SAN TARSICIO

Mártir de la Eucaristía, siglo III
Patrón de quienes hacen primera comunión y monaguillos
Fiesta: 26 de abril
"En Roma, en la Vía Apia, el martirio de San Tarsicio, acólito. Los paganos le encontraron cuando transportaba el
sacramento del Cuerpo y Sangre de Cristo y le preguntaron que llevaba. Tarsicio, no quería arrojar las perlas a los
puercos y se negó a responder; los paganos le apedrearon y apalearon hasta que exhaló el último suspiro, pero no
pudieron encontrar el sacramento de Cristo ni en sus manos, ni en sus vestidos. Los cristianos recogieron el cuerpo del
mártir y le dieron honrosa sepultura en el cementerio de Calixto". -Martirologio Romano.En un poema, el Papa San
Dámaso (siglo IV) cuenta que Tarsicio prefirió una muerte violenta en manos de una turba, antes que "entregar el
Cuerpo del Señor". Lo compara con San Esteban, que murió apedreado por su testimonio de Cristo. El hecho del
martirio de San Tarsicio es histórico, pero no consta que fuese niño acólito como dicen algunos. Normalmente son los
sacerdotes o diáconos los que llevan la Eucaristía a los que no pueden ir a la Santa Misa y la referencia a San Esteban
hace pensar que Tarsicio fuese diácono. Pero la Iglesia puede confiar la Eucaristía a un laico en caso de verdadera
necesidad.Según la tradición al joven Tarsicio se le confió llevar la comunión a algunos cristianos que estaban
prisioneros, durante la persecución de Valeriano. El santo fue sepultado en el cementerio de San Calixto. No se ha
identificado su sepultura. La iglesia de San Silvestre in Capite dice tener su reliquia.
São Tarcisio
No livreto preparado para a festa de 1993, o pároco traduziu do espanhol, algumas páginas
referentes ao Santo que festejamos. Mesmo enviando o tal livreto a quem quer melhor conhecer
São Tarcísio, nos parece bom escrever também, nesta ocasião, alguma coisa sobre ele.
Quem visita as Catacumbas de São Calisto, pode notar no andar superior um monumento
cristão, conhecido com o nome de “Túnel Ocidental”. No momento da descoberta feita por
Rossi, em 1844, era um casebre de campanha. Atualmente é uma pequena igreja, mas na origem
devia ser uma pequena basílica. Mas baseando-nos sobre indicações das antigas guias dos
peregrinos, os assim chamados ITINERÁRIOS, podemos supor que fosse o mesmo São Tarcísio, o
proto-mártir da Eucaristia.
Segundo a tradição, o adolescente Tarcísio foi martirizado por um grupo de malvados, enquanto
ele levava a Eucaristia aos cristãos, nos cárceres. O seu martírio deve ter acontecido dia 6 de agosto do ano 258,
depois da Missa celebrada pelo Sumo Pontífice Sisto II, ajudado também por Tarcísio, que exercia o cargo de
acólito. A ordem do acólito era reservada aos fiéis que mais de distinguiam pela bondade e pelas virtudes. Este
jovem mártir foi incluído no martirológio romano no dia 15 de agosto, e comemorada a morte no cemitério de S.
Calisto.
No século passado, São Tarcísio foi escolhido como Patrono dos Coroinhas do SS.mo Sacramento e, neste
século, Patrono dos aspirantes menores da Juventude Italiana de Ação Católica.
Segundo o Calendário de S. Basílio, o corpo de Tarcísio foi sepultado no “Cemitério de S.Calisto”, com
Papa Estevão. Segundo Rossi e Maruchi, foi transferido para a assim chamada “Cela Tricora”, em um sarcófago
junto ao Papa Zefirino. Paolo I (V767), o levou para a Basílica de S. Silvestre, no Capitólio, juntamente com outros
corpos dos mártires. Atualmente se encontra na Capela do Anjo da Guarda (antes estava na atual capela de
S.Domingos onde se conservava o Santíssimo). Uma relíquia se conserva em um gracioso cofre na Capela do
Instituto S. Tarcísio, em Roma, na Via Ápia Antiga, 102.
Quem chega ao interior do cárcere, observa um verdadeiro contraste com aquela algazarra barulhenta da
estrada. Ali reina paz, serenidade, alegria e júbilo; os muros de pedra grega ecoam os cantos salmodiantes,
entoados por Pancrácio e repetidos de um lugar para outro. Os prisioneiros do camerum respondiam aos irmãos em
uma alternativa de versos, tirados dos salmos, que eram naturalmente, sugeridos pela circunstância.
Na vigília do dia em que deviam lutar com as feras, que os dilacerariam, se lhes concedia uma maior
liberdade. Era permitido aos amigos das vítimas escolher aqueles que queriam para visitá-los, e os cristãos
aproveitavam sabiamente desta permissão, indo à prisão e recomendando-os às orações dos benditos seguidores
de Cristo. À tarde, os condenados eram conduzidos à cena livre, isto é a um abundante e até a um suntuoso
banquete público. A mesa era circundada por pagãos sempre curiosos para ver como se comportariam e que
aspecto assumiriam os combatentes no dia seguinte. Mas não percebiam nos cristãos nem ostentação insolente,
nem a amarga prostração dos condenados comuns. Para aqueles comensais, o banquete era um verdadeiro ágape
ou festa do amor, já que eles procuravam a verdadeira alegria, e a cena era animada por uma alegre conversão.
Enquanto os perseguidores preparavam o banquete material das suas vítimas, a Mãe Igreja preparava um
banquete muito mais lauto para as almas de seus filhos, para enviar à tarde, aos campeões de Cristo, um número de
partícula do Pão da Vida, suficiente para animá-los à manhã do dia destinado à luta.
Quando o Pão Consagrado estava pronto, o celebrante se voltava ao altar, onde fora colocado a Vítima
Santa, para ver a quem devia melhor confiar. Antes que algum pudesse se oferecer, o jovem acólito Tarcísio (de 12
anos) se ajoelhou em sua frente, com as mãos postas, prontas para receber o Sagrado Depósito. Com o seu
semblante inspirando inocência, como aquele de um Anjo, parecia implorar para ser o preferido, ou melhor, quase
que pedindo este direito.
- “Tu és muito jovem”, disse o bom celebrante muito admirado.
- “Padre, a minha juventude será a melhor proteção. Oh! Não me negue esta altíssima honra!”. Tinha as
lágrimas nos olhos e em sua face era um róseo de modesta emoção, enquanto pronunciava as palavras. Erguia as
mãos com tanto fervor e a sua oração era tão cheia de paixão e de coragem que o celebrante não pode resistir.
Tomou os Divinos Mistérios, delicadamente envolvidos em um pano de linho e depois enrolou outro pano de linho,
depositando entre as suas mãos dizendo:
- “Lembra-te, Tarcísio, este tesouro é confiado aos teus cuidados. Evita os lugares públicos durante o
caminho, e recorda-te que as coisas santas não são dadas como alimento aos cães, e que as pérolas não são feitas
para os porcos. Cuidarás fielmente os sagrados dons de Deus?”.
- “Morrerei antes que não compra o meu dever” – respondeu o santo jovem, colocando junto a si o
alimento divino, e com serena reverência se colocou a caminho para cumprir a sua missão.
Transparecia de seu semblante uma graça não comum aos jovens de sua idade, enquanto enfrentava com
passos rápidos pelas estradas, evitando os pontos mais freqüentados e aqueles mais desertos.
Quando estava perto dos portões de um grande palácio, a proprietária, uma rica matrona sem filhos, o viu
e ficou fascinada pela sua beleza e pela doçura do seu semblante, enquanto ele se apressava pelo caminho com os
braços cruzados.
- “Espere um momento, caro filho, disse, interceptando-lhe os passos – quem és? Diga-me, e quem são os
teus pais?”.
- “Meu nome é Tarcisio e sou órfão, respondeu levantando os olhos sorridentes – não tenho casa, a não
ser uma que talvez te desagrade em eu dizer”.
- “Então vem repousar na minha casa; tenho muito do que falar. Oh! Se tivesse também um filho como
tu!”.
- “Agora não posso, senhora, agora não! Confiaram a mim uma sublime e sacra missão e não posso perder
um minuto, antes de tê-la executada”.
- “Então me prometa de vir amanhã. Olha, esta é a minha casa”.
- “Se estiver vivo, virei certamente”, disse o jovem, com um olhar inspirado que parecia lembrar Patrícia,
um mensageiro escolhido para das mais altas esferas sociais.
Ela o seguiu um pouco com seu olhar e depois de haver refletido, decidiu segui-lo. Em seguida escutou um
grande estrondo interrompido por bandos de insolentes, e ela parou até que ficou tudo em silêncio; depois
retomou o seu caminho.
Entretanto, Tarcisio, absorto nos mais altos pensamentos que não fossem a herança de Patrícia, tinha
apertado o passo e estava perto de uma praça, onde alguns rapazes estavam jogando, apenas saídos da escola.
- “Falta mesmo um rapaz para o nosso jogo. Onde o encontraremos?”, disse o chefe.
- “Oh! olha que combinação”, exclamou outro – Eis Tarcisio, que não o vemos há muito tempo. Antes era
ótimo em toda espécie de jogo. “Vem, Tarcísio”, continuo apertando-lhe o braço
- “Aonde vai com tanta pressa? Vem jogar conosco! Seja bom!”.
- “Não posso agora, Petílio; não posso mesmo! Tenho uma grande e importante tarefa a cumprir”.
- “E então virás à força” – disse aquele que havia falado por primeiro; um rapaz grande, estúpido e
prepotente, que logo se colocou sobre Tarcísio. “Sabe que não admito réplica quando quero alguma coisa. Venha
logo fazer parte do nosso jogo!”.
“Te suplico” – disse o pobre menino, “deixa-me continuar meu caminho!”.
“Nada disso” – rebateu o outro – Mas o que tens aí de tão precioso para levar com tanto cuidado? Será
uma carta? Não tem importância se chegar no seu destino, meia hora depois.Dê para mim que guardarei com
segurança até que terminemos de jogar”. E estendeu a mão para tirar dele sacro depósito.
- “Não, não” – disse o jovem, elevando os olhos para o céu.
- “Então quero ver de que se trata” – insiste o outro em tom brusco – “quero saber em que consiste este
teu precioso segredo” e começou a maltratá-lo. E logo se reuniu um grupo de curiosos, perguntando do que se
tratava. Viram Tarcísio que, com os braços cruzados, parecia animado por uma força sobrenatural para poder
resistir a um rapaz muito mais alto e maia forte do que ele, o qual queria ver o que Tarcísio levava no peito. Parecia
que sua força, seus empurrões, ponta-pé, não produzissem algum efeito. O pobrezinho suportava tudo sem
murmurar, sem a mínima tentativa de reação. Mas resistia corajosamente.
- “Mas o que é, de que se trata?”, perguntavam os presentes. Quando, por acaso, si viu passar por ali
Fulvio e se ouviu um ajuntamento de curiosos em torno dos dois combatentes. Logo reconheceu Tarcísio, tendo-o
visto na festa da administração das Ordens Sacras.
Quando algum do bando vendo-o vestido melhor que os outros, fez a mesma pergunta, respondeu em
tom de desprezo, voltando-se a todos:
- “O que é? Não estão vendo? É um burro cristão que leva os Mistérios. Não há necessidade de mais
nada”.
Fúlvio, que não queria perder a jogada tão mesquinha, soube bem o efeito que as suas palavras tinham
produzido.
A curiosidade pagã de ver desvelados os Mistérios cristãos e a querer conduzir os ultrajes eram
fomentados naquelas ações, e agora todos a uma voz pediram a Tarcísio para entregar o que tinha guardado.
- “Nunca, até eu esteja vivo”, foi a única resposta. Um operário lhe deu um tremendo soco, que o
estonteou e o sangue começou a correr. Segui uma verdadeira tempestade de pancadas, até que pisado e
maltratado, mas com os braços sempre apertando ao peito, o rapaz caiu por terra.
O bando foi contra ele, e houve quem, agarrando-o, estava já para tirar-lhe o tesouro, quando os
assaltantes sentiram um empurrão à direita e à esquerda de dois poderosos braços.
Do grupo dos malvados, uns corriam até o final da praça, outros pulavam muros até caírem por terra, e os
outros retrocederam na frente de um centurião de forma atlética, que foi a causa de uma rápida mudança da cena.
Apenas tinham desocupado o terreno, ele se ajoelhou diante do jovenzinho e com os olhos
cheios de lágrimas, levantou o corpo maltratado e desmaiado, com a ternura de uma mãe, e lhe
pediu com a voz muito tenra:
- “Te fizeram muito mal, Tarcisio?”.
- “Não pense a mim, Quadrato”, disse o rapaz, abrindo os olhos e sorrindo – “eu
carrego os Sagrados Mistério, tome aos teus cuidados”.
O soldado tomou o braço do rapaz com profunda reverência. Era como se levasse não só a doce vítima de
um sacrifício jovem e as relíquias de um mártir, mas o mesmo Rei e Senhor dos Mártires e a mesma Divina Vitima
da salvação eterna. O rapaz apoiou confiante a cabeça nos ombros do robusto soldado, sem diminuir um só instante
o aperto fiel ao tesouro. O soldado não sentia peso algum do duplo fardo bendito.
Ninguém ousou impedir-lhe o passo, até que uma senhora foi ao encontro, olhando maravilhada. Foi bem
perto e observou atentamente o rapaz que ele apertava entre os braços.
- “Não é possível! Exclamou aterrorizada – Este é o Tarcísio, o rapaz que vi há pouco, tão belo e gentil?
Quem o reduziu a este estado?”.
- “Senhora, disse Quadrato – queriam matá-lo porque era cristão”. A mulher olhou um instante o
semblante do jovenzinho, que abriu os olhos, sorriu e expirou. Daquele olhar emanou um raio de fé. E ela se fez
logo cristã.
O venerável Dionísio, com os olhos velados de lágrimas, removeu as mãos do jovem e tirou o Santo dos
Santos. Parecia a ele que agora Tarcísio se assemelhasse mais a um anjo, dormindo o sono dos mártires, não como
antes, quando estava ainda vivo. Quadrato mesmo levou seu corpo mortal ao cemitério de Calisto, onde a vítima foi
sepultada entre a admiração dos seus companheiros de fé mais velhos do que ele. Depois o S. Papa Damaso
compôs uma inscrição:
Enquanto um criminoso grupo de fanáticos se atirava sobre Tarcisio que levava a Eucaristia, o jovem
preferiu perder a vida antes que deixar aos raivosos o Corpo de Cristo”, para profaná-la.
A notícia de tudo o que aconteceu chegou aos prisioneiros somente depois do banquete.
Talvez o medo de serem privados do alimento espiritual que
lhes daria força, foi o único motivo de perturbação, mesmo se leve, da
serenidade deles. Naquele instante entrou Sebastião e se deu por
conta que uma desagradável notícia havia chegado aos cristãos e
percebeu do que se tratasse. Infundiu então coragem aqueles
seguidores de Cristo. “E assegurou-lhes que não seriam privados do
alimento suspirado”.
A sua festa é celebrada do dia 15 de agosto.
Ele foi enterrado no cemitério de Callixtus e suas relíquias foram
reclamadas por São Silvestre. Mais tarde as relíquias do santo foram
trasladadas para a Capela de Ângelo Custode em São Domenico Maggiore di Napoli, por ordem do Papa Inocêncio
X, durante a guerra de 1646.
Alem disto existe uma relíquia do santo na Capela do Instituto S Tarcísio em Roma, Via Appia Antica, 102.
San Tarsicio (o Tarcisio) di Roma Martire
15 agosto
Nel giorno della solennità dell'Assunzione della Beata Vergine Maria, la Chiesa ricorda Tarcisio (o Tarsicio). Subì il
martirio da adolescente mentre portava l'Eucaristia ai cristiani in carcere. Scoperto, strinse al petto il Corpo di Gesù,
per non farlo cadere in mani profane, ma venne ucciso. Il Martirologio romano ne fissa la morte il 15 agosto del 257
d.C. Il corpo venne sepolto insieme a papa Stefano sulla via Appia. Nel 767 papa Paolo I fece traslare le spoglie nella
basilica di san Silvestro in Capite insieme ad altri martiri. San Tarcisio acquistò di nuovo fama nell'Ottocento, in
seguito alla pubblicazione del romanzo «Fabiola» del cardinale Wiseman, interessato alla figura del coraggioso e
giovane santo. In molte chiese di Roma è possibile trovare quadri, statue, pale d'altare che lo raffigurano. (Avvenire)
Patronato: Chierichetti, Aspiranti minori Gioventù Italiana Azione Cattolica
Etimologia: Tarcisio = proveniente da Tarso (città della Cilicia)
Emblema: Palma
Martirologio Romano: A Roma nel cimitero di Callisto sulla via Appia, commemorazione di san Tarcisio, martire:
per difendere la santissima Eucaristia di Cristo che una folla inferocita di pagani tentava di profanare, preferì essere
lapidato a morte piuttosto che lasciare le sacre specie ai cani.
E’ il protomartire dell’Eucaristia, accolito della Chiesa di Roma, fu martirizzato in giovane età mentre portava le
Sacre Specie ai cristiani in carcere per la comunione, scoperto, strinse al petto l’Eucaristia, per non farla cadere in
mani profane, ma non riuscendo a strappargliela, fu ucciso dai carnefici esasperati e feroci come cani rabbiosi.
Queste notizie si rilevano dall’unica fonte storica esistente, cioè l’epigrafe posta da papa Damaso sul suo sepolcro,
riprese successivamente da altri studiosi e inserite nel ‘Martirologio Romano’ fissando la sua morte al 15 agosto del
257 d.C.
Il suo corpo fu dapprima sepolto insieme a papa Stefano nel Cimiterio Callisti sulla via Appia; secondo altri autori
esso fu trasferito nella cosiddetta Cella Tricora in un sarcofago insieme a papa Zefirino.
Nel 767 papa Paolo I lo portò nella basilica di s. Silvestro in Capite insieme ad altri corpi di martiri;Anche qui ebbe
alcune traslazioni in cui l’ultima è del 1596 ove le reliquie furono poste sotto l’altare maggiore.
Il culto a s. Tarsicio riprese maggior vigore nell’800 in seguito alla pubblicazione del romanzo Fabiola di Wiseman
(Londra, 1855) che rese attraente la figura del coraggioso adolescente.
A Roma nel 1939 gli venne dedicata una chiesa al IV miglio, opera dell’architetto Rossi.
Una sua statua, scolpita da A. Falguière, è conservata al Louvre di Parigi.
In molte chiese di Roma vi sono quadri, statue, pale d’altare che lo raffigurano, infine una bella statua si trova nella
chiesa di s. Lorenzo in Faenza.
St. Tarsicius
Martyr. The only positive information concerning this Roman martyr is found in the poem composed in his honour by
Pope Damasus ("Damasi epigrammata", ed. Ihm, 14). In these lines Damasus compares Tarsicius to the protomartyr
Stephen: just as the latter was stoned by the people of Judea so Tarsicius, carrying the Blessed Sacrament, was
attacked by a heathen rabble, and he suffered death rather "than surrender the Sacred Body [of Christ] to the raging
dogs". This tradition so positively asserted by Damasus is undoubtedly historical. Nothing definite is known
concerning the personality of this martyr of the Eucharist. He may have been a deacon, as Damasus compares him to
Stephen. An addition to the sixth-century legend of the martyrdom of Pope St. Stephen makes Tarsicius, for some
unknown reason, an acolyte; this addition, however, is based on the poem of Damasus. It is evident that the death of
this martyr occurred in one of the persecutions that took place between the middle of the third century and the
beginning of the fourth. He was buried in the Catacomb of St. Callistus, and the inscription by Damasus was placed
later on his tomb. In the seventh century his remains rested in the same grave as those of Pope Zephyrinus; according
to Willpert they lay in the burial vault above ground (cella trichora) which was situated towards the west over the
Catacomb of St. Callistus. The feast of the saint is observed on 15 August.
Tarcisius
St. Tarcisius (or Tarsicius) (Italian and Spanish: San Tarsicio or Tarcisio) was a martyr of the early Christian church who lived in
the 3rd century. The little that is known about him comes from a metrical inscription by Pope Damasus I, who was pope at least a
century later. He preferred death at the hands of a mob rather than deliver to them the Blessed Sacrament, which he was carrying. As
Damasus compares him to St. Stephen, who was stoned to death, this may have been the manner of his end. His story was greatly
expanded by Nicholas Cardinal Wiseman, who portrays him as a young acolyte in his novel Fabiola, or the Church in the
Catacombs. He was originally buried in the Catacombs of San Callisto, but today his relics rest in the San Silvestro in Capite church
in Rome. His feast day is celebrated on 15 August, but, since that day is occupied by the Solemnity of the Assumption of Mary, he
is not mentioned in the General Roman Calendar, but only in the Roman Martyrology. He is the patron saint of altar servers and first
communicants. A 35-kg bell in the Stephansdom in Vienna is named after him. Blessed José Sánchez del Río was nicknamed
"Tarcisius."
[edit] Text of the poem by Damasus
A poem in Latin, composed by Damasus, serves as the only positive historical evidence of the saint's existence:
Par meritum, quicumque legis, cognosce duorum,
quis Damasus rector titulos post praemia reddit.
Iudaicus populus Stephanum meliora monentem
perculerat saxis, tulerat qui ex hoste tropaeum,
martyrium primus rapuit leuita fidelis.
Tarsicium sanctum Christi sacramenta gerentem
cum male sana manus premeret uulgare profanis,
ipse animam potius uoluit dimittere caesus
prodere quam canibus rabidis caelestia membra.
Damasi Epigrammata, Maximilian Ihm, 1895, n. 14

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