma coisa em
$eu nome, #u o fareiG.
,sto não " orar ao )ai, nem fazer um pedido a ?esus. O usar o Nome como
)edro o usou na )orta 8ormosa quando ele lirou aquele 5omem da paralisia
infantil.
O mandar as forças das treas tornarem-se obedientes a autoridade do
Nome de ?esus.
#sse Nome " seu. +oc! pode não ter tirado proeito dele. ?esus deu o poder
de procuração para usar o Seu Nome.
#le disse em $ateus >;.<;-<B, FEoda autoridade me foi dada no c"u e na
terra. ,de portanto e fazei disc.pulos de todas as naçõesG.
% palara “disc0puo” significa estudante, algu"m que aprende.
N/s estamos aqui para fazer estudantes da )alara de todas as nações.
+oc! tem a capacidade de ir e fazer isso.
F#m $eu nome eHpulsarão demônios... imporão as mãos sobre os
enfermos e eles ficarão curadosG J$arcos <:.<@-<;K.
,sso pertence a oc! agora.
% idade dos milagres " a sua "poca. O a "poca presente. +oc! pode ier e
andar na plenitude da capacidade de &eus.
+oc! pode deiHar a 5abilidade se liberar em oc!.
#ste " um desafio de amor deiHar a ida de &eus se liberar em oc!, deiHar
a )alara se liberar em oc!, dar o Nome de ?esus o seu erdadeiro lugar na sua
ida.
VOC TEM O ESP"RITO SANTO EM VOC
?esus prometeu aos disc.pulos que o #sp.rito Santo, que estaa com eles,
estaria neles.
No dia de )entecostes, depois que #le os recriou, #le entrou em seus
corpos.
7ue milagre " ter &eus em n/s.
O marail5oso ter Sua )alara 5abitando em n/s quando n/s percebemos
que o unierso foi criado por Sua )alara, e n/s temos essa capacidade criatia
em n/s.
%gora n/s temos &eus, #le mesmo em n/s, 1unto com Sua )alara.
#le disse em < ?oão D.D, F8il5in5os, os sois de &eus e tendes encido os
falsos profetas, porque maior " aquele que est3 em /s do que aquele que est3 no
mundoG.
' que &eus em n/s " o mesmo que falou e fez um unierso eHistir. '
mesmo &eus que andou no $ar da Ialil"ia est3 em n/s.
' mesmo &eus que ressuscitou dos mortos est3 em n/s.
8ilipenses >.<A, F)ois " &eus que opera dentro de oc!G.
N/s não temos aproeitado as riquezas da graça que nos pertence.
7uão pouco de n/s tem deiHado &eus se liberar em n/s.
#u posso senti-lo lutando para ter Seu lugar e ter Seus direitos nos
indiiduais membros do corpo de 0risto.
0omo #le anela curar o doente, quebrar o poder de satan3s sobre as idas
dos 5omens atra"s de n/s.
+amos deiH3-lo se liberar em n/s.
VOC TEM A !USTIÇA DE DEUS
N/s somos a 1ustiça de &eus em 0risto.
> 0or.ntios 9.><, F%quele que não con5eceu pecado, ele o fez pecado por
n/s, para que, n#le, fossemos feitos 1ustiça de &eusG.
%gora #le quer que amadurecemos os frutos de 1ustiça.
> 0or.ntios B.<=, F# multiplicar3 os frutos da ossa 1ustiçaG.
?ustiça " a capacidade de permanecer na presença do )ai sem condenação.
#la nos d3 o direito legal para usar o Nome de ?esus.
#la nos d3 a capacidade de permanecer na presença de doenças de todos os
tipos sem medo, na presença de satan3s como sen5ores absolutos.
< ?oão >.>B, FSe sabeis que #le " 1usto, recon5ecei tamb"m que todo aquele
que pratica a 1ustiça " nascido d#leG.
N/s temos pensado que ela significa somente uma conduta, um cuidado em
nosso camin5ar.
8azer 1ustiça " fazer as obras que ?esus fez, pois, n/s estamos tomando o
lugar de ?esus.
% 1ustiça nos d3 a capacidade de permanecer na presença de &eus qualquer
5ora e permanecer na presença de satan3s como encedores absolutos.
7uão pouco isto tem sido entendido. 7uão n/s temos alorizado isso.
%gora &eus est3 esperando por oc! para trazer esta erdade a frente. #le
quer que comecemos a ier a 1ustiça, a praticar a 1ustiça, a quebrar o dom.nio de
satan3s, a falar com autoridade assim como ?esus fez.
VOC TEM A SABEDORIA DE DEUS
+oc! pode dizer que isto " o resumo de tudo.
Se oc! tem a capacidade de &eus, a sabedoria de &eus, e oc! as deiHa se
liberar, que ilimit3el ser3 para o seu minist"rio.
Não " um problema de educação, mas de deiHar &eus se liberar em oc!,
liberando a capacidade de &eus que est3 dentro de oc!.
*acrada em oc! 5o1e est3 a capacidade de &eus.
?esus foi feito sabedoria para oc!.
F$as /s que sois de 0risto ?esus, que foram feitos sabedoria de &eusG.
Eiago disse aos beb!s em 0risto que se os faltasse sabedoria, eles poderiam
pedir a &eus.
Eiago <.9-; JSeTmout5K, F# se algum de /s " deficiente em sabedoria,
deiHe-o pedir a &eus, que d3 com mão aberta a todos os 5omens e nada l5es
impropera6 e ser3 dada a ele6 mas peça com f" sem duidar, pois, quem duida "
como uma onda do mar, dirigida e agitada pelo entoG.
+oc! est3 crescido agora. +oc! passou pelo per.odo de criancice e agora
oc! sabe que ?esus " sua sabedoria.
Sabedoria " a capacidade de usar con5ecimento.
+oc! tem o con5ecimento da ida de &eus que est3 em oc!.
+oc! tem o con5ecimento do poder e autoridade da )alara.
+oc! tem o con5ecimento de seu direito legal de usar o Nome de ?esus em
seu combate com forças espirituais.
+oc! tem con5ecimento do fato de que &eus est3 realmente em seu corpo.
%gora oc! ai usar esses fatos poderosos para abençoar a 5umanidade.
DEIXANDO DEUS SE LIBERAR EM N#S
' &eus encarcerado " finalmente lire com a nota de direitos para nos usar
como ' agradar.
N/s não estamos mais escondidos.
%s pessoas sabem quem n/s somos.
23 um camin5o que nos lea, não importa onde iemos, pois n/s temos
deiHado &eus se liberar em n/s e temos dado a #le, Sua liberdade para curar o
doente, abençoar o mundo.
Capítulo 1
PERSE+UIÇÃO SAT,NICA AOS 'USTOS
?esus disse, FMendito são aqueles que são perseguidos por causa da
1ustiçaG.
&epois #le disse, FMendito sois os quando os 5omens os repreenderem e
perseguiremG.
's 5omens não nos perseguem por causa da 1ustiça.
Satan3s nos persegue por causa da 1ustiça.
Satan3s teme a 1ustiça mais do que qualquer outra coisa.
Na esfera do que &eus fez em 0risto por n/s, quando n/s somos nascidos
de noo, n/s nos tornamos a 1ustiça de &eus.
,sso significa que n/s temos a capacidade de eHpulsar demônios, quebrar o
poder de satan3s, curar os doentes e ressuscitar os mortos.
% 1ustiça d3 libertação do medo de satan3s e suas obras.
#la d3 um noo sentido de filiação. #ssa consci!ncia de fil5o gera uma f"
5er/ica.
#la acaba com o sentimento de inferioridade espiritual, e eHplicitamente
destr/i a consci!ncia de pecado em n/s.
N/s podemos andar perante os 5omens assim como ?esus andou, porque
n/s sabemos que somos noas criações. % ida el5a foi eHplicitamente destru.da.
N/s sabemos que cada pecado que 13 cometemos foi remido.
Sabemos que os pecados que n/s cometemos desde que fomos nascidos de
noo foram perdoados, e n/s ficamos na presença de &eus assim como ?esus
ficou quando #le andou na terra.
N/s ousamos tomar nossa posição e fazer esta confissão cora1osamente-
Satan3s procura nos manter conscientes do pecado, e procura nos roubar a
consci!ncia de fil5o.
&esde que ele consiga nos manter conscientes do pecado n/s seremos
surrados.
7uase todos os ensinamentos de 5o1e tendem a manter as pessoas sobre
condenação.
' minist"rio nunca percebeu que sua obra " libertar o 5omem da
consci!ncia do pecado e faz!-lo consciente de &eus, consciente do 8il5o,
consciente da it/ria, consciente da f", consciente do amor.
7uando percebemos que nascemos do amor e que temos a natureza do
amor de &eus em n/s, n/s começamos a mostrar a fragrCncia do c"u.
(omanos ;.A@, F)or"m, em todas em todas essas coisas somos mais do que
encedoresG.
7uando nos tornamos consciente da it/ria, n/s nos leantaremos como
um 5omem forte se leanta do sono, e tomaremos nosso lugar entre os itoriosos.
' fil5o nos fez lires. +amos permanecer firmes na liberdade com a qual
Sua redenção nos libertou.
Capítulo 1"
O CON-ECIMENTO DE SUA %ONTADE
#ste " um problema que incomoda a maioria do poo de &eus6 como saber
a ontade do )ai.
% ontade do )ai " reelada na )alara. ?esus disse, F#u desci do c"u não
para fazer min5a pr/pria ontade, mas a ontade d%quele que me eniouG.
?esus con5ecia qual era a ontade do )ai. #le disse, “Eu sempre faço as
coisas que &e a'radam”.
)aulo disse em > 0or.ntios 9 que #le fez disso Seu neg/cio para agradar ao
)ai.
Se ?esus pôde agradar o )ai e fazer Sua ontade, se )aulo pôde agradar o
)ai, con5ecer Sua ontade e faz!-la, então " poss.el para n/s tamb"m faz!-la.
7uais os fundamentos para ter garantia- #m primeiro lugar temos Sua
mente e Sua ontade na )alara.
Se eHaminarmos a )alara diligentemente, permitindo que o #sp.rito nos
guie nela, n/s c5egaremos ao crescimento e desenolimento espiritual atra"s de
constantes meditações na )alara onde Sua ontade ser3 uma consci!ncia
inconsciente em n/s.
#le disse, F2abite ricamente em /s a )alara de 0risto, instrui-os,
admoestai-osG.
)aulo disse a ,gre1a de #f"sios quando ele se despediu dela, F#u os
recomendo pela )alara de Sua graça que " capaz de os admoestar e os dar a
5erança entre aqueles que são santificadosG.
0olossenses <.B, F)or esta razão, tamb"m n/s, desde o dia em que o
ouimos, não cessamos de orar por /s e de pedir que transbordeis de pleno
con5ecimento da Sua ontade, em toda sabedoria espiritualG.
% palara “con&ecimento” em da palara grega “ep'nosis” que significa
con5ecimento correto, con5ecimento pleno, completo. N/s temos que estar c5eios
com con5ecimento correto e então #le nos d3 sabedoria para usar esse
con5ecimento perfeito.
%lgu"m diz, FNão parece cr.el que possamos ter um con5ecimento
perfeito. )or que não podemos- N/s temos uma reelação perfeita da Sua
ontadeG.
% M.blia " um liro perfeito. ' #sp.rito Santo " um professor perfeito. N/s
somos noas criações perfeitas, criadas em 0risto ?esus.
N/s temos uma 1ustiça perfeita. Eemos um relacionamento perfeito. #le diz
que n/s nos tornamos participantes da plenitude de 0risto.
F&e Sua plenitude temos todos n/s recebido graça sobre graçaG.
Nossa redenção " perfeita, redenção completa que encontra casa
necessidade 5umana e responde cada desafio da plenitude diina.
Se isso " erdade, eu não sei porque n/s não podemos ter con5ecimento
completo. #u quero que oc! perceba em ?oão <.A@-A;, n/s somos nascidos “de
cima”.
' noo nascimento não " uma obra de psicologia ou de filosofia 5umana
ou de capacidade 5umana.
N/s somos nascidos Fnão de coisas corrupt.eis, mas de incorrupt.eis da
)alara de &eus que ie e 5abitaG.
Eiago nos conta que #le cria para n/s Sua pr/pria ontade.
?oão <.<A, F's quais não nasceram do sangue, nem da ontade da carne,
mas de &eusG.
% noa criação " a obra do #sp.rito Santo atra"s da )alara. O uma obra
perfeita.
#la nos faz completos n#le. “"'ora pois, nen&uma condenaç)o &$ para os
que est)o em Cristo .esus”. Se oc! que l! isso pode aceitar a )alara, oc!
começar3 a florescer e dar frutos de alegria e paz que oc! nunca con5eceu.
N/s temos pregado por tantos anos que somos pobres, criaturas miser3eis,
que somos indignos e incapazes e as #scrituras que foram escritas aos 1udeus
quando eles estaam em apostasia são aplicadas U ,gre1a N e tamb"m as #scrituras
aos não regenerados são aplicadas a ,gre1a, at" a ,gre1a ter um compleHo de
inferioridade com relação ao pecado.
,sso tem sido iido na esfera da consci!ncia de pecado, e o sentimento de
indignidade tanto tempo que a )alara tem pouco efeito.
N/s queremos trazer isto para oc! 5o1e. % )alara " uma mensagem
perfeita. +oc! dee ter um con5ecimento perfeito da ontade do )ai.
Seria interessante ol5ar essas #scrituras.
#f"sios <.<@, F)ara que o &eus de nosso Sen5or ?esus 0risto, o )ai da
gl/ria, os conceda esp.rito de sabedoria e de reelação no pleno con5ecimento
d#leG.
Não " o con5ecimento dos sentidos, mas o con5ecimento d#le e o #sp.rito
guiar3 o seu coração a isso.
#f"sios D.<A, F%t" que todos c5eguemos a unidade da f" e do pleno
con5ecimento do 8il5o de &eus, a perfeita aronilidade, a medida de estatura da
plenitude de 0ristoG.
23 um con5ecimento pleno e completo o qual n/s amos crescer.
#sta eHpressão ocorre <> ou <D ezes no Noo Eestamento, especialmente
nas #p.stolas.
,sso tem me leado a crer que o )ai quer que n/s con5eçamos Sua ontade.
0olossenses <.<> JEradução (ot5er5amK, F&ando graças ao )ai que nos
tem dado a capacidade de desfrutar nossa parte da 5erança dos santos na luzG.
% palara grega “dunamis” traduzida “poder” significa capacidade.
&eus tem nos dado Sua capacidade para con5ecer Sua ontade para saber
qual " a nossa parte na 5erança dos santos na luz.
N/s temos a capacidade. O a capacidade dada por &eus. N/s temos o
#sp.rito Santo que ?esus disse que nos guiaria a toda erdade.
#le " o nosso )rofessor, nosso Iuia, nosso ,nstrutor que 5abita em n/s. #u
não consigo er onde 53 algum motio para n/s iermos em fraqueza, fal5a e
ignorCncia da ontade do )ai e de nosso lugar e posição em 0risto e de nossos
direitos e priil"gios.
N/s não temos mais direito de desonrar o )ai e desonrar a ?esus do que
?esus tee quando #le andou aqui na terra.
Somos os fil5os e as fil5as de &eus. Somos 5erdeiros de &eus e co-
5erdeiros com 0risto.
Eemos priil"gios e direitos na fam.lia.
' primeiro priil"gio " fazer o coração do )ai contente.
Capítulo 1#
TENDO SUA PR!PRIA F.
)ense em ter f" na sua pr/pria f"V
)ense na emoção de ter suas pr/prias orações respondidasV
Pma mãe eio apressadamente at" mim em um culto e disse, F'5, sr.
WenTon, &eus ouiu a min5a oração na noite passada e curou o meu beb!G.
#la era cristã a muitos anos, e nunca tin5a tido suas orações respondidas.
Pm aô escreeu, F+oc! nunca saber3 a alegria que eu eHperimentei. $eu
netin5o estaa muito doente, e numa perigosa condição. #ntão me lembrei do
nome de ?esus e dos meus direitos em 0risto. #u fui ao leito, a1oel5ei-me perto do
beb!, pus meus braços cercando-o, e mandei que em Nome de ?esus que a doença
partisse para que o beb! fosse curado. % mãe permaneceu ali do lado, l3grimas
desceram de sua face. ' beb! abriu os ol5os, ol5ou para sua mãe e sorriu. &eus
ouiu a min5a oração.
#u oltei e impus min5as mãos sobre a min5a fil5a que estee doente desde
que a criança nasceu. #la foi curada.
+oc! pode imaginar o que isto significa para mim- O a primeira ez na
min5a ida que eu 13 i min5as orações respondidas como nestaG.
,sto deeria ser uma eHperi!ncia normal para cada um de oc!s.
7uando oc! percebe que a grande maioria dos cristãos nunca tem uma
oração respondida, oc! pode entender o que eu quero dizer por ter f" na sua
pr/pria f".
% maioria dos cristãos estão dependendo da f" de outras pessoas. #les
podem fazer a oração, mas, eles querem mais algu"m para crer.
Na realidade, eles não estão orando. #les estão apenas repetindo palaras,
pois oração no sentido do Noo Eestamento " nascida da f", e sempre "
respondida.
' )ai plane1ou que todos de!ssemos ter f".
+oc! percebeu aquela passagem das #scrituras em $arcos <:.<@-<;-
F#stes sinais 5ão de acompan5ar aqueles que cr!em6 em $eu nome eHpelirão
demônios, falarão noas l.nguas, pegaram em serpentes6 e se alguma coisa
mort.fera beberem, não l5es far3 mal6 se impuserem as mãos sobre enfermos, eles
ficarão curadosG.
&e quem ele est3 falando- &o 5omem ou mul5er que acabaram de aceitar
0risto como Salador e ' confessou como Sen5or.
#le acabou de receber de receber a +ida #terna. ,mediatamente ele começa
seu combate com as forças inis.eis das treas. %lgu"m est3 doente ou em
prisão. #le eHerce seus direitos. #m Nome de ?esus ele quebra o poder de satan3s.
%tos >=.A>, F%gora, pois6 encomendo-os ao Sen5or e a )alara da sua
graça, que tem poder para os edificar e dar 5erança entre todos os que são
santificadosG.
“1ortaecer voc2” significa fortalecer oc! em f", em amor e na
capacidade de a1udar a 5umanidade.
Sua f" dee ser desenolida at" que ela se torne uma força poderosa. #sse
" o son5o do )ai para oc!.
% )alara fortalecer3 seu senso de ?ustiça.
#u não con5eço nada mais necess3rio do que isso.
7uando n/s nos tornamos conscientes que somos 1ustos, n/s não
pensaremos sobre nossas fraquezas e fal5as.
,sa.as A>.<@, F' efeito da 1ustiça ser3 a paz, e o fruto da 1ustiça, repouso e
segurança, para sempreG.
#ste ers.culo não pertence a ,srael. O uma profecia da ,gre1a.
% obra de 1ustiça que &eus fez em oc! tem trazido paz para o seu coração.
(omanos ;.<, F%gora pois, 13 nen5uma condenação 53 para os que estão
em 0risto ?esusG.
+oc! ie em perfeita quietude e descanso.
' efeito da 1ustiça no seu coração e uma noa quietude e um noo tipo de
f".
+oc! desfruta do efeito de sua confid!ncia na obra terminada de 0risto.
+oc! sabe que oc! " um sen5or das circunstCncias.
+oc! sabe que oc! " uma sen5or de demônios.
+oc! sabe que se oc! impôr as mãos em uma pessoa doente, ela ser3
curada.
% realização dessas erdades d3 a oc! um senso de quietude, uma
plenitude de alegria que oc! nunca desfrutou antes.
% frase, “confiança para sempre”, " impressionante oc! se mudou da
atmosfera sem descanso de medo e dúida a 3guas quietas de it/ria.
+oc! se tornou um sen5or onde oc! seria como um escrao.
+oc! " um conquistador onde sofreu derrota.
+oc! camin5a na luz onde camin5ou em treas.
+oc! desfruta de seus priil"gios em 0risto.
8inalmente oc! tem sua pr/pria f". 8inalmente oc! c5egou.
+oc! sabe o que ?oão <9.9 quer dizer4 F#u sou a ideira, os, sois os
ramos. 7uem permanece em mim, e eu nele, esse d3 muito fruto6 porque sem mim
nada podeis fazerG.
+oc! desfruta da consci!ncia da ida da ideira 5abitando. +oc! foi
enHertado por #le no Noo Nascimento.
+oc! " a parte frutificada de 0risto.
#sse enHerto tem l5e dado uma noa natureza.
+oc! d3 o mesmo tipo de fruto que ?esus, o qual " fruto de amor, fruto de
f".
' mundo " beneficiado por isso. 0ristãos são leantados em todo lugar que
oc! ai com uma noa consci!ncia de seus direitos e priil"gios em 0risto.
+oc! sabe o que ?oão <9.@ quer dizer4 FSe permanecerdes em $im, e as
min5as palaras permanecerem em /s, pedireis o que quiserdes, e os ser3
feitoG.
+oc! sabe que 5abita realmente n#*e. +oc! d3 os frutos de Sua )alara
que 5abita em n/s.
Sua )alara em seus l3bios produzem resultados reais.
% )alara do )ai, nos l3bios de ?esus curou o doente. Sua )alara em seus
l3bios faz o mesmo.
+oc! sabe o que significa ter direitos legais, e o que oc! eHigir #le d3 a
oc!.
% palara “e/i'ir” " usado no seu erdadeiro sentido.
?oão <:.>A->D ?esus disse6 FNaquele dia, nada me perguntareis. #m
erdade, em erdade os digo, se pedirdes alguma coisa ao )ai, #le o-la
conceder3 em $eu nome. %t" agora nada tendes pedido em $eu nome6 pedi e
recebereis, para que a ossa alegria se1a completaG.
% palara “pedir” significa “e/i'ir”.
Não " usada no sentido de que oc! ' manda dar, mas, no sentido de que
oc! ai ao banco e eHige o pagamento de sua conta. No mesmo sentido sua f"
eHerce seus direitos, sua porção.
8inalmente o que Eiago <.>>->D quer dizer.
FEornai-os pois, praticantes da palara e não somente ouintes,
enganando-os a /s mesmos. )orque6 se algu"m " ouinte da )alara e não
praticante, assemel5a-se ao 5omem que se contempla num espel5o, o seu rosto
natural, pois a si mesmo contempla, e se retira, e logo se esquece de como era sua
apar!nciaG.
+oc! tem se tornado um “praticante da Paavra”. +oc! não " apenas um
ouinte. +oc! não ilude a si mesmo com falsas esperanças.
+oc! est3 em 0risto. +oc! " um 5erdeiro de &eus e um co-5erdeiro com
?esus 0risto.
+oc! sabe que Sua )alara 5abita oc! produz resultados.
+oc! " uma pessoa que produz. +oc! não est3 marcando passo por a..
+oc! sabe agora “que tipo de &omem voc2 é”. +oc! sabe que " uma Noa
0riação, apoderado por &eus.
Pm outro dia eu eHaminei um carro noo em uma concession3ria. '
endedor disse, “&$ um motor de 345 cavao6vapor so# aquee cap7”.
#u disse, F,sso poderia subir colinasG.
' 5omem disse, F,sso ri das montan5asG.
#u estaa ao lado de um crente e disse, F%quele 5omem " apoderado com a
capacidade de &eus. #le ri para todas as classes #le canta sua canção de triunfo
enquanto ele sobe para o altoG.
#le não " um súdito, um escrao. #le tem passado dessa classe para a classe
de um sen5or. #le se lembra de man5ã que tipo de 5omem ele ".
#le encara a ida com uma canção de it/ria. % )alara de 0risto 5abita
nele ricamente em toda sabedoria e prud!ncia J0olossenses A.<:K.
% )alara tem se tornado uma parte de &eus para ele, uma parte do 0risto
io para ele.
&ia ap/s dia o grande, poderoso #sp.rito que ressuscitou ?esus dos mortos
constr/i a )alara na consci!ncia de seu esp.rito.
0risto est3 sendo formado nele.
#m algum dia desses, 0risto, em toda Sua plenitude, o dominar3, at" que
ele fale suaemente, JI3latas >.>=K “-)o mais vivo eu, mas Cristo vive em mim”.
0olossenses >.:-@, F'ra, como recebestes 0risto ?esus, o Sen5or, assim
andai n#le. Nele radicados e edificados e confirmados na f", tal como fostes
instru.dos, crescendo em ações de graçaG.
% #scritura " real para ele.
+oc! 13 percebeu #f"sios D.@- # a graça foi concedida a cada um de n/s
segundo a proporção do &om de 0ristoG.
%gora n/s estamos subindo para coisas grandes.
' guia disse, F#m poucos minutos oc!s erão os gigantes do mundo
espiritualG.
#u disse suaemente enquanto camin5aa at" o culto de oração, FN/s
estamos indo para as dimensões espirituais. N/s estamos indo er gigantes
espirituais, super-5omens. #les tem &eus 5abitando neles. % )alara de 0risto "
rica em seus l3bios. ' amor que leou ?esus a cruz tomou posse delesG.
F#les não andam mais como 5omens naturais. #les pertencem a classe de
amor, a classe de milagresG.
F#les estão na classe de ?esusG.
F#les foram graduados da classe menorG.
F#les são os 5omens e mul5eres que alcançaram a unidade da f" e o
con5ecimento do 8il5o de &eus, e se tornaram 5omens plenamente crescidos a
medida da estatura da plenitude de 0ristoG.
F#les tem sua pr/pria f". #les estão estabelecidos na erdade. % )alara "
real para elesG.
Capítulo 1$
IDENTIFICAÇÃO DE AMOR
N/s imos que a noa criação " eHplicitamente um com 0risto.
N/s imos que a Noa 0riação " um com o amor, um com #le, e o amor "
um com a Noa 0riação.
% Noa 0riação " o 0orpo de 0risto.
#ste organismo io, dominado por &eus, preenc5ido por &eus, est3 aqui
entre os 5omens, agindo em amor, agindo em Seu lugar, leando em frente a Sua
obra.
No primeiro cap.tulo de %tos, *ucas diz pelo #sp.rito, “"s coisas que
.esus começou a fa,er e ensinar”.
N/s começamos onde #le parou de fazer.
N/s continuamos a obra que #le deiHou.
#le era o carregador de fardos, %quele que ama.
#le est3 agindo em n/s, atra"s de n/s e conosco.
CARRE$ADORES DE FARDO
N/s somos agora Seus carregadores de fardo.
N/s carregamos Sua carga com Sua força.
N/s fazemos Sua ontade com Sua capacidade.
#le est3 iendo Sua ida em n/s.
N/s sabemos, talez não percebamos isso.
FNão mais io eu, mas 0risto ie em mimG.
N/s temos perdido o espaço que tin5a a razão, desde que aprendemos a
camin5ar no Noo 0amin5o.
#le disse, F#u Sou o 0amin5oG.
Não " uma estrada6 " uma pessoa.
Não " uma teoria6 " uma realidade.
Não " uma doutrina6 " uma ida.
&ogmas e doutrinas perderam seus significados.
#les nos prenderam em escraidão por anos.
%gora n/s somos lires.
(omanos <9.<->, F'ra, n/s que somos fortes, deemos suportar as
debilidades dos fracos e não agradar-nos a n/s mesmosG.
#sse " o m"todo de ?esus.
#le foi forte. #le leou nossas enfermidades.
%gora Sua força nos fez fortes.
N/s não somos seus cr.ticos.
N/s não os condenamos porque eles tem fal5ado.
N/s descemos e tomamos seus fardos, e os deiHamos camin5ar ao nosso
lado, 5omens lires.
N/s não condenamos aquele que est3 aprisionado por satan3s, pois, nos
lembramos que uma ez 13 fomos escraos.
N/s somos os que dão forças, os que lideram a luz num mundo de treas.
7ue minist"rio tomar o lugar de ?esus.
7ue ida suportar os 1ugos dos fracos, carregar as cargas as quais os outros
deeriam ter tido forças para carregar, ter f" por aqueles que estão sem f",
coragem por aqueles que estão mac5ucados, sabedoria por aqueles que por muito
tempo camin5aram nas treas.
?oão <9.B-<=, F0omo o )ai me amou, tamb"m eu os amei, permanecei no
meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecerei no meu amor6
assim como tamb"m eu ten5o guardado os mandamentos de meu )ai e no Seu
amor permaneçoG.
N/s eHistimos para amar como #le amou, para esaziar nossas idas, assim
como #le esaziou a Sua.
)aulo iu o resultado real e nos deu em > 0or.ntios 9.<A-<D, F)orque, se
enlouquecemos " para &eus6 e se conseramos o 1u.zo, " para /s outros. )ois o
amor de 0risto nos constrange, 1ulgando n/s isto4 um morreu por todos6 logo
todos morreramG.
)aulo creu no amor a ponto de ficar fora de si mesmo.
% resposta de )aulo era, “8 amor de Cristo tem meu coraç)o( Eu perce#o
que a morte de Cristo foi a morte de cada &omem”. ' mesmo amor que causou
0risto morrer pelo 5omem constrangia o coração de )aulo e o fazia ier para
eles.
% atitude do amor " esta, “Eu os amo como se eu tivesse morrido por
ees”. )aulo " at" mesmo mais forte em sua descrição de identificação do amor
em (omanos B.A JEradução de $offattK. “Eu sofro infinitamente an'9stia no
coraç)o( Eu desejaria ser madito e #anido de Cristo por amor de meus irm)os”.
*endo isto sentimos que n/s podemos dificilmente alcançar isso. $as, isso
não " tão dif.cil porque #le nos fez amor, #le nos fez como #le mesmo.
' que #le foi no Seu andar na terra, n/s somos agora no nosso camin5ar na
terra.
#le tomou posse de n/s em ordem de que pud"ssemos tomar posse de Seu
son5o para o 5omem.
,sso soa estran5o, mas " belamente erdade, que amamos como #le amou.
%mamos com o Seu amor.
'l5amos as pessoas atra"s dos ol5os do amor. N/s costum3amos dizer,
F#les estão col5endo o que eles plantaramG. N/s costum3amos !-los atra"s
dos ol5os da razão.
%gora dizemos, F)ai, a1uda-me a a1ud3-los. #stou pegando Eua sabedoria e
Eua força para lear a carga que eles fal5aram em ter força de carregar. #les tem
sido enganados pela razão. #u tomo o lugar deles e carrego o fardo deles assim
como Eu tens tomado o meu lugar e carregado o meu fardoG.
8alamos deles com a oz do amor, com a mensagem do amor.
TRANSMISSORES DO AMOR
Nossa identificação com #le nos põe no trono.
Sua identificação conosco nos põe no lugar de l.deres, professores,
confortadores, a1udadores, carregadores de fardo.
N/s trazemos &eus aos 5omens, assim como #le eio a n/s.
N/s confiadamente dizemos, “-os vejam”.
N/s somos amor, assim como #le " amor. N/s somos l3bios de amor, mãos
e p"s de amor.
Sem fios o poderoso gerador de 0oulee &am seria incapaz.
' Seu amor não pode encontrar nen5uma eHpressão, eHceto atra"s da
Noa 0riação.
%queles grandes geradores são dependentes dos fios. #les, e eles sozin5os,
podem suportar a corrente que moem os motores e iluminam os lares do
Noroeste.
+oc! pode er que se oc! fal5ar com #le, #le fica incapaz-
N/s ' limitamos ou n/s ' permitimos ser ilimitado.
)or muitas "pocas o poder e capacidade da poderosa 0olumbia nunca foi
utilizada.
)or aproHimadamente dois mil anos a ilimitada capacidade de &eus tem
estado em desuso.
% ,gre1a tem sido fraca e sem poder.
' pecado tem reinado como um sen5or e a ,gre1a tem serido como uma
escraa.
0ontudo, esta ,gre1a representa a Noa 0riação que " uma encedora de
satan3s.
N/s permitiremos isso continuar-
+oc! iu a erdade nesta mensagem poderosa de ,dentificação.
' que oc! ai fazer com isso-
N#S SE$URAMOS A CHAVE
&eus ser3 grande entre os 5omens mais uma ez-
&eus curar3 e salar3 as multidões-
%s astas 5ostes de 5omens ouiram mais uma ez a mensagem da graça
dos l3bios.
's )edros mais uma ez andarão nas ondas-
N/s os ouiremos dizer ao alei1ado, “evanta, anda?”
N/s eremos os 5omens libertos do dom.nio de satan3s-
Sim, eu creio que sim.
N/s somos os sen5ores. N/s c5egamos.
N/s temos a coisa que o esp.rito 5umano tem ansiado.
N/s dizemos agora, F$aior " aquele que est3 em n/s, do que qualquer
oposição ou falta que possa nos confrontarG.
+oc! pode ouir uma oz dizer, “:sto é Deus faando?”
N/s nos lembramos que maneira de 5omens e mul5eres #le nos fez. N/s
não tememos.
8inalmente, n/s somos sen5ores.
N/s somos os criados de &eus, 5abitados por &eus, apoderados por &eus,
guiados por &eus.
N/s somos aqueles em quem o amor nunca fal5a.
+en5a, amos subir e tomar a terraV N/s somos bem capazes.
CONCLUSÃO
7uando essas erdades realmente gan5arem ascend!ncia em n/s, ela nos
farão super-5omens espirituais, sen5ores de demônios e doenças.
,sso " um desendamento do que n/s somos em 0risto, como o )ai nos !
no 8il5o.
Ser3 o fim da fraqueza e fal5a. Não 5aer3 mais lutas por f", pois, todas as
coisas são nossas. Não 5aer3 mais nen5uma oração por poder, pois, #le est3 em
n/s. Não 5aer3 mais a terr.el escraidão da consci!ncia do pecado, pois, n/s
somos a 1ustiça de &eus em 0risto.
N/s sabemos o que somos em 0risto.
N/s sabemos que #le 5abita em n/s.
N/s con5ecemos a autoridade de Seu Nome.
N/s estamos na mente de &eus.
N/s temos a Sua 5abilidade.
N/s temos Sua sabedoria.
N/s temos o Seu amor.
N/s temos a Sua 1ustiça.
#le mora em n/s.
Seu sen5orio " uma realidade.
Sua )alara " tempo presente para nossos corações.
N/s temos uma posição de conite para sala de Seu trono.
N/s somos conidados para ir confiadamente em Sua presença.
N/s estamos sentados com #le no 0"u.
#le est3 conosco na terra.
Na presença dessas realidades tremendas n/s nos leantamos e tomamos
nosso lugar. N/s amos em frente e iemos como super-5omens 5abitados por
&eus.
IDENTIFICADO
Na crucificação na cruz
0om ?esus 0risto identificado6
Na morte pela perda eterna do 5omem
0om ?esus 0risto identificado.
,dentificado, identificado
0om ?esus 0risto identificado6
#m tudo que #le era, ou ", ou ser3
#ternamente identificado.
No sepultamento acabou com a maldição
0om ?esus 0risto identificado
No profundo calabouço do inferno
'nde #le foi encontrado
0om ?esus 0risto identificado.
Na it/ria sobre as 5ostes escuras do inferno
0om ?esus 0risto identificado
Sim, enquanto #le pagou o terr.el custo do pecado,
0om ?esus 0risto identificado.
Na ressurreição força e poder
0om ?esus 0risto identificado
% destra de &eus agora
0om ?esus 0risto identificado
No glorioso dia da coroação
0om ?esus 0risto identificado
7uando #le por direito abalar3 os reinos
0om ?esus 0risto identificado.
#.S.W