Pedagogia em Ação, v. 2, n. 1, p. 1-103, fev./jun.

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A atuação do pedagogo em
espaços não escolares:
desafos e possibilidades
Aretha Soares Nascimento
1
Fabíola Tunala Fernandes
Marta Justo Ferreira
Renata Aparecida Paiva
Rosimar Rodrigues de Lisboa
Rubiane Soares Maciel
Selma Luiza Muneron
Orientadora: Profª. Vera Lucia Lins Sant’Anna
2
1 Alunas do 7ª Período do curso de Pedagogia da PUC Minas – BH
2 Mestre em Educação e Doutora em Ciências da Religião. Professora da PUC Minas.
Resumo:
O presente artigo focaliza o estudo e a análise da prática pedagógica em espaços não escolares,
enfatizando as possibilidades da atuação do pedagogo nesses espaços e os desafos encontrados no
exercício dessa profssão em espaços distintos. Identifca algumas difculdades e alguns desafos
que essa prática proporciona a esses profssionais que trabalham em espaços distintos e o uso efeti-
vo do conhecimento para atuar. Analisar a atuação do pedagogo em espaços não escolares torna-se
pertinente à medida que novas perspectivas da prática pedagógica sejam signifcativas e os desafos
sejam considerados para, então, serem transformados em possibilidades, sendo o objetivo maior a
formação humana e não somente o ensino propriamente dito.
Palavras-chave: Pedagogo, processo educativo, espaços não escolares, possibilidades e desafos.
1 - IntRodução
P
or muitos anos, o processo educativo foi visto
como uma prática institucional pertencente
apenas à escola, sendo esta o único lugar
onde o pedagogo poderia atuar.
Contudo, o desenvolvimento tecnológico,
juntamente com a ideologia global de uma sociedade
inclusiva e da igualdade social, fez com que emergisse
uma nova forma de pensar a educação: o processo
educativo se tornou prioridade não mais apenas da
escola institucionalizada, como também de outros
espaços cujo objetivo é a formação humana.
Assim, para discutir as possibilidades e os
desafos da atuação do pedagogo em espaços que
não sejam escolares, fez-se necessária uma pesquisa
qualitativa em duas instituições distintas: ONG
X (que trabalha com crianças e adolescentes em
situação de risco social, desempenhando atividades
comprometidas com a formação desses sujeitos) e o
Hospital Estadual Y (cujo objetivo está voltado para
a captação de doadores de sangue e medula óssea
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A. S. Nascimento; F. T. Fernandes M. J. Ferreira R. A. Paiva R. R. de Lisboa R. S. Maciel S. L. Muneron
para futuras transfusões)
3
. Em ambas as instituições, a
prática pedagógica é predominantemente consistente.
Este artigo é resultado das discussões produzidas
e de dados coletados em ambas as instituições, a partir
de observações diretas com relatos registrados em
diário de campo e entrevistas semiestruturadas com as
pedagogas. Foram entrevistadas as pedagogas Joana,
da ONG X, e Geralda, do Hospital Estadual Y
4
.
1 - uma nova peRspectIva de atuação: a pRátIca
pedagógIca em espaços não escolaRes

O processo de ensino-aprendizagem se dá em
diferentes espaços nos quais a atuação do educador se
faz indispensável. Todavia, a formação humana, em
qualquer espaço, escolar ou não escolar, necessita de
um profssional que esteja preparado para lidar com a
prática pedagógica sistematizada ou não.
Por muitos anos, essa prática pedagógica
fcou restrita ao âmbito escolar, reduzindo a atuação
do pedagogo somente à docência. Contudo, à medida
que a revolução tecnológica modifcou a sociedade
capitalista e, consequentemente, a forma de trabalho,
surgiu a necessidade da incorporação de saberes
teóricos por parte dos trabalhadores, para então haver
um aperfeiçoamento da capacidade de raciocínio dos
profssionais, para, posteriormente, esse saber ser usado
em benefício das empresas.
Também várias outras instâncias e atividades
sociais foram se desenvolvendo e necessitando de uma
organização em torno de ações e projetos educativos,
que seguem a proposta de formação do sujeito.
Surge daí a necessidade de um mediador que
fosse capaz de formar esses profssio- nais, relacionando
a teoria com a prática. Esse mediador teria que saber
lidar com a prática de ensino, sem deixar de lado seu
caráter humano, sua preocupação com o sujeito. E
esse profssional não podia ser ninguém mais que o
pedagogo.
Carneiro e Maciel (s.d) discutem essa situação
quando afrmam que,
[...] à medida que a sociedade se tornou tão complexa,
há que se expandir a intencionalidade educativa para
diversos contextos, abrangendo diferentes tipos de
formação necessários ao exercício pleno da cidadania.
Nessa perspectiva, as referências e refexões sobre as
diversas formas e meios de ação educativa deverão
também constar do rol de atribuições de um pedagogo, e,
mais que isto, referendar seu papel social transformador.
(CARNEIRO E MACIEL, p. 2, s.d.)

Não diferente é a necessidade da atuação do
pedagogo no âmbito social, hospitalar, entre outros: a
pedagogia tem a prática educativa como objetivo de
estudo e essa prática acontece em outros lugares, não
somente na escola.
Frison (2004) discute o lugar da educação
afrmando que,
na escola, na sociedade, na empresa, em espaços formais
ou não formais, escolares ou não escolares, estamos
constantemente aprendendo e ensinando. Assim, como
não há forma única nem modelo exclusivo de educação, a
escola não é o único em que ela acontece e, talvez, nem seja
o mais importante. As transformações contemporâneas
contribuíram para consolidar o entendimento da educação
como fenômeno multifacetado, que ocorre em muitos
lugares, institucionais ou não, sob várias modalidades.
(FRISON, 2004, p. 88).

E a formação do pedagogo está diretamente
relacionada com as transformações contemporâneas,
enfocando o desenvolvimento humano, o trabalho
em equipe, o aprofundamento teórico, estudando os
processos de aprendizagem, as estratégias de ensino,
dentre outros requisitos que conferem ao pedagogo sua
especifcidade.
Segundo a pedagoga Geralda, do Hospital
Estadual Y,
O pedagogo, diferente de outros profssionais, tem
facilidade de se comunicar. Em seu curso de formação, foi
preparado para lidar com pessoas de diferentes meios; esse
profssional tem uma facilidade imensa de trabalhar em
grupo, consegue desenvolver estratégias para sensibilizar
as pessoas, e os outros profssionais não têm. O psicólogo,
o assistente social, por exemplo, são muito técnicos, não
conseguem fazer projetos. O pedagogo é mais humano. O
pedagogo tem a chance de mudar muitas coisas. (sic).

Ao discutir a função da Universidade na
formação do pedagogo apto para atuar em espaços
escolares no mundo globalizado, Sá (2000) afrma que,
3 Nomes fctícios para identifcar as instituições pesquisadas.
4 Nomes fctícios para identifcar as pedagogas.
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[...] sem aqui desconsiderar o papel e a função social
preponderante que a escola teve, ao longo desses
duzentos anos, e tem no processo de emancipação da
grande maioria da população dos Estados nacionais,
outros espaços educativos se manifestam na sociedade
capitalista mundializada. É preciso que a Universidade
[...] passe a estudar e formar intelectuais, pedagogos para
atuarem com competência epistêmico-política e técnica
nestes novos cenários criados nas e pelas relações sociais.
(SÁ, 2000, p. 173).

Assim, o trabalho pedagógico pode estabelecer-
se em outros locais, na medida em que esses requisitos
forem concretizados pelos acadêmicos. Cabe à
universidade preparar esses profssionais para que
possam desenvolver um bonito trabalho além dos
muros da escola.
2 - possIbIlIdades da atuação do pedagogo em espaços
não escolaRes
O fazer pedagógico no espaço não escolar está
diretamente relacionado às atividades que envolvem
trabalho em equipe, planejamento, formação pessoal,
orientação, coordenação, sendo que o objetivo principal
desse fazer está direcionado às transformações dos
sujeitos envolvidos na prática pedagógica.
Porém, para que essas transformações sejam
efcazes, é necessário que o profssional mediador seja
competente. Ou seja, devido às constantes modifcações
pelas quais a sociedade passa, as competências do
pedagogo precisam ser reconstruídas pelo próprio
profssional, para que suas práticas sejam diferentes e
possam mudar seguindo os passos da sociedade ou da
instituição em que atua.
De acordo com Geralda, pedagoga do Hospital
Estadual Y, o pedagogo tem em sua formação subsídios
que facilitam consideravelmente o trabalho em outros
espaços que não sejam as escolas. Para ela, o pedagogo
tem a facilidade de se comunicar, conhece estratégias
de lidar com as pessoas e tem facilidade de lidar com
grupos. Todas essas características foram construídas
na sua formação e nenhum outro profssional tem todas
essas habilidades trabalhadas totalmente em seu curso.
Em sua prática cotidiana, Geralda estabelece
relações signifcativas entre o que aprendeu no meio
acadêmico e a sua vivência na sociedade. Ela utiliza
artefatos teóricos adquiridos em sua formação para
direcionar seu trabalho e alcançar seus objetivos. Isso
acontece quando, em suas palestras rotineiras sobre
a doação de sangue, usa estratégias de ensino que
levem o público a pensar e refetir sobre o que ela está
propondo, tendo em vista o seu objetivo maior que é
a doação. Para Geralda, isso é imprescindível para o
sucesso de seu trabalho, pois é nesse momento que ela
consegue motivar as pessoas a doarem o sangue ou a
medula.
Para Frison (2004),
o pedagogo gerencia muito mais do que aprendizagens,
gerencia um espaço comum, o planejamento, a
construção e a dinamização de projetos, de cursos, de
materiais didáticos, as relações entre o grupo de alunos
ou colaboradores. Isso signifca que não basta possuir
inúmeros conhecimentos teóricos sobre determinado
assunto, é preciso saber mobilizá-los adequadamente.
(FRISON, 2004, p. 89).

E isso somente o pedagogo pode fazer, devido
à sua formação sistematizada e global voltada para
a formação dos sujeitos, para a humanização e a
emancipação do homem.
Entretanto, as possibilidades estão diretamente
ligadas às necessidades de cada local de trabalho. Cabe
ao profssional demarcar seu espaço e construir sua
forma de trabalho.
É o que acontece com a pedagoga Joana, da
ONG X. Como trabalha com crianças e adolescentes em
risco social, muitas vezes ela se vê prejudicada em seu
trabalho no que diz respeito à intervenção na realidade
daqueles sujeitos. Porém ela estuda o caso, recorrendo
a aportes teóricos de sua formação para solucionar um
determinado problema. Isso acontece, por exemplo,
quando se depara com uma situação de abuso sexual ou
de drogas entre as pessoas atendidas na ONG.
Habitualmente, essas situações demandam
intervenções superfciais que só o pedagogo tem
saberes para lidar positivamente. Em nossa formação,
adentramos na Sociologia, na Psicologia, na Filosofa,
na Antropologia. Somos um profssional completo e
temos competência e formação para lidarmos com esse
tipo de situação. Importante é sempre trabalharmos
em conjunto com outros profssionais para podermos
atender esses sujeitos melhor e intervir da melhor
maneira possível. (Joana da ONG X).O conhecimento
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A. S. Nascimento; F. T. Fernandes M. J. Ferreira R. A. Paiva R. R. de Lisboa R. S. Maciel S. L. Muneron
do pedagogo, o conhecimento pedagógico é que faz a
diferença. (sic)

Nesse contexto, percebe-se a importância das
ações pedagógicas para o terceiro setor e até mesmo
para a área hospitalar. Os saberes pedagógicos são
determinantes para a atuação do pedagogo em locais
extraescolares e para sua interação com outros sujeitos,
de outras áreas, no local em que ele atua.
3 - os desafIos do tRabalho pedagógIco em espaços
não escolaRes
Toda profssão, principalmente as que têm
como objeto de trabalho o ser humano, tem desafos
consideráveis a serem superados. Não é diferente
para o pedagogo: em qualquer instituição, seja ela
escolar ou não, os desafos são grandes e difcultam
categoricamente sua prática.
Talvez, a desvalorização desse profssional seja
um dos maiores desafos para o trabalho pedagógico,
pois muitos profssionais não veem a possibilidade
de atuação em outros espaços, somente relacionam a
prática pedagógica à escola.
Libâneo (2004) afrma que a relação da
pedagogia com a docência é uma fragmentação
conceitual. Para ele,
pedagogia é uma refexão teórica a partir e sobre as práticas
educativas. Ela investiga os objetivos sociopolíticos e
os meios organizativos e metodológicos de viabilizar
os processos formativos em contextos socioculturais
específcos. Portanto, reduzir a ação pedagógica à docência
é produzir um reducionismo conceitual, um estreitamento
do conceito da pedagogia. (LIBÂNEO, 2002, p. 14).

Ou seja, reduzir o trabalho pedagógico apenas à
prática docente é uma ignorância enorme e isso difculta
muito a ascensão do profssional.
Outro desafo encontrado nas instituições
pesquisadas é a difculdade de lidar com os problemas
do público alvo. Segundo Joana, pedagoga da ONG X,
a incapacidade de intervir no seio familiar restringe sua
atuação, pois ela trabalha com a criança enfatizando
um determinado aspecto e, no momento em que está
com a família, a criança tem um outro comportamento,
pois, inúmeras vezes a família não dá continuidade
ao trabalho, por falta de recursos, de conhecimento,
ou por não dar a verdadeira importância aos trabalhos
pedagógicos realizados com a criança no hospital.
Isso quer dizer que um dos grandes desafos da
prática pedagógica, em qualquer espaço e, sobretudo,
em ONGs, é a delimitação de atuação. Os indivíduos
envolvidos naquela prática estão sujeitos a variações de
abordagens de acordo com o contexto em está. Ou seja,
a partir do momento em que está com o pedagogo na
ONG, a criança/adolescente/adulto adquire habilidades
que, talvez, sejam desconstruídas no seio familiar.
O pedagogo não pode fazer nenhuma intervenção
por motivos éticos, profssionais ou até mesmo por
medo de alguma repreensão que pode ser causada,
quando se trata de reações negativas dos indivíduos
envolvidos no trabalho porque sofreram algum tipo de
constrangimento, agressão, abusos, violência em geral
que, na maioria das vezes, ocorrem no próprio âmbito
familiar.
Porém, Carneiro e Maciel (s.d) afrmam que
o grande desafo a que se submete o pedagogo atualmente
é, utilizando-se de fundamentos de diversas áreas do
conhecimento, elaborar categorias de análise para a
apreensão e compreensão de variadas práticas pedagógicas
que se desenvolvem em diversos contextos conforme
as relações sociais de nossa época. (CARNEIRO E
MACIEL, p. 3, s.d.).

Com isso, o trabalho do pedagogo se torna cada
vez mais complexo, pois, quando se trabalha com o
ser humano, é impossível não enfatizar a abrangência
existente, visto que o sujeito deve ser prioridade em
trabalhos pedagógicos que visam, de forma direta, à
formação humana, considerando, assim, o ser humano
em seus diferentes aspectos e particularidades. Ou
seja, quando se trata da atuação do pedagogo, desafos
sempre irão existir, pois, como foi dito, o homem é
composto de múltiplas determinações, de variados
aspectos que não devem ser deixados de lado e que
infuenciam e determinam consideravelmente os
processos pedagógicos. Cabe ao pedagogo delimitar e
conquistar seu espaço e se cercar de referenciais que
possam ajudá-lo na relação entre sua atuação e o meio
em que vai atuar, respeitando o contexto social, cultural,
político e econômico.
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4 - consIdeRações fInaIs
É fundamental manter a formação do educador
voltada para a atuação em diferentes contextos culturais
e sociais, destacando a formação generalista desse
profssional, ampliando assim sua visão de mundo, pois
as possibilidades de ensino-aprendizagem estão em
todas as partes, não sendo prioridade unicamente do
ambiente escolar.
Sendo assim, confrma-se a necessidade do
trabalho pedagógico em qualquer espaço em que
os objetivos principais sejam a concretização e
argumentação de ideias e a formação humana.
Pelo que foi constatado no decorrer da pesquisa
e nas entrevistas com as pedagogas, o curso de
Pedagogia dá subsídios para a atuação profssional em
espaços não escolares. O que determina o sucesso desse
profssional é a sua forma de atuação, seu compromisso
com o trabalho e sua relação explícita com a teoria
apreendida na sua formação.
Conforme Tardif (2003) afrma, o saber do
pedagogo é um saber diversifcado, pois sua prática
implica vários saberes inter-relacionados, direta ou
indiretamente. Carneiro e Maciel (s.d) completam o
pensamento de Tardif quando enfocam que,
é preciso considerar a existência, no Curso de Pedagogia,
de um conjunto de conhecimentos advindos de campos
científcos diferentes [...], que visam a proporcionar
uma leitura crítica, refexiva e transformadora do
mundo, capaz de identifcar e interpretar as múltiplas
facetas da atuação do pedagogo. Nessa perspectiva, a
formação implica a capacidade de o pedagogo realizar
leituras interdisciplinares dos fenômenos educacionais,
fundamentando-se nos múltiplos saberes e conhecimentos
acumulados [...] e priorizando a dimensão ética de seu
trabalho. (CARNEIRO E MACIEL, p. 66).

É o que acontece no trabalho da pedagoga da
ONG pesquisada, quando tem que lançar mão de saberes
da Sociologia e da Filosofa, entre outros, para lidar
com situações difíceis e rotineiras, como as drogas, no
cotidiano de seu trabalho. Nesse caso, os saberes de sua
formação juntamente com sua competência são fatores
indispensáveis uma atuação positiva.
Essas características são determinantes também
para a pedagoga que atua na área hospitalar, com
captação de doadores de sangue e medula. Ela tem que
lidar não somente com as competências pedagógicas.
Seu trabalho envolve outras áreas que são cruciais
para o seu trabalho, como a Medicina e a Psicologia.
E, segundo Geralda, essa experiência só se consegue
através da formação continuada e da prática responsável.
Desse modo, quando Tardif, em seu discurso,
relaciona a variedade dos saberes do pedagogo com
a diversidade de sua atuação, ele dá subsídios para
discutir e validar o trabalho dessas duas profssionais
em espaços não escolares distintos.
RefeRêncIas:
CARNEIRO, Isabel Magda Said Pierre; MACIEL,
Maria José Camelo. Pedagogia e Pedagogos em
diferentes espaços: interdisciplinaridade pedagógica.
(s.a.)
FRISON, Lourdes Maria Bragagnolo. O pedagogo em
espaços não escolares: novos desafos. Ciência. Porto
Alegre: n. 36, p. 87-103, jul./dez. 2004.
LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para
quê? São Paulo: 5. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
SÁ, Ricardo Antunes. Pedagogia: Identidade e
formação. O trabalho pedagógico nos processos
educativos não escolares. Educar. Curitiba: n. 16, p.
171-180, 200.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação
profssional. Petrópolis: Vozes, 2003.