Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta

)
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
1 - AGREGADOS
Agregados são relativamente baratos e não entram em reações q!mi"as
"omplexas "om a ága# portanto$ t%m sido salmente tratados "omo m
material de en"himento inerte no "on"reto& 'ntretanto$ devido ( "res"ente
"ompreensão do papel desempenhado pelos agregados na determinação de
mitas propriedades importantes do "on"reto$ este ponto de vista
tradi"ional$ dos agregados "omo materiais inertes$ está sendo seriamente
qestionado&
)s "ara"ter!sti"as dos agregados qe são importantes para a
te"nologia do "on"reto in"lem porosidade$ "omposição granlom*tri"a$
absorção de ága$ forma e textra sperfi"ial das part!"las$ resist%n"ia (
"ompressão$ m+dlo de elasti"idade e os tipos de sbst,n"ias delet*rias
presentes& 'stas "ara"ter!sti"as derivam da "omposição mineral+gi"a da
ro"ha matri- (qe * afetada pelos pro"essos geol+gi"os de formação da
ro"ha)$ das "ondições de exposição (s qais a ro"ha foi sbmetida antes de
gerar o agregado$ e dos tipos de operação e eqipamento sados para a
prodção do agregado&
CLASSIFICAÇÃO E TERMINOLOGIA
Classificações dos agregados "onforme a dimensão das
part!"las$ massa espe"!fi"a$ o origem t%m gerado ma terminologia
espe"ial& .or exemplo$ o termo agregado graúdo * sado para des"rever
part!"las maiores do qe /$0 mm (retidas na peneira 12 /)$ e o termo
agregado miúdo * sado para part!"las menores do qe /$0 mm#
tipi"amente$ os agregados mi3dos "ont%m part!"las qe variam$ em
dimensão$ de 45 pm (peneira 12 677) a /$0 mm$ e os agregados gra3dos de
/$0 mm at* "er"a de 57 mm$ ex"eto para "on"reto massa$ qe pode "onter
agregado gra3do de at* 857 mm&
) maioria dos agregados natrais$ tais "omo areia e pedreglho t%m
massa nitária entre 8567 e 8907 :g;m
<
e prod-em "on"retos ormais
"om aproximadamente 6/77 :g;m
<
de massa espe"!fi"a& .ara fins espe"iais$
agregados mais leves o mais pesados podem ser sados para prod-irem$
respe"tivamente$ "on"retos leves e pesados& =eralmente$ os agregados
"om massa nitária menor do qe 8867 :g;m
<
são "hamados le!es, e
aqeles "om mais de 6707 :g;m
<
são designados pesados&
'm geral$ os agregados para "on"reto são areia$ pedreglho e pedra
britada$ pro"edentes de >a-idas natrais$ e são$ portanto$ designados "omo
agregados natrais& .or otro lado$ os materiais pro"essados termi"amente$
8
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
tais "omo argila o $ folhelho expandidos$ qe são sados para a prodção
de "on"reto leve$ são "hamados agregados artifi"iais& )gregados feitos de
re>eitos indstriais$ por exemplo$ es"+ria de alto?fomo e "in-a volante$
tamb*m perten"em a esta "ategoria& @es!dos sele"ionados de re>eitos
rbanos e "on"reto re"i"lado de demolições de edif!"ios e de pavimentos
t%m sido tamb*m investigados para so "omo agregados&
AGREGA"OS NAT#RAIS
As agregados natrais "onstitem a "lasse mais importante de
agregados para a prodção de "on"reto de "imento .ortland&
)proximadamente$ a metade do total do agregado gra3do "onsmido pela
ind3stria de "on"reto nos 'stados Bnidos "onsiste de pedreglhos# a maior
parte do restante * pedra britada& )s ro"has "arbonáti"as "ompreendem
"er"a de 6;< do agregado britado# arenito$ granito$ diorito$ gabro$ e basalto
perfa-em o resto& ) areia de s!li"a natral * predominantemente sada
"omo agregado mi3do$ mesmo em mitos "on"retos leves& )gregados
natrais são derivados de ro"has de vários tipos# sendo qe a maioria das
ro"has são "ompostas por vários minerais& Bm mineral * definido "omo
toda a sbst,n"ia inorg,ni"a de o"orr%n"ia natral "om "omposição q!mi"a
mais o menos definida e salmente "om ma estrtra "ristalina
espe"!fi"a& Bma revisão elementar dos aspe"tos de formação geol+gi"a e a
"lassifi"ação das ro"has e minerais são essen"iais para o entendimento não
apenas do porqe algns materiais são freqCentemente mais sados "omo
agregados do qe otros$ mas tamb*m das relações mi"roestrtra?
propriedades do agregado&
"escriç$o das Roc%as
)s ro"has são "lassifi"adas de a"ordo "om a origem em tr%s grpos
prin"ipais: !gneas$ sedimentares e metam+rfi"as# estes grpos são ainda
sbdivididos de a"ordo "om a "omposição q!mi"a e mineral+gi"a$ textra
o granlação$ e estrtra "ristalina&
Roc%as &geas são formadas pelo resfriamento do magma (material
ro"hoso em fsão) a"ima$ abaixo$ o pr+ximo da sperf!"ie terrestre& A gra
de "ristalinidade e a granlação das ro"has !gneas$ portanto$ variam "om a
velo"idade "om qe o magma foi resfriado$ qando da formação da ro"ha&
Deve?se observar qe a granlação tem m efeito importante nas
"ara"ter!sti"as da ro"ha# ro"has de mesma "omposição q!mi"a$mas "om
granlação diferentes podem ter "omportamento diferen"iado sob as
mesmas "ondições de exposição&
Magma introd-ido a grandes profndidades resfria a ma velo"idade
baixa e forma minerais "ompletamente "ristalinos "om granlação grosseira
(tamanho de grão E 5 mm)# ro"has deste tipo são "hamadas i'r(si!as o
)l('*icas. 'ntretanto$ as ro"has formadas pr+ximo ( sperf!"ie da terra$
6
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
devido ( taxa de resfriamento mais rápida$ "ont%m minerais "om "ristais
menores$ são de granlação fina (tamanho de grão de 8 a 5 mm)$ e podem
"onter algm vidro# são "hamadas de i'r(si!as s()erficiais o
%i)oa+issais. Magma resfriado rapidamente$ "omo no "aso das erpções
vl",ni"as$ "ont*m em sa maior parte mat*ria v!trea o não "ristalina# o
vidro pode ser denso (lava resfriada de maneira extremamente rápida) o
"ellar (pmi"ita)$ e as ro"has são "hamadas e,'r(si!as o !(lc-icas &
Tamb*m$ o magma pode ser spersatrado$ satrado$ o insatrado
"om relação ( qantidade de s!li"a presente para a formação dos minerais&
'm m magma spersatrado$ a s!li"a livre o não "ombinada "ristali-a?se
"omo qart-o ap+s a formação de minerais tais "omo feldspato$ mi"a e
hornblenda& 'm magmas satrados o insatrados$ o teor de s!li"a *
insfi"iente para formar qart-o& Fsto leva a ma "lassifi"ação das ro"has
!gneas$ "om base no teor total de GiA
6
presente# ro"has ácidas,
intermediárias e básicas "ont%m$ respe"tivamente$ mais de 95 H de GiA6$
55 a 95 H de GiA
6
e menos de 55 H de GiA
6
& I1ovamente$ as "lassifi"ações
das ro"has !gneas "om base na estrtra do "ristal e teor de s!li"a são 3teis$
porqe há evid%n"ias de qe * a "ombinação do "aráter á"ido e da
granlação fina o a textra v!trea da ro"ha$ o qe determina a
vlnerabilidade de m agregado ao ataqe de ál"alis no "on"reto de
"imento .ortland&
Roc%as sedime'ares são ro"has estratifi"adas$ salmente
depositadas debaixo d I ága$ mas$ algmas ve-es$ são a"mladas atrav*s
da ação do vento e do gelo& )s ro"has sedimentares sili"osas são derivadas
de ro"has !gneas pr*?existentes& Dependendo do m*todo de deposição e
"onsolidação$ * "onveniente sbdividi?las em tr%s grpos: (8) depositadas
me"ani"amente$ tanto em m estado f!si"o "onsolidado o não "onsolidado$
(6) depositadas me"ani"amente e "onsolidadas$ salmente$ por "imentos
originários de reações q!mi"as$ e (<) depositadas e "onsolidadas por via
q!mi"a&
.edreg(l%o/ areia/ sil'e e argila são integrantes importantes do
grpo dos sedimentos não "onsolidados& 'mbora a distinção entre estes
qatro integrantes se>a feita "om base na dimensão de part!"la$ ma
tend%n"ia na "omposição mineral * geralmente per"ebida& .edreglhos e
areias grossas salmente "onsistem de fragmentos de ro"has# areias finas
e siltes "onsistem predominantemente de grãos minerais$ e as argilas
"onsistem ex"lsivamente de grãos minerais&
Arei'o/ 0(ar'1i'o e gra(!aca perten"em ( segnda "ategoria&
)renitos e qart-ito "onsistem de ro"has "om grãos na faixa de dimensão
de areia# se a ro"ha qebra em tomo dos grãos de areia$ "hama?se arei'o;
se os grãos são em grande parte de qart-o$ e a ro"ha qebra atrav*s dos
grãos$ "hama?se 0(ar'1i'o. Jart-ito pode ser sedimentar o metam+rfi"o&
As materiais "imentantes o intersti"iais do arenito podem ser opala (s!li"a
gel)$ "al"ita$ dolomita$ argila o hidr+xido de ferro& Gra(!acas são ma
<
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
"lasse espe"ial de arenitos qe "ont%m fragmentos de ro"ha anglosos e da
dimensão de areia em ma matri- abndante de argila$ folhelho o ard+sia&
"C%er'" e "fli'" perten"em ao ter"eiro grpo das ro"has
sedimentares sili"osas& KLhertK * salmente de granlação fina e pode
variar de poroso a denso& KLhertsK densos pretos o "in-as$ qe são mito
dros$ são "hamados KflintK& Lom relação ( "omposição mineral$ K"hertK
"onsiste de qart-o mito po"o "ristalino$ "al"edMnia e opala# "om
freqC%n"ia$ os tr%s estão presentes&
Calc2rios são as ro"has "arbonáti"as de maior variedade& Nariam
desde o "al"ário pro$ "onsistindo do mineral "al"ita$ at* o dolomi'o pro$
"onsistindo do mineral dolomita& Bsalmente$ "ont%m ambos os minerais
"arbonáti"os em várias proporções e qantidades signifi"ativas de
impre-as não "arbonáti"as$ tais "omo argila e areia&
Deve?se notar qe "omparados (s ro"has !gneas$ os agregados
prod-idos de sedimentos estratifi"ados podem variar amplamente em sas
"ara"ter!sti"as$ tais "omo forma$ textra$ porosidade$ resist%n"ia e
sanidade& Fsto o"orre porqe as "ondições sob as qais estas ro"has são
"onsolidadas variam largamente& )s ro"has tendem a ser porosas e fra"as
qando formadas sob pressões relativamente baixas& 'las são densas e
resistentes se formadas sob alta pressão& )lgns "al"ários e arenitos podem
ter resist%n"ia ( "ompressão menor do qe 877 M.a e são$ portanto$
inadeqados para so em "on"reto de alta resist%n"ia& Tamb*m$
"omparadas (s ro"has !gneas$ as ro"has sedimentares freqCentemente
"ont%m impre-as qe (s ve-es "omprometem o se so "omo agregado&
.or exemplo$ "al"ário$ dolomito e arenito podem "onter opala o
argilominerais$ qe afetam adversamente o "omportamento do agregado
sob "ertas "ondições de exposição&
Roc%as me'am3rficas são ro"has !gneas o sedimentares qe
tiveram alteradas a sa textra original$ estrtra "ristalina o "omposição
mineral+gi"a$ fa"e (s "ondições q!mi"as e f!si"as abaixo da sperf!"ie
terrestre& As tipos de ro"has "omns perten"entes a este grpo são
mármore$ xisto$ filito e gnaisse& )s ro"has são densas$ mas freqCentemente
folheadas& )lgns filitos são reativos "om os ál"alis do "imento .ortland&
) "rosta terrestre "onsiste de O5H de ro"has !gneas e 5H de ro"has
sedimentares& )s ro"has sedimentares são "ompostas$ aproximadamente$
por /H de folhelho$ 7$45H de arenito e 7$65H de "al"ário& 'nqanto qe as
ro"has !gneas afloram em apenas 65H da sperf!"ie terrestre$ as ro"has
sedimentares "obrem 45H da área& .or isto * qe a maioria dos agregados
natrais sados em "on"reto P areia$ pedreglho e ro"has "arbonáti"as P
são derivados de ro"has sedimentares
/
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
"escriç$o dos Mierais
) norma )GTM L6O/ (1o Qrasil$ 1Q@ OO/6) "ont*m a des"rição da
terminologia qe forne"e ma base para o entendimento dos termos sados
para designar os "onstitintes dos agregados& Lom base nessa norma$ *
feita a segir ma breve des"rição dos minerais "onstitintes mais "omns
das ro"has natrais&
Minerais de sílica& 4(ar'1o * m mineral dro$ mito "omm e
"omposto de GiA
6
"ristalino& ) dre-a do qart-o assim "omo a do feldspato
* devida ao arran>o da estrtra Gi?A$ qe * mito forte& A qart-o está
presente em ro"has !gneas tipo á"idas (GiA
6
E 95H)$ tais "omo granito e
riolito& Devido ( sa resist%n"ia ao intemperismo$ * m importante
"onstitinte de mitos dep+sitos de areia e pedreglho e$ de arenitos&
Tridimita e "ristobalita são tamb*m minerais de s!li"a "ristalina$ mas são
metaestáveis a pressões e temperatras ordinárias e raramente são
en"ontradas na natre-a$ ex"eto em ro"has vl",ni"as& Minerais não
"ristalinos são designados por !idro.
O)ala * m mineral de s!li"a hidratada (< a OH de ága)$ qe pare"e
não "ristalino na mi"ros"opia +ti"a$ mas qe pode apresentar m arran>o
"ristalino de peqena ordem$ na análise por difração de raios?R& S
salmente en"ontrado em ro"has sedimentares$ espe"ialmente em
K"hertsK$ e * o prin"ipal "onstitinte da diatomita& Calced*ia * m mineral
de s!li"a poroso$ geralmente "ontendo fibras mi"ros"+pi"as de qart-o& )s
propriedades da "al"edMnia são intermediárias entre as da opala e as do
qart-o&
Minerais de silicato& Feldspatos$ minerais ferro?m,gnesianos$
mi"á"eos e argilominerais perten"em a esta "ategoria& As minerais do
grupo dos feldspatos são os minerais mais abndantes qe formam as
ro"has da "rosta terrestre e são importantes "onstitintes das ro"has
!gneas$ sedimentares e metam+rfi"as& Jase tão dros qanto o qart-o$ os
vários feldspatos se diferen"iam pela "omposição q!mi"a e propriedades
"ristalográfi"as&
Arto"lásio$ sanidina e mi"ro"lina são sili"atos de alm!nio e potássio$
freqCentemente referidos "omo felds)a'os )o'2ssicos. As )lagiocl2sios
o feldspatos "al"o?s+di"os in"lem sili"atos de alm!nio e s+dio (albita)$
sili"atos de alm!nio e "ál"io (anordita) o$ ambos& As feldspatos al"alinos$
"ontendo potássio o s+dio$ o"orrem tipi"amente em ro"has !gneas de alto
teor de s!li"a$ "omo granitos e riolitos$ entretanto aqeles de alto teor de
"ál"io são en"ontrados em ro"has !gneas de baixo teor de s!li"a$ "omo
diorito$ gabro e basalto&
Mierais ferro5magesiaos, qe o"orrem em mitas ro"has
!gneas e metam+rfi"as$ "onsistem de sili"atos de ferro o magn*sio o$
ambos& Minerais "om arran>os da estrtra "ristalina de anfib+lio e pirox%nio
5
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
são referidos "omo hornblenda e agita$ respe"tivamente& Alivina * m
mineral "omm dessa "lasse qe o"orre em ro"has !gneas de teor de s!li"a
relativamente baixo&
Ms"ovita$ biotita$ "lorita e vermi"lita$ qe formam o grpo dos
mierais mic2ceos, tamb*m "onsistem de sili"atos de ferro e magn*sio$
mas se arran>o interno "om estrtra lamelar * responsável pela tend%n"ia
( fratra em finas l,minas& )s mi"as são abndantes e o"orrem em todos os
tr%s prin"ipais grpos de ro"has&
A grpo dos argilomierais "ompreende os sili"atos de estrtra
laminada "om menos de 6 Tm (7$776 mm) de tamanho& As argilominerais$
qe "onsistem prin"ipalmente de sili"atos hidratados de alm!nio$ magn*sio
e ferro$ são os prin"ipais "onstitintes das argilas e folhelhos$ 'les são de
baixa dre-a e se desintegram pela ação da ága# algmas argilas
("onhe"idas "omo montmorilonitas nos 'stados Bnidos e esme"titas no
@eino Bnido) experimentam grandes expansões na presença de ága&
.ortanto$ argilas e folhelhos não são sadas diretamente "omo agregados
para "on"reto& 'ntretanto$ argilominerais podem estar presentes "omo
"ontaminantes em m agregado natral&
Minerais caron!ticos& A mineral "arbonáti"o mais "omm * a
calci'a o "arbonato de "ál"io$ LaLA
<
& "olmi'a, o otro mineral "omm$
"onsiste de proporções eqimole"lares de "arbonato de "ál"io e "arbonato
de magn*sio ("orrespondentes a 5/$64 e /5$4<H$ em massa$ de LaLA
<
e
MgLA
<
$ respe"tivamente)& )mbos os minerais "arbonáti"os são menos dros
do qe o qart-o e feldspatos&
S"l#etos e minerais s"l#atados& As slfetos de ferro (p&
ex.,pirita,marcassita e )irro'i'a), são freqCentemente en"ontrados em
agregados natrais& Mar"assita$ qe o"orre prin"ipalmente em ro"has
sedimentares$ oxida rapidamente para formar á"ido slf3ri"o e hidr+xidos
de ferro& ) formação de á"ido * indese>ável$ espe"ialmente do ponto de
vista de "orrosão poten"ial do aço em "on"retos armados e protendidos&
Mar"assita e "ertas formas de pirita e pirrotita são sspeitas de serem
responsáveis por mdanças de volme expansivas no "on"reto$ "asando
fissras e expansões lo"ali-adas&
Gi)si'a (slfato de "ál"io dihidratado) e aidri'a (slfato de "ál"io
anidro) são os minerais slfatados mais abndantes$ qe podem estar
presentes "omo impre-as em ro"has "arbonáti"as e folhelhos& =ipsita e
anidrita$ algmas ve-es$ são en"ontradas re"obrindo areia e pedreglho e
ambas$ qando presentes no agregado$ amentam as "han"es de ataqe
por slfatos ao "on"reto&
9
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
AGREGA"OS LE6ES
)gregados "om massa nitária menor qe 8867 :g;m
<
são
geralmente "onsiderados leves$ e t%m apli"ação na prodção de vários tipos
de "on"retos leves$ ) menor massa * devida ( mi"roestrtra "ellar o
altamente porosa& Labe observar qe materiais org,ni"os de estrtra
"ellar$ tais "omo "ava"os de madeira$ não devem ser sados "omo
agregado por "asa da sa falta de drabilidade$ no meio al"alino e 3mido
do "on"reto de "imento .ortland&
Agregados leves naturais são produzidos através do beneficiamento de rochas
ígneas vulcânicas como pumicita, escória ou tufo. Agregados leves sintéticos podem ser
fabricados por tratamento térmico de uma variedade de materiais, por exemplo, argilas,
folhelhos, ardósia, diatomita, perlita, vermiculita, escória de alto-fomo e cinza volante.
De fato$ há m largo espe"tro de agregados leves$ "om massa
nitária variando de 07 a O77 :g;m
<
& )gregados mito porosos$ qe estão
na extremidade mais leve do espe"tro$ são geralmente fra"os e$ portanto$
mais adeqados para a prodção de "on"retos isolantes não estrtrais& Do
otro lado do espe"tro$ estão aqeles agregados leves qe são$
relativamente$ menos porosos# qando a estrtra porosa "onsiste de poros
finos niformemente distrib!dos$ o agregado * salmente resistente e
"apa- de prod-ir "on"reto estrtral& ) )GTM separa as espe"ifi"ações
relativas a agregados leves para so em "on"reto estrtral ()GTM L<<7$ no
Qrasil$ 'Q?6<7)$ "on"reto isolante ()GTM L<<6$ no Qrasil$ 'Q?66O)$ e
"on"reto para prodção de blo"os de alvenaria ()GTM L<<8$ no Qrasil$ 'Q?
660)& 'ssas espe"ifi"ações "ont%m "rit*rios para granlometria$ sbst,n"ias
delet*rias e massa nitária dos agregados$ assim "omo para a massa
espe"!fi"a$ resist%n"ia e retração por se"agem do "on"reto "ontendo o
agregado&
AGREGA"OS .ESA"OS
Lomparado ao "on"reto normal$ qe tipi"amente tem massa
espe"!fi"a de 6/77 :g;m
<
$ "on"retos pesados variam de 6007 a 9877 :g;m
<
e t%m apli"ação para blindagens de radiação n"lear& )gregados pesados
(isto *$ aqeles qe t%m massa espe"!fi"a maior do qe os agregados
normais) são sados para a prodção de "on"reto pesado& @o"has natrais
adeqadas para a prodção de agregados pesados "onsistem
predominantemente de dois minerais de bário$ vários min*rios de ferro e
m de tit,neo&
Bm prodto sint*ti"o "hamado Kfosfeto de ferroK pode tamb*m ser
sado "omo agregado pesado& )s normas )GTM L9<4 e L9<0$
respe"tivamente$ de espe"ifi"ações e terminologia de agregados para
"on"reto de blindagem radioativa$ advertem qe o agregado de Kfosfetos de
ferroK$ qando sado em "on"reto de "imento .ortland$ gera gases
4
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
inflamáveis e possivelmente t+xi"os$ qe podem desenvolver pressões
altas$ se "onfinados& Min*rios de ferro hidratados$ minerais de boro e
res!dos metal3rgi"os granlares são (s ve-es in"orporados aos agregados
para a prodção de "on"reto pesado$ pois o boro e o hidrog%nio são mito
efetivos na atenação de n%trons ("aptra)& .regos de aço inoxidável$
barras de ferro "ortadas $ e balas de ferro tamb*m t%m sido testados "omo
agregados pesados$ mas geralmente a tend%n"ia do agregado segregar no
"on"reto amenta "om a sa massa espe"!fi"a&
AGREGA"OS "E ESCORIA "E ALTO5FORNO 7
A resfriamento lento da es"+ria de alto?fomo em grandes moldes de
ferro viabili-a m prodto qe pode ser mo!do e gradado para se obter
part!"las densas e resistentes para so "omo agregado& )s propriedades
do agregado variam "om a "omposição e velo"idade de resfriamento da
es"+ria# es"+rias á"idas geralmente prod-em m agregado mais denso$ e
es"+rias bási"as tendem a prod-ir ma estrtra vesi"lar o "ellar "om
massa espe"!fi"a aparente menor (6777 a 6077 :g;m
<
)& 'm geral$ a massa
nitária das es"orias resfriadas de forma lenta varia$ tipi"amente$ entre
8867 e 8<97 :g;m
<
e se sita entre a do agregado normal e a do agregado
leve estrtral& As agregados são largamente sados para a fabri"ação de
prodtos pr*?moldados de "on"reto$ tais "omo blo"os de alvenaria$ morões
de "er"as e "anais&
) presença ex"essiva de slfeto de ferro na es"+ria pode "asar
problemas de "oloração e drabilidade nos prodtos de "on"reto& Gob "ertas
"ondições$ o slfeto pode se "onverter em slfato$ o qe * indese>ável do
ponto de vista de ataqe por slfatos ao "on"reto& .ara a es"+ria$ as
espe"ifi"ações brit,ni"as limitam o "onte3do de GA
<
sol3vel e de enxofre
total$ "omo slfeto$ em 7$4 e 6H$ respe"tivamente& Deve?se observar qe
es"+rias de alto?forno tamb*m t%m sido sadas para a prodção de
agregados leves$ atendendo aos "rit*rios das normas )GTM L<<7 e L<<8&
.ara este fim$ a es"+ria em fsão * tratada "om qantidades limitadas de
ága o vapor$ e o prodto * "hamado de esc3ria e,)adida o es)(ma
de esc3ria.
AGREGA"O "E CIN8A 6OLANTE
inza volante consiste essencialmente de pe!uenas partículas esféricas de vidro
silicoaluminoso, !ue são produzidas pela combustão de carvão pulverizado nas usinas
termoelétricas. omo grandes !uantidades de cinza permanecem sem utiliza"ão em
muitos locais industrializados do mundo, esfor"os t#m sido feitos para se usar a cinza na
produ"ão de agregados leve. $m um processo típico de fabrica"ão, a cinza volante é
peletizada e então sinterizada em um forno rotativo, forno vertical ou de esteiras
rotativas, a temperaturas na faixa de %&&& a %'&& (. As varia")es na finura e no teor de
0
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
carbono da cinza volante são os principais problemas no controle da !ualidade do
agregado de cinza volante sinterizada. Agregado de cinza volante est* sendo produzido
comercialmente no +eino ,nido.
AGREGA"OS "E CONCRETO RECICLA"O E "E
RES9"#OS "E RE:EITOS #R;ANOS
'ntlho de "onstrções de "on"reto demolidas forne"e fragmentos
nos qais o agregado está "ontaminado por pasta endre"ida de "imento$
gipsita e otras sbst,n"ias em menor qantidade& ) fração qe
"orresponde a agregado mi3do "ont*m$ prin"ipalmente$ pasta endre"ida
de "imento e gipsita e * inadeqada para a prodção de "on"reto&
'ntretanto$ a fração qe "orresponde a agregado gra3do$ embora "oberta
de pasta de "imento$ tem sido sada "om s"esso em vários estdos de
laborat+rio e de "ampo& Bma revisão de vários estdos$indi"a qe$
"omparado ao "on"reto "om agregado natral$ o "on"reto do agregado
re"i"lado teria no m!nimo dois terços da resist%n"ia ( "ompressão e do
m+dlo de elasti"idade$ bem "omo a trabalhabilidade e drabilidade
satisfat+rias
- principal obst*culo no uso do entulho de constru"ão como agregado para
concreto é o custo de britagem, gradua"ão, controle de pó e separa"ão dos constituintes
indese.*veis. oncreto reciclado ou concreto de entulho britado pode ser uma fonte
economicamente vi*vel de agregados, em locais onde agregados de boa !ualidade são
escassos e !uando o custo de disposi"ão do entulho é incluído na an*lise econ/mica.
om base no maior trabalho, .* realizado, de reciclagem de pavimento de concreto, o
01ichigan 2tate 3epartment of 4ransportation0, de 1ichigan5,2A, publicou !ue o
entulho reciclado pela britagem do pavimento existente foi mais barato do !ue usar,
inteiramente, material novo.
4ambém investiga")es t#m sido feitas para avaliar re.eitos urbanos e resíduos de
incinera"ão como uma possível fonte de agregados para concreto. 6idro, papel, metais e
materiais orgânicos são os principais constituintes dos re.eitos urbanos.
) presença de vidro tritrado no agregado tende a prod-ir mistras
de "on"reto po"o trabalháveis e$ devido ao alto teor de ál"alis$ afeta a sa
resist%n"ia e drabilidade a longo pra-o& Metais "omo alm!nio reagem "om
solções al"alinas e "asam expansão ex"essiva& .apel e re>eitos org,ni"os$
"om o sem in"ineração$ "asam problemas de pega e endre"imento no
"on"reto de "imento .ortland& 'm geral$ portanto$ re>eitos rbanos não são
adeqados para prod-ir agregados para so em "on"reto estrtral&
.RO"#ÇÃO "E AGREGA"OS
Ua-idas de solo grosso gradado são ma boa fonte de areia natural e
pedregulho. Mas$ "omo salmente dep+sitos de solo "ont%m qantidades
O
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
variáveis de silte e argila$ qe pre>di"am as propriedades do "on"reto
fres"o e endre"ido$ essas devem ser removidas por lavagem o
peneiramento a se"o& ) es"olha de m pro"esso o otro irá obviamente
inflen"iar a qantidade de materiais delet*rios no agregado# por exemplo$
re"obrimentos de argila podem não ser removidos de forma tão efi"iente
por peneiramento a se"o$ qanto por lavagem&
=eralmente$ o eqipamento de britagem fa- parte das instalações de
prodção do agregado$ porqe frações a"ima de pedreglho podem ser
britadas e mistradas$ adeqadamente$ "om material não fragmentado de
tamanho similar& 1ovamente$ a es"olha do eqipamento de britagem pode
determinar a forma das part!"las& Lom ro"has sedimentares laminadas$
britadores tipo mand!bla o de impa"to tendem a prod-ir part!"las
lamelares& ) import,n"ia da gradação apropriada do agregado no "sto do
"on"reto está ho>e tão bem estabele"ida$ qe as sinas modernas de
agregados$ se prod-irem areia e pedreglho o pedra britada$ t%m os
eqipamentos ne"essários para "ontrolar as operações de britagem$
limpe-a$ separação granlom*tri"a e mistra de das o mais frações para
atender a espe"ifi"ações do "liente
Agregados le!es si'<'icos, "omo argilas$ folhelhos e ard+sia
expandidos$ são prod-idos pelo tratamento t*rmi"o de materiais
adeqados& ) mat*ria prima tritrada e "lassifi"ada de a"ordo "om a
granlometria$ o mo!da e peleti-ada$ * geralmente exposta a temperatras
da ordem de 8777 a 8877 2L$ de forma qe ma porção do material se
fnde para gerar ma lava vis"osa& =ases liberados pela de"omposição
q!mi"a de algns "onstitintes presentes nas mat*rias primas$ são
in"orporados pela lava vis"osa e$ portanto$ expandem a massa sinteri-ada&
=eralmente$ materiais "arboná"eos o minerais "arbonáti"os são as fontes
desses gases# ál"alis e otras impre-as na argila o folhelho são
responsáveis pela formação da lava a ma temperatra mais baixa& A
tratamento t*rmi"o e$ geralmente$ feito em m forno rotativo a gás o +leo
diesel$ similar (qeles sados para a fabri"ação de "imento .ortland& Mitas
sinas satram o agregado "om ága$ "om o ax!lio de vá"o$ antes da
expedição para o "liente$ para fa"ilitar m melhor "ontrole da "onsist%n"ia
do "on"reto fres"o&
)s propriedades dos agregados são mito inflen"iadas pelo
"obrimento externo da sperf!"ie das part!"las e pela distribição interna
dos va-ios& Bsinas modernas de agregado leve tritram$ moem$ mistram e
peleti-am os materiais para obter ma distribição niforme dos poros
finos$ o qe * ne"essário para prod-ir materiais de alta resist%n"ia&
Lamadas externas de vidro estável e impermeável tendem a red-ir a
"apa"idade de absorção de ága do agregado$ o qe afeta o "onsmo de
ága e sa sanidade&
87
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
CARACTER9STICAS "OS AGREGA"OS E S#A
IM.ORT=NCIA
A "onhe"imento de "ertas "ara"ter!sti"as dos agregados (isto *$
massa espe"!fi"a$ "omposição granlom*tri"a e teor de midade) * ma
exig%n"ia para a dosagem dos "on"retos& ) porosidade o a massa
espe"!fi"a$ a "omposição granlom*tri"a$ a forma e textra sperfi"ial dos
agregados determinam as )ro)riedades dos cocre'os o es'ado
fresco. )l*m da porosidade$ a "omposição mineral+gi"a do agregado afeta
a sa resist%n"ia ( "ompressão$ dre-a$ m+dlo de elasti"idade e sanidade$
qe por sa ve- inflen"iam várias propriedades do "on"reto endre"ido
"ontendo o agregado& Do diagrama ilstrativo das várias inter?relações$ *
evidente qe as "ara"ter!sti"as dos agregados$ importantes para a
te"nologia do "on"reto$ são de"orrentes da mi"roestrtra do material$ das
"ondições pr*vias de exposição e do pro"esso de fabri"ação&
7eralmente, as propriedades dos agregados são discutidas em duas partes com
base nas propriedades !ue afetam 8%9 as propor")es de dosagem e 8'9 o comportamento
do concreto fresco e endurecido. 3evido : consider*vel sobreposi"ão dos dois aspectos,
é mais apropriado dividir as propriedades nos seguintes grupos, baseados na
microestrutura e condicionantes de fabrica"ão;
8& Características de%endentes da %orosidade: massa
espe"!fi"a$ absorção de ága$ resist%n"ia$ dre-a$ m+dlo de
elasti"idade e sanidade#
'. Características dependentes das condições prévias de exposição e
condicionantes de fabricação; tamanho, forma e textura das partículas<
<& Características de%endentes da com%osi&'o ("ímica e
mineral)*ica: resist%n"ia$ dre-a$ m+dlo de elasti"idade e
sbst,n"ias delet*rias presentes&
Massa Es)ec&fica e Massa #i'2ria
.ara fins de dosagem do "on"reto$ não * ne"essário$ determinar a
massa espe"!fi"a real de m agregado& As agregados natrais são porosos#
valores de porosidade at* 6H são "omns para ro"has !gneas intrsivas$ at*
5H para ro"has sedimentares densas$ e de 87 a /7H para arenitos e
"al"ários mitos porosos& .ara efeito de dosagem do "on"reto$ * importante
"onhe"er o volme o"pado pelas part!"las do agregado$ in"lindo os
poros existentes dentro das part!"las& .ortanto$ * sfi"iente a
determinação da massa espe"!fi"a$ qe * definida "omo a massa do
material por nidade de volme$ in"lindo os poros internos das part!"las&
.ara mitas ro"has "ommente tili-adas$ a massa es%ecí#ica varia entre
6977 e 6477 kg/m
3
; valores t!pi"os para granito$ arenito e "al"ário denso
são 69O7$ 6957 e 6977 kg/m
3
, respe"tivamente&
)l*m da massa espe"!fi"a$ otra informação salmente ne"essária
para a dosagem de "on"retos$ * a massa nitária$ qe * definida "omo a
88
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
massa das part!"las do agregado qe o"pam ma nidade de volme& A
fenMmeno dá massa nitária srge$ porqe não * poss!vel empa"otar as
part!"las dos agregados >ntas$ de tal forma qe não ha>a espaços va-ios&
A termo massa (i'2ria * assim relativo ao volme o"pado por ambos:
agregados e !a1ios. ) massa nitária aproximada dos agregados
"ommente sados em "on"reto normal varia de 8<77 a 8457 :g;m
<
&
A+sorç$o e #midade S()erficial
Jando todos os poros permeáveis estão preen"hidos e não há m
filme de ága na sperf!"ie$ o agregado * dito estar na condi&'o sat"rada
s"%er#ície seca (SSS)# qando o agregado está satrado e tamb*m há
midade livre na sperf!"ie$ o agregado está na condi&'o +mida o"
sat"rada& 1a condi&'o seca em est"#a$ toda a ága evaporável do
agregado foi removida pelo aqe"imento a 877 2L& Ca%acidade de
asor&'o * definida "omo a qantidade total de ága reqerida para tra-er
m agregado da "ondição se"a em estfa para a "ondição SSS; asor&'o
e#eti,a * definida "omo a qantidade de ága reqerida para tra-er o
agregado da "ondição se"a ao ar para a "ondição SSS.
) qantidade de ága em ex"esso al*m da reqerida para a "ondição
SSS * referida "omo "midade s"%er#icial$ As dados relativos ( "apa"idade
de absorção$ absorção efetiva e midade sperfi"ial são invariavelmente
ne"essários para a "orreção das proporções de ága e de agregado em
mistras de "on"reto$ feitas a partir de materiais esto"ados& Lomo ma
primeira aproximação$ a absorção de ága de m agregado$ qe *
fa"ilmente determinada$ pode ser sada "omo ma medida da sa
porosidade e resist%n"ia&
1ormalmente$ para ro"has !gneas intrsivas e ro"has sedimentares
densas$ os valores de "orreção de midade são mito baixos$ mas podem
ser mito altos no "aso de ro"has sedimentares porosas$ agregados leves e
areias& .or exemplo$ tipi"amente$ os valores de absorção efetiva de
agregados de KtrappK$ arenito poroso e folhelho expandido são 8;6$ 5 e 87H$
respe"tivamente&
)reias podem sofrer m fenMmeno "onhe"ido "omo inchamento.
Dependendo do teor de midade e "omposição granlom*tri"a do
agregado$ pode o"orrer m amento "onsiderável do volme aparente da
areia$ porqe a tensão sperfi"ial da ága mant*m as part!"las afastadas&
Lomo a maioria das areias são despa"hadas para so na "ondição satrada$
podem o"orrer grandes variações nos "onsmos por betonada$ se a
dosagem for feita em volme& .or esta ra-ão$ a dosagem de "on"reto em
massa tem se tornado ma práti"a normali-ada na maioria dos pa!ses&
86
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
Resis'>cia ? Com)ress$o/ Resis'>cia ? A+ras$o/ e M3d(lo
de Elas'icidade
) resist%n"ia ( "ompressão$ a resist%n"ia ( abrasão e o m+dlo de
elasti"idade dos agregados são propriedades inter?rela"ionadas$ qe são
mito inflen"iadas pela porosidade& As agregados natrais "ommente
sados para a prodção de "on"reto normal$ são geralmente densos e
resistentes$ portanto$ raramente são m fator limitante da resist%n"ia e
propriedades elásti"as do "on"reto endre"ido& Nalores t!pi"os da
resist%n"ia ( "ompressão e do m+dlo de elasti"idade din,mi"o da maioria
dos granitos$ basaltos$ KtrappsK$ KflintsK$ arenito qarti-!ti"o e "al"ários
densos variam de 687 a <87 M.a e de 47 a O7 =.a$ respe"tivamente&
Janto a ro"has sedimentares$ a porosidade varia nma faixa mais larga$ e
da mesma forma a sa resist%n"ia ( "ompressão e "ara"ter!sti"as
rela"ionadas& 'm ma pesqisa$ envolvendo 6/8 "al"ários e 4O arenitos$
enqanto a resist%n"ia máxima ( "ompressão$ para "ada tipo de ro"ha$ foi
da ordem de 6/7 M.a$ algns "al"ários e arenitos apresentaram
resist%n"ias ( "ompressão tão baixas qanto O9 M.a e /0 M.a$
respe"tivamente&
Saidade
Lonsidera?se qe o agregado * instável qando mdanças no se
volme$ ind-idas pelo intemperismo$ "omo "i"los alternados de
mede"imento e se"agem$ o "ongelamento e des"ongelamento$ resltam
na deterioração do "on"reto& =eralmente$ a instabilidade o"orre para ro"has
qe t%m "erta estrtra porosa "ara"ter!sti"a& Lon"retos "ontendo algns
K"hertsK$ folhelhos$ "al"ários e arenitos$ t%m se mostrado ss"et!veis a
danos$ pela "ristali-ação de gelo e sal dentro dos agregados& 'mbora$ ma
alta absorção de ága se>a sada$ mitas ve-es$ "omo m !ndi"e de
instabilidade$ mitos agregados$ "omo de pmi"ita e de argilas expandidas$
podem absorver grandes qantidades de ága$ mas permane"erem
estáveis& ) instabilidade está$ portanto$ mais rela"ionada ( distribição do
tamanho dos poros do qe ( porosidade total do agregado& Distribições de
tamanho dos poros qe permitem (s part!"las dos agregados fi"arem
satradas por mede"imento (o des"ongelamento no "aso de ataqe por
gelo)$ mas impedem a drenagem fá"il na se"agem (o "ongelamento)$ são
"apa-es de "asarem altas pressões hidráli"as dentro das part!"las& )
sanidade dos agregados frente ( ação do intemperismo * determinada pelo
M*todo )GTM L 00$ qe des"reve m pro"edimento padroni-ado para a
determinação direta da resist%n"ia do agregado ( desintegração pela
exposição a "in"o "i"los de mede"imento e se"agem# para o "i"lo de
mede"imento * sada solção satrada de slfato de s+dio o magn*sio&
1o "aso de ataqe por gelo$ em adição ( distribição do tamanho dos
poros e ao gra de satração há ma dimensão "r!ti"a de agregado abaixo
da qal não irão o"orrer tensões internas elevadas$ "apa-es de fissrar a
part!"la& .ara a maioria dos agregados$ esta dimensão "r!ti"a * maior do
8<
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
qe a dimensão normal dos agregados gra3dos sados na práti"a#
entretanto$ para algmas ro"has fra"amente "onsolidadas (arenitos$
"al"ários$ K"hertsK e folhelhos)$ * "itado qe esta dimensão varia na faixa de
86 a 65 mm&
"imes$o M2,ima e Com)osiç$o Gra(lom<'rica
Com%osi&'o *ran"lom-trica * a distribição das part!"las dos
materiais granlares entre várias dimensões$ e * salmente expressa em
termos de por"entagens a"mladas maiores o menores do qe "ada ma
das abertras de ma s*rie de peneiras$ o de por"entagens entre "ertos
intervalos de abertra das peneiras
Vá várias ra1ões )ara a es)ecificaç$o de limi'es
gra(lom<'ricos e da dimes$o m2,ima dos agregados, a mais
importante * a sa infl%n"ia na trabalhabilidade e "sto& .or exemplo$
areias mito grossas prod-em mistras de "on"reto ásperas e não
trabalháveis$ e areias mito finas amentam o "onsmo de ága (portanto$
o "onsmo de "imento para ma dada relação ága;"imento) e são anti?
e"onMmi"as# agregados qe não t%m ma grande defi"i%n"ia o ex"esso de
qalqer tamanho de part!"la$ em espe"ial$ prod-em as mistras de
"on"reto mais trabalháveis e e"onMmi"as&
) dimens'o m!.ima do a*re*ado *$ "onven"ionalmente$
designada pela dimensão da abertra da peneira$ na qal fi"am retidos 85H
o menos das part!"las do agregado& 'm geral$ qanto maior a dimensão
máxima do agregado$ menor será a área sperfi"ial por nidade de volme$
qe tem de ser "oberta pela pasta de "imento$ para ma dada relação
ága;"imento& Desde qe o preço do "imento *$ salmente$ "er"a de 87
ve-es (em algns "asos$ at* mesmo 67 ve-es)$ mais "aro qe o preço do
agregado$ qalqer ação qe possa e"onomi-ar "imento sem red-ir a
resist%n"ia e a trabalhabilidade do "on"reto pode resltar em m benef!"io
e"onMmi"o signifi"ativo& )l*m do aspe"to e"onMmi"o$ há otros fatores qe
governam a es"olha da dimensão máxima do agregado para ma mistra
de "on"reto& De a"ordo "om ma regra práti"a$ sada pela "onstrção "ivil$
a dimensão máxima do agregado não deve ser maior qe m qinto da
dimensão mais estreita da fMrma na qal o "on"reto será "olo"ado# tamb*m
não deve ser maior qe tr%s qartos da menor dist,n"ia livre entre as
armadras de reforço& Lomo part!"las maiores tendem a prod-ir mais
mi"rofissras na -ona de transição entre o agregado gra3do e a pasta de
"imento$ nos "on"retos de alta resist%n"ia a dimensão máxima do agregado
* limitada a 8O mm&
Bm b*qer * "heio "om part!"las de 65 mm$ de tamanho e forma
relativamente niformes# m segndo b*qer * "heio "om ma mistra de
part!"las de 65 e O mm& )baixo de "ada b*qer$ há ma proveta gradada
"om a qantidade de ága reqerida para preen"her os va-ios de "ada
b*qer& S evidente qe qando dois tamanhos de agregados são
8/
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
"ombinados em m b*qer$ o volme de va-ios * red-ido& Ge part!"las de
vários tamanhos menores qe O mm forem adi"ionadas para se
"ombinarem "om os agregados de 65 mm e O mm$ ma redção adi"ional
de va-ios irá resltar& 1a práti"a$ pode?se obter m peqeno volme de
va-ios pelo so de agregados gra3dos reglarmente "ont!nos "om
proporções adeqadas de areia "ont!na& As dados mostram qe foi obtido
m volme de va-ios tão baixo qanto 68H# qando /7H de areia foi
mistrada "om pedreglhos de O a <4 mm& Do ponto de vista da
trabalhabilidade das mistras de "on"reto$ sabe?se qe$ "om "ertos
materiais$ a menor por"entagem de va-ios (massa espe"!fi"a máxima
"ompa"tada) não * a mais satisfat+ria# o volme de va-ios +timo * m
po"o maior qe o m!nimo poss!vel&
1a práti"a$ m par,metro emp!ri"o "hamado m+dlo de finra *
mitas ve-es sado "omo m !ndi"e de finra do agregado& A m)d"lo de
#in"ra * "al"lado "om os dados da análise granlom*tri"a$ pela soma das
por"entagens retidas a"mladas do agregado em "ada ma das peneiras
de ma s*rie espe"ifi"ada$ sendo a soma dividida por 877& )s peneiras
sadas para a determinação do m+dlo de finra são: 857 Tm (1J 877)$<77
Tm (1J57)$ 977 Tm (1J <7)$ 8$80 mm (1J 89)$ 6$<9 mm (1J 0)$/$45 mm
(1J /)$ O$5 mm (<;0K)$ 8O mm (<;/ K)$ <4$5 mm (8 8;6K)$ e maiores
?amentando na proporção de 6 para 8&
Forma e Te,'(ra S()erficial
) forma e a textra sperfi"ial dos agregados inflen"iam mais as
propriedades do "on"reto no estado fres"o do qe endre"ido# "omparadas
(s part!"las lisas e arredondadas$ as part!"las de textra áspera$
anglosas e alongadas reqerem mais pasta de "imento para prod-ir
mistras trabalháveis e$ portanto$ amentam o "sto do "on"reto&
) forma di- respeito (s "ara"ter!sti"as geom*tri"as$ tais "omo
arredondada$ anglosa$ alongada o a"hatada& .art!"las formadas por
atrito tendem a ser arredondadas$ pela perda de v*rti"es e arestas& )reias
de dep+sitos e+li"os$ assim "omo areia e pedreglho de -onas mar!timas o
leitos de rio$ t%m geralmente ma forma bem arredondada& )gregados de
ro"has intrsivas britadas possem v*rti"es e arestas bem definidos e são
"hamados de an*"losos& =eralmente$ prod-em part!"las
eqidimensionais& Lal"ários estratifi"ados$ arenitos e folhelho tendem a
prod-ir fragmentos alongados e a"hatados$ espe"ialmente qando são
sados britadores de mand!bla no benefi"iamento& )qelas part!"las ">a
espessra * relativamente peqena em relação a otras das dimensões$
são "hamadas de lamelares o ac/atadas$ enqanto aqelas ">o
"omprimento * "onsideravelmente maior do qe as otras das dimensões
são "hamadas de alon*adas& )lgmas ve-es$ m otro termo sado para
des"rever a forma de agregados gra3dos * a !rea es%ecí#ica
,ol"m-trica$ qe * definida "omo a relação entre a área sperfi"ial e o
volme& .art!"las esf*ri"as o bem arredondadas tem baixo valor de área
85
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
espe"!fi"a$ mas part!"las alongadas e a"hatadas possem valor elevado de
área espe"!fi"a&
-s agregados devem ser, relativamente, isentos de partículas alongadas e
lamelares. As partículas alongadas, em forma de lâmina, devem ser evitadas ou
limitadas a no m*ximo %=>, em massa, do total do agregado. $ste critério se aplica não
apenas para agregado gra?do, mas também para areias artificiais 8resultantes da
britagem de rochas9, !ue cont#m grãos alongados e produzem concreto muito *spero.
) "lassifi"ação da te.t"ra s"%er#icial$ qe * definida pelo gra de
qanto a sperf!"ie do agregado * lisa o áspera$ * baseada em ma
avaliação visal& ) textra sperfi"ial do agregado depende da dre-a$
granlação e porosidade da ro"ha matri- e da sa sbseqCente exposição (
ação de atrito& Absidiana$ KflintK e es"+rias densas apresentam ma textra
lisa$ v!trea& )reia$ pedreglhos e K"hertK são lisos em se estado natral&
.edras britadas de granito$ basalto e "al"ário apresentam ma textra
áspera& .mi"ita$ es"+ria expandida e "in-a volante sinteri-ada apresentam
ma textra "ellar "om poros vis!veis&
Vá evid%n"ias de qe$ pelo menos nas primeiras idades$ a resist%n"ia
do "on"reto$ parti"larmente a resist%n"ia ( flexão$ pode ser afetada pela
textra do agregado# ma textra mais áspera pare"e favore"er a formação
de ma ader%n"ia me",ni"a forte entre a pasta de "imento e o agregado&
'm idades mais avançadas$ "om o desenvolvimento de ma forte ader%n"ia
q!mi"a entre a pasta e o agregado$ esse efeito pode não ser tão
importante&
S(+s'-cias "ele'<rias
S"st0ncias delet-rias são aqelas qe estão presentes "omo
"onstitintes minoritários$ tanto nos agregados gra3dos qanto nos mi3dos$
mas qe são "apa-es de pre>di"ar a trabalhabilidade$ a pega e
endre"imento e as "ara"ter!sti"as de drabilidade do "on"reto&
Vá otras sbst,n"ias qe podem ter efeitos delet*rios$ envolvendo
reações q!mi"as no "on"reto& Tanto para agregados mi3dos qanto
gra3dos$ a )GTM L << exige qe Kagregado para so em "on"reto$ qe será
sbmetido ?a imersão em ága$ exposição prolongada ( atmosfera 3mida$
o "ontato "om solo 3mido$ não deve "onter qaisqer materiais qe se>am
poten"ialmente reativos "om os ál"alis do "imento$ em qantidade
sfi"iente para "asar expansão# a menos qe tais materiais este>am
presentes em qantidades despre-!veis$ o agregado pode ser sado "om
m "imento "ontendo menos de 7$9H de ál"alis o "om a adição de m
material qe tenha mostrado evitar a expansão no"iva da reação ál"ali?
agregado&K
Glfetos de ferro$ espe"ialmente mar"assita$ presente "omo in"lsões
em "ertos agregados$ t%m "asado ma reação expansiva& 1o meio
satrado de "al do "on"reto de "imento .ortland$ slfetos de ferro reativos
89
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
podem se oxidar para formar slfato ferroso$ qe "asa ataqe por slfatos
ao "on"reto e a "orrosão da armadra de aço& )gregados "ontaminados
"om gipsita o otros slfatos sol3veis$ "omo slfatos de magn*sio$ s+dio
o potássio$ tamb*m promovem ataqe por slfatos&
@e"entemente$ "asos de falha na pega do "on"reto foram relatados$
na prodção de dois blo"os de fndação em sinas do sl da Frlanda& A
problema foi atrib!do ( presença de qantidades signifi"ativas de "hmbo
e -in"o (a maior parte na forma de slfetos)$ no agregado "al"!ti"o& )qeles
blo"os qe tiveram problema de pega$ "ontinham 7$88H o mais de
"omposto de "hmbo o 7$85H o mais de "omposto de -in"o$ em massa
do "on"reto& Gais sol3veis de "hmbo o -in"o são retardadores da
hidratação do "imento .ortland$ de tal pot%n"ia$ qe "on"retos
experimentais feitos "om amostras do agregado "ontaminado não
desenvolveram qalqer resist%n"ia ap+s < dias de "ra& Deve?se observar
qe problemas de pega e endre"imento do "on"reto tamb*m podem ser
"asados por impre-as org,ni"as no agregado$ "omo mat*ria vegetal em
de"omposição qe pode estar presente na forma de lodo org,ni"o o
h3ms&
M@TO"OS "E ENSAIO "E CARACTERI8AÇÃO "OS
AGREGA"OS
Des"rever em detalhes os m*todos de ensaio$ sados para se
avaliar as "ara"ter!sti"as dos agregados$ está al*m do es"opo desta
apostila& )inda assim$ para informações adi"ionais$ * dada na Tabela
abaixo ma lista de m*todos de ensaio da )GTM para determinação das
várias "ara"ter!sti"as dos agregados$ in"lindo o signifi"ado do ensaio&
'1G)FAG 1A@M)LFW)DAG D) )GTM .)@) L)@)LT'@FW)XYA D' )=@'=)DAG
Característica Im%ort0ncia
N1 do m-todo
Crit-rio o"
ass"nto
relacionado
ASTM A2NT
@esist%n"ia a
abrasão e
desintegração
Zndi"e de
qalidade do
agregado#
resist%n"ia ao
desgaste de
pisos$
pavimentos
)GTM L 8<8 )Q1T 9/95;0/
.or"entagem
máxima de perda
de massa
.rofndidade e
tempo de
desgaste
)GTM L 5<5
)GTM L 44O
)GTM L 999
84
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
Característica Im%ort0ncia
N1 do m-todo
Crit-rio o"
ass"nto
relacionado
ASTM A2NT
@esist%n"ia ao
"ongelamento e
degelo
's"amamento
sperfi"ial$
aspere-a$ perda
de seção e
esbra"amento
12 máx& de "i"los
o per!odo p;
resistir ao
"ongelamento#
fator
drabilidade
)GTM L 906
@esist%n"ia a
desintegração
por slfetos
Drabilidade sob
ação do
intemperismo
)GTM L 00 )Q1T 86O5;O6
.erda de massa$
part!"las
danifi"adas
)Q1T 86O9;O6
)Q1T 86O4;O6
Forma da
part!"la e
textra
sperfi"ial
Trabalhabilidade
do "on"reto
fres"o
)GTM L 6O5 )Q1T407O;0<
.or"entagem
máxima de
part!"las
lamelares o
alongadas
)GTM L <<O0
Lomposição
granlom*tri"a
Trabalhabilidade
do "on"reto
fres"o# e"onomia
)GTM L 884 )Q1T 4684;04
.or"entagem
max& ' min&
.assantes em
peneiras
normali-adas
)GTM L 8<9
Massa nitária Lál"lo de
dosagem#
"lassifi"ação
)GTM L 6O )Q1T4087;0<
Massa
"ompa"tada e
massa no est&
solto
)Q1T4658;06
Massa espe"!fi"a Lál"los de
dosagem
)GTM L 864$
agreg& mi3do
)Q1T O449;04
[
)GTM L 860$
agreg& gra3do
)Q1T OO<4;04
)bsorção e
midade
sperfi"ial
Lontrole de
qalidade do
"on"reto
)GTM L 47 )Q1T O445;04
[
)GTM L 864 )Q1T O444;04
)GTM L 860 )Q1T OO<4;04
)GTM L 599 )Q1TOO<O;04
@esist%n"ia (
"ompressão e (
flexão
)"eitação de
agregado mi3do
reprovado em
otros testes
)GTM L <O )Q1T 4668;04
@esist%n"ia
maior do qe
O5H da
resist%n"ia
obtida "om areia
limpa
)GTM L 40
Terminologia e
definição dos
"onstitintes
'ntendimento e
"omni"ação
ineq!vo"os
)GTM L 865 )Q1T OO<5;04
[
)GTM L 6O/ )Q1T 4665;06
)Q1T OO/6;04
Lonstitintes dos
agregados
Determinação do
teor de materiais
delet*rios e
org,ni"os
)GTM L /7 )Q1T 4667;04
.or"entagem
máxima
individal dos
"onstit!ntes
)GTM L 04 )Q1T 4668;04
)GTM L 884 )Q1T 468O;04
80
Textos da professora Fádia Lima ( do livro do prof: Mehta)
Característica Im%ort0ncia
N1 do m-todo
Crit-rio o"
ass"nto
relacionado
ASTM A2NT
)GTM L 86< )Q1T OO<9;04
)GTM L 8/6 )Q1T 4680;04
)GTM L 6O5 )Q1T 4<0O;O6
@esist%n"ia (
reatividade "om
ál"alis e variação
de volme
Ganidade "ontra
a mdança de
volme
)GTM L 664 )Q1T O44<;04
'xpansão
máxima$ teores
de s!li"a e dos
"onstitintes
al"alinos
)GTM L 60O )Q1T O44/;04
)GTM L 6O5 )Q1T 4<0O;O6
)GTM L </6 )Q1T 87</7;00
)GTM L 509
8O