Atividade 1 - 30

Question 1
Notas: 1 São exemplos de linguagem não-verbal:
a. sinais de trânsito e uma conversa inormal entre alunos e proessores.
b. cores das bandeiras e dos sem!oros.
c. cantigas inantis.
d. apitos e discursos pol"ticos.
Question #
Notas: 1 Que tipo de linguagem encontramos no texto abaixo$
a. %erbal.
b. Não verbal.
c. &ista 'verbal e não verbal(.
d. A placa acima não ) considerada texto.
Question 3
Notas: 1 *onsiderando uma partida de utebol+ podemos di,er -ue s. não ) texto não-verbal:
/scol0er uma resposta.
a. os cart1es amarelos e vermel0os do 2ui,.
b. as listras pretas das camisas dos bandeirin0as.
c. o som do apito do 2ui,.
d. os gritos de gol da torcida.
Question 3
Notas: 1 3 - 4bserve as indica51es abaixo e assinale a alternativa correta:
1. 6m bil0ete escrito para um amigo.
#. 7esto de 89are8 da mão estendida do 7uarda de :rânsito.
3. *onversa animada numa roda de amigos.
/scol0er uma resposta.
a. ;inguagem não verbal < ;inguagem não verbal < ;inguagem verbal.
b. ;inguagem mista < ;inguagem verbal < ;inguagem não verbal.
c. ;inguagem verbal < ;inguagem não verbal < ;inguagem mista.
d. ;inguagem não-verbal < ;inguagem verbal < ;inguagem mista.
Question =
Notas: 1 4bserve atentamente a tira e responda as -uest1es = e >:
= - A partir da observa5ão da tira+ podemos di,er -ue a composi5ão textual da ?Q promove o encontro de duas
linguagens+ de modo a viabili,ar:
a. @uas leituras dierenciadas: uma da imagem e a outra da palavra.
b. 6ma complementaridade entre o verbal e o visual+ produ,indo uma unidade de sentido.
c. Aalas -ue+ inscritas em bal1es B moda do discurso direto+ tornam-se sobrepostas Bs imagens -ue excluem dela a
relevância necess!ria para o entendimento da ?Q.
d. Quadros em se-uCncia linear+ cu2a ordena5ão pode ser alterada sem -ue altere o sentido verbo-visual.
Question >
Notas: 1 4bserve atentamente a tira apresentada na -uestão anterior e responda a -uestão:
> - 9ara entender o contexto situacional ) preciso:
a. Ativar o meu con0ecimento de mundo para compreender -ue a nota vermel0a ) algo ruim e -ue c0uva+ noite e
vales estão em oposi5ão a sol+ dia e cume caracteri,ando o -ue ) ruim e bom.
b. 4bservar a isionomia da personagem -uando ol0a para a sua prova.
c. ;er somente o -ue est! nos bal1es e veriicar -ue um -uadro ) independente do outro.
d. Saber -ue a tira trabal0a com 0umor+ por isso não 0! necessidade do contexto situacional+ pois somente o contexto
imediato ) suiciente para depreensão de sentido.
Question D
Notas: 1 Easeado na leitura do trec0o assinale a alternativa correta -uanto B sua principal tem!tica:
FNa era da inorma5ão tudo ) texto. 6m slogan pol"tico ou publicit!rio+ um anGncio visual sem nen0uma palavra+
uma can5ão+ um ilme+ um gr!ico+ um discurso oral -ue nunca oi escrito+ enim+ os mais variados arran2os
organi,ados para inormar+ comunicar+ veicular sentidos são texto. 4 texto não )+ pois+ exclusividade da palavra. 9ara
a consagrada bailarina e core.graa &art0a 7ra0am+ a dan5a ) uma orma de comunica5ão+ logo+ ) texto < ainda -ue
o c.digo do emissor e do receptor-expectador não se2am os mesmos.H '&A*?A@4+ Irene A. :exto J 7Cneros:
ronteiras+ publicado em /spa5os da ;inguagem na /duca5ão(.
a. 4 texto verbal.
b. 4 texto não verbal.
c. 4 texto verbal e o texto não verbal.
d. A dan5a em orma de texto.
Question K
Notas: 1 Na primeira p!gina da Aol0a de São 9aulo de ## de outubro de #003+ encontramos a manc0ete+ cu2o t"tulo ):
FA Q6/@A @/ AI@/;H. No texto da legenda+ o 2ornal explica:
4 ditador cubano+ Aidel *astro+ DK+ se dese-uilibra e cai ap.s discursar em pra5a de Santa *lara '*uba(+ em evento
transmitido ao vivo pela :%L logo depois+ ele disse ac0ar -ue 0avia -uebrado o 2oel0o e talve, um bra5o+ mas -ue
estava FinteiroHL mais tarde+ o governo divulgou -ue Aidel raturou o 2oel0o es-uerdo e teve issura do bra5o direito.
&ediante a manc0ete e o enunciado+ podemos depreender:
a. A manc0ete antecede a leitura do enunciado+ sem -ual-uer outra interpreta5ão antecedente.
b. Se a manc0ete or lida sem o enunciado+ a interpreta5ão ser! clara e precisa.
c. 4 enunciado ) o contexto imediato -ue nos permite compreender+ de orma clara e precisa+ o -ue a manc0ete -uer
di,er.
d. M inten5ão do 2ornal provocar a possibilidade de outras leituras e o enunciado apenas conirma essa duplicidade de
leitura e não nos esclarece o -ue de ato a manc0ete -uer di,er.
Question N
Notas: 1 Na coluna di!ria do 2ornal Aol0a de São 9aulo de 1D de agosto de #00=+ Oos) Simão escreve:
8No Erasil nem a es-uerda ) direitaP8.
/ste enunciado:
a. Não ) considerado texto+ pois não tem sentido uma ve, -ue estão sendo trabal0adas palavras opostas: es-uerda e
direita.
b. 9ara ser compreendido seria necess!rio o contexto imediato+ pois uma ora5ão somente tem sentido dentro de um
par!grao.
c. 9ara ser compreendido ) necess!rio ativar o contexto situacional+ a im de compreender o -ue ) es-uerda e o -ue )
direita.
d. Signiica -ue no Erasil 0! incoerCncia de ideias+ pois Oos) Simão ) um cr"tico liter!rio -ue a, ironia em rela5ão Bs
-uest1es pol"ticas.
Question 10
Notas: 1 4bserve as duas manc0etes abaixo:
I < F;ula e Eri,ola: briga de oice pelo #Q lugarH 'Not"cias 9opulares+ 1NKN(
II < FA es-uerda sobe: ;ula encosta em Eri,ola e entra na briga pelo segundo turnoH '/stado de São 9aulo+ 1NKN(
/ssas manc0etes remetem B disputa presidencial. ;evando em considera5ão as situa51es reais de intera5ão: 9or -ue
escrevo$ 9ara -uem escrevo$ @e -ue lugar social escrevo$ Que eeitos de sentido -uero provocar$ Que eeitos de
sentido NR4 -uero provocar$ 4 -ue sei sobre o assunto de -ue vou tratar$+ ) certo di,er:
a. As duas manc0etes tCm sentidos dierentes por-ue estão em 2ornais dierentes.
b. As duas manc0etes+ embora ten0am o mesmo sentido+ oram escritas de orma dierenciadas por-ue os leitores dos
dois 2ornais citados não são os mesmos.
c. São duas manc0etes inade-uadas para estarem em 2ornais de circula5ão nacional.
d. /mbora ten0am sido escritas por 2ornalistas+ as duas manc0etes deveriam ter uma linguagem mais atraente a im de
provocar eeitos de sentido no pGblico leitor.
Question 11
Notas: 1 Quando Soc0 e /lias '#00D+ 11( di,em -ue Fa leitura de um texto exige do leitor bem mais -ue o
con0ecimento do c.digo lingu"stico+ uma ve, -ue o texto não ) simples produto da codiica5ão de um emissor a ser
decodiicado por um receptor passivo.H+ eles -uerem airmar -ue:
a. não basta somente o leitor con0ecer as letras+ as imagens+ os gestos ou discernir os sons+ pois a leitura ) muito mais
do -ue vocC+ simplesmente+ identiicar esses elementos. A leitura re-uer -ue o leitor+ en-uanto receptor+ atribua
sentido ao texto+ por isso+ não ) uma atividade passiva.
b. ao ler um texto+ devemos nos ater ao -ue est! escrito ou ao -ue est! sendo mostrado+ pois não cabe ao leitor a,er
inerCncias para não modiicar o conteGdo do texto.
c. a leitura re-uer uma amplidão de signiicados e sentidos. *abe ao leitor+ en-uanto receptor do texto+ isolar termos e
atribuir possibilidades de leituras e veriicar -ual a diversidade de con0ecimento -ue um texto tra,.
d. o con0ecimento de mundo ) importante no momento da leitura+ pois eles nos a2udam a relacionarmos os termos e
buscarmos novos signiicados+ mesmo -ue não 0a2a sustenta5ão no texto.
Question 1#
Notas: 1 /m 10 de de,embro de 1N3K+ a 4rgani,a5ão das Na51es 6nidas '4N6( assinou a @eclara5ão 6niversal dos
@ireitos dos Seres ?umanos. /ssa declara5ão ) composta por trinta '30( artigos -ue representam os dese2os e anseios
dos seres 0umanos de viverem em igualdade+ raternidade e liberdade no planeta :erra.Sobre o conceito de seres
0umanos contido na @eclara5ão dos @ireitos ?umanos+ ) correto airmar:
a. *ircunscreve-se aos cidadãos de um determinado pa"s.
b. *orresponde aos indiv"duos com poder de decisão em suas respectivas comunidades.
c. ;imita-se ao con2unto de indiv"duos em pleno go,o do direito B liberdade.
d. /stabelece um crit)rio universal para 2ulgar as a51es 0umanas.
Question 13
Notas: 1 FT...U uma sociedade somente poder! existir plenamente se respeitar os anseios de todos os seus cidadãos e
respeitar seus direitos undamentais+ incluindo a" o direito de se ter uma vida digna.H'SAN:4S+ Antonio Silveira
Vibeiro dos. @ignidade 0umana e reorgani,a5ão social. @ispon"vel em: . Acesso em #= mar.#003(.*om base nos
con0ecimentos sobre dignidade+ direitos e deveres undamentais+ ) correto airmar:
a. 4 ato de a 0umanidade ter ingressado em um est!gio de rela51es plenamente mercantili,adas 2ustiica a
0ierar-ui,a5ão na deini5ão de direitos e deveres dos seres 0umanos.
b. 4 respeito devido a todo e -ual-uer indiv"duo+ em ace de sua condi5ão 0umana+ conere signiicado B dignidade.
c. @ignidade ) sinWnimo de complacCncia com os indiv"duos cu2as pr!ticas restringem direitos undamentais.
d. 4 rol dos direitos undamentais dos seres 0umanos deve ser diretamente proporcional B satisa5ão incondicional
dos anseios individuais.
Question 13
Notas: 1 4 poema F&orte no aviãoH+ de *arlos @rummond de Andrade+ descreve o Gltimo dia de um 0omem
marcado para morrer em um desastre a)reo.Analise com aten5ão os coment!rios contidos nas op51es e assinale
a-uele -ue *4N:VAVIA a compreensão do segmento a -ue se reporta.
Acordo para a morte.
Earbeio-me+ visto-me+ cal5o-me. '...(
:udo unciona como sempre.
Saio para a rua. %ou morrer.
Não morrerei agora. 6m dia
inteiro se desata B min0a rente. '...(
%isito o banco. '...(
9asso nos escrit.rios.'...(
/stou na cidade grande e sou um 0omem
na engrenagem. '...(
A atura. A carta. Aa5o mil coisas
Que criarão outras mil+ a-ui+ al)m+ nos /stados 6nidos.
:en0o pressa. *ompro um 2ornal. M pressa
embora v! morrer. '...(
*omprometo-me ao extremo+ combino encontros
a -ue nunca irei+ pronuncio palavras vãs+
minto di,endo: at) aman0ã. 9ois não 0aver!.
Subo uma escada. *urvo-me. 9enetro
no interior da morte.
A morte dispWs poltronas para o conorto
de espera. A-ui se encontram
os -ue vão morrer e não sabem.
'...( golpe vibrado no ar+ lâmina de vento
no pesco5o+ raio
c0o-ue estrondo ulgura5ão
rolamos pulveri,ados
caio verticalmente e me transormo em not"cia.
'Easeado em artigo de Voberto 9ompeu de :oledo+ %e2a+ 1DX03X#00>(
a. 4 narrador do poema tem plena consciCncia de -ue vai morrer dali a pouco+ e+ no entanto+ não deixa de cumprir os
pe-uenos rituais da vida.
b. 9ostergando compromissos+ o narrador resolve apressar seu embar-ue para tornar menos dolorosa a angustiante
espera do im pr.ximo.
c. *onsciente de -ue a 0ora ) c0egada+ o narrador entra no avião. Não 0! mais como retroceder do salto para a morte.
d. A teia de pe-uenos movimentos cotidianos pulveri,a-se no ar e desa,-se em trag)dia.
Question 1=
Notas: 1 ;eia o texto abaixo e responda a -uestão:
S/V&R4 @4 E4& ;A@VR4
FNão são s. ladr1es+ di, o Santo+ os -ue cortam bolsas ou espreitam os -ue vão se ban0ar para l0es col0er a roupaL os
ladr1es -ue mais pr.pria e dignamente merecem este t"tulo são a-ueles a -uem os reis encomendam os ex)rcitos+ ou o
governo das prov"ncias+ ou a administra5ão das cidades+ os -uais 2! com man0a+ 2! com or5a+ roubam e despo2am os
povos. 4s outros ladr1es roubam um 0omem+ estes roubam cidades e reinosL os outros urtam debaixo do seu risco+
estes sem temor nem perigoL os outros+ se urtam são enorcados+ estes urtam e enorcam.H'9adre AntWnio %ieira(
@e acordo com o texto lido+ assinale a alternativa *4VV/:A:
a. 4 autor critica os ladr1es por-ue eles invadem a propriedade al0eia.
b. %ieira ac0a -ue a propriedade privada deve ser deendida a -ual-uer custo+ mesmo -ue para isso inocentes se2am
conundidos com criminosos.
c. 4 autor distingue dois tipos de ladr1es: os -ue estão no poder e roubam os povos e os outros comuns -ue roubam e
são enorcados.
d. @e acordo com o texto+ o autor ac0a -ue apesar de 0aver dois tipos de ladr1es+ ambos devem ser enorcados+ pois
ladrão ) sempre ladrão.
Question 1>
Notas: 1 ;eia o poema &ar 9ortuguCs de Aernando 9essoa e responda as -uest1es 1>+ 1D e 1K.
&ar 9ortuguCs
8Y mar salgado+ -uanto do teu sal
São l!grimas de 9ortugalP
9or te cru,armos+ -uantas mães c0oraram+
Quantos il0os em vão re,aramP
Quantas noivas icaram por casar
9ara -ue osses nosso+ . marP
%aleu a pena$ :udo vale a pena
Se a alma não ) pe-uena.
Quem -uer passar al)m do Eo2ador
:em -ue passar al)m da dor.
@eus ao mar o perigo e o abismo deu+
&as nele ) -ue espel0ou o c)u8
1> - Quanto ao poema &ar 9ortuguCs ) correto airmar -ue:
a. 4 povo 9ortuguCs ) extremamente religioso.
b. 7rande parte do sal existente no mar ) resultado das l!grimas de 9ortugal ou do povo 9ortuguCs.
c. 4 0omem não pode icar preso Bs pe-uenas coisas+ uma ve, -ue ele tem ao seu redor o mundo para con-uistar.
d. ?! uma descri5ão das bele,as existentes em 9ortugal e das suas grandes con-uistas.
Question 1D
Notas: 1 /m rela5ão aos versos F9or te cru,armos+ -uantas mães c0oraram+ X
Quantos il0os em vão re,aramP X Quantas noivas icaram por casar X 9ara -ue
osses nosso+ . marPH+ pode-se di,er -ue:
a. 9ortugal+ para entrar na posse do mar < -ue representa a amplia5ão do espa5o do territ.rio portuguCs < teve
necessidade de passar pelo sorimento e pela dor+ representados pelo c0oro das mães+ a prece dos il0os e as priva51es
das noivas.
b. /nrentar a dor e o sorimento era um precedente para a con-uista mar"tima.
c. 4 poema -uer tradu,ir a dor inconsol!vel da despedida da-ueles -ue oram escol0idos para estar nas embarca51es
mar"timas+ na )poca da coloni,a5ão brasileira.
d. 4 dese2o de con-uista dos portugueses oi maior -ue os valores amiliares+ por isso+ 9ortugal sore at) 0o2e as
conse-uCncias desse ato.
Question 1K
Notas: 1 Sobre os dois Gltimos versos F@eus ao mar o perigo e o abismo deu+ X
&as nele ) -ue espel0ou o c)u8+ podemos airmar -ue eles enati,am:
a. 4s perigos existentes no mar+ enrentados pelos marin0eiros+ são relexos das tempestades -ue caem do c)u.
b. Se o mar ) perigoso+ na mesma medida+ ele ) o espel0o da grande,a e da sublimidade+ 2! -ue ) nele -ue se relete o
c)u.
c. As prounde,as do mar são inating"veis+ por serem perigosas+ mas a bele,a do c)u ) relu,ente.
d. /mbora os marin0eiros enrentem os grandes perigos das navega51es+ eles são guardados por @eus.
Question 1N
Notas: 1 ;eia o texto abaixo para responder as -uest1es 1N e #0.@ivã &art0a &edeiros
Sou eu -ue come5o$ Não sei bem o -ue di,er sobre mim. Não me sinto uma mul0er como as outras. 9or exemplo+
odeio alar sobre crian5as+ empregadas e li-uida51es. :en0o vontade de cometer 0ara-uiri -uando me convidam para
um c0! de raldas e me sinto es-uisita B be5a usando um lencin0o amarrado no pesco5o. &as segui todos os
mandamentos de uma boa menina: brin-uei de boneca+ tive medo do escuro e i-uei nervosa com o primeiro
bei2o.Quem me vC camin0ando na rua+ de salto alto e delineador+ 2ura -ue sou tão eminina -uanto as outras: ningu)m
desconia do meu 0ermaroditismo cerebral. Adoro massas cin,entas+ detesto cor-de-rosa. 9enso como um 0omem+
mas sinto como mul0er. Não me considero v"tima de nada. Sou autorit!ria+ teimosa e um verdadeiro desastre na
co,in0a. 9e5a para eu arrumar uma cama e estrague meu dia. %ida dom)stica ) para os gatos. Nossa+ pare5o uma
metral0adora disparando inorma51es como se estivesse preenc0endo um cadastro para arran2ar marido. 9on0a na
conta da ansiedade. A prop.sito+ ten0o marido e ten0o trCs il0os.Sou proessora+ lecionei por muitos anos em duas
escolas+ mas depois passei a me dedicar apenas Bs aulas particulares+ gan0o mel0or e sobra tempo para me dedicar B
min0a verdadeira voca5ão+ -ue são as artes pl!sticas. 7osto muito de pintar+ montei um pe-ueno ateliC dentro do meu
apartamento+ ali eu me tranco e ) onde eu consigo me encontrar.%ivo cercada de pessoas+ mas nunca somos n.s
mesmos na presen5a de testemun0as. Zs ve,es me sinto uma mul0er mascarada+ como se desempen0asse um papel
em sociedade s. para se sentir integrada+ a,endo parte do mundo. 4utras ve,es ac0o -ue não ) nada disso+ 0ospedo
em mim uma nature,a contestadora e aonde -uer -ue eu v! ela est! comigo+ s. -ue sou bem-educada e não compro
briga B toa. /nim+ parece tudo muito normal+ mas 0! uma vo, interna -ue anda me di,endo: 8%ocC não perde por
esperar+ &ercedes.8 M como se eu tivesse+ al)m de uma consciCncia oicial+ tamb)m uma consciCncia paralela+ e ela
soubesse -ue não vou segurar min0as ambiguidades por muito tempo.:en0o um c)rebro masculino+ como l0e disse+
mas isso não interere na min0a sexualidade+ -ue ) bem ortodoxa. O! o cora5ão sempre oi gelatinoso+ me deixa com
as pernas rouxas diante de -ual-uer um -ue me convide para um c0ope. Aa, eu di,er tudo ao contr!rio do -ue penso:
nessa 0oras não sei aonde vão parar min0as id)ias viris. Aino a vo,+ uso cinta-liga+ a5o strip-tease. Easta me segurar
pela nuca e eu derreto+ viro pão com manteiga+ sirva-se.Sou tantas -ue mal consigo me distinguir. Sou estrategista+
batal0adora+ por)m tra"da pela como5ão. Num piscar de ol0os ico terna+ delicada. Ac0o -ue sou prom"scua+ doutor
;opes. São muitas mul0eres numa s.+ e alguns 0omens tamb)m. 9repare-se para uma terapia de grupo.
'0ttp:XXernandac0aves.blogspot.comX#00NX0>Xdiva-mart0a-medeiros-sou-eu--ue-comeco.0tml(
1N < Nesse primeiro cap"tulo do romance @ivã+ de &art0a &edeiros+ a personagem &ercedes conversa com seu
analista. ;evando em conta os aspectos ideol.gicos+ podemos airmar -ue:
a. 4 problema -ue atormenta &ercedes ) o mesmo -ue atormentaria uma mul0er na d)cada de 1N30.
b. 4s valores sociais sugeridos nesse texto são os mesmos valores alme2ados pelas mul0eres em todo o s)culo [[.
c. Não 0averia possibilidade de esse texto ser publicado no s)culo [I[+ pois as concep51es ideol.gicas s.cio-
0ist.ricas não permitiriam+ normalmente+ a orma5ão dessas ideias.
d. /sse texto marca concep51es correntes ideol.gicas de uma )poca atual e essas concep51es s. são poss"veis+ por-ue
elas são uma reprodu5ão de aspectos ideol.gicos cristãos.
Question #0
Notas: 1 Ao longo do texto+ &ercedes nega uma s)rie de valores tradicionalmente associados B imagem de mul0er
como esposa e mãe. Qual trec0o sustenta essa airma5ão$
a. Fodeio alar sobre crian5as+ empregadas e li-uida51esH
b. Fbrin-uei de boneca+ tive medo do escuro e i-uei nervosa com o primeiro bei2oH
c. FSou proessora+ lecionei por muitos anos em duas escolas+ mas depois passei a me dedicar apenas Bs aulas
particulares+ gan0o mel0or e sobra tempo para me dedicar B min0a verdadeira voca5ão+ -ue são as artes pl!sticasH
d. FSou estrategista+ batal0adora+ por)m tra"da pela como5ão. Num piscar de ol0os ico terna+ delicada. Ac0o -ue sou
prom"scua...H
Question #1
Notas: 1 ;eia e observe+ atentamente+ os textos abaixo:
:exto 1:&!rio *0amie. ;avra-lavra.
:exto #:
F4 texto da literatura ) um ob2eto de linguagem ao -ual se associa uma representa5ão de realidades "sicas+ sociais e
emocionais mediati,adas pelas palavras da l"ngua na conigura5ão de um ob2eto est)ticoH '9roen5a Ail0o+ #003+ p. K(
a. 4 primeiro texto ) constru"do predominantemente por elementos abstratos+ por isso ) considerado um texto
tem!tico. 4 segundo oi composto basicamente por termos concretos+ dessa orma ) considerado texto igurativo.
b. 4 primeiro ) composto basicamente por termos concretos+ dessa orma ) considerado texto igurativo. 4 segundo )
ormado predominantemente por elementos abstratos+ por isso ) considerado um texto tem!tico.
c. 4 primeiro ) constru"do predominantemente por elementos abstratos+ por isso ) considerado um texto igurativo. 4
segundo ) ormado basicamente por termos concretos+ dessa orma ) considerado texto tem!tico.
d. 4 primeiro ) composto basicamente por termos concretos+ dessa orma ) considerado texto tem!tico. 4 segundo )
ormado predominantemente por elementos abstratos+ por isso ) considerado um texto igurativo.
Question ##
Notas: 1 ;eia a !bula a seguir:
A A4V&I7A / A 94&EA
6ma Aormiga oi B margem do rio para beber !gua e+ sendo arrastada pela orte corrente,a+ estava prestes a se
aogar.6ma 9omba -ue estava numa !rvore sobre a !gua+ arrancou uma ol0a e a deixou cair na corrente,a perto dela.
A Aormiga subiu na ol0a e lutuou em seguran5a at) a margem.9ouco tempo depois+ um ca5ador de p!ssaros veio
por baixo da !rvore e se preparava para colocar varas com visgo perto da 9omba -ue repousava nos gal0os al0eia ao
perigo.A Aormiga+ percebendo sua inten5ão+ deu-l0e uma erroada no p). /le repentinamente deixou cair sua
armadil0a e+ isso deu c0ance para -ue a 9omba voasse para longe a salvo.
@e acordo com a tem!tica desenvolvida nessa !bula+ -ual poderia ser a moral da 0ist.ria$
a. Quem ) grato de cora5ão sempre encontrar! oportunidades para mostrar sua gratidão.
b. 4s pregui5osos col0em o -ue merece.
c. &ais vale um p!ssaro na mão do -ue dois voando.
d. Quem com erro ere com erro ser! erido.