3.

º Ciclo / Ciências Físico-Químicas
Domínio: Terra no Espaço
Subdomínio: ni!erso
"e#a Final $% & aluno cons#r'i uma in#erpre#aç(o sobre a ori)em e composiç(o do ni!erso* si#uando o +lane#a
Terra em ou#ras es#ru#uras mais comple,as e e,plica as in#er-relaç-es Ciência-Tecnolo)ia no
desen!ol!imen#o das Ciências do Espaço.
"e#as in#erm.dias a#. ao /.º 0no
O aluno explica a origem do Universo, com base na teoria actualmente aceite pela grande maioria
dos cientistas – O Big Bang.
O aluno sistematiza, através de pesquisa de informação, episdios da !istria da "i#ncia que
tornaram poss$vel o con%ecimento do Universo.
O aluno descreve o que existe no Universo e estabelece relaç&es entre astros, elaborando
diagrama'mapa'teia conceptual, através da recol%a e sistematização de informação em fontes
diversas.
O aluno explica, através da pesquisa e selecção de informação, como a evolução da tecnologia foi
tornando poss$vel o con%ecimento do Universo (exemplos) telescpios, radiotelescpios, sondas,
satélites artificiais *+.
O aluno explica diferentes processos para encontrar os pontos cardeais a partir do ,ol e de estrelas,
no %emisfério norte e no %emisfério sul.
O aluno associa as unidades adequadas -s dimens&es do ob.ecto'sistema a medir na /erra, no
,istema ,olar e no Universo.
O aluno estabelece comparaç&es entre as dimens&es relativas dos astros em relação - /erra e
compara a dist0ncia, em unidades astronmicas, a que cada um se encontra do ,ol a partir de
valores de di0metros médios e dist0ncias fornecidas, respectivamente.
O aluno usa o conceito de ano1luz para calcular dist0ncias astronmicas.
Subdomínio: Sis#ema Solar
"e#a Final 1% & aluno in#erpre#a o Sis#ema Solar com base na #eoria 2eliocên#rica* dis#in)uindo-a do
)eocen#rismo* e compreendendo-o como um sis#ema de par#es in#erli)adas mas dis#in#as umas das
ou#ras3 iden#i4ica e carac#eri5a #ipos de as#ros 6ue o cons#i#uem.
"e#as in#erm.dias a#. ao /.º 0no
O aluno evidencia compreensão da import0ncia %istrica do geocentrismo e identifica, .ustificando,
o %eliocentrismo como a perspectiva actualmente aceite.
O aluno sistematiza o trabal%o e principais ideias dos defensores de cada teoria (2tolomeu,
"opérnico e 3alileu+.
O aluno identifica, através de figuras, tipos de astros que constituem o sistema solar
O aluno apresenta vantagens e limitaç&es da utilização de modelos do ,istema ,olar.
O aluno sistematiza as principais caracter$sticas dos planetas do sistema solar, recol%endo
informação em fontes diversas.
O aluno compara as caracter$sticas da /erra com as de outros planetas do sistema solar, .ustificando
o que faz da /erra um planeta com vida.
O aluno classifica os planetas do sistema solar utilizando v4rios critérios (interior'exterior5
roc%oso'tel6rico e gasoso5 prim4rio'secund4rio e anão+.
Subdomínio: +lane#a Terra
"e#a Final 3% & aluno cons#r'i uma in#erpre#aç(o sobre o 6ue acon#ece num dado local do +lane#a ao lon)o de
um dia e ao lon)o de um ano3 es#abelece comparaç-es en#re locais dis#anciados se)undo a la#i#ude
e/ou lon)i#ude e e,plica o mo!imen#o de plane#as e ou#ros 4en'menos 7mar.s e !ariaç(o de peso de
um corpo% em #ermos de 4orças de in#eracç(o )ra!í#ica.
"e#as in#erm.dias a#. ao /.º 0no
O aluno interpreta os movimentos de rotação e de translação da /erra, con%ece os per$odos de
duração associados a cada tipo de movimento e é capaz de os simular.
O aluno .ustifica a necessidade de convencionar a exist#ncia de anos bissextos, com base no per$odo
de translação da /erra.
O aluno explica, recorrendo também a simulaç&es (por exemplo) usando uma fonte de luz, globo
terrestre e outros ob.ectos simples que se adeq6em+, a sucessão do dia e noite5 os fusos %or4rios e a
variação da temperatura ao longo do dia.
O aluno explica, recorrendo também a simulaç&es, as estaç&es do ano5 a exist#ncia de 7erão no
%emisfério norte quando a /erra est4 mais afastada5 a desigualdade na duração dos dias e das noites,
conforme localização geogr4fica5 a variação da inclinação dos raios solares no mesmo local e -
mesma %ora solar, ao longo do ano, consequ#ncias do movimento de translação da /erra e da
inclinação do seu eixo.
O aluno explica, recorrendo também a simulaç&es, as fases da 8ua5 a sequ#ncia destas fases
observ4veis no %emisfério norte e no %emisfério sul, e para observadores dentro e fora da /erra, e a
observação da mesma face da 8ua para um observador na /erra.
O aluno explica, recorrendo também a simulaç&es, os eclipses da 8ua e do ,ol, a não ocorr#ncia
destes em todas as situaç&es de lua nova e lua c%eia e a observação dos eclipses do ,ol s numa
parte da /erra, e faz representaç&es esquem4ticas dos mesmos.
O aluno calcula a rapidez média de um planeta, ou de outro mvel, sabendo o espaço percorrido e o
intervalo de tempo em que esse movimento decorre e exprime a rapidez média em 9m'% e'ou na
unidade ,:.
O aluno relaciona o aumento da dist0ncia dos planetas ao ,ol com a menor rapidez média com que
se movem - volta deste.
O aluno distingue as grandezas massa e peso (conservação da primeira – grandeza escalar, e
variação da segunda – grandeza vectorial, com a latitude, altitude (na /erra+ e mudança de planeta+.
O aluno compara, qualitativamente, a variação do peso de um ob.ecto a diferentes dist0ncias do
centro da /erra e em diferentes planetas do sistema solar (por exemplo) 8ua e ;6piter+5 mede o seu
valor e representa1o em casos particulares.
O aluno caracteriza a força grav$tica como uma interacção atractiva - dist0ncia, respons4vel pelo
movimento dos planetas em torno do ,ol e pela ocorr#ncia de marés.
O aluno interpreta informação qualitativa e quantitativa sobre a previsão e alturas %or4rias de marés,
em diferentes costas mar$timas, e relaciona1a marés vivas com posiç&es relativas da /erra18ua1,ol.
Domínio: Terra em Trans4ormaç(o
Subdomínio: "a#eriais
"e#a Final 8% & aluno obser!a ma#eriais* or)ani5a-os se)undo di4eren#es cri#.rios e e,plica implicaç-es da
u#ili5aç(o e,cessi!a e desre)rada de recursos na#urais3 di4erencia o si)ni4icado de ma#erial 9puro: no
dia-a-dia e em Química3 prepara labora#orialmen#e soluç-es de concen#raç(o m;ssica de4inida com
ri)or #.cnico e em condiç-es de se)urança3 dis#in)ue #rans4ormaç-es 4ísicas de 6uímicas3 compreende
#rans4ormaç-es 6ue ocorrem na Terra* recon2ecendo o con#ribu#o da Ciência para o con2ecimen#o
da di!ersidade de ma#eriais* seres !i!os e 4en'menos essenciais < !ida no +lane#a.
"e#as in#erm.dias a#. ao /.º 0no
O aluno classifica materiais segundo critérios diversos (exemplos) naturais ou manufacturados5
origem mineral, vegetal ou animal5 sol6veis'insol6veis em 4gua,...+.
O aluno identifica materiais existentes na <atureza, a n$vel regional e nacional, que são matérias1
primas, algumas de uso industrial e explica por que muitas dessas fontes são limitadas.
O aluno classifica, por observação macroscpica, materiais em %omogéneos e %eterogéneos5
identifica alguns materiais (por observação microscpica directa ou de fotografias+, que aparentam
ser %omogéneos, como coloidais.
O aluno explica implicaç&es da utilização excessiva e desregrada de recursos naturais (exemplo)
consequ#ncias para desequil$brios no 2laneta+ e vantagens da reciclagem, da redução e da
reutilização de materiais.
O aluno explica que a maior parte dos materiais são misturas de subst0ncias, recorrendo a exemplos
diversos.
O aluno interpreta informação, contida em rtulos de embalagens de produtos comerciais
(exemplos) reagentes laboratoriais e materiais do dia1a1dia+, quanto - composição e normas de
manipulação em segurança desses materiais.
O aluno diferencia o significado de material =puro> no dia1a1dia (exemplo) material não
contaminado+ e em ?u$mica (material formado por uma subst0ncia+.
O aluno caracteriza uma solução como mistura %omogénea (exemplo) %omogéneas slidas – ligas
met4licas5 %omogéneas l$quidas – soluç&es aquosas5 %omogénea gasosa – ar isento de poeiras+,
constitu$da por um solvente e por um ou mais solutos nele dissolvidos.
O aluno interpreta o conceito de concentração m4ssica como uma grandeza intensiva que relaciona
a massa de soluto por unidade de volume de solução, expressa vulgarmente em g dm
1@
, e aplica1o -
preparação laboratorial de soluç&es.
O aluno distingue transformaç&es f$sicas de transformaç&es qu$micas, em casos concretos do dia1a1
dia, apresentando, para estas 6ltimas, evid#ncias macroscpicas da formação de novas subst0ncias.
O aluno identifica, laboratorialmente e'ou em contextos do quotidiano, factores que levam -
ocorr#ncia de transformaç&es qu$micas por acção do calor (termlise+, da luz (fotlise+, da
electricidade (electrlise+, por acção mec0nica e, de forma espont0nea, por .unção de subst0ncias -
temperatura ambiente.
O aluno explica os estados f$sicos da matéria, em termos de agregação de part$culas, através da
exploração de modelos ilustrativos dos diferentes estados5 interpreta a mudança de estado f$sico de
uma subst0ncia sem alteração da natureza dessa subst0ncia.
O aluno interpreta gr4ficos que traduzem a variação da temperatura, no tempo, de amostras
aquecidas ou arrefecidas, quando a energia fornecida por unidade de tempo é a mesma, de
subst0ncias e de misturas (exemplos) 4gua destilada e 4gua salgada+5 identifica os estados f$sicos
correspondentes nos diversos =troços> do gr4fico, assim como o ponto de fusão e o ponto de
ebulição, no caso de subst0ncias.
O aluno explica o significado f$sico de densidade (também, por vezes, designada massa vol6mica+
de uma subst0ncia5 explica e executa processo(s+ pr4tico(s+ para determinar, experimentalmente, a
densidade de uma subst0ncia.
O aluno identifica amostras descon%ecidas recorrendo a valores tabelados de temperatura de fusão,
temperatura de ebulição (a uma dada pressão+ e densidade de uma subst0ncia (a uma dada
temperatura+, os quais, em con.unto, caracterizam a subst0ncia.
O aluno explica o ciclo da 4gua, identificando as mudanças de estado que ocorrem, e recon%ece,
através de exemplos concretos, o comportamento excepcional da 4gua e import0ncia para a vida.
O aluno explica a utilização de processos f$sicos na separação dos componentes de misturas5
planifica experi#ncias onde se apliquem esses processos (usando as técnicas laboratoriais adequadas
inerentes, na sequ#ncia correcta e em segurança+ na separação dos componentes de misturas
%omogéneas e de misturas %eterogéneas, do quotidiano ou simuladas.
O aluno indica, aps pesquisa, aplicaç&es do uso de técnicas de separação dos componentes de uma
mistura na ind6stria e em outras actividades.
Subdomínio: Ener)ia
"e#a Final =% & aluno elabora >us#i4icaç-es sobre a impor#?ncia de 6ues#-es ener).#icas para a sus#en#abilidade
do +lane#a no 6ue respei#a a 4on#es de ener)ia e e4iciência ener).#ica.
"e#as in#erm.dias a#. ao /.º 0no
O aluno classifica fontes de energia em prim4rias e secund4rias, renov4veis e não1renov4veis,
utilizando como critérios a origem da energia e a renovação de tais fontes.
O aluno identifica problemas econmicos e sociais associados - actual depend#ncia mundial dos
combust$veis fsseis (exemplos) consumo e esgotamento das reservas existentes+ e apresenta,
fundamentando, alternativas para minorar a depend#ncia.
O aluno sistematiza critérios de escol%a de fonte(s+ de energia para uma dada região, tendo em
consideração recursos a$ existentes, localização, impactes ambientais, factores econmicos, sociais,
éticos e outros.
O aluno descreve e usa informação organizada em texto e'ou tabelas e'ou gr4ficos relativamente a
recursos e - situação energética mundial'nacional'local, apresentada em unidades de energia ,: (ou
outras+.
O aluno identifica e interpreta, em situaç&es do dia1a1dia e'ou criadas em contexto laboratorial,
transfer#ncias e transformaç&es de energia envolvidas e usa diagramas esquem4ticos de fluxo que
salientem a conservação total da energia, assim como a energia 6til e dissipada.
O aluno classifica manifestaç&es de energia nas duas formas fundamentais) cinética e potencial.
O aluno identifica e caracteriza processos de transfer#ncia de calor (condução e convecção+ e por
radiação, em situaç&es do dia1a1dia e'ou em contexto laboratorial.
O aluno descreve medidas pr4ticas eficazes e .ustifica a sua adopção na construção de casas
ecolgicas, com preocupaç&es ao n$vel da efici#ncia energética (aproveitamento da luz solar para
iluminação natural e aquecimento passivo5 redução das transfer#ncias de energia térmica entre o
interior e o exterior por condução+.
Domínio: Sus#en#abilidade na Terra
Subdomínio: @eacç-es Químicas
"e#a Final A% & aluno in#erpre#a a di!ersidade de ma#eriais e,is#en#es* na#urais e n(o na#urais* a#ra!.s das
unidades es#ru#urais das subs#?ncias cons#i#uin#es e recon2ece 6ue ocorrem reacç-es 6uímicas en#re
subs#?ncias em de#erminadas condiç-es* as 6uais podem ser con#roladas* !eri4icando-se sempre a
conser!aç(o da massa. Compreende o si)ni4icado da simbolo)ia 6uímica e recon2ece a impor#?ncia
da sua aplicaç(o na represen#aç(o de subs#?ncias e de reacç-es 6uímicas.
"e#as in#erm.dias a#. ao B.º 0no
O aluno associa a diferentes subst0ncias, diferentes unidades estruturais electricamente neutras –
4tomos e moléculas, e com carga eléctrica – i&es5 identifica o tipo de unidades estruturais em
rtulos, tabelas ou gr4ficos de produtos do quotidiano (exemplo) diferentes tipos de 4gua+.
O aluno associa 4tomos do mesmo tipo, a um mesmo elemento qu$mico, que se representa por um
s$mbolo qu$mico universal, e frmula qu$mica de uma subst0ncia, aos diferentes elementos
qu$micos que a constituem (significado qualitativo+ e - relação em que 4tomos'i&es se ligam entre si
para formar a unidade estrutural (significado quantitativo+, classificando1as como simples ou
compostas.
O aluno explicita procedimentos de escrita e de leitura de frmulas qu$micas e aplica1os em
situaç&es particulares.
O aluno descreve principais etapas do trabal%o desenvolvido experimentalmente por 8avoisier, %4
mais de dois séculos, e identifica a 8ei da "onservação da Aassa com a lei por ele formulada – 8ei
de 8avoisier.
O aluno explica as reacç&es qu$micas em termos de rearran.o de 4tomos dos reagentes, conduzindo
- formação de novas subst0ncias (constitu$das por unidades estruturais diferentes+, conservando1se
o n6mero total dos 4tomos de cada elemento.
O aluno revela pensamento cient$fico (prevendo, planificando, executando, *+ para verificar
experimentalmente a 8ei da "onservação da Aassa em situaç&es diversas e aplica1a - escrita de
equaç&es qu$micas simples.
O aluno identifica reacç&es qu$micas que ocorrem - sua volta por explicitação de evid#ncias
macroscpicas da formação de novas subst0ncias (exemplos) formação de subst0ncia(s+ de cor e'ou
estado f$sico diferente+.
O aluno identifica, em reacç&es de combustão em contextos do quotidiano e'ou laboratoriais, as
subst0ncias que se transformam (reagentes+ e as subst0ncias que se formam (produtos da reacção+ e
representa1as por equaç&es qu$micas5 identifica, aps pesquisa, consequ#ncias para o ambiente de
xidos e part$culas provenientes de queimas.
O aluno classifica soluç&es aquosas em 4cidas, b4sicas ou neutras, utilizando indicadores
colorimétricos e medidores de p!5 distingue umas das outras utilizando a escala ,orensen e prev# a
variação de p! de uma mistura de soluç&es de p! diferente.
O aluno associa 4guas duras a soluç&es aquosas com elevada concentração, essencialmente, em i&es
c4lcio e magnésio e indica métodos de tratamento de 4gua para diminuir a sua dureza.
O aluno explica consequ#ncias da utilização, na ind6stria e a n$vel doméstico, de 4guas naturais de
diferente dureza e relaciona a dureza da 4gua com a região do subsolo de onde brota ou percorre.
O aluno caracteriza reacç&es de precipitação como reacç&es em que se formam sais pouco sol6veis
em 4gua (precipitados+ e identifica1as, em demonstraç&es laboratoriais e em contextos reais
(formação de estalactites e de estalagmites, de conc%as e de corais+.
O aluno indica, aps pesquisa e sistematização de informação, tratamentos f$sico1qu$micos simples
usados no tratamento de 4guas de abastecimento p6blico.
O aluno classifica reacç&es qu$micas de acordo com a rapidez com que se processam e exemplifica.
O aluno interpreta, em situaç&es concretas, laboratoriais e'ou do quotidiano, factores que
influenciam a rapidez das reacç&es qu$micas) concentração dos reagentes, temperatura do sistema,
estado de divisão do(s+ reagente(s+ slido(s+ e presença de um catalisador apropriado5 apresenta
formas de controlar a rapidez da reacção em casos concretos.
Subdomínio: "udança Clobal
"e#a Final /% & aluno descre!e elemen#os do clima 6ue de#erminam o es#ado do #empo e in#erpre#a 4en'menos
a#mos4.ricos e pre!is-es do #empo apresen#ados em di4eren#es 4ormas3 relaciona a emiss(o de
poluen#es a#mos4.ricos com problemas ambien#ais.
"e#as in#erm.dias a#. ao B.º 0no
O aluno interpreta informação meteorolgica, recol%ida em fontes diversas, sobre o estado do
tempo (exemplos) %umidade do ar, pressão atmosférica, centro barométrico, massa de ar, superf$cie
frontal e frentes quente, fria e oclusa+.
O aluno revela pensamento cient$fico (prevendo, planificando, construindo e testando equipamento
simples+ na construção de uma estação meteorolgica.
O aluno identifica poluentes atmosféricos, poss$veis origens, algumas consequ#ncias e formas de os
minimizar.
O aluno identifica e interpreta situaç&es do quotidiano, nacionais e'ou mundiais, em que a poluição
atmosférica pode comprometer a vida na /erra5 recorre -s /:" e a diferentes fontes de informação
para pesquisar, sistematizar e apresentar informação sobre poss$veis causas, consequ#ncias e
medidas de protecção nas situaç&es seleccionadas.
Subdomínio: Som
"e#a Final B% & aluno in#erpre#a 4en'menos sonoros* relaciona-os com carac#erís#icas do som e iden#i4ica
al)umas aplicaç-es #ecnol')icas dos mesmos.
"e#as in#erm.dias a#. ao B.º 0no
O aluno explica as condiç&es necess4rias - comunicação sonora pelo ser %umano) produção,
propagação e percepção.
O aluno explica a formação de zonas de compressão e rarefacção produzidas pela membrana de um
altifalante quando emite um som puro e relaciona1as com o modelo de onda sinusoidal representada
no espaço e no tempo5 prev# alteraç&es num som puro aud$vel quando se varia a frequ#ncia'per$odo
(alteração da altura) sons graves e agudos+ ou a amplitude (alteração da intensidade) sons fortes e
fracos+.
O aluno explica diferenças (por exemplo) o timbre+ e semel%anças (exemplo) a frequ#ncia
fundamental e a vibração de um meio+ que permitem distinguir sons complexos produzidos por
diferentes tipos de pessoas ou de instrumentos (de cordas, percussão e'ou sopro+, quando afinados
na mesma nota musical.
O aluno situa no espectro sonoro infra1sons, sons aud$veis e ultra1sons produzidos e percepcionados
por diferentes animais, a partir da gama de frequ#ncias atribu$da a cada um.
O aluno revela pensamento cient$fico (planificando, prevendo, experimentando, concluindo+ na
determinação da velocidade do som no ar e interpreta informação tabelada sobre a variação da
velocidade da frente de onda sonora quando se propaga em meios el4sticos slidos, l$quidos e
gasosos (a diferentes temperaturas+5 usa o conceito na resolução de situaç&es problema (exemplo)
determinar a que dist0ncia ocorreu um trovão+.
O aluno explica fenmenos associados - propagação de uma onda sonora quando é reflectida (eco e
reverberação+, refractada e difractada, e con%ece tecnologias que t#m por base do seu
funcionamento a reflexão de sons (exemplos) a ecografia e o sonar+.
O aluno planifica e executa um mini1pro.ecto pr4tico para avaliar n$veis sonoros em ambientes
particulares, recorrendo ao uso do sonmetro, e trata dados recol%idos usando ferramentas /:"5
compara os valores obtidos com os recomendados na legislação em vigor e infere consequ#ncias a
n$vel fisiolgico e psicolgico com base em pesquisa sobre o tema.
Subdomínio: Du5
"e#a Final E% & aluno in#erpre#a 4en'menos 'p#icos recorrendo < propa)aç(o da lu5 no mesmo meio ou em
meios dis#in#os* e,plica o mecanismo da !is(o e limi#aç-es 6ue podem ocorrer e percepciona a cor
como propriedade n(o in#rínseca do ob>ec#o.
"e#as in#erm.dias a#. ao B.º 0no
O aluno explica as condiç&es essenciais - visão de um ob.ecto pelo ser %umano e representa
esquematicamente o fenmeno ptico em termos do tra.ecto dos raios luminosos.
O aluno classifica materiais, a partir de evid#ncias experimentais, segundo a diferente capacidade
de os mesmos absorverem, reflectirem, transmitirem e difundirem a luz vis$vel que neles incide.
O aluno diferencia as radiaç&es do espectro electromagnético segundo diferentes critérios e
apresenta exemplos de aplicaç&es tecnolgicas para algumas delas.
O aluno compara e distingue luz e som quanto ao meio de propagação e ao tipo de onda.
O aluno explica, com base na planificação e realização de experi#ncias, as leis da reflexão e as
caracter$sticas das imagens obtidas com espel%os planos e esféricos5 usa a ptica geométrica para
explicar as imagens formadas em espel%os planos e curvos.
O aluno distingue reflexão especular de reflexão difusa para explicar por que motivo se obt#m
imagens num espel%o e não, por exemplo, numa fol%a de papel.
O aluno explicita o que acontece na propagação de luz de um para outro meio transparente, com
diferentes 0ngulos de incid#ncia e interpreta a reflexão interna total da luz nas fibras pticas,
usadas, por exemplo, nas telecomunicaç&es.
O aluno distingue lentes divergentes de convergentes, caracterizando o percurso de um feixe de luz
paralelo que nelas incide, e apresenta aplicaç&es de cada tipo de lentes.
O aluno revela pensamento cient$fico (planificando, prevendo, experimentando, *+ na
determinação experimental da verg#ncia de uma lente.
O aluno caracteriza principais funç&es da pupila, $ris, crnea, cristalino, retina, nervo ptico e
%umor v$treo no processo da visão e explica em que consiste a miopia e a %ipermetropia, bem como
formas de corrigir estes defeitos de visão5 pesquisa sobre a evolução da tecnologia associada a este
campo da sa6de.
O aluno interpreta a luz branca como sendo composta por radiaç&es de diferentes comprimentos de
onda, podendo1se decompor, por exemplo, por dispersão.
O aluno evidencia que a cor percepcionada de um ob.ecto depende do material de que é feito e da
luz que nele incide, recorrendo a actividades laboratoriais (exemplo) usando filtros de diversas cores
e diferentes tipos de luz+5 explica a cor de ob.ectos usando os modelos subtractivo a aditivo de luz,
em casos simples.
O aluno distingue o preto, o branco e o cinzento em termos da radiação reflectida e da estimulação
simult0nea, e na mesma proporção, dos tr#s tipos de cones na retina.
O aluno associa as cores secund4rias (magenta, ciano e amarelo+ ao resultado da adição (modelo
aditivo de luz+, na mesma proporção, de duas cores prim4rias e as outras cores ao resultado da
sobreposição de cores prim4rias em diferentes proporç&es.
Domínio: Fi!er "el2or na Terra
Subdomínio: Forças* "o!imen#os e Se)urança
"e#a Final $G% & aluno in#erpre#a e classi4ica mo!imen#os reais ou simulados* de !eículos e de ou#ros m'!eis e
>us#i4ica medidas de se)urança e pre!enç(o de aciden#es rodo!i;rios* com base em leis de
mo!imen#os.
"e#as in#erm.dias a#. ao E.º 0no
O aluno calcula dist0ncias de reacção, travagem e segurança a partir de representaç&es gr4ficas de
velocidade em função do tempo, que traduzam situaç&es reais de tr0nsito5 esboça, no mesmo gr4fico
outras situaç&es) mesmo condutor sob o efeito de 4lcool, de certos medicamentos e'ou a falar ao
telemvel5 mesmo condutor e ve$culo movendo1se a maior velocidade e em pisos de diferente
estado (seco, mol%ado, com gelo+.
O aluno .ustifica a utilização do capacete e do cinto de segurança na protecção do condutor, em
caso de acidente ou de travagem brusca, usando conceitos de pressão, de inércia e outros.
O aluno interpreta o efeito da altura da carga na diminuição de estabilidade do ve$culo e sua
poss$vel implicação em acidentes rodovi4rios.
O aluno distingue, em situaç&es simples) tra.ectria de espaço percorrido5 repouso de movimento
(em relação a um dado referencial+5 espaço percorrido de deslocamento5 rapidez média de
velocidade média. Bssocia a cada grandeza a respectiva unidade ,:.
O aluno associa a grandeza f$sica vectorial aceleração média - variação da velocidade no respectivo
intervalo de tempo e calcula o seu valor em movimentos simples do quotidiano.
O aluno associa força a uma grandeza vectorial que resulta da interacção entre corpos, por contacto
macroscpico ou - dist0ncia, e que é percepcionada por efeitos que provoca (deformação e'ou
alteração do estado de repouso ou de movimento+.
O aluno identifica, em diversas interacç&es, os pares acção1reacção (/erceira 8ei de <eCton+ e
representa1os tendo em consideração as suas caracter$sticas.
O aluno interpreta a 8ei Dundamental da Ein0mica ou ,egunda 8ei de <eCton e aplica1a em
contextos reais e'ou laboratoriais de corpos em repouso ou em movimento.
O aluno determina o peso de corpos a partir da massa e do valor da aceleração da gravidade, na
proximidade das superf$cies de diferentes planetas (exemplos) /erra, 8ua e ;6piter+5 representa o
peso, usando escalas adequadas, em situaç&es de corpos apoiados em superf$cies %orizontais e
obl$quas.
O aluno revela pensamento cient$fico (prevendo, planificando e experimentando, *+ na
determinação do valor da força de impulsão exercida em corpos que flutuem ou se afundem em
l$quidos de diferentes densidades, a partir de actividades pr4ticas laboratoriais que apliquem a 8ei
de Brquimedes5 representa a força de impulsão e o peso nessas situaç&es e explica1as.
O aluno revela pensamento cient$fico (prevendo, planificando, experimentando, *+ explicitando
factores que influenciam a força de atrito5 identifica situaç&es do dia1a1dia em que é vanta.oso
minimizar o efeito do atrito e outras em que este efeito é dese.4vel.
O aluno caracteriza os movimentos rectil$neo uniforme e rectil$neo uniformemente variado, de
movimentos do quotidiano e'ou simulados em contexto laboratorial5 interpreta (valores de+ e
calcula, em casos particulares, grandezas cinem4ticas associadas a esses movimentos e identifica
condiç&es em que se verificam, por an4lise da resultante das forças.
O aluno relaciona as grandezas cinem4ticas para caracterizar os movimentos, a partir de gr4ficos
FGf(x+, xGf(t+, vGf(t+, aGf(t+ e DGf(t+ e'ou a partir de valores numérico5 interpreta correctamente
informação de movimentos simples de corpos, descrita e'ou traduzida em gr4ficos.
Subdomínio: Circui#os El.c#ricos e Elec#r'nicos
"e#a Final $$% & aluno analisa in4ormaç(o #.cnica e de se)urança rela#i!amen#e a elec#rodom.s#icos e/ou a
componen#es el.c#ricos e elec#r'nicos e e,plica 4unç-es especí4icas de cada um para o 4uncionamen#o
)lobal de circui#os simples3 procede a mon#a)ens pr;#icas e em se)urança e mede correc#amen#e
)rande5as el.c#ricas em circui#os3 elabora respos#a a 6ues#-es/si#uaç-es problema* a#ra!.s de
e,perimen#aç(o ade6uada.
"e#as in#erm.dias a#. ao E.º 0no
O aluno interpreta o significado de informação existente em c%apas'etiquetas' fic%as técnicas de
electrodomésticos (tipo e valor da tensão, pot#ncia e classe energética+.
O aluno interpreta significados de normas gerais e espec$ficas de segurança, para a utilização de
aparel%os eléctricos, de modo a minimizar efeitos fisiolgicos no corpo %umano quando atravessado
por correntes eléctricas.
O aluno identifica componentes em sistemas eléctricos, e caracteriza principais funç&es dos
mesmos nomeadamente a(s+ transfer#ncia(s+ e ou transformação(&es+ de energia que neles ocorrem.
O aluno interpreta circuitos eléctricos, identificando elementos constituintes, modo de ligação e
representação esquem4tica e procede a montagens pr4ticas em casos simples.
O aluno apresenta e trata dados de mediç&es directas de tenção'd.d.p., intensidade de corrente
eléctrica e resist#ncia utilizando instrumentos de medida digitais e'ou analgicos.
O aluno identifica o tipo de associação de geradores electroqu$micos em pequenos aparel%os
eléctricos e em pil%as de H,I7 e relaciona a diferença de potencial de cada gerador com a que
resulta da sua associação em série.
O aluno apresenta vantagens e desvantagens em associar dois receptores em série e em paralelo e
prev# implicaç&es ao n$vel da intensidade da corrente eléctrica e da tensão'd.d.p. em diversos
pontos de circuito simples.
O aluno revela pensamento cient$fico (prevendo, planificando, executando, *+ na determinação da
relação que existe entre tensão e intensidade de corrente eléctrica que atravessa um condutor
%mico (8ei de O%m+ e na identificação de factores (comprimento, secção e tipo de material+ de que
depende a resist#ncia de um fio condutor5 prev# aplicaç&es tecnolgicas destes efeitos (por
exemplo) restatos e cabos eléctricos+.
O aluno calcula =consumos> energéticos, em unidades ,: e em 9J%, de electrodoméstico(s+ a partir
da pot#ncia, ou da tensão e intensidade de corrente eléctrica que o percorre, durante o intervalo de
tempo de funcionamento, e apresenta soluç&es pr4ticas para reduzir os =gastos> de energia eléctrica
numa %abitação.
O aluno apresenta exemplos da aplicação dos efeitos da corrente eléctrica) térmico, por exemplo,
em resist#ncias de aquecimento e fus$veis (6til+ em curto1circuitos ou sobrecargas (pre.udicial, por
risco de inc#ndio+5 qu$mico, por exemplo, na electrlise.
O aluno explica o perigo de inc#ndio aquando da ligação de v4rios electrodomésticos com elevada
pot#ncia - mesma tomada.
O aluno descreve, operacionalmente, a exist#ncia de campos magnéticos atractivos e repulsivos
criados por $manes permanentes através da orientação de limal%a, ou pequenos fios de aço,
relacionando a sua intensidade com a maior ou menor proximidade das lin%as de campo.
O aluno explica o funcionamento de uma b6ssola.
O aluno sistematiza trabal%os importantes de alguns cientistas, nomeadamente 7olta (bateria
electroqu$mica+, !ans Orested (efeito magnético da corrente eléctrica+ e Aic%ael DaradaF (correntes
eléctricas induzidas+ assim como algumas aplicaç&es tecnolgicas destas e de outras descobertas
(exemplos) electro$man, amper$metro, volt$metros, campain%a, alternador e d$namo+.
O aluno descreve formas de gerar tensão eléctrica cont$nua e alternada (electroqu$mica e'ou por
indução+, pesquisando fontes diversas, e traduz algumas dessas propostas em formato pr4tico1
laboratorial.
O aluno .ustifica a necessidade de elevar a tensão (alta tensão+ e de baixar a intensidade da corrente
eléctrica (através de transformadores+ e de usar cabos grossos durante a transfer#ncia da energia
eléctrica das centrais eléctricas para os consumidores.
O aluno interpreta circuitos electrnicos, identificando elementos constituintes, modo de ligação e
representação esquem4tica, e procede a montagens pr4ticas.
O aluno identifica componentes (8KE, d$odo de sil$cio, 8EL, term$stor, potencimetro, transistor,
condensador *+, e caracteriza principais funç&es dos mesmos.
O aluno distingue circuitos electrnicos de eléctricos pelos componentes e pelas ordens de grandeza
da tensão e da intensidade de corrente eléctrica envolvidas.
Subdomínio: Es#ru#ura de "a#eriais
"e#a Final $1% & aluno e,plica a or)ani5aç(o ac#ual da Tabela +eri'dica e usa in4ormaç(o sobre os elemen#os
represen#a#i!os e respec#i!as subs#?ncias elemen#ares para e,plicar a di!ersidade de subs#?ncias e
al)umas propriedades 4ísicas e 6uímicas de al)umas delas.
"e#as in#erm.dias a#. ao E.º 0no
O aluno sistematiza contributos de v4rios cientistas para a organização dos elementos qu$micos até
- /abela 2eridica actual, recorrendo a fontes de informação diversas.
O aluno interpreta informação da /abela 2eridica sobre elementos qu$micos representativos
(s$mbolo qu$mico, n6mero atmico, massa atmica relativa+5 localiza na /abela 2eridica (grupo e
per$odo+ elementos qu$micos, con%ecendo o seu n6mero atmico ou n6mero de electr&es de
val#ncia e o n$vel de energia em que se encontram no 4tomo respectivo.
O aluno interpreta o significado de istopo e explica o contributo da exist#ncia de v4rios istopos
para o valor da massa atmica relativa do elemento qu$mico correspondente.
O aluno descreve o modelo simplificado para o 4tomo de um elemento qu$mico, como aquele que é
constitu$do por um n6cleo (com prot&es e neutr&es+ e electr&es, girando - sua volta5 recon%ece que,
no con.unto, o 4tomo é electricamente neutro.
O aluno identifica um ião como uma part$cula mono ou poliatmica, com carga eléctrica positiva
(catião+ ou negativa (anião+.
O aluno explica a diversidade de subst0ncias a partir da ligação que se pode estabelecer através da
compartil%a de electr&es (ligação covalente+, da atracção eléctrica entre i&es de cargas de sinal
contr4rio (ligação inica+ e nos metais (ligação met4lica+.
O aluno .ustifica, recorrendo - localização na /abela 2eridica, a tend#ncia de formar i&es est4veis
dos elementos qu$micos do grupo M (exemplos) l$tio, sdio e pot4ssio+, do grupo N (exemplos)
magnésio e c4lcio+, do grupo MO (exemplos) oxigénio e enxofre+ e do grupo MP (exemplos) fl6or e
cloro+ e a formação de compostos inicos entre elementos met4licos e não met4licos (exemplos)
<a"l , Ag"l
N
, <a
N
O+.
O aluno interpreta as ligaç&es covalentes simples, dupla e tripla entre 4tomos de elementos
qu$micos não met4licos, usando a notação de 8eCis, em subst0ncias elementares ("l
N
, O
N
e <
N
+ e
em subst0ncias compostas (!"l, !
N
O, "!
H
, <!
@
e "O
N
+.
O aluno identifica fam$lias de compostos org0nicos e o tipo de ligação que os 4tomos estabelecem
entre si, a partir de tabelas com informação (nome, grupo funcional e frmulas de estrutura+5 ilustra
a estrutura @E de algumas moléculas através de modelos simplificados (exemplos) butano, etanol,
propanona, 4cido etanico+5 associa alguns destes compostos a contextos de utilização (exemplos)
alimentos, combust$veis+.
O aluno sistematiza, através de pesquisa de informação, exemplos de matérias1primas que resultam
directa ou indirectamente da extracção do petrleo e que mel%oraram a qualidade de vida das
pessoas.
O aluno identifica na /abela 2eridica caracter$sticas do elemento qu$mico (exemplos) n6mero
atmico e massa atmica relativa+ e propriedades da(s+ subst0ncia(s+ elementar(es+ respectivas
(exemplos) ponto de fusão, ponto de ebulição e densidade+.
O aluno distingue metais de não metais, através de ensaios pr4ticos de condutibilidade eléctrica e de
reacç&es qu$micas apropriadas (oxigénio e não metais5 oxigénio e metais alcalinos e'ou alcalino1
terrosos+5 interpreta o comportamento alcalino ou 4cido da reacção entre os xidos formados e a
4gua e escreve as equaç&es qu$micas correspondentes.