APRIMORAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA

NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES
DA CONSTRUÇÃO CIVIL - SINAPI
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Departamento de Engenharia de Construção Civil
Núcleo de Produtividade
Prof. Dr. Ubiraci Espinelli Lemes de Souza
Prof. Dr. Ricardo Cruvinel Dornelas
Profa. Dra. Fernanda Fernandes Marchiori
SUMÁRIO
• Indicadores de produtividade
• Pesquisas
• Projetos
• Histórico dos trabalhos Caixa – USP
• SINAPI - Banco Nacional
• SINAPI – Aeroportuário
• Perspectivas
PCC – USP E OS
INDICADORES DE
PRODUTIVIDADE
PRODUTIVIDADE
CONSTRUÇÃO!
Prof. Ricardo Cruvinel Dornelas
Prof. Ricardo Cruvinel Dornelas
Prof. Ricardo Cruvinel Dornelas
Eficiência na transformação de
recursos em produtos
Prof. Ricardo Cruvinel Dornelas
PRODUTIVIDADE
Prof. Ricardo Cruvinel Dornelas
Prof. Ricardo Cruvinel Dornelas
Prof. Ricardo Cruvinel Dornelas
Prof. Ricardo Cruvinel Dornelas
Prof. Ricardo Cruvinel Dornelas
Prof. Ricardo Cruvinel Dornelas
GESTÃO DA PRODUTIVIDADE NA
CONSTRUÇÃO
INDICADORES DE
PRODUTIVIDADE
MÃO-DE-OBRA
RUP = Hh / QS
DIA RUP
DIÁRIA
OBSERVAÇÕES
1 0,49
2 9,92 trabalho sob chuva, para viabilizar concretagem
3 0,78
4 1,72 montagem de plataforma de trabalho auxiliar
5 1,20 aguardo de decisão quanto à posição de elétrica
6 0,78
7 3,15 espera para se alcançar o prazo mínimo para desfôrma
8 1,01
9 2,40 concretagem
10 0,68
11 1,09 concretagem
12 100,00 inviabilidade de desfôrma devido aos prazos de cura
13 0,45
14 3,13 concretagem
15 0,73
16 0,87
17 1,33 chuva paralisou o trabalho mais cedo
18 1,13
19 0,69
20 1,45 interferência com montagem da armadura
21 1,42 interferência com montagem da armadura
22 1,37 chuva paralisou o trabalho mais cedo
23 2,45 descarregamento de fôrma e organização do estoque
24 0,61
25 2,62 interferência com montagem da armadura
26 1,10
27 0,80
28 0,97
29 0,89
30 1,07
31 5,13 retrabalho de montagem de fôrmas
32 0,96
PSU
Pensylvania State
University
PESQUISA COM CONSTRUTORAS
RUP potdir RUP cumdir RUPcumglob
Obra
Hh/m
2
Hh/m
2
Hh/m
2
SP 08 0,80 0,95 1,65
SP 17 0,91 1,12 1,17
SP 21 0,62 0,80 0,88
SP 28 1,18 1,39 1,69
SP 34 0,74 0,92 1,01
SP 37 0,83 1,11 1,63
SP 44 0,66 1,10 1,67
SP 62 0,90 1,45 1,57
SP 73 0,77 1,00 1,11
Mínimo 0,62 0,80 0,88
Máximo 1,18 1,45 1,69
Mediana 0,80 1,10 1,57
PESQUISA COM FORNECEDORES
RUPpot
of
= 0,615 - 0,11 Soma + 1,02 Ex
quina
- 0,0149 A
carac

A4 =7,5m
2
A3= 4m
2
A1=7m
2
A2=2,5m
2
2
2 2 2 2
07 , 6
5 , 7 0 , 4 5 , 2 0 , 7
5 , 7 0 , 4 5 , 2 0 , 7
m A
carc
Ex
quina
= 2,5 / 21 = 0,11m/m
2
TCPO
Mín = 0,40 Med = 0,79 Máx = 2,6



Produtividade do Pedreiro (Hh/m²)
Poucas quinas e requadros Muitas quinas e requadros

Área extensa por oficial por
andar
Área pequenas por oficial por
andar

pequenas espessuras Grandes espessuras
Jateamento bem utilizado Jateamento mal utilizado
Não ocorre falta de material Falta de material
Não ocorre falta de água Falta de água
Não ocorre falta de energia Falta de energia
Pouca ou nenhuma chuva Muita chuva

Baixa rotatividade dos
operários
Alta rotatividade dos operários
Serviços simples Serviços complexos
Longas durações de serviços Pequenas durações de serviços

Fachada sem dificuldades no
início e no final
Dificuldades no início e no final
da fachada


Equipamento de transporte ou
de mistura não apresenta
problemas
Problemas com equipamento de
transporte ou de mistura


Forma de pagamento dos
operários definida e adequada
Indefinição da forma de
pagamento dos operários


MATERIAIS
ENTULHO
INCORPORADA
ROUBO
s
TIPOS DE PERDA
PROJETO NACIONAL FINEP
MATERIAL Perda (%)
Concreto usinado 9
Aço 11
Blocos e tijolos 13
Eletrodutos 15
Condutores 27
Tubos para sistemas prediais 15
Placas cerâmicas 14
Gesso 30
Tintas 17
Revestimento têxtil 14
Contrapiso 42
Revestimento interno de paredes 102
Revestimento externo de paredes 53

PROJETO NACIONAL FINEP
Perdas (%) MATERIAL
Mínimo Máximo
Concreto usinado 2 23
Aço 4 16
Blocos e tijolos 3 48
Eletrodutos 13 18
Condutores 14 35
Tubos para sistemas prediais 8 56
Placas cerâmicas 2 50
Gesso -14 120
Tintas 8 24
Revestimento têxtil 14 14
Contrapiso
8 288
Revestimento interno de paredes
8 234
Revestimento externo de paredes
-11 164

PROJETO INTERVENÇÃO FINEP
PORÇÃO PERDA
1 23,2
2 14
4 11,5
3 6,3
TCPO
EQUIPAMENTOS
VARIABILIDADE

HISTÓRICO DOS TRABALHOS
CAIXA - USP
• 2003 – discussão inicial
• 2006 – 2008: SINAPI Banco Nacional
• 2007 – 2008: SINAPI Aeroportuário
SINAPI
Banco Nacional
COMPOSIÇÕES APRIMORADAS
1. Fôrmas
2. Armação
3. Concretagem
4. Alvenaria de vedação
5. Alvenaria estrutural
6. Chapisco
7. Emboço/massa única interno
8. Revestimento de fachada
com argamassa
9. Contrapiso sobre laje
10. Revestimento com gesso
11. Revestimento cerâmico
12. Reboco
13. Casas em estrutura de aço
14. Paredes em concreto
celular
15. Redes de esgoto
ESTRUTURAÇÃO DAS COMPOSIÇÕES
COMPOSIÇÃO
PRINCIPAL
COMPOSIÇÃO
AUXILIAR
COMPOSIÇÃO
EQUIPAMENTO
Nível 1
Nível 2
Nível 3
Exemplo:
Concretagem
no andar
Exemplo:
Produção do
concreto em
obra
Exemplo:
Betoneira
Desdobramento dos produtos, processos e recursos
Para proceder ao desdobramento (entendimento analítico) das
informações relativas aos produtos, processos e recursos, parte-
se do desdobramento do produto (edifícios múltiplos pavimentos)
para posterior desdobramento sob a ótica dos processos e
recursos.
Seguindo-se a regra geral de que “o desdobramento deve ser
feito de modo a distinguir partes que podem ter consumos de
recursos diferente, sendo que nível de detalhamento a ser
atingido é o nível mínimo que ainda tenha sentido físico, que
ainda tenha interesse para análise, caracterizado por uma equipe
que o execute no canteiro”.
DESDOBRAMENTO
DOS PRODUTOS,
PROCESSOS,
RECURSOS
DESDOBRAMENTO
DOS PRODUTOS,
PROCESSOS,
RECURSOS
MACROESTRUTURA:
PRODUTOS X
PROCESSOS
EXEMPLO
Fôrmas para estrutura de concreto armado
•Fôrma para Pilar

•Fôrma para Viga

•Fôrma para Laje

•Fôrma para Escada

•Fôrma para estrutura como
um todo (composição global)
F
Ô
R
M
A

P
A
R
A

P
I
L
A
R

8
0

c
o
m
p
o
s
i
ç
õ
e
s

FÔRMA – PILAR
80 composições
Mão-de-obra
Material Equipamento
Título da composição: Fôrma para pilar de edificação com estrutura de concreto
armado de compensado resinado de 12 mm, travamento de madeira serrada e
tirantes, com 8 utilizações, fabricada in loco
Unidade: m
2
de fôrma em contato com o concreto
Carpinteiro: 1,09 Hh/m
2

Ajudante: 0,16 Hh/m
2

Compensado
resinado: 0,16 m
2
/m
2
Prego de aço 18x27:
0,20 kg/m
2
Desmoldante:
0,017 l/m
2
Madeira serrada:
0,002 m
3
/m
2
Nível a laser:
0,0486 h/m
2
Serra circular:
0,153 h/m
2
Energia serra circular:
0,06 KWh/m
2
F
Ô
R
M
A

P
A
R
A

V
I
G
A

1
2
0

c
o
m
p
o
s
i
ç
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e
s

FÔRMA – VIGA
120 composições
Mão-de-obra
Material Equipamento
Título da composição: Fôrma para viga de edificação com estrutura de concreto
armado de compensado resinado de 12 mm com escoramento tipo garfo de madeira
serrada, com 8 utilizações, fabricada in loco
Unidade: m
2
de fôrma em contato com o concreto
Carpinteiro: 1,48 Hh/m
2

Ajudante: 0,22 Hh/m
2

Compensado
resinado: 0,16 m
2
/m
2
Prego de aço 18x27:
0,15 kg/m
2
Desmoldante:
0,017 l/m
2
Madeira serrada:
0,014 m
3
/m
2
Nível a laser:
0,0486 h/m
2
Serra circular:
0,153 h/m
2
Energia serra circular:
0,06 KWh/m
2
F
Ô
R
M
A

P
A
R
A

L
A
J
E

8
0

c
o
m
p
o
s
i
ç
õ
e
s

FÔRMA – LAJE
80 composições
Mão-de-obra
Material Equipamento
Título da composição: Fôrma para laje de edificação com estrutura de concreto
armado de compensado resinado de 12 mm com escoramento tipo pontalete com
vigamento madeira serrada, com 8 utilizações, fabricada in loco
Unidade: m
2
de fôrma em contato com o concreto
Carpinteiro: 1,22 Hh/m
2

Ajudante: 0,18 Hh/m
2

Compensado
resinado: 0,16 m
2
/m
2
Prego de aço 18x27:
0,20 kg/m
2
Desmoldante:
0,017 l/m
2
Madeira serrada:
0,005 m
3
/m
2
Nível a laser:
0,0486 h/m
2
Serra circular:
0,153 h/m
2
Energia serra circular:
0,06 KWh/m
2
F
Ô
R
M
A

P
A
R
A

E
S
C
A
D
A

2
0

c
o
m
p
o
s
i
ç
õ
e
s

FÔRMA – ESCADA
20 composições
Mão-de-obra
Material Equipamento
Título da composição: Fôrma para escada de edificação com estrutura de concreto
armado de compensado resinado 12 mm com escoramento tipo pontalete com
vigamento madeira serrada, com 8 utilizações, fabricada in loco
Unidade: m
2
de fôrma em contato com o concreto
Carpinteiro: 2,61 Hh/m
2

Ajudante: 0,39 Hh/m
2

Compensado
resinado: 0,16 m
2
/m
2
Prego de aço 18x27:
0,20 kg/m
2
Desmoldante:
0,017 l/m
2
Madeira serrada:
0,011 m
3
/m
2
Nível a laser:
0,0486 h/m
2
Serra circular:
0,153 h/m
2
Energia serra circular:
0,06 KWh/m
2
pilar viga laje
molde travamento escoramento escoramento vigamento
plastificado resinado
madei
ra
serrad
a e
tirante
s
sanduic
he de
aço e
tirantes
garfo
de
madeir
a
serrada
escora metálica
pontale
te
escora
metálic
a
H2
0
metáli
co
madei
ra
serra
da
número de
utilizações
18
mm
12
m
m
18
mm
12
m
m
travamen
to de
madeira
serrada e
tirantes
travamen
to de
sanduich
e de aço
e tirantes fabric 1 2 4 8
1
2
1
8
Caso 1
x x x x x
in
loco
x
Caso 2 x x x x x
pre
x
Caso 3 x x x x x
pre
x
Caso 4
x x x x x
in
loco
x
Caso 5
x x x x x
pre
x
Caso 6 x x x x x
pre
x
....

Caso
15
x x x x x
pre
x
Caso
16
x x x x x
in
loco
x
Caso
17
x x x x x
pre
x
Caso
18
x x x x x
pre
x
Fôrmas
Sistemas
Construtivos

FÔRMA – GLOBAL
360 composições
Mão-de-obra
Material Equipamento
Título da composição: Fôrma para estrutura de concreto armado de edificação
multifamiliar, considerando todos os elementos (pilar, viga, laje e escada), em
compensado resinado de 12 mm travamento dos pilares de madeira serrada e tirantes
com escoramento das vigas com garfo de madeira com escoramento das lajes com
pontaletes com vigamento madeira serrada com 8 reaproveitamentos, fabricada in loco
e escada de chapa de compensado e madeira serrada fabricada in loco
Unidade: m
2
de fôrma em contato com o concreto
Carpinteiro: 1,26 Hh/m2
Ajudante: 0,19 Hh/m
2

Compensado
resinado: 0,16 m
2
/m
2
Prego de aço 18x27:
0,19 kg/m
2
Desmoldante:
0,017 l/m
2
Madeira serrada:
0,060 m
3
/m
2
Nível a laser:
0,0486 h/m
2
Serra circular:
0,153 h/m
2
Energia serra circular:
0,06 KWh/m
2
ARMADURA
20 composições
•Armadura para Pilar

•Armadura para Viga

•Armadura para Laje

•Armadura para Escada

•Armadura para estrutura como um todo
(composição global)
CONCRETAGEM
30 composições
•Concretagem para Pilar

•Concretagem para Viga e Laje

•Concretagem para estrutura como um todo
(composição global)

ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO (ECA)

Engloba os serviços de:
•Fôrmas – global (360 possibilidades)
•Armação – global (4 possibilidades) e
•Concretagem – global (10 possibilidades)
combinações de composição
mais prováveis de ocorrer geram as
composições para ECA como um todo.
Serviço Número de composições
1 Fôrmas 686
2 Armação 21
3 Concretagem 35
4 Alvenaria de vedação 454
5 Alvenaria estrutural 296
6 Chapisco 9
7 Emboço/ massa única 21
8 Revestimento de fachada 29
9 Contrapiso sobre laje 16
10 Revestimento com gesso 7
11 Revestimento cerâmico 29
12 Reboco 4
13 Casas com estrutura de aço 50
14 Paredes em concreto celular 60
15 Redes de esgoto 5000
TOTAL 6717
BALANÇO GERAL DAS
COMPOSIÇÕES
REGRAS PARA ALOCAÇÃO DE CUSTOS AOS
SERVIÇOS DE FÔRMAS
Serviço Recebimento Estocagem Transportes
Processamento
intermediário
Processamento final
Fôrmas
Das fôrmas prontas ou então dos
insumos para a sua produção:
composição principal.
Embora com características
de processamento
intermediário, a fabricação
das fôrmas está considerada
na composição principal e
não na composição auxiliar
Fôrmas pré-fabricadas (montagem,
desmontagem e ajustes):
composição principal. Fôrmas
fabricadas in loco (fabricação,
montagem, desmontagem e
ajustes): composição principal.
FAIXAS DE CUM E RUP PARA FÔRMAS DE PILAR
FAIXAS DE CUM E RUP PARA FÔRMAS DE VIGAS
FAIXAS DE CUM E RUP PARA FÔRMAS DE LAJES
FAIXAS DE CUM E RUP PARA FÔRMAS DE ESCADAS
INDICADORES DE RUP’S E CUM’S ADOTADOS PARA
TAREFAS DE FÔRMAS
INDICADORES DE RUP E CUM CALCULADO PARA
TAREFA DE FÔRMAS
RELAÇÃO OFICIAL X AJUDANTE DIRETO
INDICADOR GERAL DE PRODUTIVIDADE PARA O
SERVIÇO DE FÔRMAS
INDICADOR GERAL DE PRODUTIVIDADE PARA O
SERVIÇO DE ARMAÇÃO
INDICADOR GERAL DE PRODUTIVIDADE PARA O
SERVIÇO DE CONCRETAGEM
SINAPI
AEROPORTUÁRIO

TEMAS
• itens gerais
• infra-estrutura e super-estrutura de concreto
• outros subsistemas das edificações
• estruturas metálicas e outros pré-fabricados
• pavimentos
• outros serviços (granito, demolição, frezagem)
• movimento de terra

VISÃO ANALÍTICA

METODOLOGIA
VISITAS A OBRAS
AEROPORTUÁRIAS
LEVANTAMENTO
BIBLIOGRÁFICO
AVALIAÇÃO DAS
COMPOSIÇÕES
ORÇAMENTÁRIAS
OUTRAS FONTES
DE INFORMAÇÃO
VISÃO ANALÍTICA GERAL
DAS OBRAS
AEROPORTUÁRIAS

EXEMPLO
PROJETO
LEVANTAMENTO DE
INFORMAÇÕES
• Infraero - Aeroporto de Guarulhos (setor de projetos)
• Infraero - Aeroporto de Congonhas (setor de projetos)
• Figueiredo Ferraz
• Roma Engenharia
• Planorcon Projetos Técnicos Ltda
• Tesis, CDHU
• Consórcio Construtor do Aeroporto de Guarulhos (Queiroz
Galvão, Constran e Serveng)
FLUXO DE
DESENVOLVIMENTO
INFRAERO
Brasília
INFRAERO
Empreendimentos
Gerenciadora
Licitação
Controle
Construtora
Executora
Projeto
executivo
Concepção
Revisões
Apresentação
em papel vegetal
1ª versão
1ª revisão
2ª revisão
versão final
2
FLUXO DE
DESENVOLVIMENTO
FLUXO DE
DESENVOLVIMENTO
PERSPECTIVAS
ENTENDIMENTO
DA PRODUTIVIDADE
CAPACIDADE
DE TOMAR DECISÕES

DECISÕES
• CUSTO / PREÇO
• PROJETOS
• ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
• MATERIAL/TÉCNICA/MÉTODO/SISTEMA
• INOVAÇÕES
• ETC
COMPOSIÇÕES COMO
REFERÊNCIA

IDÉIAS
• Movimento de terra
• Pavimentação
• Redes
• Sistemas prediais
• Cobertura
• etc

DISCUSSÕES COMPLEMENTARES
TEXTOS E ESTUDO
PRÁTICO:
GESTÃO DA PRODUÇÃO
NA EXECUÇÃO
DE FÔRMAS
MATERIAL DE
APOIO




Texto TCPO
PRÓXIMA AULA
66 Prof. Ricardo Cruvinel Dornelas